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El Arte de la Comunicación con los Huéspedes

244m 33s

El Arte de la Comunicación con los Huéspedes

Tekstin alkuosa käsittelee henkilökohtaista pihaan liittyvää kriisiä ja kehotusta hankkia muhevaa maata kasveille. Tämä osuus on hajanainen ja toisteinen, painottaen sanoja "tärkeää" ja "kriisi". Varsinainen sisältö siirtyy kuitenkin Brasilian poliittiseen analyysiin, jossa vertaillaan Lulan ja Flávio Bolsonaron hallitusohjelmia. Puhujan mukaan molemmat ehdokkaat ajavat uusliberalistista politiikkaa, joka sisältää meno-katon säilyttämisen, laajat yksityistämiset julkis-yksityiskumppanuuksien kautta, terveyden ja koulutuksen rahoituspohjien poistamisen, sosiaaliohjelmien rajoittamisen ja eläkeuudistuksen. Eroja on lähinnä toteutuksen intensiteetissä: Lulan odotetaan toteuttavan uudistuksia pehmeämmin ja hitaammin, kun taas Bolsonaro toimisi radikaalimmin ja nopeammin. Esimerkkinä mainitaan, että Lulan kaudella yksityistämiset ovat lisääntyneet merkittävästi, erityisesti tie- ja infrastruktuurihankkeissa. Puhuja korostaa, että vaikka eroja on, molemmat ohjelmat ovat pohjimmiltaan samanlaisia ja haitallisia työväenluokalle. Lopuksi todetaan, että vasemmiston on helpompi taistella Lulan hallitusta vastaan kuin Bolsonaron, mutta kummankaan vaihtoehdon ei katsota olevan työntekijöiden etujen mukainen. Tekstissä viitataan myös paikallisiin esimerkkeihin, kuten San Paulon osavaltion yliopistojen tuhoamiseen ja yksityistämisiin eri osavaltioissa.

