Neste episódio de Diálogos FDC, Tomás Castílio entrevista José Tomé, cofundador e CEO da Ágea Tecgaragem, um hub de inovação aberta em Piracicaba, conhecido como o "Vale do Silício do Agro". Tomé explica que o hub conecta startups, grandes empresas, investidores e academia para fomentar a inovação no agronegócio, ajudando as empresas a acessar mentes além de seus muros e a desenvolver uma cultura de inovação aberta. Ele destaca tendências como a integração de dados, a robotização para resolver a escassez de mão de obra, o crescimento das fintechs agrícolas e a sustentabilidade com foco na rastreabilidade. Sobre o profissional do agro, Tomé observa que times multidisciplinares são essenciais, combinando conhecimento técnico com habilidades em tecnologia e gestão da inovação. Ele ressalta que o consumidor final influencia as inovações, impulsionando novas demandas como alimentos plant-based. Quanto ao potencial brasileiro, Tomé afirma que o país surpreende globalmente pela velocidade e qualidade de suas inovações, com empresas avançando rapidamente e recebendo reconhecimento internacional, embora o próprio brasileiro ainda não valorize plenamente esse progresso. Ele recomenda o documentário "Como o Cérebro Cria" e o livro "Organizações Exponenciais", que refletem a importância da conexão e da inovação aberta para gerar insights e crescimento acelerado.
Diálogos FDC, um podcast da Fundação Dom Cabral. Olá, para você que me escuta agora, seja bem-vinda e bem-vinda a mais um episódio aqui dos Diálogos Fundação Dom Cabral. Eu sou Tomás Castílio, e eu junte o prazer de receber aqui o José Tomé, cofundador e CEO da Ágea Tecgaragem Tomé, como é que você tá? Tudo bom? Tudo bom? Tá ótimo aqui. Muito bom, obrigado pelo convite e o oportunidade. Eu que agradeço, Tomé. A Ágea Tecgaragem fica onde, aliás? Estamos em Pira Escaba, chamado Vale do Silício do Agro Negosto. -Pô, muito bom, muito bom. -Pô, pô. Muito bom, inclusive, legal você terrasido, vale do Silício do Agro Negosto, que dessa bem inicialmente qualquer trabalho que vocês estão fazendo aí na Ágea Tecgaragem. O que que é a Ágea Tecgaragem? Muito bacana, a gente é um rubbe de nova ação especializado em Ágea, né? Então, com toda essa mudança de tecnologias, novas tecnologias chegando a todo momento, forma como a gente desenvolva a inovação hoje é diferente. A gente fala que é uma nova dinâmica muito mais aberta em rede conectada, novação aberta, né? E daí surgiu a necessidade desses rubs, tem rubs diferentes setores de economia, né? E a gente se especializa em agro pra gerar a conexão entre todos esses atores do ecosistema, né? A startup, via grande empresa, o investidor, a academia. Então, a gente, como o rubbe trabalha muito pra gerar essa cultura de nova ação aberta, que ainda é nova pra muita gente, conectar esses atores, a gente fala que orchestral o ecosistema, então, a gente tem iniciativas que a gente traz a academia pra junto do rubbe, mas traz uma forma organizada, ou seja, trazer pra junto quem tem que ter junto de uma forma estruturada, e habilitar também as empresas, né? Quando a gente fala de habilitar, a gente sabe que as empresas precisam desenvolver alguns atributos pra essa nova dinâmica, por exemplo, acessar as mentes fora dos muros das empresas, né? Como é que você faz isso? Com a chamada, de um desafio de inovação aberta, por exemplo. Então, quando a gente habilita a empresa até esse atributo de alcançar as mentes fora dos seus muros, a gente também é um habilitador nesse sentido, né? Tudo isso pra acelerar o desenvolvimento da inovação de forma mais rápida, né? E é interessante, porque apesar de a gente ser um rubbe especializado em agro, só pra fechar aqui uma fala, se você não ir pra pergunta, um rubbe especializado em agro. Aí, a gente olha, mês passado, aí, 150 mais empresas mais novas novas do Brasil, que o valor analisou 23 setores da economia pra chegar nessas empresas, a gente hoje já tem parceiros em 10 setores da economia, porque agro é um dos setores da receita em logística, serviço financeiro, veterinário, ben de capital. Então, a gente olha e falou assim, "Poxa, apesar de ser um rubbe especializado em agro, olha o que o agro