DEUS ESTÁ EM TUDO, MAS NEM TUDO É DEUS - Farley Labatut
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Jesus, no capítulo 13 de Mateus, apresenta seis parábolas para revelar o Reino de Deus, destacando seu crescimento silencioso, coexistência temporária com o mal e valor incomparável. Nos versículos 51-52, Ele pergunta aos discípulos se entenderam e, com a resposta positiva, redefine o papel do mestre da lei: alguém que, instruído no Reino, tira do tesouro coisas novas e velhas, unindo a revelação de Cristo ao conhecimento das Escrituras. Essa imagem simboliza maturidade espiritual, que não descarta o passado, mas o ressignifica.
O pregador alerta contra a polarização moderna, que transforma diferenças em lados opostos, levando a rejeitar ou aceitar pessoas e ideias de forma absoluta. Isso entra na vida espiritual, criando uma divisão binária entre o "espiritual" (culto, oração) e o "secular" (trabalho, família), como se um fosse superior ao outro. Esse pensamento, comum no Ocidente, contrasta com a abordagem oriental, que lida melhor com tensões (ex.: Jesus 100% homem e 100% Deus). A crítica central é que a imaturidade busca extremos simples, enquanto a maturidade sustenta o equilíbrio, evitando que a vida cristã se torne desequilibrada, como famílias destruídas por excesso de atividades religiosas. O verdadeiro discípulo, como o novo escriba, valoriza tanto o novo quanto o velho, sem polarizar.
Quer dizer, eu quero te convidar a abrir sua bíblia comigo já em Mateus 13. Mateus 1351. Então, perguntou Jesus. Vocês entenderam todas essas coisas, sim, responderam eles. Eles diz por isso, todo o mestre da lei, instruído quanto ao reino dos céus, é como dono de uma casa que tira do seu tesouro coisas novas e coisas velhas. Critos, quando a gente olha para esse capítulo de Mateus, ele é o que a gente chama na teologia do capítulo das parabolas do reino. Então, Jesus vai apresentar que seis parabolas que Jesus usa para tentar explicar o que era o reino de Deus. Então, ele fala de características do reino que não eram conhecidas ainda no antigo testamento. No versículo 11, Jesus vai dizer para os discípulos "A vocês é dado conhecer os segredos do reino de Deus". Então, o objetivo desse capítulo aqui era revelar o reino de Deus ou o reino dos céus. Então, Jesus está apresentando ali vários aspectos, como eu te falei, que era uma novidade em relação antigo testamento. Se a gente fosse assim e resumir, Jesus está falando em uma das parabolas sobre o reino de Deus que começa pequeno, como um grande mostarda, mas vai crescendo. Ele usa o fermento para falar de um crescimento que é silencioso, mas que é constante, forte. Ele fala de esse reino de Deus que temporariamente vai conviver com o mal. Então, ele vai falar ali do jôio que cresce no meio do trigo. Ele fala que esse reino tem um valor incomparable, ele vai usar a figura de um tesouro, da pérola, ele vai construindo isso. Aí, chega um momento que ele fala que, em algum momento, vai haver uma separação. Ele usa uma figura de uma rede, onde você separa os tipos de peixe e ele termina com a última parábola dizendo que nem todos recebem as palavras da mesma forma. Então, ele diz, "Oi, a diferença, às vezes, para aquele que dá fruto que não dá, não é a semente. A semente foi a mesma lançada, mas a diferença foi o coração que recebeu." E quando chega aqui no versículo 52, em um primeiro momento parece que esse texto assim é meio desconectado do resto. Então, Jesus está trazendo essas parabolas e, de repente, ele diz por isso, "Um mestre da lei instruído contra o reino de Deus é como dono de uma casa que tira dos seus tesouros, coisas velhas e coisas novas." Gente, fica meio difícil de entender, né? Você fala, "Caro, o que que Jesus está querendo dizer com isso aqui?" Mas quando a gente começa a voltar e olhar com um pouco mais de atenção, a gente vai perceber que Jesus, nesses dois últimos versículos, ele está amarrando tudo que ele construiu no capítulo 13. Então, Jesus está revelando sobre o reino de Deus, falando sobre características do reino, e aí, no versículo 51, ele vai fazer uma pergunta que define o próximo versículo. Ele pergunta para os discípulos, "Vocês entenderam tudo isso?" E aí, eles dizem, "Entendemos." E aí, Jesus diz, "Então, todo o mestre da lei instruído no reino de Deus é como. " E aqui, a gente precisa entender uma coisa importante. Quando você vai para a palavra original aqui, eu não sei qual é a sua versão, mas algumas versões vão dizer uma escriba, na verdade, a palavra original aqui é a palavra usada para falar do escriba, mas ele aí, na V.I, por exemplo, que eu estou usando aqui, traduz como mestres da lei, mas a figura é a mesma. Então, quando você olha para os evangelhos, você vai ver que Jesus bateu muito nesses caras. Então, sempre quando eu ver na internet, alguém dizendo, falando se as Jesus nunca exporia alguém. Jesus nunca usaria palavras duras com ninguém. Aí, você vê, Jesus falando com os mestres da lei hipócritas, raça de víboras, ser pucro cairado. Ser pucro cairado para mim é pior. Quando ele fala de ser pucro cairado, era o túmulo que era pintado de cálpour por fora. Então, ele ficava bonitinho, limpinho, mas o que Jesus está dizendo é a você ser pucro cairado. Por fora, vocês estão limpinhos, arrumadinhos, mas se a gente olhar dentro, o que tem é carne podre, bicho, cheiro de morte. Estas vezes, vocês, o interior de vocês é assim. Então, essa figura do mestre da lei e do escriba, ela ficou como uma referência do que é ser um hipócrita, um cara que peneira o mosquito e engolha o camelo. Então, a gente poderia pegar várias coisas aqui que Jesus fala, de pessoas que eram orgulhosas, presunciosas, de un coração, e um endurecido mais aqui, o que Jesus começa a fazer é ressignificar essa figura do mestre da lei. Então, o que Jesus está dizendo é, mais a partir de agora, vai ter um novo tipo de mestre da lei, que é o que é o mestre da lei, que é instruído no reino de Deus. Então, Jesus está mostrando que ele está criando ou mostrando um novo tipo de mestre que aprendeu o segredo do reino de Deus e ao mesmo tempo, ele não deixou para trás aquilo que ele havia aprendido sobre as escrituras. Então, quando Jesus usa essa figura, ele fala, olha, é como o dono de uma casa que pega os seus tesouros e, desde esses tesouros, ele tira coisas velhas e coisas novas. Jesus está falando aqui de um lugar de maturidade, que não é alguém que recebeu uma coisa nova e descartou tudo que era antigo e que era bom. Então, você vê, por exemplo, oposto do Paulo falando quando ele fala da formação dele, como ele era um fariseu, como ele foi educado aos pés de Gamaliel e aí ele fala, se olha, eu considerei todas essas coisas como esterco. Mas fica claro que ele não está jogando tudo isso fora porque ele vai usar justamente as escrituras o tempo todo. Ele vai usar o tempo todo o conhecimento que ele tinha da lei, o que ele quer dizer é o seguinte. Olha, isso aqui sem a revelação do Espírito Santo é esterco. Agora, quando eu recebo a revelação de Jesus, eu não jogo fora aquilo, o que eu faço é ressignificar isso diante de uma nova revelação. Então, Jesus está falando dessa pessoa que guarda tantas coisas antigas quanto as coisas novas e ele vê as duas coisas como um tesouro. E fica claro que a expectativa de Jesus é que esses homens se tornassem essas pessoas. Então, Jesus não está só aqui, como eu falei, ele está trazendo seis parábolas revelando o reino, mas nesse último versículo ele não está revelando o reino. Ele está revelando como as pessoas desse reino, se moveriam nele e manifestariam esse reino. E eu gostaria de usá, querido, esse equilíbrio que Jesus usa aqui para falar de um mal que cada vez me assusta mais de como ele está presente e forte na nossa sociedade contemporânea, no pensamento postmoderno, que é uma coisa chamada polarização. Então, eu não quero, eu não estou falando de política aqui, mas quando você faz uma leitura da sociedade, do pensamento postmoderno, você vai perceber que essa geração desenvolveu uma habilidade muito curiosa que é transformar qualquer coisa em dois times diferentes. Então, você não tem meio termo para nada, é claro que existe uma diferença entre coisas santas e coisas profanas, a gente vai falar sobre isso, quando você trata de qualquer coisa, quase o pensamento postmoderno é criar dois lados, criar dois campos, criar duas bandeiras. E uma vez que esses dois lados são