O encontro semanal do Papo CBR, transmitido ao vivo no Discord, discutiu as obrigações fiscais e operacionais relacionadas ao CT-e, MDFe e CIOT, com a participação dos consultores Ítalo e Julio Omar. Inicialmente, foram explicadas as definições básicas: o CT-e é o documento fiscal eletrônico emitido por transportadoras ou empresas que transportam suas próprias mercadorias em viagens intermunicipais ou interestaduais; o MDFe é o manifesto que agrupa vários CT-es ou notas fiscais, criado para agilizar a fiscalização nas fronteiras e hoje também exigido em rotas intermunicipais; e o CIOT, que é o código identificador da operação de transporte, substituiu a antiga carta frete e é essencial para o pagamento do frete. A conversa destacou que, após a greve dos motoristas, a legislação tornou o CIOT obrigatório, com multas severas para quem não o emitir, e que ele está vinculado ao MDFe, podendo causar rejeição se o valor do frete estiver abaixo do piso mínimo estabelecido pela ANTT. Também foram mencionadas as IPFs, como Efrete e Repom, que devem oferecer emissão gratuita do CIOT, embora com restrições. O CIOT é uma ferramenta de gestão financeira, permitindo pagamentos de pedágio e abastecimento. Por fim, foram esclarecidas as diferenças entre TAC, ETC e embarcadores, e a necessidade de adaptação às novas regras, com suporte da CBR e o convite para o evento presencial em novembro.
Bom dia, sejam muito bem-vindos a mais um papo pro a CBR. Nosso encontro que acontece semanalmente as quinta as dez horas da manhã ao vivo aqui no Discord. Sejam todos muito bem-vindos para acompanhar o nosso papo que a gente sempre traz informações do Ecosistema do a CBR, traz informações para gestão, desedes, envolvimento, documentos fiscais. E a gente fica muito feliz de ter a presença de vocês aqui, uma audiência muito grande, bastante gente nos acompanhando. A gente sempre fica muito feliz com todos estarem aqui. A gente também gostaria de agradecer aos nossos usuários que são pró e que são corporativos. Graças a vocês que a gente consegue manter toda a nossa estrutura, deixar tudo funcionando aqui e trazer esse conteúdo para vocês. O nosso papo de hoje a gente vai falar de MDFE e de COT. Então para a gente entender o que são essas documentos, o que são essas obrigações que deram o movimento aqui nos últimos dias. A gente trouxe dois convidados aqui do nosso time de consultores, são dois consultores que trabalham aqui com a gente e tem especialidades nos nossos documentos aqui. Então quero dar as boas vindas para o Ítalo, por Julio Omar. Caso alguém não conheça, vou pedir para vocês se apresentarem. Bom dia pessoal. Eu ajudei a um bom tempo atrás, o desenvolvimento do componente COT. Mas precisamente no efrétio, isso daí já há um bom tempo mesmo. Acabei escrevendo na época um tópico que depois o Alexandre vai colar aí para vocês o link do tópico que fala o título dele é tudo sobre o COT. Mas algumas coisas que estão nesse tópico do decorrer desse papo, vocês vão ver que mudaram algumas coisas. E bom dia a todos. Bom dia, me acima de você aqui no bom dia, bom dia também, o dia pessoal, Julio Omar. Bom, eu já trabalhei com o ramo de transportes lá em 2008-2007 com a tiga transdata, o chamado a gestra de Curitiba. Então a gente trabalhava já naquela época era carta frete, depois virou ciote. É isso, dá pra dar um panorama bem legal depois a gente vai, vai esmeçar um pouquinho dessas informações. Também trabalhei na data transporte de HPC, como gestor de KPI também tivemos mais, não utilizávamos nesse época o componente da CVR ciote, era todos implementações internas e tivemos alguns e depois tivemos algumas empresas de pagamentos de frete, aí que são as mais conhecidas no mercado. Também trabalhei na soft de tu, e essa assim a gente trabalhou com uma parte do ciote tanto que o CVR ciote, tanto que nela a roda até hoje o e frete, se eu não tenho ganado, deve ter gente aqui da equipe. E hoje trabalhou com a arena os sistemas, a gente está terminando de fazer a implementação. Na arena os sistemas também está fazendo sempre a implementação só que agora a gente está também utilizando esse CVR ciote, logo a gente vai ter novidades com ciote para todos. Ok. Maravilha. Feitas as devidas a presentações, então os recadinhos aqui do postite de sempre, todo mundo é convidado a participar com a gente aqui do papo, então fiquem a vontade, coloquem suas dúvidas aqui. No chat a gente tem um ícone de balãozinho, aí na parte superior, você pode interaziir por texto. E se você tiver vontade de vir aqui, subir, conversar com a gente também, fica a vontade. É só pedir para falar aqui no palco, a gente aceita você e você pode vir conversar com a gente aqui. Só não vale chingar a mãe da gente, como diria o Diego nas apresentações dele aqui. Legal. Gente, eu também tenho sempre que fazer uma propaganda para vocês aqui, e não é obrigação, mas é porque faz todo o sentido para a gente. E se você quiser saber mais dos conteúdos do que a presente, do que a gente apresenta aqui, e se você quiser conhecer os consultores, o que a gente está com todos os consultores aqui, alguns consultores aqui no palco, fico convite para vocês participarem do dia do A CBR. Esse ano ele acontece no dia 5 de novembro em São Paulo, no Teatro B32, e os ingressos já estão a venda. Então, quanto antes você se programar, você adquiriu seu ingresso, você vai conseguir pegar um lote no melhor preço, você já vai conseguir reservar o seu hotel, o seu passagem, tudo mais, e a gente conta com a presença de vocês aí no nosso evento. Tá bom? O Diego trouxe para a gente também uma pesquisa aqui de uso do A CBR. Então, lá no começo do palco eu coloquei uma enquete já para entender se você usa CTM, DFS e OT, que é o nosso assunto de hoje, mas essa pesquisa que o Diego trouxe nesse link agora no chat aí, é para saber as tecnologias que você usa no seu empresa, aqui versão de Delf, e se você não usa Delf, e para a gente é importante também para dar esse feedback aí para vocês, para trazer informações aqui, e para a gente construir os produtos que a gente traz para vocês. E aí, já entrando no nosso assunto, uma das perguntas que o pessoal colocou ali no chat, o que é esse ótimo, o que é MDF, o que é SETE. Então, lógico que a maioria do pessoal aqui já deve saber e usa e sabe do que se trata, mas eu acho que para a gente contextualizar, é importante a gente trazer essas definições aqui no começo. Ítalo, você quer fazer um resuminho para a gente aí, dessa sopa de letrinha dos documentos, para que serve cada um? Vamos lá. O CTE é um documento fiscal eletrônico, que é o conhecimento de transporte eletrônico. É um documento emitido pelas transportadoras, e também pelas empresas que venden têm caminhão próprio e realiza o próprio transporte. Então, o CTE não é um documento só para transportadora. Ele pode ser usado também por esse tipo de empresa. Por exemplo, uma loja de material de construção, ela vende lá os pisos, os azulejos, enfim, material de construção, tem um caminhão, e vai transportar essa mercadoria vendida para um cliente de outra cidade. Porque se é dentro da cidade, não se faz necessário a emissão do CTE. O CTE é você emite quando o transporte é intermunicipal interestadual. Então, nesse caso, essa loja de material de construção vai emitir o CTE. Inclusive, existe um campo no CTE onde você define se quem está emitindo uma empresa transporte de carga própria ou se é uma transportadora. Muito bem. No início, se criou o MDF, que é o manifesto de documentos fiscais eletrônicos, onde a gente não deve confundir com a manifestação do destinatário, são eventos. O MDF é um documento fiscao eletrônico, onde você pode vincular ele, a cinema me falha memória até 10 mil conhecimento de transporte eletrônico ou até 10 mil notas fiscais eletrônicas. Como disse, no início, a ideia do MDF e era facilitar a