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CONSEQUÊNCIAS DO ATAQUE AMERICANO NA VENEZUELA: O NOVO MUNDO DE DONALD TRUMP

63m 57s

CONSEQUÊNCIAS DO ATAQUE AMERICANO NA VENEZUELA: O NOVO MUNDO DE DONALD TRUMP

A análise aborda a intervenção dos EUA na Venezuela, destacando que a discussão vai além do direito internacional, focando em consequências geopolíticas práticas. Embora a ação militar tática tenha sido bem-sucedida, a vitória estratégica é incerta devido aos riscos de uma resistência armada, altos custos políticos e a dificuldade de garantir que o regime de Maduro cumpra as exigências estadunidenses. O direito internacional é considerado frágil e muitas vezes usado seletivamente como argumento ideológico, pois carece de mecanismos de aplicação eficazes, especialmente em contextos de rivalidade global. A reflexão enfatiza que o mundo atual, marcado por competições entre potências, reduz a capacidade de cooperação multilateral, tornando soluções simples inviáveis e aumentando a instabilidade.

Transcription

8649 Words, 49033 Characters

Portuguese
O gente, quero da continuidade aqui nas análises do que está acontecendo na Venezuela e a discussão está girando muito em torno do direito internacional e daí tem algumas análises e algumas reflexões que saem disso trazendo as consequências dessa ação para a gel política como todo, principalmente o que pode acontecer em outros teatros, em outros regiões, outras áreas, outros focos da gel política, o que a ação do Trump na Venezuela pode desencadear, por exemplo, com a Rússia na Europa, com a Rússia na Ucrania, com a China e Taiwan, e eu quero falar disso e eu acho que tem algumas distinções importantes a serem feitas para a gente entender a caixinha, a coisa, cada uma no seu lugar, entender quais são essas consequências, elas existem mesmo, eu próprio na live que eu fiz, eu citei algumas dessas possibilidades e uma reflexão mais aprofundada é importante ser feita para que a gente entenda como o mundo funciona, como o mundo está funcionando e não é hoje, não é nos últimos dois, três anos, mas talvez na virada do século, como o mundo no século 21, para onde ele foi, isso está muito ligado com a ação do Trump e com essa discussão toda sobre direito internacional e outras coisas. Antes de eu continuar aqui no vídeo, eu quero lembrar vocês, o nosso parceiro patrocinadora, a Insider, e nessa época ainda, começo do ano, muita gente viajando, você vai fazer sua mala, lembra da Insider, roupas anti-odor, desamação, tecidos tecnológicos, confortáveis, versáveis que funcionam para qualquer ocasião, as camisetas, as tech t-shirts que eu sempre falo para vocês, você pode usá-la em qualquer ambiente, estou aqui com a minha camisa da Insider, esse tecido é muito confortável, muito fácil de desamassar, muito prática para a viagem, então você vai fazer sua mala ainda, vai viajar nesse período, lembra da Insider, não esquece de usar o mil cupom, h-o-c, roque, você vai ter alguns pontos, se for sua primeira compra, ainda mais, então vai lá na Insider e aproveita esse começo de ano aí. Bom, vamos dar continuidade então aqui na reflexão que eu queria fazer com vocês, antes de eu começar só fazer um breve resumo, assim, do que está acontecendo, o regime do Maduro não caiu, eu falei isso, um shorts num vídeo curto ali, expliquei que essa é uma preocupação, eu sei, eu sei que a história não foi concluída que ela acabou de acontecer, mas o meu papel aqui, como uma analista, trazendo reflexão e análise, é levantar os pontos das possibilidades do que pode acontecer, se elas vão ou não, a gente precisa de uma série de outras condições, as coisas precisam ser colocadas de um jeito e se desenrolar daquele jeito, e nós só vamos ter evidências que elas estão se desenrolando da quele jeito, conforme elas serem acontecendo, mas isso é óbvio, né gente, é desnecessário te explicar isso, mas é que cada coisa que edita aqui, as pessoas estão fechadas numa caixa, elas não conseguem perceber que a minha explicação, ela é um retrato de possibilidades, ela levanta a reflexão sobre riscos, ela aponta condições históricas, ela diz o que acontece normalmente quando as coisas vão para aquele lado ou para o outro, esse é o meu papel aqui, é trazer reflexões, ajudar vocês a pensar e entender quais são os caminhos, eu não estou cravando, dizendo que vai acontecer, porque para a gente ter certeza que vai acontecer, a gente precisa de mais evidências, e as evidências se tornam muito maiores, quando já está próximo de acontecer, o que também é óbvio, o ponto então é que quando eu trago uma reflexão, que é não mudança do regime, e descartar a oposição provoca um risco, esse risco é real, esse é um risco que aconteceu em muitos outros lugares com outras intervenções, da mesma forma, descartar as forças políticas estabelecidas, sejam aquelas que estão no poder ou aquelas da oposição, e se o discurso todo, a temática toda está focada, na troca do regime, descartar a oposição abre um espaço para um vácuo de poder, isso é muito arriscado, ao mesmo tempo descartar também aqueles que dominavam o poder até então, também cria muita instabilidade, o equilíbrio é o objetivo para isso funcione, não é o que está aparecendo nesse momento, não está sendo descartado ninguém do lado do regime, e a oposição está sendo descartada, é muito cedo para ter essa certeza, sim é muito cedo, porém nós temos que entender o que realmente o Trump quer, a ele está disposto a colocar tropas em solo na Venezuela, provavelmente não, mas isso quer dizer que ele não pode colocar, também não, pode ser que ele coloque, mas o custo é muito alto, ele chegou no poder dizendo do perigo disso, a base maga vai achar isso em causa e um terror, não vão comprar isso com facilidade, as chances de isso se tornar um grande problema são imensas, o que eu quero dizer então, se você colocar soldados americanos para patrulhar as cidades, em um país tão grande quanto a Venezuela, você vai precisar de muitos soldados, e aí você vai convidar esses grupos armados para militares, milícias, guerrilhas, traficantes para criar uma resistência armada, a simétrica de insurgencia que vão atacar os soldados americanos, e qualquer morte de soldado americano vai ser um terror, é óbvio que o Trump sabe disso, está bem do disso, então a vontade real dele nesse sentido, não é porque ele não tem a coragem, porque ele sabe o perigo que isso é, é de provavelmente evitar ao máximo fazer que isso aconteça, se ele vai evitar ao máximo, então o tipo de pressão militar que ele pode continuar exercendo com o regime do grupo do Maduro, que está no poder, é menor, ah não ele pode lá capturar a vice-presidente, pode quantas capturas ele vai ter que fazer, ele vai capturar avíce, o cabelo, né, que o ministro interior, ministro da defesa, quanto generais ele vai ter que capturar, ah não ele mata todos, bom já virou outro tipo de guerra, um outro tipo de operação, que aí sim vai provocar uma reação daqueles apoiadores daquele grupo que está com ele para reagir militarmente, vejam então para onde nós estamos caminhando, a situação é bem complicada, porque aí você cria aquilo que supostamente, ele estaria tentando evitar a alunão dar força para a oposição, então não é simples dizer não vamos