Go back

Economia

18m 3s

Economia

O podcast apresenta uma introdução ao pensamento econômico ocidental, destacando a importância de analisar a economia no contexto histórico e espacial. A discussão começa com a crítica ao mercantilismo, que baseava-se no acumulo de ouro e prata, e avança para a escola fiziocrata, que propôs uma visão científica e liberal da economia, defendendo a liberdade de mercado e a propriedade privada da terra como fonte de riqueza. Os fiziocratas acreditavam que a riqueza resulta da produtividade, não da acumulação de metais preciosos, e que a intervenção estatal excessiva prejudica o crescimento econômico. Essa mudança de perspectiva marcou o início do pensamento capitalista. O texto também enfatiza a conexão entre economia e política, mostrando como os interesses sociais influenciam ambas as áreas. Além disso, é destacada a importância de entender o contexto histórico da economia, como a expansão colonial e o papel de países como Portugal, Espanha e Inglaterra. O podcast encerra com uma sugestão de leitura sobre Adam Smith e Marx, e reforça a importância de perguntar dúvidas no grupo para aprofundar o entendimento teórico e prático da disciplina.

Transcription

2456 Words, 14330 Characters

Portuguese
[Música] Olá, pessoal da economia, como estão? Tudo bem? Vamos lá, isso aqui é o nosso primeiro podcast, tá certo? O objetivo é explorar alguns desses aspectos da disciplina que estão presentes no ebook, mas também extrapolar e aprofundar um pouco alguns elementos fundamentais do capo da economia, tá certo? Bem, primeiro não deixe de conferir a aula que já está disponível, a aula inicial que já está disponível, que não assistiu a cista, que em quiser revê, é interessante, é bacana fazer. E vamos lá, vamos cair para dentro então, desse novo tema, né? Hoje nós trabalharemos a evolução do pensamento econômico, tá certo? Mais uma vez, é fundamental o domínio daqueles conceitos fundamentais que vimos na primeira aula, tá certo? Bem, quando vocês abrirem o ebook e vocês verão que existem lá duas habilidades específicas que devem ser desenvolvidas nesse capítulo, e elas são de extrema importância para a nossa disciplina, primeira delas. Compreender a origem e a evolução do pensamento econômico. Segunda, abordar os sistemas econômicos, tá? Nesse podcast, a gente só vai tratar do primeiro, né? Mas teremos um momento posterior, onde nós vamos abordar assim a caixão dos sistemas econômicos, que é um dos pontos, vamos dizer assim, full cries da nossa disciplina, tá certo? Então vamos lá, vamos começar a colocar alguns pontos fundamentais que já começamos a discutir o primeiro dia, mas que hoje a gente vai aprofundar um pouco mais. Primeiro ponto, a economia ela só pode ser estudada com seriedade, né, e com também eficiência, quando você sabe o lugar e o tempo que está sendo examinado. Por exemplo, não é possível estudar economia do Brasil de uma forma geral, né? Quer dizer, sem saber, depois de falar, economia do Brasil vai bem. Mas quando, hoje, né, a economia do Brasil, a economia que existe desde que o Brasil, vamos dizer assim, também existe, então a gente tem que situar essas coisas no tempo no espaço, né? Pra temos um exemplo, a economia da Russia hoje não é a mesma que era há 30 anos atrás, 40 anos atrás, né? 40 anos atrás, a Russia era a União Soviética, então vejo o mesmo lugar, ele sofreu mudanças, né? Então o primeiro princípio, examinar as coisas de acordo com o seu processo histórico, né? A economia, como ela tem a ver com a produção de bens, de serviços, como ela tem a ver com investimentos, a gente tem que pensar isso no campo da realidade, a gente usa teorias, mas essas teorias buscam, né? É explicar a complexidade da realidade, então esse é um primeiro ponto, tá? Um outro ponto, que eu acho que vale a pena também que vocês tenham em mente no começo, né, estudando economia, é que economia e política estão sempre conectados, certo? De que forma? Se vocês examinarem bem, sempre que tem uma crise econômica grave, você também vai ter uma crise política, e não raro crises políticas graves geram crises econômicas, então aí uma relação de influência fortíssima entre o campo da economia e o campo da política. Por que? Ora, por