fiscaisação de fronteira entre estados. Imagina um caminhão chegando ali com 200 CTE e o fiscao até que validão por um. Então, se você tenha apenas um. um documento, um MDF-E, onde, nela está vinculado esses 207-E, basta esse fiscal validar o MDF-E. Então, a finalidade delinicial era essa, tá? Agilizar o processo de fiscalização nas fronteiras entre os estados e com passar dos anos, vários estados, a sarua exigir e acreditaram que hoje todos devem exigir a inição do MDF-E mesmo no transporte intermunicipal. Antes era inter-estadual hoje exigir o intermunicipal. Pode ter roubado para aproveitar nesses meios dessas suas falas para explicar para explicar pessoas algumas coisas antigamente, o MDF-E, algumas dúvidas que já vieram a público e a gente pode aproveitar agora. Por exemplo, o MDF, muitos pensavam que não emitiria dentro do Estado, também ele não serve só para cruzar fronteiras. Então, essa é uma das situações. Outra situação com o pessoal falou ali a questão só do MDF-E. A gente está falando de seote e MDF-E, mas quem gera o documento que você vai mandar para gerar o seote é o CT. O CT vai mandar, vai gerar o seote e vai utilizar ele no MDF-E. Só para a gente poder contextualizando e aproveitar esses ganchos para ir colocando o medes. Desculpa, talvez, quando você for falando algumas coisas no meio. Só para que o pessoal possa ver. Imagina, imagina. Todo adendo é bem vindo. E aproveitando. E essa sigla nesse seote, né? Você se recorda Julio Mar, da sigla, o que vem é ser seote. Perdão, você estava perguntando o que significa? É, é um código. De tanto acostumado tal, cara, nem usa mais. Mas é um código identificador da operação de transporte. Nada mais é. E daí se utiliza uma situação antigamente e daí vou aproveitar e dar uma retrospectiva. A gente tinha a carta fret. Hoje você não pode utilizar quem inventar e utilizar a carta fret. Está propendo só receber multas. Então se o cliente chegar para tirar, o que era a carta fret? Não, tem carta fret, mas não existe mais carta fret. É seote. Falou qualquer coisa, é seote. Outra coisa também que o pessoal antigamente tinha, o seote foi. Se eu não tenho ganado a primeira vez, foi em 2007. Se eu não tenho ganado, se dias atrás até acho que com o dia que a gente estava discutindo, ou assim, eu não sei se foi o dia ou quem. Mas 2007 começou-se a questão do seote. Mas 2011, efetivamente, é que veio a lei com a situação do seote em si. 2016, se eu não estou enganado, houve algumas alterações ali, mas enfim, não tinha tanta coisa. E depois, só agora, teve alterações que daí sim passou as obrigações. Então, só para a gente tentar também traçar essa linha do tempo. Existia a carta fret. Depois da carta fret, não pode ser mais utilizada. Então, foi instalado o seote, mas em obrigação mesmo foi mais recente. Porque é questão desse ano aqui que a gente tem umas mudanças. Não passava esse ano que teve umas mudanças bem drásticas, tá? E acho que a gente pode trazer mais duas siglas aqui que a gente não falou ainda, que são as IPF e a NTT. Quem que são esses caras aí no meio do baláio? Posso falar aqui, o litrulo capucai? Não, pava, pava. A IPF é as empresas pagadoras, né? Que a gente já conhece a porveitando. Então, eu já tenho aqui na listinha aqui anotado, para que vocês possam saber. O pessoal bastante conhece a Iffratt, a IPF que a gente fala. Então, Iffratt é uma. Eu vou falar os principais, porque são as que eu utilizei, tá? No decorrer do tempo. A Iffratt, a Dark, a Repo, a Pancar. Essa eram as mais conhecidas, depois existiu o X, TruqPed, Estrata, a ND Digital, a Ilog, o X. Hoje, então, a gente tem o senhor de para todos, que é da NTT, que tem até uma ressalva aqui, alguém postou em algum lugar que eu tô tentando descobrir aqui, para postar para vocês, mas. O próprio pessoal da NTT está dizendo que não é para utilizar, porque está dando muito problema, tá? Então, já vem essa coisa assim, "Pai, já está dando bastante problema, então eles estão dizendo para correr para uma dessas outras instituições de pagamento, tá?" Então. E assim, esses nomes eu conheço por causa das transportadoras, mas a maioria de vocês vai conhecer como Bradesco, Banco, do London, tal. São bancos, na verdade, tá? O atuando por trás, porque são instituições de pagamento. Outra coisa que vale ressaltar é que, 2021. O 2021, o 2019, porque eu não tô lembrado, foi cessado, não consegue se mais você. se matricou, ou melhor, se escrever como uma instituição de pagamento, porque antigamente podia, tá? Eu não tinha uma documentação, siga uma documentação bem tranquila e você poderia virar uma instituição de pagamento. Igual, hoje, muita gente tem ferramentas de recebimento PIX, você poderia ser uma instituição de pagamento. Hoje, não se pode mais, tá? Por causa de uma lei que foi alterada, acho que foi 2021, se eu não tô enganado, tem até, no próprio site da NTT, essa informação, tá? Qual era outra sigla? A lei, a gente que passou a batina aqui. O próprio NTT, que é a agência nacional de transporte terrestre, que é quem coordena todo esse balalho de letra aí, nossa. E quem nunca tava. Estava viajando e viu uma caminhaneta e da NTT passar por você com os giroflex ligado, provavelmente alguma denúncia de uma carga irregular e eles indo cazar ou passou um posto fiscal, porque hoje é muito mais fácil de ter do que antigamente, né? O cara passou ali um. qualquer lugar aí, tem uma câmera que filma e principalmente nas cruzamentos de estados, né? O cara passou com um posto que levantado, mas existe um documento pra ele, existe alguma coisa, eles vão ir atrás. Então, é bem isso, tem como o Alexandre Falouin, NTT, que é a agência nacional de transporte terrestre, tá? Então, a gente tá regulamentado a isso. Beleza, sério. E aí, a gente tem esse cenário então que ele já existe e faz tempo, né? Faz vários anos. Então, quando você vai fazer um transporte, você emite um CTE, o CTE vai ser usado pra você gerar o COT, né? E aí você vai fazer todo o processo, pagar, tudo mais. O COT vai ficar registrado no MDFE, que é um agrupador desses documentos, e isso tudo serve pro controle, imposto fiscal e tudo mais. E aí, o gancho que eu quero puxar agora é o seguinte, se isso aí tudo já existia, né? Porque que deu o rólo agora não rólo, mas porque que deu essa busca recente que a gente teve? Ah, agora eu tenho que implementar, não tenho o que que funciona, o que que não funciona, o que que a gente tem de novidade nesse ecossistema? Na verdade, não é uma novidade, né? A gente viu isso na questão que houve da greve dos motoristas, né? E que foi o grande fator que ocasiou essas mudanças que eles queriam a questão do piso mínimo de frete, né? Então, a gente já está remetido a última greve que teve, então foi se pedido. Então, é uma forma de eles, de eles poliar pra onde que a gente vai conseguir controlar isso. Se óte, o se óte é a forma de pagamento, então vamos obrigar todo mundo a usar o se óte e fazer o pagamento. E vamos mudar o MDFE pra que a gente possa ter essas informações, porque antigamente a gente também informava o se óte no MDFE quando a empresa tinha, principalmente, era as embarcadoras, né? As empresas e transportes e as embarcadoras tinham. Então, a partir do momento que teve essa questão de greve, saiu a legislação. Então, vamos alguns fatos que a gente já tem notoriedade, a gente já sabe. De 24 de maio passado passou a obrigação do se óte pra quem necessita, tá? Pra quem é obrigatório ter. Com multas, antigamente eu não sei como que estava hoje lá no site mesmo, está dizendo 10.500 reais a multa por descomprimento de não ter o se óte, tá? Pra informação. E algumas coisas de base legais pra que a gente possa entender saiu a medida provisória. 3,43 de 2016, que criou obrigatoriedade. Então, essa é a base legal primária, que define multa, vinculação que o MDFE, etc. Tem a resolução da NTT-60, de 78 de 2020, que é isso.