definidos, você precisa escolher um deles e a ideia de ficar em um meio termo parece assim na melhor das hipóteses uma atitude de ingenuidade, você está sendo bobo, você não sabe do que você está falando. Então, esse pensamento que acaba fazendo, uma dicotomia e de vi de tudo, ele entra na nossa vida de uma forma que a gente nem percebe. Então, o que acontece? Quando você descorda de alguém um ponto, de uma pessoa, você acaba rejeitando todos os outros pontos que essa pessoa tem. Então você olha uma tradição religiosa que falou. alguma coisa, aí você não rejeita aquela tradição, se acaba rejeitando tudo que a tradição fica suspeita. Então, você vê que alguma estrutura acabou usando de alguém, abusando de alguém, qual é a consequência? Eu vou passar a ver toda a estrutura como abusiva ou com grande potencial abusivo. É uma coisa que eu falo muito com o pessoal da igreja, que é uma coisa que acontece, gente, um irmão em Deus, que conhece as escrituras, genuíno. Esse cara pode estar equivocado em um aspecto específico da doutrina. Isso não significa que todas as outras coisas, esse cara vai falar, você tem que jogar fora. A tendência dessa geração é isso, e isso é perigoso, porque da mesma forma que ela rejeita uma coisa, ela pega o bol inteiro e fala, "Ah, esse cara que eu não posso ouvir mais, ela faz o outro lado que é pior, quando ela gosta de alguém, ela acaba engolindo tudo com farinha". Então, um dos, para mim, dos maiores exemplos disso, é um cara chamado Caio Fábio. Eu nunca curti a ele por algumas coisas, antes dele ter caído em adultério, história dele é bem ruim, mas o Caio Fábio era um dos, era provavelmente um pastor mais conhecido na nação, e era o maior exemplo como pregador, com mestre das escrituras, um cara presbiteriano extremamente profundo, e qual é a história desse cara? Ele teve um envolvimento sexual com a secretária dele, e ele acabou indo embora com a secretária. Então, isso já é terrível a destruição da família, você olha para a família dele, você vê o reflexo de tudo isso que aconteceu, mas o pior é que esse cara entrou num lugar de em vez de se arrepender, pedir perdão, reconhecer, fazer o caminho de volta, consertar, ele passou a bater na igreja e bater o pé dizendo que ele estava certo. Então, agora eu lembro que, pouco tempo depois que o Caio Fábio caiu e todo esse escândalo aconteceu, alguém me mandou seu nome engano, foi um e-mail, imagina o Caio Fábio já tinha caído, já tinha adulterado, já estava perdido, e uma mãe mandou um e-mail para ele, e a história dessa mãe era a seguinte, eu lembro que era uma senhora japonesa, e ela contou a seguinte história para o Caio Fábio, ela falou, olha, eu tinha uma filha de 20 poucos anos, essa menina estava no último ano de direito, uma menina super inteligente, eu não lembro os detalhes, mas eu acho que já tinha um emprego bacana que tinha ganho bolsa para estudar, assim extremamente promissora, e no U, quando ela estava no último ano de faculdade, ela sofreu um sequestro, então os bandidos abordaram ela, jogaram ela dando carro dela, foram para o meio de uma mata, estupraram essa menina e mataram, e aí essa mãe perguntava assim, eu quero que você mediga aonde está Deus em tudo isso, e gente, eu lembro que eu me coloquei nessa situação primeiro na época, eu não era nem pastor nada, mas eu pensava que eu falaria para uma mãe dessa, e a resposta do Caio Fábio, e o meu futeu profunda, foi assim tão, sabe, poderosa nas escrituras, que eu olhei, eu falei, sim, gente, eu nunca ia conseguir construir bíblicamente a resposta que esse cara torou-se para a sua mãe, só que no decorrer desse meio, ele começava a criticar a hipocrisia da igreja, e aí ele falava de como a igreja hipócrita, como a igreja não se importa com as pessoas, como as estruturas acabam sendo extremamente luxuosas, mas são incapazes, às vezes, de ajudar uma família que está passando por uma necessidade, e meu, eu estava falando só a verdade, e ele está falando de verdade de um jeito que talvez poucas pessoas conseguissem expressar, só que aí chega o momento que ele fala assim, a igreja é tão hipócrita que ela prefere ver seu pastor infeliz e casado do que feliz em um casamento novo. Então, irmão, isso é a fórmula do sofisma, porque eu brinco às vezes com o pessoal, eu falo "ném herégio, você não encontra como antes, né?" Porque ele se tinha uns herégios cheios de bíblia ainda, né? Então, nessa geração, a gente tinha o caio fábio, hoje a gente tem o vitro às evidas, não dá a gente. Então, assim, eu carestremamente profundo, só que ele põe um sofisma no meio, e qual eu risco dessa ideia de polarização é que quando eu admiro alguém, eu acabo engolindo tudo com farinha. Então, eu vejo que um dos maiores problemas dessa geração é não aguentar sustentar o peso de segurar duas coisas ao mesmo tempo. Você tem que sempre escolher uma coisa ou outra, e qual é o outro problema? Você acaba escolhendo muito rápido, porque o extremo, irmão, ele é simples, ele é bem mais fácil dar com ele do que ter equilíbrio. Então, eu sei que em várias mensagens eu citei isso, eu quero deixar claro a gente, inclusive, eu fiz um documento esses dias falando sobre isso. Então, a nossa posição sobre o Calvinismo ou o Arminianismo é que a gente não é nenhum dos dois. Acho que é um bom exemplo aqui. Alguém já me disse assim, então, é ridículo que você está fazendo, que você está negando a tradição cristã, eu falei, "Cau, meu amigo, calma aí, a tradição cristã tem dois mil anos, essa discussão tem 500 anos, essa é a primeira coisa. A segunda coisa é que você deveria estudar melhor a tradição cristã, porque quando dissojou essa discussão de Calvinismo e Arminianismo, já existiam igreja enlicana, que era igreja inglesa, e ele se identificava nem como um e nem como outro. Logo depois deles veio os batistas que também se declaram nenhum ou nem outro. Então, eu estou na tradição cristã do mesmo jeito. Mas eu vejo que uma coisa que acontece muito fácil às vezes, irmão, não tem problema nenhum, vou até deixar claro. A gente tem problema que alguém se identifique mais com Calvinismo e seja um líder aqui da tradição cristã, mas não tem irmão. Para mim, o problema é como você vai manifestar isso. Então, quando eu falo isso, eu não estou aqui para convencer ninguém escolher um lado e nem outro, até porque eu vou te dizer que para mim, na minha opinião, não é uma das coisas que mais me chamam atenção, já estudei isso porque eu preciso saber, mas eu acho bem charope, fala a verdade. E na verdade, quando você fala de doutrina da salvação, é um pequeno aspecto. Mas o que eu vejo que os jovens têm uma tendência de abraçar isso e abração extremo. Então, a gente está falando de dois lados aqui, dois tímis. Cara, isso é o pensamento, posso moderno. E aí, quando eu escolho um lado, eu começo a tratar o outro lado como se fosse mais burro, como se conhecisse menos a bíblia, como se fosse alguém que eu posso desprezar. É o puro reflexo disso aqui. Agora, por que o extremo é mais fácil? Porque o extremo ele dispensa uma longa conversa para você tentar entender exatamente qual que é a atenção entre as duas coisas. Você escolhê um extremo, ele dispensa o esforço do que é você tentar sustentar duas coisas ao mesmo tempo, porque eu lugar onde eu me coloco. Tem coisas que eu concordo com o lado, tem coisas que eu concordo com o outro. Então, eu vejo que o que está em falta nessa, nesse pensamento, posso moderno, não é a falta de informação, não é a falta de inteligência, apesar que tem uns que já eram premiados. Como diz o Douglas Goulsavves, é, assim, meio desprovido de habilidade co-gritiva, mas o que está faltando não é informação inteligência, o que está faltando é uma coisa chamada maturidade. Então, para mim, fica muito fácil perceber que a imaturidade, ela tem de sempre a pensar em dois lados, dois extremos. Mas a maturidade aprende a viver essa atenção. Então, justamente aqui, é por isso que Jesus está falando aqui de um escriba novo, um cara que foi tocado pelo reino que encontrou uma verdade, uma revelação, mas conseguiu lidar com tudo que ele tinha antes. Então, ele não joga uma coisa fora, escolhe outra, mas ele junta essas coisas e tem, na verdade, uma coisa nova. Não é alguém que recebeu um novo e desprezou o velho, mas que alguém que aprendeu olhar as duas coisas como um tesouro. Então, esse jeito binário de pensar acabou invadindo nossa vida espiritual também. A gente é um privilégio.
