230: Como funciona o GEO, o SEO para LLMs, com Mateus Borges
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A entrevista apresenta Mateus Borges, cofundador da Rânquia, discutindo a otimização para motores de busca generativos (GEO). Explica-se a transição do SEO tradicional, focado em algoritmos determinísticos como o Google, para um novo paradigma com IAs como o ChatGPT, que utilizam processos estocásticos. Destaca-se que otimizar para essas IAs envolve garantir que conteúdo relevante e bem estruturado seja facilmente processado, já que as respostas são geradas organicamente a partir de dados treinados. Aborda-se o risco de as plataformas de IA introduzirem publicidade, o que poderia minar a confiança dos usuários, similar a episódios de "Black Mirror". A Rânquia posiciona-se como uma facilitadora, ajudando empresas a adaptarem sua infraestrutura de conteúdo para serem competitivas nesse novo cenário, onde a busca orgânica e a clareza sobre propaganda são cruciais. Conclui-se que o GEO é uma disciplina temporária, necessária até que a infraestrutura de IA atinja abundância e maturidade plenas.
[Música] Olá! Bem-vindas e bem-vindos a edição de quarta-feira de sonde entrevista do Yasuo do Contrôlio, o seu podcast com o Overfit em informações sobre o mundo da inteligência artificial. Eu sou o Marcos Mendes e tenho claro assim com a ultrasona para que o Fabrício Carrar o viajante Polilota, rosto do podcast Carreras sem fronteras e programanas da Lura Fabrício. Tudo bem? E aí, Marcos e aí, galera de casa. Mais uma entrevista aqui que eu estava bem animado, porque eu conheço essa pessoa no mundo real, e eu conheço ele bem recentemente nessa turca que eu estou fazendo no Brasil. Agora, essas últimas semanas que eu passei por aqui, tive a sorte de conhecerlo pessoalmente. Passamos. Era para ser um café de uma hora, a gente ficou seis horas lá conversando sobre tecnologia e a vida, a universo, tudo mais. Então, prazer ter ele aqui no podcast. Excelente. Então, Mateus Borges, das muitas credenciais, vou dar solmo por enquanto, cofundador da rânquia, bem-vindo ao Yasuo do Contrôlio. Esse obrigado aí, pessoal. Obrigado pelo convite. Muito feliz. Fabrício, como ele contou de que eu sei as horas batendo o papo lá sobre como o tech vai mudar o mundo, e como a gente desde como ser humano filosóficamente, a gente se adapta nessa realidade de todo, e ainda é o oportunidade de negócio que tem nesse rastro. E, Mateus, obrigado prazer, também é legal de estar com vocês, gente, acompanhe o trabalho, o dia por dia que é, por dia que é, por dia que é, bacana demais. Excelente. Obrigado. E você, a rânquia é uma empresa que eu vou definir resumidamente errado você me corrige, tá? Mais é de SEO, sorte, end, optimization, jeito das pessoas. Encontrar em você, no buscas internet, para era das Yas. Então, se antes os sites e serviços seterotimizados para você e no Google, fazer uma pesquisa e caindo o site da sua empresa, agora está mudando essa relação, porque tem um intermediário aí que é no meio do caminho. A gente tinha comentado sobre essa mudança que estava vindo, que é começar a aparecer em empresa, serviços especializados nisso, e estamos agora vivendo nessa realidade. E não é mais SEO. É G-E-O-D-I-O. Explica pra gente o que é o D-O, antes de dar uma diferença, que são até algumas obras entre o SEO e o D-O. Legal, marca. A forma que se definiu a rânquia era o que a gente queria ser no começo. Só que a gente descobriu pra gente criar uma solução de valor que, relvei esse problema, a gente tinha que também são as empresas de pesquisa, e quase que uma dipitec. Então, hoje a gente, quando se apresentam pessoas, a gente vai em empresa de pesquisa, que tem pesquisas como resultados e produtos também de infraestrutura, focados em D-O, que é o generativo e emginil optimização. Então, o paralelo, ele ajuda a entender muito bem, né? Como você consegue otimizar o motor de buscas das IAS, cujo resultado que você quer, que quando