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08. Deus e Nossas Crianças - Série em Lucas

42m 53s

08. Deus e Nossas Crianças - Série em Lucas

A mensagem analisa Lucas 1:39-45 e os dois primeiros capítulos do evangelho, focando na relação entre Deus e as crianças. O encontro entre Maria e Isabel revela que João Batista, ainda no ventre, reage com alegria à presença de Jesus, indicando que a vida espiritual começa antes do nascimento. O texto destaca que Deus tem um plano eterno para cada criança, como visto nas histórias de João Batista e Jesus, que foram predestinados para missões específicas desde antes de nascer. No entanto, a soberania divina não anula a responsabilidade dos pais em educar os filhos nos caminhos da fé, instruindo-os e sendo exemplos piedosos. A regeneração espiritual pode ocorrer muito cedo, até mesmo no ventre materno, e não depende de uma lembrança consciente, mas de evidências como uma vida de santificação. Por fim, a tradição judaico-cristã é apresentada como uma força que resgatou a dignidade das crianças, contrastando com culturas pagãs que as desvalorizavam, e essa perspectiva fundamenta a oposição cristã histórica ao aborto.

Transcription

6559 Words, 35572 Characters

Portuguese
Os irmãos, nós vamos abrir a palavra de Deus no evangério de Lucas, capítulo 1, o verso 39 a 45. O objetivo na mensagem que se segue é falar a respeito de Deus e de nossas crianças. Lucas, capítulo 1 de 39 a 45, naqueles dias, dispondo-se Maria foi apressadamente a região montanhosa, uma cidade de judá. Entrou na casa de Zacarias e saldois a Bel. O vindo esta saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre. Então Isabel ficou possuída do Espírito Santo e exclamou em alta voz. Bendita estuem entre as mulheres e bendita o fruto do teu ventre. E onde me provém em que me venha a visitar a mãe do meu Senhor, pois logo que me chegou aos ouvidos a voz da tua saudação, a criança estremeceu de alegria dentro de mim. Bem aventurada que creu, porque serão cumpridas as palavras que lhe foram ditas da parte do Senhor. Até aquela etura da palavra de Deus. A passagem é o relato da anunciação, perdão, é o relato da visita que Maria fez a sua parente Isabel. E quando as duas se encontram, ficou registrado aqui, que João Batista, que estava no ventre de Isabel, estremeceu quando viu a voz de Maria. Mas adiante no verso 44, que esse tremessimento foi de alegria dentro do ventre de Isabel, como se a criança ainda no ventre, tivesse compreendendo que estava acontecendo ou viu a voz de Maria, que era a mãe de Jesus Cristo, e com isso a criança é sentiu de alegria. É essa mesma criança que está escrito antes, que seria cheio do Espírito Santo, já no ventre de sua mãe. A passagem então mostra que antes de nascer, já há um relacionamento de Deus com os nossos filhos. Esses textos e outros estão entre aqueles que são usados pelos cristãos através dos séculos para serem contra o aborto, porque para muita gente, enquanto nasce não é pessoa, não é gente, mas da perspectiva da palavra de Deus, já no ventre materno, as crianças são pessoas, elas sentem, elas percebem, talvez até mais do que nós imaginamos. Mas pega alguns pontos dessa passagem e de outras que estão ao redor dela aqui nos dois primeiros capítulos de Lucas para respeito desta relação de Deus com os nossos filhos. Filhos são vençãos, para nós, isso não está em discussão entre os Evangelicos. Existem maneiras diferentes de nós vermos a relação entre nossos filhos e Deus, alguns irmãos, algumas tradições dentro do protestantismo acreditam que nós devemos apresentar nossos filhos a Deus, outras pessoas como nós, os reformados cremos que nós podemos batizá-las, mas no final, porque todos nós queremos, é de fato, entregar os nossos filhos a Deus e ver que eles cresçam na presença do Senhor e se tornam servas em servas de Deus. Nos dois capítulos iniciais de Lucas, boa parte do capítulo 1, nós já vimos, veremos o segundo mais adiante nas próximas mensagens, mas os dois capítulos iniciais focam em duas crianças, o nascimento de ambas e a anunciação do nascimento de ambas, que são, respectivamente, a pessoa de João Batista e de Jesus Cristo. Em linhas gerais, vou fazer um esboço aqui para chegar onde nós chegamos, o que nós temos é o seguinte. O Anjo Gabriel foi mandado a parte de Deus, anuncia-las a carias do nascimento do seu filho João. Nós encontramos isso, capítulo 1 de 5, em diante, o relato da anunciação do nascimento de João Batista, as a carias. E o Anjo então, quando o aparece diz quem será o filho de Zacarias? Véso 15, será grande diante do Senhor, não beberá vinho, na imbebida forte, será cheio do Espírito Santo, já do Vente de Materno, converterá muitos dos cílios de Israel ou ao Senhor O Senhor Deus, iradiante do Senhor no Espírito de Poder de Elias, para converter o coração dos pais aos cílios, converter o desobediante da Prata do Justo, se preparar para o Senhor e habilitar para o Senhor um pouco preparar-lo. Então é o que nós lemos aqui, na Anusiação. E seguido mesmo o Anjo, seis meses depois, vai aonde está a Maria e anunciam o nascimento o seu filho Jesus, ainda no capítulo 1 do Vesso 26. Em dia 1 de Gabriel, o entro onde estava Maria faz a saudação, Maria fica perturbada com aquela saudação, não sabe o que aqui do significado, e o Anjo então explica no Vesso 31, com o severais e dará a ilusão filho, a quem chamará esse pelo nome de Jesus, ele