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DIG Negócios com Bruna Duarte | NABOA PODCAST TP 02 EP 98

52m 31s

DIG Negócios com Bruna Duarte | NABOA PODCAST TP 02 EP 98

Este episódio do podcast Nabó apresenta uma conversa com Bruna, cofundadora da Dignegócios, uma escola de negócios voltada para mulheres. A empresa nasceu de uma inquietação: a falta de espaços onde mulheres pudessem discutir carreira, dinheiro e empreendedorismo. As três sócias, com experiências em marketing, contabilidade e finanças, uniram forças para criar uma comunidade que hoje já impactou mais de 50 mil mulheres. A metodologia da Dignegócios é estruturada no acrônimo MAPA, que representa os pilares de conteúdo, ambiente acolhedor, conexões intencionais e ambição. Bruna destaca a importância de um ambiente que impulsione as mulheres, em vez de um que reclame, e aborda a dificuldade feminina em fazer network, muitas vezes limitado pela jornada dupla ou tripla. Ela também discute como a ambição feminina é frequentemente julgada, e defende que ela é essencial para o crescimento pessoal e coletivo, gerando benefícios para colaboradores e famílias. A conversa reforça a necessidade de as mulheres ocuparem espaços de decisão, com liderança empática, e mostra como a Dignegócios busca transformar desafios em oportunidades, inclusive em periferias, promovendo autonomia e desenvolvimento.