que, se você for parar pra pensar, o campo da política é o campo do interesse dos grupos, né? E a economia é o território desses mesmos grupos, eles atuam buscando os seus interesses sobre a forma de riqueza, sobre a forma de investimento, sobre a forma de trabalho, sobre a forma de lucro, né? Então essas duas coisas estão conectadas, tá? Vamos lá, então deixa superar desse primeiro momento, que então vocês levassem enquanto esses dois princípios, ok? Lembrando, se tiver endúvidas, vocês devem ir ao forno, coloca a dúvida, tá? E eu iria responder as dúvidas que vocês postaram. Lembrando que essas dúvidas são respondidas, eu vou acumular um certo número de dúvidas, então eu supo quatro ou cinco de vocês postam, tá? E o plano é até fazer um podcast de respostas, porque aí vocês podem ouvir, né? indo pra casa, treinando, tá? Enquanto tomar café, o que eu não recomendo, acho que é algo de comer ou de comer mais, e é dirigir ou dirigir também, mas, né? Se tiver o oportunidade de vocês podem ouvir, tá? Vamos lá, então um outro ponto de extremo importância, desespeitar o seguinte, o ebook ele vai tratar, tá gastando a origem do pensamento econômico, ele vai remeter a agressa, como nós também já fizemos, mas aí é uma questão que a gente tem que deixar claro, né? Quando a gente está discutindo a parte do ebook, a origem do pensamento econômico, a gente está discutindo a origem do pensamento econômico, no ocidente. Então, para o notário, começa na agressa, e depois ele vai para a Europa, né? A Europa ocidental, e ele desenvolve o pensamento a partir da Europa ocidental. Isso é importante, meus caros, porque? Porque isso diz respeito à visão de mundo, não é? A perspectiva de que quem escreveu o ebook tem sobre economia, tá? Isso é importante. Então é importante que a gente tem essa clareza, que as pessoas que escreveram esse texto, elas têm uma visão de mundo, elas têm valores, elas têm, vamos dizer assim, uma posição diante do que a economia, tá? Mas a frente a gente vai também aprofundar um pouco esse debate. Então, eu acredito que o mais interessante, a história econômina ocidental é esse tempo é rica, né? Nós temos lá a parte da agressa, com a expansão do elenismo, depois nós temos Roma, depois temos o fio da Lismo, tudo isso tem uma dimensão econômica forte, né? Mas para nós, interessa no primeiro momento estudar o mercatilismo, né? Por que, meus caros, o mercatilismo, ele foi um espécie de proto-capitalismo traduzindo. O mercatilismo foi um espécie embrião, né? De momento inicial para o desenvolvimento do capitalismo. Mas a verdade, eu não me recordo, que é o mercatilismo. Bem, meus caros, o mercatilismo foi um movimento de expansão territorial e consequentemente mercado, né? Que surgiu a partir da Europa, tá? E foi, vamos assim, eu vou estar entre aspas, né? Descobrindo novos mercados, descobrindo novas terras, né? Inclusive o Brasil faz parte desse processo. Nós temos aí dois principais países, tá? Que foram a Espanha e Portugal, mas o papel da Inglaterra, o papel da França, o papel da Orlando, né? Todos esses países tiveram papel de destaque também, né? E qual era o princípio, então? Era primeiro isso buscar novos mercados, também buscar fornecimento nesses mercados de especiarias, por exemplo. De especiarias, se eu não me engano, a primeira viagem de circo na navegação, ela trouxe tanta especiaria que ela deu 4.000% de lucro, né? Uma viagem de navio, claro que saíram, se eu não me engano foram 4 ou 5 navios, só voltou 1. Só voltou 1, mas ela trouxe muita riqueza, né? Muita riqueza, então o investimento inicial foi, ele deu um retorno de 4.000%. Por aí vocês tiram, então, o que é que fazer com que aquelas pessoas se aventurassem no mar, né? Sobre o risco de morte, de na ofragem, de serem capturados, ou seja, algo espantoso, né? E o que é que eles traziam? Eles traziam cravo, né, o cravo da Índia, tá? Traziam como, por exemplo, aqui, quando exploraram o nosso território, né? Traziam o pau Brasil, né, que ele também fornecia a matéria prima para uma série de produtos, e essa era lógica de mercantilismo, né? Você buscava, então, territórios, que você coloniza, você estrea a matéria prima, produtos, manufaturas que são consumidas na colônia, e o acidente