El caos controlado de los sistemas distribuidos: Evolución, Arquitectura y Seguridad
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A conversa entre os participantes aborda o sono como um fenômeno natural e universal, muitas vezes subestimado ou mal compreendido. Carlos Luz inicia destacando como o sono é "estranho" quando refletimos sobre ele: passamos cerca de um terço da vida nesse estado, que não é simplesmente "desligar", mas sim um período de intensa atividade interna, com uma consciência própria. Os biólogos explicam que o sono está presente em todas as espécies, desde bactérias, e sua função principal não é apenas descansar, mas realizar uma limpeza bioquímica do cérebro através do sistema glinfático, que remove resíduos como proteínas amiloides, evitando problemas como o Alzheimer. Eles criticam práticas como o sono polifásico, que fragmenta o descanso em períodos curtos e não permite a limpeza adequada, levando a déficits de atenção e memória. Também mencionam que o sono bifásico, comum antes da Revolução Industrial, era natural e incluía um intervalo noturno para atividades como relações sexuais. Por fim, alertam que acordar no meio da noite é normal, mas o uso de dispositivos eletrônicos nesse momento pode prejudicar a continuidade do sono. O episódio promete explorar ainda distúrbios do sono em futuras conversas.
[MÚSICA DE FUNDO] Você, Carlos Luz do meu coração, não divulgou a Lai de Ainda. Eu estou divulgando a Lai de Ainda. Aí a gente chega atrasado, e aí as pessoas. Eu estou enrolando. Eu estou enrolando a Camila para dar tempo do GCE para esse aqui embaixo, com os nossos nomes. A gente agora tem nomes em baixo. -Ei, vamos lá. -Como vocês? -E milho garcia! -Não, mas não dá para ir colocar o GCE, é hora que ele quiser. É hora que coloquem nós dois, aparece o GCE, já apareceu. Carlos Luz! Aí agora a gente passa para a outra câmera falando "Camila, massuda!" E o alto aí maravilhoso, alto aí soja. -Que fique registrado que eu não me atrasei. -Não, não se atrasou, não se atrasou, é verdade. Mas aqui assim, a gente chega. Aí a gente é muito amigo, a gente acaba tendo o papo. A gente só se encontra para trabalhar, a gente não se encontra para ter um evento social. Aí a gente. -Como você me confuma? -A LS. -Isso. -Isso. -Vamos à roba. -Devoguei. Obrigado. -Vamos conversar sobre essa coisa estranha. -Então, o caso. -Chama da Sons. Primeiro, deixa eu falar "O alto aí já é da casa". -Ele vai voltar outras vezes no próximo mês, que a gente já dá uma combina no outros temas. Muito bons que a gente vai trazer aqui para vocês. Aí a sugestão da alto aí foi a gente falar de Sons. E aí o Carlos Luz já começou falando uma coisa que eu estava saindo para pegar algo. Você falou "Sons é uma coisa muito estranha". É, porque assim, gente, todo mundo dorme aqui que está assistindo. -Espero eu. -Não, que você não sempre morre. -A gente muitas vezes normaliza o absurdo. -Sou numa coisa muito absurda. -Por quê? Você desligar o computador. Você desligar a metade de um dia inteiro. A gente acha isso normal porque a gente desde quando nasce a gente faz isso. Mas não é estranho quando você para para pensar. -Não, para começar um metade da sua vida. -A paga. -Um terço do dia. -Um terço, né? -Nos nossos casos. -Mas ou menos um terço do dia. -E que você estava? -Acho que sim. -E que você estava precisando. -Acho. -Cê acha por que você. -Temos forte ser evidença. -Porque você precisa dormir. -A primeira coisa que é importante de entender é que é diferente de desligar o computador. -É diferente. -Desligar nunca dizer que não tem atividade. -E isso é o povo. -Não tem movimento. -Não quer dizer que não tem atividade. -Cê desligou uma parte. Na verdade, se desliga tudo, mas continuo internamente continuo uma atividade muito grande. A gente até chama que é uma nova consciência. Você tem a consciência do sono e a consciência da vigília. Você não vê você mesmo, dormindo. Mas existe uma consciência ali. -Oso. -Então, na verdade, -Atem por isso que a gente soa. -Isso é um dos fenômenos. O interessante tem dois temas que são tão comuns, tão disseminados em todas as espécies, que as pessoas acham não param para pensar sobre. Apesar de eu começar, eu sou um pesquisador há alguns anos, na área de medicina do sono, mas de uma década, na verdade, começou de forma meio. -M meio por coincidência. -Se troupeçou no assunto. -E se troupeçou do principal. -É, mas é um assunto que para mim é muito caro. Eu gostaria de, até a gente já combinou, de que esse episódio não, porque as pessoas. As pessoas usam redes social como se fosse um oráculo para resolver problemas delas. -E aí, então, nem se fala agora. -Pois é. A ideia era apresentar a ideia de sono, as curiosidades sobre o sono. E tanto é que você deu a deixa, depois a gente está pensando em um outro episódio sobre problemas de sono. -Sobreus distúrbios do sono e tudo mais, que a gente vai falar mais especificamente de cada um desses anos. -Como, por exemplo, ter filhos. -Cê distribuiu do sexo. -Então, isso é a segunda coisa. Então, quais são as duas coisas mais disseminadas? Que a gente naturalizou tanto que a gente não dá importância. -Sono e sexo. -Que acontece em muitas espécies. -É uma das bases da reprodução, é tudo. -Então, assim, e o sono também. O bactéria d'orbe. Assim, qualquer organismo. Até o uniceloar. Se você coloca lá numa plaquinha, é um organismo uniceloar. E vai vendo você monitora. Não eixo x, você coloca o tempo, não eixo y, quanto que a bactériazinha se movimenta. -Atividade. -Atividade dela dentro de um. -Tem períodos de maior e menor atividade. E se você olhar esse período de maior, menor atividade são sistemáticos. -Oh, é, é. -São ciclicos. -É, também. Bactéria, de um ser te sentido dorme. -Pois é. Então, é tão imemorial e insociável, que as pessoas acham que não têm que se preocupar, só se preocupa quando dá ruim. E a ideia não, a ideia desse episódio, assim, agradeço muito a gente estava conversando, a Mila, né? Vamos falar alguma coisa que tema a gente ficou deliberando e sono, pelo menos a parte divertida do sono, é uma coisa muito interessante, assim. -Na verdade, verdade. Hoje a gente não ia falar de sono. É que veio essa primeira ideia de falar de sono. Aí eu já passei para a equipe da toca. Aí depois a gente falou, "Não, vamos. " -Tive uma outra ideia. -Tive uma outra ideia que era também com a ideia de trabalhar sono, só que especificamente, não só me querido carlos rua. -Não, então, eu tive três ideias. -Tive três ideias. -Não, não se aconteceram. Porque a gente tem um matâmbio, porque a gente não vai anunciar o estesquito putaria na tâmbia. -É, tá. -É, tá. -É, o segundo o ítero da tâmbia, que é outra coisa que a gente acha normal, e porque é normal. -Ele só se. Das quatro ideias que a gente teve, uma era falar de sono, que é o que a gente vai falar hoje, de características gerais, aí a outra era um jogo que a gente. -A gente pode fazer ainda. -Vem o que vocês acham aí. Era cada um de nós trazendo um tema e ver quem ia manter mais o interesse de carlos rua. -Não, usa a frase correira. Cada um ia trazer um tema e a gente ia ver qual ia deixar o carlos rua mais tempo acordar. -E a gente vai ser usado. -E a gente vai se referir pedendo coisas por trás. -E a medida do seu interesse, se você durmionou durante a explicação do tema. -E que imagine que eu tenho isso. -Porque é o daí esse homem, homem mentiroso. Ele fala que ele colocou o óculos de sol, porque hoje foi o bíacit social. E na verdade ele colocou o óculos de sol para dormir durante a live. -É, não. Na evolução não tem aquele nome convergência. Aquilo que o bicho evolui, não que ele quer chegar lá, mas acaba que, por acaso, também serviu para as coisas. Eu descobri outros coisas interessantes por usar. -Ora uma ex-adaptação. -É, é uma ex-adaptação. -Tem mais a defesação do meu social. -Eu não sabia que eu poderia dormir na frente das pessoas, continuar demonstrando super interesse e tá tudo bem e acordo. -Já emendo ali na conversa. -E eles desenvolveu a habilidade de dormir, solrindo. -Dom o solrindo. -Precione. -Porque eu não pode queixo. -E isso que é importante, você não desfalasse. -É. -Mitereça seria. -Não, eu fico morto muito louco. -Ela segunda, a e a outra era falar de. -Talvez ter. -Não, o apotariera us. -Talvez ter us do sono. -Primera era destúrbios do sono. -O que? -Va acontecer. -Va acontecer. -Muito provavelmente mês que veio. E a última que a gente chegou e falou, "Não, podia falar de apotaria também". -Exatamente. -E isso? -E a manter Carlos Rua atente, será? -Se isso não montiver meu Deus do céu, né? -E a te manter atente, o amor. -Carido, isso é casado a 27 anos. -Não, ser casado não seguir. -Não, não ser significado. -E o tema não se interesse. -Não me bode, coloque. -Cê são biólogos. -Cê são biólogos. -É um tema que a gente inclusive, abrindo para público, saiu a teia da vida, só pegar o livro hoje. E a gente já está pensando no próximo livro de biologia porque a gente em primeiro lugar foi um sucesso em segundo lugar que a gente zimpolga com o tema. -Claro. -E aí, o próximo tema "Talvez seja putaria". -Opa. -Cê ele é sensual? -Cê ele é sensual. -É sexo, em geral. -É sexual, em geral. -E a gente ainda não é fechado, mas é uma ideia porque a gente gosta do tema. -Muito. -Pros biólogos é. -É o tema. -É o tema. -É o tema. -É o tema. -Aliás, o tema da vida ficou fantástico. -E esse livro ficou fantástico. -Muito. -Fantástico. -Fantástico. -Muito legal. -Os capítulos curtos, assim as ideias. -Cê foi fantástico. -Redondinho. -Ais, Carlos Duas, volte ao ponto de você achar o sono estranho. -Ai, antes de entrar na escuro-osidade, vou fazer uma provocação para os biólogos. -Ah, é uma provocação, então. -Ai, é. -Vamos ver esse tipo de pessoa. -Não. -A ideia da gente de dormir é disso de normalizar. É porque nós temos o Sol no nosso sistema solar e que faz um planeta terra, um terço de sua rotação. Fique escuro. Então, desde as primeiras bactérias, desde os primordas, as espécies vão ser adaptando. E opa, ficou todo escurinho. Papapá, a gente precisa recarregar energia. A gente aproveita esse momento para dormir e vamos se adaptando. As espécies foram evoluíneos todo mundo dormem, mas por causa desses fenômenos. Sim, outra galáxia. Os fenômenos foram indiferentes, por exemplo, planetas que demoram, sei lá, um mês até escurecer. Talvez. -Não fosse comum as espécies desse planeta dormirem um terço de 24 horas. -Mas, você está esquecendo uma galera que entra em atividade à noite. -É que tem algumas coisas que a gente tem que levar em casa em todo mundo a noite. -A gente tem que dormir a noite e pode ser um produto de algo que já existia. -E quando o Altair fala de bactérias que têm ciclos, em que ela está mais ativo ou menos ativo, em nenhum momento ele afirmou, por exemplo, que o ciclo são de 24 horas ou ligado à luz. -E esse é o primeiro ponto. O segundo ponto é que você tem organismos diversos que vivem na escurida ou tempo todo, que também dormem, que também não está ligado à luz. -E aí você tem muitas espécies que nos inclui que os ciclos de sono e de acordado sim estão ligados à luz. -Então estar ligado à luz pode ser um problema.
O produto secundário de aú que já existe em outras espécies, que é o momento de maior e menor atividade, talvez ligado a características bioquímicas do funcionamento do organismo e não a presença de luz. O Ovo a delante relacionado a outra coisa que vem junto com a luz em grande parte do planeta, que é um aumento de temperatura. Que é um aumento de temperatura. Como é bom conversar com biólogos que está vendo. Já dou as partes da resmata. É muito bom conversar com pessoas inteligentes da verdade. Mas é isso. A gente tem que tomar cuidado, porque isso em biologia não falando para ruas. Porque quando falem em aspectos bioquímicos, você vai ter uma melhora na atividade da atividade de insímas e de reações, quando você tem um aumento de temperatura. Se for muito, é um problema também. Desnatura de proteínas. Se for muito baixo, aí não acelera, mas tem esse momento. Imagina, esquenta um pouquinho ao momento ótimo para você ter em atividade. Esfriou um pouquinho o que acontece à noite, abaixo um pouquinho a temperatura normal, que tem uma baixa no metabolismo. Esse é um momento ideal para talvez tirar uma sonéca. Não significa que não tenham assim outras situações, em que isso tem organismos que dormem mais à noite, tem organismos que passam por períodos de torpor curtinhos. Às vezes não é. São uma sonéquinhas, mas aí tem uma queda no metabolismo altíssima. Por isso que a gente vai chamar de torpor, e não de sonéquinha. Isso. E é importante separar sono. Asono tem a ver com a ausência de movimento, em geral. Mas sono é diferente de coma, sono é diferente de se levar um local. Sono é diferente de você, por exemplo, usar drogas demais e desfalecer. O uso de drogas na verdade gera problemas na arquitetura do sono. Definindo o sono. Ele é um comportamento imemorial. A gente nasce com ele, faz parte das nossas funções. Na verdade, a grande função do sono, porque tinha durante décadas você teve disputas sobre qual era a função do sono. Porque é algo que começa desde as bacterias a partir de um organismo muito simples. Você já tem variação dos movimentos de atividade e natividade. E aí qual seria a grande função do sono? É muito décadas se discutir sobre isso. Mas na verdade, parece que tem um conjunto de trabalhos, que o trabalho final foi um paper da science de 2013, baseado no outro trabalho de 2007. Quando eu falo, um trabalho não é só um, mas sequência que chegou nisso. Parece que a função do sono foi exatamente o que vocês falaram, que é a função bioquímica. Todas as outras funções relacionadas à luz do sol, a evento ambientais, decorre dessa função bioquímica, que o nosso organismo, ele é basicamente uma bomba bioquímica de várias coisas. E toda a reação química gera, boa parte das reações químicas, geram subprudutos. E esse subpruduto, se forem muito acumulado, geram problemas para o organismo. Então, parece que a grande função do sono é uma função de limpeza, sobretudo do cérebro. E aí, assim, isso foi, começou nos anos 90, que desdiscubriu desse sistema. A gente tem no corpo o sistema limfático, tem a limfa e tal. E aí, o sistema limfático tem algumas funções, mas não se achava que tinha limfa no cérebro. Até mais ou menos 2006 ou 2007, que descobriram o sistema glinfático. E ele só funciona durante a noite e no sono. Então, parece que, quando você dorme, depois você vai explicar o mécanismo, mas tem uma série de reações, durante uma parte das fases do sono, o seu cérebro aumenta a quantidade de líquido. Ele linge um pouco. E quando ele linge, a concessa de iluição de algumas substâncias que foram resultados da ação dos neurônios. Então, é como se enchasse e depois ele desintia. E essa substância, é meio que tivesse um ralo e desce os detritos. A gente bate uma água no cérebro quando a gente está dormindo. Bás que a gente é meio guirada para tirar. E saber do que você abre o bar de manhã e você passa aquela água. É tipo isso. E aí, as principais substâncias que são depletadas ali, pelo sistema glinfático, são um tipo de resido das proteínas que são os amiloides, que é o mesmo que aconteceu acumulando muito geral ao Alzheimer. Então, esse sistema glinfático, ele foi descoberto, descrito, com um sistema de limpeza. E depois, foi visto que ele é visto praticamente todos os animais. Então, parece que essa é a grande função inicial do sono. Durante o dia, você exposta várias tarefas e desafios, isso gera residos, gasta a máquina e você está linda. E isso é um resultado. O meu braço está mexendo, os meus músculos também estão gênero no resido. Não é só do cérebro, mas especificamente a gente está falando de cérebro agora. Então, quando você pensa em faz exercício, por exemplo, você tem desgaste, aí o sistema glinfático trabalha durante o dia todo. Mas no cérebro é sua noite. E aí, a gente pode começar a desmistificar algumas coisas. Você já vê no falar do povo do sono polifásico, isso aquela galera faria a Alzheimer, que acha que quer ser eficiente, confunde desenvolvimento com o progresso e a eficiência, aí fala se não, dormir é perda de tempo. Por mim é perda de tempo. Então, o que eu tenho que fazer? Eu tenho que dormir o mínimo possível. Duirme duas horas e acordar de novo e voltar a trabalhar. E aí, ainda bem que hoje está menos fã, mas temos isso que é chamado Ubermente. Ubermente é super homem, né, em Alemão. Que é assim, as pessoas tapado, que faz isso, é o sono polifásico que você dorme em períodos de 20 minutos. Então, imagina. Nossa, é que terrível. O horrível. Sabia que tem um bicho que dorme em períodos de 20 minutos, que é o pinguinho. As pessoas queriam ser parecidos com pinguinho, da sua vida desgraçada. Quando minha filha nasceu. Você dormiu em pídeo do pinguinho. Eu passei por isso, irmão. Eu tive essa experiência. Eu feriu o peio, um mim por 20 minutos, é terrível. É terrível. Agora, sem entender o vídeo do pinguinho, ele vive assim. Ele nasceu assim, eu morri assim. Eu não. Todas os pinguinhos que tiveram assistindo, eu entendo a moixa de vocês. Coitado. E tem do seu sofrimento. Por isso, ele parece meu som, assim, né, na verdade. Sempre meu dormindo, você não sabe se ele está acordado do pinguinho. Então, a galera do sono polifásico, eles tentam dormir em períodos curtos para maximizar os períodos de atividade. O que acontece? Uma das primeiras coisas que compromete quando você está com o investe de sono é a sua capacidade de atenção, porque você tem que se autoritorar. Então, você nem consegue perceber que está cansado. E logo você acha que está funcionando. Só que aí, todas as suas tarefas, começa a bater o carro, começa a esquecer coisas, começa a ter problema de memória de curto prazo. Eu te falo uma coisa, o que eu te falei mesmo? Esqueci, eu falo 30 vezes. Então, por exemplo, uma pessoa que está privada de sono por muito tempo, ela começa a esquecer o que ela acabou de te falar. Por exemplo, isso é um sintomo muito comum, né? Então, assim, primeira informação de saúde pública. Sono polifásico é balela. Não existe. Não existe. Não está tendo a limpeza necessária. Exato. Está acumulando um lixão no seu ser. Exato. Então, existe diferente de dizer, por exemplo. Estou acontecendo com a tupa sobre isso, sobre um artigo. A artigo que se é o recentimento de que falou que o nosso sono, ele era. Bifásico. Isso é diferente. Que é diferente, porque não sou no bifásico, eu dormi três, quatro horas. Aí, depois eu acordo, naturalmente, do coloco, um despertador, pra me acordar. Faço alguma coisa, e que isso, na antigüidade, deveria acontecer. Tem evidências disso. Depois eu vou voltar e dormir mais três, quatro horas e no. Isso é muito interessante, porque na verdade, a gente tem o sono unifásico. Começou a posa revolução industrial. Sim. Por causa da iluminação, da cidades e tudo mais. Antes, se você for para pensar assim, faz sentido lógico. Então, você vai, chega a seis da tarde, imagina, não tem luz. Seis da tarde, comece a ficar escuro. E fica muito escuro. Você sabe que você já fica escuro. Você sabe que não dá pra ver nada. Você não consegue ver o seu dedo na frente do seu olho. Então, é menos na lua cheia que dá uma. Mas, na maior parte do tempo, você vê nada. Então, aí o que acontece? No período pra industrial, as pessoas faziam. Ela usou em um dormir 6, 7 da tarde, na da noite. Aí acordavam ali, em meio à noite, 11 horas. Ficava umas duas horas acordado até a uma e depois durmia até de manhã. Então, é um sono oifásico curto. Tem um período de um, um períodozinho curto. Inclusive, nas primeiras bíblias. Até antes do período medieval, as primeiras bíblias, no sermão da igreja, o padre recomendava que o melhor período de fazer filhos era nesse intervalo. Era na uma orinha que se acordava descansada. A bimbadinha de Jesus. Olha que maravilhoso. A bimbadinha de Jesus era de. É, era ali. Sono bifásico, mais conhecido como a bimbadinha de Jesus. Exatamente, que é o período entre esses sonos que você não é exerido. É interessante. Ah, é interessante. E aí, nesse história, você teria 5 horas de sono, mas ou menos, você teria tempo de fazer os ciclos do sono completo. Sim, isso. Mas, poderia pra fazer isso hoje em dia. Então, você dormia 6, acordava a minha noite e voltava dormir 2. E, como eu só saí umas notícias agora, mas recentes assim, eu vi em vários lugares, mas isso já é bem conhecido por trabalhos assim, que parece que tem muita gente reclamando o que está acordando no meio da noite. Tá. Sabe? E é muito interessante esse trabalho. Por que? Normalmente, você tem uma lente. Você tem um período de acordar no meio da noite um pouco mais. Você tem uma menor lentificação do sono, né? Durante o meio da noite. É o momento que a galera. Muita gente acorda pra fazer tixi, por exemplo. Mas é normal. É totalmente normal. Você tem um grande ciclo do sono, um ou dois. Aí, você dá uma. Entra um pouquinho na vigilha, às vezes, nem lembra. Depois, dorme de novo e tem mais um ou menos. Isso acontece mais ou menos com todo mundo. O médio da população é o funcionário desse jeito. Eu estou falando que acorda as três da manhã. E isso. Só que qual é o problema? Você dá aquela cordadinha a três da manhã? Tente de fazer o tixi volta. Você pega o celular. Lascose. Aí, você vai acordar de verdade. Isso. Lascose. Então, só que. Por que agora está ficando mais prevalente? É porque a população está ficando mais velha. Tá. Em ser uma das razões. Isso é comum em pessoas mais velhas. Quando fala mais velhas, partidos 30. Por exemplo, não é que pessoas mais jovens não tenham essa lentificação também no meio da noite. É que você começa a notar mais. Tá. Então, você fica um pouquinho mais leve. E também parece que tem um efeito do aquecimento global. Que faz sentido, como é que tem que calou, diminuir a qualidade do sono. E aí você vai ficar mais leve. O sono vai ficar mais leve.
