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Direito Consuetudinário Germânico

49m 52s

Direito Consuetudinário Germânico

A transcrição apresenta uma conversa descontraída entre participantes de um podcast, que aborda temas variados com humor e ironia. O ponto central é a história do padre alemão Johan Cuberger, que supostamente salvou um menino de quatro anos de um rio gelado no inverno de 1894 – esse menino seria Adolf Hitler. O grupo debate se Cuberger deveria tê-lo deixado morrer, levantando questões éticas sobre responsabilidade e consequências históricas. A conversa se expande para reflexões sobre o dilema de matar ou não o bebê Hitler, comparado a outros paradoxos morais. Em seguida, os participantes discutem a banalização de avisos de conteúdo (trigger warnings) em filmes e séries, criticando a infantilização dos adultos. O tema migra para educação infantil, diferenças de comportamento entre gêneros e o uso de palmadas. A parte final do diálogo foca em uma análise linguística e cultural: a exploração de termos arcaicos portugueses para o órgão sexual masculino, extraídos de cantigas medievais de escárnio e maldizer, como “alho”, “peça”, “pisoça”, “clérigo” e “madeiro”. Há também menção à circuncisão, ao poeta Fernando Pessoa e a um poema de Carlos Drummond de Andrade sobre a “magnificação” do membro. A conversa transita entre o erudito e o cômico, mantendo um tom informal e provocador.

