Detox digital, fóruns e BBB: os novos hábitos da geração conectada | Episódio #033
30m 59s
O episódio discute tendências emergentes no cenário digital. A conversa inicia com a reflexão de que o futuro das redes sociais pode não ser sobre expandir conexões, mas sobre selecionar melhor com quem compartilhar intenções. Aborda-se o crescimento da desintoxicação digital, exemplificada pelo "Banuary", onde pessoas reduzem voluntariamente o uso de redes sociais. Apresenta-se o aplicativo "Tengo", criado por cofundadores do Twitter e Pinterest, como uma "mídia anti-social" projetada para promover interações mais intencionais e menos viciantes. Outro ponto central é a ascensão de fóruns de discussão, como o Reddit, que priorizam credibilidade e trocas humanas, potencialmente superando ferramentas de busca tradicionais na confiabilidade. O excesso de conteúdo gerado por IA ("slop") é criticado, enfatizando-se a necessidade de intencionalidade e curadoria. Por fim, o Big Brother Brasil é analisado como um fenômeno cultural único, que evoluiu para um produto digital e um "jogo" com enorme engajamento e patrocínios, ilustrando a interseção entre entretenimento, mídia e comportamento do consumidor.
- Neste episódio. - Eu acho que o mais interessante é que o futuro, talvez das redes sociais, não seja realmente sobre só expandir conexões. E sim, sobre selecionar melhor com quem você vai compartilhar, intenções. Foram os, podem estar começando a atrapassar a busca, porque a confiança agora compete lado a lado com a eficiência, né? A busca é a última velocidade e os foram estão ali para construir credibilidade. E eles estão lançando, em que eles estão chamando exatamente do que você falou no final, uma mídia anti-social. As pessoas estão usando a urina como fonte de dados da saúde por meio de dispositivos inteligentes instalados direto no vaso sanitário. E agora o público vai ter um nível de poder sobre o que acontece dentro da casa muito maior. Boenos dias! Bem-vindo mais de um episódio de slogan! Eu sou Janna Vilar, e eu sou Ricardo Diaz. E obrigada por estar aqui com a gente mais de uma semana. Bora nessa para o nosso episódio de hoje! Vamos começar com o nosso cavidade para a semana, né? Bom, depois dos nossos slogan, a gente tem Rotec 1, a nicotina das redes sociais. Rotec 2, foram de discussão, vão trapar as ferramentas de busca e Rotec 3, o BBB está devolta. Finalizando, claro, com a nossa curiosidade da semana. Let's go! Então, já vou emendar o slogan da semana. - Você que traz hoje? - Exatamente. É. já. se já está mais quente, tá? - Então, se já está. - Já está com o mesmo. E eu acho que você vai acertar, mas o slogan, que é desse ano, é o seguinte, feito por você. - E tal? - Não. Big Broder Brasil 26. Ah, e eu ia rir do Itaú. - Mas é igual. - E é igual, mas você vai, você não vai acreditar. - Tem patente de slogan? - Não, tipo de slogan é muito difícil ter patente, né? Porque eu sou palavra genérica, mas o Big Broder, na verdade, não tem um slogan, ele muda todo ano. E o desse ano, número 26, né, que está começando agora, é feito por você. - Será que o Itaú está patrocinando? - Hmm, deveria, né? - A gente vai descobrir, né? A gente vai descobrir, né? - Mas é igual, o Itaú pode rarquear. E falar assim, olha só, Big Broder, entendeu? Todo mundo, aí, pode, é feito por você, pode se inspirar e abrir uma contra em Itaú, quem sabe? - Quem sabe? Eu faria. - Depois, eu vou ver se tem. Vamos ver se tem um banco, espera, vamos ver se tem um banco, um banco patrocinando. - Tem um mercado pago e estônio, que não são bancos, são soções financeiras. - Uuuu, a verdade, hein? O mercado pago, o patrocinador oficial do BBB26. E agora, é feito por você, mercado pago? - Corridor, está estranhei, hein? - Qual que será que é o slogan do mercado pago, você sabe? Vamos ver se tem, o slogan é mercado pago, você tem tudo pra ganhar. - Você tem tudo pra ganhar. Olha só, o pessoal é meio de bet. - Enfim, dito isso que venham 100 dias aí de Big Broder, que a gente vai acompanhar aqui, porque é um grande show pro visitário, no final do dia. As marcas aproveitam Big Broder pra realmente aproveitar esse engajamento todo que. - Eu já fiz War Room, já fiz War Room. - Já, já fiz bastante War Room. - De ver. - Vai ter muito. Ele é bem, na verdade, eu não lembro de que eu fiz War Room. Eu fiz muito War Room de Copa do Mundo, sabe, esses grandes eventos. É super boa, etc. Mas BBB não. Às vezes, 100 dias de War Room passam esses War Room, hein? Então vamos que vejam, "Fuego, Hattake One". - A nicotina das redes sociais. Bom, um episódio passado, eu falei aqui que eu saí das redes sociais. E olha que parece que não só saiu, tá? - Não, mas explica aí, na Júlia, não é que você saiu. - Você saiu por 10 dias de séries e voltou, é