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E se corre bem? Márcia Pereira

57m 37s

E se corre bem? Márcia Pereira

O episódio do podcast "Escorpei" inicia com a apresentação do formato, dedicado a histórias inspiradoras, e faz uma breve menção a uma inovação automóvel elétrica. A conversa principal é com a fundadora da Bandora, que relembra o despertar da sua consciência ambiental na infância, influenciada pelos debates dos anos 90 sobre os CFCs e o aquecimento global. Ela descreve a sua trajetória académica em engenharia mecânica, impulsionada por uma mente curiosa e racional, mas também por um gosto pelas artes. A convidada detalha a sua passagem pelo setor público, num programa ligado ao MIT, e a posterior transição para o setor privado. Destaca a sua experiência de intraempreendedorismo na holding Glint, onde liderou a criação de uma área de sustentabilidade e energia. Esse percurso permitiu-lhe compreender o funcionamento do mercado, a captação de financiamento e as diferenças entre os setores público e privado. O momento decisivo para se tornar fundadora surgiu quando a Glint vendeu a divisão onde trabalhava, levando-a a iniciar um percurso como consultora antes de ser contactada para integrar uma startup na área da energia, o que culminou na fundação da sua própria empresa. A conversa também aborda reflexões sobre a rotatividade no mercado de trabalho e a evolução do ativismo ambiental.