Transcription

8572 Words, 47734 Characters

Portuguese
[Música] O hipódias apresenta. [Música] Para muitas mulheres, emprender a encontrar autonomia, reconstruir a própria identidade, conciliar sonhos com a maternidade, criar redes de apoio e muitas vezes transformar desafios em oportunidades. E quando falamos sobre empreendedorismo feminino, não estamos falando apenas de negócios, estamos falando de conexão, desenvolvimento, coragem e de construção de espaços onde as mulheres possam crescer juntas. No episódio de hoje do Nabó eu converse com a Bruna do Arte, uma das fundadoras da Dignegócios, uma escola de negócios para mulheres que vem construindo uma comunidade forte, com metodologia própria e uma visão muito humana sobre empreendedorismo. Vamos falar sobre trajetória profissional, maternidade, conexões que realmente geram valor, empreendedorismo nas periferias, o impacto da digue transforma. Iniciativa que leva capação para mulheres em situação de vulnerabilidade social, uma conversa sobre negócios, mas acima de tudo, sobre mulheres que decidiram fazer a conversação de uma pessoa que não se conhece, que é uma conversa sobre a história de uma pessoa que não se conhece, que é uma conversa sobre a história de uma pessoa que não se conhece, que é uma conversa sobre a história de uma pessoa que não se conhece, que é uma conversa sobre a história de uma pessoa que não se conhece, que é uma conversa sobre a história de uma pessoa que não se conhece, que é uma conversa sobre a história de uma pessoa que não se conhece, que é uma conversa sobre a história de uma pessoa que não se conhece, que é uma conversa sobre a história de uma pessoa que não se conhece, que é uma conversa sobre a história de uma pessoa que não se conhece, Então, na digue, só para contextualizar vocês, nós somos três sócios, somos eu e a nátil, que estamos à frente de tudo, estamos trabalhando aí, o tempo inteiro com a digue, e temos a Adri também, que é a Adriana, que é o nosso elo, a Adri hoje ela não está na frente da digue, ela não trabalha ativamente, ela está mais nos bastidores, mas foi ela quem nos conectou, então a digue ela surgiu, ela surgiu de uma vontade, e uma inquietude nossa, nós sempre fomos três mulheres que trabalhamos muito, sempre estivemos aí nesse mundo dos negócios, tempo inteiro, entendendo que a mulher ela tem que estar nestes lugares, falar sobre negócios, falar sobre dinheiro, e a gente se encontrou no evento de gestão eu e Adriana, que essa ter fissera sóça, a gente abre de infância da fase do colégio, e a gente estava num evento de negócios, e dois dias antes desse evento nós estávamos no aniversário de uma filinha de uma amiga nossa, e o nome que a gente chegou, eu lembro que essa universária foi quinta, e o evento foi num sábado, sábado de manhã, e a gente chegou às duas no evento, "Oi, o que você está fazendo aqui, ai é outro, o que você está fazendo aqui?" Nós, mas algumas amigas a gente falou "Meu, Deus, mulheres não falam sobre negócios, mulheres não falam sobre dinheiro, mulheres não falam sobre carreira, e naquele momento, há 7 anos da atrasa, a gente caiu a nossa ficha, a gente falou "Olha, realmente não existe esse espaço para mulher, e nós muito inquietas e muito fazedoras, "Fla, então esse lugar não existe, então nós vamos criar." E aí há 7 anos da atrasa, a gente falou "Então beleza, vamos nos reunir aqui, nós que estamos aqui no evento, e Adri falou "Olha, eu tenho uma pessoa, que eu tenho certeza que vai gostar muito desse movimento que a gente acabou de criar aqui, que era a gente que era quem estava fazendo o evento, era a empresa da atrasa, que era a idealizadora desse evento." E aí, a gente não vai, então vamos chamar ela também, e aí conversamos, fizemos uma almoço, vamos criar esse espaço, porque nós também éramos mulheres que amo muito para São Paulo, para fazer, para falar sobre negócios, para participar de eventos, vamos criar isso aqui, em Belo Horizonte, em Minas Gerais, vamos no primeiro evento, a gente falou assim "Ah, cada uma chama três amigas, e cada uma, então vamos ser ali 12 pessoas, a gente já começa de alguma forma." Aí se eu vinha nesse primeiro momento, nesse primeiro evento que a gente fez, que foi um evento assim, mas na empresa da Natalha, é uma coisa muito simbólica mesmo, já foram 30 mulheres. Olha, a gente falou "Oaí, como que a gente foram 30 mulheres, se a gente só convidou cada um, só convidou três?" Então foi muito no Boca Boca, que é a linha que ele momentos flogente, isso tem valor, as mulheres querem falar sobre negócios, que ainda é banda, né? Quem demanda, só talvez não existe só lugar, e aí foi aí que surgeu a digna. Que incrível, e aí vocês foram pegando, é a experiência de cada uma com o mercado, de que a área que você vê, de que a área que a Natalha e Adriana também vieram, para entender, e como é que vocês fizeram esse bem bolado. Exatamente. Eu vou ser muito sincero com você, eu já até falei isso no Instagram, e muitas pessoas não acreditam, mas eu jamais pensei em prender. Eu falava "Meu Deus, isso é esse negócio de empreender". Ter sua própria empresa, isso é coisa de dois. Eu sempre trabalhei em empresas multinacionais, empresas gigantes. Eu tinha isso muito certo, eu sou uma pessoa que eu sou muito vetótica, sem conqueções de carreira, de negócios. Então eu falava "Eu quero criar uma carreira, de exercutiva dentro de uma grande empresa". Então eu passei por Red Bull, passei por vivo, passei por Semigui aqui em Minas Gerais, passei por hoje. Enfim, então a minha trajetória seria em grandes empresas. Nessa época eu me trabalhava em uma grande empresa, tinha uma carreira ali promissora mesmo. Então eu estava ali naquela grande empresa multinacional pensando em me crescer, a minha carreira, a acender a minha carreira como exercutiva mesmo. A Natalha tem uma empresa de contabilidade familiar, então ela também estava ali na empresa familiar, a empresa dela tem, enfim, uma empresa muito grande aqui em Belo Horizonte também, e uma das maiores empresas de contabilidade aqui de Minas. E Adriana é do mercado de construção civil, ela tem uma empresa também, e hoje a empresa dela está em BH, São Paulo, ela trabalha com locação de equipamentos para acesso em altura de construção civil. Olha, então o que a gente tinha como eu tinha expertise do marketing, que eu sempre fui da área do marketing, a Natalha da parte de contabilidade ali empresarial, mas a Natalha é divulgada também. E Adri tem essa expertise muito business, muito finanças. Então juntamos essas três expertistas e falamos "vamos construir algo mais importante da dig" que nós três, a gente tinha muito na cabeça, a gente ainda tem muito essa força de mulheres precisam se colocar no ambiente corporativo. As mulheres adrivem de um mercado muito masculino, né, a Adri, geralmente ela está em mesas muito grandes de pessoas muito grandes, e ela fala, ela até há 7 anos atrás muito mais que agora, ela é, geralmente, era a única mulher da mesa. Então, mais do que as competências técnicas, que eu acho que são fundamentais, a minha competência na parte do marketing, na parte de vendas, a competência da Natalha, na parte da contabilidade, na parte de direito, e a competência da adri, na parte de finanças, ela é muito importante. Mas eu acho que fez com que a dig ficarse grande, com que fez com que a dig realmente se tornasse hoje uma empresa conhecida nível Brasil, foi essa nossa vontade de fazer com que as mulheres se colocassem no espaço, no espaço que é para nós também, né? Mostrar para as mulheres que nós também podemos ocupar espaço, as mesas grandes, as mesas de decisão, as mesas onde coisas importantes estão decididas, a gente precisa ter mulheres ali, cada vez mais mulheres ali. Então, foi muito dessa força, genuína, nossa, que a gente construiu a dig. É a construção de uma comunidade, né? Eu te perguntei essa, né, desse histórico de vocês, porque vocês me tituram a dig, como uma