Delação rejeitada de Vorcaro abre guerra nos bastidores
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A rejeição pela Polícia Federal da segunda tentativa de delação premiada de Daniel Vercara aprofundou a guerra nos bastidores do caso Master. De um lado, um grupo que inclui partes dos três poderes e a Procuradoria-Geral da República busca abafar as investigações, enquanto outro, minoritário em Brasília mas majoritário na opinião pública, tenta usar as declarações de Vercara para lançar ofensivas contra altas autoridades. O caso está numa encruzilhada: ou avança contra o establishment ou é enterrado por ele. O ministro André Mendonça pediu que a PGR se manifeste sobre a transferência de Vercara de sua cela especial, e a resposta servirá como termômetro. Enquanto isso, a percepção pública de desgaste do STF caiu, mas 44% dos entrevistados creem que todos foram afetados pelo escândalo. Paralelamente, a viagem de Lula ao G7 na França ocorre em meio a tensões comerciais com os EUA, que ameaçam tarifas de até 37,5% sobre produtos brasileiros. O governo brasileiro prioriza negociações via grupo de trabalho, evitando um encontro bilateral direto com Trump. Lula deve criticar medidas protecionistas sem citar os EUA diretamente. O caso Master também se tornou moeda de troca política, influenciando alianças e pautas no Congresso, com o centrão liderando os esforços para enterrar a investigação por pragmatismo eleitoral.
[Música] Olá, boa noite! Esta é a CNN Brasil e este é o WW. A rejeição pela Polícia Federal da Segunda Tentativa de Delação Premiada de Daniel Vercara intensificou uma guerra que já existia nos bastidores. O grupo que lidera a operação abafa, distribuído nos três poderes conta agora com a procuradoria gerada república para seguir o que fez a Polícia Federal rejeitar a delação e praticamente enterrar o caso. O oferecendo ali na frente, em troca como benefício, a Daniel Vercara e as seus familiares, o direito a uma prisão domiciliar. Já o grupo que defende o avanço das investigações, um grupo minoritar em Brasília, mas majoritario na opinião pública, trabalha para utilizar parte do que o Vercara já disse e lançar novas ofensivas contra altas autoridades que se envolveram com um banqueiro. O caso parece ter chegado a uma encruzilhada, ou avança contra o establishment, ou o establishment, avança e acaba logo com ele. WWW hoje vamos falar também da viagem do presidente Lula, neste domingo, para a Cúpula do G7, na França e de Estados Unidos e irão aparentemente chegando a um acordo para o fim da guerra. Está conosco, nesta primeira roda cientista político Leonardo Barreto, sóça da Constitória do fim que pode se bem-vindo Leonardo. Obrigado, Kai, bono a todos. Nossa Luciana Maral, hoje na roda conosco, lá de Brasília, nossa repórter, bem-vinda, Luciana. Tudo bem, muito bom noite a todos, a todos que nos acompanham aqui no WWW. Bom, a noite, Luciana, bem-vinda, a Thaizeré, de aqui na Luta comigo, na Avenida Paulista, tá isso? Bom, após a Polícia Federal rejeitar novamente uma proposta de delação de Daniel Vercara, o ministro André Mendonça pediu que a PGR se manifeste sobre um pedido da Polícia Federal para que o espanqueiro deixa a série especial que ocupa na sede da corporação em Brasília. A reportagem é dela ali, a Luciana Maral. Embora seja um rito de prache a resposta da PGR e servirá de termômetro sobre como a procuradoria geral da república vai lidar com a segunda proposta de delação premiada de Daniel Vercara, já rejeitada pela Polícia Federal. O espanqueiro está hoje em uma série especial na superintendência da PF em Brasília, mas ampla e com mais tempo de acesso aos advogados. Entre políticos e autoridades, a leitura que um aval da PGR a transferência representaria um sinal negativo para Vercara. A em Brasília a avaliação de que o STF conseguiu ser o respiro no caso master. Fala-se menos, eventuais suspeitas envolvendo Alexandre de Morais e de Astófili. E a percepção é de que a conta do escândalo foi distribuída entre diferentes grupos políticos e instituições, além de absorvida pela própria apolarização. De um lado, a esquerda foca nos audios do senador Flávio Bolsonaro pedindo dinheiro a vorcar do outro, a direita busca explorar as relações petistas com o Banco Master na Bahia. A pesquisa queste divulgada nesta semana tradui esse cenário. A percepção de que o STF é o mais afetado negativamente pelo caso master caiu de 10% em maio para 7% em junho. No entanto, o levantamento também mostra que a percepção de desgaste continua ampla e espalhada. 44% respondem que todos foram afetados pelo escândalo. Outra frente de pressão para o Supremo são os desdobramentos do julgamento de Carlos Ambele na Itália, na decisão que permite a ise deputada federal responder, em liberdade na Europa, a justiça italiana critica o julgamento que acondenou, por invasão, ao sistema do conselho nacional de justiça. A decisão questiona em parcialidade do processo, já que Morais figurou como relator e vítima de um dos crimes atribuídos a esparlamentar. O presidente da Corte, Edson Fakhim, saiu em defesa do Supremo, em nota, o ministro disco processo ocorreu em extrita observância a constituição da república ao devido do processo legal, ao contraditório, a ampla defesa e aos compromissos internacionais assumidos pelo estado brasileiro. O barreto tem em Brasil uma operação abafa, está muito claro. Qual é a chance dela vingar? Olha, o parâmetro para a gente poder fazer manares dessa situação e a gente lembrar um pouco da lava jato. Existe como marco no nosso passado, aquela ideia de uma operação um pouco descontrolada, de