-Vou tentar atividades quenta. -Muito bem, exatamente. Vem com a sua hipótese. Você tem o período "Rain" e não "Rain do Sono", explicando a fisiologia da coisa. O sono tem dois processos, que é o processo "S" e o processo "C". Para mim não faz sentido porque "S" e "C", é o "S" super aqui as máticas. Eu lembro disso. Na verdade, é o processo "C". O processo "C" funciona assim. Fico escuro. Imagina uma situação normal, ficou escuro. Não entra mais luz pelo seu olho. Tem uma área do seu cérebro. O seu olho está aqui. No final dos olhos tem um nervo, que é o que asma óptico. Acima do que asma óptico no seu cérebro tem o núcleo super aqui asmático. Esse núcleo super aqui asmático é fundamental para o sono, porque ele produz principalmente a melatonina. Quando você tira luz, parece que o núcleo super aqui asmático percebe, "Ah, está sem luz". Então, vou soltar a melatonina. Vou começar a soltar a melatonina. É por isso que, por exemplo, para muita gente, dá umas 9, 10 da noite, dá um soninho. Dá aquele comecinho de sono. Às vezes, um pouquinho está. Isso. Dá aquela sonha que é independenta em gente que já dorme ali. Aí, eu não queria super aqui asmático. Ele manda uma informação primeiro, ele manda quando você deita. Então, assim, "Tá aqui, está com o soninho não é assim". Mas, não, agora eu vou dormir. Aí, você deita. Comece a aumentar a melatonina, por exemplo, no cortex motor. E aí, o que acontece? Para você relaxar e mais do que isso, para você não se mexer. Sim. Então, o que acontece? Já aconteceu isso com o Ruas. Você está começando a dormir, está de olho fechado, assim, de repente você dá um. Sim. Entre milique. Ah, isso é que eu acabei de lutar. Você cai de um preto. É isso, sim, não é? Exatamente. Tanto aqui, quando você é adolescente, eu criança, acontece muito. Você está um bairro da chute. Isso é quando você está crescendo. É você é adolescente querida. Ah, gente. Acabamos fazer a unha do pé. Para ela ficar bonitinha. Ela falou, "Não, calou, pode encostar e relaxar." Eu dei essa durmidinha e dei um chute. E ela achou. Você dá um pico da nela? Não, e ela achou que ela tinha me machucado. Que eu tinha feito um tipo um "I". É o que você vai achar, isso, né? E aí eu falei, "Não, não, eu só dei uma durmidinha." E ele tem esse. E isso? E isso? Então, isso é ação da melatonina no cortex motor. Tem gente que dá, por exemplo, nessa fase do sono, que é a fase inicial, tem gente que dá muito forte, de verdade. Pessoalmente, pessoas mais velhas, né? Porque aí o cérebro já não está funcionando tão bem. Ele dá muito forte. Aí chama-se endroming da perninqueta. A pessoa acorda por causa do movimento. E aí entra num lupia, a pessoa não consegue durmir. Porque, duas vezes que vai melatonina no lado ao choque, e da o chute, volta e fica perdido nisso. Eu lembro de um caso, não instituto do sono, que era um senhorzinho bem velhinho, 277 anos, matou os alênios já. Aí a gente vai fazer polícia onografia dele. Ele foi endroming com uma rica de madeira. Uma rica de madeira, assim, uns 40 centímetros. Ele levou a rica dele. De defimação dele. O que vai fazer? Ele é uma fernando. Aí ele entrou lá. A gente chama a plana. Aí ele foi em durmir a gente botou lá os eletrodos nele. E tal, ele deitou. Aí chega no meio da. Ele começou a durmir a gente ver, num monitoramento assim, e ele vai falar, "Tá, começa a durmir." Ele pegava. durmindo. Pegava a rica e a bater na perna. Então, esse era o segredo para não ter perninqueta. Só que ele fazia isso durmindo. Ele já fazia todo o tempo. Então você lia o sinal, e o atividade cerebral já estava dormindo, e mesmo assim. Ele bateia. Quando ele lente ficava, o sono ele batia. Já era um treinamento. Como se fosse quase um treino de sonho lucido. Porque quando ele não fazia. Ele desenvolva isso sozinho. Exatamente. Então, quando ele não fazia a perna, o pulavel acordava. Ele dormia melhor, batendo na própria perna. O treino na porta perna com a rica de madeira. Que foda. É genial. É genial. Então, tem essa atividade da melatonina. Aí você tem ação no cortex motor para você não mexer. Por isso que você dá esses espasmos. Quando você é muito jovem, seu cérebro é amadurecendo. E as áreas cerebrais não amadurecem na mesma velocidade. Então, por exemplo, para quem tem filho, o ruas vai passar por isso daqui alguns anos. Você pega uma criança de 7, 8 ou 9 anos. Ela está dormindo no quarto, e você na sala vem no TV. Sei lá. De repente a criança sai com o olhar aberto, ou ele fechado. Vivemos isso. Toda torta. Vai dormir. Ela volta dormindo. E vemos isso com uma frequência gigantesca nesse cidade. O que que o encalto vai achar? Essa tanása. Que pegou o corpo da criança. Essa denta da minha filha. Exatamente. To totalmente normal que ele saiu na um bulismo. Totalmente normal. Aí eu também sou um doce entendi. Langas, o Satanás ia tomar água, jogava na pixia. Isso. Aí ele tava saia de casa. Vai chinchar no vaso da planta. É exatamente. Ai, o Satanása, aí que faz isso. É, então, aí é normal crianças pequenas. Até uns 12, 13 anos terem sonobulismo. Normal levantar, falar coisas. É normal porque, porque às vezes o cortex motor está amadurecendo mais rápido, do que a quantidade de melatonina para inibia ele. É normal, né? Porque a gente cresce assim mesmo. Então inclusive, quando você é adulto e se você tem sonobulismo adulto, mesmo de levantar, tem gente que faz coisas. Já fiz isso. É, então. Mais coisas. Mas você faz até hoje. É assim, muito menos. É depois me. Mas quando eu tinha, tipo, 25, 30 anos, era uma coisa que não era tão. Você nem se tem, mas depois você começou a usar o C-PAP? É, depois que eu me exerço, eu me exerço. Eu me exerço a usar o C-PAP e melhorou muito. Eu acho que eu nunca me exerço depois que eu me exerço. Ah, então eu não nem. Então, eu não lembro de ter feito, mas não. É, porque aí tem um caso curioso. Inclusive, eu descrevino na roda 1,5,3, que é sobre sonobulismo. Que eu acho a alba prima do Reginaldo, a melhor edição do Reginaldo, o nosso editor foi isso. Que é um. Quando a pessoa é adulta, ela tem muito sonobulismo mesmo toda noite, tipo de levantar. Ah, não, não. De querer sair de casa, alguma coisa assim. Isso é chamado transtorno comportamental do sonorrem. O transtorno comportamental é assim. A pessoa, de fato, não tem a inibição do cortes motor da levanta, quando ela chega no sonorrem, ela faz as coisas. E aí tem um caso clássico, que é um cara que chama Kennedy Parks, que é um caso clássico no direito americano. Ele tinha isso, né? E ele era jogador de futebol americano, uma pessoa super ativa e tal. Só que aí, por alguns problemas no trabalho, algo assim, ele ficou muito tempo sem dormir, com privação de sonho. E aí foi uma noite que ele dormiu na frente da TV, no sofá, ele dormiu. E aí, o que aconteceu de fato? Ele levantou, botou os sapatos, saiu dormindo, dormindo. Saiu pela porta, pegou o carro, dirigiu 20 km. Foi na casa dos sogros, matou eles afacadas e tava voltando de carro. Toda ele cagado e de sangue. Quando ele voltou no meio do caminho, assim, ele acordou. Ele acordou todo o cheio de sangue. E aí, ele já foi num posto policial. Aconteceu de alguma coisa. E aí, ele foi preso, claro, e tal. Foi preso, e aí, no julgamento, chamaram um médico do sono, muito famoso aliás, e que diagnosticou ela clássicamente, e transformou no comportamento ao do sono reino e foi absolvido. Foi absolvido do crime por causa disso. Claro que acabou a família dele. Recomendo muito, mas um exemplo que não é tão extremo, mas que aconteceu na minha família tem um primo próximo, Rodrigo, e a mãe dele acordou com ele socando. Sabe aquelas portas de cozinha que tem os quadrados de vidro? Sim. Ela acordou com ele e não soco na porta, e se cortou inteiro. E ele não acordou nem cortado. E aí, a hora que ela foi ver o que tava acontecendo, era no Rodrigo, pelo amor de Deus, ele acordou aí. Aí o braço dói, todo cortado. E aí ele falou, eu tava sonhando que a casa tava pegando o fogo, e aí ele levantou e socou a porta para tentar sair de casa. E isso. Se oito anos, assim, o adulto praticamente. É muito lucro. Isso é muito lucro, é muito surpreendente. Sim, tem questões familiares de aginético, né? Claro, claro, claro. Mas assim, crianças pequenas todas fazem eventos de sonobulhismo. Mas quando fica adulto, aí é importante olhar, tem questão familiar. Mas a camila falou muito bem, porque depois que eu comisei os setapas, aí eu não me lembro de ter tido nenhum outro evento na dix. É, mas não. Isso não é muito linda. É, só tinha. Mas é muito assim, de sentar na cama e ela me colocar deitada de novo e eu dormi. Aí pode ser que você ficou muito tempo com um sono muito superficial para a baneia. E aí o sono embulhismo acontece e não na fase mais profunda, mas na zam passagem. É uma possibilidade mesmo. Acordar a chorar e voltar a dormir. E aí, mas pode ser isso? Não. A minha mãe descreve um dia e isso já era adulto. Já é a corda e ela me escuta chorando. E aí ela entra no quarto e eu não me achava. E eu estava chorando atrás da porta. Então era que ela abriu a porta, ela não me viu, olha. E aí o choneiro. E aí o choneiro foi uma vez ele me bateu. É, eu estava com soco nela e ela estava gravando um soco nas costas. Mas eu acordei com o soco, imagino o soco que eu dei nela. Eu acordei com o soco. Não, cara, eu estava deitado assim com a mão aqui atrás. E aí ela levantou, olha, ela gravando, ela levantou, fechixi. É porque é gravida toda a hora. Claro, ela levantou para fazer xx. A hora que ela voltou, ela veio se acon chegar em mim. A hora que ela encostou em mim. Menteu só com. Mas eu bom, é que eu fui de lado. É. Para encostar a bunda nela assim. Então as costas estavam viradas para ele. E aí foi um bela do soco. Porque eu acordei com o barulho. É, então é complicado. Então foi aí que ele teve que sair do barulho. Duro minossado, tá certo. É a única vez em nossa hora, também, que eu duro minossado. Tá certo. Não, tá certo. Não, então é importante. Então assim, a. Estava voltando na melatonina, que foi onde a gente conversou com o. E isso é o processo C, né? E aí tem um processo S. Que é um outro processo. Então o sono, na verdade, tem esses dois processos. Processo C, que é da melatonina, da ação do cortex motor. E o processo C é o processo C, ele é mais bioquímico. O processo S é ele é mais elétrico. Tem mais elétrica do cérebro, né? Porque se vocês lembram do ícero médio, né? O neurônio, o neurônio era a bomba de soco de potássio, troca aí.
e queria uma corrente elétrica. Vocês lembrem da regga da mão direita? Da física? Não lê a ir. É aqui no final do terceiro ano, essa é a que elas materem sem entrega para Jesus, tá perto do vestibular, uma elétrica magnetismo. Então, você tem o neurônio assim, ele gera uma corrente elétrica nesse síntito. Quando ele gera uma corrente elétrica, não é isso, a regga da mão direita. Você tem uma corrente elétrica aqui, ortogonalmente, você vai ter uma um campo elétrico que gira em torno da corrente elétrica. E você vai ter uma força magnética para cima. Eu sei explicar maravilhosamente a bomba de soa de ponta, se não lembrou de nada. Então, porque é essa diferença, por isso que separar as áreas, belegia e física. Então, a regga da mão direita mostra, por exemplo, imagina o seu cérebro, tem um neurônio. O neurônio joga uma corrente nesse síntito. Vai criar um campo elétrico em volta, que gira, e vai gerar uma força nesse síntito. Se eu colocar um eletrodo e a gente que não tem cabela mais fácil, se eu colocar um eletrodo, esse eletrodo vai captar essa força magnética. E é por isso que eu consigo colocar um eletrodo na sua cabeça e registrar o sinal no computador. É excelente. E aí, o processo S, na verdade, diz respeito às fases do sono, que são fases que dizem respeito ao padrão de atividade dos neurônios durante o sono. Então, assim, aí tem que ligar com matemática. Então, o estudo do eletroencefalaograma, que é o eletrodo que você coloca na cabeça durante o sono, no coração, para sensores, e tal, começou muito no século 20. Porque, século 1819, na matemática tinha um cara chamado furrie, e o furrieiro descobriu uma coisa, não ligada isso, na matemática mesmo. Quando você tem uma função matemática, uma função continua. Por mais complicada que ela seja, ele descobriu uma propriedade da matemática, se eu tenho uma função continua, eu consigo quebrar essa função na soma de funções mais simples. Então, imagina uma função que tem uma equação toda complicada. Eu não sei como essa equação, talvez eu não consigo trabalhar com ela, mas eu consigo quebrar essa equação numa soma de equações mais simples. Então, "Ah, mais b, mais c" vai dar uma coisa complicada. Eu deixo isso na matemática muito legal, tem várias coisas. Isso é para uma área de análise de sinais. Na biologia, depois, no século 20, poxa, isso é útil. Por que? Porque quando eu coloco um eletrodo na sua cabeça, isso gera um sinal ao longo do tempo, por conta da força magnética, esse sinal ao longo do tempo tem uma equação. Se eu sei imaginar um gráfico, é o tempo e a polaridade. Tem um gráfico. Esse gráfico deve ter uma função muito complicada. Mas, pelo princípio de furrie, deve ser a soma de funções mais simples. E sabe que é interessante a seleção natural trabalh igual? A seleção natural não conhece essa equação complicada, mas as mais simples. Então, a gente consegue decompor esse padrão neuronal em bandas que a gente chama. Então, você tem alfa, beta, gama, delta e teta, as principais ondas. Então, por exemplo, quando você está acordado, agora, espero, é ruso. -Espere, quando você está acordado? -Pure, por enquanto. A maior parte do seu cérebro está em beta, onde a beta? É uma onda mais rápida e tal. A onda alfa é quando você está, por exemplo, parado, assim, você fecha o olho, o seu cérebro começa a lentificar um pouco, porque você não tem mais imputivo e visual. Você está relaxado, você não está dormindo, mas você está deitado, relaxado, aumenta o alfa. E é por isso que vem a expressão, ele entrou em alfa. -Tá. -Pessoal, quando a pessoa começa a viajar sem dormir, aumenta o alfa, é um outro padrão. Quando você está acordado, tem um pouco de alfa também. Você tem, por exemplo, a onda gama, a onda teta, desculpa. A onda teta é ligada quando você está prestando muito atenção numa coisa. Sabe quando você está matado? É muito focada. Você está prestando atenção se usa a onda teta. A onda gama, por exemplo. -E aí a gente só para lembrar as pessoas, quando você está falando de onde você está falando desse campo magnético, você está pegando a que é a atividade neuronal. -Isso. -O que você está falando de eletricamente os nossos neurônios funcionando de maneira diferente, dependendo disso que você está falando. -Então, você tem que pensar que os neurôniosagem, esse. O neurônio não age como se fosse a corrente contínua da sua. -Sim. -Do seu sistema de luz, em casa. Ele age em pulso. -Os pipes e peps. -Sim. -Então ele dá cículos por segundo. Então esse cículos por segundo, a velocidade que ele puça é as diferentes padrões de pessoa. Então, por exemplo, quando você pega um rap. Não, raptio. -Cê pega raptio? -É tudo a mesma coisa. -Ele tem menos. -Ele tem que se bricar, eu não vou bricar. -É verdade. -Ele tem um piada de piol. -Exato. -Mas, por exemplo. -O que a gente chama de raptio, eu tenho uma atividade menor. -Ele tem menos bandas. -Sim. -Não é que ele tem a atividade menor. -Tem menos bandas. -Então, raptio, eu só tenho alfebeta. -Tá. -Por exemplo, aí entra a ave, entra mais uma camada. -Cê ganha com a quantidade. -Entra mais uma camada. Então é muito interessante. Porque quanto mais neurônio se conectam, você tem uma maior densidade, você tem a possibilidade de pulsar com mais frequência. Então, como se você aumentasse. Não é que você muda o hardware. Se aumenta densidade dele. E é bem parecido com. Como se o seu cérebro ganha-se a capacitância maior. Então ele consegue gerar pulsos com mais variabilidade. Está vendo biologia e física. Eu fico puto. -Porque não juta biologia e física. -Equímica. Exatamente. Exatamente. Então esse padrão de ondas que a gente tem, mas é verdade. Não, estou falando juntas. Só, em algum momento, eu não sei o que acontece, mas até na graduação de. -Se eu logir. -Modito, ensino médio. -Ela é muito forte física e química. Então essas bandas que a gente tem, ajudam antes a escrever os padrões de sono. Então a gente está acordado, está em beta. A maior parte. Você fecha o olho, e o seu cérebro começa a ficar em alfa. Aí vai lentificando. Então o seu cérebro tem uma onda bem rapidinha, e vai ficar no mais lento. Então a gente tem a fase 1, fase 2, fase 3. A fase 2 e 3, o sono é mais lento. Você tem onda delta. A onda delta é ligada um pouco com meditação, mas um pouco também com esse sono de ondas lentas. A fase de sono de ondas lentas é muito importante. Muito importante. Porque é a fase, por exemplo, que é liberada o hormônio do crescimento. Então é o momento, por exemplo, que quando você criança você cresce. Então se você dorme pouco, você não cresce. Maram o beiro. Fica em cheiro rabo de deca e dura. Fica em cheiro rabo de aabolizante, mas se você não e come muito, treina muito. Mas se você não dorme, você não cresce. Não cresce nada. Porque quando a gente h, mesmo se você toma h, como aabolizante, e não dorme o hormônio de crescimento, não adianta nada. Não adianta nada. Estou jogando tempo fora, dinheiro fora. Então é a fase que você cresce. Vários hormônios são liberados ali. É a fase em que você, por exemplo, diminui a saciedade. Deixa de perguntar uma coisa desse negócio do crescimento. É por isso que eu sofri muito com isso, por isso que eu estou perguntando. É por isso que você sente dor de crescimento à noite. Isso, exatamente no chalador de crescimento no joelho, cara, eu sofri muito com isso. Meu pai passa a varnica na minha perna. Nesse jeito que eu estou falando. A varnica para 2,5 menos. É por isso mesmo, está crescendo naquela hora. Oi. É a varnica, porque é a interioreção. É a varnica, a interioreção, Paulo. Queixa porta, um soporte. Então dói, mas a noite mesmo, porque está crescendo naquele momento. Porque a gente cresce pela. Sim, sem. Pela estremidade dos ossos. E está gerando pressão mesmo. A gente, aqueles tiram, dói mesmo. As articulações, quadrilas vezes. E tal, é horrível. É ainda bem que eu não senti muito. Eu cresci de um jeito mais lineário, se não foi tão exponencial. Mas, então, eu tenho a fase 1, que é essa alfa, 2 e 3, a mais lento. Então, você começou a dormir. Você entra, fase 1, 2 e 3. Depois, você volta por 2. E aí, você volta para o rei. Então, o que eu sou no rei? O sou no rei é parecido com a fase que você está acordado. É parecido com a vigília, só que o seu cérebro já desligou o Cortex motor. Então, é uma segunda vigília entre aspas. E aí, o rei tem um vale a sota. Se bota para a beta, inclusive, não. Tem um pouco de beta. Tem um pouco de beta ali. Você vai ficar mais ativo, só que o corpo parado. E isso? Então, como já aconteceu essa inhibição por conta da melatonina? E aí, quando não acontece, você tem um seu nebolismo. Então, esse é o negócio. Então, você vai 1, 2, 3, 2, rei. E aí, a ideia é que você faça pelo menos quatro ciclos desse por noite. E é por isso, você não pode dormir picado. Porque mais ou menos cada ciclo desse leva umas duas horas. É por isso que voltando ao rúas, quando você fala de um nenem pequeno, por exemplo, você se sente muito mais cansado, porque o nenem vai acordar de hora e se não vai conseguir completar esses ciclos inteiros. E quanto que duram ciclos mais ou menos duas horas? Mais duas horas. E você não dorme duas horas seguidas a quanto tempo? Ah, não, duas horas até que eu duram. Graças a Deus. Mas talvez três. O susto é quando você dorme cinco seguidores, você vai lá pronto, nenem morreu, não? Eu tenho baixo de. Eu tenho de magada. Mas não, a Helena está acordando geralmente duas vezes durante a noite. A minha noite e cinco na madrugada. É mais manejada. E umas micro acordadas que você só administra lixando o braço, faz o ch. está tudo certo. A partir dos 45, 50 anos, precisa durmir um pouco menos. A gente dorme 7, 8 horas, já está bom. Bebezinho, dorme muito cedo. Mas quando vira a criança até 7, 8, 9, até 12 anos, a criança tem um hábito de dormir mais cedo. E acordar mais cedo. E isso é uma questão. outra é que a segunda questão de saúde pública. Por exemplo, quando você criança pequena até o primeiro. da primeira sete, mais sério e mais ou menos, você entra na escola 7 da manhã até vai. Até vai. Mas a adolescente. Tire que ele traz 10. Daí para mais. Porque é normal você ter atraso de fase pelação dos hormônios. Sim. Então você coloca a criança 7 da manhã. Eu conto o caso pessoal. Eu dei alô numa 15 na faculdade de maquência. Na psicologia é um ano. Faz uns 10 anos atrás e eu dei alô numa 15. E eu dou aula. sei lá. 16 anos. Mais. 16 é 7 anos. Foi a única vez na minha vida que eu perdia aula porque eu acordei atrasado. Foi numa 15. Porque ela começava a sete da manhã. Eu não conseguia. Sim. Eu não conseguia. É que você tinha acordado 6. As vezes antes. E eu sou um pouquinho mais. não conseguia. Aí eu ia virado para dar aula e a virado. Os moleques também babado. Pra que começar nesse horário? Até as minhas alas da Unifestpe começava oito da manhã. e estava oito da manhã, fui jogando nove meia. -Nove a gente dá valor na fage e dá valor de manhã.