alguém pergunta sobre quais são os melhores empresas de data categoria, sua marca, seu produto, ou você como profissional, apareça lá. Seja você um banco, seja você uma farmácia, seja você um advogado, um médico, ou uma empresa de software, então todo mundo tem esse desafio novo, que é esse novo paradigma de marketing, é como você influencia as respostas das IAS em relação à sua marca, né? E eu acho que é interessante a gente trazer, porque muita gente viu o lançamento recente do chat GPT ComEd, que teve até polêmica lá do Super Bowl, o Dan Tropic, e não é isso. Não é você aparecer nos eds do chat GPT, é você aparecer na resposta orgânica do chat GPT, né? Não, é exatamente, é isso muito legal, assim, é porque hoje, assim, os curiosos fazem o brasileiro, ele. Eu falava brasileiro, mas geralmente, o ser humano usa o GPT pra muita coisa, né? Tem pessoas que usa o GPT como psicólogo, como o Conselho Ramoroso, como o médico, como em em funcionalidades, né? E aí, Conan Tropic fez até as propagandas lá, juando um pouco essa questão do geminar da open-ide fazer propaganda, é muito verdadeiro isso, né? É, se cria um conflito de interesse, então, os episódios legais do Black Mirror, também, que eles fazem um pouco disso, tem um episódio no último temporada, que o pessoal coloca de pôr-mei, que um vice na cabeça, e. - Rackler People, como um people, mas. É, e é muito bom esse episódio, assim, porque daí começa pra aí, parece propaganda, assim, se só tá no plano básico do subscription lá, né? E isso mostra muito conflito de interesse, porque. O pessoal assume que aí há a enzenta, aí há não tem esse conflito de interesse, que é pra jovem, que se eu colocar pra propaganda, e fala assim, não, então, pareça que pra mim, que empagou pra aparecer aqui, né? Porque você tá me oferecendo que é de fato melhor pra mim. E eu gosto de pensar muito assim, mas, imagina a corrida das yás, como se fosse uma corrida de bicicleta, nesse tem open-ide, que é o ciprisso que tá lá na frente, peda-lam, peda-lam, peda-lam, peda-lam, peda-lam, abrindo, cortando vento, e aí, você tem no vaco atrás, o pessoal que tá vindo. Não tá tendo a resistência de quebra o vento lá, tá vindo só que na cola, né? O geminar ali com seus 750 milhões de usuários, o GPT com os seus quase 900 milhões de usuários ali, na cola, só que o penáforo tá ficando cansada, o penáforo tá assim, tá dando os últimos recursos, peda-lam, e ela sabe que se ela escurregar, ela pode escurregar, e muita gente ocupar esse espaço que ela tava ocupando, né? Então, esse é o grande perigo dessa brincadeira de fazer ads, nasiasse, porque, se o pessoal olhar, ela faz um CGPT agora é comprado, não confie mais nem nem não, vamos lá no geminar, eu vou lá no cloud, vamos no groque, no meta AI, seja o player que tiver o prominente na época, isso é muito fácil, isso é a questão de muito rápido acontecer, que foi o grande proporção de valor do WhatsApp, não WhatsApp só virou tipo o player dominador de mensagem, porque assim, era um lugar sem propaganda, que ela é gratuito, muito bom, tecnicamente entregava o vai-ta-valor, e ele foram começar a pensar até hoje em um desafio para a meta, né, como que ela monetiza o WhatsApp, mas o ponto é, ela tem uma audiência que é quase metade do planeta Terra, né? Então, isso tem muito valor, agora como capturar esse valor, que é esse o grande desafio? E acho que a visão me intermujar um pouco disso, a gente tem uma tecnologia enorme, que ela mostra um paradigma de enri possibilidades que a gente tem que fazer, só que em termos de negócio a gente não conseguiu encontrar ainda uma forma de capturar esse valor, e eu acredito muito que não vai ser ads, o ponto final, só que você tem a galera que colocou dinheiro, que está financiando, crescendo em outrasias, não é, não é só do outro mano, nem que falem, tá aí, eu penhar, a gente já participou em outros contextos, essas tecnologias que a gente investiu, investiu, não teve retorno, negócio quebrou, quando