O episódio do podcast "Confusão Universo" inicia com a apresentação dos participantes e destaca a renovação do site Universo HK, possível graças ao apoio dos ouvintes através de uma campanha no Catarse, que oferece recompensas como sorteios de quadrinhos. A discussão principal é dedicada à série "Peanuts" (conhecida como "Snoopy" no Brasil), criada por Charles M. Schulz. São abordados a trajetória do autor, sua infância, serviço na Segunda Guerra Mundial, e como elementos de sua vida pessoal influenciaram as tiras, que se tornaram um fenômeno mundial publicadas em diversos países. O episódio também anuncia o lançamento de uma coleção especial pela Editora Planeta, que compilará as tiras dominicais de 1950 a 2000 em 60 volumes, com material extra, disponível inicialmente por assinatura. A conversa enfatiza o legado duradouro de Schulz e a relevância de "Peanuts" para os quadrinhos.
[Música] Vindos dos pontos mais distantes da Galáxia, eles decidiram unir seus grandes poderes e responsabilidades para ajudar a Donar Art sem preparo alto e avante desfendam os mistérios escondidos além dos palões e recordatórios. Porto Tatius! Você queria o podcast sobre quadrinhos? Achou? Bem-vindual com o fim do universo! [Música] Bem-vindos! Bem-vindos! Está começando mais o edição de Confenso Universo! O podcast sim que todos os seus integrantes sempre torciam para o Charles Braussi dar bem. Pelo menos, em quando, né? Que é o podcast do universo HK? O site que conhece toda a história de Woodstock. E eu estou falando do personagem de quadrinhos, é claro. www.univershkk.com E o programa de hoje vai ser regado a muito baseball e mindo em. Eu sou o Sidreguz, uma fala de São Paulo e com andarem este episódio devidamente trajado com minha roupa de aviador da segunda guerra mundial. De Petro Após o Rio de Janeiro! O cara que diversas vezes tentou ser que librar deitado em cima de uma casinha de cachorro. E sempre cair, sabe? Merda, Leandro? Se dá um muito curioso ser ter falado isso porque tudo que eu consegui imaginar nesse momento é aquela clássica cena dos nupes dormindo em cima da casinha porque eu preciso dormir. Da República de Ferencão Paulo! Ele, que na infância, tinha uma paixão platônica por uma garotinha ruiva. Marçaram, Leandro? Narapimentinha para os íntimos. (risos) E começando a apresentação dos convidados desse episódio de Curitívaro para retornando a confusão de verso. Um cara que se pudesse até hoje carregaria se o convertou para lá e para cá. Rodrigo Esquela, meu filho. E eu já tive um piano semfelder. Muito bem. E fechando o timmaço desse episódio, estreando no confusão de verso de João Pessoa na Paráiva. Ele, que gravará este programa ouvindo o Beethoven. Renato Félix, meu amigo Boestreia. A três coisas que eu aprendi a não discutir com as pessoas. Eligião, política e a grande abóbora. Olha aí! Pois vei meus amigos do Confus universo de hoje, vai falar sobre Pínas, a série de tiras e quadrinhas de Charles Morrowchus, que é mundialmente conhecida desde 1950. E que vai ganhar uma coleção especial pela planeta de Agostínio. Aliás, apreter a Agostínio que está patrocina nesse episódio. Então, prepare-se! Porque o papo promete. Meu amigo, o salido da Leato é de se começar uns mais um confusos universos especialíssimos, guardadíssimos, Samir, mas que coisa mais linda o novo universo daqui, rapaz. Espreu no dia 8 de setembro, ficou a coisa mais linda, o pessoal está adorando, a atualização gigante, inclusive com os nossos convidados e hoje os dois com o Rezenho, o Renato com o entrevista, Samir. E por que que a gente conseguiu botar esse site novo em pé? Pois esse não site novo estreou, a gente estava falando que estava ouvindo uma novidade por aí, uma novidade legal. O site estreou totalmente reformulado, novidentidade visual. Tudo bonitão, a gente recebeu várias mensagens em redes sociais, pessoas elogiando, pessoal curtiu muito, cara, e esse site. Assim como a gente já está fazendo o ativando o canal de vídeo do universo H aqui no YouTube, tudo isso está sendo possível graças aos apoiadores que nos ajudam lá na campanha do Catarse. Então, acesse lá catarse.me/universoshag here, porque assim, não é exagero, não é puxação de saco, é a verdade. Tudo isso que a gente está conseguindo fazer, muito obrigado, é graças a vocês apoiadores, quem também nos ouve, acessa o site, ajuda o conteúdo a ser compartilhado, agradecemos a todo mundo, está permitindo a gente fazer muita coisa legal, a gente tem planos para mais, então vamos continuar nessa tocada, muito obrigada a todo mundo, e espero que curta o bastante o site, porque ficou muito legal. É nosso canal de YouTube, talmente, aumentando cada vez mais o número de inscritos, e acessos a gente tem transportos com o viz do universo, diretamente para lá também, e é uma experiência diferente do que apenas ouvir nessa mente. Então, se você quiser nos apoiar, que a gente falou, é um prorro recorrente, é um porto de R$ 5,00, www.catazie.me/niversalhag here, nessa mesma. Lembrando que é um tipo de campanha de financiamento coletivo, recorrente, tá, vou galera. Então, você acessa lá, escolhe o plano que você quiser, e aí esse valor é cobrado todo mês, como se fosse uma assinatura. É isso aí. Então, ou você deve ficar do seu cartão, se você fizer essa notificação, ou o catazie, vem um boleto para você se escolher a sua opção, tá? Então, acesse lá tem várias recompensas também, tem sortez especial, as sortezes estão bombando, que vem cada coisa boa por aí, pessoal, fica de olho, vai ser muito legal, e nossas lives super divertidas com sorteis e atenção. Nós estamos com uma meta agora. Tanta, tanta. Quando atingirmos 500 apoiadores no catazie, faremos uma mega live de sorteio de quadrinhos de 50. 50 gráficos nove, é isso aí. Cara, essa live vai ser punk, porque vai ser longo, pessoal, a gente tá preparando umas coisas bem legais para todo mundo se divertir, para todo mundo que não apoie, quiser entrar, para se divertir na live, vai contra isso, então vai se preparando. Exatamente, de momento que já estava gravando esse episódio, aqui no dia 10 de setembro, são 465 apoiadores, faltam 35. Lembrando que foi uma loucura que me viu na cabeça, porque eu falei que se nós passá-semos de 300 apoiadores, eu teria todos os meses um sorteio de 30 quadrinhos, já fizemos 3. Quando esse episódio tiver igual, vão ter ido 4. Eu falei se batermos na meta de 500 apoiadores, pelo menos 1, eu disse, pelo menos 1, de 50 quadrinhos, vai ser sem sensual. Se você dá um lembrão também para a pessoa que faz suas compras da Amazon, se tiver um computador no seu lápiz, se entra rapidinho, tem o endereço fácil de decorar, a universa gaguei ponto com barra, descontos, acessa lá que já cai direto na seção de quadrinhos da Amazon, com todas as promoções ofertas, que você pode comprar e completar sua coleção. É isso aí. Hoje tem nome para o de apoiador para citar essa minha. Temos, sim, cidadão, como fazemos todos os episódios, afinal de conta, isso aqui é uma deje compensas da nossa campanha do catásio, né mesmo? Então hoje vamos citar, nominalmente, mais 10 apoiadores para ficar em aqui com o nome eternizado no confismo do universo. Nossa, muito obrigado para danilo, campos da Silva, Leonardo Ramos, Rocha, Reinaldo, Alves da Costa, Leonel Antônio Freitas, Salis Neto, Ulysses Fonseca, Alex Silva de Barros, Lucas Henrique Barbosa, Mendoamça, Jimenezes, Juberto, Nascimento Junior, Rafael Monteira Machado e Fernando Ataíde. Obrigada a todos eles e a todo mundo que está colaborando com a gente nessa campanha. Eu preciso do meu comerador, eu admiro! Então, dados os recasiencias e minhas salinas, Leonardo, deixa eu fazer a apresentação mais detalhada no nosso corredado. Começando pelo Rodrigo Escamã, que esteja conosco, no espetacular episódio de quadrinhos com objeto de estudo, né? E aí, eu conversando com ele e falei, "Pô, Escamã, será que tem alguém?" Você conhece alguém que tem um trabalho, algum trabalho acadêmico sobre pínia, e tal, e fosse incidão, só alucinado por eu falei "A cheima". Quenta aí, Escamã, quer o Rodrigo Escamã o que que você faz? Por que que você é tão apaixonado pela série? Primeiro, muito obrigado por participar de novo do Confismo Universidade, você é sempre divertido, né? Ficar gravando e tal. Eu tenho só, eu vou falar uma corzinha, uma pequena indiscrição antes de começar, porque da última vez, depois que a gente se ligou, falei, "Bate um papo com naranja". E dele falou assim, "É, eu tenho toda a coleção da turma da mônica, eu tenho todos os exemplares e tal". "Ah, que legal, eu continuei o papo". E daí eu fui dormir em outro dia de manhã, eu cordei pensando, "Ele mora num latifúndio". [Risos] "Ninguém tem tanto de bia, assim, numa casa". -Não, calma, calma, é da. -Ele é da. -Ele é de torre abril, só. -Só. Só, deflicaram o cara, deve morar numa. Eu cheguei a perguntar, cara, "Cara, você mora num latifúndio", né? Porque não pode. e doutorado, em educação e novas tecnologias. E eu só taking itianado por quadrinhos. Mas especificamente, quando junta quadrinhos e história, ai é difícil de segurar ondas. Por exemplo, eu li todo o Liro O Nemo, tudo do Flash Gordon, O Rudolf Topfer inteiro, o li o Aventuras de Iniokin, todas essas coisas de história e o leio. Cara, eu não posso deixar de ler o Snoopy. Não posso deixar de ler o Charlie Brown PINATES. E daí eu comprei toda aquela coleção da Fanta Graphics, fiquei colecionando entre 2004 e 2016 sem ler. Quei 12 anos só comprando sem ler. E daí o ano passado, 2018 para 2019, eu passei um ano lendo inteira. E eu li todas as tirinhas. Eu posso dizer que eu li todas todas todas todas as tirinhas. Muito legal. E o meu amigo Renato Félic, senhor da lista dos bons adiões, com o meu abrazo de diversar. Aqui há muitos anos. É uma das pessoas que mais me pediam, é pisado sobre PINATES, não é? Isso é Renato? A 8º do mundo, é um prazerzão tá aqui. Pois é, se não, o Charlie Brown é tão importante para estudar dos quadrinhos. E esse ano marca, enfim, tratas importantes, né? São 20 anos a morte do chute, 70 anos da tira, né? Também 20 anos no final da tira. Não, eu acho que tem muito que se discutir, muito que se debatei sobre a tira do chute. Eu acho que merecia demais uma episódio. Eu tô muito feliz. Eu tá participando dele. Legal demais. Bom, Nara, eu judo sempre começar a aprofundar no tema, né? Conta isso, Nara, faz aquela breve apresentação sobre Charlie Chouves e PINATES. Vamos lá, senão. Acho que é legal até pra começar, contextualizar que ele simplesmente, no álgebra da publicação da tira, que foi lançada em em 1950, mas no álgebra dela, ela chegou a ser publicada em 72 países, em 21 idiomas, em mais de dois mil e seis anos de vernais lida por mais de 300 milhões de pessoas. Cara, por dia é, é, por dia. É um fenômeno absurdo, né, do formato tiras nas histórias em quadrinhos. O Chusevilh nasceu em 1922, na cidade de Minneapolis, semina sóta, só que ele cresceu em St. Paul também emina sóta. Ele foi criado em família católica, né? O pai era alemão, a mãe Norogueza, vai trabalhar com um barbeiro, a mãe do André de Casa, e a mãe tinha um gênio muito, muito forte. É uma personalidade fortíssima que influenciou muito o caráter do jovem Chuse. Logo depois de nascer, o tio dele é a pelidore de Spark. Esse apelido, seguiu ele pela vida inteira, é uma referência. Há um personagem numa tirinha chamada Barney Google, que era um cavalinho, o nome do cavalinho era Spark Plug. Foi um sucesso enorme essa tirinha, na época, né? Ele foi uma criança franzina, muito introspectivo, durante a adolescência, é um dos grandes prazeres dele. Era de aos domingos, junto com o pai, ele era as tirinhas domenicais. E meio que foi ali que ele decidiu, né, aquela paixão pela na arte que ele decidiu, vou trabalhar com isso. Posteriormente, ele fez um curso de correspondência, do uma escola chamada Artenstruction Incorporated, e depois ele ficou abonindo trabalhar lá nessa escola. Um pouco antes disso, ele foi convocado para a Segunda Guerra Mundial. Ele atou como suagento, foi sempre um cara extremamente inseguro, inclusive em relação aos amores da vida dele, né? O primeiro grande amor, quando ele pediu ali em casamento, ele rejeitou, acabou escolhendo outro cara. E porque é o meio que ir disso? Porque ele transforma ela, isso é meio que uma constante na vida dele, né? Ela vira uma personagem das tirinhas, que é uma rua ivinha, que sempre dispensa o chá Librao. O chá Librao é um de ele meio que joga, toda a personalidade dele. Embói eles sempre têm a negar do isso. Mas voltando, ele queria primeiro uma tirinha chamada Lirao Fox, seria algo com pequenos companheiros, né? E já tinha ali o Rascunho dos Futuros Personagens, ele publicou ela na NewsPaper Enterprise Association, por poucos anos. De lá ele vai pro United Features Syndicates, e lá sim, o Pinotes extraem dois de outubro em 1950, foram os editores que sugeriram o título Pinotes, ele detestou, reclamou muito e muito posteriormente, só que pegou. Então, acabou dando certo. Ao contrário de outras tirinhas que nasceram perto da dele, Pinotes não fez sucesso mediatos. Devoi dois, três, quatro anos, para engrenar enquanto outras como recruitas zero, né? Dênis o Pimentinha, que era Dênis de Menas, fizeram sucesso mediatos, a dele não. Por quê? Que era uma tirinha mais inteligente. E chegou a acontecer alguns editores falarem para ele fazer algo mais sutil, e ele foi meio do tipo "não", se for fazer isso acaba a tira. Ele tinha um gênio muito forte, embora ele fosse uma pessoa bem solitária, vamos dizer assim, né? Aí, Pinotes viram sucesso uma luko, né? Ele ganha milhões como a Chandás, e viram desanimado que ganham um M. Essa parte emocional decola, né? Logo depois que lança Pinotes em 1951, ele se casou com Joyce, real version. Tem quatro filhos. Você divorciou o dela em 1972. A Joyce, ela tinha uma personalidade muito forte, né? Tanto quanto a mãe dele. E. Ele espira quem? A Luce, né? Para aquelas explosões da Luce, teve muito a ver com