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6. El día que murió Tomás Herrera Cantillo

228m 23s

6. El día que murió Tomás Herrera Cantillo

O programa inicia com o apresentador pedindo engajamento do público e destacando a importância do apoio financeiro via membresias para manter o canal. Ele anuncia a participação do deputado Renato Freitas, que enfrenta mais um processo de cassação pela Assembleia Legislativa do Paraná, liderada pela extrema direita. O apresentador também menciona eventos de Jones Manoel na Bahia, abordando temas como soberania nacional e o papel do Estado. Em seguida, ele analisa a reunião entre Lula e Trump e critica duramente a aprovação do PL das terras raras na Câmara. O projeto, votado com apoio do PT, PDT e PSB, é visto como um "entregismo" que repete o modelo histórico de exploração de recursos no Brasil. O apresentador defende a criação de uma estatal para gerir as terras raras, comparando a situação ao que países como EUA ou França fariam em posição semelhante. Ele critica o governo Lula por manter um discurso de soberania sem ações concretas, exemplificado pelo uso de "bonés" simbólicos. O apresentador conclui que a esquerda radical precisa se organizar para disputar o poder pós-Lula, saindo do "discurso de boné" e construindo políticas efetivas de soberania e desenvolvimento nacional.

Transcription

33500 Words, 185618 Characters

Portuguese
Olá pessoal, boa tarde a todos e todos, estamos ao vivo para mais um noite, Brasília e Cultura Brasileira. Hoje, quinta-feira, sete demais de 2006. Agora são cinco e trinta e seis, dezessete horas e trinta e seis minutos. Então, sejam bem-vindos aqui mais uma vez, vamos até às nove da noite. E eu já começo então pedindo para que vocês nos ajudem a ir já a essa live. Esse programa, fazendo o que? Curtindo, compartilhando a live, se inscrevendo, nos canais do Faro Brasil, além do Faro Brasil, né? Se você for buscar lá no YouTube, Junes Manuel vai aparecer o Faro Brasil. Mas também nós temos o cortes Faro Brasil, que é um canal mais novo, mas ele é direcionado justamente para você assistir uma entrevista específica, um corte de vídeo. Então é importante que você também acompanhe, você se inscreva nesse canal, engage através dele também, porque nós transmitimos os nossos programas nesse segundo canal. E quem puder, claro, lembrando sempre que é importantíssimo os apoios que vocês oferecem para a gente através dessas ferramentas que também engajam a live. Então, além de apoiar, é uma forma de engajar essa live, ou seja, você enviar a super stick, você também conversar conosco através de super chat, enfim, fazendo perguntas, refletindo, conversando conosco, dialogando, concordando, discordando aqui, a gente também tem esse espaço para debatermos, para a gente poder conversar, trocar a ideia sobre os assuntos temas, as notícias aqui, tudo aquilo que a gente coloca aqui para a discussão, gente. E também o mais importante de todos, quem puder enviar membresias ou tornar se membra ao membro do canal através da mensalidade, o valor ali, porque é um valor mensal que você sempre vai renovando a cada 30 dias, e você pode tornar se membro do canal através, começando com esse valor mínimo que é de R$ 4,99, ou seja, R$ 5,00, né, redondando, e aí você já está apoiando a gente aqui, após esse projeto, e também, claro, tem acesso a conteúdos exclusivos, a gente produz toda semana, tem um material novo que a gente faz para vocês, ele bale, por exemplo, ele tem feito um curbe de leituras só para membros, e aí a gente tem produzido, então, esses conteúdos todos. Tem os análises do Mauro Lops, muito importantes, né, bastante esclareceduras para a gente poder entender um pouco aí da nossa conjultura. Eu tenho o faço um esforço aqui de fazer algumas relações históricas e alguns temas variados, né, eu, enfim, trato de temas muito variados, não falo especificamente de um assunto. Então, a gente tem além da nossa programação, que é para todo mundo, para quem é membro do canal, a gente produz um material para justamente agradecer a presejar aquelas e aqueles que estão sempre conosco todos os meses, né, que ajudam aqui na manutenção desses passos desse canal através das membresias. Então, quem puder ofereça membrezias aqui para quem está no chat, ou então, como eu disse, né, repito aqui, você pode tornar se membro com essa pequena mensalidade que começa com R$ 5,00, 4,00, 99 centavos. E aí tem aí uma lista, né, é um valores que são a partir desse aí de R$ 5,00. Então, façam isso, e a gente já agradece. "Erebaldo, mania, olha, você tem que sorri, viu, ele baldo, mas tem que sorrir mais, como o Lula falou pro Trump, você vai sorrir mais agora o Trump vai sorrir mais, segundo o Lula, então eu vou aqui fazer a vez do Lula no Noite Brasile, que de pra que você sorria mais, talvez você consiga melhorar a sua vida, melhorar a vida das pessoas, se você sorrir muito mais, ficar mais feliz. -Vou noite pra você." -Ela, essa é a verdade. Lula sempre manda das pessoas sorrir. É uma espécie de cult, né? "Mas boa tarde, boa noite a todos, todas, todas, quinta-feira, quinto, e mais um dia com vocês mais uma noite, com vocês aqui juntos." Então, já chegue deixando o like, demais que hoje é um dia agitado em termos de notícias, muitas acontecimentos estranhos e esquisitos, que a gente também vai falar de coisas estranhas aqui hoje. Então, já chegue deixando o like, também participem da capaia do Apósse, com um cafezinho da barraquinha da esquina, cujo cara colocou 7 quilos de açúcar, e a cada um litro de café, vocês já vão estar podendo participar do clube de membros, e vai poder ajudar a gente a financiar o trabalho por aqui, a final de contas, o banco master, só se interessou por gente da direita, mesmo. Não se interessou por ajudar a gente. A Corea do Norte, a República da Corea do Norte, também não ajudou, era mentira infelizmente. XGP também era mentira, vai atinando, que a media progressista dizendo que estava financiando o Jones infelizmente, estava errado. E eu digo isso com um pensamento, em uma coração, gostaria que tivesse em 100. Mas infelizmente a gente tá ir contando com vocês, mas estamos aqui com vocês, e vamos juntos até as 9 horas da noite. Não chega em junte, já deixe seu like, o ira tá ocupado com a guerra, acho que eles estão, talvez depois da guerra, vem-se lá. Isso aí, antes da gente começar, então, a falar, quero lembrar vocês que hoje nós temos dois convidados hoje, a Mauri. Eu não sei se é bom, zô ou gonzo, o que tem a ver com o jornalismo gonzo. Eu nunca sei falar, porque o jornalismo gonzo é um vertente do jornalismo específico. A gente pode até pedir, para falar com a gente, o que é isso, tem aí adeptos. Nem sei se tá no hype ainda dos jornalistas e dos estudantes de jornalismo específicamente, mas quando eu fiz faculdade lá em 2007, 2008, tem uma galera bastante entusiasta desse chamado jornalismo gonzo. Acho que é gonzo mesmo, viu gente? Mas antes de falar sobre as nossas notícias, e também queria dizer para vocês que, excepcionalmente, a gente já tinha marcado com o Mauri, e a Mauri, né? A Mauri é outra pronúncia, que é o Mauri que fala sobre a América Latina com a gente aqui, já veio aqui no Farô, no Noite Brasil. Queria dizer para vocês que daqui a pouco, as 18,30, 6,5, quem vai estar com a gente é o deputado Renato Freitas, deputado Renato Freitas, tá enfrentando mais um processo de caçação, eu não sei se é o terceiro ou quarto desse mandato, mas ele vai trazer mais detalhes, e é um processo de caçação que tenha, ver, com aquela situação que, segundo Renato Freitas foi, né, pelas investigações, com forma, ele foi acompanhando, apurando, daquela situação em que ele foi provocado, ele estava com um acompanheiro, enfim, e aí ele foi provocado por uma pessoa na rua, e acabou tendo uma confusão, e em razão disso foi um caso que aconteceu no passado, teve bastante repercussão, e em razão disso, o deputado Renato Freitas está sofrendo mais uma vez essa perceção lá, que vem através da alépte, né, da semblé lisislativa do Paraná, os representantes do Bolsonaroismo, da extrema direita, que perseguem, enfim, historicamente, o deputado Renato Freitas, então ele vem aqui, para falar respeito do que vem esse processo, tá, e o contexto todo, eu acho que para reforçar inclusive a importância daquilo que nós aqui já falamos, acho que o próprio deputado Renato Freitas também já entendeu, né, teve sentendimento que o Paraná ficou pequeno para ele, inclusive por parte desse histórico de perceções tão deputado Renato que tem se colocado aí como um precandidato a deputado federal, pelo Paraná, então o importante, vamos ouvilo daqui a pouco ele estar a conosco, e claro, a gente vai falar da reunião, né, do Lula com o Trump, isso aqui antes, eu queria dizer para vocês o seguinte, o John, ele tem agendas e o gente, ele tem feito vários, eventos, acho que, o que eu vou colocar tem algum música de hoje até, que já, ó, esse vai acontecer amanhã, então deixa falar para vocês, para quem tá na Bahia, a partir das 16 horas, o John, ele vai estar junto com o Cleber Rosa, eles vão fazer um debate justamente tratando o sobrenia da América Latina, e resistência e auto-determinação diante das ofensivas dos Estados Unidos, que é dizer nada mais atualíssimo, né, e quente, pauta quente como, como diz no jornalismo, né, uma pauta quente aí, isso vai ser debatido com o Cleber Rosa e o Johnismo Anoel lá na Universidade do Estado da Bahia, no Departamento de Educaçam, então para você que tá na Bahia, que faz parte da Universidade, pode estar preso. presente, fica aí a informação, aí tem um outro evento, é esta sandagora, tá? Daca, pouquinho, ele tá na Ufba, lá na Faculdade de arquitetura, junto com o Cléber rosa também, mas o João Salis e o Jamilibó, e a Jamilibórdes, que vão justamente tratar da conjuntura, né? Falar sobre democracia, sobre o projeto de nação e o papel da esquerda brasileira. Tem também um outro evento, Erid, deixa eu ver aqui, amanhã, aí vai ser ao longo do dia, vai ser na Sinde Química, em que ele junto com o Cléber rosa também, e aí quem vai estar com eles é o Devo de Bacelar, lá na sede do Sinde Química, e eles vão estar sob o papel do estado no desenvolvimento nacional. E por último, a gente tem também esse outro evento do Junes, que vai ser na Casa Maria de Franco, isso vai ser no dia 11, dia 11 é do Mingo, então, segunda-feira que vem, é, segunda que vem a noite, 19 horas, lá na Casa Maria de Franco, vai ser a primeira plenária em apoio ao Junes. Isso já é recife. Então, veja que minha geração para a Lei da Universidade é uma geração porra que minha geração tem Junes e as Minas, vai ser decandada da partitada do Algo, tem a Isabela Poente, que é Poeta, tem que recife o Guia Boéme também. Então, a galera invadiu a redes aí, acho que, no sexto desemprego, do curso de história, ou desespero, vai ao final de conta e deu certo. Olha só a geração de Herbal do Maya, tá aí, pessoal, tudo indo pra cima, né? No momento importante, o Junes é marita perguntando, "Quês que é da brasileira? Onde?" Pois é, uma boa pergunta. Uma pergunta, vamos falar sobre isso, acho que, inclusive esses debates todos aí, esses temas, todos que estão colocados nas conversas de que Junes vai fazer na Bahia, né? Amanhã, tem tudo a ver com essa pergunta, sua viu José Mario, e aí também falar sobre esse encontro lá aí, Recife Neri, sobre enfim, a candidatura e de Junes. Então, ficam os recados para você, vocês, e claro, né? Todas essas visitas, esses encontros, essas conversas vão ter cortes, vão ter repercussões e a gente pode conversando e tratando aqui, porque tem realmente tudo a ver com essa pergunta aí sobre esquerda brasileira, sobre soberanianacional, sobre desenvolvimento nacional ou papel do Estado no desenvolvimento nacional, eu acho um tema muito, muito importante, porque quem fala de papel do Estado, gente, é só nós mesmo, tá? Cabem realmente numa come, é só, não tem, isso que aí deja a Monica, não fala sobre o papel do Estado, assim, efetivamente, né? Eu digo, é sempre o Estado sempre como um intermediador, sempre como um interlocutor, sempre como aquele que tá entre, enfim, o empresariado e nações estrangeiras. Vamos tratar disso, Neri, de alguma forma, agora o papel do Estado efetivamente, como aquele que se coloca como protagonista para o desenvolvimento nacional, é algo que a gente realmente precisa discutir, porque já tem muito tempo que isso não está colocado na agenda política institucional e, enfim, na esquerda gemônica, como um todo. Então, acho que a gente tem que realmente aqui tratar dessa questão super importante e tem tudo a ver com essa pauta de hoje que a gente vai falar sobre a reunião do Trump com Lula, sobre esse PL que vai tratar de um marco-regulatório em relação às terras rares, que foi aprovado ontem na plenária da câmera do deputado e hoje deve ser votado no Senado. É isso, é seguindo o rito, vai para a sanção do presidente, mas aí vamos tratar com mais detalhes o que vem a ser isso. E acho que essa é uma questão fundamental para a gente entender sobre presente futuro, né? Super presente e futuro do país, futuro do Brasil, inclusive como a gente se coloca diante desse tabuleiro da Jopulha, política internacional, sendo justamente aqueles que depois da China temos as maiores e mais volumosas reservas de terras rares do planeta. E como palavras do presidente Lula, Lula disse o seguinte, vi gente. Então, vamos falar com mais detalhes, mas só um pequeno trecho, ele diz o seguinte, que ele não quer, não deseja que as terras rares sejam como o orfui, como foram tratados os minérios na América Latina ou como ouro no Brasil. Muito em resumo, ele falou sobre isso. E também o próprio ministro de minas energias tem falado dessa questão, o geral do álcool que me na entrevista na Globo essa semana também falou sobre não sermos apenas aqueles fornecedores de matéria prima, não ser apenas uma nova comodite. Então, tem, pelo menos discursivamente, uma mediação sobre aquilo que a gente tem criticado a respeito da posição do governo em relação às terras rares, e o que tem realmente acontecido em termos de da política institucional, acho que esse marco regulatório que vem através do PL mostra efetivamente aquilo que a gente está entendendo como um entregismo e vai na contramão do que nós defendemos que é a criação sim de uma estatal. E aí, por último, para poder te passar a palavra, eu queria lembrar vocês o seguinte, quando a gente fala de estatal, parece papo de comunista, né? Ah, que papo, o trapaçado de comunista, de. Essa coisa de estatal, porque a empresa pública sempre vai ter problema de corrupção, que a empresa pública é muito complexo e muito difícil de se criar, porque são muito. E sempre tem mil argumentos, né, para se dizer sobre a complexidade de se criar, enfim, uma estatal e etc. Mas eu queria só lembrar vocês mais uma vez, porque eu falei isso aqui ontem, ontem, ontem, que outras nações se assim tivessem o volume de terras rares que nós temos, a exemplo do próprio Estados Unidos, eu não sei se eles criariam um projeto de lei aí, um marco regulatório para fazer com que todo mundo, muito isso me interessado, vi esse aqui e nós dividimos essa. Essa. esse controle sobre as terras rares, né? Eu realmente fico me perguntando como França, como Alemanha, como Estados Unidos, tratariam se fossem nos chão deles, no território deles, que tivessem terras rares. Então, volta a repetir esse mesmo argumento, para a gente só fazer um paralelo aí, a respeito daquilo que se defende, né, sobre não, que tem que realmente ter essa mediação com outras nações, com o capital privado, com o empresariado e etc. Então, fica aqui no papo de comunista, né, sobre a gente defender as terras rares. Mas aí, claro que isso é equado também por muitas vozes, até dentro do Parlamento, deputado Glaber Braga, por exemplo, é um que fez uma manifestação muito crítica em relação ao resultado desse projeto de lei. E aí, acompanhado, directados, efetivamente esquerda, né, assim, que tem, pelo menos entre seu discurso e sua prática, aquilo que a gente entende como uma agenda de esquerda, de fato. É, como eu falei aqui, né, eu já ando meio enjoado assim desse elemento petista que é faz o discurso do PT, é que nem Ronaldo e Engaús, né, faz um discurso para a esquerda, mas faz o passo para a direita. Então assim, é muito comum, inclusive a votação do projeto proposto pela Câmara dos Deputados sobre as terras rares contou com os votos da qual Glaber fez essa fala, né, lamentando o resultado que se deu na Câmara dos Deputados contou com apenas o pessoal e o PC do B votaram contra. Então registrar aqui a pessoal, PC do B, né, a trabalho importante que fizeram a proposta do seu nome do portanto que tiveram. Mas PT, PDT, PSB votaram a favô, assim, uma proposta da Câmara inimiga do povo, aí, era muito de Deus, uma Câmara inimiga do povo, ou tu tá apoiando a Câmara, não dá para fazer as duas coisas, também, tá aí, né. É isso, infelizmente no Brasil hoje a esquerda elula como Rose falou, né. quando, no momento que Lula teve uma postura mais ofensiva em relação dos Estados Unidos, ele cresceu de popularidade crioso, um clima no Brasil, de Brasil, como os Estados Unidos, esse tipo de coisa, que foi jogado fora pelo próprio governo. O governo preferiu manter um discurso de soberania de boné. Hoje em dia isso, para mim, essa questão do boné, é tão representativa do que é o petismo e do que essa esquerda. Isso é esta edização da política, assim, a explicada didáticamente, assim. Então você faz um discurso, você faz um bonézinho, o Brasil é soberano, o Brasil é dos brasileiros. E isso não se traduís de fato numa política de soberania, ou pelo menos no caso do Brasil, de tentar construir a soberania, porque por exemplo, vamos dizer que dá uma loucura e John Zé leite, presidente do Brasil. Amanhã, vamos dizer. John Zé vai fazer uma política de soberanílio, vai fazer uma política para começar a construir as condições de ter soberania. Então assim, nem ao menos isso você tem, né? O que é o que a gente precisa começar a construir as condições para ter soberanílio? Uma desses momentos que a gente já tem falado aqui várias vezes, é esta as jaras. Já esta as jaras é o ouro contemporâneo, é um dinheus antigos, é a qualquer luce do momento, é a grande chave ou produs envolvimento, ou para a destruição completa da sua política, né? E aí, desculpa, Lula, não adianta dizer que você quer o Brasil, que não quer que seja igual ouro, igual ao Brasil, igual ao café, igual a canadinha açúcar. Se você fazer a mesma coisa, rejeita a terra brase, inclusive encontra orientação do próprio partido, rejeita a terra brase, né? Então assim, complicado, né? A gente, infelizmente, a gente tá perdendo a oportunidade de construir no Brasil, de começar a construir as condições para a nossa soberania sair do bomé. Sai do bomé, sai do discurso e virar política, virar conflito, virar conflito no melhor sentido, no sentido de a gente superar os limites que nos mantêm nessa condição de um país que não é soberano. Eu acho que esse é o ponto, né? E isso é muito importante, né? Ou o campo progressista vai se transformar, né? Tem graçado, tem um sonho de Freud que ele sonha que o pai dele, que estava morto, né? Então ele sonha com o cadáver do pai dele numa mesa de jantar. Todos os familiares em volta e ninguém percebe que o pai dele tá morto, só ele sabe que o pai dele tá morto, né? E eu acho que esse sonho é um sonho bem analisado assim por Freud e um dos elementos é isso, que a muita forma de algo morto continua existindo. Então, esse é o campo progressista, ele, né? Muita gente acha que é isso, né? Sei lá, Lula perde ou, por exemplo, em 2030 Lula sai e aí automaticamente se abre uma brecha. Não. Vai se abrir. Mas essa capacidade de ocupar esse lugar não é automática. O PT vai continuar tendo mais estrutura que todo mundo, mas que todo mundo na esquerda, mais agemonia, mais aparelhos, mais tudo. Então, hoje que é da radical, se estrutura para disputar esse lugar, no momento que vai ser mais, muitas as, mas aqui tá, mais fácil disputar, né? No momento pós Lula, ou se não, não vai mudar nada não, porque não vai vir, não vai cair do céu esse momento. As pessoas não vão chegar assim, não dizem? Agora que eu descobri que tem uma esquerda de verdade, aí eu vou votar na esquerda, não, vai. Não. O esquerda radical se organiza para o trabalhador ter condições de se organizar. O vai continuar levando, ou vai continuar perdendo, e aí é isso assim. O particularmente, não sei talita, não gostaria de viver nesse discurso eterno de lamentação de uma esquerda que é sempre essa esquerda do Boné, faz discurso de um jeito, faz uma campanha de marketing bonitinha de um jeito, mas de governo de outro jeito. E assim vai levando e banho Maria no campo político, que é o campo da esquerda. Não, eu acho que tem uma coisa importante de se estar lenta. Algo que sempre se criticou em relação ao PT e se falou muito do respeito das eleições, é de que o PT nunca bria mão de tal e encabeçando, por exemplo, uma legenda, para disputar no executivo, por exemplo. Sempre se criticou em relação a isso assim, até um determinado momento. E hoje, na conjuntura que a gente tem e o que vem se desenhando é que o PT tem feito essa escolha realmente de abrir mão, de disputar, encabeçando, enfim, uma chapa para disputar no executivo, estou falando aqui, a respeito dos governos do Estado, dessa leição, para poder justamente tentar ganhar apoio para que a extrema direita não ganhe, para que o Bolsonaro não ganhe. Então, o PT vai abrir mão de disputar alguns governos do Estado, de algum representante da legenda e para fazer apoio, a exemplo, por exemplo, de minimina geral. Então, isso já mostra um pouco, pensando nisso que você trouxe, de como a gente pode imaginar um Brasil sem a presença do Lula disputando eleições. Lembre-se que é um cenário que decidi, digamos, dessa centro esquerda, a gente caminha para direita e para a extrema direita. Muito do que era ali uma direita, um ambiente muito dominado por uma direita conservadora ou uma acertura direita, pendeu para a extrema direita. Então, como ele trouxe aqui, eu acho importante a gente pensar nessa reflexão de que, "hora, fala-se já há bastante tempo sobre tercer a via, saí da polarização". O problema, gente, é esse candidato, digamos, de uma terceira via, que, enfim, essa ideia de terceira via é muito difusa, muito distorcida, que terceira via majoritaramente, ela é defendida por candidatos da direita, de direita, até mesmo de extrema direita. Então, a tendência, a gente pende para a direita. Para a direita. Em como é o Brasil sem Lula e é isso é responsabilidade da esquerda como um todo, mas é muito responsabilidade do próprio partido dos trabalhadores e desses governos das últimas duas décadas. É assim uma conjuntura que mostra esse cenário, mas nós não temos, digamos, um outro Lula e acho que o próprio ex-ministro Fernando Adagir, ele tem uma leitura correta, pelo menos na minha avaliação, que de fato não se produzem Lula assim, não sai dois, três Lulas a cada geração, sabe disso? Mas minimamente não se construiu ao longo dos últimos anos, ao longo dos últimos governos uma figura que traga justamente essa que possa ser enquadrada, né, ser configurada nessa liderança, pelo menos em termos majoritários na política nacional, que pudesse ter sido apresentada até mesmo dentro do próprio partido dos trabalhadores, que tem a irgemonia nesse sentido. Eu, assim como você, eu fico muito temerosa, porque a gente vai ter, num determinado momento, uma política sem Lula disputando as eleições presidenciais. E aí? O que a gente vai ter? O futuro da esquerda é o João Campos, que está, inclusive, fazendo apoio com o candidato Bolsonaroista, está apoio no candidato Bolsonaroista, em Perna Bucu, gente. O Fernando Adede, com a sua defesa de política de austeridade, quer dizer, essa é a alternativa à esquerda que nós temos majoritariamente, tu a gente, isso é. Isso é sério, e eu talvez diria que, se começa a ficar urgente, inclusive, né, porque a gente tem que pensar nas eleições ou agora, no que está acontecendo nesse momento, mas a gente também tem que pensar no médio e longo prazo, pra onde caminho para isso. Então eu acho realmente importantíssimo, a gente entender que, se aí é algo erí que eu fico pensando, bom, se a gente for entrar um pouco nessa lógica, a idunâmica de tercera-via, quer tercera-via, então seja a esquerda. Que seja a esquerda, efetivamente a esquerda. Mas háceis e obsesos. colocar, né? Eu acho que esse é o meu desespero, quando eu vejo a situação política, né, que é isso, assim, você está entre, assim, né, John, eu sou um vídeo respondendo bolos, né, que teve aqui em Recife, que faz um podes que é este aqui de Recife, o Recife Ordinario e o bolo, falando assim, "Ah, não tinha outra coisa pra fazer, não tinha o que o governo fazer, né, nessa situação que você está o Brasil, você vai criticar a privatização do metro do Recife, foi isso a fala do colher de bolos, na situação do Brasil, você vai criticar a privatização do Recife, não tinha que fazer." Agora, veja, você pega e faz a crítica, aí o bolos ou outra pessoa do que o progresso já vai responder, mas veja, vai ser pior o Flávio Bolsonaro, é, é, vai ser pior o Flávio Bolsonaro, ninguém é maluco de dizer que não vai ser pior, qualquer pessoa, minimamente, Sã, vai dizer, é pior o Flávio Bolsonaro, porque se o Flávio Bolsonaro chegar lá ele privatizava, viu um jeito pior, eu faria pior, enfim, beleza, verdade, só que, é isso, assim, veja, a política vai ser redesidaisista, isso é por isso que você vê, por exemplo, você não vê lideranças surgindo mesmo que seja lideranças, não do tamanho de lula, né? Outros lideranças, menores, surgindo no campo progresso, esse é muito pontuamente, e acho que surgem, é como o Renato, Renato Freitas, pessoas mais próximas das queitadas, calmas de adentro do PT, por questões instrumentais, muitas vezes, de estratégia eleitoral e etc. Então, assim, beleza, você pega e vai dizer, absurdo, o Brasil está entregue a extrema direita de um lado e o neoliberalismo entre, como diz a Nancy Fraser, a gente está, ela falando dos Estados Unidos, e no Brasil eu me ver, é uma situação muito parecida, a gente está entregue entre o neoliberalismo conservador, reacionário e progressista, essas três opções, o neoliberalismo conservador, ela é uma santa de rique temer, um reacionário, ela é bom sonar o tarcígio, a extrema direita e um progressista, jogampos, lula, etc. É horrível, mas, seja, você não vai convencer as pessoas pela, porque o seu discurso está correto. Eu estava, como eu tenho que, não, terça, terça-feira, é isso, chovendo para caramba, eu peguei um uber para ir para a voltada da terapia. Estava conversando com o uber, aí a gente conversando com o uber, coisa que eu nunca faço, mas ele estava falando, lá, revoltado, porque