vocês vão dar dinheiro, e diferente de um Google, que você tem uma máquina de fazer dinheiro, consegue investir em mais de outros players, eu penhar e ter esse desafio, e ela tem como se eu se provar, que não tem como ganhar dinheiro, olha, veja bem, se eu quiser fazer ads, eu ganho muito dinheiro, ou então é um desafio, e tanto, mas assim, acho que aí isso pra gente que trabalha então com essa proposta de generativa e energizinho optimizante, mas do que nunca a gente acredita muito nessa tese de que a busca orgânica ela é muito fundamental, ela vai ser muito crucial quando a gente pensa em termogia, porque você vai ter que deixar muito explícito que é propaganda, e a partir do momento que você deixa muito explícito que é propaganda, tudo não vai falar assim que ignora propaganda, eu quero que é melhor pra mim mesmo, que é melhor pra mim, inteligencia artificial, só que o ponto é dar pra influenciar também, o que aí ela tá fazendo, e essa parte dos bastidores que muita gente não sabe, eu convulnerava, a gente já tá hoje em relação com as coisas com os players que já estão fazendo, essas tipo de ações, né? E tem uma coisa, eu noto que até certo ponto é injusto, "S" eu, na época, legado da busca, que eu até uma condização ruim, né, que é uma coisa meio, um expand que o word assim, você procura por melhores historiâncias da digital, você vai cair numa lista do tipo de "virus" que vai botar McDonald's, MPM, sabe, nem sempre é exatamente uma coisa que vai ser positiva 100% ali pra quem tá pesquisando, e a promessa, ou pelo menos a esperança expectativa das pessoas com a busca generativa, é que dava pra cortar completamente isso e fazer o modelo encontrar o que de fato era orgânicamente as melhores respostas pra busca daquela pessoa, tirando os guias feitos pra que eles cumprem, pra exemplo, o que o Google fala, "Ah, se você fizer isso, isso, isso, não seu texto, no seu site, você vai ainda ir saber aqui e vai cair, estruturou a internet pra seguir o que o Google basicamente mandava, né?" E uma das grandes vantagens da busca generativa era acabar completamente com isso e você só chegar no resultado mais rápido, melhor, mais eficiente, né? Com o "do.io", você vê os escudos de repetir que talvez vocês erros do passar, de começar a dar um nome ruim pra essa prática também, hoje tem de fato uma chance de fazer uma coisa que acaba ficando melhor pra todo mundo, sem dispersar o resultado, e todo mundo só jogar o jogo que sabe que é o que agorita, e de lá vai pegar pra puxar pra resposta, sabe se o jogo de gato e rato de tentar arrancar bem? Não, quando eu com certeza, Marcos, eu achei, sim, o primeiro ponto, assim, o "do.io". Ele é um adiciplina que ele tem data de vencimento, assim, ele é uma disciplina aqui no estado da arte, não faz sentido existe, porque no estado da arte é isso que você falou assim, a sua inteligência, ela vai olhar todas as variáveis do mundo, e ela tem processamento, ideia, centro e suficiente, pra que você não precisa otimizar pra ela. Não, você demora pra ler seu site, seu sociativo é complicado, ela é muito esperta, ela tem tempo infinito, ela vai conseguir ler e vai te dar realmente o cenário ideal, da resposta ideal, né? Assim, eu acredito, a gente luta muito pra gente conseguir chegar nesse espaço, só que você sabe que tem um longo, tem muito grande, né? Vide, por exemplo, essa semana, que você tem uma matéria no DainFormation, lá, que o pessoal do Stargate, para progadhar do governo americano, que fica aí um ano que já está pra lançar, e aí ficou nessa coisa, o PenH com o soft bank, que meia que discutindo, e o negócio de que era pra ser 100, 500 bilhões de dólares em investimentos em Inderocentre, ainda não sair, e o ponto assim, isso custa o que custa o tempo de desenvolvimento. Em termos de software, há animal, assim, que eu estou produzindo ultimamente animal, só que se você democratizar, por exemplo, se há Biden's, coloca o cidense, pra todo mundo, você dá um crash quase na