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Dino dá a Lula munição eleitoral contra Flávio Bolsonaro

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Dino dá a Lula munição eleitoral contra Flávio Bolsonaro

Transkriptio on moniosainen analyysi Brasilian poliittisesta tilanteesta, keskittyen budjettimäärärahojen (imendas parlamentares) hallintaan ja toimeenpanovallan (presidentti Lula) sekä lainsäätäjävallan (kongressi) väliseen valtataisteluun. Keskustelussa korostetaan, kuinka kongressi on viime vuosina vahvistanut otettaan budjettivaroista, mikä on heikentänyt toimeenpanovallan mahdollisuuksia ohjata julkisia menoja tehokkaasti. Tämä on johtanut siihen, että määrärahoja käytetään poliittisen pääoman säilyttämiseen eikä optimaaliseen resurssien allokointiin. Toinen keskeinen teema on Argentiinan presidentin Javier Milein ilmoitus matkustaa Brasiliaan tukemaan Flávio Bolsonaron presidentinvaalikampanjaa. Milein talouspolitiikkaa analysoidaan: hän on onnistunut vakauttamaan valuutan ja laskemaan inflaatiota rajuilla leikkauksilla, mutta sosiaaliset kustannukset, kuten köyhyys ja työttömyys, ovat kasvaneet. Kolmantena aiheena on oikeistopuolueiden kansainvälinen yhteistyö, jossa Donald Trump ja Milei pyrkivät rakentamaan laajan liittouman edistääkseen konservatiivisia arvoja ja talouspoliittisia tavoitteita. Keskustelu päättyy analyysiin Milein vierailun mahdollisista vaikutuksista Flávio Bolsonaron kampanjaan, jota se saattaa energisoida ja tarjota positiivista julkisuutta.