Transcription

8484 Words, 43497 Characters

Portuguese
Paulo, os números de estar a trânsito tornaria, ela tá comum na cabeça com eles. Não posso ter sido eu, não, mas eu quero apurar de quem é responsabilidade disto. Se é dizer de eu quem tela ou se é de João Martinds. Senhoras, nós vinte estamos agora a guardar que. - Tá, vai chitaríssimo. - Essa foi a trânsito. Um blanda, vem e sai. - Fica a chatura. - Não quero fazer um hoje. - Olha por isso, tá apontado. - A culpa foi ninha. - E a paz como se acima? - Sim. ♪ Vamos ter de falar de outra maneira. ♪ ♪ Assim vamos ter de falar de uma maneira. ♪ ♪ Vamos ter de falar de outra maneira. ♪ ♪ Assim vamos ter de falar de outra maneira. ♪ ♪ Outra maneira. ♪ Olá, este é o podcast. Assim, vamos ter de falar de outra maneira. - Com Miguel Goyce. - Deu Quintela. - Deu com? - E Ricardo no Esbrério. - Por que estás a trânsito de falar de uma forma? - Não posso mudar. Não sei, porque que estou a falar. - Vá lá para se. - Eu vou contar uma história. - Eu acho que tenho que usar o óculos muito eciados na cana do nariz. E agora estou a começar a falar assim. - As vezes, as pesteines não tocam na lenta. - Não sei, porque ainda é muito recente. - É, recente, não consigo ter conversas com típicos ou bróculos. - São meninos dos óculos. - São quase 50 anos. O tema de hoje é o fascinante direito com o sué, tu dinário, o Germani. - Eu superiou. - É o meu irmão. É a das melhores direitos com sué, cinaários. - Em nacliditas no painatal. - E em abril. - E em meio. - No casino online, na play, um datal e quando tu quiser. As jogos novos exclusivos todas as manas. E cada um deles tem uma promoção associada para experimentar a vontade. Mas não desqueças. Joga sempre de forma responsável. - Bacana play, downplay na vida. - Mas sabe o que o apropósito disse. - É que aconteceu uma das minhas histórias para o dilêpte. - É que tem que ver com o direito? - Não, exatamente. Não, exatamente. Foi em passar o. - No almenho. - Passau. - Em passar o no almenho no Inverno de 1894. - O que você deu? - Se você deu o seguinte, - Eu não tinha chamado Johan Cuberger. - Foi um padre católico alemão e um organista muito talentoso. - Precenteu. - Acho que não é assim que sou. - Não é assim que sou o órgão dele. E ele chegou a um senhor até, o senhor não ourifico o título, o papal, mas ele teve uma vida para tudo, o banal, e cheto um episódio. - Que é um episódio relativamente contestado. Porque realmente é um bocado difícil de acreditar, por causa da idade dos envolvidos. - O Este Johan Cuberger, uma vez estava abrincado com os seus amiguinhos. - Apanhada. - E um dos seus amiguinhos caiu num rio gelado. - caiu num rio gelado. - E foi Johan Cuberger, que foi salvar. - Que tirou o cabrafo. - Qual é o problema? É que o menino que estava a fugar-se, chamava Adolf Hitler. - É verdade. - A razão da contestação é que o Hitler tinha quatro anos. Mas o Johan Cuberger não tinha muito mais. E portanto, eles dizem que ele talvez. - É lá, é o possível. - É o possível. - Só que é que isto amanhe a sequinta. - E vai ser uma mania. - Pois, portíssimo e judo, seja uma poxa. - Mas acho que ele tinha, pois. O que acontece é que a família, pelas famílias, lembram-se do incidente, não sei o que, e dizem que ele salvou a senino. - E como é que. - E. - Mas enfim. - A pessoa. - Oito o erzinho. - Oito o erzinho. - Oito o erzinho. - Oito o erzinho. - Oito o erzinho. - Oito o erzinho. - Oito o erzinho. É que isto é a essa. - O que é que isto faz? - É um salva-vidas ou é um condendo-navidas ao salvar o adafio? - E que. - Não isto não será. - Intercante. - É muito interessante. Não será. - Não devemos aprender com a história. E da próxima vez que estivermos a salvar, e ele não devia ter feito isto, não devia ter a chegar lá e ter. Adolfinho. Olha, está a verifico que estáis então aí em processo que redondará, fatalmente, em afogamento. Mas antes, qual é a tua opinião sobre os arrasarianas? - A sua opinião de arrasarianas? - É. - Pregúdio de esburar isto. - Uma pergunta à minha entrevista. - Uma entrevista. - Foto em um formulário, já, exatamente. - Exatamente. - Fazes uma entrevista para saber. Salvo ou não salvo? - Não é? - O que é que achos do povo de adolfinho? - Sou só para antes de. - Ou deixá-lo estar só quinto segundo isto. - Só quinto segundo isto. - O pílito de água. - O pílito de água. - Sim. Ficar com as capacidades cognitivas, um bocadinho anestesiada. E, depois assim, tirar a alô da água. É isso que eu faço com meus filhos. - Está amorosa. - Estou ensinar. - Não. - Muito bonito. - Vocês conhecem-se um vosso? - Não, também foi assim. - Tiram logo? - Não, claro. Até porque ele venha a Toa. - Exatamente. - Eles venha sem patora. - Atenção. Nós não tivemos ansiedade. - O mar de Volvo. - Como muitas vezes temos? - É verdade. - Eles venha sem ansiedade. e é muito engraçadoapprendendo. E agora é a coisa do. Porque é tudo. na tação para a bebê, as estilávamos as pais, enfim um bebê e não sei o que realmente elas fazem, é uma cara muito engraçada quando estão submersos. É uma cara mesmo muito engraçada. Já falamos aqui do bebê Submerso, que foi aquilo da capa dos Nirvana, que foi. -E se o mundo. -E se o mundo. -E se o mundo. -E se o mundo. Vocês lembram-nos que o Bruno Martins é que não, pelo menos. É um jovem. No Ciudades, pô, 98, também tinha bebê a andar. -Dantar de bastas. -Pois, perdês. -Nimais de várias étnias e. -E os mais. -Eu disse que não era bebê, era bebê. -E o que? -E o que você disse? -E o que você disse? -Ela era giro, era de. -Ela era de mais ou menos, hein, dado. -Pois. -Mas era giro agora por serem todos os dados português. -Isso. -Ela não vai ir vindo. -Vindo, pô. -Mas, olha. E do homem, do. na criança, que salvo o Hitler, por entoaste, é que ele se calhar devia ter ele deixado. Fazer uma entrevista para a evi. -Nomínimo porque tu estás a salvar. -E isso é uma responsabilidade muito grande, pá. Porque lá está. pode estar a salvar o Hitler, pá. -Sim, sim. -Como com esta história de próximo Hitler, né? -Exatamente. -Mas não deveria mesmo a salvar. Imagina que ele sabia. -Quero o Hitler. -Ninha vindo. tinha vindo o T-800 do futuro. -Pois. -Mas, isso está uma proposta a pesada. -Tudo, sabe aquela experiência de raciocínio. -Sim. -Que se costuma propor, que é. se voltasse atrás no tempo, matava-se o bebê Hitler na. na matarna. -Sim. -Sim. -E este é diferente a pesada. -Porque não é matar, é deixá-lo ir. -Ok, é moralmente. -Ele é um geralmente diferente. -Naqueles exercícios éticos. -Sim. -Diferente, né? -É diferente. -Entonces, a ativa-meando. -Então há sereticamente muito problemático. -Sim. -Mas, já está. -Se bem que. matava. se bem que Hitler foi nomeado. para o Nobel da Paz, não sei se sabiam. -Em que lado. -Em que lado. nos arquivos do. -Dá, que é doido. -Dos títuto Nobel, está lá uma canisatura de Hitler a Nobel da Paz. -É um político sueco. é rico-brante. -O sueco está em uma grande tradição. -Que? -Espera, não, espera, espera. -Porque aquilo era satírico. -Ah, é isso. -É uma nomeação satírica. -Porque ele tinha visto. que tinha visto uma nomeação do Neville Chamberlain, aquele primeiro anglês que acreditava muito. -Sim. Que tentou. -Na regeneração de Hitler. -Então, ele ficou indignado. E então escreveu um texto claramente