esperar, a coisa segue um ritmo normal, não tem mágica, não tem algumas surpresas, não vão ser feitas realmente, ou o poder está com o regime, aqueles que controlam as armas, e aí precisa ver se eles vão querer fazer tudo o que o Trump quer, porque pode ter uma vice-presidente que está disposta, mas pode ter um ministro do interior, ou ministro da defesa, ou um outro general, que não está disposto, e ele tem as armas, esses que eu citei, tem as armas, ah e o Estados Unidos vai entrar, lá vai matar cada um deles, de novo, aí vira uma operação totalmente diferente, onde o risco começa a aumentar demais, e o custo político também, e a chances da resistência armada venezuelana a aumentar ainda mais, também, então não é óbvio que deixar o grupo do maduro no poder, garante que esse grupo vai fazer o que o Trump quer, como não é óbvio que estar disposto a usar a força contra o grupo do maduro, também vai garantir que esse grupo vai se sujeitar e subjugar ao Trump, ainda mais, porque os que realmente detenem as armas, não vão ficar calados, então a preocupação e o risco é bem sério, o Trump está tentando equilibrar entre dois mundos, qual não entregar o país para a oposição, para que o regime armado não se entre enxere e resista na força, e não fazendo isso ele deixa mais poder com o regime, e a pergunta aí se torna, o regime vai fazer tudo que o Trump quer, e a resposta não é óbvio assim, vai fazer tudo que o Trump quer, porque para fazer tudo que o Trump quer precisa, precisa de uso da força, e aí cada ação de uso da força, ela é um problema a mais para os Estados Unidos, e ela vai levar mais pessoas desse grupo a se colocar na treincheira de resistência, então o caminho é a ameaça, a coerção e não ação, se tiver que chegar na parte da ação, vai ser cada vez mais complicado, o ponto é que só a coerção pode não ser suficiente, uma vez que você está lidando com uma organização criminosa, com corruptos, com bandidos, com gente ligada ao crime organizado, ao tráfico de drogas, com ação de terroristas, a interesse de outros países, o que vocês imaginam nesse momento, que seria excepcional para a Rússia, China, Irã, Resbolar, Ramás, Farques e todo mundo, que os Estados Unidos fiquem atolados na Venezuela, por bastante tempo, lidando com uma situação que não se resolve. Como fazer isso, criar alguma resistência, que tipo de resistência, dar mais agressiva e violenta que seria uma resistência armada, a mais simples que é uma resistência política que fala assim, olha, não vai ser exatamente desse jeito, não vai acontecer assim na exploração do pretróleo, não vamos pegar e direcionar o dinheiro para onde vocês estão querendo que a gente direcione. Nada está claro e não é nada simples, a operação militar foi um dos maiores sucessos, maiores, é um grande sucesso, foi algo assim de fazer inveja para todos os líderes, todas as potências, para todo mundo. Isso foi fenomenal, foi inscritível, foi assim, uma jogada de mestre, mas essa é uma vitória tática, ela não é uma vitória estratégica. O jogo estratégico não foi ganho e ele tem um monte de armadilhas, dificuldades imensas, não é dificuldades, porque é contra o favor do Trump, são dificuldades reais de todos os países do mundo que entraram em preitadas como essa. O vídeo não é exatamente sobre isso, mas eu acho que valeu uma escolarescimento aqui, numa reflexão um pouco mais aprofundada do que o meu comentário de três minutos ali, que as pessoas ficam às vezes presas as suas paixões políticas como de costum. Mas então vamos para o objetivo do vídeo, eu quero fazer uma distância muito importante aqui para você, gente. Existe uma divisão muito clara quando na política internacional, nas relações internacionais, a gente analisar e abordar os temas, os eventos, os episódios, os acontecimentos pela ótica do direito internacional. Esse é um olhar, aí nós temos a ótica moral, é um outro olhar, ela não necessariamente tem a ver com direito internacional, supostamente a ideia é que sim, mas discussões morais elas transcendem e elas podem ser observadas, porque moralmente a gente entende que é o certo a fazer independente de acreditar, seguir ou se cumprir o direito internacional. Então todos os países têm considerações do ponto de vista do direito internacional, considerações do ponto de vista moral e considerações do ponto de vista de poder. A gente vai incluir interesses, a gente vai incluir geopolítica, a gente vai incluir sobrevivência, a gente vai incluir independência, a gente vai incluir segurança nacional, a gente vai incluir interesses econômicos, a gente vai incluir interesses estratégicos, a gente vai incluir ativos estratégicos que sejam energia ou tecnologia, então está todo mundo aí, no mundo hoje discutindo, obviamente por causa da polarização e das parishões políticas, usando a lente do direito internacional. E a lente, e dentro dessa olhar do direito internacional, a discussão ela pode se dividir em alguns grupos, existem aqueles que têm lado político e chamam a intervenção do Trump de uma violação do direito internacional. Mas esses mesmos que falam isso, jamais diriam que o ataque da ilusão, da rússia ou crânia, é uma violação do direito internacional. Ou a China ocupar o tibé, ou cometer violações direitos humanos contra os musse humanos, ou igure de Changjiang, também não é uma violação de direitos humanos, não é uma violação do direito internacional. A China quer edominar a Taiwan, não é uma violação do direito internacional. O ramás, ser um grupo terrorista, não é uma violação do direito internacional. Ou ramás, atacar, Israel, não é uma violação do direito internacional. Então esse grupo de pessoas, aí não faz nem sentido, nessa conversão não tem nem perem cabeça, ela apenas uma arma retórica para defender a sua posição ideológica e paixão. É uma ferramenta, falar do direito internacional na invasão da Venezuela, no ataque do Trump e a Venezuela, é apenas uma ferramenta ideológica de paixão retórica para defender o seu lado. O conceito só se aplica quando é do seu time, do seu grupo, daqueles que você concorda, daqueles que você gosta. Então essa não é nenhuma discussão do direito internacional real. Existem outros que podem discutir esse tema, e aí são aqueles que estão dispostos a usar parâmetros justos e equilibrados, ou seja. São aqueles que vão olhar para os acontecimentos, e para as ações de Rússia, China e Iran, Coreia do Norte, qualquer país do mundo, e vão tentar aplicar princípios do direito internacional. E é claro que essa conversa aqui, hoje o meu argumento, e o que eu vou explicar, é para essas pessoas, as outras, elas não estão raciocinando, ela só estão na sua paixão definindo um lado. Então, para esses que vão aplicar os princípios, a gente precisa fazer entender algumas coisas que acontecem com o direito internacional. E a primeira delas é a seguinte, o direito internacional é muito frágil. Então é estranho do ponto de vista ideal, nobre, civilizatório, eu entendo o apelo e falar disso. Eu acho que, tem que existir, a gente tem que caminhar para um lugar com o mínimo de ordem, de regras, de um sistema que regulha com vivência dos países. Não estou o meu pondo a isso, mas a conversa que eu estou querendo ter aqui com vocês, é do ponto de vista