para a gente descontato que a gente está tendo com os judeus lá em Jerusalém, principalmente o contato que a gente tem mais que é entre judeus messianicos. E você vê que essa forma de pensar sempre dividindo é uma característica muito da parte ocidental do mundo também. Porque quando você vai para parte oriental, eles lido muito melhor com essa tensão. Eu gosto muito da forma que o saíão fala, ele fala de, ele diz assim, o pensamento é branco, ele traz uma coisa agridou-se, que juntas duas coisas. Então é o Deus que é 100% homem, mas é 100% Deus. É o pão da seia que é pão, mas é carne. É o vinho, que é vinho, mas é sangue. É o Deus único, mas que é três. Então ele falou, olha o pensamento é branco, ele tem uma facilidade muito maior de lidar com isso. Agora essa forma binária de pensar que você precisa escolher os dois lados, sem a gente perceber, isso acaba entrando muito na nossa vida espiritual. E eu gostaria de lustrar isso, e eu não vou só ilustrar, mas eu quero desenvolver a mensagem nisso, mostrando para você uma realidade bem simples de dois extremos que acontecem dentro da igreja. E é muito engraçado que são dois erros, que eles parecem totalmente contários ou postos um a outro. Agora, tanto um como o outro, eles vão acabando entrando na vida cristã, eles vão destruindo exatamente esse equilíbrio que é tão necessário. Então eu quero falar primeiro do mais antigo, na minha opinião, que é uma coisa que se você é crente faz bastante tempo, você com certeza já viu isso acontecer. No meio evangélico do Brasil, aqui você tem alguma vivência, nisso você vai identificar muito fácil, que é dividir a vida em dois andares. Então imagina um sobrado, e essa forma de pensar, você separa no lugar tudo que é espiritual. Então, no andar de cima, você vai colocar toda a atividade que assanta. Toda atividade que é para Deus, toda atividade que é espiritual. Então, no andar de cima, você vai colocar o culto, você vai colocar o seu devotional, você vai colocar a oração, o estudo bíblico, a reunião caseira, o retiro, o trabalho no Ministério. E aí tudo isso é santo, tudo aquilo que é uma agenda que traz para você a sensação de que você está agradando a Deus e servindo a Deus fazendo aquilo. Aí, no andar de baixo, você coloca o resto. O que que é o resto? Todo o resto da vida. Então, o trabalho comum, a família, o laser, o descanso, o futebol, os amigos, os churrasco, a Lulia, o Inus cinema com filho, todas essas coisas, elas vão entrando nessa lista de coisas normais. Nem a regra que rege esse pensamento binário aqui é muito simples. Então, qual que é a lógica que está por trás disso? Quanto mais tempo eu consigo ficar nas coisas espirituais? Mais espiritual, só. Quanto mais tempo eu consigo gastar nas atividades que são do Espírito, que são do céu, mais perto de Deus, eu estou, mais agradando a Deus, eu estou. Agora, quando eu tenho que ir pro andar de baixo, eu tenho que sofrer por ser um homem tão espiritual e ter que me envolver com coisas que são naturais e seculares. Eu só estou lá porque é preciso. E qual é o resultado desse pensamento? É que você tem famílias que são destruídas por uma igreja cheia de atividades. Então, eu vejo por muitos males que a visão celular trouxe. Gente, a trouxe muitas coisas boas, muitas coisas ruins. Mas esse modelo mudou um pouco porque ausa da reunião nas casas. Mas eu cresci no modelo de igreja que tinha culto na igreja toda noite. Então, segunda era a reunião de oração, terça era a reunião de libertação, quarta era o culto da benção, quinta era a noite do corredor do cajá de Elias, sexta era o dia da deslibertação, se a gente tiver campanha disso, todo dia o cara tem que estar na igreja. E se ele espiritual era estar na igreja. Qual era o resultado disso? Um monte de gente arrebentada. Então, eu conheci gente que cresceu sem os pais em casa porque o pai era incrível, o pai era o homem de Deus, eu de acro, que está toda noite na igreja porque tem culto e o cara dá tanto pra aquilo, porque ele tem compromisso com Deus que a hora que ele chega em casa ele já não tem mais nada pra entregar pra família. Então eu tenho amigos. Tenho uma história que eu lembro muito, eu já vi essa história mais de uma vez. Mas é um cara bem conhecido, eu não vou espor aqui, apesar de sentir muita vontade. Mas. Mas esse cara me falou mano, meu pai era muito louco. Ele falou porque a gente era tudo adolescente e meu pai abriu uma casa pra recuperar pessoas. O que meu pai fazia? Cara, meu pai catava, a gente dar rua e levar pra tudo pra dentro de casa. Ele falou, então, teve tempo na minha adolescência que tinha nove pessoas dormindo em casa, morando em casa. E quem que era? Era drogado, era isso prostituta, era. Eu falo, cara, eu sempre dividia meu quarto com alguém que eu nem sabia quem era. Então é claro que pra igreja, esse cara é visto assim como um herói da fé. E irmão, eu reconheço que tem assim, existe uma nobreza nisso. Mas é um cara que teve o seu crescimento, seu desenvolvimento, totalmente afetado por isso. Então, uma das coisas que eu e a Dani, quando a gente começou a pastorear os jovens, e a gente era pastor numa igreja grande. Eu imagino que a gente tinha uns 600 jovens, mais ou menos lá. Então, quantos filhos de pastor a gente atendeu e a dor do coração desminindo, chorando? Era sempre a mesma frase. Qual era a dor? Meu pai tinha tempo pra todo mundo, menos pra mim. E existe um buraco no coração dessas pessoas. E agora, se você perguntar pra um cara desse, porque ele faz isso, ele vai dizer o quê? Que ele está servindo? Adeus. Eu lembro que tem um senhorzinho da Semblédia de Deus. Gente, a minha internet só serve pelo rio. Então, aí você começa a ver só porcaria, só porcaria que vem. Mas tem uns rios, você já deve ter visto, tem um senhorzinho, uma grinha de bigodinha, assim, da Semblédia de Deus, bem velhinho já. E ele fica batendo em coisas assim com o cara com toda a convicção do mundo e são sempre coisas com todo respeito à Semblédia de Deus, que eu tenho muito carinho, porque quando criança congreguei, mas ele fica batendo em coisas que são idiotas. Então ele fala assim, "Porque eu tô indignado? Porque eu cresci de tal jeito?" E eu tenho visto pastores que chegam ao cúmulo de subir, no altar de Deus, de tênis. Cú, altar é lugar de usar, que sapato. É muito importante isso. A igreja está sem problema, vou achar alguma culpa assim, convodar. Está tudo maravilha. E aí num dos vídeos desse cara, ele conta uma história, irmão, você sabe como que é a Semblédia, mas eu gosto. Eu tive uma experiência incrível na Semblédia. Lembro com muito carinho, muito amor. Então aquele ambiente da Semblédia, que o cara fala, "Esa é uma porcaria, hein?" "Ralhinha!" "Gloria Deus!" E aí ele fala assim, "Porque eu sempre coloquei Deus em primeiro lugar?" Ele fala assim, bem pausado. No ano de 1880, a minha liderança da Semblédia, de Deus, me tirou de tal igreja e me mandou para uma pequena igreja no interior. Eu fui comunicar a família e a minha mulher disse, "Eu não vou mudar para essa cidade, eu falei para ela, pois fique que você e eu vou." Porque o serviço do Senhor está em primeiro lugar. Ah, Leluia, gente que loucura do Satanás, man. Não é? Tive o cara confunde, primeiro, o amor a Deus, com o serviço para Deus. Agora, forma de ser. "Se fiel a Deus, é um rango e amando sua família, tratando sua esposa como a parte mais frágil". Então, essa separação causa