ironico. pode ser lido hoje em dia. -Ah, no me aritilero pro Nobel da Paz. -Amen, isso foi já agora. -Divínio, o que é que aconteceu? -Vou repetir. -Muito isto claramente ironico. -E eles resolveram considerado? -Não, não, não. Toda a gente ficou chatidíssima com ele. -Ah, claro, claro. -E cancelaram as palestras de Elvo. -Porante durante o Duran Timigiano. -Ja, nessa altura. -Sim. -Tas a ver. -E não, mas era. -Ele era unitralmente. -Sim. -Porque isso foi ao mesmo tempo que o Chamberlain já era um interno. -Foi muito interno. -Entrino, não. -Não sei que a Paz de identificar o Fibro de Estil. Eu falei, já falei aqui, não já, do um post no canal. no canal do Instagram do. Como é que se chama? Na Paz de Instagrame do Canal Brasile GNT, que era um post, e depois diz assim, atenção. E este posto contém ironia. Eles podem lá, que é pra avisar, pra as pessoas. -Como sou um ingrediente que faz mal, a acessão. -Como no tabaco? -Figure warning. -Sim. -Exatamente. Então, pra as pessoas não. -Pado ver, podem haver vestigios de nozes e amendoinhos. -E isso é um dos condos? -E o canal Brasile GNT. -Porque há nos serviços de streaming. Aparecem-la assim, uns símbolos no canto do superior esquerdo. -E há uns que eu não percebo esquerdo. -Sim. -Oso aí, já estão começando a ser muito já. -E há uns que eu não percebo? -Aun de violência, né? -Vocera aí. -Pois drogas? -Pois drogas? -Aunque eu não percebo. -Famedo, né? -Aunque é o Maranh. -Ai, é verdade. -Aunque é o Maranh. -É medo. -É medo. Mas agora já. Temos um estado superior que acha que descalhar um trigger warning. -Rolumática. -Pois causa um ser encantado. -A partir do momento, em que tu sabes que. -Há ali qualquer coisa que te pode fazer mal. Fiqueis muito ansioso durante o filme todo. -Petei melhor descalhar. -Mas podem haver um aviso a avisar que vai haver aviso. -Pois, assim as pessoas podem não ver. -Other coisa era fazer isto para adultos ou. - Acho que eu vou experimentar em isso. - As pessoas que sejam ou os adultos não serem crianças. - Mas, é, não haver esta infantilização do adulto. - Eu gosto de. - O túl. - Você. - Você matava o Hitler? - Se voltasse atrás. - É, é um bebê, é pá. - Sim, eu não tenho problemas com isso que. - Pago, meus filhos, a opinião desde não ter sido. - Ah, e se ela é pá? - Ovo lá, eu acho que se é. a segurança social. - Acho que a sociedade vai achar que eu tô. - E agora ele tava tendo. - Ele tava tendo. - Ela está. está ironia. - Ela vai ter nia. - Mas, por acaso, é uma diferença. - É minha filha. - Fim escritil, é minha filha. - É minha filha. É minha filha. - É minha filha. Não pode ser. - É minha filha, ele vo uma palmada na vida. - Na vida. - Pai, três anos. - Aquela não ponha os dias na tomada. - Exato. - Ela foi lá. - Le vo uma palmada na frauda, acompanhada com. - Ai, ai, ai. - Exato. - Nunca mais. Nunca mais precisa de fazer nada. O meu filho tem seta anos, eu acho que apénea todos os dias. - Espancáviar e a minha filha não aprende nada. - Mumia superior, não tá vivo. - É muito exíduo. - Isso aqui, até estou astrando. - É para. - Não, acho que já exagerei. - Estou tendo mesmo a començão aqui. - A mesma tempo. - Os rapazes não têm a mesma coisa que as milhas têm. - Míadas têm. - Ganeu aquilo mesmo e a violência. - E os rapazes que eu vi bem melhor com isso. - E depois os calharam. - Todos os dias, todos os dias. - O rapaz, pronto. - Agora já sabe. - Até tu vai perguntar. - Quando é que o panho? - Não gaja a passa por mim. Só que eu passa por mim com a mão do gabe. - Exato. - Porque eu estou sempre um chute. - A banalizásta violência. - Sim, sim, sim. - Mas eu não matava. - Não matava. - Não, eu não. - Porque ele não fez nada. - Porque o que eu fiz e a Ouiza era muito simples. - Eu me mava o Hitler. - Mas, acho que eu falto da mão. - Tudo com que eu queria. - Deu eito caro Hitler. - Comestizou com as crianças hoje em dia. - Mas tudo que eu não quero. - Não, mas não. - Tu não sabe não o que eu fiz. - Eu não faço isso. - O Miguel, é outra questão que é. Uma coisa é ser o pai e mimar o Hitler. Agora, tu é um prefeito estranho. - E a ser a dai e mimendo. - Que é isso? - Estou guiasco de dar uma amada. - Estou aqui e fazer festinhas neste bebê. - Eu fui a vinho hoje, quero o adoufo. - Eu fazia-se quente. - Chegava uma trainidade. Viam onde é que está o bérceo do Hitler. - Desem bem a. - Um punhal bem afiado. - E num gesto rápido. - Circuncisa a voga. - E a que de um monte? - Só para depois eu cresce. - E vê só as pães e pensa. - Eu sou fio. - Eu sou um gás que o fio recabumina. - Pai, será muito chido. - Eu acho que esse conflito interior não lia deixar muito tempo outros projetos como aquilo que eu. - Isso é o início do grande filme do comédio. - Sim, sim. - O Hitler. - E você já era aquele conflito interior o resto da vida? - Mas ele já, coisas. O problema era fazer a circuncisa de uma Hitler porque ele tem fama de ter um mini na populaireira. - Mas para ele, ele tem ele fama de ter ele fama de uma vida. - Não há novores problemas da Giniália. - Eu estou me refriu ao pênis como navo. - Não. - Por que? - O que não diz pilinha? - Não, eu muito enroço na vida. - Eu acho que é um problema em inglês. - O inglês é um dos desenhados, dizem dica, proposito de tudo e qualquer. - Nós aqui temos das duas uma. - Ou há umas palavras que são pesadíssimas pro solão, né? - Ou há pênis. - E mesmo pilinha muito infantil, né? - E pila. - Pila também não. - Não, pila é mais. - Não gosto de 50 anos. - Não, não. - Não, não gosto de 50 anos. - Não, tira minha pilinha, não. - Isso. - E se for pilão? - Pila, pilão é o termo médico. - Eu acho que chota. - Dei não posso. - Não dá. - Não sou la un. - Não sou la un. - Como está a salão? - Eu não vou te contar. - Eu vou te contar. - Eu vou te contar. - Eu acho que é péssito. - Não, péssito. - Não, péssito. - Não, péssito. - Não, péssito. - Péssito. - Péssito. - É horrible. - Já me estou me empilhinho. - Não, péssito. E, reform拜拜co, o dia podem morar daqui a dia! 18,2 encrypted mayor Estலич de77 e a gente tem pessoas a viram o teu pênio, e a gente tem pessoas a viram o teu pênio, e a gente tem pessoas a viram o teu pênio. Não talvez terem aorangeiro dele que nogetου mold activismito. - little children, o�i. - Elder, exactly. - elder, e o seu Tyler. - Agora, a你是 eligible. - Ele não costectoral gra cups. - Ele não pense, évidemment. Light. - Ele não costa neutralidade reckoniem, oylejo. - Ele não costa没ão! - Ele Eveningon. - Não costa revelter. - Ele não costa isso. - Porque ele ficou na koska. Ele presenta isso lá para 17 gångos ou a Janeiro. Ele foi nosso durante milha de isolated chị Ronaldinha - e ele se circuncisa, um mini nevinho. - Pai, imagina que é circuncisa. - Meu nevinho normal, de uma criança. - E normalmente são aqueles ribinos, - bocasmei velhos. - Já vem mal. Já vem mal com uma coisa muito afiada. - Mas são cirurgias pediatricos, são binários. - Não são cirurgias pediatricos. - Tem aqueles. - É um talento, sim. É uma espécie, é um. porque é um ribino. - Não, não é um hospital, sim. - É um ribino. - Não foi. - Eu estou a dizer. - Não, mas eu vou falar. Eu acho que isso. Vocês viram alguma vez um vídeo no YouTube, porque é o Christopher Hitchens. - Eu vou discutir com um ribino. - E Christopher Hitchens avança com a