[Música] Olá, tudo bem? Eu me chamo Carol Augusta e nós estamos começando mais um episódio do nosso podcast e por falar em educação da Associação Brasileira de Matanedoras de Emcentro Superior, a BMS. E hoje, no nosso terceiro episódio de 2006, nós vamos debater os gargá-los e a burocracia do setor. Afinal de contas, como que a gente pode destravar o potencial da educação superior privado no Brasil e o papel do Parlamento nessa missão. Para discutir se a regulação atual mede a qualidade real do ensino, ou apenas está ali para fazer o cumprimento dessas regras. Eu recebo aqui no nosso podcast adeputada Adriana Ventura e a especialista Ana Pais. Vamos suintero para o nosso bate-papo deputada federal, Adriana Ventura. Muito obrigada, bem-vida ao nosso podcast. Olhe o prazer, tá aqui, Carol? É assim, é muita alegria poder falar de educação, poder de fade, educação superior, poder debater temas relevantes e um prazer também, tá aqui com a Ana, que é super parceiro em Brasileira, né, desses temas, tudo que consegue a educação. Muito obrigada, deputada pela sua disponibilidade também. E a Ana bem vinda a Ana Pais, ela que é superintendente de relações governamentais do grupo educacional, eduques, tudo bem, Ana? Tudo bom, Carol, muito obrigada, obrigada pelo convite, queria agradecer muito a BMS, o meu Bruno Coimbra, por esse convite. Com esse adeputada que a gente sempre se encontra, está muitas vezes, muitas faltas em Brasília, agradecer esse momento aqui com ela que a gente vai poder fazer essa troca. E também agradecer aqui a eduques a Claudia Romano, que é presidente nosso instituto do eduques e vice-presidente de relações governamentais do eduques pela oportunidade, tá aqui nesse momento, nesse encontro que pra gente conversar um pouco no tema tão importante aí do ensino superior. É, também, a gente vai falar um pouquinho, vou começar com a deputada, de uma visão mais macro, né, vamos falar aí, então, a gente escuta muito deputada, que as instituições reclamam um pouquinho do peso do make, né? Você está lá no centro do poder, está lá dentro da câmara deputados, na sua visão, você acha que o Brasil sofre um excesso de regras? Ou seria uma ineficiência da regulação que a gente tem hoje? Monde é que será que o Estado atrapalha no momento em que o setor educacional superior precisa justamente novar? Olha, é, é, é. Só preguntei ótima porque primeiro que não ficem nenhum outro, eu acho que estamos dois juntos cada um em um lado porque a gente tem esses dois problemas fois de um tempo. De um lado uma coisa que empaque a muita excessa de secretly, temございます Associa Corpo allein agora de salvo, que para pré-per kilogramante e da pela infância Supr heeft os pre formå no Centário Educacional. Então, eu acho que sim eu sou emprededora e sei muda bem уже. É tanta fé que a gente até só agarre a gente pensar e focar seja em educação. Eu não fiz, a gente fica pensando na cegra, o que tem que fazer, o que tem que cumprir, etc. E aí a gente vai no outro lado. O estado não é eficiente, o estado é eficiente. Ele não atende, as vezes a gente fica enroscada, as coisas num saem, você faz um planejamento, vou fazer, vou abrir, vou isso, aquilo. Só que o estado não te ajuda e você fica refim de estado. Então é triste a gente ver que muitas vezes a gente fica presidendo uma brocracia e não coloca o foco do que tem que ser, que é o resultado real de quem aprende do aluno, sabe, da educação em si. E o exemplo disso, a gente viu as portas últimas portarias, inclusive que estilhavam juntas debatendo tudo. Assim, quando você vê que está na mesma regua, instituições, supermão avaliadas, péssimas horrorosas que tem que fechar mesmo. Coloque na mesma regra e na mesma baliza instituições, são bem avaliadas, a gente vê como a gente vai discutir essa estrutura, essa brocracia e a falta de eficiência do estado. Ani, você também se sente isso na pele, né? Colocar na gora do sobe ponto de vista da instituição. Não só essa questão do excesso de regras, que existe por parte do poder público, mas também do lado do cotidiano, né? Existe aí um gargalo, um revelatório, o que você acha? O que trava? Realmente é só a burocracia, o que que na pele o aluno sente? Como é que o mercado de trabalho acaba reagindo a tudo isso? Olha, querendo, a gente sabe, sem que a regulação é super importante, a gente tem toda a sima consciência disso, a gente trabalha com a regulação muitos anos, assim, ela cria um direcionamento para a instituição, um planejamento, né? A forma que é, e é, tem que trabalhar os caminhos que têm que seguir. O que mais, assim, impacta muitas vezes, essa insegurança, incerteza, muitas