Transcription

6075 Words, 36378 Characters

Finnish
Kato? Äähtinois nähdä mitä sä teet? Vuokrasinkkodin Aha! Sujuu kuin Sato! Vuokraa elämäsi koti Satopistetti Suuret päätökset voivat pienekauas Siksi tarvitse rinnaleeni kumppanin joka ymmärtää minne ollen menossa Nordea Private Bankingissa omasiotusjortaeni tuoselkäyttä päätöksiin ja pienminut askeleen edelleen Nordea Pistefi Koto Private Banking Lavoa Noiti, este on Sieni in Brasil ja este on W Ministro du Supremo Tribunal Federal Flavio Dino, Deoji, Lula potente munition elitoral kontra Flavio Bolsonaro a mennä se 3 mesi edelleen Blokioos, Bensi, Valdemarja, Kostanet presidensti P.L. Flavio Bolsonaro sopia justifikativa dikeupolitikko interferi naa destinaaation dimendas parlamentares a opposition sentiu deskadecisoon juridikamme ei pari pää ja on, että on tästä val atchuiiv:「uicissa sentimental最okatioaceuticala h sonstissa」 Liitton, ergonologist faultta ja muissa scratchu skip saa ve über paratiosta, randallikouluiden - kun oli ihdenttode Socialeva pendillingona jarencesolle riverne atta, joka proximistamista kuten idolus pu tie pysyn kiipallaot Xiaot apple. Tãoimenteliedeltani vähän päittäline, se on grandantha formaan aisleinen visi sinunнее mielestä niiksi posiittisenä. Maastaan, että se on koko se, että se on koko se, ja favori sinun lula. Kampaan laita. Nämä edessään koko seuraavaksi randallikouluiden visi sinun mielestä niiksi posiittisenä. Tän ei ole ilmiin niitä, ja yksi on koko seuraavaksi, kun ei ole koko seuraavaksi. Tämä on koko seuraavaksi, kun ei ole koko seuraavaksi. Tän ei ole koko seuraavaksi, kun ei ole koko seuraavaksi. Tän ei ole koko seuraavaksi. krimi, ovanttajin, - pelo voo de mar. O Flávio Dino Leandro, ele se incomoda com um critério que existe. A gente pode questionar o critério, né? Líder partidário, que direciona as imendas presdente de partido, não me parece que voo de mar seja o único presente de partido no Brasil a falar para sujeirir ou mandar ou determinar para onde as imendas devem ir. Não me parece que é o único, né? Mas eu queria te ouvir sobre o seguinte, você falou na sua primeira mensagem sobre missão, né? Ele parece que a missão alfinha o cabo do Flávio Dino nessa guerra das imendas, talvez seja fazer com que ali na frente, talvez o Lula sendo o relito, alguma coisa ali para 27, 28, o controle das imendas parlamentares volte a ser do poder executivo. Eu ponto ao principal que a gente tem no fundo dessa discussão toda, né? Temos uma questão que pode ser observada ao mesmo tempo de prisma diferentes. O primeiro ou logicamente é a questão de quem controla a orçamento. A segunda a questão é a questão jurídico constitucional, né? Quanto há a obrigação da transparência na locação dos recursos e evidentemente aqui, por último, temos essa questão mais política na veia, né? Ou seja, do convívio dos poderes e da relação entre poderes da República. Lula, evidentemente, tinha seu mais expectativa, ainda que menor quando ele inicia seu terceiro mandato, de que tentaria recompor essa antiga relação, esse executivo legislativo que todos nós conhecemos muito bem no primeiro, no segundo mandato do Lula, que também o Fernando Erick utilizou a mesma dinâmica com o que, na ciência política, a gente descrevia como um hiperpresidencialismo, ou seja, com um poder executivo, seja sendo o preponderante em relação ao poder dos outros dois poderes, né? Tanto o Supremo quanto legislativo. Hoje, quando a gente observa essa tentativa, que de fato não deu certo e esse jogo, essa entrada do Supremo, obviamente há espaço para especular que de alguma forma é esse executivo e Supremo estão implicitamente tentando trabalhar para recompor um pouco a equilíbrio anterior. Agora, vamos especular mais uma vez com um quarto mandato do Lula. Parece muito difícil que essas regras, que o Congresso aprovou ao longo dos últimos 10 anos, vamos marcar esse ponto praticamente junto com o impeachment, que o Congresso começa a avançar na mudança de regras constitucionais. Parece muito difícil que, sendo o Lula, ou sendo qualquer outro presidente e leito, que o Congresso ceda espaço ao executivo e que recue nesse controle dos recursos aumentários. Você mesmo trata bastante disso, né, da essa disfuncionalidade e como fica emenda para tudo contelado, para praça, enfim, enfim, acabo impede uma política pública maior de moral cansa, é uma crítica que você sempre a gente trata esse assunto você coloca. E eu tenho feito que eu tenho tudo cuidado, de separar aquilo que é legítimo do exercício do parlamentar, né, você chama atenção para esse ponto, para aquilo que é eficiente do ponto de vista da alocação do recorso público, porque aqui nós estamos falando a gente, nós estamos falando do Amontanhas de Gantesca de Dinheiro Público e que, portanto, precisa ter uma alocação que seja a mais eficiente possível e tudo que nós já vimos aqui de alocação de amendas, infelizmente, há uma enormidade de dinheiro sendo colocada onde não devia da forma como não devia e mesmo nos lugares onde não precisava. Então nós vamos chamar países lotados de pracinhas, né, e com um posto de saúde em lugares onde não precisa mais em escolas em lugares onde precisa mais. Então, por isso que eu, que eu coloco, que a política pública como a mais afetada, a política pública não, porque ela tem um dono, a política pública como instrumento de alocação. E a eficiência e a capacidade desse instrumento de alocação de recorso público, ela diminuiu muito, elas foram muito prejudicadas por causa das imendas parlamentares como elas estão hoje, é como se ela tivesse nocauteado o compromisso do Parlamento com, claro que com seu constituinte lá, com quem votou, com seu constituinte não falem em inglês, com seu eleitor evidentemente, que com seu eleitor mais pensando no país como um todo, né, na eficiência da alocação virou um instrumento de preservação de capital político e não de alocação de recorso. E é uma realidade você mesmo colocou, né, ando difícil de mudar, né, a gente não sabe se o Lula vai ganhar ou se o Flávio Bolsonaro vai ganhar, mas a gente sabe é que o