o recife estava lagado, no seu kesthingano todo mundo, o preffeito governador, lula, todo mundo, e ele só dando papo assim, sob herania nacional, no seu keta, tatal, e ele falando da China, que é China investe, e no seu keta, para no final dizer que ia voltar em flávio. Porque, porque tudo igual pelo menos flávio muda, pelo menos flávio é quanto sistema. Assim, você não vai convencer o cara, é porque assim tudo o que eu falei ele concordou, sem eu nem saber que ele era flávio, e sem ele saber que eu era comunista. Só que eu preciso me colocar, no caso se eu me colocar como um pulímetro, preciso, eu preciso, meu partido, eu ter condições de fazer aquele cara achar que eu sou viável. Viável politicamente, viável, eleitoralmente, sinão, amigo. Se não, é isso, assim, você vai continuar sendo por o casto na leitura marxista, certo em tudo, perfeitamente, leitura de conjuntura, e vai ficar por isso mesmo. Vai ficar por isso mesmo, vai ficar continuando, te ganhando todo mundo, infelizmente o que a gente tem hoje no Brasil. É um debate muito pobre sobre organização política. As organizações políticas, elas da esquerda radical, elas não organizam, por isso que eu não gosto da lida daquele negócio, que é você ter que se organizar. É verdade, a gente tem que se organizar, mas é o que eu sempre pergunto é, o que é que os partidos fazem para a gente se organizar, além de pedir para a gente se organizar, além de pedir não, mandar, né, que é um imperativo, você tem que se organizar. Além de mandar você se organizar, o que é que o partido dá para você se organizar no mundo, que você trabalha 10 horas, pega ônibus, paga conta, taprecário, talascado. Então assim, a gente tem um problema organizativa aí, a gente tem um problema de estratégia, um problema de que a gente tem uma estratégia, um problema tático, né, a gente tem uma estratégia, mas a gente me parece, é muito sectário na tática, muito, muito, muito rígido na tática. E é isso, sobre o lula, porra, não adianta você reclamar, é mais as pessoas, full anos, tal a pessoa, no seu quê, vai voltar em luna, vai voltar em luna, porque a gente tem competente, porra. Ah, mas a democracia burguesia, eu tô ligada, democracia burguesa, porra, assim, a gente vai ficar repetindo essa desculpa até quando, assim, não é o século, não é o desculpa, mas assim, luta de classes para a ciência, meu bem, a luta de classes é isso mesmo, é a burguesia querendo lilascar, a burguesia usando as instituições para lilascar e você tentando ir no jeito de driblar, eles de alguma forma, não vai ser com dinheiro, porque você não vai ter, não vai ser com espaço que você não vai ter, mas você vai ter que ganhar, porque a gente tem que ganhar, porque se a gente não ganhar, a gente tá lascado e desculpa, gente, assim, a gente não vai conseguir formar um guerrilhermada e tomar o poder na base da bala, porque isso não existe no mundo de hoje, porra. É muito complicado, porque, então, assim, hoje, como campo da esquerda radical, todos os partidos, os mais os mesmo, mas todos padecem desse mesmo problema, assim, hoje, a gente pensa em organização para ter condições de ter um programa, para condições de criar um campo, que atui com mínimo de unidade, sem perder as divergências, sem perder os conflitos entre si, mas com mínimo de unidade, para que a gente possa agregar forças e não dividir força, para disputar a economia com essa esquerda, que a gente quer superar, que é esse neoliberalismo progressista, para poder, assim, a gente poder chegar nas pessoas e dizer assim, veja, você não vai voltar em lula não, você vai voltar em fulano, você vai voltar em citrano, a gente não vai poder, a gente não vai poder simplesmente fazer uma consiliação qualquer, a gente vai ir de maneira mais firme, né? Então, assim, se não, amigo, complica, né? Porque eu digo isso, porque a gente estava falando de lula, porque assim, por mais que a gente coloca os problemas de lula, lula é isso, lula sempre foi isso, a gente tem que cobrar, tem trítica, porque lula talvez se ajucara mais permeável a crítica, né? Lula é o cara mais capaz de ouvir a gente, não é tanto, né? Mas ele é mais capaz, né? Então, por isso que a gente está aqui colocando as críticas, né? E para finalizar, eu concordo com você, tio Du, o PT sempre fez questão de sabotar lideranças comunistas, como está ali também fez, ele também sabotou as lideranças comunistas que não eram do campo dele, porque todo campo vai fazer isso, porra, sem gilidade, trótis que perdeu a disputa, certe que véssegão a mesma coisa que aconteceu com ele, teria acontecido com Stalin, porque trótis que o apelido de trótis que eram na polêu vermelho, não é porque ele era o anjo da guarda, né? Porque na polêu até onde eu sei, não era a madre teresa de calcutar o agente da paz, pelo contrário. Então assim, isso é agemonia, gente, sem idealização, o PT defende suagemonia e muito bem. Passem a ciência, cabe a gente ganhar dos cara. Bom, gente, vou ler os primeiros comentários aqui, vamos falar rapidamente, né, sobre o lula, a gente pode retornar e também ter essa conversa à medida que a gente consiga, aqui, porque o deputado de nato-fretas, ele tem um compromisso às 8 da noite, precisa saber sair correndo aqui da entrevista para ir para esse compromisso, mas ele se desconem bisou, a vincouversar conosco. Então, daqui a pouco ainda está chegando e vamos conversar com ele. Mas antes da gente entrar, falar alguns detalhes, eu sei que todos vocês aqui de alguma forma, com, em maior ou menor grau, devem ter acompanhado um pouco, é a notícia do dia, né, a gente todo mundo aqui foi, a venda aí, como foi o desenrolar desse encontro chamado Reunion de trabalho, né, entre o presidente Dula e o presidente Trump, como as suas devidas, enfim, com as suas comitivas, né, o lula levou alguns dos seus ministros, né, ministros de minhas energia, ministro de economia e o ministro das relações estereores, que estiveram junto com o presidente Dula nessa reunião, vamos falar disso, só vou rapidamente ler os comentários de vocês. Um vagilhante da arte. sempre muito ácido, sempre conversando aqui conosco, dialogando, sempre nos ajudando, dizendo, o entreguismo foi tanto que teve que ser fechado. Eles referem a um protocolo que acontece quando líderes, chefes de estado vão a casa branca nesses encontros com o presente dos Estados Unidos, em que eles abrem o chamado salão oval, que é aquela sala em que os chefes de estado cada um senta ali do lado do outro macadera, a eabse para os jornalistas serem uma, a fosera, eu toba aquele misão senho mesmo, né, da publicização desse encontro, enfim, dessa conversa e aí hoje isso não aconteceu. Então esse protocolo não ocorreu, ficou ali decidido e foi meio que de última hora, mas ficou decidido que essa reunião, inclusive uma reunião que ela assistendeu, tinha uma previsão de durar cerca de 40 minutos, mas chegou a quase três horas de conversa, a gente pode falar a trazer mais detalhes a respeito dos temas discutidos das faltas, todas mais, foi aí uma reunião longa, digamos, pelo menos dentro do que estava previsto, mas realmente esse protocolo do salão oval não aconteceu, então por isso que o Wagner Andrade está falando aqui sobre portas fechadas, né, especificamente, a respeito desse protocolo que em tese poderia deveria, ou poderia acontecer. Bom, o Alfredo Neto, novo membro aqui do canal, seja bem-vindo, o escala 4x3 é o mínimo e eu assine embaixo, ele diz, ou ela, né, ele ou ela, ela sober a minha nacional brasileira contra o rentismo, austeridade e as privatizações, Junes manual, 2016, pelo jeito é um futuro eleitor aí, né, alguém que vai votar em Junes lá para deputado federal, em Penambuco. José Maiqueiros, dizendo, vocês não acham uma grande coincidência, um dos maiores navios de guerra dos Estados Unidos, chegarem no Brasil no dia da reunião do Trump com o Lula, José Maiqueiros, esse navio quer falar, Irene? Não era só dizer que ele já estava marcado para a avunca a arte da marcação da reunião. Isso aí, ele estava na Argentina, teve lembra, semana passada a gente comentou isso aqui, inclusive junto com o Hugo até, em que ele vinha, ele estava na Argentina, não me lê e fez lá, enfim, se não lê ele, né, se apareceu lá em cima do navio, né, iria, acho que alguma coisa assim, e realmente esse navio aí ele está passando pelo Rio de Janeiro agora, mas já estava no fim dentro do calendário, tá? Mas é claro que isso é uma coisa aleatória, né, tá? Realmente ali nesse contexto que a gente tá tratando, está falando sobre um, essa doutrina moro 2.0, inclusive hoje, quero lembrar vocês, que reforçar, que o Trump é se não acordo sofratando das questões, das facções em relação ao narcotráfico. E a interpretação desse acordo, desse documento é de que agora, na ordem de prioridade do governo dos Estados Unidos do Trump, é de que o combate ao narcotráfico internacional está acima do combate, aquilo que eles chamam de terrorismo, né? Ou seja, isso é um redirecionamento pra onde estarão as atensões da política internacional dos Estados Unidos. Lembre-se que quando se fala de narcotráfico, o internacional, eles estão tratando, falando justamente da América Latina como um todo, né, do México pra baixo. Digamos aí, se a gente for olhar para esse mapa, esse mapa é gemônico, né, do México pra baixo. Mas é isso, tá? Então de fato, essas coisas não são aleatórias, tá? Tá dentro, realmente desse contexto. Bom, Tatiana Freire aqui, Bono Ed Camaradas, nos complementando. Obrigada, Tatiana, pela contribuição. O CNAP ponto comum, junto com a gente todas as noites também, valeu. Muito obrigada. Renato tá perguntando, Lula entregou o que hoje, enfim, né, essa coisa do entregismo que a gente tá falando. Olha só, uma coisa importante dessa reunião, tá? Nada foi apresentado como um efetivo de todos os assuntos tratados assim, olha, aconteceu isso. Tudo ficou assim, falamos sobre isso, falamos sobre aquilo, né, falou sobre terras e falamos sobre o protocolo 301, enfim, que é em relação ao PIX lá, e sobre as reclamações, né, das empresas dos cartões de crédito, falou-se sobre as questões que envolvem facções, quer dizer, não falou-se, né, necessariamente, mas o que estava ali orbitando na conversa é sobre a questão das facções criminosas, mas nada ficou decidido, tá? Nada ficou efetivamente decidido até em relação às tarifas, né, as que ainda existem, as que possivelmente podem ser apresentadas, porque é especulou-se dentro do governo dos Estados Unidos. Um novo plano de tarifação para produtos brasileiros, então, o esforço também do governo brasileiro é tentar demover um pouco do governo dos Estados Unidos dessa ideia entre as questões dos acordos comerciais. Então, nada necessariamente foi, né, ele efetivado, assim, olha, isso ficou acordada a parte de hoje, até os ministros inclusive, em dois dois países, eles vão apresentar um documento presidente Lula, inclusive, disse isso, né, que terão 30 dias para apresentar um documento, para entrar num consenso entre os pontos de divergência, do que foi conversado. E a parte disso que nós saberemos o que, quais serão os resultados dessa reunião bilateral, dessa chamada reunião de trabalho, né, então não tem nada efetivado, né, dentro dessas pautas aí que foram discutidas hoje, tá, gente? É isso, ficou, na verdade, foi uma reunião bem decena, né? Para aquela reunião que fizeram para marcar o Nihão. Aliás, ele vem lembrado. Aí vai conversar aqui para acertar uma reunião. Foi a reunião para marcar a reunião. Agora Lula deu uma declaração, tared, muito boa, que vale a pena deixar aqui registrado, que Lula falou o seguinte. A nossa relação é muito boa, uma relação que pouca gente acreditaria que pudesse acontecer com tanta rapidez. Tava aquela história de amor a primeira vista, aquele negócio da química, foi isso que aconteceu e eu espero que continuia assim. E ele pareceu um cara muito agradável. Aí, né? Você pode se perguntar, essa foi a fala de Lula para Trump ou de alguém que acabou de sair de um date, não sabemos. Boa pergunta, assim, é isso, né, gente? É o jeito Lula. É isso também, acho que se a gente pode pensar em algumas questões sobre, enfim, a reunião, primeiro nada surpreendente, nada fora do que estava previsto em termos, né, pelo menos dentro da normalidade, havia essa temeridade de de repente o Trump fazer como fez como Zelens, que o presidente da África do Sul. Mas até a equipe brasileira achou bom não ter a abertura do Salão Oval para que não acontecesse alguma situação com o trajetor, mesmo. Então, enfim, nada diferente das coisas que o Lula falou e falou muito bem inclusive na própria coletiva de empresas. Só que assim, é muito doce que bom lembrar que o Trump é um pedófilo, né? Um pedófilo, fascista, um representante da extrema direita, que está promovendo guerra e genocídio no mundo. Todo, é um racista declarado, declarado racista que percebe LGBTs, é a representação do imperialismo no século 21. Então, esses forços do presidente Lula, sabe, de parecer ser muito amigo de todo mundo, né? A música do presidente Lula tinha que ser aquela música do Roberto Cario, sabe aquela, eu quero ter um milhão de amigos, eu quero um milhão de amigos, né? A minha voz que eu ouvia muito essa música. Eu lembro muito, a memória da minha voz vinha essa música na Muradianos. É isso, né? É, sabe, é porque você não sorrir, você tem que sorrir, tá? Vou pedir para você sorrir, ele é essa? Quer questão? Entendeu? Você não tá sorrindo. Mas assim, é isso, é um jeito lula de tratar as coisas, né? O lula inclusive ele tem, ele tem esses forços, vou colocar aqui já que a gente tá tratando do assunto, a gente tá comentando, o Renato deve chegar daqui a pouco, então para a gente não perder tanto tempo, tá aí. O lula ele tem, essa, é, é o jeito lula mesmo de tratar e tem uma coisa que cada vez mais fica mais explícito que o lula ele tem isso, eu acho que ele tá tratando essa questão como algo que ele que é tentar realmente conseguir que é poder aumentar o número de pessoas que vão sentar na cadeira do Conselho de Segurança da ONU. Ele mais uma vez falou sobre isso, ele tem um esforço sempre que ele pode, tem oportunidade ele vai falar que é preciso fazer com casnações que têm uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU, que abra o mão e que possam outras nações serem convidadas também para poderem fazer parte e poderem discutir e decidir aquilo que está tratado ali dentro do Conselho de Segurança da ONU. Mas a gente precisa lembrar o Lula que, enfim, apesar do rosto bonito, da carinha legal, da manifestação do Trump, que hoje logo em seguida ele foi lá no tru social, na rede social dele, que todo dia ele posta um quase que um diário de border, ele foi lá e postou falando né, da reunião, foi todo mundo dentro de esperado, todo mundo muito otimista nesse sentido, mas tem aquilo que a gente sonha e tem aquilo que a gente sabe da realidade. E aí só pegando um gancho, ele sobre o que você falou, tem uma coisa que o Lula disse e que eu achei muito DCN, que ele falou que ele quer encaminhamentos, a gente se é muito DCN, essa é a adora encaminhamento. Vamos fazer o que está em condição. O questão de ordem e não seu a questão de ordem, que isso é a coisa mais DCN do mundo. Mas é, gente, fazia fazer tanto isso do Palitão pedir a questão de ordem só para atrapalhar a fala do colaguinha. Mas é, então, é isso, quem participou de DCN aí, essas flenárias maravilhadas, aí eu acho que o Lula está mais para a esquerda desse é do que essa jeito, que esse pessoal está falando, aí fica criticando. E acho que é assim uma coisa que eu acho que é válido. Enfim, é um mero detalhe, mas acho importante. O Lula, inclusive, ele pediu para que nenhum ministro falasse inglês, mesmo que falam inglês, o Mauro Viera, certamente, o ministro Mauro Viera, certamente deve ter inglês fluente, evidentemente, mas ele pediu para que ninguém falasse inglês, que todo mundo falasse em português para que ele, inclusive, ele pudesse entender o que estava acontecendo ali na reunião e tratando disso. Mas é isso, né, Eri? Eu acho que, enfim, é preciso realmente entender que o Lula tem esse esforço, discosivamente falando, né, tem o que ficou em destaque sobre ele falar, olha, eu prefiro o diálogo do que a guerra, eu acho que eu também, eu creio que ele também, eu creio que todos vocês aqui queiramos todos o diálogo do que a guerra, até imagino que o Líbano também, que gáso também, que o Irã também, enfim, quem quer a guerra é algo dos Estados Unidos, quem quer a guerra Israel, são os agressores, o que se faz é apenas se defender, é como se defender da guerra, é o que a gente tem que tentar compreender. Então é isso, né, é muito bonito esse discurso do Lula, enfim, e nada também se eu prendente, porque a gente sabe que o Lula tem realmente essa postura. Mas é isso, né, a gente está tratando com um líder de uma nação imperialista com o gestórico, a gente já está mais do que cansado de conhecer e saber, inclusive do que ele está fazendo com o mundo, do que ele de como ele está tratando. Então é essa, esse forço do Lula de tentar, sei lá, talvez humanizar o Trump e tentar, né, de sua adio o Trump ali de ser uma pessoa legal. Ah, eu quero que ele faça um pítipo para o Brasil. Eu acho que ele gosta do Brasil, porque eu vi uma foto dele no Brasil, como seitem, do Corinthians. Ah, olha, assim, eu confesso para vocês que é legal até um certo ponto, por um outro lado, muito sinceramente, chega assim por cansativo, ele sabe, o Trump é esse cara, ele não é um, o Trump não é um cara legal. Sinto muito, ele não é um cara legal. Muito pelo contrário, o Trump é um fascista, o Trump é um cara que ele se precisar matar, ele vai matar, se precisar bombardear, ele vai bombardear, se precisar matar a menina, ele vai matar, se precisar em vaide país, ele vai invadir. Se precisar taxar, meio mundo ele vai taxar. Sinto muito. Seria muito legal se todo mundo fosse muito bomzinho, todo mundo sentasse numa grande mesa, né, tomando um bom vinho e decidisse muito tranquilamente as questões do mundo, de maneira justa, em paz, né, numa grande ciranda, olha só como os todos nós somos legais. Assim seria incrível e eu não estou falando isso em todo um dia de bote, embora apareça ser. Eu gostaria muito de viver nesse mundo, em todo mundo é muito legal, muito bacana, todos os presidentes, de todas as nações e aí o mundo seria muito justo e muito legal para todo mundo. Aliás, esse é mundo que eu gostaria de viver, eu creio que vocês também. Mas tem a realidade e a realidade é que o Trump é o que é o Trump. E ele está a lembre-se vocês, uma situação muito, muito ruim internamente com uma guerra que ele está perdendo, com um problema muito sério na economia interna, em razão de uma guerra que ele inventou lá junto com Israel. Então, esse encontro, ele também não é aleatório e o Lula está ajudando a tentar dar uma limpada aí, nessa aura, não só aura, nessa aura, nessa aura do um presidente fascista sanguinario, invasor de terra, com projetos colonialistas, sinto muito, o Trump não é um cara legal. Parece até um pouco, sei lá, isso é o rúscholo, o que eu estou falando, um pouco mediu, que mais assim, a fala do presidente Lula para tratar como se tudo tivesse na maior tranquilidade, na maior normalidade, olha, foi tudo muito bom, tudo muito legal. E creio que sim, né, creio que a reunião em algum sentido dentro ali das possibilidades da institucionalidade, de fato, aquilo que foi apresentado, colocado, segundo os ministros, enfim, apresentaram o que vai acontecer aí de acordo de bilaterais, a partir do encontro de hoje, mas assim, o Trump é esse playboy que é completamente alinhado a um traficante de meninas e mulheres, que é o Epstein, e com tudo isso que eu já falei aqui mais de uma vez, então, saber essa coisa de querer tratar como olha o Trump, esse cara, sinto muito, não é, aliás, eu acho um descervizo, e não é, também, evidentemente, vejam, não é, eu não estou falando aqui, que o Lula tem que lá, enfiado dentro da cara do Trump, ela você é fascista, em peralho, não é nada disso, não é nada disso, é infantil e evidentemente não é isso, que a gente está analisando, refletindo aqui. Eu só acho que é preciso, pelo menos na minha avaliação, que as pessoas sejam tratadas assim como é lação, e o Trump não é esse cara legal que vem no Brasil, tira foto com um sequindo corintias, que tem um cara que vai sorrisse, orrendo mais, ele vai ser melhor e etc. Sinto muito, não é, o Trump é um fascista, e fascista precisa ser tratado como fascista, fascista, imperialista, com projetos coloniais, que invade países, que promove guerra e que essa assina, mulheres, crianças e pessoas inocentes, e que fica inventando inclusive mentiras para poder ser coestrar presidentes, para poder tratar, por exemplo, no nosso caso aqui, tentar tratar aqui as nossas questões como questões doos Estados Unidos, aí tem que, a gente tem que se deslocar até lá, o nosso presidente tem que se deslocar até lá para tratar daquilo que é nosso para tentar ali minimizar a situação, para que um fascista não verem invadido o nosso país. Claro, é o papel do governo fazer isso também, evidentemente, mas eu acho que as coisas e as pessoas precisam ser tratadas como elas são, política é realidade também, para além do discurso. Então, assim, tem um lado positivo, eu creio que sim, acho que há um esforço, que evidentemente se fosse um bolsonário, que tem um vídeo do Flav Bolsonaro, inclusive, que é bizarro de chegue assim, graçado de tão bizarro que é. Então tem uma questão positiva, acho que o Lula tem falas, pelo menos na coletiva, a gente pensa que ele tem falas, que dá para se extrair, pelo menos discurso, mas dá para se extrair alguma coisa, pelo menos discurso, mas por outro lado, ele. Olha, eu acho, assim, lamentável para dizer o mínimo, sabe, essa tentativa de humanizar um fascista. Porque é isso que o Trump é, um fascista. É só ressaltar um pouco da liga falou, né, e o chato. que é o ponto que veja. Não saiu nenhum informação do que foi encaminhado lá dentro. Segundo próprio Donald Trump, a reunião debateu diversos temas, terras járias, piques, a questão das facções e outros assuntos que vai ser encaminhado para uma equipe dos dois presidentes que vão marcar outras reuniões para se fazer encaminhamentos. Então não tem como dizer que foi entregue, não foi entregue, etc. O que eu acho que talvez realmente vai estar envolvido vários elementos de entrega. Isso não vai ser debatido, não sei que tem essa informação constatada por uma questão de responsabilidade. Eu acho que tem outro ponto que é. Deja a gente vir uma emoção do campo progressista como se ser recebido por Trump com o Trump tratando bem. É fósseo o sinal de algum tipo de grande liderança global que emagiria pela mão de ideia. Assim vamos colocar as coisas as claras. Os Estados Unidos têm grande interesse nas terras járias. Possivelmente isso faz com que Trump tenha um. Isso pode ter condicionado o comportamento de Trump perante lulo, obviamente assim como. E veja, Trump é um negociador feróis, é um negociador feróis e está sentado a máquina do país mais poderoso do mundo. Então ele tem muito poder de barganha. Então assim, acho que isso que me preocupa mais. Vendo a repercussão de. É claro, Lula é um grande tadeixe, tem uma liderança mundial, reconhecível. Mas assim, dizer que nossa soberania está garantida porque Trump, por Trump, recebeu Lula bem, é um rebaixamento muito grande. É só para finalizar, o menado já chegou. Eu acho que existe um elemento que está ausente no debate político das esquerdas no geral, pelo menos da es demonia da esquerda, que é a questão do imperialismo. A questão do imperialismo está saiu, né, está ausente do debate, como diz Luzug, é o grande ausente do debate. É claro que Lula não teria condições de chegar lá, pintando, dizendo "Ovo, quero ver se chegar aqui, tomar no seu quê, tratar porque isso também é loucura, gente, não tem como fazer o negócio desse". Lula não tem condições de fazer isso, não é porque ele não é. Não é porque qualquer um que estivesse um lugar dele não teria condições de fazer isso. Se Jornos estivesse um lugar de Lula ele não teria condições de chegar no Estados Unidos, pintando e aloprando, porque simplesmente o Brasil não tem um traco de massa para jogar no Estados Unidos. Então, acho que esses elementos são importantes agora. O Brasil poderia ter uma postura, costurar uma postura que começaria a me ouvir, pelo cuidado com as terras raras aqui, para você ir para os Estados Unidos em outro patamar de condições do debate interno sobre as terras raras. Aí eu acho que esse é o problema, porque o que aconteceu nessa reunião, a gente só vai descobrir depois. Mas o que o Brasil está fazendo até agora com as suas terras raras, isso sim é muito mais propante. Então, acho que isso é porque isso condiciona essa reunião, condiciona possivelmente o que pode ter sido discutido e os encaminhamente que podem ser tomados, já que o Brasil está aprovou hoje, né, a pele, acho que é 27-80 sobre a questão das terras raras e o próprio governo federal disse que não pretene criar até a branca. Tá bom, vamos chamar o deputado Renato Freitas, que já está aqui nos acordando, ele está com o horário também, né, como eu falei para vocês, para a gente poder ouvir-lo. Deputado Renato Freitas, deputado estadual pelo Paraná, pelo partido dos trabalhadores no Paraná, seja bem vindo aqui mais uma vez ao noite Brasil, ao Faro ao Brasil, obrigado, deputado, eu vi aqui conversar conosco, boa noite. Se você for tanta litra e baldo, salve a toda audiência e ir do mojudo. Bom, deputado, olha só, claro que se a gente conseguir um tempo aí dentro, né, do que você conseguir, a gente quer te ouvir muito de algumas questões de conjuntura, até que a gente estava conversando aqui a respeito dessa reunião entre o presidente Lula e o Dono de Trump, mas antes até foi em razão disso que a gente te convidou para estar aqui, eu gostaria muito que você pudesse falar a respeito desse novo fato em relação ao seu mandato do Conselho Gérdico, na Assembleia Legislativa do Paraná, tem aprovado mais um processo de caçação. Então, conta um pouco para nós a respeito desse contexto do que está acontecendo, inclusive até a gente ficou na dúvida, quantos processos de caçação você já enfrentou, ao longo dos seus mandatos, né, porque volta e meia sempre você está nesse enfrentamento, aí dessa perseguição em razão e desses tentativas de caçar o seu mandato. Então, se puder falar um pouco do contexto, da situação que está agora e também, né, quantos processos de caçação que você já enfrentou até aqui? Olha, está linda, acredito que cerca de uns 20 processos, meus ou menos, pedindo a caçação do meu mandato. E isso se deu, já no início da minha vida parlamentar para contextualizar, foi como o vereador de coitiva entre em um período crítico, na acelida da COVID, dos pastores picareitas, dos telionatários