Transcription

8548 Words, 46675 Characters

Portuguese
[Música] Olá a todos, este é o Podcast Escorpei. O que é isto do Escorpei? Estamos passos nos cantos ouvir histórias, histórias que nos inspira, histórias que nos façam acreditar de que. Palapena riscara. Este é um espaço do eco que quer trazer líderes, suscitos, não líderes. Histórias de feces e de feces, mas sobretudo histórias, histórias que nos façam continuar a acreditar que vale a pena. No final do dia, escorpei. [Música] Grande inovações têm tudo para correr mal, mas escorrem bem. Escrearmos um carro, crema-gina a condição 100% elétrica. Esses conseguirmos uma autonomia até 536 km e uma extraordinária potência contração às quatro rodas e forças. Esse marcaram test drive para experimentar o emocionante nesta área. Tem tudo para correr bem. Nissa de Fire the Nairy. [Música] Bem vindos ao podcast e escorrem bem. Estão os passos na leco e tenho um escomico mais separar se o da bandora bem vinda. Olá. É um gosto de estar aqui. Tamos bem de clima de democratização, alguma coisa a apontar é este difícil. Acho que estamos bem, sim. Nem muito frio, nem muito que antes já estamos com as condições, mas eu vou conversar. Espero que sim. Bem vinda, este é o da bandora, uma empresa que tu fundaste. Já lavamos a esse momento na tua vida. Mas como é que te facto ar-condicionada parece na tua vida? Muito jovem. Porque foi onde começaste a trabalhar? Antes de pensar na bandora. Verdades. Aliás, se terá da ter pós começar um bocadinha atrás e eu até posso confessar aqui que eu adeio ar-condicionasse. Eu comecei desde muito-meida, este na altura em que era uma preocupação, a camada do azul. E os gases, com efeite estufa, com o que me tinham cFC para a atmosfera. E na altura, estu-nos anos 90, os meus pais compraram um carbobe. Sim, ela é bebê. Os meus pais compraram um carnovo e que já vinha com ar-condicionasse. Quando foi a primeira vez, igual, incrível. E então eram os meus pais e chevam insuportável porque eu ia toda a viagem. Por favor, não ligue um ar-condicionante. Eu sabia que eu fui fazer um trabalho de casa sobre o que nasce de pre-edizer na imprensa. A teré minha congência. E aí, ela era rida, chamava "Tanciosa ambiental". Eu ouvi, ouvi, esse. Exatamente. Exatamente. E era "Tanciosa ambiental". Muito. Era muito "intanciosa". E acuriu-se que a mais pressão que surpresa muito agora, somente nas gerações mais sentidas de ANSI. E o "Naltura". Já tinha esse. Já. Bastante. O que? O que? O que? O que? O que? O que? O que? Não sei se ele pode ser albinado, que confesse que não sei. O professor, algo que tem influenciou, alguma. Estáis há algum. Bom, estamos anos 90. A gente tem uma caixa de vazio, será? Alvejo. E. O que? O que? O que? O que você vai? Meu Deus. Não me faz a ideia. E senti-se de sempre tanto essa preocupação? Bastante. Só, desde muito cedo, implementamos a reciclagem, a ossoperação de lista em casa e, pós-maspais, hoje em dia, é impensável, é natural. E já ninguém, já nem ir mais, estamos em casa. E eles fazem isso prática normal do que a gente. Acho que é uma prática normal também, na posição, porque vocês não. Curiosamente. Curiosamente, eu acho que as gerações mais novas já não fazem isso. Mas é essa é a perceção que eu tenho. Já não tenho tanta preocupação. A gente foi o que uma mona? Eu acho que. Eu acho que deixo-se de se falar, nomeadamente, publicidade institucional sobre o tema. Sim, nós vamos, de facto, aovena. anos 90, finales, nos momentos, fomos muito bombardeados com isso. Temos reciclagem ou reciclagem? De claro, separar, gas e feitos de estufos, as coisas que temos. Exato, é que toda a gente seria. Sim, bastante. E eu acho que atualmente, enquanto cantigamente associadas, por exemplo, movimentos com a Greenpeace, com realmente algo que fazia sentido, atualmente penso que se calhar as pessoas a população, a sauciram esses movimentos climáticos, algo que façam menos sentido. Acho que foi o extremismo que voo isso? Acho que sim. Exageraram? Sim. Acho que sim. Estou quase papelítica? Bastante, sim. Sim. Estou te. Aquilo que é algo. Viacer natural? Claro, e. Nem devia ser discussão. Verdamente, transversal a qualquer espécie político. Estas caciência. Já agora, por no meio de voo, para que for a. Estas caciências está politizada hoje em dia? Bom. Tu queres nomear da ciência? Claro. Bom, eu acho que a ciência não está. não está politizada e. acho que as universidades e os centros de investigação continuam a desenvolver e a procurar respostas as milhares milhões de perguntas que aqui indisistem. Agora o que eu acho é que depois que a perceção. a perceção, quando passa para as massas, é que depois. É desvioitual? Sim. Eu acho que é isso. Acho que há muita. Por exemplo, algo. Não, por exemplo, lativo à ciência, mas por exemplo. A perceção. Hoje em dia, tenho ideia de muitas pessoas dizerem. "Olha, não vou separar, porque assim, estou a tirar emprego. " "As pessoas que estão na estação de tratamento. " Bom. Vocês não faz qualquer sentido. Quase o mesmo tema de inclusive na social, de anestilar a emprego e vamos ficar. E isso? É. Exato, está ligado a outra coisa. Já lá vamos também a este tema. Sim. Exerção. É algo que não faz, não faz qualquer. Qualquer sentido. Ou seja, é uma perceção totalmente errada do que são os resultados da ciência. É a ciência. Portanto, o que eu tenho é esse. Eu vou usar o tema da Inaneraia, é riddo que eu gostei da ciência da ambiental. De sempre, eu estou crescendo nessa perspectiva. Estante. E vai expo em jairia? Sim. Vou preenjurei um pouco também. Sim, posso dizer que posso ser sendo infanciada pelo meu pai? Ela é. ela é mecânico. Eu segui em jairia mecânica. É importante, sempre se eu. Enfim, sempre tive. Sempre tive acesso a materiais elétricos e, enfim, e fazia experiência. Era de aqueles gionardos e que os geeks de eras? Era, eu estava. E ainda é isso? Era bastante. E ainda sou, porque sou bastante curiosa. Quanto sempre saber as respostas. Se há uma pergunta, você sempre pesquisava, sempre procurava, sempre tentava. Cruzidade é importante. Estante. Acho que é fundamental para tudo. Não é a curiosidade. E tu como guique consegui ser na mesma repergabilidade normal que saíeste mis amigos? A confeça que era muito reservada. Tinha amigos, sim. Mas, mas, seguimos. Mas noite, não era de. Não, era muito reservada. Confesso que na faculdade, enfim, acho que. Estimula também. Estimula. Mas, normalmente acho eu, não é? Estimula acho que é um ambiente, sim. Mas, mas ainda assim, assim, muito reservada, muito guique, sempre, a medida do fundo da sala. Que estudava? Sim. Boa luna. Muito sim. Focada. E tu faz pênes em janeiria mecânica? Mecânica. Com tobes com o que foco? Qual é tu foco, seja a janeira mecânica? O foco foi. Eu antes estava em arte. Ovo? Nada. E das é salto? Exato. Porque era um gosto dequilo que eu sempre tive. 15. Desenhar? Desenhar, pintar. Fazia muitas vezes também que nas instalações com materiais de oficina de moupais, há alguns restos de velas, festões, soldaduras. Perdê-se-se lá ou manter-se? Perdê. Confese que deixei do peteiro tempo. Acho que não é preciso ter um decadinho aqui alguma. São que eles são os capos na vida? Podia ser um oscape, sim. Podia ser um criação os capos. Mas confese que com crianças, acho que por vezes temos que pasque canalizar e depois também. Tem que podermos ir ao tempo. Mas já iria ver tanto tempo, sim. Mas já iria ver tanto tempo. Era física e matemática. Era que o Camás gostava. Eu não vi o futuro sem físico matemática. Que você precisa saber que dois mais dois são quatro e como é que elas achamos? Ele já até durante todo o curso foram as minhas disciplinas preferidas. Foi um logo nos primeiros três anos onde tinha bastante intenso físicas, matemáticas e toda a parte. Todas as bobas da engenheria