Divergência no STF revela como alas encaram escândalo
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O programa WW discute a decisão do STF de manter as prisões de Henrique e Felipe Vorcaro, pai e primo de Daniel Vorcaro, ex-banqueiro do Banco Master. O ministro Gilmar Mendes foi o único voto contrário, criticando a operação como sensacionalista e comparando-a à Lava Jato, que ele considera um erro. O relator André Mendonça rejeitou essa comparação, afirmando que a investigação não busca obter delações por meio de prisões, e revelou novos indícios de corrupção, como repasses de R$ 6 milhões ao senador Ciro Nogueira e pagamentos de viagens para o presidente da Câmara, Hugo Motta. A análise destaca que a divergência no STF expõe duas visões opostas: uma que vê o escândalo como uma ameaça à credibilidade da corte, devido aos contratos de Vorcaro com a esposa de Alexandre de Moraes e com o resort de Dias Toffoli, e outra que tenta defender a instituição, minimizando esses vínculos. O caso Master é considerado inédito por envolver diretamente ministros do STF, gerando um debate sobre a imparcialidade e o impacto político nas eleições de 2026, onde a corte pode se tornar alvo de críticas e reformas legislativas.
[Música] Boa noite, a Cémena e Brasil, este é o WW. O STF manteve hoje em prisão preventiva o pai e o primo de Daniel Vorkaro. A votação não foi o Nânimi. Os ministros da segunda turma onde está correndo esse caso tiveram interpretações divergentes sobre os motivos para manter a prisão dos acusados de participação nesse longo hold crimes e fraudes do escândalo do Banco Máster. Mas essa não é a questão mais relevante. O que a divergência deixou exposto é como duas alas diferentes do supremo encaram o próprio escândalo. Na visão do decano Gil-Marmenes, que foi voto vencido pelo que ela era o acamento da prisão, as operações policiais que investigam o escândalo do Máster se parecem as dalavajados, que predenam parentes de acusados para conseguir delações. E se transformaram essas operações na visão de Gil-Marmen, num caso rumoroso, cada vez mais espetáculooso e sensacionalista, provocando essas observações do decano e mediata a reação do relator da matéria, que é o ministro André Mendonça, que disse, não se prestar a fazer trabalhos objetos como esse de prender para conseguir uma delação. Não estamos falando da Lavajato, aspas, disse Mendonça. Não estamos mesmo. Os erros da Lavajato são lembrados até hoje, assim como a maneira como o supremo com o supremas canetadas, passou a borracha em quase tudo, como se o imenso escândalo de corrupção tivesse sido uma invenção. O que torna realmente espetáculooso, um escândalo do Máster, é a suspesa de compra de agentes públicos entre eles integrantes do próprio supremo. A essência da crise não é o que o supremo acha do comportamento de agentes públicos, como foi no caso da Lavajato? É o que uma parcela enorme da sociedade acha do comportamento de integrantes do supremo. Na essedição do W.W.D. vamos tratar também de Lula no G7 e de como vai ser essa anunciada paz no Oriente Médio, antes aos participantes da roda nesse momento, conosco Flávia Maia, ela é analista de judiciária do Jota, Flávia está lá no nosso estúdio da CNN, em Brasília. Flávia, obrigado por estar conosco boa noite. Boa noite, obrigado, Ilha. E taís e caiu aqui no estúdio na Vila Paulista. A segunda turma do Supremo manteve hoje as prisões de Henrique, Felipe Borcaro, pai, respectivamente, pai e prima de Daniel Borcaro, o ex-banchero do Master. O único voto contrário foi o decano da Corte, e o Marmenes travou uma discussão com o relator das ações André Mendoza. A reportagem é diluciona moral. Gil Marmenes defendeu a prisão domiciliar de Henrique e de Felipe Borcaro com a adoção de medidas cautelares. Foi o único voto contrário à prisão preventiva. O clima temso e a troca de farpas entre Gil Marmenes e André Mendoza dominou boa parte do julgamento. Gil Mar disse que as prisões podem servir como instrumento de pressão para a obtenção de acordo de relação premiada. O decano do STF criticou os hasamentos, alertou que Juiz não pode agir como delegado e que a operação contra o Master lembra a Lava Jato, que para ele cometeu excessos. Primeiro que nós não estamos julgando o caso. Aqui nós estamos julgando os critérios de uma prisão cautela. Exatamente. Nós não estamos julgando Lava Jato. Porque podemos dar em fejo como já tivemos um passado de fundamentalização genericos que não é o caso. Ao longo do voto, Mendoza descreveu a atuação de Henrique e Felipe Vorcairo com uma de uma organização criminosa em atividade, mesmo depois do avanço das investigações. Gil Mar foi voto vencido, mas isso não impediu de ter circíticas até o final do julgamento. Mendoza saiu em defesa do caso, descambando em mais um bate boca. Todos nós estamos no mesmo lado no que diz respeito ao combate a criminalidade, a criminalidade organizada. Agora é preciso que aja meto dos constecionais de se fazer isso. Estão avendo, Ministro Gil Mar, pode ter circíticas. É fundamental. O planão vou admitir tentativas que eu tenho visto de desacreditar de forma indevida a atuação, seja minha como relator seja dos investigadores. Não vou. Em uma demonstração do avanço das investigações, o ministro André Mendoza retirou o sigilo do relatório da PF, referente às prisões do pai e do primo de Vorcairo. Ainda, se tornaram públicos novos elementos para o caso, inclusive envolvendo a relação do ex-Banqueiro com nomes importantes do legislativo federal. Segunda PF, Vorcairo fazia repasses mensagens pelo menos 300 mil reais ao Senador Cironogueira, chegando às 6 milhões em 20 meses. As despesas cobriam viagens, refeições e presente de luxo em lugares como Paris e Nova Iorque. O ex-Banqueiro também teria atuado na eloboração de projetos de lei por meio do gabinete do Senador. O relatório revela ainda que, em junho de 2024, Vorcairo bancou suites num hotel exclusivo Lisboa, para Cironogueira e para o atual presidente da Câmara, deputado Gumota. Mota