isso. Agora, se perguntar para todas as pessoas, elas vão achar que elas estão servindo a Deus. Então, essas pessoas estão cheias da espiritualidade, do andar de cima e o andar de baixo tá vazio. Isso acaba produzindo uma deformação da vida espiritual, que a vida espiritual só acontece no contexto de igreja. E não existe vida espiritual na vida comum. Agora, a Bíblia é tão claro sobre isso. Eu não quero que você não precisasse nem abrir para a gente não demorar. Colossés três e sete diz assim. Tudo o que vocês fizerem, seja em palavras ou em ações, façam em nome do Senhor Jesus. Então, ele tá dizendo tudo. Não é só o que tem uma etiqueta de um carimbo de atividade espiritual, não é só o que você faz dentro do prédio da igreja, não é o que você faz só dentro da livre, dentro do culto caseiro, mas é tudo. O que que isso significa na prática? Significa que você pegar seu filho e levar ele no cinema, pastorial coração do seu filho, dar um tempo de exclusividade para ele, ouvir ele, da atenção para ele, tentar sondar o que está no coração dele, que isso é assim uma atividade espiritual. Que você exercer um trabalho onde você tem uma responsabilidade, você faz isso com excelência, mesmo quando ninguém está vendo, isso é uma forma de exercer o Ministério, o Senhor, e de glorificar, e os pros seus teramunhos. O que isso faz a gente entender, que irmão, você descansar de verdade num sábado, que pode ter uma atividade na igreja, você tá rementado, você fala, "Cara, nem no culto eu vou, porque eu vou descansar". E eu não estou falando nada em relação ao sábado, eu não quero espiritualizar o sábado, a gente fala de Israel, e eu já comendo, eu gosto de comer feijado no sábado, que é para já evitar a religiosidade, eu já misturo por que o sábado, no mesmo lugar. Então, então, ontem mesmo, eu comi uma feijuada, a leluia. Então, não é só sobre o sábado, mas sabe essa coisa de você parar e falar, "Cara, eu vou descansar". Você vai descansar, você vai ler a Bíblia, fazer um devotional, não às vezes eu vou só descansar, cara. Eu não quero nem programar nada, é entender que isso é espiritual, porque. porque descansar é uma ordem de Deus. Jesus vai dizer, depois, fala, "Olha, vocês não foram feitos para o sábado, foi feitos para vocês, porque você precisa desse descanso". Então, quando eu respeito, eu guardo meu corpo, eu guardo minha família nisso, eu estou obedecendo a Deus, e isso não deixa de ser uma atividade espiritual. É o V. Deus nas coisas simples, eu sei, eu vou falar para vocês, eu sei que vai ficar assim, "Ah, Jesus". E eu fui ainda falar essas coisas com a choreia de manhã, eu falei, "Vai ficar perigoso". Eu vou falar coisas para vocês que parecem um pouco de característica feminina, mas irmão, eu tenho uma coisa que eu amo V. Deus na natureza. A gente tem um quintal relativamente grande, e eu ganhei da escola das crianças, uma das cadeiras que, "Se dobra, ela fecha rapidinho, né, é acontecido, se abre ela monta". Agora que está frio, não dá, irmão, mas todo esse verão, eu chegava ali cinco e meia, eu não fazia compromisso nenhum, a gente ainda nenhuma, mais ou menos de cinco a seis e meia, e toda tarde que eu podia, isso era quase todas as tards, eu abria essa cadeira ali para ficar assistindo por do sol. Então, "Ah, vão ter que fazer isso que eu falei, não, é hora do meu por do sol aqui". Então, pere aí que agora eu vou fazer meu chimarrão, eu vou pegar o livro que eu estou lendo, eu vou sentar, eu vou ficar contemplando, senão. E cara, você vê a criação, é uma forma de você adorar, Deus, é uma contemplação, não deixa de ser uma atividade devotional, e você pode ser tocado profundamente por Deus, no momento de isso, como talvez eu não fui quando fiz o devocional de manhã. Quantas vezes, nesses momentos, Deus falou profundamente comigo, curou meu coração, depois de um dia ruim, de um dia cansativo, e eu parei o contempler, senhor, numa coisa, da natureza, e o senhor ministrou ao meu coração. O Diego lembrou de manhã do Gregorio Mechinati, falecido Gregorio Mechinati, e aí eu lembrei, ele era muito tocado com os animais, ele falava, sempre tinha uma alguma história de algum animal, né? Então, ele tinha uma história, a gente que eu colava de dar risadas, que ele ficou um ano contando isso todo lugar que ele pregava, que ele morou numa chá cara no Rio Grande do Sul, lá em Grejinha perde gramado, e aí ele tinha um cachorro lá, que era o Tobi, lembra? Aí, ele teve que embora da chá cara, e ele pregava, ele chorava, "cara, eu. eu entrei no carro, cara, parei de embora, e quando eu olhei pra trás, o Tobi estava correndo atrás, o carro, cara." Eu gritéi, "tobi, não, cara!" Gregorio era muito bom, e eu estava uma vez aqui, numa igreja que a gente, no capão da embua, era uma quadrangular, e aí, já, essa foi uma das melhores que eu vi dele, ele é um cara insubstitúível. E aquele negócio. Se você conheceu, Gregorio conheceu. Era aquele negócio padrão, né? Que ele barra a canusão, com aquela janela basculante, alta, bem coisa industrial, a igreja era assim. E aí ele estava pregando, irmão, ele estava encarnada, aquele dia, ele estava batendo em todo o mundo, e até desceu do público e falando, e de repente entrou uma pomba pela janela, e a pomba entrou e pô usou atrás dele. E quando a pomba entrou naquele barulho, ele olhou a pomba assim. Cara! Os animais, cara. Os animais, cara, essa pomba que me tocou mais, o que todos vocês juntos hoje. [risos] E, cara, Gregorio, muito boa. Mas sabe então, existe uma. Te voltar. Existe uma expressão dentro da teologia que a gente fala de uma visão sacramental. Que que é uma visão sacramental? Essa capacidade que a gente desenvolve, de ver a Deus, de ver a presença de Deus, de ver a manifestação de Deus, na vida comun de área cotidiana, no pão sobre a mesa, no abraço de um filho, em você chegar de um dia de trabalho e você sentar e poder curtir aquela sensação de missão cumprida. Eu saí da que ontem muito cansado, né? A gente, desde quinta estava reunido, a gente teve outras situações também, a gente chegou super tarde em casa e eu sentei assim com aquela sensação de missão cumprida, você é tocado por Deus nisso. Então essa capacidade, a teologia vai falar de uma visão sacramental, de ver o espiritual em todas as coisas. Então entender que elas não precisam ser coisas menos espirituais do que um culto. Ela são expressões diferentes do mesmo Deus que faz coisas diferentes. Então assim essa visão, ela é real, ela é bíblica, ela é necessária, e quando ela chega, ela transforma a vida das pessoas. Eu conheço famílias que foram transformadas quando um pai começou a entender isso aqui. Agora existe um problema, a gente quer acontecer com a minha música, através. É a autismo gente, tá? Votou de volta. Então existe um problema que é quando você recebe uma revelação e vamos entender o que Jesus estava fazendo com aqueles discípulos lá. Ele está dizendo, olha, vocês vão ser novos escribas porque vocês receberem agora uma revelação do reino. Agora quando a gente recebe qualquer revelação das escrituras, a gente tem uma tendência natural de ver que aquela revelação, aquela palavra, começa a corrigir uma coisa que estava distorcida. E mal raramente a gente vai pro equilíbrio. Qual é a tendência? A gente pendula. Você sai de um extremo e você vai para o outro. Então o que eu vejo que dentro desse contexto é muito fácil aquilo que era para ser um ajuste da sua vida.