ataques, sem uma estrutura hierarca, os políticos, empurrando uns aos outros em direção ao foco para conseguir encelivrar. O outro parâmetro é exatamente uma investigação e um processo de apuração top-down, controlado com seus efeitos dozados. O pessoal, inclusive, está abelecendo um cronograma, isso pode acontecer antes de eleição, tem que acontecer depois. E é engraçado porque a gente já saiu de um momento onde havia uma sensação de que haveria um descontrole maior, a gente se aproximando um pouco mais da lava jato, a gente caminhou para uma outra sensação, não, vai haver um controle, o próprio Daniel Vorkar, enrolando, vamos dizer assim, as organizações, talvez recebendo um recado, olha, segura a onda aí para que você possa depois se livrar dessa situação, enfim, tudo isso, eu estou falando de um linguagem a coloquial, mas era uma sensação que a gente tinha aqui em Brasília. Agora, o que a gente viu desde ontem foi um vazamento atribuído em alguma instância, também embaixo do dor, a própria defesa do Vorkar, para poder pressionar a Polícia Federal ou STF, a PGR, e aceitar a delação do Daniel Vorkar. Ou seja, se especulou lá, se soltou que poderia haver outros políticos, o presidente de Senado, uma área do PT envolvida, de certa maneira, para criar algum tipo de frissona na opinião pública, na imprensa, para que a Polícia Federal e as instituições foram impressionadas a aceitar. Então, uma jogada um pouco desesperada, talvez da defesa, e que se o citou de novo uma perspectiva de que esse processo possa perder o controle novamente com o vazamento, com uma situação que fuga do controle. Eu acho que aqui que a gente tá, sabe, Caio? Nesse limiar de novo, da gente entrar num bang bang onde a gente perde um pouco, a gente em as instituições, perde um pouco o controle desse processo de investigação e de apuração. Interessante, o Luciano, o cenário que o leo coloca é um cenário em previsibilidade, uma movimentação intensa nos bastidores, um grupo querendo avançar, o grupo querendo segurar e abafar. As suas andanças e você se fico lá bastante aí, Luciano Embrasília, você nota algum grupo ou poder. Aqui eu tô falando três poderes, tô falando grupos políticos, seja base oposição, seja Bolsonaroismo, seja petismo, seja supremo. Algum grupo mais empenhado, vamos dizer assim, em liderar uma operação para interrar essa operação. Caio, pelo que eu observo, conversando com os políticos, eu diria que o centrão, para sair um pouco do óbvio, do PT, do PL, o centrão por puro pragmatismo, eleitoral e financeiro. E isso, a gente tem que ter em mente que o centrão não quer eleger um presidente da república próprio nessas eleições. O que o centrão quer é formar uma base, uma bancada recorde no Congresso Nacional, para garantir mais a frente valores multimilionários, bilionários até dos fundos eleitorais e também partidários. Então, ninguém quer puxar ali, por exemplo, o fio dos fundos de previdência municipal, do Estado, porque ele sabe, tem o potencial de atingir prefeitos, variadores, governadores, e nessa história acaba indo todo mundo junto de vários espectros políticos, o que seria visto ali como um suicídio político, em pleno ano eleitoral de 2026. A gente sabe que tem a dita iniciativa para uma CPEMI do Master, que tem o apoio agora, o entésio do PT e também do PL, mas nisso inclusive a gente não vê, por exemplo, o centrão embarcando nessa pelo contrário. Centroiro não quer saber de nada disso de investigação no Congresso Nacional, que é distância. Então, eu diria que o centrão, sim, dos principais grupos interessados e não deixar avançar toda essa investigação, caiu. E você, eu tenho uma sensação de que o fim do caso Master vai ser muito parecido com o fim da Lava Jato.
oferecer alguma outra coisa ali para o Daniel Vercaro. Acho que isso está em curso mais ou menos, principalmente ali nos Premantobinau Federal. Eu acho o Premantobinau Federal figura chave, muito embora o Supremo a gente mostrou na reportagem, ele conseguiu se afastar desse caso. Acho que o caso, a entrada do Flávio Bolsonaro em canto, os áudios vazados, o Supremo saiu um pouco do foco. E a pesquisa da genialquesta é fascinante, ele mostra isso. No questionário, há dois, três meses, o envolvimento, as pessoas achavam muito mais que o Supremo era o principal ocupado responsável hoje, a mercado é metade. Mas eu tenho uma sensação que o fim vai ser o inteiro, do caso. Eu queria saber a sua sensação. Hoje eu lembrei muito, com uma entrevista aqui, o Arminho Fraga, esse presente do Banco Central, deu aqui para nós no WW, no comecinho desses candelo, em que ele disse que isso ia virar uma pizza do tamanho do Maracanã. Mas é uma pizza, pode até ser gigante. E interrar o Master, interrar um monte de corpo vivo, porque o fato do Estef ter saído do noticiário não apaga o porquê o Estef entrou no noticiário do Master, assim como todos os outros exemplos. O fato do Centrão atuar, como a Luciana atraza aqui, não apaga o fato dos 4 bilhões de reais de fundos de previdência, de municípios pequenos, de estados pobres, no Banco Master, quando o Banco já caminhava para uma situação de insolvência. Isso não vai apagar. Então o custo político, de quem está liderando esse processo, por exemplo, o ministro André Mendonça, e a gente sempre questionou ele ter sido o escolhido, o sortiado ali, para acabar ficando com dois casos extremamente, escândalo gigante, tanto o Master quanto em NSS, de gente que tirou dinheiro de gente, de classe média, de classe média baixa, de gente pobre. E a política vai interrar isso. Então interra corpo vivo de situações que não vão se apagar, que