firmou que estava em um evento corporativo e que está tranquilo em relação às investigações. A defesa de Ciron ainda não se manifestou. Diante da gravidade do cenário, o ministro André Mendoza fez um desabafo em tom de indignação. Sem citar nomes revelou ter recusado a proposta de um advogado para uma delação seletiva. "Pedeiro pudor, ministro Jumar. Queremos fazer uma delação seletiva. Falar na minha cara isso. Eu disse, não faço questão de delação. Agora, a delação seletiva comigo não." "Pu lá, gente já viu ao longo desses anos todos, várias discordâncias, é a fim da mente que se inclusive halviva e acordes entre ministros do Supremo. Não há em não termina a novidade para nós, não é o que a gente está olhando como lupa. O que a gente está pressando a atenção é o entendimento que me parece, por detrás dessa divergência, do que esse escândalo significa, e do que significa, do ponto de vista, das instituições de estado como o Supremo, se dedicar com bater esse escândalo. Ali, me parece que há duas alas do Supremo, bastante cuja divergência é, realmente, quanta natureza do escândalo. Essa é a sua leitura também." "Minha leitura que ficou muito claro que você tem uma medição de forças de entendimentos. Entre o ministro de Humáio, ministro da Demendonça, você vê o ministro da Demendonça se posicionando de uma forma muito clara ali em um embate de frente com o ministro de Humámeres, que é o decano da corte, que geralmente ele sai, ele é um ministro que ele sai fortalecido dos embates, porque ele chega ali com tudo muito pensado, tem todo o respeito, e toda a experiência de Supremo, e a gente viu que hoje o ministro da Demendonça se posicionou muito em relação ao caso Master, ele se recusou esse rótulo que o ministro de Humáio tentou imprimir a operação do Master, ligando ele a Lava Jato, ele olha isso aqui, não é Lava Jato, então eu sinto que foi o momento dele se expor, né, o ministro da Demendonça, e até então ele não tinha falado ali de uma forma tão clara como que ele está guiando a investigação. Então isso também ajuda a posicionar a entender como é que ele está levando essa investigação do Master, e sim fica cada vez mais claro que existem posições muito diferentes no Supremo, principalmente com a citrata da investigação do Banco Master. Eu não sei, às vezes com o ente, a gente interpreta as palavras do decano, o ministro de Humámeres, que é alguém conhecido por saber me de palavras. Quando ele disse, como ele disse hoje, que essa operação policial virou espetáculo, virou sensacionalismo e combina isso com uma série de entrevistas que ele tem dado nesse último mesmo mínimo, ele realmente faz essa, é mais que uma insinuação, ele está fazendo uma crítica, a operação toda em torno dos canelos do Master, ele está dizendo seguinte, isso aí está virando uma Lava Jato, no estremo como na visão de Humámer, a Lava Jato foi um erro. A gente só pode seguindo a lógica do raciocínio dele, assumir que ele está dizendo que agora estamos de antes de um erro. Sim, sendo alguma comparação com a Lava Jato justamente o caminho que o decano faz para apontar que o Master comete os mesmos erros da Lava Jato. Esse tipo de acusação, no caso da trama agulpista, teve bastante por parte dos Bolsonaroistas, mas passou ileso, porque em hoje compara o caso Master, é o caso da Lava Jato, no Orcídio também, ficou preso meses, ficou assim, pode visitar a mulher, a delação foi voltou várias vezes, só que ali era o adversário político do Supremo no caso.
que era o acusado. Agora o acusado é o próprio supremo. Como você colocou na abertura, você tem dois ministros do supremo potencialmente delatados. Então na minha visão, o ministro de Humári, ele confunde a defesa da instituição com erros do caso Mácer. E a forma de ele encontrar para defender a instituição supremo-tibunal federal é deixando de lado a centralidade que tem, você já falou sobre isso, já escreveu sobre isso. O envolvimento do Alexandre de Morais e do Diaastófili com Daniel Vercar, como se isso não fosse central e fosse lateral, para ele, mas isso é central. E aí como o ministro é de São Faki, presidente do Supremo, é mais alinhado nessa visão do todo, como ministro de Aminduça, com a Caminluça, com o Fuchs, o Jo-Markin, acaba incorporando a defesa do Supremo, nessa questão toda dos dois, principalmente potencialmente delatados, ou dos dois envolvidos com Daniel Vercar. William, tenho um ponto aí que me parece ser uma defesa de legado, porque o Jo-Markin, essa luta dele contra a Lava Jato, me parece já fazer parte do legado de Jumar, ele se mostra orgulhojo de ser alguém que desmascarou, que desmantelou a Lava Jato. Agora, ao mesmo tempo, fazia uma comparação da Lava Jato, que foi um caso de corrupção quase que pulverizado, né? Sistêmico. Sistêmico, várias empresas ao mesmo tempo, que é dizer vários canais de distribuição e de participantes, e a mesma coisa figuras políticas, uma mistura de das maiores empresas nacionais, com as maiores empresas estatais é uma natureza absolutamente diferente do que é o caso Master, fazer essa comparação, mas se enbeira quase uma desonestidade intelectual do ponto de vista da premissa dos dois casos. O Banco Master tem uma premissa de uma única figura desse moxo Daniel Vorcaro, então um pouco tempo, até conseguido tratar diretamente com ministros do Supremo, com alguém que conseguiu levá-lo, com o caso do Guido Mântega, dentro da sala do presidente da República, com as principais lideranças do Congresso Nacional, em cinco, seis anos ele fez isso. Não foi uma coisa sistêmica, foi uma coisa agressiva e a mesma velocidade que cresceu caiu. Então eu acho que a gente corre o risco aqui, cai ou assimilar essa mistura, essa comparação que essa defesa, que parece ser uma defesa do Supremo utilizada pelo ministro de Jumar Menes. Eu estou querendo dizer que o seguinte, me parece que essa comparação faz parte do jogo político, de defesa do legado por um lado e de confundir. Então, mas no caso. No caso do Jumar, se a gente pega a formação