Como VENDER MAIS com a MENTALIDADE CERTA (o que REALMENTE FUNCIONA) | O Mentor Podcast - Cézar Haik
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O podcast "Foros Teresina" discute a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF pelo Senado, com 42 votos contra e 34 a favor. A derrota foi articulada por Davi Alcolumbre, que buscou proteger seus interesses no escândalo do Master e negociar com a direita bolsonarista, possivelmente para manter seu cargo na presidência do Senado em um futuro governo de Flávio Bolsonaro. O governo Lula foi surpreendido, com suspeitas de traição interna, especialmente de Jaques Wagner, que teria dado sinais ambíguos. A vaga no STF pode ficar vaga até as eleições, aumentando a incerteza política. O episódio expõe a fragilidade do governo, mas não necessariamente sua força eleitoral. Outros temas incluem o avanço de pautas conservadoras contra o aborto, com o Conselho Federal de Medicina ganhando espaço no STF, e a viagem de Hugo Motta e Sironogueira no jatinho de Fernandinho IG, alvo de investigações da Polícia Federal por irregularidades no desembarque de bagagens. A análise destaca a complexidade das alianças políticas e o risco de erosão democrática.
[Música] Olá! Sejam muito bem-vindos ao Foros Teresina, o podcast de política da revista Piauí. Botaram-se! 34 senadores e senadoras! Botaram-no! 42 senadores! Foi rejeitada a indicação! Eu Fernando de Barros e Silva da minha casa em São Paulo, tem alegria de conversar com os meus amigos. Ana Clara Costa e Célso Rocha de Barros, no estúdio Rastro no Rio de Janeiro. Olá, Ana Bemvinda! Oi Fernando, Oi pessoal! Sou totalmente contra o aborto. Absolutamente! Da minha parte não haverá qualquer tipo de ação de ativismo em relação ao tema aborto na minha juridição cloncional. De Cará Célsocazca de Bala. Fala Fernando, estamos aí mais uma sexta-feira. Foda sorte de mentiras para me descursuir o correu. Nós sabemos quem promoviu tudo isso. Mais uma sexta-feira, antes dos ações da semana, eu quero agradecer em nome do Foro e da equipe da Piauí, a colida que a gente teve no primeiro Foros Teresina Alvivo no passo do frevo, no Recife, no último sábado, foi realmente um acontecimento, né turma. Foi demais, gente, assim, a gente ficou muito feliz. Nossa! O lugar incrível, maravilhoso, as pessoas super engajadas ali no programa foi muito legal. Não, foi maravilhoso mesmo. O passe do frevo é lindíssimo. Assim, recomenda todo mundo que for Recife que visite. O pessoal de Recife foi muito gente boa com a gente. A gente de um pessoal, a gente de Marcelo. A gente realmente foi muito legal mesmo. Muito legal. O nosso próximo encontro Alvivo será a feira do livro no dia 30 de maio sábado em São Paulo. A gente vai dando mais detalhes nas próximas semanas. Agora sim, vamos aos assuntos dessa semana. E que semana? A gente abre o programa pela derrota que o Senado em Poes Alula ao rejeitar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. O nome do advogado geral da União, escolhido por Lula ainda em novembro do ano passado, foi derrotado de forma contundente pelos senadores liderados pelo presidente da casa da vi ao columbre. Foram 42 votos contra a indicação e apenas 34 a favor. Era o necessário, os 41 votos para que Messias se tornasse ministro do Supremo na vaga que foi aberta com a saída de Luis Roberto Barroso. O governo trabalhava com uma projeção apertada a favor de ser o indicado e foi surpreendido pela manobra que juntou boa parte do Centrão a direita Bolsonaroista. Hora antes da derrota em plenário o placar na comissão de constituição justiça de 16 a 11 a favor de Messias já dedicavam o cenário pouco promissor. Ao columbre como se sabe, não havia engolido o fato de Lula ter preterido o senador Rodrigo Pacheco, seu antecessor na presidência da casa. Lula optou por um nome de sua confiança, prevaleceu como se diz o critério da lealdade, o mesmo que havia vingado nas escolhas de Flávio Dino e Cristiano Zanim. O ambiente porém mudou. Se a opção por Messias era ruim e era, a sua rejeição é bem pior e a ponta para um horizonte sombril. O resultado da votação, a derrota por lavada do governo é sintoma da aerosão despectativa de poder. Os senadores não teriam embarcado no jogo de alcolumbre e se senti sem Lula como franco favorito a reeleição. O presidente do Senado já teria se comprometido inclusive a segurar a vaga para depois das eleições o que reforça essa percepção. O país corre o risco de eleger Flávio Bolsonaro e ver uma suprema cor descomposta à imagem e semelhança do Bolsonaroismo o que significa o fim da democracia nada menos do que isso. O céu suvei batendo nessa tecla há algumas semanas. Além disso, caso máster, a columbre, como se sabe, está envolvido até o pescoço no escândalo. Como ele, parte significativa do centrão e ministros do próprio Supremo ao columbre teria oferecido a cabeça de messias em troca de um acordo para tentar barrar as investigações no âmbito do Congresso. A PF, no entanto, segue investigando o caso. Essa saber entrou outras coisas como reagirá a André Mendonça, evangélico como messias, que também foi derrotado. No segundo bloco, a gente continua com esse assunto jogando no sobre a questão do aborto que esteve no centro da sabatina de messias. O candidato usou a sua posição conservadora sobre o tema para tentar conquistar o apoio entre os senadores. Não rolou, mas as concessões a respeito dessa pauta vão muito além da sabatina. Movimentações recentes no STF, pareceres da AGU e da Procuradoria General da República e ações do Conselho Federal de Medicina, esse entro do obscurantismo, mostram uma ação concertada contra o aborto legal, bandeira política da extrema direita. A Ana Clara traz uma apuração exclusiva sobre esse assunto, a visão do Conselho Federal de Medicina tem ganhado espaço no supremo e isso é bem grave. Por fim, no terceiro bloco, a gente fala da viagem do presidente da Câmara Hugo Mota, con senador Sironogueira, presidente do progressistas, no jatinho de Fernando Leveralima, o Fernandinho IG, personagem equívoco do Subimundo das Bets, que já foi esquadriado pelo João Batista Juno na Piauí. O voo em questão saiu da ilha de São Martinho para isso fiscal no Caribe, posou em São Roque, no interior de São Paulo, na noite de 20 de abril de 2025, há pouco mais de um ano. Veio a tornar agora, porque a Polícia Federal investiga irregularidades no desembarque de bagagens que não passaram pelo Raio X, como ocorre com qualquer cidadão comum, mas não com esses cidadãos de bem. Além de Hugo Mota e Sironogueira estavam no voo, vejam só os deputados do Toro Eizinho, do PP do Rio de Janeiro, e esnal do bolhões do MDB de Alagoas. Estava também o ex-veriador de teresina Vitor Linhares, álvo de uma operação que investiga a ligação entre o crime organizado e os setores de combustíveis. Além dessa turma da pesada, também estava no aviãozinho em Prezário Fernando Cavendiste, dono da empretera delta, aquele condenado pela Lava Jato do Rio de Janeiro, o mesmo da Farras dos Guardanapos de Sergio Cabral. É isso. Vem com a gente. Muito bem, Ana Clara, vamos começar com você. Muita coisa para se falar, você pode começar pelo relato aí, pela sua apuração do que ocorreu nessa quarta-feira, pelos desdubramentos, te deixa a vontade para organizar aí o seu relato. Soco. Bom, eu quero começar primeiro me defendendo de mim, né? A gente está gravando esse programa horas depois do ocorrido, ainda tem muitas versões circulando sobre os fatos, muita gente há vida para comprar versões, muita gente há vida para implacar versões, então assim, só conforme nos dias foram passando que as informações checadas e rechecadas e confirmadas vão aparecer, né? Muito difícil você ter exatamente o