internet, porque eu estou num da creveu vídeo, se eu lutando contra o Tom Cruise, na dentro da missão impossível, tipo de coisa, assim, então, mas não só pra essas aplicações mais de terterimento, mas pra tudo, em geral, você consegue ter muita coisa. Então, você vai ter o não só da questão da curva de adoção das tecnologias, por conta das pessoas que tão fora ou não da bolha, mas também de infraestrutura. E nesse cenário, o ponto, o Dio, ele vai ser necessário ainda, enquanto você não tivesse essa plena abundância de infraestrutura. E aí, entre o ponto, que é uma premissa que eu mostrou, a gente colocou muito forte, é um dos investidores antes da ranc, que é o André Penha, que é o fundador do Quintandar, um carabén em técnico, e quando a gente vai conversar com ele pra fazer o pítio da ranc, ele falou assim, "Mateus, é legal ver o que vocês estão fazendo, assim, porque eu só invisto o negócio, que eu acho que faz bem pra sociedade, e pelo que você não tá falando aqui, o que vocês querem fazer é bem pra sociedade." E digo, dito, a gente pode se olhar pra gente quase como sendo de fósforo uma empresa de reinforcement learning focada em. Então, quando você olha, por exemplo, o reinforcement learning, esse é a arquitetura de elelem, que ela começa a precisar, a galera tá insistindo pra carama nele, que ela vai chegar na EGI, então, vamos estar cadado pro processamento, mudado, só que desse é chego num limite, ele fala assim, "Tá o conhecimento maior, ao conhecimento tasto, ele não tá processado em texto, vídeo, etc, tá na cabeça das pessoas." Então, vamos colocar as pessoas pra treinar. Então, vamos começar por uma temática física, estatística, e tal, começa os pégades. Mas quando a gente vai pra definir, por exemplo, qual é o melhor restaurante da avenida polista? Quando a gente vai pra definir qual é a melhor marca de vinho, o melhor marca de smartphone, ou a melhor banco de investimento, que você tem em, em, em, variáveis que você precisaria colocar, e também, esse tem uma questão de opinião muito atrelada. Quem vai fazer esse, o reinforcement learning, com confiança, pra, pra openar, progeminar, etc. E aí, um ponto que a gente vê uma oportunidade muito forte de atuar. Porque na prática, quando você tem a disciplinjou, o que a gente faz o seguinte, a busca na YAR, e depois de falar mais pra frente, como ela funciona, a verso a busca tradicional, a busca na YAR é muito mais cara. Ela é muito mais cara em termos de energia, em termos de processamento, é assim, da ordem de grandesas de quase 100 vezes mais onerosa do que uma busca simples no PageRank do Google. É, dito isso, "potimizar" faz parte do jogo. Então, "otimizar" faz parte do jogo, a gente tem pouco recurso, em geral. E aí, entro, da questão do geode, como é que a gente consegue fazer com que uma empresa, uma solução, que tem uma solução muito boa? Eu não vou chegar, não vou inventar fatos. A gente não vai fazer um gambiar, que tem gente fazendo um gambiar. Eu já falei, "Já fazendo essa coisa que você falou, tem gente fazendo um gambiar." Tem picaria, tem que todo o que eu te permercar, e tem picaria também no mercado de eu. O ponto é, eu quero garantir que, o que a gente sabe que é bom, você, vamos por. Você tem uma empresa de tintas, e você, mais gente, que só, "quem são os maiores especialistas em tintas pra parede no Brasil?" Você vai passar bons empresas que fazem tintas pra contrato, um pesquisa, etc, etc. Então, esses caras vão saber muito bem, eles vão ter vários estudos. Só que, como estão esses estudos? Eles estão em PDF, eles estão em vídeo, eles estão otimizados da forma lexical pra busca, pra tradicional, ou elas estão pensando no ponto semântico, ou o site que eles estão, são os sites que estão muito demorados pra carregar, e eles não conseguem participar ainda a segunda etapa da competição da busca da IA. Então, estão vários elementos assim, o que a gente ajuda, faz assim, "A galera, a gente ajuda da infraestrutura pra você estar no