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Defesa de Bolsonaro terá de explicar carta; tensão em Ormuz afeta combustíveis

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Defesa de Bolsonaro terá de explicar carta; tensão em Ormuz afeta combustíveis

O Panorama CBN desta terça-feira (14) destaca a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que deu 48 horas para a defesa de Jair Bolsonaro explicar se ele sabia que a carta lida por Flávio seria publicada nas redes. Flávio Bolsonaro foi proibido de visitar o pai por 90 dias, até após o primeiro turno das eleições. No cenário internacional, Donald Trump ameaça bloquear portos iranianos e cobrar 20% sobre cargas no Estreito de Ormuz, elevando o petróleo Brent acima de US$ 85. No Brasil, a Câmara pode votar um projeto para mitigar o impacto dessa alta nos combustíveis e passagens aéreas. Além disso, Brasil, Argentina, Paraguai e Chile assinam um acordo para abrir o espaço aéreo entre os quatro países, inspirado no modelo europeu, com o objetivo de aumentar a concorrência e reduzir preços em até 12 meses. Na Copa, França e Espanha disputam a primeira vaga na final, em Dallas, enquanto a música "Wonderwall" do Oasis viraliza entre torcedores. O programa também aborda a investigação sobre emendas de Valdemar Costa Neto, a crise na Venezuela com 4.561 mortos por terremoto, e o envio de 48 toneladas de leite em pó do Brasil para Cuba.

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3944 Words, 23104 Characters