ótimo. - É verdade. - Exatamente, não é que você tá lá ainda. - Tá lá ainda. E esse movimento virou uma tendência. Na verdade, virou mais de que é uma tendência. Virou uma meta de começo do ano pra muita gente. A gente já deve encomer seu "Dry the Honorary", né? Que aquele janeiro seco, sem álcool, né? - Galera não bebe. - É, pra que no Brasil não pegou muito. Mas no Estados Unidos e no Reino Unido, é muito famoso. A galera não bebe em janeiro, por isso que chama "Dry the Honorary", né? - Você tá na seca. - Uh-huh. E tem uma tendência, que é o 75 Days. - Ah, tem. - Ele tá aqui rodando muito. - Eu não conheci essa. - Eu tinha que fazer vários rébitos. E aí sem álcool, é uma delas. Mas não, necessariamente, não comece do ano. - No comece do ano? - Ah, sempre no comece do ano também. Tá. É o dry. Você tá fazendo "Dry the Honorary"? Olha, não. De propósito, mas eu não bebisse ainda. - Não? - Não. Eu sempre falo que eu vou fazer no "Dry the Honorary". Ele dura algumas horas. [Risos] Porque assim, a meia noite não fala. A verdade é de alguns minutos. Aí, logo depois a meia noite já tô bebendo de novo. Sei lá, eu consegui fazer alguns minutos, já. - Para bem. - Que ano que vem vem alguns mais minutos. - É, umas horas, quem sabe? - Mais horas, quem sabe. Mas agora tem um novo termo que tá acontecendo, que é o "Soul Show Media" "Banuary". "Banuary". Ah, de. Ah, eles juntaram a palavra "Ban in English" - Com o "Banuary" e ficou "Banuary". - Exatamente. - Você fez 10 dias? - Eu fiz 10 dias. - Você começou antes, né? - Você fez uns 5 dias? - Não, eu fiz 10 dias. - Não, 10 dias. - Eu sou humana natal, etc. - É verdade. Mas janeiro, provavelmente, deu 5. - Vai 5, 6. - Tá bom. Mas explicando para a galera o que que é isso, é um tempo sem redes sociais, no caso, eu não consumi redes sociais em janeiro. E olha que interessante, pela primeira vez, reduzir o uso de tecnologias superou a perda de peso como resolução no ano para os americanos. Ou seja, 33% deles querem diminuir o tempo de tela e só 28% falaram em magrecer. Então, a desentoxcação digital virou. - Na verdade. - Para eles nos vivem. Sabe que aqui eu estou melhor que o Ben. Como é Benwery? - Benwery. - Eu estou melhor que o dry January, porque tirando o LinkedIn, eu passo pouquíssimo tempo em rede social. - Ah, se não não, eu pisava lá no TikTok. - Ah, é raro. - É muito raro. - Tá bom, então. - É verdade. Bom, então, nesse contexto, jojo, eu estou ligado que entra o "Tangle", que é um novo app criado por dois caras que fizeram história nessa indústria de redes sociais, que um é o Confundador do Twitter, o "Benstone", e o outro, o "Eventshop", também bem conhecido, que é o fundador do Pinterest. E eles levantaram muito dinheiro. Quase, 30 milhões de dólares pra ter uma ideia. A gente diz assim, né? Você tem uma ideia, você levanta milhões de dólares. - Eu vou pra lá. - Entrem isso. Quando você tiver uma ideia, fica dica. E tem uma ideia, vai pra pessoas unidas. E eles estão lançando, o que eles estão chamando, exatamente do que você falou no final. Uma mídia anti-social. Cara, eu é engraçado, né? Porque são dois fundadores de duas megas de grandes sociais. Mas, enfim, eu gostei do nome, né? Tengo, tipo, um barato, não. Mas também eu convite pra você, desstrinchar, viver a vida mais calmo, mais presente, sabe? Em vez de rolar o vídeo, ali, sem fim. O Apple te pergunta, assim, qual a sua intenção de hoje? Aí vem tudo com o propósito, sensualidade, sabe? Legal. E sabe que eu gostei? Que ele só funciona por convite. Eu acredito muito nessa estratégia. Como que é a ajuda na pandemia, aquele negócio que funcionava só por convite, que bombou, que era de áudio, que você entrava em salas de áudio? Você lembra? Enfim, todo mundo vai lembrar. Isso é alguém suber o nome, depois de quebra. Exatamente, que bombou, você lembra, por assim, meses, o negócio, todo mundo ficava perguntando para o outro. Você tem um código, que você tem um código, tal, não sei o quê? Enfim, o negócio foi um avô de galinha, né? Boboda, por que aí eu, mas isso acho muito legal essa estratégia. Eu realmente gosto muito, porque gera esse fomo, né? Enfim, dito isso, a ideia deles. Não é só usar o elemento social pra gerar vício, né? Que é essa dopamina que é liberada aqui no seu cortex frontal, toda vez, que você interagica esse tipo de plataforma. Mas sim, pra gerar intenção, pra gerar propósito, como você acabou de falar. É muito bacana, né? Porque tem aquela coisa que se você compartilha a Sameta com alguém, a chance de você faz ela acontecer é muito maior, porque tem quase que alguém ali de "holding accountable" pelo Aquilo. Então, assim, é uma estratégia ótima. Eu estava até vendo eles falarem sobre o lançamento do aplicativo e eles compararam que a tengo que ser pra