Centrão vai ganhar, os nomes estão aí, os dois, tanto presente do Senado como presente da câmera já bem posicionados para serem reeleitos no ano que vem e o controle de imendas principalmente que ao grande ativo eleitoral deve continuar sendo mantido sob legislativo. Leandro. Tem um ponto importante em toda essa discussão e você observa que a ciência é política aqui, é faz uma vez um apelo a ela, a gente discutia muito a crise partidária e a crise de representação, mas particularmente no caso o brasileiro com esse fortalecimento institucional do Congresso Nacional, do Poder Legislativo, a gente acaba tendo os presidentes de partidos como figuras centrais dentro do nosso sistema político. Eu mencionei o Valde mar da Costa Nento, é uma figura central dentro da nossa República, vamos mencionar o Diverto Casado e outro presidente muito destacado na política nacional reconhecido como um articulador muito avio que tem feito a crescer o partido tanto no número de prefeituras, quanto não está maior dava encada na Câmara principalmente, vamos mencionar o repúblicanos também, o Deputado Marcos Pereira, ou seja, são figuras que acabam sendo centrais dentro do nosso sistema político e justamente colocando os partidos a partir desse controle de recursos, seja tanto do fundo partidade, quanto do fundo eleitoral e agora também com esse controle político de renda e aqui eu reforço a questão, acho que é a taxa de recursos também, é natural que um presidente de partido tem a participação nas negociações, o que chama o que chama a atenção é justamente esse falta de cuidado para participar diretamente de uma função que é específica do parlamentar. Gente, a gente vai chamar um rap de intervalo aqui daqui a pouco, a gente continua falando de política brasileiro, um pouco de internacional, presidente da Argentina, Ravia Miley, anunciando viagem ao Brasil para apoiar, clave o Bolsonaro até já. Dar o de volta e se juntar nós aqui na roda do Lodvoz Santana, nem vindo do Lodvoz. Obrigado. Presidente Ravia Miley, presidente da Argentina, Ravia Miley, anunciou hoje uma viagem ao Brasil para apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro com o PAN. O anúncio do mandatário foi feito a Rádio Argentina NAL e publicado nas redes sociais. Pela agenda presidencial Ravia Miley no dia 25 de julho viajará ao Brasil pela candidatura a presidência de Flávio Bolsonaro. Miley afirma ainda que passará por Brasília para a complementar a Jair Bolsonaro. O ex-presidente está em prisão domiciliar sobre rígido control de visitas pelo ministro Alexandre de Morais. O anúncio veio no momento de crise de Flávio na corrida ao planalto. Em atritos com Michel Bolsonaro e cuja pré-campanha, é algo de críticas de próprios aliados. No fim de junho, foi o senador, quem viajou a Buenos Aires para um evento em apoio a Israel e também se reuniu com Ravia Miley. Foi quando do argentino disse que viria uma marea azul o Brasil pelas mãos de Flávio. O pré-candidato respondeu dizendo esperar que a marea azul liberte todas as américas. O termo se refere a uma sequência de vitórias da direita. Miley aposta na integração destas lideranças. Ao divulgar a viagem ao Brasil, o presidente argentino listou uma série de encontros com líderes da direita. Estará na posse da presidente leita do Peru, queico Fujimore e na posse presidencial de Abelário de Láes Pireja, da Colômbia. Na mesma viagem, Miley segue ao equipador para visitar o presidente Daniel no Boa sobre um acordo pendente. Ao mesmo tempo, Ravia Miley mantém uma visão crítica do Mercosso. O presidente faltou a cúpula realizada no Paraguai no dia 30 de junho, um dia possa encontrar com Flávio Bolsonaro. Lourival, sempre que a minha área de especialização se cruza com a sua, eu fico pensando que o clorival pensa disso. Qual é a reflexão? Quando você recebeu essa informação, qual é a primeira coisa que veio do cabeça? A ver, a ver, a minha cabeça é a visitada do Alberto Fernández, então dos líderes da oposição argentina, em julho. de 2019, primeiro ano do governo de Jair Bolsonaro veio visitar o então ex-presidente Lula que estava preso em Curitiba e saiu dizendo que a prisão de que ele falava como professor de direito constitucional da Universidade de Buenos Aires que a prisão de Lula era uma fronta ao estado de direito e isso as edôs de vez a relação entre o Brasil de Bolsonaro e a Argentina que depois três meses depois Fernando se elegeria presidente, então presidente Bolsonaro fez campanha contra eles e que a volta de Kirch, como vice-presidente e de Fernandes faria um da Argentina, uma Venezuela, as relações foram bem ruins, o Brasil de Paulo Guedes queria reduzir a tarifistena comum com apoio de Alberto Luis Alberto de Lacá, Genoiro Goy, e de Orácio Cartes no Paraguai, e o Alberto Fernandes resistia, aí teve uma cupla do Mercosul da qual o Jair Bolsonaro saiu mais cedo em que se falava que a tarifistena comum era um lastro que ia fazer o Mercosul afundar, e a Argentina de Alberto Fernandes resistindo e Fernandes muito ressentido, muito armagurado falando que como assim que a Argentina agora tinha virado um lastro, enfim, depois vem o Lula Célégio, presidente, apoia a candidatura de Céreo Massa com a ajuda financeira, tentando usar inclusive o novo banco de desenvolvimento, que era presidido pela Dilma Rousseff, não deu certo, aí o Fernandade promete ajuda, isso é a Zéda também a relação entre Lula e Ravei-Armilei, e agora a história mais recente, acho que está mais fresca para todo mundo. As relações de Estado não podem ser regidas por prefinências partidárias, político, partidárias ideológicas, porque os Estados têm interesse permanentes e porque o Estado representa toda a nação. O governo não pode na política externa e aliás em vários, nas políticas públicas, em geral, depois de leito, um governo tem de representar o interesse de todos os cidadãos os países, mesmo tendo sido, obviamente, sempre é eleito só por uma parte deles, mas a democracia é isso, na democracia, a maioria elégio, o governo e o governo governam para todos, e isso está sendo absolutamente