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E Se Corre Bem? André Ribeiro Pires

50m 26s

E Se Corre Bem? André Ribeiro Pires

O podcast "Escorpei" recebe André Ribert Pires, administrador da Clan, que discute sua trajetória e a transformação da empresa, antes conhecida como Multipissual. André começou a trabalhar cedo, aos 13 anos, em um contact center, onde aprendeu resiliência e a importância de se dedicar ao trabalho, mesmo sem formação superior inicial. Mais tarde, formou-se em engenharia e atuou em grandes empresas, mas sentiu a necessidade de mais dinamismo e mudança. Isso o levou ao setor de recursos humanos, onde liderou a mudança de marca para Clan, um nome que reflete a ideia de um "clã" de apoio e ligação entre clientes, candidatos e colaboradores. André enfatiza que a transição foi feita de forma colaborativa, sem medo de perder os 30 anos de história, mas com o objetivo de alinhar a empresa a valores como "estar pronto quando somos precisos". Ele destaca que a tecnologia é importante, mas o foco principal são as pessoas e a capacidade de se adaptar às mudanças. A conversa aborda temas como liderança, resiliência e a importância de sair da zona de conforto para impulsionar transformações significativas.

Transcription

9258 Words, 49083 Characters

Portuguese
[Música] Olá a todos, este é o Podcast Escorpei. O que é isto do Escorpei? Estamos passos nos cantos ouvir histórias, histórias que nos inspira, histórias que nos façam acreditar de que. Palapena riscara. Este é um espaço do eco que quer trazer líderes, suscitos, não líderes. Histórias de feces e de feces, mas sobretudo histórias, histórias que nos façam continuar a acreditar que vale a pena. No final do dia, escorpei. [Música] Grande inovações têm tudo para correr mal, mas escorrem bem. Escrearmos um carro que reimagine a condição 100% elétrica. Esses conseguirmos uma autonomia até 536 km e uma extraordinária potência contração às quatro rodas e forças. Esses marcaram test drive para experimentar o emocionante nesta área. Tem tudo para correr bem. Nessa de Fire than Area. [Música] Bem vindos ao podcast escorpei. Estou os passos no aléco e tenho as comigo. André Ribert Pires, bem vindos. Obrigado. É um gosto de ter-te aqui. É como para ver mesmo se estar aqui. A administradora da Clan. Clan. Nisso bem Clan? Seste boa, teu. Porque Clan, eu fui investigar o que tu andaste por ir a dizer também, a falar desta mudança de marca. É a multipissual para descituarmos, não sei se você já se familiarizou com o nome Clan. No nome Clan é mesmo daquilo a ideia que nós temos de um Clan. Faz parte do nome Clan? Tenci o nome Clan, é exatamente isso. É isso aí. O seu objetivo? Foi completamente. Mas quando começamos este processo de mudança, até chegarmos a Clan, a primeira coisa que eu tento aos sucebir foi quem é que depende de nós, quem é que está conosco. E foi giro porque eu mesmo melhante para clientes e candidatos e colaboradores, a um padrão e são pessoas que precisam de um Clan, precisam de uma ligação. Desde a linha, eu quase me familiar. Exatamente. Mas isso obrigava a me pensar como um Clan também nós, ou os outros que eu não acho. E foi engraçado porque não foi só mudar uma marca, foi algum tempo para conseguir chegar a este momento. Mas o tempo foi um tempo em que se aproveitou para realmente estar pronto quando são os precisos, que é assim como que lece tempo, porque é um Clan. E exatamente. Posta menta. Já levamos esta mudança, para provocar, deixa-me fazer outra provocação para começar como é se nossa conversa. Como é que um engenheiro acaba numa empresa de recursos humanos? Eu. Estou esterando tipo meu para dar-me ficar. Mas se quer, faria a minha pergunta, é bem para o óperio há alguns anos atrás. Porque no meu conceito de carreira, eu me via a metravelharem em todos os setores que eu vou ter assistido a estirar. Todos. É um nível de carreira, sempre foi pensar, vou passar para muitos setores. Para o tu antes de ligarmos aqui os microfórios, tu diz-me assim, eu sempre criei-me para o posto trabalho. E se é tu o fio se ir? É. É para não ser algo que o imponho é algo neutral. Talvez me saímos de cada parte mais, mais interior, nem é. Eu gosto de ser curioso, gosto de estar um passar frente. E acho que essa liberdade não tem nada para quando estudo no meu trabalho procurar mais e poder procurar mais e poder explorar mais, para mim trazer o meu novo para além da que era o objetivo de me editar. E essa é a sensação que eu fico e quem está a minha volta sente, é que dava uma forma de posto trabalho, dá-se muito lendo, vai se trabalhando com ideias novas, com o trago novo para que o que me atrobalhe. Isso. É essa desde que lino, porque lino, quem diz, tu termina-se do secundário, tu não entrasse logo na faculdade, não é? Não, não. No começo do caminho normal? Não. Fui trabalhar. Fui trabalhar. Desíres muito também antes de ligarmos aqui os microfones, a tua essência, a tua família, ligada mais à astoração, ao turismo, a tonaria. Era uma ideia de. Temos que trabalhar para nos sentarmos. Era a minha referência. A minha referência era o que havia em casa, era aquilo que havia nos meus pais. E essa referência, para mim, é triquesse de tudo de nós próprios, mas ninguém, de nós é nós próprios. E foi assim que eu fiz também, mesmo mesmo, quando era muito news. E já gostava de parte tecnológica, tudo que fosse ligado a tecnologia desde o que nem, desde muito que é. E já fazia bases idade com os pais de meus amigos, e depois dendo em contáculos, com treleze anos. Boa, ou 14 anos já fazia muita coisa. E que estava em mesmo essa parte, eu sabia. tinha uma vez de negócio que achava engraçado, ou seja, tinha o conceito de crí de termo em presa minha, também para eu referir que tinha em casa. E pensava sempre nesse sentido. E como sei, efetivamente, até como sei, como sei se criar como se eu, porque como sei se eu de próprios, e o próprio, porque como sei. É como se fosse sempre um cuninho se eu de nós próprios. Algumas com mais e com menos acesso, mas eu acho que sim, eu acho que, pelo menos, com menos acesso com os seus conceitos de tivero para definir de um cadão de nós. E eu acho que ele já é um bom, mas já é um bom princípio. Agora, estou a falar com um sector, porcos humanos, me permite também, esse títio de "tô a dar". É muito isso também, não é? Portanto, nós temos que esteja em nossa carreira, precisar de nos encontrarmos com o clã, com o tipo de pessoal, com empresas desse. dessa dinâmica, mas dependendo muito de cada um dos completos, aliás, quando pedem com os seus para quem