religiosos, negando a eficaz da vacina, indicando na época intervir verbectina e incitando, induzido a população, adotar os outros, e, enfim, não reduzir o contato uns com os outros, é eventualmente até fechar alguns cometos, né, no chamado da coitada. E eu já enfrentei eles na época e dei no meus vois, quem era quem, e era um picareitas, e por que era um picareitas, né? E isso, de um fluição, a agiralmeia que deu para ver ali que eu estava arrastando uma portina e um teatro que existia ali, que todo mundo sabe, naturalizava, foi de uma hora para o outro revelado, resta-no, e aquele corporativismo da Tamiya do Izeu, isso é quebrado. Eu já de início ver o primeiro pedido de caçação, estou feliz. E já fundamental a minha vida, regressa, digamos assim, porque, feliz em 2020, né, é o Turbo, e em 2020, eu me impossei, né? Mas, em novembro de 2020, para que esse tem memória, o Beto-Pretas, foi arrastado no carrepo por, de Porto Alegre, por um segurante com os seus racistas ali, né? E a gente fez uma manifestação no supermercado, com a perafura, aqui, no dia 20 de novembro, dia da consciência neve, inclusive ele foi assassinado, próximo do dia da consciência neve. E eu escrevi lá na moleta, no mercado, né? A injustiça, apoiado e cada lugar do mundo, não é uma mente. Eu justiço em todos os lugares do mundo, mais de um terquinho. E escrevi com um spray, é claro, né? A gente não quer ir boa, não quer ir boa, não destruiu, não nos nos nos nos esquece. A gente perde o mínimo, dejamos aumentosado, pacífica, de mais de um terquinho, inclusive, no pastor. E nossa, esse daí já gerou várias reportagens, verei a dor-pixador, e foi impulsado. Então, esse daí justo ficou e fundamentou minha vida para a igreja para que eles indepretassem, que eu chamaria de cair ter este de anatário naquele momento, é a que eu ouro por Porto A, e já começava a se movimentar. E a única a minha sorte foi que a impreza que foi aplicada em verbeitina foi obrigado a fazer um comunicado, dizendo que não tinha eficazer, provocado, contra o vidio e da lista de jamis solvou, mas foi a primeira vez. À segunda foi quando fiz o amigo uma organização na ebeja nossa cena. Todas as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as as a desesquieta, saígui desesquietas, aqui é profissional. Todo mundo, e todo movimento negro, mais ou menos organizado, naquele momento decidimos por bem adentrar a igreja, e adentrar uns cantanos em tuanos, a igreja estava vazia, não tinha nenhuma missa, nem o padre estava lá dentro do cantano e ela foi. Ou seja, gerando todo aquele pordunso, aquele mar de pequení, o Zébebe é ele, que é ano de Pfeik, a partir de gavinites de ódio e da lista aí foi o racão ponto de um grande ponto, assim, de mudança, sabe, quando eles ordiados. Porque é que é um pente muito grande de ataque a minha pessoa, o movimento ali, Bolsonaro, o favor Bolsonaro, na NANISO, e ficou assim com sete vezes, e ficou assim inimigo no meu mundo. a religião cristã, a perda de ser apelo, perda de ser um, a perda de ser apelo, ele nem põe neitos, ele é tão destruindo igrejas, é o gênero, né? E quando a sociedade parando a instra, eu a resposta, eu tive 60 mil votos, então foi muito meio votado com um pouco tempo de campanha, porque ficou em caçar, o candidato de candidato, pela primeira vez, na história da candidato de candidato, caçou um candidato, esse candidato de fuz fala, e uma cama aqui passou por casas de corrupção assim, é muito famosas, né? O deiros, caso deiros, para que as pessoas tiverem curiosidades, né? No priscos de lá, souber uma honestidade, lizura da cama e o entregador e o competitivo, pesquisa o caso deiros, milhões e milhões de milhões de reais e não deu o prisão com o milinho. Depois que a gente ainda tem na Assembleia, daí na primeira semana já falei sobre o número de mortes, né? A letalidade policial que dobrou inclusive nos dois governos ratistas, governos fascistas, né? Do Ratinho Junior, dobrou a letalidade policial, a gente já deu o carcabante para que os grupos disserminam dentro das proporções, oprimam ainda mais em primeiro lugares próprios outros policiais que não aceitam, que não concordam, mas não tem força e meio em voz para falar algo e depois de forma muito mais grave, é claro, né? A população mais vulnerável nas periferias, nos territóis, diando o número de mortes e inexplicável como esse que duplicou, né? E foi ele que foi o meu discurso na tribuna, um dados do gaé, inclusive. E o secretário de segurança pública representou toda a minha caçação. Olha que nível, o secretário de segurança pública do Estado acenou o politicamente para a sua base porque ele imaginou todas as policiais que não gostavam de mim para algum motivo. Acho que todos eles são na isa, talvez, mas não é bem assim. E pediu a minha caçação. E depois disso, pedido de caçação, eu falei que o deputado de carga ruda, só com um monte de protesto de desvia de eco-eticão privada, e depois do processo que eu falei que o presidente deles, um número um entre os deputados, o Podemar Caiano, era corrupto. Foi o veículo que era corrupto com a infissão dele mesmo, que o ministro de público tinha colocado em sigilo, feito um acordo, o judiciário do Podemar, um logado, e matado na carta, digamos assim, né? E eu fui punido com a divertência. Ele não foi, morre com o povoado da corrupção durante o edesco de mandato, né? E daí outros casos, tais, tais, tais, por último, os dois últimos que me rendem agora, essa suspensão de mandato, e caçação raconhecipe no voto do relator, foram a manifestação supermercado e o mercado molto-fato, da Tocinha de Enguês, mercado, né? As instituições, sendo prehazadas da Tocéria da América da Negriza, no Mofato a gente entrou lá e ficamos na frente de alguns caixos ali por 15 minutos falando pra pagar realmente algum movimento ali, né? E porque o supermercado ali, os funcionários, assassinaram o jovem de 19 anos, porque suportamente estava tentando uma barra de chocolate de 13 reais no 99. Cê mataram moleque. Tem uma de porrada, ficciar, matada, e pegar o corpo do piar, arrastar e jogar na beira da estrada, todo lá no mercado. Uma coisa absolutamente cruéria. E a gente foi lá, a manivador, e eu te vi, não, não. Eu não quebre a manada, não deu uma presença a um "ah", um sonar do supermercado representante, foi não de ísia e disse o alumercado, o supermercado não teve nenhum problema, então foi tudo fácil. Foi tudo pra ir. A representante de supermercado, mesmo assim, assim, era ele desactivo do pai aná, foi lá e me deu 30 ou 60 dias que se pensou no mandato, e daí depois teve aquela fatigia que adquirei, que o cidadão, em desgherar, amado mandato, cobra um data do tal do Jé Péi Chiquine, que é um tremendo do Bolsonaro, isso é para a nó, e com o que tenta ganhar cada vez mais e bope, me atacando também, atacando o luto, eu fiquei, se acantando, me atacando porque eu acabei polaízando, eu rumpo e dentro o que a lei ia ter num morto, digamos assim. E daí a minha atacada, a voto, vai estar ali, de um, e a gludina converte, a barra, que eles discutam, e daí esse rapaíde o roucafe, que era assim uma diminha ali, que era uma situação bem chata, que ele poderia, eu li para ele, assim, sabe, tinha acabado de ser daí por refia, estava com a minha companhia do lado gárvida, tinha acabado o primeiro dentro de o refia, então ele estava subindo, o oi, oi, de repente eu ia te dar jogo o carro sobre nós, eu li para ele, e já me ligue, que o desgarrçado jogou porque aí, eu fiquei olhando com ele, assim, o cara nem para falar, foi mal, não viu, qualquer coisa, né cara? O cara está olhando aqui, "nô, olha, lixo, veredorzido pessoal", o que mesmo só deve ficar to pretendo, né mano, o carro me chamou que veredorzido pessoal, "desafia, mano, na exigente, não é de lute, não diria esse, eu diria isso até pra minha vergonha, né, é de lute, mas não é de luta, mano, carqueia, que era a terras, que é pai, que era dobro, que esguerra, mas, ele disse uma guerra, "tô mesmo, apoiou ele, eu ia dar tanto, porque eu veio, não é isso?" "Acerdei alguns ali, tá tudo certo, mas, eu também também." E daí, os carques falam que a gente tinha a ser vítima, eles vão a se victimizam, fazem boletinha de ocorrência, a gente tá me pedindo 40 mil reais de indemnização, mas, porém, coloca na edi social dele, que ele bateu, que ele fez, aconteceu comigo, então, porque ele tá vendo 40 mil reais de indemnização, então, uma coisa de louco, assim, e daí é que foi, "ah, isso foi perfeito, esse sistema que ia ir, né?" Então, iniciaram o porrocesso, eu ia estar emocionalmente, já dele não conheci, pela caçação, e do relator, eu dou outro esse mesmo. Olá, Renato, tudo bem? Prazer falar comigo, tinha de perguntar algo, pra trazer pra um campo mais pra alegria, né, pra coisas boas, que é. teu momento, com precandidato, como tá sendo a construção da tua precandatura, fala um pouquinho como é que tá o clima aí, tendo que lidar com essa divisão de atenção, a precandadatura, o mandato, e esses ataques da direita, da extrema direita, mas também como é que tá sendo a construção dessa candidatura, as perspectivas, e também a construção com a esquerda radical, afinal de quanto isso tem um contato muito bacana, muito legal com o pessoal da esquerda radical, e tá vendo, pelo menos, acompanhando daqui de Recife, uma construção muito interessante, a nível nacional de vários candidatos, de vários partidos da esquerda, de uma frente de esquerda radical pensando no legislativo, né, como tá sendo essa construção, e como é que tá sendo essas projeções dentro, que do que tu pode falar, e dentro do que é possível trazer pra gente. Ah, mano, primeiro é que se pudeu a pessoa com um nome aqui, eu vi gente falando que esse zero é do carro, que um perfil não insta só de vídeo dele, provocando o veganarro, "mano, verdade, eu to, eu perca, não desfiar só, não me biga na rua, olha só, postes dele, isso pra perguntar o penórdio de infeliz, pra onde falou que ele queria ser influência, é o perfil que tava querendo ser influência, ou não me viu, e daí o posto do carro, "ah, eu vou me ir hoje com duas pessoas, que eu não sei o que é cheguei em casa, a não sei o que me chamo de, a princesa me chamo de lindo, aí eu não me derreta, não sei o que, daí no outro lado, eu pego o poeguei, eu não sei quem tá tal tal, daí o bel que ele tem passagem de menar, o bel dele passagem de menar, porque ficando com simuláculo de arma de fogo, a ameaçando terceiros, é caralho, esse caro é uma desgrafa, pegar esse fio de incapado, foi a fazer essa armadilha aí que ele me deus por dentro, mas voltou na verdade, não é? Boato na verdade, tá lá na audiência, a vergonção de rede, mas os deputados lá cantam fãs, negócio de leto, acabar com a mandato, foi até a oportunidade, e é fácil de acionar, fazer la voz de sebra, ou em na população, sobretudo que não vai nada, diante do monopólio de mesa de comunicação, e tem descandaloso e criminoso que ocorre aqui, sobretudo na mão da família massa, que é a família do Ratinho Pai e do Ratio Filho, rato, 3 muito apeste, o intero, a sociedade, mas nem ficou voltando, a campanha aqui, só eu acho que isso é uma razão de deixar os meus algóseis assim, em reinvestidos, bolvorosos, porque nas pesquisas, da própria direita, que tem ocorrido e revelado vindo a luz, recentemente, nas espontâneas, eu estou sempre entre os 3 e 5 mais lotadas, tá ligado? Na frente de grandes figuras, inclusive, na própria rádio, da própria televisão, e mesmo nas pandéneas de contâneas, aquelas que são apresentadas às lícias, a lícia de nomes, que eu estou entre os 10, incluindo a esquerda direita, então a população tem a vegetar de nós, porque tem visto que a gente, por único, que retirou esse velho, que escondiu o terrato das decisões, do interesse público, que, na verdade, é mesquinha ir e de quecimento próprio e redes de nepotismo e corrupção, da população de lisa, e isso daí nos coloca junto com a população de lisa. população muito distante e inconfeto em rata de colisão com os poderes estabelecidas. Porque nos obriga com o veje de interesse e a grupo a menos cada vez mais com a esquerda radical que não tem. É me dizer seu nome, né? Eu tenho conversado muito com um baio de pessoas ali que está ligado como o popular, o que o Hover me ligou com um exemplo, um libol de pessoas ali, a fato de que eu não idea comer falando sobre esse período, esse momento que eu estou vivendo, sobre os desafios que nós encontrou a esquerda de qualquer um deus aparente. Então tem vários parlamentares da Iluías, também me deu um salve, a Sâmia, o Jôme, já sempre estou com a ideia com ele, né, mano? Uma deus, lado do sul, tá ligado a andar, a ter divinas, então eu estou com a ideia e encontrei nos saídas, radicar e fazer um nosso problema, tá aí, né, mano? Porque a gente quer definitivamente resolver os, né, mano? E não arrumar uma cadeia em a mesa do banquete dos nossos inimigos, né, não se satisfazem. Renato, tem duas perguntas para você, só um comentário aqui do Harry Doggney, que diz, sou daqui do Paraná, é, regiamento coletana de Curitiba e vou votar em você, Renato. Também aqui, a Maria diz o seguinte, Maria PSP, dá para ajudar na sua campanha sendo de outro estado? Com certeza, o Fortaleza é um qualquer, pergunta, ação de campanha, a dúvida com alguma habilidade técnica, né, a fase design é que sou o comunicador, posso acabar de forma remonta, posso lembrar já nas redes sociais também, dá, pode dar de forma infinita, mas que dá, deu só ver a única. E aí, deputado, também aqui o Augusto está perguntando, né, a respeito do processo de caçação, porque, pelo que eu entendi, até se você puder falar com mais detalhes sobre isso, pelo que eu entendi, teve uma aprovação no Conselho Diética, ainda deve passar para o processo de devotação em plenário, fala um pouco a respeito dos protocolos agora, como é que vai funcionar aí do que você vai enfrentar nesse processo de caçação, esse novo processo agora? Olha, nós precisamos, agora nesse momento, organizar nossa defesa, porque está nos últimos faços da caçação, o relator, já deu seu voto, que, a princípio, você acompanhado por todo o restante da CSEJ, está com uma incession de uma par, de uma cadeia que é nossa, o PT do E-Cloix, vai cortar, né, pela vacaçação, né, de ouvir isso, vai apresentar outro voto, e de resta, né, então, está com um certo a já, né, ok, daí a gente vai lá e recorre para CSEJ, eu acho que tenho cinco dias, é num nível exatamente, esperou, não é só para os bem curto, três, cinco dias, recorre para CSEJ, CSEJ está mantém, ou quem que eu quis dentro da CSEJ, justamente o Ademar Cair, no expr, dentro da timbleira, que eu provei que é corrupto, e que como punição, o presidente da Comissão mais importante da timbleira, que é Comissão de Constituição e justiça, foi isso, nenhum projeto meu caminho lá, ah, e agora ele podendo, né, confirmar uma transção, como essa, minha educaçação, a realização de uma vingança pessoal, né, e claro, as forças políticas de modo geral, né, ele é só o exemplo de índios, então vai se confirmar, e depois pode ir a qualquer momento disciplinar, a gente imagina que, é claro, tem alguns recursos ali, mas a gente imagina que não final desse mês, já vai estar indo disciplinado. Mas assim, no primeiro momento na sua avaliação, você está otimista, enfim, dada, né, na conjuntura, configuração, se pode tentar derrubar antes de chegar nesse processo da votação no plenário, ou a exposição é mais dramática. Olha, é necessário acreditar e esgotar os meus administrativos e intentes, então fazer todos esses recursos que calem a Comissão de Etica, a Comissão de Constituição e justiça ao próprio plenário, se roubar uma exposição, vai depois de odciar, que tem que ir a partir daí, eu acho que as nossas chances se liciam, né, a partir daí a gente entra no jogo, nada é certo nem para perver, nem para ganhar, eu acredito. Ah, mas como assim, então se fosse pelo certo, a gente tem um monte de argumento, tanto de fato, olha, olha, se é um bom nível da perseguição que comam a Comissão de Etica, acredita que eles não pegaram os arquivos, ou pelo menos não se certificaram de que os arquivos é um originais, tanto do início da vía, que é a segurança, quanto o segundo, que eram os celulares que estavam me filmando, não quiser fazer uma perigia e se saber "Ah, não é saia de tábamos, porque estava de entrada, não os dois ainda inclusive, o primeiro, porque coloca em câmera ali, então o hotelia é bastante, não tem a velocidade certa, porque segundo ele é da câmera, só filmava em velocidade desciilhada, isso nunca vi, primeira vez que o vídeo de sua história estrenia, mas ok, né, e daí não admitiram nenhum tipo de perícia e nem quiserem fazer o requerimento das imagens originais, que estrenem do outro mesmo, mesmo a coisa, não tiveram fazer nenhuma perícia, não ser um celular de que pegou, não tiveram que ficar a chamar que pegou, para ver se o arquivo é aquilo ou alguma coisa, pegar os nomes arquivos de terciais, tudo cortando, e daí pegar a despedar, "Oh, man, o que falta de vergonha na carnaque, é coisa muito absurdo, você é pode que esse leio de um certo que mudar, ou a gente sabe que tem que ver, que vai bom, e ver se não tem o arquivo original do bagulho, é que como vai fazer com um capó, essas aqui já se presumem, "NU!" A princípio, uma prova, não é própria, não está conteste, né, não sofreu o cribo, bolida do confeditor, pois tem, então, e também o caio que está me caçando é o tal do coronando de minha pataca, lá, porque eu falei que eu não tinha problema de minha pataca, e é de fato esse caio, e que já foi de todos os partidos e espectros, até não encarcam, acompamento de minha CTO, o cidadão já foi que eu fiz de volta, então, e esse cidadão aí, ele é suspeito, porque quando rolou ele já falou, já faz, já falou que tinha que ser caçado, porque não sei o que, da ele depois de ele se torna o meu Junisse, acho que ele se espede, seja sempre na cadeira de Junisse, apenas que vai me caçar, então não tem mais, ele é ampla defesa, com o que é de torno, porque o caio já está com a convicção, formado, nem importa o que eu falho o poldemon, tudo isso, e é pelo outros dos elementos, então tudo isso nos dá uma grande chance no Jdc, agora sabemos também que o Jdc é politizado, por isso do pai a nada, o que é na mão dessa mesma oliga aqui, são o país, desses mesmos os de deputado, eu não encolhei muitos deles, é igual a que essa gente vai tentar mesmo, porque eu estou um grande truídico do Jdc, dessa bomba exato de estado que modo geral, porque são elas que nos vêm, vêm de um corpo, tanto que o extreendimento, quanto o abordeis interno, e a partir disso daí, a gente vai esperar que as outras instantes sobretudo ilumbo a dile, e ajam com um pouco mais de bom senso, de acordo com o mundo direito, e a gente vai na tela, tudo é claro como fazer mobilidade da pessoa, o público é tão mesmo. Na cidade de tempo, rapidinho, só para tu falar de como tu está vendo a conjuntura eleitoral, pra presidente, todo mundo muito aprendível, as pessoas mostram um cenário muito acirrado, isso pode falar com a sua ator visão um pouco do processo eleitoral, presidencial, que, para as caminhantes da disputa, que está se redorando entre lula e flago Bolsonaro, seria legal que eu vi. E é claro que a gente vai fazer isso, porque a gente vai fazer isso, e a gente vai fazer isso, que está o papá do tchau abro, mas sobretudo, nas entrevistas que eu tenho dado, tenho um dito, que o nosso governo tem que peratar o governo esraelemente como governo, criminoso, que violou diversos partos aí internacionais, em relação ao que é. Os gêmeos de guerra, os gêmeos de genocídio e de opressão ali, a nossa relação com o Israel, e também com os Estados Unidos, porque a gente em bloco é uma ação de enfrentamento, em possibilidade alguma ordem com insiliação, mesmo de ter diversação. é uma outra de frente. Então, no que tivesse sempre no nosso alcanço, esse exidesse sempre vai ser trocado em todos os lugares. E em relação à eleição, né? Cara, olha que louco, né, que cena. Como pode? Fala que o Bolsonaro é que nível. Então, é uma coisa que foi construída, né? Pela renda de Globo. Um exito, né, mano? Um antipetivo. Sim, né, mano? Canonizar, bem de longe, o PT, né, mano? Agora o fato é, eu lembro, quando teve eleição aqui, mas é que as de novo, é como isso? Meados da década de 90, para a incoritiva do casta liguixe, com um petíssimo, né, me quinto, porque não sei, eu não sei, eu não sei. Só sei que ele tinha uma propadria, não tem assim. Era um ônibus que disparava em um lugar para o faixão alguém para entrar, né? E daí, desde esse ano, ele tinha um barbo dano, a gente tentava votar, o ano todo mundo falando todo mundo, e garlinha, aí, no seu quien era a zona, tá ligada. E daí o cara falando, "Ele é do ônibus com um megapondo". "Componheiro, estou ata, faz isso aqui, ele não ganhou vindo ninguém, aí, lá no barro". A pessoa tem uma pessoa como medo de estar no ônibus, de que eu era assim, de dar "ai, a pergunta, aí, você entra aí, nesse ônibus, né? É essa, né? É ele que me digite, que você quer dominar uma facidade. Claro. E na época, ele, o candidato, eu estava achando, eu tinha a conegia, e, ó, todo o clínio, né, uma PFR, ele era uma PFR, e tive o PFR, e se tive o civilidade, a urbanidade é a que é um bom, um urbano do PFR, e deu um ano façado, né? Aquela que rentava cabeças de pessoas, né? Que matava seus desafetos com ácido, e banheiro, mesmo, simplesmente, e repreenta esse partido, né? E. A que eu não tinha que ir na imagina das pessoas, né, cara? Depois que eu começou a me enxergar, e não sei o que, "Papa, paga, já, a destruição que fizeram na imagina, de um boa parte da população, levou, é tagalhéria, a votar em qualquer coisa, que não seja o PT. Um cápsulo, e é essa, essas falam isso. O fato é que o Bolsonaroismo se construiu pelo anticatismo, "Oh, o PT, quanto o PT, quanto o PT, quanto o PT, e conseguiu convergir rapidamente pro desta massa que estava naquele momento de esse ou nada, e isso que explica, né, carinho? Um idiota completo, né, mano? Que esse histórico estava Bolsonaro, e está aí, com possibilidade de ser, pra exibir o país, cara, pra procurar, pra que nível, que nós somos encontremos. Mas eu acredito que essa eleição, aí, vai ser menos difícil de que a última, pro número ligado. Eu acredito, mano, porque a última eleitava, o Bolsonaro, o Bolsonaro, é uma novidade ainda, ainda tinha uma promessa dentro dele, e agora ele tinha um Bolsonaro, que vai ser essa promessa, não tem muitas promenças. Ele já realizou, e a sua obra não foi as mais bonitas, né, cara? Então, acho que, claro, esse é grimo de cheio, né, mano? Então, nós tem uma avaliação do pior possível, e uma energia pra atuar, da melhor forma possível, né, mano? Porque o melhor é o dotado ocorra, né, mano? Mas, então, por isso, a gente não pode se dar por vencedor. Então, mas, acho que a gente tem, em uma situação melhor, o Congresso, você olha o Gumon, a Calcolungo, você me movia, muita gente vai cair na questão do Master, aí, né, cara, a gente viu, você me movia em meio da UDM da Master, né? Porque, em indivíduo, o Master, né, por aqui, antes, um ponto de demensado, que é um mil reais de demensado, da cara, aí, que pra exão, que é o meu sentanú, ou melhor, o Daniel Borcargo, ou melhor, né? Quem derre eles? Qual o qual da quadrilha quer que o de fato dava a ordem, né, mano? Isso é um muito, é uma olhista quadrada, e muitos nomes ainda, nos vacti-dores, do testa-diferro, que era o Daniel Borcargo, mas muita gente não bolsa, deles também, você me movia eram deles, né, cara? E muita gente do sentanú, é uma da deia, isso daí, eu acho que, em boa, vai redbalar, não vai ter com certeza, né, mano? Mas eu acho que o jovem deia da deia, e vai ser muito maior, calhada, isso vai ajudar a definir as elícios. Tá bem, Renato, pra gente se despidi de você, que a gente sabe que você tá com compromisso, só um comentário aqui do Luis Fernando, que diz Renato Freitas, nem te conheço, mas te considero pacas. Então, fica aí, deputado. A gente te agradece muito, a gente deseja sucesso, né, enfim, nessa nova enfrentamento, aí em relação a esse processo de caçação, mais um, e a gente aguarda você, mais uma vez, pra retornar, e a gente seguia aqui, com as nossas conversas. Valeu, muito obrigada, mais uma vez. Deve ter que agradecer a ele, maluco é nós, que é de fato. Estamos muito obrigados por ele fazer, pode trabalhar para todos os dias, também. Vamos juntos. Jogado. Mais deputado, até a próxima. Tá bom, é isso, gente. Deputado, enfim, a gente queria falar mais, porque ele sempre tem boas análises, e bom, deputado, ele tá mais otimista que a gente, pelo menos, em relação a seleções presidenciais, né, tá mais otimista. Falado com um pouco mais de temeridade, em relação ao Bolsonaroismo, o Renato de Jatá, um pouco mais otimista, e em relação, enfim, a essa disputa entre o presidente Lula e a extrema direita, né, enfim, o Bolsonaroismo, representado pelo Flávio Rashadinha, que inclusive o PT vai usar bastante, aí os casos de corrupção, que pesam com o conto, né? Contro Flávio. O PT batenda muito bom, quem lembra aí do PT nos anos 90, batendo no governo Ferenas de RIP, e sabe que o PT, quando ele precisa entrar no modo, baixaria, ele é sessacional, assim. É. Pois é, isso aí. Bom, gente, vou moler aqui, tem mensagens de vocês, né, e a gente já vai seguir aqui com as nossas notícias, que a gente tem, senador Silenogueira, né? É uma notícia que acabou, ela é importante, acho que a gente precisa dar o devido destaque, né, senador Silenogueira, em relação ao caso do Banco Más, dele, mas por conta, enfim, né, da reunião do presidente Lula Contrâmica, acabou ficando ali, dividindo espaço no noticiário, como um todo, mas acho que é importante a gente falar sobre essa quinta fase da operação confláincisero que trata, justamente dessa relação do Daniel Vorcaro com o mundo da política, e um dos alvos foi justamente esse senador do progressista, o Silenogueira, inclusive, atribui-se ao Senador Silenogueira àquele que levou o Daniel Vorcaro para a Brasilia, em que ele foi estabelecendo as suas relações com a política nacional, né, o Silenogueira foi este, que fez essa ponte aí para a política, para a República como um todo, né, em âmbito nacional. Vamos falar com mais detalhes, mas primeiro, deixe-me ler aqui os comentários de vocês, o Wagner Andrade dizendo, Lula e PT não vão politizar, esquerda radical, só quebra-cabeça, fará o Brasil pelo visto, descomplica. Então, se a direita usa senso comum, não entendi muito, voo olhe até de novo, fará o Brasil pelo visto descomplica, então, se a direita usa senso comum. Nós também, mas continuadas criativas, temos que estigar em estigar o povo, agora entendi Wagner. É isso aí. Só cuidado no uso do senso comum, né, que para no caí, lá na fala do galo, né, o senso comum, como se fosse uma repetição de preconceitos e estipricões que a gente