Portuguese
Em destaque no panorama CBN, defesa de já ir Bolsonaro tem 48 horas para explicar se o ex-presidente sabia que a carta lida por Flávio seria publicada nas redes. O senador também ficou 90 dias sem poder visitar o pai. Trump promete bloquear portos do Irã e cobrar 20% das cargas no estrito de Ormús. O petróleo já passou dos 85 dólares e a câmara aqui no Brasil está tentando evitar que essa alta péssina os combustíveis e nas passagens aéreas. E já que o assunto é o custo de voar, Brasil argentina, Paraguai e Chile, assim não hoje um acordo para abrir espaço aéreo entre os quatro países. A promessa é aumentar a concorrência, criar novas rotas e ajudar a reduzir os preços. França e Espanha disputam hoje a primeira vaga na final da Copa e o Wonderwall do Oasis vira inuda torcida em lisa e dispara no Spotify antes do jogo contra Argentina. Hoje é terça-feira, 14 de julho e o panorama CBN já está no ar. Olá, muito bom dia para você. Eu sou Gabriel Freitas e a partir de agora a gente organiza as principais notícias dessa terça-feira e continua mandando a sua mensagem, seu comentário, conta de onde você está acompanhando o programa. Pode falar comigo pelo meu Instagram, o @gabafreitas ou pelo meu e-mail o [email protected]. No fim de edição, eu volto de novo e com os recados, os abraços de quem tá com a gente todos os dias. E o panorama dessa terça começa com o assunto que tá rendendo, viu? Lembra da carta escrita por Jair Bolsonaro, Lida por Flávio Bolsonaro naquela transmissão ao vivo? Agora a defesa do ex-presidente vai ter 48 horas para explicar, se já ir Bolsonaro, sabia que o texto seria publicado nas redes sociais. O prazo foi dado pelo ministro Alexandre de Morais, do Supremo Tribunal Federal. E a decisão já trouxe uma consequência bem importante pra Flávio. O senador não vai poder visitar o pai pelos próximos 90 dias. Na conta do calendário isso significa que os dois só vão poder voltar a se encontrar depois do primeiro turno das eleições no início de outubro. Morais tá dizendo que Flávio usou uma visita familiar pra conseguir um manifesto político e depois divulgar esse conteúdo nas redes. Bolsonaro não pode usar as redes sociais nem diretamente pelas próprias contas e nem diretamente, por meio de outras pessoas. E na avaliação do ministro, a leitura da carta pode ter servido justamente pra contornar essa proibição. Morais também tá apontando que o texto tem frases que podem ser entendidas como um pedido de voto pra Flávio. Por isso mandou o material pra procuradoria geral eleitoral analisar se ouve propaganda antecipada. E aqui vale uma observação importante, porque propaganda antecipada não é crime por si só, mas pode render multa e outras punições previstas na legislação eleitoral. O ministro ainda lembrou que essa não seria a primeira vez que Flávio usou as próprias redes pra divulgar uma manifestação do pai, né? Em agosto do ano passado, o senador publicou um vídeo de Bolsonaro participando por telefone de um ato no rio. Pra morais esse histórico e a forma como a carta foi escrita, levanta uma suspeita de que Bolsonaro sabia que o documento acabaria publicado. Numa transmissão ao vivo, Flávio chamou a decisão de ilegal e inconstitucional e ele também acusou morais de tentar interferir na disputa eleitoral. Obviamente algo completamente desproporcional, desarrasuado e claramente configura essa tentativa de eleição de moragem interferir nas eleições desse ano, não por acaso ele toma a decisão deixando presente Bolsonaro sem falar com o próprio filho. No caso, Flávio Bolsonaro, eu, por 90 dias, ou seja, eu só poderia voltar a falar com presente Bolsonaro após o primeiro turno das eleições desse ano. Alguém acha que isso é uma coincidência? Eu sou advogado do presidente Bolsonaro nos autos. Eu era o chaninho morais e ignorou também, que é me deixar incomunicável com o próprio pai, não vai poder impedir que um advogado conversa com seu cliente. Ainda que seja o advogado filho, quem seja o seu próprio pai. A gente vai honrar o presidente Bolsonaro em todos os perseguidos do ano de Janeiro, o presidente Bolsonaro é quem vai colocar faixa de presidente em mim, janeiro do ano que vem. O deputado Lindbergfarias do PT tem uma leitura diferente. Ele está dizendo que Bolsonaro conhecia as restrições e transformou o descomprimento das regras numa estratégia política. Flávio Bolsonaro foi um oportunista, só que pensar na eleição dele, não se preocupou com o pai dele, que sabia que o pai dele estava descomprindo uma medida cautela. E eu continuo defendendo que ele tem que ir para a puda, qualquer descomprio várias medidas cautelares. Bom, a