jurídica dele, ela é embômedida, influenciada pelas escolas de direito alemãs, onde ele se formou em direito constitucional e por conta de toda a história da Alemanha, em um século 20, particularmente depois da Segunda Guerra Mundial, a maneira como um judiciário se comporta na visão alemã é muito presa a princípios. Daí que vem aquela frase do Jumar que ficou famosa na época do combate alabajato, quando ele soltou uma frase que viu o manchete de todo mundo, não se pode cometer crimes para combater ou um crime, isso é um princípio. Claro, ele está satisfeito. Então, é o princípio ao qual ele recorre agora? O princípio que ele recorre é dizer, nós estamos diante de violações a direitos constitucionais em nome da investigação e combate ao que ele reconhece um crime. Ok? Agora, a pergunta do ponto de vista do supremo, Flávia, é a seguinte, quanto que essa tese, é a tese majoritária no supremo, adquie novamente, porque assim que Jumar veio passado recente, estamos diante de cometer crimes para combater um crime ou não, não é a tese que tomou conta do grande corpo do supremo. A gente tem que pensar, o ilho aqui nesse caso, né, o caso massa é para ficar na segunda turma, né? E na segunda turma, o que a gente viu hoje, foi o pronúncio do que vai acontecer no master, que você vai ter a princípio um Jumar isolado, porque o topo ele não está participando, porque de todos esses julgamentos relacionados ao master, então, por mais que essa tese esteja em outras alas do supremo, elas não vão ter ali a força decisiva por conta da segunda turma, que é onde vai ser julgado o master, e agora ficou claro que o mendão você vai deixar ele poderia jogar isso pro plenário, poderia, só que quando ele joga pro plenário ele perde, quando, como aconteceu, por exemplo, no caso ali da CPM, e não sei se vocês se recodam que foi em plenário, e ali ele perde, então na segunda turma ele tem mais conforto para ganhar, então nessa segunda turma eu acredito que essa, vamos dizer assim, essa verdade do Jumar, não vai prevalecer, porque na verdade a gente vê um Jumar muito preocupado, com o fato de que todo escândalo do Banco Master caiu apenas no colo do supremo, ele tem essa preocupação com isso que tem outros atores envolvidos nisso também, e ele sabe que essa altura não prega muito mais essa questão de que é, é um ataque ao supremo, ainda mais quando você tem o nome de dois ministros envolvidos, nessas questões do Master. É, o que ele tem visto reiteradamente é que o escândalo era da faria Lima, não do supremo, e que uma série de atores se beneficiaram desse escândalo, ele faz acusações diretas, a grandes bancos, por exemplo, aos quais ele atribu, inclusive, uma função um pouco ainda mais debastidor, ele atribuia a grandes bancos, se a capacidade de grandes bancos de manipular inclusive parte da imprensa, é uma acusação séria que ele faz, a imprensa é dizer que a imprensa ou não se está entendendo papel que faz em relação ao supremo, ou o faz para atender a interesse de outros, não sei quantos do supremo compram essa tela. Oí, nunca houve na história do Brasil, um banquero envolvido na maior fraude bancária da história, teve fechado um contrato de R$129 mil de reais com a esposa de um ministro do Supremo. O grande meditismo do caso Master é esse contrato e acho que até de uma maneira pouco mais lateral, eles não estão na terral, a relação com o risorte do Toffle, negar isso, isso é um dado realidade, se a gente for vasculhar, isso nunca aconteceu. Eu acho que todas as defesas que o Gilmalfaz, elas têm um cuinho político, a movimentação para acabar a avajá-tua, ela tem a fundo, ela tem 5, as suas jurídicas, cera, escono apontadas, pela avajá-tua, tem isso é negável, mas isso só começou a ser deflagrado por acesso ao contrato de uma caíu, depois que a avajá-tua começou a avançar pro judiciário e depois que precisava se tirar alguém para derrotar o Bolsonaro em 2022, essa minha leitura. Agora tudo o que está acontecendo é de novo ter um cuinho político, porque você tem dois ministros potencialmente envolvidos, um contrato inexplicável, injustificável, em qualquer padrão de mercado, ela vivia com o Daniel Vercaro, e aí você tem o tabafal caso, tenham como centralidade para mim, para a minha leitura, porque a gente viu a vida inteira, centrão envolvindo em corrupção, ministros de Estado envolvidos em corrupção, deputado, senador, dirigente partidário, eu estou a 25 anos na estrada você mais, mas é essa parte da nossa rotina de cobertura política, agora ministro do Supremo ou familiares de ministros do Supremo, tendo um contrato de 199 milhões, isso não é normal, e aí que está o ineditismo do caso, e aí que vem a reação, a meu ver política, de tentar abafar tudo justamente para enviabilizar o avance e descobrir qual que era a natureza real dessa relação. Eu quero chamar atenção aqui também para a atuação do ministro de Astofl, que mesmo depois de tudo que saiu sobre a operação da venda do resort, ele continuou relatando o caso, ele chamou uma criação, ele colocou o banco central praticamente no banco do céu, e assim chegou uma hora que, até que ele finalmente acabou admitindo, se declarou suspeito e saiu, mas ele atuou como ministro relator, chamou uma criação, colocou o diretor do banco central, da mesma forma que tratou o suspeito, o Daniel Vocaro, então você tem a questão do contrato, mas no caso do dia, o senhor não só tem a história do resort, como você tem, ele sabendo disso tudo, tem mantido, tem se mantido na relatoria e ele é vado o caso a frente. Vejo, sim, também, eu, minha leitura, a informação, baranálise, a rejeição das duas versões, principalmente da segunda, pela Policifiderar e pela Procuradoria Geral da República, na minha leitura tem muito mais componente político do que técnico, dada a relação, principalmente da PGR, com próprios germenementes e com ministro Alexandre. E esse pergunta queria passar você, Flávia, em termos de olhar para o horizonte próximo o nosso, o horizonte próximo nosso é o das eleições.