foram as chave finas que eu mais gostaria. Podia ser a história no aralco de fascinasse? Não. Tenha duas notas também, mas não era algo que me fascinasse. Por que você tem que dizer que já a partir de. Eu sempre vou engenhar e penso. A engenhar tem que ser tudo sistinho. É um cadaciano. Sim, são muito racional. Nós passamos para o improviso, para a emoção, para. Bom, a partir do momento em que sou uma fundadora também do Mastertap, estemos muito, tem muito improvisos. É, não sei. - Tem que viver. - Sim, ou seja. Isso não choque com a marcia que fiz e que matemática. Acho complementa, não é? Acho complementa. Se não for assim, pois também perde aqui um pouco a adrenalina, não é? Isso é o sabor da vida. Deixa-me lá a adrenalina é do que ela lançaram-me em presa, mas. Por tanto, tu tira as ingeridas mecânicas, começas a estagiar numa empresa. Não é que não está se na Françaer? Que não está se na nada? Confesso que não achei interessante. Acho que era muito orientada para a parte comercial. Eu queria saber, eu queria estar mais amante antes. - Mais na parte. - Não gostos da parte comercial? Eu dizia que não, mas agora faço. Agora tem que ser. Agora é bem. Não, é a ter que ser. Mas eu dizia assim, eu não quero vendas ou de vendas. Já vi isso, já sou muito polarizado. É a funcionada da evendas. Eu sei-se uma empresa que tem que vender e dar de usar condicionados e. - Ele temizá-los, mas sim. - Ele é igual. - E então sim, mas está gê-lo nessa empresa. E ao mesmo tempo fiz uma candidatura para fazer um doutoramento que era um programa novo entre o governo português e entre os universitários portugueses e o MIT. Em que criaram aqui um dígamos o intercâmbio, que era o programa MIT Portugal, e o candidatório e fiquei para fazer o doutoramento. E em simultâneo, entre a inagem de energia, que era aquele mesmo que eu queria fazer. A DNA. A DNA. Que curiosidade que me dessuperaram, que não respondi, porque o fenómeno se provava, foi um testesino. Exatamente, foi mesmo assim. Eu fui aparentemente a minha candidatura foi rejeitada. - Não com o concorrito. - E tu achaste. Não, aquilo é o sítio do Tuanquí. Foi, foi mesmo isso. Mas as gastas que este lado. Estava aí já o tal, hoje a palavra do empreendedor. Estava aí o tó-ladus já de empreendedora do teu profido, o teu procurso. Talvez, sim, pese que pode ter sido. - Não é bem que é, não é? - Estava na Fala. - A 2000. - A 2000 e. 10. - 10. - 2016. - Por aí? - Muito ligas, por uma organização. - O calling, absolutamente. Quer falar que o pessoa responsava por isto? - Como é que? - Não tu é, não é? Não é? Liguei por um número geral. Quer falar que o pessoa responsava por este anúncio de desenvolvimento distantável. Vamos ver, ao que já saiu o diretor. Por acaso passaram, depois eu quando entrai, é que percebi. Porque não é, porque como é que passam diretor, diretor. - Sim. -. o senhor. E depois falo, liguei. Fala aqui, peito. Eu sei, olha, fala que é marcia. Eu vi um corrigul, inclui um review, eu não se vi. E não ligaram ainda, e não estou percebendo. Eu sou mais indicada por ao lugar. Então, é uma gargalhada do outro lado. Aí, eu tenho que te conhecer. Tive-se sorte, me tue o fonema. - Pois. - Eu estou lá, e eu te dou o venca. - E fôste lá. - E fôste lá. E fico a esta com o lugar. E depois, mais tarde, até soube que depois, alguns colegas, não é demente uma colega disso, nós queremos ir relieve. - Prato. - Fico logo, ficou logo, engolho. Existe. - Existe. - Acho que. Eu acessaria, penso. A quantidade de gente que enviou um corrigul, e ficou sentada aspera. Verdade. Verdade. Pô, tentar passar ao lado das rodadas oprenadas. Muito o caso, as sabas que tinha escolas estariam, devia estar. E ficas lá um. - Lão período? - Não, nem dois anos. - Não? - Não. Nem dois anos, depois curiosamente. Esse mesmo diretor abraçou um novo projeito. - Elevate. - Elevate, sim. Nem dois anos. Então, o objetivo do ar atrablhar com a DNA é da mesma troca de acúpio. - Exato. - Exato. - Curiosamente. - As pessoas marcam. As pessoas na vida de uma pessoa, as pessoas que nós nos cruzamos, são também fundamentais com nosso procurso, não é? - Absolutamente. - Absolutamente. Mesmo até aquilo que nós queremos ser, ou seja, como nos relacionamos e, mas também conseguimos também ver o outro lado, como é que não queremos ser. E eu penso muito nisso, penso muito em todas as fias e as pessoas com quem trabalhar e eu ponho isso em prática também quando estou na verdade. - Quando estão? - Sim. Acho por muitas vezes. Eu tentava fazer aqui psicologia como a pessoa de engenharia. Mas, muitas vezes as pessoas os mal chefe, se devem chamar assim, tem. - Pô, nem ser fluto dos mal chefe que tiveram? Sim, sem dúvida, sim. Sim, o mal exemplo, né? Aqui o grito aí é mandar um e controle. Eu confeço que sim, sim, não. Pode ter alguma influência, mas nós também temos um espírito crítico. Portanto, eu também vejo, eu também vejo. Eu não quero ser assim, quero ser o contrário. É um pouco também quando, por vezes, também, algumas atitudes de nossos pais. Ah, quando foi a granta? Vou dizer diferente que os meus filhos. Sinal, mas você também não começou, pô. Sim, eu percebo. Tu sai, espera aí, doente? - É aí que tu vai espegar doente? - Exato, é aí que eu vou fazer. - Uma grande empresa? Na altura, coitada em bolsa. Esse que me deixava, na sua época. E vais fazer o que na linda? Vamos abrir precisamente uma nova área de energia. Que culminou numa empresa dentro da holding da Glint. Em que eu era número 2 dessa empresa. Ou seja, da alguma forma, fiz ali um entre empreendedorismo. Pode dizer, é isso. - Pode, acho que sim. - Acho que sim. É mais correto dentro. Portanto, dentro de um universo, mas ainda sempre o focarte. - Dentro de um entre empreendedorismo? - O resultado. Como se grança atrás, como é que capa enorme atrás. Sim, sem dúvida. E aí não pensabas em salários e final do mês? Não, sem qualquer problema. Era uma miusa com 26 anos. E com bom salário, com um carro, cartão de crédito. Às vezes até falcos meus colegas. Assim, hoje em dia, como é que estão os salários hoje em dia que não daram tanto? - Em finanda. - Você está a mesma idade que eu tinha na altura. - E não tenho as condições? - Que tenhas. Agora, sabe que sou eu, também. - Eu também posso agora reforrer. - Eu agora. - Eu agora. - Quando bairro, também. É que estão que se coca, né? Se se os seus colores vão ouvir esta semana, vai ser uma exquisada. E ainda faz aqui com a formação. - E portanto, tu fazia esse processo na Glimte? - Sim. - Em que é uma empresa na área de sustentabilidade, na área de energia. - É uma empresa que eu fui criar, uma área de na área de sustentabilidade, de energia, de ser transversal a toda a holding, ou seja, a Glimte, de ter seu universo à associação nacional das farmácias. Portanto, tem grandes fatios do negócio, mas para as farmácias, mas também para a passagem, seja hospitais e clínicas, nomeadamente, com soluções software. Então, é uma empresa de tecnológica, também. Mas que na altura, o diretor Jorá Lucil, a chapa que fazia tudo o sentido de ver este enquadramento e ter esta funcionalidade dentro da empresa. - E nessa funcionalidade era. - Energia, sustentabilidade, - Que cria as melhores condições inogéticas dentro de. - Para as farmácias, para as farmácias, - E aí que tu começas a ver uma oportunidade? - O Javetinhas. - Bom, e confesse que não foi bem aí que eu comecei a ver a oportunidade do negócio, mas foi aí que eu percebi como trabalhar no seto privado e como é que as coisas funcionam. Ou seja, desde como procurar um financiamento para um terminado projeto, aliás, estamos a falar em, por exemplo, de 2010, 2013. - Para a droga? - Exato para a droga, em que não havia dinheiro para investir em projetos de sustentabilidade. Portanto, o final turem que. em que começaram