da faculdade veterinária era o inferno por isso. É. Na 7 e a e a e e era você e eu e tenta negar o domínio na sala, porque. Tanto que a gente não, né, não podia dar aula noite e no dia seguinte de manhã. Ah, tinha esse. Essa. Porque a gente dava aula preferencialmente à noite e alguns dias na semana a gente dava aula de manhã, mas se a gente tivesse dado aula na noite anterior não podia. Então. Porque você não descansava. É, você dava descansar no. Mas isso a gente percebia, chegava na sala 7 e a meia da manhã cara. E é cada 18 anos. Você acha todo mundo dormindo. É, então. Então, basicamente essas são os ciclos, assim do sono, né? Então tem essas fases, isso acontece em todos os mamíferos. Sim. Para todos os mamíferos, mas isso. Pode me parecer do. Pode me parecer do logo, ele sonha, parecido. Sim. E aí é interessante falar de sonhos, Ruas. Você tem sonhado, apesar de você estar privado de sono. Ah, sim. Mas você sonha avanante, você é sempre sonho. Sim. Sim. Não, muito não. Mas às vezes eu tentava lembrar dos sonhos que eu tive. Você lembra da última vez? Não, não vou lembrar. Você chegava a fazer caderninho de anotações? Não, nunca fiz isso. Mas eu sou uma pessoa que eu sonho, não todo dia, mas. Eu lembro que eu sonhei de lá uma vez ou duas por semana. Eu tenho uma dúvida. Todo mundo sonha e alguns não lembram do sonho ou realmente tem gente que não sonha. Não, eu não sonho. Não, eu tô brincando. Mas eu tô falando, eu não lembro do meu sonho. É muito raro. Eu lembro de olhar para a caminho de falar assim, hoje eu sou com esse mês, muito raro. Eu tenho que ter acontecido a gente a junta 27, e não se é acontecido umas 10, 12 vezes. Não, é. E para mim eu não sonho. Isso ocorre quando você acorda no meio do sonho. Não, não. Para mim isso acessa a sustir porque a gente vai fazer uma coisa. Eu acordei a ele estar livivo. Cara, mas se você dorme bonitinho, sonho, dissonho ou, aí eu não vou lembrar. Mas se for ver isso. Mas todos os ciclos você não lembra. Tá, mas eu. Não, mas pode ser porque até pouco tempo atrás. É, até pouco tempo atrás eu não dormia. Exato. Então, aí não tem que comer soia, só no dormia. Talvez você não sonha a si mesmo. Talvez eu não sonha a si mesmo, porque eu não dormia. Então, a pessoa muito privada não vai sonhar. Talvez eu não sonhei a si mesmo. Mas enfim. Em teoria você sonha todo dia. Só que normalmente você vai acordar no final de uma fase do sonho. A hipótese do rosto está certo. Acordei no final, aí eu não vou lembrar o meu sonho. Tem gente que lembra mais do que outros. Sim. Normalmente a maior parte, a maior concentração do sonho do sonho, é durante o sonho do rosto, mas tem na fase de onda lenta também. E aí é muito legal na polícia onografia, às vezes a gente levava alunos de graduação pro laboratório. E era muito legal. A gente botava um lá para dormir, botava o elitro, deixava ele uma meia hora. Aí a gente via na polícia onografia, "Ah, ele começou a dormir". Aí chegou no rosto, a gente acordava. Bati. Sim, sim, sim. O que você sonhou? Ele começou a falar. Sim, sim. O que a gente via? O que ele estava como rosto falando meio do sonho? E isso. E aí, ele lembra que dá uma coisa assim. E aí, você acorda. Por exemplo, você acordou sem despertador. Você acordou de manhã. Aí, puxa, acordei de manhã, mas eu podia dormir mais um pouquinho. Aí você dorme mais um pouquinho, você sonha. Já aconteceu isso com vocês. Já, já, já. E aí, se você dorme muito se acorda estragado? Nossa. Então, isso é muito normal, porque você tem, assim, se acordou, "Puxa, podia dormir mais". Aí você deita e interdireta no rent. Logo, você começa a sonhar. Só que como o intervalo foi curto, entre você voltar a dormir e pro rent, você lembra do sonho. E por que que acordes estragado? Que tem uma galera que consegue dormir a tarde, por exemplo? Por exemplo, a Camila. Isso é diferente. A Camila, às vezes, está muito cansada e ela fala, "Vou tirar uma sonha, que ela acorda melhor". Isso é diferente. E eu durmo a tarde, eu acordo que parecia isso. E eu morri, cara. É porque acho que você dormiu demais. Eu pode ser. Então, a situação que eu descrevia assim, você dormiu à noite. E aí, você de uma durmidinha de manhã, você dormiu mais um morinho de manhã. Isso. Você acordou de manhã sozinho? Fula, tá cedo, não vou dormir de novo. Aí você tem esse sonho e acordes estragado, porque você faz menos que um ciclo. Então isso é muito importante. O sonho é um processo homemostático. Não é uma coisa que acumula ativa. Quanto mais você dorme melhor? E também não dá para recuperar. No sentido de eu dormir. É uma pergunta. Eu não dormi durante. Já explicou o que é homemostático. Obrigado. É muito bem, muito bem. É uma excelente pergunta. Vou estar aí já. Vou estar aí já falando o que é homemostás. Mas. Se eu. Ah, eu estou trabalhando muito, por exemplo. Ah, tem muita coisa para fazer. Eu vou dormir quatro horas por noite. Mas daí, no final de semana, eu vou compensar isso. Também não existe. Você recupera, mas leva mais do que uma noite. Leva mais do que uma noite para você recuperar. É bastante. Leva muito mais tempo do que o tempo que você dormiu estragado. Então, não compensa. Sim. Não faz sentido. Você tem alguma recuperação, mas não compensa. É outro dia que eu falo com a Helena, nossa filha que ela estava fazendo TCC. E aí? Eu não sei de TCC. É de ser participo. É de ser participo. Ança de TCC, a ansiedade da entrega. Já fez? Ela entregou a primeira versão, porque ela tinha que entregar uma versão para correção, aí vai voltar para ela, ela vai continuar fazendo. Aí. Você precisa falar para ela, pode falar comigo? Não. Ela já sabe que para você é só escrever. Aí ela chegou um dia para me ligou, ansioso, e falou, "Ah, eu estou muito ansiosa, eu estava ouvindo a noite." Eu não existe isso. Vai dormir, acorda no dia seguinte para fazer, que você vai ser muito mais produtiva desse jeito, do que você cansado, tentando fazer qualquer coisa. Eu faço muito isso. Eu estou tentando resolver um problema. Eu estava pensando, até um ano eu rodoi mesmo. Se você não é alguma coisa, eu falo, chega. Eu vou dormir o problema. E aí, você dá o meu problema. E outra é, quando eu tenho muita insônia, agora, os três anos para cá eu tenho muita insônia. Bem-vindo ao meu mundo. Aí eu acordo no meio da noite, vou sair. Aí eu saio, dá uma volta, e eu dormo melhor de novo. Tem um conceito, que é um conceito muito importante de ecologia ter alguns conceitos importantes, em ecologia e em biologia, que a gente aprende e tem que aprender muito bem. Um desses conceitos é a evolução. O outro conceito é o meu stase. O meu stase é a manutenção das condições internas do corpo. Constante, frente as variações do ambiente. Vou te dar um exemplo. Seu corpo tem uma condição ótima de funcionamento. E ele sempre está tentando ficar nessa condição ótima de funcionamento. Se está quente demais, ele vai tentar se manter na mesma temperatura. Se está frio demais, ele vai tentar se manter na temperatura. Se você tenta oxina demais, ele vai tentar limpar as toxinas e assim por diante. Então, o seu corpo é uma maquininha de tentar ficar estável para funcionar direito. E a gente que estraga essa maquininha. A gente consegue estragar essa maquininha de várias maneiras. Se os biólogos e os economistas conversar assim, o modelo de um estado ideal é um estado homeostático. Exatamente. É um estado baseado na desigualdade e na acumulação. Exatamente. Já juntando com economia de novo. Se eu acumulo muito álcool em mim, da merda, muito atoxi no corpo. É isso. Ou até se você acumula o meu dinheiro. É, se você acumula o meu dinheiro. Você não tem uma coisa. Fica um acidente que não importa. Que não faz diferença nenhuma na sua vida, que faz diferença para outras pessoas e você só está atrapalhando as pessoas do sistema. Exatamente. Porque não faz o menor sentido. Voltando ao que a gente estava falando à hora do homeost, hoje, sobre o homeostro de R$2.000. Homeostro de R$2.000 não faz sentido nenhum, de nenhum sentido. Porque biologicamente, você não vai ter um alimento muito melhor do que o homeostro de R$2.000. É, não faz nada, não faz sentido. Não vai ser melhor do que o homeostro de novo. É, tem esse limite da curva, tá? Você tem um trabalho misturando ainda mais. Tem uma curva de felicidade. Não sei se você já viu esse trabalho. E essa curva de felicidade mostra muito claramente o seguinte, que a felicidade aumenta linearmente a quantidade de dinheiro que você tem. Ela aumenta linearmente até um ponto. E depois ela está beleza. Qual é essa fase de crescimento que é linear ou até exponencial, dependendo de trabalhar com você, que você está pegando? É a obtenção do homeostase. É a obtenção do mínimo que você precisa para sobreviver. Ah, então eu não tenho caso. A hora que eu consigo caso, eu melhor um pouquinho. Não tenho água. Aí você vai, vai, vai, vai, vai. Atingiu o platô, porque, porque naquele ponto biologicamente, você já tem tudo que você precisa para sua casa. É estabilizada. Você é feliz, você tem o trabalho que você gosta, você tem tudo. Qualquer coisa mais disso não faz diferença nem uma na sua percepção de felicidade. Só tem uma variável que não é tão dível, porque não tem zero absoluto que estraga o rolê, que é pertencer um grupo. Isso. Isso que estraga o rolê, só que para pertencer o grupo, você tem que ir a 100 mil reais por mês. Lás costos. Entendeu? Que desgraça? E aí a culpa do comportamento não é da biologia. É, então. Isso que é. Porque é isso, né? E aí, já está nosso grupo, e você tem que usar o relógio de 50 mil. Exato. Você vai juntar dinheiro para comprar o relógio de 50 mil, só para testar, só para se sentir pertencente aquele grupo. E aí, o que é mais legal é que eu pergunto para você a sua percepção de felicidade em relação ao relógio de 50 mil. E você vai falar, "Tá eu fiquei feliz, depois isso caiu, porque você atingiu aquele objetivo." E aí você vai falar assim, "A minha felicidade é sete, igual a de todas as pessoas que têm o meu estázio, que tem tudo que precisa para sobreviver." Ou esses momentos. E aí você fala que sono é. O meu estázio. O meu estático. É o meu estático. Porque você não pode dormir nem demais nem de menos. Se você dorme demais, isso é um problema. Se você dorme de menos também. Então as pessoas ficam muito preocupadas, atormentam todo o termino muito pouco, e têm problemas com isso. Mas se você dorme demais, é muito relacionado com vários tipos de problema ligado a saúde mental. E mais de bem, cara. Você falou de circulo de sono que geralmente é de 2 em 2 horas. Ou seja, eu poderia acordar de 2 em 2 horas, que não teria problema porque eu teria completado um circulo de sono. Em teoria, mas isso não varia de pessoa para pessoas. São 2 horas é uma média muito grande. Porque assim, é uma coisa curiosa. Tem vezes, como eu falei, ele é na corda 2 vezes por noite. Isso em noite boa, que é uma da micro acordada. Ah, né, irmão? As 2 vezes que ela acorda, eu falo que é assim que você tem que levantar. É tão búss, aí o pai eu os correi, tem 6 anos de uma mulher de 24 que mora na Singlandia. E mais. É que a trola é um de lê, fica a trola é um de lê, cara. As vezes varia o momento dessas 2 vezes. Então tem noites que ela acorda 2 vezes e eu acordo bem.
Apesar de ter tirado duas interrupções no meu sono E tem vezes que ela acorda duas vezes, mas em outros horários Que eu acordo péssimo, destruído Ambas, ela acordou duas vezes Ambas, eu levantei duas vezes Depende do timing ali Mas por ter sido em horário diferente, uma acorda e bem outra não Será que é porque isso de pegar logo um meio do ciclo? Provavelmente É ver que é um pior e depois de novo um meio do ciclo E aí te lasca todo Mas falando sobre o sonho? É sobre o que? O sonho que vocês lembram? Geralmente, você tem algum sonho memorável? Nossa, tem um sonho? A seção em várias? Nossa O sonho toda noite eu praticamente lembro de todos os meus sonhos E tem alguns que eu gosto mais outros menos Tinha um assim, quando era criança, assistia muito caverna do dragão Eu sou erva direto que eu estava numa das aventuras E às vezes eu acordava e falava "Não, mas o sonho estava muito bom" Por favor, por favor, eu vou dormir que eu volte pro mesmo lugar E eu consegui às vezes voltar para aquele estágio do sonho E eu ficava "Uô, consegui" É. Tem vezes que eu sonho com problemas que eu estou tendo Assim que eu quero resolver o problema E aí eu consigo pensar na solução durante o sonho É uma solução torta que depois eu tenho que adaptar Mas dá uma ajuda Mas dá uma ajuda Às vezes é ter uma ideia de um livro Às vezes. Isso aconteceu e talvez ir em livro Mas teve alguns sonhos que foram muito importantes para mim Que nem quando o meu orientador morreu Eu fiquei muito, muito triste, muito assim Apesar da gente ter uma pior relação do universo Ou uma das Ele morreu de uma forma muito abrupta E eu. sabe, eu fiquei muito impactada com aquilo E não passei pelo. Não deu tempo de me despedir de. Claro E os sonhos foram muito bons para eu poder ter Any conversas com ele Que foram me dando assim pais sabe De falar "Não, agora acho que eu falei tudo que eu precisava falar pra ele" E eu não acredito em nada de. Eu não acho que ele veio conversar com você, né? Mas de uma certa forma foi um jeito de resolver essas pendências que eu tinha na minha cabeça Ao mesmo tempo, quando o meu pai faleceu Como eu tive vários papos com ele, ele ficou acamado, ele foi ficando doente, foi ficando fracinho Mas eu tive tempo de me despedir dele E de resolver várias coisas que eu queria que ele soubesse Coisas ruins, coisas bolas, tudo Então depois que ele morreu Eu acho que eu sou í muito pouco com ele desse jeito de "Nossa, eu precisava ainda falar alguma coisa" Eu ainda tinha alguma pendência ali com ele Era o mais sonhos de poxa Ai que saudade que eu estava de você, vamos fazer um rolê aqui Era mais situações gostosos do que o IDRs que você estava tendo com. Então com as orientadoras, eu tive várias DRs de falar assim Ai pronta, ai acordava, falava "Gente, mas é isso mesmo que eu tinha que falar pra homem" Devei até falar do isso em vida Eu falava "Não, não tinha como, porque por causa da relação, eu nunca teria sabertura pra falar com ele" Era commigo mesmo, foi muito bom Mas assim, as reções são masaventuras meio Meio nada a ver, sabe, quando eu falava "Ah, como é meu sonho?" Aí tem unicóneo, aí tem um sonho desses Mas em geral, sou eu tentando resolver coisas e fechar ideias, fechar projetos, fechar problemas ali Que eu estava pensando neles por algumas semanas E é muito bom quando eu consigo acordar e falar "Olha gente, tá aqui, eu vou até anotar" E é importante que eu acorde, porque assim, se passa um tempinho e eu não anotei Eu vou esquecendo os detalhes Mas eu consigo anotar logo que eu acordo, ai eu consigo transformar isso em algumas soluções meio tortas que a gente tem que dar da puta Isso pra mim sempre foi muito estranho, porque ela havia me, de verdade, mas eu dormia muito mal, também tem esse ponto Que pra mim sempre foi muito estranho, porque ela sempre me contou, ela não souíco isso isso isso E eu ficava assim "Cara, mas eu não souíco" Não me lembro de muitos detalhes Por exemplo, meu último sonho foi com ruas, por que? Oi? Foi, é. Por que a gente vai pro avistar? Vai pro avistar? Vai ter um evento. Muito já, já dou a puna comida com o seu anho A gente não você, né? A Camila vai pro instante, a gente tem uma surpresa, a Camila vai pro avistar Não, mas foi antes do rolê todo Porque aí a gente. não acho que não foi ali Não foi depois, foi. não foi entre o seu e o novo oas Eu bem isso, a gente já explica pra as pessoas pra as pessoas do cara então peguei isso Porque eu ia dividir um Airbnb com ruas Sim, a gente já preventa, a gente pegou um Airbnb do lado do evento Exato, ia dividir um quarto com ruas E aí, no meu sonho era. eu. eu. o ruas ia fazer um show E eu tinha que acompanhar o ruas, eu não lembro por quê? E meio que era um assistente do ruas E a gente tinha que ir pra outra cidade e a gente ia dividir um quarto Porque a gente já tá em outra cidade, mas. Tá vendo? Não tinha nada a ver com a avistar Era eu assim. gente, eu vou ter que dividir um quarto com ruas, é isso Por que que a parte da realidade misturou no sonho, né? E aí eu tava só pensando, "Não, tá tudo bem, Camila, você vai dividir um quarto com ruas" "Vai dividir um quarto com ruas" Já dividi o sabonete Não é. é porque duas semanas antes, eu fui comprar um sutia E a amosa falou assim "Ah, já que vai levar o sutia, não quer ver uns pijamas?" Eu falei "A gente não gosta usar pijamas, gostos, há uns camisetas podre" E. é assim. "Ah, eu acho que eu nunca mais. vou ter que dividir quarto com ninguém, né?" "Nas viagens, agora só divido quarto, pra é milha, nunca mais vou dividir quarto com. " "Eu vou comprar pijamas" E era eu no sonho pensando "Oh meu Deus, eu devia ter comprado pijamas" "Tô tá vendo, sou eu, pensando sobre micro problemas. " Não, você relata é fantástico, porque dá pra falar um pouco sobre essa dinâmica, eu fico todo sentido Que assim. já penso de desculpas pre-impitivamente quem foi muito na mastigratidão Sim. sonho premonitório, desculpa. Para, não existe previsão do futuro Eu ia perguntar isso. não, não previsão do futuro Mas. na psicologia tem uma linha que interpreta sonho E isso? Então o sonho. é verdade, mentira. Então, a psicanálise diz que o sonho é uma das quatro manifestações do inconsciente Então, sonho, x, tia, tu, falho e lápso Isso é na primeira tópica, lado comendo estudos de avos canales Mas eu vou deixar esse parente saberto que vou fechar daqui a pouco Tá Mas até em trabalhos dos anos 70 e 80 principalmente, que eles fizeram cerveis populacionais bem grandes Perglutar. como que que se sonha? Se você sonha a frequência, então assim. tem pessoas que sonham mais que outras Isso da variação individual, né? É possível você treinar para sonhar mais Com uma maior frequência é possível, né? Você melhora em relação ao seu basal, mas. Eu nunca vou sonhar tanto quanto você Eu sonho muito pouco, a gente é do meu motivo Mas aí eles fizeram cerveis assim com milhares de pessoas Preguntando os conteúdos do sonho, né? Os mais comuns são, né? A pessoa está sentindo perseguida, aquela sensação está sendo perseguida por alguma coisa Ela está atrasada, ou sonhos relacionados com coisas que aconteceram um dia ou dois antes Então, e aí tem a ver com dos papéis do sonho, né? Então assim, qual é a função do sono? A função do sono é uma função de limpeza inicial Todo o resto é coproduto a partir disso, todo o resto Qual é a função do sonho? É ligada a memória, é ligada a restruturação da memória Não é uma metafora ruim, eu não gosto de metafora computacional, mas vou fazer isso Vai valer para a gente que nós somos pessoas idosos O pessoal maigióvem isso não acontece Lembro que eu disse que desfragmentar o seu computador? Claro, claro É claro, mas para a metade não tem menor ideia do que eu estava falando O defrague é um software, porque agora, principalmente a SSD, HD a SSD não é assim A informação gravada de outra maneira É, então, mas na HD, quando você colocava muita informação na HD, elas ficavam. Físicamente localizadas em certas partes do HD, que dependendo se tinha uma informação no lugar E no outro muito distante, o computador ficava lento Então você tinha que fazer um defrague, que ele pegava toda a informação do HD, colocava no lugar, depois ia recolocando De forma ordenada. De ordenada de acordo com a similaridade entre os arquivos, ou a ligação entre os arquivos E com quanto você usa, também, né? Então apareci uma imagem, assim, que era bem uns cubinhos, né? Que saíam depois e eu sendo reorganizados É bem isso a memória Então assim, você passa por coisas durante o dia, chega à noite, você dorme, você meio que redita essa informação Então é como o seu cérebro tentando pegar, porque as pessoas se preocupam muito com o que a gente lembra Mas a capacidade do nosso cérebro escolher o que a gente esquece é tão importante com. Perfeito A gente sabe o que esquecer e quem faz isso é o sono O sono ele ressalta algumas informações para você esquecer outras Para ficar o que mais importa É porque é importante. É porque você quer mais de não seguir Hoje eu lavei louça, onde eu lavei louça, hein? Não precisa eu lavei louça, não precisa gravar direitinho exatamente todo dia que eu lavei louça Não faz sentido isso, essa informação Então a grande função do sono é isso, ligada à memória Daqui a pouco vou falar sobre sonho lucido, também, que eu povo na mastegratida, eu gosto bastante Mas aí, voltando no parentes do Ruas, né, a psicanálise coloca o sonho e aí eu gosto muito de uma frase do Jung Que eu acho a frase mais acurada, inclusive um cabotinismo, né? Teve uma exposição sobre o Jung, no museu da imagem do som