que aconteceu tão rápido. Então, me defendendo de mim, começo. Eu queria começar pelo que já sabemos aqui e já falamos aqui, nós e toda a torcida do Flamengo, o time de vocês aqui, dessa insatisfação do Senado com o nome do Messias, o Senado queria o Rodrigo Pacheco, desde o princípio, por algumas razões que se tornaram mais urgentes conforme o escândalo do Master, foi transcorrendo. Primeiro, o Senado queria indicar o Rodrigo Pacheco, porque era um cara da casa e o Senado achava que o Lula devia isso para eles, porque eles seguraram vários rojões para o governo, eles atuaram de maneira alinhada ao governo nos processos tanto econômicos quanto relacionados ao Bolsonaro, e eles achavam que o governo tinha essa dívida com eles. E o Supremo também via o Pacheco como um nome, digamos, consensual, um nome de acomodação, talvez essa seja a melhor palavra, que acomodava vários interesses ali, no interesse do Senado, ou seja, que a oposição não faria uma crítica a essa indicação, o centrão, a direita, e até mesmo a esquerda, não tem nada muito forte contra o Rodrigo Pacheco, pelo contrário, até, segundo momento, nesse nada, aconteceu até agosto, ele seria o candidato do governo ao governo de Minas, e o próprio Supremo manteve uma ótima relação com ele quando ele foi presidente do Senado. Só que isso é a radiografia do ano passado. Quando o Máster aconteceu, tem uma movimentação muito contundente da classe política para matar esse inquérito, que está rolando com André Mendonça. E conforme o André Mendonça foi se movimentando nesse inquérito, ele foi dando indícios de que ele não vai poupar o Supremo, nessa história. Ele agiu de uma forma não a demonstrar que ele vai, ele próprio, seu autor, de qualquer coisa que prejudica o Alexandre de Morais. Mas, ele também não vai impedir. Eu, de Astófule, né? Nem o de Astófule, mas nesse caso, Fernando, verdade, seja, o de Astófule, não tem hoje, falando do jogo, de como estão as peças no Supremo, quem está tocando isso é a Alexandre de Morais. O de Astófule tá se. sendo levado a Rebok. Ele tá sem condições políticas e de articulação para fazer qualquer coisa. Não, eu digo só para a gente não esquecer que se junta ia ia no meio do caminho, no meio do caminho, existe um ta ia ia. Claro, é só que é o Alexandre que tá liderando o movimento no supremo. Perfeito, perfeito. O Alexandre e o Gilmar, né, no caso, por razões diferentes. O Alexandre, porque ele quer sobreviver e o Gilmar, porque ele acha que esse escândalo vai ser ruim para a instituição. E aí, indiretamente para ele próprio, né, claro. Então, quando o governo decide indicar o messias, mesmo sabendo dessa contrariadade, e o messias usa muito essa carta do Evangelico para tentar conseguir apoio, né? Então, se aproxima do André Mendonça, que também foi a G.U., né? Aliás, eles têm essa mesma origem, né? Com a incidência. Também foi a G.U. do Bolsonaro. Ele saiu para o cima do André Mendonça. E isso, hoje é preocupação número um do Davi ao Columbre, do Hugo Mota, do Alexandre de Morais, de todas as lideranças políticas. É o master, né? É o que vai sair na delação do Daniel Vorcaro. Qual reação vai provocar a delação dele nas forças políticas? Esse é o retrato do Brasil, quando o Lula fala "não me importa que vocês querem, Rodrigo, eu checo, eu quero que vá o nome do messias". E quando o Lula faz isso, ele tá partindo de uma premiss história que já que é prerogativo do presidente, uma vez que o presidente indica, esse nome é aprovado, né? Que é o que aconteceu, ao longo dos anos. O Lula acha, bom, eles vão ficar contrariados, ok, mas vai passar. Até a gente falou aqui no foro, algumas semanas, o próprio Valdemar declarou publicamente "não, vai passar". E de fato ia passar, só que conforme as coisas do Daniel Vorcaro foram se agravando, outras articulações foram sendo feitas ao longo do caminho, para chegar no resultado que a gente teve agora. E foram articulações muito recentes. Então, eu vou tentar dividir em partes, para não ficar muito confuso. Eu acho que o protagonista dessa história é o Davi ao Columbre, por razões paroquiais, mas também por razões conjunturas, ele próprio tá envolvido no escândalo do Master, seja, por meio do fundo de previdência do Amapá, que familiares dele tocam e investiram dinheiro no Master e perderam esse dinheiro, seja pela carbono oculto, que é aquela operação sobre o Amáfia dos Combustíveis e como ela se associava com a faria Lima, o Betuloco, que é um parador, que era responsável por esse esquema e que tá foragido, entregou uma proposta de delação, denunciando várias pessoas citando, inclusive, da viola Columbre. Tem um caso específico que a Piauí publicou em que eles pagaram um show do Roberto Carlos para o Davi ao Columbre, em uma mapa em troca de uma decisão favorável na INP, na agência reguladora do setor de Combustíveis. Essa proposta de delação não foi aceita pela PGR, até agora, recentemente um assessor do Davi ao Columbre, a polícia federal divulgou ali uma operação contra ele que pegou ele com um monte de dinheiro vivo, o Davi ao Columbre, enfim, eu não vou ficar mistendendo muito sobre ele, vocês podem ler sobre ele, no perfil que a Piauí publicou no mês passado da Camille Lichot e Dualand abreu. E excelente mesmo. Tá esquadrinhado tudo ali, né? O modo que os operantes, como ele age quais são os interesses que movimentam as decisões dele, né? Toda imoralidade de um cara que ocupa a posição que ele ocupa nesse momento. Um gangster, falo eu, não é o que tá escrito. Um gangster do Centrão que foi alçado a condição de presidente do Senado e foi visto na ocasião como a opção menos ruim, né? Um possível aliado de ocasião do governo, dados a circunstâncias bastante dissuavoráveis, tá aí, é um gangster. Exato. Então ele é o protagonista dessa história, porque ele assumiu pra ele por interesse particulares e por interesses da casa do Senado essa função de derrubar o messias. E aí ele teve colaboradores. Cujo peso, a gente ainda não consegue dizer o certo. Então assim, o Alexandre de Morais seria um desses colaboradores. O Daviol Columbre e o Alexandre de Morais tem uma boa relação há bastante tempo. O Daviol Columbre sempre barrou tudo que o PL quis fazer contra o Alexandre de Morais do Senado, ele barrou prontamente. Quando o escândalo do Master veio, o Daviol Columbre disse logo de cara que nada ia acontecer este ano contra a ministro do Supremo no Senado, eles têm uma relação, digamos, próxima. E dentro dessa questão do Master, eles caminham juntos, né, no sentido de matar esse inquérito. E de avaliar que o trabalho do André Mendoza vai contra o que eles querem nesse aspecto, né? A gente já falou que algumas vezes que inclusive tem uma questão de atingir o próprio governo, mas o André Mendoza também quer que atinge o Supremo. Sim, todas as finalizações do André Mendoza aviam sido, pelo menos até agora, nessa direção. Bom, então essa posição da Alexandre de Morais é vista, como, digamos, importante para essa articulação toda contra o nome do Messias, mas não se sabe ao certo, o que ele fez? Quantos votos ele converteu? Ele pessoalmente negou qualquer atuação, foi procurado pelo Estadão e mandou uma nota, fazendo que não falou com ninguém e tal, mas antes da votação ele fez um jantar em que ele convidou o dao a vi ao columbre e várias pessoas o centrão para a casa dele. O jantar não era para o Davi, né? E tinha pessoas do governo jantar, etc., mas nesse jantar, segundo a coluna da Mônica Bergamo, o Davi já teria falado que eles iriam derrubar o Messias em rodas nesse jantar. Tem uma outra questão que é o próprio Messias. Ele teria segundo as fontes que eu engover sei, um sentido pro governo que ia dar aquele ia conseguir esses votos, que nesse