não precisa caindo nisso, para poder falar numa linguagem, que as pessoas vão entender, além do que eu estou bem, eu particularmente alíto, eu não gosto daquele argumento que é. O problema da esquerda é que a esquerda não fala língua do povo. Primeiro, o que a gente fala assim, a língua do povo, todo mundo fala português, né? Então, a gente fala a mesma língua, a gente não, a gente, o problema é que a gente não consegue acessar um povo, a gente não consegue construir ponte, a gente não tem relação com o povo. Esse é o problema. Do mesmo jeito que se uma pessoa que não entendinado de futebol, vai com o estado e vai se achar um estrangeiro, como se não tivesse, como se não entendesse, o que é aquilo também. Porque é a pessoa que, eu no estado, converse com um cara que, sei lá, o teu mais trado, o debate aqui, tem orias, tal, e no estado, converse com o cara, que possivelmente, sei lá, é pedreiro, e a gente converse o jogo todo dia, e o 90 minutos. Porque a gente estava enculado por uma relação, o que é a gente que ainda precisa construir a relação com as pessoas, porque é a partir do momento que você. você tem uma relação a gente pode ouvir, vou te acordar de você se elas acharem que tem que te acordar, né? Que é aí também é isso, né? Porque se não, essa coisa de você você convencer a pessoa parece que você está certo, aí você vai convencer a pessoa que é muito burrinha, né? Aí você vai ter convencer ela e você tem que falar com ela de um jeito como você vai se falando com a criança, é pra ela entender, né? Então assim, baixa você ter relação com a pessoa que a pessoa vai começar a ler ouvir, né? E é isso aí eventualmente ela vai te acordar, mas é isso, como se ser exadute conversando, entender que a pessoa tem um direito de acordar de você, que não é porque você ler o derleiro de marques, você está certo não. Isso aí, até porque a esquerda é o povo também, né? Não são antes, ferece que é uma coisa, né? Isso é a esquerda e o povo, não tem, a esquerda é o povo, a esquerda é também clara trabalhadora, todo mundo aqui é povo, todo mundo está no mesmo bar, todo mundo está pagando o cara no café, todo mundo está pagando o cara no aluguel, todo mundo está sofrendo, as questões todas aí que envolvem, né? A conjuntura política, então está todo mundo junto, essa ideia inclusive, né? Diz das ataques em relação à esquerda radical, particularmente falando, em que tentam reduzir essa coisa de esquerda desse é que é um desrespeito completo, porque muitas vezes é no descer que o jovem aprende a fazer política, muita gente saiu do descer para fazer política, então acho um desrespeito completo, e também essa outra forma de atacar a esquerda radical dizendo que a revolucionária de sofá, comunista, que de classe média, que fica atrás do computador, é YouTuber, né? Que é reduzir, quer tentar reduzir, fazer a política, é YouTuber, o Joones Manoel é um YouTuber, só viu gente, ele é só um YouTuber, mas nada, né? Isso é para tentar, tentar desgradibilizar, sabe que YouTuber é várias outras coisas também, é a exemplo de Joones Manoel, né? Mas essa tentativa de falar que as comunistas, um tudo classimédico, fica lá no YouTube, no computador, cagando o rega, você mentira, isso é a grande mentira, tá cheio de comunista na periferia, nas periferias organizados empatidos e movimentos que estão na lida também, né? Então, essa ideia da dona Maria e do seu jovem potéticos, que a esquerda precisa fazer um esforço para poder dialogar, cara, isso é, é bem ruim mesmo, né? Eu acho que é tentar descomplicar nesse sentido também, tirar esse velho preconceituoso sobre a esquerda e o povo, né? Esqueida é o povo, tá distante, quem tá distante é quem trata com a arrogância e o povo, a arrogância com distanciamento, com preconceito, né? Quase ideia do que é a classe trabalhadora, né? Uma ideia única do que é trabalhadora, que é o trabalhador chúrculo que só fala para a Vrão, que tem linhas de rachatino muito simplista, que é isso que tem que traduzir e simplificar o seu vocabulário para poder falar com ele, isso é a arrogância, isso é pura arrogância de quem pensa assim, de que você precisa descomplicar sua linguagem para poder falar com a dona Maria hipotética, isso é a arrogância sua, de achar que pensamentos complexos, só são daqueles que estão encastelados nas universidades e que leram lá esse esse é aquele livro, isso é pura arrogância, pura arrogância, isso é o inverso inclusive daquilo que muita gente da esquerda gosta de defender que é a pedagogia fririana, é o inverso, completo inverso disso, mas tem ainda, tem muita gente dentro da esquerda que acaba tratando um pouco nesse sistema, eu olha, eu, eu falo o deio, né, mas eu estou tentando ser uma linha mais paz e amor para, enfim, acompanhar o presidente Lula, mas enfim, cadeiras a parte, eu tenho bastante rânso de alguns termos, povão, porque o povão sabe, sabe essa coisa de tratar como um bloco só, porque o povão, o povão é assim mesmo, cara, isso, eu detesto esse tipo de massa, as massas do teu agonhe, é uma carrona, as massas, o povão, bom, é isso, eu sou o CEO muito obrigada, meu querido, olha só, em viú, 20 assinaturas de presente para o nosso vet, aqui valeu, então vocês aí, olha que receberam essas 20 assinaturas, prestigiam, né, como membros, o canal, fará o Brasil, vejam lá os nossos conteúdos que a gente produz para os membros e claro que a gente realmente pede, é que você renove a sua assinatura para a gente poder manter essa dinâmica e a medida que possam aí oferecer muito generalizamente membrezias aqui para a nossa audiência, obrigada, sou o CEO, valeu, o Wagner Andrade também trouxe aqui uma outra reflexão, um outro comentário com perguntas, uma tirada criativa, o que é neoliberalismo, neol de novo, e liberalismo, de libera tudo para os ricos e nada para os pobres, será que alguém não entender, será que alguém que não entenderá isso? Eu acho que irão entender fácil, né, lembrando que liberalismo neoliberalismo é assunto de livro idático, eu pelo menos tenho memória na escola de aprender sobre liberalismo, que é neoliberalismo, eu lembro assim, a linha, aulas de fundamental, né, o liberalismo que é privatização, estado mínimo, e tinha mais um monopólio, acho alguma coisa assim, de gente aprende o que era monopólio, mas eu lembro muito do neoliberalismo, aí contextualizava, né, aulas de geocolítica ali no fundo da fundamental, eu lembro bem disso assim, neoliberalismo, num contexto de que é um novo liberalismo, a partida globalização, né, dessa, isso que foi defendido, né, final do século XX, claro que eu estava na escola lá no final dos anos 90, né, mas eu lembro disso, desses conceitos básicos, né, neoliberalismo, a partida globalização, privatizações, estado mínimo, eu acho que monopólio também, isso é coisa básica, de que a gente aprende na escola, e é a partir inclusive do que aprende na escola lá no fundamental, que eu enfrento neoliberalismo, e que eu vejo essa contradição de mais fiebra que é neoliberal, a esquerda na minha cabeça sempre foi uma esquerda que enfrenta o neoliberalismo, as privatizações, quando a gente tem uma esquerda que governa a partir desses, dessas práticas, na minha cabeça buga, buga, não é então, que esquerda quer essa, é essa, né, que a gente tem atualmente, sim, Wagner acho que é isso, é, e é falar nesses termos também, então, e as ai tem que simplificar o vocabulário, o de novo, repito, é a arrogância nossa, porque você estudou, porque você tem tal faculdade, porque você tem tal profissão, porque você escreveu tal monografia, tese no seu que, então você acha que você tem que simplificar, você tem que elaborar seu vocabulário para poder conversar com as pessoas, para com isso, às vezes a pessoa sabe mais o que você inclusive, aí você tá aí na, do alto da sua arrogância, chando que você chega no seu tom professoral, outra coisa que eu não suporto, gente que vem falar em tom professoral, sabe, queritim ensinar alguma coisa, você tá num bados, tá com uma conversa, é pessoa, não, que tal, seu horrível, chato inclusive, bem chato. É, isso é o problema, né, acho que às vezes tem um visso positivo, e a vista no marxismo, que é, as coisas vão dar certo quando as pessoas entenderem o que são as coisas, tem esse visto iluminista, né, que é quando as pessoas entenderem, por isso que eu não gosto de conceder a alienação, uns poucos conceitos de marxismo eu não gosto, que eu conceder a alienação parte do pré-sposto que você tá falando, você de alienação não é alienada, tu tá falando de um lugar de fora do mundo da alienação, só que a alienação é do mundo, então você também é alienada, então como você pode dizer que algo é alienada, se tu também é alienada, então paradoxo o conceito de alienação, na verdade, na filosofia a gente chama a contradição performativa, mas é isso, né, ele é um conceito bem problemado, por conta desse vício iluminista, aí eu concedo de neoliberal, a ideia de neoliberalismo é complicada porque é isso, isso, assim, nos anos 90 e nos 90 vai entrar bem comum, sem ensinar esses nos colheres. Mas o termo neoliberalismo nunca foi criado por ninguém, é um termo que vem depois do surgimento da parada, né? Por isso que tem jeito de direite que existe, não, no liberalismo nem existe, né? Porque não tinha água ali, né? Qual ali nos anos 30, teve o coloco e volta a lift, mandei depois teve um outro encontro, ninguém levou a séria daquela porcaria ali por motivos óbvios, e nos anos 70 quando teve a crise do capitalismo, aí essa galera voltou com tudo, né? E aí eles tiveram a chance de implementar um experimento, o que foi que foi que patroça nos experimentos, Estados Unidos, no Chile, né? Então golpe militar no Chile, foi um espeste laboratório para ver se aquela lift funcionava pro capitalismo. Então, com o jornalista dos Estados Unidos, inclusive, é na Homem Clime, ela tem um livro chamado "Dotrina do Choc", e ela mostra, "Pomo", o Chile foi um laboratório assim. Tanto que é isso, né? No Chile, no início dos anos 70 e 73, o Pinochetuomo poder via golpe bancado pelos Estados Unidos para experimentar o que é o neoliberalismo, o que o Estados Unidos vê que aquilo funciona pro capital, aí se esporta pro mundo. Então vai ser eleito Ronald Reagan e Margaret Tatian nos anos 80, né? Quase mais 10 anos depois. Aí vem a instituição financeira e tudo isso, né? Mas assim, e o nome também não é muito bom, né? Parece ter mais aproximações com o liberalismo do que de fato tem. Assim, isso não é carentes de salvar o liberalismo da reta não, mas o liberalismo, ele é muito diferente do neoliberalismo. Ele tem muitas diferenças substanciais, assim. O que a gente no Brasil chama que não existe, né? De uma direita democrática seria o liberalismo. Então você vê, por exemplo, o Ángel Merkel. O Ángel Merkel é uma política conservadora, liberal, mas que ela nunca mexeu, por exemplo, em direitos, liminaurias, nunca mexeu em direitos dos trabalhadores, etc. Eu sei que isso é a situação da Europa, mas isso seria um político liberal. Ou então você pega, por exemplo, no Brasil, você não tinha políticos, liberais, liberais mesmo, mas, por exemplo, a revolução perna-bucana ela foi liberal. A revolução perna-bucana, e da construição perna-bucana tinha, por exemplo, a libertação dos escravos com direita e denização e reforma agrária. Veja, isso era palpa liberal. E era de fato liberal, então assim. Por isso que quando o LES fez o debate com a galera lá, a Bolsa cita meses, e a Bolsa faz assim, não, mas porque quem liberou-se, quem lutava pela libertação dos escravos era o liberal. E aí, a LES faz, é, mas porque se eu fosse esse vídeo naquela época, seria liberal, porque o liberal naquela época era diferente, era outra coisa. E aí ele vai se perdendo com o tempo, ele vai se tornando conservador, né? Com o tempo. E aí o neoliberalismo é a exaservação disso, tanto que a diferença é que o neoliberal, ele acredita em livro mercado, em amor invisível do mercado, em esse tipo de coisa. O neoliberal não é uma mentira aí, se você não há bestado em belo, ele fica pregando uma coisa mais no fundo da outra. O neoliberal inclusive, textualmente, o Rayek vai falar, o exidou aí o Rayek, o Rayek vai falar que na verdade o neoliberal, ele quer um novo tipo de intervenção do Estado. O que é esse novo tipo de intervenção? É um Estado que vai ser mínimo no social, porque ele vai mercantilizar todo o campo social. Então, assim, é educação, para que ter educação pública, tira e bota o mercado, você vai mercantilizando tudo. Quem faz isso? O mercado. A hora a partir do momento que o mercado assumiu, o Estado sai. Aí a única função do Estado é garantir contratos e policiar a propriedade. E Priscila, Adam Smith era um grande e teórico, tá? Você colocou aí, Adam Smith estava completamente errado, mas Adam Smith era um grande e teórico. Quem é toda a demiração de Marx? E geralmente as pessoas que leem Adam Smith e leem só a a requesa das nações da mãe visível do mercado, mas Adam Smith era professor de filosofia moral. Ele tem um texto muito interessante, chamado "teoria dos sentimentos morais", na qual o eixo de toda a constituição de sociedade para Adam Smith é empatia. O mercado só funciona se houver empatia entre as pessoas, porque se você retira empatia, as pessoas vão se degladiar, no a competição de todas contra todas, sem nenhum tipo de possibilidade de bem comum. Aliás, liberalismo no século 19 no Brasil, dentro da historografia, tem muita gente que escreveu a respeito dos liberais do século 19, a forma como liberalismo, digamos, foi introduzido nesse Brasil do século 19, que está lidando com um contexto escravocrata, tem muita gente que escreveu a respeito dessa relação dos liberais do século 19, do que foi o liberalismo do século 19, nesse Brasil imperial, que não embora se tente tratar a independência do Brasil como um processo que se rompeu com a colônia e se admitir. Isso foi puramente discursivo e institucional, mas na prática mesmo todo o processo, toda política da América portuguesa, do processo de colônia, a não ser o rompimento de fato, dessa relação colônia e o império portuguesa, enfim, na coroa portuguesa, mas de resto todas as relações econômicas, todo o contexto ali com algumas disputas no campo, da sociedade que vai vingá lá na lei aúria, vai vingá depois no golpe da república, mas no longo século 19 no Brasil, tem uma relação muito distorcida entre aquilo que se entendia como liberalismo e o que se praticava no Brasil, sabe aquela ideia de liberar nos costumes e conservador, não, conservador nos costumes e liberar na economia, isso vem do contexto do Brasil no século 19, então quem que essa interessa tem bastante historiador, que falou bastante sobre essa relação entre liberalismo e no século 19 no Brasil. Eu me lembro de liberar tudo, estou lendo, inclusive eu lendo, que estou relandendo, na verdade, é isso aqui, que é de um liberal, Charles Teilo, ele é muito bom, bom para a secretificada também, mas ele tem muito boas ideias, inclusive. Legal, bom gente, que mais, talvez tem vocês aqui falando, para a gente para falarmos de da operação compláencia, não acho que mensagens mesmo não tem, só agradecer Reg Oliver e Felipe Pessoa que mandaram aqui contribuições, e antes, até a gente falar da companhia, zero, queria só um vídeozinho, só o artículo da gente descontrair de alguma forma, mas eu, enfim, a sabogisse do bolso-narismo em relação aos Estados Unidos, essa tentativa de ter algum tipo de influência, que eu acho que ainda tem, acho não, acho que tem uma influência assim em relação ao Trump, mas, e tem o esforço, inclusive, que foi o parte do governo, que é tentar afastar essa influência do bolso-narismo lá com Trump, numa tentativa justamente do governo dos Estados Unidos, não influenciar nas eleições a favor do bolso-naro, enfim, então tem, e isso que está colocado também ainda conjuntura, né, em particular falando de eleições as nossas aqui presidenciais, mas aí tem um vídeo do Eduardo Bolso-nario, gente, um trechinho do entrevista lá que ele deu pra algum canal, de extremo a direita, vou colocar pra vocês pra gente ver juntos, olha só o foragido que está lá curtir na vida doidado nos Estados Unidos. O Brasil, olha o manhã também, na reunião do Trump com Lula, onde o Lula está vindo, entregar o Brasil, o Lula sim o entrevista, não é o flado, o Lula está vindo para ser, o entrevista do Brasil dá aquilo que a gente tem de mais precioso, terras raras, em troca de proteger o CV e o PCC, o Lula continua fazendo o Lula por Estados Unidos, e a gente está aqui pra contrapor. Pra ser o embaixador informal do Brasil. Travou de vez, né? Eu vou colocar aqui. Espera aí, deixa eu mandar pra você. Não, tem aqui, ele aqui. Mas contrapor, essa política de faixa e essa cena que mata você aí no Brasil. Você que está. Vou tirar, espera aí. para o seu álcool. ele falar de machador muito formal no Brasil. Entregar o Brasil, o Lula Cilu entregue, está nao flado. O Lula está vindo para ser. O entregue está no Brasil, dar aquilo que a gente tem de mais precioso, perra as rairas, em troca de proteger o CV e o PCC. O Lula continua fazendo lobros Estados Unidos, e a gente está aqui para contra a cor, para ser o embaixador informal do Brasil, para contra a por, essa política nefasta e assassina, que mata você aí no Brasil. Você que está no ponto de ônibus, que às vezes tem um celular parcelado, o passo no bandido, botar a arma na tua cara, ele é o teu celular. Ou às vezes mata o seu filho, o seu pai, a gente está aqui para evitar que esse tipo de atrocidade aconteça no Brasil. Obrigado, Vidu. Força o Padiô, olhe amanhã também, na reunião do Trump com o Lula. Hoje o Lula. Não duvida em que esse flável foi leito, essa criatura vai ser embaixador do Brasil. Ah, vai. É o sonho da vida dele. O sonho da vida dele é isso. Poder ficar aí comendo American Breakfast e fazendo esses polônicos. Cara, embaixador informal, né? Que coisa mais. É, sabe aquela, aquele meme da criança com o controle remoto? Que tem um jogano e tem quanto que está com o controle fora da tomada, fora do console, do videogame? É isso. Embaixador informal, quem, segundo quem, segundo ali mesmo. Eu sou embaixadora informal da estação primeira de mangueira, viu gente. Eu sou a presidenta informal do Vasco. Cabei de me nomear, ó. Embaixador, só. Eu sou a presidenta informal do Palmeiras. Cara, que coisa. Assim, quem que dá credibilidade, né? Por um. E o pior é que tem gente que dá credibilidade. Parece tipo de gente. Isso é o nante. Não tem jeito, né? É, mas você vê ele falando, né? O Lula que vai entregar as terras. Olha só. O discurso. E o Lula que vai entregar nas raaras, em troca de proteger o comando vermelho, o PCC. É isso, né? O mentiroso ele pode inventar, enfim, ó. Criar, na. enfim, ó. A narrativa que quiser, enfim, desculpa, se tem, enfim. Tá todo mundo, né? Já meio cansado, mas é isso, né? Porque não tem menor sentido. Mas. Ele vai usar essa coisa do das terras raas, o Lula entrega as terras raaras, em troca. Principalmente. É, uma luca. O elemento trágico da política é isso, assim. É uma disputa entre quem está querendo entregar mais as terras raaras para os Estados Unidos. E é aí. De um lado, Lula. Que cujo PT votou numa lei entregista do Congresso. Que os Bolsonaroistas votaram também. Tá todo mundo votou junto. E aí, um acusando o outro da entrevista. E os dois estão certo. O Lula e Issa, assim, nesse sentido 30 aqui do entregismo, os dois estão correto. Todo mundo é entregista. A direita e o PT está governando e mandando entregaixa também. Só que um é um entregista radical, né? O zero, que foi lá no Estados Unidos dizendo que. O que pediram dele? O que Trump quiser do Brasil? O Brasil vai ser um fornecedor de minerar as críticas pro Estados Unidos para salvar os Estados Unidos da China. E aí, Lula já faz isso com um pouco mais de. Traquejo, né? Mais mediações, né? Um menos explícito, né? Vai talvez colocando processamento aqui, né? É, enfim, com um pouco mais de controle e assim por diante. Vou ir aí, gente. Vamos falar da operação com o Plan C zero, né? Hoje, como a gente estava comentando aqui, ouve também essa operação da Polícia Federal. É a quinta fase da Com Plan C zero. A Com Plan C zero é justamente a operação que investiga os crimes do Daniel Vorcaro e tudo que a gente já sabe aí em relação ao Banco Master, né? Essa fraude e corrupção que envolve muitos aspectos e, particular, um mundo da política. E hoje, segundo a Polícia, essa objetiva dessa operação é aprofundar as investigações sobre uma esquema de corrupção de lavagem de dinheiro e de organização criminosa contra o sistema financeiro nacional. E foram cumpridos dez mandados de busca e a preenção e o mandado de prisão temporária, que foi expidido pelo STF, pelo Supremo, em Piauí. São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal. Ainda teve. Glokei de bens, de direitos e de valores no valor de 18,85 milhões. Então é isso, viu, gente? Ponto, a gente reclou uma aqui no preço do pacote de café. É só um, enfim, essas cifras aí que a gente vai dando conta sobre os casos de corrupção. E aí, o que se tem de informação, porque o ciruno-guéra é um dos que foram alvos dessa operação hoje. E desse processo todo, o que se tem é, primeiramente. Vou te colocar aqui na tela, inclusive, para a gente ter algumas noções aí desse envolvimento do ciruno-guéra com o Daniel Vorcaro. E o ciruno-guéra tentou atuar, inclusive, junto à Brasília, junto ao Congresso. E aí, segundo as investigações, o que se tem aí de informação é que o ciruno-guéra, ele teve alguns benefícios, né, sim, foram benefícios muitos, digamos. O ciruno-guéra tinha benefício de um lado e o Daniel Vorcaro tinha benefício do outro. Então, segundo, o que a gente tem de informação sobre essa investigação da Polícia Federal, é que o ciruno-guéra, ele justamente tentava a partir do seu mandato, buscar, intermediar, para que interesses do Daniel Vorcaro, do Banco Master, que pudessem ser aprovados no Congresso. Um deles, inclusive, é a chamar que foi chamada de Emenda Master, que é uma PEC, que é a PEC número 65 lá em 2023, que foi apresentada pelo ciruno-guéra, e que pedia a ampliação da cobertura do fundo grande doide crédito, que saíria de 250 mil para 1 milhão. E aí, esse texto dessa PEC, inclusive, segunda investigação da Polícia Federal, é de que ele foi totalmente escrito, foi elaborado pela assessoria do Banco Master, pela assessoria do Daniel Vorcaro, e que foi entregue diretamente na casa do senador. Segundo as mensagens, inclusive, que a Polícia Federal teve acesso, o que se deu conta é que, nessa tentativa, o Daniel Vorcaro disse que, se houvesse, se a proposta vingasse, ela iria sair exatamente do jeito que ele mandou, e que essa medida poderia ser estuplicado os negócios do Banco Master, poderia aumentar para 6 vezes os lucros e o dinheiro, realmente, que entra no Banco Master. Além dessa emenda, o que tem de investigação também da Polícia Federal, é de minutas de alguns outros projetos de lei a favor do Banqueiro, a favor do Daniel Vorcaro, que circularam ali entre gabinete e residência do cirano-guerra. E aí, na contrapartida, tudo isso que estamos falando aqui, segundo as investigações, é o que beneficiaria os negócios do Banco Master, o que beneficiaria o Daniel Vorcaro. Mas aí, em contrapartida, as investigações, elas dão conta de que o Daniel Vorcaro fez repasses, ou seja, amezadas, como é que está na chamada aí, essa chamada aí, gente. Eu peguei do Brasil de fato, que traz justamente aí falando pouco dessa relação entre cirano-guerra e Daniel Vorcaro, Banco Master, e segundo as investigações da Polícia Federal. E aí, o que se tem de informação, é isso, que na contrapartida, então, o cirano-guerra. Ele recebeu, né, pagamentos, segundo as investigações, lembrando, pagamentos entre 300 e 500 mil reais todos os mil. vezes. Então era uma mesada. Então seria o nogeira recebia ali entre 300 e 500 mil reais todos os meses e valores que eram operacionalizados numa estrutura empresarial chamada pareceria BRGD CLF. Eu não sei exatamente o que significam essas siglas, mas é o que está nas mensagens. Mas eu acho uma tentativa estrutura empresarial, acho que é uma tentativa de lavar esse dinheiro, ou seja, como é que você iria prestar conta desse montante entrando todos os meses, nas rendas, nas rendas do senador. Então é uma tentativa ou operacionalizar através desse vínculo empresarial, é isso. Trocanimudos é lavagem de dinheiro. E aí também numa outra vantagem, segundo o que a polícia federal da conta é uma decisão que ocorreu no STF da aquisição por parte de uma empresa que é do irmão do senador administrada pelo irmão do do ser nogeira de 30% de participação na chamada Green Investimentos SA, que é um negócio ocorrido aí avaliado no valor de 13 milhões, que foi adquirida por apenas 1 milhão. E para a polícia federal, essa transação foi uma forma de tentar dissimular a transferência de patrimônio. E em resumo tentar lavar esse dinheiro, esse montante aí a respeito dessa relação entre o nogeiro Daniel Vorcaro. E também para fechar essa parte, o que se tem é o steio de despesas de auto-lucho. Então o pagamento de hospedagens no hotel Park Rihat, em Nova Iorque, Rihat, não precisa promuncia, mas é um hotel de lucho no Nova Iorque, voos injatinhos privados, jantares em restaurantes de alto padrão. Num dos diálogos dessas mensagens, pela investigação da polícia federal, o Inteluctó pergunta para o Daniel Vorcaro se ele deveria continuar pagando a conta dos restaurantes do cirro e flávia. A flávia possivelmente seja esposa, eu não aporei esse detalhe, mas estou imaginando aqui que flávia pode ser talvez acompanheira aí do cirro nogeiro. E aí confirma o envio para, enfim, de um cartão aí para o cirro nogeiro. E também, o segundo a polícia federal, o senador ele ia usufruindo de um imóvel, que é de propriedade do Daniel Vorcaro como se fosse seu. Então os indícios todos apontam corrupção ativa e passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro, crimes contra o sistema financeiro nacional. E aí, em razão disso, o ministro do STF, André Mendoza, ele determinou medidas cautelares que inclui a previsão do cirro nogeiro em manter contato com os demais investigados na operação. Na sua defesa, o senador, na defesa, os advogados de senador, eles dizem que qualquer envejo em ligação, em movimento nas entidades listas, são mentirosas, enfim, nega qualquer envolvimento e que a atuação do cirro nogeiro é enquanto parlamentar, ela foi em âmbito regular, dentro dos protocolos e dos trômitis ali na sua atuação enquanto o senador. E qualquer ilação de licitúria, que ascoas da nota da defesa do senador, qualquer ilação de licitúria sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar, o senador repudia. Então, é o que se dá conta aí demais essa nova fase da operação com Plan C zero. E aí, só um adendo, né, ele lembra, eu tô ofisa que essa relação, né, o cirro