representa e olha todos esses setores envolvidos com o rubbe de agro, né?" E considerando, então, essa conexão que o agro tem em torno de tantas, tantos mercados, tantas empresas e setores que têm uma ingessão de inovação acontecendo aí nos últimos anos, ou mesmo na essência do próprio negócio. Acho que eu até converso aqui, assim, com amigos, a empresa, a pessoa que criar as soluções logísticas, mais proeminentes, mais fortes, vai revolucionar muitas vezes a economia, o mercado, então, voltando aqui, considerando essas conexões, o que você acredita que seja uma principal necessidade hoje? No ambiente agro, em se tratando de inovação. Tem algumas tendências aí muito fortes de soluções que vão vir para resolver essas grandes dores, né? Então, por exemplo, a integração de dados, né? Então, hoje, com a capacidade que a gente tem de gerar dados absurdas e sensores, mas ainda não agro, as coisas não se conversam, né? Então, tem uma solução de clima com a solução para máquinas, uma solução para a aplicação, e isso tudo está sendo integrado, né? Eu tenho alguns casos acontecendo, mas acho que, no início do próximo ano, a gente vê parceiros nós que vão lançar plataformas integradoras, né? Isso é uma tendência integrar dados e tomar decisões com base em dados de forma mais eficiente, mas eu trago aqui a atenção também para o tema da robotização, mão de obra, né? É legal estar no hub, porque é isso, né? A gente é um privilégio de ser bombardeado, e quando a gente vê que tem por todos os lados, tem algo chegando com mais frequência, a gente vai por aí tem coisa, né? Então, sentimento, vários nossos passeiros, começou a ter desafios de mão de obra e robotização, né? E quanta coisa vai surgir? Outro dia, a gente conheceu a startup de robots as serve's. Então, por isso que assim, a nova dinâmica é que as inovações vão ouvir integrações, né? Isso não precisa criar nada do zero hoje, né? Então, mão de obra, aí você tem a questão de crédito, que o nosso modelo de financiamento, de crédito, toda essa revolução desses fintechs para todos os setores, né? bancos, isso também está chegando muito forte no agro. E a gente fala das AG Fintech, né? É a medida que você tem mais dados, plataformas integradas, a capacidade de monitorar mais, você começa a reduzir risco e liberar crédito de uma forma diferente. Eu acho que a grande mudança também que vai vir dessa integração é os novos, são os novos modelos de negócios criados a partir desses dados, né? Então, você integra para resolver uma dor de operação, facilitar ter acesso a saudade, tomar uma decisão, você cria oportunidade de gerar novos negócios, novos modelos de negócios de uma necessidade. Então, assim, robotização, integração de dados, fintechs do agro, todos os modelos fintechs, justentabilidade, né? Hoje o continuo do pé de, então toda essa questão da rastrabilidade, se preocupar com o ministro da área em mal, e aí, legal de novo, está tudo em uma coisa relacionada com a outra, a tecnologia também vai permitir a gente rastriar de forma mais eficiente, de ponta a ponta, de fazendo ao prato, como se fala. Bom, e considerando então, isso que você falou, eu acho que é interessante porque você trouxe até uma necessidade de pessoas, né? Quem são as pessoas que se foram, que estão atuando, nisso que vão atuar, que trazem em soluções, quem que é esse profissional do agro hoje em dia, né? A gente pode até criar na nossa cabeça, no nosso imaginário, uma concepção de alguém que trabalha no campo, enfim, a gente, todo mundo que estiver ouvindo, tem a sua ideia de quem que é o profissional do agro, mas eu imagino que isso seja mais heterogênio do que a gente imagina, mas na sua visão, quem que é essa, esse profissional mais tecnológico, enfim, se fala pra gente um pouco disso. Sem dúvida, qualquer profissional hoje do agro vai ter que ser mais tecnológico, acesso a essa tecnologia, potencializando muito esse resultado, em ter, por exemplo, de uma startup, uma energia bem que apresentou para a gente recente, para atender um grande desafio de você conseguir atender o pequeno produtor em escala de forma mais eficiente, né? Você tem um técnico agrícola que consegue atender ali um número