gente ouvi os dois lados, né? Agora vamos saber de quem entende do assunto. O advogado Fabio Souto explicou que a divulgação da carta pode pesar contra o ex-presidente na avaliação do supremo. "As pessoas que eventualmente estejam comprando pena, tenho direito de se comunicar através de cartas com outras pessoas. No caso específico, me parece que não é bem isso. Tendo em vista que a carta foi dirigida ao povo brasileiro e lida através da rede social do precandidato Flávio Bolsonaro. Assim, diante dessas premissas, entendo que sim, ouvi uma burla, a determinação do ministro Alexandre de Morais." Agora, a defesa vai ter que explicar se Bolsonaro sabia que a carta seria levada às redes e depois dessa resposta, a Alexandre de Morais vai decidir se mantém só as restrições atuais, né, as que já estão em vigor, ou se ele vai dotar uma medida mais dura. Onde a gente também falou da investigação sobre as emendas atribuídas a Valdemar Costa Neto, né, presidente do P.L. que não é parlamentar atualmente. Agora, apareceu um exemplo bem concreto do destino desse dinheiro. Uma emenda de 280 mil reais foi usada pra pagar um show da dupla T.M. It Agu na festa do pião de Guaim B, uma cidade bem pequena no interior de São Paulo. Nos documentos da Câmara, a verba aparecia como indicação da liderança do P.L. Mas a polícia federal está apontando que quem escolheu município e o destino do recurso foi Valdemar Costa Neto, mesmo se ocupar em um mandato. A suspeita é de que o presidente do P.L. estava usando parlamentares e servidores da Câmara pra formalizar emendas que, na verdade, eram definidas por ele. Foi essa investigação que levou o ministro Flávio Dino do Supremo a bloquear quase 120 milhões de reais em bens de Valdemar. A prefeita de Guaim B, Marcia Aquiles, defendeu a realização da festa. Ela disse, no entanto, que ficou surpresa quando ela descobriu que a indicação da verba era atribuída ao presidente do P.L. E não foi só um caso isolado, porque a investigação encontrou recursos ligados a Valdemar, bancando shows em outras cidades do interior de São Paulo e também do Paraná. A defesa de Valdemar está negando qualquer irregularidade e diz que, presidentes de partidos podem conversar com deputados e defender prioridades para as próprias bancadas. O ponto que a polícia federal tem investigando é outro, se uma pessoa sem mandato podia decidir por conta própria pra onde iria o dinheiro público reservado às emendas do Congresso. E agora, informações internacionais. Vamos falar de uma decisão que está marcada pra 5 da tarde de hoje, pelo horário de Brasília, que pode aumentar ainda mais atenção lá no estreito de Ormuz. Os Estados Unidos vão retomar o bloqueio naval dos portos terminais de petróleo e áreas da Costa do Irã. Com isso, navios que tentarem entrar ou sair desses locais sem autorização americana podem ser interceptados, desviados e até aprendidos. A marinha dos Estados Unidos está dizendo que embarcações ligadas a outros países vão poder continuar atravessando o estreito de Ormuz. O bloqueio seria direcionado ao tráfego iraniano. Só que Donald Trump não ficou só nisso. O presidente americano declarou que os Estados Unidos vão assumir o papel de guardiões do estreito e quer cobrar 20% sobre toda carga transportada pela rota. Nós tivemos um acordo, isso que ninguém sabe, nós tivemos um acordo, foi um acordo feito e depois eles quebraram, ele sempre quebram. Nós tivemos uns 10 acordos com essas pessoas, então nós vamos atacá-los duramente e manter as coisas no rumo certo. Provavelmente, vamos comandar o estreito de Ormuz, seremos os guardiões do estreito. E nós deveríamos ser recontençados por isso, porque as outras nações são muito ricas. Elas estão ao nosso lado e não podem esperar que vamos fazer isso por nada, como fazemos há muitos anos. É cada coisa que a gente ouve, né? Trump ainda não explicou como é que ele pretende fazer essa cobrança não, mas num super petroleiro totalmente carregado, o valor só precisa ter uma ideia, tá? pode passar dos 30 milhões de dólares. A organização marítima internacional lembrou que nenhum país tem o direito de cobrar pedágio ou de dificultar a passagem de navios por um estreito internacional, que indicia isso, só para reforçar a organização marítima internacional, hein? E tudo isso acontece depois de mais uma noite de ataques. Os Estados Unidos voltaram a bombar de al irã e, em resposta, forças iranianas atingiram dois petroleiros dos Emirados árabes unidos. Um tripulante indiano morreu e outros oito ficaram feridos. O irã também lançou mísseis e drones contra instalações militares americanas lá no barém, também