será grande, será chamado filho do altíssimo, Deus, o Senhor, lidará o trono de David seu pai, ele reinará para sempre e sobre a casa de Jacol, seu reinado não terá fim. E também no Vesso 35, o Anjo diz, este entiçando que há de nacer será chamado filho de Deus. Então Maria, quando recebe esse anúncio, ela vai correndo para Isabel, que já estava grave de seis meses, e é o episódio que nós vemos quando ela chega lá na casa de Isabel, sua parenta, a criança que já estava no vendor de Isabel extremece de alegria quando ouvia voz de Maria, que é a mãe de Jesus. O relato continua, e no Vesso 57, é o entenda, nós temos o registro do nascimento do primeiro, João Batista nasceu primeiro, ele é seis meses mais velha do que Jesus, e nos fala aqui de como o tempo se cumpriu, nós vamos em detalhes tratar disso mais adiante, mas o que nós temos aqui é que quando vão colocar o nome do menino, os acarias então diz que o nome dele vai ser João, todo mundo estranho, porque não tinha ninguém chamado de João na família, naquele tempo se costumava batizar os filhos com o nome dos antepassados, ou dar o nome dos filhos a partir do nome dos antepassados, não tinha ninguém, mas o nome que o anjo Gabriel tinha dito as acarias, seria o menino, é João e ele insiste então, e a partir da ali inclusive ele volta a falar, ele tinha ficado mudo quando não creu. O próximo relato no capítulo 2 de 1924 é o nascimento de Jesus, nós todos conhecemos a história de como eles vão para a violência, a lista de Jesus nasc, ali, nascem numa manje dora e em seguida algum tempo depois, quando eles estão de volta Jesus é levado ao templo para ser circuncidado, verso 21 do capítulo 2 completado 8 de 8 dias para ser circuncidado o menino, deram o nome de Jesus como li chamar o anjo antes de ser concebido. E aí então lá no templo estão o Simeão, lemos aí do verso 25 até o verso 35, que era um homem justo que esperava a chegar a domesias que tomam Jesus nos braços e profetiza a partir do verso 29 dizendo que ele é aquela salvação que Deus havia preparado de antes de todos os povos luz para a revelação e gentil e assim por diante. E aí chega para Maria, o verso 34 diz esse menino está destinado tanto para a ruína como para levantamento de muitos em Israel e para ser algo de contradição, Simeão profetiza respeito do futuro daquele menino, filho de Maria, estava sendo trazido ali para ser circuncidado. E também havia uma profetiza no templo chamada Ana, está aí no verso 36 a 38, que quando ver, chegando o Jesus ela começa a falar respeito do menino e de todos que esperava a redenção de Israel e o capítulo 2 termina com aquela história conhecida que quando Jesus tinha 12 anos, ele foi encontrado com os doptores em geros além discutindo falando e a mãe veio procurar juntamente com pai e ele responde vocês não sabiam que me cumpria estar na casa do meu pai verso 49 do capítulo 2 e o capítulo 2 termina dizendo que crescia o menino Jesus em sabedoria, a estatua e graça de ante deuses e dos homens. Ou seja, os dois capítulos iniciais do evangelho de Lucas tratam da anunciação, concepção, nascimento e primeiros passos na vida de duas crianças, João Batista e Jesus. Isso deve ter algum significado para nós. Os cristãos, no certo sentido, redimiram o valor das crianças. No mundo pagão, no mundo pagão, em que a nação de Israel viveu e no mundo greco romano, em que acontecem os eventos do novo testamento, as crianças não tinham tanto valor e tanta dignidade e não eram tão preciosos, não era encarados desta maneira tão especial. como era na Nação de Israel posteriormente entre os cristãos. Os cristãos foram os primeiros a lutar contra o abordo, a lei de Deus proibia, não digo testamento, que o Judeus sacrificassem os seus filhos aos seus deuses, porque era isso que as Nações pagam em sua asião. Tras em os próprios filhos para matar no altar e quem mariam o menagem aos seus deuses, crianças eram vendidas como escravos, eram moedas de troca, quando um pai estava a flito ou preocupado financeiramente, ele podia vender os seus filhos e remediarvelmente sem qualquer perspectiva de algum dia, é velos outra vez, mas a tradição judaico cristã resgator o valor, a pessoalidade, a dignidade das crianças, como sendo seres humanos, e com valor, e antes de Deus tanto quanto um adulto, uma das leis do antigo testamento é que se numa briga, um homem por acaso ferisse, uma mulher que estava grávida e ela é abortasse, aquele homem seria punido, provavelmente com a morte, provavelmente com a morte, porque era considerado que a criança no vento de da mãe era um ser humano de igual valor aquele que provocou a sua morte também. Nós aprendemos, a muita coisa ser aprendida aqui, é respeito de como Deus vê os nossos filhos, mas eu destaquei cinco ou seis pontos, eu queria compartilhar com vocês, essa mensagem é não somente por os solteiros, que estão planejando casar e ter filhos, mas é para quem já é casado e tem filho, para quem é casado e planeja ter filho, é para quem já fechou a fábrica e vovou, é para quem não tem filhos e não pretende casar mais, porque de uma forma de outra sempre vai ter uma criança na vida da gente, sempre nós vamos estar relacionados com alguma ou precisando olhar para esse assunto e entender. Cinco ou seis pontos, a respeito da relação entre Deus e as nossas crianças. O primeiro é que nós podemos ver com clareza das passagens que nós lemos que desde eternidade Deus já