estava para o rádio em Rio, e muito, pesado de seu ex-nhejo, não sou de Rua Suba. Mas quando pedem com os seus, o melhor que eu conhecere a mesma vista é informação, por que o informação, por que o dinheiro este momento, ele está me se falado em momento em que só se falem em revolução, se elas se falem em inteligência artificial, em grandes mudanças, em revolução do trabalho, e é verdade que o uso, aquilo que é o que é o que é o sucesso que é do nosso, e que é o que é o que é o que é o sucesso que é do nosso trabalho. E a gente quer da formação, é de cada dos quilos, é o legal salário da limita, nós nos ambos os quilos que cada um. Com isso. É uma parte que eu tenho que querer. Te esquecer de fazer essa mudança, não te está a esperar que alguém faça portia, sei ele que não aprende, e se tem que estar contigo. Mas, dificilmente, este que tem que ganhar mais competência, a minha parte, nós temos que ganhar mais competências. Eu sinto isso todos os dias, ou seja, não. Eu também sinto, eu sinto isso completamente, ou seja, isso que é a minha profissão de base, se tivesse definido agora, o que se tivesse decidido agora, o que eu gostava de ser, ou de lembrar que aquilo que teria que ser, o que é o que é o que é o que é o que estava, o que me imaginava quando era mais novo ser. Continuou a ser uma profissão, de ficar na tua perspectiva, que eu tenho a ser uma profissão no futuro. E é, claramente. Não sei se é. Não conhece a verdadeza. A gente não. Não sei se é no conceito do que seria assim, grês, não sei se é. Estou dando o tempo de duas, mas sim. E dá de que eu ia ter que trabalhar mais trinta. É, foi isso. Ele era. Mas deixe-me voltar lá atrás, não há 30 anos, que em 10 anos, não jovem, mas. Você começaste a não concentrar. É verdade. Porque era preciso ganhar dinheiro. Porque era a tua mentalidade. Como eu dizia, eu acabei de se andar e criar uma técnica, como eu queria. Fiquis centrar. Então vou esperar um ano até atenderar. E optei por minha vontade de ocupar-me trabalhar, porque não tinha a fazer, não seja para um ano e faz uns exemplos. E. E se casou em 18 anos, não era pessoal da água? E ficou de 13 anos. 13 anos. Se está o tipo 13 anos, é pessoal da. É, 13, exatamente. Eu não sei, não conhece ainda um prestador, que foi seis meses. E seis meses era efeito. Muito que eu posso dar essa passagem. Porque, mais uma vez, eu queria meu próprio ver esse trabalho. Comunciei. Criaste a necessidade de. Criaste a ideia de necessidade da empresa. Conta contigo? Acho que foi exatamente essas pessoas, apesar das que a resumida sempre desta forma, do meu próprio trabalho, mas sim, queria necessidade precisar. E foi com algo básico, como se ia trabalhar e isso me cria tudo o que tinha que fazer. Era estava para minha conta, era perceber o que eu poderia fazer melhor no meu trabalho. E como se ia fazer-los? Criava no iced, como que se trabalhava, como que se ia fazer, técnicamente, aquilo que eu tinha para fazer. Não me chinto, tu tinha. Era. É menos nada. E os seus colegas do concentro estavam em superiões? Estava. Estava? Eu sabia muito. Eu me sabia muito. Estava muito mais ponqueu. Eu percebi que eu me mando a loja. Eu não tinha que me perifiqui, porque eu me mando a loja, porque eu me mando a loja. Como que se trabalhava, que eu era o sistema operativo, que eu devia rutar, que eu me mando. E me mando a loja, que eu me mando a loja. E deixa-me fazer uma pergunta que. É fácil de trabalhar no concentro. Não. Esse que me diz gente, porque é preciso de uma resiliência, que eu chamo os colegas de usámos, mas aquela é uma persistência, não é? De que eu passei à devenda, de que eu passei à detenimento? Eu não sou, eu não sei o que eu tenho muito tempo, mas eu acabo por um cruzar ao longo dos dos anos com empresas que estão ligadas a a área. E eu na PT acabei portado há há muito anos ligado a área de casmarqueia e ligado em projeitos de transmissão. E é muito importante, é mesmo muito importante, mas também é uma área de ter uma velocidade de transmissão tão grande, tão grande, tão grande, que por evulsão dos hábitos, de as necessidades do que é necessita, do que é o de ser de ser de risco, provavelmente também é uma profissão que tem aqui alguma missão mesmo muito grande, muito mais cirurgica. Ou seja, vamos subrar apenas as necessidades do que o humano faz totalmente a diferença, porque a minha parte de hoje em dia dos consumidores já não usam, mas esse tlembro é quando é o último vez que já estou chamada com um contact center. E é sempre alguma reclamação certa da mente? E mesmo assim é algo que tu previos evitar. Sim, sim. E é uma questão muito europeia porque, para os Estados Unidos. É uma chatista, né? - O tema da promoção não existe, não é? O senhor começou a tratar porque o clínite é assim por razão? - Isso é uma razão, é. - Não. - É que não existe uma receita, mas é uma questão mudar. E um custo não vai crescentar o valor, ou seja, o clínite não será mesmo vai ficar se a desfile de cima uma máspreia, se a gente não ia se abrir, se correr sempre vai foge, né? - O senhor faz um período, depois passa a refetive, e depois faz um procurso na. - Sim, para isso aqui é uma escola de vida. - É uma escola, é uma escola, e é aquela que nunca. nunca me acaba dando as ideias de que um dia. - Volta? - Um dia, volta. - Não acho que. - Vocês precisam. - É que lentas esses. - Estão fomanticos apenas. É que a ligação. - Não precisa de marca-me. - É uma empresa marca muito, porque era. Não me dicem que não precisa ser de elite, porque não. Eu palava num. Palava num ligação. - Acho que não era? - Naquela altura era, né? Mas havia aquela coisa que estava na maior empresa. - No custo ósar, Láculo. Era a maior. Era a maior empresa. Aí eu comecei a vida até ela a paca, ainda vinda da parte internaia até. Eu estava mesmo no edge, né? Ah, mesmo naquele limite onde estava tudo que era novo. E isso era ótimo. E tu falava de pôr-me e o Miu, que era Miu, era mesmo muito dinheiro. - Você faz isso procurso, então, está procurando a tal tal a com. Acho que se ele necessitar, tem que ir a um dia te virar um avido a doura, ver se ele. - Verdade. - É que você tem essa transmação. Como é como a pessoa saia da atualidade que está na com. Eu acho que estava. estava aí o aspéra de uma transmação e precisava de mais velocidade. - Láculo, Láculo, quando tu dava? - Não me sentia com a velocidade que eu gostava de ter, que estava com mais projédios, mais de conforto. - De conforto. - De conforto. É o ambiente de normalmente de funcidas. - De conforto. - A potência, a nossa capacidade. - E como