ideia de que a circuncisa é. - Motilação genital. - Sim. Ele diz, "Não, não, você. - Você. - Você practica a motilação genital. - Porque causa lá um surro, um impressionante. - Eu, na verdade. Eu não sou cirurgia, eu nunca fui cirurgia com vocês. - Mas é como se fosse. - É como se fosse. - Porque. porque cortaia o freio. - Uma vez que eu tivesse. - Você se increira? - Não, não, eu tive. - Tinha. - Eu fui. - Então, mas não foi. - Não, foi. - Foi em um auto de que eu fui operado. - E certo, foi. - E foi em um auto de uma vez. - Não foi pro Rio de Janeiro. - É pro Rio de Janeiro. - Não, exatamente. - Mas o certo é. É sé que eu tenho o rudo e todo para trás. Pois eu tenho outro tempo com o galo. - Mas eu não. - Eu não sei se vocês lembram. - O que é que é que eu pareço que. - O que é que eu parecia? - O masquil. - Vamos revelar, né? - O Lampreia, né? - Não, não. - Por isso. - Quero. - É um mojo. - É um charepei. - É um charepei. - É um charepei. - Não tinha que ir. - Não tinha que ir. - É um charepei. - Não sei se vocês lembram. - Nas nossas aulas de português. - É. Nos estamos a dar, nós damos a primeira poesia conhecida no nosso território. É a poesia que são aqueles poemas, aquelas cantigas de escarno e mal dizer. E eu nunca mais me vou esquecer de uma aula de português, em que, de facto, havia vários nomes, estavam lá nesses poemas, havia vários nomes que eu não conhecia para designar o Pênis. - Ah, é sempre importante. - E então fui consultar. que vacece só pouco tempo. Esta obra é a poesia lídica, legó portuguesa, poriosamente de. - De Josep, - Giovanni. - Deutivista, assessor, foi. - Chegou a torno a trabalhar. - E reparem. - Reparei na. quantidade de palavras que eu estou vendo em esta nossa poesia - tinha para. - Para designar o sexual masculino. - Deslão. - Algunos nós conhecemos? Outros, não, por exemplo, um que nós conhecemos. E que está. Já é desta altura. - Que era alho. - Pois é, está muito. - A gente foi mais conhecida. - Depois, também a peça. - A peça não vi, mas a peça. - Membro. Grafada com dois esses, curiosamente. - Peça com dois esses. - Nós hoje em dia grafemos. - Por ser decidido. - Por ser decidido. Também piso com dois esses. - É, piso a peça. - E depois. - Na sua darede, espécie. Reparei agora mais em um tom de perciativo. - Pisoça? - Pisoça. - Sim, que está claro. - No final com o ser decidido. - Pisoça. - Piso. Baton. Ou baston. - Madeira. - Narises. - Narises. - Não percebe. Esta aqui é um mercado polêmica, que é clérico. - Ah, o clérico. - O meu clérico. - O fradinho. - Temo. - Temo. - Temo. - Temo. - Temo. - Temo. E pronto. E, de facto, acho que é isto. - O que tem mais? - O que o que o que tem mais é madeiro. - Uma darede, pois. Eu gosto muito de dois termos que nós vimos usar mais hoje em dia. Eu juro que não se usa, mas vocês dirão. E a diferença é muito importante de tingir entre. - Encaralhado e escaralhado. - Escaralhado. - Você não enxerce? - É sem caralho ou não. Sim. - Tanto a sua certeza. - Tanto a ter bom ser - encaralhado e mal ser escaralhado. - Não há um poema sobre um padas caralhado. - Ah, olha a. - Ah, e tem aqui. - Ah, que assim se faz favor? - Ah, assim, assim. - Reparei assim que eu lento. - Eu lento a as pessoas que têm cultura e as pessoas que não têm. - Porque. - É porque. É que é que eu estava com atenção na escola. - Pô, é isso. - Sou bem assim mais coisas desta, na Marolás. - Eu trouxe um tempo. - Tem um pediço. - Tem uma ver uma equação com. - É um poema muito bonito de Fernando Esquil. E. - Redar assim. É um frado, dizem escaralhado. -Casta, esquera-lheado também. -Não, enquera-lheado. ou seja, importante. E faz picado que ele vai dizer, ou seja, quem diz isso é erra, porque ele não é escaralhado. Não é? Que, pois é o Saba Reitar de Foder, esta parte não acha que não é preciso explicar? Não. Cuidam eu que gays já é de pisse reitado? Ou seja, é um. esta parte é um picado difícil explicar. Ou seja, tem o penis bem direto, certo? E, pois, emprenha estas com que já as, com que se deixe? Exato. E faz, filhos e filhas assas, antilhou digo, bem encaralhado. Ou seja, um julgão que ele é? É um fraco que se julga que é escaralhado, mas é a razer, é a razer com várias senhores. E era aí, e era emprenya, mas é imprimhado. Ou seja, é muito provável que nós os quatro aqui, se jámos descendentes deste fraco, é possível. Se eu, eu sou. Se eu fez isso, tu sou descendente do um padre. Deixe-te aqui? Não disse, provavelmente, mas me estimava que não diz um "ai", é da Zona, é a lentil, tem que procurar mais. Mas não é assim, então antigo, como este não é um prato da. Eu gosto de, há um poema do Carlos do Rô Monde do Andrade, em que ele se está. Sobre penis? Não é assim, acaba para ser sobre isso, porque ele está a recordar um flácio, um nostalgia, camento, um flácio, um entre muito. Que foi feita, porque foi feita, não é? Que foi feita. No nostalgia, de um flácio. No nostalgia de flácios, e um poema do Céuro que começa com, sem que eu pedisse, fizeste uma graça de magnificar meu membro. Magnificar meu membro. O que é que é curioso? É que eu já tive ocasião. De. Quando a situação se proporciona, dizer assim, então, estás a uma magnificar o membro, e isto é maior recebido. Eu verifiquei que é maior recebido, pois ia não. Não tenho lugar, de facto, não tenho. Não leite. Não tenho. Foi maior recebido, pá. Potecido do meu tono. Se que olhasse, foi com isso. É muito magnífico. Essa fala é muito incóvel. Eu percebi que nem assim que eu mais souber, mas. Não. É capaz de ter sido uma mistura das duas. Mas, olha, eu tenho uma. Uma sua questão para escolhermos o nome. Eu acho que, dependendo muito do tamanho do mesmo que estou de um flápito. Pois. Pô, se isso presumo, não sou só eu, não é, quando não era adolescente, me diam o. O voce naovo, não que eu já era muito maduro. Eu quase todas as menas me diam o meu naovo, e que ele não variava, por mais que eu exesse. Pô, mais que em gostasse, é que é. É que vai para que você se conhece. É a parede abdominal. Uma coisa de pronta é que me é adesiva. Se buscar aquela veriz no longo. Sim. Que está aqui para o baixo. Mas, por exemplo, é uma altura que, como eu falo, é que a gente não vale a pena, porque isso não muda, mas durante a adolescência é. Portanto, eu acho que nós devíamos dar o nome para uma pilinha, porque até um caralhão. Eu não acho que essa proposta é não, enfim. Nós temos, nós temos uma palavra que nos permite, a designair. Mas espera aí. Eu não sei. Agora fiz esta, lembra alguma coisa, que estava as aspéras sempre que eu penisamente acesse também. Sim. O Freud tem um conceito muito lêmico, que é em vez de a do Penis. Tem. É uma. Então ele refer. Acho que é muito mal entendido às vezes, porque ele referça meninas dentro dos 13 e 5 anos. E quando se fala o início às vezes, você está se a falar dos meninas. Não é das meninas dos 13 dos meninas que veem, pela primeira vez, veem um homem, um rapaz, e veem o Penis, e pensam, "Pera aí, eu não tenho visto." E sentem-se injustiçadas, porque falta, parece que eles faltam algo. E então há uma fase em que o Freud diz que elas realmente ficam atentas para ver se eles crescer um Penis. Ah, é muito geral estar em típicos os dias, a pessoa que hoje vai crescer um Penis. Elhar tivesse visto nada o chão, então. O