Eletrodomésticos com IA: o que muda de verdade na sua rotina?
22m 7s
O podcast do Canaltech aborda as tendências de eletrodomésticos com inteligência artificial (IA), destacando como a tecnologia está transformando o uso de itens cotidianos. O pesquisador Renato Franzin explica que a IA em dispositivos como fornos e máquinas de lavar vai além de algoritmos pré-definidos, utilizando sensores e câmeras para tomar decisões autônomas, como ajustar o cozimento de um frango ou otimizar a lavagem de roupas. A popularização de componentes como chips e Wi-Fi 6, antes usados em celulares, barateou a incorporação dessas tecnologias, permitindo que produtos como air fryers com micro-ondas combinados se tornem mais acessíveis. No entanto, no Brasil, o custo ainda é elevado, com geladeiras inteligentes chegando a R$ 20 mil. O episódio também cobre notícias: a Samsung pode aumentar o preço do Galaxy S26 devido à alta nos custos de processadores, foi condenada a pagar US$ 195 milhões por violação de patentes de telas OLED, e o Brasil perde R$ 4 bilhões anuais com celulares piratas. A OpenAI planeja cobrar por uso intensivo do Sora, e o TypeScript superou o Python como linguagem mais popular no GitHub, impulsionado pela IA generativa. O podcast encerra com dicas para acompanhar o Canaltech nas redes.
[Música] Fala pessoal, mais um podcast cada um no A. E hoje a gente fala sobre as tendências dos eletrodométicos com inteligência artificial. Vamos entender como a tecnologia está inserida nos produtos e se vai realmente transformar o nosso modo de uso de itens que já são parte da rotina. Aí há a ter deixado os elétrons cada vez mais inteligentes, mas nem sempre a gente entende na prática o que essa inteligência significa. E hoje você também confere, linha Galaxy S26 mais cara, sendo sungue a condenada a pagar multa milionária porquebra de patente, Brasil perde 4 bilhões de reais por causa de celulares piratas, novo modelo de negócio do Sora da Open N i e TypeScript se torna a linguagem de programação mais popular no GitHub. O som Marcelo Fischer e esse é o podcast Canaltech. [Música] E para explicar como essas inovações funcionam e qual é o verdadeiro papel da inteligência artificial nesses produtos, você confere em entrevista da reporter Elizabeth Fonds, que conversou com Renato Franzin, pesquisador do laboratório de sistemas integráveis e professora de escola politecnica da Universidade de São Paulo, especialista em tecnologia. Ele fala sobre as principais tendências do setor, a evolução dos sensores e conectividade e o futuro dos eletrodométicos num mundo cada vez mais inteligente. Confere em entrevista. E eu sou Renato, muito obrigado então. Eu quero começar a nossa entrevista aqui, nosso papo. Tentar entender o que quando a gente fala da inteligência artificial muda no seu doméstico, o que a gente está falando? O que a gente está falando dessa tecnologia? Queria que você explicasse o que é uma tecnologia que envolve conectividade e algumação? Como que funciona isso tudo? Então, sempre importante pegar e contextualizar do que a gente está falando, vamos dizer assim, da abrangência do que a gente está falando da inteligência artificial hoje, toda vez que a gente fala da inteligência artificial, tem a ver com o Lard de Langell Mode, de agregar conversa, comunicação e esse tipo de coisa. Mas, na parte de dispositivos eletrônicos, a gente já tem inteligência artificial aplicada, seja em baixa escala ou grande escala em algum tempo já. Então, quando a gente pega e vê, por exemplo, um automóvel, não precisa nem ser um automóvel desse que anda sozinho, mas um automóvel hoje que você compra 150 mil reais, ele já tem inteligência artificial ali, trabalhando para a assistência de direção, por exemplo. Então, essa inteligência artificial que a gente pode pegar e chamar de linguagem de máquina, vamos dizer assim, isso daí já está bastante nembuído em alguns dispositivos. No telefone celular nem se fala, e daí o que aconteceu? Tem toda a história de convergência, de elétrons eletrônicos e tudo mais, que o celular era uma câmera, a câmera de um topo telefone, tem tudo isso. Mas a gente não pode esquecer que é. Pato da gente miniaturizar