no Kuwait e na Jordânia. A Guarda Revolucionária está avisando que pode atacar qualquer embarcação que não use as rotas autorizadas pelo governo iraniano. Aqui no Brasil, presidente Lula acusou o Donald Trump de praticar pirataria internacional ao propor a cobrança lá no estreito de Ormuz. Tem um Twitter do presidente Trump dizendo que ele vai destruir o estreito de Ormuz. Mas cada navio que ele diz o bistro e que ele tirado o estreito, o dono do petrole tem que pagar vindo por cento para ele. Infantigamente, chama-se pirataria. "O estado importante como os Estados Unidos não bote agora a virar pirata. Ou seja, ele não tem que cobrar, porque o estreito do Ormuz é da responsabilidade delas." Claro que essa disputa está mexendo e muito com o preço do petrole. Tem mais uma subida, olha. O barril do Brent passou dos 85 dólares nessa madrugada e está acumulando uma alta de mais de 10% desde o começo dessa nova escalada. É aí que a guerra no Oriente Médio começa a chegar mais perto do bolso de quem vive aqui no Brasil. A Câmara pode votar nessa semana um projeto que tenta invitar que o aumento do petrole lá fora pese com tanta força no preço dos combustíveis por aqui. A proposta é do líder do governo deputado Paulo Pimenta do PT. A ideia é usar parte do dinheiro extra que a União arrecada quando o petrole sobe para compensar uma futura redução de impostos sobre os combustíveis. Isso não significa que os impostos vão cair imediatamente, tá? Projeto só vai criar o mecanismo para que o governo possa agir se a guerra continuar pressionando os preços. A relatora deputada Maruça-Boldrin do Repubblicanos também incluiu o kerosene de aviação. Uma alta nesse combustível pode claro acabar aparecendo no preço das passagens aéreas, né? O texto ainda permite que a usina G. Tannol usem créditos tributários acumulados para apagar outros impostos federais. A proposta ganhou urgência e já pode ser votada pelo plenário da Câmara. E faltando só um dia para a decisão dos Estados Unidos sobre o tarifazo, Flávio Bolsonaro e o presidente Lula estão fazendo previsões bem diferentes sobre o que Donald Trump vai decidir. A tarifa de 25% pode ser aplicada porque o governo americano abriu uma investigação e está acusando o Brasil de manter regras que prejudicam empresas dos Estados Unidos. Flávio Bolsonaro, que foi a Washington pedir que a cobrança só começasse depois das eleições brasileiras. Agora está admitindo que a tarifa deve mesmo ser confirmada. A tarifa vai chegar com o Brasil, estou adiantando para vocês, essa tarifa vai acabar chegando no Brasil? Não toque informação privilegiada não, são que os sinais mostram aí. Lula, por outro lado, ainda acredita que a conversa entre os dois governos pode evitar a cobrança. "Pai está preocupado com o novo tarifazo que tem na. Vai ter tarifado." "Trem bem, vai ver com o palco." "Alguém do governo está conversando, né?" Bom, a resposta vai sair até amanhã, entre as reclamações dos Estados Unidos, então, as barreiras, a entrada do etanol americano e as regras do comércio digital. Washington também está dizendo que o Brasil está favorecendo piques em relação às empresas americanas de cartões de crédito. A investigação ainda inclui reclamações sobre propriedade intelectual e a fiscalização do desmatamento ilegal. A proposta que está sendo analisada já deixa alguns produtos importantes fora da tarifa. Entre eles estão a carne bovina, partes de aeronaves, terras rairas e boa parte do café bruto. Essa lista de exceções está tentando evitar que a cobrança também aumenta os preços dentro dos próprios Estados Unidos. Mesmo assim a diplomacia brasileira está trabalhando com a possibilidade de Trump confirmar o tarifazo e dar um prazo de 30 dias antes do início da cobrança nas alfândegas. O dando de assunto para te contar que boa parte do que chega ao supermercado, a farmácia e ao posto de combustível passa pela boléia de um caminhão. Por isso, uma disputa que está acontecendo no Senado pode acabar mexendo também com abastecimento e como os preços à tensão. Os senadores têm até amanhã para votar a medida provisória que muda as regras do piso mínimo do frete. Se isso não acontecer, o texto vai perder a validade já na quinta-feira dessa semana. O piso do frete é o valor mínimo que uma empresa precisa pagar pelo transporte de uma carga. A proposta tenta impedir contratos abaixo desse limite e criar um controle maior sobre os pagamentos. Ontem, camioneros autónomos fizeram protestos em várias partes do país. A categoria está ameaçando uma greve se o Senado não votar essa medida. Só que o texto que chegou à câmera trouxe outros