a gente pode até sair do noticiário, mas elas não vão desaparecer. Interra viva também essa quantidade de gente, principalmente esses beneficiários da previdência, mas também quem comprou dinheiro no Master e acabou mesmo tendo recuperado, está pagando agora, está a chamar a escara para refazer o fundo de garantia, o fundo garantidor de crédito. Então é o interro de corpos vivos. O Leão, agora tem na praça duas versões, na praça dos três poderes, se a gente quiser fazer uma lusão a escacuite, tem na praça duas versões, tem uma versão de que a delação do Daniel Vercar entrega muito, é uma versão do entorno do Daniel Vercar. E tem uma versão da polis federal de que entrega pouco ou nada. Você aposta, você fica com algum desses versões, ou mesmo a informação que você tem de Brasília, do que você tem ouvido em relação a esse alguém tá mentindo, parece. É o que você trouxe e alguns atores políticos, inclusive, se apressam, principalmente a dizer que a delação entrega pouco, é impressionante que dois dias antes da PF formalizar a sua recusa, já tinha tanta gente cravando que essa recusa ia acontecer. Então muita gente apressada em dizer que não ia se aceitar a delação de Daniel Vercar. Agora é muito importante a gente lembrar que, de onde saiu esse vazamento que a Vieja acabou dando, foi da defesa. Então o próprio Daniel Vercar tem coisa para soltar e para pressionar as instituições. É muito interessante a gente observar também os movimentos das pessoas que estão envolvidas de alguma maneira. Então, por exemplo, essa semana ficou muito marcada por movimentações do Senador da Vieja Columbre de pressionar o governo com bombas fiscais. A gente até comparou ele ao Eduardo Cunha, que fazia muito isso com a ex-presidente de o Maro Céfee. Mas ali você via, claramente, um político buscando negociar com os diversos atores, com o Senado, com os partidos, como governo, com o STF eventualmente, em busca de alguma condição mais segura, de uma condição mais confortável. O governo, claramente, virando o rosto, alguns interlocutores indo a público, dizendo não, mas essa conversa precisa acontecer, essas coisas não podem ficar desse jeito. E eu estou trazendo isso porque por cima dessa superfície e a Thaís, o Zúma Metrafa, foi muito interessante desse grande interro de gente viva dessa paz dos cemitérios que está sendo construída, a gente vê movimentos de atores, esses movimentos que passam recíbo. Porque são atores que estão buscando proteção, estão tentando negociar o governo que renuncia solidariedade. Essa questão do governo italiano em relação a aquelas ambelhas é interessante, porque é o segundo governo europeu que coloca em cheque o judiciário brasileiro. O primeiro foi a Espanha, que nega a extradição de uma figura que o Supremo Tribunal pede e agora o governo italiano e fora o governo americano que já glishou claro também que não concorda com esse vulneramento. Então, mesmo que a gente tem essa paz dos cemitérios, a gente tem também movimentos de atores políticos que a gente percebe que estão ali buscando uma boia, buscando uma condição institucional melhor, a defesa eventualmente do vocário que ameaça a soltar algumas coisas para poder pressionar as instituições, então a gente percebe algo borbulhando mesmo que na superfície, aparentemente a gente tem essa situação de controle. Eressante, eu tenho sentido muito também que o caso Mácer, ele entrou como uma moeda de troca nas negociações e em diversas negociações. Essa negociação de reproximação ou uma tentativa de reproximação palácia do planal de Senado, as informações que a gente tem claramente. Negostação até da vice do Flávio Bolsonaro, muita gente refutando e entrar agora o fechar uma coalizão com o Flávio Bolsonaro, justamente com o receio de virar um alvo de uma atuação mais ostensiva da Polícia Federal. Falando claramente aqui o Nihon Brasil e P.P. cujos presidentes são apontados como muito próximos ao donilho do vocário. Você tem essa percepção também no caso Mácer virou uma moeda de troca nas negociações políticas em Brasília. Virou, Kai, porque agora ninguém sabe muito bem o que realmente vai sair disso tudo. Ninguém sabia se realmente essa delação sairia ou não. E como você disse, o Flávio tem procurado vices, especialmente mulheres ali do P.P. para compor a sua chapa Teresa Cristina era uma das favoritas dele até o momento mostra que não quer embarcar nessa, o projeto dela eventualmente se religia o Senado e no futuro ali ser presidente da casa. E a gente consegue ver alguns outros nomes menores ali que o Flávio Bolsonaro tem procurado nessa disputa. Mas realmente não é todo mundo que quer se grudar de certa forma. E também dentro do Congresso Nacional a gente vê uma preocupação muito grande em relação a isso, até mesmo no que vai ser colocado em pauta, o que vai ser discutido, o quanto que o governo vai realmente conseguir segurar as chamadas pautas bombas, principalmente no Senado Federal. Está todo mundo nessa expectativa, nessa espera, nesse compasso mesmo de espera de ver até onde que vai. Bem, em relação ao máster, está bem claro que pelo menos em relação à investigação no Congresso, isso não vai prosperar. Pelo menos em relação a isso a gente nem vê mais, ninguém falando. Então, quanto a isso, eles já estão mais suscegados, digamos assim. Execlaro que em relação a composição eleitoral afeta totalmente. Bom gente, eu vou chamar a intervalo, a gente vai ver o assunto daqui a pouco a gente vai falar sobre o presidente Lula viajou na OG7 para criticar as tarifas e talvez quem sabe encontrar Donald Trump. Até já. WD Volta, colore-vol Santana na mesa.