essa experiência dele com a esposa. Ele se divorciou em 1972. E ele casa com Dean Clyde em 1973. Ficando 27 anos com ela até falecer no ano 2000 com 77 anos de idade. No primeiro casamento foram quatro filhos. Bom, Charles ganhou todos os prêmios possíveis da área dele. Todos. Netionale o cartonista, Society at the award, Ruben Award, estrela no Hollywood e Walker Fame. E muitos outros, ele achava que ele encontraria felicidade, né? Porque ele sempre foi da vida dele uma pessoa marga, infeliz, e ele achava que felicidade estaria no sucesso. Então ele chegou lá? Não era isso. Então assim, vamos a pessoa que não era fácil. Mas, né? Que tá aí marcou a vida de tantas e tantas pessoas e segue marcando até hoje. Muito legal. Samir, então aproveitamos antes de começar a descer caro o personagem e sua trajetória editorial do Brasil nos Estados Unidos em todos os lugares. Como é que vai ser essa coleção da preta de Augustine? Se não, eu já vou te passar aos dados da coleção. Só queria que mencionar duas coisas aí do que o naranjo falou. A primeira, que é sobre o pai C.L. E. E, como o naranjo também falou, o chú serviu a segunda guerra mundial. Foi uma guerra contra os alemãs, né? E o pai do Charles Chuse, ele se preocupava muito com isso. Não queria dar bandeira. Porque ele era alemão, o tipo de coisa. Eitreinava muito para não ter sotáquim nenhum. Tinha essa curiosidade que é bem interessante daquela época, pelo momento político, mundial, né? E a outra coisa que ele foi caluz foi a inspiração das mulheres e tudo mais. O Charles Chuse colocava muita coisa da vida pessoal dele nas tiras, né? Especências dele. E inclusive, falou uma vez o seguinte, se quer me conhecer, leia Pínates. É porque ele te portava muita coisa dele lá. Não, literalmente, mas usando como pretais para estilas. Ouça-me também tem uma detalhe aí que a história, a mãe dele, que foi tão da mentor na vida dele, ela morre, né? De câncer. Bem, no momento que ele entra pro exército, né? Em 43. Isso marca a vida dele assim, para sempre, né? Ele nunca se recupera dessa perda. E teve esses dos coisas aí que entraram em confronto, né? Praticamente, ele perde a mãe e, repente, está longe de casa, né? No exército, dois anos depois, na guerra. Mas foi assim, ele enterrou a mãe no dia seguinte, pegou o ano e você foi se apresentar. Foi assim, o negócio. É bem sinistro mesmo. É. Bom, senão, essa coleção que a plena de Agustinita lançando se chama Snoop Charles Brown e Friends, a tira em inglês tinha uma Pínates, né? Que é o apelido do Charles Brown ou a Mendoim. Mas no Brasil é conhecido por Snoop, mesmo, né? Não conhece por Snoop, que é o canozinho do Charles Brown. Essa coleção vai publicar as tiras dominicas do Pínates, ou Snoop, como preferir, que saíram entre 1950 e 2000, cinco décadas de publicações de tiras dominicas, e mais algumas edições especiais temáticas que são dedicadas ao alterégo do Snoop, como o ajuador, o agente secreto, o lançador mascarado, o Joy-Coo. E aí, serão 60 volumes, essa é uma coleção de capadura, como a gente tem visto muitas aí, sendo distribuídas nas bancas nos últimos anos, né? Essa edição específica vai ter alombada, é de ter sido, igual do príncipe valente, quem faz a coleção do príncipe valente, ou já viu, sabe como é que é, capadura, como eu falei, 64 páginas, e cada livro vai trazer também matérias especiais falando da tira e do autor Charles Schuss, como foi a realidade, e as coisas que marcaram a tira, então tem o material extra aí para cada volume. Aí, de som conta com tradução, o primeiro de Alexandre Bode, depois do Aeropacis, que também são responsáveis por esses textos extras em cada volume, lembrando pra ser uma periodosidade quinze anál durante os dez primeiros volumes, e depois vira semanão até o final. Ah, se não, só pra não esquecer, eu falei que não é o dos volumes, mas a planeta não vai publicar em ordem cronológica, essa coleção. Agora, vai começar com as tiras do ano de 1967, que é ele um período de tiras mais conhecidas com a tira traduzindo seu auge, então começa da lida, e depois começa a publicar os outros volumes, meio que fora de ordem, mas depois você coloca na ordem lá, né, só pra tileira, né. É importante clarecer pra quem tá ouvindo a gente, que esse material não traz todo o material que a coleção da LPM vinha atrasendo. São só as tiras dominicas e esses especiais que o Sami falou. As edições vão ser num formato. Ele é levemente horizontal, 26,9 por 21,5 centímetros, né, e o material é todo empreito e branco, né. Então sempre vai ter como o Sami falou alguns textos, e aí, 52 páginas de tira mais ou menos em média por edição. E se da oqueita é indúdia sobre tiras dominicas, é porque lá nos Estados Unidos tinha aquele negócio de que as tiras que saiam do Mingo, acham mais quadros, eram maiores do que as tiras diárias, que normalmente eram só, né, aqueles três, quatro quadros ali, num filetinho de tira. É só um histórias um pouquinho maiores, às vezes que três, quatro minhas de tira. - Os Sami eles já tem o preço de cada volume? - Já sim, mas antes é importante se alinhar alguma coisa, assim, não. A princípio da coleção está disponível só por assinatura nos sites da planeta de Agustinho. A gente vai colocar o link no post desse episódio de lá no universo HK também. E a distribuição em banca vai acontecer só, não é um que vem, né, em 2021. Os assinantes têm dispondo especiais das primeiras edições, e o primeiro volume vai custar 14 e 99. O segundo envio contará com dois volumes com 49,99, e a partir daí cada volume vai custar 49,99. No total, serão 61 volumes em 18 entregas. - E falem esclarecimento, né, comentando essas coleções, da princípio da Agustinho, tem sempre uma fase de testes. Essa coleção de Znup teve uma fase de testes em setembro de 2019. E como isso funciona, né? Apenas algumas praças recebem o material. Se a venda for boa, continua a coleção. Se a venda não for boa, de acordo com os parámetros que eles têm de avaliação, aí a coleção não é publicada até o final. Então, serão 61 volumes, é isso, Samir? É isso, Cidão, e também lembrando que o que é fazer a assinatura lá pelo sático, a teu link no post, desse episódio, tem brindes ganhos, brindes estroestas, também, que são enviados para os assinantes. - Negá, demais. - Charly Brown, o Whatsarly Brown! - Ela deve achar que eu sou o garoto mais estúpido do mundo. - Meu amigo, eu vou de risco, eu me conto aí. Você que virou uma louca por pena, desce, né? Quando você me contou a sua rotina da leitura depois, você é adquirido todas as edições. Quando você descobre o PINATESCOF, é como todos nós, em Jornais, e o que é já jogar para você. O PINATES são um quadrinho que, como isso na arranja, por ser mais elaborado. Você acha que o Chus fazia o quadrinho, não pensando apenas em criança? Como que eu descobri, né, o PINATES? É porque eu tinha uma irmã, né? Alharia ainda tem, né? Veja só, ainda tem a minha irmã, eu tenho duas irmãs, mas uma delas só tem dois anos diferentes comigo, dois anos mais nova, e ela ganhou boneco do Snoop. E daí eu descobri o que era aquilo ali, né? O que é aquele Snoop? O atualmente, aos 40 e 50, eu tenho boneco do Snoop e do Charlie Brown também de pelúcia. Mas foi por aí. Isso é uma coisa que é difícil para entender para quem nunca lê as tirinhas, que o Snoop, que você tem na tirinha, não é o Snoop do desenho animado. É outra coisa. Derre cheito. Tanto que assim, em nenhum momento, nem um nunca, o Snoop fala o nome Charlie Brown. Ele fala aquele garoto de cabeça redonda. Ele não entende que o Charlie Brown dono dele. Ele manda do Charlie Brown. Eles não são amigos, né? É uma diferença bem grande, assim. Da forma como o cinema, né? A animação, aqueles especiais de Natais fizeram e a forma como a tirinha é feita. A tirinha é muito diferente, muito mais adulta. Tanto que assim, pro. Verta, Frederick Verta, que fez lá, né? Toda aquela caça das bruxas, nas quadrinhos, ele nunca passou perto do Pinnettes. O esquema dele era quadrinhos vendido em banca, né? Na época, tal. Mas nunca quadrinhos de jornal. Porque segundo ele, o jornal era comprado pelo adulto. E o adulto, se quisésse dar para criança, o problema é o adulto. Mas a criança comprar um problema e nenhuma criança compraria o jornal, né? Só para ler as tirinhas, nem valia pena, né? Então, o Pinnettes, no jornal, é muito bem elaborado. Porque ele revela uma coisa que daí tem a própria personalidade de Charlie Chouz. Não sei se eles já leiram aquele livro do David Micaelis, aquele Chouz e Pinnettes, que é a biografia do Charlie Chouz, e tal. Não, sim. É um livro que, apesar de aqui do Brasil, tem uma tradução bem ruizinha, tem vários problemas de tradução, mas tudo bem, a personalidade de Charlie Chouz é muito fascinante, né? Porque na falta de uma palavra melhor, ele é um babaca, ele é um babaca completo, porque ele teve tudo desde criança, tipo, o pai dele acordava mais cedo para jogar a água no quintal, para água congelar para ele poder patinar quando ele era criança. E ele ainda assim reclamava que ninguém gostava dele. A mãe dele tratou, ele sempre com carinho, com amor, e ainda assim, ele reclamava que ninguém gostava dele. Então, é legal, como o mundo interno da pessoa, que ele acredita que ninguém gosta dele, é muito diferente do mundo externo, que ele é um cara que tem tudo, conseguiu tudo, né? Amor, mulheres, dinheiro, família, ele conseguiu tudo, com o trabalho dele, com os forços dele, conseguiu tudo, mas ainda assim, ele se enchei em feliz. E isso está na tiro tempo inteiro, porque não tem porque o Charlie Brown ficar em feliz. Mas, ele é? É, você sabe que você. você toma coisa. Esquema que. quando eu fiz uma brincadeira no Twitter, que eu falei que eu pediria uma música do menino de Paula na abertura, que entendedores entenderiam. E aí, pessoal sacou, né? Aliás, essa música, o meu amigo Charlie Brown, foi uma sua parecida com a. que eu escamba a falou. É maravilhosa, uma casa de amigos, quando ele descobriu as tiras e gostou, e resolveu fazer uma música que. não é sobre a tira, mas que ele queria apresentar o Brasil ao Charlie Brown, né? E olha o chifre, mandou uma pergunta para mim, no Instagram. Da opinião de vocês, o Charlie shows. Ele tinha timidez ou soberba? Pergunto, porque em alguns momentos, ele diz que preferia ficar quieto, pois as pessoas a sua volta não entenderiam, ou que ficava incomodada na escola quando os professores dão percebiu a sua inteligência e capacidade artística. Não poucas vezes, né? Charlie shows, será muito arrogante. Na minha leitura, ele é muito babaca. Mas ao mesmo tempo, é um babaca que sofre pela própria babaquice dele, porque ele quer ser amado, mas trata todo mundo na bordoada, né? Então, é um personagem muito umbígua, assim, é um gênio, né? É um gênio, então, o gênio, ele pensa do jeito diferente, de mim, que são um mero mortal. Eu acho que é por isso. E o tempo todo, ele é muito competitivo, mas o competitivo é a vida inteira, né? Ele comparava os clarinhos dele, com os outros, e por isso que ele falava, me execusa fazer uma coisa que não seja sutil, dando a entender que não seja inteligente, né? Ele acompanhava o mercado, ele viu que fazia sucesso, ele não comece a ficar inconformado, de tirinhas de um humor mais direto, fazia sucesso, antes dele ou mais que ele, e isso dura a vida inteirada dele, tanto que ele achou que ele ia ganhar o prêmio da associação de artistas, ele foi chamado, ele já estava fazendo sucesso, e chamaram outro para subir no palco. Ele levantou e foi embora. Simplesmente, e quem fazia o que é isso não te chamar? Ele quer um cara que, esse cara eu queria ter conhecido, o mortal qualquer, o cara do recreador de Krutazero, esse cara de vés ser muito legal, ele insistinha atrás do Chuse, ele era aquele cara que queria, amizade com todo mundo, pelo menos é o que eu acredito, pelo que eu li. E o Chuse levantou e foi embora, simplesmente, em brostas, tchau, não fico para ver, no ano seguinte, ele ganharia o prêmio. É, ele brigou com, de endaves, né? Só para redondar duas informações do escama, é a biografia do Charles Chuse, se chama no Brasil Chuse Pinox, a biografia do creador dos nupes, pela editora de somão, um livro de quase 600 páginas, é bem amplo, e quando o escama falou do Frederic Wartam, ele foi ao torno do livro "Cedução do Innocente", que é apresentava a teste dele de que quadrinhos eram prejudiciais para as crianças, provocava a delicência de ovenil, e tal. E isso causou um grande movimento no nos Estados Unidos, de até de censura nos quadrinhos que a gente falou no episódio número 2 do Comprinte, esses é setecatorze, a gente falou no episódio 2, censura nos quadrinhos, a gente explica melhor isso lá. Complementando também o Cruis que eu estava falando, tem uma história com os pais dele, que é o Chuse, é muito complexo, né? Ele tinha certeza do que ele queria desde criança, ele queria desenhar tias, e o que o livro do David Michaelis e a inclusive diz, é que os pais sempre o apoiaram nisso, mesmo não entendendo muito bem esse universo, porque eles eram de outra realidade, pra dele era um barbeiro, e a vida dele era trabalhar, pra jantar a família, e a mãe dele, a família da mãe era de, enfim, da rosa, né? No meio-eixa americana ali, minissota, né? Então eles não entendiam muito bem esse universo aí, não sabiam nem como ajudá-lo direito, mas apoiar, inclusive, é comprar aquele curso de correspondência, aquele fez caro, né? Mas eles compraram pra ele, pra ele poder melhorar cada vez mais um desenho, porque ele sabia que era isso que ele queria fazer. Tanto que aquele esse curso que o Renato comentou, o pai dele chegou a se individar na praça pra poder bancar o curso dele, né? Os pais dele davam tudo pra ele, era filho e único também, e os pais dele faziam tudo o que ele queria, tudo. Você acha que eu feriu os sentimentos dominando, hein? Puxa! Porque eu não consigo achir direito, fora de um jogo de bêcebo. O Renato já aproveita a jogar esse pra você, porque eu fui conhecer também no