Transcription

31815 Words, 179458 Characters

Finnish
Voitetaan mun pihaa kaikilla muilla on istutuksen aih. Morjen se on kevät nyt. Mulla ei ole kun pihaa kriisi. No, katson nyt tätä. Don't worry, lähdetä se muhevaiselle sijata saadaan kaikki kasvitä tehdään pihasta puutarhaa. Löydät muhevaisen myymällät esposta ja Helsingistä. Muhevainen pistet viik, ystäväsi puutarhassa. Buon sieltä, vaan sieltä se ensi kiiiida. Sieltä miga. Aki, dummuin jemberäsi, juu perallakis. Tää me iskura, kiii ja se on tärkeää. Muutei! Meil on tärkeä, mutta se on tärkeää. Kui olisi välillä. Vemme niin, vaan mulla on tärkeää minä kriisi. Miseerä minä kriisi. 7 minuut ja 6 minuut ja 5 minuut ja 5 minuut ja 6 minuut ja 6 minuut ja 5 minuut. O, silvi. Kiii, se on tärkeää. Sitten on, että on semmoinen. Tämä on tärkeää. No, kun ei voi siltä. No, on tärkeää. Kuten se on tärkeää, on tärkeää minä kriisi. Sitten on, että on tärkeää minä kriisi. monimaisuus on erittäin erony. Oikean koko eri rauhovitaan. Lerobove Johnson -m. Kamerada - meihin on koko senature. Siikki senature. Meihin on koko senature. Meinen kerän olen valoimaa. Meinen ei ole koko senature. Meidän koko senature. Meihin on valoimaa. Meinen saa torni. Meinen saa torni. Meinen saa torni. Meinen saa torni. Meinen saa torni. Perde, perflavin, kaganeera, essa kanage. Termin on, ole chandri. Alechandri. Samarone. Samarone. Fenato freitas. Fika. Manchete de hoje, e o nosso editorial em torno da Sala Enchete. "Promessa de Luli Flavio", reforma da previdência, privatizações, ar-cabouço e cortes nos programas sociais. Eu vou detalhar um pouco mais, que são, além dessas outras promessas de campanha, e aí as nossas segunas, maschetes são, em façam de abril, é a maior em quatro anos, e é um negócio. Enquanto a inflação de abril já é a maior em quatro anos, agora em maio, a Presidenta da Petrobras, a Magda de Acheombrear, ou ontem prometeu aos investidores, que é com quem ela dialoga com preferência, com povo brasileiro, paga gasolina, que é em comproção mercado de algo dela, é com os investidores, com os donos efetivos da Petrobras. Então, num diálogo lá com os investidores ontem, ela prometeu que vai ter aumento da gasolina já já. E Lula ontem, a fonte de ações eleitorais, o pacote, o cultro crime organizado de 11 bilhões, e a revogação da famosa taxa das luzinhas, Margarieto Gonzato, obrigado pelo seu apoio aqui. E quem vem? O começamos com o Golboquerque, para fazer um olhar bem agudo do. O pressionante, a capacidade analítica dele, um olhar pro Brasil e para o mundo. Depois, Lula Vargas, Lula Vargas, queridíssima, uma das principais referências na luta pela legalização da canabra, da maconha, no Brasil, ela quer educadora, cientista social, e de fato, uma referência nessa luta pela legalização da maconha. Vamos cortar com ela hoje e sobre. Novidades, tem novidades do lado do Anvisa e sobre o cenário, né? Maconha e soberania. É um bom conversa. E finalmente, atendendo muitos pedidos já na segunda-feira, a filha do Emmanuel Sete Linhas, que foi assassinado a tiros aos 45 anos na sexta-feira passada, lá em Vila Véria, no Espírito Santo, enquanto estava numa ação social conversando com pessoas, que era uma característica da atividade desse, um rapper lá no Espírito Santo, eu não conhecia, mas muito famoso, uma referência no Espírito Santo, só ficou muito avalado e pediram, então que a gente tratasse com mais detalhes do assunto, e aí graças a generosidade da amiga, da nossa camarada, Camila Paulino, lá da alternativa comunista do Pessoal, lá no Espírito Santo, ela me conectou em contato com a maioria de anos, matos, que a filha do Emmanuel Sete Linhas, vamos conversar então sobre essa agentória dele e o seu assassinato. Essas são os nossos convidados e convidados. Bom, vamos lá. Ó. Quando a gente olha para o programa de governo que está aí, né, eles ainda lá apresentaram, tem um programa de governo estruturado dos candidatos à presidente nesse momento, mas já dá para recolher, já dá para entender quais são os passos ou quais são as estácas, as estruturas principais dos programas de governo, de todos eles, sem exceção. É claro que tem lá embaixo, só que está, né, tipo, o Valdo Rebeiro, o IBR, missão, isso não tem grande relevância nesse momento, nem existem um programa de governo estruturado, mas sobretudo, para Lula, Flágio Bolsonaro, e cairado sobretudo, menos Emma, mas cairado sobretudo, Isema, também, Isema, esses quatro, eles têm programas de governo que estão em processo de estruturação e cujo traço centraio já estão definidos. E a questão, a nossa não chete hoje, me parece que esse é um tema crucial para o país, tenho certeza disso, é sobre a semelhança entre os programas. Ambos os programas são programas de corte neoliberal, os programas de governo de Lula e de Flágio Bolsonaro são programas de governo de assentamento neoliberal e aqui eu trouxe o cinco elementos convergentes coincidentes dos programas de Lula e Flágio Bolsonaro. A manutenção do ar-caboso fiscal, ou um substituído por um novo tetro de gastos, privatização em larga escala, fim dos pisos da saúde e educação, restrição aos programas sociais e reforma da praverência social. Gente, não tem conversa em 2027, esses em qualquer que seja um vitórioso, esses cinco elementos, essas cinco linhas de ação serão as principais dos dois governos. Isso aí, o ar-caboso fiscal vai continuar, a privatização em larga escala, vai continuar, vai ter, não esquece, acabou, o vinho Lula tentou não conseguir, mas no Lula IV, ou Flágio, vai acabar os pisos da saúde e educação, haverá uma forte restrição aos programas sociais e eles farão uma reforma da praverência social criminosa contra os trabalhadores dativos e aposentados. Bom, isso tudo vai acontecer, é a intenção deles, é o programa deles, é o programa deles. A grande questão é como é que a Lula de Clássaro vai se dar a partir de 2027? Vai ser a intensidade da presença dos trabalhadores, dos povos indígenas, dos quilombolas, das mulheres, das populações periféricas, a intensidade da presença do povo brasileiro, portanto, no cenário político, é que vai determinar se esse programa quer comum tanto a Flágio, quanto a Lula, quanto a Lula, quanto a Flágio, será de fato implementado ou não. Tem diferença entre eles? Tem. Há uma diferença de intensidade, voracidade e velocidade. Então, não é diferente, tá por exemplo. Teto de gastos. Não, teto de gastos é igual. A tendência. Não, o teto de gastos, a tendência é o teto de gastos, ou ar-cabouço de Lula, quatro, ser mais rigoroso do que eventualmente do Flágio. Porque é extrema direita, diferente de os progressistas, diferente de Lula e sobretudo-adade, que tem uma adesão ideológica ao conceito ao neoliberalismo, tem uma adesão realmente de fé, uma adesão ideológica ao neoliberalismo, e portanto a necessidade de entender que a restrição fiscal, portanto o esmagamento do Estado é crucial, eles têm um compromisso, são sérios, eles acreditam isso, eles acreditam. Diferentemente dessa crença progressista, neoliberal progressista, a extrema direita, tem uma crença neoliberal, tem, mas eles queimam qualquer crença na fogueira das vitórias, da isremonia dele na sociedade. A gente viu isso no final do governo Bolsonaro. Então, é uma adesão, nesse caso, no primeiro item, Lula tende a ser até mais radical do que Flágio Bolsonaro, teto de gastos. Segundo, privatização em larga escala, ambos serão radicais. A diferença entre eles é que Lula dará Lula 4, dará preferência, dará preferência, a continuidade daquele que já é o maior programa dPPP e concessões da história. Enquanto Flávio Bolsonaro vai fazerPPP concessão, tá? Não é que ele vai revogar. Mas a prioridade de Flávio Bolsonaro será a privatização da Petrobras, do Banco do Brasil e da Caixa Economica. São as três últimas joias da coroa estatais do país. Então, essa é uma diferença entre eles. Fim dos pisos da saúde e educação. O projeto é o mesmo de ambos, mais uma vez intensidade e velocidade e radicalidade. Al Bruno quer dizer que tem os corres. Flávio vai privatizar os corres também, que é uma diferença. A Lula está entregando, os desmilinguíndos corres para fazer como uma Petrobras, uma privatização na prática, mas não tem um projeto de chegar lá e privatização de primeira. Com Flávio Bolsonaro é facão e acabou. Com Lula vai ter toda essa conversinha do discurso, é acabar com os pisos da saúde e educação dizendo que eles estão mantendo. Que é o que adade fez. Restrição aos programas sociais. Mais uma vez, Flávio vai de tacar para cima dos programas sociais. Lula vai de tacar para cima dos programas sociais. Mas sabe, vai ter uma capinha de veludo no tacar. Mas vão acabar. Vai ter fortíssima restrição aos programas sociais em qualquer dos dois governos. E finalmente, reforma da previdência. Me imagino. Imagino mais uma vez que pode. pode haver uma diferença de qualidade e intensidade, uma reforma da previdência muito, mas selvagem de flávio Bolsonaro, uma reforma da previdência selvagem, mas com alguma moderação de Luiz e Nácio Lura da Silva. Então, vamos dar pra ver, os cinco polos estruturantes do programa de governo dos dois, não, são, é o mesmo, é o mesmo. Então, nós o Brasil será governado por neoliberais, neoliberais progressistas ou neoliberais de extrema direita. Então, o eixo estruturante dos programas de governo é o mesmo. A diferença será intensidade, velocidade e voracidade. Isto faz diferença pra nós, claro, faz diferença, faz diferença. Um programa que privatize de maneira descarada, porque hoje temos uma privadação disfarçada do banco do Brasil, caixa e petrobras. A diferença é interessa privadação disfarçada, hoje de Lula, que vai continuar. E uma privadação radical com flávio Bolsonaro faz diferença. Mas, mas isso não muda o eixo programático de qualquer um dos dois governos. Agora, e esse é um tema que Join este entrasido, Crepe, tem entrasido semana que vem, Crepe vai estar aqui com a gente. Eu tenho o trazido também evidentemente que para a esquerda, para, olha, a doura de trabalhadoras, combater um governo Lula 4 é melhor do que combater um governo flávio 1. Primeiro, está sendo um governo mais frágil. O governo bem mais fraco. Mas fraco tudo que seria um governo flávio. Até porque o PT deve colher uma derrota de largas proporções na eleição. O PT acha que, com esse congresso que não dá pra fazer nada, ou que tem que fazer tudo isso cinco pontos, porque a relação de forças não permitis de imagina o congresso ainda mais à direita. E evidentemente que com Lula 4, não vai ter. Vai continuar essa história, não vai ter mobilização, não vai ter nada. Então vai ser assim, Ramirama. No caso do governo flávio 1, será um governo muito mais forte com maioria, com o greço al o expressiva, com maioria, com o greço al expressiva, e que vai passar como rolou com pressor. Então, pra nós melhor, melhor. Quer dizer que 1 é a favor do trabalhador? Não. É apenas que eu vejo isso. Intensidade, volacidade e velocidade. É uma coisa, a lenção Paulo. Olha o cenário em São Paulo. Destruição em larga escala e com grande velocidade das universidades estaduais. E repressão brutal. Que lembra a editar da editar. Olha a educação das universidades federais, estudos federais. Desminguindo, está destruindo, mas um pouco mais lentamente. E ainda, porque essa é uma diferença também, né? Você tem uma estrutura de presença sindical e social do PT ainda com alguma relevância. Então, você, isso confere alguma legitimidade para esse processo de destruição. Mas São Paulo, com o trasciso, é pau e pedra. Tem, não tem preocupação nenhuma com a questão da legitimidade, com a legitimação. Tem. Mas é outro que a legitimação na, naquilo que se chama, opinião pública do ano era geral neste Paulo da extrema direita. No caso do governo, no caso do PT, você tem uma busca de legitimidade não na sociedade como todo, em parte da sociedade, mas uma legitimidade no interior das instituições, no interior dos movimentos. Então, por isso, a tendência é uma repressão menor, mas que se a evência eleição em São Paulo vai continuar o processo de destruição das universidades estaduais, não tem a dúvida, né? Esqueça a idade, não tem nada a ver com a hospitialidade, professor do INS, pelo menos ele está vinculado ao sistema educacional, ao sistema de ensino superior privado. Então, é isso, essa é a diferença. Agora, eu não preciso, eu me sinto dispensado de dizer, de explicar, de trazer os fatos renaferentes a flávia Bolsonaro. Ele vai, o testo de gasto, vai ter privadoização de larga escala, vai ter, são prometendo, fim dos pílidos da saúde e educação, vai ter festeição sobre uma sociedade, sim, reforma da providence social, sim, tem aos montes eles estão dizendo por aí. Está mais do que evidente. A minha questão no diálogo, jornalístico, é entender o seguinte, em que medida isso também acontecerá no governo Lula 4, 4, no momento em que a campanha de Lula diz que nada disso acontecerá, ao contrário, Lula está ensinoando um governo mais esquerda, fazendo um monte de promessas, acaba com a taxa da bruxinha aqui, coloca lá um programa de combate ao crime organizado ali, vale gás, né, o programa do gás, gás para o povo, então, você é importante entender o seguinte, o que importa de ser nir? O programa da extrema direita está aí a luz o dia, está falado na campanha do flávia Bolsonaro, o programa de Lula não está falado na campanha de Lula, então é importante entender de fato, então a gente quer navegar pela cena política, pela cena política eleitoral, precisa mergulhar na profundidade para entender de fato a elógica do programa de governo de Lula 4, vamos ver, começando então pelo primeiro 8, então ainda irtem puritar, irtem desses cinco eixos dos programas de governo de Lula, flávio, mas aqui falando de Lula, esses cinco eixos do programa de governo de Lula começando pelo eixo 1, mano tensão do ar-cabou-so-teto de gás, aqui está a dade, agora duas semanas atrás dizendo isso, relacionado ao teto de gás, a área que tê dura do ar-cabou-so-fiscal, aí você pode discutir os parâmetros, ele mesmo abre aspas assim, como se avouê, vou se falando, vou manter o ar-cabou-so, mas vou apertar mais, vou apertar menos, não, não, não, a frase teórica ele fala, a luz da evolução fiscal continua ele, é uma coisa que na minha opinião vai acontecer, de cidadades salientando ser contra ideias como um teto de dívida, para a expressão, teto de gasto, mas não teto de dívida, teto de gasto, mas não teto para ou pagamento do juros aos cientistas, tá claro? é a escolha, então ponto 1, teto de gasto não tem conversa, vai ser mantido, teto de gasto vai ser mantido na forma ar-cabou-so, provavelmente não forma mais radical, tá? privatação em larga escala, aí eu falava Bolsonaro, os EM, esses estúndos aí estão dizendo isso, vai privata ser a banca do Brasil, caixa, petrobrais, estão achando, estão prometendo isso, é. no caso Lula, do atual governo, e de um evento ao governo Lula 4, esta privatação em larga escala não acontecerá na privatização das empresas, mas neste formato de PPPs e concessões, nunca antes na história desse país, houve um governo que tenha feito tanta PPP, privatação, essa reportagem aqui do valor econômico da semana passada, ela é muito. eles fazem um levantamento do processo de privatação, tá? e dizendo, quem puxou a privatação através do regime de concessão foram as rodovias, que é o que deu o grande volume, 125 bilhões na gestão federal, 125 bilhões é o valor total das grandes concessões, aqui não tá contado, coisa tá, concessão, PPP e concessão de presídio, de escola, são essa coisa, quando vi a aeroporto, porto são esses grandes projetos de infraestrutura, continua aqui a reportagem do valor, olha só aqui, o valor de investimentos contratados em concessões e PPPs, parcerias públicos privadas, federais, teve um crescimento nominal de 103,36% natural governo, somados, somando então os 124,7 na manchete, 125 bilhões, considerando o período entre janeiro de 23 e abriu desse ano, então, em comparação com todo o mandato anterior, então subiu 103% em relação ao Bolsonaro, tá, em relação ao Bolsonaro, O salto foi impulsionado. principalmente por uma onda de listações e rodovias que responderam por 88% do montante contratado. Os dados são de levantamento do radar PPP feito a pedido do valor. Esse então, quem foi o grande tocador desse projeto foi o Renan Filho, que agora está lá candidato, deixou o governo, junto com a Luís Maricadante, porque foi a albenidea, que estruturou todas essas grandes operações de privatização. E aí, prepara-se. O Benide S já, então, vendo o que vai ser no Lá 4? O Benide S já estruturou mais nove concessões de saneamento. Mora aqui no Piauí, foi um projeto do NDS com o governo de Rafael Fontes, o governo Petista, mas de direita, claramente, de direita que fez a privatação aqui da companhia de água e saneamento. Agora chamam-se águas do Piauí, entregue de uma ou meijada para iniciativa privada. Então, tem mais nove concessões de saneamento, gente, só que não foi, o que será, portanto, para a 2020, está na planilha, está lá na planilha para a 2020, a 47 bis nessas nove concessões de saneamento. Qual é a planilha de aluíso, mercadante e governo lula, Maranhão, Goiaz, Rondônia e Porto Alegre no Portofório do Banco, e diz aqui, mercado, ver privatação da Copasa, no caso, a companhia de saneamento lá, de minas gerais, com interesse. Então, se prepara. Então, se imagina com o Flávio Bolsonaro, vai em tudo de que é molhado, porque o Flávio Bolsonaro não vai vim com aquela conversa de caixa preta do Benedésio, não, vai usar o MTS, viu? Pode ficar até o aluíso mercadante lá compreendendo o Benedésio, vai ser muito útil para o Flávio Bolsonaro, muito útil para esse projeto. Aqui é uma reportagem dos companheiros camaradas do outras palavras, António Martins, teve aqui recentemente, teve lá no Doit também recentemente, acho umas três semanas atrás, ele quer o fundador editor chef do outras palavras aqui, um artigo do nosso camarada Paulo Clista, sempre aqui com a gente, a cada semana, a cada 15 dias, daqui com a gente. A envergonhada, mas, voraz, lembra-se que eu falei da diferença de voracidade entre um projeto e outro, no caso aqui, de PPPs, privatização por PPP em concessão, o governo Lula é mais voraz, tem mais voracidade do que o governo Bolsonaro, que teve voracidade para privatizar ativos, tipo, ele é trobaraz, aqui, não, nesse regime de concessão, diz ele aqui, o Paulo Clista, prossegue com impulso do ministério da fazenda a submissão ao poder dos rentistas, por um lado, restringe o investimento público, por outro centenas de concessões, PPPs e PPIs, entregaram a interesse privadas, o grosso da infraestrutura do país e até mesmo escolas e presídios. Nesse artigo, o Paulo Clista traz este quadro que é um quadro da elaborado pela presidencia da República, portanto, um quadro oficial do governo do tamanho e de quais são as prioridades nessas privatissações nulistas, então, aqui, é o do PPI, que é um programa de PPI, problema de participação, o problema das programas público privado, é o programa de privatissação através do regime de PPP em concessão. Transporte, como falamos mais cedo, foi o que mais ela bancoubre em patração através do regime de concessão dos foram 233 no governo Lula, estou falando isso aqui de governo Lula, é o que já foi ou que já está contratado, 233, 46% do total de projetos de concessão e PPP, infraestrutura urbana 78, 15%, energia 65, 13%, meio ambiente 39, 80%, saneamento 26, 5%, deve crescer em Lula 4 ou em Flavio 1, outros 65, 13%, no total de 506 projetos ao longo do governo Lula, é impressionante. Agora, importante, não está o necessitatístico, por exemplo, não é isso aí, parcerias de investimento, programas de parcerias de investimentos, obrigado, do Gabriel, sempre ajudando aqui, valeu, não está nessa tabela, não faz parte dessa tabela, por exemplo, as privatissações do metrô de Recife da Transurbe lá no Rio Grande do Sul, não faz parte, arrebeca também, ajudou aqui, programas de parcerias de investimento, não estão nessa tabela aí, não tem mais coisa além do que está aí, depois, eu juntei aqui esses outros dois itens que são os itens 3 e 4, que é 3 e 4, que são 3 e 4, fim dos pisos da saúde educação e restrição aos governos, que são os governos de parcerias de investimento, que são os governos de parcerias de investimento, eles vão unificar, eles falam abertamente que o objetivo é reduzir custo, que o objetivo é reduzir custo, essa reportagem aqui do valor agora de fevereiro, equipe econômica ver resistência mais sinaliza mudar programas socials, intenção é manter o debate aberto, visando adotar agenda em popular no ano que vem em caso de reeleição do presidente Lula, mas é um programa que vai ser aplicado também, por falar que o Bolsonaro se ele vem ser eleição, e aqui essa foto é interessante, da dupla do casal, a date, terbete, primeiro que é isso, fazendo e planejamento, eles que fizeram a dupla que tocou esse projeto neoliberal, o governo Lula, 3, eles vão adotar os dois candidatos em São Paulo, interessante, provavelmente ao Senado, ele já definiu do governo do Estado, e a Simone Tabete, já falei aqui várias vezes, eu vou pegar essa entrevista uma hora em trazer, tenho falado muito, mas não mostrei ainda, a entrevista antológica de Moly Tabete para a mídia leitão, em final de 2024, isso final de 2024, coste Moly Tabete diz o seguinte, diz assim, nós vamos aproveitar a janela de oportunidade, então não está nem falando de 27, que é entre a eleição, o tubro, e a pósse do próximo presidente, a ela é uma entrevista, seja quem for o eleito, ou seja tanto faz ser Lula ou se é Flávio Bolsonaro, aproveitarmos esta a estupiada de oportunidade para aplicar o programa fiscalista que desejamos fazer, mas no Congresso não deixou, ela critica o Congresso, pelo Congresso não ter sido fiscalista, dos ficientes, não ter aprovado, por exemplo, corte nos pisos da saúde do caçal, é assim, sem ser estídio, eu que gosto tanto, vou falar dele daqui a pouco, do Rogério se encerrou, ela, naquele entrevista foi muito, muito relevante, muito, esclarecedora de qual é o projeto deles, então a, essa é a reportagem agora de 19 de fevereiro, a partir de um documento oficial da Secretaria de Política Econômica do Governo Federal Ministério da Fazenda, equipe econômica, ver resistência, mas sinaliza mudar programas sociais, tá aqui, o primeiro movimento de pautar novamente esse debate, portanto de corte nos programas sociais e os pisos de saúde e a recuperação, foi feito no começo deste mês, no começo de qual mês, aqui ó, fevereiro, tá, a importância foi em 19 de fevereiro, na ocasião a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda divulgou um documento admitindo de forma mais incisiva agora abre aspas para o documento da fazenda, a trajetória de crescimento projetada para os benefícios sociais, tanto contributivos, quanto não contributivos, constitui desafio adicional, ar-cabons fiscal, com a previdência social e o BPC exercendo pressão fiscal significativa. Gente, é um legal, é um escarbo, é um escarbo enquanto povo brasileiro, porque não tem uma palavra sobre a evolução ou a trajetória de crescimento projetada para o pagamento dos juros da divida para os cientistas, nenhuma palavra sobre isso, ao contrário, a idade já falou, crescimento da divida não é problema, problema é crescimento do gasto sociais. Chocante, né? Chocante. Então, um trilhão de que tá sendo, foi pago agora em 2018, de 25, para que vai ser pago de novo agora em 2016. Para os dentistas tá tudo bem e não tem restrição, não tem teto. Agora, 120 bilhões, pelo menos acho que acho que é 120 bilhões, o programa ou o BPC nem pensar, nem pensar. Então esse é o projeto. E aí, o quinto ponto é a reforma da Prevenência Social, gente, vem, é preciso naturalizar discussão de mudanças na Previdência Defenda e Secretário do Tesouro. O Rogério Serão ainda era Secretário de Tesouro, mas são um pouquinho antes deles sendo ameaados o segundo homem do Ministério da Fazenda Secretário Executivo. Então, enfermerero de 2026, isso aqui tem vazado por tudo quanto é antes dos estudos do Ministério da Fazenda e do Ministério da Fazenda, não da Previdência, do Ministério da Fazenda, para a líquida aposentada, vem uma reforma da Previdência Brutal, prepare para isso. Tanto faz celula ou você é flávio Bolsonaro, talvez seja mais brutal por causa do Bolsonaro, talvez. Mas vai ser igualmente, vai ser também brutal com o Lula 4. E a ordem vem de cima, isso é importante entender, a ordem vem de cima, a ordem vem de quem manda. E quem é quem manda? Não é o Lula, gente, celula, não é o Lula, não é o Lula, não é o Adade. Eles são os operadores, os executivos das ordens do comiteje estorno, capitalismo brasileiro. Que é o capital financeiro? Que é o capital mineral? Que é esse grande capital que se a senhora cada vez mais do Estado brasileiro? Eles são os donos. Eles são os donos. É o imperio, eles são os donos. Nula, Adade e Flávio, pelácio, avi, Paulo Guedes, Nossa Troção, Mero executores das ordens do comiteje estorno do capitalismo brasileiro. E está aí, está lá em Nova York, vou falar desse evento daqui a pouquinho, está valar o trabuco. O trabuco hoje é o presidente do Conselho de Administração do Bradesco. Estão vendo ele segurando o microfone ali com nome estadão? Isso aqui é uma desfaz satês também, absurda, está rolando um evento desse grupo de lobe esfera do camargue, como ele é conhecido, João Camargo, que era até pouco tempo atrás, presidente da CNN, ele é o dono, mas a presidenta é a esposa dela, camila, por sinal filha do Fonário, o Fonário deve revelar na tumba. O trabuco isso aqui, olha isso aqui, o trabuco defende e refolda, a previdência e diz que proposta não deve ser tema da campanha de trago, gente, não vão perder tempo, o descuido mais seis é cutado de qualquer maneira, por qualquer governo, esta frase do trabuco é crucial, tem que pegar na parede e olhar para ela no todo dia, que é o programa do que é o programa, que é o programa efetivo, digiestão do país, por flávio Bolsonaro e por lula, não vai ser discutido na campanha leitoral, não vai estar nos propagando eleitoral, não vai estar nos palanques, mas este é o programa que vai ser executado, mano tensão, como desciadade, podemos ser ainda mais restrativa do teto de gastos do ar-cabouço fiscal, privatização e larga escala, finge os pisos da saúde e educação, restrição os programas sociais e refolda previdência, e o trabuco já deu a ordem, olha, não é para ficar discutindo essas coisas na campanha não, deixa isso tudo fora da campanha para ser executado depois, depois que passar é a leição, é claro, quem é que vai ganhar a eleição com um programa desse? Quem vai ganhar? Na menúmero a chance de um programa desse vem se eleição no país, então a nossa obrigação como comunistas, a nossa obrigação como esquerda radical, a nossa obrigação aqui do farobrasil, como os jornalistas, a nossa obrigação é explicitar o programa da extrema direita e a dos neoliberais progressistas, informar o povo brasileiro do que está sendo preparado para a 2022, a rigor, se lula vencer, já para novembro dezembro de 2016, se flave Bolsonaro vencer para a janeiro de 2022, é nossa obrigação, então, como eu disse, por que que eu apresentei apenas o programa do governo Lula, porque este programa, este programa, ele aparece desfazado, não aparece explicit, não preciso apresentar esse programa do flave, porque ele explícito, aí no caso do flave, é claro que ele também vai dar uma na campanha, vai fazer outro tipo de procada, mas se eu olha os caras, eles falam, eu vou sempre ir vai te dar petrobras, banco do Brasil e caixa, isso não tem, vamos fazer uma providence, o Brasil é sustentar, mas não tem papas na língua, já a nululismo, ou tem papas na língua, ou a língua distrava quando fala com determinados ambientes públicos, mais uma vez, tem diferenças, sim, diferenças de intensidade, de voracidade e de velocidade, mas é isso, não há diferença essencial entre os projetos econômicos de um e de outro, mesmo porque aquilo que caracterizava os governos Lula 1 e 2 de uma 1, de uma 2, não, que era, por exemplo, uma política, política sociais, mais agressivas, mais generosas, mais elevantes, tá acabando, tem isso, o problema do projeto Lula 4 é cortar as políticas sociais, então a diferença ação do ponto de vista macro, do ponto de vista estrutural dos projetos econômicos de Lula 4 e Flávio 1 é bem menor do que foi a diferença ação no passado entre os projetos de Lula e Serra do leal que me mesmo Lula e Jair Bolsonaro, ok? É isso, tem um outro aspecto, então para além do programa, estou continuando ainda o editorial, tá? Daí a editorial longo hoje, que é uma longa portagem, acho que a gente estava devendo a nossa audiência, tem um outro aspecto do programa de Lula e Flávio que é a questão do alinhamento internacional, então acho que ficou explicitado agora nessa visita de Lula al Trump, que há também uma convergência do ponto de vista do olhar para o alinhamento internacional do país, mais uma vez, tem diferença de velocidade, tem diferença de intensidade, tem diferença de voracidade, mas o projeto que ficou explicitado, tá? Está na mesa de Lula, de Lulismo e dos Bolsonaro, só tem um foto do Bolsonaro, o pai com o Trump e do Bolsonaro, eu não tem foto ainda, se ele vem em seleção vai ter, e Lula vai ter mais um monte de foto com o Trump e se ele vem em seleção agora, porque ele é em São lá no estado de linda, novembro é uma eleição, um graço ao não é eleição presidencial, eleição laçada aqui há dois anos, enfim, o que ficou explicitado nessas visitas é que o alinhamento do Brasil, segundo o governo Lula, é com o que ele chamou de "ocidente". O próprio, isso foi fredito de maneiras, explicita pelo ministro das falações exteriores, o Brasil pertence ao ocidente, esse é o alinhamento, então vai assim, é isso né, progressista, vai lá, faz no passado, né, agora nem faz mais discurso contra o