limitado de produtores, e aí fica caro, né? Conselho então, pequeno produtor, vai ter um tip de ser isso menor, mas aí ela empodera esse técnico para que ele consiga atender 80, 100. Então, atender muito mais, uma forma muito mais escalável, baseado em tecnologia. Então, o profissional vai ser mais tecnificado. Agora, assim, no todo, acho que o novo agro, ele, na verdade, vai exigir times multidisciplinares, né? Então, assim, o cientista de dados, outros expertizos que, junto, porque o profissional vai ser bem tudo para resolver esses problemas complexos, né? Por isso que também entra muito essa questão da novação aberta, onde a gente se complementa com os exclusivos que a gente não tem, né? E é curioso, porque nesse cenário, particularmente, de novação aberta, de tecnologia, a gente vê os nossos parceiros chegando, começando a preparar suas áreas de novação aos seus projetos, por exemplo, o profissional vai liderar essa área para mim, né? E o próprio mercado ainda não tem, né? A gente vê as pessoas que começam a trabalhar aqui no hub com a gente, nosso time, diferentes formações, aprendendo algo novo, tudo novo, para falar de gestão de novação e nossa tecnologia. E as empresas estão preferindo, não é o aparto dos casos? Pegar uma pessoa interna, que conhece muito bem da empresa, técnicamente, e começar a educar ele para esse novo mindset de gestão de novação, tecnologia, né? Se é uma movimentação interessante. E resumimenta até a gente comece tudo com a começar a ter a preparar o profissional. Vocês acham que o cara que mais conseguia fazer uma um aporte de vendas de uma solução tecnológica para o agro era um engenheiro agrônomo, que o cara a gente tinha divulgado, a gente tinha pessoas de outras áreas que se davam bem melhor, né? Então, esse novo desafio de quanto informação, informação nova, que muitas vezes ainda não está no currículo de cara que está formando, técnicamente, agro-nomenha, gira e grico, e tal, que vai permitir ainda mais essa troca, esses times muito disciplinários, né? E você todo quando um outro ponto que me veio a cabeça agora, uma pergunta, que você gostou da expressão do campo ao prato. Superinteressante isso, porque mostra de fato, como é que esse mercado influencia o nosso dia a nossa qualidade de vida. E a gente está vivendo hoje um momento em que existe uma modificação muito grande na proposta de
alimentar, por exemplo, não é? A gente tem plant-based, né? A alimenta que são a base de planta que me metisam carne, né? Então, e toda uma proposta de um crescimento do veganismo, de da questão de se discutir de eferencivos, agrícolas ou não, é como é que você vê então a influência do público final na inovação do agro ou você acredita que isso não na verdade não há uma relação, é, acredita que as ações, né? As nossas decisões de compra tão influenciando hoje a forma como o agro está inovando também? A influência assim, né? Acho que esse movimento até de inovação aberto, quando as empresas estão aprendendo quase startups também, então esse movimento de foco no usuário, né? Eu estou no centro aqui, né? E a gente fala muito foco no produtor e o ferramental outro, de a gente vê uma startup aqui que o nível de pesquisa de mercado, o nível de ábito de consumo, que ela consegue ter acesso com big date e tal, traz essa informação de forma até mais estruturada, melhor com maior velocidade que as vezes as empresas nem tinham antes, né? Então cada vez mais está sendo assim, mais acessível a informação do consumidor lá pra quem está na ponta, na outra ponta, né? Isso certamente está sendo escutado, né? Então acho que sim, já existem sinais, obviamente é um movimento ainda com os hectana infância, mas crescendo rápido, muita empresa trabalhando pra responder esses novos hábitos, né? E a gente vai ter que entender ainda como é que vai ser esse futuro, obviamente é uma transformação que passa por ser um nicho, depois isso começa a ter alguma relevância, essas coisas coisas cois estirem durante um bom tempo, mas ele ia que sim, né? Hoje a gente até fala, né? A pessoa fala assim "ah mas o produto é pequeno, está ter acesso a essa tecnologia", então não só o usuário, quando a gente fala o usuário