redes sociais, o que os adesivos de nicotina são pros cigarros. Ou seja, usar o próprio veneno, né, o mecanismo social, pra ajudar você a sair do vício das versões mais toxicas dessa plataforma, tipo, considerar uma vacina com um pouco do viro lá dentro. Será que eles estão, agora, depois de tantos anos, essa indústria, olhando pra trás, vamos no. Nossa, será que agora é preciso? Que bacana, sim. Pra ser algo com propósito. Mas esse aí, acho que o mais interessante que o futuro, talvez das redes sociais, não seja realmente sobre só expandir conexões. E sim, sobre selecionar melhor com quem você vai compartilhar? Intensões. Perfeita. Eu acho que a tecnologia que a gente precisa em 2026 é que escuta a gente melhor, né? E, acredito que às vezes, não acesso a gente tá cada vez mais buscando por intensar a idade. Talvez uma das grandes tendentes desse ano, seja aí o detoxo de tal como eu comecei esse ano a fazer. Eu acho sim. Eu acho que sim. Eu acho que a gente vai ver cada vez mais. Eu também acho que vai ficar uma duridade muito grande entre, tipo, o excesso de digital e todo mundo querendo escapar fora, assim, sabe? E tá aí, o próximo unicornho pode ser quem não quer te prender na tela e quem te ajuda a sair dela. Você se imaginou? Bilhões e bilhões, trilhões, né? Se as companhias hoje, Facebook é uma companhia que vale trilhões. Se você se imaginou aqui o próximo unicornho, seja o que de tira da. Uma foi criada forjada no tema de tela, agora ou outra. É forjada no. O criada no. O KPI, de sucesso, ele é quanto menos tempo de tela mais valiosa em presa. É isso, é isso. É muito bacana. Vamos ver. E eu fico com a reflexão para as marcas, né? Em 2016, que é um ano grande em experiência físicas, no meu ver, qual experiência você tá trazendo para o seu consumidor que não tá numa plataforma? É isso aí. Em clima de verão, tá quente, vamos que vamos drop it like it's hot. Ratec 2. Os fórums de discussão vão ultrapassar as ferramentas de busca. Ó, meu tê que é que é o seguinte. A gente tá vivendo um excesso de conteúdo. É fato, né? Muita gente chama isso de a e-slop, porque hoje em dia parece que. Ele pega uma rede social que é o seu ativo, que é o link de índio. Cara, uma coisa que me deixa maluco é que a galera agora. A sua aposta coisa que a gente é artificial. Mas pode falar, tem muita gente, eu inclusive uso também, para gerar ideia, para melhorar a escrita, para descobrir trends, etc. O problema não tá aí, na minha opinião, o problema tá quando a pessoa não faz a curadoria e não coloca ali um tom de voz e não coloca ali algo que vai além do que a ferramenta te ajudou. E aí eu tenho um exemplo claro. O que é o que acontece muito no meu vídeo de link de índio? E aí fica um recado aí, para quem tá, se alguém tá sofrendo com isso ou se alguém tá fazendo isso, é o comentário gerado por reais, porque aparentemente, todo mundo acha que não for aparentemente, porque esse algoritmo muda com frequência, mas cinco comentários não poste aumenta engajamento, aumenta alcância, aumenta o poste mais visível. É uma das maneiras que o link de índio entende que o seu poste é bom, tá? Entendi, às vezes eu acho que comentando nele. Principalmente nos primeiros 60 minutos depois de postado, então se você posta alguma coisa, os primeiros 60 minutos depois dessa postade, tem muito comentário, o link de índio fala "Opa, esse poste é bom, eu vou maximizar alcance". Meu, tem uma galera agora que copia, obviamente, por exemplo, eu posso alguma coisa, ele copia o meu texto, deve entrar lá no AI dele, seja o chat PT ou qualquer outro e dá o prompte, comente nesse poste. E aí saia aquela resposta, você vê que a pessoa nem leu meu poste, que muitas vezes. A gente participa da tala. Não, e outra, é um comentário que não tem muito a ver com o poste, mas talvez a AI da pessoa interpretou daquela forma e geralmente também vem com uma pergunta, porque no manual, quando você pergunta teóricamente também, você aumenta a chance de engajamento. -Wow. -Entender, então sim, cara, é uma loucura, porque eu não respondo, porque não quero motivar aquela discussão, porque não tem nada a ver muitas vezes com o post, entendeu? Então eu acho que aqui fica. eu resposto, mas eu vou repetir mais uma vez, fica dica para todo mundo, né? Mais intenção. Ponto. Tem a intenção, porque na minha opinião é o que vai fazer diferença. Eu concordo, e a islop não é essa no linkadinho, eu sei que 20% dos conteúdos no YouTube já são de islop, e no meio disso tudo procurar por uma informação ficou muito mais complexo, né? Você acabou de dar um exemplo, porque no seu linkadinho faz um conteúdo útil, fica florida ali, de islop. Você não sabe, nossa, o que eu confio, o que que é isso, o que é aquilo, e acredito que por isso, quando a gente tá buscando uma