tipo de pesa. O tipo de pesa, o peines. Sim. É pau, Freud. O peines e os plinhos também, querendo. O peines e os plinhos também. E hoje em dia, olha o que é. Hoje em dia, meu Deus. Pois, eu não sei, pá. Eu acho que às vezes. Freud sendo do sexo masculino, deitar, sabe, venhar o que é que estão a pensar meninas dos 13 ou 100. Ou uma. Ou uma psicanolista. A chamada "Keran Horny", que inventou um termo muito engraçado, que é inveja do outro. Claramente, porque ela diz que os homens têm inveja de conceber, de dar a luz e de. De alimentar, de momentar. E essa ansiedade. Veja, não assiste-se, assiste-se familiar. Essa ansiedade, diz ela, leva homens a super timmar as mulheres. E procurar sucesso em áreas externas, tipo de trabalho, política, para compensar essa inadequação biológica. E eu devo dizer. Eu devo dizer que quando eu deixei os meus filhos eu realmente senti isto. Agora, sério. Tu me eu falas sério. Como é que é possível não se dizer mais vezes que nós. Aqui é algo que nós não temos. Exato. E que. Nós estamos prosdicados. Nós estamos limitados. O limitados, nós estamos biológicos. É um movimento. Mesmo no trabalho e tal, mano. E essa ansiedade, esse sira de vida, que é de compensar. Olha, para nós e ver, pá. Nós depois fingimos que não queremos saber só para ficámos menos de primitos. Mas isso que aí é uma possibilidade de jade. O que estavam de. Geraram-se. É um milagre. Eu queria ter-se um um ser humano dentro de. E não. E a gente aportou de zabendo. Para a educação. É um ser humano. Não importava experimentar um. Pá, acho que. Se nós déssemos a luz, a gente já não morava novo mesmo. Era o maior rápido. Eximos aquilo muito mais. Porque os aumentam mais competitivos, é isso? É, só pois é. Era tipo quatro meses e meio. Pumba, cafora. Pumba, cafora. Não, não. Já o outro. Uma bimbi de bebês. É, pés. Aí, o verde do outro. Eu tenho inveja de a maneira como pênis é entendido no botão. Isso é que eu estou no verde. Despreio. O país. Mas é uma forma específica. Ah, porque tu vais. Eu não se tiveram uma espécie de longe, vou desistar. Mas espera, isto é só sobre pênis hoje. É, também não está mais perdendo. Está foi a boa relação. É uma. É um stand up do Bill Hicks, que é muito engraçado. Em que ele está falando política, está falando sobre. sobre. republicantes, e não sei o que. E o público está claramente desinteressado. Então ele diz, "let me assure you right now. There are dick jokes on the way." Ele passa tipo 5, 5 minutos, mas é. "Dick jokes are coming. Don't worry." Ah, não, mas no botão. Eu nunca fui ao botão, mas tenho visto coisas maravilhosas. Porque eles no botão. Tiveram. tiveram um daqueles monjos, tibetanos, ali no por volta do século XV-XVI, chamado "brooke-pacunlei". E ele tinha uma perspectiva bastante diferente da. enfim, da perspectiva religiosa habitual, se o que era sobre o seleibato, porque ele tinha o relâmpago da sabedoria flamigente, que é daqueles chamados "onávamos". Estava a perceber, era uma. Também estava no homem. É uma perifraza, é uma perifraza. Aqui o relâmpago da sabedoria flamigente, e ele iluminava. Iluminava no sentido de esclarecimento, né? As várias senhores que já vão ser eliminadas pela sabedoria dele. E então, eles ainda hoje no botão, por causa da influência dele, para ter naabos pintados na parede, na parede das casas. em todo por todo lado, por todo lado. Ovo lá, mas naabos. -Sorrido. -Mas todas as maneras naabos, naabos as arríadas, como boquinhas, as arríadas. Tudo, tudo, tudo, tudo, tudo, tudo. -Tá como tem naabos de Estône. -Não tenho nomes de Estône. Estão todos os franfólios, em pente, porque lá é uma coisa de fortalidade, e tal. Mas. Mas é isso, aquilo é. Eu laxava se libado, não isso é esto pide-as, pá. Eu vou optar por outra coisa. E portanto é isso, e. Fostava os demonios, fostava os demonios, mas tendo de adivinhar o que aí. -Cuperna? -Não. -Cou o braço? -Não. Era com naabos. Sempre com naabos. Espera aí, onde é que demonios eram eles? Não, pá, naabos. -Pô, sei. -Ela que estava em eles. -É muito a falta de respareiros. -É. -Precolos de monos. -Me metesta. -Me metesta do moninho. -Ela são? -O pá, ação. -I, e mais, e mais. -Vocês vão fazer experimentar em por. -No. -No bom. -O no Google. -Botão. -E falos. -Pai, o fostinho. -Falos, está a falo. -Pai, uma boa palavra. -Pai, falo. -Falos, mas é pá. -Mas, muito acadêmica, né? -Mas, há porque. -Mas há porque. -Mas há porque. -Falas está aqui no micro-penis do Hitler. Mas o que é incrível é que. -Peligio, se ele tinha mais de um problema na genital. -Mas que uma malformação dizia-se que ele também tinha monorquidia. -Exatamente. -E. -Quando há. -A presença de um sótos tículo no saco escrotal. -Exatamente. -Isso. -Não encheu. -O outro não encheu. -Nos falamos. -Nos falamos. -Isso aqui, não. Daquela canção que o exército inglês cantou. -Ah, é isso. -Isso. -É muito giro isso, pá. -É muito. É muito. É muito. Um estranho que quando o distico sove e. -Pas fica lá dentro, um bocadinho. -É o. -Sama se. -Destico retratil, não. -Tá bem, ó. -Pas volta. -Vou, desse volta. Mas é muito planio. -Você não é um pouco mais difícil. -Não, é difícil. -Não, não, não. -Sim, mas é muito difícil ter prestígio e quantos problemas nas nitais ali. -Exa, é muito complicado. -Alvez isso, sua fonte, sua irritação. -E o parcia uma pessoa em disposta. -Não, não, não. -Parecia, por favor. Não sei se vocês leram um livro do Amigo, que é parido a uma festa e viram aquela parte, já sabem, eu vou dizer, a uma parte tem que um Amigo e o Fit Zero num bar e o Fit Zero diz, "Põe, é a minha mulher azul, deixe que o meu pênis em que a pasta te fazia uma mulher, por causa do tamanho, e o Amigo e diz, "Será, e eu, é, é, é, é, grante, eu, é melhor me olhar a casa do banho, do mostras, e eu vejo isso, então vão, o Fit Zero mostra e o Amigo e diz, "Não, isso é muito difícil, o Pênis foi temento normal, azul da Quere que tu não te metas com mais ninguém, quer tirar a confiança? -E eu leve ou aluver, pra ver os pênis da estatua e. -Ama pessoa que a gente conhece. Que diz, "Não, eu tenho um pênis muito nem o Pá, que é ótimo porque é de senhora." -Pé, é realmente para ser para o uso do sexo feminino. -E, assim, mas, mais. -Suave, mas. -É uma pessoa. -Rigente conhece. -É uma coisa engraçada, dizão, é uma coisa. -Eu acho que na arte, o pênis maior que eu vi em arte, é numa gravura rapestre na Sicilya. -É que ele chama-se caverna de a d'aura, aquilo tava escondido, e durante a segunda guerra mundial, vão falar os aliados e decidem esconder as suas munições e os seus posíveis dentro daquela caverna. O que aconteceu? Houve uma explosão ocidental, então, de repente, descobriu-nos essa gravura de repéstres. E então, o que se passa? Tanto, vê-se assim, nessa caverna, animais e figuras humanas, dispostas em círculo, e lá, numa, há duas figuras centrais, com os corpos muito para trás, e com pênis direitos. -E então, a maior parte das pessoas, a maior parte dos arquiólgos, diz que aquilo são chamãs, asi-ci-ra-cerimônia de iniciação, uma cerimônia de iniciação, mas há uma arquiólga, que acho que até foi, que estudou mais aquilo, que diz que aquilo é uma senoma aerótica, porque um dos pênis está-se dirigir para as nádgas do outro, senhore que tem o pênis. -É, esses meses senes não têm