Bom noite. Bom, vem. Bem-vindo, o Lourival. Bom, presidente Lula antecipou a viagem para a reunião do G7, abrindo espaço para reuniões bilaterais com outros líderes mundiais. Ele chega na segunda-feira França, que cede a arar a Cúpula até quarta-feira. A viagem vem no momento em que Brasília e Estados Unidos vivem um aumento das tensões comerciais após as mais recentes ameaças de taxação sobre produtos brasileiros, feitas pela Casa Branca. O contrato do Pesco do Pesco é de Danilo Moleteno. Em meio as tentativas de negociação, o palácio do planalto decidiu não pedir, por enquanto, um encontro bilateral entre o presidente Lula e Donald Trump. Um contato entre os dois chefes de estado não está descartado, mas não houve orientação de Lula para que auxiliares pedissem uma reunião com Trump, nem solicitação por parte da Casa Branca. A avaliação do governo brasileiro é que o caminho mais eficaz neste momento é priorizar as tratativas com o governo americano via grupo de trabalho. Recentemente, os Estados Unidos anunciaram novamente a intenção de importarifa sobre o Brasil. No total, as taxas americanas sobre produtos brasileiros podem chegar a 37,5%. O planalto entende que os Estados Unidos sabem as demandas brasileiras e que ainda está correndo o prazo para a implementação da tarifa adicional de 25%. Justificada por Washington Combase em supostas práticas comerciais desleais por parte do Brasil. Já a sobretacha de 12,5%, vinculada a legação de falta de ações contra o trabalho forçado, é vista pelos brasileiros como um artifício da Casa Branca para compensar uma derrota nos tribunais americanos em relação às tarifas. No G7, Lula deve voltar a criticar medidas unilaterais e protecionistas na política e no comércio exterior sem falar diretamente contra os Estados Unidos, mas deixando subentendido que as tarifas de Donald Trump, que estará na mesma sala de debates, são um problema. O rival, se G7 desde 1975, cada ano tem a sua própria particularidade, qual a particularidade do encontro deste ano? Bem, você vai ter outros seis países olhando para o Donald Trump e falando assim, e aí você fechou o estreito de hormus, você fechou o acesso a um quinto da energia mundial, a os insumos, as matérias primas dos chips, dos fármacos, dos fertilizantes, tudo que é essencial na vida contemporânea. E aí conheci exatamente com o momento em que pode ser firmado um memorado de entendimento, pode ser na véspera, pode ser nesse domingo, pode ser durante o G7, que é de segunda a quarta feira, que vai ser eneviando a França e a assinatura pode ser em Genebra, ali perto. Então é um momento bastante crucial, realmente, porque esse fechamento de estreito de hormus afeta muito, todas as economias, incluindo a dos Estados Unidos. O Trump deseja resolver essa questão, mas sem perder a face de forma visível demais, essa é a equação que ele busca, e o Irã não tenha ajudado. Mas o Trump aceitou as condições, aceitou as condições de dirá, mas a gente vai falar mais disso no outro bloco, é que você perguntou que algo que cuja resposta é do próximo bloco. Não, a gente vai chegar ali do próximo bloco, mas basicamente o conflito, o estreito de hormus vai estar parando ali sobre a serrionante do G7, é isso. -Cendo, desse é o grande tema. -E as consequências. O Luciana, e o Lula, e o Lula lá? -O que ele pretende trazer, aparentemente pela reputagem do Danilo Moleterno, vai entrar também nessa toada dos seis outros países do G7, a exceção dos Estados Unidos. -Cendo, Vida Caio, a gente sabe que historicamente política externa que no Brasil nunca fez ninguém, necessariamente ganhar uma eleição, mas agora ganha um peso maior em 2016. O que o Planalto quer transmitir é a mensagem do Lula como um grande estadista, respeitado, prestigiado na Europa, com interlocução, com outras grandes potências, investindo numa diplomacia de resultados econômicos, como, por exemplo, o próprio acordo, União Europeia e Mercosu. -O que a gente tem também são os assuntos que vão ser discutidos e que vão sair os textos ali do G7, a gente preparou a inclusível marte. -Esses aí são os temas principais da agenda oficial do G7, como que o Brasil enxerga cada um desses pontos. Em relação às parcerias internacionais, tem uma preocupação porque os montantes de ajuda oficial ao desenvolvimento para países, subdesenvolvidos em desenvolvimento, caíram muito nos últimos anos. E aí, tem uma ideia de que esses recursos podem ser substituídos por outras fontes, como do setor privado. O Brasil enxerga que isso é muito mais complicado e que o financiamento ocorreria em menor escala que os próprios países em desenvolvimento também não teriam como suprir essa lacuna, ainda mais pela situação agravada por individamento. Em relação ao crescimento econômico equilibrado, o pleito do Brasil de sempre de reforma na governança, como crescer se as estruturas de governança não estão reformadas, então a gente está falando de OMC, de ONU, tarifazo, não deve entrar especificamente nesse texto de acordo com a diplomacia brasileira, mas medidas bilaterais tomadas de forma unilateral. Sim, tem também questão de proteção online de menores, a avaliação que o Brasil está na vanguarda com o ECAD digital. Em relação com o bate a unarco-trafico, também é um ponto muito de atenção da diplomacia brasileira. A questão da classificação pelos Estados Unidos das facções como terroristas não deve entrar. A avaliação é que o texto oficial do G7 seja mais genérico, e só para finalizar tem também a questão dos minerais críticos. O olhar do Brasil é de desenvolvimento, então o que o Brasil vai fazer questão é de dar ênfase ao processamento e ao ganho de valor agregado no próprio país nos próprios países em que ocorre essa extração. Pelo menos esses são os objetivos principais das contribuições brasileiras. O Brasil deve ser um pouco mais analisado, mas a apuração do nosso danino moleterno de Brasília deve ser encontrado com a Primeira Ministra do Japão. Já há uma conversa de baixa dura e da possibilidade do Mercosuva, avançar para um acordo com o Japão. O Brasil é um pouco mais analisado, mas é um pouco mais analisado. O Mercosuva faz essa expansão, essa reconfiguração dos acordos comerciais, não é uma coisa que vai acontecer agora, mas o Lula está ainda mais pelo fator da primeira japonesa, ser uma primeira de direita e tudo mais. Então Lula consegue uma bilateral com ela, sinaliza, uma liderança do Mercosuva começando essa negociação e trazer isso é um ativo que ele pode trazer. Não é nada concreto, mas pode ser um ativo político importante para ele. Lula é o barrito, talvez a minha cabeça seja, é mesmo muito viciada em política brasileira e trabalhada nessa engrenagem, 24 horas. Eu vejo muito a viagem do Lula, claro que vocês colocam que as questões comerciais, as questões japulíticas, mas uma viagem com muito mais potencial de dar um resultado na política do México brasileira, eleitoral do que na política internacional. Mas o cientista político aqui é você, você tem essa impressão também, essa ideia da soberania, estadista do mundo, suglobal, essa coisa no momento em que me parece que a política externa brasileira finalmente entrou em uma eleição nacional na engenha eleitoral. Olha, Kai, eu acho que é uma boa liatura. Se a gente pensar que o presidente Lula, com mais 80 anos, vai desafiar políticos que tem metade da idade dele, até menos, caso de renançantes, ele tem que mostrar qual que é a vantagem da idade, a vantagem da experiência. E claramente essa impressão internacional com canal muito às vezes direto, né?