que agora acho que está em Recife. Foi um grande sucesso aliás. Ficou uma exposição muito legal e eu participei. Eu apareço e inclusive foi uma me situa muito ao rado de fazer parte do evento junto com os organizadores e aparecer junto com a Ito Kerenak. -Pour o que você conheceu. -A melhor gente também. -Fantástico. -Queria muito que ele vier esse aqui. Foi muito legal. Se quem tiver contato trago, cara fantástico. E fazer parte desse, assim, ter familiares de pessoas que visitaram. Então, o Iung tem uma frase interessante sobre sonho. Ele fala que o sonho são mensagens ditas para o sonhador. E esses são os mesmos. Do ponto de vista concreto são os mesmos. O problema é que a pessoa tira isso como se fosse uma coisa transcendental. E não é. O que existe de transcendental da vida é o que você faz com você mesmo. Não que acontece com você. Então, assim, e aí, entrando na questão do inconsciente. É tão engraçado, porque a maior parte, por exemplo, a gente está aqui e tem vários estímulos. A maior parte da informação consciente que você registra é 5%, 95% das coisas do que acontece com seu corpo são inconscientes. Então, assim, eu acho que a questão não é nem a definição de inconsciente, a definição de consciência. É o que que o seu cérebro. Como que seu cérebro registra o que deve ser registrado? Então, assim, dentro de uma das definições de inconsciente, ligado a piscanalis, o sonho tem um papel de informar coisas para você. O que não é mentira? O que não é mentira? O problema é você, por exemplo, sonhei que estava matando a minha mãe, isso tinha a ver com o edipo. Isso que não faz sentido. Ou mecanismo? Eu recomendo muito vários textos do Freud, assim. Tem um texto mais antigo que é tratado para uma psicologia científica, que era tentativa do Freud transformar a psicologia em algo científico. E aí, no final, ele meio que falha. Não é que ele falha, mas ele percebe que não dá. E aí, na verdade, ele briga com os neurologistas, que é a área dele. Fala na medicina, uma droga e tal, ele fica meio puto no final do texto. E ele fala, não, a área que a gente tem que ir para a psicologia. Na medicina não vai dar certo. O interpretação dos sonhos é um texto interessante. Se você vê em perspectiva, é igual a origina das espécies hoje. É um texto muito legal. -Eglusive eu vou dar uma palestra, desculpa só para pegar esse gancho. -Não, não. Não é um palestra em Brasília, dia 16. Que é o dia do avistar que eu deveria estar na vistária e botar em Brasília? -O título da palestra é dar-vim estar errado. -É. -Por causa dos origina das espécies, porque ele está errado. -Sim. -Em muitas coisas ele está tudo bem. -E não tem nada de errado e dar-vim estar errado. -E isso? -Porque o objetivo da ciência está menos errado. -Exatamente. -Então, na verdade, você está menos errado que ele. -Exatamente. -Pas que ele não quer dizer que eu esteja sempre sem ter certo ou que assim. -E isso? -E isso? -E isso é o caminho. Por exemplo, a gente levou mais de 100 anos para a gente descobrir ou, pelo menos, ter a teoria menos errada sobre qual é o função do sono? Agora, a ideia do sonho ligada à memória é bem mais recente também, que a gente bateu o martelo. E eu não quero ficar. Eu já estou acostumado a ser meio que o chato do rolê, assim, para várias coisas. Desculpa. Então, quer me cancelar, pega 100 e 100. Aí, desculpa. Mas assim, o fato de você colocar o sonho em termos mais concretos não tira a beleza dele. -É, é, exatamente. -Não tira importância dele. -Sim. -E na verdade, coloque em você a autoridade de poder mudar sua condição. Em função do que o seu cérebro registro sobre o seu passado. -Sim. -Então, o que acontece no seu sonho é o que você gostaria de lembrar de fato, só que você está vindo a sua consciência. -Eu estou. Eu vou pegar um exemplo para tentar ver se é isso que você está querendo dizer. Quando o meu seu grupo voltou na história que a câmera contéria estava doente, eu lembro de sonhos com ele. E aí, tem muita gente que interpreta, inclusive, quando ele faleceu, "Ah, não, ele veio se despedir." Não, é o meu cérebro. Eu gostava dele. -É o seu cérebro. -É o seu cérebro se despedindo dele, de verdade. -E não é. -E essas informações não têm nada a ver com isso. -E isso é foda para caralho. -E isso é muito importante e muito bonito, inclusive. -É muito importante. -Caliro. -Não sei se é trante. É a frase que eu adaptei que não preciso existir fados para entender a beleza do jardim. Isso é foda para caralho, meu cérebro. -É o meu cérebro. -Vamos, cara, essa pessoa é importante. Vamos gravar essa pessoa na sua cabeça nessa situação. -E você dizendo para você mesmo, assim. Não importa o que ele acha de mim. -Esse é o gosto dele. -Esse é o que é isso. E isso tem que ficar gravado de alguma maneira. -E precisava se despedir. Precisava desse processo de sim, está acontecendo isso. -Ele está morrendo. Ele vai morrer. Eu vou participar disso. -Sim. -E eu. -E são um gucha exente. Se você está passando com uma gucha aquela semana inteira, é muito possível que ela vá para o seu sonho. -Oito que trabalha isso quanto a domino. -E que você falou que você só ocorreru a um ou dois dias atrás. -E isso. -Mas uma pessoa vinha falecer. -Tem chances de você ter um ou dois dias depois de estar com essa pessoa. -O seu sonho. -Porque é um mangucho. -E ela está vivendo aqui. -Está vivendo aqui. -Não. -Demana que a gente só é um mangucho de boleto, de dinheiro. -Vamos se vai sonhar. -E isso? -Que está sendo perseguido. -Exato. -E não tem, e agora, o que eu faço, o papapá, você fala, "Olha, o problema de dinheiro sonha, o meu que. " -E a camilação, o que? -E que você falou, "O que ela sei, porque sonhou a quadrada pequenininha, que ela está perdida no centro de tabol da serra." -O centro de tabol da serra, nem é mais do jeito que eu lembro. -Que já mudou. -Não faço. -Seja não é pequenininha mais. -É, eu não transito, mas por ali. -E as coisas começam a misturar, sabe, sim, "Ah, isso". -Então, por exemplo, a gente já voltou na primeira live que eu vinha, a gente falou disso. Desculpa, os canalistas não é para ser o do ciência. -Talvez viri. -Talvez viri está no caminho para isso, porque os canalistas não estudam direito outras áreas. Não faz essa integração entre áreas. Mas, por exemplo, você falou disso de tabuão e tal. Se você pensar o sujeito mediado pela linguagem, ela podia ter sonhado qualquer outro lugar. -Sim. -Mas por que isso, isso diz respeito a ela, tem a ver com a história da para fazer conexões que talvez tragam insights para você, de novo, não tem nada de transcendente, não mostra que o inconsente não é nada de especial, mas você conseguir contar sua usar a linguagem para explicar o seu comportamento, pode te dar outras camadas de entendimento que reduzem a sua incerteza no momento de tomar decisões futuras. É simples. Não precisa de punheta, sabe, de em cima de significantes, real, imaginar, não precisa disso. Dá para colocar em termos muito mais simples. Você pega lá campos, por exemplo, que escreveu 10 mil páginas. Dá para diminuir para 300, porque tem pepitas. -Tá falando da mesma coisa. -Exatamente a mesma coisa. E tem pepitas muito boas. Tem sacadas muito boas. Frói de também, tem sacadas fantásticas. Raiș, pô, tira Raiș para nada, fantástico dos canalistas para o meu melhor. Raiș Melonic Live e o. Ai, o. O. O. O. O inglês, o Inicote. Pô, o Inicote era foda também. -Pô, assim, com o segundo sem lembrar, cara. -E me deu um lapso. -Pia, bônica. -Está vendo isso, não é? -Ai, vai falar "não", porque o Inicote você achava pior que. Nada a ver, só, né? Enfim, então assim, é importante essa fala sobre o sonho, assim, porque as pessoas têm todo mundo sonho, e às vezes as pessoas são invadidas. -Um lucidíssimo microfere sonho, né? Então vamos ampliar mais uma difesação. -Casso, gato, galinha sonho. -Sim. -Savia galinha sonho? Isso aí, é que eu não acompanho galinha, é que eu não acompanho a pintinha. -E aí, então, vou feita. -Ele se vê que é um movimento de olho, né? -Sim. -Ren, mexe o elinho dele. Aí, falam um pouco de sonho lucido, né? Sonho lucido, povo na mastegratidão, a doutora. -Como a ar o sonho, eu vou. -E isso. -E vou para a gente do meu sonho. -E isso, eu vou desdobrar para ir para o outro mundo, uma coisa assim. Só em um lucidíssimo, só em um lucidíssimo, a capacidade de você controlar o conteúdo e as suas ações durante o sonho, né? O sonho, isso é treinável. Tem pessoas que têm mais facilidade, provavelmente, a minha ela, como ela dá pra treinar, né? Mas tem protocolos de treino pra isso. E aí tem um artigo, 2021. Muito interessante que eles fizeram. Eles pegaram 36 pessoas. Algumas delas já tinham treino em sonho lucido, tinham meio espontaneamente, e tinham uma pessoa que tinha narcolepsia. E narcolepsia como dorme muito tem mais chance de ter sonho lucido também. E aí eles fizeram um treinamento, que era um protocolo de sonho lucido, que a pessoa dormindo, eles colocavam eletrodo, né, para a poli sonografia, a pessoa estava dormindo, quando ela entrava no sonor em, né? Eles treinaram, pediram para a pessoa treinar, "Tudo bem, você consegue fazer o sonho lucido, né?" Então, quando você estiver sonhando com o sonho, piscóleo, piscóleo, e aí eles viram que algumas pessoas piscavam. Então eles batiam lá no. "Ah, ela tá sonhando, então eu vi ela que ela estava em rei, e ela piscava, tinha o sinal do olho mexeno." "Folô, beleza, colocava o eletrodo no rosto." Tá bom. Aí eles faziam assim, fantástico, experimento. Das 36 funcionaram, funcionam mais ou menos em 6 delas, porque a ideia não é a frequência de quantas pessoas funcionam, mas se as pessoas conseguem fazer. Então tinha três tipos de estímulo. O primeiro era uma coisa que falava uma frase, então falava assim, "Quanto é a pessoa dormindo, aparece uma frase assim, "Quanto é oito menos dois?" E repetia, "Quanto é oito menos dois? Quanto é oito menos dois?" E aí quando a pessoa estava dormindo, quando entrava no rei, a pessoa piscava o olho duas vezes, tipo ela respondia, ela entrava no sonho, ela respondia pelo olho durante o sono, a resposta. "Ah, conta, a resposta da conta." E aí tinha esse, tinha um outro que era, tipo, o experimentador batia na mão da pessoa e a pessoa tinha que piscar para mostrar que ela entendeu. Então para um sexto das pessoas, as pessoas conseguiam se comunicar durante o sonho. "Cara, olha muito, isso é treinável, nem todo mundo consegue, porque depende de habilidade, mas é possível." "Não deve ser divertíssimo." E exatamente, eu acho divertido que você é o seu Deus. "Eu, eu deus do seu mundo." Não é fantástico! E não acordar! "Você deu um exemplo de uma pessoa que talvez não perceba isso, mas ela faz isso com frequência que é a camila." Então, ela falou, "Eu estava sonhando e fui lá e motei o meu sonho." "Eu fui com assim, como assim?" "O poderes e limitam." "O pior." O mais legal é assim, sabe que nem divergente, quando ela fala, "Não, pera, isso é um teste."
Ou seja, isso não é realidade, então eu consigo. Você tem um mundo de truna? Ela tem um mundo de truna aqui, porque. Às vezes é assim, meu Deus, o sonho é. Entru no banheiro e falar "Eu estou apertado, quero fazer xixi". Mas esse banheiro está tão sujo, não vou naquilo. Aí começa, aí eu. E aí eu fico "Meu Deus, eu não há. Não, eu estou dormindo". Olha isso! Eu preciso acordar, porque eu estou sofrendo que eu quero fazer xixi. E por isso, eu não estou conseguindo fazer xixi ainda bem no meu sonho, porque não ia fazer xixi na cama. Aí eu acordo, faço xixi e volto. Muito bom! Eu já sou em muito isso também. Mas o sonho é esse sonho. Acho que é meio comum todo mundo tem. Todo mundo quando tem vontade de fazer xixi, e aí no sonho você está apertado, mas eu faço xixi no sonho. Não alivia. Não alivia. Eu fico gente, ainda quero fazer xixi. Não, mas a percepção dela é. É uma torturante isso. Mas a percepção dela é. Eu estou sonhando. Com vontade de fazer xixi. Isso foi tudo. E eu preciso acordar para fazer xixi. Você consegue deliberar durante o sonho. Porque tem outro que é assim. Se eu durmo de boca aberta, fica a receca boca. E aí eu começo a sonhar aqui, eu estava buscando xixlet, e o xixlet grudou no céu da minha boca, e eu quero tirar o xixlet. Aí eu começo, começa a falar. "Não, não, eu estou de boca aberta". Acho que eu tenho que acordar e tomar água. É o acordo, toma o água e volto. Olha isso! Olha o nível de manipulação. Você se apontou. Eu acho que só se apontou. É superponteio. É superponteio. Só teve uma vez, uma criança que eu lembro do sonho que eu tive que eu controlei ele durante alguns segundos. Que eu estava. Tipo, numa chá cara andando com o amigo meu de escola, e eu falei, "Pere aí, pera aí, pera aí, pera aí". "Eu estou no sonho". Eu realizei assim. Mas eu não acordei. E aí virou um musical, eu comecei a subir pareido de andando. Cantando, que eu poderia fazer tudo que eu quiser. E aí, eu não sabia. O musical, eu acordei. Isso é muito bom. Isso é treinável. E aí, nunca mais. Para algumas pessoas talvez mais sósto aqui. Para outras, como você disse, entende? Ela já tem espontaneamente. Ela já faz isso. E ela diversa às vezes me conta assim, "Não, você nunca pegou no sonho e percebeu que você estava sonhando e mudou o sonho". Eu não lembro de sonhar, velho. É, como é que eu me manipula o sonho? O que eu acho mais horrível não é nem isso. Estava falando do começo das fases do sono, que é uma das primeiras coisas e desligar o contexto motor. Aí comigo assim, "Oh, não. Nossa, eu tinha que fazer algo que eu não consigo me mexer". Olha isso, horrível que ela cheia. Olha, eu acho que eu vou dormir logo. Então, aí, a paralisia do sonho? Eu entro a esse assunto. Ah, porque entra muito no chat de campos espiritual. Eu toto a nossa no chat de novo. No espiritismo, seja no catolicismo, "Ah, é o demônio". Ou no espiritismo, ah, você já tem uma projeção astral. É o seu espírito saindo do seu corpo. Você não é abitosido. O que a sua experiência com o sonho fala o que responde sobre o que é a paralisa do sonho? Então, de fato, é um negócio ligado à consciência. Então, você tem a consciência do sono e a consciência da vigília. Então, uma coisa ter a consciência, outra coisa você saber que tem. Então, por exemplo, o meu corpo está parado, eu to deitado dormindo, o meu corpo tem a consciência do sonho. Isso é diferente de eu saber que eu tenho. Então, por exemplo, o meu dia está dormindo normal, aparece a luz, da dimanha. E aí, você. Ah, só a cabeça começa a funcionar. Só consciência começa a funcionar. Ah, estou acordado. Só que o seu corpo não acordou ainda. Você acordou antes do seu corpo a acordar. A sua percepção do corpo apareceu antes da sua. do seu corpo, de fato, a acordar. Com a sua se departamento separados. É um pouquinho. Tem um delei. A cabeça acordou, mas o seu corpo ainda. Ele teve um delei, ele demorou para dar o sinal para acordar. Lembra um pouco. Lembra um pouco. Lembra um pouco quando sua perna fica dormente. Então, por exemplo, eu quero andar, mas minha perna está dormente. É o manco. É uma coisa. O seu corpo não acordou, mas você quer movimentar. Aí você fica parado. E você costuma ter de manter as alucinações, porque. Não sei, o corpo não funcionou direito ainda, você está num estágio. Isso é isso. E rola coisas, às vezes. Então, isso dura uns 20-30 segundos, não é muito tempo, dura pouco. E aí a pessoa começa a fritar. Parece que eu estou preso dentro de mim mesmo. É agoniante. É agoniante. É agoniante. E aí, quando você entende o mecanismo, vai passar. É igual que. Aqui, é bem que vai. Não, é porque eu fiquei pensando que. Não seria no meu caso paralisia do sono, porque eu não fico desesperada. Não, mas é. Só que você costuma. É só que eu só estou aciando. Não, eu não consigo. Espera aqui. Essa é uma baitabilidade. A cidura de 20-30 segundos, então. É, pois. Você pode ficar tranquilo que tem paralisia. Porque. A gente fica em medo disso, porque é sem a minha Deus. Eu quero voltar. Ai, seu corpo. Ah, ah, ah. É, é, é, é. E aí, essa fritação dá uns 30 segundos. E eu ainda falo primeiro. Querida, não estou conseguindo me mexer mais. E o que aconteceu com o trágio? Não é. Então, você acorda primeiro? De acordo também. Também, né? Não, não. Acorda. Eu estou respondendo com o gato, né? Oh, acorda aí, eu. Espera só um pouquinho. Espera aí, que eu não estou conseguindo me mexer. Eu estou respondendo. Os minutinhos aí, deixa. É, então. Mas, assim, para quem tem muito, né? É normal quando você vai dar um adolescente. Quando ela é adolescente, bastante. E quando ele já vem. Deja-vou também. Você chega num lugar novo e você acha que já teve lá. É muito tempo que eu não tenho a deixei. Deja-vou é bem coisa de adolescente. Só não bulismo, é coisa de adolescente. Só não bulismo. Eu acho que eu não cative. Nem preciso. Nem preciso e eu tenho todos os perks já. Eu não dava ter todos, assim, né? Mas essa é uma habilidade. É um talento. Não, é de. Só capacidade unírica. Eu estava falando a Amy que eu não achava que o meu caso era paralisia do sono. Sabe quando eu falava "Não consigo me mexer?" É, é. Porque eu ficava muito de boa, achei que paralisia do sono era uma coisa mais angostiante. É, por isso eu sei que você relaxa, em vez de se apavorar. Não eu acho que. É porque eu sei que daqui a pouco vai passar, mas ela não sabia como ia passar. Você explicou agora. Quando era adolescente, eu lembro que os meus dedinhos do pé eu conseguia mexer na paralisia do sono. Isso, isso começa a mexer mais, então. Mas então eu tive uma fase espírito, por causa da influência, minha voca era médio. Então na minha adolescência, que eu estava ainda conhecendo os mistérios do mundo, eu fui muito influenciado pelo spiritismo. Então eu tinha esse medo da. Quando eu comecei a ter paralisia do sono, o que me falaram é a projeção astral. Então como que eu interpretei quando eu vinha a paralisia do sono, e eu consegui mexer os dedos do pé. Fala, "Volha, meu spirito está saindo, mas ainda conectado no espéis aí. " Eu estava um dia do dedo que estava preso. Então ainda conseguia mexer. E foi o feto, não? Que ótima descrição. É uma descrição fantástica. Que verão mesmo. Não, o dado é fantástico. A questão é a teoria por trazer, mas o dado. E aí estava tudo meio embaçado, o filme eu confuso, eu interpretava isso como a visão do espírito, meio embaçado, eu lenta, desumbarulho, vinha no seu vídeo. Então essa é uma ótima observação para falar do método científico assim. Porque qual é o seu dado? Qual é a informação que você tem? A experiência? Sim. É o fenômeno, o fenômeno. Tipo eu senti meu dedo e tal. Eu tenho essas sensações. Esse são os dados. A questão é você pode mudar a teoria sobre o dado. Então por isso que o dado é bem colet. É até uma coisa que eu falo para os alunos de graduação assim. Porque a galera fica puindo e tendo muita teoria, né? Tal autor, tal autor. Esse é completamente irrelevante quando você é novo. Sim. Porque fica pensando de teoria e quando você é um pouco mais velho, um pouco mais maduro. Quando você é novo, você tem que aprender a fazer as coisas. Método mesmo. Porque se você aprende o método e você garantiu que o dado tá bem coletado, você pode criar any teorias depois, a partir do mesmo dado coletado. Então ele vira um benchmark de qualidade. Então por exemplo, a experiência do Ruas, se for uma boa descrição, pode ser por causa do espírito, pode ser por causa. Esses tem várias possíveis explicações, mas aquele dado é real. É, é um dado. Eu interpretava através de uma visão espírita. Isso. Então você tem que ensinar as pessoas a coletarem boas informações, validadas. Sim. Porque aí a explicação que você dá a teoria é o porquê? Pode ser vários. Mas o como o dado coletado é muito importante. Isso precisa ter que ensinar em todas as graduações. Então mas daí, agora vamos falar de ciência e impegando esse ponto que você falou. Mas daí, então a coleta é de dado. É, eu vou fazer uma provocação. A coleta é de dado bem feita é neutra. Depende, não. E aí a coleta é neutra. E a pergunta de pesquisador. A pergunta do pesquisador que não é. Isso. Eu vou te dar um exemplo de um artigo que eu apresentei do Blá Blá essa semana. Você sabia que a cerveja é uma excelente fonte de vitamina B6? Não. É uma excelente fonte de vitamina B6. 15% da vitamina B6 que você precisa por dia, você consegue em dois que eu apoge de cerveja. Então a coleta é de dado, é uma coleta perfeita. Você foi lá, viu? Você tinha vitamina B6 na cerveja e você mostrou que tem vitamina B6. Aí a segunda parte da história que mostra que ciência não é neutra, que você não precisa de vitamina B6. Porque você consegue vitamina B6 em qualquer coisa que você com a milita, literalmente. Então você precisa tomar cerveja por causa da vitamina B6. É muito bom. Não é um bom exemplo. É essa lógica. Então, assim, o experimento do cara está errado. Não tem vitamina B6 na cerveja? Tem. Aí é o que eu falei na live, é. Só que não usa isso a desculpa a bosta para tomar cerveja. É uma cerveja porque você gosta de tomar cerveja. Sei lá, você gosta que eu efeito que a cerveja tem no seu corpo. Departamento de mar, que é de. Não é. Acho que é um bom exemplo de sentida. A coleta de dado do cara é perfeita. O dado não tem nenhum defeito. Eu não tenho crítica nenhuma. Hoje eu queria fazer o experimento dele. Agora, a interpretação dele que se veja uma boa fonte de vitamina B6, caramba, não tem ninguém no mundo atual que tem deficiência em B6. Então não justifica tomar cerveja. E essa parte não é neutra. A parte da escolha que ele tem.