resposta hoje, existe uma preocupação muito grande, se ela é confiável ou não, né? -Exato. -Exato. -Do que você acabou de falar, a pessoa que interage no meu post com um comentário feito de reais, que ela provavelmente tá fazendo muitas pessoas, tá fazendo isso em escala, ela não tá interessada na discussão, ela não tá interessada no post, então tem que ela nunca mais volta. -Sim. -A pessoa deve sentar lá, comentar em 50 postes, e sair fora, e nunca mais, você vê que não tem a discussão. Não tem intenção. -Não tem. Mas, bom, quando você vai para fora um de discussão, né, uns realmente, né, que a galera tá discutindo aquele post com intencionalidade, você encontra várias pessoas, seja elas especialistas, não especialistas, gente comum, colocando suas opiniões, experiências e pontos de vista. E acho que isso muda muita coisa, porque você não recebe uma verdade pronta ali. Você recebe camadas de leituras que você pode ler, comparar, concordar, descortar e tirar essa própria conclusão. Isso é um processo muito mais ativo de descoberter o que é só procurar ali, alguém falando com que a coisa usar um TikTok ou um Google, algo desse tipo. Isso aí, as pessoas não tão mais só querendo ver conteúdo, né, muita gente, que é conversar, que é pedir opinião, que é validade desses ois, até abrir no parentes rápida, que por isso eu acredito muito no avanço do Comércio Social, é esse negócio que a gente chama Social Commerce. Social Commerce você faz isso, né, você faz primeiro, você se entretenha e depois você compra. Que é coisa melhor do que entretenha e comprar? -Todo ser humano ama, se é entreitido e comprar. -Eu amo, se é entreitido, eu amo comprar, e no Social Commerce, quando muitas vezes você está fazendo isso através de um afiliado, você está fazendo exatamente o que a gente está falando aqui, você está conversando, você pedindo opinião, você está validando suas decisões, porque você confia mais aquela pessoa, né, por exemplo hoje. -Ese parte sepa. -Exato. -Esse é a chave do negócio e esse é um comportamento que eu venho notado a um tempo e recentemente sai uma matéria mostrando que o Reddit, para quem não conhece, é uma plataforma de fora um dos discussão, basicamente, né, onde aqueles pessoas comenta um algo e várias pessoas comenta em cima daquele assunto, ele ultrapassou o TikTok no Reino Unido e virou a Quarta Red Social, mal acessada do país, ou seja, mais de 75% da geração z3/4, entre 18 e 24 anos, usa. -Use usa? -Cê está por derline agora, hein? -Ah. -Cê está pares de saindo daí agora, hein? -Para! -Cê usa muito, não. Eu acho que no Brasil não é tão grande quanto o Estados Unidos e no Reino Unido, mas eu vejo com bons olhos, eu vejo crescendo, eu após muito no Reino Unido aqui para frente para fazer exatamente o papel que a gente está discutindo aqui. -Esque é falar, tipo assim, eu usava bastante, mas não tem muita coisa no Brasil. Então, eu uso mais prediscução em gerais e não vai ter muita da galera aqui engajando. Mas a mulher bacana é hora da faculdade, eu tinha que soltar aquele formulário, sabe de pesquisa? Eu vou estar no Reddit para a galera resolver. -Oi, vou te falar uma coisa. Eu acho que quem vai editar essa próxima cena, eu vou até fazer já uma previsão aqui, vou dar uma riscada. Eu acho que quem vai mudar radicalmente isso que a gente está discutindo aqui agora é fato estar acontecendo, mas talvez demore. Não sabe onde, que eu acho que vai ter uma curva de inflexão na geração alfa, eu vejo hoje. Então, o que é a geração alfa? Quem tem 13 anos hoje vai fazer 14 agora, esse ano, essas pessoas estão entrando com força agora nas redes sociais, então, entrando com força na internet, eu acredito que o que vai acontecer nos próximos anos com relação a redes sociais vai ser em grande parte influenciada pela geração alfa que está vindo para ele. -E ela vem, essa geração chega no mesmo momento também que o Google tá ajudando a acelerar isso, mudando o algoritmo pra priorizar discussões, forums e experiência mais humana, né? E aí, meu rato é que, final, que forums podem estar começando a atrapassar a busca, porque a confiança agora é com um patch lado a lado com a eficiência, né? A busca, ela é otimiza a velocidade e os forums estão ali pra construir credibilidade. E eu aposto que quem vai vencer é quem consegue reunir os dois. E talvez o futuro não seja a encontrar todas as respostas, mas é escutar mais as pessoas e do ponto de vista de marcas, eu vejo um mar de possibilidades. Como que marcas podem criar seus próprios fórums, um web, fomentar converse num próprio Instagram, que há enquete de um site pra poder votar, comentar, discutir e criar cada vez mais para o social. E se a gente tem ferramentas que nem Google, valorizando fórum de discussão, imagina quando você tem