gosto, aquilo que eu gosto mesmo, estar ligado a transmissão e de conforto, permite se fazer esse processo com vontade. As pessoas quando estão em uma situação de conforto, com uma organização de sensação de conforto, mais vontade de mudar, ter mais vontade de transformar. E esse é seguir. - Então, já não sei se assim, era quase elite. É portular-la com o meu, né? - O empresa que nos toca aos portugueses na sua imeria. - 100% de portugueses? - Certamente. - Ou foram já clientes? - Eu tenho que conhecer alguém que trabalhou. - Não conhece a trabalhar falar, né? - Não há tempo era assim. - Tu estás me dizer que. - O facto de proteger-se uma empresa, já segmentada, já instalada, não tu dava aquela drenalina que o precisava. - É, é exatamente isso. Se ela fosse sentir algo de motivasse mesmo projeto, ou seja, projeto. Os projetos já estavam numa fase que ainda é um mundo, e é imenso para fazer. Mas talvez naquela. Naquela serpasteça que estava achava que já não era. - Não era um problema. - Já não era pro li. - E de forma outra, o que achava para ser? - De forma orgânica? - Sim, não. - Por isso, nunca me queria ter uma oferta de emprego. - Não. - De ópso, porque. - Porque tu vende, desistindo. - Desculpa, vende. - Vende, desculpa. - Vende, desculpa. - Vende, desculpa. - Vende, desculpa. - Vende, desculpa. - Trouba. - Sim, também. E aí foi a mesma dozer. - É uma função que fica com uma fecha e acaba as notas. - Vendo. E mais como me dá uma gatida, um que se te fantasta, e quando tem minhas boas preencias, - principalmente nessa parte do mundo. - E aí, é uma boa escola. - Uma boa escola. Uma tivesse a possibilidade de criar também, criar algo novo, fazer parte da algo do mundo dessa muito muito agradável e muito interessante. - Até que te desafiam para uma consciente? - É. - É coisa que o Chába que não queria fazer, como disse, uma pessoa que era mais setor. - Finha na minha cabeça que ia parar a sudo, não sei porquê. - A sudo? - É, a suda. - É, a suda, a suda, a suda. - É, não está resolvido, mas não. - É, não é mais lá parar. - É, não é que seja por cuidar de sudo. - É, mas é algo que sentia que é que era um momento, não é sempre procurado, mas a Chába. E a razão é simples, que gostou de começar, não gostou dessa. - Um setor recuá-los a sete anos, os principais grupos, não eram em processo de fuzel, extença, com. - É um setor competitivo, não. - É bastante competitivo. - E em uma transferência, não. - É uma transferência, isso é quase uma fica pós-porto, não? - Foi. - E é muito normal de que a nível de posto de trabalho, de trabalho mais ligada a parte do dia a dia, né? - No setor, se manda ver, muda essas entras. - É normal. - É normal. - E vai levar uma baia à tua transferência? - Sim, foi assim, no próprio dia. - Ah. - Eu sou a minha palma estação de uma timbreira, obviamente. - Às vezes, eu sou feitai comunicar logo que para pedir para pedir. - É assim, isso logo. - Isso é logo. - Isso é logo, mas em bem, sempre em meio, sem qualquer. - E vai fazer uma multipissó. - Uma multipissó. - Um tipoissó, que vinha do universo. - Espírito, sabe? - Espírito. - Era uma. quando tu vejo de uma renda de cidade para a multipissó, eu vi este diferença, e o que é que encontraste. - Por ter existido, pode fazer o innoal, se qual estava como? - E vai. - Mas tu vejo no alvo, o sumano é reençado. - É. - Foi um pouco relevante a parte de recursos humanos, porque. do setor, propriamente, não é no início, porque aquilo que foi a grande diferença, foi envolver uma empresa que estava estável, vamos chamar assim. - Você havia que precisava de mudança, sabia que precisava de transção, sabe de qualquer coisa. - Mas tentar envolver-los a fazer algo que não necessariamente estava ligado ao produto, mas, ao mesmo tempo, ir mudando, a forma de trabalhar cada um dos produtos, ou a forma como é que se trabalhava. E isso foi, foi efetivamente, foi perfeito naquilo que é a minha visão de vida profissional, que é ver esta. esta. esta. esta. esta necessidade de mudança, esta. esta. não estima instabilidade, mas existia aqui a manução, que todos estavam a fazer qualquer coisa e era preciso fazer algo mais. - Isso deu um. não. - Você diz isso a muito pessoal, quando laxar. - Sim, completamente. - Pararem com uma empresa muito tradicional dentro dos consumando, ou seja, nada atrasável, assim, muito, muito à frente, em preceios e muito. - E tem que tecmógicamente? - Não, não, não. - Tecmógicamente tudo falando não. E se calhar a percepção que existia quando. quando se calhar na empresa, foi no sentido de comprar tecnologia, de instalar, esta la tecnologia. Só que a ser parte mais fácil, é aquela parte que se compra. - Dá-se-se para. - E esse todo costa é em comprar. E nós que vimos ser diferentes, é a ideia de ser. - Eu que é. - Queríamos mudar. as gênesas mesmo de a ordinação de tentar, ela vai ser sempre uma empresa de recursos humanos, mas trabalhar de forma mínima e ex-próxima, como um clan, com as nossas pessoas. - Você já estava aí o clan, o clan, que me daram há um ano e meio. - Não, não, não. - Mas já estava aí a gênesas do que viria ser. - Já. - Tento economia, marca já está restada há muitos mais anos. - Já restava? - Não, já restava. - Nós estava de louco, pouco depois, de entrar nos alguém. - Eu tenho uma essa ideia. - Tecamos com a ideia, fizemos uma. uma. uma. uma nasce percepção O que é que a gente quer que a gente nos lhe idávamos com quem quer que te bendi nos cobradores, que nos clientes, dos cidades e que esperavam nós. E com isto, construímos os valores, a missão. E tudo aquilo que nos iria guiar. E todos os projetos, tudo o que fizemos a partir daí, foi sempre orientado com esta missão de ter ouvido um fomúnculo. Quase cobrigar aquilo que tenha respondendo a necessidade tecnológica, mas respondendo a se aquilo que estás a fazer, está aluneado com o princípio. O princípio está pronto quando somos precisos. Que é o primeiro princípio? É o primeiro princípio, você já se enche. Portanto, tu estás me dizer que vocês tinham 30 anos de uma marca. Porque este é um processo de percente. Às vezes antes de ligarmos, dizia-te aqui o "Iscorbaim". É muito também na busca destes momentos. Vocês não mentiram os coros, portanto, vocês mudam uma marca que tem 30 anos e, de repente, mudam o nome. Estou provoca- receio. Mas eu não senti. Não senti. Não cacenti, menta algo. Eu nunca senti isso. E o "más interessante". Deixa-me só fora, quem está de fora é ouvido. 