nogeiro com o Flávio Bolsonaro e o Jair Bolsonaro que eu não vou contar com o Donado, porque o cirro nogeiro já foi segundo o Flávio Bolsonaro seria o viceperfeito. Então, há uma relação direta entre o cirro nogeiro com o Flávio Bolsonaro, inclusive uma tentativa a partir desse fato de hoje de tentar dissociar e a imagem do senador do Flávio Bolsonaro. Então, tem essa relação aí entre o cirro nogeiro e a família Bolsonaro, viu gente? Tem essa questão aí, digamos, o Onus político pro Bolsonaroismo a partir da soparação aí do Banco Master. É, inclusive, Talita, a delação de vocaro é um dos elementos bastante polêmicos envolvendo a questão do caso do Banco Master. O vocaro tem preparado, tentado preparar a partir da sua defesa que já trocou de defesa, inclusive, a sua delação e os termos da sua delação, há um bom tempo, até porque, inclusive o Renato falou isso, não é ninguém sabe exatamente se o vocaro é a última cabeça do negócio, aparentemente pode ter algo muito mais ramificado, mas o fato é que, querendo não, uma delação do vocaro precisa ser, precisaria ser feita de maneira muito cuidadosa, porque pode ser algo muito inclusivo do ponto de vista político, envolver muita gente poderosa também no ponto de vista econômico. Então, há uma série de questões envolvendo a delação do vocaro, inclusive o ponto de vista central dela não tem saída até agora, porão as condições da delação. O vocaro ele colocou junto com sua defesa, algumas condições, que segundo o ministro andaram a amendonça, essas condições não são suficientes para algo do STF aceitar a delação do jeito que está, porque, porque segundo isso, segundo o ministro, as provas que estão sendo recolidas, como material que tem, principalmente o celular dele, são mais subsídios e levam a mais elementos da investigação do que a própria delação. Me parece pelo que diz o ministro andaram a amendonça que o vocaro está por assim, deshechei o dedo na hora de fazer a delação escolhendo o que vai colocar, o que não vai, não que nem toda a delação é assim, mas talvez ele seja fazendo isso de maneira tão exagerada que talvez isso seja irrelevante. Além disso, está sendo debatido no corpo do STF, um elemento importante para as delações do caso master, que possivelmente, além da do vocaro, na medida que a investigação fosse ainda profundada, outras delações viram, que é acabar com o modelo de delação que existiu na lavajato, e como o modelo de acordo da lavajato, que o modelo de acordo da lavajato, a devolução dos dinheiros que foram desviados se dava de maneira parcelada, e, portanto, até hoje, os dinheiros que foram acordados de voltar em nunca voltaram. Então, o STF quer que essa devolução seja imediata em uma parcela só, isso também é um elemento que entra na questão das condições para a delação que o vocaro está colocando lá. Então, existe esses problemas com a delação do vocaro. Agora, assim, quanto a relação ao ministro Mendoza, o projeto que o ministro Mendoza tocava, que foi feito pelo Banco Master, estava ligado ao fundo garante do, era uma modificação no fundo garante do, que tem cálculo, que é um cálculo que a cada pessoa afetada, numa fraude bancária, do esquema financeiro, pode dar até 200 mil reais de cobertura. Esse valor é inclusive ele efeito a partir do valor que o próprio banco coloca disponível ao fundo garante do, e isso, por algum motivo, foi colocado pelo Banco Master, por algum motivo que a gente sabe, o Banco Master quer dizer, livrar de futuras responsabilidades, ele coloca nesse projeto que o ciruno que eu tento aprovar, que foi escrito pelo Banco Master, que ia ser essa modificação no fundo garante do, elevando para mais de um milhão de reais por pessoa, e que esse dinheiro seria do fundo público, o único exclusivamente do fundo público. Então, a gente vê que seria na casa dos bilhões que nós teremos, que pagar, por exemplo, por conta de uma fraude como essa do Banco Master, porque o Banco Master é simplesmente conseguir aprovar uma lei via o ex-ministro do Jair Bolsonaro, o ciruno-guira. Então, bem, a gente vê um escândalo gigantesco, envolvendo muita gente, muita gente da de direita da estrada. direito, espero que o PT como ele sempre foi muito bom imbatendo as pessoas, ele use isso muito bem para destruir a vida de flargo ou sonário, porque vai ser um escândalo que é a medida que for passando o tempo, tende a ser muito grande e não atoa a gente vê o centrão e a extrema direito articulando no Congresso no Sonado para que os procedimentos relacionados a investigações do Banco Master, sejam silenciados, sejam paralisados, isso está tudo a envolvido e aí vamos ver como vai ser o andamento agora, que, inclusive o sinonogueiro ele fez um vídeo prometendo que se ele tivesse alguma culpa no cartório em relação ao Banco Master ele entregaria o cargo, então espero que ele seja um homem de palavra. E muito rapidamente, que é nosso convidado de ataque, só perfil muito rápido do sinonogueiro, ele é de Piauí, ele é empresário, formado direito pela Pouque Rio, ele atuou como deputado federal por quatro mandatos, começou o mucinado em 2011, foi eleito em 2018, novamente na coligação PT, declarou a justiça federal mais de 23,3 milhões de bens na época, em 2018, agora, com essa relação a equidadão de Ovocares, que essa declaração deve estar em outro patamar. Mas aí, esse senador também desde 2013, presidente Alias, além de senador, ele é presidente do progressistas, ele foi aliado do presidente Bolsonaro, aliás, ele é aliado do Bolsonaroismo, ele atuou como ministro chefe da casa civil do governo Bolsonaro entre agosto de 2021 e dezembro de 2022, inclusive na época o Bolsonaro disse que ele era um ministério, ele estava a frente do ministério mais importante, justamente pelo papel de interrupção que estava previsto ali naquele momento, naquele processo ali do final do mandato do Bolsonaro. Ele também foi um dos aliados da ex-presidenta de Marrocefe, mas voltou pelo impite mandela naquele momento do golpe, contradida em 2015. E aí, quando ele justificou, inclusive, ele disse que tentado chegar numa solução que pudesse preservar a estabilidade do governo Dilma, mas que foi inútil diante da expressiva força da votação, então ele foi junto com a galera e voltou também pela caçação da Dilma, por essa. Então, mais um golpista aí, que é isso. E acho que é importante só para a gente fechar aqui, para poder chamar o Amaurí, é isso, um representante tipo do central, você vê? Composco Lula, Composco Adinho, Composco Feminista Bolsonaro, Tadion Lada, Tadion Otro, que ao fim ao capo central ele está do lado dele mesmo, né? Se é do Bolsonaro, se é do Lula, se é esquerda, se é direita, o central faz os seus devidos cálculos e legis, lemcausa a própria sempre, esse é o central do Brasil. Bom, é isso, pessoal, olha só, vou chamar então aqui o nosso convidado, primeiramente deixe-me apresentá-lo para vocês. O Amaurí, eu nunca sei ser gonso ou o gonso, eu nunca sei pronunciar, ele pode me ajudar inclusive, né, sobre essa dimensão aí do generalismo, acho que é gonso mesmo. Mas ele é jornalista, tradutora e produtor cultural, ele é presente o podcast Fisher e os Fichereanos, cuida da programação cultural da Felipei e muito mais, trabalhou em veículos como G1, Vais, Brasil e Ponte, jornalismo e já trabalhou em títulos que vão de hip-hop genealogia e realismo capitalista. Amaurí, seja bem-vindo aqui ao noite Brasil, ao cultura brasileira, ao faro Brasil, famous justamente oа emcehaca por atendê nosso convite a boa noite para você na um cara, boa noite closing niece dos jum Forest education tá ele. muito obrigada. estou aqui a convite do nosso criador de baldo, acho que a gente vai falar dele, né, do marquinho, pescador, o nosso criador de marquifiche, que está de livro novo aqui, aqui no Brasil, está saiu agora o estranho sinistro, isso é o recentemente aqui pela editora autonomia literária e a gente quer conversar um pouco dele e falar um pouco de história atual aí do fichero, que tem de importante para a gente nesse livro. É um prazer, é isso, um prazer enorme tá aqui, ficou muito feliz, é uma boa noite para todo mundo que tá nos assistindo também. Deixa eu ir, desculpa só a gente vão pegar, vou falar, vou falar. É, só aproveitar para dizer o seguinte a maioria, eu escreve uma matéria para a ponte, tem acho que uns três, quatro anos e você era editor da ponte na época, claro que a gente não se conhece, mas você, né, eu me lembro disso. Você não tá mais na ponte agora. Não, não, não, faz um pouquinho já que eu sei, sei, dos dois anos aqui. Daqui a pouco. Tá bom. Mas tá em ótimas mãos da ponte, tá muito legal, tá muito bacana lá catarina, editora chece, a gestca diretora, vale, é um veículo muito importante ainda, eu gosto muito dos trabalho deles. Sem dúvida, isso aí. É a maioria, beleza? Muito massa, lhe expliquei. Eu estou enfrentando um recife com muitas chuvas, estamos passando problemas ao caso de o nato pela mudança climática, mas está melhorando, está segurada na chuva, vocês dão aqui o meu também. Inclusive, um texto, que é uma coisa que eu queria, queria, tu cometácio um pouco, um texto muito diferente do que o Fischer como o Mente faz, né? Muito ligado essa coisa do, pelo menos aqui no Brasil, não chegou pelo Realismo Capitalista, a tradução, trabalho de vocês. Então, pessoal, tem muito fresco na memória, um Fischer muito debatendo com a junta, debatendo política e até quando ele deba de filosofia, ele está debatendo tudo meio que para ser uma ferramenta de combate a esse, essa atmosfera ideológica, que é o Realismo Capitalista, pensando da organização política, pensando modos das pessoas produzirem espaços de coletivização, de socialização, para sair dessa individualização e chega nos trancinistros, um Fischer cuja política parece que não aparece, né? Ela parece que não aparece, mas, e aí eu queria perguntar, eu sinto que tem muito a ver com política e com tudo que ele quer ir debat, ainda que dessa vez de uma maneira muito diferente, né? Então, fala um pouquinho do contexto do Fischer escrevendo esse texto e essa relação dele com as outras obras. Perfeito, perfeito. Bom, o Mark Fischer, aquilo, sou um fanático, o que eu fico falando sempre, meu namorado na aguenta mais, essas coisas mais, eu acho que esse é um livro que vale muito a pena a gente trocar uma ideia, porque ele realmente é muito diferente, é como o O Elebal do Falo, olha, é muito diferente do que a onda política muito direta, muito clara, que é Realismo Capitalista, que se chama Realismo Capitalista, o livro está aqui nesse momento que estou conseguindo eu cansar, mas imagino que quem está aqui nos assistindo, se não leu, encomendo muito, começar pelo Realismo Capitalista, se você não conhece Fischer, você ainda não entendeu, você não está ouvindo falar pela primeira vez, ou está ouvindo pescando aqui, recomendo muito começar pelo Realismo Capitalista, que é uma obra um beabada situação atual, que a gente passa, tem gente que estava ouvindo um camarada, às vezes é que eu não sou um pouco, cara, é uma deprimida, uma notícia que ele negócio, mas é importante, no Realismo Capitalista, a leitura dele, saca ele, porque é isso, Fischer vai falar das questões de saúde mental, no Capitalismo Tadil, mas vai falar muito de cultura, porque é a área dele, e vai falar de como. A gente não consegue, no ponto central dele, sempre, como a gente não consegue imaginar, uma alternativa para o Capitalismo, assim, há alguns de nós aqui no nosso campo da esquerda, a gente consegue imaginar certas coisas, mas a gente não consegue relacionar isso no projeto viável, a gente ainda, né, muitos de nós, e aí até eu posso me colocar nisso, ainda estamos aqui se debatendo com o reformismo, tentando, sabe, que será que a gente consegue avançar um passo aqui, um passo ali, e o que a gente pode pensar, o que a gente pode oferecer para o jovem para além disso, esse é o ponto central do Fischer no Realismo Capitalista, e muito dobra dele, só que, eu acho, é interessante que no Brasil, Fischer tenha sido percebido inicialmente, já através do Realismo Capitalista, porque na verdade, esse treino-sinistro, [MÚSICA DE FUNDO] é meio que o arroz e feijão do que é o fichero. O fichero é um crítico cultural acima de tudo. Mas que filósofo, mais até do que professor, as obras dele, que a galera sempre fala muito do fichero, a lei é lá o blog dele, o que é em Panque, né, que é o blog que ele tinha, o Marc Fichem morriu em 2017 e deixou essa vasta obra nesse blog, e é um blog que ele tá falando muito de música, bastante de cinema, uma bastante televisão, especialmente televisão britânica, que é engraçado para a gente, que nem juntava muito acostumado a ver mesmo, tudo certo, e o estranho sinistro ele fala desse universo, né, é um livro que ele vai se tratar dois conceitos, que são o estranho sinistro, que são mais vinculados ao horror, né, ao cinema de horror, a literatura de horror, sério de horror e até a música, ele vai falar aqui de da música do estranho em relação àquela banda britânica de Fall, vai falar do sinistro em relação ao Brian Hino, que é um produtor muito importante, muito conhecido, inclusive dos anos 70 para frente, mas ele vai falar desses dois conceitos, a partir do conceito Freudian de Dawson Heinle, né, que é o infamiliar, e ele sempre se preocupa, o que é essa história do infamiliar, e por que que é interessante essa leitura do estranho e do sinistro, e ele mesmo explica, ele vai falar o nosso querido Victor Marx, fala aqui na introdução escrita por ele, pelo Rodrigo, com salves, pelo Jardé O Dato, fala que é uma obra, entese mais fria do ficha, o último livro que o ficha é lança, ele nem lança em vida, ele termina em vida, o ficha ele morre uma semana antes do lançamento oficial físico do livro, ele organizou tudo, o livro, escreveu, tem alguns capítulos de etniocéidon antes, no blog, etc, mas ele juntou muita coisa, escreveu mais coisa, a mão torra aquela coisa, hoje em dia se faz um pouco assim, livros, então é o último livro do fichere em vida, no final, depois do fichere ele tira para a vida, e a gente tem um livro que já saiu também no Brasil, chamado, também está muito louco, chamado "dezejo pós-capitalista", ali tem o fichere falando de política, como que é o fichere no fim da vida falando de política, desejo pós-capitalista, é como um risco de comunismo licético, que é um texto dele, que é a introdução de um livro que ele escreveu e acabou nunca fazendo, que está lá no site da Jacobina, brasileiro que eu traduzi, como risco licético, só dá uma procurada lá que vale muita pena ler para quem gosta já do fichere, já conhece, que é seguir, pensar nas alternativas ao fim do mundo, pensar no fim do capitalismo, no lugar do fim do mundo, e o estreio cinema ele tem essa coisa de, "ah mas é um negócio de terror, ele está pensando no Freud", mas o próprio fichere fala, eu acho que o Elbalde já deve ter passado os olhos nessa parte, na introdução ele fala "peraí, mas o que isso tem a ver com o capital?" é muito interessante, porque ele fala, olha, é o seguinte, na real, tudo isso tem a ver sim, primeiro porque assim, falando bem grosseiramente o que é o estreio cinema, o que é o estranho que é o sinistro, a ideia é distrâneo, em terror, em ficção científica também, tem muito a ver com o que ele está falando, ele vai citar obras ficção científica, ele vai falar de fazbinder, muito fichão científica do fazbinder, word on a wire, por aí vai, é aquilo que não se ajusta a nossa realidade percebida, aquilo que está muito além da nossa compreensão, Lovecraft, a idp Lovecraft, criador do coutulo, aquilo de investe, o suje, o gigante, o terror, do inimaginável, ele vai falar que isso é o estranho, estranho, que é traduzido de weird in inglês, foi sempre um problema essa tradução, porque é muito difícil você chegar a uma solução, a gente que fala que tinha que ser esquisito, mas pouca esquisito fica estranho no Brasil e no Brasil ele Portugal traduziram como esquisito, o estranho é isso, aquilo que não está na nossa realidade, que a gente não consegue imaginar, como o fim do capitalismo do lugar do fim do mundo, e ele coloca o estranho como uma capacidade, uma fonteira final da nossa compreensão, que a gente tem que aprender a ser adaptado aquilo, sem tentar necessariamente martelar a nossa cabeça, mas também sem tentar, como acontece com muitos personagens desse filho de terror, e ficam loucos, sem tentar anegar a existência da símbola que é estranho e que com o que a gente se depara, e ele fala que isso pode ser matática para a gente aprender e criar nossa criatividade em relação ao fim do capitalismo, porque uma coisa muito estranha para a gente hoje seria o fim do capitalismo, para muita gente terminar, acabar o capitalismo, como seria o mundo depois do capitalismo, uma coisa inimaginável, uma coisa tão inimaginável, quanto um cutulo, um dagon, um deus, um deus sinistro que mora no profedeiro do marx, se você olhar para ele, ele fica louco, para muita gente, o fim do capitalismo é isso, e por outro lado, um sinistro é uma ideia da ausência de a gente, as coisas ocorrem, mas nada causa aqui, então é sempre o sinistro, é sempre uma ideia de eerie em inglês, é sempre uma ideia daquilo, daquelas paisagens vazias, de acontecer alguma coisa aqui, mas a gente não sabe o que aconteceu, a gente não sabe o que está acontecendo, a gente não sabe o que vai dar onde as coisas, como, se um é um objeto estranho, é uma questão do sujeito, o sinistro é uma questão dessa falta de agência em cima de alguma coisa que está acontecendo, e aí, no caso do sinistro, ele fala que o capitalismo é a última coisa sinistra, o capitalismo é essa força que move nosso mundo, que faz a gente ser do jeito que a gente é, faz a gente se relacionado, o jeito que a gente se relaciona, sem a gente saber quem está puxando as cordinhas, como que isso está acontecendo, quem está decidindo isso, e talvez não tenha necessariamente um decisório, só uma série de relações tão complexas, que a gente não consegue entender, a gente fica com essa sensação de tal tempo todo, a nossa realidade, tal tempo todo, é um grande background, como diz o jovem, o background, vai virar filme agora, do Kenypixas, e tal, é uma entidade meio sinistra, do sentido de que aquilo é familiar, mas ter uma coisa errada, não dá pra dizer que não tem óbvio, agora com a evolução do background, a coisa fica mais estranha do que sinistra só, mas muito das imagens, de ideias de background com todo, das próprias ideias, desse Dreamcore que a gente viu aí, circulando pela internet, tem muito a ver com isso, cada das pessoas que fizeram isso, para que isso foi feito, aqui nem sei lá, o círculo, círculos de pedra, pra histórico, existe não sabe porque eles estão ali, para que eles serviram isso, deixa a gente com uma sensação de estranhamento específica, só que ele fala, os sinistros existem, todo o nosso vida, o tempo todo, na verdade, a nossa realidade é sinista, porque nossa realidade é capitalista, e ela está além da nossa compreensão, está além do do do, está fora, ela, ela, a gente não consegue botar a mão no capitalista e falar, vamos derrubar o capitalismo, aí vai lá empurra com a coisa, aí aí o capítulo cai, não, a gente tem que fazer uma série de coisas, e é muito difícil a gente identificar onde estão esses agentes, onde isso está acontecendo, e como a gente faz para isso, deixar de existir, e talvez, aí como compõe ele, tele-tube, estressado, colocou aqui, volta da estrenza, e talvez para a gente conseguir derrubar a sentidade sinistra, a gente precisa de uma entidade estranha, e aí esse é o ponto para o ficha, o comunismo que dá certo, meu comunismo que ele tem que ser estranho, ele vai ter que pensar além do que a gente já nominou como realismo capitalista, e é a nossa vida, então assim, a primeira vista parece que não, parece que é só uma história de terror, Freud, na na na, mas se você for olhar fundo, tem muito mais a ver, agora é aquilo, ficha, então assim, é muito britânico, vai ter filme que não, vai ter vários filmes citados que você não vai ter nos stream, vai ter vários, várias séries citadas, só vai ter no youtube sem legenda, mas tem no youtube, já hoje em dia quase tudo, vai ter um monte de autor que nunca foi traduzido por português, inclusive estava até pensando a gente fazer alguma coisa mais, mais ampla, como eu disse, ou como estava dizendo o Victor, também repetindo aqui nosso querido Victor Margs, no lançamento formando, é ser aqueles livros do ficha clássicos, que ele tem que vir como uma pastinha, assim, não drive, sei as cessas, coisas todas que ele está citando, mas assim vale a pena, tem que enfrentar isso porque eu acho que é bem mais recompensador do que a primeira vista, mas é isso, para quem é um pouco, mais hardcore fo de ficha do que para quem está começando. Se você está ouvindo falar pela primeira vez dessa história, esse pensador, McFischer, leia primeiro o Realismo Capitalista. Se depois ler Realismo Capitalista, aí a gente converse. Bom, eu acompanho de maneira muito indireta, não li, ainda o Realismo Capitalista, aí eu acompanho um pouco das reflexões do Eribaldo, que se debruçou muito mais, tem bastante repertório para falar de ficha. Mas eu queria, a maioria que você pudesse falar lá no autoromialiterária, na introdução, na apresentação do livro, tem um trecho em que fala, inclusive dessa relação do sinistro e do estranho, mas também diz que nesse ensaio, que é esse livro, justamente esse livro que a gente está conversando, que ele evoca obras primoridiais da literatura, estou lendo, inclusive, o trechinho lá, obras primoridiais da literatura e também do cinema para poder tratar desses conceitos, né? Falam que você até chegou a mencionar agora um pouco, assim, disso mesmo, se você puder falar algumas delas para a gente estar até talvez trazer algumas referências mesmo daquilo que o ficha está trazendo aí para falar sobre essa obra do que é da literatura, quanto do cinema que ele vai utilizar, como exemplo nesse livro. Claro, claro assim, olha, vamos lá, o acencial, literatura essencial que o ficha vai trazer aqui primeiro, o primeiro capítulo, quem deixa o ficha com uma puga trastorela, para ele criar isso é Lovecraft, Chega, pelo Lovecraft. O Lovecraft é um autor muito famoso dos anos 30 e 40, está d'unidense, muito conhecido por suas obras completamente estranhas, que hoje em dia já são tão vinculadas na nossa memória coletiva que as pessoas já não percebem o quanto foi inventivo, ó, para dele. Acho que o jeito mais fácil de pensar Lovecraft, lembra daquele monstrão no final da abertura de Rick Morty persiguindo eles? Assim, aquele é o cultulo, aquele é o principal monstro dos mitos do Lovecraft. Lovecraft já hoje está em domínio público, bastante traduzido português brasileiro, eu acho que tem medição nova muito boa da exáida, não tenho certeza, nós também faço de online, mas eu acho essencial para quem quer entender um pouco melhor do sinistro. Outro, aí pegando aqui, já eles tinha dele mesmo, ele vai falar do Gagel Wells, é de Wells que é o autor de aguardar dos mundos, um homem invisível que são clássicos da literatura, que o ficha é um científico, é uma clássico pésima, assim, coisa do fim do século 19, começa o século 20, então ele vai mostrar que isso já vem desde as raízes da ficção científica, ele vai falar do Default, que é uma banda britânica que ia vir, inclusive, porque o que tem a molotor, eu fui nesse que o que tem a molotor foi que teve lobão, não sei se se lembra, interracionais, lá no teatro, e ia vir o Default, o Maximitinho veio depois de morrer, triste. Ele vai falar de Fazbinder, como eu falei, o Rainer Van der Fazbinder, que é um autor alemão muito importante, que é mais conhecido até os anos 80, que é quando ele ele deixa essa vida, mas ele é um cara tão importante para o cinema alemão quanto o Ex-Ori, digamos assim, especialmente do cinema contemporâneo da nova, do novo cinema alemão, dos anos 70 e 80. Ele vai falar de David Lynch, ele vai falar muito do Roland Drive do Inland Empire, do Terra dos Sonhos, eu acho que chama Inland Empire e o Roland Drive, a todos os que sendo os nomes em português, me perdou em. Ele vai falar da da FF do Morrie, que fez alguns filmes foram adaptados pelo hitcock depois, ele vai falar dos pássaros, com o tudel, vai falar do Picnicat Hanging Rock, vai falar do Enverno de Sangue Invenesa, que é um filme do Nicolas Ragn, muito bom dos anos 70 de terror, o negócio horrível, já na parecia do sinistro. Ele vai falar de Brianne ou que é isso, Brianne ou é um produtório incrível, ele criou o que a gente conhece com música, música ambiente hoje em dia, estilo musical muito ouvido, ele começou a carreira tocando sintetizador no rock-s-e-music, produziu monte de banda importante, produziu um monte por carinho, inclusive, produziu o Choo, produziu Codeplay, monte de coisa horrível, mas tudo bem, porque ele é um gênio em outras áreas da música, e é muito legal que o Fischer vai falar, o Fischer vai falar da própria obra Fischeriana, que o Fischer fez um pouco de música, ele vai falar de um áudio em saio que ele faz que o Distin Barton, nessa parte que ele vai falar do Rainey, ele vai falar da Margaret Attlewood, que é a altura de contagiagem, mas vai falar de outro livro dela, em relação ao sinistro, vai falar de John Laser, que fez aquele, como é que é o último, não sei se esqueci o nome, que é o filme com a Skeleton Johansson de vampira de cabelo escuro, depois eu vou lembrar que o nome eu já trago para vocês, vai falar, e aí o último, os últimos, em saios, ele está trazendo, ele vai falar do seu bale, sobre a pele, isso, sobre a pele, exatamente, bem lembrada, obrigado, ali bordo, e um dos últimos em saios que ele vai fazer ali, que eu acho fenomenal, ele vai falar de apenas de Stanley Kubrick, Andrei Tarkovsky e Christofernola, antes da, Fischer morreu esse das pessoas que não gostaram mais do Nolan, que hoje em dia muita gente não tem muita paciência pro Nolan, mas o Fischer é muito foda por Christofernola, e é isso, vamos comparando com isso a Fischer, Nolan apenas com Stanley Kubrick, Andrei Tarkovsky, Tarkovsky, que aí não conhece, foi um diretor de cinema ruso, que produziu muita coisa na ruso, ele produziu dois grandes filmes de ficção científica, tem tantas solares, e eu disse, Stalker, Stalker e solares são dois filmes, conhecido por o cinema lento, um cinema de profundidade, e que é um das grandes obsessions do Fischer, e o Kubrick, né, acho que Stanley Kubrick não precisa de palavras, então assim, parece um pouco inacessivo, o melhor é falar de Emergames, ele vai falar de outros autores, obviamente, pouco menos conhecidos, João Lins, mas tem muita coisa interessante, muita coisa conhecida, muita coisa acessível aqui nesse livro, que vale a pena, e o que você não conhece, vai ser muito bom conhecer, tem muita autora que ainda não lhe, aqui que eu quero