prático. Porque uma coisa como a gente gostaria que o mundo fosse. E todas as vezes que acontece alguma coisa no mundo, a gente resgata esse nosso enceio e esse desejo de como a gente gostaria que o mundo fosse. E essa discussão é translocada da realidade. Ah, mas se a gente não almejar e num mirar em algum lugar, a gente nunca vai chegar lá. Claro que sim, mas aí a gente tem que falar disso em outros forums, em outros contextos, em outras bases. Não quando o mundo explodiu, explodiu, literalmente, o mundo pega fogo, assim, o mundo está de ponta cabeça, nada no direito internacional existe e é respeitado, mas acabou, o direito internacional acabou. E não é acabou com a ação do Trump, ele acabou faz bastante tempo, já vou voltar nesse tema, calma. Então o direito internacional virou assim uma coisa praticamente inexistente. Aí acontece mais um episódio que só comprova isso e as pessoas voltam e resgatam e vão falar daquilo, mas essa conversa ela não tem mais sentido. Ela não existe, mas, ok, a gente pode falar do ponto de vista de uma discussão de um debate como seria o mundo ideal, o que a gente precisaria ter para o mundo funcionar de forma mais cooperativa, amigável, com menos risco de guerra e com mais estabilidade. Então vamos fazer uma lista de tudo que gostaríamos. Agora não dá para a gente olhar para o mundo a cada momento de cada coisa que acontece e tentar resgatar algo que já passou uns 30 capítulos para trás, que já não está mais presente, que já não existe praticamente mais. Então é meio estranho, é meio translocado, a gente tá tendo essa discussão tão ferosa do direito internacional. A gente usar o direito internacional para abalizar uma ou outra ponto de referência do porquê que aquela ação pode ou não ser um problema, é uma coisa. Ok, do ponto de vista da estabilidade regional, essa ação pode ser um problema, do ponto de vista da estabilidade interna da Venezuela, essa ação pode ser um problema. Ah, do ponto de vista, já o político, essa ação pode ser um problema, já o político é global, ah, do ponto de vista, do direito internacional, essa ação também tem um problema. Ok, estamos listando uma série de questões e apontamos para o direito internacional. Então também acho que tudo bem. Agora, aí ele faz a inteira da discussão ser em cima do direito internacional? Como se nós vivéssemos num planeta de anjos? Ela é um pouco estranha, né? E ela ignora a história e o momento que nós estamos. O que eu quero dizer com isso? Normalmente, por o direito internacional ser tão frágil, não existir constituição do mundo, não tem polícia do mundo. Não tem judiciário do mundo. Todos os tratados são voluntários. Um tratado internacional ser binding ou ser vinculante. Não quer dizer que você é obrigado a seguir aquilo, porque basta se se retirar do tratado. Tratado de não proliferação, basta você sair do tratado rasgar o tratado embora. O que vai acontecer com você? Ah, sessões econômicas. O opa, quem é que vai dar sessões? Os países do mundo, e aqueles que têm uma aliança política com aquele país que saiu, que são os amigos, os aliados daquele país, já não vão sancioná-lo. Então, isso não é direito. Isso é política, política é sobre a amizade aliado, valores e outras coisas, não sobre regras que se aplicam a todo mundo. Então, o que eu quero mostrar para vocês e que o direito internacional não tem mecanismos de se fazer ser exercido, de se fazer ser cumprido. Não existe, acabou o ponto, num que existiu, ele depende da boa vontade dos países. Ou seja, períodos e contextos da gel política mundial, onde os países estão em extrema competição, extrema rivalidade, extrema animosidade, são períodos aonde a capacidade é cooperativa, multilateral, coletiva, de todo mundo virar e falar assim. Vamos todos juntos fazer com que aquela regras seja cumprida, é inexistente. Porque está todo mundo brigando? O direito internacional, ele perde muita força, se não quase que toda a sua força, a pouca força que tem, vejamos, ele perde muito da sua força quando o mundo está em causa. E foi assim, é só a gente olhar para guerra fria, a invasão da rússia, não afeganistão na guerra fria, ela pediu autorização por conselho de segurança, conselho de segurança se que era funcionável. Assim, tipo, não existia essa condição, era um período de guerra fria. Antes disso, a liga das nações fracasou, que ou seja, era base para um suposto direito internacional, fracasou-se por dia, nós tivemos a segunda guerra. Aí surgiu depois, segundo a guerra, com a tentativa de acabar e criar uma grande união que não durou quase nada e não ficou funcional. A ONU não era funcional durante a maior parte dessa história. A ONU se mostrou talvez, e o direito internacional parece que ganhou uma sobrevida, um impulso, com uma caboga à rafria. E aí nós temos uma grande operação militar com unanimidade global, que é assim, um episódio fantástico, maravilhoso. Por que foi o unanimio ali a decisão? Do que eu me refiro? Da intervenção, da colisão internacional liderada pela ONU, claro, tinha que ter um país na frente, que vai botar mais tropas, no caso, eram os Estados Unidos, contra o Sadanro sempre, porque ele tinha invadido o Kuwait. Mas não tinha a guerra fria, não tinha ressurgimento de Rússia, a China não estava onde a OTAN, não tinha poder, não tinha riqueza que tem. O mundo não era como era hoje. Então foi uma janela, um período muito breve, onde ficou tudo calmo. E estava todo mundo tranquilo, ninguém estava competindo, estava todo mundo tomando o seu fôlego, o outro estava mais poderoso, consolidado sem ameaças, sem disputas, que eram os Estados Unidos. E naquele momento todo mundo foi lá, quando o Sadanro sempre fez o negócio esquisito, que foi invadido a outro país, o Kuwait. Ai, todo mundo foi lá e concordou, não, isso não pode. Essa aqui é uma exceção da exceção, se você tem que entender isso, não existe. Aquilo foi um episódio único na história, aquele talvez seja um único episódio de puro multilateralismo total do direito internacional. Total, total o Nânime, o mundo inteiro concordou e participou da filo. Depois, quando as coisas vão se acirrando na geopolítica, pelo direito internacional não ter poder descer a sua vontade, a sua regra, perante os países, né? Não se depende dos países querem, esses países estão brigando entre si, se eles estão em disputas e rivalidades, eles não vão funcionar, então virar e falar assim, vamos funcionar o irão porque ele está violando o tratado internacional. Não vai acontecer nada. O meia-dusa de países que querem aquilo vão concordar e o resto que não quer não vai concordar. Então percebe assim, o direito, ele não pode funcionar, se ele é voluntário, imagina ser preso e aí o juiz fala assim, bom, você quer cumprir a pena ou não? Mas se fala, não, na verdade, não. Tá bom. Aí o juiz vira e fala assim, não, mas eu pergunta para os seus amigos, o que eles acham, você acha que você tem que ser punido ou não? Eles são seus amigos, são seus aviados, que eles vão falar, não, não vai punir o meu amigo, porque quando você for lá, tiver um problema, eu sou seu amigo, vou lá e falou, não, não punir ele também. Gente, tem uma diferença gigante entre um corpo jurídico e um corpo político, conselho de segurança da ona, é um corpo político, ele