as primeiras empresas, Esco, a energia de serviço-companyes, onde investiam em projetos, na minha da menos, a instituição de iluminação poléseis, a sua instituição, do de si equipamentos por outros mais eficientes, e depois faziam um leasing, tendem conta as popâncias. E curiosamente, por exemplo, da vandoora, isso é o nosso condomnegocio, por exemplo, curiosamente. E, portanto, foi aí que comecei a perceber como é que. como é que funcionava ao mercado. - Como é que. começar até metam? E a de feito. e a diferente trabalhar do público para o privado. - Completamente diferente. Embora, embora a ADN foi uma escola em termos de autoconhecimento, bastante autoconhecimento também. também perceber como funciona o setor público também. - Tem os seus tromêndios de desafio. - Sim, sim, sim. - E limitações? - Sim, também, também. Mas eu acho que sabendo trabalhar no certo público, acho também bastante mais, digamos, certo. Ah, isso. - Normalmente é, não é? - Mas essas que. E para que há um ponto, essa coisa de ser certo não é também um inhibidor dos desafios que nós temos de ter para a frente. Bastante. Eu olho curioso. Quinda, então, só há uma semana por aí. Estava a ver num link dínico. Claro, se siga adén, obviamente, siga de linte, naturalmente. - Se não é certo. - Estou claro. Quanto haver de ver os notícias e, vejo que, enfim, contrariamente, quando se ir, atualmente é uma equipa enorme, nada, enorme. E já não estão em Uairas, agora estão em desbô, bem no centro, entre cantos. E é uma equipe enorme e curiosamente, conhecia algumas caras. É, ainda está aqui. Todos há condições aqui, isto foi. É ainda está aqui. E, para mim, é impensável estar assim de tanto tempo numa impensa. - Acho que é importante. é esta ideia de que não há um trabalho para a vida. - Ah, eu acho que sim, que é importante. Embora, curiosamente, na banda hora, temos pessoas com cinco anos de casa. - É muito? - É muito. É muito. Comenta o que eu contato aí. A primeira pessoa há seis anos, ainda lá está. - No lá está. - Ainda lá está. - Ainda lá está. - Ainda lá está. - Ainda lá está. - Ainda lá está. Não quero despensar a uma pessoa até a célula. - Mas. - Não, quer dizer. Eu acho que diz bem até, portamos a falar de asinhas softwares, que são. - De uma. - De uma. - De uma. - Estou em um sistema rotatividade. - Estou muito atrocura aí. - Muita procura, são. - Boca ofat. Sim, também, muito liciares por Half-Life, que seja sempre este recurso-mãs, e para fora, e, de pe cima, são pessoas que. Porto-feito, e, enfim, gostam. São mais reservadas, gostam de estar em casa, a trabalhar, remoto, e na banda hora vão se fazem isso. - Pois, tão presencial. - Já lá, vendeu, já lá. - Não, não, não. - Mas. De sempre, só para terminar esta parte, era. Portanto, vai ser. Baglinha, tanto que vem espulho e que pode privar. Linha tem. E a dequires como tensas de dia destão, também, nesses. É o que coimpreende esta. Dentro da da Glinta. E qual é o momento em que tu. Não, agora sou por mim. Foi. - Não é um dos mais uma sarta. - Tá, igual. - Tem uma sarta no meio. - Tem, tem. Ali, por que, por que, sempre tempo, foi. Quando, na altura, em que as farmácias, realmente, estavam com algumas dificuldades, então, o agulhinho decidiu capitalizar-se e vender alguns ativos. E um dos ativos que vendeu foi a glinténer e limitada. E ao fazer esta venda, esvazioso o projeto e eu pensei, bom. - Não estou aqui, vazendo. - Exato, vou fazer consultoria. Foi aquilo que eu pensei, aquilo que estava habituado, vou fazer você consultor, ainda trabalhar e durante alguns meses, como consultor, em projetos de santabilidade e sens energética. Desistemos de soar, enfim. Mas depois fui contactada e fazia zero, tinha zero noção de startups, todo mundo, já tinha contactado com uma outra, mas sempre numa perspectiva de uma empresa que faz software. - Chamou-se para o consultoria. - Exato. E entrei, fui, por exemplo, mensagem, no LinkedIn, e se ele olha, "Trançá para o corpo do pessoal para ser bizas de developer". Nós somos as empresas, somos a Eze Green, e desenvolvemos este produto. E estamos interessados em falar com o tigo, porque estamos ao pessoal que tu prefiro. - Mou, fui falada e isso é interessante o projeto e confesse que estive três, quatro meses sensivelmente, mas rapidamente percebíquem-me a dar ali o que eu ia estar. - Por quê? Primeiro, porque a cheia que a equipe de fundadores não estava de todo. - Alineava? - Mais atalhada para ser fundador, digamos assim. Acho que foi por acaso que abriram na startup, mas acho que não era bem esse, esse o objetivo. - O objetivo foco deles? - Sim, sim, sim. Acho que. Eu não vou entrar com que os dinheiro já tinham ali muita idade, não é nada disso, porque em qualquer idade pode ser emparendo-o-r, mas acho que não estava. Já havia aqui uma desatocação com o próprio mercado, ou seja, o mercado já oferecia soluções e que valendo aquilo que está o estado. - Não era uma levidade. - E eu percebi que rapidamente. - Para o Vanessa? Tive meses, só lá, entrem, final de novembro e sei em março. - Também é preciso coragem para o fim de seis meses? - Foi, porque. - Depois, comecei também a pensar. - Não é para ti. - Não é para mim, e comecei a matutar na outra. - Em vez de que achou também, não é? - Sim, fichou, fichou, passaram-me uns meses. Eu também achei que não ia ter. não ia ter. não ia ter rabai. - Esticado. - Não ia ter rabai. - E aí que te nasce? - Sim, o ideia. - É a ideia, sim. É a ideia nasce. Estive a desenvolver a ideia, ainda em alguns meses, com algumas pessoas ligadas a. - Academia? - Sim, academia. - Sado o Porto, né? - Anxado o Porto, sim. - Eu próprio tentei a seconda vez, inscrevimos, a seconda vez, no Dr. Mendo. - Já era no Porto. - Deixa-me. - Estou de ciença, era um percento nada, Dr. Ngocio. - Lí. vou tentar aqui traduzir o que eu aprendi. - Ok, vamos lá. - Basicamente, tu. Não sei, haste uma ideia de uma empresa que otimiza o ar condicionado e os edifícios para a tal e oficência indiregética, em que tu. eu paguei o mês ou fim do mês e tu consegue soluções que eu vou pagar muito menos. - Sim, eu que eu percebi. Não sei se tu errada ou não, o crismo. - Não, não, é. - É uma boa escolhida, que é uma boa escolhida, sim. - Fui estivar a escolhida. - E é isto que nasce logo a partir da tua cabeça? - O que nasce. o que nasce. logo. o logo na minha cabeça era. Quando trabalha nessa start-up, muito resumidamente, as vezes eu avava um hardware, que depois que se instalava na iluminação e que depois remotamente conseguiam fazer o dimming, ou seja, reduzir luminosidade, aumentar luminosidade, ajustar com sensores de luminosidade, quando com os natural, e, enfim, conseguiam fazer esta justa, mas tudo muita base de regras bolianas, também. Se este nível de iluminação acende-se não, apaga. - É isso. - Estou a conclusão que eu ligo dizias que estão no software e na no lugar da. - Tá ligado. É isso mesmo. Ou seja, este tipo de soluções já existem. - Mais ou menos. - É mais do mesmo. Já tem os grandes fabricantes a desenvolver este tipo de solução. E, portanto, foi que eu pensei, não, aqui tem que haver. não. Uma atuação controlo, reativo, não é? Que só, fica a perriagem a uma terminada e evento. Estém que ser algo mais perditivo. - Tem que ter uma atuação. Eu não posso entrar a abrir uma porta de um santo comercial, de um parto de acessamento, de um santo comercial, e uma condicção de muitas vezes. Estava totalmente acessorando. Estou totalmente acessando uma insurância e depois conforme, aqui, o Andando, ouviu uns cliques que era aquilo que acontecia. Não pode acontecer. Tem que haver aqui um controlo muito mais avançado e a análise de uma altura que se começava a falar de inteligência artificial. Fioze, que hoje é um, de hoje é banal, uma nossa vida? - Verdade. - Hoje, mas nessa altura