usurpado, atropelado por essa sucessão de governos demagogos, populistas que a gente tem tido no Brasil e na Argentina. Leandro Gabiati, você é a gente, por tenho cediado aqui, já com todos os laços profissionais, familiares, pessoais, no Brasil, qual é a sua leitura? O que pode agregar? Como você enxerga essa decisão do milhei e no que ela pode agregar, de fato, ou não, a campanha do Flávio? Vamos lá por partes. Primeiro ponto, o milhei se enxerga como um líder regional e até global dessa direita mais libertável. Então ele faz questão de participar desse tipo de evento mais ideológico, deixando de lado a figura presidencial, como o professor da Ouro-Evalhência, nada muito bem aqui. O outro lado sobre o qual a gente pode abordar a questão é, pelo lado da política interna, o milhei sofreu um desgaste muito importante a partir de suspeitas de corrupção do seu chefe de gabinetes, que seria como um primeiro ministro ou similar aqui do ministro da caça civil, muito próximo ao do presidente da República. E a militância de alguma forma não teria frustrado, mas está desgastada na hora de defender o governo principalmente nas regis. Se a gente olha ao lado de Flávio Bolsonaro, ele está numa situação parecida, ou seja, desgastado por conflitos internos, e alguma forma tentando recuperar a liderança política, e essa visita do milhei à convenção do Partido Libera de São Paulo, eu entendo que atende a interesses mutos, principalmente focados quanto a essa vontade, a essa efervecência, que eles precisam ter dessa militância mais se engajada para, justamente, poder se sentar politicamente. Da pra dizer do ponto de vista econômico, que talvez político, ele pode tratar mais, milhei até agora, vai bem? Tem um debate internacional sobre até onde dá para elogiar o governo do milhei, porque a gente realmente estava uma terra arrasada, sem moeda, sem mercado, sem economia real, sem relação internacional, nem financeira, comercial, ainda capenga com o país completamente fechado, para a importação, com tarifa de exportação, enfim, uma política fiscal, ou uma situação fiscal, quase que insustentável era difícil, sem imaginar traçar um plano de política econômica para a Argentina, que não significasse sangramento da economia. E, diferentemente do Brasil, por exemplo, aqui não seria possível fazer o que o milhei fez de cortar benefícios, de cortar repasses para os governos, a legislação brasileira já mais permitiria isso, ele conseguiu fazer isso, ele conseguiu cortar o subsídio de uma forma dramática, e eram gigantes, já no preço, o preço dos serviços na Argentina, estavam completamente distantes da realidade. Então, ele consegue fazer esse choque, que ele prometeu, ele foi eleito para isso, e quando a gente olha para os números, a gente vê, por exemplo, a moeda minimamente restabelecida, que talvez seja o principal pilar de uma economia, você tem uma moeda minimamente restabelecida, ele consegue fazer isso, a inflação sai de 230 por ano, para algo uma coisa perto de 35, 40, a loirval que está por aí, então é uma redução absurda, há dois, três dias, eles anunciaram que tem dinheiro para pagar uma parcela de um empréstimo de quase 4 bilhões de dólares, sem precisar recorrer ao mercado, ele já está voltando ao mercado, qual é o contra ponto de um mercado, existe uma redução da linha da pobreza muito grande, mas existe um empréstimento geral, as pessoas saem da linha da pobreza, porque eu poder de compra volta, mas há um em pobrecimento geral, o desemprego está muito alto, dizer há um esgarçamento social muito grande, então sim, ele consegue fazer essa bomba, jogar essa bomba, jogar não, na verdade ele exarmou muitas outras, mas ele faz uma coisa absolutamente radical, ele consegue botar a economia minimamente para funcionar, mas ela ainda não chegou no ponto de reencluir as pessoas nesse processo, ela ainda está distante, de ter melhorado a realidade da vida do argentino, caminha-se para lá, essa é expectativa, de quem elogia, é de que se a sociedade aguentar mais pode se chegar a ponto em que ela volta a incluir as pessoas, mas não dá para saber, é político, né? O rival, juntando essa vinda do milê com toda essa questão envolvendo Trump, que a gente cobre no político brasileiro, eleição brasileira falando do Trump, não tinha dúvida sobre isso, mas essa visita, essa vinda do milê, confirma a relevância da eleição brasileira para essa imposition de espectros políticos mundial, no caso para a direita global. E é até uma retribuição, né, Flávio Bolsonaro, esteve lá recentemente também, mas confirma também esse arco de alianças que procura ser construído, sobre liderança de Donald Trump, na América Latina, na Europa, principalmente, nessas duas regiões, o Donald Trump e outros líderes de direita, têm essa ambição de formar uma ampla aliança de partidos, de líderes e eventualmente de governos que reforcem as tezas deles no papel do Estado da economia, na área de segurança pública, na questão da emigração, quando relevante, como é o caso da Europa, e assim por diante. Então nas pausas conservadores, culturais também, as questões do aborto, da homossexualidade, das pessoas transgêneras assim por diante. Então o milês se tornou uma ponta de lança dessa política de Donald Trump na América Eu sou a primeira delas, agora. surgiram outros líderes e leitos, mas a gente não tem um papel muito importante assim, como um país muito importante para a região, então ele faz esse papel, faz esse serviço enquanto o Trump testa a água, o Trump só vai entrar mais ostensivamente no Brasil se ele sentir uma chance real de o flavio Bolsonaro vencésseis, não ele vai só sugerir um apoio e uma vez vencendo o flavio Bolsonaro, ele imediatamente se colocará como responsável pela vitória de flavio Bolsonaro. Leandro, para finalizar esse bloco, ajuda né, na campanha do flavio, você acha que energiza, você acha que dá pra ir voto, ajuda a recompô, levantar moral, tem um impacto positivo de fato, a vinda do milhê em flavio? Exato, flavio está precisando de agenda positiva, suflavio está precisando de uma reação e, ilogicamente, uma