é aquele que está consumindo os alimentos, mas o usuário produtou que também está consumindo a tecnologia, né? E a tecnologia hoje está até uma democrática, né? Você fala que como um pequeno produtor antes tinha acesso a um software de gestão, hoje ele tem acesso pagando a mensalidade às acérfice de uma ferramenta de bastante complexidade até, né? De resultado que pode gerar. Então esses usuários também, da tecnologia também sendo muito escutado nesse desenvolvimento da tecnologia, né? Então uma coisa puxa a outra, né? O usuário demanda um alimento diferenciado que o produtor tem que ser adaptado para produzir, que alguém que está oferecendo tecnologia para ele, tem que escutar ele, o produtor e a relação em cadeia, né? Sendo, acho que hoje não há ser toda a economia que pode se faltar, se escutar com cuidado o consumidor, né? Muito bom. A minha última pergunta aqui, entre nossas recomendações, aqui que eu vou pedir para você também, eu queria saber assim, você que está liderando a hashtag garagem, a gente está com uma posição privilegiada para se não ter a resposta agora, mas refletir sobre isso, acredito que você já tenha até refletido sobre isso, sobre o potencial brasileiro para o fomento da inovação no agro, né? A gente já está acostumado ouvi o potencial brasileiro como um país que, de fato, tem um potencial enorme, mas até onde vocês dá você que está na frente da hashtag garagem, você acredito que o Brasil pode chegar, o que falta de fato para a gente elevar esse fomento da inovação, qual é a sua visão para a gente conseguir construir então um agro mais tecnológico no Brasil? Pega uma pergunta muito boa, porque eu estando num rubbe de agro, eu me surpreendo todo dia com o potencial do agro, né? O que a gente vê de empresas que a gente tá no aqui, às vezes a gente ainda não conhece, quando a gente passa a conhecer, fala assim o alco que empresa, né? O que eles estão fazendo e eu vejo muito como você perguntou, né? O potencial do Brasil pro mundo, é a gente surpreendendo quem está lá fora e a gente, olhando essas respostas, o quanto a gente está surpreendendo, a gente começa a acreditar que a gente tem feito mais do que talvez o próprio brasileiro tem enxergado ou valorizado, né? Então a ideia do rubbe aqui, quando o passado teve mais de 15 agências internacionais passando por aqui, e todas elas querendo poxa, vamos criar algum programa, a gente fez esse recentemente com o Singapore, e o startup de Singapore que querem se apresentar para um grupo de copyrights quando se é um gol de marca interessante no Brasil, e tudo isso é acontecendo muito rápido, né? Então quando a gente olha e fala assim "poxa, tudo que tá acontecendo, você pega alguns dos nossos parceiros com um pipeline de projetos robusto" e a gente fala assim "cara, vocês têm 15 projetos de inovação rodando, tudo estruturado, quando vocês começaram a fazer isso, há um ano e meio atrás, né? O próprio detect gari de 2017 nasceu 3 anos, hoje o outro dia a gente foi para a Argentina, tivemos os benchmarks que a gente olhou e o pessoal olhou e falou assim "cara, vocês que delaram um negócio e o leo animal, talvez daqui a 2 anos a gente conseguiu criar alguma coisa parecida que na gente, sendo que o cara era um benchmark para a gente antes, mas isso aconteceu naturalmente no Brasil, porque a pungança, o movimento é um diálogo, a relevância do agro, o Brasil é maior, então assim a gente supreende vendo como as pessoas de lá fora estão supreendendo, então a gente se intende esse potencial, a curva de amadurecimento, do nível de as empresas se envolvendo nesse movimento de inovação, é muito grande assim, a gente tem casos de quando a gente começa a pensar novos modelos e negócios de 20-Bilding o executivo falando "cara, no passado eu não levava essa opção para o meu borde, hoje eu levo, talvez não seja aceita, mas amanhã a conclusão que eu chega a edição antes de ele não levar, hoje ele leva, mas ele é aceito, então assim, eu sempre falo com os partens que chegam aqui, não se preocupa com a maturidade que você tem hoje, um processo de inovação, se preocupem a aprender rápido, porque mesmo aquele que você olha hoje está super avançado, ele não tem 