beijamão que eles fazem, ele próprio tinha contabilizado que ele teria os votos, que o governo poderia mandar a piscenado, que ia dar certo. Então essa próatividade dele, essa convicção dele de que daria certo teve um certo peso, né? E o Davi ao columbre ele agiu de uma forma muito ambígua e o que dificultou pro governo se defender, porque, assim, o Davi ao colubre poderia ter falado abertamente, ó, não adianta vocês mandarem, não vai passar, ele poderia ter falado isso, porque era o que ele estava falando nos bastidores, só que ele não falou isso pro governo, ele dava declarações ambígulas na relação com o governo, ou então não recebia, não conseguia receber, ou guimarães e tal, e aí isso deixou o governo também achando que podia conseguir chegar no laço, sabe? Conseguir os votos bem ali no limite, mas conseguir os votos. Um outro ponto importante, dentro do governo, tem um cheiro de traição em relação ao Jax Wagner no Senado. O que que acontece? O Jax Wagner, ao dar retorno pro Lula sobre essa articulação, teria dito pro Lula que eles estavam com os votos. Só que quando você olha a cena da votação, e essa cena estão sendo divulgadas, aí o Jax Wagner tá ali interagindo com o Davi Olcoulumbri, assim como se ele fizesse parte daquela turma linda, entendeu? Perguntando quantos votos, e no vídeo da votação, o Davi Olcoulumbri fala pro Jax Wagner, que o governo vai perder por oito, o Jax Wagner recebe essa notícia plássedamente até quase rindo, dar um tapinha nas costas e sair, como se fosse membro daquela própria confraria, entendeu? E não alguém que tivesse representando os interesses do governo. Então existe um cheiro ali dentro do governo, né? Traição mesmo, assim, há uma percepção de que o Jax Wagner não foi fiel ao governo e sim ao Senado nesse aspecto. E tem ainda o Flávio Dino que também nega até feito qualquer articulação, mas o governo recebeu informações dos bastidores de que a suplente do Dino no Senado teria votado contra o Messias, teria dito nos bastidores que votaria contra o Messias, na verdade. E aí por último, porque qual seria a lógica, né? Você pensar como é que o Alexandre de Morais ou ministros do Supremo estariam concordando com uma articulação para evitar este nome e correu risco de essa vaga ficar para um próximo governo que talvez seja um governo do Flávio Bolsonaro. Que lógica explicaria que o Supremo fosse parceiro dessa articulação. A explicação para isso, segundo as pessoas com que eu conversei, é que aí que é entre o Flávio Bolsonaro na história. O Davi ao colombro e teria tido conversas com Flávio, buscando uma composição para ele continuar na presidência do Senado caso o Flávio ganhe, ou seja, a partir do que vem, porque a partir do que vem teria uma nova eleição para a presidência do Senado, e todo mundo sabe a público notório que o Roger Marinho seria o candidato da direita para assumir o Senado, isso é o que ele sempre quiseram. Mas que o Davi teria condicionado essa atitude que ele teve, ou seja, ele daria de presente uma vaga no Supremo para o Flávio caso ele ganhe, se o Flávio se comprometei a apoiá-lo. E aí, com isso, ele garante para o Alexandre que ele não vai pautar o impeachment do Alexandre ou de qualquer ministro do Supremo num governo Flávio. Seria esse o encerramento do ciclo dessa operação que impôs essa derrota para o governo. E para o governo hoje falar "Ah, então era o pacheco que vocês queriam, então agora eu vou indicar o Não, não. Não, não.
E daí já ficou um milhante demais. Então, o governo não vai indicar um novo nome. Já está claro isso. Se acho que eles não vão indicar ninguém, e vão aceitar perder a vaga? É porque, diante da situação, se você indicar um outro nome, já, você está muito fraco, entendeu? O que aconteceu foi uma situação de fraqueza extrema, e que você corre o risco de perder de novo e aí só piorar a situação, entendeu? Então, assim, o cenário hoje é de não indicar ninguém até a ilestão. Esporte mudar o longo das próximas semanas, o que me chama atenção nesse resumo que você fez. Também é a delicadeza de dificuldade desse acordo que contempla ao mesmo tempo os interesses do Flávio Bolsonaro, da direita Bolsonaroista, e do Alexandre de Morais. Alguém vai ser traído no meio do caminho. Claramente, se mostra um pouco, onde estamos pisando agora a selso, para te colocar na conversa, a fragilidade do Lula, né? Isso espoio um pouco o momento que a gente já vem falando, o momento ruim, não quer dizer que o Lula não é o candidato competitivo, ele é assim, o candidato competitivo, mas esse episódio é ruim, bem ruim. Então, Fernando, pro governo é péssimo, quer dizer, você dá uma impressão de governo já no final, meio pato manco, né? Sem condição de fazer as coisas. Eu descordo de quem acha que isso é indicativo para a ilestão. Isso, eu acho que não. Sejamos honestas, assim, se você for agora ali na central do Brasil, perguntar para as pessoas, o que você acha da rejeição do mesismo? Acho que ninguém viu isso, ninguém tá pressando atenção. Não, concordo com você, mas isso é mais como uma percepção, os senadores não queimam dinheiro pelo contrário, né? Exatamente, exatamente. Mas inclusive, se os aliados políticos, se eles tiveram uma boa leitura política do caso, também não vão interpretar isso como sinal de fraqueza eleitoral. É um sinal de fraqueza do governo momento para provar as coisas que ele quer. E o Lula, obviamente, pode perder ele, são por outros motivos, mas não porque, enfim, o Messir não foi indicado para o Esteve. Bom, o que a Ana falou até agora é a melhor explicação que eu vi até agora sobre isso. E eu acho que esse processo todo, a rejeição do Messir, é fruto de nâmpicas diferentes que têm marcada a política brasileira recentemente. Primeira dinâmica, o máster, né? Então, como a Ana disse, se você for procurar que asuntos, uniflávio, bolsonar-o e a lixão de morais, o banco máster. A direita tá pesadamente envolvida com o banco máster, a lixão de morais tá pesadamente envolvida com o banco máster, e caso se confirme, a manobre dos Jax Wagner contra Messias, o PT da Bahia, praticamente o único ponte contato da esquerda com o banco máster. O máster tem um desempenado, um papel gigante, me disse negócio, né? Por o pessoal que vem dizendo assim, por exemplo, isso me lembrou das semanas do impismo, gente, o impítimo, era classe política pressionando a dima, porque ela não conseguia matar a lavajato. Então, isso pode, perfeitamente, também, se pressando a classe política para o governo, para todo mundo dizendo, "Má, tem esse escândalo do máster, porque se começar a fussar esse negócio, vai ser muita gente." Como disse a Ana, é difícil ainda a gente pesar precisamente o peso de cada fator, né, nesse aspecto. Mas que a história do máster teve relação com isso, me parece bem claro, pelos agentes envolvidos. E principalmente, por essa aproximação de Bolsonaroismo é a de forma de morais. Realmente, me imagino um outro assunto, em que eles teriam interesses comuns para fazer uma aliança. A segunda dinâmica recente da política brasileira que tem influência nessa agência do Messias, é o enfraquecimento progressivo do poder executivo, né? A gente já falou que várias vezes, desde o segundo mandato da Dilma, o Congresso tomou para assim um monte de prerogativos que era o executivo. O orçamento é o caso mais óbvio, né, assim, a proporção do orçamento, que passou a ser composto de menos parlamentares, é um escândalo, inclusive, se está animado, aí votava a presidente, "desenvolvava, vou votar no cara, vai fazer um monte de coisa." Não vai, eu não sei quem vai ser o presidente, mas se ele não vai fazer um monte de coisa, que não vai ter dinheiro para ele fazer, uma grande parte do dinheiro vai para a imenda