Jornais, né? E daqui a pouco a gente vai falar da publicação dele no Brasil, né? Tem algumas curiosidades em relação aos nomes, os personagens, especialmente. Mas eu descobri no Jornais, eu confesso que quando era uma moleque, cara, tinha uma coisa que me irritava profundamente, não sei se eu já gostava de errar, e tal, era porra, mas cara, esse moleque é isso, se dá mal, velho. Tudo da verra da vida dele, né? Ele era tapiado pela minha codoria de tabórd, de hip-hop americano, ele conseguia falar com a menina ruiva, ele era sacanhado pelo cachorro, mas depois que você quer, se vai entender que. Não luser, né? É isso, você vai entender que ele era um alterego de como Charlie Chul se via, não é isso, Renato? Pois é, cidadão, eu comecei a ler Charlie Brown no Jornais também, né? No Jornal do Brasil, eu moro em Jornais, mas eu nasci no Rio de Janeiro, né? Sou cario, e ali no começo dos anos 80, final de 1970, comecei a ler ali no Jornal do Brasil, e também conheci por causa do desenho animado, né? Que começou a passar teve uma temporada no Brasil, no SBT ali nos anos 80, né? Comecei em dos anos 80 ali, tem 2, eu acho. Eu descobri esse mundo, né, do PINUT, nos dois caminhos aí, né? E aí tem esse lado, né? Embora o Escamof tenha falado das diferenças aí por o desenho, mas no desenho também tem esse lado, dele dá mal constantemente, né? Hara só às vezes em que ele termina bem, né? Mesmo quando ele termina bem, termina mal de alguma maneira. Então, eu acho que uma das coisas que o Chutes, inclusive ele disse isso, né, é que a felicidade não é engraçada, né? E ele leva isso a as últimas consequências com Charlie Brown, né? Ele consegue construir uma coisa que é muito difícil, não personagens, que é um grande perrededor, uma coisa corrente nele, né? A coisa quase duente, né? De ele que perder sempre, e mesmo quando ele tá feliz, ele desenho do Natal, o clássico, né? É o Natal Charlie Brown, ele diz, né? "Pô, deve tá feliz e tô aqui deprimido, não sei o que tá acontecendo, né?" O Charlie justo tratava desses temas adultos, como depressão, né? Como solidão, com fracasso, né? O medo do fracasso, um carrinho pra crianças, né? Assim, pra crianças não, mas com crianças, né? E meio a revelia dele acabou se tornando um sucesso infantil, né? Que fosse a intenção dele, mas isso acabou, que a aconteceu, né? Mas não, que tenha sido a revelia também, né? Porque ele aprovava tudo, né? Então, quando foi fazer o. Sim. No Natal do Charlie Brown, ele bancou, olha, provou. Ele sabia que estava mudando o personagem, mas ele sabia também que ele ganha uma fortuna. É, foi, o primeiro desenho, de 1965, né? É a Charlie Brown Christmas, né? No Brasil foi o Natal de Charlie Brown. Foi produzido por Amanda, eu sou dirigido por Bill Melendez, um grande noire da animação na americana. Estão falando aí do desenho e das tiras? É o meu primeiro contato com o Snoop, foi com o desenho. Eu lembro tanto do especial de Natal, quanto de Halloween, tem, em episódio de Halloween, né? Então, é o que eu mais lembro de quando era menor, mas se depois foi tiras. Eu só li as tiras do jornal mesmo. Principalmente no jujudo mingos, porque eu já contei essa história aqui no confis, e eu quero comprar uma todo domingo jornal. Então, eu li as tiras, pegava o jornal e ia direto para a parte de tiras e li, ali, entre elas, o Snoop era o meu contato com a obra. Quando eu conhecesse, samir, quando eu decente, eu lembro claramente com a chava tirabobinha. E hoje é claramente, eu vejo que o bobinha era eu, né? Mas sabe uma coisa, Natal, o Snoop já teve muitas publicações no Brasil, né? E algumas delas temáticas. Essas publicações que eles vão ver, tanto já a preto iragostrínico, que muito já vem presenciando alguns anos da LPM, que são por ano. Você consegue ver evolução dos personagens, só agora, por exemplo, quando tem temático de dias desamorados, né, do Valentine Day, né? A gente vê as tiras e diferentes anos compiladas. Aí parece o negócio meu repetitivo, só que não era assim. Concorda, escama? Ah, é. E não funciona. Eu acho que esses compilados desse jeito, temáticos não funcionam, porque a dinâmica da tira, ela é diferente, né? O esquema do Charlie Brown, não chutar bola que a Lucie tira, é sempre em outubro. É sempre no começo de outubro. Allie. Todo ano tem o aniversário do Beethoven, que o Schroeder faz. Todo ano tem o esquema do dia desamorados, todo ano tem o baseball. Aí fica muito legal, porque daí em um ano você vê uma tira. Aí quando compila tudo, eu particularmente não gosto, né? Mas sei lá também, há detergente que gosta, né? Quem que sou eu, pra dizer, o que as pessoas têm que gostar ou não, né? É porque tem essa coitada, a litura das tiras, originalmente, né? Ela é feita pra você ler uma por dia também, né? Então você tem esse espaço entre essas temáticas e eu acho que o Chus fazia muito, é meu como lugar em paz, sabe? Você vai num filão ali e não dá, não tem ouro, aí vai no outro, ali acham um pouquinho, mas depois abandona a log, aí repetiu sem contra o filão. Aí você explora, né? Então quando ele conseguiu uma temática que ele sabia que, boaquí dá pra explorar, ele ficava voltando a essa temática, tanto que ele faz esse calendário como o esquema falou, né? Que tem o tempo, tem porrada de baseball, o fim da temporada de baseball, as folhas caindo no autôno, a volta às aulas, tudo isso, voltava constantemente nas xmas, com espaço de um ano, tem uma coisa ou outra. E o mais impressionante pra mim, era tu, é justamente isso. Ele retratava, fialmente, a realidade americana, que era a época que caem as folhas, quando a temporada de baseball vai começar, e ainda assim ele conseguiu fazer uma ter a universal, porque, porque era a essência da criança, né? No Brasil, nos te jogas de bom americano, nos te jogava baseball naquela época, nos te jogas, né? Mas na época, não há de jeito nenhum, e ainda assim ele conseguia conversar com crianças pros na itália, na espanha, a Argentina, em países que não tinham tradições como os norte-americanos têm. Mas a tradição de alguém de sacanhar é universal, né? Bingo, exatamente. E o medo do fracasso também, né? É universal. Nisso? Então ele vai pegando essas questões, assim, universais, e vai extrapolando elas e colocando numa. É que o Humberto Eck, ele fala que o Biden disse "Um microcosmos". Então, você enxerga todo o mundo, literalmente todo o mundo, dentro de uma pequena fração, deste mundo, é o microcosmos que se você ampliar, ele funciona para todo mundo. Entendi. Escam, aproveitando. Explica por nosso ouvinte, qual foi a piada que você fez logo na abertura, em relação ao piano, porque é uma coisa muito legal, né? Cara, é muito divertido isso. Quando o PINET foi pela primeira vez publicado aqui no Brasil, pelo menos em revista, não sei se tinha sido publicado em Jornal antes, acredita até que sim, mas não tem conhecimento, foi na revista Pingo de Gente em 1963. E quem traduziu isso? Foi o Minerinho, chamado Ziraldo, não sei se já eu viro falar. É. Novo, ele está começando a carreira aí. É novo, novo. Um rapaz está começando aí de eu molhar um trabalho dele. E o Ziraldo, quando ele foi traduzir, ele traduziu os nomes mesmo. Então a Luce ficou luce com i. O Linos ficou lino. E tudo bem. O Snoop virou canzinho chereta. O Charlie Brown virou João Barbosa. João Barbosa veio aqui. E o Schruder virou "Esemfelder". Porque naquele momento no Brasil, a principal marca de piano brasileira era uma marca chamada "Esemfelder". Porque por um acaso, era aqui de Curitiba. Atualmente, eu moro muito perto de onde ficava essa fábrica, que já faliu e tal. E era legal, porque na rua era a Avenida Manuel Ribas, pra quem é de Curitiba, né? Ou pra quem quiser conhecer aqui. Ficava na rua Manuel Ribas. E a faixa de pedestres, pra atravessar, era uma partitura. Então se eu era criança, primeira vez que eu vi, falei "nossa, é uma partitura", e tal. Porque ligava a fábrica até o show "Rum", da empresa. Que era da Esemfelder. Daí ficou o nome do personagem. Que legal. E a pingo de gente, se eu não toem, ela teve 10, segundo o Guia dos Quadrinhos, teve 10 números, em 1963. Olha a vela curiosidade. Eu preciso do meu comertor. Eu admiito. Morre, Renato. Então aproveitar o gancho que o esquema levantou aqui pra gente. Você quer falar da trajetória editorial aqui no Brasil? Bora lá. Essa adição de pingo de gente que o esquema falou, é a segunda, né, assim, em revista no Brasil, começou a captão Z na Ebal, que era um mix, né? E já nessa revista, é que a Tira foi traduzida no Brasil com Mindo In. O que é interessante, eu queria falar um pouco sobre essa tradução, é que, como Nara falou, quando estava falando dos chutes, na biografia dos chutes, ele odiava o título "Pinutes". Ele odiava. Mas porque ele odiava? "Pinutes" significa "Mendo In", claro, mas ele tem uma. Ele significa também "Mixaria", né? Se você já ouvir aquelas expressões de vez em que o que aparece em desenanimado, ele trabalha por amendo In's. Quando fala do Elefante, né? Em Roger Rabbit, ele fala do "Dumbu In's". Ele trabalha por amendo In's. É porque ele trabalha por uma mexeria, né? Então ele achava que isso tirava dignidade da Tira, né? Não pode chamar de "Pinutes". E além do mar, ele tem nenhum personagem chamado "Pinutes". O pessoal vai perguntar quem é "Pinutes". É o cachorro, é o menino, quem é? Ninguém é chamado de "Pinutes" na Tira. É verdade. Não tem ninguém chamado "Pinutes". E a própria tradução de Mindo In pro Charlie Brown é horrível, né? Sim. É, ele tem demais, também não tem ninguém chamado "Mindo In" na Tira, naquele momento, né? Que é o começo dos anos 60 ali. A gente associa Mindo In ao Charlie Brown, especificamente, embora no Brasil, muitas vezes a série tem sido apresentada como a turma do Mindo In, de alguma maneira. Mas quem vai chamar. ele de Mindo In é a pétipa e mentinha, né? No desenho animado. É uma coisa que eu fico curiosa, né? De onde veio essa. Asociação Mindo In, Charlie Brown pra pétipa e mentinha. Porque ela é criada em 76. É porque na natureia, todo mundo chamava Charlie Brown pelo nome sobre nome. Charlie Brown. Ninguém chama ele de Charlie. Charlie, qual é que é que é o que é o que é o que é o Charlie Brown? Tirando uma personagem que é a pétipa e mentinha. Ela chama ele de Chuck no original. Quer dizer lá, um diminutivo de Charlie Brown. Pois é, a pétipa e mentinha chamam Charlie Brown de Chuck. E no Brasil, algumas vezes, ela também chamam de Chuck nos quadrinhos. Mas quem foi no Brasil que fez ela chamá-lo de Mindo In porque no Capitão Z, ela não tinha sido criada ainda. Então, ninguém chamava ele de Mindo In. É engraçado isso, né? Era só a tradução do nome da tira. Mas, enfim, teve Capitão Z, na ebal, teve a quingo de gente, na editoro cruzeiro. E aí, o jornal da tarde começa a publicar, tira em 66. O de Atari de São Paulo, né? Foi no segundo dia de publicação do jornal e eu não tenho, enfim, eu poesquisei, mas não encontrei referências de como outra publicação anterior a essa. Pelo menos não isso é um Paulo no Rio, né? O jornal da tarde publicou, começou a publicar em 66, publicou durante anos, né? teve uma edição chamada suplemento de quadrinhos em 67 em São Paulo também, que era um carte do jornal jovem. teve só quatro números. Publicava vários, várias tiras dominicais, né? Fantasma, penduca, flestegordo. Publicou também de Charlie Brown, é o Pinnitz, né? No Rio, o correio da manhã, antigo jornal Carioca, começou a publicar em 68. Era uma publicação muito interessante porque adaptava tudo, né? Adaptava o dinheiro, geografia, a sêle dizia, uma hora. Vamos ver aniar fora do Rio. Ah, e publicou até 69, publicava com Mindo In, igual o jornal da tarde. O nome da tira era Mindo In. No Rio, a publicação do Corre da Manhã foi até 69, então hoje ornal, que era outro jornal Carioca, publicou de 70, 72, e essa gente, a tradução, é nível pingo de gente, sabe? O começo é Carlinhos. O Linos é Lilico, a grande abóbora chamada de abóbora de quatro pernas. O age da primeira guerra mundial era o treinendão da primeira grande guerra. Ah, não, tem social não. E a garotinha Ruivera, a fulla linha de cabelos castães. Curso. Que atividade. Tem setembro, Carlinhos já tinha voltado a virar Charlie Brown, tá? Essa publicação foi até 72, quando passou para o jornal do Brasil. E aí ficou até 98. No jornal do Brasil, já passou a ser pínuto desde o começo, só que no comecinho, o snoope era chamado de "chereta ainda", até isso foi em junho. Em novembro, ele passou a ser snoope, aí ficou snoope. E ficou até 98 no J.B., esse 72 também, que foi só a coleção da arte nova, né? Que era uma coleção de Pocket Books, e teve 48 números. A arte nova também publicou um Gb, chamada de snoope de Charlie Brown, teve 31 números, entre 71 e 75. Aí teve publicação na revista patota, em 73, na revista grilo, em 71, teve uma edição de Gb, de Semanal, publicava páginas dominicas em 74. Mas o prender que a folha publicou pínuto também. A folha publicou no Suprometo Quadrinhos, de 74 a 77. Só as páginas dominicas, não saia no caderno ilustrado, as páginas diárias, né? A recorde, publicou três álbos entre 76 e 82. Depois nos anos 80, a Cedíbrica, publicou três livrinhos, aqueles retangulares, que horizontais, que saia Garfield, a Cedíbrica publicou snoope, nesse formato também. A réputo de botou publicava, livros de bolso, seis volumes, entre 89 e 90. O Estadão, um estado de São Paulo, começou a publicar em 2004, a Tira, também como Mindo In, publica até hoje, como Mindo In, a corra de publicou seis livros de bolso em 2004, a Cosache Naif, e publicou três álbos de capadura, em 2010, coloridos. Aí, veio a FLPM, com 15 livros de bolso, ali entre 2005, 2006, até, depois teve 2010, 2016, mais alguns livros, antes dessa publicação de pínuto completo, né? Anemo, fez uma coisa interessante, publicou quatro edições, de uma edição, com novas histórias, de Snoop Charles Brown, o Charles Chutz deixou, acho que, em contrata, até que ele não queria que a Tira continue, as depois que ele morresse, né? Santra