decide as coisas baseadas, não na letra da lei, não no espírito da lei. Ele decide as coisas baseadas na política, assim, um dos axiomas mais fundamentais para se entender o mundo, é absolutamente necessário que você compreenda isso. O conselho de segurança da ona, e o trabalhei no conselho de segurança da ona, como um servidor público internacional. Comselho de segurança da ona, é um órgão político. O grande problema que as pessoas estão incomodadas no Brasil e no mundo, em todas as democracias, não é a politização do judiciário. O judiciário não perde credibilidade, ele não perde relevância, ele não perde autoridade, se ele é politizado. Porque ele perde? Porque as decisões não são tomadas de acordo com a lei. Ela são tomadas de acordo com a posição política daqueles que estão representando a força ou poder judiciário. No caso, essa é uma discussão importante nas democracias nos Estados Unidos, no Brasil, no STF, ao STF está politizado. O STF é aliado de um grupo político, ele não julga de acordo com as vezes, ele julga de acordo com as suas posições políticas, esse é uma desfusionalidade. Orgão político não pode ser órgão jurídico. O conselho de segurança nunca foi desenhado para ser um órgão jurídico, ele é um órgão político. Então, não tem cabimento, a gente falar e olhar para o que está acontecendo no mundo, com tremenda, choque, falar, o direito internacional está sendo violado, direito internacional, é um sonho da humanidade. Com alguns poucos princípios que todo mundo concorda que tem que ser mantidos, mas que voltando para o raciocínio que eu estava trazendo, já foram rasgados, faz tempo. E por que eles foram rasgados? Porque alguns países não estão nem aí para isso. Ah, os Estados Unidos não estão nem aí. Não, não é bem assim. Todos os países violam direito internacional, todas sem excessão. As violações variam em grau, como sempre, o problema das pessoas que não conseguem debater um assunto profundo, é que elas não conseguem trazer detalhamento naquilo. Qual é o detalhe? O detalhe é que grau faz diferença. Já expliquei. O nível de violação de direitos humanos da Coreia do Norte não é igual da Suécia, porque o grau é diferente. Então, todos os países violam, direitos humanos, todos os países violam direito internacional em algum momento, mas existem diferenças de violação de grau. Algumas coisas eram tidas como não devemos ninguém deve violar. Uma delas depois do final da Guerra Fria é a ideia da preservação, das fronteiras, da soberania de uma nação. Quando a Rússia não é em 2022, não é em 22, é em 14, invade e anexa, acrimelha e ataculeste da Ukraine, e depois em 22 faz uma grande incursão militar, uma invasão total para dominar o território inteiro. A Rússia quebram desses maiores princípios, que estavam apenas como um acordo de cavalheiros, não está escrito num papel, até está escrito no papel, mas não tem valor nenhum que está escrito no papel, porque não tem meios de ser aplicados, não tem força coercitiva para fazer o papel valer. Então, ele não funciona, depende da boa vontade de cada país, mas esse princípio era tão sólido que todos os países falaram, "é, tá bom, vou me preservar esse princípio", só que aí a Rússia violou esse princípio do direito internacional. E não é só a Rússia, que só é esse. A Rússia entrou na Giorgio em 2008, a China, viola o direito internacional no tibé, como eu mencionei, no mar do Sul da China em disputas, com ilhas, com os seus vizinhos, construindo ilhas artificiales, fazendo um monte de coisas. O direito internacional começou a ser violado, já muito antes, muito antes, e ele vem sendo destruído totalmente. E aí, sobra a seguinte situação para os países que advogaram e desenharam essa estrutura, essa arquitetura, porque essa estrutura, essa arquitetura, não foi desenhada por ditaduras. Ela foi trazida por democracias e as ditaduras, algumas delas aceitaram inicialmente, mas assim, não cumprindo totalmente ou não querendo respeitar essas regras de forma mais clara. E aí, então, o que sobra para as democracias? As democracias se deparam com a seguinte situação. Veja, você está lidando com o país, que não cumpre isso, e o mundo vai tomando caminhos, aonde você não consegue lidar, porque tem problemas novos que acontece. O terrorismo é um deles, né? Terrorismo é um problema novo. Antes, você não tinha um grupo terrorista dominando um território e uma nação. Então, o que é o direito internacional disso sobre isso? Não dizia nada. Esse tem que reformar o direito internacional. Como é que reforma esse negócio? Não tem imenda. Não tem atualização. E aí, o negócio fica torto. E aí, todo mundo fica falando, "Não, não, mas o direito internacional". Mas, espera aí, tem um problema novo. Aí, os países democráticos têm que lidar com esse problema novo, mas ninguém tem a saída, porque não tem a nova regra para lidar com esse problema. E como é que faz? Ai, tipo, não faz. Você tem que simplesmente não pode responder aquele tipo de ameaça, porque você vai. a coisa só é daquele jeito, você não tem o que fazer. O que eu estou me refirindo? Por exemplo, como é que o direito internacional disso sobre uma organização terrorista que vai lá, ocupa o país e faz um ataque contra o outro país? O caso ao caio da fez isso no Afeganistão, ocupa o país. E aí, os Estados Unidos podem atacar o Afeganistão ou não? De lidito internacional não diz isso. Nesse caso específicos, os Estados Unidos foram aí pedir uma autorização para o Conselho de Segurança. Da ONU e a autorização foi dada. Por que que a autorização foi dada? Porque a gente estava em 2001, gente. O que que estava acontecendo em 2001? A Guerra Freia acabou no começo dos anos 90. A gente estava naquele período que falei de paz máxima, né? A intervenção no Irak foi nos anos 90. A primeira Guerra do Golfo, que todo mundo autorizou a intervenção da ONU contra o Sade Rousseim. Então, a gente ainda estava nesse período de paz máxima. Putinigou pro Bush. Nossa solidaridade, que atentado horrível. A Rússia voltou a favor. A China também. Todo mundo achou aquilo chocante. E não foi feito pela Rússia, pela China. Aquilo foi feito por um outro, uma outra coisa, um outro movimento, um outro problema. Então, ali aconteceu. Depois dali, o mundo já não tava mais assim. O mundo começou a mudar, passou mais 10 anos, o mundo começou aí por um outro lugar. A gel política do mundo tá em outro lugar. O direito internacional, ele foi enterrado, já faz um bom tempo. Ele sempre é enterrado, em momentos de extrema disputa. Então, em 2001 ainda tinha, mas aí voltando pro raciocínio, né? Da ideia de que o direito internacional não se atualiza. Se ele não se atualiza, os países democráticos se depano com uma situação muito problemática, muito difícil. Porque tem uma ameaça nova, uma situação nova, uma condição nova, o direito internacional não trata daquilo. Então, faz o quê? Ah, deixa ele lá. Pera aí. Mas se se o governo de um país se tornar um cartel de traficantes ligados a guerrilhas de outros países, como Asfarque, financeado por grupos terroristas, com atividades de grupos terroristas nesse lugar, como ramaz e respolar, por aguarda revolucionária de um outro país, que é uma teocracia ditatorial. Assim, a Venezuela já foi invadida pelas Farque, pelo