para aumentar. E não foi só isso que o Congresso vai fazer, no começo do governo Lula, quando Lula está montando o governo dele, o Congresso foi lá e mudou as atribuições ministérias. Não sei se vocês lembram disso, eles se entrou meteram na formação da estrutura ministerial, que nunca tinha acontecido. E agora, cá entre nós, o Ocolumma está querendo que o Senado indique o ministro da STF, não é que o Messias foi derrubado. Pelo que a gente está entendendo até agora, qualquer um que não fosse o passeio com o Ocolumma de trabalhar com andar. O Ocolumma não está exercendo sua atribuição constitucional de vetar o indicado pelo poder executivo, que é direito do Senado, o Senado tem direito de vetar. Cá em turnoja, a diveta é vetado muito mais gente que entrou para o Supremo, né, gente? Pela amor de Deus. O Messias está muito, muito longe de seu pior cara, que já foi indicado por Supremo, certo? Inclusive, se tivesse entrado para o Supremo, estaria muito, muito longe de seu pior do ministro. Agora, o que o Ocolumma fez? Não foi só vetar uma indicação do Executivo. Ele exigiu que fosse o cara dele. E tudo isso é muito ruim para o próprio passeio, porque demonstra que ele seria um cara do acordão, né? - Exato. - Não um cara do. Exato. - Compri o seu papel. - Exatamente. Então, uma coisa que já está claro, é que, ao contrário do que a Constituição determina, essa vaga de ministro do STF não vai ser preenchido pelo cara que teve a maioria dos votos em 2022, como a lei determina, vai ser preenchida, ou pelo cara que tiver mais votos em 2022, caso a indicação fique pro próximo mandato, ou pelo presidente do Senado. Ele aqui não tem a tribuição constitucional de edicamento para o Supre. Então, assim, é um caso de deterioração institucional mesmo, isso aqui. Não é tratar só como se fosse bom. O Lula perdeu o outro ganhou, isso é um problema institucional sério, assim, isso é um precedente bastante grave. - Perfeito. - E inclusive, por exemplo, o bom do Moro é que ele é um fascista burro, então ele fala em voz alto que os fascistas inteligentes fazem na encolha. Então, ele falou, durante a sabatina, que ele achava que a vaga deve ficar pelo próximo mandato, que é o que os outros Bolsonaro também estavam tentando, mas ninguém falava em voz alta, né, cara? Porque é feio. E aí, eu me apregunte pro Moro. O Gil Marmenes deve se aposentar em dezembro de 2030, pelo menos é a saída de um limite para ele se aposentar pela idade, não sei o quê? Vai ser o último mês do próximo mandato presencial. O Flávio Bolsonaro, o Cácer de Leito Presidente, se compromete a deixar essa vaga pro presidente seguinte, imagino que não. E antes de que pareça que seja uma questão teórica, foi exatamente isso que aconteceu no Estados Unidos. Sim. Isso é importante com o Obama. É, no último ano do governo Obama, o Obama indicou Mérclic Garland para uma vaga que abranço para uma corte quando morreu um juiz conservador. O G.Pub, o que não deixaram ter nem sabatina? Fala, não vai ter nada. Ninguém mexe nisso. Vamos deixar o Trump preencher essa vaga quando ele se eleger. Foi isso que aconteceu. Não teve nem a argoição do Mérclic Garland. E quando o Trump assumiu, ele indicou um outro carinho com o Greco confirmou. Aí você vai dizer, "Tá bom, então a regra agora é que se for no último ano, fica por próximo." Não. Porque no último ano do mandado do Trump morreu uma juiza democrata, o Trump indicou outro cara e o Congresso aprovou na maior alegria. Então, assim, ninguém acredita que isso é uma questão de princípio que, enfim, será que não é melhor se for no final do mandato? Não, isso é tudo sacanagem, é tudo mutreto. E como consequência do Trump ter conseguido uma mal-ordinante supremacorte? Graças a essa maracutáia, a composição republicana do supremo restringiu o direito a aborto, derrubou a decisão que legaisava aborto em nível nacional, agora ficou para os estados e vários estados proibiram o aborto. E essa semana, cara, a super-acorte americana tomou a decisão gravíssima. Ela quebrou uns principais princípios que sustentavam o "Volting Rights Act", que foi a decisão que proibiu a segregação racial no voto, no Estados Unidos, que proibiu medidas que dificultassem o voto dos negros, principalmente no sul, que é onde isso acontecer com mais frequência. Então, essa semana, a super-acorte barrou um mapa de distrito celebrar da Lusiana, os sausos de estivôs de estritual, então os deputados são eletos por distritos, e a gente já falou que algumas vezes que o desenho desses distritos é sempre uma sacanagem sem limite, sem que os caras desenham o negócio para favorecer um a ou outro. E nesse caso, o que tinha acontecido é que a Lusiana tinha crescentado mais um distrito na hora de redesenhar, que ficava dois distritos de maioria negra. Então, passou a eleger dois parlamentares negros. Os caras que entraram com essa ação nas privacos de americano, se identificam como não africano-americanos. Eles são o quê? Vou lá, chute aí, vocês são os que mostram o quê? E eles entraram com uma. Um pedido lá, nas privacos, pedindo para derrubar essa mapa, eleitoral, e as paraacordem o robô. Então, a Lusiana vai voltar a ter um distrito negro só, porque uma das estratégias para amêlar o voto das minorias, é você dissolver o voto das minorias em vários distritos, em que elas ficam sempre minoritários. Então, se você tem um cinturão ali onde só mora anego, você bota cada pedaço desse cinturão como uma minoria num distrito onde tem mais branco, e assim, vai matando a chance de legir uma minoria. Isso acabou de acontecer nos Estados Unidos, só porque houve essas maracotássitas toda a indicação de ministro da Suprema Córsina. Então, assim, agora, se o Flávio tiver o direito de cair essa vaga, ele já tem tudo para terminar o mandato com a maioria do Suprema, enfim, quem quiser achar que não tem risco isso, continua fazendo o que está fazendo. Muito bem, a gente encerra, então, o primeiro bloco do Promo Porá aqui, fazemos um rápido intervalo, na volta, nós continuamos falando do Suprema e da questão do aborto, já voltamos. Muito bem, estamos de volta. Ana, cara, vou passar para você que tem uma apuração a respeito da movimentação no Suprema, no próprio governo, e na procuradoria geral, a respeito da questão do aborto, tentando consagrar esse retrocesso que está em curso. É, estamos falando
- O aborto legal, não do aborto. - Do aborto legal, não é? Sim, não é da expansão do direito do aborto. É, a gente está falando justamente da tentativa de solarpar o direito que existe. O direito ao aborto legal. Eu queria começar, Fernando, pegando uma reflexão que o céu se fez no final da fala dele agora, sobre essa mudança na composição do supremo, que em um epotético governo flávio, a gente poderia ter, então, um supremo de maioria conservadora. Eu descordo, porque eu acho que a gente já tem um supremo de maioria conservadora. É só que ele se movimenta aos sabordas circunstâncias e acaba que numa situação como governo Bolsonaro, por exemplo, o supremo acabou adotando uma postura de freio aquilo tudo, mas eu não acho que isso significa que é um supremo de maioria progressista, ou de maioria liberal, ou que seja, as próprias indicações do Lula, os cristanos aninhem, não é um cara conhecido pela sua visão progressista ou liberal de qualquer forma. O flávio dino mais ou menos. Eu não sei, eu não acho que a Alexandre de Morais seja essa pessoa também. Bom, então, dito isso, eu queria pegar um pouco que aconteceu na sabatina do Messias, pra trazer esse assunto que a gente já tratou outras vezes no foro, que é essa cruzada do mundo conservador contra o aborto legal. Deixe-á claro que é legal. Aborto a que as mulheres têm direito legalmente quando são vítimas de