ler, tem filme que ele cita, que ainda não lhe vê, é bom, é um tesoureterno, é uma coisa, você sempre vai estar acompanhando e descobriu as novas do Fischer. A maioria um ponto que eu fiquei curioso, aqui, que inclusive o Fischer vai fazer uma crítica ali ao Freud, falando dizendo, no High List de Freud, ele, Freud, ele meio que recua, né, no certo, no certo a hora, o Freud reclua, diante do familiar, e tenta dar uma link, tem que achar o infamiliano, uma linguagem familiar, e com isso Fischer diz que ele perderia esse elemento do familiar, meio que tirar as nossas palavras, né, a gente fazer, fazer a gente perder a capacidade de encaixar isso dentro de algo que já é conhecido, né, que para a nossa sociedade é o capitalismo, né. Mas ao mesmo tempo também não há uma capacidade, aí eu queria que tu falasse um pouquinho sobre, do capitalismo de pegar isso que é estranho, e fazer exatamente isso que Freud fez, né. Pegar esses elementos de estranhes e tentar encaixá-lo no jeito, em uma certa gramática por assim dizer, que termina quebrando essa estranhesa, né. Eu tenho um exemplo que ele dá, que eu acho que é muito didático do estranho, né, que é isso, né, é o post no final de Nárnia, né. É tipo ali é estranho porque aquele post não era patalhina, mas parece que de alguma forma você, do mesmo jeito que na ficção você consegue arromar difícil para explicar aquilo que não devia ter explicação nenhuma naquele universo, e parece o capitalismo também faz isso, né. E se tem como fazer o inverso, né, que talvez não sei ser o ele, é algo que eu tenho pensado, se é mais, se seria algo pros sinistro, né. Fazer pegar aquilo que é familiar e tornar absolutamente estranhos, né, fazer o movimento contrário, né. Como é que tu vê esses dois movimentos seria possível. Eu acho que tudo é possível, pra ser bem sincero, tudo, eu acho que nada é necessariamente impossível, mas tem suas complicações. O Fischer, ele fala pela primeira vez dessa ideia de, "Ah, o capitalismo absorve tudo, quando ele vai falar de percorporação, no final no primeiro capítulo do elismo capitalista, que é quando ele vai falar de que o capitalismo é tão incrível na sua capacidade de absorver tudo e abraçar tudo, que ele vai incorporar sua própria crítica e vender ela, como é. e vamos se fosse, para usar aquela frase atribuída, lênic, até hoje, nunca, não sei onde foi que lênic falou, mas aquela frase atribuída, lênic, que a capitalista vai vender a própria corda que depois vai ser infusada para ir forcar ele, né? O capitalista, ele vai dar um jeito de. o capital vai dar um jeito de absorver tudo em volta, isso, transformar o que é estranho em natural, porque a gente precisa naturalizar, porque é isso, o capitalismo de certa forma é a mentidade, muito estranha, a gente fosse chegar, para qualquer pessoa, o século 15 para trás, e explicar como que é o nosso mundo atual, eu acho que a tecnologia, é, é, é, é, é, é. é, é, é, é, é, é, é, é. esse tecnologia parece menos estranha do que as relações sociais, no capitalismo, sabe, pra alguém, A tecnologia parece magia e aquele Papo Clásico, o tecnologia não existe nada suficientemente. Ou um paradigma do Star Trek, suficientemente avançadocientificamente. Não pode ser explicado como magia. As nossas relações sociais. eu acho que é que é muito estranho como que a gente vive, o que a gente compra, como a gente é. A gente pode ver isso com algumas outras relações de. não povos necessariamente originais, mas de povos que não estão tempo todo. Se isso se se realizando dentro do nosso sistema capitalista, em relação a como é viver no capitalismo. E o capitalismo faz a gente viver esse mundo estranho através dessa agência sinistra, essa agência que não aparece nada. E vai forçar a gente a aceitar as certas coisas. Eu acho que a gente pode trazer estranhamento para esse mundo e é o estranhamento que a gente procura, busca o que a gente vai ganhar, como a gente vai ganhar. Sem a gente fazer isso a gente não vai conseguir muito longe. A gente precisa produzir nas pessoas estranhamentos, para poder se acostumar com estranho. Freud. Freud tinha uma ideia. Freud vai adaptar o conceito de fetiste do Marx, pro conceito de fetiste, por exemplo. E Freud, pro bem, pro mar, cara muito portante no capitalismo contemporâneo, especialmente porque Freud é o cara que deu para o Edward Barney, o subrinho dele. Todo o Eckaborso importantíssimo para se criar cultura contemporânea de propaganda que basicamente faz o século 20 e faz um capitalismo traduzir o que a gente conhece. É ele que o Edward Barney, isso subrindo Freud, que vai pegar as terrias do Freud, vai falar. Se a gente fizer esses ajustamentos entre desejos das pessoas, a gente consegue fazer a pessoa ao invés de desejar viver, sem ter que trabalhar, ela vai desejar. Sei lá, essa garrafa de cor gacola. Isso aqui é mais importante do que. ela tem por livre. E como isso vai acontecer? A gente vai fazer propaganda assim, a sábado, ela não tem que ser direta, ela tem que ser indireta, ela vai falar com os pulsões das pessoas e tudo mais. Então Freud, pro bem, pro mal, é o cara muito importante para como o capitalismo age. E aí eu acho que é onde esse lance do infamiliar acaba também parando. É que nesse Freud para ele precisa que o infamiliar volte para a família e que o infamiliar se relaciona com a família nuclear. Enquanto o fichere fala, olha, o infamiliar é maior que isso, até porque é a família nuclear que você está colocando aí. Ela tem certa utilidade, mas ela não vai explicar o capitalismo inteiro, ela não vai colocar tudo. E eu acho concordo planamente que a gente. é isso assim, a ideia cheiria, a gente que tipo. A gente tem que utilizar essas relações de. Olha, se você consegue ver um filme de terror, olhar para que ele bagulho trampa caraca, esquisito para cacete. E gostar do filme, entendeu? O filme não é tão difícil entender. Então você pode entender o mundo sem capitalismo. Então você pode imaginar um outro universo. Então você não precisa viver debaixo dessa situação sinista. Eu acho que é possível, agora, como faz? Eu não sei se eu tivesse uma resposta, eu era o líder da revolução, mas eu não sou. Sou um. um. eles jornalistas divulgadores científicos de fichere. E o próprio fichere não chegou nessas respostas. Eu acho que a gente só vai conseguir chegar nessas respostas coletivamente, trocando ideia, conversando, dando ao vivo, e tudo mais. A Danieli Costa comentou aqui, agora que a Dan Curtis e Mark Fischer, juntinhos, isso é verdade, o Adam Curtis e o Mark Fischer, e a Dan Curtis e o Junto. É uma conversa que a gente pode ter depois, aí, falar, adoro falar de Adam Curtis também, porque acho um pouco ouvido no Brasil. Meu próximo foco vai ser fazer todo mundo assistindo o Adam Curtis, depois de todo mundo leus e os marquifiches. Com o microfone dele, galera, ta lida. É uma internet, gente, eu trarei, voltei. Ai, que que? Deixa eu só ler alguns comentários que chegaram. O. Hottia Junior dizendo que o Cupon #Crisicrisicrisi dá um desconto maneiro no site "A autonomia literária". Também aqui a Quese Amaro dizendo que "Foddo Amaurí por aqui adoro o Crisicrisi". "Crisicrisi", ótima referência para quem curte o Fischer. Deixa eu aproveitar isso com o meu comentário e te perguntar para quem não conhece Amaurí. O que é o Crisicrisi? Explica para a gente, por favor. O Crisicrisi é uma banda, né? É uma banda, a gente só para casa, a gente faz podcast, mas ninguém sabe tocar em um instrumento, praticamente. Mas a gente formou o Crisicrisi e o Crisicrisi, porque a gente não tem dia. Eu acho que foi mais ou menos por a época que ele baulou, por exemplo, ele estava começando a falar as suas questões de política e cultura na internet, etc. E a gente entendi que esse campo tá sem. As pessoas não estão falando de cultura dentro do nosso campo da esquerda. Não importa qual nível o Alibão de gente conversou bastante com ele, ele teve lá no Fischer de Fischer e anos, sobre isso, assim, "Pô, tem que. vamos ouvir música, vamos curtir um cinema legal, tá tudo bem, não precisa vir sempre uma palavra de ordem, dá para curtir de outras maneiras, tem maneiras, inclusive, que não tem palavra de ordem que tão falando de questões plíticas, muito prementes, etc, etc. E a gente criou o Fischer e anos para a gente. O Fischer e anos, o Crisicrisi, o Crisicrisi, para a gente falar das nossas obsessões. A gente, como. o primeiro episódio foi sobre o Dan Curtis, a banda não tinha nome, era pandemia, ninguém. E aí também tem isso, "Ah, p*tos, a gente sempre se encontrava em barco, como é que a gente fala agora?" "Ah, vamos fazer uma live, e aí, f*tos?" E f*tos falado "Who Get War of My Head?" Que foi uma série muito grande, sete episódios do Adam Curtis, e deu muito certo, foi muito legal. Aí fizemos a Felipe A online de 2021, falando sobre Mark Fisher, sobre Realismo Capitalista, recente a sido lançado, o Realismo Capitalista, e a gente foi seguindo. A gente foi seguindo, a gente ia fazer uma episódio de Depurde com companheiro de Jões, mas o companheiro de Jões não pode aparecer, com um companheiro muito atarefado, ou que o Jões continua te amando, viu, doutor. Mas a gente sempre trouxe convidados e tal. Agora a gente tá numa situação meio que. A galera tá muito corrida, vida, etc, etc. Mas eu, como eu tenho o meu foco completamente absurdo em Mark Fisher, eu tenho feito um live esporádicas, mas a ideia é continuar fazendo, com pessoas que pensam o Mark Fisher e que trazem ficha para a realidade brasileira, e tem funcionado, as pessoas têm gostado, quem tá se. Ó, olha aquela coisa, se você tá começando a entender, "Vai, viva o primeiro episódio, o lápivitor, Mark, o vítore explica muito bem, é um ótimo professor." Mas depois, vai ter muita gente. E a ideia é trazer todo mundo que tinha alguma forma falha sobre ficha, porque a gente tem gente. tanto daqui da política, a gente da sociologia, a gente tá antropologia. Psychologia, psicanálise é muito forte, o Mark Fisher, direito, tem muita gente que debate o Mark Fisher, toda a galera da música, da crítica musical, da crítica cultural, como um todo. Aí tem gente que fala das cinco ou seis coisas, tipo Sofia, a Celeste do Recife, tipo J.P. Caron, vou falar de música, eu falo "Eribaldo", inclusive teve lá, recomendo muito aqui, a galera que tá assistindo, tá começando a conhecer aqui, tudo mais, recomendo muito lá, o vírus não sou episódio com "Eribaldo", que eu, eu particularmente gosto bastante, assim, é uma conversa bem divertida e muito bom, tá com o nosso companheiro por lá. E é isso, sim, o crise é uma. Pode que é este, mas meio que a gente trata dele como banda, a gente deu nome, que era uma ideia do nome do crise, crise veio antes, a gente monta esse podcast muito antes, e era uma banda que eu, o "Gandre Amaleronco", que é um dos outros companheiros lá do crise, crise, crise, crise tínhamos e falavam-nos que era uma banda que a gente fazia. "Ah, eu fui nem saída a minha banda, crise, crise, crise, na internet, etc." Que o nome era ótimo, porque é muito o nome de uma banda de punk hardcore. E quando surgiu a ideia de transformar essas conversas que a gente estava tendo online numa coisa mais fixa, mais perenne, a gente resolve trazer esse nome, assim como nosso morte, que é o estado permanente de carnaval, é outra coisa que a gente. Pegou a idiota da pandemia, a gente já falava bastante sobre a ideia de que o Brasil, o futuro do Brasil, o Brasil que nós queremos, é o estado permanente carnaval. E esse é o nosso lema, esse é o nosso modificado, a nossa cabizeta, que a gente tem. É meio que isso, é um podcast, a gente tem o site. Se você está curioso, quer saber o que a gente fala, qual que é a nossa, entra lá no crise.lovis, acho que é o último texto. A gente está falando do centenário aqui do Milton Santos, recentemente subindo um podcast que a gente fez em 2021 com a neta do Milton Santos. A Nina é muito legal esse podcast inclusive, maleram que a parte de outro podcast se semana aqui da casaca sobre Milton Santos também. E a gente está falando de bandas de hard core de Nova York, não são coisas de fascista. Alguém se interessa, por isso não sei, mas a gente se interessa. E a ideia é que que era fazer. A ideia é se você se interessa por mercassismo cultural de verdade, vem a ver a gente. Uma coisa que a gente conversou, inclusive lá no episódio, que falou agora, o estado permanente de carnaval, e que a italita já conversou aqui diversas vezes, sempre que debate essa coisa, é o quanto a gente precisa criar uma esquerda legal. Uma esquerda mais feliz, menos chata, uma coisa assim, a estética feia muitas vezes, se zouda. Eu sempre até fui participar de um evento no FPE, e uma menina afirra assim, pode me ajudar com a indicação de leitura, e tal, sou design, eu fiz assim, desculpa, porque design é um japaço desculpa de cara assim. E isso passa por algo que eu acho que é central em ficha, essa coisa de um marxismo libidinal, de recuperar esse. É muito legal quando você assiste uma série assim, mesmo que seja tensa, etc., mas que, por exemplo, quando ele aborda muito, no sinistro, acho que isso fica muito explícito, que é o elemento muito misterioso de uma ação que não aparece, tipo. Tipo ele fala no interestalar, ele fala do Dark Souls, porque Dark Souls tem um estilo mais lento pra o mundo de hoje, pra época, já era pra hoje, é um absurdo. Mas o interestalar não, o interestalar. A galera gosta, você vê que é um negócio que o mistério prende as pessoas. Tem uma coisa legal no mistério, por exemplo, aquela série, eu esqueci o nome da série, que é da mãe que a filha é sequestrada, tal. - "It's all your fault". - "All your fault", é. Que é isso, é um mistério, tal. E ele está debatendo política ali, o depo inteiro, e que as pessoas tão envolvidas, porque o mistério é liprendendo, ele joga ali dentro. Você quer saber o que aconteceu, né? Ainda que a lita tenha toda uma explicação, é dado toda uma explicação, perdendo esse elemento mistério uso, esses elementos que o ficha está buscando muito. Como é que você vê o ficha debatendo? Porque eu acho que esse é a grande contribuição que o ficha tem pra nosso esquerda aqui no Brasil. Esse elemento de esse indiente, pela Mordez, a gente precisa ser minimamente legal. É claro que ele não coloca nesses termos, mas assim, ele vai buscar referências marcosis, ele optar uma galera que está pensando uma esquerda que precisa de tesão pra viver, uma coisa feliz, legal, que nos atrai, que nos faça chegar. Eu costumo dizer que é isso, se a revolução for algo resistível, você não precisa convencer ninguém. Então, é mais fácil você tornar algo e resistir como carnaval. Carnaval, você não vai porque ninguém está ali convencendo o que ele é legal, simplesmente ele é legal. E imagino que em Penambulco, o carnaval. não é que você vai até o carnaval, o carnaval vem até você, o carnaval é acontece. É inescapável, né? É inescapabilidade do carnaval, ela é muito importante por brasíades. Em terbo transformado, o carnaval vem mais inescapável, ou pelo menos se for pra escapar, não vai escapar pra trabalhar. Isso que é terrível, escapar pra tirar um laser, um portante é um laser. Mas sim, temos de estética, o fichereu é um autor muito importante, porque ele enfrenta esse problema, espelando lá um problema exclusivo do Brasil. Obvio, a gente é especial, isso é incrível assim. Poucos lugares têm muitas vezes uma esquerda tão pouco inventiva, tão pouco calcificada, mas é um problema britânico. O próprio Dan Curtis, que eu estava citando aqui, mais cedo ele se recusa muito a ser autorado com alguém de esquerda, porque ele achou mais que vocês mordodoxo uma coisa meio vulgar, meio chá também, um tancavo, meio feia mesmo. Eu entendo isso, porque assim, cara, uma coisa importante no capitalismo tadiu é a estetização da vida. O que ele flosso, bem pro capitalista tadiu, como é que chama, o Império do Femero? - É um lipovetsky. - É um lipovetsky. O que ele fala, como o capitalismo estetizou a nossa vida, e é loucura, porque a nossa vida já estetizada há muito tempo, e algum momento o que a gente desestetizou e agora está voltando a estetizar. Mas as culturas originárias, todas são, tem uma dose importantíssima de estetização, porque é muito importante para os seres humanos comunicar. Mas a esquerda se ocifica muito aqui no Brasil, não só, mas aqui no Brasil é especial assim. É muito ossificada, e assim, não só, isso não é uma coisa de um campo só. Isso super passa a vários, todo mundo da esquerda, não pode ser de social democrata, ou seja, assim de calista, social democrata, comunista, marxista, leilinista, anakista, mas aqui está ainda tem um pouco mais de estética, porque é o único que é ele se desculpa para os amigos, mas assim, aí de a galera que ainda tem uma preocupação, um pouquinho maior com estética, mas muito gostam de muitas bandarrum, e foi desgosta. E é aquilo que você mesmo falou, quando a gente teve lá "Pô mano, vocês vão botar Chico Bói aqui na nossa festa de novo, cara, vamos ver lá". Pô, bicho, pô, um brega, pô, som, pô, fãe, pô, um bagulho, porque a galera que não saia e dá para dançar, e tem consciência social, dá para mexer, é clássico, pô, pelo amor de Deus, sei lá, as meninas falam de consciência social, sabe? "Bom, bom, bom, bom", é uma música sobre luta de classe, então não estão falando de coisas assim, né, uma questão, uma críticazinha contra o governo, ou sei lá, eu falo literalmente de luta de classes, assim, conceito, parque cista clássico, né, básico, portantíssimo, e dá lá, dá na letra, e por que isso não, porque outras coisas não, e por que não está falando necessariamente diretamente, tem que ser extinto, tem que sair daqui, porque a gente não vai ouvir música de amor, e daí, ou de transar, ou de qualquer outra coisa, e isso tem que ser legal, tem que ser bacana, tem que ser interessante, porque assim, de chatização da vida, já basta ir em grega de vangélica, entendeu? Já basta louvor ser chato, sabe, tipo, aí a gente tem que disputar, galera, disputar a imaginação das pessoas mostrando que a gente não tem imaginação, como é que alguém, vai falar assim, eu sou de esquerda, eu sou, né, eu gosto desse campo, quero ser, eu quero melhor pra todo mundo, eu quero que os ricos vão paguenha mais impostos, eu quero que melhorar no existe, e tal, se o negócio que a gente está oferecendo é quadrado, chatos, ou seja, nossas festas são entancadas, para assim, pô, mas eu não quero viver num mundo que essa pessoa vive, porque uma, até porque a gente tem que combater a propaganda capitalista de 100, 200 anos, né, quando a gente é um socialismo realmente existente, quando as principais questões, no acidente, no acidente que eu digo, porque a gente chama de primeiro mundo mesmo, dá propaganda capitalista, era que, a gente parece comunição muito chato, aqui é muito mais legal, olha só assim, rock n roll, olha só isso aqui, olha só isso aqui, você pode comprar com o oito, e tal, e aí, eles que elas estão associando uma vibrancia cultural, que realmente acontece, apesar de ser vinculado a uma indústria, uma vibração ultral portante ali, né, nesse país, associando isso ao consumismo, né, ah, se você consumir isso, pra ter acesso a essa cultura gostosa que a gente está fazendo, mas os países, os países do, do socialismo realmente existente, é chocultura incrível, e outra, não é só aquela cultura dos países, se chama de curtina de ferro, né, os países por trás do pacto de varsophis, países gelados do Leste Europe, Cuba e comunista, Cuba é comunista e alegre pra caramba, Cuba é, entendeu, busca, Cubana é a segunda-megar-música latina-americana depois da brasileira, sabe, isso quer dizer que assim, se Cubana é a segunda-megar-música do mundo, porque a música latina é a melhor música do mundo como um todo assim, depois venhas outras coisas, então assim, se produz cultura só que é, não, os caras são muito chatos e aí o que acontece é você ir lá no vai vai lá aí você vai lá não tá bom cara eu gosto de importar de comunismo aí você vai lá e falo pô e aí vamos curtir o negócio tal não a gente vai no máximo tomar uma caixasta em muitos organizações contra qualquer uso de qualquer droga entendo que alguns momentos ou não cada um decide e vai discutir esse texto do bucar em de 1921 pô no camarada não não entendeu não dá pra ser assim por exemplo acho que é um exemplo muito muito legal tem um livro que eu traduzi que vai sair daqui a pouco pela história sobre influência já foi já passou agora pelo pelo bem-fitoria né pelo pelo apoio né dos camaradas mas tá em prevê eu acho lá no site da ditaura sobre influência chamar babilônia enxamas e o babilônia enxamas ele conta a história dos movimentos de música contra racismo na grabritaia e ele conta principal né o central ali o rock contra racismo o que foi rock contra racismo cara foram monte de carnaval literalmente luta expressão carnaval eles usavam expressão carnaval vários carnavais com monte de banda legal pra caramba tipo reclash e asuade e chupose e slits um monte de banda nossa bacaníssima ali no final do setenta começo os itens tem alves costado e não se quiser é que você costar de música até que dos cara toca lá e fazia xô de graça para todo mundo e falava abaixo racismo foda-se na extrema direita porque extrema direita tava indo bem na época né na grabritaia estava morrendo de medo da extrema direita consegui ganhar algum espaço no final não ganhou nada que aí foi uma agreditante ele tava aquela coisa foi uma outra onda de lutas mas se mostrou que dava que se você trouxer a história certa do jeito certo e com a música boa você pode fazer coisas muito muito impressionantes que nem eles fizeram que foi derrotar um um deixou não front na época que não era qualquer coisa deixou front tem sabe sabe que bagulhera muito feio e conseguiu unir brancos negos de origem afrocar e bem a conseguiu unir suas diáticos né paquistaneses indianos toda essa turma tava lá no mesmo mesmo rolê curte de um monte de sonho diferente legal e assim sem mil pessoas se casando pessoas sem mil pessoas assim é muito louco eles fizeram uma marcha com o semio pessoas pelanglato pel por Londres que é do 14 quilômetros os caras fizeram um papo aqui botar um pouco de som e depois vai ter o festival lá no parque 14 quilômetros todo mundo andando e tal hoje em dia você não consegue fazer isso quer dizer a gente tem algumas tentativas para a questão da palestina tem um tem operado muita gente e conseguido fazer algumas coisas interessantes nesse ponto obviamente na englaterra tá terrível essa situação aqui na flipei que é o né a feira que eu falo a gente se ofre um golpe duríssimo do do lobe se onista por exemplo mas ainda assim compensa porque legal as pessoas gostam se vocês querem saber e essas questões esses pontos agora contra a guerra do irã vamos se unir junto contra a guerra vão fazer shows contra a guerra vamos fazer alguma coisa contra o racismo brasil vamos e são causas que são nossas são do nosso campo são da esquerda e que vão ajudar as pessoas a entender pro bem pro mal falha que zero a campanha contra vocês por um tá ficando cada dia mais interessante tu espero mais a gente precisa deliria ela eu quero isso e acho central isso e é onde a gente vai conseguir fazer essas discussões para aí que tá passando o carro do som na sua rua para fazer deixa eu aproveitar então esse momento para dizer o seguinte a morieu e o e o e o e o baldo aqui a gente sempre defende essa lógica de que se a gente vai falar de revolução é no brasil é uma revolução que é brasileira então a gente precisa fazer nos moldes né a lá brasil portanto num estado permanente de carnaval né um pouco nesse sentido mesmo precisa dar o nosso nosso caudo né a gente dá a nossa cara se a revolução ela é uma revolução brasileira ela tem que ser brasileira e acho que a cultura ela precisa justamente ter esse papel né nesse sentido então algo que a gente é justamente até para a gente tentar se afastar um pouco dessa digamos caricatura de uma esquerda radical comunista que tá de muitas vezes ainda a pegada numa estética a lá união soviética né um pouco nesse sentido evidente que a gente tem que trazer referências né ver entender um pouco do que é importante a gente é trazer para nós aqui as lições mas a revolução é nossa a revolução é brasileira então ela tem que ter a nossa cara tem a nossa assinatura e eu acho que a cultura ela é enfim ela é o o ponto fundamental é a cama que vai dar justamente o essa base né vai ser a base para a gente né trazer então os foros que a gente tem aqui é fazer justamente essa reflexão né uma esquerda que entenda que a revolução é brasileira que é muito sentido mesmo e eu queria aproveitar se quiser complementar com vontade mas eu queria complementar é de uma coisa que eu fiquei pensando aqui um pouco para a nossa conversa como eu disse né eu sei assim pouquíssimas coisas de realismo capitalista de mark fiche mas dentro da aquilo que até onde eu tenho informação conhecimento e tal é essa ideia que inclusive é bastante difundida embora talvez né como o mark fiche não é não está tanto no senso comum digamos mas se houve muito uma frase que está bastante difundida que essa ideia de que é muito é muito mais fácil a gente imaginar o fim do mundo do que o fim do capitalismo de alguma forma eu não sei se isso é uma frase dele aí você pode falar é se é uma frase elaborada a parte do que do que pensou mark fiche mas de antes disso é pensando nas questões de cultura de produções né na literatura ou no cinema enfim como um todo é o que é muito saber se você percebe é a título de percepção mesmo talvez é uma percepção minha muito em geral se hoje a gente tem visto mais produções que estão falando de um fiche que tem um piso que de utopias que tem aquilo né que o fiche ele ele fala sobre essa ideia que a gente precisa imaginar né a gente tem que imaginar o fim do capitalismo a gente tem que imaginar esse mundo que a gente quer e aí diante disso a gente constrói essa realidade que a gente tata que a gente tanto deseja ao mesmo mas me parece que hoje a mudando com enfim esses produtos culturais muito no amplidade estopia do que da utopia então a gente não tá conseguindo talvez imaginar aquilo que nos é utópico porque a gente tá muito pensando nas destopias faz algum sentido tem algum diálogo de alguma forma e estudo que eu tô falando é eu vou fazer só assim eu concordo com você e o herita lita que a evolução Brasil vai ser brasileira tem como isso já foi entendido para a gente que eu concordo e discordo a não ser uma galera que gosta de importar coisas e tudo mais compaíram lista falando que a frase de mais fácil imaginar o fundo mundo que o capitalismo da Ursula Le Guin eu não tenho certeza compaíro vou falar essa a fucke a atribuíro a Ursula Le Guin é que a frase que ela usou já acho que depois de fichar morrer não acho que não que é um dia o direito de vindo dos reis já foi tido como