não é? - Não era, não era todo. - Falava? - Calava? - Sim, e aí que tu adotas inteligência artificial muito no góso? - Exato. - Logo. - A partida? - Sim. Aliás, a primeira contratação foi um beta-scientist que tem um doutoramento entrojean-se artificial. - Bem, primeiro, eu fui a salar há seis anos, eu cuida. - Exato. - É muito tempo já. - É muito tempo. - E, portanto, e tu lançaste? - Exato. - Exato. - Pois, sim. - Gravida? - Sim. - Sim. - Sim. - Sim, da filha? - Verdade. Gravida, da segunda filha. Foi, foi um momento. - Sim, mas desafiante. - Eu não sei, com cálculos, mas. - É mais desafiante, se a mulher e se ainda estão de gravida? - É mais desafiante porque temos muitas mais coisas para calcular, ou seja, não somos só nós. Se quando somos só nós, vamos. - Vamos. - Vamos. - Assim, não. Temos que calcular mais mais coisas. - E tu lanças uma empresa nessa? - Da sequência, que é linda, maravilhosa, é verdade. - Sim. - Mas é um desafio? - É muito desafiante. É muito desafiante. Claro que tem situações divertidas, não é? Por exemplo, fui uma primeira web. Sâmide, só para perceber o que que era e a organização foram muito trítulos porque naquelas de todos os setantes, se tardar, não é uma cadeira, já estou de pé. Então foram que os catas forem um que fosse de uma cadeira porque estava gravidíssima. Na altura foi ter terem histórias giríssimas ou então, assim, ter assinado um contrato e foi de um carrinho do bebê, por exemplo, assim, então ele tinha que comigo, foi para uma outra feira nos Estados Unidos e também foi com o carrinho do bebê, mas de laxtática, faltou lá, o VEMIERMAN, para ficar a tomar conta dela e, pois ligava, Marcia, ela está achada sopa. Está chorada, pode, certo? E portanto, tu lanças em empresa, tu estava a dizer que tivesse tapoio na academia e investidor? ZER, muito difícil. É difícil lançar uma empresa empresarial? Muito difícil, e especialmente na altura, até porque foi na altura. Fados os 17? Sim, os 17, os 18, também foi na altura em que houve aqui alguns confortos, nomeadamente em Portugal, com algumas histórias menos felizes, pois ela tinha que ir para a choia, por exemplo, que não correlassem também com um grande investimento, só medessem pela PECO-VENCHERS, o que transmitiu aqui muito em segurança, uma intenção dos setores, pois também vinham a equis também dos Estados Unidos da empresa teranos também e criou aqui muita desconfiança. Aliás, e foi isso que eu senti, ok, eu preciso de alguma forma ter uma validação, foi por isso que eu fui também fazer o datoramento e incluir este meu projeto também como. O céu da universidade. Tá legal, sim. E isso é importante? É importante. É importante para tal captar os teios investidores e para de credibilizar num mercado que estava a deixar? Sim, sem dúvida. Era uma pergunta que me fazia um constantemente, então, mas, ok, isto por isso está interessante, tenho impacto, tenho mercado, mas qual é que eu te dou background? Ações de gira mecânica, ok, mas estava a fusão do turamento, cair mais. Ou seja, eu não era suficiente. Isso é algo que custa muito, nesse primeiro espaço. Muito, muito que estava muito. E até ter o seu vercliente também era um tema, mas como quer que trabalhas? Sim, sim, também. Porque o seu é quando lança do zero, lança mesmo zero? Sim, tal e qual. Ou seja, mesmo eu tendo todo background, ou seja, experiência corporate, e precisamente, em que se nos lançamos numa empresa, parece que é um reset. Estou, estamos a zero. Tudo aquilo que é para trás é interessante de pouco. No conta? Exato. Ou seja, porque também o mundo de starter está muito. Acho que agora está melhor, está bastante mais maduros, mas em Portugal está muito meio dos doutoramentos, o isê da faculdade, garagem. É, na entora são os tijobos e o belgadis. Exato. Não é nada disso, não é? Não é nada disso. Portanto, tu é o primeiro cliente, é uma. O que andei de façou? Sim, para o nosso primeiro cliente. Há um momento de festejo de "Wall", que aconteceu o primeiro contrato? Foi primeiro quando foi da prova de conceito e ainda estávamos ali no processo, mas depois quando. Porque as fentes sentem. Estavamos a fazer uma. Uma visita, um segundo cliente, com mais pessoas da. da vandora. E foi quando o cliente liga. Ok, se senhor, tu gostar, vamos assinar o contrato. Foi, foi, foi, uma celebração conjunta, foi muito bom. Porque é. É onde tu efetive as atuídeias de marcelar atrás, teve uma ideia? Mãs, minha empresa só começa a contar se você vai para o meu cliente. Claro, claro. Não é só? Olha, fantástico, é uma ideia, é uma fantástica da marcel, mas se que eu não. Sim, não funciona. Sim, a validação do mercado é fundamental. A validação da própria. da própria ideia, de funcionar, porque aconteceu tudo. Depois. Com este cliente, aconteceu tudo, ou seja, o cliente apareceu e disse, "Ok, vamos lá?" E o produto não está da pronta. Seja uma corrida, como está a tem? É por. Tudo lá, e agora temos que dar resposta. Foi mesmo. Foi mesmo. Seja, foi claramente fazer. Mas sim, mas nós temos tudo ainda em ambiente simulação. Nunca testamos, em ambiente real. Estamos. Estou precisando, ou só antes? Estou lá. É avança? Pode fazer. E consegui isto logo, ganho? Logo no mês. Logo no mês foi assim, como é que está possível? Conseguimos 63%, logo, que pensa. Fui de pontão. E sim. Que é louco. Fui funcionar mesmo, precisar. Fui funcionar mesmo. As pessoas, afinal, afinal, tenho aqui um elego. E depois é natural do crescimento com novos clientes, a chance de. Por isso eu não gosto de ver, não é? É pensar, a chance de ter que ser bem doido. Claro, claro. Claro. Tenha. Tenha que ser, sim. Esquivatar as portas, tenhas que. Sim. A proposta, sim. Será-se lá de comercial, sim. Ir a conferência, ir. Tudo que era. Vai ir. Vai ir. Vai ir. Vai ir. Tudo que era eventos, até para um vídeo, para o Pelas Incubadores, me adhamente, o PT, que não ençado o Porto, eventos de Matchmaking, tudo. E a tudo. E a tudo. E a. E a. É isso. É um coisa que nós ouvimos muito, mas esse é a cosa-estema funciona. Ou seja, você sentiste no início. Muito bem, tá? As ligações são, eu sei, do Porto, mas sentiste no início, apoio em estesioná-lo do país. O país funciona de parecer a uma coisa-estema. Para nós foi fundamental, porque como não conseguimos investimento privado, de venture capital, foi fundamental conseguirmos o financiamento de fundos estruturais. Ou seja, uma. Tem isso não tinha chance? Não. Não. Sim, isso não tinha chance. Ou seja, para nós foi crucial a ver este apoio, a qual nós, como é que não sei como é que eu consegui, porque é uma empresa que não tem correia ou não tinha histórico, não tinha um único laborador, só há um ano passado, no ano anterior, tinha data resultados negativos. E filha, aparentemente acertaram. Confiaram? Confiaram, não sei. Compriam com os recositos de desbididade e conseguimos uma milhão. Foi fundamental, não? Foi fundamental, fez sim, vamos saber quantitatar as primeiras primeiras. Os assuntos de outras pessoas? Atualmente já somos cerca de 23 pessoas. Eu digo que cerca, porque nós temos uma ou desagiário, que não sei se conta ou não conta. Ah, dois anos, eu tinha visto a OEC. Era um 12, e dizia-se que um ter 23, portanto eu era uma bruta que eu tinha para fazer, se tinha chegado, o cheiro de comprista, esse. Sim. Primeiro objetivo. Estais muito bem. Sim. Já temos a subsidiária, já temos a empresa registrada no catar. Atualmente estamos só a tratar aqui de questões de ligais, de meadamento de vistos e afins, porque. É a procuração de problema. Curiosamente não, tudo foi feito online. É insinente. Pelo menos o catar, aliás, não é de oriente, porque, de feitos, eles tentam fazer tudo o mais digital possível. Os aposestam em super apps, pretoso. Estava dizer que é menos porque você está sendo o catar do que a pessoa? Menos porque eu sei no catar que a pessoa é. Muito menos. Assim, claro que a empresa na hora é algo que também foi. É importante. Desbure que você ou sim, muito. Mas. Entendendo que estamos a falar de uma empresa estrangeira, que abriu uma subsidiária, que não tem. Não está lá. E que não tem parceiros, né? Porque, muitas vezes. Aos os países têm que ver um parceiro. Caral, e já, abriu um. Não. Lidão. 