com líderes importantes, se entrometendo numa reunião, onde o Brasil não está na pauta, como Lourival trouxe a questão, é o que está acontecendo ali no Irã. Então, não deixe ser um palco, onde o presidente Lula vai poder exibir algo do qual ele se gaba muito, que é essa experiência, esse trânsito internacional que outros presidentes não possuem, e que os mais novos, nessa geração mais nova, também teria que construir. Então, eu acho que essa é uma leitura que faz muito sentido. Agora, eu vou acrescentar uma pimentinha, talvez para você discutir até no próximo bloco. Se essa busca do Brasil e do Mercosubro, por outros países, também, não é uma reação já, a essa determinação americana de que de criação de uma zona de influência nas américas, que não vai permitir mais que o Brasil na VEC com muita naturalidade, muita liberdade, entre os polos do mundo, em especial a China. Então, assim, uma busca na Europa, a gente sabe que a Europa quer um canal seguro e previsível de fornecimento de matérias primas. Essa busca pelo Japão, a busca de novos acotes pelo Mercosubro, não é uma maneira também de salva guardar, de proteger o Brasil, de não ficar tão exposto assim, a influência, essa esgemonia americana sobre o continente, que está se manifestando cada vez mais claramente. E muita para você? Essa é um enorme desafio da política externa brasileira, realmente, porque o governo Trump colocou claramente no topo da agenda a liderança, a projeção de poder dos Estados Unidos sobre este hemisphere, sobre as américas e, com, inclusive, deslocando recursos militares, toda a energia do estabelizamento de segurança para esse propósito. E quanto que para o Brasil não interessa ficar sob a órbita nem dos Estados Unidos, nem sob a órgita da China. E é o que esses dois polos estão demandando do Brasil. E num período da história brasileira, em que a ideologia e a política local, como você colocou, aliás, está contaminando muito a política externa. E enquanto que a política externa tem de ser uma política de Estado, porque os interesses são permanentes e a posição geográfica é permanente. Então, não deveria haver essa contaminação, mas ela acontece desde o início do primeiro governo Lula, ela também aconteceu no governo já e Bolsonaro. Então, não há uma clareza estratégica no país dentro do debate político, sobre quais são os interesses nacionais. Então, nos pega no momento de fragilidade intelectual para lidar com o grande desafio da nossa história, de antes de uma disputa por egemonia, tão aguda como é que está acontecendo entre Estados Unidos e China, que nos coloca no centro dessa disputa por causa das nossas reservas de terras raras, de minerais críticos, que provavelmente são tão grandes quantas da China. Uma peamento não é completo ainda dessa geologia, e, mas ainda toda a nossa capacidade de provar energia renovável e também foce para um mundo sedento de energia com os data centers aí, e aí você tem ainda a nossa disponibilidade de água e nossa capacidade de ser um seler do mundo agrícola. Então, é um momento de que enormes oportunidades e de enormes riscos também. O SEMA, para finalizar esse bloco, algum expectativa do presidente Lula e do Tamarati de sair alguma conversa com o Trump nessa viagem? Expectativa sempre tem, né, que é a última que morre essa esperança, mas vamos ver, não tem realmente nada marcado, não tem nada oficializado até o momento, é uma perspectiva até que uma conversa informal de certa maneira poderia amenizar um pouco, né, as coisas que nem aconteceu na própria ONU um tempo atrás. Então, claro que pode acontecer sim, mas até um momento ainda sem perspectivo, que deve ter essa bilateral com a primeira ministro de Japão, também com o primeiro ministro da França, monoma cron, até por ele ser o anfitrião do evento, né, do G7, mas só para ressaltar. De início, o Lula nem pretendia ir ao G7, ele decidiu mudar de ideia depois da visita do Flávio, a Donald Trump e também diante do novo tarifado americano, Caio. Bom, queria agradecer a começar pelo cientista político Leonardo Barreto, só se da constatoria Fink Polly, muito obrigado, meu cara, bom final de semana, boa copa do mundo aí, vem no jogo. Eu quero dizer muito muito. Luciana Maral, bom final de semana, minha amiga, muito obrigado por estar conosco, Thaizeré, de também, o Lourival fica comigo, daqui a pouco a gente vai falar sobre guerra, Estados Unidos, o Irã, cada vez mais perto de um acordo, pelo fim da guerra, será mesmo, dessa vez vai, até já. W. de volta, a participa agora, o Danis Arredini, professor de relações internacionais e diretor do Instituto de Ciências Sociais, da Pouque Minas, Dani, bem-vindo o meu caro. -Banote Caio, prazer em mil. -Prazer, é todo o nosso, Estados Unidos e Irã estão perto de um acordo provisório de paz que pode ser assinado neste domingo. -Os dois países afirmam ter vencido a guerra, mas não poucos detalhes sobre os temas para o fim do conflito, vejam na reportagem de Mariana Jean-Jacques. -Na TV está tal, o ministro das relações exteriores do Irã, a Baza Racti, disse que o memorando de paz terá duas fases. Inicialmente, com o fim da guerra em todas as frontes, incluindo o libano, com a retirada das tropas esraelenses e a reabertura do estreito de Ormuz. Sem mais detalhes, avisou, a