escola de negócios, e assim como uma escola, tem as metodologias, né? Sim. Então, a gente entender, porque até eu vou profundar um pouquinho agora com você nisso, que vocês têm algumas metodologias, né? O que é que é o que é bom, que pena, que tal, que boletem diário, que você recentemente até falou sobre como é que essa construção, dessas metodologias, das dinâmicas, das atividades que vocês propõem, e essa validação, de que olha, isso já foi feito isso funciona. Então vamos colocar isso para jogo, vamos apresentar isso pro grupo, como é que funciona? Não, perfeito. Primeiro, a metodologia dig, ela foi construída através de um, de um pilar, que é, na verdade, o nosso suco que a gente chama de mapa. Mapa é um aprônimo, e cada uma dessas letras, ela significa uma coisa que a gente entendeu, trabalhando com mais de, mais de 50 mil mulheres já passaram aqui pela dig, mulheres empreendedoras. E esse mapa é que a gente entende, que é o que a mulher precisa, para se colocar no mercado de trabalho, para se colocar no mercado de empresas. E eu vou explicar para você o que é que é cada uma dessas letras, que aí você vai entender um pouco da nossa metodologia, e depois a gente desce, ela é uma metodologia, mas são, um pouco. coisas que a gente faz efetivamente dentro da nossa empresa e que a gente instina as nossas alunas a fazer também. Mas vamos lá para o mapa. O "M" do mapa é a metodologia, é o conteúdo. É o que você, como mulher empreendedora, precisa saber. A mulher empreendedora ela precisa estar sempre com conteúdos novos práticos na ponta da Nigo. Então é muito do repertório. As coisas estão mudando muito rápido, né, se eu vinha assim. O que fazia sentido para a gente é um ano na empresa, já não faz o menor sentido hoje. A gente tem a inteligência artificial aí que veio com força total. Da que um ano a gente vai estar discutindo coisas que hoje a gente não consegue imaginar. Então esse conteúdo, essa proximidade do conteúdo, do que é novo, do repertório, sempre muito presente na nossa vida enquanto mulheres empreendedoras, essa é a parte do "M", né, da metodologia, do conteúdo. Então a gente está sempre avançando aí no conhecimento mesmo. Então a gente traz isso para as nossas alunas em relação ao repertório, em relação ao conteúdo, em relação ao conhecimento. O que é o trabalho ouro, né, Bruna? Porque acompanhar na velocidade, na quantidade de conteúdo que está aí disponível é um bata desafio, né? Então isso já é ouro, né? Quando a gente pensa. Tem isso já ali que já tem essa troca nesse sentido, né? É como uma curadoria mesmo. O que é que você enquanto mulher empreendedora, enquanto mulher de negócios precisa saber? Eu falo que hoje a gente vive num mundo se o vinha de obesidade, de informação, e a anemia de execução. Então quando você está alico a gente na digue, você sabe exatamente o que você precisa saber. Porque se a gente for saber de tudo, se a gente for olhar para tudo, gente. Muita coisa acaba ficando ouro, né? Então não dá. Então essa parte do conteúdo do conhecimento é muito importante. Então esse é o erro. O ar do mapa, esse ar inicial, ele é da ambiência. Porque nós mulheres, a gente precisa estar num ambiente que vai colocar a gente para frente. Um ambiente acolhador, um ambiente seguro, um ambiente que vai te motivar. Você se percebeu quando você está numa roda, precisa ser só de mulheres, mas quando você está num grupo, onde está todo mundo reclamando. Mesmo se você tiver excelência, estiver num dia ótimo, você passa reclama também. Você passa, achar tudo ruim também. Você passa, eu vejo isso muito um anadíguia assim. A junho vai ser o mesmo muito difícil por causa de cópua, por causa de não sei que. Gente, você se entra nessa vibração do ambiente que te coloca ali para baixo. Você até recuça a empresa. Você fala assim, não é junho, vai ser ruim mesmo. Você já entra a junho. Qual a meta não batida? Você já entra a junho com uma cabeça mais desanimada. Então a gente presa derva muito a ambiência ali dentro da digue. não é uma coisa que nos mulheres imprendedoras, a gente tem que estar em um ambiente que empunciona. No ambiente que resolve, e não num ambiente que reclama. Porque esse lú mio vai ser um meia de fício. E esse lú mio vai ser o meia de fício pra nós imprendedoras. 2006 vai ser um ano desafiador pra todos nós, tem eleição, tem copo, o cenário macroeconômico, político, da supercomplexo. Então a gente tem que estar na excelente procurando resolações, e não num ambiente, ah, vai ser muito ruim. Porque a gente, nós mulheres, eu não sei se sente isso, mas nós mulheres, a gente falou que pra meio funha, a gente já saiu como ela, a gente já vai ser ruim. Então eu vou ficar aqui, eu não vou fazer nada, não, eu vou esperar esse mês ruim passar, a mês que vem quem sabe se eu tiver força, que eu vou, e não dá. Não, e parece místico que eu vou falar, mas eu acredito muito nisso e creio que você também. É até a vibração, você quando você entra nesse ambiente e nesse papo, né, nessa coisa pra baixo, ou então quando as mulheres também se junta, às vezes começa a reclamar, ah, da rotina, da família, do marido, parece que vai tudo, vai tudo puxando pra baixo mesmo, e não é que parece, é isso, é energia. A gente vai atraindo o que a gente realmente está pensando, o que a gente está vibrando, né, às vezes eu falo isso, alguém falei lá, vem lá, via a Jandona, mas não, é energia, quando a gente está perto de quem coloca a gente pra cima, é muito mais fácil, né? Eu concordo plenamente com você, por isso que a ambiência é tão importante, né, e às vezes a gente tem que tirar algumas pessoas, a gente entrou no mood de crescimento, de evolução, tanto como profissional, como pessoa, evolução espiritual mesmo, existem ambientes em que você não quer ter mais, e a gente trabalha aqui muito pra que esse ambiente dá a dig ser um ambiente que impulsiona essas mulheres. Então, esse é o "A", da parte da ambiência. Aí o "P" é o "P" de pessoas. Network, não é uma palavra que está sendo muito usada e às vezes muitas pessoas olham pra palavra Network de uma forma até que seja onativa, né? "Floar, meu Deus, vou ter que ficar ali inflamando relações que, de fato, vão me ajudar em alguma coisa, e a gente entende aqui, não é absolutamente nada disso, Network, nada mais é do que você fazer conexões, conexões de forma intencional, e são essas conexões que vão te levar pro lugar de onde você não conseguiria chegar sozinha, né? Se hoje nós estamos aqui, nós duas juntas, estamos aqui, é porquê? Por causa da sabrina, que é nossa amiga incomum, que nos apresentou, e hoje seja foi lá na dig, né, num evento da Hotmart, hoje eu estou aqui no seu podcast, e essas conexões, esse Network, nessas conexões, essas pessoas que estão em volta aqui da gente, são elas que vão nos levar e levar as nossas empresas pra lugares onde a gente não conseguiria chegar sozinha. As pessoas são importantíssimas, né? E a mulher, a parte do Network, para mulher, não sei se concorda comigo, mas ela é mais difícil. A gente tem uma tripla jornada, quadro, jornada. Então, para a gente fazer Network, para a gente chegar no final do dia, lá nós eu vou num evento, porque daqui pode surgir uma colabe pra mim, empresa, daqui pode surgir uma sociedade que eu não estava de pensando, daqui pode surgir uma conexão que vai me abrir as portas naquela empresa que eu quero tanto entrar. É difícil pra mulher. Eu não sei se você passa por isso, mas os nomes, né? Meu Mario dele sai pra jantar com os amigos de volta, vendo quanto que está ganhando, todo mundo está ganhando, qual a empresa que está dando certo? O que está melhor de investir? O que vai dar? E nós, mulheres, a gente se feste no nosso mundo e se a gente não se conecta, a gente fica saindo atrás mesmo, né? Exatamente. Só ali no grupo de WhatsApp da escola, né? E ali naquela gente vai sugada por essas atividades aí que a gente tem a mais e aí a gente às vezes não tem tempo ou não tem esse