figura como milhê que é muito simbólica e de alguma forma ter direto, tem carisma particular principalmente para aqueles que o apoio é insidentificado com essa agenda ideológica. O flavio certamente tentará capitalizar essa vinda de milhê e tentará capitalizar a vitória no período de queico fujimore, tentará capitalizar a vitória de esprela, esprela na colombia. Então, se eu fosse o flavio, eu, de fato, estaria muito agrandecido e com muita expectativa de poder utilizar essa presença de milhê na convenção do Partido Liberal daqui a alguns dias. Bom, queria agradecer você, Leandro Gabiati, cientista político, diretor da domínio em constoria, excelente final de semana meu caro. A abraço para todos, boa noite. Muito obrigado, bom final de semana. Ludivovica com o MIGO, daqui a pouco a gente vai falar de guerra retomada da escalada no Oriente Médio, uma reportagem exclusiva da Sinea, mostrando que o Irã estaria reconstruindo instalações nucleadas. Até já. WWW de volta, neste bloco, está com a gente o Sandro Teixeira Muita, professor de essências militares da escola de comando, estado maior do exército, ICME. Bem-vindo, Sandro. Obrigado, Kai, o Boa Neste, o Orelval e todo o nosso audiência. Bom, os Estados Unidos comunicaram ao Irã que o Cé Cé Fogo acabou, mas concordaram em continuar as negociações, analista Sênio de Internacional, American Martin, tem mais informações. Estados Unidos e Irã fizeram uma tregua temporária nesta sexta-feira nos ataques muito pesados entre os dois, e foi uma tregua deliberada. Uma fonte disse a CNN Internacional que os Estados Unidos estão preparados para continuar atacando o Irã em qualquer ponto do país. Mas a estratégia militar dos Estados Unidos passou a ser de ataques fortes, mas pontuais seguidos dessa tregua temporária. Por que, para abrir um espaço, para negociação diplomática entre os dois países? Uma delegação do catar, um dos países, junto com o Paquistão, que está tentando mediar o conflito, chegou nesta sexta-feira também ao Irã para conversas com a liderança iraniana. Essa delegação do catar, segundo fonte da CNN, está agindo em coordenação com os Estados Unidos. É mais um sinal de que os americanos querem retomar as negociações diplomáticas para acabar com a guerra de uma vez por todas. Além desses sinais da tregua temporária, das negociações envolvendo mediadores, nós também sabemos que nem Estados Unidos e nem Irã querem voltar àquela guerra total, aquela guerra aberta que nós vimos no primeiro semestre de jano. Ela não interessa nem ao presidente Donald Trump e nem aos líderes do Irã. O problema é que os ataques pesados que nós vimos durante essa semana vão atrapalhar ainda mais essas negociações que já são muito difíceis e cheias de obstáculos. Esses ataques que incluíram, inclusive, quatro países na região do Oriente Médio, deixaram dezenas de mortos no Irã e também atingiram petroleiros que tentavam passar entre os outros. Tudo isso criou um recentimento ainda maior entre os dois países que já não tinham nenhuma confiança uns outros. Então a situação volta a uma espécie de está casero. Tudo o que foi conquistado nas negociações anteriores, provavelmente foi perdido com esse ataque. As recriminações vão ser maiores ainda na mesa de negociações e as demandas vão continuar sendo muito duas. De qualquer forma existe uma esperança na negociação diplomática e nessa pausa militar que vamos esperar pode demorar mais tempo. Portanto, pouco provável que a gente volte imediatamente aos ataques, especialmente enquanto países que tentam mediar o conflito estiverem agindo no Oriente Médio. De Londres, América, Martins. O Trump disse que não tem mais esse arfogo e ao mesmo tempo não parece demonstrar petite para retomar a guerra. Qual ponto, quais pontos você considera essencial ou essenciais daqui em diante, nesses próximos dias, e também como você acredita que eles deverão ser endereçados? Cairo, o que a gente está vendo nesse momento são algumas tentativas de comunicação entre as duas lideranças. Nesse nisso a gente tem que destacar muito papel exército por humana, o catar e pelo pakistão que tem feito esse papel de passagem, mensagens entre irãs, Estados Unidos, inclusive com velocidade, que a gente não viu em outros momentos desse processo de negociação, existem aqui algumas informações que tem aparecido nesse cenário. Então, uma primeira informação que mexeu, que tem dito, que mexeu profundamente com o Trump, foi que os iranianos teriam feito uma confissão de que parte dos ataques que foram feitos nessa semana contra os cinco navios, nos treitinhos ruminos, foram feitos por comandantes de nível baixo na hierarquia da Guada Revolucionária do Complemento Naval, que não estariam sob completo com controle da Guarda por causa ainda das perdas da Cúpula derivadas da guerra dos 40 dias. Então, a gente tem observado isso. Além disso, cario, a gente também tem observado que, ambos os países, como bem lembrado pelo Américo Martins, não querem voltar a guerra aberta, porque exatamente não tem um plano claro no sentido de dizer, "Ório, quero isso da guerra". Então, quando a gente trabalha com teoria das estratégias, a gente fez muito isso. Você precisa ter uma visão muito clara do que você quer quando você vai usar a força. E Trump tem percebido isso, ele quer criar uma saída entre aspas graciosa do Oriente Médio, uma saída desse conflito, uma saída desse atoleiro no qual ele se colocou, mas ele quer uma saída na qual, por exemplo, a gente tem aí uma informação que foi veiculada agora há pouco tempo, de que os Estados Unidos deram prazo até amanhã, até o sábado da noite, para o Irã. Aqui, o Irã, quando diga, passo uma declaração pública, dizendo claramente "Olha, o estreito de Ormuz, estará aberta na vegação e estará na vegação estará salva guardada". Eu lembro até que recentemente o Loli Valfeiz uma bela análise sobre isso, usando inclusive o texto do próprio memorandino de entendimento. A grande questão aqui é que o Irã, olha pro estreito como um ativo a ser explorado rapidamente, para trazer aquilo que a gente chama em economia