regulamento o seu arte para ataque, porque até anteriormente não tinha. O Alexandre está apostando aqui alguns links para nós e tem basicamente aqui as informações. Também saiu a portaria Soroc 6 de 2016 que daí essas são regras operacionais, validações, fluxo e contingência. Ela definiu os procedimentos técnicos. Então essa Soroc é bem dizer assim como eu falaria o serno da coisa, todo o Miolo da coisa está tudo ali dentro dessa Soroc, então o Leandro ela já também tem uma noção do restante e tem uma outra noção da NTT que é a 676 que é o cálculo de piso mínimo para a carga ilotação, então tem essa outra resolução. Que daí a gente já entra numa outra, numa outra, outra parte aqui que é a questão do piso mínimo de frete. Hoje não tem uma API para isso, hoje a gente até eu fiz uma pesquisa assim para você conseguir achar uma API que fosse fácil de buscar essas informações, mas não tem. O que a gente tem hoje é um site web que você vai lá lança os valores e consegue. Como não é uma coisa que você altera muito, provavelmente eu estou falando aqui com 147 pessoas ao vivo, alguém já deve ter feito um web, web, web slide, retirado lá de dentro, consegue passar a informação e dá um post e buscar as informações até eles bloquearem. Então a gente consegue fazer isso. Então lembrando, você pode emitir o MDFe sem informal se ótima, se você tem obrigação, você vai receber o documento. Se você lançou com o melhor que o piso mínimo vai dar rejeição. Então mesmo que você queira o porém de você ir com um documento errado é só se você não emitiu documento. Então se você emitiu o documento e ele veio com a rejeição, você vai ter que obrigatoriamente lançar o documento, você vai ter que fazer isso. Então se você não é uma mensagem, você vai ter que você não é uma mensagem, você vai ter que você não é uma mensagem, você vai ter que você vai ter que você não é uma mensagem, você vai ter que você não é uma mensagem, você vai e o transporte às vezes realização de transporte em fim. Uma outra coisa que todo mundo tem também em ciência, quer dizer, perdão, todo mundo que trabalha com transporte tem a ciência aqui. Todas essas IPFs que os estamos antes e o Alexandre falou aqui, e Frecht Arch de Repontes, todas elas têm obrigatóriamente, lá na leis se você for lá e leia lei que foi criada a elas, que cria essas instituições de pagamento, está lá descrito que eles têm que de alguma forma disponibilizar um jeito gratuito para a pessoa emitir o óteo. Então, algumas têm as suas, como que eu posso dizer, as suas particularidades. A EFret, por exemplo, deixa você emitir lá no site deles e utilizar-se do usuário sem essa notícia, mas tem que ser o pagamento via transferência bancária. É só assim, para você fazer o seu arte gratuito com eles. Se você passa a exigir, vou dar uma exploração, se vocês quiserem, pode me cortar, mas é, para poder entender um biolo geral da coisa. O seu arte, em si, não é somente para você ter a questão do piso mínimo e de Frecht, porque o seu arte você pode utilizar ele para pagar pedajo, para abastecê-se, caminhão, para o motorista e trabalhar sem precisar se preocupar de você lá e dar um monte de dinheiro na mão dele, dar um cartão para ele. Por exemplo, muitos shorts são baseados e todos, na verdade, tem essa opção via cartão. Então, fiz um transporte, fiz um transportador, fui daqui, a São Paulo, cheguem São Paulo, o cara vai ter que ficar mais um tempo lá, etc. Vai aumentar esse custo. Esse custo vai aumentar como? O cara vai lá no próprio seorte e faz o processo de adicionar mais valores para fazer esse complemento de valores ali dentro. Tem lá, você pode fazer a missão do seorte para pagar daqui a 15 dias. Não estou na nada, acho que é isso. Se alguém lembrar aí de cabeça, eu lembro que tenha alguma situação assim que se eu posso pagar daqui a tantos dias, o seorte, eu tenho que pagar uma quantidade, mas daqui a tantos dias, tenho que terminar de que tal valor do seorte em si. Não posso deixar ele em aberto. Aí, a gente vai voltar lá para trás e depois eu vou falar um pouquinho sobre "TAC, TAC, agregado, TAC equiparado, ETC, embarocador, transportadora, etc." Então, a gente vai puxando aos poucos. Enfim, depois a gente vai ter que catar as perguntas, porque eu vi que tem bastante pergunta do pessoal aqui falando. Se você começou a falar dessas siglas, aí já é uma pergunta que apareceu umas duas, três vezes, quem que precisa emitir, porque com essa última resolução ficou quase todo mundo. E aí, parece que uma dúvida que está tendo bastante é essa, mas só a minha empresa que eu faço no meu transporte, que nem o exemplo que o Ita Lutro se não começou. O cara da loja de material de construção que entrega só no bairro dele. Ele precisa, não precisa, ou não. Só uma transportadora. E aí, você trouxe para a gente aqui. O ciote, ele não é só o código que você tem que juntar ali no documento. Ele é uma ferramenta para a gestão financeira, mesmo de todo o processo do transporte. Então, você vai usar ele para pagar pedajo, para pagar o frete, para ter mais coisa envolvido do que simplesmente, e lá eu falava, vou adicionar um código aqui. A questão, até essa sopa de letrinhas é interessante, de começar a falar, até você perguntou. Transporte por TAC. TAC é transportador autônio de carga ou equiparado. Esse equiparado, e enfim, esses tais, o ciote que deve ser metido porque encontratou o transporte. Então, no caso, não é. Não é a pessoa, em si. Em caso de uma subcontratação, aí sim, a responsabilidade passa ao subcontratante. Se você pegou ele, já passou para outro, aí você vale a parte do ciote. ETC, empresa de transportes de cargas, não é equiparado, não é a TAC, mas não pode equipar a TAC. A ETC pode metedir diretamente se tiver integração com a feita NTT, que daí é o caso do ciote para todos. O pessoal que quiser ir lendo, até eu vou Alexandre Depostolinho, trecho ele para que vocês possam entender ali. Outra coisa. O ciote em si, já pulando do TAC, do ETC, do TAC equiparado e agregado, o ciote em si ele vai ter registrado que. Porque muita gente olhou lá no exemplo e viu faz calastar, faz fulano, e esse clano. Você vai jogar ladados do contratante, quem pagou o Fret, dá transporte, quem realizou transporte, os veículos utilizados, característica de carga, origem destino, valor evou, passão, fracionado, etc. Aí, quando você começa a cair nisso daí, você começa a falar de algo mais esmiulsado. Quem trabalha hoje em si, que é a questão que passou a ser obrigatório, não vou precisar entrar muito afundo nisso, já que quem trabalha com transportador vai ter que sim, que daí a gente fala, começa a falar de TMS, não é a TMS software, tá? E TMS, então, é um software. Eu acho que fala de RP, então, RP é para um sistema de gestão, o TMS é um sistema de gestão para transporto, então a gente está falando já de coisas mais afuntas. Deixa lembrar o que mais que posso falar, assim, de cabeça, lembrando de TAC equiparado, tem algumas limitações também sobre você ser TAC equiparado, que é até 3 ou 5 veículos, a passou disso você já não é um TAC, você já começa a ser uma transportadora, você não é um transportador autônio, você passa ser de 5-adra como o ETC, você não está engarado, complementando aí, tu alguma coisa que eu tenho esquecido? Não, você que está mais por dentro das transportador, eu estou faz tempo que eu estou longe de transportadora, né? Então, vaso, Itulou, já tem um bobobagagem, né Itulou? O Itulou trabalhou com o transportador há um bom tempo. Sim, sim, mas naquela época, não se falava em documento fiscal eletrônico, naquela época era a carta de frente, né? Isso, o ciote hoje em si, também tem mais algumas coisas que precisam ser pontuadas, que o ciote fica dispensado apenas de veículos, não em placados, então, aqui nas equipamentos, deslocamento por conta própria, não é veículos, tá? E transporte de cargas especiais, de cargas especiais é essas grandes, provavelmente ninguém tá aqui, vai trabalhar com ela, né? Voltando a falar um pouquinho sobre a aportaria do suroque, do suroque que é a principal lá que a gente foi.