espaço realmente, como você, como você bem colocou aí, vocês estão propondo. A através da digue também, né? Esse espaço mesmo, pra gente falar, tem uma coisa que me incomoda muito, que várias vezes a gente sai, meu marido ele fala, a gente nunca tinha reparado isso até você me falar. Quando a gente conhece alguém geralmente vão no meu marido e fala, você trabalha com que? E aí eles ficam versando e tal e aí olha o pra mim, sorrir. E eu falo em graças, eles não perguntam pra gente, elas não perguntam pra mulher o que a gente faz, com o que a gente trabalha, as pessoas não perguntam. E ele falar, "Ah, esse é papo" e depois eu falei, "Repare então, repara toda vez que a gente vai conversar com alguém, que alguém vai perguntar o que você faz, repara quem que vai perguntar o que eu faço." E aí ele começou a reparar nisso, ele começou a falar, "É, realmente, realmente, né?" E é tão importante a gente trazer essa consciência para os homens, né? Porque muito provavelmente a pessoa vai te perguntar, "E você tem filhos?" Então é com que. E tá tudo bem, tem filhos, né? E você tem coidade, né? Pode estudar. E é maravilhoso, né? A gente nós somos bães, e é maravilhoso, é bãe, mas assim, a gente tem muito pra falar na parte dos negócios também, na parte das nossas empresas. E aí pra finalizar o acrônimo, né, do mapa, o outro "A" é a ambição, que é uma coisa também, que é um sentimento, que ali na dígria a gente provoca as mulheres um tempo inteiro, pra lhe ser um lugar, pra gente, pra nós mulheres, relevarmos as nossas ambições, porque a gente foi criada numa cultura que entende que a mulher ambiciosa, ela tá errada. E uma coisa que a gente sempre coloca aqui, se eu vim aqui, ambição é diferente de garância. Ambição é você querer chegar mais longe, é você querer levar a sua empresa pra frente, é você querer construir um legado ali, porque se a nossa empresa cresce, a gente consegue contratar mais pessoas, as pessoas que estão ali contratadas por nós, elas vão levar mais condições pra as famílias delas. Então, a ambição é maravilhosa, a gente tem que querer crescer, a gente pode querer crescer. Isso parece ser uma limitação na vida da mulher, porque culturalmente a gente não foi ensinada ser ambiciosa, um homem ambiciosa é muito bonito, ele é tão invejável, né, nossa, ele é ambicioso, ele quer crescer, ele quer dar uma vida maravilhosa pra família dele. Agora, a mulher que fala "Não, eu sou ambiciosa, eu quero crescer a minha empresa", muitas vezes ela vista como julgamento, então, tá mesmo pelas outras mulheres. Então, a Lina Di que a gente procura criar um ambiente, que, a favorência com que as mulheres falam "Olha, não, eu sou ambiciosa, eu quero renovar as minhas ambições". As mulheres chegam ali na Lina Di que falam pra gente "Meu Deus, eu nem sabia que era possível, eu sei. de esta manhã, nem sabia que era possível querer crescer tanto. A gente tem uma história que é super interessante, que é de uma mulher, que ela tem uma empresa, e ela entrou para dig, para o dig mind, tem mais ou menos um seis meses. E aí a gente um dia, uma outra dig, estavam fazendo um evento nessa empresa, dela eu fui lá. E a gerente dela veio me agradecer, ela falou, "Se que é a bruna da dig, ela virou para você mudou a minha vida." Desde que a alê entrou para dig, as coisas que mudaram completamente, eu consegui comprar um carro, a comissão que eu ganhei, a partir do momento que a alê trouxe esse outro público aqui para dentro da nossa empresa. Então isso é renovar as ambições. Você sabe, porque renovando as nossas ambições enquanto mulheres, enquanto empreendedoras, enquanto líderes, a gente consegue mudar a vida de muita gente. E a nossa liderança, ela é uma liderança mais empática, né Silvinha, a gente tem muitas vezes. Nós mulheres, as nossas soft skills, elas são mais afloradas que dos homens. Então, nós somos líderes mais empáticas, nós nos preocupamos com a família dos nossos colaboradores, nós nos preocupamos com a qualidade de vida das pessoas que trabalham com a gente. Não que os homens não preocupam, mas isso é nato da gente. Então, a gente tem ambiciosas, só traz benefícios para nós e trans pessoas que trabalham com a gente. Muito legal você falar isso, porque realmente, a sua ambição, a relação com o dinheiro, ela ainda é muito, eu não sei se é cultural, o cedo brasileiro, o cedo é mulher, mas ainda tem esse tabuz de que está errado, ser ambiciosa, ganhar dinheiro, é um problema falar, "Ah, eu tenho uma boa condição de vida, então eu quero ser rica, não tenho problema, não tenho problema, e parece que é errado, parece que são pecado, que é um sentimento, e não, você está mostrando os reflexos disso, inclusive que esse exemplo que você trouxe, ele é muito legal porque você vê o resultado do trabalho de vocês, em pessoas que nem estão diretamente com vocês, e como que ele reverbera, a gente fala tanto que mensuração de impactos e são dados que às vezes vocês não conseguem nem mensurar os resultados, as consequências do trabalho de vocês e com essas mulheres. A gente fez um levantamento, só hoje a gente na Diga a gente tem vários, várias soluções, desde uma mulher que está começando a empreender, até uma mulher que já tem uma empresa maior, que é o Digmind, que é a nossa matermagem, que é desse caso que eu citei. E dentro do Digmind, hoje a gente tem aproximadamente 120 mulheres, que são mulheres que estão a frente de empresas, tem uma representatividade, a gente tem um corte de futuramento nessas empresas, e ali dentro essas 100 mulheres, entre 100 e 120 mulheres, a gente tem mais de 20 mil colaboradores, que estão nas empresas dessas mulheres. Então o impacto é muito grande, se a gente dá conhecimento, se a gente dá um ambiente propício pro crescimento, se a gente coloca essas mulheres com pessoas que podem levá-las a lugares onde elas querem chegar a resultados maiores, e se a gente dá um ambiente para ela que eleva a ambição, que renovam a ambição, essas 20 mil pessoas que estão ao redor, que estão nessas empresas, elas também saem ganhando. Então o impacto, como você falou, o impacto não é só nas mulheres que estão ali diretamente com a gente, é um impacto na sociedade, na sociedade mesmo que tem essas empresas, que tem essas mulheres como líderes, e vai reverberando, maravilhoso, uma macadeia, né? É uma cadeia aí. Agora, como é que vocês garantem que essas conexões vão de fato contribuir, já que a gente está falando aqui de mulheres dos mais variados perfis, atuando nos mais variados nichos, com interesse também diversos, você situa que vocês têm, o Digmind, que é para mulheres que já estão mais em cargos de liderança, talvez, né? Isso. Não, ali já tem uma maturidade na carreira, mas diga para todos, né? Então não basta só fazer essa conexão, mas ela também precisa ser assertiva. Como é que isso funciona dentro da digi, e nos ambientes, que a gente circula de forma geral também, já que você está falando do poder do network, que isso nem sempre é tão muito disponível para nós mulheres, como é que a gente via a beleza? Essas conexões que realmente vão garantir aí algum resultado e que vai acrescentar de alguma forma. Olha, eu falo que se eu conseguir se passar o intangível da digi, a digi de ateria ganhado, não só o Brasil, como a gente está chegando mais do mundo, porque o que acontece com uma mulher, ou seja, exatamente isso que você perguntou, mas assim, o que acontece como mulher quando ela entra na digi? Ela passa até acesso a um novo mundo mesmo, ela vive no mundo ali com a empresa dela, então vamos pegar uma pessoa que está começando uma empresa, né? Para a gente dar um exemplo diferente dessa pessoa que já tem uma grande equipe, vamos pegar uma pessoa que está começando um negócio. No mundo, em geral, na sociedade, em geral, essa mulher não vai ter apoio, ela vai ter, pelo contrário, é muito difícil empreender, a gente fala que o empreendedorismo é uma montanha russa, tende a que você está a meu