e consolidar altíssima tecnologia, num dispositivo como um telefone, faz com que, falando agroço modo, você possa colocar este telefone dentro de uma geladeira, dentro de uma máquina, e lá vai esse tipo de coisa. Então, o que acontece? A gente está habituado a utilizar eletrodoméstico, como. Sei lá, não sei quantas gerações atrás ainda. Então, a gente utiliza um forno hoje, colocando. como se utilizava antigamente, colocando em cinco graduações ali de calor, que você podia ter lá dentro, e temperatura lá dentro. Aí você tem formas mais modernos, em que você não tem só cinco, mas você tem gradual, você ajusta, temperatura, que você vai estar lá dentro. Você vai ter outros fornos que vão ter um controle de temperatura melhor. Mas aí, não mudou muito, né? O que atua a relação com o zalforno continua sendo a mesma, você precisa saber cozinha, ser preciso atelido uma receita, para saber que você tem que colocar assentiment viral. O que pode estar acontecendo agora com a inteligência artificial, é que é um pouco diferente. O forno começa a olhar o que você está colocando lá dentro, e tomando ações para que aquilo resulte em alguma coisa que você pediu. Então, eu quero assar um frango, coloca o frango lá dentro, tem uma bastança que vai saber qual que é o peso, e ele vai pegar, vai se auto-regular para fazer isso, né? E isso só é possível, porque? Porque agora não só a questão da miniatura de ação da eletrônica, mas a presença de mais sensores, né? Então, esses sensores eles estão cada vez mais popularizados de uso, eles trazem informações novas, que não é mais um parâmetro só. Então, antes de ter um parâmetro, o que era a temperatura? Então, você regulava um parâmetro só. Ah, agora posso irregular, sei lá, temperatura, e se a casca está crispy, se a casca está mais dourado ou não, esse tipo de coisa através de uma câmera, né? Então, essas possibilidades de agregar novos parâmetros no dia a dia desses elétronométicos faz com que? Você tenha mais parâmetros para tomar decisões sobre o que está acontecendo lá dentro. E na hora que você vale em tomar decisões, você precisa usar alguma coisa mais sofisticada levando ao extremo usar a inteligência artificial. Em relação a um grupo são desses sensores, dos chips, da conectividade, como é que isso também ajudou para que a iatf chegar a esses aparelhos dos produtos de hidratro e número de estros. Como é que é essa é a bomção de wipe-up e botú que também ajudou nisso. Então, a gente não pode esquecer que o telefone que eu estava usando há três anos atrás. Então vamos falar que a obsolescência é dois anos e meio, dois anos. A obsolescência de um telefone. Vamos chamar queijo. Então, em dois anos eu peguei e morifiquei a linha de produção inteira de telefone. E o que eu fiz com a linha de produção anterior? Você viu alguém no lixo? Não. Então, falando particularmente no caso da China, tem outras empresas menores que compram essas linhas anteriores e continuar produzindo produtos que não utilizam a mais alta tecnologia. Então, é muito comum ter um exemplo, assim, não sei. Ah, então, é um pouquinho fora de eletro doméstico. Mas pensa que eu tinha um tablet a cinco anos atrás. Esse meu tablet hoje, cara, ele não funciona mais. Porque os navegadores, eles não funcionam. É, cinco postais agirando, postais rando nos anos. Tem um tablet que ele não funciona mais porque é o navegador. Não funciona mais direito, que o navegador exige uma camada mais de alguma coisa pra acessar um site. O tablet parado. Esse tablet, poxa. É só que. Então, estava com ele na gaveta, mas agora comprei um porta-retrato digital em que eu faço o upload pela internet da foto. Cara, é o mesmo produto. Então, vamos dizer assim, essa facilidade em que você pega essas tecnologias que não são as topias mais avançadas. E você tem ela disponível? Vamos começar a colocar em outra coisa. Fica barato colocar hoje em um forno. Fica barato hoje, dá pra econômicamente pegar aquela tecnologia e colocar na máquina de lavar. Então, e além de não ser o custo, a gente não pode pensar no custo só do componente. Não pode pensar no custo do semi-condutor, como o tá todo mundo falando hoje. A gente tem que pensar no custo de