que realmente a Tira não continuou, né? Ela, ela está sendo reprisada, repubblicada, né? Mas aí, ele, acho que não falou nada sobre Ghibis, né? Então, o pessoal deu um jeito, né? [Risos] Anemo, publicou duas edições especiaises, noop, a felicidade de um cobertor quentinho, que é uma adaptação do último especial animado que teve, em 2013. E que tem reden a sua universal gait, é, tem redenha minha gait, tem também um sobre uma viagem deles atóquil, que é uma história inédita, e aí teve quatro edições de um Ghibi, né? Os noopes, volume 1, 2, 3, 4, que misturava páginas do mil ecais do Chuz com novas histórias, escrita por novas autores. Dessa vez aí, driblando um pouco o que o Chuz tinha determinado, né? Vamos dizer assim. E essas saíram por quem, Renato? Saíram pela Nemo no Brasil. Entre 2014 e 2015. Porra, aí tivemos o pino descompleto, né? A partir de 2010, está no décimo volume, e agora as edições da planeta de Agostini e esses noopes, Charlie Brown, e Friends, né? Isso aí, bela, bela, levantamento, parabéns. Eu muito couverizados, né? Mas porque o foco é o jornal, né? Sempre foi, né? Sim, eu acho que. Eu não sei ter via essa pulverização ao longo das décadas, né? Na publicação por aqui. É exatamente. Aliás, uma curiosidade sobre o poder da tira de jornal, especificamente nos Estados Unidos, depois que ele começa a fazer sucesso e começa a implacar a tira dele. Todos os Estados, a redação começa a ser inundada de cartas para ele, comentando a tira, etc. Os americanos adquirem o hábito de mandar tirinhas, um para o outro. Eles recortavam e mandavam pelo correio para parente, para amigo, né? Olha o WhatsApp, né? É o Jornal, né? É, é, é, é. Chegou um ponto no qual o jornal que adquiria a tira, ele estabilizava vende em relação com o corrente. Acima do concorrente. Olha onde chegou essa tira, é uma coisa impressionante. É verdade. O Renato Belísima pesquisa, hein, cara. Agora, eu me falo uma coisa. Até porque a gente, a gente que a Jornalista, eu sempre pego no pé e a gente que queria contrar do sobrequadrinhos que é importante o trabalho da pesquisa. É por isso que eu falo que a gente tem buscas melhores convidados por conta das renato, da o caminho das pedras, aí, onde achou, por exemplo, as traduções impressionantes aí das tiras dos chalechos. Pois é, cedão. Para quem tem vontade, por exemplo, de ler as tiras como elas foram publicadas da originalmente do Brasil, a gente tem alguns caminhos, né? Um vários dessas informações aqui, eu encontrei no site da Biblioteca Nacional. A Biblioteca Nacional tem um, o site tem uma, um setoca é "Emeroteca Digital". Émeroteca é coleção de Jornais, né? Então lá você tem coleções de vários Jornais do Brasil, sei lá, dezenas talvez mais de uma centena lá. Entre eles, é algum muito importante como é o Correio da Manhã, né? Que Marcoa é colojornal do Brasil, tá inteiro lá. E esse pequeno jornal aqui, que eu muito, objetivomente chama-se "Ojornal", também está lá, né? Que é onde tem essa tradição maravilhosa de carninhos, né? Tremendão da primeira grande guerra, tá em "Ojornal". Então, a pessoa pode lá e esse suplemento de quadrinhos da folha, é bom lembrar que o seto da folha também tem um acervo digital dela e esses suplementos estão lá e ela é aberto para todo mundo. Você é assassinante para ler. Então você pode pesquisar ali e ler mesmo os quadrinhos, a vontade, não só pelos filhos, né? Mas todos os outros. "Charly Brown", "Om o Charlie Brown". "Ela deve achar que eu sou o garoto mais estúpido do mundo". Você sabe que ainda sobre os Xous, né? Ele chega num ponto de quando ele começa a engatar mesmo sucesso, né? E ele entra com tudo do marketing, né? Policenciando produtos, etc. E isso acaba virando um tsunami de dinheiro na vida dele. Mas ele seguir sendo competitivo, por exemplo, tem como é o que é o Mickey Mouse e também sempre arrebentou de fazer sucesso a nos Estados Unidos. E ele meio que comparava sucesso de marketing do Mickey com os personagens dele e na cabeça dele ele pensava, "Bom, pode até competir comigo do marketing". Mas culturalmente, meus personagens são muito mais importantes que os deles. Minas personagens estão na cultura norte-americana. E aí, era verdade isso aí, viu? O cara conseguiu mesmo marcar cultura de Estados Unidos. Definitivo, permanentemente. Ele marcou tanta cultura dos Estados Unidos que ele, em 2019, que foi última vez foi feita esse levantamento. Ele foi a terceira pessoa morta que mais ganhou dinheiro nos Estados Unidos. O primeiro foi Michael Jackson, segundo foi o Elvis Presley, e o terceiro Charles Schuss. Então, assim, o cara, 20 anos depois, a morte dele, ele ainda é o terceiro cara que mais fatura de dinheiro, mesmo depois de morto. Olha o tamanho que não tem esse cara, né? Impressionante, é realmente impressionante. Quando está comparar que quando ele publicou a tira que anterior, a Pinos, né? Lil Fox, nos Santos, Pals, Paioner, era a Semanônia que ganhava 10 dólares por semana, pela tira. Então, a comparação aí, como ele cresceu, né? Sabe quanto ele faturou em 2019? Chuta, lá aí. Trinta e oito milhões de dólares. Não. Depois de morto. Só num ano, fiscal, 2019. E centírus inédices? Morto, né? Também morto, assim, não dá pra fazer as tira. Não, digo por que, por exemplo, poderia ter gente, uma equipe fazendo, e não há como fazer. Isso tem contra a atrizão, fazendo, né? Pois é. Mas, por exemplo, a gente teve uma animação recente, né? Que até gerou polêmica, né? Porque é tudo em três vezes, é, mira. É, toda a fio com a animação digital, né? Não é umação clássica desenhando no papel, aquele três dê, né? E eu fui meio megalzinho, gostei. Assim, uma coisa que eu gosto nesse filme, é que eles procuram respeitar o traço. Não só do tuto, mas da animação clássica, né? Dos pinos. Embora sejam o computador e tudo, mas eles procuram respeitar aquela animação, lá dos 60, 70, né? O que eu acho é que o roteiro não consegue ser tão. Vamos ser devastador, quando Chuz era como Charlie Brown, por exemplo. É que termina erguido dos braços. A gente é arruba. Ah, eu vou escrever pra você, Charlie Brown. Então, eles falam com eles, dá uma fraquejada aí nesse aparto. Esse sucesso todo tem muito a ver com cada personagem também. Cada personagem tem uma característica tão própria. Então, simpática, que tão forte, né? Nos detalhes, que, né, a junção de todos os personagens queria essa obra maravilhosa. E ele nunca admitiu nenhum tipo de qual eu toria. Ele sempre bateu o peque, e todos os personagens foi sempre o cento ali que criou. Inclusive, tem um que o próprio filho falava eu que espirei meu pai, eu falei pra ele criar o ar da viação, que era o "Wismu" que lá voando lá na casinha dele, né? Chuz falava "Nã, não, não, lembro, não máxima ele me inspirou". Não parece que o profinho da vida, ele falou que realmente teve muito a ver com o filho. A criação desse personagem. Mas nem com o filho, ele dividia com a eu toria. O cara não era fácil, não? É, ele fazia a questão de escrever, "Ah, letre-ra, e nem das pessoas ele admitia", ele dizia "Não quero saber, não quero ter ideia de me ter me convido". "Gendando o gestivo". Se você me contar, não posso usar. Ele falava. E tem um negócio legal, se você lê inteiro, né, como eu tenho inteiro desde 50 até 2000, que no final ele já estava mal, ele já tinha tido um. Acho que um derrame, né, um atacardir com coisa assim, e a mão direita dele já não ficava mais parada, ela atremia, né, e dá pra ver no desenho. O cara não usou ajudante, nem quando ele estava impossibilitado de desenhar. Então ele adiantou alguma coisa, aí ele, acho que eles reprisaram duas ou três tirinhas, e daí depois, se vai ver depois desse problema de saúde dele, os traços são todos. Não são retinhos, sabe? Eles são todos extremidos os traços. E dá pra ver que é um cara debilitado, se você claro que isso é a pressa atenção, né? Dá pra ver que é um cara debilitado, desenhando. E ele desenhou-se, acho que os dois ou três anos até falecer. E não só isso, né? Do momento que a última tire de pína é publicada pra morte dele, foram que dois meses assim, foi tão fino da vida realmente que ele desenhou as tiras. Não, ele morreu no dia da morte dele, e saiu a última tire de 13 de fevereiro de 2000. É, e foi emocionante, né? Pô, eu chorei muito, cara. Mas é. Não adiado-se de fevereiro. Ah, não é. A tire sai no dia seguinte. Isso, é verdade. A tire sai no dia em que o Jornal de Trasio anotissea da morte. É isso mesmo. Sabe que eu lembro exatamente aonde eu estava quando eu li essa tireinha, cara? Eu estava na biblioteca da federal, porque ia ter uma aula trote que eu ia dar e tal. E eu estava na biblioteca da federal, e eu me lembro que eu comecei a chorar lendo a tireinha, cara. Tipo, o cara morreu. Primeira página, você vai ler a tireinha dele, ele se despedindo. Ó, ó, a repeó agora, que eu tô falando, a repeó. Quando eu li de novo, eu chorei de novo, quando eu li no livro dele, eu chorei de novo. É muito emocionante. É, e agitava a fã da produção da empresa, Charichou, né? Depois da morte dele. E, em 2006, foi produzido um especial chamado Rizabalit, Oliveral. Em 2011, Sai Happiness is a Warme Blanket, Charlie Brown. Que teve outro de Stefan Pestes, autor da Tira Purs before Swine. E Craig Schultz, que é o filho dos Charles. Aí, 2014, uma série de curtas produzida pelo sudo Normal Animation e a France Television's Recebujson. Em novembro de 2015, Sai aquele Dependence Movie 3D, que foi produzido pela Blue Sky Studios. Esse Happiness is a Warme Blanket, a adaptação dele saiu pela Nemo, né? A felicidade é um cobertor quentinho. É isso aí. Quer dizer, a empresa continua faturando no licenciamento da lobra. Que é exatamente, talvez daí que, talvez aí não, certamente daí, vem toda aquela fortuna que o Escamã falou a pouco. Você acha que eu feriu os sentimentos do Mendoim? Puxa! Porque eu não consigo a gente direito fora de um jogo de bésimo. Agora, a gente me fala uma coisa. A gente já citou várias. várias vezes os. os personagens aqui, ambassã, tal. É, talvez. talvez tem. para ter algum ouvintinho novo que nunca tenha lido as tiras do Pínate, vocês tinham algum personagem favorito na tira? Antes da gente falar um pouco de nossos personagens favoritos, vale relembrar aqui os principais até para contextualizar um pouco para quem ainda não conhece tanta tira, né? Bom, o Charlie Brown é o protagonista, né? Um menino time do seguro, o azarado, que costuma sempre levar o pior em todas as situações. Mas tem um bom coração. Ele tem uma irmã mais nova, chamada "Celix", que também aparece bastante. A tegotia do Linus, já vou falar dele. Tem um Snoop, que eu mais conhecido de todos, tanto que a tira tem o nome dele aqui no Brasil, que é o cachorro da Rasa Bigel, cachorro do Charlie Brown, e ao contrário do Dona, ele é cheio de confiança, gosta de aventura, e tem muita imaginação. Tem uma amiga chamado Woodstock, que é um passarinho, e a gente nunca entende que ele está falando, porque a comunicação é sempre feita com traços dentro do balão. O nome é uma referência ao famoso festival de música, que aconteceu em 1969, lá nos Estados Unidos. A Lucie Vampel, o Tia Rival do Charlie Brown, sempre tiram uma cara dele. Uma das pegadinhas mais famosas, que sempre aparecem nas chires, também, animações e tudo, é quando ela tira a bola do futebol americano que o Charlie Brown vai tentar chutar, e aí ele sempre flure e cai no chão. Ele é meio mandou, né, tem uma personalidade bem forte. Ela tem um irmão chamado Linus Vampel, e ele é meio intelectual, mas em seguro, e sempre carrega um cobertor, pronto que equivar. E esse cobertor serve ele como um porte seguro para ele. Outra personagem popular é a Pet Pimentinha, que é uma menina multativa, prática esporte, e tem uma queda pelo Charlie Brown. Ela tem uma amiga chamado Marce, que é bem observadora, boa luna, e ela é sempre ando juntos. Já o churou derrão um gênio da música, que toca piano muito bem, e admira a música clássica, principalmente, as dos seu ídolo Beethoven. E o último que eu citei aqui, porque tem mais na tira tem várias outras personagens, mas que é mais aqui popular com o pessoal, é o chiquerinho, que ao menino está sempre sujo, aparece sempre em volta uma nuvem de sujeira, mas que é a gente boa. Uma personagens preferida era Charlie Brown mesmo. Gostado de ver a gente sempre se dá normal nas coisas que ele ia interaclhar no hostel, com meio de "por que que isso está acontecendo?" "Não, não, não entendo." É o que eu mais me achei. Se você fala no Snoop, o personagem, a tira ganhou no Brasil, o nome diz Snoop. "Sim." "Pra apelo, a criança, a criança, tudo, então assim." É claro que o do ex tinha muito com o Snoop, é todas as aventuras, vê se não é a imaginação dele, e tal, mas tirando isso assim. "O chá é o chá, o chá é o chá, a gente se brou, o que eu gostava do mesmo." "Cara, eu vou te falar que eu gostava de mais de Snoop desde o começo, e é legal, daqui a pouco a gente pode explorar isso com esse câmer, eu é nato, e no começo o Snoop, ele é um quadrupe de, como qualquer cachorro. A arte era bem diferente." Sim, sim. É ele virar bípedo, e daqui a pouco ele começa a falar por pensamento, mas cara, quando ele passa, na o barão vermelho, que é o aviador que combatiu o barão vermelho, por isso que eu falei na abertura que eu votaria com uma roupa de aviador hoje. Eu gostava muito disso, eu não curti o chá-lebrão, não curti, e eu adorava o lino, o linos, que é o melhor amigo do chá-lebrão que tinha sempre o cobertor de segurança, e eu gostava muito, não personagens de que, no material que ele ter recebido da pronta de Agostinho aqui, está o nome Pigpen, que é como ele é conhecido em Portugal e nos Estados Unidos. E aqui no Brasil ficou chiqueirinho, que também chegou a ser chamado porquinho. Eu gostava muito do chiqueirinho, porque ele andava sem uma armesia de puera, por onde ele passava. E das meninas, cara, eu achava o máximo a pet pimentinha. Eu achava um barato, eu lembro de uma conversa por si, por si, com a