muita prova social desse tipo o que um SEO ou um IO consegue puxar da sua marca? Bom, com isso a gente volta daqui alguns anos pra ver o que aconteceu, mas eu não tenho dúvida que vai ter uma oportunidade grande aí, eu não tenho dúvida que isso vai acontecer, a pergunta é qual tamanho disso, e será que isso vai virar a publicidade também no futuro? Será que uma marca com o seu próprio fórum social vai poder influenciar a cultura? Veremos! O BBD está devolvando! Olha ele aí, olha ele aí! O BBD estreou ontem! Eu acho que é o único país do mundo que ainda paga pau pro BBD, não é uma crítica, pelo contrário, quem sou eu pra falar, eu aprendi uma coisa nesse mundo, se tem audiência tem sucesso, ou seja, quem sou eu pra falar aqui o negócio é bom ou não é? Então aqui a resposta é muito bom, tanto é que eles batem récores, atais e récores de audiência de principalmente patrocínia, de marca todos os anos, mas é realmente um fenômeno brasileiro. O Big Brother Brasil é um case, é um case, não acredito que existe algo como o Burão do Senhor no outro país do mundo. Eu concordo, você assistiu do ano passado? Eu tenho que se sincero, eu assisto zero. Eu assisti um escorte, o que viraliza por ali, o que a galera está discutindo. É bom ponto, eu vejo, realmente, eu sei das fofocas, vai? Sabe por que, no Estados Unidos tem aquela expressão "water cooler moment", sabe? Não sei se tem essa expressão. Water cooler moment? É, sabe o que é isso, não? É que no escritório, quando você vai pegar uma água, sempre tem alguém pegar uma água, ele se bate um papo. Sabe, aqui no Brasil seria o papo do cafézinho? Ah, um coffee break. É, um coffee break, então, e aí geralmente essas agências falam esportes, né? Aqui no Brasil é Big Brother. É Big Brother. Eu sempre sei o que tá acontecendo, entendeu? Ah, bom. E a gente já pode falar de algumas mudanças que o BBB fez nesse ano, né? Todo ano, ele traz uma novidade diferente, mas esse ano realmente enxerguei, assim, eles entenderam um pouco game. A gente sabe que o BBB ele não é só um programa de televisão hoje, né? Pra mim, ele virou um produto digital, mesmo, um jogo. E olha como as mudanças que eu já vi que eles vão fazer esse ano. Eles acabaram com as duplas, eles troceram veteranos, eles criaram cinco casas de vidros espalhadas pelo Brasil. E agora o público vai ter um nível de poder sobre o que acontece dentro da casa muito maior do que eles tinham antes. Isso me lembra muito mais de formar até vericãs de ela, ele show, tipo La Vila, sabe? Que quem controla o programa é basicamente o quinta do lado de fora, pelo menos dizem que é, né? Eu achei muito bacana. Isso conversa direto com a tendência que a gente, inclusive, já falam um pouquinho de fora, hoje, e eu vejo isso acontecer com mais frequência aqui pra frente no mundo das marcas, no mundo do marketing, que é o público precisa participar, não só assistir. Você precisa ter, não é só mais esse olhar de fora, é sobre envolver o teu cliente dentro de uma dinâmica. Perfeito. Um outro exemplo do que eles vão fazer é botar três big fones, então antigamente só tinham um. E eles controlavam quando ia começar a tocar. Agora tem três e a audiência controla. Então você tem alguém ali que eles gostam, perda daquele big fone, eles fone e falaram. Quero aqui. De mais, né? Acho que vou voltar a assistir agora ao vivo pra poder ligar pros caras lá. Achei legal. Porque quanto mais escolhas a gente tem, mais em movimentos a gente acaba tendo, né? E se crie um lupinho ali de atenção, decisão, consequência, uma outra coisa que eu também vi que eles vão fazer esse ano é criar um laboratório, que é basicamente um confinamento paralelo com pessoas que fica ali da reserva. Então, se alguém dentro da casa não tá rendendo. Sério isso? Favoso punta, né? Que eles chamam? É mesmo? É sério. Ah, não, sério. Vai ter isso, sério. Ah, então certamente vocês chegam, né? É tipo um virão bisa, sabe? Se a ferramenta tá dando certo, troca o negócio. E ligar, sabe? Só que se me lembrou. De Kings League. Exato. Bacana. É tudo pode mudar conforme o engajamento. Vamos nessa. Muito bom. Esse big bro vai ver a fogo, hein? E eu tô na temporada do Beast Games 2. E aí, o que você tá achando? Ele soltou os três meios episódios. Agora é um, toda a quarta-feira. Então, amanhã tem o, a três sem por diante. Vão ser dez episódios do total. E quem tá ganhando por enquanto os inteligentes ou os fortes? Cara, eu preciso. Eu não parei pra fazer essa conta, pra te falar minha verdade. Ele não tá colocando muita luz nisso, sabe? Ele não tá dando foco nisso. Mas os primeiros três programas saíram. Começou. O primeiro programa eram dos entros pessoas, saíram sem. Depois saíram. Agora, pro quarto programa, vão ser 25, só, já. E aí, dá de perfeito, vai diminuindo até