de Hardcare, ou seja, de moeda corrente de maneira rápida, para poder ir estuprindo as necessidades da sua combalida economia. Então, sem dúvida, a gente está num passe muito grande, que ambos os lados não querem utilizar a força em grande escala, mas não vão abrir mão de usá-la para sinalizar nesse sentido. Loli Valfeiz, o estreito de Ormuz, a gente tem falado disso bastante crucial, o que você visumbra de uma zona que seja capaz de uma zona de um acordo, que seja capaz de ficar de bom tamanho para os dois lados? Qual desenho? Porque não é o desenho do acordo, você sai fogo, obviamente, tanto que retomou a retomar aos ataques, mas tem uma um meio tempo que talvez seria possível, você está na mesa e negociafica, bom para os dois lados? Sim, o dilema é que os Estados Unidos precisam negociar com os dois irãs, existem dois irãs, não irão, não irão regime, existem dois regime, os iranianos. Estados Unidos estão negociando só com o governo iraniano, presidente Massute Pesquian, Abbas Arate, Chanceler, Orlando Barguerra, Halibá, Fiquet, ou presidente de Ormuz. do Parlamento. É esse são a corrente pragmática que aceita bem, deseja o argumento da abertura econômica, da entrada de R$ 24 bilhões, congelados em bancos do golfo, da suspensão das sanções, irão voltando a vender petróleo livremente, da criação de um fundo de investimentos para a reconstrução de irão, até 300 bilhões de dólares, tudo isso faz muito sentido para esse grupo do governo iraniano. Mas a Guarda Revolucionária tem uma outra pauta, ela quer elevar o poder de soazório do irão, manter o poder de soazório com a capacidade de controlar o estresse de hormus e desenvolver o programa nuclear, como a gente viu numa reportagem da CNN internacional, eles estão continuando, procurando, recompo as instalações, reconstruir o que foi destruir. Essa ambivalência sempre existiu no regime iraniano, só que ela era arbitrada pelo Alicaminéi, o líder espiritual, tinha um poder, tinha ascendência sobre os dois grupos e controlou ele sobre ele, porque os Estados Unidos e Israel fizeram matar um caminei e aí abriram essa caixa de pãodora. Então é preciso que os militares americanos estabeleçam canais de comunicação com a Guarda Revolucionária. Eu sei que isso é contra intuitivo, mas é isso que tem que ser feito. Para que a Guarda Revolucionária tenha salva guardas de que ela poderá de uma certa forma projetar poder sobre os treitos de hormus, sem exercício de demonstrar ou exercício desse controle cotidiano de torpedoar navios que não passam pela Costa Iraniana como iran desejo de controlização. Então vai ter que haver essa negociação no campo militar. É uma mudança de paradigma, na relação de Estados Unidos. Iran é uma relação, é a construção de uma confiança que foi absolutamente destruída pelo Trump. Desde que ele rompeu o acordo firmado por Barack Obama, rompeu em 2019, desde então o Iran vem reagindo a essas quebras contínuos de confiança que foram confirmadas depois várias vezes quando voltaram a negociar de novo, Estados Unidos bombardearam, no meio de negociações, no ano passado, deste ano arrastados por Israel. Então se Estados Unidos quiserem ganhar essa questão estratégicamente, precisam realmente restabilizar uma relação com os dois iran. Vamos olhar a atuação aí, tem essa reportagem ao Lordeval Citor, reportagem da Senei americana, o obteve ali imagens exclusivas de satélites mostrando que o iran estaria tentando reconstruir, vamos dizer, esse iran radical reconstruir suas instalações nucleares. Em algumas delas, os iraninos parecem instalar novas coberturas em locais onde Estados Unidos Israel realizaram atacos, reportagem de queit poglês. Esse é uma de uma de muitas coisas exclusivas com CNN, insinuyendo as suas asas, attemptando rebuildar suas asas nucleares. Essa é uma de muitas asas de outras asas sobre o país, onde nós identificamos a diversão actividade, a sua utilidade de e-missile. O presidente Trump foi parecido ao final da sua opção por atravesas de estrações. Em isso, o iran tinha um agredido, não, de procura ou de queitado de nuclear. Essa parte em parte é believingo que se fosse uma explotação espalhosa para nuclear de nuclear. Antes de que o US Israel striva, o iran construiu esse concreio de acessão sobre o que é o importante. O iran estava em contato contra o US Israel Bombom, o que era o que era para a sua campanha, que foi presa, você pode ver os estras levados por bombas de bombas. Agora, um novo imagery de june e jolai analisado por CNN em conjunciona com o Instituto de Sciences e Seguridade Internacional, nós podemos ver o iran, se tornamos a ter uma forma de repartir e reconstruir o site. Você pode ver as suas asas de tempura e as asas de sua compras. Depois de um ano, com o memorandum ainda em effecta, os covas são movidos e colocados com o mes. Concretos de mixes de cruzados é um alunçado visible. Experta que esses cruzados são os iran, os iranios são tendo a ser o alunçado. Para os últimos meses, nós só tivemos glimpses de o que aconteceu sobre o iran, os providers haviam sido com o tipo de imagery de june e sobre a região, o request da US Government. Agora, as restricções são lucinadas e nós estamos sendo capaz de ver as imagens de uma forma de que as asas começaram a ver e repartir a primeira. Se a cidade, perhaps, de que elas podem ver, é o mais importante. Esse é Picax Mountain, um site que o iran é believed de ser inventado em suas nuquelas capacidades de um grande e em recentes de dias, os vehículos podem ser sem ser sendo sendo vindo e de um lado de os tunnels. Experta que esse era um aviolamento de termos de US, que é um que é o iran que mantém o status quo, sobre a programa nuclear. Em encontrado, outras nuquelas provenientes não se acham que estão lutando, como Isfahan aqui, Fordou, aqui e a Tants. Tem uma actividade de um dos mistar�as. Os US e its allies estão sendo concernados sobre o que é o mistar�as capacidade. E os mais imagens de que o iran já já começaram a reparar algumas histórias. Esse é um novo pavão que nos deu para o mistar�as mistar�as em recentes de dias. E