minha irmã, e ela falou assim, "não, mas. " "Será capítulo mentia, é menino?" Ou é menina, né? Porque ela era uma garota esportista, na época, imagineiro. Ela fugia completamente do padrão, né? E eu achava isso muito, muito legal. É, você não queria comentar as minhas faladas do Snoop, porque acho muito curioso. O Snoop, quando ele apareceu primeiro, nas primeiras tiras, ele é completamente diferente, ele era simplesmente um cachorrinho assim desenhado. É isso aí! E ele foi ao longo dos anos, essa visão do Snoop, que todo mundo tem hoje, o visual dele, não foi como ele surgiu. Ele evoluiu até se tornar aquilo, é bem um cachorrinho, com qualquer cachorrinho de uma tira, né? É o Snoop, ele. Todos os personagens da tiro, a tiro é na seu pronta, né? Todos os personagens passaram por evoluções. E o próprio Ali Brown, que no começo era a meu arrogante, né? Debatia com as meninas, né? Ele não era em defeso, né? Ele próprio também evoluiu para o que a gente conhece hoje, né? Mas esses personagens evoluíram, que a gente tomava, por pôr de vista a tira inteira, rápido, né? 2, 3 anos, 4 anos. O Snoop demorou muito, né? O processo de evolução dele, quer dizer, ele, de cachorro, basicamente, é um cachorro. A, começar a gente a ler os pensamentos dele. Aí, refletir que é um cachorro, refletir sobre a condição de ser um cachorro. A, começar a imitar outros bichos e pessoas. A, ter coisas humanos na casa, né? Ter uma varanda. E no seu que estava marcondicionado, ter um van Gogh, dando de casa, né? Ao meu van Gogh, a, de repente, extrapolar fantasia totalmente com o age da primeira guerra mundial. Isso vai até 65, 66, né? É um processo muito diferente dos outros, né? - Então, seu favorito. - Cara, eu não sei. Eu acho que eu gostava muito de Charlie Brown mesmo quando era pequeno. O dia-a-luce é a minha preferida. - Você é? - O achado. O achado, você aluda um personagem desconcertante. - E eu tinha uma bronca dela, velho. - E eu tinha uma bronca. - Cara, que engraçado. - Porque assim. - Eu vou repetir o que você falou. - É. É, hoje é a lúcia, a minha favorita, depois que eu comecei a ler a coleção de tiras, aí que vem sendo lançada pela LPM. Eu descobri que eu adoro ela, porque as piadas que eu dou risadas sem ter várias com ela. Um gênio forte tem histórias ótimas. Tem ela naquela clínica psiquiatra, lá que a barraquinha montada é genial. Gênio é o 500-avos, né? A consulta. E tem uma que o Charlie Brown chega e fala, "Eu tô aqui deprimido." Ela olha pra ele falar assim, "Sai fora dessa, são 500-avos." Como assim, sai fora dessa, né? E alguma coisa que ele escutou, que ele jogou na tira. Mas o meu favorito, até então, né, dessa releitura mais recente, era o passarinho Woodstock, porque eu adoro a maneira combatinha, tem que ser feita, já que ninguém entende com ele fala. Só o Snoop, o Snoop, o Snoop, o outro adústico pra você, o que ele tá falando, ou você subintêne no diálogo, ou as imagens mostram o que ele quer. E, por isso, eu acho genial, adorável esse personagem. Antes de falar os favoritos, é legal que Snoop, bom, primeiro que ele era o Charlie Chuss, tinha um cachorro maluco, né? Que vacalhava com a viziança, a mordil fundilha das pessoas e tal. E o Charlie Chuss falou, "Pois, isso é uma boa ideia." Isso era ele era criança. E um pouquinho antes da mãe dele morrer, e já tava de cama, já, tipo, terminal mesmo, né? Se não me engano, foi um dia antes, ou dois dias antes dela morrer. Se aquela chamou o Charlie Chuss e falou assim, "Ah, se algum dia a gente tiver um outro cachorro, acho que a gente de ver chamar ele de Snoop, porque aí, no "Rue Geys", Snoop é um apelido carinhoso, assim, tipo, "Criancinha, bonitinha", sabe ó, que Snoop é uma coisa assim, quem deu o nome de Snoop? Por mais, que o Charlie Chuss fala que ninguém nunca ajudou ele, a mãe dele deu o nome de Snoop para o cachorro que ele viria a criar depois, né? Isso é bem legal. Mas o que eu mais gosto delonge, é a interação entre a Marce e a Pat Pimentinha e o Charlie Brawl. Porque as duas são pela década de 70, e se vocês não lheiram ainda, desculpa o spoiler, mas as duas se apaixou no pelo Charlie Brawl. A diferença é que a Marce fala isso e voz alta, e a Pat Pimentinha se soveu se um, dela. A raiva, porque a outra é apaixonada por ele. E o Charlie Brawl, que é uma né, não consegue se virar com as mulheres gostando dele, porque ele gosta de seu perdedor. De repente, ele tem mulheres gostando dele, ele não sabe o que fazer. Achefou os dois anos. Nesses quema, né? Descobre o tremângulo amoroso, que eu acho genial, cara. A Pat Pimentinha e a Lucy, elas têm uma coisa comum, né, que elas construem uma realidade própria, só para elas, né? A Lucy e o Charlie Brawl, no começo ali nos anos 50 ainda, quando ela ainda é uma criança menor, né? O Charlie Brawl fica louco, porque explica as coisas para ela, e ela se pimenta com o levo, sério, né? E ele diz, "Oh, só uma bola de fogo, ela é carnaresada, cara, só uma bola de fogo, Charlie Brawl, você vem com cada um, né?" E outra hora, ela disse que a Neve brota do chão. E ele, claro que não, ela. Claro que sim, Charlie Brawl, você não sabe de nada. Ela cria uma realidade paralela para ela. E depois ela não. Eu só não vi dele, não inferno, né? Ela diz assim, "Charlie Brawl, você poderia ser presidente?" E ele, você acha? Claro que não. Claro que sim, Charlie Brawl. A telha acreditar, quando ele acredita, ela diz, "Clarar que não, né? Charlie Brawl. Imagina você, presidente, Deus me lique, é uma loucura." E a petro-feentinha também, porque essa história da paixão, né? Ela acha que Charlie Brawl gosta dela, né? Ela gosta dele, mas diz que ele gosta dela, né? Então ela cria uma realidade só para ela, também. Ela não vê que o esdupe é um cachorro, né? Ela diz assim, "Aquele seu amigo de nariz grande, Charlie Brawl." Ela demora até entender que o esdupe é um cachorro. Eu acho legal que a pativmentinha tem o esquema dela ser. Ela é uma ripe antes dos rips, né? Que ela foi criada em 66 a partir dos beatnicks, né? Que era os prerrip, né? Então ela é uma ripe e ela é toda doidona que nem uma ripe. Ela usa sandalha, pode ver que é a única que usa sandalha. Os amiguinhos dela não sabe se ela menina ou menino. Cara, é muito legal. E é verdade, ela não sabe que o esdupe é um cachorro. Ela acha que é um amigo de nariz grande. É isso, e várias redes contextualizar aqui para o nosso ouvinte. A luz era irmã mais vela do Linus, que é o melhor amigo do Charlie Brawl. E ela também não gosta do esdupe, só que com isso no pela geralmente se dá mal. Bem mal, né? Eu acho legal também o terceiro filho, né? Que depois tem o rerun que é igualzinho Linus. E isso? Falamos do Linus agora. O Linus vale falar também que realmente é um personagem fortíssimo, né? No trabalho do Xuz. Ele é super inteligente, né? Ele é genial. Mas está lá se agarrando na cricobertosinho dele que é todo o apoio psicológico dele, o cobertor. Se tira o cobertor dele, ele entra em crise existencial. Que isso rende ótimas piadas também. E também é um íconido marketing é aquele cobertosinho, né? Que é no KT1. Que é no precisa de um de vez em quando. O Linus é em seguro, mas ele é em gênio também. Porque ele acredita na grande abóbora. Ele é muito genial, mas ele é muito em gênio também. E essa emgenidade junto com a genialidade que faz ele sem seguro. E também, claro, tem o marmão do capeta que é a Lucina, ajuda também. Aproveitar o gás que o Escamã levantou aqui. Renato, você citou a grande abóbora mais uma vez. E agora com o Escamã também, mas não explicar, o que de repente não conhece. O que é a grande abóbora? O Xuz colocou em algumas tiras do Halloween ali no começo dos anos 60. Esse elemento, né, Linus acredita que, na noite de Halloween, uma grande abóbora se ergue de algum canteiro de abóbora no mundo, o mais sincero que tiver. E sai distribuir presentes para todas as crianças boazinhas. Evidentemente, ele é motivo de piada por causa disso, um todo a vizinha ansa e de vergonha mortal para a irmã, Lucina. Essa frase, né, é uma fase que acredita no desenho animado, que é a grande abóbora atalibrão. Tem um desenho só sobre isso, né? E nessas brigas, as pessoas brigando com ele, você é louco, você tá sabe o que tá falando? Aí ele diz, né? "A três coisas que eu aprendi a não discutir com as pessoas, religião, política e a grande abóbora. A grande abóbora faz ele perder eleição para presente o gêmeo, né? Ele tá com eleição ganha e chega no púmpito assim, lá, não, não, não, o coisa para plateia diz, "Tô, já acabou eleição e então agora eu vou aqui para eu ver tá falar com vocês da grande abóbora." E fala a grande abóbora, toda a plateia cai a gargalhada e ele poverde eleição e perde mesmo. O lino, ele é um personagem que leva ao lado espiritual do chús para atirar, né? A grande abóbora é uma alegoria da religião, né, da fé, né? O lino, toda vez, ele se estrepa, porque não tem essa coisa do papai não é o parecer, por exemplo. A grande abóbora nunca aparece. Ele sempre se dá mal, ele vai esperar no dia toda, no dia seguinte ele tá lá frustrado, porque a grande abóbora não apareceu, ele jura que nunca mais vai acreditar, mas no ralo, em seguinte, tá lá, ele firme forte, né? E o lino também, ele verbaliza a coisa da espiritualidade, né? Ele recita as escrituras, né? Recita a Bíblia várias vezes, né? Inclusive no Natal de Charlie Brown, uma das cenas finais, né? Ele recita o evangelho de Lucas para falar do nascimento de Christ que os produtores nem queriam que entrasse, né? Olha, religião e entretenimento no nascerto e tal, e chutos para até o pé disso, olha. A gente tem que falar. Então foi na voz do lino, né? E acabou virando também um elemento clássico da mitologia dos pínutos, essa fala do lino, troubrio o nascimento de Christ para dizer que é o sentido do Natal, né? O verdadeiro sentido do Natal para o Charlie Brown, né? Poder ele perguntar. Afinal, ninguém sabe qual é o sentido do Natal? Aí o lino chama a luz do palco, né? Luz, por favor, e recita a Bíblia, né? E o chuto será muito religioso, né? E o lino meio que centraliza isso na tira. "Aluu, meu preciso do meu comertor, eu admi-to!" O esquema, o nascet falou do comers do programa, da trajetória do Charlie Chusto, e eu tava pesquisando. Confere uma informação que o protagonista da primeira tirinha seria Sherman, e que depois ele desaparece? Mas era, né? Se você lembrar a primeira tirinha que quem tem a fala, é o Sherman, que era o melhor amigo de infância do Charlie Chusto. Esse Sherman existiu assim como Charlie Brown existiu vários, né? Ele conheceu vários, cara, chamado Charlie Brown, longo da vida. Mas o Sherman era o melhor amigo dele, ou a única pessoa que ele chamava de amigo e que tomava o corridão do cachorro, que era o cachorro do Charlie Chusto. E era para ser ele, ou o protagonista, mas de repente Charlie Brown tomou, porque o Charlie Brown do comers, ele não era esse loser, né? Ele era uma criança, e o Charme era mais velho, tanto que tinha a violeta no começo, também foi sumindo, sumindo, porque ela não tinha a personalidade tão forte, né? Pode ver que todos que a gente falou aqui tirando Pig Pink não tem a personalidade tão forte, todos tem a personalidade muito forte. O Charme, a violeta, a parte, não eram tão fortes assim, e daí eles foram escanteados pelos outros que assumiram o protagonismo, porque tinham as personalidades muito mais pesadas, né? - Entendi. - Quando a Luça apareceu a violeta, ele começou a cair. Isso, que era a violeta de Grey, né? Isso. Tinha a violeta de Grey, a Petty Kiffer, que era um dos que era bem esnobs, bem patricinha. Mas é divertido quando as faziam um bolo de lame, dá-o para te alebrar, jogar varia e cima, mas se não gosta de bolo de lame, não, mas com a areia vai ficar bom. É igual coco, e ele come. - Coitado, cara. - Coitado, realmente, o Charlie Brown sofreu, eu te contava. O Charme é o que mais sofre, assim, no sentido de desaparecer, né? O Charme desaparece lá nos anos 60 ainda, ele vai me enguando, quando começa a entrar churudo, lindo. Como os camadises, os pessoas com mais personalidade, o Charme vai ficando de lado até, completamente esquecido. E o legal que essa coleção da preta de agostina vai dar para ver isso também, porque nas tiras dominicais vocês vão notar que essa participação dos personagens vai começar a diminuir. - Claro que nas diárias a gente vê com mais facilidade, mas também nas dominicais isso vai acontecer. - Eu sabe que o Charme aparece nesse Depino de Smoothie, né? Esse Snoopie Charlie Brown, o filme. Ele tem uma, uma parece, tem uma fala. Ele disse que foi o que conhecia ele pela primeira vez, quando Charlie Brown faz sucesso no filme, ele disse que foi o que conhecia aquele cara primeiro. Olha, que é um rambelo easter egg. Esquem uma, se está falando de personagens, como você leu tudo, na hora que eu dá a fazer uma pesquisa, eu vou te contar aqui, eu me decontro ali, que eu não li, eu acho que pelo menos os 10, 12 últimos anos, eu não li. Eu parei de acompanhar, então, aí eu vi uma personagem chamado Peggyn, que é a namorada do Charlie Brown, onde é a cara de 90, essa é de conheço. - Eu não me lembro disso, Peggyn. - É, tem. Ela é namorada do Charlie Brown, o chute deu uma mora-ozinha pro Charlie Brown ali no final. O Charlie Brown conhece a Peggyn no campo, lá naquele campamento que vai de tempo também, ela chama ele de Brown e Charles, né? Isso, isso, quando ele está com um capuz na cabeça, ele está com um saco de pão na cabeça, e daí ele qual é seu nome? Brown, Charles, dela. Ok, Brown, Charles, vamos lá, então. É verdade, é verdade. Caramba, tinha esquecido completamente, esse personagem. - Ah, nos 90, não é? - É, só que ela termina com ele, né? É que deles ficam distantes, deles vão escrevendo por carta, e daí ela fala, olha, não vai mais dar, né? - Ela tá muito namorado, lá. - É, o que eu aporei é que ela estrenue a 23 de julho de 90 e some de 11 de julho de 99, quer dizer, está dindo, até que vai. - Deixei, foi sempre ferido durante o