serviço de inteligência cubano, pelo respolar, pelo ramaz, pela guarda revolucionária de uniana, pelo irã, pela China, pela Rússia. E aí não era a violação dos direitos internacionais, aí não tinha um problema com os direitos internacionais. E por que que eu estou falando isso? É porque, sem entender qual que é o ponto, se o direito internacional vai lá e não resolvem uma situação caótica que está acontecendo, aí você deixa esses países que supostamente estão querendo criar regras para o mundo viver, não estou dizendo que esses países não descompreem essas próprias regras. Eu estou dizendo isso, presta atenção, eles descompreem também, mas de novo o problema está no grau, só que chega uma hora que, se essa situação está se deteriorando tanto e criando tantos problemas, e você não tem mecanismos para responder o direito internacional, não resolve aquela violação direita internacional. Aí você tem duas opções, você fica sentado e falando não, não, não, o direito internacional não faz nada, mas eu respeito o direito internacional. Ou eu vou agir, e isso não é uma ação do Trump, gente, esse é um ponto muito importante aqui, que esse problema não é do Trump, não é o Trump que causou isso. Esse é um problema, o Trump não é a causa, ele é a consequência, essa situação, essa dinâmica que eu acabei de descrever, a incapacidade do direito internacional se atualizar, a incapacidade do direito internacional lidar com questões muito complexas e difíceis e que causam ameaças para os países. O direito internacional não faz nada, e aí você tem um país colocado numa situação cercado de problemas, com opção, ou eu sigo, ou eu viro para a minha população e fala não, o direito internacional não deixa. E aí a população, não é os líderes, a população vira e fala assim "ma, espera aí, que porcaria de direito é esse, injusto, parcial, que só serve para um dos lados, essa é uma discussão que ela existe no Brasil gigantesca, né, porque não é essa é uma discussão com a segurança pública do Brasil, essa é uma discussão com uma série de coisas do Brasil. E repito, eu não estou defendendo o advogando que não se existam direito, eu estou dizendo que pro direito ser validado, reconhecido e aceito pelas pessoas de uma nação, ele precisa ser justo e ele precisa ser capaz de resolver problemas em justiças causadas por situações diversas, se ele é incapaz, as pessoas vão virar e falar assim "bom, mas alguém tem que fazer alguma coisa", e essa é a situação que o Trump chega num poder, ele chega num poder porque os americanos, olha e fala assim "ma, espera aí, o direito internacional não diz que a China não pode continuar manipulando a sua moeda, que ela não pode usar mecanismos de proteção para sua indústria, se ela está dentro do livre comércio", não é isso que o direito internacional diz, não são essas regras da organização mundial do comércio, que a China assinou, são mas a China arrumou uma maneira de não comprar, e aí quem se dá mal o trabalhador americano perde o seu emprego, e chega mal, olha que ele vira e fala assim "eu, eu não quero mais isso", ele fala assim "ma, que raio de direito internacional é esse, que raio de regra é essa, de globalização é essa", e aí um político astuto é capaz de captar o humor, a sensação, o anseio da população, então o Trump é a consequência deste fracaso do direito internacional, em se atualizar, em dar respostas concretas e reais, não políticas para todos os tipos de problemas graves do mundo, e como o direito internacional não consegue fazer isso, porque é o que eu acabei de explicar para vocês que não tem direito internacional, tem política internacional, só tem direito internacional, quando os países voluntariamente aceitam fazer parte do direito internacional, aí o eleitor vira e fala assim "tocançado nessa porcaria", e aí surge um líder que fala assim "não se preocupe, qualquer coisa que acontecer que nos causar problemas, eu não estarei limitado e contido por essas regras", então essa é uma das explicações para o que está acontecendo hoje no mundo, não é o Trump que rasgou o direito internacional, o Trump é só o último da fila, numa sequência de ações que vem acontecendo no mundo inteiro, e que ninguém faz nada, e que ninguém fala nada, e que era óbvio que isso ia acontecer, porque não dá para nenhuma potência do ponto de vista da sua sobrevivência, da sua segurança, ficar sentado assistindo essas barbaridades que estão acontecendo, se ela não responder com força para proteger os seus interesses, a força daqueles que não estão preocupados com o direito internacional, que são países revisionistas por sinal e a definição de um país revisionista, é aquele que quer revisar, quer reescrever a ordem internacional, ele não quer que as regras funcionem do jeito que funcionem, ele quer botar as regras dele, então por natureza e por definição ele vai descobrir as regras e tentar reescrevelas, e é isso que o estudo agitadoras com China, Rousseira e Corea do Norte e Venezuela querem reescrever as regras, e eles estão fazendo isso de formas diretas, explícitas e assustadoras, e de formas sutis, indiretas, mas menos reveladoras, mas estão fazendo, e qual é a resposta que sobra para o resto do mundo, sentar e assistir eles avançando, ou fazer o que precisa ser feito, e esse é o mundo que nós estamos. E assim, todo um ângulo de análise, eu estou dando análises para vocês, estou ajudando a esclarecer para vocês como o mundo funciona, não estou dizendo o que eu acredito, o que eu defendo, eu não estou tomando o lado, estou explicando para vocês, importante vocês entenderem essa distinção aqui, tem um outro ângulo de análise da discussão do direito internacional, que ela é ainda mais importante, invadir um país e capturar um líder que é o chefe de uma organização narcoterrorista, e não derrubar o regime, lembra, não comece desse vídeo, eu falei o que, e que o Trump não derrubou o regime, ele não derrubou o regime, quem está no poder é a turma do maduro, são os mesmos caras que estavam no poder antes, ele tirou uma figura, e essa figura é o líder, e ele foi indiciado pela justiça americana, porque eu meter crimes como uma pessoa, não como um país, e ele foi lá e foi retirado, só ele, isso não tem comparação, não tem comparação em grau, de forma alguma, estamos falando ainda do direito internacional, não tem comparação em grau, do que a decisão da Rússia, do Putin, dizer que o povo craniano não existe como um povo autônomo independente, que tem o direito de ter o seu estado, mas não tem comparação, não tem, assim, são patamar estotamente diferentes, não tem comparação, é a China dizer que Taiwan não pode ser um povo autônomo independente, que não pode existir uma identidade nacional, Taiwanesa, não tem comparação do que você ir lá e capturar um líder, colocar ele diante de uma corte de um tribunal, não é que você matou, você nem matou ele, Trump não matou o maduro, maduro está indo para um sistema de justiça, ele vai ter um advogado, e ele vai participar de um julgamento, pelos crimes que ele cometeu, a escala de direito internacional é incomparável, então mesmo, se a gente agora tô com outro chapéu aqui, se perceberam, mesmo se a gente aceitar que o direito internacional é mágico, ele é a balisa da gente definir o