e todo o ambiente político em torno disso. A gente tem e ninguém aqui está especulando nada, a gente sabe perfeitamente qual é o peso de toda essa, de toda esse drama em torno do master e da imagem do supremo na conduta dos principais candidatos. Sejam eles acargos, executivos, sejam eles acargos, legislativos. Todos têm alguma coisa a falar respeito do supremo e como é que ele se eleite a um lidar com o supremo. E até um pouco tempo atrás, a gente via uma grande preocupação dos integrantes do supremo com essa realidade. Ela continua de pé ou recedeu. Eu e ele você diz essa realidade eleitoral de quem vir, vir, assumir, a presidência da República, por exemplo. Não só, mas para proposição, por exemplo, do Senado e da Câmara. Existe uma preocupação muito grande dos ministros quando você conversa que eles sabem que o supremo vai ser pauta eleitoral em 26. E que eles sabem que eles vão ter um caminho a depender de quem foi leito, um caminho complicado de atuação mesmo e de embate mais direto. E nesse momento que a corte está mais fragilizada do que, por exemplo, em 22, no sentido de que já como eu falei anteriormente. Já não cola muito mais essa questão de ataque a corte quando se ataca ao ministro do Supremo por ter um nome envolvido, por exemplo, no caso do Master. Então sim, existe uma preocupação ali dentro do supremo com o caso Master. E com essa questão eleitoral do que pode vir, de, ali no principalmente, de reformas vindas pelo legislativo, que pode de alguma forma diminuir os poderes do Supremo Tribunal Federal. Para o ilha, a pesquisa da genial da semana passada, da genial quest, já mostra que o Supremo tem conseguido se afastar um pouco desse caso. Claro que essa semana voltou, mas eu tenho a leitura de que o vazamento dos áudios pegando o Flávio, ou apontando uma relação do Flávio Bolsonaro com Daniel Vercarpe, no dinheiro pro filme, acabou neutralizando e tirando o foco um pouco do Supremo e a pesquisa ela mostra isso, em Abrim, Janeiro, Fevereiro, no álge do Toffle envolvido o contrato do Alexandre, da mulher do Alexandre. Isso estava pegando o Supremo muito e na semana passada, a percepção das pessoas da relação do Supremo que o Daniel Vercarpe caiu a metade em três meses. Bom, eu vou encerrando esse segmento, eu queria agradecer a você, Flávio Amaya, a narizia de judiciária do Jó, a sua presença aí no nosso estúdio, a participação no programa, boa noite, Flávio. Boa noite, muito obrigado, Oílio. Aí, Zikaio, continuamos juntos, depois de intervalo, vamos falar da Cúpula do G7 na França Téja. [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] O W, nós estamos notando intervalo, Louri, Valds, Santana, meu Boa noite. Obrigado, ter você com o nosso aqui. Flávio Amaya, o presidente Lula, ele participou da sessão ampliada da Cúpula do G7 e discursou fazendo uma série de críticas ao que nas palavras de Lula são omissões dos países ricos, viante de uma crise global, criticou especificamente a volta do protecionismo e, por tabela, Donald Trump. O presidente Lula fez aqui na Cúpula do G7 em Evian na França o seu primeiro discurso para os líderes das economias ocidentais mais ricas. Ele basicamente fez críticas nesse discurso algumas políticas do presidente Donald Trump que dizem respeito ao Brasil. Ele criticou, por exemplo, o protecionismo e o unilateralismo. Numa crítica clara ao tarifácio e as guerras comerciais que foram iniciadas depois do presidente Donald Trump ter voltado a Casa Branca. E ele fez uma segunda crítica ainda mais clara dizendo que o combate é narcotráfico. E também o combate ao crime transnacional são questões de desenvolvimento também. Agora ele disse que é necessário combater, claro, fortemente organizações criminosas, mais respeitando a soberania dos países. O presidente Donald Trump estava praticamente na frente do presidente Lula. Era uma grande mesa oval e os dois estavam em lados diferentes, basicamente cara a cara. Muito do debate aqui em Evian aconteceu também da possibilidade do encontro entre o presidente Trump e o presidente Lulaiste. Eles tiveram muito perto nessa reunião embora em lados diferentes da mesa e eles tiveram muito perto em duas outras ocasiões quando aconteceram as chamadas fotos de família, quando os líderes se perfilam para aparecer nas fotos. E amanhã vamos ter outras discussões na quarta-feira aqui também em Evian e uma delas vai ser subminirais críticos. O Brasil também não vai endossar esse documento, porque segundo o governo brasileiro, o presidente Lula, apurei o governo brasileiro acredita que a proposta do G7 é basicamente estrativista, ou seja, que países como o Brasil tem que vender as comódias e o Brasil quer criar uma cadeia de valor nesse setor. Lula, ele vai a foto, valeu. Isso que valeu, né? Para quem? Barulula, óbvio. A gente foi atrás dessa foto, conseguiu a foto bonita ali, a foto de família, tudo mais. O neoliberalismo agravou a desigualdade econômico, que é meio de gremes, estudantil, de 30 anos atrás, mais ou menos. A discurso de ninguém mais, se quer usar a palavra neoliberalismo, a não ser aqueles grupinhos. Protecionismo que surge agora. Agora? Agora? Outra coisa que ele diz ali, outra frase de efeito daquelas, que acho que na bolha dele funciona, precisamos de um sistema financeiro no qual países não têm um discolhido entre pagar criadores e alimentar suas crianças. Então dá um calote para alimentar as crianças. Bom, isso foi você que falou, Bruno. Ah, é a conclusão lógica. Não lógica não é o que impera nessas coisas. Mas