100% pode ser sempre sentido a frustrangeros. Os detores da empresa, ou quem abri a empresa, podem ser também estrangeiros, mas têm que garantir que têm a residencia. Mas que só precisa de lá estar a cada seis meses. Só tem que ter uma entrada a cada pão menos a cada seis meses. Estão de todas as queiram o catar do seis meses. Sim. Mas eu nos último. Um mês, sim. Já eu fui duas vezes. Estás. Estás. Já está por uma. E estados Unidos. Estão de catar das as experiências, meus Estados Unidos estão mais já estáis. Sim, nos Estados Unidos estão mais já estamos com um contrato de assinados, com clientes, mas atualmente estamos a fazer, estamos a fazer uma exportação. E não queremos dar essa experiência aos nossos clientes. Então, mostremos neste momento a tratar toda a parte de processo ál, de também de abertura, de la empresa. O processo de internavisação era um processo que tinha sempre presente, de que tinha que acontecer para crescer. Pava sempre, de dava de Deus de início. De Deus de início, de Deus do exércim. Foi sempre o grande objetivo. Era a internação das as que é curto aqui. Porque não, acho que não é curto, acho que tem bastante. Até porque o nosso produto, a vando à hora, pode ser instalar em qualquer edifício. No entanto, sempre ele sempre tive ambições internacionais. Sempre achei que o produto pode ser. - Policado, replicado em qualquer. - Em qualquer edifício. - Tem mais velhos? - Mais rechou mais complexos, não é só mais difíceis, mas também pode ser. - Tem mais velhos, sim. - Europa já está a fazer algo, na Europa. - Europa, fizemos algumas tentativas com o fezo, mas o que percebemos foi que, por exemplo, - Espanha, e eu confeste, tivemos um sou de vendas no verão, dedicado a só para a espanha. - Vamos marcar de tombrocrático, obrigava a abrir a empresa, mas é um processo que é um pesadelo. - Tem nada a ver com o pessoal, ou seja, o pessoal, acho que está no topo da Europa em termos de digitalização de processos. - Temos no topo da Europa? - Quase. - Você é disso? - Sim, sim, sim. - Não, não me perfei, não me perfei, não me perfei, não me perfei, não me perfei, não me perfei. - E se senti tanta dificuldade, por exemplo, até o número telefone, o número telemóvel expansionel, porque um cliente expansionel não atente, num número de prontos seja um expansionel irrejo, tem que alguma desconfiança, e. e para lá, isso é um mercato que é muito protegido. - Muito mais. - E por tanto. - Servado. - Exato, estamos. - Apesar estamos aqui ao lado. - Verdade. E podia ser um mercado natural, não é? - Não é mais fácil, estamos a falar, enfim. - Fim a língua. - Isso. - O que conseguimos comunicar entre nós, bem. - Sim, sim. - Desenas de voos diários, para a maioria. - Sim, para a maioria, por tanto, a ligação. - Sim, mas rapaz é quase que se for. - Sim. E, portanto, fazer todo o sentido, mas não. Sentimos que ir, seja, a Europa, não a Europa, a União Europeia, não são os Estados Unidos a Europa. Infelizmente. - E se é um problema? - É um problema. - É um problema. Eu quando vou para os Estados Unidos, eu entro num estado, eu posso ir para todos. - Para todos. - Eu posso ir para todos. Só tenho que acontular a questões de seguros, que é um tema bastante caro no Estados Unidos, mas. - Mas o modelo tem um mercado. - Giga. - Giga, anteriormente, faço a ONIS que nós interessamos, ou seja, portanto aqui a questão, das cadeiras de feste fuz, acho que faz tudo o sentido, acho que é o nosso mercado, - Perê? - O que é esse, não é? - Ali. - Ali. - Isso é ali uma oportunidade de ter uma vida. - Sim. Nós fazemos uma viagem de carro e vemos ONIS, vemos pop-ins, vemos devs atricans, vemos tudo Starbucks, são centenas, não milhares de marcas diferentes, todas elas com franchisados, com cerca de. - Estou a espacada um desses como. - Só um portanto, gosto? - Sim. Eu começo a olhar para as coberturas e ver. - Eu consegui. - Eu consegui. - Eu venha aqui, abandono. Tenha aqui, abandono. - É um pessoa que lança uma empresa que. assim. - Da-tudo que é vontade de mais ou às vezes pensas, se eu tivesse mais tempo, mais mãos, ou ia mais, mais vezes a julgo, nesses casos? - Sim. - A insanciada. - Sim, bastante, bastante. Até porque um ci-o que começa a do-0, começa a fazer tudo. - Certo. - Tem que fazer tudo. - Sim. Mas há que fazer tudo. - Tem que. - Pensar. - Pensar, atender telefinemas, mandar propostas. - Pagar o celular, três holários. - Pagar o celular, dizer um tema. - É uma preocupação no ci-o de. Meu Deus, eu botei em finito e três estúsimo o carro. - Claro, claro. E especialmente. - Tem que facturar para pagar. - Estou de qual? É uma preocupação. Eu sempre tenho uma preocupação social. - Mesmo quando. Ficava curioso. - É. ainda o ano tem. Fiz uma coisa que não gostava de fazer. Foi ter que. que eu te escolher uma pessoa. Para mim, eu sempre não tenho uma bastante complexa. E. e tive a conversa com a pessoa. E senti a pessoa, claro, nervosa. E eu disse, calma. que eu vou cuidar de ti. Foi aquilo que eu disse. Porque tenho sempre esta preocupação social. - De como é que euço cuidar de uma pessoa que se é despedida? - É se curar que tem as condições, todas necessárias, em termos de. de remuneração, todos os profissionais e mais uns extras para que possa. - E se eu preciso depois, sempre isso? - Exatamente. Ou seja, fazer todo o processo, forma que possa depois também ter acesso a sua possivel de desemprego. - Não é fácil, mas te explico uma pessoa. - Bom, eu confesso que não tenho sentido essa dificuldade confesso. Até porque, enfim, se eu absoluta isso, eu não quero. - Claro, ponte aí. Era mais complexo, né? Mas nunca tivemos isso. Se calhar, porque. porque. como tenho sempre tivesse esta transparência, até mesmo para a empresa, nos números, transmitimos, sempre. - Toda a gente sabe. - Toda a gente faça um de situação. - Desparência é uma condição imprezencial com o líder? - Eu acho que sim. E sensual, sim. - Porque senão. - É assim que com o que isto. - Estava vestindo a camisola, que se distinto. É assim que tu conhece que as pessoas visteam a camisola? - Sim, aliás, eu tive que forcaço curiosamente este vídeo com a pessoa que. que quis sair, estava quando eu vejo já quase cinco anos. E disse, eu preciso ir para um outro local, onde não tenho que vestir tanta camisola. - E eu queria pensar, "Ah, wow, isso se realmente é revolador, não sei." - Em que ele disse que, sim, porque eu ia para casa por vezes com muita ansiedade. - Mas que a de equipa quer crescer, quer fazer mais? - Sim, sim, sim, sim. - Ou às vezes. Sim, às vezes na mesma equipa. "Papa, por que que não faz?" - E depois vão para casa e. - Essa é uma pressão. Isso é uma opção de tua que tu coloca sem desquesto que você coloca? - Eu acho que não. Eu penso que o facto de estar de trazer toda essa transparência, olha, o cliente não está se desfeito. Olha o cliente que era assim. Para conseguirmos uma nova ronda de investimento, temos que ter estas funçalidades do produto, temos que fechar a patente, temos que ter x clientes ativos. Ou seja, eu coloco sempre, qual é que é o objetivo e quais as condições para tingerem sua objetivo. E depois, acho que para trás, posso passar de calhar essa pressão. - Que tu procurias no pessoal para trabalhar com ti? - E, essencialmente, procuram boas pessoas. - Não vai dizer ter um terreno técnico, ter que ter x clientes, não nota, tem que. - Nem olho, nem olho para isso. - Se alguém