-A pergunta é a conclusão não é? -E isso é um método, não é nenhum. O jeito que ele coletou a informação é replicarva inclusive e consigo fazer isso em qualquer lado. -E essa é a ideia. -Então você tem que ensinar os alunos a aplicarem e coletarem bons dados. -Exato. -O resto você vai construir no depois. -Deixa a gente fazer. Você estava falando de paralisia, esse sempre foi um pavor que eu tive. Porque eu foi fazer x. É um pavor ainda bem que eu nunca tive. -A gente vai fazer nunca ter por favorado. -Não, paralisia é de só não nunca tive. É uma experiência de você estar vegetativo. -Caria, a camila discreve, acho que ela falou que. -Sou o olho se mexe e você quer, você quer, às vezes, desespero, berrar, não sai nada. -Cê tá doido, cara. -Eu fico ansioso de nada. -Não é pra tanta, né? -Não, não, mas é porque tem gente que discreve como algo teve, que daí tem alucinação. -Não, mas se acontecer. -Se acontecer por alguma razão com você, vai durar uns 30 segundos. -Ela acha. -Ela acha para esta atenção da experiência. -Curte a onda. -Porque a camila discreve a dela e para ela é uma experiência super tranquila, cara. -Pra você que relaxa, é muito bem resolvida. -Ah, eu estou fazendo bebida. -Ela vai se estibou. -Ela vai se estibou. -Ela vai se estibou. -Ela aconteceu tantas vezes, acho que. -Ela é pra ela. E agora descrevendo como marido que eu vejo isso acontecendo, cara. -Pra ela acontece todo dia. -É, então. -É algo que ela tá muito acostumada, assim. -Ela deitada no sofá, dormindo, eu falo, "Vamos para a camila não, não consigo me mexer, não, tá bom?" -Dormi aí. -Ela de vez que quando eu carrego, mas muitas vezes eu falo, "Ah, se eu ficar dormindo aqui no sofá, eu vou dormir um pouquinho, ó, então, tá bom." -Ainda a meia hora, da dois minutos, ela já tá dormindo de verdade aí, e aí já foi. E cara, esse negócio do sonho delativa é muito engraçado, cara. -Ela descreve, eu falo, "Eu nunca vi isso na vida, assim, eu nunca senti isso." -Ela é da melhor. -Ela é o que eu dava para a galera, a gente vai falar de destruir o sonho depois, mas eu, sem pretive, num outro, você vai voltar, a gente vai trazer uma outra pessoa aqui, mas eu tinha uma relação, isso pra galera, inclusive. Eu tinha uma relação com dormir muito ruim, porque eu dormia muito mal, e aí eu comecei a cair nos papos dos coach, "Dormi é perder tempo, dormi. " Mas eu tava justificando o meu sofrimento no sentido de, "Cara, eu não dormia." -Tentando achar uma resposta pra galera. -É por que eu dormia? -Eu não dormia. -Eu não dormia por uma questão fisiológica, por uma questão de meu corpo, eu não conseguia dormir em causa da penei, e aí eu comecei a procurar justificativas, "Ah, então, aí eu preciso dormir pouco." Até o dia que eu comecei a dormir, percebi que na verdade eu só me for dia por dormir pouco, porque dormia se eu só. -E isso é só, assim, né? -E isso é a questão do dia que você só ofre, eu não dormia. -Não, eu tinha só, eu sentia muito, eu ainda tenho em chaqueca. Em chaqueca crônica, com a hora, que é desgraça que é em chaqueca, mas quando eu não dormia, era toda semana. -Tipo. -Era um sofrimento constante, agora acontece com uma frequência muito menor, porque agora eu dormo. Agora eu consigo dormir, ainda dormo pouco, você dormia pouco. -Eu dormo pouco. -Que eu tava falando isso. -Aqueles são uns três anos só. -Ah, tá, antes eu dormia melhor. -A minha vida inteira sempre dormia bem. Mas dormi pouco são seis, sete horas, no meu caso. Ou você tá dormindo menos. -Não, então, é insônio, dormo menos. -Ata. -Dormo menos é uma droga. Mas aí vale um relato interessante, assim, porque. -Eu vou guardar o tratamento. -Sim, sim, o tratamento. -Eu já falava do gelado de disto. -Li a gente vai ter uma referência muito importante. A pessoa que eu gosto muito, acho muito importante, trazê-la também. -Legal. -Mas, devido uma experiência, assim, com um filósofo, que eu lito do sobrilho, eu gosto do ele, um filósofo romeno, que chama Emil Choran, já viu falar? -Não. -No. Emil Choran é uma estária muito interessante. Ele vive um 75, quase quase 80 anos. E durante 60 anos ele teve insônia, crônica, de não dormir nada. Então, quando eu tinha uns 30 anos, assim, 20, 30 anos, ele falou, "Ete insônia toda noite, eu falo, "vou me matar." -Vou me matar, porque não aguento. -Vou me matar essa noite. Aí ele chegou e começou a escrever. E aí ele escreve. Durante as noites de insônia, ele começou a escrever. Ele escreveu um livro, que chama "No Cúmido Desespero". -Cê vai ler esse livro, "vou me matar, agora". -Ele fez uma limonada. -Então. -É uma perfeitação, mas ele escreveu um livro que chama "Alimonada", -Ele é "No Cúmido Desespero". -É, então. -Mas de no estado que ele tá falando. -Ele foi do Emil Choran, assim, ele bota o nítipo a mamá, assim. É muito triste. Tá arrendo lá atrás, né, graça. É muito, muito tenso, muito depressivo mesmo. Só que aí, olha todos os livros dele. Quando você le todos, e você percebe que ele viveu 60 anos com insônia, -E produziu coisas muito legais. -A vida dele foi um sucesso. Aí você vira a pessoa mais otimista. E isso que me deu um insight muito bom, assim, nem os livros dele, que é isso. Não quer dizer que ele. Eu vou até. Ele faleceu não recentemente, mas tinha vídeos dele, -Dando entrevistas, coisas assim. Ele não era a pessoa mais bem humorada do mundo, mas você via que ele tinha uma serenidade, sabe? De uma pessoa que fez valeu tempo da vida dela, -Sim. -Trabalhou muito, ele sempre trabalhava durante insônia, -Descrivia durante insônia. E é muito interessante, porque ele me deu um insight, que para mim é uma das pessoas mais otimistas, assim, porque ele entregou o resultado. E a grande mensagem dele é que a felicidade. Ela não pode ser a causa de nada, ela tem que ser a consequência. -Sim. -Então, o que. A causa das coisas é o sentido. Se tem sentido, vai ter felicidade depois. Você buscar ser feliz, é você garantir a sua infelicidade dos outros. E é por isso que ele ia se matar. Porque eu tenho insônia, qual é o objetivo da minha vida ser feliz? Com uma vida com insônia? Não mereço viver. Agora, seu abro mão da felicidade, e começa a fazer o que tem que ser feito, o resultado disso é uma vida muito produtiva. Isso é fantástico. Por isso que é um exemplo de otimismo, assim, no inverso. O Emeuxerae é muito identifico com ele. Então, nesses anos de insônia, a minha insônia tem sido muito produtiva. Dvados, narulrodoso, sem eu escrevi nem sonho. -E não sei que ainda não tem sonho. -Porque eu. Eu durmi a mal por causa da pineia, mas eu também sou insônia, e isso continuo existindo. Esse ano deu uma piorada, inclusive, eu voltei a atenção na ideia do jeito que eu não tinha. E eu tinha descoberto isso sem conhecer o filósofo. Muitas vezes, porque a pior sensação, e aí eu estou de novo, é o meu relato, não estou falando para ninguém, mas eu estou dei muito insônia. Depois disso, a pior sensação que eu tenho não é da insônia, é intentar dormir. -E isso? Não aguadi estar. -Porque. -Porque é. -Porque isso me fazia. Fiquei ainda mais insônia. -E isso? -E da mancidade. -Da mancidade. Então, uma coisa que eu sempre fiz, é um método que eu desenvolvi, e depois eu percebi que, quando eu já discuti, "Cara, muitas vezes eu acordava, olhava pro teto, três minutos, eu falava, é insônia, não foi acordada, porque isso é uma coisa importante. Dio aí, se eu quando eu acorda noite, "Ah, não, ainda está na hora de dormir." E é o "dei aquela acordada entre ciclos", "viver o pulado e durmo". E aí eu voltei até isso esse ano. Eu acordo, olho e falo, "Tá, acordei de verdade, não peguei o celular, não peguei nada, peço, tento dormir mais dois, três minutos, não consegui, beleza, está tudo bem, sem ansiedade nenhum, vou levantar, vou ler um texto, vou começar o meu dia. Ah, mas são os cinco horas da manheta, tudo bem? -É. -Vou começar o meu dia, cinco horas da manheta. Dependentando horário, quando esse comigo eu olho, "Vou pular, vou estudar, vou estudar, vou pular, vou estudar, fico de madrugada além do. " -E aí? -E aí? -E aí? -E aí, umas duas horas, volta. -E aí, volta, em volta do mim, inclusive. -E ainda está. Isso é quando esse comigo direto, senão eu leio alguma coisa, "Tá, muitas vezes eu pego quindo, o que está ali do meu lado, vou continuar lendo, o livro que eu estou avaliando antes, mas é o livro de fantasia, de dragão, se não é beleza, isso que eu vou fazer. -E se eu ia ser do meu dia, "Ah, vou puxar ferro, 3 do meu dia." -É, então. -E aí, e aí? E volta e volta, volta do mim. Gente, são nove horas, Carzosus. Vamos começar puxar um superjete, que a galera está pireando com o papo aqui hoje. -Posso fazer um outro, você vai perdo. -O que você não deve, quer dizer, porque a gente não percebe, tem um passar com o tá dormindo. Não percebe? -O tempo passar. -Eu não percebe, eu tenho um passar com o dormido. -E o nosso dia, tipo, de 6 da manhã até agora, porra, a gente fez várias coisas. Mas se eu durmo fechulho, abre o tá de manhã. -A gente não tem a mesma sensação de que se passar oito horas. -Então, a gente tem a passagem cronológica do tempo, e você tem a consciência da passagem do tempo, isso é tirado de você, de fato. Porque a percepção da passagem do tempo é dado pelos estímulos externos. Só como você está dormindo e o dia olhe fechado, e com o quarto que se motor inibido, o seu relógio externo não está ligado entre aspas. Então, um tempo passar rápido, você písca a corda. -Posto dar uma explicação que eu ouvi, que acho que é mais filosófica do que psicológica. -Então, neurológica. -Então, não está. -Mas eu achei muito legal. -Pois não, por isso não. -E se me fala o que você acha disso? -Eu acho que é mais do campo da filosofia. É uma coisa que eu chamo do eterno agora. Porque a gente cria essa linha do tempo passada do presente futuro. Mas, na verdade, só existe o agora. Não é uma linha reta passada do presente futuro. Isso é uma criação nossa, nossa cabeça. Na verdade, você está num pontinho chamado "Agora". Você vive nesse pontinho chamado "Agora". E essa sensação de que a corda de manhã fez isso, e até de noite, essa sensação de linha reta não existe. Então, quando eu fecho olho, eu dormi na hora, e quando a corda abro olho, eu acordei na hora. Eu dormi naquele pontinho, porque o tempo não existe, digamos assim. Eu que cria a minha noção de tempo. Porque eu fiquei acordada daquele tempo todo. Eu digo, "A gente tem o meu corpo, eu queria essa sensação de tempo passar". Mas, na verdade, estamos aprisionados no eterno agora. Por isso que, quando eu desligo, e acordo, eu não tenho noção de tempo passar, porque eu estava sempre naquele pontinho do eterno agora. Não sei se. Excelente descrição. Excelente se está partindo do princípio que você desliga também. Que é isso, é um cuidado. Não, não, mas já que você gostou de filosofia, eu leia o serionado do sartre. Pode ler o serionado, pode anotá-la. Serionado do sartre, exatamente isso. Eu perdem de. Deu a ideia, não, não, é uma descrição sartreana. Até existencial. Mas eu achei uma boa descrição. Eu não tinha só um exemplo. Vota rindo de você, não é verdade, não é? Eu tenho mais. Vou te propor um teste, que aí é desligado mesmo, que aí você vai perceber a diferença, que pra mim é diferente. Um teste da minha descrição sartreana. Não, não dá só a descrição sartreana, da diferença entre dormir e descansar. Você acha melhor que sartre? Talvez. Talvez em alguns aspectos da biologia, sim. É, é sartre, depois a gente conversar com ele. Então, assim, de novo. É, ele tem mais de sartreana. Ele jogou mais confete, não é? Não, não é existencial, né? É, eu acho que é aproveitando esse confete. Porque. Eu consigo perceber que eu tenho um passo a hora que eu estou dormindo, mas por isso não. Não, porque tem diferenças de marcação do dia. Então, por exemplo, eu vou dormir a noite, acordo de dia. Então, meu cérebro consegue marcar isso. E eu só consegui perceber a diferença de que eu tomei a necessidade geral. Ah, assim, é difícil. Porque o dia que eu tomei a necessidade geral não é dormir. É. O dia que eu tomei a necessidade geral, eu perdi um pedaço do tempo. Então, a diferença é a seguinte. A hora que eu vou dormir, passo a mais rápido. Eu concordo com você. Já teve dia que eu fiquei com a sensação de "Nossa, eu fechei o olho e abri, passou isso." É muito difícil, cantando. Cara, mas o dia que eu tomei a necessidade geral, uma parte da minha vida foi retirada de mim. Exatamente. Então, eu perdi a noção de que aquele período de tempo existiu. Tá. Eu desliguei de verdade. Então, eu fui operar o joelho, tomei a necessidade geral. Como que funciona isso para mim? Eu lembro de eu indo de marca, aí o meu médico fala. Isso, acordado, eu não tinha tomado nada. Desse da marca e vai para a mesa cirúgica. Desse da marca eu fui para a mesa cirúgica. Eu lembro de ele colocando a minha perna no negócio para fazer cirúgia, para operar o ligamento cruzado. E eu lembro de eu abrindo o olho e a camila está do meu lado e eu estava na sala de recuperação há 12 horas. E não é que eu sumiu esse período e foi subtraída da minha vida. Meu cérebro desligou nesse momento. E aí a minha sensação é essa que você descreveu, que eu não tenho quando eu dormo. Quando eu dormo, percebo que passaram 8 horas. Pode ser mais rápido. E você tem razão. Pode ser porque meu sono é leve. Mas eu não tenho essa sensação que você tem que eu não ter que eu sumiu. Agora quando eu tomei, não é necessidade geral, o cara é bizarro. É porque assim, eu desligou. A gente tem uma propriedade do corpo, porque é a própria percepção. A própria percepção é assim, se você fechou ele levanto o braço, eu sei que meu braço está levantado. Então, o seu cérebro sabe que seu braço está levantado. Durante o sono, você tem a própria percepção. O seu corpo está existindo ainda. Quando você tem um sono meio leve, assim, você não repara todos os minutos e segundos. Mas você repara que tempo passa. Parece que tem um input do seu corpo para dentro. Eu estou aqui. Isso. Mas quando você dorme mais profundamente, você não tem nem isso. Mas a anestesia não? A anestesia, se é de fato desligar. O cara a anestesia é bizarro. E aí, eu já tinha outra vez, eu tinha tomado a anestesia, mas uma anestesia mais local. Então, eu fui fazer endoscopia, por exemplo. Aí, tinha essa sensação de perder um pedazo. Tem que ser um aminoéisco, inclusive, não é uma anestesia, no sentido da anestesia geral. Então, eu. Ah, tá, era a mistra. O cara a anestesia geral é bizonho. É assim. Deleta, meu cara. O meu cara cortou aquele pedazo do seu cérebro para funcionar a foda, assim. Depois ele volta a funcionar. É uma sensação de pessoas que ficarem como 20 anos. Será que elas acham que dormiram a cordagem? É uma indescrição que é assim. Depende do coma. Depende do tipo. Mas tem indescrição que é literalmente assim. Mas é o sartre. O sartre. Tá vendo? Diga. É. Não, lembra? Desmolhada nesse texto, seria o nargo. O ser e o nada. O ser e o nada. Tem até filme sobre isso. Tem até filme. Descreve bem isso. Mas faz sentido essa linha do losol. Faz, faz. Quem sabe o virinho? E outra coisa que você tem em razão é isso, não é? Nossa. A linha do tempo é uma invenção, não sério, é o problema mesmo. É que na verdade, o tempo existe fora da gente. Isso. O tempo, você experiência o tempo. Você distribui seus comportamentos no tempo. O tempo é algo contingente a todos os comportamentos. É por isso, por exemplo, que, sei lá, pensa as últimas férias que você tirou, imagina que você tirou uma semana de férias. Aí lembra, imagina que você vai fazer um vídeo pro YouTube e das suas férias. Onde? E as suas férias duraram cronologicamente uma semana. Se você for fazer um vídeo, em média vai ter 10 minutos. É isso. Porque você lembra dos eventos. Mas não do tempo. O tempo você não guarda dentro de você porque você não produz ele. Você não consegue nem descrever o acima que você passou. Isso é filosófico. Isso é bem filosófico. Conte. É algo que está junto. Conte em gente a alguma coisa colada. Você não consegue emitir um comportamento sem o lugar e sem um tempo. Pense qualquer comportamento que você faz na sua vida. Sempre vai ter um lugar e sempre vai ter um tempo, mesmo no seu sonho. Qualquer coisa que você sonha vai ter um lugar em um momento. Piajeia já dizia. Na semento da inteligência na criança. E a formação do símbolo na criança. Veja isso também. O que eu não quero? Esse é lente. Antes da gente ir pro Super Chat, porque ele tem muito um de Super Chat para ler. -Ah, que bom. Vou me aproveitar que volta aí, tá aqui. Que ele é um conhecedor de um lugar que a gente vai. -Nihon. -Nosamos para o Japão em outubro, Carusho. -Não sei se você sabia. -Para um Japão! -Vou te saber! -Opa, te saber. Nós vamos. eu estava conversando só, expandando a família um pouco mais, me assubrindo no Japão, fazendo um ano de intercâmbio pela USP e os pais dela foram conhecer agora. E aí, fiquei sabendo que tem épocas boas para ir pro Japão e que a primavera agora é uma boa época. E o outono quando a gente vai também, eu acho que também são os boas épocas para ir pro Japão. Então nós vamos estar lá no Japão a partir do dia 5 de outubro. -Certo. -Certo. -E quem pode ir com a gente, Carusho? Quem está assistindo? -Colquão? -Colquão? -Colquão? -Colquão? -Colquão? -É só ver o link na descrição. -Perefeito. -Deus detalhes da viagem e embarcar nessa viagem. Nós vamos nós dois, camila que estava aqui, que está fazendo xixi e a bibibai las. -Abiibai las nossa convidada. -Que morou 8 anos lá e vai estar lá para nos ajudar a entender um país diferente do nosso mundo. -Ei, sempre uma viagem focada em ciência e história. -Perefeito. -Nossas viagens. Então o roteiro é baseado nisso. Vamos ver muita história, muitos templos e muita ciência. Vamos para uma cidade, onde está a NASA da Japão. Vamos para museu e para a Quário e para a Múlti de lugar muito legal. A descrição do roteiro está aqui embaixo. É só você clicar no link. E é aquilo que a gente sempre falou. É uma viagem que é organizada por uma agência de viagem, que já levou a gente em duas notarjeanadas. -Um gatairegito? -Em gatairegito. Então em gatairegico, a agente e a jordânia. E que organiza a viagem inteira. Então os otés estão todos garantidos, café da manhã e jantar nos otés, os trans lados, a infreacidade. -O um conforto bem gostoso. -Dá, um arranjado já. -Pas pessoas viajarem com a gente. E a gente sempre fala que a gente sempre deu essa declaração. Na nossa primeira viagem de estar apavorado de medo. Quem que são os malucos? Que querem reajar com os malucos? -Ana estatal. -É a minha Deus do céu. -Pou que? -Pou que são os malucos. -Nos japão são os dois. -Não, mas o nosso medo era com o público. -A gente estava assim. Porque quando a gente se veio conversar com a gente, eu falei assim, ninguém vai querer reajar com a gente. Nós somos três chatos, eu camilo o ruso e o pirula, não vai rolar. Quem vai querer reajar com a gente. E aí, da primeira viagem, a gente fomos 25 malucos que zero vieram com a gente e na segunda, 42. Foi pro índice. -Foi pro índice. -Escoça, -a terra primeira e Egito e Jordania segunda. E aí na primeira, tava todo mundo assim. -Pou. Vai ser meio estranho. Porque são pessoas que conhecem a gente, aquela relação para a social que a gente falou na última live, pessoas que não conhecem, que a gente não conhece quem são essas pessoas. E aí? -Ei. -Ei, a gente seguraça dos dois lados. -Dos dois lados. Inclusive, como as pessoas um? Não, e deles também -postaram aqui seus escurotos assim. -Espectativa, né? -Espectativa. -Espectativa. -A gente também patia muito grande pela experiência para a social. -Mas vi as pessoas tragar. -A gente vai tragar, né? Então, mas quando juntou, foi maravilhoso. E aí, o que a gente percebeu é isso, que é uma galera que enxerga o mundo de uma maneira muito parecida com a nossa, que tem interiças muito parecidos com nós. Então, eu sempre falo com muito orgulho disso, assim, a nossa viagem é uma viagem inclusive em todos os sentidos, em que pessoas diferentes, com experiências diferentes, com visões, vivências diferentes, se encontram e viram amigos e continuam conversando, -continam interagindo. -Tem contata até hoje. Eles têm contata entre eles. Eles são sacanas, eles organizam coisas sem a gente. -Agora a gente. -Ele é parte. -Ele é legal. Fica um para lá e para cá aqui dentro. -Ele virou uma bagunça agora, tem gente que vem aqui toda a sede, está a bagulho de tal. Então, uma coisa que a gente gosta é claro que a gente vai para lugares incríveis, conhecer coisas muito legais, mas a gente também conheceu pessoas incríveis que hoje fazem parte da nossa vida, que são amigos, que conversam, que mandam dúvidas e tudo mais, e que a gente manda dúvidas também, a gente compartilha, coisas que essa galera que viaja com a gente. E aí, assim, uma outra coisa que nós deixa muito orgulhoso, orgulhosos de verdade, assim, a maior parte do grupo são mulheres, porque elas se sentem seguras numa viagem que não necessariamente se sentiriam. -Ejito. -Ejito. E a gente do sozinho, e a gente, por exemplo, é um lugar que uma mulher é um pouco mais complicada em sozinho. Então, se você quer viajar com a gente clica no link aqui embaixo, conversa logo com o pessoal da inclusive, dá para parcelar a viagem, dá para ir de outros lugares do mundo, outros lugares do Brasil, eles ajudam vocês com tudo, certo? Essa negócio é do para social. Começou mais o podcast aí, assim, que é sem vídeo, só o audio, tem um pessoal que ovo na rua doa, assim, conheça minha voz, mas não me conhece. Então, já aconteceu, chutei do baixo umas 10 vezes, chutei no baixo, de eu estava num lugar ninguém, sabe? Eu achei até bom. Mas às vezes a pessoa olha assim, e já aconteceu, é tão engraçado, porque eu não achei errado, não tem nenhum problema. -Cê não está criticando, você não está reclamando. -Nem outro problema. É, acontece mesmo, inclusive, a psicologia social descreve isso muito bem. A pessoa olha para mim, você opta aí, e você claramente vê o brilho do olho da pessoa subindo, assim. Ela ficou definitivamente decepcionada. Ela tinha imaginava de um dia completamente diferente. -Porque isso chama efeito do locutor. -É, tem um nome mesmo. -Isiste o locutor de rádio feio? -Não, não. -Todo locutor de rádio é bonito, assim, na cabeça da pessoa. -Aquela voz, implemente. -Exatamente. Então, a pessoa me vê assim, com certeza. Eu falei, eu queria ser igual do jeito que você pensou, que com certeza é muito melhor. -Ela só perceba, desculpa. -Então, eu perim, desculpa. -Cê sabia essa história do Atleta, né? O Atleta não aparecia. -Ah, sim, no começo do logêre, não aparecia. -Sim. -É, tem uma história muito boa, dele com o perúla. Eles estavam naquela campo espari, e aí estavam dando Atleta e o perúla. E aí as pessoas paravam o perúla para tirar foto, com Atleta do lado, e aí falavam pro Atleta, assim, "Tire uma foto dele comigo", aí o Atleta pegava a câmera para tirar foto. E aí, é tirando foto, tirando foto, tirando foto. Até uma hora que a pessoa fosse sentir uma foto do perúla comigo, aí o Atleta falou "Tire aí o cara". Aaaaah!