genocídio, ingasa, mas hoje já, na penetração funcionista do governo Lula, negócio explícito, evidente, que fizeram com o Thiago Avela, ontem fa um negócio que está andando a lozo, que vocês não viam no lugar, tem um impressionante isso, se olha, media progressista, se tu se ensurou essa informação, o único veículo que teve a honestidade da informação em relação ao que foi feito com Thiago Avela pelo governo brasileiro foi o pessoal do Brasil de fato, ele é vinculado ao MST, os outros veículos todos esconderam, aqui a manchete ou uma reputada chat, não mas uma reputada a gente do Brasil de fato, ontem, só eles e nós, que a Avela chega ao Brasil e é interrogado pela Polícia Federal, não vai ver se o último é genio, dois, quatro, sete, foram, DCE, media-governista, todo mundo censurou. Só o Brasil de fato deu, e nós, evidentemente, a media liberal também não deu, tá? A vida liberal também não deu. Todo censuraram essa informação e fazendo de conta aqui na água, transmissão, teago, querido, blablabla, sendo que ao longo dos últimos anos os o Neo-Petismo, o Lismo, os tiros ou teago de todas as maneiras, enfim. É apenas para pontuar essa lógica do alinhamento do governo Lula e do ópera. Não, é o é o derdoz aqui, ópera a Munde reportou também. Olha, é o der, queria te dizer o seguinte, essa história do ópera Munde, ontem uma lingua, e tal, me falando, que ele pegou uma reportagem do ópera Munde registrando isso, copiou, sabe aquela coisa, se copia o link, e aí você posta. E o título era exatamente esse, mais ou menos parecido com esse do Brasil de fato. Quando ele subiu pro ar, o título tinha mudado, essa coisa tinha subido, tá? Eles reportaram, mas depois, se arrependeram. O ISELE é um não-vio, eu, se alguém viu, reportar a gente do ISELE. Olha, eu não vi. Ó, eu não vi no ISELE, tá? Só alguém viu. Por favor, me mediga, tá? Ó, estou vendo aqui, não. Não, não, não. Não, tá. Não, não saiu no ISELE, não, tá bom? E o ópera Munde, eu estou vendo aqui, essa reportagem que o. o Elder disse que o ópera Munde reportou, ela mudou, o título virou, te aguave da Chega o Brasil, após prisão Israel, ela não se atortura, disseram diretamente que queriam me matar, tá? Então, a reportagem do ópera Munde mudou, depois foi editada, depois essa é uma das coisas que essa mobiliza. Essa é uma das coisas que o vornalismo permite, né? Aqui o Vinitero, tá dizendo, "tá falando de você, a maior fala que o Bruno suporta, o seonismo é babaquíssima, não estou falando, porque o suporto seonismo, estou só dando informação, o ópera Munde tinha registrado, só isso, tá marrado, ópera Munde tinha registrado que o águia, o Tiago Águida, foi retido pela Polícia Federal para a Interrogatória, e essa informação desapareceu lá do ópera Munde, segundo o depoimento para mim, totalmente confiável do camarada. do camarada Marigónia, ok? Então, você tem esse alinhamento cada vez maior do governo Bula, que começou como um governo dos Brics, rapidamente foi mudando esse alinhamento com os Brics. Gente, isso não quer dizer que não tem a relação econômica com a China, tá? Até o governo Bolsonaro tinha, porque, toda aquela propaganda, toda aquela conversa do Bolsonaro, todos ataques da China, a relação comercial do Brasil com a China aumentou durante o governo Bolsonaro, tá? Então, a relação comercial continua, acho que na realidade, é inescapável para qualquer país do mundo, mas o alinhamento do ponto de vista, já o político é outro, aquela ideia de promocia ativa, aí a ativa acabou, tá enterrada. Então, o governo Bula começa a Bula III, começa sobre a esperança de aprofundamento da relação com os Brics, e já logo no começo, o Bula dá um chega para lá nos Brics, e vai dar prioridade total a participação do Brasil no G20. O que que Lula faz com a Venezuela? A postura de Lula com a Venezuela? E aí, uma postura totalmente alinhada, com os interesses da Casa Branca. Ao silêncio de Lula, ele falou lá sobre Cuba, mas onde tava apoio do Brasil à Cuba? Então, há um realinhamento, um arquivamento da tal da política, que esteram na autiviativa, e o governo Lula III, isso vai ser aprofundado no governo Lula IV, a não ser que, claro, se você tem uma decadência brutal do Império Americano e a China passa a ser hegemonica no mundo, claro, todo mundo vai se correr atrás da China, mas nesse momento, o que aponta para Lula IV, é o aprofundamento do alinhamento do Brasil com os Estados Unidos. Ó, indicativo disso. Quem são os dois empresários mais relevantes no governo Lula? Claro, tem outra boca. Oato é importante dizer, lembram-se da Dilma, né? Pode ir, né? Levo ao Mopal, porque ela botou o Joaquim Levy com o ministro da Fazenda, com razão, com toda a razão, né? Cavalo de Paulo, que Dilma deu no seu segundo governo para tentar salvar o mandato, perdeu o mandato e perdeu a honra também, é aplicando um programa radicalmente neoliberal que o Joaquim Levy. Mas o Lula, gente, naquele momento, não era o presidente, ele queria, o trabouco, a educação do Lula para Dilma, ela falou, "Eu quero o trabouco, como o ministro da Fazenda, para resolver essa situação." Vocês acham que o programa que o trabouco apresentaria, aplicaria a seria diferente do Joaquim Levy. Sabe por que que não foi o trabouco? Porque ele o quis. O trabou falou, "Não, não tem coisa mais importante para cuidar, deixa eu ficar aqui presidinho do bravesco." E aí, não, leva lá meu diretor. E aí foi o Joaquim Levy. Então o trabouco continua sendo alguém com grande influência sobre Lula. Não nos iludamos contra isso, mas quem aparece, quem é hoje, o principal protagonista e articulador do mercado financeiro na relação com o governo? Andre Esteves. A segunda perna, e mais influente até do que Andre Esteves, com Lula, com Palácio, o Planalto, que o Andre Esteves, ele entra no Planalto pela Maldonade. Mas o outro que entra diretamente sem qualquer intermediário, é o Esletbatista. Joées, Esletbatista são os irmãos batista. Esses de fato mandam, mandam prender e mandam soltar no governo Lula. Tanto que quem faz a arte, o osbatista, principalmente o Joéesley, é alguém que faz a articulação tanto aqui quando Estados Unidos. Faz a articulação tanto no governo Trump, ele é amigo do Trump e hoje é amigo do Lula hoje. Ele faz a ponte entre os dois, quem faz a ponte? Nós falamos aqui, que aquela telefoneira entre Lula e Trump e na sexta-feira anterior ao encontro foi no celular do Joéesley, que estava lá novorada com Lula. É isso. É nada menos do que isso. Aí o que acontece é uma coisa assim, é sexo explícito. Tá gente, é tudo sexo explícito. Simultamente ou, logo depois do evento Lula Trump em Washington, essa, hoje, talvez a principal agência de estruturação do lobby e das conexões da alta burguesia brasileira, que é o grupo esfera, que disputa este lugar com o grupo lídido, João Doria, e com o IDF, IDP, do Jumar Mendes. A juícefera é hoje a bola da vez, são os caras, né? O grupo, o esfera que tem como proprietários, o João Camargo Camarguinho, como já falei, esse presidente da CNN, é a presidenta do esfera, é a presidenta, é a camila esposa do Camarguinho e filha do ex-ministro Funar, que deve revirar na tumba, vendo essa. no que que deu a geração dele, a sua descendente. Então é isso, que acontece? Logo depois do encontro de Lula Trump em Washington, em Nova Iorque, esses últimos três dias, rolou um evento do esfera. É igual que ele, sabe? Que coisa escandalou. Dessa vez, não foi nenhum ministro do Supremo, os caras se mancaram, mas não foi nenhum ministro do governo Lula. Não porque está todo mundo ferrado aqui com a questão eleitoral, né? Mas foi a secretária de política econômica do ministro da Fazenda, foi o trabuco, ok? E estavam lá no encontro, então é aquela coisa, o teste de primeira, o jantar, é uma coisa que a gente está acostumado a ver já, nesses eventos todos. E aí, a principal mesa ou principal conferência do encontro do esfera, foi a conferência na qual participou esses que são os dois, né? Precipais articuladores do governo Lula, a nível nacional é internacional. não. André Esteves e no caso não era o Joesle, era o Wesley batista que estava na mesa. O Joesle por sua vez, tem aqui um, um, um, tudo que eu mostro são vídeos do Metrópolis, que estava lá cobrindo, o evento, o evento do esfera, desse grupo esfera, com o estado. Olha que interessante, o reporter, eu acho que se chama Sam Panscher, o reporte de direito, não sei o que está acontecendo, ele chega no jantar de gala do evento e pergunta para o Joesle. E aí foi você que fez a ponte entre Lula e Trump, olha aqui ele, olha a resposta dele. -Guerdo, possa ser o nosso. -De novo. -Ah, eu sei. -Ele diz assim. "Ah, eu sei o que você quer, mas. " -Guerdo, possa ser o nosso. -Eu sei o que você quer, mas não posso responder essa pergunta muito, essa é esses momentos marcantes, né? E logo atrás dele está exatamente o camarim, João Camargo, que é o dono do esfera. -Ah, eu sei, Guerdo, osso, todas. -Ah, aí. Tá. Então, e aí, na véspera, na véspera, o estavam lá junto com o don Trump, don Trump é o filho do Trump, é quem comanda as empresas do pai, não está no governo, ele comanda as empresas do pai, nessa roda de debate com ele, estavam o é do lebatista e o André Esteves, olha que já mostrei, mostro de novo. -Ele se enfança, os coisas que eles vão fazer com a gente, a gente se acordei na vida de a gente, se você tem uma grande gente, você tem uma grande gente, a gente não se faz a gente que não vive em o mundo, então, essa é o que a gente vai fazer com a gente. Então deu pra ver, né? Todos eles ali. -O Wesley. -Então, o FJ Ontalogia, o Defendstack. -Depois vem a gente, quem é? -André Esteves. -É alguém que está falando. -E o filho do Trump. -E o filho do Trump. -E aí, o filho do Trump faz esse discurso, que é exatamente esse discurso, junto com dois dos principais articuladores empresariales do governo Nula, deixa o alinhamento. Olha aqui. -Ele já mostrou por mais de um ano, porém, por causa da Covid, que a supply chain é muito importante. E eu acho que é uma pessoa que não necessariamente se acordei. -Está dizendo que, durante os últimos tempos e, sobretudo, no tempo da Covid, nós percebemos como as cadeias de fordessimento, as redes de soprimentes logísticas. -Eram fundamentais, e lamentablemente elas foram apropriadas por aqueles que não compartilham dos nossos valores interesses falando de Russia, China e Dan, dessa turma. -Valuemos em nossa infância. -Eso, aligning a nossa infância com outras empresas de uma valência similar. -Está falando da sua indialinha aos interesses e deles com outros países que pensam igual. Semerem. -Decomplingando de dependência, em relação à China e outros países. -Era a gente é muito importante, acho que tem uma oportunidade de ser muito importante para o Brasil e da relação do Brasil. -Era tem uma oportunidade de ser muito importante. -Vai falando do fazenda, vocês têm recursos de minerar os fantascos, no setor agrícola, é excepcional, nosso fazenda. -Eso é o importante. -Elo sobre o porto, vocês também compartilham o sistema de crianças em comum. -Elo é muito importante. -E manter o emesfero unido por assim dizer e proteger o nosso quintal. -O cara usa a palavra quintal na cara dura. -Elo é muito importante para os interesses e os interesses e os interesses. -E o discurso de abertura dessa mesa foi a Camila Funaro, presidenta do esfera casada com o João Camargo. -Ela fala dela, o principal do discurso dela foi exatamente dizer que hoje há um excesso de relação entre Brasil e China. -O cenário é de relação muito, muito excessiva na que a balança está apendendo demais para a China. -Ela é muito importante, porque é isso, no evento com o filho do Trump e Lite econômica. -Ela está falando do Eslet e do André Esteves, pede a aproximação com os Estados Unidos. -Ela também é como funciona essa lógica da gestão da construção da política ideológica no capitalismo. -Queres as primeiras que conhecem na reportagem, já estáis bilenque. -Bilenque, que é um jornalista importante do Al. -Oj, tem programas lá, e tudo. -Ela estava lá com tudo pago pela esfera. -Távamos lá, com tudo pago pela esfera. -Távamos lá com tudo pago pela esfera. -Ela hoje virou festa, mas tem uma agenda da pessoa, vai lá as espenças da esfera para fazer propaganda. -E aí diz a reportagem organizado pelo Grupo Esfera, o evento reuniu em empresário Donald Trump Jr., -Visprosidentes executivos da Trump Organização, o Eslet batista Donald A.J. -Ela é assim André Esteves do BTG Pactual. -Tá aí o cenário todos eles juntos, nesta lógica, que é um alinhamento cada vez maior do Brasil, -com nos Estados Unidos, com o chamado Ocidente, com o Patrocínio do Governo Lula. -Ok? -Cabou de sair pesquisa, quest. -Vamos olhar rapidamente. -E aparentemente temos uma melhora para o Governo Lula, mas eu olhei aqui de Sous-Lion, -não vi ainda, vamos deixar ver aqui. -Vou pegar direto lá na. -Estou pegando direto aqui lá no. no Instagram. -A aprovação de Lula sai de 43 para 46, vejo aqui, subiu e as aprovações caiu de 52 para 49. -O saldo negativo que era de 9 caiu para 3, de fato, uma recuperação de Lula neste item. -Deixou, não vai dar para olhar os detalhes, voto para primeiro turno. -Lula vai de 37 para 39, flávio de 32 para 33. -Tenho uma pequena recuperação que emperde, caiado 6 para 4, Zé, uma fica de 3 vai para 4, -enfim, muda pouco o quadro, ali mais tem 2 pontinhos a mais para Lula, para Lula. -Segundo turno, continua o empate Lula, flávio, mas se eu não estou enganado em relação à pesquisa passada, -Lula está 1 ponto a mais do que estava flávio, 42 a 41, o cenário, com Zé, -Caiado e Renan Santos me parece que ampliou bastante a diferença de Lula em relação à pesquisa passada. -Lula flávio, vejo, está a palma, mas agora a subiu numericamente, Lula Zé, Lula Caiado, Lula e o Renan Santos, Renan Santos subiu em 24 para 28. Aqui é o subiu bastante quem viu notícias positivas para o governo de 23 para 32, -Tenho recuperação, 70% suberam do encontro, dizendo que, de Lula com o Trump, 43%, -Tenho que sair mais forte do encontro, já tinha ouvido falar do novo Zé enrola, 57% de esquiça, -Pra 50% é uma boa ideia, porque ajuda quem está em dividado, saiu do vermelho, -Isensão do imposto de renda teve uma pequena elevação de quem sentiu a diferença de 17 para 21. -Tenho que sair de um cenário realmente uma pesquisa, a Banco Masta, sido no guerreira, 46% do vio falar, 54% não, -Qui foi mais afetado pelo escândalo Masta, não mudou muito, ganha todos eles, Lula de 10 para 11, estréfica, 13 para 10. -Você sabia que o Senado rejeitou o Jorge Messias 39% sem 61%, não, você aprova ou desaprova a rejeição, -Aprova 38% dos aprova 35% e enfim, é isso aí, de fato uma pesquisa melhoria, imagina daqui a pouquinho, -A não enxete, é isso, é isso, da vida, governista progressista, Lula no primeiro turno, Lula vem ensino no primeiro turno, -Mas é isso, de fato uma melhoria para a Lula, vamos voltar para o nosso noticiário aqui. Este é um dos grandes calcanhares de aqueles de Lula para a eleição. A infação ficou em 0,67% em abril. A maior para abril em 4 anos com alimentos e gasolina pressionando. Com a gasolina pressionando a Magda Chambriar, presidenta da Petrobras, presidenta do comitê de donos privados da Petrobras. Isso aquela não fala entrevista. Ela falou em uma reunião com investidores, com asionistas. Agora, 2 dias atrás. Ela disse, "Não, não se preocupa que não vamos aumentar. Já já o preço da gasolina, porque teve uma queda na margem de lucro da Petrobras que continua a monumental. Tem uma pequena queda, mas ela está promesa com esse comportamento da inflação. Ela está garantindo aos investidores que vai ter aumento do preço da gasolina. E a estimativa segundo reportagem do Iziac, porta de economia da folha, conversou com o pessoal do mercado de petróleo, dizendo que a Petrobras perdeu 1 bilhão de dólares com gasolina desde início da guerra. E que o reajuste, se for isso não, eu não toque eles de tanto. Não toque eles de tanto. Mas que o reajuste deve superar 15% de imagina um impacto na inflação que teria um reajuste de 15% na gasolina. Eu acho em ano eleitoral, no verdadeiro suicídio, vamos ver o que é que rola. Vamos e a própria essa, que é a Débora Freire, ela que eu falei que é secretária de política econômica do ministério da fazenda, que estava lá no evento do esfera. Segundo escalão do ministério, não foi ministro dessa vez, e ela também falou que a projeção da inflação que o ministério da fazenda está fazendo é de alta. Agora vamos para a agenda político eleitoral do governo Lula, Lula não se ontem o fim da taxa das brusinhas com pras internacionais até 50 dólares voltam a não pagar imposto. Vamos lembrar que quem colocou esse imposto for Gora Lula, não existia antes de Lula. Essa operação imagina que terá bom efeito para Lula, claro, terá bom efeito para Lula. Agora, embrulhar esta operação foi embrulhada numa campanha de fake news descarada do governo Lula, negócio assim chocante, digo pra mim, porque você fica pegando o pé no governo Lula, os mostronaristas do Mente, os mostronaristas não falam fake news. Sim, mas eles são mostronaristas, são extremas direitos. Em tes e o campo democrático progressista tem a pegou verdade, nós aqui temos, não tem conversa, não vamos camutear, não. Mas isso desapareceu, campo progressista hoje é um produtor de fake news em larga escala, em larga escala, hoje tal comente o mostronarismo. Então começou uma história ontem de que isso tinha sido algo que quem inventou a taxa das bruisinhas foi o congresso e que Lula sempre foi contra e que não vou mostrar para vocês. Aqui o Adad em 2024, Adad disse que taxa das bruisinhas ou das bruisinhas, como a gente falava, terá a validade a partir de primeiro de agosto e servirá para que elebrar o jogo. Esse negócio vão vai vender e de 2023, com o governo defendendo a taxa das bruisinhas. Adad de defendendo, fazendo campanha aberta para a taxa das bruisinhas. Adad explica como pretente taxar sua bruisinha da Chen, olha, essa reportagem é uma entrevista dele pro estadão, já em abril de 2023, durante um ano Adad ficou cofendo atrás da taxa das bruisinhas. E agora eles diz, mas é uma cara de pau, olha isso aqui, olha Lula, olha Lula lá e Lula cá. Lula agora está com essa conversa, né, que sempre foi contra a taxa das bruisinhas. Olha aqui, Lula em 2024. Fala, presidente. O país está crescendo o centro de serviço e está crescendo a importação de produtos que não pagam nenhum imposto nesse país, ou seja, como é que a gente vai poder ficar vivendo assim? Eu quero uma relação extraordinária com chinês, a melhor possível, mas nós não podemos aceitar, sabe que as pessoas se entendem pra cá coisas sem pagar importo nesse país. Eu achava desnecessário, o momento da bruisinha, a gente estava desnecessário, porque são compras muito pequenas, são compras disso, mas da reais, cst, tp, cst, da coisas que não tem nada muito significativo. E eles têm a cara de pau de dizer que era um contra, sempre foi contra, que o governo que foi uma invenção do congresso, olha que o Adadi, o Adadi aqui. 2020. E esse aqui é grave, tá? É gravíssimo. Aqui estamos suprando de Bonal Federal, tem umação direta de inconstitucionalidade, que está sendo avaliada pela Procuradure General da Padreira Nacional, e tem também uma movimentação no congresso nacional em relação a isso. Nós vamos discutir executivos legislativos judiciários, qual é a melhor solução pra isso. Mas o remessa conforme tá, operando bem, as remessas caíram muito, a questão do contrabando, que envolvia até a remessa de droga, pra o Brasil isso acabou. Nós somos hoje uma disciplina bastante importante da receita federal, está dentro do padrão legal, e então foi afastado o que era o maior, né? Que era o crime tomar conta das remessas postais. É que é negócio que surdo. Alguém, por acaso, fez comprinha na ché e recebeu uns saquente com caína junto? Bene, isso é coisa de Bolsonaroista, né? Que as compras da China estavam servindo pra tráfico de droga, é um negócio assim, sem qualquer comprovação. O Bolsonaroista não na veia, Bolsonaroista o puro, aqui a idade mais uma vez defendendo a taxa das bruxinhas. Não está sendo investigado, e pode ser coibido. Maneira de você coibir isso, agora que a concorrência é igual pra todo mundo. Está vendo? Não convém dizer que o governo não queria que o governo era contra. Além do que, o adade protagonizou um episódio, né, essa história das bruxinhas, que eu e parece assim muito revelador de quem é o adade, né? De quem é esse Jesus Piano, esse agora professor do INS, perfeitador do BTG, essa ideia dessa intelectualidade, paulista que despreza o povo brasileiro. Esse é esse lembro disso aqui, né? Quem não lembra? Vamos lá? É esse que é a dona de casa de compra, é a dozinha na maqueda. Primeiro é que essa mentira, de que não dava nada, mudou tanto que despencou as compras, despencou, essa mentira que ele e a Jean de Seminaram, aquele momento, de que a taxação era prazer empresas que consumidou no IAPARGA. Eu não conheço, vocês falam da cheia como se eu conhecer, eu não conheço a Jean. O que eu sei, o que eu compro, o único portar o que eu conheço, dá amas, todo dia, um livro pelo menos. O que eu digo, quando você faz as coisas, as claras, não tem problema. Se uma só do preço ou outra baixa, não? Você vai ter concorrência em condições de igualdade, mas linda de desmercado são chinesas, são gigantes chinesas, AliExpress, Chen, Aral. Nós já fomos procurados, nós já fomos procurados por uma grande dessas, dizendo que quero me regularizando, um que é o parecer, a opinião pública brasileira, o governo brasileiro, que eu estou aqui me valendo de uma artifício pra. É só do preço ou o trabalho, um livro pelo menos. O que eu sei, o que eu compro, o único portar o que eu conheço, dá amas, todo dia, um livro pelo. Comfortudo, um livro no portal da nossa, é o único que eu conheço, essa coisa desse povo onde esses pobres, fídidos, noferosos, feios, desidentados que estão comprando na cheia, não faz parte do meu universo. E aí para salvar eles de serem. inclusive na época o governo, né, presiduzia que essa taxa-ação iria ser o primeiro passo para a construção da nova política industrial do Brasil. A gente viu, né? A gente viu o que deu na nova construção de todo o segmento de indústria, as voltadas para bens e consumo, blá, blá, blá, blá, blá, blá, blá. E. Então essa conversa fiada e, na verdade, ela foi feita por conta do lobby, né? Não vai, eu dava. Vai, dava, é de mesmo, né? Da Luisa, magasinha e Luisa, sei a. E essas grandes lojas de departamentos que tem poder fizeram muito lobby. E eu acho que. O mais. E é isso que está dizendo, Bruno, isso é verdade, né? Essa taxa-ação quebrou os correios. O que está na origem da quebra dos correios é a taxa-ação, né? Que despencor. despencor. A entrega dessas incomendas pelos correios era crucial para a empresa. Que era crucial para a empresa. A taxa-ação que despencor as compras, despencou também a atividade e, portanto, a saúde financeira dos correios. Mas assim, é descarado, gente. Olha a glaze, ontem. Olha a glaze. Ele presenciar o presidente Lula assinando uma medida provisória para acabar com as taxas das glúzinhas. É isso aí. O presidente Lula tirou todos os impostos federais de importações de até 50 dólares. Aquelas famosas taxas da glúzinha que foram colocadas pelo Congresso Nacional. E pode fazer. Que foram colocadas pelo Congresso Nacional, mas é na caradura, né? É um negócio assim. Olha esse aqui. Olha esse aqui. O presidente Lula, mais uma grande notícia, o Lula acabou de assinar a medida provisória que revoga a taxa das glúzinhas no Brasil. Cabou a taxa das glúzinhas. Lá em 2023, Congresso Nacional aprovou uma taxa para compras online, da cheia, em da chopi, com custo menor que 50 dólares. Foi a chamada taxa das glúzinhas. Só acabou afetando aquelas pessoas mais pobres e trabalhadores como lá que fazem essas compras menores. Taxa ação, nesse governo tem que ser pra vet, pra bilionário, pra superrigo. Gente, mas assim, é um fartsante, né? Esse aí virou um negócio patético, né? O bolos, né? Mente. Fico chocado, realmente, com a cara de pau. Se eu não os comentários aqui, antes de prosseguir com a agenda eleitoral do governo Lula. Esquerda comunista, a dá, de hora a hora, senão são as consequências dos meus próprios atos. Precisamos escolher candidatos de esquerda radical para o Senado e o Congresso. Ah, tá aqui, quem falou foi o Bruno. Melor, que despencou as contas e quebrou os correios. Isso aí mesmo, Bruno. Tava o escado frutado, mandando a mensagem dele aqui. Obrigado, seu super estico, é como sempre. O Anderson Braga-Gadói chegou com um novo membro. Sou o nosso apresentação do editorial, quem mandou aqui a Irene Jucar, a Seguridade Social Brasileira, precisa ser blindada contra qualquer tipo de arcaboso fiscal, que proteção social é essa, pois é. Estamos no caminho do Chile, duas mens, a ela mesma diz aqui também, a Irene. Não aceitaremos outra recontra reforma da previdência. Paulo Pinheiro, para piorar, o puni-tivismo está se consolidando no PT. Mais prisioneiros e prisões privadas com trabalho, sem escravo e ampliação do genocídio de pretos pobres proletários. A Cecilia Mans, reforma da previdência, é roubo. O Pidou de Ogo, presidente, ou com a assinatura aqui do nosso farobrasil, Margarette Gonzato, Margarette, com os átomos mandando seu pingo e assumar uma das duas mensagens. Educação Municipal de São Paulo em greve também contra as privatações. A bola da vez é a educação infantil, com risco de perda de 33% do salário dos colegas afetados, foram abandonados estudantes em salas lotadas. E ela diz, "Dua-dade, a lembrança de uma das greves mais duras com a miassa de corte de ponto e suerança. O Sampa preve com o físico de 14% do salário de ativos e após entrar a preservação. A educação é uma prefeita de prefeita do adade em São Paulo. Não é uma construção do pensamento neoliberal pro agresista. Bruno Melo manda tornou-se um novo membro aqui. Muito obrigado a que o Paulo Pinheiro falou do crime. Essa é a questão do crime. Desse novo pacote eleitoral de Lula, além da taxa das brusinhas, este pacote contra o crime organizado vai investir uns e bilhões. Um pacote de inspiração claramente punitivista. Mas é o que o governo está no desespero para, enfim, tentar ganhar eleção. Dejeitinho inclusive, né? Tenta ganhar eleção. Se silha o Oliveira, ela é fundadora do intercept e fundadora do Fogo do Instituto Fogo Cruzado. Um dos mais referência no Brasil hoje, assim como foram de segurança pública, no debate sobre a questão da segurança. Ela foi lá ontem no lançamento. Olha o que ela falou aqui na entrada. Do plano nacional de enfrentamento ao crime organizado, como vocês podem ver a fila ta orra enorme. Cheio de policial e tudo, muitas autoridades, mas o negócio é o seguinte, é anoeleitoral, né? E o Conselho Nacional de Segurança Pública mal se reuniu durante essa gestão. E na última reunião que é exatamente falar sobre esse plano, foi absolutamente esvaseada. Adesolutamente esvaseada. Conversar com pessoas que são parte desse Conselho me disseram que nunca estiveram tão desanimados sobre uma medida em relação a crime organizado e segurança pública. E a gente pode ver isso pela CPI mesmo, né? Como eu disse, eu fui lá, a partipei, outras pessoas participaram e nada. Absolutamente nada. Foi ele só terrada, quem tinha vídeos em pra fazer fez, mas mudar. A nossa vidinha que tá aqui no meio despocuzado, absolutamente nada. Então, vamos ali, né? Veja como é que vai ser o que eles vão falar. É isso aí. Então, nós vamos conversar sobre esse pacote logo, logo, outra gente aqui pra dialogar sobre o pacote. Gente, nós a visão, o Paulo Logueira Batista, até alguém pediu para ele ver semana que vende, vem aqui, fomos que os principais debateadores desse tema da entrega do que o Brasil fez, porque quem fez isso foi o Brasil do Mercosul para a União Europeia, achando que vamos chegar a Unirvana, né? Da Selações Comerciais, não deu outra, né? A Unirvana e o Vettor, a importação de carnes do Brasil, a partir de setembro, pegou o governo do surpresa, o governo do Gustavo Aon tem assim, chocado, conheço. Não, mas a Europa, não nos fizemos a cor, não somos amiguinhos, agora não somos parceiros, né? Digo, igual pra igual a partir de agora, nada. Takaram a o Vettor a partir de setembro, porque segundo eles, o Unirvana Europeia, o Brasil não comprovou que a carne que é enviada pra lá está livre de antimicrobianos, ou seja, que ficam injetando antibiótico nos animais, o que é coisa muito conhecida aqui no Brasil. Aí acho muito interessante essa reação, não é a visão que você não acorda o colonial, né? Paulo Nguerava, tista, visou, aqui o Gobo Quert, que vai entrar aqui agora também, todo mundo avisou, mas eles sabem, lula dizendo que era um negócio de ser o Brasil chegando no primeiro mundo. Aí acho que é interessante essa reportagem, então editorial do Brasil 24/7, que é muito, tem muito a vez com essa lógica, toda essa lógica neoliberal, toda essa abordagem de entender o Brasil, ou de querer que o Brasil integre o concerto ocidental das nações, acho que acho muito interessante esse tipo, significativo. O Brasil leva a facada nas costas dos europeus após a cor do Unirvana Europeia, a Merkel sou, pressionante realmente, bem impressionante isto. Deixa eu mostrar uma cena aqui, ontem o Nunes Marques assumiu lá, como presidente do TSRE, e foi muito interessante, enquanto deu pra ver na foto do. Vamos estar aqui no Nunes Marques, enquanto deu pra ver o Lula todo cheio de amores com o presidente da Câmara, o Gumota lá na solenidade, agora é um amor com ele, ele que já foi, lembra-se da campanha do PT contra ele, agora é amor instado por o grande caso de amor de Lula, que é o. o Davi al Columbre, o Lula entregou metado para ele, entregou o petróleo, lá na Amazônia, entregou o Ministério das Comunicações, entregou a telebrás, entregou o Ministério da Integração de Desenas e Desenas, talvez centenas de cargos de segundo