vezes a mudança, né? De sem saber de como vai ficar essa instabilidade regulação que cria, se uma hora impacta para a instituição, muitas vezes até planejou um crescimento, uma abertura de uma instituição nova, de novos cursos, muitas vezes aem certeza é que traz uma aula impacto, não a regulação em si, a gente sabe que ela é importante, é necessário, mas muitas vezes muitas mudanças, né? A gente isso acaba impactando muitas vezes para o setor educacional, né? E até mesmo chega a ponta atingindo as instituições acaba assim atingindo pouco o aluno, mas a regulação de forma geral ela é necessária. E atinge como? Agora a gente fala desses entrares. Quando a gente fica com sem saber do que vem, com a essência de direitriz, o que vai acontecer muitas vezes a gente parca aquele planejamento, a gente quer fazer uma oferta maior de instituições, a gente precisa de um outro curso, a gente precisa ir para uma outra região, quando a gente não tem certeza de como vai ficar, como vão ser as regras, né? De que estão sendo discutidas, aquilo cria uma segurança jurídica para a instituição. Então quando você tem uma regulação já mais planejada, quando não estão seguindo, ela dá mais certeza. E uma questão também que até a deputada mencionou, né? Com muitas regras de mais, muitas variáveis, muitas vezes não deixa uma flexibilidade para uma instituição de ensino, né? Que é não deixe ser também uma empresa, algo que precisa ter de uma forma maior, flexibilidade para tomar algumas decisões. Ferto, Anne. E deputada, Adriana, é, personagens soluções, né? Na mais como deputada, parlamentar, dentro do Congresso Nacional, pensando em projetos de lei, não só como MEC que faz toda a regulação do setor, mas existe como o Congresso desburocratizar um pouquinho todo esse estrâmitis, tem como avançar algo nesse sentido sem abrir mão da qualidade do ensino superior? Olha, é claro que tem, basta ter vontade, basta ter vontade, acho que tem coisas que avançam, mas eu acho que existe um debate contaminado, quando falar assim, "Ah, tem uma condição, tem como avançar?" Gente, é obrigação do Ministério avançar, desburocratizar, eu acho lamentável, muitas vezes as questões são presas e não andam muito mais porque são políticas também. Eu acho que é importante falar isso aqui, eu acho que esse é o espaço de debate importante, porque a questão de desburocratização é a dimensitação pública de uma maneira geral, ela é completamente refém de um sistema aparado que não anda, e a gente não tem que falar de educação, a gente está falando de sal, onde a gente está falando de seguragem, tudo. Outra coisa que tem uma interferência política que atrapalha muito, muito, órgãos técnicos que deveriam seguir assim, protocolos, é claro que é importante ter fiscalização, é claro que é importante, você dá a segurança, você fiscalizar, mas tudo, dentro do trâmitis saudável, quando você percebe que ou não é controle, estão jogando todo mundo no mesmo sapo, ou então que eu acho pior ainda, quando é movido a questão ideológica, ou apre conceito, a porque é pública, a porque é ir sendo particular, porque é privar, quando começa a em um país, quando começa a ir para esse lado político, medíocre, eu acho que realmente nós temos um problema, eu acho que realmente, aí a gente tem que parar e pensar em como fazer, e você pergunta, tem como fazer, claro que tem como fazer, tem muita coisa que funciona muito bem, sabe? Agora existe uma questão, uma misteria da educação, é um logo, assim, apesar de termos bons servidores, de ter pessoas, se a gente preocupar as educações, lá tem muitas alas ideológicas, e ali em Paca, e em Trica, não é particular, não, e como se tudo que fosse público, é maravilhoso, como tudo que fosse, ensino privado e particular é péssima, então assim, aí a gente começa a ver como a gente tem que trabalhar de fato, essa base, e isso também atribuam muitas vezes, pelas trocas constantes de pessoas que nós temos nos necessários, de acordo com o governo da veja, de acordo com o poder da veja, de acordo com interesse da veja, então são assuntos delicados que fazem com que as coisas não andem, então a questão da burocracia, a questão de ter um monte de guichê para você