assuntos e acabou criando resistência. Um deles é o piso salarial de R$ 5.000 para motoristas empregados que fazem viagens de longa distância e passam mais de R$ 24 horas longe de casa ou da base da empresa. Representantes da indústria, do agro-negócio e das distribuíduas de combustíveis, estão dizendo que esse valor pode aumentar o custo do transporte e acabar chegando ao preço dos produtos. Governo e oposição estão tentando fechar um acordo. A ideia é manter a obrigação de respeitar o piso mínimo do frete, mas tirar da lei o salário fixo de R$ 5.000. O líder do governo no Congresso, Senado Randolph Rodrigues, explicou como esse entendimento está sendo construído. A gente acordou em manutenção do piso e a gente faz um ajuste relativamente ao valor, mesmo porque a jurisprudência de supremo tribunal federal, que diz que não cabe a denideração de piso, é bom para a agroestacional em matéria infraconscionável. Então eu tenho jurisprudência a uma boa coisa que nos produz com a minha relação a isso. Então podemos ter estabelecimento de piso, sem ter necessariamente estabelecimento do vazio. Boa proposta também cria um código para acompanhar cada frete e saber quanto foi pago ao caminho neiro. Empresas que contratarem transporte abaixo do valor mínimo podem receber multas. Agora o Senado está acorrendo contra o relógio, a votação precisa acontecer até amanhã para que qualquer mudança ainda possa ser analisada antes de a medida perder a validade. Vamos falar agora sobre a situação da Venezuela, onde o número de mortos pelos dois terremoto subiu para 4.561. Os tremores atingiram o norte do país no dia 24 de junho. A região mais castigada foi o estado de Laguayra, que fica ao lado da capital Caracas. Mais de 800 prédios foram atingidos, 190 desabaram completamente cerca de 20 mil pessoas ainda dependem de abrigos ou moradias temporárias. E agora começa uma outra fase dessa tragédia. O governo Venezuela está fazendo um cadastro biométrico das famílias que perderam as casas. A ideia é entender quem precisa de moradia e onde essas pessoas viviam antes dos terremotos. A estimativa inicial é de que vão ser necessárias 25 mil novas casas. O Brasil também participou do socorro às vítimas e tem bases brasileiras ainda de socorro ajudando tantos venezuelanos. É uma equipe brasileira passou 15 dias na Venezuela, participou de 90 ações de busca e salvamento, um hospital de campanha montado pelo Brasil fez mais de 1.200 atendimentos. E o país também enviou medicamentos, equipamentos, alimentos, purificadores de água e 350.000 doses de vacinas para evitar que outras doenças se espalhem nos abrigos. E de uma operação de ajuda brasileira, a gente passa para a outra, agora em Cuba. O governo começou a enviar 48 toneladas de leite impô para a população cubana. A carga está sendo transportada em 2 aviões da Força Aérea Brasileira com um destino a Santiago de Cuba. O primeiro voo levou 16 toneladas. O segundo vai transportar as outras 32. A previsão é de que toda a carga chegue amanhã. E por que que Cuba está precisando dessa ajuda? Só para te atualizar, a ilha está enfrentando uma falta grave de alimentos, medicamentos e combustíveis também. A economia cubana já havia infraquecida com baixa produção e pouco dinheiro para comprar produtos de outros países. As sancões e as restrições impostas pelos Estados Unidos à entrada de petróleo agravaram ainda mais esse cenário. Sem combustível suficiente, aumentaram os apagões e ficou mais difícil produzir, transportar e distribuir até os itens mais básicos. A operação está sendo coordenada pelo Itamarati com alimentos disponibilizados pela Konab, o governo brasileiro também estava aliando o envio de outros alimentos e medicamentos. E olha, quem viaja de avião sabe que em muitas rotas as opções são poucas e as passagens acabam ficando bem caras, né? E é justamente isso que quatro países da América do Sul estão tentando mudar. Brasil, Argentina, Paraguai e Chile vão assinar hoje em assunção um acordo para começar a abrir o espaço aéreo entre eles. A ideia é permitir que companhias desses países operem com mais liberdade fora do próprio território. Funciona mais ou menos assim, hoje uma empresa argentina pode trazer passageiros até o Brasil, só que ela não pode vender uma passagem entre duas cidades brasileiras. Com o novo modelo, ela poderia chegar de Buenos Aires a São Paulo e depois continuar até o Recife, por exemplo, transportando passageiros também nesse trecho dentro do Brasil. E o mesmo vai valer pra as empresas brasileiras, né? Elas vão poder fazer voos entre cidades da Argentina, do Paraguai ou do Chile. O projeto foi