planejou a vida dos nossos filhos e já determinou o caminho deles, desde eternidade. E no caso aqui, pelo menos um caso de João Batista, isso inclui a eleição para a salvação. Quando o Anjo apareceu às acarias, capítulo um, no verso 1317, disse que a criança que haveria de nascer, seria o preco-sor do Messias, seria grande diante de Deus e dos homens, e seria o instrumento de Deus para a realização de seus planos, para que isso acontecesse, aquela criança teria que ser crente. Ela teria que ser uma, um membro do povo de Deus. O membro do povo de Deus, ou seja, antes dele nascer, o seu caminho já estava traçado por Deus, o que ele seria, o que ele haveria de fazer, já havia sido determinado por Deus e mandado de zerar o seu pai e a sua mãe. Tanto é que quando os acarias cantam e louva a Deus, por isso, ele disse, quando o menino nasce, no verso 76, um túmininos era chamado "Profeta do Autíssimo", porque precederais o Senhor preparando os seus caminhos. Então, está muito claro aqui que, pelo menos uma criança que a gente sabe, tinha sido predestinada, planejado o seu futuro, traçado o seu caminho, antes dela nascer. João Batista, pelo menos essa, você tem que admitir que Deus já havia feito isso. E a pergunta é se é com essa, porque não é com as outras, o que é que nos impede de ver que Deus faz isso com todas. Mas João Batista havia sido eleito, escolhido e predestinado para ser o precoçou, do messias, aquele que haveria de preparar o caminho para chegar a de Jesus Cristo, isso, que texto é muito claro. E quando nós chegamos no caso do próprio Jesus e a mesma coisa, nós temos que nos lembrar que Jesus, ele era plenamente homem. Deus não criou um ser humano assim, do nada, na barriga do ventro e de Maria. Mas Jesus foi gerado, segundo o processo humano natural, a exceção da participação masculina, mas ele era uma pessoa, ele era um membro da raça humana. Desde eternidade Deus escolheu aquela pessoa, aquele filho de Maria, para ser o Salvador do mundo. Então Jesus havia sido predestinado por Deus, escolhido por Deus, antes da Fundação do mundo, enquanto gente, enquanto pessoa, enquanto membro da raça humana, ele havia sido predestinado, escolhido, destinado por Deus para ser o Salvador. É isso que o ânjo disse para Maria. O entiçanto que vai nascer é o filho de Deus. Ele vai salvar o seu povo dos seus pecados. E quando Jesus elevado ao templo, se meão toma a criança da mão e diz a Maria, esse está destinado, e, claro que está lá, ele está destinado para ser a causa da queda e da salvação de muitos em Israel. Então nós podemos ver com muita clareza esse ponto nos dois capitos iniciais do livro de Lucas, de que estas duas crianças, elas haviam sido eleitas predestinadas, destinadas por Deus, para o cumprimento de um propósito. Você vai me dizer, mas aqui Deus está predestinando apenas a função e a missão. Vai ficar muito difícil você separar aqui essa questão da salvação e da missão, porque como aqui o João Batista poderia ser o precoçou do Messias, aquele que haveria de preparar o Caminho, anunciar chegar a do filho de Deus e ele não fosse crente. Se ele não fosse salvo, o texto aqui nos diz que ele era cheio do Espírito Santo, já no vento de sua mãe. Jesus não precisava de salvação, né? Ele não precisava de regeneração, porque ele não tinha natureza humana pecaminoza, tinha natureza humana, mas sem pecado. Mas é evidente de que não tem como separar a missão dessas duas crianças do fato de que elas eram de Deus, faziam parte do povo de Deus. O que eu quero dizer é isso, isso bate com que toda a escritura diz que Deus na sua misericórdia, Ele escolhe, Ele predestina para salvação antes da Fundação do mundo aqueles que Ele quer, por motivos que são misteriosos e que não são revelados a nós. Mas nós não podemos fugir ao que a escritura está dizendo, não podemos fugir, podemos dizer que não entendemos como interclaresa, mas não podemos negar, porque fica muito claro aqui, antes destas crianças na série, já havia sido traçado o Caminho de Elas, por Deus. Esse é o primeiro ponto, saber isso, deveria ser, na verdade, uma conta de consolo e conforto para nós, porque tem esperança. O segundo ponto é que a soberania e a eleição de Deus, com relação às nossas crianças, não anula a nossa responsabilidade como Pais. Quando o Anjo apareceu às acarias, para falar a respeito de João Batista, disse assim, no verso 15 do capítulo 1, "Ele será grande diante do Senhor, não beberá vinho nem bebida forte, e será cheio do Espírito Santo já do ventro em materno." Acarias e Isabel não poderia fazer nada com relação a Ele ser grande diante do Senhor e muito menos com relação a Ele ser cheio do Espírito Santo, já no ventro em materno, mas tem uma coisa que eles pudiam fazer. Você não vai beber vinho nem bebida forte, porque você foi consagrado a Deus. Então percebem que, ao mesmo tempo em que é dito que Deus elegeu predestino e destino aquela criança, há um elemento aqui da responsabilidade dos Pais na criação de João Batista. Vocês vão criá-los como um nazireu, porque é isso que significa, havia um voto em Isabel, que era o voto de nazireado, em que a pessoa não cortava o cabelo, não tomava bebida forte, não fazia determinadas coisas, vocês consagravam totalmente a Deus, eles vão Batista, tinham que ser o nazireu. E quem é que a veria de ensinar João Batista desde cedo, a seguir o caminho do nazireado e da consagração a Deus, papai, mamãe. Então