Deus, que maravilha essa empresa maravilhosa, vamos lá no outro dia você fala, eu vou desistir, eu não quero mais, eu quero embora, isso aqui não é para mim. E a chance de você ir para esse caminho do Nixia é muito alto, né? Então essa mulher, quando ela entra para a digi, quando ela tenha acesso a esse espaço, que foi pensado para ela, ela muda não só de patamar no negócio, mas ela muda de consciência, ela muda o estado mental dela, ela fala, olha que eu tenho um espaço seguro, onde eu vou conseguir trabalhar, vou conhecer outras mulheres porque é muito importante, essa mulher geralmente ela se sente muito só a linha no empreendedorismo, como a gente falou lá atrás, a grande maioria das mulheres não fala sobre negócios, então seu mulher está ali, ela abriu um negócio novo, ela sai com as amegas dela, as amegas dela, ah, legal, está, o meu ninguém vai falar muito, ah, eu tenho seu vinho, não é que legal, isso pode ter este seu trabalho que você está fazendo, as pessoas não são tão, as pessoas não se enterem, as nossas amigas, mulheres em geral, elas não se interessam muito, elas vão falar de outras coisas, então se você tem um espaço, ele seguro que te acone, onde você vai conhecer outras mulheres que vão te ajudar, você não muda só a sua empresa, você muda o seu mindset, e esse mindset ele é levado para quem convide com você, ele é levado para o seu entorno, ele é levado para sua família, uma mindset de "Oh, eu consigo, vamos lá, gente precisa ter conhecimento, a gente precisa conhecer pessoas", e o que que garante, você perguntou assim, o que que garante que essas conexões de fato vão ser relevantes e vão ajudar, né? Eu acho que está muito nesse intangível, primeiro que a gente não adiga, a gente tem uma regra, quando a gente começou, a gente começou de uma forma muito empírica, muito orgânica, a gente entendi que a diga era uma mulher que queria conversar sobre negócios, uma mulher, e aí, como passado tempo, a gente foi lixando para a mulher empreendedora, porque se a mulher não é empreendedora dentro da diga, ela não vai contribuir com o que a gente quer que ela contribui, ela não vai conseguir pegada a diga que a diga tem de melhor, então por exemplo, vem uma mulher CLT, "Ah, trabalho, meu me empresa, eu queria entrar na diga". Hoje em dia, a gente está a olhar, aqui na diga, eu não posso deixar você estar neste ambiente, por que? Por dois motivos, porque você vai se frustrar, que tudo que a gente ensina aqui é pro empreendedorismo na prática, e segundo que as pessoas que estão aqui dentro, você não vai se conectar da melhor forma, você vai acabar se frustrando tanto por não conseguir adquirir o conhecimento, quanto por não conseguir passar, porque a sua rotina, a sua vida, como CLT, ela é muito diferente de uma mulher que em frente, e aí, claro, tem pessoas "Ah, eu sou CLT, mas eu também tenho negócio", aí sim, tudo bem, mas a diga ela é para uma mulher empresária, ela é para uma mulher que quer ser dona do próprio negócio, eu acho que isso garante muito o ambiente ali dentro, o ambiente de empreendedorismo, porque se eu coloco muitas pessoas CLT ali dentro, acaba com a conexão, ela não faz muito sentido, e vou te falar, as pessoas falam assim, "Ah, vocês deixam muito dinheiro na mesa, deixamos". Muito, porque tem muita gente CLT que entra, mas eu preciso validar para todo mundo que está lá dentro, que é aquela ali, é um ambiente de empreendedorismo, sabe? Então, são essas pequenas coisas que a gente faz? Ou seja, é para a mulher empreendedora, mas também é para qualquer perfil de mulher empreendedora, e de nível, esse mês de nível, esse que eu digo de negócio, quem está começando, quem já está ali há muito tempo, como eu citei aqui apagora pouco, né? Porque tem os mais diversos perfis, áreas de atuação também têm um recorte. Temos de todas as áreas, é para uma mulher empreendedora de qual que é, nicho, então, dentro do digi-connect, que a gente tem, que é para uma mulher empreendedora que mora aqui em Belo Horizonte, porque a gente tem encontros mensais, na verdade, não necessariamente ela tem que morar em Belo Horizonte, mas ela tem que vir para Belo Horizonte todos os meses, para participar dos encontros presenciais, que são feitos aqui mensalmente. [MÚSICA DE FUNDO] dentro desse do digicolédio a gente tem hoje aproximadamente 350 empreendedoras e de todos os nichos. Então a gente tem profissionais da área da saúde que é o nosso maior nicho, nosso maior nicho é a área da saúde. Porque a profissional da área da saúde, a médica, a dentista, a psicóloga, a afirta-terapêuta, ela sai da universidade muito pronta para exercer aquela ascensão. Mas hoje em dia, mais do que nunca, elas precisam se ver também como empreendedoras. Porque elas são, elas são profissionais liberais, muitas têm clínicas, muitas atendem como profissionais liberais, muitas têm equipe. Então, o que elas encontram ali dentro da digicol? Um espaço onde elas vão adquirir um conhecimento que não foi passado para elas na faculdade. Na faculdade, elas aprendem acerem médicas, dentistas, psicólogas, visita-terapêutas, e na dígula, elas aprendem a ser empresários. Então, a gente tem a área da saúde, a gente tem um nicho da moda, que é muito forte também, com donas de lojas, donas de marcas, constoras de magia e profissionais, todos que trabalham, todas as profissionais que trabalham na parte da moda. A gente tem as profissionais de marketing, que são várias áreas também. A gente tem as profissionais da construção civil, então, em janeiras, arquitetas, paisagistas, enfim. E temos um nicho da contabilidade e das advogadas, que também é muitoíssimo grande. Então, a diguió, de ela funciona como uma escola de negócios, da de acente a sua formação inicial, entende? Então, ela te ensina independente da área que você está a ser empreendedora, e ser empreendedora, que a gente entende também, que o empreendedorismo ser empresário, ele é muito mais na prática do que na teoria. Por isso, que todas as pessoas que dão aula ali na dig, todas as pessoas com as quais a gente adquire conhecimento, são profissionais que estão no dia a dia, a frente de uma empresa. Então, tem aquela característica ali, profissional, que eu sou especialista em redes sociais, mas também tenho a minha empresa. Então, eu sei exatamente falar sobre redes sociais e como as redes sociais podem ajudar aquela empresária. Perfeito. Você falou aí dessa questão do empreendedorismo e você é melhor do que eu, deve saber que 77% das mulheres iniciam seus negócios após a maternidade, que é muito impulsionada pela busca, dessa flexibilidade, a necessidade de renda, a conciliação ali com a criação dos filhos, e quando a gente faz esse recorte, em mulheres de periferia, então, isso fica mais escancarado. Eu recentemente, Bruno, eu participei da Expo favela, Minas Gerais, que é a maior feira de negócios de favela do Brasil, e 70% dos expositores eram mulheres. Mãe Sol, como conta de casa, da criação dos filhos, e que muitas vezes, foi não assim, da mãe que levam a família inteira nas costas, e aí quando eu fiquei sabendo do dig transforma, me veio na hora essa experiência recente que eu tive, e o cuão poderoso é essa nova frente que vocês estão abrindo aí também, né? Me conta um pouquinho desse trabalho da dig transforma. Ah, é um dig transforma, é um sonho mesmo, realizado, porque a gente sempre, desde que a dig existe, se o vinha a gente tem trabalho com instituições, né? Então, a gente apoia instituições que são lideradas por mulheres, que apoiam mulheres com vulnerabilidade, mulheres também, que instituições também que trabalham com crianças, porque é como você falou, né? O empreendedorismo, por necessidade, liramente, por trás dele, tem uma família inteira que depende daquela mulher, e tem um espaço onde aquela mulher precisa deixar o filho para empreender. Então, a gente sempre trabalhou nessas frontes de ajudar essas instituições, mas sempre foi um desejo muito