e terceiro escalão lá na Opa que em Brasília, a Nunes Marques vai lá, defende a ordem eletrônica, os meus sonaristas não gostaram, mas o mais curioso desse evento foi essa constatação de que o amor acabou ou pelo menos está no intervalo, no interregue, no entre o primeiro, o segundo tempo, desse caso de amor entre LuL e o columbre, os dois ignoraram durante todo o evento, olha isso aqui, que foi. O FEDERAL, o chamado da Linguagem Corpura. O ex-Senhe, o senhor presidente, vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ministro, do Emilemente, é imposando. Era uma coisa assim, falando, nem nada, isso era esse livro do evento, era LuL é o columbre, co-stichando um rindo, risadinho, um columbre falando, piadinho, o amor acabou, até quando, até quando o amor acabou. Deixei ao terminar com três questões rápidas aqui de próbios esperar um segundo, a primeira é a repressão na hosp, nos universidades paulistas pelo governo taxígio, realmente muito impactante, o programa, o projeto aponta para o mesmo lugar, LuL está destruindo também as universidades fidelais, mas em velocidade, intensidade e voracidade diferente. Então teve a repressão, está tendo a resistência dos estudantes, ontem a Sâmia, querida a Sâmia, bom, teve lá na hosp, numa assemblé, a que a saudade nossa falei tanto nas assembléves, nesse mesmo lugar, mas era menino, 77, 78, aí a Sâmia teve lá ontem, nesta assembléia da Universidade de São Paulo, Putsgrila, não achei aqui a Sâmia, fiz alguma bobagem, deixou ver se eu troquei, se eu dei outro nome, não, não peguei mesmo, mas tem uma cena bonita da Sâmia, vou ficar devendo para vocês lá na Assembleia dos Sudanços da USP e o Tarsismo fazendo a defesa aberta da repressão, olha isso aqui, ele falando sobre a universidade, sob ensino com os PMs atrás dele, olha a cara do sujeito, ali ao redor dele. No espaço de debate, é um espaço de conhecimento, pesquisa, estaição, a não pode ser um espaço de bater na depredação, de destruição, de patrimônio pouco, e a partir do momento da seteis, você tem implementimento de listo, de apulhista tem sim, o TV de atuar, gente ta falando de financiamento público, aquilo é para todos, não pode haver depredação, e apulhe-se agiu, então, por ter que agir dentro dos demis da liberdade. Olha, esse é o discurso da época da ditadura, contra a gente também, tá? Conto o Movimento de Antio, o mesmo discurso, é o mesmo discurso. Então, mais duas presências aqui, que eu queria registrar, fundamental, a manhã ele vai estar com a gente, Fernando Freitas, discurso dele, ontem, lá na tribuna da Assembleia Legislativa do Paraná. Essa casa de leis, de vários casos de corrupção, de ilegalidade, de crime, nunca, nunca, essa palavra tem força, nunca, caçou ninguém. E eu, coincidentemente, o que denunciei a corrupção, foi caçado, o Estado, ele arma muitas, aratucas na nossa caminhada, mas eles não são deuses, e eu te digo, Deus é mais, e só ele sabe da nossa. Para concluir? Deus é mais deputada, e só ele é que pode escrever, de fato, a nossa história, meninos me mandos que se acham deuses, não podem regia nação. Tá aí. É que era registrar outro combatente do povo brasileiro, um trechinho ainda do Thiago Águia e a gente já chegando aqui no Brasil, lá em Guarulhos, na segunda-feira. Eu não fui interrogado com o método dos avançados, com ele de desenhão lá dentro, que era autorizado a fazer. A gente precisa desnaturalizar essas coisas, há 13 dias, isso é a eu cometer mais um crime de guerra, mais um entre tanto. Ele se coestrou 181 pessoas de uma missão humanitária, que errou uma gaza, mas naquele momento estava indo pra gressa, pra escapar de uma tempestade, e colocou aquelas pessoas sob dois dias de violações e várias delas sobre agressões e torturas, em uma embarcação militar. As duas 179 pessoas foram deixadas na gressa na ilha de Cretas e duas foram sequestradas levadas pra palestina ocupada, pra cidade de Áscar. Nesses 10 dias que a gente permaneceu, eu e saíf, a gente presenciou torturas, fomos vítimas de toda tipo de violação, mas que ainda assim nem se compara com que nossos irmãos e irmãs palestina estavam passando nas células ao lado nosso. A gente não precisa de mais exemplos pra saber que a gente está lidando com um estado terrorista, que a gente está lidando com um primeiro ministro, que é um criminoso de guerra perseguido pelo Tribunal Penal internacional, por assassinar crianças de fome, que é o caso de Benjamin Netanyar nesse momento, e que tem como seu maior aliado um outro criminoso de guerra, líder da maior potência militar do mundo da história e um pedófio chamado Donald Trump. É muito importante que a gente diga sem medo, porque essas pessoas são, eles são os grandes inimigos da paz, os grandes inimigos da perfeitação da vida na esplaneta. E tantas pessoas a redor do mundo atenderam ao chamado do polpalechino, de não deixar que gaza seja esquecida. Estão tomando a terra, cada dia avança no que eles chamam de linha amarela, que qualquer palestino que ultrapassa aquelas barreiras de concreta amarelas, são assassinadas imediatamente pelas tropas do regime-seionista do Israel. E que tem os planos pra aquela região de ser uma região governada por Big Text, por bilionários, que tentam controlar cada spreco da nossa vida de uma lógica técnica autoritária, que a gente sovia antes em filmes distópicos. Por bilionários da complexa industrial militar que lucram com guerra, com cada bomba que cai sobre cada criança em gaza, e por criminoso de guerra, como os líderes desse dois país, do Benjamin Netanyar, Donald Trump. O mundo não pode aceitar isso. Esse dois anos e sete meses da escalada de genocídio quanto polpalechino deteriorou tanto o direito internacional, as regras de convivência no mundo, que deu a Donald Trump a ideia de fazer o que tivesse. Vamos embarcar agora o Gouboquerque, o Gouquerido, muito bem-vindo, mas tudo bem? Que vão que você está aqui de novo? Viam mal de tudo bem, como é que vai? Tudo bem, tudo bem. O que é? Editor, fundadora, fundadora. E editor chef da autonomia literária, mas nas mais importantes editoras esquerdo do país, é publisher também da Jacobina Brasil, né? A edição brasileira da Jacobin, revista da esquerda, originalmente revista da esquerda da estadounidense, advogado em uns mais arguidos e arguutos analistas políticos, nascianais que internacionais. O Goubo, vamos começar como os marxistas em geral gosto, no geral, por particular, do maior por menor, duas manchet, olha que interessante manchet do New York Times nesse momento. Relatórios da inteligência, né, nos Estados Unidos. Relatórios mostram que as forças armadas do Irã são mais fortes do que Trump afirma e a manchet do de guarda, agora, Trump chega a China para uma cúpula crucial, o Xi Jinping. Está voando para China agora, vai chegar hoje mais tarde, enquanto a guerra com Irã para ir sobre as negociações. Então é isso e a China manchet do global Times, a China das voas vingas ao presidente do Estados Unidos, Donald Trump para uma visita de Estado, a China. Portavois do Ministério da Selação Estelior Exafirma, a media-Chinese sempre uma media bem mais protocular e formal. Bom, temos dois grandes eventos, né, a visita do Trump e a China enquanto a situação está nesse momento num impasse no Oriente Médio, muito curioso, que o de guarda e a Associa, né, a visita a situação do Irã. Como é que se olha esse cenário, Goubo? Então, primeiramente é começando a te perruir, né? O Trump ele sabia do poder de o Irã e muita gente próxima dele a vosotrar na guerra. Não é nenhum anuridade para o treco, isto é independentemente das várias coisas que ele falou e ele falou coisas conflitentes, né, o longo dessa guerra. É que o fato de o treco foi enfiado na saga, pelo vejone, na entenhava. Em parte, porque a rede mais em parte do senhores indicada da entenhava nos Estados Unidos prometeu coisas para treco. E por outro lado, ele também foi chantagiado, pressionado, sendo um restaurador no abúrgido, né. Aquela visita denunciada pelo mesmo venger atimes, aquela visita, quando a estina do metenha arra a casa branca, onde metenha ar dirige na casa branca, uma reunião que. Ah, reunião, não uma, ah, reunião, que levou a guerra. Então, o verino hectários não teria muito nenhum para inventar, e muito ao contrário, o Jornal tem sido denunciado aqui como a poeadura, tanto de noce de ingasa, foi muito criticado. Mas a situação é tão grave do treco ter sido iniciado uma guerra que gerou tantos prejuízos para economia mundial, para economia americana, que isso é colocado no reportagem. Então, no ano em uma novidade, o que os americanos não sabiam é que o irante tinha como gerir o estresse de ormos, que ligou com o fupésco, algo fio-amã e consequentemente ao ser o índico. Eles achavam que os iraniam só tinham como fechar o abúrmos, não como minar uma parte, controlar a entrada saída de navios, o que tornou tudo muito pior. E o risco eles inventaram de uma hora, se bloqueiam na aval. Já que o iran podia controlar o estresse, então tudo beijo. Escreia um bloqueio completo, o que é pior ainda. Porque joga uma pressão maior ainda para economia mundial, e, aparentemente, esse bloqueio americano ali no índico, há uma distância considerável para também nos navios não seria atingidos, nos navios de guerra americana, seria atingidos pelos meis viranianos. Esse bloqueio também é atotal, eles não podem fechar tudo, o trempe também não pode criar um bloqueio absoluto, porque é o impacto sobre economia mundial, seria inclusive um tiro no pé. Então, o quanto mais o trempe toma medidas contra esse bloqueio, que é um outro bloqueio, você está pedavida porque é um país bloqueo um lugar, um pouco central, de gargalo, da logística mundial. Um pouco muito importante para o começo de petróleo, portanto de elegia e também de insunos para a agricultura global. No estápeio da vida, você vai resolver esse bloqueio, você não tem como desmontar criando um outro bloqueio para ver com vocês, não vou jeirir aquilo daqui. É um tiro no pé porque se volta com o primeiro meio americano, isso é o que é mais dico, malito. Ainda que os americanos pudessem realmente travar a entrada dessa ida dos navios para o estreito dos mus, no médio para os iranianos vão acabar fazendo suas exportações por terra, para a rússia, ou para a China, por terra. Então, vai se encontrar no caminho de transporte das mercadorias iranianas, do petróleo, e tudo mais, que vai acabar sendo mais caro e mais desfavorado para eles americanos. Porque, se você que a gente estuda os fluxos de capital na história da humanidade, isso é igual a água, e a água ela procura o caminho mais fácil. Você que cria um bloqueio ali e lógico, a água vai pro pronto o caminho, uma dieta, você não cria uma lei, é por isso que Marx salava que você não acaba com um estado e com capital por uma consulta pública, por decreto do povo. Você não cria, você não muda isso, por isso que, claramente, ele que trava isso em tear razão, que não era aquelas leis, ladracunianas da perigua subbérica, proibindo coméssos, imetais preciosos, que punha assim aquilo. Você não to, você não muda, você não suprime a lei da gravidade por medidas legais. E o outro equivoco que o trepo está cometendo ali, ele sofreu uma derrota considerável no agarro que ele foi enciado, sabe o que é pior? Os americanos não conseguem remover o desalcores ao trepo, mesmo tanto claro que essa guerra é pior do que ter sido engendrada por eles, foi engendrada por um governante, um outro país, engenhando o trecho dos traores americanos. Olha, sim, eu quero depois voltar a falar dos Estados Unidos, mas agora queria que eu vi sobre a visita do Trump e a China, o que está começando aí hoje? O Trump, ele é primeiro, é um aviso, em portanto, o Condistup, depois seu trepo é jogou duro com chinês, no seu primeiro mandato, ele decidiu tos na casa abrensa. Só que tem jogado duro e pedido tudo, né, tarifou deu errado, a China no poesulado, muito pelo contrário, a China pior, seu começo com mundo, mediante acordos de lateral e de acordos da Tegue Formais. Então, o chinês bateram recordes ano passado, aí a China continua roando, sendo muito mais barata que a americana, então ela está andando muito rápido. E o Trump, se eu lhe congel, é indico, porque, basicamente, ele não tentou criar uma relação com o Stratio, o Stratio tentou sabotar essa daquela coisa do. lá no coyote, do Papalegas, o Trump é o coyote, e ele vai em uma posição de fraqueza para a China. E o China, eles estão fazendo questão de receber lá numa situação que, pela um presente americano, nunca foi tão fraco até a China. Nunca ouve também a desparidade. Hoje a China ela se fortaleceu no Cidade Internacional, os Estados Unidos se enfraqueceram e há um contraste entre as duas lideranças, entre o Chí e o Présio. E ele está ganhando as brigas, no mar pra vio aí, sob tempestade, e brigas internas, inclusive, que o Chí tem vencido, enquanto o Trump tem perdido tudo. Então, o Trump não está conseguido derrubar o irã e ir a China sem ter derrubado. Basicamente, ele faz uma posição de fraqueza, mas o Rubio fez uma provocação chineses, porque ele tirou uma foto com um moleton de um tipo de conjunto que o Maduro estava quando foi preso. Isso é o que eu provocar, mas é o intervitoria que eles têm. Eles não têm uma outra vitória. Agora, de fato, você acha que irão vai pra mesa nessa visita, não? Eu acredito que o irão vai exportar, ele não vai, ele não mostra que ele não vai capturar, pode ser que ele passe por uma situação difícil, mas o ataque americano e os reinelizam irão em o país. O irão ir a Racha, uma disputa política, inclusive, incentivada por americanos de israelenses, isso é público, mas as setores do irã que não gostam de Israel. Mas se beneficiaram de uma ação que se não teve o papel da inteligência de israelenses, e tinham como objetivo modificar o regime iraniano, não pra criar um dia de melhor. Mas para ver o sítio do Chad volta, não chão rei, ele falou pra chacha, chá, chá, chá, chá, rei. Para restaurar a monarquia lá na um irã e restaurar uma monarquia favorável o ocidente. Com esse ataque, ficou claro, Mauro, que tudo aquilo foi insulfado e mesmo setores que não gostam do regime eslamico, então o agro regime dentro de uma luta de resistência nacional. Dito isso, a pressão interna que ira anterior não tem, o regime não tem essa pressão interna, quem tem uma pressão interna é um regime americano, é o dono Trump. Então o tempo corre a favor do irã, mas o irã vai ficar econômica, principalmente as fixiado, não, porque se o ira ficar as fixiado por essa situação no índico, basicamente ele vai exportar por terra. E aí muito provavelmente a paquistão vai ganhar em cima disso, o ira vai deva acabar fazendo alguma coisa com paquistão para passar ali os portos paquistanesis, acabem embarcando mercadorias iranianas ou até mesmo mandar para a rússia. É isso. Agora, basicamente ele vai cortar leiteu o começo por terra. Eu não formulei a pergunta corretamente, desculpa, a minha pergunta você é, você acha que o irã será tema entre x e Trump ou vão evitar esse tema? Olha, é um tema entre os dois países certamente, mas eu não sei se isso vai ser colocado na mesa, isso aí depende. O governo americano é débil suficiente, o governo atual americano é débil, como tudo. Então ele é débil suficiente para todos os dois países. para colocar isso na mesma edição favoria essa China. A China vai dar uma declaração para o popular, ela vai continuar a ser vindo de retaguarda estratégica e tecnológica para os iraianos, nada vai mudar, nada vai mudar muito pelo contrário. A China vai se indicar no Tali e ela está ali. A China teve um papel muito importante em algumas mudanças da estratégia, da tecnologia de defesa do ira, de junho do ano passado para cá, o iraianos estava baseado no Aditó la Rúsa, que não entregava tudo, de repente os iraianos fizeram o momento mais da direção da China. Então os especialistas colocam o que foram mudanças na estratégia, por exemplo, de defesa anti-aires e no incremento de tecnologia anti-airian-virângua, que provavelmente tem mais ligação com o chineses do que com os russos. E isso no campo de batalha se mostrou mais de ficasse. E, por favor, falo. E, bom, se o trepoclocar na mesa e tem de ser insultário, não? Sim. Agora, com uma pergunta para você, que é a seguinte, você está usando a palavra debilidade, fragilidade, crise para se referir ao Trump, essa nossa conversa desde o começo. Pois bem, qual o cenário você prever neste momento? Claro que eleição é sempre cachante surpresa, que nem final de Copa do Mundo, mas para a eleição de novembro. Essa eleição, de fato, caminha-se para uma grande derrota do Trump ou não, se Trump for derrotado, como é que fica a situação do governo dele e se ele conseguir por milagre de salparentemente, vencer eleição. Como é que se olha para essa eleição de novembro, que renova toda a câmara de representantes e parte do cenário? Olha, Mauro, todas as pesquisas apontam para uma derrota do Trump. Todas. Agora, no caso do cenário, tem pesquisas que apontam o cenário um pouco mais favorável. Não acredito no cenário. É claro que Estados Unidos é um país que tem problemas com pesquisas, porque falta institutos que fazem pesquisas ao mesmo tempo e com o mesmo método. A gente vai dizer muita pesquisa local. E eles não fazem pesquisa correta para o sistema deles. Para a câmara, a gente tem um estimativa, mas lá como é o sistema eleitoral diferente do nosso. A câmara é renovada cada dois anos integralmente, no Brasil a cada quatro anos, mas lá o sistema eleitoral diferente. Cada estado é rachado, inscritos, eleição é mais oritária, em turno único. Esse é um governo que está em popular com o Trump, este é uma tendência a perder mais cadeiras. É claro que a gente precisaria de pesquisas no país inteiro em cada distrito. Uma pesquisa séria, com a metodologia séria, exigiria uma mostragem em cada distrito para gente dar essa resposta. Mas pelas estimativas indiretas e cruzando com a impopularidade do Trump, considerando ou brasileições de meio de mandáfio, muito provavelmente o Trump, ele tende a perder. É importante dizer o seguinte. Os setores dos Estados Unidos que a foia é um Trump, a foia é muito mais contra o outro lado. São republicans que apoiam o desempoel Trump, porque detesta o partido de democrato que ele representa. Porém, quando a gente pega qual é a qualidade dessa aprovação, ela é muito baixa. Pouca a gente realmente acha o governo Trump muito bom. E quando a gente pega a rejeição, ela é muito pesada e a rejeição implica também de eleitorias independentes que hoje são a minoria nos Estados Unidos, mas que são eles que decidem rejeição. Então a rejeição naquele campo é muito grande ao Trump e ela é muito coarificada, é muito intensa. O que isso quer dizer para a gente? Provavelmente pode ter um desinteresto o eleitor republicano ir à urna. Um eleitor que é republicano que votaria no partido republicano só porque é o partido republicano e porque ele odeio o partido democrato. E cada vez mais da política americana é isso, o ropa em fuller porque eu odeio o Trump. Mas o cenário americano ele também é para o que ele é o republicano. Não ir votar o eleitor democrata ir votar por rejeição ao Trump, eleitor independente ir votar. Então pode ser que a gente é um cenário pior que parece pro Trump. E por que que eu digo isso? O que a gente tem de residência concreta? As eleições especiais foram travadas por que algum deputado morreu, se aposentou. Quando a gente olha para essas votações que aconteceram, elas têm mostrado um reculho grande do voto Trump. Mesmo onde o Trump ganhou eleições parlamentares especiais, ele ganhou com a margem menor do que a pico partido republicano tinha nesses lugares ou muito menor do que aquilo que o Trump teve de votos em tais e quais distritos. É importante dizer também. As eleições em Tarate local, que é com terceiro ano passado, os republicanos sofrirem um derrotas pesadíssimas, inclusive maami, que é a única grande cidade americana, mas à direita. Os Estados Unidos são muito diferentes do Brasil nesse íntito também. As cidades são progressistas e o conservador resulta no campo. Como era no Brasil do Paço Alegia, no Brasil é meio calcontrário, né? O Brasil ele tem uma coisa que depende de qual é a região rural de qual parte do país. E a gente tem uma coisa que as regiões metropolitã, os entornos são muito pobres, é que são mais para o campo progressista e as capitais são mais à direita. Nos Estados Unidos não, é o contrário daqui. E mais maami é a um exceção. Maami é um patinho feio da história, só que os democratas ganharam e maami. Que é como imaginar o celular. Imagina o que só vai ganhar a prefeitura de Curitiba. Não for renato pretas que nem é maami, mas não é alguém mais moderado ali, mas imagina a direita por ter impuditiva. Isso é a passão de cada um de um para um presidente de extrema direita. Foi isso que aconteceu em também a vitória dos socialistas em Nova Or. Claro que parte de democrata sempre favorita em Nova Or que embora não passava o recente e os republicanos tem o vencido ali. Mas os republicanos venceram na época com campanhas mais liberais dos Juliões, que para extrema direita, ainda que com o governo ultranel liberal, mas com a pegada progressista nos costumes e depois do Bloomberg, que ficou contra o Trump. E obviamente os democratas são regemônicos em Nova Or, que mas não campo socialista democrata com mandâneos. Então tudo isso mostra os sinais de que a situação eleitoral real do Trump é pior do que parece, se a gente for tínhado as pesquisas, isso pode levar um danço de senado. Isso é o transe deia, mas o funcionário é um grande problema. Ah sim, esse cenário marcoro da sociedade pode levar a derrota no senado que se ele perde o contra. Agora, o que acontece com o governo Trump? Porque aqui o lugar comum olha assim, o Trump perde eleição de novembro, o governo dele acabou. O que que de fato acontece com o governo Trump se ele tem uma derrota no vembro? Ele trava tudo que ele depender de apoiar esses latidos vai ficar travado, né? E vai ficar travado. E aí a gente vai ter um cenário onde, muito provavelmente, vão fazer pítima para ele, que não vão passar, porque não vai dificilmente haver a maioria no senado para derrubá-lo, mas a maioria democrata vai enxergar o saco dele, e tudo o que eles puderem travar em matéria e ois desativa eles podem travar, inclusive podem travar o orçamento, o que leva aquele chamado checkdown, que é a paralização da administração federal, que aconteceu agora. É interessante mesmo com ele, com maioria nepublicana, então ele constitui um simbana, né? Com a maioria, imagina ele em minoria na Câmara. Então, muito provavelmente o governo vai parar. Claro que o presidencial de Asma América não é mais forte, porque aqui dá para o presidente tomar uma série de medidas, sem o Congresso, né? Fosso no Brasil é um dos ácidos completo. Lá até dá para governar, mas de uma maneira muito limitada, e talvez com a administração parada, e muito provavelmente com uma série de processos de pítima enxendo o saco dele. Isso já aconteceu no ano, no primeiro mandato, o trepo perdeu eleição de meio de mandato, de uma maneira não tão catastrófica quanto pode acontecer agora, e ele sabe o custo disso. Isso teve um peso muito forte para a reeleição dele. O Biden viveu isso também, né? Entendamente acontecia, mas era um cenário onde a polarização americana era menor, ou seja, o presidente governava, sem maioria do Congresso, mas não era tão calamitoso. Hoje em dia, como eles estão racham muito forte, não ter maioria, é um problema grande. E eu acho que o passado. Eu já estava ouvindo um presidente republicando que mesmo que tivesse minoria capturava a direita dos democratas, foi apoiado o governo dele. E a diferença entre eles era menor, né? A diferença dele era menor. Hoje a diferença é muito maior. A diferença atática, inclusive, tá? Sim. A diferença atática é muito grande do que onde é que você vai atacar, onde você não vai atacar, o que é que você vai fazer, qualquer projeto, eu sim, bom, essa coisa de polarização é real, então você tem uma política muito burguesa no estado do universo, mas a elite americana tá rachado e satisfabricadamente. E esse bloco liberal dele, de Ameritano é obrigado a fazer alianças com setores da sortidade. São diferentes, obviamente, dos republicanos, né? Então tem um racha muito grande e tem campos cidades, um racha muito grande, muito grande mesmo, entre a camada branca rural, é a camada de Gila Urbana, é briga com os espânicos, é um país muito rachado, muito fragmentado e um presente ficar sem maior dinheiro com o Congresso hoje em dia, muito provavelmente, uma sentença de morte. Ele, inclusive, já tem claro isso. Perfeito. Gente, ó, nós vamos aprofundar esses assuntos Estados Unidos e quanto mais for chegando a eleição, ó, eles são da colombia, tema pra nós, deve ter vitória já em primeiro turno, o Ivan Sepeda, candidato do Petro, mas na semana que vem vai estar com a gente, o Ashix Dick, ele é um dos presidentes, co-presidente nacional, do DSA, DSA, é aquele agrupamento social democrata, né? Que a tua dentro do partido democrata durante o processo eleitoral, o prefeito de Nova Iorque hoje mandame é do DSA. Então ele, com a Janace, eu vendo a venha aqui pra dar uma olhada deles, esse pessoal da social democracia, né? Algodece, lá nos Estados Unidos, né? Acho que tá ali nesse campo. Eu gosto de esse ele, ele é muito amplo, na verdade, ele tem uma social democracia mais moderada, um social democracia mais radical, mas tem até mal isso, ó, de aí. Eu até, eu até, eu até o dia de estar compartilhando, né, de uma coisa. Tocman e talhõe-te o RUNLA CAUPA na Hyviatarioxia, nyt suemen Halvin Paan Hintaan, Lambi V.C. Paperi, Pai Neletôs Tysiusi Sacki, e talous Paperi, 1990 Sacki. Terve-te tudo a lá impar, Núem-me-lh, tá iverco-cauppa, Tocmanipistefi. Os mal e disto do DSC, o DSC ele reúne, na verdade, uma tenda ampla de esquerda, né, dentro do partido democrato, é mais ou menos como o PMDB no fim dos anos 70, entendeu? Só que o DSC é o lugar onde as esquerdas convergem ali, e se virar um partido um dia pode ser que vir, vai ser uma coisa bem, bem, assim, pura. Vamos conversar com eles semana que vem. Hugo Brasil, queria falar contigo de Brasil, saiu agora cedo, uma pesquisa da Quest, tava o governo, sobretudo esperando muito, essa pesquisa botando muito a ver, que ela poderia indicar uma recuperação de Lula, né, contando com dois eventos, a viagem aos Estados Unidos, e este inferno do Sironogueira, que caiu na rede master. E de fato, a pesquisa mostra uma redução na desaprovação de Lula, da pesquisa anterior de Abril, que era 52% pra 49% agora, uma subida na aprovação de 43% para 46%, então a diferença que era 9 pontos percentuais caiu pra 3%, uma redução bem razoável, e aqui no cenário eleitoral, uma mudança pequena com uma mudança simbólica, praticamente, mas numérica, e, portanto, o símbolo sempre em relevância. No primeiro turno, Lula que tinha 37% passa a T39, Flávio que tinha 32% passa a T33, e aí no segundo turno, veja aqui, a coluna da esquerda, o Lula, tá com 42% e o Flávio com 41% na rodada anterior, era o Flávio com 1 ponto a mais que o Lula agora inverteu. Bom, a gente tá no cenário de eleição indefinida, né, Hugo? E como é que você tá vendo esse momento? Você acha que já dá pra apostar numa recuperação de Lula? Ou ainda não? O governo centro é favorito no Brasil, então, ponto, né, dito isso, Lula viveu o pior momento dele, pós dezembro, desabretava numa situação relativamente tranquilo, ainda mais pro escolher do Flávio, né, mas a partir de janeiro a gente viu sinais onde qualquer candidato da direita começava a ter uma recuperação, e eles começavam a ponto a, né, de uma maneira muito parecida polarizando. Então, aquilo que a gente via, como intenção de volta, doja aí Bolsonaro, que era o mais forte dos candidatos da direita, mesmo ele, dando primeiro, né, sem direitos políticos e depois. Preso, mas ele era o principal candidato, muita gente achava por isso aqui é o Recoldo Bolsonaro, porque ele já foi presidente, isso acabou se tornando algo comum de todo qualquer candidato da extrema direita. Só que virou um problema, o Lula ele foi o trapaçado, né, a gente olha, usa um trapaçagem, nessa passagem do primeiro trimestre, para o segundo trimestre, agora essa tendência começa a se inverter. Isso é um abono, notícia, para o governo, eu acredito que o grande capital internacional hoje ele não tá tão tendente a fazer um abundância de governo no Brasil, ele também não sopõe a colocar o cláus Bolsonaro, então não há um trabalho, prelegiu o flávio Bolsonaro, por outro lado, é uma eleição muito plecitária do governo contra a sua própria sombra, entendeu? Então, a gente tem um cenário, plecitário, onde é a Lula contra não Lula, na verdade, né, tem um peso da extrema direita, e uma seria que olha bem o trapa que não tá trabalhando para derrota do Lula. E a extrema direita não tá unida, em torno do flávio muito tão contrário, porque ele pontua tão bem, um flávio pontua tão bem, porque é uma eleição sobre o governo, não plecitória, porque o Lula continuou não, essa pergunta tá colocada. Então, o governo tem motivos para, digamos assim, suspirável nível, porém, nada é dar antigo até o fim do ano que o governo tem de tocar uma política como desenvolva em carasque que são de individamento, com dar a da sonida seriedade. E eu acredito que o governo para a garante uma vitória deveria abrir o caixa e fazer assim, não é como sempre fez, investindo no eleitoral. Só que a gente sabe muito bem que a limitação do ponto de vista legal que o governo salve por coisa, lá no primeiro ano de governo, que é um acabou, e tem uma disposição da fazendo a idade sempre, tenta dar alguma declaração no sentido. Nós vamos fazer isso porque isso é populismo. É um motivo, o governo no ano eleitoral, ele tem de agradar o eleitorado, isso não é populismo, isso