batizado de acordo para alas e é inspirado no modelo que já funciona na União Europeia. O governo brasileiro está apostando que a entrada de mais companhias pode aumentar a concorrência, criar novas rotas e ajudar a reduzir o preço das passagens. Hoje o mercado nacional está concentrado principalmente em azul, gol e latã, né? Mas nada disso vai mudar de uma hora para outra não. O acordo assinado hoje é o primeiro passo, viu? Os quatro países vão ter até 12 meses para montar regras comuns de segurança e de operação. Também vão discutir o reconhecimento das licenças de pilotos e dos certificados das aeronaves. Então, a assinatura abre caminho para esse mercado aeronheiro integrado, os novos voos. Só vão poder começar depois que as regras forem definidas e só depois que cada país fizeram os ajustes necessários, né? A gente vai atualizando você ouvinte do panorama porque é um assunto que interessa todo mundo. E vão falar de Copa do Mundo que entra de vez na reta final, França e Espanha jogam hoje as quatro da tarde em Dallas pela primeira vaga na decisão. E a partir da caixustamente no dia 14 de julho, que é feriado nacional na França. A data lembra tomada da bastilha em 1789, dos grandes marcos da Revolução Francesa. Então se a seleção Francesa vencia, a classificação vai virar mais o motivo de festa, né? No dia que já costuma levar muita gente às ruas do país. Dentro de campo, a França chega com um imbapê e dê em belê como principais nomes do ataque. E a Espanha vai tentar manter o estilo de poste de bola e controle de jogo, né? Será que vai dar a pra Espanha? As duas eleções só se enfrentaram uma vez em copas, foi em 2006 com a vitória Francesa. Vamos ver se nessa revanche de Copa do Mundo entre as duas eleções, a Espanha leva melhor. Ou não, né? Vamos acompanhar. Quem passar hoje vai disputar o título no domingo. O outro finalista sai amanhã no jogo entre Argentina e England Terra também as quatro da tarde. E falando em England Terra. Que clássico hein, Wonder World o Aces virou uma espécie de inno da torcida inglesa depois da vitória sobre a Croacia ainda lá na estreia da Copa. A música tocou no estádio, a torcida cantou muito, jogadores foram até arquibancada pra cantar junto com os torcedores e a cena acabou se repetindo nos jogos seguintes. E olha só o efeito disso. Dados divulgados ontem de a 13 de julho mostram que depois da vitória sobre a Noruega, o número de pessoas ouvindo Wonder World cresceu 51% em comparação com o mesmo horário do dia anterior. A música chegou ao terceiro lugar entre as mais tocadas do Spotify lá no Reino Unido, com mais de 370 mil reproduções em 24 horas. Durante a Copa, Wonder World também saiu da posição 150 e chegou ao décimo quinto lugar no ranking mundial da plataforma que salto hein. O Lee Angala, vocalista do Aces, está acompanhando tudo, já entrou na torcida pela Inglaterra, claro, e pela música. E amanhã a seleção em inglês enfrenta Argentina as 4 da tarde pra essa vaga. Na final enquanto a bola não rola, a gente vai ficando com a música e que os ingleses esperam cantar mais uma vez depois do jogo. Essa música tocou muito na minha adolescência e meus amigos a gente era aviciada em oasis, não só em Wonder World, mas outras da banda clássica demais né. Vamos morrer mais um pouquinho lá lá. Bom demais terminal panorama com música né. E assim a gente vai né Lert Afonso, eu Lert Afonso e de Milson Fernandes. Sempre te agradecendo muito pela sua participação. Deixa eu mandar um abraço aqui pra pessoas que vão mandando mensagens pra gente, os panolovers né. O professor Anderson aqui do Rio de Janeiro sempre ouve o panorama CBN, ele é professor de comunicação jornalista também. Diz que o Brigos alunos dele ouviu o panorama CBN ou virem o panorama porque é sempre um mix de notícias né. A gente faz aqui uma curadoria bem específica pra caberem 30 minutos pra informar muita gente. Valeu de mais Anderson e que seus alunos estejam gostando também. Tem a Marcia Santos também mandando mensagem pra gente desde Santos. Olha sobrenome dela. Mora em Santos. Ela na verdade de São Vicente. Uma do mensagem pra gente aqui falando que ove sempre. Tem também mensagem do Marcos Carvalho que tá de férias e mesmo assim. Tá ouvindo a gente tá lá em presidente figurino no Amazonas. Ele é de Belo Horizonte até falou que olha o trabalho dá uma pausa mas as notícias não. Cara aqui demais. Obrigado pra acompanhar a gente mesmo nas suas férias. Aproveite bastante aí. Obrigado pela sua companhia viu? Volta amanhã viu bem sedinho com mais informações e acompanha a edição da noite com o Leandro Goveia logo mais. Tchau tchau pessoal.