até um ganhador. Mas. Eu acho que tá bem pareio, sabia? Mas eles eram uma coisa muito interessante. Voltaram dez participantes no primeiro. Isso depois que o show começou, voltaram dez participantes do primeiro. da primeira temporada, inclusive, o campeão. E ele ficou. Dos dez que voltaram, dez podiam voltar. Os dez voltaram. Porque eles ofereceram 100 mil dólares. Se você desce o lugar pra um. Um lado. E aí, todo dez pessoas toparam. E aí, os dez voltaram. Dos dez, se não me engano, sete foram eliminados. E tem três, inclusive, campeão na temporada passada. Que cargueiou dez milhões na temporada passada. Tá de volta. E vamos ver. Bom. Mas só é quarta-feira, entendeu? Então vamos acompanhar. Vamos acompanhar os dois agora. No próximo, a gente acompanha todos. O funk de Mr. Beast vai trazendo tempo real que está acontecendo nessa super temporada e o reality show que ele queria. Bom, vou pegar as próximas semanas. Vamos fazer uma corda aqui. Já que sou fã do Mr. Beast, é fã do Big Brother. Então a gente vai ver o seguinte. Todo episódio nas próximas semanas. Eu trago o update do Mr. Beast, do Beast Games. Que não vai ter muito spoiler. Porque como a gente lança o programa toda terça-feira de manhã e o episódio na quarta. Já se passaram quase uma semana, então não é que eu estou estragando. Não estou dando spoiler para ninguém, entendeu? Você não, você vai ter que. Dá uma boa resumida que tem programa todo dia. Você vai ter que passar aí. Você vai trabalhar mais que eu, certamente. Você vai ter que chegar aqui afiada. Mas eu quero assim, eu quero que você monte de fofoca, entendeu? Você vai te fazer um. Não é muito bem a personalidade. Vamos ver. Mas enfim. Mas você é estudiosa, você é dirigente, você é disciplinada, tem certeza. Você foi estudar o BBB porque ele promete a cena vir diferente com mais interatividade, mais cocreação, mais senso de controle. Menos um consumo ali passivo. Firou pra mim quase um app. Um app, um jogo que nem eu jogava quando era mais nova. Tipo com que "mama", sabe? Fava vio, que você controlou ali as coisas. Olha, poderia. Olha. Essa é o item legal. O ano inteiro você pode jogar o jogo. Aí é uma vez por ano teu programa na TV. Nossa, é legal, hein? Olha aí, fica diga, é globo. Fica diga. E bom, já tenho marcas em pesos. Eu lidoze, já que estavam patrocinados. Doze? Então vai dar mais de um bilhão, com certeza, né? E Amstel Apetânio, Aletro Luc, Saifúde, de mercado pago, a Chevrolet, a Estone, entre algumas outras. Então é isso. Acho que no fim o BBB entendeu uma coisa que muita marca ainda não entendeu. Que hoje a atenção, você não compra. Ela é co-construída junto com as pessoas que estão ali, junto com o seu público. E quanto mais poder você dar para o público, mais tempo ele investe em você e mais emocionalmente ele fica com aquilo. Show me the money, isso é venda, né? É o papel do marketing aí. Deixar as pessoas emocionalmente envolvidas na sua marca, a famosa Love Brand. E aí isso converte lá na ponta. Perfeito. E quem ainda tá tratando audíncia como espectador, vamos mudar. Você vai ficar falando sozinho, vamos trazer a galera para dentro e co-construir todo mundo juntos. Prr, prr, prr, prr. Vamos lá. Curisidade da semana. Essa promete, porque. Essa promete. Eu sei que você gosta desse tema. Não, eu amei esse tema. A Curisidade da semana o Ricardo já sabe. Mas é uma das próximas tendências que eu aposto, tá? Podem achar estranhas, podem chamar o que você quiser. Mas é a questão de metrificar o sushi. O sushi não. O sushi. O sushi, cara. O sushi. Tá capulco o sushi também, então. O sushi, é isso mesmo que você tá escutando. A gente vai pegar o sushi aquele que você faz, né? Chee-che. Não é palavra bonita, não falar pipi. O pipi o sushi e você vai metrificá-lo, como ju? Bom, a tendência é o seguinte. As pessoas estão usando a urina como fonte de dados da saúde por meio de dispositivos inteligentes instalados direto no vaso salitário. O conceito por trás disso faz sentido, tá? Ó, o sushi ele carrega muita informação sobre o nosso corpo, hidratação. Você pode te variar no médico, a gente faz a medirina, a gente pode variar uma dessas coisas. Então agora você vai poder fazer em casa todo dia praticamente. Igual você mede o sono, com oora, com o up, agora você vai poder medir o sushi com. Como eu não, tem nome já sem pressa? Não, já tem várias startups apostando nisso. Varias. Eu vi uma chamada Vivo, que é V-E-V-O-O. A gente deixa aqui o link na depressão. Outra chamada "with things". Um aparelho chamada "you scan" e até um outro chamada "cohler". A qual era que faz o vaso salitário? Faz sentido. Isso é legal. A empresa de vaso salitário está falando isso também. Putsa uma mega estratégia, eles chamam o aparelho chamado "decora". Ok. Bom, enfim. Algum