faz o que com esse acidente, ele é devolvido, ele é vendido, né? Aquilo que não é consumido na colônia é, então, vamos assim, colocado no mercado, na metrópole, desculpe, é colocado no mercado da colônia, né? Então, esse é um ciclo que você já deve conhecer, tá? Mas curiosamente, então, a gente sabe que o mercantilismo ele acabou para alguns países, ele não foi uma coisa tão, vamos dizer assim, pelo menos há longo o prazo, bem sucedida, porque, se você examinar a Portugal e a Espanha, não foram os países mais ricos, dos últimos três séculos, porque eles viveram a expansão colonial, a expansão de riqueza, né? Muito ouro, muita prata, muitas especiarias, mas eles não desenvolveram uma indústria interna, né? Consistente, na realidade boa partida da prata, acabou financiando a revolução industrial que aconteceu na Inglaterra, vamos nos territórios que depois chamariam de Alemanha, na Holanda e na França, uma importante lição, né? Não basta riqueza, a riqueza, se ela não tiver, vamos dizer assim, conectada com o sistema produtivo, ela pode se dissipar, né? Duvres sobre isso, mas uma vez vocês podem colocar no forno, tá certo? Vamos lá, então esse é um primeiro ponto, tá? Com o tempo, vamos lembrar que o mercantilismo, ele acontecia no regime político onde reis dominavam um país e eles tinham a última palavra em termos de política, de economia e de justiça. Um dos maiores exemplos disso é o famoso "Reis Sol", não sei se vocês lembram, o "Reis Sol" francês, que dizia o que "leta a semuar" e outras palavras, o Estado sou eu. Então, eles centralizavam o poder político e também eles tinham total poder econômico, pelo menos não senti de ditas regras, de dizer que monopólios existiriam. Favorecendo "A", "O B", então esses aspetitos são interessantes de ser observados. Nesse cenário, vai suger a primeira escola de economia da história, está certo? E aqui cabe um book que vocês presten em bastante atenção. A primeira escola de economia da história é a escola fiziocrata, está certo? A escola fiziocrata. Bem, onde essa escola surge? Ela surge justamente na França, o que que ela pregava, basicamente? Ela pregava maior e verdade econômica, está certo? Essa escola surge no século 17, e ela influenciada pela revolução científica. Então nós tínhamos ali a influência de Galileu, de Kepler, de Newton, de Decar, de Gilme. E esses economistas, eles quiserem, vocês estavam chamando de economistas, mas esses estudiosos, eles quiserem trazer para o plan da economia o método científico das ciências naturais, ou seja, da física, principalmente, que era mais admirada. Daí o nome, então, fiziocratas, que significa o que? O governo da natureza. O que que eles defendiam? Se nós conhecermos as leis naturais de geração de riqueza, poderemos gerar riqueza em todo e qualquer lugar. E vale essa lentação, que os fisiocratas, eles queriam, então, o lemma deles era laisse-fei, que até hoje é conhecido como o lemma do liberalismo econômico. O que significa laisse-fei? Significa maior liberdade econômica. Deixe fazer, deixe passar. A ideia fundamental, qual era, mínima intervenção do governo. Vamos deixar a natureza trabalhar no campo da economia. Essa era a ideia fundamental, quanto menos intervenção, maior desenvolvimento. Algumas vocês devem perguntar, na paz eu não sei se eu entendi, me explique melhor, vou explicar. Imagina o seguinte, imagine uma planta. Essa planta precisa de água para se desenvolver. Ela precisa de adubo para poder ter uma nutrição e, assim, também poder crescer. Ela precisa da luz do sol. Quando você promove uma abordagem científica para o crescimento da planta, o que você faz? Você conhece as condições de crescimento da planta e fornece essas condições para que ela possa crescer. Você vai dar água, você vai dar nutrientes e você vai dar o sol na medida certa. A ideia dos psilocratos é analgar essa, é semelhante a essa. O que eles estão dizendo é, imagine que a economia é a planta. Então nós precisamos saber quais são os fatores que promove o seu desenvolvimento. E sabemos que interferência excessiva do estado iníbe o crescimento econômico. Então essa era a tese dessas pessoas. O que chama a atenção é que eles acreditavam e aí comece, então, a continuidade da segunda