é política. E quem não gosta de política, bom, tem que fazer outra coisa da vida. E o governo do Lula, ele tá bastante limitado disso, é claro que se ele realmente abri-se a caixa do que um governo tem a sua disposição, porque quando o governo quer ele vai lá e consegue fazer alguma coisa, por desenrola, ele consegue ter uma recuperação, só que o cenário não é simples, porque tem uma outra ameaça, há uma ameaça para essa recuperação ainda, pequena encústria acontecer, que é o peso da inflação que vem da guerra. E a gente tem vários problemas no Brasil, que são de ordem estrutural, que não foram enfrentados com tempo. O Brasil, digamos assim, plano-real deu certo estabilizando a economia, porque ele acabou com um mundo penduritário e controle de geral a inflação. Mas o plano-real é um projeto na acabada. Então a gente tem muito o mecares dos jálogues, de grandes contas públicas, e todos estão vinculados, não só a dólar, mas essas variações dos preços internacionais. São problemas muito grande do Brasil. No fim das contas a gente acaba tendo muito poucos mecanívor de controle em flacenário, que não se beataixa de juros. E se beataixa de juros tem mais feitos do pior sentido controle na inflação. Ajuda o cambio a valorizar, o real valorizar, diminui um pouco a demanda. Então o sentido ruim, os preços caem. Porém, leve esse outro problema, que é o indivíduo. E a gente tem um outro problema colocado. Quer dizer, com essa guerra, a inceliza no irã, não tem uma ameaça para toda a humanidade, que é uma ameaça em flacenário, preste tudo sobe. E não só no curto prazo, por conta da energia, como por conta da agricultura. Porque aquela região do mundo produz muitos insumos que servem a agricultura global. Ainda que o Brasil não seja tão dependente, a agricultura brasileira não seja dependente, a nossa agricultura está nesse mercado global capitalista. Então se faltar, por exemplo, está produção da Índia, entrar em crise, vai aumentar a demanda pela produção do agro-brasileiro. O que vai acontecer? Vai aumentar o preço aqui. Então isso cria um problema pro governo. Então essa é a agro-brasileira. Então quais são as graças a ameaça para o lugar da eleição? Na qual ele é favorito? Tendei isso, principalmente. A primeira é a indisposição de abrir uma caixa de alternativas que ele tem em si como governo, né, inclusive por algumas questões estruturais, algumas bolas de ferro que o governo tocou a marrana própria perna. E a outra é a conjuntura global que é complexa, do ponto de vista da inflação. Então eu acredito que eleição ainda está em aberto, mas não é sem brisa, o governo sempre é favorito, né? O processo de reeleição é esse, mas é um eleição também para o excitário. Vamos pegar aqui um bom exemplo. O petro, um ano antes da eleição, ele sempre foi para enfrentamento, mas ele foi para enfrentamento sobretudo no que diz respeito à área econômica e a questão do investimento público. Ele simplesmente colocou um ex-compair de armas dele, né? Um econômista progressista na fase da Colômbia e o que que aconteceu? O governo colombiano comprou uma briga valmental salário e menino, se ele vai investir, sim, essa lógica de não investimento se não vai acontecer, o que que aconteceu, mal? Uma recuperação, o petro, ele não está se recuperando só porque ele mobiliza, não só porque ele faz um discurso legal. O petro recuperou a popularidade porque sobretudo, no último ano, um pouquinho, ele foi para a cena do ponto de vista econômico, porque as coisas custam dinheiro. Isso o governo não exerce, a mágica não acontece, não adianta o cara ter um discurso legal, o cara são bacana. E isso explica também em grande parte dos problemas do governo atual do Lula Teja, um comparação do Lula, dois outros do Lula, por exemplo, não estou nem muito longe aqui. Sim, verdade, essa é uma, é uma. É muito curioso isso que você traz, que é o governo Lula, tem amarras, alto impostas. Essa é uma boa parte das amarras do governo, são alto impostas, né? Então. Apenas falo dela é, né, que é o Habuz. Apenas falo dela é, e não era necessário, e outra coisa, é resumindo trocar limiosos à questão. O governo não investe, a mágica não acontece, ele investe mal, de fato, se você pega ele, é o meio do gasto público, faz besteira com aquilo, você se férrreta, também. Agora, se você investe a mágica não acontece, é mais ou menos como comer, se você não come, você morre. Se você comer mal, você aduece, você tem que fazer o que comer bem. É muito simples, então essa lógica de austeridade, ela serve a interesse do mercado financeiro, ela serve a interesse de uma acumulação primitiva, ela não serve na verdade o bom funcionamento do governo. A mesma, a mesma sabe disso tanto que ele governou, o primeiro segundo mandato, sem um mecanismo como o acabou. Isso foi de certa forma imposto nessa transição, mas foi algo que também foi normalizado para dentro do PT. Isso me parece um motivo. Eu sempre vou achar um motivo com o escrevi, a respeito de escuando e saiu lá atrás de 2023. E tem se mostrar, porque até a própria, se o problema era a dívida pública, a dívida publical aumentou, porque com o menino não cresceu na velocidade que ela poderia ter pra, inclusive, absorver a dívida. E vamos falar a verdade, o Bolsonaro tomou medidas, eleitoreras que não manteriam a dívida de 2023, o Bolsonaro ganha e a terceiro agrêntico confusão no país, porque ele soltou um monte de bolsa de 2022, mas a gente tirou tudo em 2023. Mas naquele momento de 2022, não se fazia essa crítica, a crítica que era aceita ao Bolsonaro vai explorar as contas públicas, né? Pra ganhar eleição, isso não aconteceu mal. A própria dívida pública diminuiu pelo crescimento, ainda que o Bolsonaro não acredita e em relação à aquilo, ainda que eles só têm a ser com aquilo o momentaneamente para vencer eleição, aquilo produzir um crescimento, inclusive do ponto de vista da dívida pública, a gente da pública ela diminuiu. E eu não tô aqui também, tem toda essa problemática em relação a dívida pública que fala a serosa também. Mas, Rodrigo, vamos assumir aquilo, discurso, vamos partir dessa premissa que eu acho até falça da dívida pública, a questão problema, ainda se fosse gastar mais pode diminuir a dívida pública, como aliás, lula 1 e 1 e 2 fizerem. E deu forma. Sim, tem uma questão aí que ia terminar discutando, agora convergindo esse cenário que a gente começou, o cenário internacional com o cenário nacional. Se fez uma pontuação, parece bastante relevante, a gente tem um cenário agora em 2026, muito diferente do ponto de vista da posição do império em relação à eleição brasileira, a posição, por exemplo, do Trump. Registrei aqui com o destaque, esse evento que teve em Kauaior, que, para um ouvido, um desses grupos de lobby da burguesia, o grupo esfera, em que estava, o André Esteves estava o Wesley Batista, não o Joe Wesley, o Wesley Batista, e o Don Trump, que é o que é em comandos negócios privados do pai, tem relevância na família. Muito interessante, se encontram para a gente entender o que está acontecendo, né? E quem abre o encontro, inclusive, é a filha do funário, Camila Funaro, falando que o pai deve estar reverado na cova, que é casada com João Camargo, Camarguinho, que é o Dono do Grupo Esfera, ela é a presidenta. Interessante, porque ela abre o encontro dos anos seguinte, óleo, o Brasil se entregou demais para a China, essa requeriria ela se jogo. Nossa, para a seria, é com os Estados Unidos, o Esteves e o Wesley vão mais ou menos do mesmo sentido, e aí vem o que me pareceu mais interessante, a palestra do filho do Trump, e em que ele vai dizer o seguinte, óleo, a gente está no processo de realinhamento, e é o que a gente vê que o Brasil está se realinhando com os Estados Unidos, a gente tem uma boa relação, vocês têm, né, eu fazendo, vocês têm os minérios, extraminerais estratégicos, vocês têm agricultura, não, podemos estabelecer engraçado, até porque ele usa a palavra quintal, né, para definir aqui, a América Latina, na caradura, assim, né, nosso quintal, a América Latina, mas você vê, não tem um ataque, a lula, nada, zero, o ataque ao contrário, uma visão muito simpática em relação aos rúlmãos que o país está tomando nesse momento. Então também do podido de esteleitoral, isso tem eco, né, você não vai ter lula atacando o Trump atacando o lula, né, ao contrário, né. Eu acredito que não vai ter, aliás porque isso o Trump precisa, isso é uma burrista, outra burrista, né, mas nunca do vídeo da burrista deles, né. Mas eu acho que a família do Trump, em particular, está interessado em negócios, até para eles viererem diretamente aqui, entendeu. E é isso o papel de certa forma que o Joé e as le i com o Trump, lá. Então o Trump ele cairingar dinheiro, bom, colocar o flágio aqui, pode ser uma burrada tremenda, né, o flágio, uma. É uma figura que pode não gerir bem isso, né. E a tendência é o Trump tirar o pé e sempre o Trump votando o pé, o que você tem é flágio tendo de ganhar do governo brasileiro. É complicado, mal. E outra coisa, só que um grande medida dessas aspirações que o Trump, o que você publicando, tem aqui, vão até a página 2, porque se o Trump se trava lá, do mesmo modo que ele fez essa movementação, faz outra movementação, e os. República, eles vão ficar com a broxa na mão, né. Eles vão ficar com. Bom, eles estão com a expectativa, o lula de certa maneira, não é o ponto sem equilhite, né. E isso faz sentir um lula na minha opinião, ele se torne favorito, mas ainda não tá certo exatamente. Agora, de um lado, o que tá sendo colocado aqui, ele. ajudo o lula sem eleje dentro do marco, mas com servador, do que eu atuo ao governo, mas também travam flágio Bolsonaro. E isso é uma situação que, do contivista da dinâmica, de luta de classes do Brasil, de novo, não tem como você reprezar a corrente de um jeito permanente, né. Você tem que ter uma boa engenharia pra dar um jeito. É uma grande questão, que são a solução precária provisória, né. A luta de classes continua aí, tem ele, questões aqui no Brasil. Tem uma sanha muito forte, a acumulação primitiva com privatizações, a gente tá vendo um pouco desse projeto aqui com. com tarsios diferentes em São Paulo, né. A gente vê no plano federal, um jeito mais até civilizado, mas não é pouca coisa que tá acontecendo na Terra de PPP no governo atual, mas quando a gente olha pro projeto, alguns projetos, e eu vou te falar o seguinte, o tarsílio, ele é lido como menos a direita, que a família Bolsonaro, porque não fica falando mal de mulher, de um sexo, até quando vai decidir a repressão policial, o tarsílio parece um vendedor de carrosado simpático. Mas ele o inofensivo, mas o tarsílio, Mauro, ele tá à direita do ponto de vista econômico, que a família. da população da política Bolsonaro e a rechelle e carinha, inclusive menos a direita, a rechelle seria uma candidata perigosa, né, contra o Lula, por ser mulher, por ser organicamente irvanjélica e por ter uma agenda social conservadora. Então eles fizeram a sapota no seu ar, então pouco com extra, mas ainda assim o fato de ter uma intenção de foco muito grande porque isso está em cima da rejeição do governo. Então, você pode ver que as grandesas de aprovação e rejeição do governo quase se confunde com o voto e o não voto em Lula. É, eu, eu defendo, eu digo que aqui no Brasil, o presidente da República nesse modelo atual, tem um mandato de 8 anos com uma confirmação no meio. É um recall. É praticamente um recall com o nome que vou colocar ali por outro governo. É. Por isso, não sei se eles vão assistir de serro, por isso não parece um grande equívoco da eventual estratégia do Lula, se é que vão por esse caminho, que é ficar comparando Lula com Bolsonaro, né, salto do campeonato. É Lula com Lula, isso que falou, é Lula e antilula, não tem Bolsonaro nessa equação nesse momento. Eu acho que assim, que registrem pra falar essa comparação maior, porque e eu acho que assim precisa com a grande dificuldade do governo também, para alguém que o governo vai fazer um governo, que vai se refletir, o Lula já se relegiu uma vez. E o Lula naquele momento, ele comparou o Lula 1, Fernando Henrique, mas ele é a pontolha, a gente vai nessa direção. O Lula ele, inclusive pela concorrência do PSO, naquela casinha, um que gerou um segundo turno, aquilo obrigou o governo a se mover a esquerda. E o governo Lula 2, ele se move, esquerda em comparação do Lula 1. E o Lula finalizou pra isso no último ano do primeiro mandato dele na campanha. Eu sim, que até a Lula é essa dificuldade, então isso já é mais difícil, então não tem imbaté, assim, vocês querem que o Bolsonaro volte, então, um pouco do que ele tem. Mas só isso não vai funcionar. O governo vai ter de finalizar pra alguma coisa, sim, e o governo vai ter de ser mais generoso nessa reta final, senão ele vai ter de dificuldade, com eleitorado. Então, acredito, sim, uma tendência do Lula 2C agora, não é fácil nem ser eleição, você tem de governar, de uma se rejeitou também, né? E aí, agora o cenário que o Lula 4 é do governo ainda mais conservador do que o atual, né? Eu acho que, olha, só vai ter retomado uma medida, porque se repetiu que foi a Lula de uma 2, né, de uma 2, foi brincadeira, acho que é de uma 1, a gente tem de, é que em grande medida aquele golpe, que é de uma tomor de fã golpe, aquilo acabou pulgando um pouco do que seria uma leitura crítica do que foi o de uma 1, né? A de uma saquista, com muita coisa, estava sendo construída do país pra fazer uma agenda econômica, que não deu certo, né? A de 1 entregou tudo pra fiesta e a fiesta de um golpe, a fiesta de 1, se é todo golpe, é bom a gente lembrar disso. Então, a de uma 1 foi brincadeira, é de uma 2, ela teve a ideia de tirar um pouco mais a direita, né? Quando ela só teria uma chance de governar aquela agenda no esquerda. Eu entendo que o Lula é favorito pra ganhar, não tenho certeza, assim, falar, é certeza de você religião, mas ele é favorito. Porém, o mais difícil de uma Lula ganhar, é governar num quarto mandato, sem fazer entregas concretas, porque assim, o Lula 4 seria o 2, né, da parte 2, aí vai ser comparado com ele próprio, né? E aí, o Lula 2 deu certo, o Lula 2 foi melhor que o Lula 1. O de uma 2 foi pior que o Lula 1. Então, é complicado também, tem toda essa história dos 8 anos, mas não é porque você se releve e que você termina, né? E isso o governo foi, né, essa direção, porque o governo tem uma adianta de discutir o acaboso na política real, na adianta você chorar o leite terramado, né? Mas na política real, você tem de tomar níveis para o futuro e medidos para o futuro aí relativizando o acaboso fiscal. Se você quiser aprofundar o acaboso, mexer nos pisos constitucionais para fazer reformas administrativas, vai dar problema, mal, vai dar problema ainda mais tendo a percepção que é a aposentadoria do Lula que 2030 necessariamente será como 1930, será um reinista de ciclo pro Brasil, pro venho pro mal. Então isso vai acelerar um muito de classe e vai ser complicado você conseguirar nesse sentido, seria, vai ser muito complicado. O grande, grande, olha nesse mundão aqui está acontecendo coisas que nunca aconteceu antes, isso torna muito interessante a gente acompanhar tudo, somos protagonistas, mas somos também espectadores e analistas, acho que o que vem pela frente aí, esse cenário global, esse cenário nacional, eu estou dizendo, o mundo está tão acelerado que tem muito, tem tanta gente morrendo que nunca tinha morrido antes, então a mesma coisa em relação ao que acontece todo dia, todo dia, novidades e o mundo se reorganizando para nós é um privilégio, temos dessas gerações que estão podendo acompanhar essa mudança do mundo, às vezes caixa em cima a nossa cabeça, mas a gente luta a luz de classes é assim mesmo, é ougo, muito obrigado a suas análise, realmente são muito agudas e argutas, eu gosto bastante da sua capacidade de análise, logo logo a gente retoma aqui tanto para cenário internacional como nacional, obrigado. Um abraço Mauro, Te, tchau pessoal. Até, valeu. Muito bom, muito bom, o Guccialmente, muito bom, e essa capacidade de articulação que é rara do cenário internacional com o cenário local. Bom, nós vamos falar agora de um assunto também crucial também relacionado, que faz a relação entre o cenário internacional e o nacional que também tem relação com o império, com o imperialismo, que é o tema desse, esse está sendo um ano, talvez um ano mais momentoso com maiores momentos em relação à questão da liberação, da legalização, da canábis, da maconha, e a gente tem aqui muita犯a, eu fico feliz, porque a gente, de repente, lança umas pessoas nesse debate nacional e elas um imbora por sua competência e tal, acho que é o primeiro às vezes, expressões mediáticas, ela foi aqui, e apareceu mais uma vez e aí virou um negócio assim, Luna Vargas irou um estrela desse universo canábico da entrevista em tudo quanto é lugar, construí uma parceria muito relevante com a MST, então uma alegria traz ela de volta aqui nesse outro momento da superluna Vargas. Bem-vindos. Obrigado, Mauro, obrigada pela apresentação, é sempre uma alegria da que eu já estava com saudades de conversar com você, um ano aqui, porque não é importante de gente conversar. Porque fora é todo dia, fora é todo dia que a gente conversa para minha alegria, realmente grande, ficamos bons amigos. Luna, eu vi que sempre mandou uma apresentação, porque de fato a gente tem muitas novidades no mercado canábico e eu tinha pedido ser apresentar para nós essas novidades. Antes de começar, eu só queria falar uma coisa antes, porque hoje é 3 em 2 maio, eu não sei se você falou sobre isso hoje. Não. Então acho que hoje é um dia importante, da bolição da escravatura, da falsa, a bolição, e a gente não tem nada para comemorar nesse dia, mas eu achei bem interessante também que ontem foi lançado o pacote do governo do Brasil contra o primeiro organizado. E nesse dia, tem uma música do um cantor baiano, chama Lázima Tumbe. E eu gosto muito que a música dele é 14 de maio, depois escutem aí todo mundo que segue o farô a brazigo aqui, porque é uma música que ele fala que no outro dia, em 14 de maio, ele não tinha casa, ele não tinha comida, ele não tinha trabalho. E infelizmente, a gente continua assim, tantas séculos depois. E aí fazendo esse link aqui com o nosso assunto, e com esse pacote do governo, é uma tristeza de ver 11 bilhões sendo colocados aí para a repressão, para manter essa máquina provisionista. E aí, trazendo também um ponto que eu acho fundamental e que pouca gente se atenta, é que esses 11 bilhões eles são gastados, dizendo aí que vai ser para segurança e tal, para fomentar essa máquina de moer exatamente essas mesmas pessoas. Então, a gente sabe onde vai esse dinheiro. E aí, eles colocam esses eixos, assim, de fazer esse presídio de segurança máxima. E centenas de empresas que vão lucrar com a guerra de drogas. E eu acho que uma coisa fundamental e que me deixa muito triste, é saber que depois de experiências importantes que a gente tem pelo mundo, de legalização das substâncias, de como lidar com o problema das substâncias, quando ela gera o problema, é a gente tá na mesma política, sei lá, esse mesmo pacote que já tá nos anos 80, entendeu? E a gente tem já precisas avançadas em experiências e a gente continua batendo na mesma tecla e injetando aí uns de bilhões nisso, então comecei esse dia assim tendo essa reflexão. Legal, acho que é um bom, uma boa introdução, realmente, para a nossa conversa, legal, luna, legal. Quem que é que a volta na tela da apresentação? É, antes podemos só, só esperar um minutinho para falar um pouquinho sobre esse contexto internacional, o que você colocou, que eu acho que eu fiz uma apresentação bem breve que eu sei que o tempo que é curto e tem mais convidada, mas eu acho que é importante colocar nesse contexto internacional, que primeiro para todo mundo que ainda não tem noção, do que que é essa, esse tsunami de legalização pelo mundo, desde 2013 com o lugar, mas aí a gente já tem Canadá, Alemanha, Malta, Fico de Sul e aí, Thailand, tantos outros países do mundo que já tem processo avançado nessa regulada em fação, gerando esse mercado bilionário e que a gente sabe. E países também, são mais 50 países onde canabas como medicina é legalizado. E a gente tem países como a China, como a França, o Canadá, que são os maiores produtores esportadores e também consumidores de canymo, que é a parte da fibra, né? A parte do canymo industrial que a gente chama, que é essa parte da canabas para a produção de centenas de milhares de produtos, a gente sempre fala que não tem nada de plástico que não pode ser produzido com canymo. Então, esse é um cenário internacional. Espera, espera, espera, espera, isso não sabia. Que é assim que você pode substituir em boa medida, ou na sua imensa, na maioria das suas aplicações, o plástico que vem do petróleo, mas é petróleo. Vê no canymo? Sim, e poderia ser uma transição aí de energética, né? No caso de não usar o petróleo e usar canabas com certeza. E a gente tem bioplastico, a gente tem bateria de carro sendo produzido, biocombustível, uma infinidade de produtos fora, né? O clasco a gente sabe, de roupa, mas a gente tem uma infinidade de produtos centenas de milhares que podem ser produzidos. Eu até fiz um vídeo quando aconteceu a primeira semana da guerra na palestina, que é essa guerra de teria do petróleo e tal, eu gravei um vídeo sobre isso, em fazer nessa conexão. Guerra do irança disso. Não há quatro, três anos atrás. O início do ataque é gaza. Isso, comece desse ataque, eu gravei esse vídeo falando sobre isso, sobre as escolhas que a gente tem, mas então a gente tem nesse contexto internacional, a China que, infelizmente, tem uma política de drogas horrível e aí é muito ruim ver os países que levantam a bandeira do comunismo e Cuba também nessa, com a política de drogas tão retrógas. Isso é a gente, como como ministros, como diz que é, a gente não tem uma proposta boa e nem a China tem, que poderia ter também. Imagina que a gente tem que avançar muito para poder fazer frente e aí acaba que os países mais neoliberais é o que tem uma política mais decente, assim, em relação a lidar com as questões das drogas e aí conectando aí com os últimos acontecimentos, o Trump teve duas ações após semanas atrás, duas semanas atrás, uma foi da ampliando e facilitando a pesquisa e a regulamentação de psicodélicos, especificamente de bogaína, mas outros psicodélicos nos Estados Unidos. Então, essa é uma, é uma debática acompanha de perto, porque essa regulamentação de outras substâncias para a saúde mental principalmente e lá nos Estados Unidos, eles querem regulamentar e bogair na MD minha, principalmente para poder, que é a Tamina também, para a saúde mental dos veteranos de guerra, então eles vão lá, fazem um estrago no planeta e você sabia que tem mais pessoas morrendo e se matando, como é tensoecídio do que morrendo na guerra, então a guerra lá mata mais fora da guerra nos Estados Unidos, tem mais pessoas que se matam do que pessoas que morrem em batalha, então a criada. Uma realidade que a gente tem aqui no Brasil com a polícia militar, né? Exatamente, que a gente também descnica o que a gente desmute, né? Então, o que a gente vive, a questão da saúde mental, abre ao ponto do Trump passar essa medida e para facilitar o registro e a pesquisa de substâncias e essa substâncias específica do ebogaína, lá do Gabão, da África, e daí vamos fazer um outro encontro aqui, só para falar sobre psicodélicos, que agora a gente tem um extremo direita psicodélica no planeta, a gente precisa falar de. ele até brincou que queria experimentar. E um outro ponto que eu acho que aconteceu também foi a assinatura do que a gente chama de Disqueji, o que é tirada a lista número um de substâncias para o ebogaína Estados Unidos e colocar na lista número três, que estão substâncias, que têm relevância medicinal, então a canabas até então, até essa assinatura, estava nessa lista número um, que são substâncias, que não tem nenhuma relevância medicinal, que são completamente prohibidas, inclusive, para pesquisa. E agora, nesse lista três, isso facilita, principalmente a entrada da indústria farmacêu, que, apesar de não mudar muita coisa pro mercado e para as pessoas que já trabalham com canabas nos Estados Unidos. Entendi. Acho que ele já pensa. Ah, na repercussão disto, eu não sei se está na sua apresentação, se não, você não pode falar, que é a repercussão desta postura dos Estados Unidos, na relação imperialista com países como o Brasil, quer dizer, em que medidas Estados Unidos, com essa mudança de postura, logo, logo está chegando aqui ao exército, os marines estão embarcando no Brasil, então, pode destruir plantação de maconha, mas para entregar para empresas e estadunidenses o controle do mercado. Onde está vendo no caso das terras caras, né? Exatamente, eu acho que essa questão. Eu até brinquei, né, que assim, que o Estados Unidos vai lá abrindo, né, a legislação para eles ter uma melhor saúde mental enquanto eles ainda querem criminalizar e dizer, o que a gente tem aqui, o primeiro organizado do Brasil, o terrorismo, né? Então essa é uma questão que eles não têm o pingo, nem uma possibilidade de ter uma congruência mental sobre essa assunto, mas assim, o que a gente vai ter aqui com certeza, principalmente com essa medida que é um visa, eu vou falar mais para frente, mas é medida de um visa que aconteceu semana passada de abrir para a exportação. Então, a gente vai ver mais o capital financeiro e o capital dos Estados Unidos e da Europa entrando aqui para a produção de canaves, né? Pode colocar na tela. Você manda? Aí, eu queria dar esse breve histórico porque toda vez que a gente conversa aqui, a gente não aprofunda tanto assim, e aí eu gostaria que todo mundo que tivesse aqui no chat hoje tivesse esse entendimento de onde estivemos e para onde estamos hoje, né? Então esse histórico aqui é para todo mundo saber que desde 2014, então tem 12 anos aí, que nós temos as associações de pacientes dando acesso a canaves no Brasil. Então tem muito tempo já e poucas pessoas sabem que essas associações existem ainda, né? Hoje, 2019, a Amvisa fez a primeira RDC, revolumentando canaves nas farmacias e em 22 para importação. Então, a gente tem já desde 2022, produtos vindo dos Estados Unidos, principalmente da Europa também e de países como Colombia, né? Outros países aqui da América Latina aqui podem importar, exportar para o Brasil. A gente tem também um outro cenário que são as judicializações do cultivo pessoal para pacientes, então pelo menos aí mais de 10 mil H6, estamos abescorpos para tanto para coletivo, né, para as associações, para grupos, mas também para os preenjividos. E isso é uma cena importante também do acesso do Brasil. Nós temos avançado também na questão legislativa local, então nos unisípios e nos Estados, a gente tem mais de 400 projetos de lei e relacionado a canaves no sul. e tal. Eu, isso a gente já tem no município de São Paulo, no Estado de São Paulo, tem Brasília, estive recentemente no Recife, qual é o municipal lá. Então, eu acho que isso é um cenário também que eu escrejo um texto lá no trameculuno, no Brasil de Fátima, que é um texto falando exatamente isso sobre nem de direita, nem de esquerda. Recife, por exemplo, foi uma unanimidade. Como é que pegam a sumpra desde como canaves no SUS e todo mundo da direita da esquerda, concorda que tem que estar no SUS, mas aí lá eu discute exatamente a visão de cada um relacionado a esse mesmo fato. E aí a gente teve a descriminalização, estef, em 2024. São canaves, seis plantas ou 40 gramas em teoria, que não é a prática do que a gente vive na grande maioria, mas em teoria você pode portar 40 gramas ou ter seis plantas que você não é considerado traficante, você é considerado um usuário. Então, isso deveria e a gente tem que militar para ser, para ser aplicado, principalmente as pessoas que estão presas. Imagina, Mauro, você foi preso por um baseado por algumas gramas e você está na cadeia sabendo que isso foi es criminalizado, que as pessoas têm acesso, que estão surgindo empresas, centenas de associações e você continua preso. Então, tem revoltante saber que o nosso sistema carcerário está lotado de pessoas que não deveriam estar lá. E aí, para finalizar, acho que é importante também. É o que é o novembro daquilo estatística, com base nos dados de 2024. Os timmas que mais que 45 mil pessoas não estariam presas, se o porte de até 25 gramas fosse considerado uso pessoal e não trafico. 