passar, de criar tanta dificuldade assim, a gente precisa acabar com tudo isso, gente. Eu acho que a gente tem que dar mais transparência, mais liberdade para fazer, mas segurar a chajurídica, porque o que aconteceu das portairas que saíram foi uma agressão a todo mundo, as instituições de inserosperiores. Uma agressão, sai, tinha todo um planejamento que vai tudo por uma baixa, não estou falando de polos acerem abertos, outras unidades, planejamento, de crescimento, o que que acontece? Ah, e não, agora não pode. E baseado em critério frágil, simplesmente suspenderam tudo, independente de ter nota máxima, não, você está na mesma regua daquele que precisa ser fechado que é péssimo. Então eu acho assim, eu fico muito indignada e falo isso com meu reés, eu sou administradora, gente. Sou administradora, e para mim é muito simples, resolvido isso daqui. Isso é simplesmente falta de vontade. Bateu forte agora, independente. Eu adoro, mas assim, mas é fato, em todo o mundo sabe disso? É, realmente precisa. Primeiro ter uma noção melhor dessa realidade, que, como você mesmo disse, ela destou do que é real, quando a gente fala que nós temos, seu nome, ganho 7 milhões de estudantes, hoje na rede pública, aliás, na rede particular de ensino. É o número bem expressivo de alunos, embora tem essa parte econômica e envolvida, mas que tem um propósito muito maior, que é, de fato, a evolução do país, a evolução da capacidade do indivíduo de aprender, do conhecimento. Então, realmente, primeiro passo seria ter uma noção melhor dessa realidade, para, então, de fato, focar no que realmente merece. E a Ani, voltando aqui para a parte das instituições, não tem como a gente fugir muito, como a deputada falou, está ali arrega, está imposta, arregra, não tem como fugir muito, tem que ser comprida, né? E aí vem a pergunta da prática de vocês, como é que equilibrar essa exigência pesada do complais regulatório, com uma operação, ali, financeiramente eficiente, assim, como é que vocês estão lidando com essa situação e como se acabem impactando diretamente os alunos? Bom, Carol, é a parte do complais regulatório, assim, quando a instituição ela é estruturada, ela é séria, ela já tem, ela trabalha bem com essa questão da rega, da regulamentação, no sentido de complais, que tem algumas premissas, que a gente tem que seguir e a gente está se utilizando um setor, né, mais de 50 anos e a gente tem que estar seguindo dessa forma, então é importante ter uma governança regulatória dentro de uma instituição, para ela estar seguindo as suas regras, isso a gente não tem como discutir muitas vezes, a parte assim, algumas limitações, como coloca alguma chagra na macapacidade, de uma sala, de vagas, os alunos como exemplo, tem todo um discriccionário, algo que vem antes, para ser pensado nessa lógica, e se a gente também trapar muito, tem alguns impactos, a questão maior, porque eu falei também em outro momento, né, é muito, quando tem uma segurança, uma mudança, muito brúschia, com muita operação, e isso dá maior impacto. Agora o complais regulador é uma segurança também para a instituição, a gente saber, do até o aluno saber que tem que elas regras, que a gente está seguindo. A gente aqui na eduza de conseguir o crescer, hoje a gente está em mais de 40 mil alunos, fizemos todo o crescimento nosso, com novos instituições, seguimos todas as regras do Ministério da Cação para fazer todos os nossos crescimentos, a gente trabalha que também com os programas de reais e para o unho, sempre seguindo com as regras, então tem momento e as regras que são estabelecidas, do ser to privado precisa seguir, e tem que estar, e é uma questão que a gente tem que estar desenvolvendo com isso. Mas a gente só, mesmo quando tem muita mudança, muita alteração, e de repente, a gente tem que criar essa insegurança de urínio de capacituição, mas de todo modo, a gente acha que tem que ter a regulação, no sentido da regra, o complais, isso não tem muita gente fugir, a gente procura cada vez mais seguir, e buscar crescer dentro da linha e da regra que está sendo direcionada. Deputado do Gostério de Acreciar algo mais que ela me falou? Eu concordo com o que ela falou, eu acho que, assim, agora vou para o meu lado muito professoral, porque eu sou professor, eu universitária, então para mim é. Eu acho que, falta um bom diálogo, e olha que eu falo isso, até, assim, eu lembro que nesse processo todo, a gente teve diversos reuniões com séries, com a secretária, partabrando, que foi ótima, fizemos a odia diversas audências, teve, assim, tem um espaço de diálogo, mas na minha visão tem algumas coisas que com mais diálogo e mais conhecimento e mais dados e mais coisas da realidade seria feito. Acho que, com diálogo estava ali, sim, algumas coisas atrás das foram tiradas, mas eu acho que poderia ter avançado muito mais. Eu acho que a questão do cunho deveria ser mais técnico do que foi, tá? Apesar de boa vontade de muitas pessoas lá, das reuniões, das audiências, eu madei tanto requerimento, fiz tanto, assim. A