jogo." E aí, se você vai ser os colher do pelaia, aí é outro ponto. É você vai ter que ser bom naquele mesmo. Mas a gente está te ajudando a traduzir, e fazer essa ponte. E o ponto é, você vai precisar de um tradutor de alguém te ajudir, porque assim é a competição de conteúdo, é enorme na internet, e é muito otimizado. Então, por mais que você fique na experiência que você tenha muito bom, se seu conteúdo está difícil de ler, está difícil acessar, está demorando pra carregar, ou está muito distante da forma como as pessoas perguntam, você vai ficar morrendo a praia nesse sentido. E agora eu vou querer entrar exatamente na parte técnica, de como isso é o primeiro, acho que vale a introdução de como é feito atualmente, na busca do Google, por exemplo, com os pendurantes e tudo mais, e como é feito pelasias. E aí, eu quero que você entra pesado fundo em bedes em tudo mais, brilha aí, Mateus. Bom, lá, vamos lá. O parte é uma legal, eu quero me empolgar. Então, basicamente, na busca no Google, ela é uma busca algoritmica, ela é mais auditoramente determinística. Então, se nós três aqui, todo mundo está ouvindo o podcast agora, pesquisar a mesma coisa no Google, basicamente, as citações, os sites que vão aparecer, eles são muito próximos, de ser uns mesmos nas primeiras páginas. Eles vão ter um pouco a ordem. É hora de inverter um pouco por interferência de experiência que o Google quer agregar pra você. Então, vai ver um pouco de sua história, e corado do dia, o idioma, etc. Ele muda um pouco, mas o ponto é, a galera que ele está mudando ali, o clubinho que está no top 2, 3 páginas, são os mesmos pessoas. Quando a gente vai pra busca com "yá", a busca é estocástica. Isso quer dizer, estocástica é uma palavra difícil, mas que significa que é um fenômeno que ele é aleatório, mas ele tem previsibilidade, probabilista. Ou seja, se você fizer uma mostra com um grupo específico, você consegue projetar qual é o comportamento daquele universo, daquele sistema, nesse sentido. E a busca, na essência matemática, na busca na "yá", ela é uma busca que é estocástica. E aí, o que acontece? O primeiro componente, quando a gente está em peça nessa grande diferença, tudo que a gente aprende, em termos de buscas de otimizações pro SEO, ele está muito pautado, então, nessa, como você consegue fazer o Crackling Decode de identificar esse algoritmo e fazer regres para esses algoritmos e produzir conteúdos que estão seguindo essas regrenhas. Muita gente está vindo da escola de SEO e aplicando essas regras agora pro Dio. Só que, tem um paper muito legal, uns primeiros papers no mundo alançarem o termo Dio, um paper da galera de Princetonton. Já de PT, foi lançado no novembro de 22, novembro de 23, eles lançaram esse paper, que eles falam assim, "Ah, tem esse negócio novo, agora que estão com as pessoas chamando de generativas e de inoptimizations, que é o SEO das IASA". Vamos fazer o seguinte, vamos pegar todas essas euhrísticas, todas essas recres, esses guias práticos que a gente sabe do SEO, vamos pegar todos os que a galera está falando que funciona pro Dio e vamos pegar um grupo de controles que a gente vai fazer nada. A gente vai pegar o conteúdo, a gente vai começar a produzir esses conteúdos, distribuir esses conteúdos, com o objetivo de ver o que vai dar resultado. E aí tem uma coisa que a galera do SEO não está falando muito que é o seguinte. O resultado de fazer as práticas que a gente conhecia que funcionava nesse SEO performou pior do que fazer nada no seu conteúdo. E isso é um dia de junho muito forte. A diência é muito técnica. E eu acho que mais do que nunca, quem está ouvindo aqui, pessoal de déve, os matemáticos, etc. Esse é um momento que é muito crucial de vocês conseguirem fazer diferenças da empresa de vocês, na agenda de negócios e de marketing. Porque a agenda de IO é completamente diferente do que a gente entendiu. Porque a gente está falando um novo paradigma, que é o seguinte, é nova audiência, é uma