5, 10 anos que ele está construindo, ele começa a construir isso 2 anos atrás, então, é um momento assim, vendo a velocidade absurda, muita tecnologia boa, quando a gente publicou, a vez no LinkedIn, um resultado de um programa nosso, com o secret, que fez um apóque com um startup, com 50 produtor, mais de 5.000 hectares, e aí teve uma amiga nossa lá na Europa que falou assim "cara, um negócio desse, é um apóque dessa para acontecer não, prova de conceito, tem que ser coisa de governo aqui na Europa, e vocês fizeram isso enquanto tempo, tão rápido com o startup, então se os números do agro no Brasil é muito relevante, pessoas lá fora reconhecem isso, a gente tem recebido muita mensagem, e as empresas aqui avançam no rápido, o nível de maturidade do empreendedor, que já fizeram funcionar em outros setores da economia aqui no Brasil, olhando o agro como o setor para ter a sua próxima jornada, então a gente teve que ir sem ter de startup, que o fundador antes tinha empreendedor em vídeo social, aí veio pro agro, então o agro realmente, como eu te falei, mesmo agitando aqui, soprei todos os dias, é um potencial gigantesco, que vai ter liderança nesse movimento de alimentar o mundo com certeza, tanto é que nas propósitas, é alimentar os empreendedores de formular o mundo, né? Muito legal, Tomé, para a gente finalizar, a gente sempre como tradição aqui do episódio, que pode recomendarções de livro, filme, sério, qualquer coisa que seja interessante de divulgar, que você tenha consumido aí recentemente, para colocar como sugestão aqui pros nossos ouvintes, pode ser relacionado ao nosso tema, como pode ser qualquer outra coisa interessante, que você também acho interessante divulgar? bacana, eu vou indicar um livro, um filme, um documentário que não é do agro, mas que está ligado à inovação, e que a gente percebe que é muito do que a gente vive aqui, então pegar o documentário de como o célebro cria, é um documentário que mostra o processo de criação, e a gente aqui no rango fala muito, né? Comunicção gera inovação, é até uma hashtag que a gente tem, o livro fala que para você ter aquele, o livro não documentário, né? Para você ter aquele feito é o Reca, e eles entrevistaram cientistas, produtores de filmes, todo tipo de profissional, e ele coloca para você ter aquele feito é o Reca, você tem que juntar muitos insites, de muitos conexões que você faz, você contém uma conversa, você é armazena algo, você está exposto a uma leitura, você é armazena algo, e depois do teu célebro capta tudo isso, junta e te traz aquele insight, então para inovar você precisa realmente se conectar, está exposto, tem acesso a esses sinais, o teu célebro vai trazer os insites, o efeito é o Reca, né? Então conexão gera inovação, isso está muito bem explicado lá no documentário, como o célebro cria, o outro livro, estou até aqui com ele na mesa que eu também me mostrei para um parceiro nosso na reunião, organizações exponenciais, a gente vê que ele se aproxima muito, ele fala dos atributos que essas novas empresas têm para crescer de forma acelerada, a gente fala a poxa muito do que está aí no livro, é o que a gente está aqui no Rebe Vivenciano, né? Porque a gente fala, o fato de você estar fazendo a opção aberta, estar no Rebe, você estará na fronteira, e na fronteira que as coisas acontecem, né? O documentário também fala isso, você não precisa, você não pode estar na sua zona de conforto, mas também você não pode estar lá na frente, que se não você é chamado de louco, você precisa estar na fronteira, a fronteira é aqui, quase estártato, porque quando eu sou aberta, esse livro é dos muito isso. Muito bom, eu já convertei aqui,
que com José Tomé, cofundadores CEO da Agena Tecgaragem, Tomé, obrigado pela conversa, muito interessante ver coisas que a gente nem imagina, né, que pessoas como eu que não estão, estão atreladas ao agro, só vou saber do agro quando eu vou no supermercado, com pras minhas coisas, mas muito bom saber as coisas estão acontecendo em inovação no agro, que principalmente no Brasil. Obrigado pelo seu tempo, viu? Obrigado, Castilo, um prazer. E nós vamos por aqui nesse episódio um grande abraço e até a próxima semana.