fala de 1000, sabe, que ela saiu agora? Vex 6. Ela estabeleceu alguns procedimentos, onde sistemas principais estejam disponíveis, embora o fluxo específico não esteja detalhado nos resultados e referências, ele indica que tem procedimento alternativo das documentos. Tem que detalhar ele bem certinho dentro do suroque, porque é bem grande. Você consegue fazer procedimentos de registro banoais que muita gente ouvi no forno, pessoal falando sobre registrar o senhor-te-la, gerar só o número do senhor-te-la, lançar lá, mas você tem uma informação específica que você vai ter que fazer. Outra coisa, você começa um senhor-te aqui nem um MDF, tu inicia ele, tu vai preencher ele, no ensino necessário. E quando terminar o transporte, tu vai ter que encerrar ele. Se não encerrar, automaticamente ele já faz o encerramento. Se eu não tenho ganado a cada tanto tempo, pelo menos na efretinha, algumas situações assim, tá? A nossa lista lá o que tinha Alexandre, que eu não lembro certinho, só pra gente. Pra mim não me perder aqui no que eu posso ir para frente para trás, para falar sobre isso, pra mim, na sequência. A gente contextualizou um pouco o que é o cenário, o que é obrigatório, o que não é. Essa identificação das transportadoras, os tarques, os equiparados, eu acho que vale a gente reforçar um pouquinho aqui. Qual que é a característica de quando é a empresa própria, que acho que é o ataque equiparado, isso o micro-rigo, se eu falei errado. Que o cara tem um caminhão ali, ele vai fazer o transporte com um caminhão dele. Não é uma transportadora, não é nada fora. Quando você tem o próprio transporte da própria mercadoria, e você tem o teu funcionário CLT, você já não emitir, não emitir o CLT, por causa que você já está fazendo o pagamento, ele já recebe o salário como motorista, enfim. O vehicle é seu próprio, então você não vai ter isso aí. Eu até tenho um diagrama lá na coisa que você pode entender assim, a questão da relação do COT com MDFE, a parte da integração técnica, você fala assim. A operação de transporte, emissão do COT, a avalidação do piso mínimo, se a avalidação foi do piso mínimo, ele é aprovado, o COT é gerado com código, a inclusão do COT, o MDFE, o MDF autorizado e transporte regular. Se rejeitado, a operação impede e você para por ali. Se não lembra se tinha comentado exatamente isso, então essa é a sequência. Acho que um ponto que a gente podia trazer para o assunto aqui agora, é falar um pouquinho dos componentes que a gente tem na CBR para fazer todo esse processo. Então hoje a gente tem o CBR MDFE e o CTE, que são dos documentos mesmo, que você consegue emitir pelos componentes em Delphi. E para esses dois a gente tem líbit também. - Sertama, pode falar isso. - Só para bater o martelo, com relação ao COT, a obrigatória da CTE, ou a boa obrigatória da CTE, a gente pode concluir o quê. Se a empresa tem o caminhão e dela, o motorista é funcionário, CELT. Então nessa situação, o COT fica desobrigado. Eu não preciso do COT. Agora, se o motorista não é funcionário da empresa, o caminhão também não é da empresa, então aí se faz necessário o COT. Podemos resumir isso daí hoje dessa forma? - Pode ser assim dessa forma. Eu vi que o pessoal está perguntando quem precisa, eles querem. Já vou falar do componente Alexandre Sov, vamos fechar essa questão. O pessoal está perguntando, "Quem precisa?" O obrigatória emitir transporte por TAC, ou TAC equiparado. Se o senhor deve ser emitido porque encontratou o transporte. Então quem contratou esse transporte do TAC, é que vai fazer. Se for uma subcontratação, daí a responsabilidade passa ao subcontratante. Mas nesse caso quem contratou o transporte do TAC, vai emitir. Transporte por ETC, empresa da transporte de cargas que utiliza o GERAMENTE TMS, ou também não equiparado a TAC, que cai fora. Podem emitir diretamente com a integração da API da NTT. E sim, elas devem emitir a empresa de transporte, por causa que ela vai ser contratada, existe a situação assim. Eu tenho o veículo próprio, eu tenho a minha fabricação próprio, eu tenho meus funcionários desse caso, eu não é mito. Eu tenho a fabricação de produtos, eu contrato alguém para fazer isso, eu vou ter que. para fazer o transporte, eu vou ter que pegar e emitir. Se essa empresa subcontrata serviços, ela pega o serviço, ela vai ter que emitir o COOT, lá dentro, entendeu? Porque ela pegou um valor e ela contratou uma outra empresa para fazer esse transporte. Então, quando eu contraté essa outra empresa para fazer o transporte, tenho que obrigatoriamente emitir o COOT, porque se você não está enganado dar para pegar uma. Por exemplo, essas empresas que transportam, por exemplo, que eles têm que gerar o COOT, se se por acaso eu for lá e tiver. Eu vou ter que. eu subcontratar, o outro para fazer esse meu transporte. Eu vou ter que. eu vou ter que ir para o COOT e fazer isso para fazer isso. Então, eu vou ter que ir para o COOT e fazer isso para fazer isso. Eu vou contratar um outro para fazer esse meu transporte, volar, recado, tudo aquilo e trago para a empresa. E daí eu vou contratar outros para fazer o transporte. Eu vou ter que ir emitir esse COOT. É meio que geral essa questão. Sobre os componentes, a gente tem o ACBR-C-Ort. E falando em IPF, isso a gente tem o efrate funcionando. Esse ponto que funciona. Os demais que têm a lição em unites que foram contribuições que foram sendo agregadas dentro do componente, mas que não foram validadas, testadas. A gente não teve acesso a credenciar na época para fazer isso. Então, eu estava sendo feito aos poucos. Eu vi que tem gente pedindo de DLL. Acendo o trabalhado, tem tarefas para ser trabalhada. Cada um trabalha com a questão em si. Mas está sendo feito. Eu posso não devo, acho que eu alhechando que vai falar alguma coisa sobre datas. De entrega sobre essas DLLs que eu vi que tem gente que está perguntando que vai ter a DLL do COOT. Outra coisa, pessoal, e daqui a pouco, é capaz de começar em a obrigação. Por você trabalhar com um COOT de transporte, você vai provavelmente ligar mais uma coisa a verbação de carga. Porque uma carga também pode ser a verba. Tem um seguro para ela. O COOT é para você pagar um pizumino. Então, depende da carga, você vai ter que também ter isso. Já explicando para alguns que vão entrar no meio desse rolo de transporte e emitir COOT algumas cargas e alguns serviços vão ter que ter essa parte da verbação de cargas. É um mundo grande que tem aqui. Se o COOT é muito interessante quando você pega e passa a passo e você utiliza todo o ecossistema que tem dentro dele. Se você pegar somente uma dessas IPFs e você esmio a parte a parte e utilizar tudo que ela possui, você deixa o seu sistema completo, claro, complexo, mas atendendo a tudo que é necessário. E a carga vai sair com uma carga e teve que levar para um lugar um pouco mais distante que vai passar no pedágio. Ele vai poder lá dentro do junto com o que ele fez, o rato seorte, já agregar essa questão de pagar o pedágio porque o cara passa para o cara tem um cartão, o cara, como eu falei, recebe transferência bancária, recebe PIX. Essa é a maioria que tem recebimento via PIX. Por exemplo, você obrigatoriamente tem que ter um contrato com essas empresas. Não consegue fazer gratuitos. -Vamos por isso. -O Julio Omar, você falou da avervação? Nós já temos, já faz um bom tempo o componente para fazer a avervação. Eu acberrei a NE, a avervação nacional e eletrônica. Esse componente, ele se utiliza a N, a, a, desculpa, a TM, e a LIT e porto seguro. O ATM, eu ajudei na escrita do coda.