30 anos de uma história. Bem, ao mal, são 30 anos em que o. O estimento é martem, o estimento é comunicação. O laborador que entraram, o laborador que saíram. Ou seja, impactaram a vida de certamente me arres de pessoas que tiveram emprego. Aconta da multipissual e de um dia para o outro. Não daram o nome. Mas podemos adaptar a p'tenda cultura. Não mudamos o nome. Foi muito mais aqui isso. E eu estou senti isso. E fizemos o de forma muito. de convovimento. É o que fez a grande diferença. Foi. Estaram os todos ligados a este precipice, mas não veio no partido do André, no partido do que nem ideia de nada. E não só, mas encontrei pessoas com que dervalho e arremente que realmente não se sentiram este medo, não se sentiram este medo de mudar. Eu ouvi, agora, recentemente, os rompentes a falar aqui sobre o que era os medo de eles, os principais. E eles diziam que sempre mudou de uma profissão, sabia que não estava preparado, preparado. Apenia no jogo. E eu tenho consciência de que, tanto como os meus colegas, nós sabíamos que ela era o resultado, que ela era o impacto de uma marca, porque o jogo mudou, se estávamos a fazer, mas tínhamos a certeza que estávamos os unidos para fazer aquele trabalho bem feito. E isso é diferente? Isso parte é a diferença. Mas isso é uma escria, isso também é ela que não é escria. Pois, mas nós gostamos de criar escria e escria nos meus pais, e isso foi muito fácil. E acho que os convincers? Foi envolvidos, foi muito simples para ser honesto, porque acho que estávamos todos os mesmos primatáculos, e foi uma forma nas menos todos no mesmo nível de vontade de fazer acontecer esta mudança. Tínhamos todos por feita consciência que tínhamos que fazer com alguma velocidade. Tínhamos que precisarmos de fazer. E por cento de que algum coisa estava mais forte? Se tinha que estar, não é impossível de mostrar. A primeira pergunta que se eu como candidatou foi a chapa que estávamos mais ou menos cinco anos de distante da realidade. E eu disse que estava escada dessa 15 e não estava longe disso. Um dia em jesus do papel da estratégia, de abrir lojas, no momento em que. Se eu recuar 7 anos atrás, nós digo já era um monte de era digital, já já me procurou em pregme nas lojas, porque eu não prego no Google. E nasças de ter que era bilógio, era. Se eu virar um totalmente, seja só hoje 100% de cita. Nós hoje somos 100% de digital, abrimos localizações que estão logística, porque temos alguém que queremos manter num equilíbrio. Se temos alguém naquela zona, nem queremos manter num equilíbrio. Eu vi o vídeo em gráfico, temos sítico para trabalhar. Estou entendo trabalho? Não, temos temos híbritos, temos gímbios híbritos. Mas é uma verdade. Nós estamos. uma vez que nós estamos dando um gímbio que fez a grande diferença entre o nosso escalável, foi não ter de uma pessoa a fazer tudo. E isso era muito normal neste setor. Era? Era a música companya que lenta, faz por saber de salarial, recorrer o dia, faz tudo por ser. É um chameiro de 300 e 100. E nós vamos ver este tempo para o regime. É eu e o que eu nem. Não temos. Nem o termo, nem temos essa realidade da novidade. São de. Deixamos este transformação. Você chama o consulte, posso chamar assim, o consulte do rosto de humanos, que também vem de já software, já, mas já está. E é parecer de outras empresas. Tá, também. Para muitos outros. Engossos. Vada. Pessoalmente, nesta parte digital, mas engarramos na equilíbrio o nosso core da nossa própria transformação. E começamos a transformar o nem produto. Temos de transferter a tecnológica e apura de restaurantes para fazer swap de restaurantes para fazeriningando restaurantes como microorganísation e databrase de implants estevo constrained 이미á hard answers Vai estar dentro dogate de There's This portion and undesirable Vou compreender um processo dachte substante Ou seja, tem internamentos, pessoas e o conhecimento para fazer essas gestões E já estavam pensadas para isso ou após ganhar os clientes? Foi a ideia, foi nós tentar. Fomos parar, fizemos sempre a transmissão de coisas nossas pessoas, não rogemos nada externo E sendo como o objetivo de fazer o que depois para não perder este conhecimento Para sumar sempre estar em um gosto, sempre foi a subjetiva, sempre foi a subjetiva E chegamos mal turando, temos que ter alguma cuidado, na partagológica de se conseguirmos ou não entregar mais um gosto E isso é indemais basicamente, mas as equipas de transmissão mantiveram a nossa descentura de organização Desde de início, conosco e fomcriendo produtico, começam a ser o transbando? Então na que fez o cliente aqui um dos deas 15 anos? O que dizia se o seu CEO estava um dez anos atrás? Já estamos afrentes, e nesta parte digital temos bastante afrentes E se temos consciência e o retorno disse que estamos a receber bastante prêmios Dentro de esta parte, somos conhecidos como em presente digital que é de que se menos os prêmios neste sentido Temos o conhecimento dos clientes que nos comparam, já não falam o medo, nem diferente Já nos procuram para se lecer digitais e não só para esta parte dos próximos humanos teura Por isso, agora tem que ter um etapa? Muito vejo, e o nectubre é o processo de que nos é justo aqui a entrevistar e perguntar o clã, "Vem dar nome porque teve um descece" e está fazendo o quê? Nós hoje trabalhamos para cinco milhões de pessoas, se vocês bem, população ativa pesquisa e cinco milhões E para onde tu trabalhas? Hoje é uma target, eu acredito que há alguns anos nós podemos valorar o gasto de target Com mais de como elas não gostam de cobrar os necessidades de mais pessoas, não desbazes, ou o que é Portugal? Mas vocês não falam de cinco milhões, cinco milhões são ativa E isso mais estamos já afirmados e jonas Acho que podemos saber este caminho, é algo que nós podemos estar, podemos cobrir mais serviços que cobram Uma população porque já trabalhamos bem pessoas, e essa é o tempo nós nós também nós estamos bem, as pessoas Mostram de bem esta relação com cada pessoa, por isso podemos começar a trabalhar mais chefe e direto mais tempo E desma coisa, por tanto, eu fui visitar o Vossite e tem muitas ofertas de emprego hoje em dia O que que as empresas nos pedem, sobretudo, o dia 2? Depende do área, se tem um raio, realmente O que que? Ou seja, qual é aquele traço que tu houves sempre nas suas reuniões de capitalização de clientes? Dos clientes são as empresas para um travédor Então a verdade é que a verdade é que o tempo é necessitamente desminhidado, por isso seja que é Sim, isso é verdade, desminhidado Nós temos uma fase de quase-plana emprego É exatamente isso, temos um tempo emprego, temos que ter um tema com a emigração e ao mesmo tempo nós temos muita