-Claro! -Caralho, não, perilha! -Tire uma foto de mim, é coxa! -Eu não pareci ainda, mesmo rolê. A gente tava falando do Japão e aí a gente tava antes de começar a repetindo dicas, porque você já foi contas vezes. -Totas vezes. -Quatro vezes. A gente tava pedindo de dicas e a outra aí que é mandar gente pra balada, gente. E assim, claro, só pra falar pra quem tá assistindo, tá? Na Inglaterra era pâbita ou da noite. Então, o segalera que quiser ir pra balada algum dia. -A gente foi todas as noites. -Não, não. -Folto. -A gente foi em algumas. -Claro, que é claro. -Claro. -Claro. -Claro. -Sopeste, mano, caralho, que. -Tá bícaro com vocês. -Vamos, por favor. -Não consigo. -Não, não. -Dezembro. Não e eu tudo. -Dez de azim. -Vai sim. -Vai sim. -Vai sim. -Vai sim. -Vou te contar. Vou fazer um convite ao vivo aqui. Nós vamos ficar uns dias em a mais em Tox. Podia encontrar gente para o final. Vamos ver se consigo. -Vamos outro cinco dias em Tox. -Vamos a gente. -Vou. -Vou. Não garanto a integridade de vocês. Porque quando você fala um pouco de japonesia, é outro rolê. Tem outras camadas da profundezas, assim, de Tox. -Vamos profundezas. -Vamos profundezas. O que você falou que a gente tinha que vem em Tox, -era o Copa do Sul. -Sama de Samurai Restaurant. Não, não, não. O que você falou que era uma palavra em português, que era. não era profundez, era. -Trevas? -Trevas, trevas, trevas. Tem várias trevas. -A gente não vê nem as trevas que são o Paulo. Exatamente. Vamos lá. Biologia, a Natacha falando de "biologia". Quando um dobrador de ar e uma dobradora de água tem filhos. Eles podem ser dobradores de ar, dobrador de água ou nenhum. Se a chance for um texto para cada opção. É tal, tá falando genética a menina, hein, dele, né? -Certo. -A dobrada de elementos está fadada a extinção. Vista que filhos de dois não dobradores serão necessariamente não dobradores, não. Porque se o gênio do dobrador for recessivo, dois não dobradores teriam filhos não dobradores. Isso é considerado a penetrência ainda. Isso, considerando genética a menina basicinha de poucos alélos e tudo mais. Então, o básico da genética a menina, né? Então, se você tiver dois dobradores, se a dobração for dominante e a não dobração recessiva, você vai ter não dobradores sem do filhos não dobradores. Muito bom. É importante, explicando genética a menina de poucos alélos com a vatara, as aventuras de eng. Então, é por isso que características recessivas não desaparecem na população, porque elas estão genéticamente insplicação. -Por isso. -A gente pode. -Ei. -É um pute exemplo. -Mão legal. -P pute exemplo com a estetemoração. -Porque? -Porque, ali no eng, o eng e a catara têm filhos. Ah, verdade. E aí, você vai ter descendentes diferentes tipos. -Posso, é isso? -Certo. -Certo. -Entendido. -E deixa uma pergunta ali. -E qual? -Ei, meu Deus. Ela lembrou. -Essa aqui agora? -Ela lembrou. -Aaah! -Pua! -Pitoria! -E o Victor veio. -O Victor escreveu. Boa noite, pessoal. Muito bom. Eu tenho uma pergunta. "Carduzuz, o que é um mol?" -Está devendo. -Está devendo. -Está devendo. -Adevendo. -O que é um mol? -Está devendo. Estualizando público. A gente conversou ultima vez sobre minha mão. -E isso aprendizado. -E você falou que importante era ter repertório. Estou da coisa, aliatorias, que o cérebro na frente ia catar isso como repertório e é importante para aumentar a sua criatividade. -Exatamente. Então é importante ter repertório. -O muro está assim. Eu não vi no vídeo um pouquinho. -Está devendo. -E o frases. Nem importando muito o que você estude. Pode ser com as aliatorias que isso vai ser útil na frente o cérebro vai catar isso para gerar uma solução na frente. -E isso falou, por exemplo, estudo que é mol. -Eu lembro porque não. -Eu não lembro, mas eu acabei de lembrar o Victor. -Eu lembro muito bem isso. -Eu vi to estar atento no vídeo. -Está atento no exloço do episódio. -Ela já é de 29. -Nosse companheiro lembrou. -Tenho mês? -Tenho mês. -Tenho que explicar o que é mol. -Lomelo com o Instalife independente do tema. -Está bom. -Como estamos? -Precarramos isso. -Tra isso, quadrinho. A nota, quadrinho é sobre mol. -Não, é um excelente quadrinho inclusive. -Tá. -É um puta do um quadrinho legal para cacê. -Tinha uma dica de falar do número de avogado. -É, exato. -Ena vegada. -Isso está com a gente. -Avogado. -Avogado. -E isso? -Tá. -Como você pode inclusive desenhar mol com um monte de vacinha. -O seu avogado. -Ela é do piada com o avogado. -Eu lembro, acho que foi rassaneira quando teve. -Esque eu não fui nibido. -Ela é do piada com o mol. - Como assim? - Não vai presteir isso. - A ideia é inscinar um golpe, não levar um golpe. - Não, porque se não golpe, geralmente assim, não, fica relaxo. - Você até tá. - Porque é. - Paaaaa! - Mas pode ali. - Mas pode sua filha no judô. É legal, para aprender a cair, motricidade é legal. - A sua filha colocando no judô. - Quando a sua filha foi maior, ela é legal. - Ela prender as marciais. - Não, não. - É para aprender a cair, cara. De verdade, a gente saia a frase é muito importante. - É muito útil. - A gente não sabe cair, a gente se machuca por isso. - Não, inclusive os idosos. Tem protocolo de treinamento, você ensinar os idosos a cair. Como não ajudou mesmo? Previrem muito a cair. Não prevenir a cair, mas prevenir danos muito grandes por conta da cair. - Ok. - Esse lente. Agora é uma pergunta para nós três que a gente precisa explicar isso com calmo. - É uma pergunta muito pertinente. - Um dia no qual quer perguntou. O avistar no domingo está em pé, então deixa eu explicar o que aconteceu. - Assim, aconteceu. - Eu connosco no avistar. - Está de pé. - Está de pé. - Nós vamos estar no avistar. Mas o que aconteceu foi. O avistar é sexta sábado do domingo. - É um evento de observadores diáveis, no aberto de Ardinho Botânico, - 15, 16, 16, 16. - 15, 16 sábado do domingo. - O estaremos lá vendendo nossos produtos, nossos livros. - Tirando o foto conversando a Vanessa. - É porque eu visitei o Jardim Botânico de São Paulo. - Vai lá, proveita, visita. - Passa aí, eu passei legal para a cair. - Alento de pássaro, pô. E estaremos lá. - É porque tem um monte de atividades lá. Vai ter o congresso, vai ter as passarinhadas, vai ter um monte de coisa. Uma das coisas que tem é a farinha. - Sim. - Tá, é um povo que gosta de ver. - De farinha. - Vai ter a parte da farinha. - É onde a gente vai estar expondo, nossos livros, nossos produtos. - E aí? - Conte do seu ponto de vista. - Do meu ponto de vista. - É, tava lá, tudo a gente dá todo punetinha. - Não, não. - Uma mesa paga. - Uma mesa paga, tudo o que é pesado. - Até que o Emilio lembrou que tinha. - Não, deixei contar no meu detalhe. Eu não lembrei de porcaria nenhuma. - Ah. - Eu recebi uma mensagem do organizador do evento que eu tinha aceitado a 9 meses. Só que olha, tá aqui, a sua passagem só ajuda de custo para vir para a Brasília. - Dia 16? - Você esqueceu completamente. - Completamente. - Não esqueci completamente de novo. O que a gente tem? A gente tem uma agenda que a gente coloca todos os nossos eventos. E eu não coloquei esse evento. E aí eu marquei outro evento em cima. Então explicando o que vai acontecer comigo. Eu vou noivestar sexta. Fico dia todo. Fico dia todo, o evento todo. E vai ter live e sexta-feira. A gente sai do evento, nós três e venhamos nós três. - Nós três, nós estamos lá. - live na sexta-feira. - O nosso plano é fechar nossa banquinha e cinco da tarde. - Perfeito. - O evento acho que vai até o mais 6. - Vinha para cá para live. - A gente veio para cá, faz a live. - Não deixava vocês carentes no live. - Aí no sábado, eu vou para a Brasília, porque eu tinha esse compromisso anterior. - Sábado, você não vai estar. - Não sábado, eu não vou estar noivestar. - Mas ruas e camila vão ficar noivestar. - E aí no domingo eu volto o sedinho de Brasília e vou direto para o evento, ou seja, nós três vamos estar no evento. - Por que que a gente dá risada? Por que eu dê o mandeio no grupo, que a gente tem um grupo no nosso rei de trabalho? E aí o rosto não, fique tranquilo. - Não, eu. - Tá tudo bem. - Pode deixar que eu é camila, a gente dá conta. - A gente dá conta. - Não se periga com o camila. - Camila e milho, né? - Isso é terrível. - É terrível. - Mas organizada. - Ah, que absurdo. - Vou ter que cuidar da camila. - Faça um dia e eu li aguentar, gente. - A gente tem como aqui uma coisa também. - Mas dois não presta. - E aí ele vai estar noivento, só para a gente se explorar. - É que minha mãe e minha mãe do Rio de Janeiro tomou randissão Paulo. Meu mãe é a minha virre e ela falou meu filho, vamos pegar uma data para eu poder te ver para a gente fazer uma programação junto. - Passou um final do semana. - Claro, uma mãe. De a quinte, você está livre, toma, mãe. Pode alugar, vamos ver, me imbi para a gente ficar em São Paulo. - Ele alugou dois, herbinho e milho para a camila e outro para a minha mãe. - Mas isso foi antes ou depois de saber do avistade? - Foi, não sei. A ordem do soltor de ser mais só. - Mas nós vamos. - Sim, então. - Se estreu botalar, sábado, eu vou dar um jeito de tão um pouquinho com minha mãe, um pouquinho o evento. Vou convidar a mamãe, mas vamos de ardir botar. - Vou te apresar então. - Vamos passear. - E por acaso, eu vou estar lá numa mesa, mamãe. Então, eu vou tentar estar grande parte da tarde, no sábado. - E do mingo, talvez eu sei um pouquinho mais ser, dá até porque eu tenho um votado interior. - Mas assim, estaremos no evento. - Estaremos no orário. - Estaremos no evento. - Mas nós vamos estar aqui depois de votar ali. - Na meioca, gente garante. - Na meioca, gente garante isso. - Pois é. E é só para falar para a galera, o avistade do jardim botânico, o evento é gratuito, mas quem quiser ir tem que pagar a entrada no jardim botânico. Então, o evento é público. Se você tiver dentro do jardim botânico, você pode dar uma volta no parque e participar do evento de maneira gratuito. - Certo. - Certo. Medi e escreveu o seguinte. Altair indica livros barratigos sobre o sono. Quem não conhece o trabalhador, Altair recomenda as aulas dele, recomendo fortemente também são incríveis. Comecei como um incalto e hoje sou aluno de pósgra doação da Unifestple. - É, o medio conhece, ele é. - A sequência, o medio. Não pessoalmente, mas ele aparece nas aulas. Tem as almas perdidas, como é do aula pelo YouTube? A cainha ali, alguns dão certo, se perdem, a vida é assim mesmo. Mas a livro tem um livro mais legal, assim que é um livro que não é de medicina do sono, mas eu gosto muito, que chama Devolution of Sleep. - Tá. - A evolução do sono, que o autor, eu acho que chama Robert Machinamara. O sobrenome, é Machinamara, o primeiro nome que eu não lembro. É um livro muito legal e é um tema muito legal falar sobre o sono que a gente não falou de sono em outros bichinhos. - É, hein. - Então, por exemplo, tem um fenômeno muito interessante com certeza. Que eu lembro muito no pato, tem tipos de pato, algumas espécies de pato, e no golfinho, que é o sono emesférico, que ele dorme cometade do cérebro. - E o outro continuativa. - E aí, a questão é evolutiva, né? Tipo, golfinho, porque que ele dorme cometade do cérebro? Porque ele tá na água, ele mora a folgada, ele mora a folgada. Eu acho fantástico. - Ele precisa sempre voltar para os perfis para voltar, e outra metade faz isso. - Então, se ele dormir, ele vai a folgar. - E aí, a coisa bonita, que é até quase poética, você vê lá, o elétron sefa-lograma durante o sono, tem a onda, a ilsono vai caindo, vai ficando normal, depois volta, e vai gerando um ciclo. Então, é, nenhum, N2, N3, N2, hein. E aí, se você, imagina que você tá vendo uma coluna de água, e tem um golfinho dormindo, ele começa a lentificar ali, desse volta. - Que da hora. - Comportamentalmente, ele muro o sinal. - Ele é muito legal. - É muito legal. É bonito mesmo, sabe? - Então, consegue pegar o movimento dele e colocar o gráfico em cima e eles são sendo do mesmo tempo. - É muito legal. E o outro é o pato. E o pato, em geral, é muito predado, a vida do pato é terrível, não basta do gol. E aí, eles dão a minha cometade do cérebro também. Aí tem umas espécies de pato, que eles dão a minha incírculo. Então, imagina um círculo de patos, aí todos eles dormindo, o olho de dentro tá fechado, o olho de fora tá aberto. - Que da hora. - Aixendo para o predador. - O olho para fora. - E aí, a hora que a outra metade tá fazendo, ele inverte isso. - No meio da noite, eles. - Que da hora. - É fantástico. - Vocês patinhas assim. - Que legal. - Não é foda. - Ah, animal. - Então, vou cheirar o livro de novo. - Então, que ele vai entre uma slipe. - De vigilância. - É incrível de vigilância durante o sou. - É, é absurma muito foda. - Então, deixa eu ir para o flip. - Muito legal. Aí, aqui a gente já respondeu, vou ler a pergunta, mas a gente já respondeu. A Claudia Arraia é o chamaravilioso. - Que é uma Arraia na foto, inclusive, com a Claudia. - Chamada Claudia. Chamada Claudia. Organismo sem sistema nervoso, central dorme. A gente respondeu isso, a gente falou. O Vanderem, e eu vou ler o comentário inteiro, como o Deus é maravilhoso. Feito tudo, perfeitinho, maravilhoso isso. - E aí, colocou risos. - A Campearra, né? É. A Maria Claudia, querida. - Beijo para ela, meu dono. - É, é. - 4 dólares. - 4 é. - Então, seu computador dos Estados Unidos. - Obrigado, querida. E não usa ajuda muito, Maria Claudia. Todo mundo que assiste, a gente é claro. Hoje, ou o Paul tá usando a camiseta, aquela trosa. - Verdade, hoje, o Paul tá usando a camiseta, aquela trosa, que é linda, inclusive. - O V. - V. - Daniel. - O V. - Daniel. - Por que sonhamos? Precisamos, senhar toda a noite. Nosso sonho, isso tem significado. A gente já respondeu isso também. Aí, a Claudia, a Arraia de Novas, querê ver o encapslock, que a gente, ela tá só comentando. Não tem consolidação de memórias, sem sonho. - Não sei o que. - Não sei o que falou sobre a importância de dormir. O metal Flávio vai pro Japão com a gente. - Ah, o mandão-sticker vai estar lá no conosco. E só falando do Japão, gente, as huagas estão acabando mesmo. Não é exagero, só você tem o plano de com a gente não perde oportunidade. Link, pop, não sobra nada pra um da Betinha. - Não, só obra, Paul. A onda-bet é onda da vigília, você passa dois terços do dia com ela. - Não, mas não sobra nada pros Betinha. - É, então. - Nada, nada. - Não precisa elogiar sobra. - É, de beber. - Não deu o que se for deixando só. - O Lucas e o mandão-sticker. - Obrigada. - Maria, Eli e Francisco. E tem como recuperar o sono de quem tem escala de trabalho no turno. Essa é uma excelente pergunta. Por exemplo, 12 por 36 que a galera inclusive vai trocando de turno. - Sim. - Que, "Ah, eu trabalho a noite e depois eu troco e trabalho de dia, PS, amor, você e saudade P". - Essa é uma última pergunta. Tem vários trabalhos populacionais epidemiológicos de ar com trabalhadores de turno. Em geral, a saúde, por mais que ele se cuide, em geral tem problemas. No longo prazo, não é muito legal ficar sendo trabalhando por turno muitos anos. - É, né? - É, assim, claro que você pode compensar, fazer atividade física, ter uma alimentação melhor, tem alguns tipos de rotina, você consegue diminuir o dano gerado pelo trabalho em turno, sobretudo quando você inverte de noite com muito tempo. - Eu ia te perguntar isso, você está falando da. Ou só trabalhar a noite, mas inverter pior. - Os dois. - Inverter pior. - Inverter pior. - Inverter pior. - Tem tipo de trabalho que não tem como, né? Se você conseguir adaptar, tem um padrão de vida um pouquinho mais saudável, melhor. - Tá. - Mas é prejudicial, fazê tudo, não é prejudicial, e a gente sabe disso. - Em longo prazo, sim. - Em comparação a população geral, né? - Sim, sim, sim. - É, como eu perdi aqui. A Claudia Raede novo, o sonho contribui mais para a consolidade.
de memórias dependentes do hipocampo, ou é igualmente importante para sistemas de memória extra hipocampos. Ambos. Ambos os tipos de memória, tanto memórias factuais, memória procedural, todos os tipos de memória eu sono ajuda. E aí o problema é assim, a privação do sono. Então, quando você está muito privado de sono, a primeira memória é que você perde a de curto prazo. Comece a esquecer pequenas coisas depois perde a memória de trabalho. Então, pessoas que são muito privadas de sono e é pior, porque é um efeito em loop. Como você está muito privado, você nem percebe o comprovado você está e você acha que está bem. E aí fica piorando cada vez mais. É o que aconteceu comigo quando eu não dormia. Exatamente. Essa pergunta é muito boa para quando a nossa convidada vier falar de estúlbios de sono, tem vários, assim, onde a pessoa nem tem consciência. Ela só vai no médico quando está muito lascada. E aí muitas vezes às vezes não tem volta. Sim. É muito triste. É. A HUT. Boa noite, meus amores. Na semana eu durmo cerca de cinco horas e no final de cinco horas por noite e no final de semana acabou de dormir umas oito horas. Então, acordo com o dor de cabeça. Eu acho que a um e o estase que ela quer dizer não está bem. Saudade espirula. É, está uma pergunta comentário retórico, não é? É, exatamente. Não está bem mesmo. É, é isso. E saudade pô. Saudade pô. O rafa que a gente conhece escreveu aqui só mandando um salve saudade de vocês. A gente encontrou o rafa pessoalmente em um mês que ele veio aqui e estava lá no nosso evento, um dia no qualquer. Como assim o emírio não sonha com prédios caindo motos, armas e peões. Cara, eu até gosto desse filme do Nolan. Ele só é pouco criativo. A Camila sonhou com rusos, anos sabonetida. Ah, semanas. Botamos as angústias de nossas sonhos, né? Desso. Como chama o filme mesmo do Nolan, que tem as piões, piões. Não, não é origem. Do sonhos? É o origem, né? É origem. É origem. É origem. Não sei. Eu falo no filme reconheço, recomendo o Inception. Não, é origem. É o Inception, né? É isso, né? É que aqui ficou em português a origem. É um indústrio do sonho, dentro do sonho. Eu acho um pouco criativo, só. Ah. Não, acho que assim, já se entrou no sonho podia ser mais maluco. Sim. Ah, é pouco maluco. Verdade. O que é no meio do tirotei aparece um guachinho. É. Dançando fazendo sapateado. É, é. Eu gosto do filme, tá? Ah, aí é bem assim. do mundo todo lugar ao mesmo tempo. - Então falando de criatividade, lembrei de uma coisa agora. Tem muitos plot de filmes, peças, que é você pensar. eu viagem para o tempo, em geral, ao viagem no futuro. Vou para o futuro, tenho uma realidade no futuro. Você pensar nesse plot, nessa possibilidade, da ficção científica do futuro. é algo relativamente recente que tem a ver com a nossa tecnologia. Tem os 200 anos. Mas eu estava além do outro dia, textos de antigüidade. Textos de antigüidade sobre. não é ficção científica. A noção de ficção científica era diferente. Tem um texto muito. Tem alguns textos muito interessantes, que não eram em pé do clíso. Droga, é um outro cara. Quera história desse cara, que alguém escrevia, era uma romantização da história dele. Quera assim, ele era um pastor de ovelhas na agressia, na ilha de Creta. Ele era um pastor de ovelhas e uma ovelha fugiu. Ele começou a andar atrás da ovelha para pegar ela. Ele não conseguiu achar e ele ficou cansado. Quando ele ficou cansado, ele entrou numa caverna para dormir um pouco. Ele acordou, dormiu, acordou, continuou procurando a ovelha e não achou. Ele resolveu voltar para fazer ainda dele. Quando ele voltou, a fazia ainda tinha outro dono. E ninguém conhecia ele. A única pessoa que conhecia ele, era o subrinho de alguém que na época que conhecia ele tinha seis anos. Ele dormiu 60 anos. Essa ideia de você acordar num outro tempo, as pessoas projetavam no futuro. O plot do passado, quando eu não tinha ficção científica, imagina que você dormiu muito tempo. É impressionante. Que é uma viagem no tempo. Exatamente. E a ideia é de ver tudo o Sartre e Rua. Como que o tempo é deslocado pelo fato de você dormir muito tempo. Muito bom. Viu, Carlos II, você até o seu pensamento te levar a Creta. É impressionante. Levo a Sartre e a Creta. É impressionante. O Corre Pezão fazia tempo que não sonhava. Voltei recentemente com a perda da minha mãe. umas duas vezes acordando, chorando e com a sensação de amor e saudade. Beijo a dor. É isso. É faz parte do luto, inclusive. Claro. É isso. É isso. É um processo legal, mesmo. É curioso você falar disso, porque você sonhava. Não eram senhos fáceis. Isso eu estou falando de quem está olhando de fora, obviamente. E você não acordava revoltada com o sonho. É o que é coisa do gênero fazer a parte do processo. Trazê. Onde que eu te pás? Sim. Avia seara. Ou avia seara, é isso mesmo. Pode falar um pouco sobre a peneia. Tenho dormido pouco. Parece que dormi muito, mas acorda de uma. Acorda uma ou duas horas a pós ter dormido. A gente vai falar muito sobre a peneia. É muito interessante. Vai ter um episódio sobre a peneia. Em sua hora. Eu já falei sobre isso no blabla bastante, porque descobrir que eu tenho a peneia mudou a minha vida. A gente já convence disso com você. A gente já falou disso aqui. A gente vai ter um episódio específico para isso, mas a minha recomendação para você é fazer uma polícia no grafia. Isso. Então a recomendação mais básica respondendo a sua pergunta vai ao médico fazer uma polícia no grafia. Para ver se você tem a peneia mesmo. Você não tem a peneia. Tem outra coisa. Tem uma outra característica. Tipo, frequência, se precisam de aparelo, se não precisam de aparelo, qualquer solução e tudo mais. Certo. Não deixará de ser respondido a sua pergunta. Não, não. Você teria mais um episódio específico sobre isso. Só não vai ser hoje. A sandorra. Eu lembrava muito dos sonhos. Até que eu troquei o travesseiro e ficou raro. Quando lembro, é cada em erro roca-rocambolesco. No último entrei na universidade com 10 anos e montei um laboratoria de farofa. Selecente. A gente pode tomar um bolso. Com 10 anos. É uma criança entrando na universidade, montando um laboratoria de farofa. É um sexo bad farofa. É. Eu adorei. E aí é curioso até. Troquei o travesseiro e parei de sonhar. Tipo. É muito louco. Mas, principalmente, é uma explicação. Sei lá. Às vezes eu tenho outras explicações possíveis. A clara. Remédios que dão sono, como efeito colateral, relaxantes musculares, antistaminicos e afins. Afeitam a qualidade do sono. Conseguimos passar por todas as suas esduções e descansar. Alguns medicamentos sim, mas depende da dose. Tá. Mas tem medicamentos específicos que alteram bastante e um deles é o quê? Alco. Alco altera bastante a percepção de sono e a qualidade do sono. Muito. E aí a coisa mais grave tem gente que precisa beber para dormir. Aí é um problema, você é. Sobre tudo porque é o alco inibio neurotransmissor que é o gaba. E aí, por isso que quando você começa a beber você fica mais soltinho. Então não é que você fica desinibido, mas porque você inibia alguma coisa que é um neurotransmissor. E aí é o que acontece. Você beber um monte, a enorme, porque você tá tão relaxado que você dorme. Já aconteceu com vocês, assim, de vocês beberem muito, não precisa da PT. Mas beber um muito, aí no outro dia você acorda com palpitação. Sim. A certa ansiedade, assim, uma palpitação é o rebote do gaba. O gaba volta, então toda vez que você inibia um neurotransmissor, quando ele volta ele volta um pouquinho mais alto. Então tem gente que acorda com palpitação. Não, mimíssimo. Acorda com uma certa ansiedade, assim. Já, já. É rebote da época que eu bebia, que eu não bebou muito tempo, já sabe que eu parei. Muito, mas assim, já acordei assim em algumas vezes. Não, o que eu acho mais estranho de tomar algum remédio que me dá sono é que eu desmayo e é como se eu não tivesse dormido, sabe? Não é reparador, né? E não é só isso. Além de eu não lembrar se eu sonhei, se eu não sonhei, nada, como se eu tivesse apagado, só por. Sei lá, alguns minutos e eu voltei. E. e é assim, "Ah, se eu tomei seis horas depois eu vou acordar, mas é como se eu tivesse só pescado." Eu ficou assim. Oh, não. É, depende do efeito do remédio, né? Às vezes, você não faz o ciclo, né? Deixa você não sonar de um das lentas, mas não deixa completar o ciclo. É triste, geralmente, aquele remédio que era preenjou, sabe? Ou o relaxante muscular mesmo? É isso. E você é muito oceitível, né? Você toma um relaxante muscular e ela desmaya, tipo, desliga. Não, e até hoje falou assim, "Ah, ele é esse remédio que preenjou, não dá mais sono, não. Mudou a fórmula, hein?" Na caminhela, né? Já, ela está conseguindo remédia. É sempre eu não estou conseguindo me mexer a melhor frase. "Vanderém." Em alta montanha há relatos de muitos eventos de sonho lucido. O mais hilário é de um amigo que só sacou que era sonho porque o guia dele era o Renato Russo. É verdade. É verdade. Exatamente. A altitude, né? Diminui a oxiginação, pode gerar sonho lucido um pouco. E maquinha. Mas não quando você usa maquinha, quando você deixa de usar. Ata. Então as pessoas quando usam muita maquinha todo dia, elas começam a ter menos sonhos. E depois quando elas param de usar, tem um remote, ela começa a ter sonho lucido. Então, por exemplo, é que maquinha não gera dependência, dependência mesmo. Pode gerar um pouco de dependência psicológica do hábito, mas quando você deixa de usar maquinha, você começa a ter muito sonho, assim, como uma forma de remote do cérebro. Você está se organizando de novo. É, e vai ter muito sonho. Tá. A Ruti. "Tem os sonhos recorrentes. Sei que estou sonhando "Tupigur, boa noite e seus lindos, tudo bem. Altai tem correlação entre a frequência de sonhos lucidos. E quanto se sentem descansados, tem todos os noites iguais, amila, e assim. Não é necessariamente. Não necessariamente. Não tem a ver com a frequência do sonho lucido. Tem a ver com a qualidade dos ciclos que você tem de sonho. Perfeito. O corre-pesão de novo. Eu sonho sendo perseguido. Normalmente, acordo com como se tivesse saindo daquela dimensão, muito louca, a sensação. É muito comum. e se você não é.