a soberana eleição de Deus não anulou a responsabilidade de carias Isabel, de instruir João Batista e criá-lo dentro daquela instituição que era o nazireado, que ser razão pela qual cedo o menino vai para o deserto, onde ele ia gastar tempo e meditação e em preparação espiritual, em comunhão com Deus, se abilitando para aquela tarefa extraordinária que seria preparar o caminho para chegar do Salvador. Isso aqui para nós é extremamente importante porque às vezes os pais pensam que a doutrina da soberania de Deus, da eleição e da predestinação, tiram a nossa responsabilidade, tipo assim, o que esse menino vai ser, Deus já predestinou, então nada do que eu fizer vai mudar, não é isso que a Bíblia diz, não. Não é isso que a Bíblia diz, não. A Bíblia ensina, a Bíblia nos diz, que nós temos que educar os filhos, temos que mostrar o caminho do Senhor, temos que ser exemplo para eles, temos que conduzir-lo a fé em Cristo Jesus, temos que orar por eles, com eles, ser exemplo, fazer todo o que está o nosso alcance para aqueles dos nossos filhos. os seus filhos conhecem a verdade, abracem a verdade e andem nos caminhos do Senhor. Isso em nada conflita com os planos misteriosos e soberanos de Deus traçados desde a eternidade. Uma coisa não expulsa a outra, andam juntos. E no fim, quando você tiver feito tudo que você pode fazer como pai e mãe, você pode olhar para trás e dizer "bra Deus", Senhor, eu fiz tudo isso que eu devia fazer, mas eu sei que eu não posso fazer o meu filho Cree, eu não posso converter o coração no meu filho, é isso que o Senhor tem que fazer. E nós podemos, no final dizer, que se nossos filhos andarem uns caminhos de Deus, não será por nós, mas será apesar de nós, e será somente pela graça de Deus e pela misericórdia de Deus. Mas a soberania dele na escolha e na predestinação não anula responsabilidade, nossa como o pai de criar os filhos à Bíblia, a mesma Bíblia que fala que o destino de João Batinte de Jesus já estava traçado desde a eternidade, é mesmo aquilo que nos diz, ensina criança no caminho que deve andar, e ainda que por quando for velho não vai se desviar dele. Uma coisa não anula a outra. José Maria criaram Jesus nos caminhos do Senhor, ele ia ao templo a partir dos 12 anos, anualmente, lembro que eu falei do relato, capito em 2, 41, 42, quando a gente lê nos Eva Angelis, a maneira como Jesus conhecia as Escrituras, a piedade de Jesus a vida de oração, a gente fica pensando que aquilo era porque ele era Deus, mas não aquilo é, a parte humana dele é a sua natureza humana, a sua pessoa humana, que ele aprendeu em casa com Marí com José, a hora tirá tempo para buscar ao país celestial, decorar as Escrituras, memorizar passagens do antigo testamento, aquilo foi incutido para ele, enquanto criança pelo seu pai, pela sua mãe, ele cresceu com uma criança normal, como nossos cirros cresceram, como você cresceu, só que ele não tinha pecado. Então esse é o segundo ponto. Primeiro é Deus é soberano, e Ele destina a vida das pessoas, das crianças, desde as crianças, enfim, ele é soberano sobre o nosso futuro. E isso em nada anula a nossa responsabilidade de fazer as escolhas certas em criar os filhos no caminho do ser. Terceiro, Deus pode regenerar os nossos filhos ainda no vento e da mãe. Gita fica muito nervosa quando a gente pergunta, qual foi o dia da sua conversão? É a pessoa, não lembro. E diz assim, eu não lembro quando eu me converti, eu sou crênte desde criança. E é verdade, tem muita gente que não sabe quando foi convertido, porque se João Batista era crênteis antes de nascer, diz o texto que ela era cheio do Espírito Santo, no vento e da sua mãe, da significa que ele já era regenerado, já no vento e da sua mãe. E se acontecer com João Batista, pode acontecer com outros. Nós não sabemos quando a regeneração acontece. Ela pode acontecer numa idade muito tendra, pode acontecer no vento e da mãe, pode acontecer quando a criança é pequena ainda, pode acontecer durante os primeiros anos da infância, quando jovem. E às vezes as pessoas se corcem aflitas porque elas não lembram quando elas nasceram de novo. Eu vou dizer uma coisa para você. O importante não é você lembrar o dia em que você foi regenerado. O importante é você estar vivo. Você não lembra quando você nasceu, lembra? Você não lembra quando você nasceu. Você claro que você não lembra, mas qual é a prova de que você nasceu? Você está vivo. Você não lembra, mas você sabe que você nasceu, porque você está vivo. Então você pode não lembrar o dia da sua regeneração, mas a prova de que você nasceu de novo, foi regenerado espiritualmente, é a santificação, é a vida no espírito, é o amor a Deus, é o desejo pela palavra de Deus, é o desejo de fazer a vontade de Deus. Se você tem isso na sua vida, não importa quando você foi regenerado, não importa se você não lembra a data, pode ter sido muito cedo na sua vida, você nem lembra disso. Alguns lembram, eu sei exatamente o dia, a hora, o mês e o ano em que eu nasci de novo. Mas a minha esposa, que é a pessoa mais crente que eu conheço, depois de 30 anos de casamento com ela, se você perguntar para ela, não vai saber. Provavelmente ela já nasceu crente. A tua crente é a vida toda. Outras pessoas também, mas o que importa não é isso, é saber que Deus faz isso. Isso para nós, é importante saber por quê? Porque o novo nascimento não é uma coisa que o ser humano faz, mas o novo nascimento é uma