gente vê que evoluiu algumas coisas, mas o que eu fico pensando é que quem mantém uma instituição de ser superior, precisa ter previsibilidade, precisa, etc. Esses desgaste são muito desnecessários, muito poderiam ser evitados, a maneira que foi feita e estou falando de qualidade, que eu acho que é todo mundo busca, e eu acho que as instituições de ser superior em sua maioria, buscam essa qualidade. A gente está falando de dar acesso, quando a gente fala também, da discussão de presencial, em cima distância, que foi um outro debate muito grande, que foi travado. A gente tem que entender que a única forma de muitos brasileiros, milhões de brasileiros, da em pequenos municipios, é essa forma da questão do dar acesso. Então acho que cortaram de uma maneira linear ali, sem muito parâmetro de uma maneira de ser respeitosa. Então, só estou retomando esse ponto para falar que eu acho que a gente tem que avançar muito ainda, tem que aproveitar as portas de diálogo que tem, e com boa vontade dos dois lados, eu acho que a gente consegue avançar muito mais. Falar agora um pouquinho do enade. A gente sabe que o modelo atual são essas visitas em loco, essas planilhas, ela mete um pouquinho a qualidade do profissional. Será que, de fato, a gente consegue medir essa qualidade? Ou será que é apenas uma aferição ali, se a instituição está realmente comprindo as regras ou não, basta algo protocolar ali de pregir, formular, desagostar a dia-ofem-o, da as duas, começando com a área. O sistema de avaliação, nós temos os sinais que já vem muitos anos, fazendo todo o ciclo avaliativo, e tem muita forma aí dos sinais que vê tudo a aspecto do corpo doceinte. A parte de projetos pedagógicos, porque é um sistema que veja uma forma como todo, e está avaliando as instituições. E, hoje, quando a gente pega uma avaliação isolada, isso não tem como mensurar-me de totalmente a qualidade da instituição. Quando você vê como um todo, com várias ferramentas, várias formas, vários indicadores, aí sim, você pode ter uma conclusão de uma avaliação para aquela instituição alta, avaliação dela, a avaliação em loco, os insumos todos os projetos pedagógicos. Agora, quando a gente coloca só a prova do enade, ali, que é uma prova com a luna que muitas vezes o aluno vai até mesmo sem talim com todo compromisso dele, para fazer a prova do enade. Isso é um desafio, a luta linda ouvido em querer fazer, porque o que ele vai fazer a prova de como ele vai apresentar, é a nota ali que vai representar a instituição. Em muitas vezes, depois, vem de uma forma punitiva de alguns casos. Então, acho que o sistema de avaliação tem que medir um todo, ser mais olíscito, verificar vários indicadores. E a gente não ficar com indicador só para poder, já nesse momento, já está dizendo, olha, aquela instituição é boa ou não é? A verdade tem uma série de favores aí, e nós temos os sinais, os cipros, avaliativos e de muitas formas que podem estar sendo avaliados para a gente poder ter. E eu acho assim muito importante, a gente trabalha muita avaliação no sistema de ver, cientista e um indicador, você precisa de melhorias, precisa de aspecto quando for mencionado e depois da chance vão ter outras avaliações, não é? Não a gente pegar a ter uma nota ali, ser exatamente aquela base, para dizer se tem qualidade ou não, acho que tem muita coisa envolvida linda nota, né? Duenate, linda nota do que ali, o aluno apresentou, tem uma série de fatores aí na nossa comunidade acadêmica, né? É realmente fazer uma avaliação de qualidade, apenas com o opinião do aluno, acaba se tornando um pouco subjetiva, né? Uma certa forma, Adriana. E lá!
Acho que a gente precisa trabalhar com diversos parâmetros, tem alguns pilares. O enládio é um pilar. Ah, legal, vai lá em Ló, Planílio. É uma questão burocrática. Eu acho que é necessário essas visitas. Mas assim, o que está medindo? Está medindo que esse, a estrutura está medindo se o espaço fico ok. Agora, os outros pilares que na minha visão são muito mais importantes, não são medidos. Por exemplo, aprendizagem. Oi, conexão com o mercado de trabalho. Como fica a questão de impregabilidade desses alunos? Como é que eu desenvolve o momento profissional? Como é que eu emparque? Tem tanta coisa que dá pra medir. Porque às vezes a gente pensa que alguma instituição de sanusperior é medíocre, porque está lá travada, não sei hoje. Mas aqui, no realidade local, faz uma diferença enorme em movimento muito. Então acho que a gente tem que colocar outros parâmetros. Porque o enládio em si, eu acho incompleto. E a questão da falta de comprometimento dos alunos no dia, acho assim. Isso, eu