passagem não funcionará mais como antes. -Intasme mededia de um policial general, tem que ir em torno de ormuz, e a torno de ormuz, tem que ir em torno de ormuz, tem uma segura de achada na rua. -Ainda segundo ministro, a segunda fase aborda a retirada de sancões para a liberação de bilhões de dólares em fundos iranianos, a reconstrução do país e o acordo nuclear, com duração prevista de 60 dias. -Has-to-hoi que o Nordeste Ambrígio e Aspauble pasisis na rua, lezou-me a um muzote diheri que em Khanetau fordamos de um halho de 2 show-ward in the armada. -Mas cedo, o chancereiro publicou que atrego a com os Estados Unidos nunca esteve tão perto, e pediu que a mídia evitasse especular sobre os termos ainda não divulgados oficialmente. Donald Trump compartilhou o post, e já havia criticado informações veiculadas ao longo do dia pela imprensa estatal iraniana com a divulgação de supostos termos extremamente vulgar. -Uma autoridade do governo americano disse a CNN que o acordo prevê o desmantelamento do programa nuclear e daniano, com a destruição e a transferência aos Estados Unidos do material já enriquecido. Essa autoridade também afirmou que qualquer alívio da sancões contra o iran está condicionado ao cumprimento das obrigações. Nas redes sociais, o vice-presidente J.D. Vens afirmou que o acordo foi estruturado para garantir que as preocupações dos Estados Unidos e seus aliados sejam priorizadas, e que se o iran cumprir suas obrigações, benefícios econômicos fluirão para o país e para toda a região. Fonte Zenwóche então afirmaram que a cerimônia de assinatura do acordo seria nesse domingo engenebra na Suíça. No entanto, autoridades iranianas ainda não confirmam o local. O site americano de política Axios afirmou que o primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyarro, no entanto, teria sido surpreendido com o acordo. O ministro da Defesa, Israel Cates, disse que o país não recuará das onas de segurança no líbano na Síria e em Gaza, como lição central dos eventos de 7 de outubro. Dani, tem uma contabilidade, a Mariana Jean-Jacques hoje, no fora da ordem, né, por de queixa aqui que o Colorival, Américo, nosso time da CNN, hoje ela falou, né, do Valdi, que deja abrir a contabilidade de quase 40 vezes o Donald Trump, já disse que um acordo estava próximo. Mas dessa vez é diferente, Dani. Eu acho que dessa vez tem um elemento novo que foi o postionamento público do ministro das relações terriores do Arachit, dizendo que eles não chegaram tão perto quanto chegaram agora. Então eu vejo que a pressão que os americanos impuseram aos portos iranianos, né, e que impedem eles de tirar em um petróleo ali do golfo, do golf pérsico, juntamente com a pressão que os Estados Unidos sofrem em razão do preço do petróleo, dos fertilizantes, etc. Isso tudo criou uma condição que agora os dois
lá dos que eram uma saída para o dilema. A realidade é que esses termos já estavam prontos há muito tempo, né? A mais de duas semanas esses termos já estavam prontos. A questão era o timing que os americanos estavam esperando para tentar pronunciar como se fosse uma vitória e isso de certa forma explica os bombardeios que acontecer nos últimos dias contra o irã em razão do abate ali do helicóptero à paz, né? Mas aquilo é um elemento menor para um ataque como os americanos fizeram ali no irã e ao mesmo tempo as pressões dentro do governo iraniano são muito grandes porque a linha mais dura ligado a guarda-revoncionária ela tem ali sangue nos olhos, eles não querem um acordo ruim, eles querem ir prontudo nada enquanto uma aula mais moderada reformista que é representada pelo próprio Arachi, ver como uma vitória bem razoável esse protocolo de entendimento. Então eu vejo que sim há uma possibilidade real, mas como a própria CNN já colocou 39, 40 vezes ele disse que estava prestes a assinar alguma coisa, então nós temos que esperar até domingo ou até semana que vem para avaliar melhor. E aí, Lairdwell, a impressa americana está falando no otimismo cá o teloso. Ah, realmente é isso, é a primeira vez que o irã confirma que está muito próximo de um acordo, isso é muito relevante, das outras vezes o irã sempre desmintia essas afirmações do Donald Trump e a gente vem trazendo aqui há um tempo mesmo que existe uma estrutura do acordo na questão nuclear, que é a questão mais sensível politicamente e a tempo ainda para ser refinada, o que fazer com os 441 quilos de urânio altamente requecido, que fazer com os noelados de urânio requecido em algum grau e as instalações são três instalações subterrâneas, vão preservar uma delas para o futuro, para quando termina essa moratória, de quanto vai ser a moratória, estados os ex-querem 20 anos, irã quer 10 anos, vão ser 15 anos, então assim, as duas partes aceitam negociar e assim muitos estados os estados os aceitaram a premissa do irã, que era de que primeiro vamos abrir o estreito de hormos, descongelar fundos e aí existem informações de cruzemirados árabes unidos, teriam concordado em descongelar de 10 a 20 bilhões de dólares em dinheiro iraniano que está depositado em bancos de Dubai e aí descongela isso, abre o estreito de hormos, tem o cessar fogo ampliado por mais 60 dias e aí vamos discutir a questão do acordo nuclear, da questão nuclear, agora existem vários