coisa que Deus faz. Para algumas pessoas, a sequência da salvação é assim. A pessoa crece, se arrepende, aí Deus regenera a pessoa, ela nasce de novo. Primeira pessoa tem que crece, se arrepender, aí Deus regenera. Nós não acreditamos que essa seja a sequência, porque para que uma pessoa creia e se arrependa, ela precisa de adecido regenerado, porque sem ela nascer de novo, ela está morta em ofensas e pecados, ela não pode creer, ela não pode se arrepender. Deus primeiro tem que dar vida para que a pessoa creia e se arrependa. Então é um ato sobernando de Deus. Deus primeiro regenera, aí a pessoa se arrepende e crea. Mas a iniciativa é de Deus primeiro é Deus. Se não a pessoa nunca vai ser sal, ninguém pode se nascer. Você não é o responsável pelo seu nascimento, é? Você não é o responsável, você não se nasceu. Na mesma forma, você não pode se nascer de novo, se regenerar espiritualmente, e ser um ato de Deus. E fica claro aqui, no caso de João Batista, e a experiência mostra que é o que acontece com muitas pessoas também. Agora, meus irmãos, eu, com isso, eu não estou dizendo que todos os sírios de crente são regenerados e salvos. Há quem acredite que todo filho de crente, ele já é abençoado por Deus de tal maneira que ele já nasce crente, já nasce salvo. Eu não creio que nós temos base nenhuma para afirmar isso da parte da descritura sagrada. Não. Infelizmente, às vezes acontece que filhos de crente e eles não, eles atravessam essa vida, rejeitam que aprendeiro desde criança, viram as costas e vão pro mundo e nunca mais votam. Eles vão responder de antes de Deus por isso. Eu não estou dizendo que todos os filhos de crente são regenerados e salvos. Eles nascem de baixo da aliança, eles nascem dentro da família externa visível de Deus, não quer dizer que eles são salvos, eles têm um privilégio de crescer junto com o povo de Deus, ouvindo a palavra de Deus, mas vai ter um momento em que eles vão ter que dizer, "Eu quero ficar aqui, eu pertenço aqui, esse é o meu povo, eu quero andar com esse povo." Então, ele vai simplesmente virar as costas e vai embora. Eu também não estou dizendo que creio que o batismo salva. Não creio que o batismo salva a igreja católica, na teologia da igreja católica, sacramendo do batismo, tira o pecado original da criança. Pelo menos, para não ir por católica, se ela morrer pagando, sem o batismo. Nós não cremos que o batismo dos nossos filhos tem qualquer efeito salvador ou redentor, mas simbólico, como eu vou falar mais adiante, mas simbólico. Infelizmente, nem sempre nossos filhos serão regenerados e salvos. Alguns podem ter uma experiência de conversão já adultos. Como eu criado na igreja, fui batizado quando criança, fui educado nos caminhos de Deus por uma mãe piadosa, tive bons pastores, mas eu, de fato, só nascer de novo aos 22 anos de idade. Mas como eu disse, o que importa é o fruto. Eu quando olho para uma árvore, eu não vejo a seiva correndo dentro dela. Mas eu sei que ela está viva porque eu vejo o fruto. Eu vejo o fruto. Então não é a questão de você lembrar quando você nasceu de novo, mas se perguntasse, o fruto da reje neração está presente em sua vida. E aqui vem meu quarto ponto, tirado dessas passagens todas que nós estamos lendo aqui, que nós devemos trazer os nossos filhos para dentro da família da aliança. E eu estou convencido que a gente faz isso por meio do batismo. Eu quero fazer um raciocínio prévia aqui, porque não pretendo me demorar nesse ponto. A circuncisão que era a remoção da carne do membro viril, masculino, praticado em Israel, era símbolo da aliança entre Deus e o seu povo. Deus quando chamou a branco e disse, você vai ser a sua descendência será o meu povo e eu serei o Deus de vocês. Vamos fazer aqui um símbolo, vamos colocar um selo dessa relação. E Deus estabeleceu a circuncisão. E a circuncisão era, na verdade, o símbolo da justiça da fé, que é o que Paulo diz lá em Romanos, capítulo 4, verso 11. Eu quero ler para vocês aqui, após o Paulo tratando da circuncisão de Abraham, ele diz assim, "Abraão recebeu o sinal da circuncisão como selo da justiça da fé, que teve quando era circunciso." Abraham recebeu, a circuncisa que era o selo da justiça da fé. Ora, a circuncisa era aplicada, Deus mandou que todas as crianças de 8 dias em Israel fossem circuncidadas. E a circuncisa era o quê? Simbolo, o selo da justiça da fé. O é mais um menino de 8 dias, ele não cre. Ele não cre. Mas mesmo assim, ele era circuncidado. Mesmo que a circuncisa era o símbolo da justificação pela fé no antigo testamento, os meninos de 8 dias eram todos circuncidados, mesmo que menino de 8 dias não creia. Mas era o símbolo da relação nossa com Deus, que é pela fé. Que a criança cre. Mas os seus pais pela fé oferecem aquela criança, Deus, dão o símbolo de que ela pertencia ao povo de Deus, que naquele tempo era circuncisa. Nós queremos que o batismo substituia a circuncisa. Da mesma forma que a paz com a foi substituída pela seia, nós queremos que a circuncisa ou foi substituída pelo batismo. Por isso nós trazemos os nossos filhos para serem batizados. Não quer dizer que eles são regenerados, não quer dizer que eles são salvos, não quer dizer que a criança cre. Suce de ser, mas está escrito assim. Quem crere e for batizado será salve. Quem não crece será condenado. Então como é que você vai batizar uma criança? E para a gente está atenção, não que você está dizendo. Se esse versículo