em outro mistar�as mistar�as em Hermann Char, podemos ver excavator e tunnel de estes querem. Lá em 2018, nós também usamos repartidos em bases em recentes de dias, podemos ver a crata que está aqui aqui em terras de base. Com os US, nos sumamos em atacas na Iran, um apetite que está sendo crescendo, crescer de um grande, de um grande, de Ritmo. KTPPoglays, CNN, London. Nós temos que nos levar o lembra de necessidade de aumentar a capacidade de soazão, que é uma obceção das lideranças da Guarda, especialmente do trio, agora mais poderoso que coloca na direção dessa facção mais radical e que consegue ganhar força no entorno do líder Supremo, do Mochá-la-Kamenen, que é o comanante da Guarda, o Armeda da Ride, o seu novo secretário do Conselho Nacional de Segurança, que é o Mohammed Zulgar. O acessor militar do Supremo Líder, que é o Mochén Rezae. Essas três figuras, além de tudo, também tem um projeto da Guarda, quase como um estado dentro do estado. Então, a depender da análise que a gente utiliza, hoje, a Guarda Controla entre 40 e 80 e 50 a 57% da economia iraniana, com empresas em diversos setores, que vão desde a exploração do próprio petróleo até mesmo mercados de barro. Então, sem dúvida a Guarda observa essa movimentação como um caminho livre próximo ao poder, inclusive mudar a própria figura do regime, como a gente tem visto. Hoje, o regime meditamento mais próximo daquilo que seria uma literatura da ciência política, uma ditadora militar clássica, do que é uma República Teocrática. Há um outro ponto que também aparece nessa reportagem, que é muito importante, é essa reportagem, acabo mostrando de certa maneira, por que o chefe da agência de inteligência de defesa do estado onde foi demitido a pouco tempo depois da guerra? Principalmente porque ele atestava essa capacidade dos iranianos que rapidamente acessar esses sites e acessar esses locais de limpar os bloqueis que eram feitos pela viação esraelência ou pela viação americana e começar a reparar isso. Então, também há uma preocupação de mostrar o programa nuclear, sem ser detido pelas ações militares e raílências e americanas, e com isso garantir também mais uma camada adicional de de soação para as negociações. Agora vai lembrar o estreito de Ormuz é o tronfo tático desse grupo da guarda e o tronfo no qual vai centralizar toda a discussão. Então, deixar o estreito também é uma maneira de atrair Trump para longe do programa nuclear e do programa de missas balísticas. Loli Valarigou, então a gente está vendo Trump negociando com uma guarda revolucionária que não quer ou não precisa negociar? Ele não está negociando com a guarda revolucionária, esse é o erro, ele está negociando com o governo civil. Tá bom, ele é o governo civil dos Estados Unidos, então tudo bem, ele negociar com o governo civil, mas ele precisa autorizar o pentágono, abrir uma linha de negociação entre militares, que usa uma linguagem militar que oferecem garantias multas, salvaguardas, estabelecem um canal de confiança entre eles. Isso é contributivo, algo que porque o mindset do Trump é assim, como assim? Eles vão receber 300 bilhões de dólares, vão receber 24 bilhões de dólares, eles vão vender petróleo. E aliás, nos últimos três dias, o Irã retirou, passou pelo estreito de 30 navios, grandes navios de petróleo, 34 milhões de barriga de petróleo, eles escuaram nos últimos três dias. e está aqui. aproveitando porque eles guardaram um monte de petrójias, estavam com dificuldade enorme de armazenamento. Isso aí é 20 vezes o que eles produzem por dia. Então, eles têm todo esse interesse econômico, mas a questão é que os militares iranianos, eles têm outras prioridades, prioridades nacional, militaristas de. Então, isso precisa ser interessado, senão a coisa vai continuar assim, entendeu? Não tem solução. Sendo para finalizar o papel de Israel nessa negociação, foi alijado ali do primeiro desenho de acordo, e agora, aparentemente, Trump está se re aproximando do Netanyahu, nesse segundo desenho de acordo, o céu deve ter um papel maior do que no primeiro. Veja, Cairo, não acredito nisso. Da minha análise, eu acredito que bebia Netanyahu vai continuar tentando tumultuais, esse processo do acordo, tentando fazer de uma fase mais aberta de operações, ele tem o seu próprio calendário, a sua própria questão para ser colocada. Agora, existem notícias indicando que realmente apareceu um oponente altura dele que pode tirar o poder dele nas eleições de outubro, que é um político em geral da reserva lugar. A gente perdeu o áudio, pedemos na sala o áudio do Trump, do áudio do. O áudio do. do. do Sandro retomamos, não? Tá, o Sandro me desculpe, mas a gente não vai dar tempo. Só o nome do. do principal. O Camino também, você se checa, que é um general da reserva. Bom, gente, eu vou encerrar, então, vou pedir desculpa pro Sandro, bem na hora do final da análise, voltou o Sandro, um minuto, menos de um minuto, pra encerrar só dar o nome do. do. do. do oponente altura do. do. do BB. O Guy já exerrucou essa figura. Tem esse ativelitoral poderoso. E aí, a gente tem que ver, mas o BB vai tentar muito ao máximo processo. Sandro, muito obrigado. É só pegar a sua credencial aqui, Sandro Teixeira, a Moita, professor de ciências militares da Escola de Comanda, Estado Marido Exército, a ECM, muito obrigado, Sandro, esse alente final do semana, meu caro. Eu vou você também, caiu pro pilor e volta pra toda a nossa audiência. Bom, final do semana, o Lerival. Obrigado, viu? E a todos que ficaram com o Núsoco até agora, dá a ver, dá para terminar aqui, boa noite e excelente final do semana, todos. Perustin Pühere-Luba teita valmistavan ornotin vuana 23/13. Mielestani parasta Shopify saa se, que é que a voima harioittá lique toima ta ilman tegnistaosa amista. Voima hallinoida yrityxen tausta e arrestele mienha e front-endia, seca myrda verkossa, vaivatta. Jos Shopify olisi Pühere-Luba-Ruste, soulisi mielestani itse poluku-Pühere. Silla asiat hoidetaan e a meida lique toima ta me hoitua o Shopify-Ssa. Aloita ilmaínen-co-queilu, Shopify-Piste-Com-Sivustolla. [Música]