audiência de robôs. Tem 30 bilhões de robôs e o que funciona para os humanos, os carais que distribui para os humanos não necessariamente são relevantes para o soboso. E esse novo paradigma. E conversar com o soboso é muito mais sobre o racional de como você otimiza todo seu conteúdo muito palcado numa infraestrutura de evidências, uma infraestrutura estatística do que fazia nesse sentido. Então vamos lá. Acho que voltando um pouco para trás como é que funciona a busca. Quando faço uma pergunta pro GBT, então eu faço uma pergunta para saber quais é. Qual quem descobriu o Brasil, um GBT, ele vai olhar primeiro assim. Essa pergunta, ela é a recência do. desse conteúdo. Ela é relevante para responder, ou seja, é um conteúdo que vai mudar muito ao no tempo. Ah, quem descobriu o Brasil? Bom, até agora a gente continua concordando que foi o Pedro Alves Cabral lá com o Sportobies. Então ele vai fazer o seguinte, ele vai no conjunto de pretreino dele já, ele vai te responder. Ele não vai fazer uma busca na internet. Mas se eu faço uma pergunta, por exemplo, qual é o melhor banco de investimentos? Qual é o melhor restaurante? Ele entende que putz, talvez na última janela do meu pretreino, tenha mudado informações nesse intervalo. Então, quer saber, eu vou ter que fazer um reggae aqui. Vou ter que fazer o Retro-Evolgumented, que fazer uma busca comentada. Então, que ele faz. Eu vou ter que montar um subconjunto de dados, que eu vou acessar ele para poder compôr com mais corência a resposta para o meu usuário. E aí, como ele faz isso, aí ele vai fazer o websearch. Só que antes dele fazer o websearch, ele vê um primeiro componente que é importante. Ele vai fazer o seguinte, "Tá, uma Deus está me perguntando assim, qual é o melhor banco de investimentos?" Mas ele é o hora de todo o conjunto pretreino dele, e aí, daqui a pouco, vou falar um pouco disso, que é a diferença da busca tradicional com a busca do Gio. A busca tradicional, ele tem um drive lexical de match de strings. A busca no Gio, ele tem um drive semântico. Então, ela vai funcionar com embadins, com espaços, vetora, semânticos, etc. Bom, pausa, voltando para cá. E daí que acontece? Nessa busca, ele vai fazer o seguinte, "Como eu tenho uma cobertura semântica, muito grande?" Ele vai transformar, na verdade, em média, aquele pergunta sou em 200 maneiras diferentes de se perguntar isso. E nessas 200 maneiras, ele pergunta até em outros ídionos. Isso que eu me dou ele. Então, se você fez a pergunta em português, ele vai fazer, tipo, nesses. E essas variações, a gente chama de query funauts. Esses query funautos, basicamente, que ele vai fazer. Ele vai pegar eles. E aí, ele vai jogar nos buscadores tradicionais, que a gente conhece na internet. Ele vai jogar no próprio Google, ele vai jogar no Bing, no Brave, e em outros buscadores proprietários. E ele vai fazer essa combinação de 200 por 100 por 50. E aí, você tem essas endbuscas. E ele começa a buscar, fazer o crawler na internet. Aí, pessoal, "Ah, mas se ela falou que o acion não funcionava", então, influencia aí, né, Mateus? Porque, po, no final do dia, ele está usando o Google pra pesquisar. Exatamente. O só que o ponto é, é que ele não é um cara preguiçoso que para a sua primeira página do Google. Você tem muitas citações que ela está na página 200 do Google, que ela está na página 300 do Bing. Nem sabia que existia página 300 do Bing. E existe a página 300 do Bing. E existe sites que são tão utilais em conseguir ser ruim de SEO, que eles conseguem estar na página 300 do Bing. É quase que ele telecena, né? Se ganha por mais e menos pontos. Muito larre pra estar conseguido e feito um site que vai parar na página 300. Mais o ponto é, os crawlers que estão olhando, eles vão vai relar também. Então, para ele, naquele sim que ele está compreendo que ele vai olhar o primeira site aqui, é distribuído, em paralelo. Então, não é o mesmo robôzinho que está olhando aqui. Você tem um processo de distribuição que