a caba virando um desvio para o outro lado. Isso é natural de quase todo ser humano e o problema é que azense acaba tão distante do equilíbrio quando você estava do outro lado. Então qual que é o outro lado disso? E antes de eu falar, você já deve imaginar, mas antes de eu falar claramente, eu quero falar para você de uma pessoa que talvez se nem lembre do nome dele na Bíblia. Mas existe uma frase sobre ele que fala sempre ao meu coração. Ele aparece poucas vezes na Bíblia e o nome desse cara é Demas. Ele aparece em algumas cartas de Paulo, né? Então você vai ver que quando Paulo fala dele, Paulo fala com o afeto dele, Paulo se refere a ele como um importante colaborador do Ministério, ele vai falar isso para os Colossenses, ele vai falar isso a filemão, né? E Paulo sempre coloca ele, sempre não, mas muitas vezes coloca ele nessa lista dos companheiros de missão daqueles caras que eram os companheiros de braço forte do lado de Paulo. E então a gente pode dizer assim que Demas não era um cara periférico, não ele era um cara importante. Ele tava próximo de Paulo suficiente para ser mencionado por Paulo em cidades diferentes. Então ele era comprometido com Paulo, ele era comprometido com o Ministério, ele era comprometido com o Senhor, era comprometido com as escrituras, ele fazia parte real daquilo que estava sendo construído. Mas quando Paulo escreve provavelmente a última carta que ele escreveu que a segunda carta dele para Timótio, e Paulo escreve essa carta já da prisão, uma mertina, eu já falei sobre esse lugar aqui, Paulo só sai de lá para ser decapitado, Paulo fala uma frase muito curta sobre Demas que me marcou demais, você não precisa abrir, mas é segunda-temótio, 4-10, e ele só diz assim, ele tá falando das pessoas que não estão presentes com ele, e chega um momento que ele diz, e Demas, amando presente século-me, abandonou. O foi embora. Então olha que interessante, que Paulo não disse aqui que esse cara foi preso por um escândalo moral, ele não diz que esse cara negou a fé publicamente, ele não diz que esse cara começou a pregar uma heresia, Paulo não denuncia nenhum pecado grave, que me parece muito claro que é o que Paulo faria, se alguém debaça a autoridade dele, cometei um pecado caísse, que Paulo seria explícito nisso, mas, parece que não aconteceu numa ruptura violenta, não tinha, não teve uma crise de fé declarada, mas o que aconteceu é que Demas amou o presente século. Então eu olho para isso, querido, e parece muito mais para mim, que aos poucos esse cara acabou amando o mundo presente. Ele acabou amando as coisas normais, ele acabou amando a vida que funcionava, talvez ele acabou amando coisas boas, como tem uma estabilidade financeira que talvez ele abriu mão quando ele começou a seguir Paulo e servir Paulo, e ele deixou para trás essa estabilidade, talvez ele amou essa ideia de não ser perseguido tempo inteiro, de não ser perseguido dos dois lados pelos judeus, pelos gentils, ele amou talvez a ideia de uma vida mais fácil, sem tanto custo, e o que eu quero que você observe em tudo isso? Aqui é que nada disso é pecado, até um certo momento. Quando essas coisas começam a ser pecado, quando essas coisas começaram a ganhar justamente que Paulo está denunciando, essas coisas lícitas, elas começaram a ganhar o amor de Paulo, o amor de Demas. Então é isso que Paulo está denunciando. Então eu estava dizendo que começou a pregar a heresia, ele rejeitou a fé, ele começou a amar outra coisa. provavelmente não de uma vez, mas dia após dia, e até o momento que coisas que eram boas, que eram coisas que eram lícitas, acabaram ganhando coração de Deus, acabaram ganhando lugar de Deus no coração desse cara. Então uma coisa que deveria pertencer a Deus, que era o amor dele, acabou pertencendo a outras coisas. Então eu queria tentar mostrar para você, e para mim, esse aqui talvez seja um dos momentos mais importantes do pensamento que estou construindo com você, eu queria que você pensasse comigo o caminho contrário. Vou me entender como isso acontece. Vou fazer o caminho inverso. Como eu faço para amar menos do mundo? Se eu fosse perguntar para você, cara você tem uma dificuldade, e vamos falar de coisas práticas aqui, qual é seu amor? Seu amor é pela sexualidade. O pecado que você não vê em se é pornografia. O seu amor é o amor do dinheiro. Se não consegue ser generoso, se não consegue ser fiel nos seus dísimos e nas suas ofertas. O seu amor é o seu um bigo. Se não consegue dar nada do seu tempo para o Senhor, todo tempo que você tem que você não está trabalhando e produzindo, você quer ter para você. Agora como que a gente ama menos essas coisas? Será que eu vou ficar me esforçando aqui mentalmente e dizendo não ame tanto dinheiro. Não ame tanto dinheiro, não ame a pornografia, não ame as coisas boas, não ame tanto conforto. Será que é isso que vai resolver? Não. A única coisa que vai resolver o amor do mundo é a mamães outra coisa. Esse lugar não fica vago. A gente só expulsa uma coisa que você ama, amando mais outra coisa. Então eu preciso quando a gente só vai conseguir amar menos o mundo, se a gente amar mais a Deus. É muito interessante que Jesus, esse movimento que Paulo está falando aqui em relação a Demas, Jesus já tinha antecipado. E eu é muito fácil para mim relacionar isso que Paulo está falando sobre Demas, como até os 24 e oito se não precisa abrir. Mas Jesus está falando aqui sobre o final dos tempos. E ele está dizendo assim, "A vinda do Senhor será como os dias de?" Não é. E aí ele diz assim, as pessoas eram imorais, elas eram desgraçadas, eram bandidos, eram não o que Jesus diz nos dias de não é. As pessoas comiam, bebiam, se casavam e davam-se em casamento até que Moisés entrou na arca. Então é muito forte que Jesus não está falando de pecados, que Jesus está listando comê, bebê, casar, que são coisas que são bençãos. Não são coisas que Deus criou, mas são coisas que Deus aprovou, que Deus fez para o ser humano desfrutar dessas coisas. Então elas não são coisas ruins em si, uma coisa que a gente tem que entender é que irmão Deus que criou a capacidade que a gente tem de ter prazer das coisas. Então, uma das coisas que mexe com meu coração e mostra como Deus é pessoal e como evangelho é relacional é a forma que Deus se revela nas escrituras. Deus olhando, desde o começo da criação, falando, "Façamos, você vê Deus junto, ali com a trindade". Aí, o homem é nossa imagem semelhância, e Deus falar, "Não é bom prometer só". Deus não está só, não é bom prometer só. Aí você vai vendo decorrer das escrituras, você vê Deus tirando, você vê Deus amando, você vê Deus tendo prazer, você vê Deus chegando pra Moisés e falando assim, "Eu me agrado de você". Olha como é sentimental isso como é emocional. Eu me agrado de você. Me peço o que você quiser. A Bíblia diz que quando Jesus é abatizado, o que se ouve do céu, esse é o meu filho amado em quem eu tenho prazer. Então Deus criou prazer, um dos versículos mais poderosos da Bíblia, só de pensar, já me arrepia aqui. É a salomão falando, "Bom é comer carne esgordas e beber bebidas doces".
Então, gente, Deus que criou esse prazer de comer. A Bíblia fala de comida no céu, a Bíblia fala da árvore da vida. Jesus promete pros discípulos que vai não, vai tomado fruto a vida, ela está até com eles de volta. Então, esse prazer nessas coisas foram criadas por Deus. Agora, o que eu quero mostrar para você que as coisas lícitas, elas podem ser tão perigosas quantas coisas lícitas. Às vezes mais perigosas, porque normalmente vai ser muito difícil você ver as coisas lícitas como um perigo. Você vai ver as coisas lícitas como benção de Deus. E elas são, agora muito fácil, a gente pode se imbrjar inclusive com as coisas que Deus deu. Então, está fazendo três anos, eu acho que esse mês inclusive. A gente morava numa casa bacana aqui já, primeira casa que a gente comprou, era um triplex aqui pertinho. Mas meu sogro construiu aqui a casa dos sonhos dele, uma casa maravilhosa. Eu comecei a namorar com a Dani em 2001, para essa casa, então o Viles construindo inclusive, construindo a casa dos sonhos. E alguns anos atrás, eu acho que os quatro anos e meio atrás, meu sogro morou, mudou para a baunéria do Camburiu. E ele colocou a casa para a lugar aqui. Tive vários problemas com essa locação, só deu dor de cabeça para ele. E aí um dia ele liga, ele chama Dani e fala assim, "Dânion, eu estava pensando um negócio aqui." Eu sei que as crianças gostam muito da casa, gostam da piscina, e eu queria que vocês me fizessem uma proposta na casa. E a Dani veio e trouxe isso para mim. Falei que proposta, Dani. A única proposta que me venha mente agora é "me der." Não, mas ele falou para a gente fazer uma proposta, "Quem você vai fazer o vender uma das crianças?" Porque. Pelo amor de Deus. A lugar é criança, mas não vai ficar muito tempo porque dá uma despesa lascada. Ela falou que para a gente fazer uma proposta, eu falei Dani, "Eu vou por no papel o que a gente pode fazer?" E o irmão era ridículo, né? Porque assim é um padrão de casa que a gente. O irmão não faz parte da nossa realidade. É uma casa de 530 metros quadrados, gente. Assim fora do. Eu falei Dani, eu vou fazer a proposta aqui, mas ela é. Deixa eu achar uma palavra técnica. "Vergonhosa." É quase assim para pagar no milênio. Então é uma negócio seguinte, eu vou pagando aqui um pouquinho, mas a gente espule alguns balões. O primeiro balão, assim que Jesus sentar no trono em Jerusalém para reinar durante o milênio, eu dou o primeiro balão, sem correção. Era mais ou menos assim. E aí, eu mandei a proposta para Dani, eu falei Dani, manda a você, eu vou fazer um grupo. Faz grupo nada, "Tê vergonha." [risos] Aí ela mandou a proposta e ele falou, "Tá bom, a casa é de vocês." Então, e gente é uma benção porque a gente não tinha onde batizar. A gente começou a fazer todos os batismos lá. Eu sei que muita gente aqui já foi lá em casa, muita gente que vai com muita frequência em casa. A gente faz essa conferência aqui e fica todo mundo hospedado lá em casa. E aquela alegria de entrada, a gente não tinha muita grana, mas a gente fez algumas coisinhas na casa e irmão, eu sou muito caseiro, eu pago para não sair de casa. E eu percebi que facilmente eu ia me embriar com alguma coisa que Deus deu. Como que você se embriar? Você acaba, às vezes gastando tempo demais, o que você não devia. Você acaba dando um valor que você não deveria. Posta te dar um exemplo? A gente tem reunião de liderança toda a terça-feira lá em casa. Tem um monte de criança. E às vezes a gente faz outras. A gente sempre tem reunião em casa. E vem as crianças. E irmão, você sai com que é filho de crente. Dá-se com um poder, um apepê instalado, que é para edificar os pais em paciência, moderação. Então irmão, qual que é o resultado disso? A casa inclusive era quase toda mobilada. Caralhazgar o corpo, fizeram um corte. Não consigo entender até hoje, não só faz de cor que ganhei. Então quebraram de coração, sujaram