percaços, na verdade a segunda fase, ela é muito mais difícil, porque além dessa questão nuclear tem a questão dos status final do estreito de hormos, essa é a questão mais importante no fundo, para o mundo, esse precedente de um país querer controlar uma via marítima natural e a relação do irancom o resbolar e sobretudo o conflito entre Israel e o resbolar, isso é uma coisa que vai ainda dreinar muita energia do Donald Trump, ter de controlar o Netanyahu que tem eleição no final de outubro, que está sendo acossado pela oposição exáelense que diz "Ah, você está cedendo soberania, o Trump está mandando em Israel numa coisa que é vital para Israel, então tem muita dificuldade ainda pela frente". O Dani, você coloca a questão mais sensível essa de um muso, porque é mais imediata ou própria implementação da fase 2 dos temas do acordo nuclear, isso aí já é um problema ali à vista ali na frente. Eu vejo que são dois elementos que são muito sensíveis, o estreito de hormos como bendisse o luarival e o libano, o estreito de hormos porque vai ser a forma pela qual o iran vai buscar reparação de guerra, então talvez a negociação iraniana no sentido de cobrar algum tipo de taxa durante um tempo, né, ao que já foi até discutido com o próprio Oman, isso vai gerar um impacto global, mas se os americanos não forem pagar os iranianos pelos cursos da guerra, os iranianos vão dizer eu preciso de reconfirmar o país, e você vai ter de taxar a passagem aqui. Os iranianos não ensinaram nenhum acordo marítimo ali relativo a hormus, é quem controla a margem oriental do estreito ou a margem ocidental, então vai dizer se eu lançar aqui as milhas náuticas que são soberanas do meu estado, isso é meu, então isso vai ser um problema. E o segundo problema que eu acho que é muito sensível se chama resbolar, porque? Porque existe uma disputa, uma luta, pra dizer quem vai acabar com a guerra no estado, e aí os iranianos passam a mensagem pros libaneses que é a seguinte, o Libano está dentro do César Fogo, enquanto os Estados Unidos, Israel e o governo de Libanês tenta dissociar isso, dizendo seguinte não, isso é um esforço para que nós possamos fazer com que o Libano seja um país soberano novamente, e isso é uma disputa tit forte, nós estamos vendo o que que acontece hoje bombardeço continuam violentamente, as tropas israelenses continuam avançando sobre na batia e outras cidades do sul do Libano, quase chegando ali na parte mais centro sul do país, isso é vela que essa disputa pela, vamos falar assim, a legitimidade e a força de humana ou atenção ou não do resbolar no Libano passa por esses 60 dias, esses 60 dias que vai ter de discutir, desarmamento de resbolar, saída de Israel do sul do Libano, César Fogo no Libano, e isso de fato é uma pauta muito sensível para Israel e para o Liban, para o Lerival, o Trump recentemente, semana semana passada deus, escolar, acho assim, no Netanyahu, foi, criou até uma situação entena na política interna e excelência muito ruim, não conseguiria agora também pará-lo? Sim, acho que ele tem os instrumentos, só ele tem, só os Estados Unidos tem, porque essas armas que Israel usa contra o resbolar, por exemplo, as armas mais importantes são de fabricação americana e quem fornece armas tem direito de veto sobre uso delas, e se Israel rompe com essa viola, esses direitos Estados Unidos eles param de fornecer peças de reposição e mais importante ainda, munição para os temas anchaéreos, Israel é umes que são vitais, porque essa é uma guerra aérea principalmente, aqui o resbolar trava com Israel e o Irã também, o Irã nem faz fronteira, tá mil quilômetros de Israel, então é uma guerra aérea, certo, então Israel depende, depende do suprimento de misseis, Patriots, misseis antimíseis, e que estão escassos no arsenal americano, porque foram gastos lá no Gulf Pesco para defender barren, catá, corretia, mirados árabes sauditos, atacos serianianos, para defender Israel e foram fornecidos também para o crânio, então, há um incentivo forte dos Estados Unidos para funcionar muito o Netanyahu, né, então essa vai ser uma questão muito interessante de observar, porque a mostração inédita entre Estados Unidos e Israel, né, e há uma relação carnal entre Netanyahu e Trump, então vai ser altamente conflitosos, mas a resposta é sim, Trump tem condições de impor, de comter fortemente o Netanyahu, que por sou vez, no entanto, está numa questão existencial aí, né, hoje a projeção de todas as pesquisas Israel é que ele, o grupo dele conseguiria 52 cadeiras no que nessa eleição de outubro, que nessa parlamento tem 120, né, a oposição conseguiria 58, e as outras 10, elas são dos árabes, e aí isso é uma grande encognita, porque depois do 7 de outubro de 23, os israelenses não aceitam a ideia de os árabes, de os partidos ares participarem de um governo, né, então veja, é tudo bastante complexo e delicado. Dani, para finalizar, a gente tem um minuto e meio dois minutos, que peço desculpa pelo tempo, é o que que o Iranganha na verdade é colocar em cheque o seu programa nuclear, uma moratória de 20 anos, por exemplo, vamos supor que seja isso, eliminar as 11 toneladas de Irangriquecido, entregar os 441 kg de Irangriquecido a 60%, isso não afeta, sobre maneira, o seu poder projetado na região e no mundo.