Podcast Summary
Key Points:
A Ágea Tecgaragem é um hub de inovação aberta especializado em agronegócio, localizado em Piracicaba, o "Vale do Silício do Agro".
O hub atua na orquestração do ecossistema, conectando startups, grandes empresas, investidores e academia para acelerar a inovação.
As principais tendências no agro incluem integração de dados, robotização para lidar com a escassez de mão de obra, fintechs agrícolas e sustentabilidade (rastreabilidade).
O profissional do agro está se tornando mais tecnológico, e as empresas estão formando times multidisciplinares, combinando conhecimento técnico com habilidades em inovação.
O consumidor final influencia a inovação no agro, impulsionando demandas como alimentos plant-based e práticas sustentáveis.
O Brasil tem enorme potencial para liderar a inovação no agro global, com avanços rápidos e reconhecimento internacional, embora o próprio brasileiro ainda subestime esse potencial.
Summary:
Neste episódio de Diálogos FDC, Tomás Castílio entrevista José Tomé, cofundador e CEO da Ágea Tecgaragem, um hub de inovação aberta em Piracicaba, conhecido como o "Vale do Silício do Agro". Tomé explica que o hub conecta startups, grandes empresas, investidores e academia para fomentar a inovação no agronegócio, ajudando as empresas a acessar mentes além de seus muros e a desenvolver uma cultura de inovação aberta. Ele destaca tendências como a integração de dados, a robotização para resolver a escassez de mão de obra, o crescimento das fintechs agrícolas e a sustentabilidade com foco na rastreabilidade.
Sobre o profissional do agro, Tomé observa que times multidisciplinares são essenciais, combinando conhecimento técnico com habilidades em tecnologia e gestão da inovação. Ele ressalta que o consumidor final influencia as inovações, impulsionando novas demandas como alimentos plant-based. Quanto ao potencial brasileiro, Tomé afirma que o país surpreende globalmente pela velocidade e qualidade de suas inovações, com empresas avançando rapidamente e recebendo reconhecimento internacional, embora o próprio brasileiro ainda não valorize plenamente esse progresso.
Ele recomenda o documentário "Como o Cérebro Cria" e o livro "Organizações Exponenciais", que refletem a importância da conexão e da inovação aberta para gerar insights e crescimento acelerado.
FAQs
A Ágea Tecgaragem é um hub de inovação especializado em agronegócio, focado em conectar startups, grandes empresas, investidores e academia para fomentar a inovação aberta no setor.
As principais tendências incluem integração de dados, robotização para lidar com a escassez de mão de obra, fintechs do agro (AG Fintechs) e novos modelos de negócios baseados em dados.
A integração de dados permite conectar soluções de clima, máquinas e aplicações, gerando plataformas que tomam decisões mais eficientes, reduzem riscos e liberam crédito de forma diferente.
O profissional do agro precisa ser mais tecnológico, mas o setor exige times multidisciplinares, incluindo cientistas de dados e especialistas em inovação, para resolver problemas complexos.
O consumidor final influencia por meio de demandas como alimentos plant-based e rastreabilidade, impulsionando empresas a adotar inovação aberta e foco no usuário para atender novos hábitos.
O Brasil tem um potencial gigantesco, surpreendendo internacionalmente com a velocidade de maturação de projetos inovadores, atraindo startups e parcerias globais para liderar a alimentação mundial.
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