é para criança, significa que se a criança morre, ela está condenada, porque ela não cre. Na verdade, o que é que o versículo diz? Mas quem não crece será condenado? Criança cre? Não. Se ela morre na infância, ela está o quê? Condenada. Não é isso? Não, né? Claro que não. Ele disse, "Deixa e vira a mim, as crianças, porque das tais é o reino do Icelos". Qual é o problema? É que essa passagem não está se referindo aos sírios dos crentes, mas uma situação de fronteira. Foi quando Jesus disse aos apóstons, "O empregão, o evangelho no mundo todo, que está sendo contemplado ali, é apregação a adultos". Aí você me diz, "É, mas não tem um novo testamento, nenhum caso de menino ser no batizado depois de Cristo, depois de Pentecostas, no livro de Atos". Você não tem nenhum exemplo de um criança, sim, a filho de crente ser no batizado. É, mas você também não tem nenhum exemplo de um menino de 18 anos, filho de crente, sendo batizado, tem? Que as elas dizem isso, não tem nenhum exemplo de criança ser no batizado. Sim, mas o que aqui os que não acreditam no batismo dos sírios fazem? oferecem sírios, né, apresentam sírios, não tem nenhum exemplo de criança, filho de crente, sendo apresentada em lugar nenhum no novo testamento. E quando o menino tem 14, 15 necessitantes, então é batizado. Não tem nenhum exemplo de filho de crente, sendo batizado aos 14, 15, 16, 17 anos de idade, também no novo testamento. O argumento corta dos dois lados. Então, uma boa regra de interpretação é o que não é abolido no novo testamento, passa do antigo pro novo. Qual era a prática dos sírios de Deus do povo, de Deus do antigo testamento, trazer os sírios com oito dias de nascido para circuncidar como selo da justiça para a fé? Isso foi anular o novo testamento, não parece. Então passa para nós. E assim que nós fazemos, fazemos os nossos sírios para serem batizados como selo da liança entre Deus e o seu povo. Mais uma vez, não é garantia de salvação. Quinto ponto, devemos entregar nossos sírios completamente a Deus e estar prontos para o que Deus quiser para a vida deles. Esse talvez seja o ponto mais difícil aqui. Gente, João Batista foi eleito por Deus predestinado, isso é muito claro. Foi regenerado no ventro e da sua mãe, era cheio de inspiração, de ele extremessão de alegria quando viu a voz da mãe de Jesus, mas ele foi preso e morreu de captado na prisão. Eu imagino, a dor dos seus pais se estavam vivos, de ver o seu filho único morrer daquela maneira. Que a pessoa quer você receber todas aquelas profissias? Pensam em Zacarias e Isabel, Javélios, recebeu a promessa, seu filho vai ser grande, vai ser um precoço do Messias, cria ele nos caminhos do Senhor, o cuidado com o que eles criaram aquela criança, ensinando no caminho de Deus, o menino cresceu e de repente, quando ele começa a pregar, ele é preso, jogado numa prisão. Eu não sei se os pais conseguiram vê-lo na prisão e finalmente, por causa da palavra inconcecente de uma dançarina por Rejerodes manda cortar a cabeça dele. Já pensou que é ver o seu filho, cabeça do seu filho num prato. Eles criaram os filhos, mas o fim foi trágica. Pensam em Maria, tudo que foi dito a Maria, seu filho vai ser o Salvador do mundo, seu filho é o Messias de Deus, ela acompanhou a vida do seu filho, e de repente, o seu filho é preso, seu filho é torturado, chicoteado, esbofeteado, escarnecido, cuspido, esmurrado, esquecido, largado pelos discípulos, preso numa cruz, Maria talia, o pé da cruz, e no seu filho, sangrar. Se a pessoa quer isso, você vê o seu filho pendurado no madero, sangrando. Tem uma hora em que você vai dizer, Deus, o seu me deu esse filho, mas ele na verdade é teu. O seu vai fazer o que seu quiser com ele. E às vezes os filhos se tornam idulos para os pais. Os filhos amam e a natural, que os filhos amam tanto os pais, se apegam tanto os pais, se o filho ficar doente, alguma coisa aconteceu, uma tragédia de morrer, os pais ficam profundamente irados com Deus, profundamente maguados com Deus, e não perdou a Deus, que Deus deixou que alguma coisa acontecesse de ruim com o filho ou com o filho. Pensando nos pais de João Batista, nos pais de Jesus, que tiveram que dizer, "A Deus, o filho na verdade te pertence, você pode fazer o seu, pode fazer o que quiser com eles". Não deixe que seu filho se torne um ídolo, um deusinho na sua vida, lembre-se que você cria filhos, mas eles não te pertencem. Deus tem planos, Deus tem propósitos, você deve orar pelo seu filho, amar o seu filho, fazer o que você pode por ele, mas tem que lembrar que o futuro deles e o destino deles, o que vai acontecer com eles na verdade, a gente está na mão da providência de vina, isso para não acontecer, que se algum dia alguma coisa ruim acontecer com seus filhos, você cupa, Deus ou fique amargurado com Deus, eu me lembro aqui do caso de Jó, que no único dia perdeu todos os seus filhos, um desastre quando a casa caiu, e a mulher chegou para ele disse, "A mal de soa esse Deus e morre", e Jó disse, "O Senhor deu, o Senhor tomou, bendito seja, o nome do Senhor". Você está em posição de dizer isso com relação aos seus filhos, diante de Deus, isso que essa passagem também nos ensina. O último ponto, o último ponto é isso, nós devemos saber que mesmo depois de ter feito o melhor que pudermos, mas sempre dependeremos da graça de Deus com relação aos nossos filhos. Interessante que o capítulo 2 termina da mesma forma que o capítulo 