desenvolvimento do software pra usar essas coisas. E que aquele software já permite pegar esse colocado lá dentro. Então, essa facilidade, vamos dizer assim, de você começar a trazer. Então, a gente sai lá da frente da onda, lá, que é a intervista artificial mais avançada que consorre energia. E a gente traz isso pra uma aplicação, vamos dizer assim, mais corriqueira, mas que traz um avanço tremendo, né, nisso daí. Então, você pensa hoje, na hora que você pega. Na hora que você coloca um iFi hoje, num eletrodoméstico, não é, como você colocava anteriormente, como que eu posso exemplificar isso. Então, hoje a gente, numa máquina de lavar, você encontra fácil, um dispositivo Wi-Fi 6, ou até Wi-Fi 6 ali na máquina de lavar. Então, na hora que você conecta isso daí com o Wi-Fi, não é aquela experiência ruim que você tinha antes, que você. "Ah, será que o Wi-Fi vai pegar lá na cozinha?" "Será que a geladeira vai comunicar com não ser que. " "Eu preciso colocar um gateway, puto-se eu preciso colocar um gateway de alguma coisa pra aquele dispositivo, fala que não precisa mais!" Você pulou isso daí, entendeu? Então, em 2014, 2015, tinha uma grande discussão. "Ah, o que vai ser? Vai usar Zeebi, vai usar Wi-Fi, vai usar, não sei o que. " "Una boa Wi-Fi suplantou tudo isso!" Então, na hora que você pega cada vez que você padroniza alguma coisa, e que aquilo se torna universal de utilização, isso facilita muito mais a penetração de qualquer tecnologia, né? E aí, até tido ali a China, foi a China mesmo, grande professor, desses nomos produtos comunicar. Qual país aí que está saindo mais na frente? E como é que o Brasil também está nesse Brasil?
os coreanos eles estão falando isso faz desde sempre então se você pega lá se você pega uma edição da CES daquela feira das vegas lá direto do doméstico não sei se já viu isso daí essa feira é só que você é muito nova para lembrar que aqui no Brasil tinha uma feira que chamava utilidades domésticas onde você havia lançamento não tinha tinha chamava o D então você ia para ver a nova geladeira para ver o novo televisor não tinha nada disso né ACES lá nos Estados Unidos ela era ela era isso ela era de geladeira de só que daí apareceu computador daí começou virar computador aí foi indo para telefone foi indo para devaços vestíveis hoje tá indo para carro a gente não sabe para não que vai mais nessa feira é não é pra pra quem ia pra quem começou e lá na época de telefone achava estranho chegar lá e falar assim por que que ele já tá colocando aqui um armário de secar roupa sozinho de de passar roupa sozinho porque é que a Samsung tá colocando máquina de lava e não sei o que então para esses caras essa conversa já vai a mais tempo ali porque ele já vislumbro o mercado americano de consumo em que mão de obra para ter uma pessoa lavando passando é caro e esse mercado tava lá então eu acho que os coreanos ali atrás eles foram na frente não dá pra não dá pra pra ignorar elógico que os chineses com um aumento de mercado de consumo deles eles vão para qualquer produto para colocar mas assim termos de avanço não é um avanço como se diz não é um avanço tecnológico é um avanço de conseguir agregar aquilo que fique econômicamente plausível para o mercado então eu até andei dando uma olhada na no que tem mercado brasileira e tudo o dia até o propaganda da da tida Samsung da geladeira então nessa outra coisa para estenta colocar mas uma geladeira de 20 mil então é isso porque as tecnologias estão sendo utilizadas são tecnologias que ela já passaram não é a primeira aquele tipo de wifi não vai ser usado primeiramente no elétrico do México não já tá o ser usar o ar da era já estava em si era outra do vida também sentido de público né pra quem é esse elétrico é isso é eles estão seitos né qual que é o curvil que ele pode alcançar que tem quanto testar pra realmente expandir isso que você pensa sobre isso então essas coisas tecnologias como qualquer ou em qualquer outra coisa de tecnologia tem aquela curva né tem uma curva de aprendizado lá que é para a utilização do que a gente pode ter um curva de massificação de de produção imasso que baratea né então pra mim é vamos dizer assim vamos esquecer um pouco