entre-dimensionalidade. -Senhore, sábado, que pode entrar em plenis diferentes. -É possível, é possível. -É possível, sem a terisiminaçãoidade. -Mas sabem quem, quem já sabia muito tempo, que isto era uma senoma aerótica, os arquiólgos brasileiros, porque eles dizem que nas gravores repéstres, são muito viatos, se você pudissem, e por isso, não é novidade nenhuma. -Eu tenho pensado muito, eu tenho pênis de Santa Costínia, pal. -Ata, então. -É dos pênis em que eu penso mais. -No meu primeiro lugar, em Santa Costínia, em que eu sou muito. -É porque Santa Costínia era africana. -Não, é porque ela diz. -É porque. Porque ela teuria dele, porque tu não. Resolpe para nós não termos exatamente control sobre isto. -É, diz ele. É Deus a dizer, desobdiencia punida com desobdiencia. -Portanto, o homem desobde seu no jardim do eda e, entre comer de fruto da árvore, que era proibido, e Deus, então, retalia dizendo, "Ah, então perde-se, perde-se, o control sobre uma parte do corpo". Mas porque esta? É uma coisa tão. Primeiro. -Perejá porque esta? -Porque não, de repente, "Ere o que perde-se, o control da tua mão, e volta e mele, vai fazer uma chapada de ti próprio, e eu até me eram castigo mais". -Pai, era uma coisa mais. -Mas velhinha. -Pare-te lembrar de não comas daquela árvore? -Não, não. O naro. E. E porque a mulher não tem um castigo semelhante? -Pai, porque ainda, por si, uma foi a mulher que convenceu a homem. -Exatamente. -Sabe o que é que você nunca mais não ia pisote? -E a mulher também paga pela. Também é castigada por o homem não com. -Depende da mulher. -Como o homem, depois de normalmente, vai importar uma mulher. -Pai, importar o naro, mas, depende, pós, está, vai fazer a repara aí. -Adivés a sua. -Era está dormir. -É como os mandamentos. -Os mandamentos são feitos para homens heterossexuais e milhares lésbicas. -O resto, as milhares heterossexuais e os gays podem viver que não encelvagem, que os mandamentos não são para eles. Não cobices a mulher do próximo. -Isada, não. -Isadamento? -Ocê é feito. -É tudo a nossas costas. -É, nossas costas. -Tudo as nossas costas, pal. -Mas é só isso. -Ou é mais. -Não, e é uma coisa chocante no. Não, não, é. -Não, não sei. -Não, não, mas indica. -Mermos que seja só isso. Indica. -Que aquilo. Para quem é que é feito? -Somos. -Somos únicas pessoas. -E nica qual é o problema. -Isad, eu quero resolver. -E o mais chocante no episódio de "Genesis em que". -Encante, a gente vai comer então o fruto da ar, porque é pro iB. -Pra. Deus diz a adão. -Que não se pode repara. É só adão. Adão é que depois comunica é, vale, ele disse. -E depois vem a cobra e diz. -Não, calma, não se pode. Claro que cobra. -E então, come. E Deus chega e diz assim. -Eles entretanto, fizeram umas párras, tapar as nitali. E Deus diz, "Que que passa?" -Não, não. Facês comer uma lida que ela era, mas não foi. -É, que que se passou? -E adão e evo dizem, foi a cobra. -O seja, ele puna a transgressão. Não puna o que para mim é mais grave que é "chibos". -Exato. -Epa, não se denuncia, pa. -Mem que é possível isso, pa. -E mas, Deus que estiga mal disso quando é cobra do homem. -É cobra? -É, mas é uma cobra. -É uma cobra em vez de nave. -Mas, é uma cobra também. É uma melha do coração. -É, Deus diz. -É, para a cobra, para a primenta dita. -É, vai ser inimiga. -Restáis. -Não, restáis, as imigras e vai ser inimigas. M mulheres vão ter metetia e o homem vão querer matar. Para as mulheres. -Mas homens americanos também. -Pas mulheres, vais ter dores no parto. E, pós homens, vai ter que trabalhar. -Mas, uma vez. -Exato. -Vas ter que ter ganhado o pão com o suor do rosto. -Mas, como é que são. -Pregalando isso, Santa Costinho, como é que o pós-resolve? -Resolve. -Que é o que que é o sugera. -Sugera, que não seja o pôrco. -É, é o basicamente. -Ela acha que aquilo é, pás. -Muito rezar, mas é que ele sente. -É que ele tinha esperto porque, enquanto era novo. -Exato. -E quando era novo, fortouço de. Mas é também por isso que ele sabe o que é que se passa ali. -E ele diz que, portanto, nada de contraseção. -Sou e diz, mas não de antígria. Mas que ainda vim agora, algumas, nada de contraseção. -E só para procurar. -E bem, frios. -Mas, nada. -Bem, os sugeras, estava atribindo a modo, realmente. -Ato. -E esta e os japa não falarem estas novas masculinidades, pás. -Não mais turbar. -Deja-te. -Retem. -Refas a retenção de semen. -Prec que, filho. -Que é que estáis? -Que é isso. -São, acho que são. É a mesma coisa também do. -O Penny. -Acho que é uma forma de atrair. Ou seja, Penny é muito grande. Será que atraie. -Mais mulheres. -O Miguel tem uma tira sobre isso. -E isso é uma visão masculina. -E tem uma pênis grande ser melhor pro sexo. -E eu. -Não, pode ser tão melhor pro sexo, mas. -Sá que, apesar de não ser. -As mulheres. -Dão a atenção a isso. -Eu acho que o mais procurado é o médio. -É o médio. -É o médio. -É o médio. -Eu acho que o médio. -Eu vou dizer, é o médio menos. -Não é isso. -É o médio menos. -É o médio menos. -Médio menos. - Eu mais me procurava. - Sim. E se é baseado em que estude, Miguel? - ringing pijs, mesmo. -当 o vazio nas mís-dép These Devisa. - Estou runtinho fautada noscos. - BROWN. - Tem mayonnaise, tem parliament. - ". AMESS museu." - "Mames, комментais, é instincts eu." - "M dedião ". ) - ". pubas, om mais. - "Messim, đi muito e me sei de ruining. " - "Está vendo na unha diplomacia." - "Ello que não nos liguei?" Eu acho um emerged de rememória do manera Hurما! Eu espero que sim picturee todo mundo. - "E que sabe, mas tem que estar muito galadinho." - "Está vendo?" - Só fiquei com lembra, lembra. - "No outro dia, até foi no facto, falasse muito a no Pênis africano, mas na verdade, depois quando vai haver, quando Pênis africana, que é idealizado, - "ponetra, não pode me entrar muito, e tanto que está ali dentro, é um Pênis de um calcasiano, na verdade." - "Parem de idealizar. " - "Pênis africano, - "supessariando." - "Espenis muito grande no norte, - "norte da África de Avesim dos Nosso." - "Aça parte tão precisam. " - "Basamos muito parecidos, geneticamente, com os árabes, no norte-africano." - "Epa, é assim?" - "Nistamente, estamos a falar de Pênis, a 38.000 de fio." - "Pas não está mais perdadista, passassem, senamente." - "Eu acho que aqueles filmes de todos nós havimos, são Pênis muito exagerados, que não servem para não servem de dizer. - "E eu lembra em disso no outro dia, lembra que quando estava no espetáculo do Ricardo." - "Tes o espetáculo do Ricardo." - "Ah, sei, o Ricardo deu um espetáculo no porto, enquanto nós estavamos a espera." - "Não pavilham rosa, bom, assim." - "Pavilham rosa, bom, bom." - "Epa, é isso, é gravista, é uma vez." - "É pai é grave, mas duas." - "Mas tem para estar desligado, vocês lemos estava lá uns pavões." - "Use pavões tem um brilho, é o meu." Aquelas caudas dos pavões são o equivalente a um penismo muito grande. Pase. É um penismo muito grande. Lás daí, é só para mostrar. Isso, não é para mais nada. Não, não. Eu consigo ter uma coisa muito grande, é a única mananda. Sim. E o. E para os lemos que eles acantar, nós falamos sobre isso, o canto dos pavões. Que sempre me pareceu incompleto. Porque nós estamos lá nas ruas de esas do pavillion, então lá os pavões e fazem. E uma pessoa fica