todas as paredes. E o que é não me embriar? A mamães quem me deu a casa do que essa casa. E entender que ela foi dada para servir o corpo. Isso tem que ser uma alegria, que ela precisa ter um propósito. Agora facilmente, a gente acaba se embriagando com as coisas boas que a gente que deu usos dar. E aqui irmão, quero chegar a uma coisa muito importante que eu quero que você presta atenção. Existe uma diferença muito grande entre enxergar Deus nas coisas comuns, o que é muito interessante, mas você muda muito rápido de enxergar Deus nas coisas comuns a usar as coisas comuns para substituir Deus. E o pior é que às vezes você dá uma roupagem espiritual. Então você enxerga Deus em tudo, na vida comum, nas pequenas coisas, você enxergar Deus nas pequenas coisas da vida comum é maturidade. Então você olhar e ver que você levar seu filho no cinema pode ser o momento de pastoreamento do coração dele. Isso é uma atividade espiritual. Isso é maturidade. De envolver a habilidade de encontrar a gratidão numa coisa simples, no centa na mesa, no comenopão. Isso é maturidade, tem sentido. Eu lembro quando a gente foi o primeiro chabatic que eu participei na casa de uma família lá, em Jerusalém, das coisas que me marcou muito. É um chabatic para eles, tem todo um processo, você ler vários textos bíblicos, tem canções, o pai recita coisas, textos bíblicos para os filhos, os filhos recita um para os pais, o marido para a esposa irmão tem toda uma coisa. No meio de tudo isso, tem o pão e o vinho. E no meio de tanta coisa ser imonial, eles conseguem pegar a taça e o pão e falar "deus", "Brigado pela uva", "Brigado pelo pão". "Brigado por eu poder desfrutar do prazer que isso me dá". Então no meio de uma coisa muito religiosa, você tem, "car uma coisa que é curtir a vida simples". Isso fala de uma turidade, isso tem sentido. Agora facilmente, vamos lembrar das polarizações, facilmente a gente vai para uma distorção sutil dessa verdade. Então existe, eu estava começando a falar da visão sacramental, que é conseguir ver "deus" em todas as coisas, existe uma diferença, da visão sacramental, que é ver "deus" em todas as coisas, para sacramentar, a se. Deixa eu voltar aqui, se eu vou gaguejar, a sacramentalização de tudo, ou seja, tudo é espiritual do mesmo jeito. Então, onde eu quero chegar? Qual que é o problema aqui? O problema não é você ver "deus" em todas as coisas. É você reduzir a sua experiência com Deus, a sua essas coisas. O que eu quero dizer com isso na prática? A sacramentalização de todas as coisas, é esse movimento, aonde vê "deus" em todas as coisas, acaba substituindo aquilo que é específico, que é feito realmente para Deus, como que é vincutuar, como que é fazer um culto, um tempo devotional, que é ter uma disciplina para leses criaturas, e qual que é o resultado disso? É que não é o cotidiano que fica mais espiritual, é a espiritualidade que fica mais diluída, e aí chega uma hora que você não tem mais a referência do que é espiritual não. Então, fica tudo sem compromisso. Se tudo é espiritual do mesmo jeito, então deixa desistir alguma coisa que é espiritualmente especial. Você está entendendo, pelo que eu quero dizer? Se tudo é igual, se tudo é espiritual, na prática, o que isso funciona? O que isso quer dizer? É que quando levar meu filho no cinema, no cinema.
é uma atividade espiritual suficiente. O que significa? Significa que seu levo meu filho no cinema eu não preciso sentar com ele para fazer devolucional. Significa que eu vejo tanta espiritualidade em levar meu filho no cinema que eu não preciso ter o trabalho de me deslocar de casa no final de semana para trazer ele aqui no Congiador Essentes. É significa que quando o descanso espiritual do domingo vê Deus no descanso, ele começa a substituir o culto de domingo. Então se tudo é espiritual, então, para o que eu preciso? Quando o silêncio no parque, puxou, fui no parque e aí eu estava vendo o parque barigua e tão bonito, sentiu o vento e Deus ministrou ao meu coração. Então, eu vejo tanto Deus disso que eu falo, "Cara, eu nem preciso fazer devolucional. Vou andar no parque." Então eu vou substituindo uma coisa pela outra, né, quando qualquer coisa que é agradável, ela pode ser chamada "despiritual", acaba não tendo mais nada que é especificamente espiritual de verdade. Eu citei esses dias, né, o ramo, bailando churran, ele tem uma frase que eu acho que encaixa muito bem nisso que ele diz assim, "Quando não há mais distinção entre o sagrado e o ordenário?" Então, vamos voltar, a gente tem que ver o sagrado no ordenário. Mas quando não tem da diferença nenhum entre o sagrado ordenário, não é tudo que vira sagrado, é o sagrado que desaparece do ordenário. Então, como que eu vou fazer, irmão, para entender que eu preciso levar uma doração a Deus e um reconhecimento de Deus na vida cotidiana de área, é ter uma referência do que adorar, e o que está na presa de Deus. Se eu não tenho isso, como que eu vou levar isso para as outras coisas? Então, quando tudo é igualmente santo, nada mais tem um peso espiritual. Não é porque o ordenário é ruim, mas é porque ele se tornou o substituto de outra coisa. E a gente está fazendo o que aqui, a gente pendulou para o outro lado, e a gente foi para um outro extremo muito fácil. Então, se antes o problema era separar o santo do cotidiano, não vê Deus no cotidiano, o problema virou outro, aonde eu acho que tudo é igualmente sagrado, então eu posso trocar uma coisa pela outra. A gente sai de uma dicotomia para a vida espiritual para um outro extremo, que é cara tudo do mesmo jeito, só que eu preciso dizer para você que Deus está em tudo, mas nem tudo é Deus. E talvez você olha para a sua vida, você fala assim, "Não, mas eu nunca faço isso". E mão muda as coisas que cara choca meu coração. É aí responsabilidade das famílias cristãs de ter uma constância de cultro. O preguiência, algumas semanas atrás, sobre entender a sembléia de Deus, parece que algumas coisas não entram no coração, que é dificuldade, ou cara acha que incrível pastor, que poderoso isso, foi muito constrangido, muito tocado. E aí, cara, você está vindo mais na igreja? Não. Mas essa coisa, eu sou tão livre na minha espiritualidade, que eu acho que eu não preciso mais ter esses marcos, e às vezes isso é uma resposta do outro extremo. Então eu vim de uma geração de que tinha que estar toda noite na igreja. Ruin, péssimo. Pastor, eu vim de um ambiente de igreja celular, que era uma loucura, que a gente tinha meta para bater, meta de multiplicar, meta de trazer gente, meta de oferta. Ah, Deus do livro, parece que o cara está fazendo. Hora extra, que ela vai para a igreja. Então, sair disso, mas eu vou para um extremo que é o que não entendia, que não é por aí. Não é isso que Deus quer de mim. E aí, cara, eu passo para um lugar onde eu não tenho compromisso, quase nenhum. E eu não consigo entender, concebei isso, uma família cristã, que você não tem essa prática para você para te dar as referências, para você lidar com todas as outras coisas, que são esses sacramentos, que são as disciplinas espirituais. E caras pessoas abrem mão disso, e são coisas que foram estabelecidas por Deus. São claras nas escrituras. Eu gosto muito de uma frase do John Piper, ele diz assim, "Deus é mais glorificado em nós, quando nós estamos mais satisfeitos nele, não nas coisas que Deus deu mais nele". Então, quando a gente não tem as referências, eu falei muito sobre isso, nessa mensagem sobre a Semblaia de Deus, eu não quero ficar gastando nisso. Mas quando tudo parece espiritual do mesmo jeito, a tendência que eu tenho, não é somar as espiritualidades, mas é substituir uma coisa pela outra. Então, a pessoa vai substituindo culto, vai substituindo a vida nervacional, vai substituindo a palavra por essa espiritualidade do cotidiano. Então, facilmente, a gente não está desfrutando mais deus nas coisas que Deus deu. A gente está só desfrutando as coisas que Deus deu. E a gente não percebe, porque a gente ainda continua acreditando que você está fazendo uma atividade espiritual. A gente acaba facilmente glorificando e adorando não algo que Deus deu, porque foi Deus que deu. Mas você já está adorando a coisa que Deus deu e você nem percebeu a diferença. Você já está adorando seu descanso, está adorando a condição financeira que Deus te deu, você está adorando a liberdade de você. Fazer o que você quer, você não tem compromisso com nada. Agora, a gente perde, e você acaba dando uma linguagem espiritual para isso. Não, mas é espiritual, estou pastorando a coração do meu filho. Deus está falando comigo de qualquer jeito. Quem disse que Deus tem que falar comigo desse jeito que tem que ser no quarto no devotional, "Abíblia", Jesus. Foi ele que disse. Então, quando a gente começa a perder isso, eu acho tão interessante o pensamento ebraico. Ele fala de duas coisas, que as palavras ebraicas são "codeste e col". Então, fala do santo e do comum. Então, olha o pensamento deles como quer. Então, fala do santo e do comum e fala daquilo que é separado, porque a palavra santo fala de algo que é separado, ele fala do separado e do ordinário. Então, o que é fascinante para mim, é que o antigo testamento e o pensamento ebraico ele traz essa ideia de que essas coisas não competem, uma com a outra. O sacramental não competem com o cotidiano, o separado não competem com o ordinário, pelo contrário, elas se somam. Então, no pensamento judaico, o sapa do é "codeste". Ele é separado. Agora, ele não é separado porque os outros dias são profanos, mas é porque ter a referência do codeste faz eu olhar para os outros dias de uma forma diferente. Então, eu tenho o santo, o separado que é o sábado e o sábado ele mitrae uma entendimento de Deus. Esse compromisso que eu tenho, que Deus estabeleceu, que é o sábado, que deve ser guardado, que deve ser entendido. E toda revelação que eu tenho aqui, eu faço o que é, eu derramo nos outros seis dias a semana. Só que olha que loucura aí, todos os dias de outro dia são bons também. Então, vamos deixar o sábado. Então, vos com isso, irmão, o que a gente faz? E para mim é um mal de hoje que me assusta. Você acaba perdendo as referências. Você acaba perdendo o eixo, que é em torno de qual as outras coisas fazem sentido. Que é o que o rã fala, e eu falei muito na mensagem, sobre a semblade de Deus, que é isso, que é a perda dos rituais. Porque outra coisa, que é uma marca muito grande desse pensamento contemporâneo, é que, cara, tudo que existe o meu comprometimento é o pressor. Eu quero fazer as coisas do meu jeito, no meu tempo, da forma que eu quero, agora, no pensamento ebraico, ter um templo que era santo, não tornava a sua casa menos sagrada, pelo contrário. Tornava a casa mais consciente do sagrado. O templo que era santo fazia eu olhar para que coisas do templo pudiam tocar minha casa. Então, agora, quando você tira o codeste, o separado dessa equação aqui, Não é o qual que eu cotidiano que fica mais espalhante.