a geladeira vamos pensar em eletro doméstico sei lá um forno então cara a pouco agora tem air frair junto com microondas que eu coloco lá dentro e falo frango ele usa air frair no momento usa microondas no outro tecnologia em cinco anos aí bom bom não tem nada a ver com inteligência artificial mais de repente é usar ela junto com microondas é um avanço em que vai precisar de inteligência artificial se você quiser uma automação e aí é preço não adianta é vai ter que pegar e encontrar se a gente olhar daqui cinco anos eu vejo que hoje um forno desses uma lavatura dessas ela possa estar dentro da faixa que dentro do Brasil por exemplo seja a faixa de maior venda por exemplo pensando na utilização assim desse se ela é trodométicos né esse to aí por exemplo forno que reconhece ali o alimento tem ali talcula mais ou menos tem que preparo né e a temperatura e aí o que que realmente é tem inteligência artificial e o que que na verdade já é não tomação ali do próprio eletro do médico da geladeira um pouco difícil porque você não realização na geladeira a geladeira você vale a estoca então tem aquele negócio lá de de ler o alimento e para uma tela para comunicar quando vencer ou então te colocar numa lista de compra a geladeira um pouquinho um pouquinho diferente e também tem que falar não sei se vocês querem falar disso sobre qual que seria o melhor lugar para você conversar com a sua casa conectada mas vão deixar isso um pouco de lado então agora quando você pega um forno já tem um forno hoje em que você pega e determina o que você tede resultado então no meu microondas aqui tem lá o pipoca eu clico lá pipoca eu sei que vai funcionar na potência máxima do todo durante três minutos e meio e vai desligar porque porque o pacote de pipoca é feito para funcionar dentro da criparâmetro e se é o que quiser pegar e colocar pipoca não do saco quero colocar numa vasilha de vidro com óleo e milho e fechar para fazer então quando você não tem uma rotina pré estabelecida a inteligência artificial vem resolver isso né então é muito diferente você pegar lá uma coisa que já está semi automatizada que você simplesmente colocou pacote apertou um botão e que você chegar com uma coisa em que você colocou uma quantidade de milho ali que você não sabe direito se é a quantidade que dá ou não se você você colocou a quantidade óleo ou não e que eventualmente o dispositivo eletroméstico ele vai conseguir tomar uma decisão até de falar olha bicho desse jeito aqui não vai você tem que tirar milho olha você vai ter que colocar mais óleo antes de começar o processo entendeu porque ele mediu ele através de algum sensor conseguiu pegar lá para não precisar gerar né fez a contagem com a câmera dos milhos lá e falando não tem grãos demais retira aí é que entre inteligência então essa que essa é a grande diferença uma coisa você estabelecer um algoritmo estabelecer uma rotina um processo em que ele se repete todas as vezes a outra coisa é quando existe uma decisão a ser tomada em função dessas informações e daí é que entre inteligência artificial na máquina de lava eu coloquei lá minha camisa de prima minha calça suja ele pode ter tal vai ver o peso vai ver a umidade durante o processo de lavaagem e vai saber que hora quanto tem que demorar quanto tem que quanto tem que girar se vai até preenchar ou não então é esse tipo de coisa modifica a forma com você usa então na hora que você tem uma máquina com inteligência artificial você tira esse ciclo de aprendizava do usuário e ela fala deixa comigo entendeu aí é que é sacado eu acho aí da das coisas então a gente tá muito acostumado às vezes indisquisitivo em que ele vai funcionar apenas para proteger por segurança então você vai ter um ferro de passar roupa em que ele vai desligar se tiver sobre a quecimento que legal se esse ferro de passar roupa decidisse qual a temperatura que ele tem para que ele tecido ali então quem sabe essas coisas vão começar a acontecer no ferro de passar roupa acho um pouco mais um pouco mais demorado mas vai acontecer mas nesses elétrons rométicos hoje de será dois mil três mil quatro mil reais eu acho que o custo já tá a vamo já assim é econômicamente fiável de colocar