tempo, vai pronto. - Não, mas eu tinha esquecido completamente dela. É, porque eu fiquei buscando curiosidades, o Renato também estava dessa aqui também, que durante as tiras chegaram a aparecer alguns irmãos dos nupi, cara. Eu não lembro o quanto só agora, mas tem o Spike que toma mais conhecido que aquele que mora no deserto, né? - Que isso, de Bigot. - É, é, é, é. Tem mais alguns, né, que de vez que quando aparecem assim, eu sei que tem um desenho animado, um desses especiais de TV, nos anos 90 também, chamados "Nupi Surreal Union", que é os irmãos dos nupi, vindo visitá-lo todos, né? - É uma reunião de família, assim, tudo. - É de uma gulgada aqui, a não-equipe de aparece assim, que foram sete irmãos, aí falam os Spike, aí Andy, de pelo bagunçado, vivem uma fazenda, Olaf, um gordinho que vivem com Andy na fazenda, "Merbos, marbos, um corredor malhado, e aí uma belly que vivem cansa-sire-missouri com o filho, e no espinho desse especial de TV, para aparecer os outros dois remanescentes, Molly e Rover", falem essa, eu te juro que eu não sabia. E todos eles moravam no Daisy Pupp Farm, que é a, da onde todos eles, eles vieram, então, aí tem uma, uma série, assim, que os três, né, o Gordinho, o de pelo todo estorado, e o Spike, vão conversar com o Snoop, daí eles chegam lá e falam, olha o que dá pra fazer, eles ficam uma época, os pedados na casa do Snoop, aí o Spike não consegue chegar, cara, porque, daí, ele tem um problema, ele não consegue pegar uma carona, aí quando ele pega a carona e chega lá, os outros irmãos foram embora, e eles se perdem, assim, sabe que elas comédias de erro, tipo férias frustradas? Tem isso também, com os irmãos do Snoop, bem bacana, e a belly tinha bonequinha aqui, no Brasil, meu irmão lembra que tinha uma? Não, foi na época da animação no SBT, né, que passava no SBT nos anos 80, foi uma febre dos nupes no Brasil, né, e aí teve boneco dos nupes da estrela, e tinha irmã, belly, né? E nem apareci em desenho animado, nem nada na época, né, ela parece, nesses nupes reuniam, que é bem depois. Deixa eu fazer uma pergunta então, porque eu me lembrava, quando eu era criança, eu não fui conferir esse lugar nenhum. Quando eu li as tiras, eu descobri que a belly era a irmã do Snoop, mas quando eu era criança, eu achava que era namorada do Snoop, não tinha esse esquema na propaganda, algum lugar? Ou eu aqui inventei mesmo nesta coisa meio insistuosa em Fantilse. Eu me lembro da propaganda, dizer irmã do Snoop. Então, eu tinha uns problemas mentais que eu era criança. Mas o Snoop teve um desenho naquela época, que tinha uma, acho que era fifi, né, que ele ia por circo, não sei se vocês viram esse desenho. A vida é um circo, Charlie Brown, em que ele virava o grande ugo, né, ele ia por circo, na página de turma cachorrinha tudo, assim, e acabava ficando lá, né, em tempo, né? E aí virava a artista de circo lá, pra pesist, no grande ugo, mas era fifi o nome dela. A fifi aparece nos quadrinhos também, ele se apaixou na por ela, daí tomou um fora, aí tomou todas, aí ele fica beba do por causa dela, bem divertido. Charlie Brown, Charlie Brown! Ela deve achar que eu sou o garoto mais estúpido do mundo. Uma coisa que foi detenologo é o conhece piranarange, que a gente trabalha com o maior isso, sei bem como é que funciona isso. O Mercandais, em é absolutamente vital no sucesso da tira, né? Hoje ele continua o presente com o falem, assim, nos animados, tal. Mas se você andar por algumas grandes cidades do Brasil, você vai saber que já existe no Brasil algumas unidades do esnupe café. Tem a aeroporto, inclusive, que é um café tematizado, né? E é só uma das enlicências que a empresa tem como bonecos, desenhos animados, tal. Agora tem uma coisa que na pesquisa estava fazendo que eu achei, que achei espetacular, que é o Charlie's M.J. Musa, um museu do Charlie Choo's, né? E você tem online ali, é impressionante, gente. Tem ali as exposições permanentes, as exposições itinerantes. E eu lembro que em 1996, quando eu fui a primeira vez dos Estados Unidos, eu fui para Passaféras em Orlando, né? E eu lembro que eu vi uma matéria no Jornal Estadreção Paulo, que havia inaugurado em Boca Raton, um museu de histórias e quadrinhos. A internet era o museu, um of Cartoon Arts, e era do M.J. Walker. Eu não quero que você termine de contar essa história, ela me amagou. Então. Aí eu fui para lá, eu peguei a falar antes de sair, antes de viajar, falei para eu fui na Mauiza e fui escudo, você se querem uma matéria? E aí eu fui, eu dei a sorte, e lá encontrei o UIs, né? Me entreviste a UIs. Eu dei essa história. Foi espetacular, em fizeso da rap, exclusiva cuivuais, né? Só que cara, a exposição que tinha dos pilotes nesse museu era um negócio sombruz. Sabe, vai me dar esse trabalho, eu vou ter que achar as fotos, além de originais, tal. A via, imagina que, como se fosse uma mini ferrovia no teto do museu, e os carrinhos ficavam rodando com os personagens, te lembra. Então, por exemplo, te olhou e passava o avião, depois no upi, depois passava o oito stock, e aí passava os meninos num carrinho, num vagão de trem, era sensacional, cara. Então, se vocês tiverem curiosidade, no universo aqui no posto desse episódio, e também no vídeo vai ter na descrição o link para o museu dos Charlottes Shows. Vale demais a pena dar uma fussada, porque é realmente muito bacana, tem desde o traço antiga, tem o traço mais novo, muito bacana de conferir. Se dá um estar falando de licenciamento de produtos, né? Com a marca Snoop. Eu acho muito curioso como o Snoop, é um personagem que o seu apelo não cai nunca, assim. Existe outras tiras que você lhe sensia em garfield, de um deles, outros agora. O Snoop, qualquer lugar que você vai, tem um orcinho de pelúcia, cara, tem tudo, tudo que você pode imaginar dos Snoop. E isso está difundido numa maneira que tem gente que se uma avião nem sabe que vem de uma tira de quadrinho de tão poderoso que ficou a figura do personagem. E quando o escama falou de quanto que faturou o Charlottes Shows, em 2019, que foi a terceira pessoa que já morreu que mais faturou, com certeza absoluta a grande parte disso vem do licenciamento. Não das tiras, então é muito forte isso. Esse licenciamento começou em 1916, que é, tinha começado um pouquinho antes, mas o grande foi 1960 que ele fez o contrato com a Ford. O primeiro grande venda dos produtos do Charlottes Shows foi pra Ford, ele convindia carros. Então se você gosta do Snoop, se você gosta de Charlibral, se você gosta do Linus, compra um Ford, tem filminho disso na internet, acho que dá pra chamar, mas eu já achei. E eu falei do museu, cara, tem um molindário do museu em Toqueo, existe um Snoop e museu em Toqueo, é realmente impressionante. Queria aproveitar que o escama lembrou esse comercial da Ford, pra falar, mas a gente já falou um pouquinho, mas falamos um pouco mais das animações, porque pela minha própria experiência eu acho que é muito importante, enquanto ampliou os fãs, dos spinos, dos Shows, pra você ter uma ideia, o primeiro desenho na Toqueo Alibrão, teve 50% de Cher, que é o se, os televisores ligados no horário nos Estados Unidos, no primeiro ano, no 8. Todo mundo achava que é um fracasso e foi assim, vici liga de audiência, né? Assim, a história desses primeiros especial é a seguinte, né? O Limenda, o som, que é o produtor independente, que trabalhava pra televisão lá no Estados Unidos, procurou o Charlich Shows pra fazer um documentário sobre ele, chamada Boy, Name,,,,,,,,,, em 63. Então, ele queria incluir nesse documentário um pouquinho de animação com os personagens, e o Shows recomendou o Bill Melendez, que fez as animações pra esses comerciais da Ford, e são de 59 e 60, e que você acha no YouTube, não é difícil de achar não? Bom, aí, vamos fazer um documentário. O Limenda, ouviu no rádio uma música e disse, "Pois cara, que fez essa música é o cara pra a trilha do meu documentário, e esse cara era o Vince Gore-Audi. Gésista, né, pianista de Jazz, o Média soligou pra ele, e deu tudo certo, né? O Vince Gore-Audi fez a música, fizeram o documentário, mas ninguém se interessou, nenhum patrocinador, nenhuma emissora, e ele não foi exibido. O Vince Gore-Audi tirou alguma coisa nisso, porque ele lançou um disco com as músicas, né? Jazz, interpretations, "Oh, Faboy, Name, and Charlie Brown". Esse disco também tá no YouTube, dá pra escutar inteiro lá. O que aconteceu da partir daí, né? O que engavê todo o documentário, só que a Coca-Cola resolveu ter um especial animado dos pínutos em 65 com ela patrocinando. Ela lembrou daquelas animações lá daquele documentário, quando apresentaram pra ela, e ela não quis patrocinar, ou documentário, mas na animação ela se interessou. E aí, ela procurou o Média sol, e aí o Média solreu, o Dio todo mundo, o Shuseng, o Vince Gore-Audi, vão fazer. Todo mundo topou, vão fazer. E em seis meses eles escreveram e animaram esse desenlimado que é Charlie Brown Christmas, né, que aqui ficou na tal de Charlie Brown 65. Que foi um sucesso imediato e estrandoso assim, né? Esse trio, né? Essa trinca aí, "Medasom, Melendez". Vale, é uma quarteta, né? "Medasom, Melendez, Shuseng, Gore-Audi", né? Esses quatro acabaram juntos aí, até 76 em 15 especiais de TV, né? Clásicos totais, eu adoro essa fase, inclusive, eu acho perfei. Uma coisa interessante aqui, o Natal de Charlie Brown é praticamente todo inédito em termo de texto, né? Não tem muita adaptação de tiras específicas, né? Toda essa historinha aqui era Charlie Brown, induvida sobre o sentido do Natal deprimido, a ilusse, na barraquinha de psiquiatra de. Ah, a sua solução, que você precisa engajar em alguma coisa, então, porque você não vira diretor a nossa peça de Natal. A Charlie Brown vai lá, seu diretor da peça de Natal da Curmo. Agora o segundo, que é Charlie Brown's Outstars, né? Tipo, todas as estilas de Charlie Brown, que é o do baseball, ele é todo sobre a temporada de baseball, que é um episódio em que. Charlie Brown recebeu convite do comerciante lá pra ganhar uniformes para o time. Aí, todo mundo se anima pra jogar, né? Ninguém tá mais que não jogando, mas todo mundo se anima. Só que aí, o cara liga pra ele desolar. Pra entrar na liga e com os uniformes, você não vai poder ter nes meninos nem o cachorro. Aí, ele não aceita isso, der recursos uniformes, mas acho que se ganhar um jogo, todo mundo vai ficar feliz e vai continuar no time. É claro que não dá certo, né? Ele faz uma bobagem no final lá e dá tudo errado e tudo mais. Esse episódio, o segundo, é quase todo baseado diretamente das tiras. Você pega essas tiras ali dos anos, com esses anos 60, que a LPM já publicou aqui, e assistir esse episódio sem encontrar várias dessas, várias sequências. A partir daí, os especiais começam a se basear de mais nas tiras. O terceiro é o da Grande Abobra, ele tudo que se publicou da Grande Abobra ali naquele período até 67, que é a data do especial. Ele usou no desenho. O quarto é você estar apaixonado de Charlie Brown, que é o da garotinha rua, também, super baseado nas tiras. E por aí vai. Tem outros classes, né? Toc de novo de Charlie Brown, que é todo focado no churudo e na luce. A luce chamam churudo pra tocar no apresentação da associação de pais e mestres, toque ele tem que tocar rock, né? E, enfim, é uma fase de ouro assim, né? O Renato, essas animações todas, você tá falando, é um produtos pra televisão, né? É, foram 45 desses especiais, até aquele felicidade, um cobertor que entim. Mas é até que você nem é uma também, né? E quanto foram? Por um 4 entre 68 e 80, sendo que depois disso só teve aquele que é o Snoop de Charlie Brown, "Pinutes o Film", é o título no Brasil, que é de 2015 e que é o único computador. Mas tiver nutra série depois, né? Essa série que você falou francesa teve o absurd, já "Pinutes Mochocomix", que você encontra no YouTube. Snoop em espês, no ano passado, foi lançado também, passaria com a NASA, não tem animações aí, a valida. A parceria com a NASA é bem legal porque sabe que quando a qual a pola que é a terrizona lua, anterior, a pola 11 é terrizona lua, né? É. Então, a 11, eles não chegaram a pousar na lua, mas eles entraram meio que na atmosfera da lua, sei que a lua não tem atmosfera, mas vocês entenderam. Eles colocaram o Snoop e colocaram o churro de Charlie Brown pra mostrar, ó, a gente tá aqui na lua e olha quem tá com a gente. O Snoop e Charlie Brown. A pola 10, né? O módulo luna era chamado Snoop e o módulo de comanda era Charlie Brown. Olha que perigava de dar tudo errado nessa missão. A gente, acho que não tem noção do corpo popular e, conculturalmente, influente, eram os pino de salinos anos 60, né? Porque você vê a NASA batizou os módulos aí de comanda luna de Charlie Brown, é a pola 0 e 0 para lua. Uma corrida que pende muito menor, mas, por exemplo, os jornais anunciavam de primeira página que estavam com a tira, né? Quando o Snoop estrange no áldo Brasil tá na primeira página no cima. Não há mancheco, mas do lado do título do jornau tem lá. Peno de se estrear hoje. É uma coisa muito. A gente sabe que naquela época os quadrinhos não tinham a salisão, né? Que uma tem hoje, né? De uma coisa muito influente, culturalmente, né? Os estudos estavam começando ainda, umberto eco, né? Abordopino de ser lá em 64, né? No apocalípticos integrados, o livro dele sobre o período da comunicação, né? Além do dinheiro, a influência cultural era muito grande. Mas quando o Berto-Eco escreveu o apocalípticos, na verdade, ele não escreveu em 64, né? O apocalípticos é uma coletânea de textos que ele já tinha que ele lançou em 64. Então, se não me engano esse texto, o Snoop é de 61. Esse específico, né, do Charlie Brown de 61. E na Itália, principalmente não é o Berto-Eco, a principal revista de quadrinhos da Itália, chamava Silinos. E era por causa do próprio, né? Então ele se for muito influente. Eu visitei a renação inclusive lá, quando tive na Itália em 92. E já que o Renato fez um resumão aí das animações de PINATES, Snoop e Charlie Brown, eu