mundo, eu tô comparando, dentro dos mesmos princípios, de regras do direito internacional, uma coisa com a outra, e aí, assim tem uma discussão mais complexa ainda, que é, se o direito internacional dá ou não, e eu falei disso na live, não vou mistender aqui sobre esse assunto, mas se o direito internacional dá ou não, é possibilidade de uma ação americana, e uma das coisas que a carta dá ou não dá, é o direito de auto-defeza, e com o direito, quando você evoca o direito de auto-defeza, porque você foi atacado, você pode responder, e você não precisa necessariamente de uma autorização do conselho de segurança, e os estadounidenses vem sendo atacado, pelos problemas criados, por esse cartel que domina o país por um acaso, e aí não é que essas vezes foi atacar o país, ele foi atacar, ele foi lá e capturou uma figura só, então é bem diferente, para essa conversa, ela faz esse sentido, ela tem que nessa linha, e aí, assim, eu não estou falando aqui, não vou falar, porque vai ficar muito longo, o mais longo ainda, o vídeo, mas eu acho que era importante essa debate, mas eu não falei, lembra que a gente podia olhar, analisar essa situação do ponto de vista do direito internacional, onde eu fiquei só, aí tem um ponto de vista moral, o que é certo, a ser feito, é pelos veleizuelanos, direito internacional, ele se sobrepõe ao direito de milhões de veleizuelanos, que estão sendo massacrados, roubados, aprisionados, essa é uma outra discussão, que ela envolve também o direito internacional, mas tem uma discussão do ponto de vista moral, ah não é por isso que o Trump está indo ali, mas não é esse o ponto, eu só estou dizendo, você não pode justificar, você não tem como justificar, não tem como se justificar isso, se sim ou que não, são discussões conceituais, e do ponto de vista moral, eu não estou respondendo nem entrando, só estou deixando aqui a reflexão, se deve ou não salvar a vida dos veleizuelanos, é mais importante do que a permanência no poder de um grupo, o que vale mais, um grupo de criminosos permanecer no poder, ou a vida de milhões de veleizuelanos, o ponto de vista moral, eu só estou colocando aqui, vocês refletam, e aí é o terceiro elemento que eu disse, que é o terceiro a ótima, é do ponto de vista do poder, se o direito internacional, na primeira análise que eu mostrei aqui para vocês, é fraco, não consegue se sustentar, e aí então a gente cai na força do poder, se não é a força da lei, a força do mais forte, a força de quem tem mais poder, dentro do jogo de poder os países vão fazer aquilo que eles precisam fazer para sobreviver, e aí é uma outra ótica de análise também não vão entrar nessa agora, porque eu já expliquei na live que uma boa parte do porque essa operação foi feita, é devido a questão de alpulítica, de alpulítica tem a ver com poder, e sim a questão do petróleo está inserida dentro da questão dos interesses econômicos, como mais um dos fatores também e está dentro da esfera do poder, mas não acha que há aqueles que buscam poder são os malvados, como se você não acordasse, como se todos nós não acordassemos todos os dias, inclusive você que não gosta de apontar o dedo, e não buscar se poder todo mundo, busca poder gente, e a gente busca poder dentro das limitações, das regras do que aceitava dentro da nossa moral e dentro do direito, e na esfera internacional, no tabuleiro global da alpulítica, essas limitações são muito pequenas, é um jogo de vale tudo, e eu imagino que vocês já tivessem entendido isso, então os países não fazem coisas, porque eles são permitidos de fazerem, eles fazem coisas, porque eles podem fazer, não é uma regra que vai dizer que ele não pode fazer a não ser, que aquela regra esteja embasada em alguma coisa, que vai punir-lo, que vai contê-lo, não é porque ele tem intrínsecamente, todos os países do mundo têm intrínsecamente, a clareza de que aquilo não deve ser feito, talvez os suéculos ou os Noruegeses façam mais coisas, porque intrínsecamente moralmente eles acham que é o certo, mas fazem muitas outras coisas que para muitos países moralmente seriam. Então, dado tudo isso, tem uma discussão aqui importante, que é se essa ação do Trump, ela vai incentivar os Estados Unidos, não os Estados Unidos, a China e a Rússia agirem do mesmo jeito, e eu comentei com vocês no começo do vídeo, falei que tem muita gente falando isso, e o mesmo citei, começa uma possível consequência, mais uma análise mais aprofundada, mostra que isso não faz sentido algo. A Rússia ela já entrou na Uncranha, em 2014, já faz mais de 10 anos, e continua, e ela está provocando Europa e a cada dia, e ela não está provocando, porque os Estados Unidos fazem ou não operações em algum lugar do mundo. Ela continua fazendo isso, porque ela faz isso, porque ela pode, e não porque alguma regra impede ela de fazer. Se ela sentir que ela pode, sendo ela que ela quer, com o objetivo que ela quer, que é revisionista, ela vai fazer a mesma coisa com a China. A China ainda não invadiuta a Ioana, não é porque os Estados Unidos não tinha feito uma operação como essa contra Venezuela. Ela não invadiuta a Ioana, porque simplesmente ela não estava pronta. Teja impinge, em 2017, a China tem que estar pronta para invadir Taiwan militarmente, e o tomar Taiwan a força se necessário. A hora que a China tiver pronta para invadir Taiwan, o tomar Taiwan a força, ela vai fazer, Taiwan é o assunto de gel política mais importante para a China, disparado de qualquer outro. Mais importante, até mesmo do que ganhar a corrida tecnológica da inteligência artificial. É assim importante, claro que acaba uma sobrepondo a outra, porque a indústria do chip está lá em Taiwan. Mas não é por esse motivo. Taiwan é o assunto mais importante de segurança nacional para a China. Ponto a China fará o que ela precisa fazer para proteger aquilo. Não é porque o Trump fez uma operação de captura de duas pessoas que a China olhou e falou, "Ahora está liberada, então eu vou invadir Taiwan". Não tem cabimento essa ideia. Ela não é por isso. Então, a ação do Trump não traz mais instabilidade. A ação do Trump, talvez se trouxer mais alguma coisa, é mais receio e medo por parte da Rússia da China de que os Estados Unidos têm uma capacidade tremenda militar. Eles podem ir lá e capturar um líder de outro país. Claro, capturar uma do Muro não se compara com o captural Putin. Não estou falando isso, não precisa ser dito. Tem coisas que não precisam ser ditas. Alas são obras, imagino que as pessoas entendam quando eu falo isso. Mas isso deixa esses países assustados. Porque quer dizer que os Estados Unidos e Estados posto a jogar com mesmo nível de força e nas mesmas regras que China e Rússia irão corear do norte e Venezuela, estão jogando há bastante tempo. E isso deixa eles com mais receio e mais cautela. Qual será a resposta americana? A resposta americana, até então, de Biden, ela não é uma resposta capaz de enfrentar a minha aça russa. Quando o Putin, a minha aça usa a bombatômica e os Estados Unidos e Europa saem correndo, se esconde atrás da porta e ficam quietinhos, ele conseguiu que ele quer. Então, para falar a linguagem do Putin, você precisa alguém que esteja disposto a subir o tom do blefe. E é isso que o Trump indica com uma ação como essa. Claro, você