alguma coisa com inteligência artificial e pensando a inteligência artificial de máquina e não nessa coisa de comunicação com o ar muito obrigado a fazer até mais ele é exato a disposição a interrompendo seu podcast rapidinho só para já avisar para não perder a black Friday do canal deque as nossas lives acontecem de 27 de novembro e 28 de novembro ao vivo a sua cobrindo todas as melhores ofertas para vocês de volta ao podcast vamos agora ao parogiro de notícias a linha Galaxy S26 pode ficar mais cara de acordo com informações do portal etenius a Samsung pode não conseguir evitar o aumento no preço da sua próxima linha principal dos smartphones o principal motivo seria a elevação do custo de componentes essenciais para montagem do aparelho a especulação é de que o aumento seria no valor do processador em agosto a Samsung relator que o preço dos chips para dispositivos móveis aumentou em 12% em comparação a média no auge de 2024 e falando em Samsung a empresa foi condenada a pagar uma multa de quase 200 milhões de dólares em julho federal dos estados unidos decidiu que a suco-lheana deve pagar 1951 vírgula 4 milhões de dólares ou seja cerca de um bilhão de reais a empresa e landesa a pictiva a decisão aponta que a Samsung enfringiu duas patentes de tecnologia de tela zolédia a companhia não concordou com veredito e anunciou que vai recorrer a decisão o processo começou em 2023 quando a pictiva alegou que a Samsung usou suas tecnologias patenteadas para melhorar a resolução o brilho e a eficiência energética de tela zolédia o Brasil perde 4 bilhões de reais por conta de celulares piratas a associação brasileira da indústria elétrica e eletrônica estimou que o mercado paralelo de celulares deve causar ainda mais perdas para o país em 2025 autodos são esperados 4 bilhões de reais em revação fiscal parecia os modelos que se enquadram com o pirata são aqueles que não possuem homologação e celo da agência nacional de telecomunicações na tela apesar da participação desses aparelhos irregulares caírem de 20 para 15% das vendas o perjuízo fiscal aumentará já que o valor médio gasto nesses celulares dobrou passando de mil para dois mil reais em um ano
A Open Nights explicou o planejamento para começar a lucrar com o Sora, modelo de inteligência artificial voltado para a criação de vírus. A empresa anunciou que a ferramenta terá limites de uso gratuito e vai oferecer pacotes pagos para quem quiser produzir mais conteúdo. O Anuncio foi feito por Bill Pibos, que é diretor do Sora. Na publicação, o executivo reconheceu que a demande enorme da ferramenta surpreendeu a Open Nights e que a equipe acreditava que 30 gerações gratuitas por dia seriam mais do que suficientes. Além de justificar a mudança, ele explicou que o novo modelo de negócio busca atender os usuários mais intensivos, permitindo que paguem para continuar com as criações. A partir de agora, para fazer mais de 30 vídeos por dia, o usuário terá de pagar 4 dólares com pacote de 10 gerações extras. Já os assinantes do plano pró, do Chart GPT terão até 100 vídeos por dia. O TypeScript se tornou pela primeira vez a linguagem de programação mais popular no GeatHub. De acordo com o relatório GeatHub, Octaverse, a linguagem ultrapassou o Python e agosto desse ano e assumiu trono na programação. O crescimento do TypeScript se dá principalmente pela avança da inteligência artificial generativa no desenvolvimento do software. Com agentes autónomos e copiloto de código cada vez mais presentes, linguagens tipadas ganham terreno por oferecerem mais controle e segurança na produção. Em outras palavras, aí a escreve, mas o TypeScript ajuda a garantir que nada derrada ocorra no servidor. Valeu pessoal, o podcast do Canaltech fica por aqui. Aproveite para seguir o canaltech nas redes sociais e deixa uma avaliação em um comentário no seu aplicativo de podcast preferido. Esse episódio foi roteirizado apresentado por Marcelo Fischer e contou por reportagens de ministros Mosquen, Bruno Bertonsin, Natan Vieira e Claudio Yuj. Aquele é sonora do Guilherme Zômer, a edição de Natalim Proto e Artita K. Jairic Teixeira. Você escuta o podcast do Canaltech de segunda sexta-feira até mais.