1 mais ou menos, no capítulo 1 que é mais sobre Jó um Batista, diz no verso 66, que a mão do Senhor estava com Jó um Batista, e diz no verso 80 que o menino crescia esse fortalecia em espírito e viveu nos desertos até o dia em que a Vida manifestasse a Israel. A mão do Senhor estava com ele, as acarias e Isabel cuidaram, reducaram nos caminhos do Senhor, ele era nasireu, mas a mão do Senhor estava com Jó, de dizer, Deus estava teando a vira de Jó, uma graça de Deus assistindo aquela criança, orientando, fortalecendo, sustentando, preparando para aquilo, ou seja, tem uma parte que você não pode fazer para pai e mamãe. Tem uma parte que você não pode fazer. No final, nós temos que depender da graça de Deus, da misericórdia de Deus, na vida dos nossos filhos. Mesma coisa, Jesus, no capítulo 2 também termina dizendo isso, fala de Jesus e termina dizendo, verso 52, que crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça de antes de Deus e de antes dos homens. Se a graça de Deus não estiver sobre os nossos filhos, todo nosso trabalho será em volto. Por isso, você tem que dobrar o joelho e clamar e dizer a Deus. Tenha, dizer, e corde-a dos meus filhos. Converte, coração dos meus filhos. Traja os meus filhos, livros meus filhos do mal, em caminhos, seus caminhos. Traja e volta aos seus caminhos. Porque você pode fazer um trabalho muito bem feito, como pai e como mãe, mas ainda assim no final, é só a graça de Deus. E a gente sabe disso, se não for misericórdia de Deus sobre os nossos filhos, nenhum deles vai se salvar. Somos a ricorda de Deus que pode preservar os filhos. Eu termino, então, com algumas aplicações. Primeiro, aos jovens que desejam casar e ter filhos, espero que tenha ficado claro a importância de casar com quem pensa dessa forma. Se você casar com quem pensa como você, se você casar com uma crente ou com um crente, já vai ser difícil criar os filhos, imagine se você casar com uma pessoa que não crê nas das coisas. As crianças são importantes pro reino de Deus, são importantes para a igreja, maneira como elas são criadas, são importantes pro mundo, quando você pensa em casamento, em constituir família, não pensa só em você, mas pensa no fruto que virá da sua união e a maneira como você vai cuidar, maneira como você vai treinar, como é que você vai educar. Uma das coisas que mais enfraquece a igreja é quando os filhos de Deus começam a casar com as filhas e os filhos dos homens, e vai diluindo, vai quebrando, vai misturando, enfraquecendo a família e consequentemente também o povo de Deus. Segunda coisa que eu queria falar é os casados com filhos. Quirem que você meritasse da nossa responsabilidade de dar a Deus o primeiro lugar, entregar os filhos a Deus e criá-los na disciplina e na amostação do Senhor. Gasta tempo com os filhos, investir nos filhos, vejo como as crianças são preciosas para Deus, vejo como essa passagem, esses dois capítulos estão cheios de referências de como Deus desde eternidade, planejou, cuidou, decidiu que havia de fazer com estas crianças, com certeza também, com todas as outras, as nossas também, pense a respeito de Deus. E por último, se você tem filhos que não estão dando nos caminhos de Deus, não desiste. Não desiste, semente está lá, ele ouviu, ele aprendeu, está lá dentro. Eu sei de paz que morreram e não ouviram a conversão dos filhos, sei de gente foi criada na igreja que se convertiu, os 80 anos os pais já tinham morrido, tem casos assim na família, na minha esposa, na família da minha esposa. Então não desiste do seu filho, cubra com amor e cubra com oração, não feche a porra. Porque se algum dia alguma coisa acontecer, ele possa voltar para casa, ele sabe que ele tem um lugar que ele pode chamar de casa, não feche a porta do seu coração e nem da sua casa com seu filho rebelde para a sua filho rebelde. Porque um dia, quando ela quiser voltar, quando ele quiser voltar, a porta vai estar aberta da casa e do coração, também que Deus nos ajude e nos abençoe com as nossas crianças. Pai querido, obrigado pelos filhos, são a herança do Senhor, obrigado a Deus pela tua revelação, pela tua palavra, nós pedimos ao pai que danos desde a graça de ver os filhos andando nos seus caminhos. Isso nos perdou e como o Pai, quando nós erramos na criação dos filhos, mas apesar de nós, traz os nossos filhos ao pediência da fé em nome de Jesus, a mim.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A passagem de Lucas 1
  2. Os dois primeiros capítulos de Lucas enfatizam que Deus já tem um plano e um propósito para as crianças desde a eternidade, como visto nas histórias de João Batista e Jesus, que foram predestinados para suas missões específicas.
  3. A soberania de Deus na eleição e no destino das crianças não elimina a responsabilidade dos pais em criá-las nos caminhos do Senhor, instruindo-as e sendo exemplos de fé, como destacado na educação de João Batista e de Jesus.
  4. A regeneração espiritual pode ocorrer muito cedo, inclusive ainda no ventre materno, como no caso de João Batista, que foi cheio do Espírito Santo antes de nascer, mostrando que a salvação não depende de uma lembrança consciente, mas de uma vida transformada.
  5. A tradição judaico-cristã resgatou o valor e a dignidade das crianças como seres humanos plenos, contrastando com as práticas pagãs que as desvalorizavam, e essa visão é usada como base para a oposição cristã ao aborto ao longo dos séculos.