estupro, quando a mãe corre risco de morrer e, no caso de anessefalia. O Messias, ele usou a carta do aborto, de ser contra o aborto, se diz terminamente contra o aborto, e tal, como um ponto positivo da indicação dele, dentro desse congresso, desse senado, desse congresso, outra conservador que a gente tem, quando o assunto é aborto, e isso foi, como se fosse um título de pertencimento pra ele, tá vendo como eu pertenço ao mesmo grupo que vocês, eu também sou contra, eu também sou conservador. Isso é um sinal de algumas mudanças que estão acontecendo no centro do poder e que podem resultar, inclusive, na perda do direito do aborto legal, que é o único direito que a gente tem. A gente tem que pressar atenção porque tá tudo acontecendo agora. Então, enquanto tá todo mundo olhando pro máster, na imprensa, até a própria clássica política e tal, tem movimentações acontecendo sobre esse tema, que estão passando ao largo da cobertura, ou da compreensão das pessoas muitas vezes interessadas nele. A gente já discutiu aqui no passado em 2024, quando o Conselho Federal de Medicina fazendo o lobby no congresso e tendo como patrôno o deputado Sosten Escaval Cante, líder do PL, tentou criminalizar a mulher que faz o aborto legal acima de 22 semanas. O que estava acontecendo naquele momento e que se mantém até agora? Não é que as mulheres estavam as meninas, no caso criança, estavam indo fazer o aborto com uma criança de 4, 5 meses por vontade própria. Elas não estavam conseguindo fazer aborto na rede pública, e isso fazia com que a gravidez se prolongasse mais do que devia e chegar a ser o ponto de chegar no 5 meses de gravidez e o médico não queria fazer o aborto, porque já é uma criança formada, e ele não queria fazer aquele parto em fermeiros, médicos, etc. - Aquela interrupção. - Fazia aquela interrupção, exato. Mas o problema é. A gente não está conseguindo chegar no ponto de uma mulher poder fazer antes do 5 meses, porque os próprios médicos e muitos enfermeiros não estão querendo fazer, seja porque questões religiosas, seja porque questões políticas, etc. E se direito básico da mulher não está sendo garantido e que está fazendo com que ela chegue até mais de 20 semanas com essa gravidez mantida. Bom, esse assunto foi para o Supremo, foi ser discutido no Supremo em 2024, e o que está acontecendo desde então? Primeiro ponto, a procuradora general da República se manifestou agora em março de 2022, defendendo essa posição do Conselho Federal de Medicina sobre a proibição da Sistolia Fetal, a partir da vigésima segunda semana de gestação. A PGR adotou integralmente os argumentos do CFM e chegou a dizer o seguinte na manifestação da PGR, não existe direito subjetivo público de exigir do serviço de saúde do Estado a realização do aborto legal. Eu quero bater no ponto da temporalidade, se é sendo tocado desde 2024, e justamente agora, nesse momento que a gente está fazendo tudo isso, a PGR se manifestou sobre esse tema. Outra coisa que aconteceu recentemente, tem uma DPRF que também corre no Supremo sobre a possibilidade de enfermeiros poderem fazer o aborto legal, sem a presença de médicos, já que os médicos estão adotando essa posição. A de vocacia general da União, sob o liderança do Jorge Messias, pediu para o Ministério da Saúde um parecer sobre esse pedido dos enfermeiros, de eles poderem fazer, já que os médicos estão criando todo esse problema. O Ministério da Saúde deu um parecer técnico favorável para a G.U. -Favorável ao pleito dos enfermeiros. -Au pleito dos enfermeiros. Pois bem, agora, recentemente, enquanto Messias estava fazendo esse pereplo pelo Senado, a G.U apresentou duas manifestações nessa DPRF, pedindo a improcedência dessa ação, ou seja, mesmo que o Ministério da Saúde tenha se manifestado a favor, a G.U. Desconciderou essa manifestação, pediu a improcedência da ação, ou seja, enfermeiros não podem, sustentando que o aborto é crime no Brasil, o procedimento deve ser restrito, exclusivamente, aos médicos. E essa manifestação também, o time dela foi agora, né, neste momento, em que essas coisas estão acontecendo. A G.U. do Messias. Tem uma outra ação que está correndo no Supremo, que está sob relatoria do Alexandre de Morais, que é sobre a autodeterminação de gestantes. O que significa isso? Significa a mulher gestante ter o poder sobre o que vai ser feito do corpo dela, eu não estou falando de aborto. Eu estou falando de violência obstétrica, escolher o método de pato. Por exemplo, vou dar um exemplo para vocês na época da pandemia. As mulheres que estavam internadas em razão da COVID e grávidas, como escolher o que ser feito naquele momento, né? Que procedimento que ela queria ser possível, aquela grávida escondinual, não. Há muitos casos de mulheres que não tiveram como escolher entre a vida delas e a do próprio bebê, por exemplo. Há muitos casos em que médicos escolheram, salvar os bebês e não as mães. Isso aconteceu na pandemia, há casos tramitando sobre isso. Então, você tem essa ação no Supremo sobre a autodeterminação de gestantes, que está correndo de de morais. E se caso também está tramitando, já tenha alguns anos, e agora, em abril, ele liberou também nesse mesmo time de todas essas manifestações contra o aborto legal, ele liberou essa pauta para julgamento. E é uma ação que, na verdade, o CFM é contra essa autodeterminação de gestantes, entendeu? O CFM é a favor, que a mulher não tenha necessariamente que decide nada, que seja uma decisão domédico. Existe um retrocesso que está acontecendo que a gente não está olhando, e que, eu acho, ele está muito ligado menos a convicções de cada um deles, dessas forças políticas que estão se movimentando. E mais ao ano que vem, entendeu? Se o foram o Senado Super Conservador, se foram o Senado liderado pelo PL, o que esse Senado pode fazer para o Supremo? Se o Alexandre de Morais estiver no Supremo, dele vai ser o presidente do Supremo, ele vai ter essas ações na mão para pautar. Então, ele está jogando com isso. Seria em gênero da nossa parte achar que ele não está jogando com pautas que interessam para o Bolsonaroismo na hipótese de ele ficar no Supremo, na hipótese de adelação do Daniel Vorcaro, não dinamitar o cargo dele, né? Eu estou falando deles, especificamente, mas eu não acho que ele seja necessariamente o principal personagem dessa história que eu falei. Eu acho que é um movimento que está acontecendo de todas as forças da República contra um direito garantido pela constituição para a mulher. Isso tudo que você fala tem um aspecto mais cruel e ao mesmo tempo, assustador que é um bando de homensinhos, ou de marmanjos, dispondo sobre direito da mulher. Não tem nenhuma mulher em posição de comando decidindo sobre isso. Seja no Supremo, onde a Camelúcia está sozinha, a AGU, a Procador General, a maioria do Congresso, o próprio executivo, e o Lula é responsável nesse sentido pelas nomeações que fez, né? Porque desconsiderado esse aspecto que não é menor, pelo contrário. E no caso da assistoria fetal, que o CFM quer proibir a partir da vigésima segunda semana, o Barroso e a Rosa Weber já votaram contra o Conselho Federal de Medicina, votaram pela permissão da assistoria fetal. E há várias organizações, sobretudo a CNBB, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil, tentando no Supremo invalidar o entendimento de que votos de ministros que já saíram da corte devem prevalecer. O entendimento hoje é que esses votos devem prevalecer. Mas a CNBB já tentou com o voto da Rosa Weber. E agora está tentando com o voto do Barroso, derrubar essa jurisprudência para que esses votos não valiam. Então, assim, a única mulher que votou sobre esse assunto, a CNBB quer que voto dela seja cancelado? É. É. Ai.