espiritual. Ele acaba ficando desorientado, sem uma referência, sem vira só uma sequência de coisas boas que eu posso desfrutar e não tem nada que traga uma referência precisa para mim. Então irmão, essas coisas que Deus instituiu, a vida devotional que é entrar na tua porta, fecha o quarto, é claro que Deus vai falar com você no parque, mas não pode substituir. Pastorear o coração do seu filho indispensável, eu tenho momentos que eu tive com os meus filhos na história, que eu lembro de ouvir o coração deles, que isso. Cara, se eu começar a falar que eu começo a chorar, acontecer no na igreja, não! Acontecer em casa, um foi num parque aquático que a gente foi com a família no final do ano, outro foi com o meu filho quando eu estava jogando o videogame com ele, são momentos preciosos, mas eu entendo que eles aconteceram, porque eu tinha algumas coisas fixas, que é o meu devotional, que é a minha vida com Deus, que é fazer uma família que entende que precisa estar em a sembléia, trosseram coisas para mim, que eu pude ter ramar nesses tempos. Então Deus instituiu essas práticas, não é porque Deus precisa delas, mas porque Deus sabe que a gente precisa. Então irmão, não é Deus que precisa do sábado, é a gente que precisa do sábado para lembrar que o descanso é importante. Jesus não instituiu a seia porque ele precisa lembrar que ele morreu por nós, ele instituiu a seia porque eu e você precisamos lembrar, e esses marcos, essas disciplinas, vão colocando o eixo na vida e você consegue da interramar essas coisas espirituais em todas as outras coisas. Né, a sembléia, não existe porque Deus é carente e ele quer o povo reunido. A sembléia existe porque Deus sabe que a gente se dispersa, se a gente não se reúne. Deus estabeleceu a sembléia porque Ele sabe que se a gente não tiver um compromisso, uma norma, uma disciplina espiritual, a gente deixa de viver na vida de cada um e de que não tem pouco a igreja, é um monte de pessoa avuça que não tem contato uma com a outra sem conexão nenhuma e esse não vai ser mais o povo de Deus. É só um monte de gente freelância. Então Deus estabeleceu essas coisas porque Ele sabe se vocês não tiverem isso, vocês vão se perder. Então Deus estabelece essas coisas para manter a gente ancorado, manter coisas sólidas na nossa vida no meio de um mundo que muda completamente a cada notificação. Vocês receberam a notificação essa semana. Como que era o nome da palavra lá? A Lerta? Mizantropia. Eu li, fui podicionário, eu vi o que era a Mizantropia e eu falei "nossa amor", acabei de descobrir que às vezes eu sofro disso aqui. Às vezes eu sou meio bizantropo. Então, se já viu aquela chamada, eu acho que era da Bandein News, em 20 minutos tudo pode mudar. O mundo é assim. Então no mundo caótico que nada é solido, nada é constante, nada tem compromisso, Deus estabelece essas disciplinas espirituais, o compromisso com a oração, o compromisso com a leitura da palavra, o compromisso da reunião na casa, o compromisso do culto semanau, Deus estabelece essas coisas para que a gente tenha algumas ancoras que são sólidas no meio de um mundo que muda toda hora. E bom, isso é tão claro para mim e fere meu coração, ve com as pessoas, eles têm dificuldade perceber coisas elementares. Então por isso, irmão, mais uma vez, por isso que o culto de domingo não concorre cojantar de domingo a família, por isso que o devocional de manhã ele não concorre, não é concorrente no tempo de qualidade com o filho, pelo contrário, são essas coisas que sustento as outras coisas e vão encher você de Deus para que você possa derramar Deus em todas essas outras coisas, tornando tudo espiritual. Agora, se você não é fiel nessa fonte, as coisas todas vão perdendo a segurança. Então é muito fácil nesse pensamento e tudo é meio. Às vezes é tudo meio abstrato e eu fiquei. eu estava preparando essa mensagem, eu sou primeiro a pãer a sempre e eu falei "deus, como a gente adora o Senhor numa coisa que se orda, mas a gente passa facinho para adorar essa coisa e não percebe." Eu queria usar um exemplo muito simples aqui, se tem alguma coisa guardada com você que talvez o objeto nem seja tão especial, mas ele passa ser especial por causa de quem te deu. Então eu vou dar um exemplo meu, esse ano faz 18 anos que meu pai era seu e meu pai era um baita pai e meu pai tinha dois DVDs do Elvis Presley cantando só músicas góspeis da cultura tradicional americana, ele adorava aquilo. Hoje são meus DVDs, cara, eu não tenho nenhum de tocar esse negócio, mas pensa num objeto que é importante para mim. Ele é importante por causa do objeto em si, irmão, deve fazer mais de 10 anos que eu não assisto aquilo, mas ele é importante porque ele me lembra de quem me deu, ele não é importante em si, ele é importante porque eu sei de onde ele veio. Então se a gente perde isso das coisas que Deus dá, isso significa que você pode desfrutar todas as coisas, sem você, se você realmente não perder o entendimento de onde essas coisas vieram. Então eu desfruto por do sol, desfruto, mas por que? Porque eu sei quem criou isso e quando eu olho por por do sol, ele não deixa de ser gostoso, ele é bonito, é agradável, mas ele me conecta, alguém que criou essas coisas, que me criou e que é o meu alvo final. Isso traz um valor totalmente diferente a isso. Agora como a gente precisa sonhar o nosso coração para não se perder nessas coisas. E eu acho que o apelo que quero deixar, irmão, no final dessa mensagem, não é para você vir mais no culto como obrigação, não é para você ser mais fiel no seu devotional como uma meta, eu tenho uma meta agora, e não é que a meta seja ruim, eu tenho uma meta de ter uma hora de meia de devotional, todo dia mano é o meu objetivo. Por que? Porque eu quero lembrar de um destaque aqui dessa mensagem, porque a forma da gente amar menos as coisas é trocando de amor. Então meu apelo para você é mais uma vez, não que isso não seja importante, porque vai te ajudar a chegar nesse objetivo que eu estou, que eu vou te falar aqui. Meu apelo não é, tem a mais obrigação para vir no culto, não é, façam compromisso maior do devotional, mas meu apelo para você é encontre mais Jesus, a ponto de as coisas que tiram desse lugar perder o valor. Encontre Jesus nesse lugar onde você não vai diminuir o que se você desfruta das coisas, mas você vai desfrutar delas por um motivo diferente. A razão de todo esse desequilíbrio, irmão, de toda essa dichotomia seja para um lado, seja para o outro, a sua dificuldade de vencer uma pornografia, a sua dificuldade se fiel numa vida devotional, a sua dificuldade de um dia.