acho que é triste. Porque muitas vezes não reflete. E muitas vezes, todas as vezes que tem os resultados lá que se olha e fala "A gente que lugar é esse?" Como que isso tem coisa que parea. É muita distorção. É muita distorção. Estava lá, não. Não é possível isso. Então a gente vê que no mínimo ele não atende de forma total que se propõe. Eu volto a dizer. Eu acho que ali tem algumas informações importantes, mas elas sozinhas não significam nada pra mim. Tem que ter complemento de outras coisas que eu falei. E aí, a gente volta, também eu adoro falar esse assunto de AD. Eu lhe fiquei muito nervosa, preciso assuntos todos do debate do ARD. Eu ficava assim muito mais do que indignada. E aquela questão de curso é a dessuper bem avaliado, curso presencial, supermal avaliado a falegente pela mojidosequalidade, qualidade. Lembra, qualidade. Então, se o ARD é bem avaliado, deixa o ARD. O curso presencial é péssimo, fecha o presencial. Tem preconceito. Tem preconceito. Acho que a gente tem falagem preconceito aqui. Eu acho que tem um preconceito que vem primeiro de ensino particular, ensino privado. Lá, a gente está falando de congresso, de debate, de ministério. Existe um preconceitinho que eu acho triste quando a gente começa a lidar com ideologia, com algumas coisas contém nada a ver com a educação. Mas que existe das alas, das alas ideológicas. E também é um preconceito do ARD na minha visão. Como os apresenciais a melhor, pode ser que seja melhor para alguns cursos, pode ser que seja melhor para a boa parte da população, se outra parte. Às vezes é só a dero possível. Então, a gente tem que também ter outras reglas. Então, eu acho que é isso porque eu sempre quero reforçar que a gente tem que defender qualidade. Qualidade e aluno tem que ser o fô. É qualidade, aluno, qualidade, aluno, qualidade, aluno. Aprendeu qualidade, legal. Então vamos seguir. E não ficar preso a questão que são benores na minha visão. Encontrar da questão da internacionalização do ensino. Imagina que em que isso é estudar, fazer um intercâmbio, com outros países, quiser aprender uma matéria fora do Brasil, como é que faz. Se não houver uma modalidade, qualidade, competência e a sofreira sendo que venha o ministério da educação e pede disso acontecer. Mas aí, carol, a gente entra naquela história do preconceito. Existe uma visão de educação ainda que é muito centralizadora, um hurocrático que a gente está falando. A gente está falando de um país todo mundo. "Vai, que o Brasil é país continental, que ótimo". Então vamos lembrar disso quando a gente pensa que em milhares de municípios o EAD é a única forma viável de acesso em semos període. As pessoas precisam ter essa noção. Não é o ideal. Às vezes é o possível. Eu lembro que mudando o assunto, mas no mesmo assunto, eu lembro que na época da aprovação da telemedicina tradicional de que eu sou a altura das duas leis, "Ah, não, não pode, filha gente, tem lugar no Brasil que a pessoa demora 10 dias para ter acesso ao médico, 10 dias de rio, de baco, filha, aqui não é o suprasum. Aqui é possível. O acesso em EAD precisa acontecer". Então eu acho que quando você começa a restringir sem critério técnico, sem falar de qualidade, sem analisar dados de acesso, sem analisar, fica muito medir o crescimento. Eu acho que é isso. Coloca mesmo a rega para qualquer coisa, então eu fico bom, o péssimo tudo junto, comparadado, sem critério técnico, clareza, contexto, fica muito complicado. Agora eu vou dar um poder para cada uma. Vocês estão com o poder da caneta, na mão. E aí eu quero saber, Anne, você está com essa caneta hoje. O que você acha que deveria ser a principal ação, que deve ser adotada pelo MAC, como forma de induzir a qualidade de uma faculdade. E duze a qualidade para uma faculdade hoje, eu acho que a forma de induzir, ela pensar, deixar a universidade, ela usar seus projetos pedagógicos, ela poder inovar, ela poder utilizar todas as suas ferramentas, todos os seus recursos que ela tem, ela poder usar sua tecnologia e trazer isso dentro da realidade do que está hoje, dentro do mercado de trabalho, dentro do que o alumno precisa. Então acho que a gente precisa cada vez mais diminuir essas regrinhas. É importante a regulação, mas muitas vezes diminuir um pouco mais e poder deixar a universidade com essa autonomia criativa, ela poder cada vez mais ampliar e dar oportunidades nas suas alunas. Principalmente acho que a deputada já iniciou essa parte, comentando do ensino da distância. Eu acho que é aí, através muito do ensino da distância que a gente pode cada vez mais trazendo a inovação, levar o acesso à inclusão. Então