Sim, isso tudo isso. Celso, deixa eu te ouvir. Então Fernando, eu fui dar um molhado na resolução CFM 2378/2024, que é a resolução que a gente fizeram lá sobre a. sobre a sestolia fetal. Enfim, eu sou difícil, como todos os discussões sobre isso, sobre o aborto. Bom, o procedimento de sestolia fetal, consisti de você já estar drogas no feito antes do aborto, pra garantir que ele não nasce com um snag de vida. E é você vai dizer, "Pô, mas aí se o nasce um bebê mesmo, se nasce vivo, quer dizer, o que você vai fazer, né?" A resolução dos conseros federales medicine é essa mesmo. Admit que um bebê nascido com 22 semanas, que são cinco meses, tem alta probabilidade morrer de qualquer maneira, enfim, por ter nascido tão pequeno, ou na probabilidade remota de sobreviver, tem alta probabilidade de ter problemas de desenvolvimento neurológico muito grave. Então, assim, o próprio conser federales medicine recomenda que se o feto nasce nessas condições e não houver chances de sobreviver essa, ou seu ver risco muito alto de sobreviver da com deficiências graves, deve ser realizado de cuidados paliativos, quer dizer, em boa parte desses procedimentos, se você não fizer sestolia e o bebê nasce com um snag de vida, o que vai acontecer é que o médico vai tomar as cuidadas necessárias por aquele morra sem essofrimento, é o máximo que se pode esperar na maioria dos casos. Então, basicamente que o CFM está pedindo, aqui, depois da uma mulher sextu-prada, ela teria que dar a luz ao bebê com um pouquíssima chance de sobreviver e altas probabilidades de deficiências neurológicas gráficas, praticamente enviabiliziam ali, por exemplo, uma doção. E assim, a crôdada de envolvida disso aqui é um negócio meio chocante, né? Chocante. Como disse a Ana, a mulher que foi estuprada, quer interropear essa gravidez na hora? O certo seria ela chegar na delegacia, darem para ela uma pila de o seguinte e acabou, entendeu? Não tem menor interesse em retardar essa interrupção de gravidez, certo? Então assim, se chegou em cinco meses, ela não conseguiu fazer isso, porque ninguém deu para ela a pila do dia seguinte, porque ninguém deu para ela uma assistência médica adequada no momento em que ela foi lá reportar os tupos, e porque, no esse tempo todo, ninguém proporcionou ela o direito que ela ia ir garante. Então, é uma tremenda vergonha da PGR, dizer que o Cicensauro não é obrigado a oferecer o serviço, porque o Cicensauro de obrigado ofereceu o serviço de saúde necessário, é uma população brasileira. Uma mulher se estuprada e fica grávida, é uma provação seríssimo, cara. Seríssimo. E é uma sucessão de crueldades, né? Exato. Agora tem um ponto, Céus, que você falou dessa coisa que a mulher quer no dia seguinte, né? Já interrompessa gravidez. É que essa questão é mais cruel, ainda quando se trata de crianças, porque muitas vezes a criança não tem consciência do estúrpro. Ela não sabe que está grávida. Exato. E aí, quando a mãe descobre que a criança está grávida já se passaram três meses, não sei, dois meses. E aí, que começa o pereplo para tentar o aborto legal. Então, quando se trata de crianças muitas vezes, o intervalo entre você descobrir a gravidez e esse prazo para interromper a gravidez é muito curto. Caso esse prazo seja convertido em lei, né? Aí é que a operação impensa, né, que está acontecendo. Por um lado, o Conselho Federal de Medicina vai lá e proíbe a se tolha fetal aqui, quando a gravidez já está adiantado. E do outro lado, o mesmo movimento político ao qual pertence é a atual direção do CFM, que são os caras, inclusive, que foram comviventes com Bolsonaro durante a pandemia, e, portanto, são cúmplices do assassinato em massa de milhares e milhares brasileiros. Esses mesmos caras, do outro lado, têm os seus advogados e as suas damarizalves, por exemplo, tentando atrasar o acesso de crianças estupradas ao aborto legal, né? A gente teve um caso da damariz em 2020, em que, a segunda reportagem da folha, lá tuô para impedir o aborto de uma criança de 10 anos que havia sido estuprada pelo tílio. Então, basicamente, o que o CFM quer fazer aqui nesse caso é a damariz atrasa e o CFM aparece depois para dizer que agora não pode. Então, não pode ser entendido essa resolução do CFM sem entender a ofensível que vem pelo outro lado, para fazer com que o aborto das meninas que foram estupradas não aconteça num prazo mais adiantado, né? É realmente um negócio de uma coroeldade completamente brutal. E eu queria só reiterar algumas coisas que tão no parecer mesmo do CFM que, obviamente, não pode lesijlar sobre aborto, né? Se não o ministério trabalha lá, fazer um conselho federal trabalhista e os caras regulavam a legislação trabalhista brasileira, não existe, tem quem quer aceitar isso? Com o greço e aceitar, né, gostei? Não, o troço elementar aqui o conservadoral de medicina não pode mudar a lei. E a outra coisa é olha só. Então, já começa que o adesão quase inteira é dizendo que a vida começa na concepção. Porque o CFS sempre começa a concepção com energizes e o que o prazo de vídeo é do esse humano ser relevante. Se é relevante discutir em que momento do desenvolvimento em Breonário nós temos um ser humano, então, por exemplo, a ideia de que a vida começa na concepção está, obviamente, errada, porque um óvulo recém que foi condado, pra você dizer que é um ser humano, você tem que forçar muito a barra. Então, por exemplo, é o que eu sempre digo. Se você for um enfermeiro de um hospital, tem um terremoto com qualquer, o prédio vai cair. Você pode salvar um bebê recém-nascido ou dois tubos de ensaio cada um com óvulo recém-fecundado. Se você acha que a vida começa na concepção, você tem que deixar o recém-nascido morrer pra salvar duas pessoas. Cara, quem faria isso? É o que eu tenho que dizer, né? A gente vai encerrando, então, segundo o bloco do programa por aqui, vamos fazer um rápido intervalo, na volta nós vamos falar do aviãozinho, do Fernandinho, do Tigrinho, do Hugo Mota e do Ciro Rogueira. Já voltamos. Céuço, vou começar com você. Esse voo sobre o qual falei na abertura, ocorreu há um ano, mas a investigação veio ator na agora, a investigação da polícia federal. A pelo menos cinco bagagens que não teriam passado pelo raio X pela inspeção. Eu suspeito que não eram malas carregadas de ursinhos de pelúcia, né, Céu? É, então aquelas camisetas assim, eu fui pra Sam Martã, sabe? Eu fui pra Sam Martã. Sei lá, um coquinho pintada, sensão Martã, sabe? É, é. Bom, porque não sabe Sam Martã, é um parece fiscal do Caríbino, né? Caríbita cheio de parece fiscal. E de lá, partiu um aviãozinho do Fernandinho, o IG, que é essa figura humana linda, aí que foi retratada na reportagem do João Batista na Piauí. E no aviãozinho do Fernandinho estavam o Gumota, presidente da Câmara dos Deputados, olha que merda. O Céu do Ciro Rogueira, que realmente merece um troféu, porque está em todos os escândores, né, caro, não tem? É difícil você achar uns escândores de corrupção recente, que não tem esse no que ele está no centro do maestro, né? Talvez só se eu escolher um cara mais indetificado com o Maestro na classe política do Ciro Rogueiro. Além do doutor Luizinho, que é o chefe do PP, do Rio de Janeiro, e o Isnau do Bullões, do MDB de Alagosto. E aí quando chegou aqui o aviãozinho, pegaram, enfim, as imagens de vídeo do piloto, do avião. Na hora de passar com as bagagens pelo raiuchiz, ele passa numa primeira vez com duas malas, aí passa pelo raiuchiz. Aí volta por fora do raiuchiz com as duas malas. Aí volta com aquelas duas malas e mais outros pacotes de origem desconhecido, que deve ser as camisetas bem vindo a São Martinha e a coisa toda lá. Sabe aquela bonequinha que dança a ula ula que você bota no cima do carro, se ela não capacidade da santa, deve ser um monge daqui. E aí fica a primeira suspeita, é que trata-se de um amba, né, de contrabando. Mas não necessariamente contrabando, porque em especial as malas que for e voltaram, pode ter entrado coisa nela, depois que ela voltou, certo? Ela passou uma vez oficialmente, depois ela volta para trás, e aí ela passa por fora. Nessa passagem por fora, ela podia ter coisa mais que não estava quando ela passou pelo raiuchiz. Oficialmente. Oficialmente. E aí, as malas grandes chegando e todo mundo querendo te contar com a primeira coisa que você é mesmo dinheiro. Então, assim, o avião do cara das bates chegou a dar um paraíso fiscal com um monte mala que ele não quis que ninguém sobesse o que tinha. E nesse avião, eu estava o presidez da Câmara dos Deputados, o ex-chefe da Casa Civil do Bolsonaro, que é o chefe do PP no rife, essa turma toda. O chefe da Casa Civil do Bolsonaro que tentou mudar a deslação para favorecer. Exato, tentou mudar a constituição, tentou fazer uma imenda constitucional. Para salvar o maestro aumentando a cobertura do seu corpo. Para salvar o vorncaro, né? E todos esses políticos operaram para beneficiar o setor de bates, que é o dono do avião, para eles pagarem menos imposto. Primeiro, para regularmentar do jeito que eles queriam e depois para pagar menos imposto. Exato, também. Essa é a bancada das bates, né? Só faltou esse.