do ATM foi testado, funciona, os outros dois eu não tenho a certeza absoluta se está funcional, mas o ATM sim, então você pode a verba fazer o seguro da carga usando esse contato, mas eu acho que ele vai poder responder isso aqui, mas eu acho que a gente está tentando se aproximar e descer essas empresas para poder ter um contato, mas não tem um contato direto com elas, eu vi que muita gente está falando aqui que está fazendo integração, pero é frate, mas eles não respondem o Cesar Cardoso, que eu vou te falar ali da Log, a Log responde, o problema maior, cara, está sendo exatamente isso, eles, eles, empresas de IPF não tinham essa demanda tão alta, hoje eles têm uma demanda que eles mesmo não estão conseguindo comportar de responder, tem relatos e já tem situações de lentidão na emissão de se ótima, porque eles não tinham uma estrutura preparada para o tamanho do mundo, o negócio que ia ser e está difícil, como a pessoa falou, está difícil, o sim o contato com eles é muito difícil, a parte mais fácil de você conseguir um contato com eles, é tentar fazer um contrato, o cliente tem o que para fazer um contrato com eles, está mais fácil de você conseguir assim, quando é o gratuito, eles não estão nem aí, eles não estão muito dando bola, não é que a gente não quer, eles não queiram te dar mais eles, tá, enfim, e aí vou trazer então, vão fechar essa questão dos componentes, para esclarecer para o pessoal e a gente tem um cenário aqui que ele é muito parecido com o cenário que a gente tem na nota de serviço com os provedores, né, a gente, a gente tem o componente, a gente faz as integrações e a gente recebe muita contribuição, então quando a gente recebe a contribuição, a gente lógico tem que avaliar, tem que ver está funcionando, mas tem as dificuldades que o Julio Amartrocio, a gente não tem credencial para testar, a gente não tem acesso ao ambiente, então esse processo ele não é tão rápido quanto a gente gostaria, e aí quando vem uma legislação que torna isso tudo obrigatório, as coisas começam a simbolar, né, então as IPFs não estão conseguindo emitir, não estão a atender, mas a gente também não consegue testar as integrações, essas são dificuldades que a gente tem normalmente no desenvolvimento, dá nossa parte, dá nossa parte o que a gente procura fazer, a gente procura, acolher e integrar essas contribuições que vocês trazem para a gente da forma mais ágil que está no nosso alcance, então por exemplo a própria DLL do COT, ela não estava no nosso tempo, ela era até um tempo atrás, e a gente viu essa demanda e a gente entende que o nosso público que são vocês que estão aqui precisam dessa solução, e a gente já passou na frente de outras coisas, e ela já está em desenvolvimento, e deve estar sendo entregue agora, e o pessoal até comentou, "Ah, mas era junho, isso aqui estamos em junho ainda, vamos fazer todo possível para entregar, né, o mais rápido possível, mas de novo, depende de test, depende de saber se está tudo funcionando, e a gente sempre conta com vocês que estão aí, uma observação que a gente não falou, e aí até para quem acompanha o ACBR sabe que a nossa estere é essa, a gente sempre desenvolve primeiro nos componentes que são nativos para DL filáseros, depois a gente parte pra as ACBRs Lib que usam os componentes, e por último a gente normalmente também implementa a nossa BR monitor, que é outra ferramenta que a gente disponibiliza, então hoje no monitor a gente tem MDFEACT, mais um próximo etapa nossa é também integrar o COT no monitor também no futuro, tá? Então o que a gente tem? A gente tem os componentes que já existiam, a gente tem o desenvolvimento da Lib que a gente está encaminhando para a Lib do COT, futuramente a gente vai colocar isso no monitor, e a gente tem as integrações dentro do componente do COT, que apesar dele já existia há um bom tempo, ele tinha basicamente o efrético, que é o Julio Mar, comentou com a gente aqui, né, que a gente sabia que ele era funcional, que ele estava tudo ok, belezinha, e agora a gente tem essas outras IPF que também, a gente tem tarefas com contribuições para isso sem integrado, então é esse Roadmap, que a gente tem nessa trilha de desenvolvimento que a gente está trabalhando nesse ecossistema aí, a UANA, que é da verbalização que o Italo falou, ainda não está na nossa, na nossa mapa que desenvolve a Lib para ela, tá? E aí, de novo, trazendo um gancho para o que a gente comentou lá no comecinho, a gente sempre coloca a link aqui de pesquisas, de inquietes, né, respondam isso para a gente, porque lá tem, o que vocês querem, em vez de assunto, eu quero saber mais desse assunto que a gente trouxe hoje, e a gente vai entender que é uma demanda de vocês, né, a Alexandre, então comenta lá no canal do MDE, que seja, ó, que você já tem a liberação, nós queremos, nós precisamos, e a gente vai colocando isso na estereira aí de trabalho. É isso, Italo? Exatamente, exatamente. E aí, uma pergunta da Paula aqui que já tinha perguntado lá no começo também, e aí a gente, o Julio Amar pode ajudar a gente aqui, não especificamente do desenvolvimento, mas assim, respondendo a pergunta dela, existe o serviço do ciote com a NTT, né, nós estamos fazendo a integração sim, já está em desenvolvimento, tá, então respondendo a pergunta da Paula, vai, vai tem breve isso, né, mas aí um gancho que eu queria puxar é o que o Julio Amar falou até que estava procurando o link lá, mas eu também vi isso mais de uma vez, que a própria NTT fala para não usar, né, para não dar preferência, para procurar o outra IPF. É isso, Julio Amar. Perdão, estava falando aqui com o microfone cortado, até o Julio Amar falar que para cima foi o João que falou, só não lembro certo aqui, é o João Ribeiro, ele que até mandou príncipe na nossa conversa com o pessoal da NTT, que eles mesmos estão reclamando problema. Eu vou aproveitar e responder algumas perguntas aqui que eu vi aqui no mês, se o ciote a verbação não é a mesma coisa, tá, se o ciote é uma coisa, a verbação de carga, a verbação, tu pensa como seguro da carga é uma coisa, ciote para você pagar frete, a verbação para você se fazer seguro, tá, outras coisas que o pessoal veio perguntando aqui, o que você pode falar, então tá na estere aqui do Ocbr Lib para o ciote, aí NTT tá também na estere, tá, a gente gostaria muito, né, se fosse possível, mas a gente não consegue, a gente até tenta fazer de ter tudo das ó, eu tenho que ir a lista que eu acabei de falar para vocês, eu tenho 3, 6, 9, 12, 12 11 instituições de pagamento que a gente gostaria de ter, mas não é legal que não é essa linha de problema, era que a gente tem que priorizar algumas coisas, a gente tem bastante coisinhas a trabalhar, então a gente não consegue dizer que vai sentar e vai fazer todo para aquele ali. E aí, te tendo e Julio Amar mais puxando um gancho, a gente conta com a contribuição de vocês também, né, então de repente você tem lá, você assinei