acho que cada vez mais isso é necessário para o país a gente ter um ensino da distância e essa flexibilidade para poder todos ter o direito do que ação. Deputada Adriana, você era falando muito da força de vontade, se tivesse sido poder da força de vontade, o que você faria? Ah, é isso, acho que ela colocaria tudo para baixo, tudo para baixo, faria tudo baseado em resultados apresentados, em eficiência. Eu acho que a gente mete o resultado, mete o desempenho e a gente começa a tratar e dá liberdade para quem tem bom resultado. Então a gente tem bons exemplos no Brasil, a gente sabe que tem muita instituição boa que demonstra assim, capacidade tecnológica, qualidade, é bem avaliada, sabe, o saludo saem de lá engajados, está dentro do ecossistema que faz com que ele arrumve o emprego e a intergabilidade. Então a gente tem que ter um sistema que olha cada instituição como ela é. É claro que precisa ter reegra, é claro que tem coisas que as instituições tem que ter as mesmas regras, as mesmas mesmo as diritrizes. Eu não estou discutindo isso, mas o que eu estou falando é que a gente não pode impedir instituições de crescerem, porque algumas vão, péssimo, eu vou dar um exemplo, eu fico tão indignada, é assim, isso mostra como funciona essa lógica no nosso país, lá no Congresso Nacional, quem se inscreve primeiro fala depois. Então, "Ah, não, porque quem se inscreve primeiro sempre fala primeiro, é claro, foi lá se inscreveu, tomou iniciativa, estava lá, quando você começa a premiar quem não faz, eu colocar na frente, eu entendo atrás aos bons, porque os detrás não andam, a gente tem um problema. Então, é a mesma coisa, a gente não pode se eu tivesse poder da caneta, eu ia tratar o bom como bom, e aquele que não é bom, eu ia dar condições para ser bom. Só que você ainda não estoura na bom, faixa, não tem que existir, porque senão a gente fica penalizando bom, penalizando o que ele faz, penalizando bom aluno, penalizando a bom instituição do ensino, o que o estado tem que fazer se eu tivesse a caneta, é um BP, baixa qualidade, isso não tem nada a ver com ser presencial, ser AB, ser ensino particular, ser ensino pumo, isso pouco importa, a gente tem que ter foco aluno, conexão, com mercado de trabalho e qualidade. Então, eu acho que é isso. Mas é pedada, isso não fica muito do ponto de vista mercadológico, não? Ali, o que é péssimo acaba fechando automaticamente.
por conta do próprio mercado? Não, mas me informa. A única não orança nesse sentido. Mas eu acho que a questão de sinceramente falando, você falou que fica mercadológico. Por que que fica mercadológico? A gente querer tornar, colocar o aluno no centro e dar a qualidade para ele. Para mim, o que é mercadológico é política populista, que mantém coisas abertas, porque é bonitinho, porque é público, você se preocupa com qualidade. Isso para mim é muito mais mercadológico do que eu acabo de falar. Sim, sinceramente falando. Quando você mantém um monte de curso, que não serve para nada, que não tem conexão com nada, só para manter cabideiro, seja de emprego, seja de aluno, seja de máquina de volta em anda eleitoral. Isso era voltante. Isso para mim é muito mais mercadológico do que eu estou falando. Eu estou falando da gente, olhar com clareza, porque a nossa educação hoje, carol e tem certeza que a Anne concorda com o Mico. A nossa educação hoje, não estou falando de sinusperiore, estou falando de educação e sentido amplo. A gente vê que a gente tem centros de excelência e centros de pura mediocridade. Não se conecta com nada, não há. Então, a gente tem que ter um olhar, pensando no aluno e na vida dele. Tem curso que não serve para nada, é o Nekman, ver aberto? Oi, por que é? Então, isso não é mercadológico. Isso é, enxergar o real com a realidade. Eu acho que falta um pouco isso. E falta também a gente ter clareza que tem professores que não têm condições de estar em sala de aula, não têm condição, não têm qualidade. Ah, e porque é professora, professora de escola pública? Nem a mãe é professora de escola pública. Toda minha família é professora de escola pública. Mas a gente tem que ter foco na lunda para a indisagem. O que a gente vê hoje, e vou dar um exemplo, eu fui lá no conline, show de horror, que a gente viu no por exemplo. Que lá ali está muito, desculale muito antes de ser alguma coisa que representa educação. Aquilo ali parece encontro sindical. Parece encontro partidário sindical. Tem nada a ver com educação. Então, a gente precisa voltar um pouco para trás e resgatar educação na ciência. Sua luna aprende. Sua luna está conectado com o mercado de trabalho. Se ele tem