grande, nosso, peralgo dentro da dig, que pudesse favorecer essas mulheres que tão imperiferia, que tão instações de vulnerabilidade, porque ali dentro da dig, né, a gente tem um recurso sensacional de mulheres que podem ensinar, que podem ajudar essas mulheres que estão começando, que tão imperiferias, a ultrapassar caminhos mesmo a chegar mais rápido onde elas querem chegar. Então, o dig transforme, ele foi uma necessativa da dig, com mais cinco mulheres que fazem parte da nossa comunidade, mulheres que estão ali muito atentas, né, a essa parte do social, a essa parte de ajudar mulheres. Então, como é que funciona? Como é que vai funcionar? Ele tá embrionário ainda, né? Ele nasceu, tem dois meses do dig transforma. Eu tenho certeza que assim como a dig, ele vai crescer e vai alcançar esse passo, daí que a gente. Como se eu não tinha imaginado, mas como é que funciona? A gente tem esse grupo que são as fundadoras do dig transforma, que somos eu e na arte, mas algumas mulheres que fazem parte da comunidade, e a gente fez um apiamento aqui em Belo Horizonte pra entender as comunidades onde a gente podia, inicialmente, trabalhar. E a gente optou por começar junto com as mulheres que estão ali na beira da rodovia, das rodovia, que elas espaços mais carentes que ficam a beira de rodovia e a gente teve um apoio do denite pra mapear essas mulheres, essas empreendedoras. E a gente hoje já tem aproximadamente 30 empreendedoras mapeadas que a gente vai ajudá-las tanto com apoio no negócio. Então, a gente vai ajudar essas mulheres e as finanças dos negócios, quase redes sociais, com os processos, com a gestão. A gente vai apoiar elas também com recursos financeiros, porque a gente sabe que esse dinheiro a gente não vai alugar nenhum. E a gente vai apoiar elas também com doações. Isso tudo com a comunidade da dig por trás. Então, eu vou te dar um exemplo de um projeto que a gente já está trabalhando. A gente tem uma um momentorada, não dig transforma, que ela estava abrindo uns salão de beleza. E ela é uma mulher que tem dois filhos altistas, um marido desempregado. Aquela situação assim, de vulnerabilidade extrema. E ela teve que fechar o salão agora, ela abriu o outro salão. Como que a dig pode transforma, pode proporcionar para que esse salão descerpo, para que ela consiga sair dessa situação de vulnerabilidade? Então, a gente já buscou os móveis, a gente buscou a pintura, a gente vai acessorá-la toda na parte de finanças do salão. A gente vai acessorar ela na parte de redes sociais. Então, fazendo com que ela consiga de fato colocar esse salão para se inventar, para crescer. Porque a gente também não quer dar só o salão pronto. A gente quer ensiná-la a trabalhar como empreendedora. Que é o que a gente faz lá dig. Então, o mapa, né? O mapa que a gente tem que eu trouxe para você. Ele pode ser colocado também na vida dessas mulheres, do conhecimento, ambiência, as pessoas e a condição. Então, a gente entendeu que a gente pode levar essa nossa metodologia também para mulheres que estão em situação de vulnerabilidade. Nossa, isso vale ouro, né? É assim, tudo que elas precisam, isso eu percebi muito lá na Expo A favela. Muitas têm a vontade, têm a garra, mas faltam o conhecimento. Às vezes a gente mostrar alguns caminhos que vão evitar aquele descontentamento, desmotivação, né? Sabe que lá na Expo também eu entrevistei a eu tive a oportunidade de entrevistar o Pedro Lins, que ele é o jornalista responsável pelo programa "Pequenas Empresas Grandes Negostas". E aí eu perguntei para ele, Pedro, qual é a diferença dos empreendedores tradicionais do Asphalt para os empreendedores de favela? E a resposta dele me marcou muito. Ele falou, olha, esses empreendedores eles precisam dar certo hoje. Eles precisam colocar comida dentro de casa hoje. Então, se o negócio não está dando certo, eles fecham, abre, e outro no dia se ininte. Eles não têm tempo para perder. E aí eu fico pensando, como é que vocês fazem para orientar? Porque é o mesmo tempo que o empreendedorismo, ele demanda resiliência, tempo, né? É um trabalho de formiguinha. Vocês agora vão lidar com queis e que precisam começar a dar resultado num curto prazo de tempo. É o empreendedorismo por necessidade, né? É a necessidade ali como você falou, necessidade do dia, necessidade da hora. Eu te confesso que assim, como projeto está em Breonário, a gente está. É um desafio de cada vez, assim, desafio a cada dia. Então, eu até conversei com as meninas, eu fico assim, indiente, o salão da Renata, né? Que ela está fazendo que a gente está. Falo, nossa, me vontade de pegar, já comprar tudo que ela precisa para colocar para ela já ter resisado. E só que a gente também, se a gente fizer só isso, a gente não vai estar ensinando para eu, o grande. Se ela precisar um dia mudar de Belo Horizonte e abrir outro negócio, ela tem que estar pronta para isso. Então, eu acho que é através do conhecimento e essa pessoa saber que ela tem que encontrar. Sabe? Ela tem. Ah, eu tenho uma dúvida. Eu preciso entender de finanças aqui. Eu preciso contratar uma pessoa com o que eu vou fazer. A gente poder ajudá-la nesse sentido, sabe? Eu acho que é muito mais sentir essas empreendoras, essas empreendedoras, sentirem que elas têm um espaço onde confar. Se elas tiverem um problema, se elas tiverem uma dúvida, se elas tiverem. Porque todo mundo é muito. Elas não têm com quem contar. Hoje em dia, elas não têm. Pode ter uma associação ali da comunidade, mas a associação está olhando para todo mundo, ela tira um projudo, ela tira outras crianças, ela tira um projudo. Para todo mundo, a gente tira um projudo para empreendedora. Então, a gente quer que ela se sinta simura de que, "Eu agora tenho um braço que eu posso contar para os desafios do empreendedorismo que a gente sabe, são diversos, e eu tenho plena consciência que a gente que eu posso falar por mim, é todo um espaço priviléente total, eu não sei o que essas mulheres passam. Eu tenho muitos desafios no empreendedorismo, mas nada se compara a você não ter que dar de comer para seus filhos. Então, tem que ajudar alguém, tem que ajudar elas, entende? Eu não vou deixar de comer porque me empresa esse mês no bateuameta. Ela vai. E é legal, porque assim como é novo para vocês, é um projeto com você que tem que ressente, ele está começando. Vamos ver desafios que às vezes, vocês também não vão ter a resposta ali na hora, mas vocês criaram uma rede tão poderosa, que quem está envolvido ali na frente pode não saber, mas vocês têm uma retaguarda, tem um time ali por trás, que juntas, vocês podem até encontrar. Eu posso não saber essa resposta agora, mas a gente vai juntas encontrar uma solução, um caminho para solucionar isso, isso é muito poderoso, até a proposta inicial da Digge ajuda nesse momento, de dar essa retaguarda para essas mulheres também. E aí, eu fico tentando, em todas as mulheres que vocês lidam diariamente, por causa mesmo que tem porque a gente está falando aqui de um projeto com mulheres em vulnerabilidade social, vocês têm reuniões com a Luís Atragano, então são vários perfis. E aí, seria possível a gente fazer um recorde bruna? Que que você enxerga de comum nessas mulheres todas? Com realidade estão distintas. Tem alguma ponto que você fala assim, olha, nisso, a gente é uma unanimidade, as mulheres têm essas e essas características. Tere como descrever o empreendedorismo feminino? Olha, a gente tem, inclusive a gente está indo agora, quinta-feira levando um grupo da Digge para o escritório da Luís Elena, lá em São Paulo, a gente vai levar 70 mulheres, vou ficar lá uma. Um dia inteiro, junto com ela, no escritório dela, que é sendo os processos dela. Luís ela é maravilhosa, ela colheu muito a Digge, no nosso trabalho, graças a Deus, e estamos indo para lá. Quinta-feira estaremos lá. Mas tem um ponto em comum de todas as empreendedoras que é até o nosso mantra aqui da Digge, que é o confiante, confiar a