enfim, do que se tratou ali? Bom, do ponto de vista do Lula é isso, uma insenação para mostrar que ele tenha ali todo a capacidade de dialogar com estadistas, com governantes e tal. Mas o foco desse encontro, obviamente não era o Brasil e nem eram essas questões em boa estagem, se véssem na pauta nessas discussões, mas o que estava em discussão ali era o que vai acontecer com o direito de hormus e como os países que estavam presentes ali podem ajudar na desobstrução dessa via marítima. Então cada um tem um papel ali, né? França Inglateria, com seus navios de caçaminas, de varredura de minas, ali estavam catar em mirados árabos unidos e agito, com quem Trump conversou, inclusive sobre esse fundo de 300 bilhões de dólares para o irã, para o regime iraniano, para reconstruir o irã e levar a prosperidade para o atual irã de mostrubar a rameneir. Então não só não há mudança de regime como haverá uma prosperidade para o país e ele levar a diante às ideias com o Trump. Mas enfim, essas discussões, o Trump se reuniu com os Elansk, discutiu o crânio, nem é o que o Trump está com muita vontade de falar agora, mas os europeus que insistem nessa pauta, mas o Trump agora quer celebrar, ele está num modo de celebração do acordo que ele fez, que ele quer entregar com um acordo muito bom para o mundo e tal. E aí, um fato de que o Trululu estava ali conversando com a Ursula Fonderland, da Comissão Europeira, o Trump passou e não compreenderam, não significa nada, porque inclusive as pessoas educadas não interrompem as outras pessoas quando eles estão conversando, ali está estava de um presidente e de uma presidente da Comissão Europeira. Então ali, quando há tirado essa foto, não é necessário que todo mundo conversa, não conversa com o Scott, é só uma fotografia que está sendo feita ali. E ali, de tudo isso, o Trump dedicou três horas ao Lula em março na casa branca, então ele não sente que está precisando conversar com Lula, sente que está precisando conversar com aqueles outros governantes que estão ali. Agora tem um ponto ali que nos interessam diretamente, que é a ideia que está tomando conta dos mercados, que as situações que resolveu. Lula tem adotado cada vez mais e essa é a estratégia definida pelo cidôneo Palmeiro, o discurso anti-systema. E talvez esse discurso de. A sistema global, não é? A sistema global, mas mesmo no Brasil. E talvez esse discurso em que ele busca, fala neoliberalismo, que ninguém, essa geração que ele está de jovens, que ele está buscando, inclusive, reconquistar, nem lembra, mas nem sabe o que é isso, em que ele coloca esse contraponto, o país tem que escolher se ele vai pagar sua dívida ou se ele vai alimentar as crianças. Isso tudo é parte desse.
dessa estratégia de seu cara que vai ser um não-systema, diante dos problemas e dessa peda importante de apoio que eu falava Bolsonaro de força política, que o Flávio Bolsonaro está passando, o Lolo está entendendo que ele pode inclusive dar uma radicalizada sim, porque a alternativa, assim, ele está correndo o risco na cabeça dele de vencer por WO, mesmo que venha num segundo turno. Então fala muito assim, não surpreende, porque a gente sabe que ele quer essa pose de estadista, que conversa com os grandes líderes, ele quer, o foro para ele dizer, está vendo? Eu não tenho medo de mostrar para eles, que são a representação de tudo isso que eu estou sendo contra, que eu não tenho medo de falar na cara deles, que isso é o que está levando a pobreza. E assim como eu não tenho medo de assumir essa resistência no Brasil? Tem outra afirmação dele, que na minha, eu queria ver sua leitura, na minha, totalmente dirigida por público doméstico, que muitas vezes acontece nos encontros de gesteixos, os participantes vão lá, fazem um monte de discurso, está dirigido para casa, o resto da minha, ele não está nem sabendo muito bem do que é, mas essa afirmação do Lula é a seguinte, é que o crime organizado é transnacional, não é? Na verdade, o caso. Devia ser combatido, respeitando a soberania dos países. É claramente que ele está dirigindo o Trump, e a clasificação de grupos criminosos brasileiros, como terroristas, isso é forte aqui pro público doméstico, também vai passar batido. William, isso tem dividido, ali, a população, a gente tem que entender que essa eleição, se a eleição nossa de outubro, ela vai ser decidida pelo centro. E nessas duas operações políticas da oposição e do Bolsonaroismo, os Estados Unidos, o Tarifácio, e as facções pelas pesquisas, recentes, confiáveis, a leitura de que a oposição Bolsonaro está de um mal e favoreceu o presidente Lula desse sentido. Então, na medida em que ele leva a expunido discurso do G7, ele está via o seu marqueteiro, o seu dono Palmeira, lendo essas pesquisas e tentando engarear e buscar esse eleitor de centro que pera as pesquisas, majoritariamente condenou e condena muito mais a atuação do lado Bolsonaro, do Bolsonaroismo na Casa Branca, a Lula Tarifácio, Sancões, e mesmo a questão das facções, das facções, ela não é aceitera, ela não conseguiu Bolsonaroismo, era o próprio campeão do Flávio, a Angariále, quando começou a respirar ver mais denúncio. Então eles não surfaram nisso, embora seja um tema que a direita surfe muito melhor do que a esquerda tradicionalmente. A Lula pega esse discurso, leia pesquisa, e vai lá pro G7, e a copla tudo isso, no discurso de soberaninha, que para esse eleitor de centro que é o deitura decisivo de eleição, tem funcionado até agora, muito embora seja um voto volúvel que