Podcast Summary

Key Points:

  1. Transkriptio sisältää keskustelua Brasilian politiikasta, erityisesti budjettimäärärahojen hallinnasta ja toimeenpano- ja lainsäätäjävallan välisestä suhteesta.
  2. Käsitellään presidenttiehdokas Flávio Bolsonaron kampanjaa ja Argentiinan presidentin Javier Milein ilmoitusta matkustaa Brasiliaan tukemaan häntä.
  3. Milein talouspolitiikkaa Argentiinassa arvioidaan
  4. Keskustellaan oikeistopuolueiden kansainvälisestä yhteistyöstä, jossa Donald Trump ja Milei pyrkivät rakentamaan laajan liittouman.

Summary:

Transkriptio on moniosainen analyysi Brasilian poliittisesta tilanteesta, keskittyen budjettimäärärahojen (imendas parlamentares) hallintaan ja toimeenpanovallan (presidentti Lula) sekä lainsäätäjävallan (kongressi) väliseen valtataisteluun. Keskustelussa korostetaan, kuinka kongressi on viime vuosina vahvistanut otettaan budjettivaroista, mikä on heikentänyt toimeenpanovallan mahdollisuuksia ohjata julkisia menoja tehokkaasti. Tämä on johtanut siihen, että määrärahoja käytetään poliittisen pääoman säilyttämiseen eikä optimaaliseen resurssien allokointiin.

Toinen keskeinen teema on Argentiinan presidentin Javier Milein ilmoitus matkustaa Brasiliaan tukemaan Flávio Bolsonaron presidentinvaalikampanjaa. Milein talouspolitiikkaa analysoidaan: hän on onnistunut vakauttamaan valuutan ja laskemaan inflaatiota rajuilla leikkauksilla, mutta sosiaaliset kustannukset, kuten köyhyys ja työttömyys, ovat kasvaneet. Kolmantena aiheena on oikeistopuolueiden kansainvälinen yhteistyö, jossa Donald Trump ja Milei pyrkivät rakentamaan laajan liittouman edistääkseen konservatiivisia arvoja ja talouspoliittisia tavoitteita.

Keskustelu päättyy analyysiin Milein vierailun mahdollisista vaikutuksista Flávio Bolsonaron kampanjaan, jota se saattaa energisoida ja tarjota positiivista julkisuutta.

FAQs

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Parlamentaariset määrärahat ovat varoja, joita kongressin jäsenet ohjaavat omiin projekteihinsa, ja niiden hallinta on keskeinen poliittinen kysymys.

Argentiinan presidentti Javier Milei matkustaa Brasiliaan tukemaan Flávio Bolsonaron presidenttikampanjaa ja vahvistamaan oikeistolaisten johtajien välistä yhteistyötä.

Milein politiikka on vakauttanut valuutan ja laskenut inflaatiota 230 prosentista noin 35–40 prosenttiin, mutta se on myös lisännyt köyhyyttä ja työttömyyttä.

Donald Trump saattaa tukea Flávio Bolsonaroa, jos hän uskoo tämän voittavan, ja pyrkii rakentamaan maailmanlaajuista oikeistolaista allianssia.

Ne heikentävät julkisten varojen tehokasta kohdentamista, koska niitä käytetään poliittisen pääoman säilyttämiseen eikä kansallisten tarpeiden mukaan.

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