vale lembrar também que a Apple TV Plus anunciou uma nova série animada chamada Des Snoop e Show, que vai estrando de 5 de fevereiro de 2021, já tem até trilha na internet. E é mais um projeto ainda para a série da Apple com a empresa que cuida dos direitos de PINATES e do licenciamento da marca, né? A PINATES Worldwide, que já rendeu lá no serviço a série Snoop e Space, e um documentário de mentira, chamada Snoop e Space Secrets of Apollo 10, que brinca aí com essa história que a gente contou agora sobre personagens e ter ido para o espaço com a NASA. Você acha que eu feria os sentimentos dominando em? PUSH! Porque eu não consigo a cheirirei, tu fora de um jogo de Beisibo. O bacana do trabalho do Chutes, né? É uma geração que vem do POSGIRRA, né? Então ele começa em 1950 com o Snoop, com o terrâneo dele tinhamos o Altkeller, que fazia pouco que era uma tira, tendo e mais antroporto, formizados, uma tira bem pulitizada também, né? E você começa a toda uma geração de tinhas inteligentes, né? Que durante a década de 60 isso fica muito forte. Eu imagino o leitor da época, olhando aquela primeira tira do PINATES, que até hoje eu acharam uma coisa do outro mundo, que é um menino olhando para o Charlie Brown andando, lá venho Charlie Brown, o bom e velho Charlie Brown e na última tira, como eu odeio ele. Aqui ele é meio que o choque, né? Eu acho genial, ele mostra aqui ele veio ali, né? Aí ele não der coerro dos anos, tem o que a gente já comentou, ele pega muitos elementos da vida dele, e tudo ele joga nos personagens dele, né? Então a gente tá lendo a vida desse autor dia a dia nas tirinhas. Eu gostaria de ter um exemplo aqui que eu acho bem curioso, no final do primeiro casamento dele, ele era um cara muito quieto, e a esposa dele, ela falava, eu espouro, aqui eu sou pai e sou mãe dessa família, ela brigava muito com ele, ela era muito nervosa, e ele não respondia, né? E hora ainda, então no dia que ele foi embora foi uma discussão da queiras, mas possivelmente era só ela que falava, e era como eu embora da casa, dias depois ele solta uma tirinha no Jornalis, na qual o Charlie Brown chama a Luce e fala pra ele, olha, é difícil ter de te falar, você não é boa suficiente para jogar no nosso time de base, e ela pergunta pra ele, você vai me espurrar do time? Charlie Brown, nunca mais fala com você, aí na última tirinha ela grita as leitas em bold, né? Com certeza vou arberrar no seu ouvido até você virar surdo, e ele fica dando aquelas voltas no ar, e tá lá, ele tirou da discussão dele com a esposa, né? E o seu ouvido dele colocar, como ele tinha esse personalidade tão, que é tacalada, né? Então voltada para dentro, né? Ele jogava tudo nas tirinhas, vocês devem ter outros exemplos aí dele fazendo isso, né? Que ele fez da vida inteira. É, na hora assim, por exemplo, a história do acampamento, né? Que ele vai, é o exército, né? O exército inclusive, tentido, dele dizendo assim, posto eu tô indo aqui pra já, já quando ele volta ele faz assim, olha, aquele, melhor é pela janela do ônibus, ele voltando do acampamento, e vê outras crianças indo, né? Então disse, olha só aqueles garotos agora indo pro acampamento. Ah, eu já prestei o meu serviço, não preciso mais, né? Prestei o meu serviço militar, né? Ele usa, ele tem uma questão militar ali, né? Uma coisa que você fala do casamento, essa tira aí que representa o divorcio, né? De divorcio dele da Joyce. Em 73, eles casam de novo, né? Quadim que virou viúva dele, ficou até o fim, né? Com ele, né? E depois da dim, a Lucy, e os camaracolher até confirmar isso aí, porque ele já aliu até o final, né? A Lucy se acalma. A Lucy diminui o tom, porque ele passa a ter uma vida feliz com a dimpo. Casamento vai bem, vai mais tranquilo. Isso se reflecte na Lucy, que deixa de ser naquele nível de pest, que ela é, né? Quer dizer, até isso, talvez inconscientemente, personagens vão fazendo essa representação. E ele também faz ser elementos do que aconteceu, né? Por exemplo, o H.D. V. Etinan. O Franklin, que é o primeiro personagem negro da tira, né? Sugerido, inclusive, por uma professor, parece que ele correspondeu com ele, dizendo que filho queria uma representatividade, né? Queria alguém com que ele pudesse se ver na tira, né? E aí o chute criou Franklin, que é uma dos personagens menos neuróticos da tira, né? O mais comum, assim, o chiquerinho, o chiquerinho, também tem o neuroso nenhuma, ele é bem resolvido com a sujeira dele, né? Mas o Franklin, ele tem o pai no Vietnam, na época, no final dos anos 60, né? Ele diz isso ao Charlie Brown. Então ele colocou o Vietnam na história de uma certa maneira. Os esportes, né? Ele gostava de rock, os dubéis voclaram, mas rock e golfe, os que a gente jogou, o tennis, ele jogava também, e curiosamente aqui pro Brasil, o futebol, nosso futebol só, aparece na tira algumas vezes ali, lá dos anos 70, até os anos 90, de uma maneira que eu não sei explicar muito bem porquê, mas claro que o esportava crescendo lá nos Estados Unidos na época, né? Entre as crianças, mas é curioso, né? Porque é uma coisa tão diferente lá do jeito americano de ser, né? Na época. Mas vamos lembrar que a Copa do Mundo de 94 foi lá, né? É, mas eu tenho a diferença da futebol em 78, Lucy jogando bola, né? Queria? Curioso, isso faz que era um cosmos, o Nyorque Cosmos, o Apelé. O Pé-Lé? É, o Pé-Lé foi jogando os Estados Unidos no final da carreira. É verdade. Tem uma coisa interessante assim, sobre a personalidade de Chus, que é bacana, sobre ele era muito caladão, ele não conseguia falar, ele trazia tudo para as tiras, né, que nem o naranjo falou. E cada vez que alguém sugeria aqui, porra, meu. Acho que você deve aí num psicólogo, num psiquiatra, num psicanalista, para melhorar, né? De vida, aí porque. Está sofrendo demais, ele falava que era o sofrimento que alimentava as tiras. E daí, no final da obra dele, claro que ele já estava mais doente, tal, mas a felicidade que ele encontrou com a segunda esposa, fez a luz se acalmar, fez o te alibrar e encontrou uma namorada. E no fundo, no fundo, fez perder um pouco a graça da tira. No final, os coisas ele estava certo. E essa vida dele com o namãe, as esposas, as com mulheres, e personalidade marcante, fez ele criar personagens femininas marcantes, né? Isso é interessante, né? É realmente retratando tudo o que ele passou. E ele tinha todo um esquema com as mulheres, assim, de nenhuma das mulheres dele se submeter. nenhuma pode ver todas as personagens, a série não se submetia, a marce não se submetia, parte de pimentia não se submetia, nenhuma delas. Agora, o lino se submetia a luz se, o te alibrar se submetia todo mundo, o rerunce se submetia a irmã dele, então, assim, sempre, eram as mulheres que não se submetiam e não o contrário, que era uma coisa diferente da época, né? Outra elemento é a guerra, né? Que ele não entra nenhum combate sério, mas ele viveu a guerra. O final da guerra ali na Alemanha, né? Em 45. E tá lá no ásia do Eduardo, a primeira guerra onde a homem é do esnupe, né? Nas batalhas aéreas e tudo, né? Bora ele não ter vivido aquilo diretamente. Não, mas a única vez que ele foi atirar em alguém, a arma estava descarregada. Mas ele quase morreu, porque assim, a ideia era que o grupamento dele não forma nem a baritura direito, mas o grupamento dele devia ir pra um tal lugar lá. Nesse tal lugar, os americanos foram massacrados no Sobroninguin e daí os caras falaram, "Não, não, você vai pelo outro, pro outro caminho". E daí ele nunca encontrou ninguém, nenhum inimigo. Mas ele quase morreu, se ele tivesse no outro destacamento, ele seria morto como todo mundo que foi. Por isso, também, quando ele volta pro Estados Unidos, ele fala assim que, "Ah, eu vou dedicar a minha vida a Deus porque eu sou escolhido, porque era pro item horrido e não morri". E não passou nem perringue, né? Ele nem sabia, ele só descobri o que eu dou. Um dos termos muito interessantes pra quando ele te interviewa sucesso de um material, né? É o tanto de paródias que se faz, né? Das tiras ou quadrinhos. O naranja em 2004 fez uma coluna pro Universitáculo aqui, que nasam o linkar também no posto, que é o Museu dos Quadrinhos. O garrevista grilo, por que a gente se tem 72 pelas espaços, tempo veículos e comunicação limitada. E no número 1, no número 1 da revista, tem um poster, né? Da Luce Gravida. E falando, "Você me paga Charlie Brown, quer dizer, eu não sei quem assina o poster, não tem, não tem assinatura do autor, mas deve ter sido algum fã do Charlie Brown, se vão fazer a vingança, né? Pegar a final de que são duas crianças, evidentemente, hoje o material não passaria nunca, né? De forma alguma. Essa conta capa dessa revista, hoje choca, sério, eu conheço o material, hoje você fala, "que que é isso?" Imagina na época, né? Era o nem sei como qualificar. O curioso aqui, em 2012, o Gonçalo Judo, que já teve aqui no Confis de Universito Comunosco, num programa sobre quadrinhos eróticos, lançou o livro "A Morte do Grilo", lançado durante uma festa e cómics, né? "A Morte do Grilo", a história da editora A, E, C, e do G, proibido pelo editador militar em 1973. E foram vários anos de pesquisa, três dezenas entrevistas, e a capa é essa imagem da luz, em grave, da fã peritura peixe grande, do saldozo, o Toninho Mentes, foi lançado, e que eu me lembre também, não traz o crédito, e fiquei feliz de desenhar. "Eu preciso do meu comestor, eu admi-to!" Escam, aproveitando que o gancho para te chamar aqui, foi justamente uma pergunta sobre a presença de pínatos na academia, o material do Xus rendeu muita análise em diversos níveis acadêmicos no Brasil, né? Então, começa já com o Berto Eco, né? Um Berto Eco até o falecimento dele era o maior intelectual europeu, então, assim, não era um cara qualquer, sabe? Foi o cara que ficou milionário por causa de roliúdico, ele fez aquele filme lá com o Chancôner e tal, o nome da Rosa. Então, assim, o Pêndolo de Fucô, vários, ele era um intelectual muito grande, muito grande, na década de 60. O principal da Itália é um dos maiores do mundo. Aí, o cara vai lá, escreve um texto. Primeiro, ele escreve um texto destruindo o superman, mas destruindo, falando que o superman é um herói do capitalismo, que, assim, se as pessoas estão passando fome, não importa, mas alguém só está um banco, um problema do superman. Ou seja, o superman é um serpranado. Aí, ele faz um negócio do Steve Canyon, também que é uma análise semiótica do Steve Canyon, muito bacana, e daí ele chega no Snoop, né? No Charlie Brown. E ele é só ilogios. Então, assim, ele escreve, acho que são uma 7 ou 8 páginas na versão aqui do Brasil, só de ilogios explicando como que é um microcosmos, como que cada uma das crianças que estão ali, tem uma individualidade, que é essa individualidade você, entrogeta ela no leitor, e isso que, quando ele escreveu, nem tinha a parte fimentinha ainda, né? Tinha a Violet, a Selle estava começando ainda. E mesmo assim, ele faz, nós só até se ilogios. A partir daí, o pessoal da academia começa a ficar esperto com isso. Então, lá dos Estados Unidos, aqui no Brasil, se você for agora nos anais dos Jornados Internacionais Histórios Enquadrinhos, que é o Congresso lá na USP, que tem o Paulo Ramos, Valdomiro Verguer, a Sonya Bible Euthém, o Nobushiné, e tal. Que é sempre tem pelo menos um 5. Todo ano, tem um 5 trabalho, isso seja da graduação, é um estrada doutorado, pós-outorado, sobre o Charlie Brown, impressionante. Ou na psicologia, ou nas letras, ou no design, design um pouco menos, mas letras psicologia sempre tem, porque ele é muito forte, né? É muito fácil, até de você encontrar material ali dentro. Tem outras tirinhas, por exemplo. Vamos fazer uma comparação que é um tanto maldosa, mas é verdadeira. O Charlie Brown tem uma psique muito complexa. A luz e tem, o linos tem muito complexa. Beleza, daí é fácil pra fazer. Como é que você vai fazer isso com a psique do Tintin, por exemplo? O Tintin é oco? O Tintin é sua aventura. Ele é oco. Você não sabe quem é o Tintin. Em compensação, o Charlie Brown é um personagem denso, tridimensional, e olha, eu adoro Tintin. Não me entendo mal. Mas assim, ele funciona para a aventura. Ele vai caminhar com a aventura, e o Charlie Brown caminha com as próprias pernas. O Tintin, se uma coisa desarra, você não estranha iria tanto. Porque ele é oco, ele serve pra qualquer coisa. Mas o Charlie Brown, se ele ganha, se ele chuta a bola, que é a lucitira, você ia estranhar. Então, o fato do personagem ser tão denso fornece um conteúdo acadêmico enorme pra você brincar. E você faz em números trabalhos. Digita lá no Google Acadêmico PINATES, você vê. Deve ter 50 mil, até fazer isso daqui a pouco, só pra ver quantos são. Porque é enorme. A trajetória dele na academia. Deixa eu ver aqui quantos que tem. Eu digitei a palavra PINATES. Teeeei. 291 mil coisas dos PINATES. É lógico que alguns devem ser de amendoim também. Mas vou colocar que PINATES e Charlie Brown só pra gente ver que. Oh, 18 900 trabalhos acadêmicos feitos por universidades, só sobre ele, só sobre PINATES e Charlie Brown. 