dificuldade de absorver os migrantes, não ficar atrobar Por isso eu tenho dificuldade? Tem uns vídeos de dificuldade, por isso eu tenho de casa de língua O língua ofstaco O língua ofstaco é muito grado, uma pessoa que não falo português, nem Deus, se tenho neste momento, é muito básico Não se não é um tema cultural, é mesmo de desconvabilidade de conseguir comunicar e isso é um tema, nós temos mesmo que enquanto país pensar que não precisa de. Exame, se não, se dá de me graga, se a sociedade. É isso que somos nós temos de nós, na sociedade preferida, estar completamente ao lado de quem necessidade É importante regular, é importante regular na perspectiva de garantir quem que está tenhas condições iguais a todos A decisão de ir respecta a nossa cultura? É assim, todos os sentidos, ou seja, quem é que está, tem acesso a as mesmas condições que qualquer pessoa tem e eu acho que isso é importante Sim, mas você está a dizer acesso, eu estou a perguntar o respeito para a nossa cultura Eu acho que isso é um tema que vai existir sempre para impedimentar na similidade, vão ser desafios para cobrir, para responder Que eu acho que nunca vai ser um tema generalizado, nós temos a falar, é um projeto sem esse desafio, que nós avons um problema de todos, ou só de um tema um pouco Nós vamos ter sempre. Nós temos sempre situações onde não vai haver encodramento, ou vai haver mais dificuldade de encodramento cultural, de comunidades, isso é normal O desafio aqui é meio mais vasto do que simplesmente o tema cultural, é mesmo se estão a se adaptar para conseguir ter estrangeiros, portugueses, a conviver no mesmo local Todos os símos a falar na mesma língua, de conseguir e comunicar, nem se quer dizer, de algo mais complexo Mas temos que termos relatividades muito boas, temos situações muito interessantes, de adaptações culturais, de como adaptação de cantínio, de comunicação de horários, para conseguir dar resposta a esta comunidade que nós precisamos Por isso, quando perguntava, o que se procura e o responso de trabalhar temporário, de comunidade, pois há este contrário, sem encontrarmos algo mais comunidade, mas depois não conseguimos encaixar E é um tema que também tem a ver com o cultural de seu momento de competência, que está em que adonou-nos garantir Mas há pouco de perguntava que você não responde a isto, o que as empresas procuram? No tamedo Agora é a adaptação, se tivermos a falar em rotamente seleção, claramente a capacidade da adaptação, a velocidade de ordinação, a mudança, é esta cala de competência ou multicompetência Mas por que às vezes, quem nos ouve, a gente está ao vir pode sempre ser assortamente e pode deixar que pode se fazer a diferença Mas do que a nota, o sítio onde é que vem, o rico onde está, é a capacidade da adaptação, como está a da adaptação? A capacidade da adaptação é uma pessoa entrar numa organização e não se ter problemas de fazer um calcêntar, estar com o CEO, lidar com o cliente E talvez seja mais no sentido de as multicompetências que vai conseguir absorver ou da capacidade absorver mais de que uma competência, porque neste momento não há nenhuma organização, não teja a fazer esta adaptação Nós temos hoje, a pouco de dizer, na nossa organização não tem 360, as competências, mas é isso se procura procura mais na adaptação. Ou seja, hoje estou fazendo uma determinada profissão, mas tenho consciência de que eu vou ter que inserir na minha atividade num conjunto de outras capacidades, para que ela vai ser diferente de que nada. Eu posso dar um exemplo concreto da nossa atividade, que é comum e falar sobre cada entilagem do G-SR de céu, por isso vou ligar. Mas não, é ligação. Por que fácil, isso é essa ligação? Eu recebo a volta de três mil candidaturas por dia, não sei, é completamente real ter dimensão para triar uma melisa. Por um humano, eu teria que ter um muito mais gente do que que tem e isso não deu me goste no iria funcionaria e quebrar. Para dar primos para fazer triagem. Claro que aqui começamos a inserir aqui os soluções, conseguissem nos ajudar a perceber a a oficial. Comente, já saiba que se percebeu que é só as pessoas que têm minha probabilidade de. Mas ainda não estão deixando para ficar toda a vez do seu palácio, não estão deixando para descreir a talenda de fora? Não, pelo contrário. E aí, o que eu quero chegar? Onde é comumente fazer a diferença? Que vamos transformar as pessoas já faziam triagem, hein? Para conseguir perceber no seu próprio judgment, onde é que aquela pessoa faz mais sentido? Porque, na verdade, eu preciso de todo, descalhar-se, não faz a minha sentido, por uma oferta mas que há até faz para o outro. A máquina só ajuda a fazer esta análise, mas depois que a fase a diferença é claramente o momento. O que é que é dificuldade? É tudo adaptar os seus pessoas, estão a melhorização para saber trabalhar com o tempo. E não é uma ferramenta, é um método. Porque isso não é mais de como a ferramenta, é um método. É internação à informação. É a informação. É ter de ver músico, por filo, de. Para pessoas. Na série de coisas que tem que ter vontade de querer fazer de forma diferente. Tem que ter o noau? Não precisa ter o noau. Não precisa ter o noau técnico da parte do. Tratamento, certo? O que foi? Mas não precisa ter o noau técnico, não é? Acho que esse é um erro, né? Eu cheiro? Quase? Tem que tentar perceber naquela ação. Tem que encontrar naquela atividade, naquela. Quela mais ajuda e não é uma ameaça. É quase um puzzle, não? Que vocês têm, por tanto, vocês. 3 mil candidaturas, tu tens que. Encaixar. Este perfil não encaixa nesta candidatura, mas que podem encaixar nesta, porém, é quase o jubetétris. É ter por que. Este forma de trabalhar liga com ser um clá. Tem, por exemplo, como eu sou um pede, ajuda? Para fazer o teu clá. Eu tenho que ajudar. E esse é rapidismo. A furemente foi sempre. A furemente são todos nesta sentido. E tentar fazer com que eu vou facilitar a vida da alguém. Para que me dá de emprego é um momento importante da nossa vida, em qualquer. Qualquê? Qualquê me nos é? É, num dia para o horário. Que pode ser, mas não, mas. Marc, eu me ouvi. Eu queavei de contar, como sei, em um trabalho temporário. E lembro-me de ver o que aconteceu só, de ir morrer como. Por isso, seja o qual o tipo de emprego for, para a cala duração que for, é um momento importante. Nós temos uma fase em que nós estamos a falar com pessoas e que se candidata a uma fase, se a gente lhe voltar de registro, se a gente não se viu, se a gente dizem que ele responda de dois, três perguntas às vezes para confirmar na mesma