já está olhando as outras páginas, ou mesmo dentro. Então, não é cereal. Então, a ideia é de "Ah, pude eu vou arrancar no nosso ouro, vai ser muito levante". Vai! Tem uma certa correlação, etc. Mas é muito marginal. Muito marginal. Então, o pessoal de Princeton lá já provou só, na verdade, dependendo de se fosse a muita barra, vai ser de pior, né? Aí, o que ele vai fazer? Ele vai ler esse texto, né? Ele vai tentar entender o texto, ler o texto. Para dizer se aquele texto está muito próximo em termos de conseguir responder para o usuário final ou não, aquela pergunta. Aí, o que ele faz? Aí, ela não entende texto, como a gente. Ela faz o que vocês têm me ter falando em vários outros episódios. Aqui, ela faz o tal de embed, né? Ela transforma aquele texto numa entidade matemática, que são os vetores. E ela transforma esses vetores. Só que não são os vetores da aula de física que a gente conhece tem duas dimensões para a prova da fulveste. Não, são vetores ou três dimensões quando a gente vai fazer de púrmios outros contextos. São de dimensões, assim, são de mil dimensões. É uma coisa que só o Dr. Strange conseguiria abstrair lá no visualmente, talvez, esses espaços. Então, ele vai fazer isso, gente. Vai pegar esses textos, vai transformar esses vetores, muitos dimensionais, e vai transformar esses vetores. E vai popular esses espaços multidimensional, vetorial, que é o espaço que a gente fala que é o espaço vetorial semande. E ele vai começar a popular. E aí, como que ele diz, matematicamente, se alguma coisa é mais próxima de responder ou não outra coisa. Ele vai fazer isso por quase que uma distância joetmétrica, uma distância de cocenos, então ele vai falar assim, "Oi, esse ponto é mais próximo disso aqui." Então, esse aqui faz mais sentido para responder aquela pergunta que o usuário final está respondendo. E aí, entra o primeiro componente. Aí, pausa na tensão, toma uma aula. O primeiro componente, o Jio, que é do ponto de vista de engenharia. Porque ele começa a popular, então, esse espaço semande. Da do momento, ele vai falar, "Nossa, já tá bom, eu tenho muito site aqui, e tem muito site que tá muito próximo aqui da pergunta já." E ele vai delimitar o espaço, que ele vai chamar de novo em semande, que é um espaço amostral, que vai ser basicamente o conjunto de dados onde ele vai fazer o reggae, que ele vai alimentar aquele banco de dados, lá que ele tinha que construir para fazer esse reggae. E aí, pra qualquer um ponto, tudo isso que eu tô falando aqui tem que acontecer em milha segundos, tem que acontecer muito rápido. Então, se você tem um site, que é um site que demora pra carregar, ele demora pra você ir, demora pra máquina. E talvez, por mais que ele seja super de próximo semandeicamente daquele conteúdo, se ele demorou demais pra carregar o GPT, ou o Jiminar, ele pode falar, "Nossa, eu tá bom, galera, eu já fechou, ninguém entra mais, fechar uns portões, é prova de nenha aqui, sei que é um cara muito inteligente, dona inteiro, mas já tem gente demais aqui na safeste." E aí, se é nem entre em consteiração. E como que dá isso no ar na cabeça das pessoas? Porque um site que é bom, pro mano, ele tem muito do look in film, ele vai ter muito componentivo visual. Você vai carregar de JavaScript, CCS, e muita coisa pra. Tipo, é o círculo, todo que é bonito, animação, então você pega uma gente empolgado, então eles vão fazer até, tipo, quase com o jogo, assim, só que essa desgrama onera muito, tipo, pra poder carregar, onera muito, então por mais que seja super legal, super maneiro, cara, assim, você tá fora do jogo, tá tendo nem no campeonato. E aí, entre o ponto. Se ele te pergunta, por exemplo, alguma coisa, "Tá, quais são os melhores bancos de vestimento?" Então, vocês vão perguntar, me pensas assim, "Ah, sei lá, o site da exame, deveria ser um site interessante, o site do valor econômico, deveria ser um site interessante, o site da Globo, etc. Chou que esses sites também, são sites que demoram