Podcast Summary

Key Points:

  1. - A defesa de Jair Bolsonaro tem 48 horas para explicar se ele sabia que a carta lida por Flávio seria publicada nas redes; Flávio ficou 90 dias sem visitar o pai. - Trump promete bloquear portos do Irã e cobrar 20% das cargas no Estreito de Ormuz; Brent ultrapassa US$ 8
  2. - Câmara pode votar projeto para evitar que alta do petróleo pese nos combustíveis e passagens aéreas. - Brasil, Argentina, Paraguai e Chile assinam acordo para abrir espaço aéreo, visando mais concorrência e preços menores. - França e Espanha disputam vaga na final da Copa; Wonderwall do Oasis viraliza na torcida.

Summary:

O Panorama CBN desta terça-feira (14) destaca a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que deu 48 horas para a defesa de Jair Bolsonaro explicar se ele sabia que a carta lida por Flávio seria publicada nas redes. Flávio Bolsonaro foi proibido de visitar o pai por 90 dias, até após o primeiro turno das eleições. No cenário internacional, Donald Trump ameaça bloquear portos iranianos e cobrar 20% sobre cargas no Estreito de Ormuz, elevando o petróleo Brent acima de US$ 85.

No Brasil, a Câmara pode votar um projeto para mitigar o impacto dessa alta nos combustíveis e passagens aéreas. Além disso, Brasil, Argentina, Paraguai e Chile assinam um acordo para abrir o espaço aéreo entre os quatro países, inspirado no modelo europeu, com o objetivo de aumentar a concorrência e reduzir preços em até 12 meses. Na Copa, França e Espanha disputam a primeira vaga na final, em Dallas, enquanto a música "Wonderwall" do Oasis viraliza entre torcedores.

561 mortos por terremoto, e o envio de 48 toneladas de leite em pó do Brasil para Cuba.

FAQs

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, proibiu Flávio Bolsonaro de visitar o pai por 90 dias por suspeita de que ele usou uma visita familiar para divulgar um manifesto político nas redes, burlando restrições impostas a Jair Bolsonaro.

Trump prometeu bloquear portos do Irã e cobrar 20% sobre toda carga transportada pelo Estreito de Ormuz, além de assumir o papel de guardião da rota.

A Câmara pode votar um projeto que usa parte da arrecadação extra da União com a alta do petróleo para compensar uma futura redução de impostos sobre combustíveis e querosene de aviação.

É um acordo que permite que companhias aéreas desses países operem voos entre cidades de outros países do bloco, aumentando a concorrência e potencialmente reduzindo preços de passagens.

A defesa precisa explicar se Bolsonaro sabia que a carta lida por Flávio seria publicada nas redes, após o ministro Alexandre de Moraes suspeitar de burla às restrições impostas ao ex-presidente.

Se não for votada até quarta-feira, a medida perde a validade, o que pode gerar protestos e greve de caminhoneiros, impactando o abastecimento e os preços dos produtos.

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