- Eu acho que eu tenho que ir a gente caindo, né? - Poucos sonhos que eu tenho, que eu estou caindo e eu acho horroroso. - Ou tipo sísifo, se uma frustração, ou tipo negócio do banheiro, que você está querendo chegar no lugar, mas não chega. - Isso, tipo, você quer correr, não consegue. - É. - Se você está atrasado no chante. - Eu não sei. - Você está querendo fazer, não consegue. - É terrível esse sonho, sabe? - Se não é um gúste, não consegue chegar onde você quer ou fazer aquilo que quer. - Já vou associar com outro filósofo, né? Leio livre do KickerGuard, sobre angústia. - O título é um gúste. - KickerGuard. - Eu gosto desse filósofo. - Só oren KickerGuard. - O livro sobre angústia tem uma parte do sonho também. - Mas você vai ter que estudar o que é Mo'Anthes. - Isso, a bonidade. - A primeira vez é Mo'Anthes. - Depois você vai forçar, a arte, o kicker. - Ou Ricardo, está passando o limite. - Moção para mudar o nome do canal de três elementos para a Mila Amassuda etia. - O apoio ade. - Apoio ade. Não reclamarei. - É, a Mila e o resto. - E colaboradores. - Ah, é porque quando você tem um artigo que são duas pessoas, você coloca os dois homens. - Três pessoas fica muito nome quando você vai citar. - Então você cita Mila Amassuda e sua turma. - É isso que ele está falando que tem que chamar o canal. - Tá certo. - Agora eu vio essa paiaçada. - Não, eu reclamarei. - É, baby. - Ricardo, beijamos sem saudade. - Cara, eu sou o estimulador de pessoas a fazerem. Por isso, o onografia usa a sepap. - Tem muita gente que me eu dou o meu relato. - Sim. - E é um relato. Eu sempre falo para todo mundo. Gente, eu não estou recomendando sepap para ninguém. Eu estou recomendando o Val médico, só se tem problema com o sono. Val médico que vai te ajudar com isso, vai fazer o seu exame. E se ele recomendar usar o sepap, use o sepap. Não tem a vergonha de usar o sepap. E aí, uma galera me esquere falando meu, eu comecei a usar e foi muito bom. Eu recomendar para o meu pai e para minha mãe. - Isso com certeza a gente vai falar na próxima live. Mas eu tenho muitos trabalhos sobre isso. Efeito do sepap é muito rouboso. - Cara, é muito fácil. - Acho que o grande desafio hoje é como você faz a derem. - Sim, sim. - É o meu pai está passando por esse processo agora, inclusive, dando um depoimento sobre o susto. A gente vai falar de sepap com calma. Meu pai foi fazer a poliçonografia, a gente já. - Cara, descutar o meu pai do Nino. - Não, e não só o Betoneira. - É a Betoneira. E a gente percebia ele tendo a apineia. - Aquela travada, então, era aquele ronco forte e depois voltava a montar. - E o gritinho da minha mãe, porque ele acordava a pavorado de vez em quando, porque ele parava de respirar. E aí a interação entre eles. - E aí, fala. - É um leve de uma estrada, mas tenho. - E aí é muito louco, porque ele recebeu, ele fez tudo pelo SUS, e ele recebeu o sepap do SUS. - Ah, ótimo. - E é muito legal, cara, o sistema é muito bonitinho, porque ele recebeu o sepap numa quinta-feira, e na quinta-feira seguinte, ele teve uma reunião com a enfermeira respiratória. E aí ela foi lá para analisar os dados do sepap para ver quanto ele estava usando, se ele estava acordando, e aí fez um monte de ajuste na máquina para aumentar a aderença. E cara, daqui a pouco, ele está usando o frecuencimento. - Eu parecia estar usando. - E umas coisas que as pessoas não sabem, Brasil é referência mundial nisso. - Sim. - E é muito importante para você ver isso, da pesquisa, tudo é muito legal. - É muito legal. - É você de um episódio para falar dessas coisas. - A gente vai falar, mas daí o Caidan falou, porque o que eu trouxe o sepap? - O sepap. - O parentes é bem rápido, lembrei quando conheci meu padraixo, tu já era adolescente, que a minha exporção de voreciados, então que eles se morando com minha mãe, e aí na adolescência, o nosso padácio, uma rana na sua casa. E a minha mãe sempre se deu muito bem, então eu tenho a minha vida, ela tem a vida dela. Então, você já bem vindo, né? - Você quer que ela seja feliz, você mesmo. - Exatamente, eu quero que ela seja feliz. Então, nunca ele arranjou inquierem com coisa do tipo, "A colhiu meu padraixo na sua casa". - Ele vem até ficar no arbim bico, você, tu já quis. - Sim. - Fazer. E aí na primeira noite, na primeira noite que ele dormiu em casa, aí eu estou lá, a noite fui andando com o redor, aí o oso no quarto da minha mãe, que eu posso fechar. - Uuuuuh! - Uuuuuh! - Eu. - Quei! - Já me amou! - Tá tudo bem. - Já vai ainda da minha mãe. - Tá tudo bem, ter que nada ver com isso. - Tá vendo que Sony Sexa fica ali, né? - É, tá aí, tá. - Aí no dia seguinte, tá aí o lá, de noite, né? Pra no corredor, aí o oso no quarto dela. Uuuuuh! - Eu rapaz. - Claro, mano. - Tá tudo bem. - A tia, tá tudo bem, mano. - Vamos, hein, tá, hein? - Claro, mano. - Aí. - Acordando o dia seguinte, chegou o seu padrano e falou, "Cara, ame, o pará, ame". - Aí passou uma hora. - Uuuuuh! - Gente, não é possível. - Sintiu, foi em feja. - Eu adolhei sente, não chega onde a mãe tá chegando. - Não é o tempo que a mãe tá, não, não é possível. - E era todo dia. - Eu comecei a ficar desesperado, que você ia ficar em. - Eu me amei a muita feliz de mais, gente do céu. Até que uma semana depois, eu flagro o meu padrano, tudo o rio, não sou fã, e ele tá no sofacinho. - Uuuuh! - Uuuuh! - Ele oivava. - Ele não honcava. Ele oivava, gente. - Eu fico. - E ali, mano, está preservada. - Eu estou preservada. - Mas ele oivava. - Ele oivava, e hoje ele usa o sepáptico também. - Sim. - Ele também mudou a vida dele o sepáptico. - Não, e dando um depoimento importante, as pessoas sabem que a gente fez uma opção a um tempo na nossa vida de dormir em quartos separados, porque isso afetava diferente, diretamente a nossa qualidade do sono. E a nossa vida melhorou em todos os aspectos que achamos um jeito de dormir melhor para a gente. Eu honcava tanto que ela ficou ao condor de ouvido, antes de usar o sepáptico de tão alto que honcava. - Porque só. - Como só a gargeta fibila. - Sim. - Às vezes dá exatamente o armonico que pega no limite do seu canal sem me circular. - E ela se enxia, cara, ela me acordava, não está algo entendi de ouvido de você arrumcando. - O rível, isso. - E depois que o sepáptico, é que ele vem, tinha gelado aqui no pescoço. Meu Deus, esse ventinho já não pescoço, estou aguentando. E aí quando eu virava para ele, - Você é bom ou ruim? - Não, não, era ruim, porque eu vim tinha muito constante. - Ah sim. - Porque o sepáptico tem um pouquinho de escape de ar para compensar a pressão. E aí ficava o. - Não, e aí eu parava de romcar. - E aí gelado, meu Deus, não verão pode ser até interessante, não é verdade, não era bom ou não. E aí quando eu virava ainda para ele, eu porque eu vim te ouvir a minha cara. - E aí isso melhorou a nossa qualidade do santo de nós dois em melhorou, não sabia disso. - Não sabia de informações, pelo próximo. - E aí só, por que que a gente entrou nesse papo, só o comentário do Cainã, a gente vai falar disso com mais calma na próxima vez. O ano passado ele escreveu, comecei a usar sepápia e esse ano troquei o cochão, meu sonho melhorou o 300%. Mesmo dormindo menos horas, não estou acordando quebrado, porque é muito sobre isso, porque a gente fica muito tempo na cama, porque a gente está dormindo tão mal que o corpo continua cansado, né? A gente continua cansado. Então eu comecei a dormir mais primeiro e agora eu estou dormindo menos e acordando descansado, também super tranquilo. - E agora estou melhorando o meu sono, fazendo exercício, porque. - Também. - Eu estava tão, tão, tão serentar, aqui eu ficava com dor no corpo de durm. de ficar leitada. E aí, ó, se a minha doença não estou conseguindo vir aqui, está duendo, a minha musculatura. Aí eu voltei a fazer um pouquinho de exercício, já me dormiu. - Já meira tudo. - E agora eu vou aumentar um pouquinho. - Bora pro chafel, eu. - Não, a gente já está. E aí, é terrível, né? Porque eu comecei a fazer academia semana passada, estava nadando todo dia. - Nós três estamos malhando. Aí comecei a fazer academia. Eu não fiz academia, eu fiz risoteira-pia, porque nem em peso eu colocava nas máquinas. Eu não consegui andar no dia seguinte, e tanto normal. - Não estou reclamando. - Então, a minha tempo já dormiu agora. - Não, minha tempo não calma. - E eu ainda tive. Eu fiquei assim, gente, um adoro aqui assim, ó. Aí, meu Deus, eu acho que eu estou com, sem lá, uma infecção ordinária. - Não, não, ela falou uma infecção ordinária. - Eu não sei se é como uma infecção, mas eu tive uma vez, eu não lembro da sensação, ou dador. Eu falei, não será que é só um deslocamento aqui, que é um deslocamento aqui, pire que tal, de ter efeito muito exercício. Não sei. Vou esperar aqui para ver o que é. Ah, passou um dia melhorou, eu falei, "Ai, gente, acho que ela sou musculária." - Vocês descobriam que tinha musculolílio? - Eu não tenho musculolílio. - Mas olha, um dia inteiro assim, "Ah, meu Deus, que dor aqui na região da virilha." - A ideia é isso. - Isso aqui não era bem na virilha, era um pouquinho mais aqui para cima. Com a si onde eu teria dor de ovulação, mas um pouquinho mais pro lado. Então, pera não é o lugar da dor de ovulação, um pouquinho mais perca, não é um deslocamento. - Peri que tal? - Peri que tal. - Peri que tal. - Quando eu fui malhar na máquina de elevamento pélvico, pela primeira vez eu cansei os músculos do glúteo. - Da bunda, sim, sim. - Eu falei, "Gente, eu tenho músculo no glúteo, eu estou sentindo eles." - Estou imaginando o rosto fazendo a si, não é? - É, a primeira vez eu estava usando os meus músculos. - E exercícios para a bunda é super importante. - Não é? - Eu não tinha chamado "Sindram e da bunda morta", de verdade, que afeta caminhada, doi a coluna, porque a gente é tão sedentário que o músculo da bunda desaparece. - Eu acho que eu ressuscitei a bunda. - Você ressuscitei a bunda? - Eu acho, eu também acho. - Não, eu falo. - E a bunda foi. - E aí fica a buzzista. - E aí fica esse. - Esse bando de machinho falando, "Ah, não vou fazer exercício para o glúteo, vai ficar com a bunda morta, seu imbecil." - Não, a trapalha toda essa motoricidade. - É, é, é, o nível. - Meu, no judô que a gente mais trabalha é perni e glúteo, porque tem essa força para. - E eu estou trabalhando bem melhor, desde quando eu comecei a molhar. - Sim. - Ah, o Lombard está melhor, dorme melhor. - Opa, que vitória, ele está acordado, tem tudo. - Viu do que vitória, vixi. - A gente está acordada. - É, é, é, é, é, é, é, é, é. - 10 horas a noite, ele está acordado aí. - Gente, já são 10 horas. - Já, já são 10 horas. - Vamos ao Walter. Sempre ouvindo e prese dia no alto aí, grande abraço. - Vem cá. - E Sofia. - Ah, Walter e Sofia, claro. - Pode ser peneta no casamento deles. - Oh. - Como se em peneta? - Porque eu conheci, eu, eu conheci no. e a minha science, no último, não é esse ano, ano passado. E aí o Walter veio falar comigo uns meses depois e falar, "Ah, a gente vai casar no seguinte que é esse ano." E aí eu não estava fora, não podia, não podia, não casamento, mas mandei um vídeo. E aí ele não falou nada para ela. Você foi peneta nesse sentido. Não falou nada para ela e mostrou na hora, foi bem legal. Parabéns. O Io Kito escreveu o seguinte, não importa quanto eu vejo, parece que ele está sendo dublado aquela história que a gente falou. Mas muito tempo ouvido na Arrhodon. Efeito do logutor de abraço. Desculpa. Então, a decepção. Não seja burro fraco e feio, estude treine e seja só feio. É o único que eu posso falar. Tá rindo também, outra lá, treina. A gente fica se identificando. Porra! Não faz parte do meu tido, faz parte do meu tido. É ele que a Tônia. Eu sei que não é exatamente o tema da live, mas você conhece o livro do Edson Amance sobre EQM. Se sim, é o que você pensa sobre o assunto. Então, tenho a naro rodo sobre isso. Tem as experiências de quase mar. Que número que é? Lembra? Se não nembrar, só procurar o naro rodo, gente. Esperança de quase morte, você vai achar. É o número que é. É o número que é. É o número que é. Lembra? É o número que é só procurar o naro rodo. É o número que é. É só procurar o naro rodo. É o número que é. É o que são experiências de quase morte. A gente não vai responder isso agora o que não dá tempo. É a dada. É a dada. Um nove dois. Um nove dois, mas tem um episódio no naro rodo inteiro sobre isso. É a dada. É a dada. É a clara. Quando autistas ficam sobrecarregados sensualmente, barra socialmente. É a essa legal. Muitas vezes precisam de muitas horas de sono. A ciência do sono tem uma explicação para essa necessidade exacervada. Tem. Tem. Aí, depende em algumas etiologias do altismo, isso é um outro tema só, mas em algumas etiologias do altismo você não tem muito filtro de estímulos externos. É assim. Como eu falei anteriormente, né? Cerca de 5% dos estímulos que você recebe do ambiente e você, de fato, tem consciência. Então, boa parte do seu sério, boa parte dos estímulos, seu sério, pode dar uma filtrada. Em algumas etiologias do altismo, a pessoa não tem essa habilidade muito boa de filtrar. Então, é como se ela fosse um sensor que está sempre no talo. O sensor está sempre recebe a informação. Chega uma hora que é como se fosse um de junto, sabe, desliga. Aí a pessoa tem que precisar de fato dormir, dar-me um processando muita coisa. Muito mais o que devia. Faz sobrecarregado, né? É como se fosse um chip que você tem que ter um, você tem um resistor. Esse resistor dá uma segurada, dá uma filtrada ali. Tem de ir. Só que às vezes você tem um resistor muito baixo, começa a sobrecarregar todo o chip. Aí chega uma hora que caiu de junto. O exemplo que eu posso dar aqui que eu já dessa declaração também é a história de sentir a roupa. Que você não sente a roupa, você sente a roupa, o tempo todo. Eu sinto a roupa, tempo todo. Tenho esse time que está sendo processado. Isso, tempo todo pelo meu cérebro. E aí isso é acontecendo com vários sentidos, vai cantando mais. Aí o de junto cai. Isso, uma criança pequena também. Minha filha dorme de 2 em 2 horas. Bebe geralmente, até o primeiro anudidade dorme muito rápido, de 2 em 2 horas, em peros de cultos. E eu acredito que é porque o cérebro está processando tanta novidade para compreender o mundo que ela apareceu. Que é muito processamento. E aí da 2 horas ela precisa dar um "tch" para recuperar. É isso mesmo. O reinau dos deus elócios. E o autor de ter e da vida com a camilinha. Beste celer do Brasil, o reinau dos elóps. Grande alto aí. O que você acha da hipótese de que os sonhos além de memória? Também são treino contra ameaças. Você leu o oráculo da noite, saudade de espir. Então parabéns também, além da milo reinado. Fantástico livro. Fantástico, recomendo ler, eu tenho. E aí não comprou ainda vai estar vendo daqui a 1 mês. Leu, leu, você compra o seu trabalho. Você te vertiu. Muito. Achei fantástico. Não, e era bom porque se fomos capítulos em escurtos, eu li a um período de dia. Muito bom. A parte da selo, lias. As partizinhas da selo, droga, como é que eu esqueci? Eu vou lembrar daqui a pouco, porque estou com duas informações com esse tempo. Então respondeu o reinau do. Então na verdade reinado, essa hipótese de que, da proteção contra predadores, é um sub-produto da memória. Então por exemplo, se eu sou um organismo que é muito predado, muitas memórias que eu voltei são de ataques de predadores. Então a função do sonho, se ligada a memorização, entre essas memórias, é evitar ser predado. Então na verdade, as duas hipótese são conectadas. São a mesma hipótese. São a mesma hipótese, só que não é subconjunto da outra. Perfeito, né? E você leu o oracol da noite? Li. Li. É um livro bem legal mesmo. É excelente. E aí se você lembrar do livro da Camisa Percefado? A vida escreveu. O Universidade que eu passei nos Estados Unidos querendo que eu trabalhei 40 horas por semana para sobreviver. E enquanto fazendo dois cursos, PhD mais posem violina, dormir para quê? Estudar a gente mais difícil de ser pobre, exatamente. É exatamente isso. É. E aí a gente sempre fala disso, a galera ficou abrada comigo. Gente, a gente vive num sistema em que o trabalhador é explorado até a exaustão independente de que nível de trabalho que você tiver fazendo. Eu sempre conto da minha tia que sou apaixonado por ela a Cleusa. Ela era diretora de multinacional, ganhava uma fortuna e trabalheava 80 horas por semana. E apesar de ter uma grana legal, ela não vivia aquilo porque ela estava na empresa 7 horas da manhã, saiu 8 horas da noite todo dia, com 3 horas no trânsito, ou seja, trabalhava 12 horas por dia. E é isso e a gente vive num sistema que quer explorar a gente o máximo possível. A gente se alutá para uma vida em que a gente tenha tudo isso, trabalhe. Vinguem é contra o trabalho. Mas a gente também tem tempo para fazer judô, para ter lazer, para assistir filme, para namorar, para não fazer porra nenhuma. Por isso que nós aqui são as privilégias. Para caramba. Para caramba. Portanto a gente se encontrar como partilhar os nossos momentos juntos são. Pessoal, eu tenho muito estímio e apreço e ainda dividir e risco contra as pessoas. Sim, sim. Um corpo plenamente. O rique Monteiro, qual pergunta que você gostaria de perguntar o Nário Rodô e ainda não perguntaram? Muito obrigado por compartilhar tanta coisa. Minego responder esse pergunta. Perfeito, então. Minego. Esse lente. Não, mas eu justifico por quê? Porque exatamente os episódios têm que ser feito baseado no clamor popular. Porque já alguns episódios saíram com base em perguntas que "nossa, essa pergunta eu. " Mas assim, eu faço questão de não falar. Ainda tem perguntas que eu gostaria de aparecer esse episódio, mas. Você não vai direcionar nesse sentido. Aliás, a pergunta dele me fez lembrar um negócio. Eu não sei o quanto, assim, acho que para fazer pauta, por exemplo, você não usa ia. Não. Para fazer pauta mesmo. E ia uma coisa cada vez mais presente na dos nossas atividades. Então, por que de fato, aí fica a ajuda a coisas, reduz, trabalho e tal? Eu fiz um experimento e eu não vou falar qual é o episódio. Tá. Eu fiz um experimento mesmo de pegar um episódio, uma pergunta. Já saiu episódio. Já não vou no ar, já já as pessoas já escutaram. Já saiu, já já escutaram. Eu saio fazer um tempo. Tem um episódio que eu deleguei a ia fazer. Tá. Então, assim, eu conversava com GPD, Gemina e tal, sobre a pergunta, eles me deu referências, eu organizei, e montei o episódio. O episódio não ficou ruim. A versão final. Não ficou ruim. Tanto aqui teve a mesma audiência dos outros, tal? Lembrando que você não escreveu, me faça um episódio do Naro Cominco. Não, não, não. Você foi batendo o papo com ele, tirando essas informações pra montar o episódio. Eu coloquei a pergunta, ele deu umas dicas, eu fui montando junto com ele. Legal. De todos os. Já passou de 450, 450, 160 episódios. Esse é o único episódio que eu não lembro. Tá. Eu não guardei nada dele. Eu não guardi todos os episódios, eu lembro o racional, assim. Esse eu não lembro. Eu tenho que ouvir de novo. O que eu não fez o episódio? É porque eu não fiz. Percebe. Então, assim, esse trabalho de produção é algo que me movi, tem a ver com a definição de ciência. A ciência é o uso do método científico, por uma gente que se auto-observa. Vai ter a ver com o episódio da semana que vem, sobre o que é interdisciplinaridade. O episódio da semana que vem já de outro. Isso foi uma sensação pra mim muito interessante. Mas é muito louco você falar disso, porque a gente, às vezes, usa uns roteiros que não é a gente que faz. Não necessariamente. Então, um amigo, um. A gente contratou alguém pra fazer, a gente verifica todas as informações e tudo mais. Mas isso já aconteceu. E eu também não lembro de ter que pegar alguma coisa. Um excelente roteiro, tá? Eu fico pô. Não, nós três. É não no três elementos, no blablar. A gente pegou alguma coisa, tal. Esse cara me manda essa informação organizada desse jeito. E nos tempos antigos, antes das lives, né? Isso, não tem tempos antigos antes da lives. Mas os que eu apresenta, eu lembro com muita. Eu não lembro de detalhes, eu tipo. É o modo. É o modo. A data, esqueço o nome da cidade, mas a estrutura do roteiro eu lembro de tudo. É como se você fizesse exercício e delegasse o exercício para o que eu vou fazer. Sim. Deve um que eu falei assim. "Oh, Tom, eu achei a tip de TV e esse artigo aí, me monta aí, meu roteiro." Aí eu comecei a ler. "Ah, não, troca." "Vou ter que fazer." Não tentava morrer. Não tentava morrer. Ele vai dar tudo para o trabalho. "Ah, não, por que você está fazendo isso?" "Não, ah. " Não é que estava errado. Estava apresentando bem menos do que o artigo dizia. Estava muito simplificado. Não estava simplificado a ponta de cair num erro. Mas não estava contando a parte mais legal. É, tipo, você faria melhor. É assim, eu faria melhor. E ainda tem uns chavões que ele usa. "Ah, não, deixa, deixe cat." E tem que lembrar que nos roteiros no naoro rodonó é sempre ter interação com quem. Mas os roteiros da camila do Biologia em Meoria descreve até as piadas. E aí é muito pessoal. É muito roteiro e ela faz a leitura do roteiro. Então o roteiro é todo certinho. E aí é impossível de replicar. Claro. porque o hotel da Camila. e a camila é o jeito que ela fala, o jeito que ela pensa. É o jeito que a camila pensa. Até quando tem muita redundância, que teve uma época na toca, que tinha alguém que revisava meu roteiro. Agora a gente não tem mais isso, porque a camila também está escrevendo na última hora. Não dá tempo de revisar. Enfim, mas essa pessoa revisava e falava