que era, duas horas depois já não estão disponíveis. E não é só porque já tenho emprego, porque já na final já não tenho emprego. A sério. Nós estamos a essa fase. Em que. Aquilo. Há muitas pessoas que sento aí, antes de que se assentaram, muitos gestores, muitos e eu, muitos líderos, que me dizem sempre, meu meu desafio, sou as pessoas do lento e a capacidade de um contratá bem, dois, manter, para o reter que ela o palavra feia sem o que se diz, reter talento, que é quase que é estrator, não é? Isso é o grande desafio a gente. É só o desafio de sempre. Eu acho que o que mudou mesmo no mundo empresarial é que nós deixámos de digerir com base no passado. Mas é sem certeza que vem da capacidade de mobilidade das pessoas, em que hoje estou aqui, amanhã estou aí. Rapidamente? Mundo muito. Tu hoje nunca se ensinaram a acender. De que, mantimos, não nunca se ensinaram a ser fazer nada sem abrir um LN, um chat apt, uma coisa da vida, para fazer uma pergunta. E nós temos que saber ler a coisive, estamos a tentar parar o vento que os maiores não é? Fio precisa apertar. E enquanto o teatro, o desafio é isso, eu não posso só falar em retenção e atracer como sendo o meu desafio, para viver como esta inconstância. Vai ser normal, é mais uma coisa normal. Então mas eu pergunto, como estou de rosto de menos, que também é isso? Exatamente. Como é que eu não é que fica a cultura de uma empresa? A cultura tem que ficar neste fico entorno, que tu te esquece garantir, que é. Você não pode ficar frida, você não pode deixar que é mais a fico frida, porque não que tem as pessoas certas, tem que garantir que a experiência e os controles. Não é passante. Que talvez a palavra mais adequada para o mundo ou de se tão neste momento é controle, controlar a nossa cultura. Se você está controlando para tudo, meu ex-nevisível de perceber se a experiência que estáis de dar às pessoas de a melhor interna e externa, se as pessoas estão em contigo, se não é o que interagem contigo. Mas está bem, mas certo, eu percebo isso, mas para. Eu nem que ficar a cultura da empresa se. É tão volá-se de assim, a pessoa estar aqui, a estar na empresa. Fio, eu estava. Eu não me preocupo tanto, porque a cultura não está numa pessoa. A cultura não sai. E eu tinha esse exemplo na empresa de trabalho. Ou seja, se vocês estão os 200 fós. São os 200. E. É uma cultura clá. Quando existe uma cultura clá, mas quando eu fui à organização, eu já assistia uma cultura. E a cultura é muito importante. Mas é muito importante que ela. Também é o André Açaíria, João Zé, o Manel. É cultura mentaíria. Manteis? Acha-se se mantém. A cultura, começando em torno a marca, ajuda em mesmo que se mantém. É fácil de criar a história entre ela. E depois, há aqui um pés de pedras basilais na própria organização que são cristias. E as suas as pedras? São áreas, que estão com pessoas, mas são áreas que elas entre elas são que são contrabalanças. Não é uma fundação entre elas grandes que há uma experiência que não está a ser de uma só área, de uma só pessoa. Mas eu não sei que não há pessoas insurstituíveis. Não há. E. Principalmente porque não temos experiência como uma pessoa apenas. As pessoas se acolhe comem todo. É sempre. Porque a. O que está como? Mas isso é esse conceito, o transdicente. Não existe esse conceito que sai aquela pessoa para Deus. É boação, para Deus. Então diz-me uma queta. Deixa-me perguntar o administrador saindo a empresa. Também não andarei sair em pesa. Mantei, então. Não sente? Falta do André? Sente. Os dias que, como todos sentimos, né, estamos o lutto que fazemos o lutto sempre. É na nossa vida quando perdemos alguém que. Mas, pois? Nós temos rapididade. É, é, é. É nível de ligação. Não tem empaquenhas nesse nem. De ligação concluentes, com que a derrata não tem empaquenha porque a máquina está. Está ligada. Está ligada. Mas é interessante. Mas é este sim. Já vende a história porque eu não tinha esse nem uma organização para ter sido alguém, seja ele quem foi que tinha perdido. Reparei a passei pela proteção da home como o que tinha de ser. E tive praticamente todo o tempo em que teve o senão vava. E não é um forte ser. Quem preservou o seu defone? Mas quer o seu margano, por exemplo. É muito margano, mesmo muito margano. E efetivmente uma grande referência na rodácia, na forma como lidou com o transdumbo, uma organização. É preciso que procuras adaptação ou seja, as empresas procuram adaptação. Com os seus pralém disso, as principais que eu existo procuras numa pessoa para contratar. Eu acho que é este voluntário de fazer. Se quer, eu disse que é que as empresas procuram porque rebanhem muito. É o seu perfil, não é? Por gosto mesmo de quem. O que é o que fazer essa adaptação? Sim, é porque o gosto de quem gosta dessa de fazer essa adaptação, é trabalhar com pessoas. Aliás, eu diria que a minha parte das pessoas trabalhar minha volta não estão a fazer aquilo que inicialmente foram fazendo a alegria de ser. Fazem coisas diferentes. Elas para eles construíam o seu perfil para o seu trabalho. E se cita super divertido ver e de ver e comentar, porque. E tem funções mesmas de direção, nexeram dentro da organização de outras funções completamente. Toda essa liberdade, estou aqui, para mim. Estava aí seja o maior desafio que eu trabalho comigo. É autonomia. Tem um destatal alto no centro. É o alto no centro. E até só isso, eu também gostei de ter uma área de mim. E a autonomia é de mim de zoe-er. Sim, claramente. Porque eu também passo pelo mesmo e tenho toda a autonomia e não deixe de ter os meus erros e ter consciência de eles. E ter o que conhecimento de eles. E que eu pensei com ela. É bom, tens afíros, porque acho que os supecidos mais acompanhimentos, não é? E quando eu digo que a compenhimento não é de estar lá, estar lá sempre, por isso não é isso, tem causa. Só que a exerta, essa. Sabia viver com essa autonomia, é também um ensino de alguma utilidade. Se também é assim muito mais duro para saber lidar. Deixa-me fazer uma pergunta mais pessoal, porque. Suprôma. Não se conhecimos antes, mas suprôma que tu. Tives de um processo também pessoal muito forte. Para deste peso. Não sei se você acha que não tem importa se você fala. Não, não, não. Para deste mundo peso, não, não. Para este cicatêquilos. 50 quilos, pensava os quantos? 