de esses sensores custam menos de 100 dólares e eles se conectam com celular para avisar se você tá de hidratado ou com sinais iniciais de problemas de rins. A gente tá ferrado, João. Não, não é. Você se imagina. A gente está aí, é exata. Já fica o dia inteiro. Metrificando tudo, sono xx, daqui a pouco cocô também. Aí a saliva, o cabelo, meu imagina. Aquele pose, o batimento, tudo que dá. Tudo que dá. É que é exata. Não, não ferrou. Vamos ver. Vamos viver 200 anos. 200 anos, pelo menos. Mas o meu roteca aqui é o seguinte. É que o health tracking vai para além dos dispositivos que a gente usa. E ele passa também estar conectado nas coisas que a gente usa. Transformando os hábitos do dia a dia, em dados automáticos o tempo inteiro ali. E o mais legal, eu acho, é quem conseguir conectar uns aos outros. Então, você vai ter vários dados disparados pela aí, né? Do seu warringo, o da privada que mançura, o seu xx. O do xx, quando você come xx no futuro. Tudo. Você sabe o que acontece quando você come muito xx, aumenta o teu meu curio no sangue, isso é ruim. Eu sei. Então. Aí, é exato. Não, mas eu após falar isso, já tá acontecendo. Eu vou fazer uma outra para. Eu tô cheio de previsões para 2020, vocês. Tô vendo. Eu acho que quem vai conseguir fazer isso, é quem tem o hardware principal na tua vida. Hoje, no caso, pega Apple. Concord. É ou uma Samsung e o Android, mas vamos pegar Apple iOS. Que eu acho que é um bom exemplo. O app Health já tá praticamente fazendo tudo isso. Conectando todos os seus gadgets e todas as vais. Exatamente. É um aplicativo que conecta todos os plugins que são mensuráveis. Eu vou te contar uma coisa que não aconteceu comigo recentemente. Não foi sobre o xx. Mas eu deixei, agora na virada, do ano novo, de deixei de usar o meu. meu up. E tô concentrando grande parte dos meus indicadores e saúde no meu Apple Watch. Eu comprei o Apple Watch. Eu já tava usando o up quase um ano. Já entendi mais ou menos. Por exemplo, o que que afeta meu sono? O que que me faz dormir melhor, etc. Eu não queria mais usar aquele negócio todo dia. E aí, como já usa o Apple Watch, meio que migrei pro Apple Watch. Não tenho mais aquela leitura diária de sono, porque eu também já sei mais ou menos o que tá acontecendo ali. Mas o Apple Watch agora já tem muita coisa ali dentro que eu consiga. E talvez daqui a pouco, por exemplo, sei lá, eu quero me diminuir. Você pode fazer por um tempo, aprender, ver o que que funciona e o que que não for. Por quê? Talvez você tá melhorando com uma cara assim. Mas por que você fez isso? Eu vou te falar. Não, eu vou te falar porque não sei se. Se acontece com você ou se acontece com os nossos ouvintes. Mas eu tava ficando um pouco noihado com os dados já. Tá ligado? Você começa a ficar muito. Meu, todo dia. Agora, toda hora, olhando, vendendo, o seu quê. E eu tendi que você dorme bem pra caramba. E aí, você acorda bem. Aí, o negócio falou que você dorme mal. Aí eu comecei a pesquisar mais sobre assuntos. E escutei muito podcast, ali, algumas coisas. E o que eu aprendi foi que isso é importante pra você aprender. E é fato eu aprendi muita coisa. Por exemplo, o dia que eu bebia muito a noite eu dormia mal. Esse tipo de coisa aumentava meu estresse durante o meu. Meu batimento cardíaco, durante meu som, etc., óbvio. E eu aprendi isso, mas mais importante que é isso. Essas coisas não podem tomar conta da tua vida. Então, você tem que usar. É somedida como aderação. E foi que aconteceu, todo mundo se permei. Concordo. Eu estou dando um livro agora chamada de "expectation effect". Ok. Que ele fala sobre o efeito "placible". Vamos deixar o link aí, legal? Inna "placible" na sua vida e como se pode estar comportamento. Perfeito. E aí, vem um desses casos, porque se você acredita. Às vezes, você fala "puts, eu dormi bem hoje". Mas aí, se eu olha, sua nota de score. A minha é hoje. 56. Eu falei "pô, mas eu dormi". Bem. E aí, por causa disso, você tem um efeito ali. Ah, interessante. Que vai determinar se você fala "nossa, mas eu estou cansada". Então, cria um app que só dá a nota boa, a pessoa não. Isso é corda. Para quem não sabe, o efeito "placible" ou "da jua" é "placible" em português. Entendeu? Mas, em inglês, assim fala que é "chique". E aí, como a gente é "chique" aqui nesse programa, a gente fala do "placible". E eu dormi super bem, onteno. O meu app falou. Bom, eu estou fazendo uma competição com a minha amiga de quem dorme melhor. Valendo até o final do mês, quem ganha a melhor "stipscore" vai ganhar um bem. Mas isso é outra coisa, a gamificação dessas paradas. Porque você se conecta com as suas amigas através do app, né? Agora, você não vai se conectar uma através de redes sociais. Você vai conectar através de menstruação de métricas. Pronto. É isso. E