emprego, está conectado, você tem qualidade. Isso dinheiro, por exemplo, por exemplo, que está investindo no caso de instituição particular, está sendo respeitado. Se ele está tendo a. Eu acho que é isso que a gente tem que se preocupar. E não com ações mercadorológicas. Não são chamadas de mercadorológica. É assim, tem o cuinho de pública, mas é muito mais mercadorológica, porque as suas escolas privadas da minha visão. E quando a gente fala de valor, a gente também está falando da capacidade dele de pensar, de ter crítica sobre a sua realidade, não por simplesmente absorver aquilo e acabou você ali. Daem isso, né? Não, eu acho. Se você não se dá dar um crítico, um se dá dar um capaz de entender melhor o que é a realidade, o seu convívio ali. Olha, e claro. Esse pode que é demais longe. Não, eu só vou falar uma coisa. Agora você me acendeu uma chama, que nem entrava esse debate polego, que eu estou bem suave hoje. Mas assim, a gente precisa desenvolver uma capacidade crítica em todos eles. Porque hoje o que a gente vê, e eu lembro que eu ia na escola da minha filha brigar, quando eu estudava, porque eu falava assim, "escuta, por que que estou chicothando?" Por que que aparece aqui um patrão chicotiano e pregado? E está tudo bem. Você tem um patrão chicotiano e prezo? Até que tem um ponto do lado, para o aluno olhar aquilo e fazer as conexões dele. Quando a gente tem uma coisa de um lado, só que todo mundo só fala, "É isso é um problema." Então eu pensava muito crítico na cidadilvergência. E eu acho que hoje eu sou uma deputada muito melhor do que quando eu entrei. Porque quando você convívio com a divergência, você para você repensa, você muda a tua maneira de pensar, você abre o horizonte. E isso eu acho que falta. Falta esse debate. Os nossos alunos. Como eles estão pensando? E quando eu vejo tanta violência nas universidades, tantos, tantas pessoas serem canceladas, prombidas, girinhas e debates, alunos maltratando visitantes, porque pensam diferentes e outras coisas mais. A gente fala como a gente precisa re-discutir a educação de tudo. A gente falou aqui do começo, do ennágio, disso disso. Mas a gente é uma coisa muito mais estrutural que a gente tem que discutir bem. É muito básico. A gente tem que voltar para a raiz. Essa é a grande verdade. Já certo, deputada, obrigada. A gente vai fechar aqui no nosso debate, mas pensando no futuro. A gente está falando que tem que voltar para a base. Mas aí eu pergunto a vocês duas, começando a falar deputadas, se você pudesse aprovar amanhã apenas uma única mudança. Mas o gente para destravar o potencial do incentoperio privado no Brasil, qual seria? Olha, eu exigiria um painel amplo que comparasse qualidade de todas as instituições de ensino, superior e está tratado. Estravaria porque? Porque eu não acho que tem que transparente necessária dar a educação para ser transparentes, para ser claros a partir de metodologia de tudo. É claro que comparar coisas iguais. Mas assim, dentro dos parâmetros, os mesmos parâmetros, eu faria um painel enorme comparativo desses critérios e de comparações. Para a gente ver como tem extorsão e como tem vez. Primeira coisa, eu daria a transparente. Estra todos os dados atacacionais, coisa que eu não tenho. Eu brinco muito por isso na educação básica, essa é minha guerra com MEC, com INEP e com tudo. Eu tenho até lei que obriga a publicar a dado. Olha que absurdo. Que nível chegamos. Obrigar a publicar a dado que serve para a política pública e a ajuda de cação. Então eu acho que se eu tivesse caneta, eu lembro a seria dados e transparentes. É dados e transparentes. Para tudo, incluindo esse no superior. E colocaria também a obrigaturidade de midir resultado no sentido. Então conectados com o mercado de trabalho, faz sentido ter um curso desse. O aluno sai de lá. Ele usa aqui no problema, coisa. Só percebe como não tenho nada de mercado lógico. Porque se eu fosse, se eu olhar esse tanto o mercado e tudo mais, essa eu como falo. Não no que está de uma escola de ensinos superior, ela tem que ter conexão. Então ligar essa instituição de ensinos superior, com o mercado de trabalho, para mim é assim muito real. Essa é lente de deputada, Anne, queria ouvir a sua opinião. Bom, buscando essa parte do mercado de trabalho, que a deputada falou da impregabilidade. Acho que hoje a impregabilidade é muito importante. Da gente está trabalhando na instituição. A gente tem que estar junto aí e com a luano, as instituições, sentido de que forma, acompanhado dessa carreira, toda a transição do aluno. A gente tem que preparar esse aluno para o mercado de trabalho. E