49 mil. Então, assim, é super importante a gente fazer isso, já tiver alguns mutirões, mas eu preciso de muito mais. E finalizando aqui, dizendo que a gente não tem uma lei federal e esse é um grande problema. A gente não tem uma lei federal, porque assim, se a gente tivesse uma lei que, faltasse, realmente aí o Brasil, não ficava a mercer do lobby que a gente vê dentro da un visa. Tem a educa farmacêutica, tem as grandes corporações, a gente teve, vou falar agora no próximo slide, as novas resoluções da un visa. Mas eu tive esse pensamento ontem pensando sobre quando eu vi aqui falar com vocês, que é um fundamental, a gente entende, ilutar por uma regulamentação federal. Por que é importante isso? Essa discussão social não acontece. A discussão sobre como deveria ser quem são esses atores, como vai acontecer, se não é pelo legislativo, a população fica por dentro disso. Então, fica tudo meio embaixo dos panos ali, com alguns atores que têm influência, com quem está ali falando do tendo visa. E a gente, que é sociedade civil e militante, tudo, a gente obviamente fica ali, bota uma pressão, mas é importante ter essa discussão social do que vai ser essa legalização para gente de algum tipo de norte. Então, quando a gente coloca a importância do legislativo e agora em março foi lançada a frente para lamentar para a canal a visitar em um industrial, isso aconteceu o comecinho de março. São mais de 200, é uma frente mista, com mais de 200 deputados senadores que estão querendo falar sobre esse assunto, tentando recuperar uns peles bem ruins ali, mas a gente precisa de ter uma proposta esquerda e a gente não tem. A Liberte é uma frente parlamentar neoliberal pro industrial. As novas resoluções, a Anvisa soltou no final de janeiro e eles fizeram, na nossa oponto de vista, o do limão malimonado, o estejoto, e lembrando que é judicializado, a Anvisa não quis regulamentar, o governo não quis regulamentar, eles foram obrigados pelo estejoto. Então, tinha um processo rolando lá mais de 10 anos, eles, em desengavetar esse processo, todo dia para a noite, pegou todo mundo surpresa em 2024, a Anvisa é obrigado a regulamentar cultivo para produção, em larga escala, agro, indústria farmacêutica, para servir apenas a indústria farmacêutica. Então era destinado, completamente, não era assim, vamos legalizar a produção de canabas no Brasil. Eu acho que foi do limão malimonada porque de alguma forma a gente entrou, como as associações aqui que eu vou falar, e ampliou o que seria muito destinado ao agro-indústria farmacêutica. E aí a gente tem a CRDC-11, que tira o CBD, ou seja, são as plantas e os produtos, com um baixo THC, com menos de 0.3, quem quiser entender mais sobre essa parte, eu escrevi também um texto lá para outra saúde, é um texto grande contando, "donde vem essa origem?" O que significa isso? Justamente que eu fiz esse texto para botar uma pressão nessa segunda RDC, que é de pesquisa, então nós precisadores temos um grupo, e aí esse grupo fez uma carta, fez um apanhado histórico ali para mandar a pranvisa, porque a gente não queria ter limite de 0.3% de THC, e isso foi fundamental e eles atenderam. Então pesquisa, para mim essa nova RDC é a mais importante que a gente tem dessa 5-10-12. 10-12, porque o Brasil já é pionero em pesquisa de canaves e de psicodébios, por caso da basica, a gente tem muita pesquisa de psicodélicos no Brasil, não NICAMP, não instituto do cérebro, não é friênique, eu visitei há duas semanas atrás, então eu acho que os dois principais pontos não têm limite, ou, Mauro, como é que a gente consegue fazer pesquisa? Se você não pode nem usar a planta para fazer pesquisa? Grande parte das pesquisa que a gente tem de canaves no mundo, principalmente nos Estados Unidos, é com o canabenoide sintético, é um que ninguém vai ter acesso para usar. E aí muitas vezes são "ah, isso aqui não funciona", pois você está usando o canabenoide sintético, nem a planta, você pode usar agora nos Estados Unidos vai podendo, eles vão avançar muito na pesquisa também. E no Brasil isso vai ser fundamental, outro ponto que dá pesquisa é que antigamente para você fazer uma pesquisa tocando a planta com canaves, você precisava da autorização especial da envisa que a própria imbrafa demorou dois anos para conseguir. Então, sem lembrar, para demorou dois anos imagina, reles pesquisadores mortais em algum universidade. E agora vai ser diferente, vai ser pura instruição, então isso vai ajudar muito. A gente não tem os detalhes de nenhuma dessas RDCs que a gente colocou aqui, não está detalhada porque ainda não saiu como vai funcionar a cada ponto dessas RDCs, mas a gente tem essa visão geral dessa minuta que já foi solta. E, passando para essa RDC da estresse, a gente tem a entrada das Big Weeds, que eu chamo, que estão as grandes corporações de canaves. Isso vai facilitar e ainda mais depois dessa reunião que é um visiteio semana passada, com a possibilidade de exportação. Eu escrevi também um texto sobre isso, no meu nos textos do Brasil de fato, sobre a Big Weeds, justamente porque a gente tem uma Big Weeds que ainda não entende o seu lugar nesse mercado, então, eu acho que esse texto é fundamental para. Para que é Big Weeds? A Big Weeds é uma das grandes corporações de canaves. A gente tem, no caso, que é das associações de pacientes e a gente tem as grandes corporações, que são tipo indústrias farmacêuticas só produzem só canaves. Aqui no Brasil já tem? Aqui no Brasil já tem, inclusive, fornecendo para o SUS de São Paulo, fornecendo para outros. Indústrias farmacêuticas são essas que colocam no seu portefólio, produtos de canaves, como a gente tem a prática dona doze, no Paraná e tal, e que foi uma das primeiras. Agora, a Big Weeds que a gente chama é quando eles fazem uma vertical integrada, ou seja, desde o cultivo, até a formulação do produto, mas só de canaves, só que dentro desse critério muito elevado de produção farmacêuticas que a gente chama de grau farmacêutico. Essa Big Weeds, até então, ela era uma dúvida aqui no Brasil. Agora, com essa possibilidade de exportação e porque até então não podia. semana passada ele salava com a pressão lá dentro da Anvisa, eles salaram agora assim vocês vão poder exportar e isso foi um grande vitória pra ele, porque aí a gente entra nesse conflito da soberaninha nacional, que eles não tão interessados de forma alguma em produzir para o mercado brasileiro e assim dentro do discurso principalmente o discurso dessas grandes corporações que vão produzir estão produzindo canaves no Brasil, a ideia é "ah não vai melhorar o preço a gente vai conseguir produzir mais", eu falei "bom então se fosse assim o Brasil inteiro comia um carna de primeira né, ou se fosse assim o Brasil inteiro tinha acesso ao melhor café do mundo, então a gente sabe que eles não vão gastar em real o que eles podem vender em dólar em eu e isso pra mim é um grande problema, ao mesmo tempo vai sobrar esses pass, porque as associações estão fazendo desde 2014, que essa é rdc aqui das 14, que o limão, a limonada desse limão é que a Anvisa criou o que eles chamam de "Sendbox Regulatório", que é um experimento, um experimento regulatory durante cinco anos, então eles falaram assim "olha a gente não sabe como fazer, a gente tem as experiências das associações" e a gente não vai colocar aqui como vai ser, a gente vai acompanhar as associações durante cinco anos, fazer isso junto e depois esses cinco anos sair dali uma regulamentação, a gente já não sabe se isso é bom se se ruim, a grande a grande verdade depende de como isso vai ser na prática depende também das normas de como isso vai ser colocado realmente para as associações, porque quando a gente fala as associações de pacientes a gente tem um universo complexo e bem heterogênio do que é uma associação, desde as associações que tem 10 pacientes, 200 pacientes é a média das associações no Brasil, até as associações que tem 30 mil que tem uma estrutura de laboratório de dois milhões, então assim é um espaço ali de investimento, de experiência, de produção, a associação produz duas toneladas por mês, então eu acho que isso é importante a gente observar, estamos acompanhando, mas a gente achou que isso pelo menos é um reconhecimento de que elas existem, porque até então as associações é ignorada para o governo, e agora pelo menos vocês existem, então aqui vamos ver como é que faz isso, isso para a gente já foi uma uma vitória incerto nível assim, e a última é essa que é 10, 15 que regula né, a produção, a importação e também as farmácias de manipulação que isso vai ser uma novidade, que é um varejo importante para a indústria da canávese, e que provavelmente a gente também não sabe como isso vai acontecer, depois eu vou daqui para contar, mas até então seria a possibilidade de você ter o CBD misturado, por exemplo, se eu tenho sonho, colocar a CBD como é latonino, o médico prescrever isso e isso se manipulado, e a gente com baixo de THC, não vai ter a OTH, mas isso também é briga, né, então todo mundo quer um pouco de THC, as farmácias com certeza vão querer, então vai ser importante acompanhar como é que vai ser isso na prática, né, e só pode passar o slide, eu acho que, que eu coloquei mais o que aqui, a coloquei aqui para todo mundo entender quem são esses atores, né, até então a gente tinha a indústria farmacêutica, a indústria da canávese, as associações de pacientes, e isso era o que estava colocado até janeiro, depois de janeiro entra a possibilidade do agronegócio da agricultura familiar, e eu separo aí que é as associações de pacientes da agricultura familiar, porque eu acho que são atores distintos, e que a gente vai começar a ver isso na prática, porque os agricultores familiares, eles não são grupos de pacientes, e estão ali no que a gente vê hoje como as associações pacientes, que são grupos principalmente brancos de classe média, porque quem também tinha um pouco de dinheiro e quem também tinha coragem de plantar dentro desse proibiçunismo, são poucas as associações, dizem ter e abrar rio no Rio de Janeiro, que é uma mulher preta, mas assim, são poucas as associações, a maioria é uma classe média branca, e a gente vem agora com uma agricultura familiar, e eu estive no Rio Grande do Norte, num evento para faredes canadas, no MST, e que foi muito bacana também para abrir esse olhar ali, dar agricultura familiar, dos assentados, para esse novo mercado, porque imagina também a gente ter essas possibilidades do mercado familiar. Mas nessa regulamentação da visa, por exemplo, a base nessa nova regulamentação da visa, uma. A base nessa regulamentação é dar para plantar canabes nos assentamentos. Então, isso aí é porque a gente está na regulamentação da visa, são associações de pacientes, então, se o agricultura familiar falar, a gente tem uma associação de pacientes, poderia entrar, mas também não é o ideal, porque o agricultura familiar não encaixa nisso necessariamente, pode encaixar o que a gente está fazendo, o MST já tem três assossessões de pacientes produzidos e entregando produtos para os seus associados, mas eu não acho que é um modelo, e eu acho que o Brasil tem que lidar com um modelo, principalmente a gente voltando aqui a ideia de reforma agrária, porque como é que se legaliza uma produção de uma planta bilionária sem pensar na nossa terra, então eu acho que a legalização da maconha provoca, e isso provoca, tem que provocar uma discussão de reforma agrar no Brasil, é mais do que já é necessário, mas assim, a gente também, dentro do mundo da canabes, falar de regulamentação e de mercado bilionário, sem tocar na ideia da reforma agraria, é um absurdo também. Então eu acho que quando a gente coloca esses novos atores aí, que o agro está pressionando demais, porque ele quer plantar esse canho industrial, só para você ter uma ideia, o valor, se for pegar o mesmo tonelada de soja, tonelada de milho comparada ao do canho, vale pelo menos 4, 5 vezes mais, então a gente tem um valor do canho, é muito superior a qualquer outra cultura que a gente tem hoje dentro do agro-negoci, eles estão obviamente, fora outras vantagens de rodízeo, de cultivo, outras vantagens para eles, mas dentro do mercado de exportação, e já ouvi dizer que a China já falou, que é para poder comprar a canhão do Brasil, então isso vai ser uma pressão de lobe do agro, e como dizem aí, o agro sempre ganha tudo dentro do governo, então imagino que isso ainda deve sair esse ano, eu imagino, com a pressão que está acontecendo. E é isso, para a gente finalizar, eu acho que esse último slide, eu estou falando um pouco das contradições, que eu acho que é fundamental a gente trazer aqui, para a gente poder pensar o que é que a esquerda radical ela tem para propô dentro desse cenário, porque é muito triste de ver uma lei como isso que aconteceu ontem, esse projeto do governo de drogas, de segurança, drogas ou segurança, a gente não sabe, mas um projeto de segurança pública, com essas bases tão atrasadas, mas ao mesmo tempo a gente não tem uma proposta avançada no que seria realmente, que pode substituir essa guerra drogas, então enquanto a gente tem esse tipo de sistema de guerra drogas, a gente tem o mesmo mercado crescendo, essa repressão nunca diminuiu o mercado, nunca diminuiu o consumo, e essa é uma contradição que a gente continua há 100 anos, o acesso também, a gente tem um acesso elitizado quando a maioria ainda do Brasil não tem acesso, mesmo com a canaves em alguns sistemas públicos, a maioria das pessoas do Brasil e fora a educação que nem existe, nessa conversa nota, ninguém pensa em comunicar a população que é isso que a gente está conversando aqui, que é uma regulamentação da canaves, quem poderia usar isso, um projeto de educação, não passa na ideia, e a proidição do cultivo do Brasil, que agora vai modificar com essas novas RDCs que a gente falou aqui, mas que sempre permitiu a importação, então desde o início eu morava no Canadá, quando passou a RDC nas importações em 2022, e eu falava disso em que absurdo que é o Brasil ter necessidade de um produto, abrir uma exportação antes de regulamentar o cultivo, então escutivo evitar que saiu agora a possibilidade de Pellandisa, e está pelo menos 10 anos atrasados, são 10 anos de importação produtos que a gente podia estar produzindo aqui já tendo essa experiência. O SUS também, a gente tem o acesso universal do SUS, todas essas leis que eu falei que já estão avançadas, porém, fornecido pelas grandes corporações e aí que a direita está a favor e é por isso que elas são a favor da distribuição do SUS. Não é que elas querem que a população não tenha uma acesso, elas querem ganhar dinheiro provavelmente com as empresas que vão fornecer para o SUS como acontece dentro do SUS, como a gente sabe. Isso a gente tem esses casos do município de São Paulo, do estado de São Paulo, que eu acho que a gente já conversou sobre isso, que demonstra exatamente o que é uma empresa levar as 150 milhões, 500 milhões do município de São Paulo para fornecimento de um produto dentro ainda de uma licitação que parece ser fraudeuleta. A legalização sem incluir o mercado listo, então mesmo o tempo que a gente legaliza grandes corporações, a indução farmacêutica, o agro e aí a gente vai ver o que. Umas bilhões para poder pegar um pequeno agricultor no polígram da maconha, entrar nas associações, acabar as associações, eu estava conversando sobre isso como requinte de sadismo e crueldade que os policiais têm, eles entram uma associação de pacientes. Em vez de eles, vocês não podem fazer isso, o KDWHC vamos para a delegacia? Não, eles querem quebrar tudo, destruir tudo. E a toda investimento que esse grupo fez e detonar, então eu acho que isso é, a gente vai ver essas contradições acontecendo cada vez mais dentro desse possibilidade nova de cultivo. E esse que a gente conversou aqui sobre reforma agraire, que é fundamental também, e é o que a gente está tentando fazer, mostrando exemplos aí que o MST está trazendo para poder levantar essa questão e o encarceramento enquanto a gente vem de na farmácia, né? Todas as farmácias do Brasil a gente tem produtos de CBD, enquanto produtos de canabes, enquanto a gente continua encarcerando quem usa mesmo plantas, então a gente convive em com essas contradições e que traz aí para a gente uma perspectiva muito ruim mesmo de não olhar para isso como a gente deveria olhar já que a gente tem tanta pesquisa experiência mundial, né? Sim, muito interessante. Chocando essas contradições. Não, achar uma coisa aí. E aí naquele tabra, quase, aqui assim, se anda pelas ruas, vai num jogo de futebol, vai num butéco, vai em qualquer lugar aquele cheiro, assim, do pessoal fumando. Então, o que tem é como a água, né? A água está escorrendo pelas mãos, mas eles queriam evitar que algo escorra pela mão. Então, você tem o Brasil inteiro fumando maconha e eles querem manter a maconha na ilegalidade de viver. É, e a gente tem experiências, mal, assim, Portugal desde dos anos 2000, 2000, Portugal decriminalizou todas as drogas. E isso melhorou muito a qualidade de vida e os problemas que Portugal tinha. Hoje, eles têm sala de consumo. E aí não é a maconha, né? Então, a gente tem a orientação reduzida, né, que a gente fala dessas políticas de uma forma que se não é, basear a nossa política e ter aí 11 bilhões sendo investidos para poder continuar essa criminalização dos mesmos moldes dos anos 70, 80, desde o Nixon, desde a estaduramilitar no Brasil. Então, as frases, sem fim, assim, como medideleitureira, que não ajuda, não ajuda ninguém que tem nenhum problema de substância. E aí, eu lembrei que também, do dia que eu vi o padilho assentado do lado do Adad, numa coletiva de imprensa, falando do programa para as pessoas viciadas em Betts. E eles fizeram uma coletiva maravilhosa, assim, coloca, olha, você tem uma linha direta, você vai ter auxílio de psicólogos, você vai ter todo o aparato do estado aqui, dentro do sul, para ajudar você que tem problema com Betts. E aí, eu falei, por que que eles não fazem isso com todas as pessoas que têm algum tipo de problema? Com isso? É só para as Betts. Para quem usa substâncias, para quem tem algum tipo de problema com drogas, eles entregam as comunidades terapêuticas, que é um lugar de tortura, um lugar que é desumano, e mantém essa política, e aí eu vou ter que colocar aqui o que aconteceu algumas semanas atrás, dentro do Konade, em Brasília, onde a gente tinha representações do Cerrado. E o Konade? O Konade é o como é que é a cidla, mas é de polisfe de drogas, conselho na Konade, conselho nacional de polisfe de drogas. O Konade é o nacional de. Não, Konade não é. Konade não é. A Konade não é. Tá. E então. O sério nacional de política sobre drogas. E isso, o Konade, ele é composto também por sociedade civil. Então eu tenho vários amigos que estão representando entidades no Konade, como a RIMFA, a RegiMulheres antiproviaionistas, como a rede reforma, a quédia de vogados, procanados, e psicodélicos, outras entidades. E simplesmente eles estão trabalhando há muito tempo para poder conseguir acabar com as comunidades terapêuticas dentro desse governo, ou seja, em quatro anos que eles mantém as comunidades terapêuticas. E quando chegou o dia de propô isso, de tentar acabar com as comunidades terapêuticas, o governo deu um golpe na sociedade civil. Então, assim, para poder manter. Por quê, Mauro? Porque era uma eleitoral e ninguém que perdeu os votos evangélicos e acabar com as comunidades terapêuticas que são financiadas com dinheiro público. Então, assim, é uma tragédia a gente passar quatro anos mantendo esses lugares de tortura para as pessoas que os antrógas ou vendo políticas, como aconteceu em São Paulo, o putar Sísio, acabou com o lugar de uso de substâncias que a gente tinha no centro-são-paulo internando compulsório. E aí isso traz uma onda de legislação dentro dos municípios do Estado para a internação compulsória. Básicamente, a gente está voltando a barbaceno, a política humanicomial, de décadas atrás que a gente tem a eliminar. Então, assim, é uma tragédia assim anunciada e me desespera, assim, o Fala Nossa, na possível que eles são capazes de pegar béss, que faz esse estrago no Brasil, em todos os sentidos, e que não tem nenhum benefício e fazer uma política linda, assim, de vício. E para as pessoas que precisam, é dinheiro para os evangélios e uma comunidade terapêutica, então isso é revoltante. Chocante realmente, realmente, Luna, o que dá para falar, tem coisas que não valem para comentar. Ó, uma última questão, comentários aqui, a Lola, frustrante não poder plantar na minha agro floresta. Olha, você pode ser explantas, assim, depende de ido do nível. Eu acho que é interessante, e aquela falou que é frustrante, assim, mas, imagine se você tem uma agro floresta, você tem uma terrinha, você já cultiva, você faz, já tem uma experiência aí com esse tipo de cultivo, de agro floresta. Assim, isso no Brasil já acontece, principalmente, aí eu vou aproveitar as que eu casa aqui, Lola, não me leve a mal, mas assim, a gente tem as melhores plantas produzidas pelo agro florester, os permacutores do Brasil inteiro, e é um grupo que poderia estar afrente falando, sim, eu cultivo, o Brasil tem que ter uma produção agro floresta, áudio canaves para combater o que vai vir aí do agro, que é uma monocultura, que vai ser como a imbrapa colocou, que vai ser a nova soja, a imbrapa já colocou isso. Eles querem o canmo com uma nova soja, e cadê todos os agro florester e os permacutores fazendo frente aí, isso, então eu acho que falto uma articulação, porque sim, se fossem você na sacada, numa floresta, tinha uma fazenda, sendo, você tá segura, assim, todo mundo faz, então eu acho que a gente tem uma questão política muito importante aqui para levantar em anações. O Diego Chacar presente o, com uma senatura aqui do nosso canal, como digo, sempre se você recebeu de presente, renova e depois, esse cafésinho 2, 3 cafésinhos meninos, que a nossa assinatura aqui, esquerda comunista, valeu Luna, ouçam o lasso matumbicatores de maio. Eu sei que o que é bom e o que é bom também deve ser meu. Somente negros, pobres são punidos. Legal. Deixa eu ver aqui, opa, tive um probleminha aqui. Quero mais perguntas e comentários ele nesse chat. É. É. É. Então, tem uma questão que eu queria. Eu queria trazer pra você que é da demograscinha. Mauro, pede a Luna pra falar sobre obrigatoriedade de examen toxicológico pra você, né? Ah, não sei se vocês estão sabendo. A partir agora, de da metade do ano, algum probleminha aqui com meu mouse. A partir da metade do ano, de primeiro de julho, vai ter examen toxicológico obrigatório pra primeira habilitação e praço renovações, tá? Pra todas as categorias da CNH, tá? E você tem, vai detectar, olha que loucura, cocaína, craque, maconha, opiaços, extras e afetaminas e até alguns tipos de inhibidor de apetite. Que isso é dessa, Luna. Olha, Mauro, como diz aquela figurinha do WhatsApp, num toxicológico, ninguém passa, né? Então, eu acho que vai diminuir o número de motoristas no Brasil. Não, mas brincadeiras da parte, assim, essa é uma medida proivisionista. E anteciência, porque todo mundo que entende a fisiologia, a farmacôs cinética de como essa substância exato um corpo, elas podem ficar meses. Maconha mesmo, ela é acumulada, não ter sido a deposo. Então, se você usar a três meses atrás, isso pode estar em alguma forma no seu tecido ou no sangue, não sei como eles vão fazer, exatamente, eu não estou sabendo essa parte técnica, se vai ser fio de cabelo e tal, mas assim. Tá falando analisa a mostra de cabelo ou pelo? O pelo, é um absurdo, assim. Eu acho que se devia ser assim, não tem como governo controlar o que você coloca pra dentro. Agora, assim, pegando uma substância que todo mundo conhece, é falar assim, você não pode ter nicotina no corpo. Assim, se você fomou, você vai ter nicotina no corpo, sabe? E a gente tem vários estudos mostrando que Maconha não impede a direção, as pessoas, e aí eu podia dar outros exemplos aqui, mas lá em Vancouver, eles proibiram também o uso de Maconha pra dirigir, né? E aí a polícia, ela falou assim, a gente não vai gastar tempo e dinheiro fiscalizando isso do tipo todo mundo, tem, pode ter, ou tem, e a gente não vai mobilizar dinheiro e pessoal pra ficar fiscalizando quem fuma Maconha e conduz. Então, eu posso falar um outro exemplo que eu fui num. Como é que chama, gente, no capis, capis ladê. Eu fui fazer uma roda de conversa no capis ladê e a maioria dos motoristas que fazem longas viagens de caminhão no Brasil, usam algum tipo de estimulante. E esse senhor lá, ele foi preso, inclusive, por porgio de cocaína, e ele tava falando exatamente sobre isso, que o rebite, né, que eles chamam, que a apodermante é acordado, ele mantém acordado, só que quando ele acaba o efeito, ele acaba de uma vez, então você tá no meio da direção, você apaga, isso causa muito acidente. E ele falou que a cocaína era melhor pra ele, porque a cocaína tem um efeito prolongado que não acaba de uma vez. Então, se basicamente cocaína como a redução de danos, pro rebite, por um cara que tem o pessoal lá, que vem no trabalho. Ouie. Curra, o sabete, não. É, então assim, a gente. Isso é um absurdo, eu acho que deve ser anticonstitucional você testar e colocar. Querê saber o que uma pessoa tem dentro do corpo dela, se não acho que o governo tem esse direito. Eu acho que isso deve ser anticonstitucional. E eu espero que as pessoas entrem com um processo contra isso. Além disso, hoje em dia todo mundo tem ansiedade de depressão e todo mundo é algum tipo de remédio. Então, assim, entendo o perigo também de você tomar um rivotril e conduzir. Tem gente que não lembra do caminho, tem. Eu já escutei várias histórias assim. Mas eu acho que testar pra algumas substâncias. E a um feta mina, por exemplo, todo mundo toma vim vans, ou qualquer outro desses que são feta mina. Então, se você tomou vim vans, você não pode. Você não vai conseguir tirar uma carteira de motorista. Então, a gente tem várias questões aí, mais ligadas ao pro-evisionismo, pra reforçar isso, e que são medidas que eu acho que é da extrema direita justamente pra poder. Eles queriam fazer isso também no congresso. É isso, assim. Eles pegam as substâncias, as drogas, pra poder fazer pânico moral e eles conseguem. Olha. Onde? Nossa, você está nos devendo, então, uma conversa sobre psicodélicos que não deu pra entrar na agenda hoje. Vamos, vou trazer alguém legal aqui pra conversar com a gente. Vamos fazer juntos, então. Eu acho, realmente, que seria bem interessante fazer uma rodada aqui sobre esse tema dos psicodélicos. Pode ser? Vamos, vamos sim. Vou tomar uma dada. Fala. Ó, o último. Eu estamos terminando, né, que a gente tem um outro convidado. Eu só quero agradecer de novo esse espaço. Eu acho que é fundamental a gente ter aqui no faro Brasil o espaço que você propõe pra gente poder discutir isso, pra gente poder pensar essa saída à esquerda radical do que pode ser uma política de drogas e dizer que esse é um ano eleitoral. Então cobrem aí dos candidatos de vocês um projeto de política de drogas, que seja decente que faz a frente a isso que a gente está vendo dentro do governo e dentro da direita, da extrema direita do Brasil. E a gente precisa de ter isso na ponta da língua, na ponta do lápis, o que a gente faz com os bilhões dentro da nossa visão de redução de danos. Isso tem que estar, é um ser projeto pronto, feito, baseado em ciência, baseado em saúde, baseado em patia e contra tudo isso que está posto. Então, obrigada pelos passos. Bom, legal. Então, a, em junho, a Luna volta pra gente fazer uma conversa que eu acho uma conversa necessária sobre esse tema dos psicodélicos. Super obrigado, Luna. Sempre muito orientador pra nós aqui. Deu obrigado a meu domingo. Tchau. Muito bom, muito bom. Saludo, na verdade, muito boa. Bom, seguinte, agora eu vou trazer uma pessoa que foi muito pedido pra gente falar, que é o demograse dizendo, Emmanuel Setelinhas presente sempre, o Emmanuel Setelinhas que eu não conhecia, fiquei conhecido a partir da segunda-feira, ele deixou uma foto dele aqui. O Emmanuel Setelinhas foi assassinado na última sexta-feira lá em Vila Velha, do Espírito Santo. A foi assassinado a tiros quando, bom, o Emmanuel Setelinhas é um rapper, bem relevante e muito querido, especialmente lá no Espírito Santo. Então, para além da atividade artística dele, ele tinha também uma atividade muito forte como no universo da cultura, da produção cultural, no universo do ativismo social, e ele, de fato, estava numa convivência com moradores de rua, estava conversando com pessoas, como diz o padre Júlio da Celótica, refugiados urbanos lá nesse barro IBS, em Vila Velha, quando foi assassinado. Apenas 45 anos, então, menos fotos dele aí, e ele é um rapper que tem uma relevância grande nesse universo musical também. Setelinhas, deixa eu só mudar aqui, vou tirar. Pessoal, ele ojando muito, muito, a Luna, e começa os comentários aqui já, no pessoal sobre o Setelinhas. Setelinhas, que que é Setelinhas? Então é do meu universo mais próximo, mais tem algum conhecimento. Setelinhas não banda, são as linhas que organizam a força. São verdadeiro, que compõem verdadeiros campos de força. Fé amor, conhecimento, justiça, lei, evolução, conhecimento. Então são essas as Setelinhas, que organizam a sua presença no mundo. Emmanuel, Setelinhas muito, muito forte. Quero agradecer demais a Camila Paulino, camarada da Alternativa Comunista, lado do Sol, do Espírito Santo que é. Foi quem fez essa ponta, nossa aqui com a Maerianimatos, que é filha do Emmanuel 7 linhas. Obrigado Camila, obrigado mesmo pela sua mobilização e pela sua sensibilidade também. E a Maerianimatos que vai entrar aqui. Com a gente como eu disse, filha do Emmanuel 7 linhas, a estudamento de China lá no UFIS, na Federal do Espírito Santo, coordenadora de políticas públicas de saúde, da DNA, é ativista social e produtor cultural. No sangue está na família. Maerianim, muito bem-vinda, nossa, nossos sentimentos. E um a você? Bom dia, eu estou muito nervosa e emocionada, quero agradecer à oportunidade de estar aqui a sensibilidade de vocês por esse trabalho combative que vocês fazem. E por entenderem a importância de trazer esse legado que meu pai deixou. Muitoíssimo obrigado. Obrigado você por ter vindo, eu sei que não foi fácil, não é? Então a decisão de vir aqui, então recente não faz nenhuma semana, eu vou assinar o teu pai. Antes de falar do que aconteceu, fala dele para nós. A presidenta, para quem não conhece, para quem não é do Fírito Santo, para quem não é do mundo do rap, a presidenta Emmanuel 7 linhas. Meu pai é um multi-artista, ele foi multi-artista, então ele era escritor, poeta, cantou, dançarino, ele transitava por diversos tipos de arte. Ele também foi um educador social, desde que eu me entendo por gente ele estava ouvido em projetos sociais. E ele também foi um ativista político, porque a partir do momento que ele se entende um ponto de homem negro, ele entende que era inevitável e não era possível viver de outra forma, se não ser um ativista sobre o próprio corpo e sobre o coletivo. E ele tinha 45 anos, ele morreu um exatamente o mês antes do aniversário dele, que é no dia 8 de junho, ele ia fazer 46 anos, ele acabou, ele é filho de Luisa, que é uma mulher muito forte, que é minha avó, que como ele mesmo disse, "essa é o