nossa, mas aqui você repetiu a sua ideia várias vezes. Porque eu sou professora. E aí quando eu vou falar de um negócio, eu costumo retomar para a pessoa lembrar. É o que me adiar. É o que me adiar. E aí eu não sei. Eu fico ainda na dúvida se para o ouvinte é pior, eu ficar repetindo, ou é melhor, porque ela falou disso, agora vai fazer sentido aqui. Então ainda vou mezclando um pouco. -Tem alguns. -Tese o seu texto não funciona. -Não, inteis não funciona. -Pra coisas faladas, as te funcionam. Para o texto não, mas na hora que eu estou explicando o que eu vou falar, eu fico. Gente, mas eu sei que eu já expliquei essa palavra, mas eu vou explicar ela de novo. Bora lá. O Renato, programa que nunca da sono, o rosto está quase dormindo agora. -Agrima. -Agrima. -Temos que bater o urágio. -O urágio. -O urágio. -Tô tentando. -Tô chegando no horário, o que está piscando dura. -Ora. Link, pô, seria interessante o remake de Inception com James Gamp, podia não ter o remake de Inception, foi muito avar. Agora, sério, é a única coisa que eu não gosto de Inception. Eu não gosto, mas isso é uma característica do Nolan, que ele sempre tem que ter um personagem do PowerPoint que ele vai explicar as ideias do filme, porque ele acha que a gente burro de mais para entender o filme que ele está fazendo. -Mas de novo. -Ele é uma percepção sur. É só uma percepção minha, a minha opinião não vale nada mais, que é foda-se. -Caguei. -Minha opinião é irrelevante, gente. -Não, por de Deus. -Defenda a senola. -Caguei. -Era que é defenda. Eu gosto de Inception, tá? Falando que eu gosto. Esse é um filme que eu gosto. A Claudia, antes de me libertar da usar o gemas do abuso infernal e constante da academia, eu investigava com solidação e reativação de memórias em humanos, onde aprendi muito sobre a importância do sono. Queria que esse episódio durasse umas 30 horas. -Poeitado do ruim. -Mas tem mais a gente vai fazer outro episódio do insono justamente por isso. -Terminaria com conceito do título. -Exatamente. Mas a gente vai fazer outro episódio justamente que a gente sabia que a gente não ia conseguir e falar de muitas coisas nesse episódio. Se o GABA é o neurotransmissor do sono e ouvir harmonis ajudam a dormir, GABA Gaba Rei falando da música do Ramones sobre isso. -Um GABA não é o neurotransmissor do sono. -Não. Ele é o neurotransmissor de inhibido quando sebebe álcool. E neurotransmissor do sono tem várias mais a melatonina e o hormônio, inductor do sono. Inclusive a gente vai falar de medicamentos nessa palavra. Para tomar cuidado com melatonina inclusive, tem alguns artigos bem interessantes mostrando que a galera toma igual balinha e não é tão simples assim. A gente podia fazer uma live dormindo. -Live do sono. -Tou qualquer tema. -Sono. -É, fazia da polícia, no grafia. -É, eu não vou mostrar. -Poisia não grafia da vida. -Ele vai fazer uma live de 8 horas. -Cê sabe que isso já aconteceu, né? -A época da pandemia estava na moa da isso. -O céu, o biti fez isso. -Cê só fazia uma live dormindo com uma placa falando. -Dão apoio aí. -O céu, o biti fez uma live. Isso é antes da pandemia, se eu não me engano. Em que a galera pagava para adicionar tempo no relógio. E ele ficou quatro dias fazendo live e tinha uma hora que ele estava dormindo, a câmera estava ligada e a galera estava lá fritando no chat. Falando o molde e coisa, o cara dormindo com a câmera ali. E aí chegou a hora que ele falou, "Não vai dar porque o tempo não diminuía". -Ele é só homem e tanto. -E fica infinito. E aí fica infinito e ele falou, "Gora, chega, chegue no meu limite". -Não vai dar pra calma. -Tepo, depois a pessoa reclama que a gente explica tudo com caixa de skiner. -Galera não é clima. -Então, entende, né? -É bizarro. -Fim a bizarro. O rique de novo, acho que eu tenha síndrome da perna em que eta, mas nunca fui atrás de um diagnóstico. Meu namorado, diversas vezes, aí dormindo, sofa porque diz que eu fico me mexendo muito. Tem alguma coisa que eu possa fazer? -Pregunta retórica, vá no médico. -Exa. -Falça a polícia no gráfico também. -Faz apor isso no gráfico. -Vê o que você tem. -Eu tenho uns espásimos, adios. -Ele está meio normal. -E isso é o que ele falou. -Não, não. -Como você está começando a normal? -Como você está começando a dormir. -É, aí é normal. -Então, espásimos. -O Giovanni, agradeço a alta ípolo falar do X. -Que a Verini. -Que do que a Verini. A proposta na Rádio Escafandro, que é muito boa, inclusive. -Tes que trazer ele aqui, hein? -Vamos trazer. -Vamos trazer. -Tem o contato. -Tem, hein? -Então, beleza. -Então, vamos trazer. -Tem uns episódios sobre Zôpidei. -Isso. -Mas a pergunta, em relação ao uso de muito corticóide com insônia. -Tem em relação. -Tem, mas vai ficar pra proteger. -Então, vamos te falar. -Então, depois, inclusive, pode falar de Zôpidei. -Vamos falar muito de remédio. -É, sim, Maria. -Eda ali uma live só de remédio. -Encluzir o seu amigo a nós, que já deu essa declaração, então não precisa falar de nome, mas todo mundo aqui sabe que o marido tira o celular quando ela toma Zôpidei, porque ela já fez muita compra na amos, -o que não der pra mim. -Ah, o início dos Zôpidei. -É, tá louco. -Eu não tô me sonhando. -Exatamente. -Não, não, não, não. -Eu queria ir pro bar. -Posto, já. -Eu acho que eu te contei isso da minha mãe com Zôpidei. -Não, cara. -Eu vou contar essa história e a gente já vem embora e não tem problema, porque a gente. minha mãe começou até alguns lápices de memória. E aí, aí, a gente tem uma história de histórico de Alzheimer na família e a gente não entendiu que tava acontecendo. -Cálil, ela fez todos os anos que você puder imaginar. Você puder imaginar. E aí a importância da divulgação científica, inclusive em grandes redes. Um dia meu pai tava assistindo fantástico e ele viu uma reportagem sobre Zôpidei. E aí, cara. E a gente ficou, tipo, três anos, tem tendo a entender o que tá acontecendo com a minha mãe. -Tá, a gente. -É sério. E aí, assim, meu pai caramba. Eu acho que é uma luta uma esse remédia. Aí, ele foi e vendo a lista de remédia que ela tomava. E ela tomava Zôpidei. Só que que que ela fazia? Houito horas da noite, ela tomava último remédio para a pressão. E ela aproveitava e tomava Zôpidei. E aí, assistiu televisão e assistiu em jornal nacional. -Dá que é pouco que tá comprando passagem para as barramas. -Exatamente isso que acontecia. -Exatamente isso. -Esse é com o seu pai de casa falando de conhecimento. -Espaçando meu pai de casa falando de conhecimento. -Tá, por quê? Não, porque Zôpidei, ele é meio alucinógeno dependendo na hora que você toma. Então, qualquer recomendação de Zôpidei toma na cama para dormir. -Tá, admite. -Toma assim, tá de pijama, tá pronto. -Podermita, vamos ver o pidei. -Sem celular. -Sem celular, sem nada, pra não fazer merda. -Sem celular, sem merda. -E faz merda. E aí, ela tinha esses lápis de memória. Porque, tá, tá, tá, tô toda de Zôpidei. E aí, ela resolveu o problema. -Vizerem corte. -Vizerem corte mesmo. -Ese, vizerem corte. E, cara, gente, só descobriu desse jeito por causa do fantástico. Ele virou e falou, "Caramba, cara." E ele, ela foi neurologista, foi uma galera. E aí, isso é um acreditual médico. -Ticou tomando convulsões. -Ticou tomando o cara falar que ela tava tendo mini convulsões, que podia ser episódio só sobre o desturbo. -Não, ele ninguém pegou, cara. Isso me deixou puto chateado. -Os médicos me perguntaram. Corre, médicos. -A lista de remédios, exatamente, meu pai levava tudo. E, cara, ninguém nunca viu direito. Ninguém nunca deu atenção real pra aquilo. E aí, meu pai teve que descobrir com o Dr. Aosio falando no fantástico. -Menos mal, né? -Menos mal, descobriu. -Descobriu. E resolveu o problema? -Pelo menos mal usar, merendo, bem. -O Fabio. Não hulco, mas tem episódio de terror noturno e falo eu grito no sono. Um exemplo que falou. Um ex, uma ex, desculpa. Uma ex, que falou que uma vez eu gritava genocida, então, de protesto. Eu fiz isso dormindo acordar, eu vi com a família. Eu entendo você, Fabio. -E o índio defende o seu direita. -Oi? -Oi? -Tenho o terror noturno? -Não, a gente não falou de terror noturno. -Tenho muito a ver com. Durante essas fases, entre as fases do sono, você tem essa superficialização do sono. Às vezes você acorda, às vezes você tem o terror noturno. E é muito como a criança também, criança às vezes. E é verdade, essa pergunta boa. Para pai e mãe, às vezes é muita terrorizante. Você pega a beber. -Ah. -Bber assim com um ano e pouco. A criança está dormindo normalzinha, de repente ela começa a chorar, mas é um choro de soluçar assim. Que parece que ela está matando a criança. E aí, pai e mãe fica desesperado, acorda a criança e tal. A ideia, quando você tem terror noturno, de criança, que é muito como um pequenininha, é você acolher a criança. Balançar um pouquinho, ela vai chorar, chorar, chorar, depois ela calma. Isso é normal. Quando é muito frequente, aí vale a pena olhar um médico do sono, no pediátrio do sono, e tal. E aí, o M. acordando e chorando a noite é o sonanbolismo, é o terror noturno. A peneia, é a jução de tudo isso. Então esse como é bacana. É, é a jução de tudo isso. -Ah, só falar ali. -Tá na galera falando de ronco, gente. Não é todo, por isso que é importante. Vai ao médico fazer essas exames. Não é todo mundo que ronca que tem a peneia do sono. E a gente tem a peneia do sono que não ronca muito pouquinho. Ronca muito pouquinho. Então vai ao médico fazer os seus exames. Não parte do princípio, porque você ronca muito. E você ronca, não tinha esse engasguinho. Não, não tinha. Então a gente não achava que tinha a peneia, porque era um ronquinho, assim, ó. Um ronco mais constante. A betoneira, que você falou, era "Ah, só que eu durmié muito pouco". Só que eu durmié duas, três horas porque. -A gente o dia estava quebrado. -São molhido, molhido. Mãe fazer muito coisa de madrugada, mas molhida, cabado. E dirigindo, uma pírida. -Ah, dirigindo o con sono. -Tá, foi. -Varias vezes isso é real, tá? Não tô mentindo. Eu indo pra faculdade, eu voltando principalmente, 11 horas da noite. Cara, na época que a gente trabalha em lugares diferentes, eu morrendo de sono, eu parava, mascando de cléish pra tentar ficar acordado, eu ia acontecer nada na cara, música tocando, eu parava no acostamento, estacionava o carro no acostamento, cara, olha que perigo, 11 horas da noite. Aí eu saia do carro e gritava, saia correndo e gritando. -Ah, ah, ah, ah, ah. -Ai, voltava pra dar um. -Ah, ah, ah, ah. -Ai, ah, ah. -Ei, voltava pro carro pra conseguir chegar em casa. -Que vida, hein. -Não. -Que vida. -E dormindo em 3 horas por noite. -Então, agora você entende a importância dessa live? os problemas de sono.
custo pra saúde, multimentesco, de novo, sexo e sonos, são coisas tão básicas, que a gente não percebe o custo que isso tem pra saúde pública. Exatamente, exatamente isso. O Ricardo, na última pergunta, Altair, vai estar no Pai Antesiano, onde? Infelizmente, não, que estaria fora. Eu não vou estar no Pai Antesiano, porque muita gente me convidou, convido a gente, a gente está numa rotina desgraçenta e no Pai Ante é um dia que a gente tem que viajar, que a gente mora no interior, geralmente. Então, todo mundo que convidou a gente muito obrigado a gente se überu muito com o VIT, mas esse ano a gente resolveu dar uma tirada de pé no acelerador, porque a gente está ficando muito cansado. Exato, mas olha, esse ano encontrei um monte de gente legal no Congresso Brasileiro de Zoologia. E foi em Fósselo de Guaçú. E quando eu tive a confirmação certinha, eu falo dos outros congresso e eventos que eu vou, eu já tenho certeza que a relás cuia baque, a reunião latinoamericana descarabeia e doologia, e o outro ainda estou esperando a confirmação, mas daí. Que está bem. É bem provável, daí quem foi participado esses eventos, eu estou por lá. Exatamente passa a tirar foto com o velho, a Camelinha adora bater para as pessoas. E a gente corta dos pessoas de hora que falava, então eu vou ali, ó. Obrigado, hein! É legal te conhecer, hein! Foi muito bom, foi muito bom te conhecer, Camelinha. Olha ali, hein! Já volta! Eu posso fazer o último jabá? Deve fazer sempre! É interessante, assim. Foi por acaso, completamente por acaso, ano passado, na verdade foi ano retrasado, a gravação saiu o episódio, o programa ano passado, que eu participei de um programa na TV. Que foi completamente aleatório, mas o resultado ficou muito legal. Está na Amazon Prime, mas na verdade é da Universal Plus, extreme, que chama do alto do seu conhecimento. Maravilhoso. Em 8 episódios já saiu a primeira temporada esse ano, então está disponível os 8 episódios, e foi aprovada a segunda temporada que a gente vai gravar. Então ano que vem vai ter a segunda temporada. Vai ser gravada esse ano para sair de tarde, e do mais e saiu no que vem. Então fica recomendação, porque eu achei assim o diretor, na época do programa, a diretor, que a Chica e o Jandermy chamaram, e eles eram ouvintes do Narodô, assim. Foi muito engraçado, porque a gente queria fazer, olha a ideia doido, a gente queria fazer um talk show, que é um programa de perguntas e respostos com pessoas que vem, que a gente vai selecionar. E a Rost, dentro de uma sketch, dentro de uma biblioteca Super Chic, e a Rost, a Penelo Pidim, que é madregui, Coinha, adoro, fantástica, já havia apresentações, a melhor inter-partida de Gaga, inclusive a Lady Gaga segue ela, fantástica, vale muita pena ver as performances e tal. E ela fez, ela é Rost, e aí eu ajudei uma parte fazer algumas ideias dos roteiros, e aí ela fazia o show e eu dava as respostas no final. E a gente fez um piloto no final, era para fazer um episódio, fiz todos. Ah, você não sabia que você foi chamado para eles e um chamam outras pessoas, a gente acabou que deu certo no fiz todos, não teve uma interfaça, uma interação muito legal. E aí nessa segunda temporada a gente vai ter mais interação aí, então é muito legal. Fica a recomendação, porque é muito engraçado, porque eu encontro a penáulope nessas olhos. E a gente não tem absolutamente nada a ver, mas não como pessoa, porque a gente tem bolhas diferentes. E tipo, imagina um cientista de uma drag queen, é uma coisa muito legal. E o programa ficou legal, os temas são interessantes, estão recomendo do alto do seu conhecimento e quando saia a segunda temporada, eu não que vem, recomendo que todos acompanhe. Mas a gente tem que lembrar que um dos episódios mais divertidos na nossa vida foi com uma drag, Lorelai Fox aqui, que foi espetacular. E eu vou aproveitar o seu gante para fazer um já abad de um projeto que a gente vai lançar entre Junho e Julio. A gente vai lançar um sonho meu, principalmente, mas que ruas e camila sempre fizeram participar, Pirulinha também. A gente vai lançar um RPG feito por mim pela camila e pelo ruas, mas a gente convidou outras duas pessoas. A gente convidou o João Carvalho para participar com a gente e Lorelai Fox vai ser um dos jogadores, que vai ser legal demais um projeto de chamar lecto, ainda não tem nada, mas vai ter o nosso RPGzinho a partir de Junho e Julio esse ano. Que logo então? Não, está em movimento agora, um projeto patrocinado por uma empresa de RPG, então a New Order está entrando com o patrocinio do projeto, então vai ser legal demais. E de novo, é o outro mundo, cara. E é muito engraçado pegando esse gancho. Quando a gente convidou o Danilo para vir aqui, ele chegou para a gente falando assim, "O que que eu vou fazer no programa de vocês?" E a gente é muito seu fã, você tem que vir, você tem que vir, você tem que vir. E ele foi muito relutante em vir e foi deliciosa, assim. É maravilhoso, eu te entendi. Percisa muito bem, assim. É maravilhoso, é muito, muito legal. E ele que põe a pimanda aqui, saudade, cuquequeca, que é o nome do Pé, é o nome de drag do Pé, então, cara, foi o meu episódio espetacular, certo bom? É maravilha. Cara, muito obrigado, um bom sentido de poder brisar por estar aqui. É, você já é da casa, a gente se fala isso, porque os episódios são sempre incríveis, a galera adorou o programa. E comprimos nossa função, batalhada. O rosto acordado. Muito bom, tá nem vermelho, olho, tá nem vermelho, olho. Camelinha, gostou do papo? Gostei muito querido. Bom demais. Carlos, nós temos uma live. Um ótimo live. Então, a gente sempre precisa lembrar do nosso, hoje é uma propaganda só. Um viagem pro Japão. Gente, que aí para a jornada conosco, clica no link que está aqui embaixo, vamos lá pro Japão, vai ser uma viagem muito legal. A terceira jornada, é claro que a gente já está pensando na quarta. Já que a gente já vai para a terceira? É um fogo no furi. Não, é que a gente já vai para a terceira. Porque não, né? A gente já vai para a terceira, né, Rua? A terceira já está garantida, já tem. Já vindemos o suficiente para a terceira. Então, o que a gente está fazendo? Pensando na quarta. Já estamos especulando. Então, não perca a oportunidade, vamos com a gente para o Japão. Vai ser um viagem muito legal, garanto para vocês, que é um país muito interessante de alta e gosta muito. A gente sempre teve vontade de ir. Então, nós vamos lá conhecer parte do Japão, a parte tinha muito pequena. Obviamente, não é tempo suficiente para conhecer tudo que a gente queria conhecer, mas é uma viagem que a gente está muito empolgado. Vamos nós três mais gabrinha-la bailas. Nós vamos aproveitar bastante. A gente tem dia de compra, mas agora a gente tem dia de cara a ok. Eu estou percebendo. Eu acho que eu ia ser muito legal, galera, indo para o caronco que pode ir. Eu sou excelente, assistiu o povo cantar. A caminhão não gosta de cantar, eu gosto. Mas a gente também pode ir para a balada, porque a gente gosta de dança. Mas a gente foi no caronco que você cantou. Você relutou muito, mas você cantou uma vez. Não caronquei, eu estou lotado ainda. Estou dando bebassa, você cantou. Ai, então, é esse o melhor momento. Quem está para essa atenção. Eu entro. A gente já foi no caronco, eu. Então, nós temos esse registro. O milho que tem que ir. Eu gosto, cara, ok, eu gosto. Mas eu prefiro dançar, gosto muito de dançar, me divirto muito. O Fab escreveu. O Japão é massa, queria voltar. Será que consegui nesse rolê? Cara, entra em contato lá com a inclusive. Veja com eles, vão embora para a gente com o Japão. Cantarra o 6-6 no caronque do Japão. Isso. Pode ser. Eu acho muito bom. Certo. Gente, muito obrigado para todo mundo que assistiu. Descastou o like e se inscrevendo no canal. Escuta esse homem e o Kim Fujioka maravilhoso. No Naru Rodo. Até a próxima. Deixa eu comentário aqui embaixo. Muito bem, durumou bem. É isso. É, já está na hora, hein. Todo mundo para a caminha. Tchau. [MÚSICA DE FUNDO]
Podcast Summary
Key Points:
O sono é um comportamento natural e universal, presente até em organismos unicelulares, mas muitas vezes é visto como "estranho" quando analisado com mais profundidade.
A principal função do sono é a limpeza bioquímica do cérebro, realizada pelo sistema glinfático, que remove resíduos como proteínas amiloides (associadas ao Alzheimer).
O sono bifásico (com um intervalo noturno) era comum antes da Revolução Industrial, mas foi substituído pelo sono unifásico devido à iluminação artificial.
O sono polifásico (dormir em períodos de 20 minutos) é prejudicial e não permite a limpeza necessária do cérebro, comprometendo a atenção e a memória.
Acordar no meio da noite é normal, mas o uso de celular nesse momento pode atrapalhar o retorno ao sono.
Summary:
A conversa entre os participantes aborda o sono como um fenômeno natural e universal, muitas vezes subestimado ou mal compreendido. Carlos Luz inicia destacando como o sono é "estranho" quando refletimos sobre ele: passamos cerca de um terço da vida nesse estado, que não é simplesmente "desligar", mas sim um período de intensa atividade interna, com uma consciência própria. Os biólogos explicam que o sono está presente em todas as espécies, desde bactérias, e sua função principal não é apenas descansar, mas realizar uma limpeza bioquímica do cérebro através do sistema glinfático, que remove resíduos como proteínas amiloides, evitando problemas como o Alzheimer.
Eles criticam práticas como o sono polifásico, que fragmenta o descanso em períodos curtos e não permite a limpeza adequada, levando a déficits de atenção e memória. Também mencionam que o sono bifásico, comum antes da Revolução Industrial, era natural e incluía um intervalo noturno para atividades como relações sexuais. Por fim, alertam que acordar no meio da noite é normal, mas o uso de dispositivos eletrônicos nesse momento pode prejudicar a continuidade do sono.
O episódio promete explorar ainda distúrbios do sono em futuras conversas.
FAQs
A principal função do sono é a limpeza do cérebro, através do sistema glinfático, que remove resíduos como proteínas amiloides, acumuladas durante o dia.
É um sistema de limpeza do cérebro descoberto em 2006-2007, que funciona principalmente durante o sono noturno, eliminando substâncias tóxicas.
Não, o sono polifásico (dormir em períodos curtos) é prejudicial, pois não permite a limpeza cerebral adequada, causando problemas de atenção e memória.
É um padrão histórico de dormir em dois blocos (ex.: 6h da tarde e depois à meia-noite), comum antes da Revolução Industrial, considerado natural para alguns.
Porque passamos um terço da vida dormindo, um estado de inatividade que parece absurdo, mas é essencial para a limpeza bioquímica do cérebro.
Sim, é uma ex-adaptação, permitindo dormir em público sem ser notado, como mencionado na conversa.
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