não puf na se dizer, eu tenho que trabalhar na bandora, porque aí eu tenho que trabalhar. - E já sei, tem uma pessoa assim, da tua metade e marketing. - Uma marcia, portanto, na tua equipe. - Da tua metade e marketing, sim. - Que eu disse que queria mesmo trabalhar, de estar a ver a tua metade. - Essa é a ver se certamente que a camisola como. - Sim, de repente, se linda se linda. - Sim, acho graça. - É, acho graça-velho de. - Vamos meudis, não é? - Porque são mais novos que eu. - E acho graça dinâmica. - E acho interessante que o que eu sinto é que são bastante melhores do que eu era. - Estão mais focados. - Acho que este geração é mais jovem, é mais focada. - Pense que mais focada em definir fronteiras. - Acho que eu tenho as fronteiras bastante. - O Jesus e a Helena, é ridido de que as vezes da tarde era imensável que vocês saírem e dizer "eu vou uma consulta, a gente se culpa". - É imensável, olha, eu vou dizer, vou confessar, e isso é. - Primeira mão. - Estamos no jornal, favor de ouro. - A davantada, o nosso negócio não é a qualidade de almencionado, é notícias de minima normal, pera que foi boa. - É natural, mas na minha primeira filha estava neglinte e eu cheguei a casa no dia em que fui para o hospital, mas eu cheguei a casa do trabalho às 9 de noites. - As 9 de noites. E passado umas 2 horas fui para o hospital porque eu comecei a sentir contressões. Quando me sento aí no sofá, eu estou descansar, como se ia ser gênero. - É assim, ok. - Fui um cara mais, cê da. - Sim. - Hoje em penso. Acho que este mundo, esta geração. - Zii. - Sim. - Essa pressão é grande hoje, ou seja, tu já não consegue se ter uma pessoa que. - Tá, quando a pessoa sai às 10 e faz lançar, ou aquela piada que se dizia, pega um computador e sai? - Sim, não, hoje em dia. - Hoje em dia é totalmente. - Tal balanço da vida, trabalho. - Sim. - Lazeiro. - Sim, bastante. - É uma pressão boa, diria? - Eu acho que é positivo. Eu acho que é positivo. Mas também por outro lado. o facto de ver também este equilíbrio entre a vida pessoal e trabalho, às depois também motiva e também de espoleta, por exemplo, situações em que estivemos nos Estados Unidos, duas pessoas a fazer implementação em novos clientes, claro, fuzora-ário diferente, a de um foco de menos cinco horas e ainda assim continuavam até pelo meio de dentro, até por volta de 11. Para que contactarem cá? Exato, para compensar, portanto, ou seja, durante a este compromisso que durante períodos momentos excepcionales, naturalmente excepcionales, não portefeitos, menos excepcionales, por exemplo, como esses, de equipa, português, a segurar, esse fuzora-ário. Acho que o mundo caminha para ter entendido muitas fuzas aqui, sentam nesse lugar e que dizem, vocês concordas de nós vamos trabalhar mais por objetivos e prazos, do que estamos sentados numa escritória, espera que caia, caia um projeto? Acho que atualmente já se faz muito isso, naturalmente que na vandoora ninguém está a espera que caia projeja, porque já tem uma pilha de projeios que era o jeio, e é por isso que você nunca acha usar o trabalho? Eu acabei com o teu trabalho. Estás encontrando a mão? Achas? Bom, eu penso que não, porque entretanto, ao escalhar, eu fui, eu fui a primeira a fazer contra o trabalho, porque depois, naturalmente, obviamente que não fiz, eu posso dar marça a primeira, mas também temos a poltamaia, fazer um contramão, para a presum, também, fazer um ententei, para a dramão que é ironique, não é? Mas foi porque eu senti, porque nós começamos a existo sempre, contra a Tê, em 2020, a primeira pessoa? Não as vias? Não havia qualquer processimento de trabalho, estamos a fazer inovação, inovação nós faz remotes, que é difícil. Inovação e a cultura da empresa? Sim, claro. Nós estamos todos juntos, estamos todos juntos, por exemplo, mas não é uma coisa, não é? Não é a mesma coisa. Olha só que sou, a sentíria, eu era, aliás, por serem. E eu senti muito, muito, muito forças contrárias a esta minha decisão, isto foi em março abril 2023, a decisão pacífica? Não foi? É a triquiba? Não, não foi pacífico, mas foi, mas eu esclicei, uma vez mais a transferência, a dizer, nós estamos a ser eficientes, estamos a entregar pouco a comida trase, precisamos acelerar, precisamos quebrim prochar uma ronda de investimento, no final deste dia este ano, e, portanto, para que só se febre e ficar depois, mas febre uma questão de trase processos, só aconteceu em fevereiros do ano seguinte. Mas temos que acelerar e, portanto, eu acho que vamos voltar, ou seja, antes de rechusir um dia no escritório e invertimos. Para um dia? E um dia em casa? Um dia em casa. Mas é, foi que sim, ou só alguém que precisava. Sim, naturalmente, sim, sim, ou porque precisam de mais de foco, ou porque temos condições incríveis em casa, sim, naturalmente. E depois, curiosamente, na avaliação individual nesse ano, no final do ano, o feedback que eu tinha foi. eu era contra, eu era. fui dos resistentes, mas antes tinha coegas e agora tenho amigos, e eu sou engraçado. As pessoas? Pás diferença? Faz diferença, sim. Faz diferença. Eu acho graça em que convívios, em conjunto, infelizmente, eu não sou convidada, tenho que querem. Não, é convidado? Eu convio a malgou, eu também não há todos. O nome é Deus, eu não tenho a certeza, não é Deus. É difícil, aquela palavra horrível, de retertar lento, tem essa dificuldade? Pois eu não tenho essa. eu não tenho essa necessão de fato, enquanto tenho pessoas que estão comigo, seis anos, cinco anos. E que ficam? Eu não tenho essa dificuldade, sustentando alguma coisa de votar a fazer bem, será? Porque eu acho que tenho pessoas muito, muito válidas com um excelente background, um excelente rico, vendo excelentes universidades, tanto nascionais como internacionais. E, de facto, as pessoas continuam a colaborar e apaixonadas pela. E, e essas que hoje, em pergunta, acho que é indifício, fazer, mas eu vou fazer. Se amar-se agora, fosse acabar o seu detrômen, que eu não acabaste. Acho que só. E. mas se amar-se agora, fosse. Assas que a tua empresa continuava a sentir? Atualmente, atualmente não. A tua vida? Na precisa. E você sabe trabalhar para isso? Todos os dias, trabalho para isso, a partir do momento em que contrate mais pessoas, e estou a libertar de temas que estavam. O que? O que estavam comigo? O que estavam buco eados em mim? É, portanto, agora, tendo cada vez mais pessoas, aliás, eu ainda. E nós temos, se liberei, o novo website, foi substituir o website que eu tinha feito. O que tinha de senão? E, perma, foi uma enorme satisfação saber que. Finalmente, já fui substituída entre aspas. Isso é. Um terraso de dizer aqui, um líder quando se sente que tem. E quando olhe à base do equipe, é ser bom. Se a funciona por si. E ser um gato satisfação. É muito. É muito. É saber que eu tenho que calendário ainda, reuniões. E faça não precisar de aquela reenial. Deja atrás. Deja atrás. Que eles já estão. A coisa que não, que já não, que já não pré-ocupo. Sim, e sem intrível. E aí que tu podes oué para trás e isso. Vai estar com a marcia lá atrás e diz. "Cobai". Sim, sim, "Cobai". Sim, olhe para trás e vejo. E a Marça que era, que era Marcia insurra, era Marcia que tinha dificilado em fazer pítios, por exemplo. E atualmente é Marcia Cadora fazer pítios, por exemplo. Virou quase vendedora? Sim, bastante. É bastante. É bastante. E, portanto, sem posso dizer que olhe para trás e correu e estáco. Março, nosso tempo. É muito. É muito. E obrigado. Eu sou partilha. Obrigada. Espasso para ideias empriendadoras, temos. Espasso para a família, temos. Espasso para a sofisticação, temos. O Nissen x Estrelho dá-lo o espaço necessário para tornar as suas aventuras em família muito mais emocionantes. A partir daí, tudo o resto só pode correr bem. Nissen, de Fire or the Nelly. [Música]