já sabe o que eu falo aqui o tempo todo para vocês. A Postura do Trump, com irã, com ramás, com a Venezuela, não é a mesma com a Chile e com a Rússia. Se fosse, o mundo estaria num lugar mais estável. Não estou discutindo se é ser ferrado. A discussão não é sobre isso. O ponto aqui é como funciona o mundo e que tipos de incentivos produzem quais tipos de realidade. É isso que eu estou tentando explicar para vocês como essas coisas funcionam. Isso é pura gel política. Então, a gel política não é só disputa por poder. Não, não é. Ela tem questões morais, tem. A gel política tem questões de direito internacional. Também tem. Mas a gente tem que equacionar os pesos aqui e a discussão hoje ela está só no direito internacional e ela extrapola do direito internacional uma consequência. A ação do Trump e na Venezuela vai facilitar ou vai incentivar a Rússia China a tomar em ações mais duras contra os seus vizinhos. Não, não vai. Não vai, porque a Rússia China já iriam tomar essas ações se ela estivesse a capacidade de um poder de tomá-las. Não é a ação do Trump que faz elas tomar em ou não. Se a ação do Trump causar alguma coisa, talvez o que ela causa é um pouco de receio e cautela por parte da Rússia da China, no quanto os ados eles podem ser nos seus projetos que violam o direito internacional. Coisa que o modelo só de, estamos dentro da regra, o modelo do Biden. Estamos totalmente dentro da regra, não fazemos nada de o usado e vamos ser duro com o Putin. Duro até a segunda página, porque quando o Putin fala grosso, o Biden recou. Não estou dizendo que o Trump não recua. Até então ele também tem recado relativamente. Não sabemos se na hora vai recuar ou não. Ele dá indícios que não. E vocês sabem que eu aponto isso como uma deficiência da estratégia americana. Se o objetivo é conter, se o objetivo do jogo, é uma disputa de quem vai sair vitorioso e vencedor dessa história. Se é um jogo de poder e você ganha, se você conquistar mais espaço, você tiver mais forte. E mais longe, se os Estados Unidos não forem capaz de fazer isso com a Rússia com a China, os Estados Unidos vai perder o jogo, vai perder a partida. E a Rússia a China vão ganhar, porque suberam fazer isso melhor. Então a minha fala aqui é nesse sentido, de explicar para vocês como são essas dinâmicas. Então para concluir aqui o raciocínio, a ideia é de que essa ação pode favorecer a Rússia a China, ela é equivocado. Na verdade, se essa ação faz alguma coisa, ela cria mais dificuldades ou mais cautela, o mais receio ou mais medo. Primeiro porque ela mostra uma força tremenda que nem Rússia e nem China foram capaz de conseguir. O sonho do Putin era ter feito uma intervenção como essa, que ele demonasse 47 segundos para entrar dentro do quarto dos elen's, que retirasse os elen's que dali. Que foi o tempo que as forças americanas, não só as militares, mas policiais, foram policiais juntos ali para fazer a soparação, porque foi uma prisão de um criminoso. Não foi a tentativa de derrubar um regime no país. Não conseguiu. Então o estado se mostra que ele consegue coisas que a Rússia a China ainda não consegue, ou seja, mostra uma força muito superior. Mostra que está disposto a exercer o seu poder para proteger aquilo que ele considera essencial, que até então todo mundo com dedos, porque não pode mais fazer isso, não percebeu qual é o jogo que já está sendo jogado? Rússia a China, irã, Coreia do Norte estão se ajudando, num eixo eixo das ditadoras, aonde eles trabalham juntos para alcançar os seus objetivos, tem norte-coreanos lutando ao lado dos russos contra a Uncânia. Assim, eles já estão num estágio muito mais avançado, e você precisa de algum tipo de reação, mesmo que indireta, e essa reação ela não é indireta totalmente desconectada, porque a primeira ação do trampo e contra o irã enfraquece uma das pernas do eixo das ditadoras. A segunda ação, agora contra o Venezuela, enfraquece outra perna. Tá bom, são as pernas mais fracas, né? A ponta mais fraca dessa aliança são, mas pelo menos é uma ação contra essa aliança. Então, a aliança está sendo enfraquecida. Talvez uma nova ação contra o regime iraniano possa vir acontecer. Esse é um tema para um outro vídeo, que também está colocado na equação. Então, de alguma forma, mesmo que o trampo não esteja confrontando, o China e Rússia diretamente, da maneira que precisa ser confrontada, para que se tem equilíbrio de poder, e equilíbrio de poder não é só, porque você está escolhendo um lado e qual você quer torcer, e equilíbrio de poder traz estabilidade para o mundo. Se o objetivo for esse, dizem qual objetiva que vocês acham que o mundo tem que caminhar. Eu só estou aqui tentando esclarecer e analisar com o que o mundo funciona para vocês entenderem, o que tipo de coisa que tem que acontecer para o mundo e para certos lugares. Então, dado o sistema internacional, precisa de força para contraporam o outro grupo que está sobressaindo. E o trampo tem feito isso de uma forma enfraquecendo as partes mais fracas dessa aliança, do eixo de agitadoras. E, última instância, ele vai ter que enfrentar Rússia, China, face a face. Fudir desse enfrentamento não traará mais paz ou estabilidade para o mundo. Bom, é isso, como até mais longo do que eu imaginal, mas o assunto, como vocês viram, é complexo, eu não entrei em várias outras partes, mas é aqui a ideia de trazer mais reflexões para vocês perceberem o que está acontecendo no mundo. E esse episódio é bastante importante. Ele está suscitando discussões que precisam ser analisadas dentro de um contexto maior. Direita internacional, se transformou faz tempo, gente. Mesmo se ele não tivesse transformado em você quiser, o topicamente, idealisticamente se agarra a ele. Existem comparações de grau bastante diferentes do que nós estamos falando aqui. E, por fim, essa ação, ela se fizer alguma coisa, talvez trazer mais estabilidade para grande disputa gel política global, não estou falando de questões regionais, não estou falando de coisas no curto prazo, estou falando do tabuleiro inteiro agora. É isso. Não esquece de dar like no vídeo, gente. Segue o canal. Assistam a live, que eu falo dos assuntos todos assim, no primeiro momento que tinha acabado de acontecer. Aqui já estamos indo pra análises mais aprofundadas. Ativo o sininho pra você receber a notificação quando tem vídeo novo. Muita gente me manda mensagem. Você não vai falar sobre isso lá, o que eu falo no nosso, mas eu já falei faz tempo. O vídeo já está lá faz tempo. E vem conhecer o meu aplicativo. Rock Academy tem cursos, aulas, inéditas exclusivas, especiais, inteiras que vão te ajudar a entender o mundo. Até mais.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A intervenção dos EUA na Venezuela é analisada além do direito internacional, considerando riscos geopolíticos reais, como possíveis reações da Rússia ou China noutros cenários.
  2. A ação militar tática foi um sucesso, mas a vitória estratégica é incerta, dado o risco de resistência armada, custo político alto e a complexidade de lidar com grupos no poder.
  3. O direito internacional é frágil e frequentemente usado como ferramenta retórica ideológica, pois não há mecanismos coercivos reais, especialmente em períodos de competição geopolítica acirrada.