significável, a gente tem que estar com as instituições de ensinos. Aqui na educa, a gente procura muito, a gente tem um olhar muito cuidadoso para isso. Acho que como de exemplo, a gente tem toda um processo de uma área de carreira, da orientação para o aluno. A gente vê evidências profissionais, também que a gente busca no decorrer do aluno nesse período dele de aprendizade de evolução. A gente pega nossos alunos na prática, levamos aí no caso, o POC, o Rio. Pega nossa lente publicidade, comunicação, levamos ali para esses eventos. Além das parcerias que a gente tem que fazer, acho que todas as instituições, com as empresas, para poder dar essa oportunidade para lutar mais próximo do mercado de trabalho. Hoje os nossos alunos assim, a gente precisa dar essa oportunidade para eles. Então a gente busca muito, a gente tem muita que essa consciência de estar buscando, vendo toda a. Até mesmo nossos programas aqui, sociais dentro do nosso instituto, e duques. A gente tem um programa de transção de carreira, a gente traz uma pleta, a gente coloca ele, a gente busca, padando toda essa orientação e vê a vida do botlaco, uma transição de carreira para eles dentro do instituto. Então é muito importante a gente pensar daquele aluno do que ele será, do que ele precisa, e está adaptando ao mercado de trabalho cada vez mais. É uma coisa que não diante a instituição, "Eu quero trazer esse aluno e ensinar, e depois ele corre atrás." Não! É aquele momento que ele está aqui, que ele está na academia, da gente trazer oportunidades para ele, São parcerias, são vivências, que eles vão ter, são as disciplinas, a parte toda a distensão, de estar de enfim. A gente precisa ir, está preparando cada vez mais esses alunos para o mercado de trabalho. Olha, eu vou voltar para a faculdade só para vocês me levaram no rock n'-re-he-e, tá? Obrigada! Comitado! É isso então, pessoal. A gente está chegando ao fim do nosso podcast, como a gente sempre faz, a gente pede aos nossos convidados, no caso aqui, as nossas ilustras convidadas, para indicarem para a gente, seja um livro, seja um outro podcast, filme, artigos, enfim. Tudo que se refere ao tema que a gente trouxe hoje, a gente está falando de desburocratização, está falando da necessidade da qualidade de ensino, de melhores avaliações, avaliadores. Então, a gente falou de uma forma bem global, como que está sendo hoje a realidade do setor de ensino no Brasil.
Brasil e quero já deixar aqui os nossos agradecimentos pela participação na deputada de Anadreanamentura e também da Ana Pai, Ana Eipaz, né, da Edux? E gostar a gente então de ouvir a sua indicação deputada? Olha, eu tenho vários livros, inclusive, indicados dos meus sites, mas assim, tá drainaventura.com. Mas, falando já que é desburocredição o tema, agora vou vender meu peixe um pouco, né, porque, vocês sabem que a nossa guerra lá é pra desburocratizar tudo, inclusive lês, inclusive norma, se pudesse, a gente assim reduziria e capariando todos os tipos de lei. Então eu tenho que indicar livros liberais de liberalismo. Então acho que é muito bacana poder quem puder ler a lei que fala justamente da não necessidade de ter uns lês, que lês muitas vezes atrapalham, coisas que acontecem naturalmente, mas a gente, quando começa a falar que precisa isso, um monte de inciso, um monte de detalhe, você perde mais tempo olhando isso, basta ver uma portaria, né, da portaria, diz, diz, diz, voltas, é muito confusa. Então eu livro a lei, mostra bem isso, que é pra que lei, pra que leito, eu estou exagerando, estou chegando a um outro extremo, mas às vezes a lei muito atrapalha, por exemplo, se se, a gente fosse seguir as lês que existem hoje com tanto preconceito que não pode publicar a nota, não pode, uma não pode saber a nota da outra, por ter, assim, sobrar o no ia ter, não de um ia ter um caso de sucesso, que todos falam de sobrar, mas sobrar o comparava a notas, uma mãe queria levar a porta escola, queria saber porque a nota da escola tal era tal. Então eu acho que quando na linha da desburocratização, na linha do excesso de pedi coisa que não vale nada, eu acho que esse livro do liberalismo ensina um pouco a gente, então meu livro hoje fica com a lei. Muito, muito obrigada mesmo pela participação das duas. E é isso pessoal, obrigada aí por nos acompanhar em mais um episódio, todas as indicações ficam disponíveis no link do nosso episódio, e você que quer participar conosco, seja mandando uma sugestão de pauta, sugerindo algum entrevistado, a nota nosso e meio, e por falar em educaçã
[email protected]. Obrigada mais uma vez, até a próxima, um grande abraço. Tchau, tchau.