125. E se é uma transmissão de uma pessoa? É. E foi. usei os mesmos ferramentos do trabalho, né? De uma transmissão privilhante, foi. Foi fazer algum horror-fletre. Mas sempre com os. Mas sempre. E se é um momento. De dar um clique na tua vida, é um momento. É um dos chamamentos, é um olhar para os pelizernão, tem que. Eu acho que a minha saúde? Sim, eu acho que a gente que tem pesa mais, tem esse apelimento. Tem que. Que acha que um dia vai conseguir dar a volta. Aí. Eu acho que a dia ter tentado muito a Jesus. Então a de nada, quando tem um back to. Foi na pandemia, ou seja, vai? Cinco anos? Foi mesmo em pandemia em CDI. Talvez que olharam. É mais de 50kg. 50kg. E de CDI, que olharam em CDI, pelo que estava passada naquela altura. E seria. Agora vamos fazer aqui um processo. Eu fui post-curitório todos os dias, nunca é pequeno caso. Eu não sou pequeno caso. Eu nunca fui em casa, eu fui post-curitório. E ele com algum acompanhamento clínico que eu estava fazendo na época. Semental, eu defini-lhe um malstro, quando que eu queria perder por semana, o que eu queria fazer. Fiz 5-5 anos, enquanto tempo. E eu perdia 8 meses. 8 meses. O que? Só como em menteção. Só como em menteção. No ginásio, nada, não. Só como eu saia, eu até porque iria dar a caba de mucô, mas já tinha feito por todo condição em youth. E ia dar a caba de mucô, senta, estrenar naquela altura. Eu preciso muito a caminhar, não há muito. Hoje em dia, eu trai um coxotor de dias 10kg. E é natural, por mim. Então, os sumadores. Que vai ter bem, transmetar. Sim, tem um ótimo acerto. E isso demotiva a minha exata, mas. Mas, certo, percebe-se que é num período, num período de intenso, para mim, mas há um momento que você, como a pessoa, leva. É agora? Vais deixar de levar. Ou seja, como eu gosto muito de ser muito orientada em um mucô, que eu sou muito orientada a controla-los. Ou seja, o que eu ia fazer, e a controla para todos os dias, que eu estava fazendo e colaram em parte de cada coisa que eu fazia. Mas ia, às vezes até o possível, e se esteve. E não existe isso de sentia. Mas isso também tem a ver que a minha personada, a pessoa assim, em tudo, por isso, gosto deste controle, deste. O contém em munição. Ou, vocate, ou, vocate. Ah, mas. É complexo. Mas é bom. Eu tire pro veito. Eu tenho uma missão que todos temos um pouco de decidir. Eu tenho um scale de quem mais. Mas tire pro veito. tire pro veito dele. E aprendi a viver com essa opção. E tire o melhor pro veito delaco. Ah, uns muitos anos deixei de fumar também o dia para nós. Assim, uma coisa assim, de nada. Como. E a pera de feço foi muito pendiente. Foi decidir. Da partir da hora, eu vou fazer isto bem. E fiz. No dia, se eu posso que todos os dias, eu só me andava a ver o que meia da que meia. Sem desviros, caminhada, e sempre todos os dias me dia. E meia da que meia. Eu não me messe. Eu não sei passar todos os dias. Eu sei se para não, mas eu quero saber. se foi aquilo, se foi aquilo, eu to o que que foi. E fiz tudo certinho. Com a instrução que me dava, todos os dos feiras, fazia-lo em uma ponta de situação. E nesse ponta de sua itimíquia, tinha a metra que tinha que cavou. Tem chute de energia. Minha cabeça tinha que ir. E a ti deia, sei. A gente me enche de mesmas menos menos poes, e de trope muito poes. E que depois. que já era uma motivação. Não disse que acontece como qual que é possível. Mesmo não fazer esta forma, qual que é possível. Nesta verulutada, muito diversas. E eu pronto, como tenho que gostar, eu sei quando tenho resultados, e sei por que que foi. Então, eu sei o que é que tem que replicar. É para ir, o que é possível. Então, eu nunca parei. E até me alto, eu tive que parar. Eu não estava a fazer figuras, me dava, eu corei o meu parava de protetê. Fio de peso. E então, já era uma necessidade para ir ter. já com o pesamento. E se eu comprar. É parte. Deixa-me. Deixa-me dar um problema. Pergunto. É parte de tética, é uma coisa que pesava. Não, não era. Era saúde, era. Eu sou. eu sei, não quero me fez com fuzão, não. Amarelo. Eu acho que os nossos adaptações. É tudo. É tudo. É tudo. É tudo. - Abri-se a gente, é na sua refiça, não? - Acho que todos dizem isso. Mas quando para-se calum, o cinal estere um aparelho, é que tu pensa, né? Mas se a gente crescendo gostar, se for. E senti-se depois também uma mudança no teu profissão? Não, não senti. Talvez. - Mas energia, mais. - Não sei, não. Talvez são mais energia. Não dá mas. Não é sentitinho também o contrário, não é sentitinho penalizado por não estar bem fisicamente. Fé o que fiz, estou naturalmente, que não sentia essa mudança no vosultado. Acho que agora sim, mas é a curiosidade. - Como é que quisésseis? - É certo. - E se sabrem? - E entre o mundo também até o da hora. - É. - É. - É, há pouco de chamos faláveis de índice artificial, falamos. Agora deixe-me perguntar-te. Tudo o que você está a me assar, quando. Deixa-me encontrar. Tudo o que você está a me assar, quando nós dizemos que índice artificial vai substituir no segundo os trabalhos. - Sente-se essa ameaça. - Não. Nós vamos continuar sempre a precisar de pessoas para fazer isso. - Acho que eu tenho as outras trabalhos. E acho que vamos continuar em bem, em melhor. Já temos muitos etapas de nossa história em que há muitos profissos de sessão a discutir e falam-se de ficar novas. E hoje também já procuras em pregüestos nunca existiram. - É certamente. - O que está a 5 anos? - O que está a 4 anos. E por isso, acho que temos que tirar o profeito do que está na nossa mão. Gustava que, que eu vei assim, é mais avontado, principalmente, na Invalenpe Serial de fazer-lo. Não é só dizer que estou a fazer a mesma colocar isso na janeza da organização. É muito desafiante, porque implica involou a ouvir as pessoas e não é só instalar outra vez. É exatamente a mesma coisa. Não é só instalar. E hoje, sim de que há muitas empresas se dizem. Não sou para envolver eles no Ingligi Serial, mas não partado para pessoas nofessadas em uma ideia. Então, eles vão para pessoas nofessadas. Vocês já ouvem dizer que estão mas as próprias pessoas não são nofessadas. E talvez eu pio, tu pode fazer nofessadas até para ter as pessoas. Cessa fora a preocupação até nesse sentido de API, que os pessoas não sentem que tu estás a fazer aquilo que diz que faz. Na minha preocupação, para mim, sempre foi uma preocupação. Eu nunca ia falar sobre. E aí que as duas saem. Sim. É natural. Se tu não é escondizente o que diz, ou se não fazes o que dizes, aí que tu perde as pessoas. Essa quer referência, naqueles diziam o que eu vou se ter querendo dizer é que a pessoa. Que é este aqui no bom exemplo. Que é este aqui no buisio. O exemplo. Eu já é o bordo de toque. É a expressão que até é que tu tem mesmo que fazer aquilo que me diz que faz. Porque é muito fácil eu pedir estar aqui a contar um conjunto de histórias e eu não