Podcast Summary
Key Points:
Eletrodomésticos com IA utilizam sensores, câmeras e conectividade para tomar decisões autônomas, como ajustar temperatura e tempo de cozimento com base no alimento.
A popularização de componentes como chips e Wi-Fi 6 reduziu custos, permitindo que tecnologias avançadas sejam incorporadas a produtos de consumo no Brasil, como fornos e máquinas de lavar.
Coreanos e chineses lideram a inovação, mas o Brasil ainda enfrenta barreiras de preço, com produtos como geladeiras inteligentes custando até R$ 20 mil.
A Samsung pode aumentar o preço do Galaxy S26 devido à alta nos custos de chips, e foi condenada a pagar US$ 195 milhões por violação de patentes de telas OLED.
O Brasil perde R$ 4 bilhões anuais com celulares piratas, e o TypeScript tornou-se a linguagem de programação mais popular no GitHub, impulsionado pela IA generativa.
Summary:
O podcast do Canaltech aborda as tendências de eletrodomésticos com inteligência artificial (IA), destacando como a tecnologia está transformando o uso de itens cotidianos. O pesquisador Renato Franzin explica que a IA em dispositivos como fornos e máquinas de lavar vai além de algoritmos pré-definidos, utilizando sensores e câmeras para tomar decisões autônomas, como ajustar o cozimento de um frango ou otimizar a lavagem de roupas. A popularização de componentes como chips e Wi-Fi 6, antes usados em celulares, barateou a incorporação dessas tecnologias, permitindo que produtos como air fryers com micro-ondas combinados se tornem mais acessíveis.
No entanto, no Brasil, o custo ainda é elevado, com geladeiras inteligentes chegando a R$ 20 mil. O episódio também cobre notícias: a Samsung pode aumentar o preço do Galaxy S26 devido à alta nos custos de processadores, foi condenada a pagar US$ 195 milhões por violação de patentes de telas OLED, e o Brasil perde R$ 4 bilhões anuais com celulares piratas. A OpenAI planeja cobrar por uso intensivo do Sora, e o TypeScript superou o Python como linguagem mais popular no GitHub, impulsionado pela IA generativa.
O podcast encerra com dicas para acompanhar o Canaltech nas redes.
FAQs
A IA permite que o eletrodoméstico tome decisões baseadas em sensores e parâmetros, como um forno que ajusta temperatura e tempo automaticamente para assar um frango, sem precisar que o usuário saiba a receita exata.
O Wi-Fi padronizou a comunicação, eliminando a necessidade de gateways, e permite que os aparelhos se conectem facilmente à internet, possibilitando atualizações e funcionalidades inteligentes.
Sensores como câmeras e medidores de peso fornecem mais parâmetros (ex.: cor, textura, umidade), permitindo que a IA tome decisões precisas, como ajustar o cozimento ou a lavagem.
Um automatizado segue rotinas fixas (ex.: botão pipoca por 3 minutos), enquanto um com IA analisa dados em tempo real e decide ações, como ajustar o tempo de lavagem com base no peso e sujeira.
Componentes de telefones desatualizados (como processadores e sensores) são usados em fornos e máquinas de lavar, barateando a produção e trazendo inteligência acessível a esses produtos.
Produtos como fornos que reconhecem alimentos e máquinas de lavar que ajustam ciclos automaticamente estão se tornando mais comuns, com preços a partir de R$ 2.000 a R$ 4.000, tornando a tecnologia economicamente viável.
Chat with AI
Loading...
Pro features
Go deeper with this episode
Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.