emprego do Améxico para a única negra da Universidade Federal do Costigografia na época da ditadura militar, e trouxe toda essa consciência política e humana para ele, uma mulher negra, e ele é pai, meu pai, e pai da Iara, que ele dizia que era suas maiores obras feitas." Legal. Eu gostaria aqui essa foto dele, com o chapéuzinho, e é o mesmo chapéu que o traele atrás dele. Sim, ele vende alguns livros e fazia a disposição, e eu me montei para deixar com uma homenagem aqui atrás com chapéu, e alguns dos livros e cede dele que ele compartilhava. Você acompanha, deixa eu ler alguns comentários aqui, e já faço uma questão para você. Olha, está aqui, o Red York, bem-vinda Mariana, Maireanne, meus sentimentos para você e os seus, a demograssinha, bem-vinda, mana, imagina que você conhece, ela te conheça, pelo que eu deu pra entender aqui, não sei quem é, não é, é o nome, o Nickname dela. O Rafa Samp, para dizer, "Fique tranquila, Maireanne, você está em casa entre amigos. A Camila Paulino, que é quem, como eu agradeci ela, que fez a ponto entre nós, Mariana e você semente de um legado enorme, nosso amor, nossa força. A presença do rap, te acompanha a vida inteira, deis a infância por conta dessa dimensão artística, o seu pai? Eu, toda a referência cultural, intelectual, eu tenho do meu pai, o meu pai, ele sempre teve isso muito forte, a gente, eu estava mexendo algumas coisas para procurar um livro, do meu pai te afado pro ler, eu não li esse livro de jeito, nem eu falei, eu vou ter que ler agora, esse livro você que você de ler, mas eu não livo que eu achava difícil de ler esse. E aí eu estava procurando, eu achei uma agenda dele, de 2003, eu tinha, eu nasci na 98, então, aí tinha lá, no meio dos compromissos com um cursinho popular da época, que era o Eduardo Cal, que era um cursinho para jovens periféricos acessarem a universidade, tinham poesias, tinha tudo isso, e então ele era essa pessoa, sabe a gente em cima da mesa que ele, na mesa onde ele ficava, tinham muitos livros, muitas poesias, era impossível conviver com meu pai, não se envolver com essas coisas, então, desde como entendo o gente, eu sou acostumada a fazer isso, tanto que muito pequenininha eu lembro que eu ganhei um concurso de poesia, porque por conta desse incentivo sempre escrevi, eu sempre vi, é que é muito do exemplo, você vê a pessoa fazendo, e minha avó é muito, meu pai é muito, então eu vi fazendo, e aí já era uma coisa natural para mim, então toda essa questão sempre veio muito forte. Ah, minha avó está aqui, minha avó está do meu ladinho, assim, né? Ela quiser aparecer, voltá, viu? Obrigada, ela está falando, meu namorado, que meu pai aprendeu, olhe só, 5, 3 anos de idade, jornal. Então essa questão da leitura, minha avó é professora, na sempre foi muito presente na vida dele, e na minha, consequentemente. Sim, sim, ó, a Camila Zenda, e mano, ela tinha uma sensibilidade gigantesca, quem não conhece vale a pena procurar nas redes sociais, aí a dica dela. O Mariana, e você está estudando medicina? Sim. Então, o que você está me dizendo é que vocês tenham uma família a partir da sua, como chama sua avó? Luisa. A partir da Luisa, né, em que olhar para a leitura, para a cultura, para a formação foi considerado muito relevante. Sim, eu, quando a gente vem de uma realidade periférica, de uma realidade precarizada, né, é muito interessante, como quando um da família acessa, aquele espaço, que vai abrindo portas para outros acessar. Então na minha família, minha avó foi pionera em acessar o espaço da universidade. E depois dela, isso foi abrindo portas dentro dessa família, né, então hoje eu tenho brinhando, já formado, meu pai ele fez, ele não concluímos, ele fez filosofia na UFIS, então isso vai abrindo portas para a família. E minha avó, muito tempo atrás, ela comentou comigo, que ela tinha vontade na época, deve fazer medicina, só que para uma mulher negra, que foi empregada do Médio Criança, e que concluiu esse no ensino médio no lejo, era muito difícil imaginar isso. Então ela entra em geografia na UFIS, na Siforma, e a partir disso ela vai abrindo essas portas, tanto que ela mesmo foi professora do meu pai, na época que ele estudava aqui num barro próximo. Então, eu acredito que esse papel muito importante da educação, ela vai amplirando as portas, por mais que eu sempre falo que quando a gente quer ir na barreira, se crie uma outra barreira ainda mais forte, ainda mais difícil para ser superado, por isso o nosso papel, quando a gente acessa esse espaço, de continuar lutando para que outros venham. E aí você vai estudar medicina, aqui ela não se está em medicina? Estou no quarto período, ela é no segundo ano. - Segundo ano? - Sou vendo início. Vai se ter feito um curso antes, é isso? Sim, eu tinha feito. eu fiz eletrotéquica no Instituto Federal e fiz direito na UFIS antes. - Você é formado em direito? - Não, eu parei o curso para poder fazer medicina que é a portugera. - Legal, você está gostando? - Eu estou gostando. E qual é a realidade na fala de aula na UFIS atualmente? Você é a única mulher negra, não já tem mais gente também, mas mulheres negras, homens negras, como é que é a composição hoje lá na UFIS, na fatulada de medicina? Nós temos, sim, outros alunos negros, inclusive uma das minhas amigas da Amina negra periférica, que tem filhos, né? Então eu tenho inclusive um colegre que ele tem 47 anos também negro, que quando ele é o que é apresentador da emperor que é muito emocionado, porque é muito parecido com a idade dos meus pais que foram pais bem jovens. Então a realidade que ainda é um curso extremamente utilizado, extremamente embranquecido, mas a gente está lá resistindo e não é fácil, não é fácil, porque primeiro que entre nós nós temos os fraudadores, que é uma coisa que eu sempre bato nessa técnica, né? Que ainda infelizmente existe muita fraude de volta dentro das universidades, então nós temos essa galera, ou seja, nós não somos os tanto que poderíamos ser dentro das universidades. E nos que estão ali, nós vemos como são realidades totalmente diferentes, né? Por exemplo, o pessoal agora está num momento de pagar a formatura, que é extremamente claro. Então as pessoas que são cobs, que vão pagar a formatura, é uma correria muito grande para conseguir estar ali, são muitas outras demandas diferentes, né? E é engraçado como a gente vai se juntando meio que sem perceber quando você vai ver ou resistir um grupo em um senhor redor de suas pobres, outras pessoas negras, que vão quase como uma identificação natural na meio da quele das outras pessoas que vão se encontrando e se juntando. E se fortalecendo também, né? Porque eu acho que é um pouco disso, meu pai inclusive tem um amigo que também tem outro filho, outros, desculpa. Ele tem um amigo que também tem filho que faz metina, que também é um amigo. Então a gente vai se encontrando e se fortalecendo. E aí inclusive a deném que é uma entidade representante de medicina foi a primeira vez que eu vi assim tantos de sonente de medicina tão engajados politicamente. E é negros também, né? Que estão ali gostando de criar uma outra, uma outra perspectiva sobre a medicina, uma medicina consciente, política, uma medicina humanitária. Então eu conheci no final, no início desse ano, ele precisava de um congresso aqui em vitória. E pra mim foi uma experiência muito importante. E muito assim que às vezes com tanta inconsciência, inclusive elitizados, aí eu falo que não só da medicina do direito também, se sente um pouco sozinho. Porque você já é um corpo que incomoda ali. E ainda é um corpo que incomoda com consciência. É, realmente duro. Eu até falei esses dias do um dia que eu estava com paciente lá no hospital das clínicas, que é o hospital de universitário. Enquanto a gente estava ali, o meu professor estava falando com uma monitora assim sobre o meu nome, que abaixo a renda muito criativa na hora de escolher o nome. E eu lembro que na hora eu me senti muito melhada assim. Eu me senti muito, muito triste porque o meu nome, Mary Anne, em homenagem a minha mãe, e foi o meu pai que escolheu. E aí eu fiquei muito triste, inclusive foi uma disciplina que eu até fiquei de recuperação por muito pouco ponto. E a gente não sabe por que. É aquilo que a gente quer o conversão com outros alunos negros, eles não falaram. Só era assim, olha. Não se preocupa quando você ficar de recuperação. A gente tem que ficar de recuperação em algumas coisas. Mesmo às vezes por pouquíssimos pontos. E aí eu lembro quando eu vi ele falando, "Eu fiquei muito triste assim, eu fiquei me senti muito melhada." E aí são espaços que a gente precisou ocupar mesmo, não tem jeito. E a minha avó passou por isso, imagina. Ela ouvia piados com o nome dela, com o seu nome dela, ou desde a época. Então é uma coisa que a gente sabe que acontece, a gente denuncia e a gente resiste. Um vítula aqui dizendo o seguinte, passei por algo muito parecido na Universidade 15. Ou seja, o racismo é algo que acompanha a vida da sua família desde sempre. Então. Sim. E segue acompanhando assim, o meu pai morreu na sexta, na segunda universidade da minha irmã, filha do meu pai de 11 anos, na Iara. E aí a comemoração é cena de a dez, do mim. Então foi lá na comemoração, a gente se escolheu um espaco, uma blusa do meu pai. E aí no final da comemoração, a mãe dela estava me contando das coisas que aram sofre, do racismo que a wasôf na escola. Eu lembro que assim, eu fiquei muito chocado porque eram experiências muito parecidas com a minha. E era muito jovem, né? Então é muito doloroso, porque quando você é um corpo negro, desde a infância, essas coisas são as, elas te marcam, não tem, não tem escapatória, né? Inclusive, e aí falando do meu pai, meu pai sempre sentiu voa a gente até, primeiro que ele nunca negou da gente o direito de ser que nós somos. E ele sempre exaltou a nossa negra, então ele sempre sentiu voa a gente a manter a cabeça de vida, né? Se fosse chorar chorar em casa, você não vai chorar na frente dos seus alôsis. Então a Iara, inclusive, ela ouviu isso, ela ouviu que ela, a mãe da Iara ouviu que ela era muito metida, era uma criança metida. Porque é isso, pai, sem falar pra gente não baixar a cabeça, sem falar pra gente saber que nós somos e não baixar a cabeça porque a gente enfrentar esse tipo de situação. Então é, é uma trajetória, sim, muito dolorosa, mas que a gente segue de que a ver ser seguida tentando nos manter firmes, né? Sim, olha muito forte isso, a gente que família bonita. Agora a família atravessada, geralmente, o que você tá tentando da sua irmãzinha de, fez 11 anos agora, né? Sim. De você, um pouco mais velha, do seu pai, da sua voa, é o quanto esse país se mexeu pouco em relação ao racismo, né? O quanto a história vai se repetindo da tua voa, do teu pai, de você, da sua irmã, né? Como as histórias se repertem, quanto a presença do racismo é uma constante na história da sua família. Sim. E da sua família, né? Sim. Sim. Musível, acho que é até muito simbólico o dia de hoje, que é o dia que se fala da bolição e a gente questiona que a bolição é essa, né? Porque tem até um áudio que eu coloco, que eu postei, que meu pai na época que eu tava fazendo a comprovação de renda, ele tava morando em São Paulo, eu não passei na UFZ e medicina. E aí, com um processo de ficha tanista, porque eu sofri, inclusive, da assistência social, sofri um certo tipo de acelho. E aí, sim, que ela questionava minha base familiar e tudo mais. Eu lembro que eu falei até até a tal, olha só, eu tô aqui conversando com você, com meu computador de trabalho no mão, quantos pessoas que passam em medicina trabalham oito horas por dia, o cellite, sabe? Ela comparou com o aluno que tinha entrado por renda e a família dele tinha um milhão e reais guardado no banco. E assim, eu trabalhava de carteira assinada, né? Então era uma coisa que não tinha muito sentido. Até a questão do meu namorado na época, que ele poderia até perder a vaga deles, fosse uma questão de fraude. E aí, ele me mandou um áudio nessa época. E ele falava justamente disso. Ele falava que comida na mesa não é privilégio, sabe? Porque às vezes, quando você é uma pessoa negra consciente, você se sente culpado de ter o básico. Então nossa, o meu família privilégia de estar dentro da universidade. Como a família privilégia de ter comida na mesa. Isso não é privilégio. São direitos básicos. E aí, inclusive, eu vi muitos comentários questionando "Ah, porque era um lugar de noio onde ele estava, as pessoas foram com as palavras?" E aí, quando eu comecei com minha vôme, eu vou falar "E se fosse?" "E se fosse?" Não são pessoas. Então, assim, pessoas são pessoas e isso é o retrato do racismo. Quando você tem uma rua, com pessoas em condição de rua, com pessoas que têm adicção e o Estado não olha aquilo com uma questão de saúde pública, isso é um projeto, né? Se todas as pessoas em volta sabem que ali é uma rua com pessoas que estão em condições precárias de existência e não é feito nem nada, isso é um projeto. E elas não podem ser mais violentadas por conta disso. Então não importa, porque não foi só meu pai que morreu, morreu também uma outra, que estava em condição de rua, que era a catadora de recicláveis. Esse movimento não pode ser só porque meu pai era o artista pela pessoa que ele foi. Mas também, por conta das pessoas que estão ali, das pessoas que estão ali que elas não podem mais ser violentadas, nem por outros, nem pelo Estado. Porque elas já estão em situação de vulnerabilidade extrema. E aí é um ponto importante também, é quem? Porque quando se fala da questão "Ah, que são pessoas que estão usando drogas, tinha a guenta. ficar com fome, com frio, com calor, sem ter local, fazer suas ingéneas básicas. Tranquilo, porque é isso quando você estudar medicina quantas pessoas que estão em jornada 6 por 1 em condições de trabalho precarizada, todo dia não tomam uma cervejinha, alguma coisa para relaxar o corpo conseguir tirar as dores emocionais e físicas desse emprego precarizado. Então as condições que a gente vive, também dizem muito sobre a forma que a gente vai conseguir lidar e nós estamos em uma verdade no FASADA. Não tem uma política pública de fato, é efetiva para isso. E aí meu pai, ele morreu justamente daquele que ele denunciava. Aonde antes dele morreu ele tinha feito um comentário sobre aquelas pessoas, sobre a violência, que aquelas pessoas estavam sofrendo. E o ponto mais interessante é que eu falei com a minha voz, porque a gente não sabia, ele não comentou com a gente isso. Eu falei, vou e saí com o detalhe, se a gente soubesse, a gente fala assim, "Pai, por favor não vai lá, ele não deixaria de ir, porque a espera dele, ele era essa pessoa, ele enxergava todas as pessoas como pessoas, então ele jamais deixaria de estar no espaço, seja por que fô, porque ele enxergava que ele estava antes próximo de estar ali naquela situação do que eu contrário de estar do outro lado daqueles que violenta essas pessoas". O Ariane, então muito impressionado, sabe, com essa. essa erança da sensibilidade, né, visível que você tem do teu pai, mas a gente gira a tua volta, também, não, sensibilidade muito aflorada. E essa capacidade rara que você tem de articular a partir da tua história familiar, da história do teu pai, olhar pro cenário das políticas públicas do país, da luta de classes e aí voltar, falar pro teu pai é nossa, "muito", se eu te for não tal a coisa, você não queria não responder. Quando você não sou você tem? Tem 27. Mininha, não, impressionante, muito, muito impressionante, essa tua combinação de articulação, tem estabilidade, não é, muito rara, efetivamente, muito rara. Ariane, por que sete linhas? Acho que você descreveu bem, são sete linhas da unbonda. A minha voa ela sempre foi da religião bonda, o nome do meu pai, Luiz vem do cardecismo, então sempre foi uma referência na nossa família. Legal, interessante. E deixa eu ler dois comentários, que chegar aqui, alguns comentários, deixa eu ver aqui. Ó, é tua voa que você está falando com você aí? Ela pediu para falar o nome todo o meu pai, que é Luiz, é Manuel Pinto. Legal, Luiz é Manuel, por causa do Espiritismo, né? Ela está aqui comentando, ela vai comentando junto com o Nitha. O Pola que ela não vai escapar, ia aparecer um minutinho aqui, mas deixa ela lá, vamos terminar a nossa conversa aqui, se ela quiser, claro. Olha, a esquerda comunista, não vamos nos levar, pois temos raizes profundas. O racismo, a violência, tem cor, força, família, o buntu. O Jogu Chakra, o depoimento raro e inspirador, meus sentimentos pelo seu pai, minha solidariedade, essa mulher forte, criativa, valeu demais, Mariane e Farol do Brasil, a Camila, a senhora uma potência, Mariane, a demograssinha pergunta, Mariane, como está a vacinha, que vacinha ela está falando? É porque, que acontece. Eu trabalhei durante a minha semana de aula inteira e depois eu vi que não era possível, que é um curso integral, e aí, no momento eu não estou trabalhando e aí os custos do funeral fô, na minha voz. E aí eu fiquei muito preocupada com os escufferos e meus deus. É uma diva que fica para a minha voz sozinha na equilidade, e aí eu tive essa ideia da vacinha, falei com alguns amigos meus e do meu pai, todos apoiaram que meu pai era essa pessoa, ele podia não ter um real no bolso. Se ele visse alguém com alguma dificuldade, ele abriava aqui em por ele mesmo, e às vezes ele até, meu pai foi muito ácido, então assim, ele até marcava a roba deputado tal. O que você vai fazer para ajudar? Ele era assim. Então, eu falei assim, 20 mil pai já teria até feito isso. Ele nem estaria pensando, e aí eu lancei essa vacinha com a ideia de conseguir pagar esses encargos do funeral. E aí essa vacinha, na verdade, foi muito bem, gente ficou muito pressionado, as pessoas foram muito solidárias assim, e que eu pensava assim, "Pô, meu pai tem três mil seguidores. Se cada um doar um real, a gente já cubre muita coisa em terra, eu nunca pensei que as pessoas de um doar, mas que isso porque eu sei que é difícil, né? Eu sei que as pessoas que também têm suas demandes, e aí essa vacinha, ela foi até outra passando valor, e aí eu até falei com a mãe da minha irmã, que a gente pode ajudar, inclusive, na questão psicológica, porque a minha irmã tá muito abalada com tudo que aconteceu, e aí surge essa vacinha nessa intenção, e assim, as pessoas foram extremamente gentis de solidárias assim, sabe? Eu quero agradecer, inclusive, essas pessoas não só pelos comentários, mas por ter que eles têm ajudado tanto, assim, a gente, eu coloquei ele qualquer valor, já seria muito bem-vindo, mas as pessoas ajudaram assim de forma tão bonita, sabe? Então queria muito agradecer, porque eu sei que não é fácil, mas muito obrigada. A vacinha parou continuo? Eu a gente falou, se vamos deixar durante essa semana aberta, para quem quiser ajudar, tudo mais, porque existem pessoas que falaram, "Ai, eu tô esperando um dinheiro, tá muito bem, vamos deixar aberta, mas tá tudo bem, a gente consiga cobrir os cursos, só aberta nessa alguém que exerce a vontade de doar, pode fazer isso? Como é que faz isso? É no pico da minha voz, que é o número de celular, 979902, 969902, 8034. 9,9,020, 8034, é isso? Isso, o número de 27. E vai aparecer o nome da Luisa? Vai. Então, se você quiser, a gente participar da vacinha tá aqui, 279902, 8034, tá bom? Fica aí a dica para quem quiser. Deixa eu mostrar aqui, uma última questão. Então, então, ele tinha essa convivência, essa vivência com o povo da Ruiz. Então, até tem duas histórias que, para a missão, muito ilustrativas, a primeira é que o Tevo Natal, que ele estava passando com as pessoas em condições de rua, do IBS mesmo, já foi a gente que ia ter que falar "Ai, não vai falar, é um bairro?" Pera pela casa de vocês ou não? É onde, e se é onde que aconteceu o assassinato? Mas vocês moram, não é IBS, não? Não. E aí ele estava passando, ele seio com essas pessoas. E uma outra história que ele me contava, a gente uma vez, ele tem um amigo que estava em condições de rua, e aí o time falou assim "Pera aí Luiz, que eu vou conseguir o almoço para a gente". E aí esse amigo saiu quando ele volta, ele volta com a comida dentro de uma caixa de sapato. E aí o meu pai me contava "Feliz sim pai, mas você comeu e ele falou "Como não, comeria". Então para ele não tinha distinção, não era como essas pessoas em condições de rua, eu tivesse em outro lugar que ele não estava. E aí ele tinha essa vivência muito forte assim, ele conhecia essas pessoas, para ele não eram pessoas simplesmente, essas pessoas tinham nome. Então por exemplo, quando a gente contrava uma pessoa em condições de rua na rua, que é a amiga do meu pai, ele não fala "Vai, isso aqui eu moro. " Ele fala "Ele chamava pessoa pelo nome, isso aqui é tão longo, isso aqui é tão ciclano". Porque ele tinha essa vivência muito forte com essas pessoas, ele tinha essa indensificação muito forte, era uma coisa que por isso que eu falei assim que independente se a gente falasse "Pai, que favor, não vá ali". Ele não ia deixar de nunca, porque para ele era assim, é uma rua que existem pessoas com suas histórias. E aí, se voltando até a questão que você trouxe da política, a gente acabou de sair de um governo Bolsonaro, onde a população de romantou de forma extraordinária, onde a desemprega ao funcionivo é esquecimento, onde várias pessoas perderam emprego e foram para isso. Então assim, essa população aumentou, essa população continuou sendo invivibilizada, e meu pai enxergava essas pessoas como elas são pessoas com direito, sentimentos e histórias, que não podem ser pagados. -Ega, aqui bom. Já se sabe que é em Matota Pai, por que que mataram? Não se sabe, até quando eu fui no MLE fazer reconhecimento do corpo, eu até passei em informações diferentes porque o que isso sabia eram buapos, né? Na época e as investigações estão sendo feitas, então eu ainda não tenho nenhuma informação sobre o que, o que de fato aconteceu, eu não tenho essa apuração, o que eu sei, são o que as pessoas comentam, é isso, é hora que a gente soube, a minha avô estava só zinha depois da minha tia que a irmã do meu pai chegou junto com a minha tia que a irmã da minha mãe, eu as foram até o local e lá quando eu chegaram as pessoas que moram ali, já identificaram elas e sabiam quem era meu pai, contaram, mas eu não sei dizer de fato o que aconteceu, o que muito se fala que meu pai estava no lugar errado na hora errado, porque ele não tinha algum problema com alguém, ele não tinha alguma, igual algumas pessoas falaram de dívida, ele tinha nada disso, então realmente foi um atentado e inclusive tem um comentário do próprio meu pai de alguns dias ou um dia antes, eu não sei do acontecido, que ele denuncia isso, que ele fala que as pessoas estão sendo atacadas, ele fala que perderam uma irmã em condição de rua e tudo mais e as pessoas têm denunciado alguns grupos de termino aqui em Vilavelha, eu não sei se foi isso, mas existem achos hipótese porque é exatamente uma população extremamente vulnerável, se viu né, é claro, é lógica do capitalismo, quanto mais fraco você é quanto mais lá na ponta, você está mais ou seja orientado, mais ou seja agredido, mais capitalismo, além de tudo é um sistema muito covard, muito covard, tá bom, deixa eu mostrar aqui um trechinho de manual, 7 linhas, deixa eu ver aqui, para quem não conhece, para quem conhece, para todo mundo. Mas carados trocados, para calmar o coração, e a minha filha, um isolado lado a lado, confinado em compação, o bacheiro ou o coveiro, vê na mesma salvação, e a minha filha perguntou, "Bai me diz quando eu vou te ver, Bai me diz quando eu vou te ver, E eu não tinha visto um bacheiro, mas eu não tinha visto, mas eu também não conhecia, vi junto com você aqui, essa nossa toda a venda, essa frase musical, coética, né, minha filha perguntou o pai quando eu vou te ver, né, se mone lima de meus sentimentos a família, jovens com a Mary Anne, e ensinha a gente desperança no país melhor, assim seja, Mary Anne, sua avó, que dá uma palavrinha para nós ou não, fica crescendo em fortão, que ela não quiser ser em programas nenhum, ela já está bem presente na entrevista, tranquilo, tá, peresso, bem bom, não, ele está bem, pera, está bem, oi Luisa, nossa, que neta você tem a muda, impressionante, tu impressionado com ela, para bem, eu tenho bastante juiz nessa cabeça aqui, não, é uma sabedoria, ela tem uma cabecinha branca, lá do dela para orientar também, tu não está com dois ou, ela está bom, tá bom, Luisa, como está o ser? Quebrada, imagina, imagina, ele foi meu companheiro antes muito tempo, era só nós dois, assim, bastante tempo, depois aqui veio a neta, a Nora, mas ele foi meu companheiro por muito tempo, e essa estava, fiquei muito impressionado, né, quando a Mary Anne foi falando, dessa atrageitoria familiar de vocês, como você vai fazer, que não foi no governo Lula, não foi durante a ditadura, que você rompeu esse ser com essa cerca e foi fazer a universidade, estourou professora, então, que a Patrou perguntou para quem que bugre queria cultura, eu nunca fui de ficar calado, eu vou responder para ela, quero não falar mal da minha mãe, como ela fazia da dela. Sensacional, racista filha da mãe. Eu não conhecia teu filho, eu vi falar dele na segunda feira, quando chegou a notícia, por uma amiga, a caminho da Paulino, aí do Espírito Santo, é de vitória que falou da morte, só assinar tudo, e aí fui atrás e conversar com ela, e aí ela fez o contato com a Mary Anne, nossa história de família maravilhosa, muito única, e ao mesmo tempo de tantas famílias pretas desse país, né? maioria, né? maioria presente nesse país, nossa, mas a família negra mesmo com um legado de passado, fôs ali, o forriados, mas largados, né? tem nada, assim, e a gente tem que correr atrás, né? Aliás, eu tive que me correr atrás, não, eu não quero entender muito, visível o teu sofrimento, como você disse, você está quebrada, né? vamos cerrar esse entrevista, você falando para nós, assim, que Emmanuel deixa para nós, para toda essa sua família, o povo que está conhecendo ele hoje, né? o que fica de Emmanuel, que mensagem, que carinho, que afeto, que história fica de Emmanuel para nós? que a luta dele não tenha sido igual, né? a gente continua aí brigando para que o povo negro tenha vez na vida, não sei, já estou massacrado como a gente vê, eu queria que todo mundo tivesse um, um seu lugar na vida, uma moradinha, comida, né? era isso que ele deseja, ele fazia questão dele com ele, mas dá comida para os outros, e sempre foi o jeito dele, tá bom? a voa ineta, está faltando alguém aí no meio das duas, né? o Emmanuel, o pai, a filha, o pai, a mãe, a voa, olha, muito tocante, muito forte essa presença, orgulho da sua neta, você deve ter realmente muito grande, eu fiquei muito, mostra muito impactado, muito emocionado, muito impressionado com a presença da maireana, mas é bem vosso, foram um filho e uma neta realmente dignos de, que me preocupa muito, o pai dela outra vez, entendeu nas ações dele, então sempre, e eu falo com ela, cuidado, olha como foi, os amizades, nem todo mundo é amigo, né? Eu falei com ela, eu estou cuidado, não conta tua vida para os outros, faz de silêncio, que é bem melhor. Tá certo, tá bom, mãe de Ani, que avou essa que caiu para você, que privilégio, né, que pai, que avou. A gente fala que meu pai escolheu ela, escolheu ele graças a Deus, coisa de mim. Olha, graças tão enormes para vocês terem tido a coragem e a força, né, de estar aqui com a gente hoje, o que vocês aarem, o que quiserem, vocês têm agora aqui milhares de amigos aqui no Farô Brasil, é só falar, e vamos combinar desde já a maioria, que você volta quando quiser, mas já está marcado de você voltar aqui quando se for mais medicina, para contar esse histórico, o detalhe está bom, já fica desde a marca, tá bom? Eu quero agradecer também essa sensibilidade com a gente de trazer a história do meu pai, mas não como um corpo marginalizado, mas como um corpo artístico, potente, que somos nós pessoas negras, né, e agradeço por esse espaço, eu sei que é um veículo muito responsável, muito consciente, que está aí nas trincheras, por um Brasil melhor, por um Brasil para nós, e não para eles. Então, um instinto obrigado. Obrigado vocês duas, tá? Vinha caminhada que vocês têm uma boa companhia nesse luto serrado da família aí nas próximas semanas e até anos. Tchau, tchau meninas. Tchau, tchau, tchau. Obrigado. Obrigado, piscinais. Eu não esperava, não esperava por essa entrevista, não é? E fantástico, é muito forte, muito forte. Conheço um pouquinho do Emmanuel, não tem viste chance de conhecer, mas uma vez agradeço demais a Camila Paulina, por ter feito essa ponte entre nós, todo mundo acho que é muito emocionada, emocionada, né, a Beatriz, emocionante, o Vinícius também, muita força e amor para essa família, a memória do Emmanuel Sete Linhas não se perderá, tá aqui, ou é quando, é quando, é verdade, conhecido Emmanuel é o Aquim São Paulo, olha, legal, um cara de luta, uma grande referência na cultura, na luta por um país melhor, Emmanuel é o presente sempre, sempre, sempre, e vonente, tá, aqui é demograssinha, aqui conhece, conheceu ele, Emmanuel Sete Linhas, presente, sempre, gente, obrigado pelas mensagens todas também, tá, obrigado às duas pela coragem da presença aqui pela força, pela delicadeza, pela poesia, né, as duas, né, avó e neta são poesias que andam, né, como pai, então como pai como filho, obrigado demais, a gente voltamos amanhã aqui no nosso amanhã Brasil, amanhã com a gente, deixa eu ver quem vai estar, perdi um pouco assim, o ritmo, um Thiago Machado, economista, o Mateus Oliveira, para falar sobre a vida e a luta dos trabalhadores escravizados pelo mercado livre, e depois o camarada Renato Freitas, né, também, assim como a Mariana, assim como a Luisa, o computador da luta, antes racista desse país, então até amanhã gente, obrigado demais, beijo, paz e bem para todo mundo, e assim, tchau. E o amor, nem sua, é la maôno.