com tal IPF, e se você pegar o nosso componente, conseguir fazer uma implementação para essa IPF, manda para a gente aqui, porque o processo é muito mais rápido, quando você manda um código, a gente só vai avaliar, a ver está tudo certo, você já testou, porque você tá usando, né, e a gente consegue disponibilizar isso para a comunidade muito mais rápido do que a gente tem que alocar um consultor para analisar a documentação, fazer o desenvolvimento, e aí às vezes a gente ainda nem tem como testar, porque a gente não tem um credencial, mas na tura alguma coisa assim. Exatamente, aí o nosso maior problema. Falando um pouquinho também, pessoal, agora puxou aqui as informações, tem um executável da ADTT e tem a DLL, tá, é para a geração somente do número do COT, depois que você gerar você obrigatoriamente tem que fazer o processo do COT, tá, não é só simplesmente pegar aquele número e jogar lá e pronto, e já tá resolvido, tem até um prazo para você gerar, desculpinho até, da travessia tudo, atualmente eu vi o print da imagem aqui, então você consegue que não se ennepejota lá, a Paula postou um link ali para quem precisa ali que tira bastante dúvida, exatamente isso, eu conheço esse pessoal ali também, aquele lá é para você gerar só simplesmente o número do se norte baseado no teu CNP J, e jogar lá para casos de contingência, e eu te desaclaro pra ADTT pra você gerar, mas você tem que fazer todo o processo, não sei se o pessoal teve curiosidade, mas é mais ou menos isso que é feito, a gente tem a, na verdade, o processo que é feito ali é do efrote, então você tem lá um login, cadacio veículo, e de status na ordem, o cadacio veículo adiciona a operação de transporte, adiciona o pagamento,
O Btup IDF, cancel, então você tem carácio proprietário-ví, carácio-potrista, adiciona viagem, é uma operação de transporte, o Btup IDF, o código de identificação. Etifica uma operação de transporte, pode fazer correções, né? Cancelo um pagamento programado, tá? Tem ali dois opções, que é do efrético, que é logim e logout, que você só utiliza quando você não utiliza certificado, você não precisa fazer o logim e logout, você só simplesmente para os metros, né? A registra pagamento de tentação, inicia e a operação de transporte, que eu falei, você inicia ela, mas você tem que encerrar ela quando termina o transporte, tu vai encerrar, o melhor termina todo o processo, tu vai encerrar. Então tudo aquilo que você vê ali, é o passo a passo que você vai seguir, se você pegar o manual deles e ler, e se você pegar o outro manual, vai seguir razoavelmente os mesmos processos. Claro, salva alguma diferença entre um e outros que me lembro assim, meio vagamente, tinha uns que você fazia todo o processo para iniciar, que a gente tava, você cada trava tudo junto no XML grande, e mandava não ficar fazendo item aí, tem. Mas mais é que para que o pessoal possa ter essa. Pua um falou e o pilinho isso falou agora mesmo, o próprio manual da NTT, dá a preferência para a gente utilizar um IPF, uma instituição de pagamento, que uma coisa. Você pode até gerar. Por que que é gerado? Até uma pergunta do pábel, porque é gerado diretamente porque você joga o CNPJ lá, e como o CNPJ tá já tá amarrado com vícolo, tudo mais. Aí você consegue gerar, tem alguns que automatizam isso aí, tem alguns que não fazia só automatização, que é o caso da EFrete, e de outros aí você tem que ficar lançando, e tem a ir, tem viagem, etc, para gerar um número de SOT. Não é tão. E outra coisa, só para vocês entender o SOT online, que muita gente comentando, eles não são diretamente uma instituição de pagamento, eles têm uma instituição de pagamento lá atrás deles fazendo isso, tá? Como outras empresas, então, na verdade, eles fazem alguns processos que você deveria te fazer diretamente de instituição de pagamento. Então, tem que ter uma cuidado para vocês entender isso aí. É que nem algumas outras empresas que também fazem exatamente assim. Então, você tem. Digamos aí, vou falar de empresas de PIX. Algumas empresas de PIX, por exemplo, tem lá fácilzinho para você fazer o PIX, mas, por trás dela, tem todo. Uma PHP diretamente para fazer isso. E a mesma coisa é essas empresas aqui. Elas têm a emissão do SOT ali, mas quem gera por trás delas é uma instituição de pagamento. Não é elas, elas não são mais de santo pagamento. Todos você pegar o SOT, e for na lista da NETT, vocês não vão arrelar, tá? Ela não tá lá. Tem uma outra empresa por trás fazendo isso. Vocês podem até ver na hora do contrato, então, ela deve ter alguma informação. Só para as mil só, pessoal. Julio, tem um outro ponto aqui que estava no nosso roteiro. Não sei se dá tempo da gente falar dele rapidinho. O SOT também tem uma operação offline, uma contingência aí, como que funciona isso. Mais um complicador aí, no cenário todo. E é basicamente o que o executável que o rapaz até colocou assim. O que você gera, o número você pega, esse número claro, para você fazer o processo lá internamente, na NETT. Mas vocês podem, como falei, como você tem o teu CNPJ atrelado à frota, porque o caminhão você não compra ele e atrela um CPF, etc. Você vai estar atrelado o teu CNPJ. Você vai conseguir com o teu CNPJ a gerar um número de SOT e pegar esse número de SOT e lançar lá. Mas, como falei, quando retorna essa questão de online offline, você tem que ir lá e lançar todos os dados. Você vai ter que fazer atualizar o equipamento, o transporte, a questão da viagem, etc. Encerrar o SOT, então não é só simplesmente lá e gerar um número de SOT e jogar lá e pronto, tá feito. Você pode estar com situações que dá que é pouco, você vai gerar alguma situação. Pergunto ali, MDF pode ter vários SOTs, sim. Você vai lá em FNF, em FNTK.nil, e tu tem lá, eu não sei se é de zero a mil, zero a 100. O item que gosta muito das SOT, ele pode lembrar, mas ele consegue jogar diversos SOTs do único MDF. SOT não tem visualização na DAMF, outra coisa, não existe o SOT está no XML. O XML é ali pela NTT, é ali pela. Por as empresas, enfim, mas não existe impressão. Existir. Em impressão já tinha saído um MOC, uma alteração na lei, mas até agora não tem nada. Então quem chegar pra você, você diz assim, tem que sair, não tem que sair. Você vai lá e pega a parte de ter um trecho do MDF, do MDF aqui, diz lá dessas leis ali, que eu não. Eu já tinha de ter recortado para colar aqui pra vocês, mas está lá bem descrito. O que importa é que o SOT está registrado no XML, não fala nada mais que eu tenho que imprimir aqui, ali, colado lá do caminhão, colado. Não, ele tem que estar lá no XML, acabou. Tando lá. - O que é a malita? - Beleza. - Ai, eu já temos uma noa, então a gente já consegue, mas não tem, tá? O SOT, no MDF, nós podemos ter até 990 ocorrências, tá? Então você pode informar 990 SOTs em um único MDF. - Vai ser um limitesinho bem aceitável, ele prou um transporte para um caminhão. Crei que não pode conseguir. Cabe mais que em