sagrado e mutável isso quer dizer que a gente pode mudar o nosso mundo do mesmo jeito que os direitos reis também foi imaginado como uma coisa completamente natural e aí eu acho que a Ursula entra mais ou menos nesse universo e aí pode ter eu pelo que eu sei é o seguinte normalmente se tribo essa frase tanto ao dídeque os lavoidídeque grande regueliano que influenciou bastante fichas inclusive eleitura de Lacan de Fischer passa por dídeque quando ela atribuiu da Alfred Jansson que é o grande pensador do pós-modernismo que ele vai falar que o fichar fala no próprio realismo capitalista que você pode chamar se o realismo capitalista de pós-modernismo que a pós-modernidade é por si só uma uma questão um ponto de que é o capitalismo realista de ceta realista de ceta forma porque ela vai passar tudo e o jansson friday james vai considerado uma das pessoas que propós-propós essa frase eu não vou lembrar exatamente o nome mas eu sei que eu traduzi isso para um blog meu tempo atrás e sumiu isso para só achar e repostar lá no crise ponto nove que tem um um crítico britânico comunista a de arbrão não é isso o nome dele mas que é um cara importantíssimo que usou essa frase pela primeira vez ao criticar o jota de balade que é um grande autor que fichar gosta muito Faz uma crítica em 78, 79, todo que o balágio ele. era tão capitalista que ele não conseguiria imaginar o que não fosse capitalista e que isso era uma fronta ao comemriso realmente existente, a gente está falando final dos anos 70 e que ele meio que fala para o balar é mais fácil imaginar o fim do mundo, essa distopia que o balar está mostrando do que o fim do capitalismo, que é a nossa utopia que a gente está construindo aqui no mundo do comemriso real, como diz o que pode ser criticado mas que está existindo, que a gente está indo atrás dele agora sobre utopia e distopia cara é muito engraçado né, um ficha ele vai escrever tudo isso a ideia de distopia no capitalismo, no realismo capitalista ela é muito importante ela meio central ela meio começa, não é a ideia de distopia mas essa preferência pela distopia ela começa nos anos 80 ela começa a ficar muito forte nos anos 80, um cyberpunk, um movimento cyberpunk, ele começa nos 80 de neuromancer para frente ele vai trazer muitos distópicos né e essas estopias vão ser possado o nosso mundo exatamente porque a gente não consegue imaginar o mundo elas vão ajudar a travar essa trava que já está acontecendo né, porque autopia fica meio fora de modo já está bom suficiente, já precisa de outras utopias né, vai ser essa desculpa que o capitalismo vai dar por que a gente vive é muito interessante porque é aquilo né, o que o fichere, o que a galera é o fichere, o chama de hiperestição se você cuidar do que você deseja, pode acontecer se você falar o suficiente alguma coisa, se você manifestar aquela ideia com força suficiente ela pode existir, ela pode vir a existir, a ideia de hiperestição, de uma superstição hiperusada, trazida para o real ela passa por isso, e o cyberpunk é um pouco isso porque com a situação que a gente está hoje né, a gente fica cruzando a gente vive no mundo que é uma novela cyberpunk, literalmente não é tipo quando era criança era tipo "ah é que legal, um dia eu quero viver nesse bagulho, eu já ouvi, eu acho um ferno" que nem acharia nos livros, que normalmente os heróis dos livros cyberpunk acham o inferno e esses caras, os bilionários que estão acima de todo mundo hoje, que a quem a gente tentifica com o capital mas não são necessariamente capitales, são uma parte importante mas não são só isso, eles perceberam que a única saída para eles nesse mundo de colapso, tudo mais, é empurrar um mundo para um lugar cyberpunk então assim, essa galera, esses tech bros que vieram inclusive a partir de uma ideia de um espaço como na o livro online, e tal eles entenderam que não, a gente tem que piorar ao mundo porque é só assim que a gente vai conseguir se manter bilionário no topo de tudo, a gente só tem que inchirificar, a gente tem que esmerdiar nos serviços a gente tem que fuder a cabeça de todo mundo, porque ninguém pode ficar em teledista, ninguém pode se comunicar bem a gente pode usar redes sociais para as nossas habilidades de verdade, mesmo assim uma simulação, a gente tem que ser pior que o cinema qualquer simulação porque se não, a gente vai se juntar e a gente está fudido, então a gente tem que destruir tudo que existe entre possível solidariedade, para a gente continuar bilionário para a gente continuar tendo esse poder e mens que a gente tem, e aí é isso, é por isso que vai passar um filme que é uma dystopia, no lugar do filme que é um dystopia, o filme que está pensando numa coisa nova a partir desses fragmentos do que vai acontecer é muito interessante porque assim, existem autores de fícies científicas, por exemplo, que "Extendedly Robbins" são, que "Extendedly Robbins" são um cara que é de cípulo direto da Ursula Caliguin, estudou com a Ursula Caliguin que era o que o companheiro ele citou aqui, que era uma rainha das utopias, ela era muito boa, né, aqui, inclusive, mas era genial, o que "Extendedly Robbins" fala de utopias, ele fala de utopias, ele fala de coisas novas que vão acontecer, tem o filme dele? Não, sabe, e esse aqui "Extended Robbins" é um cara que já está no nível de "Fala-se-n-cara", então eu queria fazer uma. fazer um montão negócio, porque eu acho que dá pra gente fazer um utopiologística, que resolveu o problema da conhecimento global, né, agora é isso, tem Português? Então, ready, eu ainda não li a trilogia de mate, está na minha lista, estou lendo o "Ministro for the Future", né, mas trilogia de mate não tem Português, não tem por quê? "Shay" não sei, entendeu, sei a planeta, tem os direitos, ou em "Banks", que é um outro autor, importantíssimo, desse universo que também é o "Red Mars", "Blue Mars Green Mars", também é um cara que está falando disso, no "Node Global", mas a gente não está tendo essas referências, a gente tem no máximo que acho, mas acho bom que existe, que seja lido, é o "China Melville", que é boa e tem pulaça em Português brasileiro, ou grande lance, algum de vocês ouviu falar de alguns desaltores? Não, por que? Porque não existe sentido hoje em dia pro cinema que consegue fazer tudo isso, é que conseguiria transformar esses épicos, infímpicos, insere, etc, não existe sentido nisso, eles querem fazer aquele cyberpunk triste, óbvio, eu estou muito feliz que vai sair, agora vai ser neuromenso, é pela ponto civi, dizem, mas parece que foi filmado já, eu estou muito feliz que vai sair, assim como o meu namorado estava vendo "Alte Red Carbão" viu umas pais, e falei "nossa, parece muito legal", mas continua sendo essas estopias, só que assim, eu não acho que tem uma tendência de trazer esse mundo distópico, acho que esse mundo distópico, ele já está vindo pra gente, desde o time of the 80's, a gente teve Robocop, a gente teve, e Robocop era uma crítica, então normalmente essas fuga de Nova Iorque, esse fuga são hipercriticos do capitalismo, mas eles são uma forma do capitalismo, você é propria, e o que o Adam Kurtz mostra no hipernormalizei, é ixon, de a gente se acostumar culturalmente com o mundo bosta ao futuro, essa merda aí, e óbosta só de pra vocês, tá, isso aí que tá tendo, isso aí que vai ser isso que a gente quer, isso que a gente vai aramejar, isso que a gente vai buscar literalmente, que é o que a gente tá vendo hoje, os bilionários fazendo, falando "nossa, a gente que é, é transformar em verdade, esse meta verso aqui do. do News Chief, News No Crash, eu vou usar, porque é a minha próxima lógica e tal, mas na verdade é porque a gente quer que seja uma porcaríssimo, a gente quer criar, por exemplo, os Estados Unidos, os caras estão falando umas coisas completamente maluco esses caras do Vale do Silício, os caras estão falando hoje de criacidades, estado governados por empresas, assim, a gente fica sofrendo, eu falo "car, a gente sofre aqui no Brasil, porque a gente tem central, porque o La Concilia, mas cara, a gente tem noção da loucura que é isso, caras, e não é só que as caras vão abrir, o caras já estão experimentando isso, tem um governo de direito, entrou em Honduras, que foi Honduras, né, e privatizou uma parte do coisa e foi criado uma cidade lá que os donos são capital, então o estado agora não consegue, os capitalistas de lá, agora trocou, né, eu acho que é um duras, posso estar errado, costa rica, bacana, não conhecia não, com Peter Reds, o estado agora trocou, o governo ator, acho que é de esquerda, o governo foi pôr, a gente precisa tirar esse bagulho aqui, que está muito errado, né, porque é um lugar que dá para você lá, traficar a órgão, essa se porcaria, e agora não consegue, então assim, e isso uma tendência global, tem uns 10 projetos, aí daqui também ainda não papé, eu estou tentando abrir, de criar essas cidades, esses estados privados, que não tem nenhuma governância democrática, que não tem um partido comunista chinesque, que vai governar, que existe uma instância de participação política dos pessoas, não vai, que é o sonho dos caras atual, que é o sonho de ter o, né, do si, ou seu rei, a história do Carti-Arvin, que é o cara agora, o grande ideólogo do momento atual da extrema direita, especialmente no campo técnico político, né, do Marc Anderson, do Peter Fiel, desses caras que são bilionários, estão ferrando nosso mundo, o sonho é dele, que falou, que eu queria, era que o Steve Jobs fosse um rei eterno nos Estados Unidos, porque ele vai, vai, e o mais salmã de engraçado de tudo isso, gente é um uso essa porcaria desde que era criança, ó, viu, assim, no começo, não é oitenta, no meio dos anos oitenta, e aí, obviamente, quando era criança era criança, como esse neoliberalismo aqui no Brasil, né, foi quando o neoliberalismo estourou, o neoliberalismo criou um bagulho, na, por causa da imprensa, empreendedora muito central, né, porque é o seguinte, o estado é muito ruim, e é necessário, vamos que a coisa pode resolver, qualquer problema do estado é iniciativa privado, venda tudo, né, acho que tudo lembra disso aí, que tem pelo menos perdamidade, vamos vender tudo, porque ninguém é melhor de cuidar com a coisa do que o CEO e tal, e cara, pelo amor de Deus, eu não sei se é, como que está a situação de privatização aí, em Peina Buc, mas aqui são Paulo, todo mundo viu que essa bespe piorou, claramente, depois foi privatizado, ou que a Enel, depois pegou a concessão, que era da ES, ele tropa, ficou a procaria o serviço, e é o avut, tipo de serviço que vai ficar a procaria, não é, pode imaginar, porque ele se estiver privado a ter. Eu lembro da campanha, para encando os cabelo, meu Deus, o Tarsis vai vender essa bespe, é a contra-amão, uma dada de maldita dada de falar isso. Isso é contra-amão do mundo, as empresas estão sendo restas, as empresas de agressão estão sendo restatizadas em todo mundo, porque em 2025, 2024, 2016, a gente vai vender isso. Então, a ideia de fazer, de sempre botar essas distopias na frente, é tipo assim, não é que antigamente, a gente tinha uma utopia capitalista, existe o já, uma forma de ser utopia capitalista, já foi vendida, o mundo vai ser melhor, o Jett, são os homens, uma utopia capitalista de ser ta forma, ou dinheirinho, ou blah, blah, etc. Hoje em dia, o capitalismo vem de mais nem utopia, o capitalismo, o realismo capitalista, tão enraizado, que ele para ele vender, ele se continuá, ele tem que naturalizar a porcaria que vai ter, que os pessoas têm que se naturalizar, tem que se acostumar a viver nessa merda, porque é o que tem para hoje, para bem, isso para todos nós, de deixar o capitalismo imaginar. E o capitalismo tem que bloquear qualquer outra alternativa. Então, assim, utopia, comunista, apareceu assim, pude, mano. E aí aquilo, o Fisher vai citar lá, por exemplo, o Oli, que é uma crítica distópica ao capitalismo, é um filme crítico ao capitalismo, ainda assim, o que eles vão dar um jeito de incorporar isso, vender, vender bonequinho, e tal, e ó, tchau, beijo. E foda-se, vão para a próxima. Terível, cara, terível a situação atual. Mas dá para melhorar, dá para melhorar, a gente tem questões, tem questões vindos, tem gente crescendo e tal. Eu acho que o que a gente não pode é, é desistir. E o Brasil tem uma potência muito grande, a gente sabe, porque uma vez ao ano, nesse país, existe um utopia nessa porcaria de país, chama da carnaval. Uma vez por ano, a gente sabe, a gente espera no calendário, que dá para viver no carnaval. Então, porque a gente não pode transformar esses quatro dias, em 365. Porque a gente não pode multiplicar. Será que a gente precisa do primeiro carnaval fora de época em todo o país, para começar isso? Será que uma mecareta pública real vai ajudar? O que a gente precisa para transformar o Brasil no estado permanente de carnaval? E você sempre é minha questão. E o carnaval é utopia que eu quero. Meu figa, deixa eu estar pronto. Eu parei de beber. Eu tinha que parar de beber, porque as remédias, mas eu parei de beber. Então, para mim, meu figo está sempre pronto com o carnaval. Maravilhoso. Eu avô adotar muito o estado permanente de carnaval. Gostei muito dessa elaboração. Chó, ótimo. Chega de minha carne de carnaval, que todo mundo fala isso. Minha carne de carnaval. Todo mundo adora reproduzir essa, mas em fim, estado permanente de carnaval realmente muito bom. A gente é anti-losermanos. Não é todo carnaval tem seu fim, não. Aqui é carnaval para sempre. Exatamente. Muito bom. Bom, amarei, olha, enfim, gente, que eu te agradecer demais de dizer que certamente a gente vai te chamar mais vezes aí para, enfim, para outros desdobramentos dessa conversa entre outros assuntos, também, dos quais você aí está trabalhando. E que bom, obrigada, mais uma vez. Maravilha. Eu queria agradecer muito aqui, Eri, Talita, sempre ótimo estar com vocês. Muito legal, muito bacana. Gratiz demais pelo convite. É sempre bom falar com gente que está sacando outras coisas. É sempre bom trazer a galera para curtir o que a gente está fazendo. Olha, é. Todo conversa força assim, muito seria muito melhor. Muito obrigado pela colimento de vocês. É incrível uma unção esta daqui. Valeu, Amarei. Obrigado por aceitar o convite. É a prosa. Eu sou facinho, só chamar que eu venho. Até logo, galera, valeu. É pra mim. É pra mim. É pra mim. O Babylonin chama, a gente está em prevenida, gente. Fechou, fechou. É nós. Um bom. Valeu. Bom, tem dois superchets aqui, deixe-me ler pra. Ah, deixa eu só responder a Anaelisa, que Anaelisa faz uma pergunta que é interessante. Ela disse, "Tou um pouco atrasada na live", quando a Talita falou sobre a preenção de milhões com o mandado de busca e a preenção da Polícia Federal. Pra onde vai esse dinheiro, aprendido de hoje, né, do operação de hoje, que chegou aí na casa dos 18,5 milhões. Mas não é só dinheiro. Quando a Polícia fala de aprender e ela sempre dá esses montantes, né? 100 milhões, às vezes chega, é porque tem o bloqueio de bens. Então, os apartamentos, as manções, os carros de luxo, os relógios, joias de luxo. Então, a Polícia Federal, quando ela vai divulgar as operações, ela dá o valor total, a somatória, de tudo o que foi aprendido, que também tem o dinheiro, né, espécie, que tá aqui, enfim. Esses bandidos todos sempre guardam dinheiro vivo em casa, porque eles sempre estão pensando em maneiras de fugir, né? Esses valores todos na divulgação das operações da PF, tem a ver com os bloqueios de bens. Que é tudo isso que eu disse. Caso, manção, apartamento, carro, relógio, enfim. Essas cafonistas todas aí. Eu falo que a gente não existe nada mais cafona mesmo, tá? Porque uma pessoa ostenta um carro de 500 mil reais, ou um relógio de luxo de 300 mil, eu acho que não é gostão. Ah, sinceramente assim, gente, uma coisa. Eu não sei você, eu acho que a fona, eu acho que o negócio não sabe. Tá, eu acho que é muito. E eu tenho relógio, meu carro, meu posto, não sei lá da sua quandra, é ferrar. Foda-se, foda-se, sua ferrarar, e que negócio, mas enfim. Eu escrevi um texto que vai para o. vai sair do próximo vídeo, que um dos têncios é sobre o Copestano. E eu acho que o Copestano, ele resumou bem isso que ele falou. O cabo como o Copestano, ele como o Copo objetivo, manter a cerveja gelada por mais de 24 horas. Mas quem é o Satanar que fica com o Copestano, ele é por mais de 24 horas. Eu não deixei essa cerveja esquentar no meu Copo simplesmente, porque eu tomo um pouco. Isso é completamente inútil, pois esse Copa aqui, ó, que eu ganhei de graça na festa, da conta. Nossa, eu tenho uns 20 desse aqui em casa, das festas, dos lugares, você ficou 5 reais o Copo. Esses daí, desse estilo aí. É isso, é o capitalismo, cara, não compra mais o objeto, a mercadoria, o cara compra. O que essa mercadoria vai gerar de diferenciação em você em relação aos outros pessoas. E é isso, vai pro carro, vai para casa, aquelas casas da estilo Greco-Goyano, que tem uma porta de 7 metros de altura. Meu Deus, que horrível! Bem, bem, uma gosto impressionante, só quer que ele eu distinto, para que eu sei que é uma porta de 7 metros de altura. É assim, porque se você for ver uma casa de rico, mesmo rico, mesmo, esse rico de beijo. Não é assim. Não é assim, é luxuoso, tem exagero, tem claro que tem. Mas assim, não tem a porta de 7 metros. É assim, tem coisa para estatos, mas é outra forma, mas é isso. Hoje a gente vive um mundo em que os estatos ganhou esse lugar, né? E eu acho que o Copo Estão ele é a universalização dos estatos. Você não compra o Copo Estão ele, porque ele é um Copo. Por exemplo, eu tenho um Copo e um Bonitinho que é isso, né? O pobre foi criado como pobre, ele tem um Copo. Não, mas tem esse Copo, mas eu tenho certeza que você tem o Copo da Visita. Não, mas isso aqui é isso, aqui é isso, aqui é isso. Eu tenho um Copo. É a Laura Guayana. É isso, mas é isso, é um Copo. Eu tenho um Copo. Não é o Ori, nem é o Ori original. Mas eu ganhei de presente, eu nem sei, não sei, mas não é o Ori. Mas a pessoa que ganhou tá suave. Nenha subrita, também tem um Copo Estão ele. Aí o ponto é o seguinte, você tem um Copo ali que é o seu uso ali do palco, o D&D. Aí você tem um Copo que você comprou com um design com você, acha legal, para a Visita. Que é basicamente isso que o pobre faz. Você comprou um Copo da Visita. Para quem já é de casa, você vai dar uns outros Copos desse que você tem guardado, mais ou excedicentes. E vai funcionar. E ninguém vai morrer do coração. Não você não vai passar vergonha. A expressão não acha que você tá passando fome. Não, tá tranquilo. É o Copo Estão ele vem e. Pode ver que a pessoa que é orgulhosa no Copo Estão ele. Ele disse assim, "Ci Copos". A cerveja fica 24 horas gelada. E sempre que uma pessoa me diz isso eu faço. Para quê? Para quê, pô? Para nada, pô. Você não precisa que um Copo geli sua cerveja por 24 horas. Sua Copo. Até que você não é a cerveja, num Copo 24 horas depois, ela tá choca. Ou seja, é um rútil, é completamente nútil. Só que não é para isso. É porque custa 100 reais. 150, você diz essa em um. comprei um copo por 150 reais e ele já era vende de quatro horas. É só isso, você compra isso esse ato de dizer que comprou um copo por 150 reais. É, Alias, esse é uma boa um bom termômetro quando a pessoa gosta de ostentar dizendo que pagou mais caro. Meu carro custa 300 mil reais. "Ah, Jesus, olha gente, um ranco que eu tenho, disse, um negócio." "Ah, as pessoas não falarem, você está falando isso porque você tem veja, porque você não tem, não é isso não gente." O meu ranco é justamente pelo malgosto, né, pelo dinheiro. O problema é que você tem dinheiro e tem malgosto. Olha, a relação de dinheiro e malgosto que me dá um negócio, sim, que é inacreditável, é horrível isso. É isso, tem rico, rico, né, tem rico com um bom gosto. Tem, por exemplo, juberto de ou, Alias, foi uma um ser importante pra vocês. "Ada da Lita, tá vendendo o apartamento dele em Copacabana." "Epêntio, vai se treinar." "Em felizmente, ainda no no no no no no planejê ele botou muito rápido pra vender, aí eu terminei, não, é do mesmo completo." "Ainda estou pagando computador aí, achou coessas despesas." É, né, aquilo, imagina o bom gosto que deve ser esse apartamento, esse é lindíssimo, lindíssimo apartamento de Gilberto Gil. Mas é, mas é um negócio de Copacabana. Foi sim, Felizabel, talvez, consideraria, né, Copacabana, muito bolsomino. Então, deixa, deixa aí pra lá. Vou esperar, em outro lugar. Mas olha, vamos lá, tem aqui também, gente, acessei o imã, se o dizendo, "Bonoite, chegando tarde, passei no ato do buraco do lume, no Rio de Janeiro." Só pra dizer o seguinte, buraco do lume, gente, é onde inclusive está o monumento em homenagem, a Maria e a Lifranco, tem lá está a todela, né, que ela tá com a mão, né, fazendo assim, tal. Lá foi, é, é espaço de manifestações, várias manifestações, aqui no centro do Rio, e blocos de carnaval também se apresentam, tem um bloco muito bom que ficou por muito tempo, se apresentando, que é o pagó de 90, e chama que penamô, né, pagó de 90, que eles cantam o pagó de 90, mas o bloco chama que penamô. Só que nesse contexto, de gentrificação, de especulação imobiliária, um processo que tá acontecendo assim acelerado no centro do Rio, o que que aconteceu? Eles, ah, e todas as terças feiras tem batalha de rap no buraco do lume também. Então, assim, é um espaço cultural, um espaço muito marcado por. né, isso. Tem manifestações e ter esses eventos culturais. E foram, enfim, se se quiser até falar mais, mas é isso, tem. no feriado, esses dois feriados que teve na mesma semana, final de abril aqui no Rio, né, que foi tiradente, exição Jorge, colocar um tapume na praça toda, que é uma praça, né. Colocar uma praça marilago, colocar um tapume, porque ali vai ser um lugar que vai se construcer, exatamente ali ou no entor, tem algum empreendimento sendo construído, que é uma outra cafonisse, inclusive, que a gente tá falando de cafonisse, é isso também, nessa cafonisse, de querer, né, não só cafonisse, né, porque muita gente tá ganhando dinheiro com isso. Mas é isso, de construção, de nessa verticalização da cidade, enfim. E mais um processo que a gente tá vivendo aqui no Rio, no centro do Rio, em particular de prédios e prédios em prendimentos em prendimentos, e aí tem esse lugar aí. Então, o creio que se silha, amando-se, foi nessa manifestação, né, se silha. Só me diga isso, eu tô. se faz isso mesmo, ou se alguma outra manifestação aí que não tem nada a ver. E o Bernardo de Beás, dizendo, "Meu professor de ciência política falava da dimensão plástica, o capitalismo, e essa adaptabilidade". De alugando um pouco com o que está acontecendo. - A capitalismo. - Ziza que tem uma frase que é muito boa, que dizia que dizia que, assim, sabe, quando começou os textos dizendo que haviam crises no capitalismo, que o capitalismo ia acabar, logo após a revolução francesa. Então assim, ele é esperto pra ficar mesmo quando tudo está ruim, ele é muito bom. Nunca achem, nunca nunca nunca achem que, porque está tudo muito ruim, o capitalismo. você vai convencer as pessoas que o capitalismo andes graça, porque uma coisa não tem nada a ver pra outra. E o capitalismo é muito bom em se fazer, em se manter mesmo em crise, mesmo muito ruim. Ele é especialista nisso. É uma música muito boa, inclusive, ele está falando dos anos 80, tem um forró dos anos 80, que até hoje as pessoas dão se mostrando que. É isso, né? Dá pra fazer música boa, música politizada, mas o refrão é muito bonito que dizia assim, "boi com cedo e bebilama, barriga cedo e barriga cedo não dá fome, não dá sono." Eu não sou dono do mundo, mas tenho culpa por que sou filho do dono. E eu acho que essa música é muito bonita porque ele fala de desigualdade, fala da natureza que vive na fumaça, fala da criança, fala da TV, fala de um monte de coisa, e eu me volte a esse. "boi com cedo e bebilama, barriga cedo e barriga cedo não dá sono." Eu não sou dono do mundo, mas tenho culpa por que sou filho do dono. E é um chamado de responsabilidade, né? É isso, porra, beleza. Tudo é com Deus quer, e ele usando a linguagem do sertanejo, né? É isso, né? Tudo é com Deus quer. Mas, veja, você é o filho do dono, porra. Você tem responsabilidade sobre isso também. Acho que essa música é grande e poeta, flávio José, grano gigante do forró, poeta, impressionante, o sofoneiro incrível, flávio José, essa música é belíssima. Muito bom. E aqui se se ele é manso dizendo, "Chicolencarta em cedo admirável, ele conseguiu eliminar e suspendendo a supressão das álopes". É isso, né? É a cafonista. Que a corta no árvore, gente? Vai ficar conseguindo prédio. Estesa, viu? Ah, o projeto saiu do Barro, planejado do Barro Privatesado, que João Campos está privado, ano centro-resif, né? Aí saiu os projetos de umas ruas e aí vai ser aqueles prédios espelhados no lugar de prédios históricos do Brasil colonial, ele vai botar tudo prédio espelhado. Eu não sei como não tem ninguém para dizer assim, é bicho, isso é crime, porra, que vai destruir um patrimônio aqui, hein? Ah, não, pelo visto pode tudo. Afinal de contas, ele é o futuro da esquerda. Não é mesmo. É exatamente o tamanho. E é um príncipezinho, né? Tá bom. Bom, Lucio quer dizer, bom, não tá, né? Mas vamos terminar aqui nosso programa hoje, só agradecendo aqui Luciano António da Silva, que renovou a sua assinatura. Então seja bem vindo mais uma vez ali a sua contribuição como membro. Dito isso gente, se e o último oral, olha só, você fala inglês, tá vendo? Já que o dia foi, foi de falarmos Estados Unidos, né? Esse encontro aí de Trump com Lula. E então é isso gente, bom noite para vocês. Amanhã a gente tá de volta aqui, a partir das 17, 30, ao vivo antes acompanhe Mauro Lobs lá amanhã Brasil, a partir da 7 da manhã, e a gente vai estar aqui cinco meia da tarde. Aguardamos vocês. Tchau, tchau gente, até amanhã. Até amanhã, valeu.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O apresentador inicia o programa "Noite, Brasília e Cultura Brasileira", pedindo engajamento do público com curtidas, compartilhamentos e inscrições nos canais Faro Brasil e Cortes Faro Brasil.
  2. Ele incentiva apoio financeiro via super sticks, super chats e membresias (a partir de R$ 4,99), que garantem acesso a conteúdos exclusivos, como análises e leituras.
  3. São anunciados convidados
  4. O apresentador critica a votação do PL das terras raras na Câmara, aprovado com apoio do PT, PDT e PSB, enquanto PSOL e PCdoB votaram contra. Ele defende a criação de uma estatal para o setor.
  5. Ele critica o governo Lula por manter um discurso de soberania vazio, comparando a gestão das terras raras à exploração histórica de ouro e café, e alerta para a falta de ação concreta da esquerda institucional.
  6. O apresentador conclui que a esquerda radical precisa se organizar para disputar o poder após o ciclo petista, saindo do "discurso de boné" para uma política efetiva de soberania.