O Caio, na verdade, o momento de ter a bomba já passou. Trem até uma reflexão que saiu na FFZ, dizem o seguinte, que o maior erro do Irã foi buscar estruturar sua defesa em cima de forças próxias, de um sistema de míssias balísticos forte e, por último, uma indecisão, uma ideia nem de sim, nem de não, que eles tinham armas ducléares. E que, na perspectiva dessa análise, o maior erro do Irã foi não ter a bomba, porque o poder de deterrence de fato era ter a bomba, como aconteceu com a correda de noite. Então, não ter a bomba lá atrás. Para um documento religioso feito pelo próprio Alíra Menê, que é uma fatua, dizendo que o Irã não pode ter uma arma nuclear. E a insistência deles, dizendo, que o nosso país não vai ter a arma nuclear e que o requecimento urânio, a mais 60%, foi uma forma de dizer para os Estados Unidos que rompeu o acordo nuclear com o Irã, com o Donald Trump no primeiro mandato dele, era uma forma de dizer o seguinte, nós conseguimos fazer isso. Só que essa política de ambiguidade, essa política de mostrar que é capaz, mas de não ter, ela foi muito perigosa. Então, se ele consegue, uma moratória de 15 anos e mantém-se o seu programa nuclear pacífico e requece no urânio até 3,5%, ainda é, ao meu ver, uma solução positiva para o Irã, desde que ele mantenha o seu sistema de misses balísticos intacto e o estrei de hormus, que são as duas armas nucleares que de fato ele tem para se defender. Dores a Redine, muito obrigado, professor de relações internacionais e diretor do Instituto de Ciências Sociais da Pouque Minas, Dani. Bom final de semana. Obrigado, Kai, um abraço para você e para o Orival. Bom fim de semana, Orival. Obrigado, força para o Brasil. Não, se Deus quiser, vamos ganhar assim, ganhar não só o jogo como a Copa. O Llu. É verdade, o WTM daqui mais fácil. É mais fácil estar no dia da primeira parte. Bom, WTM daqui, uma boa noite, bom final de semana de Copa do Mundo para todos. É segunda.
Podcast Summary
Key Points:
A Polícia Federal rejeitou a segunda tentativa de delação premiada de Daniel Vercara, intensificando a disputa entre grupos que querem abafar ou avançar com as investigações do caso Master.
O caso envolve três poderes e a Procuradoria-Geral da República, com um grupo minoritário em Brasília mas majoritário na opinião pública buscando novas ofensivas contra autoridades ligadas ao banqueiro.
A viagem do presidente Lula ao G7 na França visa criticar tarifas protecionistas e buscar acordos, enquanto as tensões comerciais com os EUA aumentam, com taxas que podem chegar a 37,5%.
O centrão atua para enterrar a investigação por pragmatismo eleitoral, enquanto o STF conseguiu se afastar do foco do escândalo, e a percepção pública de desgaste institucional se espalha.
Vazamentos da defesa de Vercara pressionam as instituições, e o caso se tornou moeda de troca em negociações políticas, afetando alianças e pautas no Congresso.
Summary:
A rejeição pela Polícia Federal da segunda tentativa de delação premiada de Daniel Vercara aprofundou a guerra nos bastidores do caso Master. De um lado, um grupo que inclui partes dos três poderes e a Procuradoria-Geral da República busca abafar as investigações, enquanto outro, minoritário em Brasília mas majoritário na opinião pública, tenta usar as declarações de Vercara para lançar ofensivas contra altas autoridades. O caso está numa encruzilhada: ou avança contra o establishment ou é enterrado por ele.
O ministro André Mendonça pediu que a PGR se manifeste sobre a transferência de Vercara de sua cela especial, e a resposta servirá como termômetro. Enquanto isso, a percepção pública de desgaste do STF caiu, mas 44% dos entrevistados creem que todos foram afetados pelo escândalo. Paralelamente, a viagem de Lula ao G7 na França ocorre em meio a tensões comerciais com os EUA, que ameaçam tarifas de até 37,5% sobre produtos brasileiros.
O governo brasileiro prioriza negociações via grupo de trabalho, evitando um encontro bilateral direto com Trump. Lula deve criticar medidas protecionistas sem citar os EUA diretamente. O caso Master também se tornou moeda de troca política, influenciando alianças e pautas no Congresso, com o centrão liderando os esforços para enterrar a investigação por pragmatismo eleitoral.
FAQs
A Polícia Federal rejeitou a delação por considerá-la insuficiente, possivelmente entregando pouco ou nada de relevante para as investigações.
A PGR foi chamada a se manifestar sobre um pedido da Polícia Federal para transferir Daniel Vercara da cela especial, servindo como termômetro de como a procuradoria lidará com o caso.
O Centrão busca enterrar as investigações por pragmatismo político, priorizando formar uma bancada recorde no Congresso e evitar escândalos que possam prejudicar aliados em ano eleitoral.
De um lado, a esquerda foca nos áudios do senador Flávio Bolsonaro; do outro, a direita explora relações petistas com o Banco Master. O Centrão trabalha para abafar o caso.
A percepção de que o STF é o mais afetado negativamente caiu de 10% em maio para 7% em junho, mas 44% dos entrevistados acham que todos os poderes foram afetados.
O governo prioriza negociações via grupo de trabalho, sem pedir encontro bilateral com Trump, e Lula deve criticar medidas unilaterais sem citar diretamente os EUA.
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