vai e volta a depender do caso. Agora, alguma coisa, o Lula entrou em convergência, pelo menos nos participantes europeus de cinco oito, hoje lá nos Alps, na Berada dos Alps, na França, a Lula e Val. Eja o que o chefe de governo da Reino Unido falou do Trump recentemente, o que o chefe de governo da Alemanha, em dici do Trump recentemente, agora foi lá, o Friedrich Merck, se entrega uma camisa de futebol com número 47 pro Trump. Estar, armados, outros, todos eles, como se nada tivesse acontecido desde 28 de fevereiro, foi uma coisa assim, vamos tratar esse personagem o Trump bem, porque sabe-se lá como é que ele sai reagindo daqui. Então, todos eles fizeram misancerem em torno do Trump, como se nada tivesse acontecido, é um show de sinismo. O Macron convidou o Trump para jantar no palácio de versale a manhã à noite, quarta-feira. O local, os Estados Unidos estão comemorando os 250 anos da independência, é o local em que foi assinado um dos tratados que possibilitaram a independência dos Estados Unidos extremamente simbólico. Mas por que que ele fez isso? Para. Obrigado, mas para induzir o Trump, é ficar até o final da Cúpula, porque isso geralmente o Trump não fica até o final das Cúpulas do G7. Então, com o Charme, o Francesco e o Charme da História, e realmente essa ligação histórica incrível que existe entre a Revolução Fracês. O trevador, o palácio, né? É, é, é, é, é, é. E agora, se é tratado como imperador, vamos falando. Essa Revolução Fracês, a ligação de Revolução Fracês, a Revolução Americana, e tal, é algo que realmente, únicos lá, as noato, que as duas bandeiras têm as mesmas cores, assim por diante, aliás, à Rússia também, aí a gente vai discutir um monte de tempo. -Vou, é, é, é, é, é. -Vou passar isso. -E, enfim. -A gente papo vinha, né? -Cá, eu a gente aqui, papo. -É, é, é, é, é, é, é muito. Parece tão longe, né, de valores comuns. Mas, é. mas sim, eles, como eu disse, ontem, o grande objetivo dessa culpa era não ser um disaster, era não o Trump, não sair atacando quem estava lá e tal, então é isso que, é, será a prioridade dessa culpa. -É só, vou me te pedir de vocês, por enquanto, tão encerrando esse segmento do programa, a gente vai estar com, a gente é, é, é, é, é, futebol americano aqui, né? Dependendo do assunto, troca o time. Então, o do rival, a gente continua juntos, tais, boa noite, caiu igualmente, boa noite. Depois do intervalo, a gente vai continuar falando do Trump. Agora é por conta das críticas que ele faz aí Israel em relação a taxis, alenses no livro na Tejã. Então, de volta, pessoal, e agora conosco na roda Carlos Federico Coelho, professor de relações internacionais a pouco rio e da escola de comunidade estad-morda e o Zé, a esto é SM, Carlos Federico, mais uma vez obrigado por você estar aqui na roda, boa noite. -Vamos atuar, ele é uma boa noite, vai ao Brasil. -Vamos então ao assunto, agências de inteligência americana, as avaliam que as autoridades inteiram, se sentem na verdade muito empolveradas, com que até agora se sabe dos resultados da guerra. E, segundo as agências de informação americanas, as autoridades do irã estariam pensando novamente em bloquear o estreito de hormus como instrumento de pressão, independentemente do teor do memorando, que vai ser assinado numa cerimônia entre representantes de estados unis de do irã, agora na sexta-feira em Genebra, reportagem de Mariana de Andiá como. Uma fonte com acesso às informações desses relatórios de CCNN, que para o irã, o estreito de hormus se mostrou uma arma mais poderosa do que qualquer bomba nuclear. A capacidade do país de controlar militarmente o local foi reduzida com os ataques de Israel e Estados Unidos, mas informações de inteligência indiquem que terão, mantém cerca de dois terços dos lançadores de míssis intactos, além de conservar metade da capacidade de estocagem de drones. O irã também conseguiu aproveitar o césar fogo para retomar a produção de drones, e, em maio, estimativas da inteligência americana indicavam que o irã poderia report totalmente a capacidade de ataque com drones em cerca de seis meses. Um integrante do alto escalão do governo americano disse a CNN que o irã só terá os benefícios pretendidos, se mantiver o hormus aberto. A expectativa é que a marinha dos Estados Unidos reduza o bloqueio aportos iranianos proporcionalmente a restauração das condições de tráfego no estreito, especialmente com a retirada de minas das águas da região. O memorando de entendimento entre Estados Unidos e irã ainda não foi divulgado. Israel não deve assinar o documento, apesar de ter atuado conjuntamente com os Estados Unidos nos ataques contra o irã. Uma fonte de Israelense disse a CNN que o país pediu os Estados Unidos acesso a integrado memorando prestes a ser assinado, mas o pedido foi negado. Na Cúpula do G7, o presidente americano voltou a demonstrar insatisfação com a atuação de Israel no líbano. O irã afirma que o memorando corre risco de não avançar se as operações esraelenses no território libanês continuarem. Agora estou não feliz com o jeito Israel se movida com os seus homens e com o esboleiro. Eles devem ser capazes de fazer o jacaré. A Israel já foi aberta por um tempo e foi muito bom e não foi encontrado. O Brasil é sempre fascinante. Quando a agência, serviços secretos, instâncias de inteligência e informação se dedicam a uma situação como essa. Uma coisa que elas conseguem bem em geral é analisar capacidades. Em geral, a deusa até em fonte saberta se tem uma ideia bastante precisa.