confiança. É, a gente, nosso mantra aqui na Digge é o confiante mulher, tudo que a gente faz, a gente. Eu tenho até atuado aqui, é o confiante. De tanto que eu acredito nisso. E conversando com desde uma Luís Elena, até uma mulher que está lá do que veio ali do Semar, que é o projeto lá do Danit, eu acho que essas mulheres, no fundo, elas têm confiança. Se tem confiança, a gente não consegue. E aí, enxando confiança da maneira como você achar que faça um tido, é fe. É auto-confiança, é apéredita na vida, é apéredita que. A gente não tá aqui por acaso, é apéredita que a gente consegue independente das circunstâncias. Eu não sou uma pessoa que vai falar, não, mas é difícil para todo mundo, não. Eu acho que é difícil para todo mundo sim, mas é muito mais difícil para outras pessoas, mas o que eu vejo. Você falou, "Ah, até um ponto em comum." Eu vejo que essas mulheres confiam, confiam. Elas confiam em algo, elas confiam nelas mesmas, elas confiam em Deus, elas confiam na vida. Essa confiança, eu acho que é muito. É muito. É um sentimento que está. Nas empreendedoras de uma forma geral, sabe? E quem não tem, é possível adquirir. Na verdade, a minha pergunta seria. "Empreender, é para todos, porque eu acho que empreender precisa disso aí, que você falou." Você falou há pouco tempo, "Tendir isso maravilhoso, que não são tão bons assim, e essa confiança é fundamental." E aí, essa confiança é possível adquirir, e empreender, você diria que prender é para todos? Olha, eu acho que empreender pode ser para todos, desde que você esteja com mais sete do empreendedorismo. Por que eu acho que é para todos? Porque eu era um pessoa que não pensava empreender. Eu acho que tem muitas pessoas que falam assim, "Eu não quero empreender." Eu não quero saber o resultado do final do mês, eu não quero que seja a responsabilidade minha. Se você está numa empresa, e está ali trabalhando. de 8x18, fazendo seu trabalho, entregando que a empresa te pede, ganhando seu salário do final do mês, tem muita gente que nasceu para essa vida, e a pessoa é muito feliz nessa vida. E eu não lligo de forma alguma, eu acho que está tudo certo. Então, o empreendedorismo é para todo mundo, desde que você esteja com esse mais sete do empreendedor, que você tenha saiba que é uma montanha russa. Então, eu acho que muito mais do que dividir o mundo entre. "Ah, o empreendedorismo é para essas pessoas ou não é para essas pessoas?" Eu acho que é assim. Você pode estar nesse grupo, que não tem o empreendedorismo como um objetivo de vida. Mas se ele vier para você, e você tiver essa cabeça de vamo, de confiança, de quero fazer da certo, tudo bem aí, você muda seu mais sete, e você consegue inserir ali no empreendedorismo. Mas respondendo a sua pergunta de forma muito objetiva, sim ou não, eu acho que não. Eu acho que tem gente que não quer empreender. Mas pode ter pessoas que façam essa transição assim como eu fiz. Sim. E aí é só confiar. Não, menina, não é. E ó, que não é. Não é só confiar. Tem que confiar, tem que trabalhar, tem que tomar desses dois certas, tem que abrir mão de muita coisa. Sim, a gente, a confiança é o mais importante, mas você não fizer essa parte, não tem jeito. É um forte, né? É. Eu ainda queria falar muito sobre muitos assuntos com você, inclusive sobre a questão da maternidade, que é uma tecla que você toca muito, né? Sim. Mas eu quis que eu estom de falar de empreendedorismo, de negócios, e espero muito que você volte em breve para a gente falar sobre essas outras, esses outros aspectos, porque são múltiplos, né? A mulher tem muitas dornadas, muitos papéis, o empreendedorismo, tem muitos papéis também, né? Mas eu deixei. Sim, eu estou rápido. Já passou, já estou. Mas eu estou muito rápido. Eu deixei, eu deixei por último justamente porque eu falei, você deu tempo em eu falo. Justamente para a gente quebrar esse seriótipo, de que sempre quando a gente vai falar da mulher, aí tem que pegar a maternidade, eu amei um vídeo recente que você postou, que você tira culpa, né? Que está tudo bem, empreender, que está tudo bem, ficar sozinha, que está tudo bem, às vezes falar, não dá pra ir nessa reunião, de paz, não dá pra ver essa apresentação da escola, porque eu estou fazendo algo por nós, né? Que a mulher também tem isso. Não é só pra gente, né? Quando a gente tem os filhos, tem a família, eles a gente ensina até quando a gente não está presente, né, Bruno. Muito, a gente ensina muito mais pelo exemplo. Os meninos, meus filhos, eu tenho dois, um de nove em cinco, e eles estão o tempo inteiro, me vendo, me movimentar, e trabalhar, e buscam dos meus sonhos. Eles sabem que eu amo trabalhar. Isso é muito importante, a gente passar para os nossos filhos. A beleza de trabalhar também, né? Que não é só um peso. Ah, então aí no trabalho. Não é bom, a gente gosta, eu gosto, eu gosto de estar. Eles sabem que eu tenho a minha empresa. Outro dia ele viu uma, o Luca estava vendo um vídeo, da que a Nath fez, aí tem um, mostram uma revista, assim que a gente saiu na capa, ele. Mamãe, você já foi capa da revista aí, o mamãe. Aí ele morreu. Então, filho. Eles admiurem, né? Eles ficam admirados, com certeza. Às vezes a gente tem o hábito de falar, "Ah, eu preciso trabalhar pra comprar, tá coisa pra você, pra pagar, escola, pra isso pra aquilo." E eu falo muito com os meus também. Eu também tenho dois meninos, né? E eu falo. Eu tenho que trabalhar porque eu adoro trabalhar. Porque eu adoro o meu trabalho, né? Eu tô com um de 15, que tá começando a pensar no que ele vai fazer, qual rumo que ele vai seguir. E eu falo isso muito com ele, só te digo uma coisa. Escolhe algo que você gosta muito, porque você vai ralar muito, independente do que você falsei, né? Pra gente dar certo, pra gente se dar bem, a gente precisa trabalhar muito, precisa de muita dedicação. E a gente vai treinar e fazer isso com muito prazer, se a gente gostar do que a gente faz. Então, descubra algo que você goste, porque aí vai ser muito mais fácil. Não vai ser fácil, mas vai ser muito mais fácil. que são fáceis, vão sempre passar a pelo desafio, todos. Com certeza que nós, como mães de meninos, acho que a gente tem uma responsabilidade muito grande, pra passar para esses meninos, pra mostrar que nós somos mulheres fazedoras. E isso, né? A gente só vai mudar o mundo. A gente só vai mudar a cultura em relação à mulher. Se a gente criar meninos melhores, então, acho que nós estamos a irocamios certo. Não tenho a menor dúvida. Bruno, pra quem quiser conhecer a Diggy, conhecer melhor o trabalho, tem o site, tem as redes sociais, né? Onde que encontra você? Isso, encontra a gente no Instagram, nossa rede principal, é o Instagram @digdg_negócios e no link edim também, dig negocios, a gente tem o nosso site. Meu Instagram pessoal, @bruna com dois n's, @andermline_do_art, lá eu mostro um pouquinho da vida de empreendedora, de mãe, construindo uma empresa do zero, enfim, a menidade também, porque ninguém é de ferro. Mas aí estamos aí, todas as redes, fiquem toque também, estamos, mas somos com féss que ainda não performamos como gostaria voar do diggy talk, dig negocios também, mas aí estamos aí. Graças a Deus crescendo. Com certeza, maravilhoso, recomendo muito, todos esses perfis que você citou, igual quando você fala das amenidades, mas até quando você fala das amenidades, você tem uma mensagem, tem alguma coisa pra gente porque eu adoro. Eu sempre seguindo, continuarei, volte em breve pra gente continuar falando de todas essas prentes, porque são de boas iniciativas e de mulheres, assim, poderosíssimas, que a gente tem que divulgar, foi um prazer conversar com você, tá? Ou esse vinho prazer foi todo bem, muito obrigado pelo convite, e vamos muitas aí, eu acho que a gente ainda vai se encontrar pelos caminhos, né, com certeza. Ah, não tem a menor dúvida, conte comigo. Obrigado. E você, gostou desse episódio? 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Podcast Summary