Podcast Summary

Key Points:

  1. - Puhuja kuvailee omaa pihaa koskevaa kriisiä ja ehdottaa ratkaisuksi muhevaisen sijainnin hankkimista kasvien istutusta varten. - Teksti sisältää sekalaista puhetta, jossa toistuvat ilmaisut "tärkeää" ja "kriisi", sekä mainintoja ajasta (minuutit). - Myöhempi osuus käsittelee Brasilian politiikkaa: Lulan ja Flávio Bolsonaron hallitusohjelmien vertailua. - Keskeisiä yhtäläisyyksiä ovat uusliberalistiset linjaukset: meno-katto, laajat yksityistämiset, terveyden ja koulutuksen rahoituspohjien poisto, sosiaaliohjelmien rajoittaminen ja eläkeuudistus. - Eroina mainitaan toteutuksen intensiteetti, kiima ja nopeus: Lulan odotetaan olevan maltillisempi, mutta silti toteuttavan samoja uudistuksia.

Summary:

Tekstin alkuosa käsittelee henkilökohtaista pihaan liittyvää kriisiä ja kehotusta hankkia muhevaa maata kasveille. Tämä osuus on hajanainen ja toisteinen, painottaen sanoja "tärkeää" ja "kriisi". Varsinainen sisältö siirtyy kuitenkin Brasilian poliittiseen analyysiin, jossa vertaillaan Lulan ja Flávio Bolsonaron hallitusohjelmia.

Puhujan mukaan molemmat ehdokkaat ajavat uusliberalistista politiikkaa, joka sisältää meno-katon säilyttämisen, laajat yksityistämiset julkis-yksityiskumppanuuksien kautta, terveyden ja koulutuksen rahoituspohjien poistamisen, sosiaaliohjelmien rajoittamisen ja eläkeuudistuksen. Eroja on lähinnä toteutuksen intensiteetissä: Lulan odotetaan toteuttavan uudistuksia pehmeämmin ja hitaammin, kun taas Bolsonaro toimisi radikaalimmin ja nopeammin. Esimerkkinä mainitaan, että Lulan kaudella yksityistämiset ovat lisääntyneet merkittävästi, erityisesti tie- ja infrastruktuurihankkeissa.

Puhuja korostaa, että vaikka eroja on, molemmat ohjelmat ovat pohjimmiltaan samanlaisia ja haitallisia työväenluokalle. Lopuksi todetaan, että vasemmiston on helpompi taistella Lulan hallitusta vastaan kuin Bolsonaron, mutta kummankaan vaihtoehdon ei katsota olevan työntekijöiden etujen mukainen. Tekstissä viitataan myös paikallisiin esimerkkeihin, kuten San Paulon osavaltion yliopistojen tuhoamiseen ja yksityistämisiin eri osavaltioissa.

FAQs

Muhevainen on kasvualusta, jota saa Espoosta ja Helsingistä. Se auttaa muuttamaan pihan puutarhaksi.

Viisi yhtenevää kohtaa ovat: menosäännön ylläpito, laajamittainen yksityistäminen, terveyden ja koulutuksen vähimmäismäärärahojen poisto, sosiaaliohjelmien rajoittaminen ja eläkeuudistus.

Ero on intensiteetissä, nopeudessa ja rajuudessa: Lula on maltillisempi ja hakee legitimiteettiä, kun taas Flávio Bolsonaro toimii avoimemmin ja nopeammin.

PPP on tapa yksityistää julkisia palveluita, kuten teitä ja kouluja, ilman suoraa omistuksen siirtoa. Lulan hallitus on tehnyt tätä ennätysmäärän.

Lulan hallitus on lisännyt yksityistämistä PPP:iden ja toimilupien kautta, erityisesti teiden ja infrastruktuurin alalla, 103 prosenttia enemmän kuin Bolsonaron hallitus.

Lula suosii PPP:tä ja toimilupia, kun taas Bolsonaro tähtää suoraan valtionyhtiöiden, kuten Petrobrasin, yksityistämiseen.

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