Podcast Summary

Key Points:

  1. O podcast "Escorpei" apresenta histórias inspiradoras, focando-se inicialmente numa inovação automóvel elétrica.
  2. A convidada, fundadora da Bandora, partilha a sua jornada pessoal e profissional, desde a consciência ambiental na infância até à sua formação em engenharia mecânica.
  3. A conversa aborda a sua transição do setor público para o privado, a experiência de intraempreendedorismo na Glint e a posterior fundação da sua startup, refletindo sobre o mercado de trabalho e sustentabilidade.

Summary:

O episódio do podcast "Escorpei" inicia com a apresentação do formato, dedicado a histórias inspiradoras, e faz uma breve menção a uma inovação automóvel elétrica. A conversa principal é com a fundadora da Bandora, que relembra o despertar da sua consciência ambiental na infância, influenciada pelos debates dos anos 90 sobre os CFCs e o aquecimento global. Ela descreve a sua trajetória académica em engenharia mecânica, impulsionada por uma mente curiosa e racional, mas também por um gosto pelas artes.

A convidada detalha a sua passagem pelo setor público, num programa ligado ao MIT, e a posterior transição para o setor privado. Destaca a sua experiência de intraempreendedorismo na holding Glint, onde liderou a criação de uma área de sustentabilidade e energia. Esse percurso permitiu-lhe compreender o funcionamento do mercado, a captação de financiamento e as diferenças entre os setores público e privado. O momento decisivo para se tornar fundadora surgiu quando a Glint vendeu a divisão onde trabalhava, levando-a a iniciar um percurso como consultora antes de ser contactada para integrar uma startup na área da energia, o que culminou na fundação da sua própria empresa. A conversa também aborda reflexões sobre a rotatividade no mercado de trabalho e a evolução do ativismo ambiental.

FAQs

É um espaço que traz histórias inspiradoras de líderes e outras pessoas, com o objetivo de fazer os ouvintes acreditarem que vale a pena continuar a lutar pelos seus objetivos.

Desde muito jovem, ela teve preocupação com questões ambientais, como a camada de ozono e os gases com efeito de estufa, o que a levou a implementar práticas como a reciclagem em casa.

Ela formou-se em engenharia mecânica, tendo sempre tido grande interesse por física e matemática, disciplinas que foram as suas preferidas durante o curso.

Ela contactou diretamente o diretor responsável por uma vaga após a sua candidatura inicial ter sido rejeitada, demonstrando iniciativa e sendo contratada para a posição.

A Bandora é uma empresa fundada pela entrevistada, focada em soluções de sustentabilidade e energia, inicialmente desenvolvendo projetos para farmácias e outros setores.

Ela acredita que a ciência em si não está politizada, mas que a perceção pública pode ser distorcida, levando a ideias erradas sobre os resultados científicos.

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