a espera de. Ai, fica! Para se prestar uma conversa à porta da padaria. A porta da padaria. Ai, filho, tal, trânsito muito grande, isso aqui. A gente costa muito. Ai, o canto de cantasar já tão bonito, o canto de casalamento. Mas nós não é reliable, nós não sabemos o que é que eu estou a dizer, não é? Não. Pode entrar a dizer, "Opa, serinha! Não fujas que eu vou tapenhar! Vai, vou de penetrar!" E ela vai dar que, provavelmente, ela não quer, ela vai, vai, vai, vai, vai, vai com isso tudo. Tu acha, então, que o canto da casalamento pode ser. Pode ser isso, como pode ser o que tu pode deixar o contrário, pode ser muito romântico. Mas é giro, por ser. A outra passar, o que pode ser. A gente pode ser não ser o romantismo, ser. Não, ser a javardaria. E de aliás, nós vamos os pênis grandes, e de aliás, nós vamos os animais cantamos. É incrível, não. Ainda, o animaltado, ele sei, eu vou tapenhar, não fujo, eu vou tapenhar, e o mesmo tu não quer as vas. E, pois, a outra crise, eu vou seguir! Vai, que é ser a lega, é que eu vou seguir! Porque essa lei da selva. É a lei da selva. É a lei da selva. Pode ser aquilo que é idealizado, como pelos ornitólogos, como é, aquilo que é belo. Que vem, olha ali, ela aqui, em cantálio, em cantálio, afinal, pode ser potar. Sim, potar, hein, soltar. Não é, não é, é. É rapie, como isso. Rapie. É rapie. Eu. eu. dei moro ao trabalho de compilar uma lista de. cantos de animais. Eu vou pedir agora. "Mertiris" para se colocar. - Pai, não, que eu disse. - Fizem isto, isso para nós. - Mas se isto. - Mas se tem algo entre esse. - Têm. - Tem! São cantos. querem bizarros. Ficerem de começar com o canto de cucabura. - O quê? Isso? - É um animal, uma de a pada. - É uma a os trais. - Sim, sim, é o estralviano. - Cloque. - Isso é um animal que você vai. - Parece que você está se rir, mas parece que é o som de fracar um balão. - Sim, sim, sim. - E. mas parece estar se rir. - É, sim. - Mas é um pacerinho. E agora. É, era pungue da Amazonia, esse animal que você for. Ah. - Pessoa serendo o barco. - Parece, é. - Pode me girar, porque. - Quando eu era o almoçado na Lisnava. Tá, tá, tá, tá, tá, a campana na Amazonia, eu disse. Pinguem em prasor. Olha. muito harmonioso. Tá, vai afugar, vai afugar, vai afugar um torba. - Parece um torre. - E agora o meu. o meu. o meu favorito. é que é o aniuma. A aniuma. - O aniuma. - Parece um arranjo do vomito. Só. são dois fãeuses. - Ah, fã. - Que sumar. - O aniuma, o aniuma, o aniuma. Parece um dois fãeuses. - Eu imagino, gajas. - Como é que uma fêmea? E este animal pode ficar encantada com isso? - Então, espere. - Agora o mau. - Tá, tá. - Tá, tá. - Pra se quepar que agarram um jubo do espectro. Este é muito estressante, a Anolina. - Ai, espessarinho já tão curioso. - É tão bom, tão calma, não é? Atenção, o passo ser lira, e este aqui é bizarro porque. - Ele imita muitos sons. - Pra anas, o aniuma é tinta. - Estão passando. - Parece um bebê chorado. - Não é preciso. - Ocê já louviu isto e reproduzido para reproduz. - Isso é assim, é estrepado. - É isto. É igual. - Vão na máquina, isso grave. - É que é tal. - Daquelas antiga, né? - Sim. - E agora o Atari-C? - Sim. Beleza, isso é o melhor desses. Todo ozei o último, é um avo do paraíso. E veja lá, como é que? - Tá imitando um jogo de vídeo. - Sim? - Um jogo de vídeo. - É um jogo. - Atenção. - É o comigão, dizem isso. - Uma guerra civil. - São qualquer. - No shailan? - Sim, sim. - Um lugar no espaço. - Passada, não espaço. - Isto isto. - Aé, natureza, tão bonito. - O sons de natureza, este é horrível. - Perante. - É muito estresse. - Trans e tem melhor do que isto. - Mas. - Me espanto toda a mala. - Ai, tal. - Bom! - Mudança de conversar. E vamos agora ao menino de verano nos dálgia. Pera muito de nas. (música) - Olá, estás no Nekar Gais das Boas? - As melhores gais, elas sabem de aqui, sabe? - Gaisas mesmo, mesmo, mesmo, mesmo, mesmo, mesmo, mesmo, - Boas a sério, gaisas mesmo, a sério, boas, - Não gaisa olhar para eles, dizer, "imita, gaisas tão boas, são na aqui, sabe?" - Gaisas mesmo, mesmo, mesmo, boas a sério, não é que matou a mãe, gaisas mesmo, - Boas, não gaisa olhar para eles, mas que gaisas tão que o fuzir, - de tão boas que são, o que não gaisa, são na aqui, gaisas, gaisas, - As melhores gaisas são na aqui, as gaisas, as melhores gaisas, as melhores gaisas, - As melhores gaisas, as melhores gaisas, as melhores gaisas são de aqui, sabe? - Não, também não, mas aí, aí, aí, descobrir isso. - Eu acho que quem é um zingü. - Como veja, eu fui a erno zingü e estava lá uma gaisa, bem boa. - Não, agora estou a pensar, bem, era um gaiso, e mais vezes, perspito. - A vida. - E foi isto, não é? - Eu já não lembro quanto é que a câmera municipal de Hermesinho nos pagou, - Foi nós que a Hermes é descateta. - Sas que alguém me disse e mandou fotografia aliás, que tinha, estava a caminho do norte, e não sei o que, e passa num pórtico, que eles pórticos de uma estrada, qual era? - Sei qual ele dizia, bem, vindo a Hermesinho de terra das gaisas boas. - É incrível isto ter marcado essa. - Vocês acham que, por exemplo, é uma menina de pressão na jovem, e a Hermesinho. - Talvez. - Será que começar uma clá-mara, comprar roupa mais cá, - Será que a Hermesinho tem minhas chinásios em Hermesinho, por que a Hermesinho. - É a concentração de influências que aqui venham. - Os que é que têm que ir um minuto? - Um minuto de ideias, é, mas, por exemplo, primeiro, uma frase ouvida que foi um grupo de rapazes e diz-o, "Au lá, estás na cagajas boas?" Isso foi ouvido da rua. - Eu vi na rua. - Eu, pás, fiquei fascinado com aquela hipótese de haver uma delimitação geográfica, como no vinho, né? - As gaisas boas do dano. - E depois, aconteceu que aquela maneira de falar, é por causa de um vídeo, o que a gente viu uma vez, um vídeo muito bom, sobre um senhor que tem um restaurante e está a ser entrevistada à televisão e diz-o, "O meu restaurante meio famoso, o meu. " "O meu restaurante meio famoso. " - O meu restaurante de Bragram. - E é por isso que depois esta personagem também. - Não havia também uma interagre de prêmios com caros de lobst, - Sim, um coitado, em que o carro se louva. - E o que que ele fazia era o. - E agora os melhores atletas, sem mais ou menos Luís Figo. - O impressionante, às vezes penso nisso, em maratona que ele correu em lozenes ou os pais impressionantes. - Que tinha sido atropalado, que seria treinar, treinar, estrada, pai no dia anterior. - Sendo que treinar a seguir ao seu emprego no banco. - Exato, não era como as normalidades atletas que são atletas profissionais. - É o primeiro era bancário. - E depois então, e a treinar? - 30 detalentes. - Sim, sim. - Eu tenho bem, como se aconteceu mesmo, - aconteceu várias vezes na faculdade de direito, Lisboa, - que estão preparados para falar sobre direito, - com sué, tudinário, germânico e acabam para falar muito de penis. - Pois é que a parte desse ideia, acho que é uma flagela lá. - Vamos ver se no próximo episódio vamos corrigir este erro, não é? - Espero que sim, para até lá. - Assim vamos ter de falar de outra maneira, - é um podcast original da Sique, - com só na plastia de João Martins, - música de Frederico Cois, - coordenação de João Nabilesa e direção de Daniel Oliveira. - [música]