Por exemplo, do poderinho de tal país em termos de lança-mícies, por exemplo. Outra coisa é quando ela se dedica a analisar intenções, que é o que está na maratéria da Jean-Jacques. É uma coisa a capacidade do irando fazer isto aquilo, a outra é a intenção de ir fazer aquilo. Mas o que você ler o que seriam as intenções do irão agora? Não te aprendi se esse conflito com o objetivo de redesenhar, se não arregião, ao menos o irão, e a relação com o país, ele de fato consegue o objetivo dele, que é redesenhar a capacidade do irão de projetar a poder, só que tudo contrabra do mundo invertido, basicamente. Então estreitou um rústice, o irão descobrir o irão, e aí é total concordar-se com todas as agências. O irão descobrir o que estreitou um rústice, é de fato mais valioso do que uma arma nuclear, e a partir de agora é terando nunca vai negocia a imposção de frases. Então, o irão redesenhar a situação de uma maneira que vai ser muito difícil de voltar atrás de um futuro. Então assina o memorando que é relativamente genérico, e a gente ainda não sabe o teor, mas especula-se que "Ah, não vai cobrar até pedagem, mas vai cobrar por serviços marítimos, vai devolver fundos por irão, falam-se em 300 milhões de doses, eu acho que a gente precisa esperar o texto, mas se tudo o que a gente está enxergando, de fato, se concretize, a gente está de mover por a assolamento e desastrar por parte do governo americano." -Vou, Levo. -E já que estamos falando de informação, de inteligência, é incrível, porque aparentemente tudo isso teve origem num erro colossal de análise e de inteligência. A gente não tem a visibilidade de até que ponto foi um erro do Mossad, de agentes do Mossad, de iranianos que disseram para o Mossad, o que o Mossad queria ouvir, ou que disseram que gostaria que fosse verdade, que seria o regime iranianos estar para cair, e bastam um peteleco ali, né? -Mas, do que um peteleco? -É, para decaputação. -Exatamente, estou brincando, mas uma decaputação que Israel e Estados Unidos eram capazes de fazer, provavelmente os uncos países que seriam capazes de fazer isso, de ter essa inteligência, de ter essa capacidade de bombardeir e tal, e só que não. E ainda vem o estreito de Ormos, fechado. Muitas dessas coisas nós que acompanhamos irá muitos anos previríamos, que uma decaputação do regime não levaria a sua queda, e que ele poderia recorrer ao fechamento do estreito de Ormos. Isso é mais potas e de todos os jogos de guerra, aquela região, a décadas e décadas. Então, hoje, Estados Unidos e Israel perdem, sobretudo, Israel, no caso, perde tudo que havia ganhado desde a partir de sete, o YouTube de 2023, o redesenho do Oriente Médio, colocando Israel como uma potência absolutamente acima das outras, agora é o iran que ganha esses status, né? O que são os EUA? E os EUA tem nesse momento? Depende de que tipo de pressão que o governo americano vai exercer, né? Então o UBC taques nas últimas horas no Sul do Liban, o ira disse que o EUA tem 84 problemas de violações do césar fogo, desde que foi acenado, prometido acenar tudo para ser estafelas no dia 2 de日. E as outras pessoas já dependem de que qual o nível de pressão que deixa o que vai exercer. Então, só para o FIRA um peco já é, tanto também não ta numa situação mais confortável, por que que pareça entre os três, eu já contato como na posição mais desconfortável, é metanear ou internamente. Poderia até continuar em ação em face do livro, mas poderia arriscar perder o apoio americano. Agora, eu estou tentando ser aquilo ebrar numa um chão de gelo que constou eu para esse próprio. Então, ele pediu reenição em condicional do ira, vai recebendo um morano de emércoles e a diferença entre uma coisa e outra é o cuspolitico, que ele vai pagar, já está pagando e vai pagar que vai ter a pensar nos exercícios, se a gente fosse acessor do Trump nesse momento, como é que ele vende esse acordo para a sociedade americano como a vitória? Não consigo mais de uma saída. Ele é bom isso, ele é muito bom, essa é a maior aptidão do Trump, é a comunicação, ele não é bom de gestor, não é bom de políticas públicas assim, na pandemia, é claro que a pandemia era um grande desafio, mas enfim, ele não entregou muita coisa, tanto que não se reelegeu, mas esse campo da narrativa, do empacotamento das realidades, ele é um mestre, mas acho que ele nunca enfrentou um desafio tão grande quanto esse e eu me basei nas pesquisas, no que os republicanos, no que os dependentes estão dizendo, os americanos estão profundamente descontentes, principalmente com os problemas econômicos. Agora a gente olha para o que está acontecendo ao mesmo tempo lá na França, na reunião do G7, o Cedérico, o impenho dos europeus era agora síntora, agora que tem pelo menos uma ideia de resolver esse conflito, pelo menos pareintemente que as vezes conflito, nós vamos ajudar, nós vamos deslocar para lá ativos, ativos importantes, para limpar de minas, assim, o que eles não fizeram até aqui, estariam dispostas a fazer, entroca o que parece, não sei se está diretamente associado uma coisa outra, mas os dados sugerem que sim, de uma reavaliação de como que Trump vê a questão o crânia rússia, aparentemente uma decepção do Trump, isso sempre funciona muito forte nele, se ele está empolgado ou se ele está deprimido com alguma coisa, ele parece muito chateado com Putin, é o mesmo tempo muito bem impressionado com os crânianos que pouco tempo atrás segundo o Trump não tinham as cartas, e de repente parece que tem. A inflação é o pior inimigo de qualquer governante, então para Europa, especificamente para o indigeral, mas para Europa especificamente quando você soma o conflito, lui, com o conflito, na o crânia, a inflação para esse energia é bastante considerado, então tudo que os aloprosco devem fazer com o mínimo agora de segurança, certamente está no interesse dos governantes europeus a ajudar, acho que a grande questão é que normalmente essas coisas não tomam muito, então no papel se tudo caminhar hoje ainda é terça-feira, se tudo ainda caminhar conforme se espera o estreito reableria na sexta-feira, mas de fato o petróleo só vai fluir quando as empresas seguradoras e os navios acreditarem que a segurança, essas empresas não comem como um nicode imprenso, então tem que ver qual vai ser a situação, a costação lá especificamente, o ira está numa condição de massa a capacidade de barganes, momento, então até sexta-feira, por exemplo o irar de dizer "tropo, você vai controlar o Jail ou não vai", realmente assim, numa reablintação, o redesenho estratégico da região, impressionante, o ira, perge a guerra e ganhou a mão no baralho e ganhou a mesa, então numa negociação coestiva que sobreviveu já vai ser o ponto mais importante. Isso lembra mesmo isso esse em 56, na cereal governante do Egito, a operação militar contra ele é mega bem sucedida, bom e ocupa um canal de suéseis e periga a guerra. Guesos Estados Unidos e envolvidos nisso, né? Eu acho que a gente está aí diante de duas culturas assim, a cultura do Trump e a cultura dos iranianos, que é uma cultura bastante, são culturas bastante transacionais, né? É claro que tem toda a ideologia do regime iraniano, nacionalismo, etc. Mais eles gostam de uma boa negociação, negociaram com o brama durante um ano e meio, aquele acordo.