você vai decidir seu próximo namorado, assim. Mas a gente vai para o primeiro date com ele. Esse primeiro encontro, você fala assim "obrou, me dá aí o teu report". Porque eu quero ver se você. O futuro do "daring app" é um que metrifica todos os seus principais hábitos. E aí, você faz um compramento. E aí? E aí? A sua alma, Gemia. É isso. Resolvemos os problemas da humanidade. A gente vai ficar bilionário. Então a vida é isso. Se você escutou esse programa, você vai estar muito feliz. Sua vida está resolvida. Fala, apesar de unir, você vai capar 29 milhões de dólares. É isso aí. Exato, ainda capta dinheiro. Por aí, esse programa vale ouro. Vale ouro. Mas concluindo essa curiosidade aqui. Eu acredito que marcas e produtos que conseguirem unir todas esses dados, que a gente está falando aqui. E fazer uma leitura sobre o que isso significa. E netrasei isso com uma moeda social. Vai vencer e tem várias formas de fazer isso. Seja plataforma, seja poxizzo. O que quiser. Bingo! Bom, e com essa a gente fica por aqui. Muito obrigado por escutar mais um episódio de slogan. A gente se vê na semana que vem. Tchau. Tchau, tchau. Tchau, tchau. [música] Esse programa foi produzido por. Oof-Ou!
Podcast Summary
Key Points:
O futuro das redes sociais pode focar mais na seleção intencional de conexões e no compartilhamento de intenções do que na simples expansão de redes.
A desintoxicação digital e a busca por propósito online estão se tornando tendências, refletidas em movimentos como o "Banuary" (janeiro sem redes sociais).
Fóruns de discussão, como o Reddit, estão ganhando relevância, priorizando credibilidade e discussões humanas em detrimento da velocidade pura de ferramentas de busca.
O aplicativo "Tengo" é apresentado como uma "mídia anti-social", usando mecanismos sociais para promover uso intencional e reduzir o vício em redes.
O Big Brother Brasil permanece como um fenômeno cultural e de mídia no Brasil, adaptando-se cada vez mais como um produto digital e um jogo.
Summary:
O episódio discute tendências emergentes no cenário digital. A conversa inicia com a reflexão de que o futuro das redes sociais pode não ser sobre expandir conexões, mas sobre selecionar melhor com quem compartilhar intenções. Aborda-se o crescimento da desintoxicação digital, exemplificada pelo "Banuary", onde pessoas reduzem voluntariamente o uso de redes sociais.
Apresenta-se o aplicativo "Tengo", criado por cofundadores do Twitter e Pinterest, como uma "mídia anti-social" projetada para promover interações mais intencionais e menos viciantes. Outro ponto central é a ascensão de fóruns de discussão, como o Reddit, que priorizam credibilidade e trocas humanas, potencialmente superando ferramentas de busca tradicionais na confiabilidade. O excesso de conteúdo gerado por IA ("slop") é criticado, enfatizando-se a necessidade de intencionalidade e curadoria.
Por fim, o Big Brother Brasil é analisado como um fenômeno cultural único, que evoluiu para um produto digital e um "jogo" com enorme engajamento e patrocínios, ilustrando a interseção entre entretenimento, mídia e comportamento do consumidor.
FAQs
O 'Banuary' é uma tendência que combina 'ban' (proibição) com 'January' (janeiro), referindo-se a um período de desintoxicação digital, onde as pessoas reduzem ou eliminam o uso de redes sociais no mês de janeiro.
O 'Tengo' é um aplicativo descrito como 'mídia anti-social', criado por cofundadores do Twitter e Pinterest. Ele visa promover intenção e propósito, funcionando por convite e comparado a um adesivo de nicotina para redes sociais, ajudando os usuários a reduzirem o vício em plataformas mais tóxicas.
Os fóruns de discussão estão ganhando relevância porque oferecem credibilidade e múltiplas perspectivas humanas, em contraste com a busca por eficiência e velocidade. Em um cenário de excesso de conteúdo (content slop), a confiança nas respostas tornou-se tão importante quanto a rapidez em obtê-las.
O slogan do BBB26 é 'Feito por você'. O Mercado Pago é o patrocinador oficial desta edição, e seu slogan próprio é 'Você tem tudo pra ganhar', gerando uma curiosidade sobre a possível inspiração ou conexão entre os dois.
O excesso de conteúdo automatizado e pouco curado, chamado de 'content slop', satura as plataformas e reduz a confiança do usuário. Isso destaca a importância da intenção e da curadoria humana para gerar discussões genuínas e engajamento significativo.
A Geração Alfa (crianças que atingem 13-14 anos) está entrando com força nas redes sociais e deve influenciar significativamente as tendências futuras, possivelmente acelerando a migração para plataformas que valorizam mais a interação humana e a credibilidade do que o mero consumo passivo de conteúdo.
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