estudantes do transporte, dentro de um caminhão. - O Guilherme pergunta ali, ele fala que ele colocou no observação ser errado, né? Quando você coloca no observação, Guilherme, você está colocando uma informação ali que faz parte do XML, não é um problema, mas não é obrigatório. Quando o pessoal pergunta se vai sair no MDF, ou não, normalmente é um cliente que quer que saia que tenha um campo específico. E aí, esse é um padrão que a gente segue em todos os documentos do aCBR aqui, tá? A gente faz o layout do documento em pressão de acordo com a legislação. Então, não é uma vontade, não é? Porque a gente não quer colocar, é porque a legislação determina que o documento tem que ter aquele formato e a gente segue esse padrão. Se você emitir um documento fora do padrão e aí está sendo fiscalizado isso na rua, o cara vai tomar uma multa porque o documento não está no padrão. Então, na diante, o cliente querer fazer uma mudança numa coisa que a legislação manda fazer o contrário. É, certamente. E outra. Eu só informo só um siote. Tudo bem, você criar um campo, lá um quadro, o laciote, colocar o número dele. Beleza. Agora, como eu acabei de falar, em um MDF, nós podemos ter até 990 siotes. Como você vai fazer para imprimir isso daí? Você vai ter que ter um quadro com uma lista de siotes. Vamos para a Teresa. Mas vai perceber a bola de neve que vira o negócio. - É uma indivinção. - Por isso não tem nada. Eles já têm. Eu, pessoal, é uma dedução quase que lógica, que não tem algumas situações. Não tem onde caber toda essa quantidade. Então, eu não vou exibir, porque eu não preciso. Você já imaginou o Glamio falou, "Eu já imaginou o Glamio de colocar 900 e poucos na observação, então o cliente vai levar um livro, o motorista vai levar um livro para viajar. Porque ele não precisa. É uma coisa que ele não precisa. Isso aqui, o Wesley falou sobre o seguinte, a geração do siote, ele pode gerar sem ser pelo executável. O executável é só uma forma de você gerar um número lá para que você possa utilizar ele em contingência. - Entendi, você está ao offline, né? Por exemplo, você não consegue acessar o site, você usa o executável. - Você tem, lá, o chamada da PI mesmo para gerar essa parte da numeração. Se a gente parar essa aqui, a gente podia passar, na verdade, 8 horas ou mais conversando e adicionando até mesmo e programando. E programando, "Fistal Coisa", aqui é o Rodaí da questão do siote, que sim. A gente só quis dar um resumo assim, que é bastante puxado e para aqueles que não tinham uma mínima noção do que quer, a gente está tentando trazer para vocês o que quer. Mas é assim, para resumir. O que é que esse ótia é para você conseguir ter o controle ou melhor, o governo ter o controle que foi pago, exatamente o piso mínimo de frente, ponto final. Quem que pode emitir, se você não tem implementado ainda no sistema, o teu cliente pode ir lá e emitir gratuitamente.
do site da CPF. Final, pega o número, o problema é claro, lançar todos os dados por isso que a gente está implementando a questão da API, porque diminui o processo todo, que o cara vai ter lá, vai só clicar no botão, porque ele já está o cadastro, clica no botão e vem informação, clica no outro e vem informação, terminou. Ah, fiz o CTE, terminou a CTE, vou tirar o Cote dele, clica no botão, ele vai processar o Cote, vai trazer o númerozinho sem eu errar. Outra coisa, o Cote é 12 ditos, tá? Tá vindo com 16, aí o pessoal tá, é os 12 primeiro, os quatro últimos são justos verificadores, coisa assim, o justo verificador tem ali também na documentação bem certinho, local, a pra você ver, mas são os 12 primeiro que vai fazer parte do MDFE, tá? Pra gente ir. Pra gente não passar muito do tempo, eu coloquei um link aí do topo que a gente tem no topo, que é uma caixa do sugestões, então já agradecendo a presença de todos e percebendo que teve bastante dúvida aí, que hoje o Leon Marco comentou também, né? A gente já deixa anotado aqui no caderninho pra fazer uma outra edição pra gente falar de algum ponto mais específico e contribuam lá com as sugestões pra gente pra gente trazer esses temas que estão aí no interesse de todo mundo, tá bom? É, também deixou aberto aqui os canais do Discord pra vocês colocarem as dúvidas, então caso seja alguma dúvida diferente do que a gente respondeu aí, acho que a gente não vai conseguir responder o que tá todo mundo escrevendo lá, mas usem os canais aqui, né? O pessoal que é pro também aí agradeço, já de novo, todo mundo que é assinante proicorpor ativo do SBR, a gente dá uma atenção especial pra vocês aí e procurar resolver essas soluções, fiquem cientes que estamos desenvolvendo as soluções e elas estão sendo entregues, mas como o Júlio Merde disse, a ideia era mostrar o cenário pra vocês, pra que vocês entendam que ele é muito parecido com a nota de serviço, então não é uma coisa fácil, são várias IPFs, são integrações diferentes, a gente conta lógico com a ajuda de todos vocês pra contribuições do SBR, a gente pra gente trazer um produto cada vez melhor, quero dar um espaço aqui pro Júlio Merde, proítero fazendo as considerações finais deles aí, fiquem à vontade. Vamos lá, Júlio Merde. Olá, tá bom, pessoal, a gente pode não ter conseguido atender a todos e todas as dúvidas, mas assim, eu já convido como Alexandre falou, seja, pro, ou não, abram o topo lá no Forum, que é mais fácil do que a gente tentar, às vezes, o Discord é bom, pra que a gente responda a make uma interação rápida, mas abram o topo no Forum, seja na parte de CTÉ, o DMDFA, pra falar sobre essa questão do senhor, pode abrir seja pra uma dúvida só, eu coloquei uma vírgula aqui e deu errado, tá, pra lá e coloca, não é que a gente consegue responder a todos, mas a gente vai, às vezes consegue ir lá respondendo, ou ajudando o que a gente consegue, tá, não é sempre, mas a gente consegue, então vamos lá e abram essas estópapos, né, eu vi que tem gente aqui, a pessoa que tem postos aqui, a gente já a gente tem noção disso, tá, mas é como a gente falou, a gente tá indo passo a passo, situação, situação aqui, eu tenho noção que tem lá, contribuição, que não é uma IPF, tá, o senhor te online, tem a integração da PANCAR, se eu não tô enganado, eu acho que é PANCAR, isso tem também lá, então a gente tem uma ciência das coisas, só que a gente tá indo no que a gente consegue e levando pra fazer, primeiro, a NTT, depois os outros, a EFrete como já tava funcionando, a gente só fez os justiços necessários, Renato, ajudou, e ajudou, e ajudou, e ajudei, a gente já deixou funcionando, quem tá com problemas já pra ajudar é questão só de dados lá do EFrete, tá, pra não tá conseguindo mandar, então é uma informação errada e para tudo, e como eles não têm um retorno pra te dizer assim, ó, tá, o errado ali, você vai ter que às vezes deduzir essa informação, tá, então vai olhar lá e vai fazer a correção, mas o EFrete tá funcionando, funciona, tá, e as demais, enfim, e