18 900. Impressionante. Uma coisa legal da gente conversar também é que assim, as tirinhas do Charlie Schultz sempre foram feitas em 4, né? Então, eram 4 quadrinhos. Era 4 quadrinhos porque, né, fica mais fácil pra organizar. Pro diagramador do jornal organizar. Se ele precisasse colocar 2 em cima, 2 em baixo, 1 em cima e 3 em baixo, alguma coisa ao lado da cima, ele podia alterar. E foi assim, 4 quadrinhos até o dia 27 de fevereiro de 1988. Misteriosamente o dia que eu fiz 13 anos. Então, um dia depois de 28 de fevereiro de 1988, ele passou a abolir isso. Desde vez em quando ele fazia 1 quadrinho só, de vez em quando ele fazia 2, de vez em quando ele fazia 5, de vez em quando ele fazia 3, de vez em quando ele fazia 4 também. Mas muda essa dinâmica a partir do meu aniversário de 13 anos. Viu que más? A gente tá chegando perto do final do programa, mas antes disso, é de conversar bem off. E o Renato falava algumas coisas da versão pro Brasil, das traduções. O quanto isso foi enraizado na nossa cultura, né, isso, Renato? Em tempo, eu comecei a achar muito interessante o fato de que há muitas traduções na televisão e nos quadrinhos para pinos. E muitos elementos recorrentes do chute em texto ganharam versões diferentes, né, das as mais engraçadas, das mais comuns. Aí eu queria, que você tá algumas aqui, você se pode até dizer, lembram? Não, a gente falou do título, por exemplo, "Minduin", que surgiu antes de alguém chamá-lo de "Minduin" propriamente na tira, que o mentinto só surgiu depois, né. E até onde eu sei, até onde eu puxar em paz aqui, teria sido a versão da "maga", aquela versão do blog, nos estudos da TWS, que passava ali no começo dos anos 80, onde a pétria que o mentinto começou a chamar o "Challibrão" de "Minduin", porque "Nart 9" era "Tchuck", no "Juno" da "Tarly" era "Tchuck", no "Juno" do "Brasio" era "Tchuck". Então, não duviu "Minduin" como, efetivamente, o apelido, né? É curioso, né? E pensando aqui no tamanho de uma audiência de televisão, possivelmente pode ser daí a popularização, né, para ter ver realmente a títia muito mais gêntica que o Jornal, né? Pois é, efetivamente, depois disso, na córrad "Viro Minduin", a pétria que eu tinha como "Sorchamba" de "Minduin" na córrad, e na "LPM" também, que também é "Minduin", agora, né, na opinião descompletta, né? Então, pegou, né? Uma coisa muito interessante de ter na versão da "Maga", a "Maga Paulo" estava muito, né, o texto dos "Chuck". Só para contextualizar para quem está nos ouvindo, a "Maga", que o Renato Situou, com as vezes, era uma cooperativa, independente de dubladores, né, que fez muito sabores dos anos 80, 90, e "Maga" era a abriviatura de Marcelo Gastaudi, as iniciais, é que era o proprietário da empresa. O "Bladô" também. Isso. A "Maga" também do "Blovo Chaves", né? A "Blovo Chaves" em clássica do "Chaves" era "Maga". Muitas rosas, inclusive, são as mesmas. "Chalibrão", "Chalibrão", por exemplo, é "Blovo" dos "Chaves", né, dessa dublada. Eu perfiria, não saber disso. Desculpa. O "Chalibrão" também já do "Blovo Chalibrão". É "Berthi" "Richis". A "Maga" ela, a "Pauly" estava muito, o texto, né, tem uma sequência, por exemplo, em que a "Luce" originalmente diz ao "Churúder" em uma hora lá. "Betouvei nunca faria sucesso em Nashville", ela dá aquela provocada, né, e o "Churúder" fica indignado. Como assim? E ela diz, "Ele tinha um som de Nashville, tinha, então, e ele também não faria sucesso em novos "Orléans". Nada do "Blovo" da "Maga" ficou. "Betouvei nunca faria sucesso do "Brise", ele estava assim no "Freshness" do "Brise". Ele tocava estar antela, e ele também não faria sucesso na "Bela Vista". O "Brasa" até vai, na "Bela Vista" fora de São Paulo, eu acho que ninguém conhece muito bem, não. Então, na "Maga", a "Más" que chamam a "Patro Mintinha de Ser", causando ainda mais a confusão de gênero ali da "Patro Mintinha", ela chamava "Patro Mintinha de Ser", sem "O" né, na "Maga" ela chamava de "Mail". Você é o que é "Mail"? Engraçado isso, porque aí veja bem, todo mundo chama de "Senhou" nos quadrinhos, né, mas que virou meu, não sei se foi na "LPM" ou se foi no "Pinutes de Move" em "Voltou a Semia" em "Volsa". Que é curioso isso. Então tem umas coisas assim, a expressão "Good Gryff", né, e os todos os personagens usam "Pinutes", né, e que aqui a gente podia trazer com "Puxa Vida", né, "Maga" usava que "Láxima" todo mundo, mas o "Charly Brown" dizia que "Puxa", então, uma expressão que eu nunca tinha ouvido antes, alguém já ouviu essa expressão que "Puxa"? Não. Não. Eu nunca ouvi antes, nem depois assim, na rua. Portanto, como um elemento associado ao "Charly Brown", que no "Tradução da LPM", do "Pinutes completo", todos os personagens disse que "Puxa" "Good Gryff" virou que "Puxa" e pronto. E nesse filme de 2015, o "Snow Pit" "Charly Brown" também se usa que "Puxa". Então tem alguns elementos que mudam de editora-preditora, do "Blade" em "Pradublade" porque são várias do "Blade" no Brasil. Tem do "Blade de Albert Riches", teve do "Blade de SS São Paulo", a última edadelarte da VTI também. Então são quatro, cinco do "Blade" diferentes vezes, é o mesmo desenho. E isso, inclusive, eu acho que vale um "Mustudo Acadêmico", que eu até pretanto fazê um dia. Mas já tem, né? Já deve ter. É provável, mas ele é de 18 mil, né? Pois é. Em algum lugar, alguém já pensou nisso, né? O que não limita você de fazer o seu lógico. Tem que fazer o seu também. Quando depois dessa, só nos resta em serrar com "Puxa", né? Porque ele poderia ficar a faz algum tempo falando sobre "Pinutes "Charly Brown", o "PiComponia", mas a minha ex-identidade e pras despedidas aqueles contatos marros pra quem quer encontrar o confinhos do universo, na internet, cheia de bigos que temos por aqui. Quem não gosta de um cachorro ainda, na verdade. Ah, só, o confinhos do universo está disponível, cara. Em vários canais você curte "PodeCast" pode nos ouvir no site, no iTunes, no Spotify, no Dizer, no YouTube. Então, olha, presta atenção. "PodeCast" ponto universo, daqui a que ponto com, que é o nosso site de quadrinhos já, existe há 20 anos, nosso é encontrar todos os 114 episódios pra ouvir, na vague, faça maratona, e você é curte bastante. No iTunes é só buscar por confinhos do universo e deixar lá o seu comentário, assinar o feed pra receber novos episódios, votar lá quantas estrelinhas que o nosso programa vale. E como eu falei também, né, os streames de músicas, o Spotify, Dizer, você vai encontrar o nosso podcast, então, se você usa eles, abre a aplicativo, procure, confinhos do universo, vai encontrar e passa a seguir a gente. Se quiser mandar uma mensagem de audio para sua voz aparecer aqui no programa, a DDD11, 94583, 5989. O universo HAKIST está na gente social, no Twitter, no Facebook, no Instagram. É só buscar por o universo HAKIST, siga a gente lá pra acompanhar todas as novidades, notícias, e é claro que, sem ainda não conhece, www.univershakq.com, nosso site. Isso seja conhece, lembrando que o site foi totalmente reformulado, passe lá pra visitar, veja todas as novidades, tem várias, várias coisas de legais foram colocadas lá, inclusive uma das sessões que a gente não comentou, se damos, mas que eu já recebe comentários, é a capsula do tempo, a gente rejeitando conteúdos antigos do site. Então ficou bastante legal, passe lá pra ver. E lembrando também o nosso canal no youtube.com/univershakq, vídeos sobre quadrinhos, a gente debatendo, fazendo lives, passe a seguir a gente também lá no canal. Ótimo. Meu amigo Renato Fériques, que prazer ter você aqui nesse programa é tão especial conosco, você quer muito fan do trabalho do Charles Chuz, muito obrigado por ter dividido do seu conhecimento conosco, agora você já sabe o caminho como que eu sou um dizer, pelos nossos convidados quando vem aqui a primeira vez, valeu demais a tua presença, abração. Eu vou accedão, eu só tenho agradecer o convite e para te avisar com essa ótima aqui com esses amigos queridos, estamos aí, é como se você demagar, me chama que eu vou. Muito bom. Rodrigo, esse que é o meu velho, eu cabelo e falar pro Renato que depois sabe o caminho é mais fácil voltar, você voltou bem rapidinho, espero que você tenha gostado, obrigado a essa, portanto, conhecimento de pinas e chalichus, valeu demais. Nossa, não, sensacional né, participar é que o papo é divertido, né? Não dá pra acreditar que sou menos de 10, né? No nosso linha temporal, eu achava que a gente tinha começado há cinco minutos, mas eu acho que eu vou terminar primeiro, agradecendo todos vocês, porque foi bem legal e como diria o Snoop, a última coisa que ele fala de todas, de todas assim, Charlie Brown, Snoop, Linus, Lucie, como eu posso esquecer-los da ele assina, Charlie Chuz, e aí a cabatira e ele morre. Eu acho isso tão tocante que cada vez que eu leio isso eu tenho um suor macho nos meus olhos. Então muito obrigado todo mundo. Valeu, Renato, marçando na lejo. Eu vou, eu fiquei sabendo então que já passou da minha noite e o que eu posso fazer é me enrolar um vertozinho, né? E ir pra cama, dormir quem tinha. Obrigado, convidado. Sim, mas da casinha. Isso, em cima da casinha vai estar frio. Obrigado, meus convidados. Eu sempre vou fazer conversar com todo mundo, meus amigos, universos aqui, os nossos ouvintes, obrigado por estar com a gente, espero que curtão e vamos que vão. Sabe da leite meu velho. Primeira agradecer os camos, Renato, aqui por ter participado esse episódio com a gente pra falar de Snoop, ou na verdade, de Pina, a tira Pina, agora tem as cheiras dominicas publicadas pela Flança de Agostín, que é a a a a a a de Saju da L.P. E Pina, sempre vale a pena ler. É uma tira muito boa, mas eu queria terminar esse programa mas na verdade já agradecendo, mais uma vez, a usar apoiadores do universo agarquendo catás. Obrigado pela força que vocês dão pra gente. O site, a gente trabalhou tanto nele, ficou tão bonita agora, vendo o ar nesse dão. É uma coisa que realmente estamos querendo fazer muito a gente conseguiu. Então obrigado, continuo acompanhando nosso trabalho, pode que acho o YouTube, o site e os redes sociais e vamos seguindo em frente. É isso aí, eu vou terminar também agradecendo nossa apoiador da Glitter, pra gente ter agostínio pelo apoio nesse episódio, ao escamar o Renato, na Aranjo, o Samir, quando é spot que não está aqui hoje, né? E terminar desejando que as tiras do Snoop e Charlie Brown, Lucie, Pat Fimentinha, Linna, Shrouder e Compania sigam conquistando a France pelo mundo inteiro, mostrando como os bons quadrinhos podem ser atemporais. E a gente se encontra no próximo episódio de Confenz do Universal! [Música] No dia mais claro ou na noite mais densa, você está deixando a nossa presença. Faço uma boa viagem de mal, dá mais não fique desperso. Nós encontraremos no próximo episódio de. [Música] O site estreou totalmente reformulado, novidentidade visual, tudo. Mostro. [Risos] Nosso muito obrigado pra danilo, campos da Silva, Leonardo Ramos, Rocha, que nada. E. É, que eu parei, mas não ia atrapalhar minha gravação. Só coloca no multa aí pra não ficar vazando o seu. Espero que te culpo, sobre o texto, achei. Não, rio. Aqui. Aqui é o seu. Aqui é o seu logo. Fói para o Céssaro. Aqui é o seu logo. Já foi para o Céssaro. Está coxado, né? Está criando sado invadindo o Confenz do Universal. Aí sim. Que ele é Pínate! [Risos] O escama tinha que perguntar uma coisa aqui, isso. O escama falou, acho que umas duas ou três. Ele falou "chutes". Eu acho que você pronunciou com "t". Não? É, eu sempre faço isso. E está sempre errado, é chús. Então, a seguinte, GF, eu vou pedir pra esse queama falar um chús aqui. E aí, você vai ter que fazer uma mágica de arromar tudo depois. Pô, descuitado, GF, desculpa, GF. Nem te conheço, mas desculpa. Então pronunciam os três ou quatro chús aí, é GD. Charlie Chus. Charlie Chus. Charlie Chus. [Risos] Charlie Chus. Charlie Chus. Charlie Chus. Isso tem que fazer isso. Não, não, não. É igual, eu sou gruto. Eu sou gruto. Eu sou gruto. [Risos] Se falar três vezes, ele aparece, né? [Risos] [Som de chute] [Som de chute] Tirapino, disse que agora está sendo repubblicado as chira diárias na coleção da plena de Jaguixinha. Não, não, não, não. Estou minicais. Eu falei o quê? Diárias. Oh, não. Então, aí, aí, espera aí. Que agora até as chira diárias publicados na plena de Jaguixinha? Dona minicais! Porra de novo! [Risos] Calho, velho! Dona minicais! [Risos] [Som de chute] [Som de chute] [Som de chute]
Podcast Summary
Key Points:
Apresentação do podcast "Confusão Universo" e seus participantes, com foco em quadrinhos.
Anúncio do novo site do Universo HK e campanha de financiamento coletivo no Catarse, com metas e recompensas para apoiadores.
Discussão principal sobre a série de tiras "Peanuts" (ou "Snoopy" no Brasil), criada por Charles M. Schulz, abordando sua história, impacto cultural e a personalidade do autor.
Detalhes sobre o lançamento de uma coleção especial da "Peanuts" pela Editora Planeta, incluindo formato, preços e condições de assinatura.
Summary:
O episódio do podcast "Confusão Universo" inicia com a apresentação dos participantes e destaca a renovação do site Universo HK, possível graças ao apoio dos ouvintes através de uma campanha no Catarse, que oferece recompensas como sorteios de quadrinhos. A discussão principal é dedicada à série "Peanuts" (conhecida como "Snoopy" no Brasil), criada por Charles M. Schulz.
São abordados a trajetória do autor, sua infância, serviço na Segunda Guerra Mundial, e como elementos de sua vida pessoal influenciaram as tiras, que se tornaram um fenômeno mundial publicadas em diversos países. O episódio também anuncia o lançamento de uma coleção especial pela Editora Planeta, que compilará as tiras dominicais de 1950 a 2000 em 60 volumes, com material extra, disponível inicialmente por assinatura. A conversa enfatiza o legado duradouro de Schulz e a relevância de "Peanuts" para os quadrinhos.
FAQs
É um podcast sobre quadrinhos que discute personagens e histórias, como a série Peanuts, com convidados especialistas e fãs.
Você pode apoiar através da campanha de financiamento coletivo no Catarse, com planos recorrentes a partir de R$ 5,00, ajudando a manter o site e o canal no YouTube.
É uma coleção de 60 volumes que reúne as tirinhas dominicais de Peanuts publicadas entre 1950 e 2000, com edições especiais temáticas e textos extras sobre Charles Schulz.
A assinatura está disponível no site da Panini, com entrega de volumes quinzenais inicialmente e depois semanais, incluindo brindes exclusivos para assinantes.
Charles Schulz foi o criador de Peanuts, uma tira de quadrinhos mundialmente famosa desde 1950, conhecida por sua profundidade emocional e influência cultural duradoura.
É um site reformulado com identidade visual nova, oferecendo conteúdo sobre quadrinhos, incluindo podcasts, vídeos no YouTube e acesso a promoções da Amazon.
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