Summary:

A análise aborda a intervenção dos EUA na Venezuela, destacando que a discussão vai além do direito internacional, focando em consequências geopolíticas práticas. Embora a ação militar tática tenha sido bem-sucedida, a vitória estratégica é incerta devido aos riscos de uma resistência armada, altos custos políticos e a dificuldade de garantir que o regime de Maduro cumpra as exigências estadunidenses. O direito internacional é considerado frágil e muitas vezes usado seletivamente como argumento ideológico, pois carece de mecanismos de aplicação eficazes, especialmente em contextos de rivalidade global.

A reflexão enfatiza que o mundo atual, marcado por competições entre potências, reduz a capacidade de cooperação multilateral, tornando soluções simples inviáveis e aumentando a instabilidade.

FAQs

Descartar a oposição pode criar um vácuo de poder, aumentando a instabilidade e o risco de resistência armada, como já ocorreu em outras intervenções internacionais.

Trump provavelmente quer evitar ao máximo o envio de tropas devido aos altos custos políticos e militares, preferindo usar coerção e ameaças em vez de ação direta.

O direito internacional é frágil porque não há uma constituição ou polícia global, os tratados são voluntários e seu cumprimento depende da boa vontade e das alianças políticas entre países.

A intervenção pode influenciar conflitos em outras áreas, como as tensões da Rússia na Ucrânia ou da China em Taiwan, ao normalizar o uso da força em disputas geopolíticas.

A operação militar foi uma vitória tática bem-sucedida, mas a vitória estratégica depende de resolver armadilhas políticas e evitar uma resistência prolongada que atole os EUA no país.

Muitas discussões usam o direito internacional seletivamente, aplicando-o apenas a ações de países oponentes, o que a transforma em uma ferramenta retórica para defender paixões políticas, sem consistência real.

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