pergunta. Qual é a causa de riqueza de uma nação? No mercantilismo, eles acreditavam que a causa de riqueza, ou seja, uma nação rica, quando ela acumulava ouro e prata. Essa era o entendimento, essa era a compreensão dessas pessoas. Eles acreditavam, então, que ouro e prata eram fundamentais. E aqueles países, aquelas nações que tivessem acumulado e ouro e prata, elas seriam portadores da riqueza, ou seja, a chave da riqueza, o acumulo de metruras preciosas. Lembrando que, sepan em Portugal, trouxeram para a Europa muito ouro e muita prata vindo da América da África, principalmente da América. Basta lembrar da incofidência mineira e qual foi o seu tema. Pôr outro lado, se as ocratos vão dizer, não, não, não é bem assim. A coisa é um pouco diferente. A chave da riqueza é a terra, não é? É a terra. Só que a terra agora ela é percebida, não mais como ela é percebida no feudalismo, onde a porcia da terra, não é? Dava os tatos ao nobre, não. A terra agora ela é vista sob uma perspectiva econômica, o que se queda a terra é o quê? É produtividade, produtividade na agricultura, produtividade na pecuária, produtividade na extração de minerios. O que eles querem é o quê? Eles querem a liberdade para poder investir na terra e está aí da terra, então, riquezas. E aí tem um ponto muito interessante se observar. Eles estão começando, então, pensamento econômico de base capitalista, ou seja, a terra é um capital. A terra ela é a chave para a riqueza. E nesse diálogo, nesse debate, é importante ressaltar que. Como é que eu posso dizer isso para vocês? Vamos lá. Eles defendem a propriedade privada da terra, ou seja, o estado não pode arbitrariamente interferir na posse da terra. Em outros palavras, eles estão defendendo, então, a propriedade privada. Ou seja, se eu sou dono, eu tenho que ter garantiza, eu tenho que ter uma estabilidade jurídica para poder investir na terra, retirar dela a riqueza. Eles acreditavam que, nesse sentido, a nação toda, ela riqueceria. Então, vamos ficar por aqui agora, porque já vamos em 17 minutos, está certo. Mas o nosso diálogo vai prosseguir. Eu quero que vocês façam a leitura, principalmente, dois pontos, que são o liberalismo de Adam Smith, o Adam Smith, como alguns, como um pessoal pronúncia. E gostaria, também, que vocês deixem, olharem na parte que tatam de Marx. Está certo? Mas a frente retomaremos esse tema, e vamos aprofundar também um pouco dessa questão. Faça uma leitura atenta, então. Do ebook, que, com certeza, ela vai ajudar bastante, se precisarem de uma bibliografia extra, se quiserem aprofundar alguns desses temas, mais uma vez, vão ao foro, e deixem lá as suas dúvidas, cacheonamentos, e possíveis pedidos de indicação. É, pedidos de indicação, bibliográfica, está certo? Obrigado. Relém o no, ouçam novamente, com atenção. E, como disse, no caso de dúvidas, é só perguntar-los, está? Um grande abraço, e até a próxima.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A economia deve ser analisada com clareza histórica e espacial, considerando o tempo e o contexto geográfico em que se desenvolveu.
  2. Há uma forte interligação entre economia e política, pois os interesses dos grupos sociais se refletem tanto no campo econômico quanto no político.
  3. O pensamento econômico ocidental tem raízes na Europa ocidental, começando com a Grécia antiga e evoluindo pela Europa medieval e moderna.
  4. O mercantilismo, fase inicial do pensamento econômico, baseava-se na acumulação de ouro e prata e no controle de mercados, mas falhou em gerar indústrias internas sustentáveis.
  5. A escola fiziocrata, com base no método científico, defendia a liberdade econômica e a ideia de que a natureza (ou a economia) deve ser permitida se desenvolver com mínima intervenção do Estado.
  6. Os fiziocratas acreditavam que a riqueza vem da produtividade da terra, não do acumulo de metais preciosos, e defendiam a propriedade privada como base para o desenvolvimento.
  7. O pensamento fiziocrata marcou o início do capitalismo, estabelecendo a ideia de que a terra é um capital produtivo e que o mercado deve ser livre.
  8. O debate entre mercantilismo e fiziocratas é fundamental para entender a evolução do pensamento econômico e suas bases teóricas.