esses caras passarem ali no raio xcú, guardar rapon na cabeça e o menagem é o caivendixo. Exato que ela tava o caivendixo né cara, a gente esquecido do caivendismo mas ele voltou, olha só, uns amigos no óbvio, meu pessoal de bet, ele deve ser um cara muito associável, assim, muito bom de fazer amigo e aí voltou aqui ao noticiar, olha só que coisa bonita. E a primeira fato que fica claro é que a promiscuidade da elite do Congresso Nacional com esse tipo de empresário né, que é um empresário que eles regulam né cara, é absolutamente chocante né cara. Imagina se você descobrisse que o chandão não só voou no avião do vorncaro, mas voou no avião como o vorncaro e na volta tinha umas moamba. Imagina que seria essa história, se ó. Então assim agora aqui os caras foi isso, quando você ouve o caro chegar aqui e tá todo mundo tratando meio como uma coisa folclórica, uma coisa meio, ah o central é isso, é assim mesmo, ah esse central é outro, que é isso que me escandaliza mais, inclusive no caso do master também, é que assim a gente se acostumou a tratar esses políticos da direita, corrupos, como se fosse parte da paisagem assim. O político brasileiro médio é um ladrão de direita. Você acaba tratando isso como se fosse a regrama, o pão de fundo da ação que não pode ser mudado, não tem muito o que fazer com relação a isso e aí a gente vai ficando chocado como o pessoal que eu disse, daquais pessoas com quem você tinha expectativa. E cara assim, você basicamente tá punindo as pessoas por ter efeito alguma coisa que deu essas expectativas, você está reconpensando os caras por ser tão ruins que nem deixaram você criar nenhuma expectativa. E vai passando o tempo e essas coisas vão se acumulando, eles vão percebendo que eles podem fazer isso e vão fazendo coisas cada vez piores, né. Então enfim, você vai ver quem é os caros do aviãozinho do Fernandinho, quem são os caras da reportar sobre bete, você pega a reportar de pior isso sobre bete, pega a reportar de pior isso sobre o master, vai ter um escarala igual, entendeu? Porque eles vão passando, eles não são responsabilizados por nada, eles vão continuar fazendo, né. Com sorte chega a presidência da República, caso do Temer. Exatamente, exatamente, onde viam estar lá trabalhando para ver tal necessiza em quarta-feira. O Temer, que como todo mundo viu, tava lá, né, negociando lá com os emirados árabes para tentar salvar o master. Tenho certeza que foram só contato de republicans, jamais passaria pela cabeça, sugeria qualquer coisa aqui. Mas enfim, essa história do avião vai mostrando como a sensação desse alô que comando com o Greco, desde Eduardo Cunha, basicamente. Mas depois de constamento secreto, com toda essa tomada de poder que eles fizeram de atribuição executivo, essa essa ação desde que realmente pode fazer o que eles quiser, né. E aparentemente podem, né. Sim, mas foi bom você falar do Eduardo Cunha porque ali o negócio mudou de patamar, né. Sim, inclusive o avanço do Congresso sobre o orçamento público, ou a agriação do comessa com Eduardo Cunha, né. Isso. Ana Clara, o céu citou a matéria do João Batista e você lembrava que antes de a gente começar a gravar que o Cavendish é incidente a isso. Antes dessa viagem, se trazida a público, o João Batista tinha relatado na Piauí, uma outra viagem do cironogueira com Fernandinho. E Fernandinho. Eles fizeram um volta ao mundo durante o carnaval nesse Gulf Stream que ele tem. E nessa viagem, essa volta ao mundo que eles fizeram, foram pra Ásia, enfim, pra vários lugares. O cironogueira tava, a filha do cironogueira tava, a mulher do Cavendish, do Fernando Cavendish foi fotografado e filmada também nos iates e, enfim, nos lugares prontos eles passaram. Embora o Cavendish não tenha aparecido nas fotos. Porque o piloto da aeronave fazia lives da turma. Proprio piloto fazia lives da turma, enfim, se esbaldando na Europa na Ásia. Isso aconteceu no carnaval. Eu se vi a só pra passar por fora do raiuchí, açaiva. Sempre que a gente vê alguém dando viagem assim, dando voo no seu Gulf Stream, dando alguma coisa pra alguém, não tem almoço gratis, né, a amizade, ela tem alguns imites ali, né? É curioso, porque Samartã, acho que é Samartã, né? Não sei se é pra não ser Martinho, Martã. Eu falei Martinho antes, mas pode ser que seja Martã. Enfim, Samartã fica há poucos minutos, 50 minutos de voo do principal hoje para iso fiscal que tem no carimbe que é as British Verde e Nailand, BVI. Depois que as ilhas caimã rodaram nos Panama Peppers, o BVI acenderou como principal destino. E Samartã é um arquipélago muito próximo ali, só um detalhe geográfico que não interessa pra gente, não tem nem um. Com curiosidade, assim, independente do que eles carregavam nessas malas que estavam burlando a receita, né? Se era moamba, se era debida, se era droga, se era dinheiro, né, a gente não sabe. Eu queria só recapitular um pouco a história desse Fernandinho. Ele era um assessor do Anderson Nunes, o morista, e depois trabalhou com Esla e Safadão, e ele era um Zemaneco, qualquer assim, né? Tipo, gente, assim, um pouco, talvez um pouco pior. E ele ganhou muito dinheiro assim, donada, delanada, trazendo o jogo do Tigrinho pro Brasil antes disso ser regulamentado. O João Batista conta isso bem nas reportagens dele, né? E eu quero trazer esse assunto pra pauta dos nossos dois primeiros blocos, né? Essa história do Messias. Esse caso acabou caindo com a Alexandre de Morais, como relator, né? Depois que se soube que havia parlamentares nessa viagem. O caso corri em sigilo curiosamente o Alexandre de Morais deu um despacho sobre isso essa semana, que ele levantou o sigilo desse despacho se tornou público. E aí esse despacho também entra na conta dessas articulações que acontecerão nesses últimos dias sobre o caso do Messias. Porque eu falar pra vocês avaliação de algumas pessoas que eu conversei mais próximas do governo. Então aí vocês também mudulem o que eu vou dizer em relação a tudo que a gente já falou aqui hoje. Mas para essas pessoas mais próximas do governo, esse despacho do Alexandre é visto como uma estratégia bastante inteligente de colocar um clima de estado policial essa semana durante a semana em que haveria o tratamento em que os deputados lá algum motos, assim, as pessoas senadores, etc., olhassem presta situação e falassem por caras no paro de ficar atrás da gente. Realmente o primo é um problema. Vamos vetar essa indicação, entendeu? Como se fosse uma estratégia de colocar um clima policial sobre a classe política mesmo que o autor seja o próprio Alexandre desse clima policial que faz para as pessoas que não se trouxe, mas que isso poderia impactar o voto contra o Messias, não contra o Messias em si, mas seria um voto contra o Supremo, né? No sentido não vamos votar isso agora, porque o Supremo tá, enfim, a leitura do governo não é um pouco essa, assim que ele colocou esse despacho ali para acender um pouco para dar um clima de estado policial. Por mais que ele fosse o autor do despacho e ele fosse a parte que queria que o Messias não tivesse se do aprovado, teria o seu contrato no senador, entendeu? Um impacto de clima. Eu acho essa leitura é um pouco, sei lá, fantasiosa demais. De inspiratura. Mais, essa leitura que o governo tá fazendo. E aí, só para fechar com algo que a gente já falou em outros episódios do Foro, que essa relação do governo com Alexandre de Morais, né, do governo com Supremo, eu acho que isso conclui bem o que acontece entre eles, porque há muita gente que acha que é uma turma só, né, que o Alexandre Morais e o Lula estão na mesma barco, todo mundo remando na mesma direção e não é o que tá acontecendo. Pelo contrário, é uma relação conflitoosa, se tornou muito mais conflitoosa nesses últimos meses, não existe uma atuação em conjunto ali. O Supremo não acha que o governo está defendendo o Supremo, o Supremo acha. E aí, especificamente a turma do Alexandre de Morais acha que o governo tá usando a polícia federal para prejudicá-lo, para infraquecer o Supremo. O Tófolio acha isso. O Tófolio acha isso também. O Jumar acha isso também. Enfim, eles queriam que o governo aparelhasse a polícia federal para impedir que o Supremo fosse maculado pelo máster. E eles acham que o governo deve isso ao Supremo em razão da conduta do Supremo no 8 de janeiro. E por isso, a relação tá assim dida de seta forma. Ela se deteriorou nesses últimos meses. Há uma movimentação do Alexandre de Morais que a gente ainda não conseguiu mapear exatamente qual foi. Contra essa indicação, é também contra o governo Lula. É mais um tijolinho nessa ideia de que essa harmonia entre esses dois poderes, na verdade, é uma ilusão, eu não sei de quem, na verdade, não. Você conversa com os dois lados e eles não têm nenhuma ilusão sobre isso, mas criou-se em algum lugar da opinião pública ilusão de que existe uma harmonia ali. Muito bem. Acho que com isso, delanada, como você disse no começo, é ser ilanada. Lembra desse título inscunhante do Sartre, né? É ser ilanada. Delanada, vamos encerrando o terceiro bloco do programa. Por aqui, a gente faz um rápido intervalo na volta quinterovo. Já voltamos.