no cléar depois rompido pelo Trump. Eu acho que essa ideologia do governo americano, de que é possível transacionar, de que é possível negociar, de que é possível comprar, e que todo mundo quer prosperidade no final do dia, os iranianos estão conseguindo. Não diria manipular, seria um falar forte, mas estamos conseguindo se aproveitar, dessa visão do Trump, essa capacidade do Trump de esquecer o passado de guerra, de animizar, os iranianos estão prontos para aproveitar isso, porque o principal objetivo do iraniano sempre foi reduzir o perfil de Israel, e isso eles estão conseguindo, eles estão manobrando de uma forma, usando o resbalado alíbano, usando o desejo do Trump de sair dessa enorme enrascada, para fazer a cor de ele, que são interessantes para os iranianos, e que os Estados Unidos estão prontos para embarcar, né? - Carlos Federico Coelho, eu queria começar por você os agradecimentos, o Carlos Federico Professor e Relações Internacionais da Pouque Rio, lecione também em escola de Comunidade Estar Morro do Exército, é SM. Obrigado pela participação aqui no programa "Born, oito para você". - Bom, mais rir, muito amor, prazer. - Bom, muito obrigado, muito obrigado, prazer e me sempre ter abordo. Antes da gente encerrar um registro que, para nós, foi motivo de orgulho hoje, a pesquisa Digital News, Reportes, em 2026, da Reuters, que é uma das principais agências do planeta, ela foi desfugada hoje e traz para a cinema em Brasil a marca de jornalismo líder em termos de confiança dentro do público que a gente atinge. O canal "Alidera", a lista, é essa lista publicada pela Hoéter, um 62% de confiança do público, consolida uma posição de destaque nesse mercado. Além de grande credibilidade, a cinema em Brasil registrou, na mesma pesquisa, a menor taxa de rejeição entre os veículos ali analisados. Essa edição do da Blab fica por aqui. Obrigado, boa noite. [Música]
Podcast Summary
Key Points:
O STF manteve a prisão preventiva do pai e do primo de Daniel Vorcaro, com voto divergente do ministro Gilmar Mendes, que criticou a operação como espetaculosa e comparou-a à Lava Jato.
O relator André Mendonça rejeitou a comparação com a Lava Jato e defendeu a investigação, revelando novos elementos, como repasses de Vorcaro a políticos, incluindo o senador Ciro Nogueira e o presidente da Câmara, Hugo Motta.
A divergência no STF reflete duas alas
O caso Master é inédito por envolver contratos milionários de Vorcaro com familiares de ministros do STF, gerando questionamentos sobre a imparcialidade e a atuação política da corte.
Summary:
O programa WW discute a decisão do STF de manter as prisões de Henrique e Felipe Vorcaro, pai e primo de Daniel Vorcaro, ex-banqueiro do Banco Master. O ministro Gilmar Mendes foi o único voto contrário, criticando a operação como sensacionalista e comparando-a à Lava Jato, que ele considera um erro. O relator André Mendonça rejeitou essa comparação, afirmando que a investigação não busca obter delações por meio de prisões, e revelou novos indícios de corrupção, como repasses de R$ 6 milhões ao senador Ciro Nogueira e pagamentos de viagens para o presidente da Câmara, Hugo Motta.
A análise destaca que a divergência no STF expõe duas visões opostas: uma que vê o escândalo como uma ameaça à credibilidade da corte, devido aos contratos de Vorcaro com a esposa de Alexandre de Moraes e com o resort de Dias Toffoli, e outra que tenta defender a instituição, minimizando esses vínculos. O caso Master é considerado inédito por envolver diretamente ministros do STF, gerando um debate sobre a imparcialidade e o impacto político nas eleições de 2026, onde a corte pode se tornar alvo de críticas e reformas legislativas.
FAQs
O STF manteve a prisão preventiva de Henrique e Felipe Borcaro, pai e primo de Daniel Vorcaro, com o único voto contrário do ministro Gilmar Mendes.
Gilmar Mendes defendeu a prisão domiciliar e criticou as prisões como instrumento de pressão para delações, comparando o caso à Lava Jato, enquanto Mendonça rejeitou essa comparação e defendeu a legalidade das investigações.
Mendonça retirou o sigilo do relatório, que mostrou repasses de Daniel Vorcaro ao senador Ciro Nogueira e a relação com outros políticos, além de uma proposta de delação seletiva que ele recusou.
Gilmar Mendes afirmou que as operações policiais lembram a Lava Jato por usarem prisões para pressionar delações, o que ele considera excessos e espetacularização.
Esse contrato é inédito na história do Brasil, envolvendo um ministro do STF em um grande escândalo bancário, e levanta suspeitas sobre a relação entre Vorcaro e integrantes da Corte.
O caso expõe divisões internas no STF e fragiliza a instituição, especialmente com o envolvimento de ministros como Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, gerando preocupações para as eleições de 2026.
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