de ler a Bíblia com Constância, é uma só. Sabe o que quer? Falta de Jesus. Porque quanto a demais a gente conhece a Deus, mas a gente quer. E quanto menos você busca a Deus, menos você vai sentir falta dele. Então, no final das contas, quer resolver tudo isso? Você precisa encontrar Jesus mais. A ponto de você amali mais e desejar ele mais. Eu queria terminar isso de uma forma bem simples. Eu queria pedir para o Lú de Vinha aqui. "Emão, eu vou. Eu não vou fazer um apelo para você, vim aqui para frente, você pode vim se quiser, mas eu queria que a gente pudesse. Eu não vou vim fazer um fechamento, você já está abençado para a sua casa. Mas eu queria que aí, no seu lugar, você. depois de ouvir tudo isso, você pudesse gastar um tempinho, tentando encontrar a fonte de volta. A gente se afasta tanto de Jesus que a gente sempre quer Jesus e mais alguma coisa. Você não se percebeu isso? Você quer Jesus e o emprego novo? Você quer Jesus e a promoção? Você quer Jesus e o carro novo? A gente muito fácil vai para a prensa de Deus? Eu não duvido que você vai por Deus, mas você sempre vai por Deus e mais alguma coisa. Isso já mostra que alguma coisa, a nossa coração está no lugar errado. Então agora não é hora de você julgar ninguém, não é hora do barido ficar cutucando esposo, esposo cutucando marido, o pai cutucando o filho, é hora de você olhar qual é a falta que Jesus está fazendo aí? Qual é o buraco dentro disso que você vê dentro de você que você fala, "Cara, sabe esse problema aqui, ó?" "Falta de Jesus". "Sabe por que eu fico tão relaxado e não tá com a minha família, num cúdio domingo?" "Falta de Jesus, foda de fome, foda de sede, foda de compromisso, falta de zelo pelas coisas eternas, falta de desejo de ensinar meus filhos no caminho do Senhor de verdade." Eu fiquei tão livre que eu tô livre de Jesus. Ninguém é obrigado a ficar, mas eu não queria que você dispersasse sem pelo menos colocar, talvez essa é a hora que o Espírito Santo vai falar com você, você vai precisar pegar um caderno, uma caneta, precisar pegar seu celular. Eu acredito muito nisso que essa hora que o Espírito Santo pode te dar direções objetivas, claras. Seu Jesus nós te agradecemos, Senhor, por essa noite. Às vezes é tão difícil isso, Senhor, eu lembro das palavras de seu Jesus disse pra laudiceia. Senhor, olha pra laudiceia e fala, você acha que é abastado rico que não precisa de coisa alguma. E aí o Senhor diz assim, reconhece a sua miséria, porque na verdade você é pobre, cego e no. Eu sei importância, Senhor, de algumas coisas, de alguns momentos da vida, os Sonos levar pra gente reconhecer a nossa miséria, Senhor. Como nosso coração se engana fácil, como a gente está sempre tendendo pra dois extremos diferentes. Sorsabe que eu compartilhei essa mensagem aqui da melhor forma que eu pude. Mas eu te peço toque essa casa, sorsabe como eu amo essa igreja, como eu amo cada pessoa, cada família aqui. Eu quero que essa verdade possa tocar o nosso coração, que essa verdade ela possa chegar na ponta, na forma que a gente lida dos nossos filhos, na forma que a gente lida com trabalho, com as finanças, com o nosso compromisso. Eu acho que nunca teve uma geração tão descomprometida com as coisas do Senhor. Revela, Senhor, que o Senhor possa nessa noite colocar como um espelho de antidinosa, assim como o Senhor fez com a audiceia, nos ajudando a ver a nossa miséria, nos ajudando a reconhecer a verdade que a gente não está olhando, Senhor. Eu abençou, Senhor, cada família, cada casa aqui, eu zelo por Ele, Senhor, com todo meu coração. Sorsabe como eu tenho. Deus chorado, apertado, meu coração com essa igreja, com algumas coisas, ela é uma igreja melhor do que eu mereço, Senhor. Mas eu amo essas famílias aqui, e meu coração queima por sempre ver, cada família, cada casa, cada pai, cada filho, cada esposa, chegando no lugar mais elevado do Senhor, de uma revelação maior, de um compromisso maior, de os compromícios, compromisso com o Senhor, Pai. Nos leva pra esse lugar, toca cada família, que cada um que vai ouvir em casa depois da palavra, que o Senhor possa ministrar o nosso coração, que o Espírito possa estar falando de uma forma individual, pessoalizada, única, com cada um aqui, Senhor. Depois disso, nos leva pra casa em paz, em segurança, e, embaixo, o teu amor, Deus, da graça de Jesus, da comunhão do Espírito, continuam ministrando a nosso coração, Senhor. ♪ Tudo, tudo, perde o Senhor, o valor. ♪ ♪ Eu estou aprendendo a estar. ♪ Cada dia mais há te esferde em ti. ♪ ♪ Tudo, tudo, perde o Senhor, o valor. ♪ Eu estou aprendendo a estar. ♪ E, ao meu dia, nem te mua isso mais. Eu estou aprendendo a estar. ♪ A mente vem que te conhece mais. ♪ ♪ ♪ ♪ ♪ ♪ ♪ ♪ ♪ ♪ ♪ Eu estou aprendendo a estar. ♪ ♪ Cada dia mais há te esferde em ti. ♪
Podcast Summary
Key Points:
Jesus reinterpreta a figura do mestre da lei, mostrando que o verdadeiro discípulo do Reino une o novo (revelação de Cristo) ao velho (Escrituras), sem descartar nenhum dos dois.
A maturidade cristã exige equilíbrio e capacidade de sustentar tensões, evitando a polarização que leva a rejeitar ou aceitar pessoas e ideias de forma absoluta.
A polarização contemporânea é criticada como um pensamento binário que separa a vida em "espiritual" e "secular", destruindo famílias e gerando desequilíbrio.
Summary:
Jesus, no capítulo 13 de Mateus, apresenta seis parábolas para revelar o Reino de Deus, destacando seu crescimento silencioso, coexistência temporária com o mal e valor incomparável. Nos versículos 51-52, Ele pergunta aos discípulos se entenderam e, com a resposta positiva, redefine o papel do mestre da lei: alguém que, instruído no Reino, tira do tesouro coisas novas e velhas, unindo a revelação de Cristo ao conhecimento das Escrituras. Essa imagem simboliza maturidade espiritual, que não descarta o passado, mas o ressignifica.
O pregador alerta contra a polarização moderna, que transforma diferenças em lados opostos, levando a rejeitar ou aceitar pessoas e ideias de forma absoluta. Isso entra na vida espiritual, criando uma divisão binária entre o "espiritual" (culto, oração) e o "secular" (trabalho, família), como se um fosse superior ao outro. Esse pensamento, comum no Ocidente, contrasta com a abordagem oriental, que lida melhor com tensões (ex.: Jesus 100% homem e 100% Deus). A crítica central é que a imaturidade busca extremos simples, enquanto a maturidade sustenta o equilíbrio, evitando que a vida cristã se torne desequilibrada, como famílias destruídas por excesso de atividades religiosas. O verdadeiro discípulo, como o novo escriba, valoriza tanto o novo quanto o velho, sem polarizar.
FAQs
Jesus ensina que um mestre da lei instruído no reino dos céus é como um dono de casa que tira do seu tesouro coisas novas e velhas. Isso significa que ele não descarta o que aprendeu antes, mas ressignifica à luz da revelação do reino, valorizando tanto o antigo quanto o novo.
Mateus 13 é conhecido como o capítulo das parábolas do reino, onde Jesus revela segredos do reino dos céus, usando seis parábolas para ensinar sobre seu crescimento, valor, convivência com o mal e separação final.
Jesus ressignifica a figura do escriba ou mestre da lei, mostrando que agora há um novo tipo: alguém que entendeu o reino de Deus e usa seu conhecimento anterior das Escrituras como tesouro, sem rejeitá-lo.
A polarização é um pensamento binário que força escolher entre extremos. Para evitá-la, é preciso maturidade para sustentar tensões, como valorizar tanto o antigo quanto o novo, e não rejeitar tudo de alguém por um erro ou discordância.
É separar a vida em atividades espirituais (andar de cima) e seculares (andar de baixo), achando que só as primeiras agradam a Deus. O perigo é negligenciar família e outras áreas, achando que quanto mais tempo no 'espiritual', melhor.
É preciso discernimento: não se deve rejeitar tudo o que ensinaram, pois podem ter dito verdades profundas, mas também não engolir tudo sem crítica, especialmente quando misturam sofismas para justificar erros.
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