Summary:

O programa inicia com o apresentador pedindo engajamento do público e destacando a importância do apoio financeiro via membresias para manter o canal. Ele anuncia a participação do deputado Renato Freitas, que enfrenta mais um processo de cassação pela Assembleia Legislativa do Paraná, liderada pela extrema direita. O apresentador também menciona eventos de Jones Manoel na Bahia, abordando temas como soberania nacional e o papel do Estado.

Em seguida, ele analisa a reunião entre Lula e Trump e critica duramente a aprovação do PL das terras raras na Câmara. O projeto, votado com apoio do PT, PDT e PSB, é visto como um "entregismo" que repete o modelo histórico de exploração de recursos no Brasil. O apresentador defende a criação de uma estatal para gerir as terras raras, comparando a situação ao que países como EUA ou França fariam em posição semelhante.

Ele critica o governo Lula por manter um discurso de soberania sem ações concretas, exemplificado pelo uso de "bonés" simbólicos. O apresentador conclui que a esquerda radical precisa se organizar para disputar o poder pós-Lula, saindo do "discurso de boné" e construindo políticas efetivas de soberania e desenvolvimento nacional.

FAQs

Você pode curtir, compartilhar e se inscrever nos canais Faro Brasil e Cortes Faro Brasil. Também pode enviar super sticks, super chats, ou se tornar membro do canal a partir de R$ 4,99 mensais.

Hoje temos o Mauri, que fala sobre América Latina, e o deputado Renato Freitas, que discutirá seu processo de cassação na Assembleia Legislativa do Paraná.

É um marco regulatório aprovado na Câmara dos Deputados que trata do controle das terras raras. O programa critica o projeto por ser entreguista e defende a criação de uma estatal para gerir esses recursos.

Lula disse que não quer que as terras raras sejam tratadas como o ouro ou outros minérios na América Latina. O ministro de Minas e Energia também defendeu que o Brasil não seja apenas fornecedor de matéria-prima.

Ele critica o PT por fazer discursos de soberania, mas na prática apoiar políticas que favorecem o capital privado, como na votação do projeto de terras raras, onde PT, PDT e PSB votaram a favor.

John participará de debates na Bahia e em Recife, incluindo eventos na Universidade do Estado da Bahia, na Ufba, no Sinde Química e na Casa Maria de Franco, sobre temas como soberania e desenvolvimento nacional.

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