a gente tá aí nos canais aí, nós da Irene o sistema também também, também, trabalhando aqui nem louco pra deixar isso aí pronto e pra atender os clientes, um abraço pra tudo mesmo. E então, eu queria agradecer a presença de todos, hoje eu falei pouco, né, quem deixei por Julio Marco, como ele tá aí por dentro da transportadora, tá, né, ele tem, ele tem uma bagagem muito maior com relação ao siote do que eu, né, eu cheguei tive cliente e transportadora, mas como eu disse isso daí já faz um bom tempo, nem existiu CTE ainda, era, era na base do papel mesmo, né, e então reforço tudo que o Julio Mar falou, a gente, é, tentou aí passar aí algumas informações pra dar um norte pra vocês, né, porque é muita coisa e a gente ia ficar aqui como julgar Mar falou umas 8 horas falando, tá, e reforço também, a questão de criar um tópico, né, no foro, ficar mais fácil, né, porque no, no foro a gente dependendo do que for, ai, eu, eu, eu implementei aqui pra o siote pra empresa XI, tá funcionando, meu cliente já tá usando, não sei o que, né, então, no foro, ficar mais fácil, a gente cria a tarefa pra analisar e disponibilizar isso pra todo mundo, tá, o meu muito obrigado a todos, tá, obrigado gente, e olha só, se vocês quiserem pegar um notebook e levar lá no dia do CBR e pedir pro Julio Mar emitiu o siote lá pra você na hora, ele vai estar lá com a gente, o Italu vai estar lá emitindo MDE, então não percam oportunidade, já pegue o seu ingresso entre no site, dia do acbr.com.br, vai ser em novembro no teatro B32, lá em São Paulo e a gente espera a presença de todos vocês, quero agradecer mais uma vez a audiência, todo mundo que teve aqui com a gente, fique a vontade pra criar os tópicos no foro, pra mandar mensagem, a gente agradece e temos nos organizado aqui pra responder todas as demandas, falar com todos vocês, ninguém fica sem resposta aí, tá bom, você tem alguma dúvida ainda, você pode escutar esse papo de novo que a gente vai deixar ele disponível no Spotify, tá, então terminando aqui a gravação até o final da semana, a gente coloca lá e você pode acompanhar esse e todos os nossos papos, pros e a gente espera vocês aqui na semana que vem de novo, muito obrigado mais uma vez a presença de todo mundo e até a próxima, tchau, tchau.
Podcast Summary
Key Points:
O papo CBR abordou os documentos fiscais MDFe, CT-e e CIOT, com foco nas mudanças recentes e obrigações para transportadores e embarcadores.
O CT-e é o conhecimento de transporte eletrônico, emitido por transportadoras ou empresas com carga própria em transportes intermunicipais ou interestaduais.
O MDFe é o manifesto de documentos fiscais eletrônicos, que agrupa até 10 mil CT-es ou notas fiscais, facilitando a fiscalização nas fronteiras e hoje também é exigido em transportes intermunicipais.
O CIOT é o código identificador da operação de transporte, obrigatório para pagamento de frete, substituindo a antiga carta frete, e é vinculado ao MDFe.
A obrigatoriedade do CIOT foi reforçada após a greve dos motoristas, com multas de até R$ 10.500 por descumprimento, baseada na Medida Provisória 343/2016 e resoluções da ANTT.
Instituições de pagamento (IPFs), como Efrete, Repom e outras, devem oferecer emissão gratuita do CIOT, mas com limitações, como pagamento via transferência bancária.
O CIOT não é apenas um código, mas uma ferramenta de gestão financeira, usada para pagar pedágios, abastecimento e complementos de frete.
A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) regula todo o processo, incluindo o cálculo do piso mínimo de frete, que pode gerar rejeição no MDFe se não for respeitado.
Há distinções entre TAC (transportador autônomo de carga), ETC (empresa de transporte de cargas) e embarcadores, cada um com responsabilidades específicas na emissão do CIOT.
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A implementação do CIOT e MDFe está em evolução, com consultores da CBR disponíveis para auxiliar, e o evento "Dia do CBR" foi divulgado para novembro.
Summary:
O encontro semanal do Papo CBR, transmitido ao vivo no Discord, discutiu as obrigações fiscais e operacionais relacionadas ao CT-e, MDFe e CIOT, com a participação dos consultores Ítalo e Julio Omar. Inicialmente, foram explicadas as definições básicas: o CT-e é o documento fiscal eletrônico emitido por transportadoras ou empresas que transportam suas próprias mercadorias em viagens intermunicipais ou interestaduais; o MDFe é o manifesto que agrupa vários CT-es ou notas fiscais, criado para agilizar a fiscalização nas fronteiras e hoje também exigido em rotas intermunicipais; e o CIOT, que é o código identificador da operação de transporte, substituiu a antiga carta frete e é essencial para o pagamento do frete. A conversa destacou que, após a greve dos motoristas, a legislação tornou o CIOT obrigatório, com multas severas para quem não o emitir, e que ele está vinculado ao MDFe, podendo causar rejeição se o valor do frete estiver abaixo do piso mínimo estabelecido pela ANTT.
Também foram mencionadas as IPFs, como Efrete e Repom, que devem oferecer emissão gratuita do CIOT, embora com restrições. O CIOT é uma ferramenta de gestão financeira, permitindo pagamentos de pedágio e abastecimento. Por fim, foram esclarecidas as diferenças entre TAC, ETC e embarcadores, e a necessidade de adaptação às novas regras, com suporte da CBR e o convite para o evento presencial em novembro.
FAQs
O CT-e é o Conhecimento de Transporte Eletrônico, um documento fiscal emitido por transportadoras e também por empresas que fazem transporte próprio, como uma loja que entrega mercadorias em outra cidade. Ele é obrigatório para transportes intermunicipais e interestaduais.
O MDF-e é o Manifesto de Documentos Fiscais Eletrônicos, que agrupa até 10 mil CT-es ou notas fiscais em um único documento. Ele foi criado para facilitar a fiscalização nas fronteiras entre estados e hoje também é exigido em transportes intermunicipais.
O CIOT é o Código Identificador da Operação de Transporte, usado para registrar e pagar fretes, pedágios e abastecimentos. Ele é obrigatório para quem precisa emitir, e a falta dele pode gerar multas de até R$ 10.500.
O CIOT deve ser emitido por transportadores autônomos de carga (TAC), empresas de transporte de cargas (ETC) e embarcadores que contratam o transporte. Em caso de subcontratação, a responsabilidade passa ao subcontratante.
Após a greve dos motoristas, a legislação tornou obrigatório o uso do CIOT para controlar o piso mínimo de frete. Além disso, o MDF-e agora exige a vinculação do CIOT, e o uso de valores abaixo do piso mínimo pode causar rejeição do documento.
As instituições de pagamento, como a E-Frete, são obrigadas por lei a oferecer uma forma gratuita de emitir o CIOT. Por exemplo, a E-Frete permite emissão gratuita em seu site, desde que o pagamento seja feito via transferência bancária.
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