Podcast Summary

Key Points:

  1. Discussão sobre o episódio histórico em que um padre alemão, Johan Cuberger, salvou um menino chamado Adolf Hitler de um rio gelado.
  2. Debate ético sobre salvar ou não o bebê Hitler, comparado ao dilema de matar Hitler no passado.
  3. Reflexão sobre a ironia e os avisos de conteúdo (trigger warnings) em mídias modernas.
  4. Conversa sobre educação de filhos, diferenças entre meninos e meninas, e o uso de palmadas.
  5. Exploração de palavras históricas portuguesas para pênis, com base em cantigas de escárnio e maldizer.
  6. Discussão sobre circuncisão, mutilação genital e referências culturais.

Summary:

A transcrição apresenta uma conversa descontraída entre participantes de um podcast, que aborda temas variados com humor e ironia. O ponto central é a história do padre alemão Johan Cuberger, que supostamente salvou um menino de quatro anos de um rio gelado no inverno de 1894 – esse menino seria Adolf Hitler. O grupo debate se Cuberger deveria tê-lo deixado morrer, levantando questões éticas sobre responsabilidade e consequências históricas.

A conversa se expande para reflexões sobre o dilema de matar ou não o bebê Hitler, comparado a outros paradoxos morais. Em seguida, os participantes discutem a banalização de avisos de conteúdo (trigger warnings) em filmes e séries, criticando a infantilização dos adultos. O tema migra para educação infantil, diferenças de comportamento entre gêneros e o uso de palmadas.

A parte final do diálogo foca em uma análise linguística e cultural: a exploração de termos arcaicos portugueses para o órgão sexual masculino, extraídos de cantigas medievais de escárnio e maldizer, como “alho”, “peça”, “pisoça”, “clérigo” e “madeiro”. Há também menção à circuncisão, ao poeta Fernando Pessoa e a um poema de Carlos Drummond de Andrade sobre a “magnificação” do membro. A conversa transita entre o erudito e o cômico, mantendo um tom informal e provocador.

FAQs

Johan Cuberger, um padre e organista alemão, salvou um menino de quatro anos que havia caído em um rio gelado. Esse menino era Adolf Hitler, o futuro ditador nazista.

O dilema é se salvar uma criança que se tornará um tirano é moralmente correto, ou se seria melhor deixá-la morrer para evitar o mal futuro.

Sim, Hitler foi nomeado satiricamente para o Nobel da Paz por um político sueco, como crítica a Neville Chamberlain. A nomeação foi claramente irônica, mas causou polêmica.

Trigger warnings são avisos sobre conteúdo potencialmente perturbador. São polêmicos porque podem aumentar a ansiedade em vez de reduzi-la, e alguns críticos acham que infantilizam adultos.

Na poesia medieval, 'encaralhado' significa ter bom pênis (positivo), enquanto 'escaralhado' significa não ter ou ter mal pênis (negativo). A distinção era usada em cantigas de escárnio.

No poema, 'magnificar o membro' é uma expressão poética para elogiar o pênis. O autor nota que usar essa frase em conversas pode ser mal recebido.

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