poderia me dar o que eu estou contando. Eu não se refei ou isto, eu sou lá, não me clima, não se se me enrovia, mas isso eu tenho certeza de que eu não conteste. E isso é parte boa. Nunca falamos, nunca partilhamos ricosamente. Nada que fosse só a marca, ou só a missão. Eu não que já existo. E esses conhecem, todos os conhecem, o que que já existem. Não se me vo. Estou a passar com o erro. Hoje tu desce um conselho, se tivesse aqui um jovem que vêm de ser da velocidade, o que você ia tudo iria, é um jovem que procura emprego. Isso é um país estranho, ser pessoas e ter uma das melhores taxas de exemplo, jovens. Mas ao mesmo tempo eu tenho muita dificuldade em pensar que para mim ia absorver tudo. Mas talvez aquela grande diferença é que hoje eu faço, se quero, ao meu tempo, que não conheçam tempo, é que dá para estudar um pouco mais, dá para fazer um pouquinho mais. E acho que quem conseguiu ganhar uma cada vez mais competências, mas eu como lento com um pouco trabalho durante esse período de captar novas competências, está a ter o melhor sorte do mundo, porque, efetivamente, a partir de ter noaldas que a altura essas competências vale mesmo muito no mercado de trabalho. E quando você falamos no mercado de trabalho. Depois há algo que eu sinto que hoje não é preciso dizer a vez em um jovem que você está a estudar, que é. Portugal deixa de ser. apém o país para trabalhar, para ser um país onde eu posso trocar para o outro público. - Seu amor. - E sei muito bom. - E sei fantástico. Mas isso já não precisa dizer a ninguém, porque já a gente já descobriu isso. E se um desiburso que eu disse, porque falamos bem inglês, porque temos capacidade da depressão. - O que eu estou falando da pula. - É capacidade da depressão, claramente. - Temos boas faculdades que formam os nossos olhos. E temos muito boas faculdades que formam nossos olhos, mas também temos uma coisa que é. é perfeitamente consciente que. que muito vou laforar, tem mais oportunidades. - E é exatamente isso. - E acho que esse é um desafio. - O celular é o primeiro critério ainda de. - Escolha, nunca vai ser outro. - É, não é? - Nunca vai ser. - Eu vou isso muitas vezes. - Volto em eventos. - Solário emocioná-lo, isso, aquilo, as fogas, isso, aquilo. Solário é o final do dia também. - Lêva ou não. - Assisa o lafsouro. - É porque tudo o resto. - É como eu doutir. - Tudo o resto pode ter. - Tanto. - Plano de saúde, fantástico. - Tanto a gente tem e a manhã vou copiar. É assim que fosse uma das organizações. E é uma coisa que nenhuma pode vender, para que o menino trabalha é fantástico. Não, o menino trabalha em todos. - Tem algum problema. - E problemas. - Faz parte. - Faz parte. - Dois de saúde. - Dois de saúde. - Se eles ainda nem com pessoas. - Neste o passo de dizer que é diferente. Não vale a pena enganar. - O que mexe. - O celular. - É o principal. Depois, efetivamente, existe tudo o resto, mas é tudo o resto. Neste momento, também, é soso-nal, mas tudo o que mexe. Porque neste momento é o estado da trabalho. - E ainda continua a ser. - E ainda é. - É um fator de atendos mais jovens. - Que estranho, nessa. - Primeiro emprego. - E já é um jorrecido. - Jogos critérios. - Já um critério. E comparam a ofertas da etapa do. - Por isso eu vou. - Eu vou fazer um poder dizer que. - São mais pessoas escolhem os seus trabalhos do que. - Na claramente. - Então, os não teus. - Que as empresas. - Que as empresas escolhem os seus trabalhos. - Claro, né. Mas deixa-me dizer que não é uma crítica. Cé-se, e. Temos que nos evitar. Temos todos nos adaptar. E os melhores pessoas são aqueles que conseguem adaptar a essa realidade. Não há problema. Vamos se você fique vivendo? Vamos ver que estamos aqui, caixar. A vida é toda a que os seus queros, os seus não quer. Então, eu não sou absolutamente. Também quero. Temos que saber nos adaptar. Temos que viver com essa realidade. Este vamos com um dia a viver com uma realidade ainda completamente diferente. E mais complexa do que existo hoje. Então, castoramos para fazer-lo. - Porque. - Não, não. - E o que? - E o que? - Isso corre bem. - E vai, vai. - Vai. - Não é a félvula. - E é homem. - É homem. - Obrigado. A família? Temos? Espasse para a sofisticação? Temos. O Nissen xestrelli dá-lhe os passes necessários para tornar as suas aventuras em família muito mais emocionantes. A partir daí, tudo o resto só pode correr bem. Nissen, de Fire of the Nairy.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O podcast "Escorpei" apresenta histórias inspiradoras de líderes e pessoas comuns, focando na superação e na crença de que vale a pena continuar.
  2. André Ribert Pires, administrador da Clan (antiga Multipissual), explica a mudança de marca após 30 anos, motivada pela necessidade de criar um "clã" de ligação e apoio entre clientes, candidatos e colaboradores.
  3. André começou a carreira cedo, trabalhando em um contact center aos 13 anos, o que lhe deu resiliência e uma visão prática de negócios, antes de se formar em engenharia.
  4. Ele destaca a importância de estar em constante transformação, saindo de zonas de conforto para impulsionar mudanças, como fez ao deixar uma grande empresa para atuar em recursos humanos.
  5. A transição para a Clan envolveu toda a equipe, sem medo de perder a história, mas com foco em valores como "estar pronto quando somos precisos" e alinhamento com a tecnologia e as pessoas.

Summary:

O podcast "Escorpei" recebe André Ribert Pires, administrador da Clan, que discute sua trajetória e a transformação da empresa, antes conhecida como Multipissual. André começou a trabalhar cedo, aos 13 anos, em um contact center, onde aprendeu resiliência e a importância de se dedicar ao trabalho, mesmo sem formação superior inicial. Mais tarde, formou-se em engenharia e atuou em grandes empresas, mas sentiu a necessidade de mais dinamismo e mudança.

Isso o levou ao setor de recursos humanos, onde liderou a mudança de marca para Clan, um nome que reflete a ideia de um "clã" de apoio e ligação entre clientes, candidatos e colaboradores. André enfatiza que a transição foi feita de forma colaborativa, sem medo de perder os 30 anos de história, mas com o objetivo de alinhar a empresa a valores como "estar pronto quando somos precisos". Ele destaca que a tecnologia é importante, mas o foco principal são as pessoas e a capacidade de se adaptar às mudanças.

A conversa aborda temas como liderança, resiliência e a importância de sair da zona de conforto para impulsionar transformações significativas.

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