Key Points:

  1. O episódio aborda o empreendedorismo feminino, destacando a trajetória da Dignegócios, uma escola de negócios para mulheres fundada por Bruna, Natália e Adriana.
  2. A empresa surgiu há 7 anos, após as fundadoras perceberem a falta de espaços para mulheres discutirem negócios, dinheiro e carreira em Belo Horizonte.
  3. A metodologia da Dignegócios é baseada no acrônimo MAPA
  4. A conversa destaca desafios enfrentados por mulheres, como a tripla jornada, a falta de reconhecimento profissional e a importância de ambientes que impulsionem, em vez de reclamar.
  5. Há ênfase na liderança feminina empática e no impacto social, incluindo a iniciativa de levar capacitação para mulheres em situação de vulnerabilidade.

Summary:

Este episódio do podcast Nabó apresenta uma conversa com Bruna, cofundadora da Dignegócios, uma escola de negócios voltada para mulheres. A empresa nasceu de uma inquietação: a falta de espaços onde mulheres pudessem discutir carreira, dinheiro e empreendedorismo. As três sócias, com experiências em marketing, contabilidade e finanças, uniram forças para criar uma comunidade que hoje já impactou mais de 50 mil mulheres.

A metodologia da Dignegócios é estruturada no acrônimo MAPA, que representa os pilares de conteúdo, ambiente acolhedor, conexões intencionais e ambição. Bruna destaca a importância de um ambiente que impulsione as mulheres, em vez de um que reclame, e aborda a dificuldade feminina em fazer network, muitas vezes limitado pela jornada dupla ou tripla. Ela também discute como a ambição feminina é frequentemente julgada, e defende que ela é essencial para o crescimento pessoal e coletivo, gerando benefícios para colaboradores e famílias.

A conversa reforça a necessidade de as mulheres ocuparem espaços de decisão, com liderança empática, e mostra como a Dignegócios busca transformar desafios em oportunidades, inclusive em periferias, promovendo autonomia e desenvolvimento.

FAQs

A Dignegócios é uma escola de negócios para mulheres, fundada por Bruna, Nátil e Adriana, que oferece metodologia própria e uma visão humana sobre empreendedorismo, com foco em conexão, desenvolvimento e crescimento conjunto.

A Dignegócios surgiu há 7 anos, quando as três fundadoras perceberam que não existiam espaços para mulheres falarem sobre negócios, dinheiro e carreira. Elas se encontraram em um evento e decidiram criar esse espaço em Belo Horizonte, começando com um evento que reuniu 30 mulheres.

MAPA é um acrônimo que representa os pilares da metodologia: M de Metodologia (conteúdo e conhecimento), A de Ambiência (ambiente acolhedor e motivador), P de Pessoas (network e conexões intencionais) e A de Ambição (renovar a ambição feminina).

A ambiência é crucial porque um ambiente acolhedor e motivador impulsiona as mulheres, enquanto um ambiente negativo pode desanimá-las. A Dignegócios preza por criar um espaço que eleva as empreendedoras, em vez de reclamar.

A Dignegócios vê o network como conexões intencionais que levam as mulheres a lugares que não alcançariam sozinhas. Elas destacam que, para as mulheres, o network é mais difícil devido à tripla jornada, mas essencial para abrir portas e criar oportunidades.

A Dignegócios incentiva as mulheres a renovarem suas ambições, diferenciando ambição de ganância. Elas acreditam que uma mulher ambiciosa pode crescer, contratar mais pessoas e beneficiar suas famílias, promovendo uma liderança empática e transformadora.

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