Summary:

A mensagem analisa Lucas 1:39-45 e os dois primeiros capítulos do evangelho, focando na relação entre Deus e as crianças. O encontro entre Maria e Isabel revela que João Batista, ainda no ventre, reage com alegria à presença de Jesus, indicando que a vida espiritual começa antes do nascimento. O texto destaca que Deus tem um plano eterno para cada criança, como visto nas histórias de João Batista e Jesus, que foram predestinados para missões específicas desde antes de nascer.

No entanto, a soberania divina não anula a responsabilidade dos pais em educar os filhos nos caminhos da fé, instruindo-os e sendo exemplos piedosos. A regeneração espiritual pode ocorrer muito cedo, até mesmo no ventre materno, e não depende de uma lembrança consciente, mas de evidências como uma vida de santificação. Por fim, a tradição judaico-cristã é apresentada como uma força que resgatou a dignidade das crianças, contrastando com culturas pagãs que as desvalorizavam, e essa perspectiva fundamenta a oposição cristã histórica ao aborto.

FAQs

A passagem mostra que Deus já se relaciona com as crianças antes do nascimento, como evidenciado por João Batista estremecer de alegria no ventre ao ouvir Maria. Isso indica que, na perspectiva bíblica, as crianças são pessoas desde a concepção, com valor e dignidade.

Os cristãos redimiram o valor das crianças, contrastando com culturas pagãs onde eram desvalorizadas ou sacrificadas. A tradição judaico-cristã resgata a pessoalidade e dignidade das crianças como seres humanos de igual valor perante Deus.

A soberania e eleição de Deus não anulam a responsabilidade dos pais. Eles devem educar os filhos nos caminhos do Senhor, orar por eles e ser exemplos, mesmo confiando que o plano final pertence a Deus.

Sim, como no caso de João Batista, que era cheio do Espírito Santo no ventre materno. A regeneração pode ocorrer em qualquer fase, inclusive na infância, e o importante é a evidência de uma vida transformada, não a lembrança da data exata.

Eles destacam a anunciação, nascimento e primeiros passos de João Batista e Jesus, enfatizando que Deus já traça o propósito das crianças desde a eternidade. Isso reforça que as crianças têm um papel significativo nos planos divinos.

A predestinação divina não elimina a responsabilidade parental. Os pais devem instruir os filhos na fé, como fizeram Zacarias e Isabel com João Batista, criando-os em consagração a Deus, enquanto confiam na soberania divina.

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