[MÚSICA] Muito bem, estamos de volta. Marifaria, a direitora. Eu quero um quim de novo. Gostosinho agora, depois desse programa difícil, que fizemos. Pode soltar. Eu sou do espectro político da. não do Bolsonaroismo, não da estlama direito, mas da verdadeira direita que te aloga, que senta, que conversa. Agora você quer ver uma coisa sobre meu estado, essa história de roba do roba ladrão ladrão, quem quebrou Rio de Janeiro foi a direita. - O Tonho de Paulo? - Foi a esquerda. Então eu posso ter críticas que erda, mas eu não sou desonesto intelectual. Não sou. Faz um tempo com a nossa etapa, cara. Céus, cássica de bala, brilhando, o Tonho de Paulo, tá um pouco fora do seu. - Tá um pouco fora, mas é, mas. - É. - Tá expandindo, meu. - Ele já estive mais no seu. - Já estive mais, já estive mais. - No seu nicho, né? Para os anais, quem fala é deputado, o federal, o Tonho de Paulo, PSD do Rio de Janeiro, o entrevista à BBC News Brasil. Muito bem, casca. Com isso, a gente encerra o quim de rovo, vamos agora para o momento das cartinhas, o melhor momento do programa, o correo elegante, o momento de vocês. Eu vou começar então, com o recado, da Claudia Dias. Minhas corridas noturnas, no meu amado museu do Piranga, são mais felizes as sextas, quando ouço vocês. Céus, você sempre imagina, você gravando um podcast sobre um assunto específico da política, como quem conta uma história. Não que eu acho que você trabalha pouco, mas seria bom demais, hein? Fernando, bem correndo o museu comigo. Ana, me contata como sua assistente. Ah, eu quero. Boa amar, descobri-nos furo de Brasília com você. Beijos da Claudia Dias. Beijo, Claudia. Valeu, Claudia. Beijo. Claudia, só se tiver escada em no museu do Piranga, eu tô subindo escada só. E olha lá. Ele só beça sei lá, 150 degralma, né? Não, mas corajosa, encaminhadas noturnas ali. Eu tô encatinhando. É corridas noturnas, então. Mas mesmo assim, corajosa. Acatinácio mandou. Fui ouvir o foro enquanto fazia um almoço, rezando para que minha pequena cora de cinco meses não aprontasse um escândalo por ficar no carrinho me esperando. E não é que ela dormiu plenamente em cinco minutos. A política brasileira realmente não é para iniciantes. E de agora, endiante, vai rolar foro para bebês toda madrugada na minha choupana. Agradecida. Poxa, olha a cora. Durumiu com a gente. Muito bom. Eu não sei se a gente tá chato, que é cora, não se animou a nico. Não será por falta de emoções da política brasileira? Exato. O Kleber Gordian escreveu. Importante é observação do ouvinte a respeito da descrepância entre nós, meros, amadores e os atletas profissionais do Kim Derwevo. Como ele escreveu. Que ocupam a bancada do foro. Exemplifico. Estava escutando o último episódio e enquanto tentava relacionar a fala do político que nos longíncos tempos pré-bolsonarismo foram até presidenciável. Ao nome do Neto do Tancredo, Anna já havia finalizado disputa. É como competir com um usainbolte. Ou com o Saue. Esse cara aí que correu a maratona em mês de duas horas. Ai, pois é, nossa, mas eu tava errando todas. Cara, fez a maratona em mês de duas horas. Isso sim. É verdade. Você está indo nessa direção. Você está quase lá. Estou quase. Estou chegando lá. Cara, correu a maratona em menos duas horas. Quer dizer que ele fez o tempo toda mais de 20 km/h. Era um consigo correr 5 segundos, mais de 20 km/h. Não conseguem nem chegar. Enfim. Bom. O que é bom dura pouco, o que é tão bom também acaba. E nós vamos encerrando o programa de hoje por aqui. Se você gostou não deixe de seguir e dar 5 stars para a gente nos pode fai, segue no Apple Podcast, na Amazon Music, favorita na Dizer, e se inscreva no YouTube. Você também encontra a transcrição do episódio no site da Pauí. O Foros de Teresina é uma produção do estúdio novelo para a revista Pauí. A coordenação geral é da Barbara Rubira, a direção é da Marifaria, com produção de distribuição da Maria Julia Vieira. A checagem é da Etterwood Nitsky, a edição é da Barbara Rubira e da Mariana Leão. A identidade visual é da Amanda Lopes, a finalização e missagem em São do João Jabáceo e do Luis Rodrigues da Pipoca Sound, de Jabáceo Rodrigues, que também são os interpretes da nossa Melodia tema. A coordenação digital é da Bia Ribeiro da Emelha Umeida e do Fabio Brisola. O grande de hoje foi gravado aqui na minha chocana em São Paulo e no estúdio Rarço do Danidino Rio de Janeiro. Eu me despeço então dos meus amigos. Tchau, Ana. Tchau Fernando, Tchau pessoal. Tchau, Celso. A abração aí. É isso gente, uma ótima semana a todos e até semana que vem.
Podcast Summary
Key Points:
O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF com 42 votos contra e 34 a favor, uma derrota significativa para o governo Lula.
A rejeição foi liderada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, envolvendo articulações com o Centrão e a direita bolsonarista.
O escândalo do Master e as investigações da Polícia Federal influenciaram a movimentação política, com Alcolumbre buscando proteger interesses próprios.
O governo Lula foi pego de surpresa, com suspeitas de traição interna, especialmente envolvendo o senador Jaques Wagner.
A vaga no STF pode ficar para o próximo governo, possivelmente de Flávio Bolsonaro, com acordos nos bastidores para manter Alcolumbre na presidência do Senado.
O episódio expõe a fragilidade do governo Lula, embora não indique necessariamente fraqueza eleitoral para 202
Outros temas incluem o debate sobre aborto e a viagem de Hugo Motta e Sironogueira no jatinho de Fernandinho IG, alvo de investigações.
Summary:
O podcast "Foros Teresina" discute a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF pelo Senado, com 42 votos contra e 34 a favor. A derrota foi articulada por Davi Alcolumbre, que buscou proteger seus interesses no escândalo do Master e negociar com a direita bolsonarista, possivelmente para manter seu cargo na presidência do Senado em um futuro governo de Flávio Bolsonaro. O governo Lula foi surpreendido, com suspeitas de traição interna, especialmente de Jaques Wagner, que teria dado sinais ambíguos.
A vaga no STF pode ficar vaga até as eleições, aumentando a incerteza política. O episódio expõe a fragilidade do governo, mas não necessariamente sua força eleitoral. Outros temas incluem o avanço de pautas conservadoras contra o aborto, com o Conselho Federal de Medicina ganhando espaço no STF, e a viagem de Hugo Motta e Sironogueira no jatinho de Fernandinho IG, alvo de investigações da Polícia Federal por irregularidades no desembarque de bagagens.
A análise destaca a complexidade das alianças políticas e o risco de erosão democrática.
FAQs
O Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF com 42 votos contra e 34 a favor, uma derrota contundente para o governo Lula.
A rejeição foi motivada pela insatisfação do Senado, que preferia Rodrigo Pacheco, e pelo escândalo do Master, que envolveu o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e outros políticos.
Davi Alcolumbre liderou a articulação contra Messias, usando sua influência e possíveis acordos com Flávio Bolsonaro e ministros do STF para garantir a rejeição.
O escândalo do Master aumentou a pressão política para barrar Messias, pois Alcolumbre e outros envolvidos buscavam proteger-se de investigações.
Não, o governo não indicará um novo nome até as eleições, pois a derrota enfraqueceu sua posição e há risco de nova rejeição.
Há risco de que a vaga seja preenchida em um governo Bolsonaro, com Alcolumbre negociando apoio em troca de manter a presidência do Senado, o que poderia comprometer a democracia.
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