Summary:

O podcast apresenta uma introdução ao pensamento econômico ocidental, destacando a importância de analisar a economia no contexto histórico e espacial. A discussão começa com a crítica ao mercantilismo, que baseava-se no acumulo de ouro e prata, e avança para a escola fiziocrata, que propôs uma visão científica e liberal da economia, defendendo a liberdade de mercado e a propriedade privada da terra como fonte de riqueza. Os fiziocratas acreditavam que a riqueza resulta da produtividade, não da acumulação de metais preciosos, e que a intervenção estatal excessiva prejudica o crescimento econômico.

Essa mudança de perspectiva marcou o início do pensamento capitalista. O texto também enfatiza a conexão entre economia e política, mostrando como os interesses sociais influenciam ambas as áreas. Além disso, é destacada a importância de entender o contexto histórico da economia, como a expansão colonial e o papel de países como Portugal, Espanha e Inglaterra.

O podcast encerra com uma sugestão de leitura sobre Adam Smith e Marx, e reforça a importância de perguntar dúvidas no grupo para aprofundar o entendimento teórico e prático da disciplina.

FAQs

A evolução do pensamento econômico mostra como as ideias sobre riqueza, produção e mercado mudaram ao longo do tempo. É importante porque fornece contexto histórico para entender como as economias modernas se desenvolveram.

Estudar a economia sem considerar o tempo e o espaço leva a interpretações genéricas e imprecisas. Por exemplo, a economia da Rússia hoje é muito diferente da da União Soviética há 40 anos.

A economia e a política estão profundamente conectadas, pois grupos de interesse atuam tanto na política quanto na economia, influenciando decisões sobre riqueza, trabalho e investimento.

O mercantilismo foi um período de expansão colonial onde os países buscavam riqueza por meio de acumulação de ouro e prata, através de colonização e comércio internacional.

Apesar de acumularem ouro e prata, Portugal e Espanha não desenvolveram indústrias internas. A riqueza sem um sistema produtivo sustentável acabou se dissipando.

Os fisiocratas defendiam que a riqueza surge da terra e da produtividade, e que o governo deve ter pouca intervenção. Eles propuseram o princípio do 'laissez-faire', ou seja, deixar o mercado funcionar livremente.

Chat with AI

Loading...

Pro features

Go deeper with this episode

Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.