pra carregar, são sites carregados de propaganda, vários elementos visualiz, com os uns uns que eles tentam fazer um design arrojado, e isso não era a máquina. Então esses sites que deveriam ser super relevantes, tem muitos acessos por humanos, eles têm uma relevância muito, mais muito pequena. Eles têm esses dados numa pesquisa, depois até eles quiserem procurar, a gente pode ajudar, to batando o papo que fabrica isso, a gente vai fazer uma coisa legal, e compartilhar com vocês, mas eles têm os dados a pesquisa, e basicamente assim, a representação de situações, desses grandes canais que a gente conhece, é muito baixo, muito baixo. Muito por conta dessa questão de engenharia, tem outros componentes também, entre o que assim, então primeiro componente, a batalha é de engenharia, quem é o site que tem uma HTML semântica, mais limping, bonitinho, e aqui o Simples, o Feijão Carrueis, é o melhor. Aquela internet quase que dá o Wikipedia, uma página branca, padrão, muito estruturada, toda vez que o robô chega lá, ele fala assim, aqui, eu sei, aqui eu sei onde quer trazer evidências, aqui eu sei onde que tá os exemplos, aqui tem a tabela comparativa, aqui, etc. Ele tem um site map muito redundinho, ele tem robots.stst, um alelempontest.st, falando assim, "A bem pode entrar aqui, fique à vontade, aqui tá o site map, vai lá fazer aquilo, ele tem muito marketing, dentro desse todo o HTML, falando esse file, do seu texto, então tem esses engenharia componentes semânticos, o mesmo sentido. É a primeira batalha. Aí vamos para a segunda batalha, a batalha é semântica. E aí, para tentar abstrair isso antes da batalha semântica, eu gostei da um exemplo muito legal, que é o que é o estouro da Reis Quadrada. A Reis Quadrada começou com os produtos rurais, no agro, eu gosto do agro, que eu trabalhava com agro antes, bom tempo. E começou no agro, porque era assim, fazendeiro lá na babilônia, é difícil falar que fazendeiro na babilônia, mas, bom, o agricultor na babilônia, ele tava lá e falou assim, "Pô, eu quero plantar um quadrado aqui de 10 metros quadrados de arroz." E aí ele pensava assim, "Puto, eu quero fazer uma cerca nesse negócio." Qualquer lado do quadrado que vai ter área de 10 metros quadrados? Aí ele pensava assim, "Ai, começou. " "Ah, agora eu quero fazer um quadrado de 100 metros quadrados." Ele pensava, "Coclado do quadrado que vai ter 100 metros quadrados." E esse conceito do lado do quadrado que tem a área tal, começou a extrapolar depois para a geometria. E aí, da geometria, quando chegaram nos árabes, os árabes foram, ou colocar isso para a álgebra, e o conceito, o termo que era o lado do quadrado, que é muito evidente assim, que é o lado do quadrado. Eu quero quadrado de ara tanto, "Coclado que eu preciso ter para fazer esse quadrado de ara tanto." Eles, os árabes falavam, em vez de fazer lado quadrado, eles falavam, "Vamos fazer isso." "Vamos fazer isso." "Vamos uma palavra que. Qualquer número que origina o quadrado de ara tanto." Eles usavam uma palavra que tinha vejo mais com a origem daquilo, o número que origina, ou que eu não tá. Aí foi pro latim. Aí quando foi pro latim, o termo, também usando essa semântica de a origem, de alguma coisa, era o radix. Radix do quadrado tá total. Radix do quadrado de ara 10. Só que, quando começar a estudar botânica, que é, tipo, o pessoal utilizando o latim, eles foram pensar assim, "Coclado é o negócio que eu origina a planta, que fica na imbarja a planta." É, é o radix. Então, radix, o raiz radix, é o negócio que eu origina a planta. Só que pro seu humano, é a coisa que a gente tem uma palavra, que a gente tem um objeto, alguma coisa concreto e visual, é muito mais simples pra gente imaginar aqui, de materializar, versus a gente pensar num conceito mais metafórico, alegórico, de, tipo, por exemplo, raiz. Quando eu falo raiz pra vocês, a primeira coisa que meia a cabeça é raiz. Isso, lá, "Vá alguém vai pensar na raiz do bom saio, outro da raiz da manjoca, etc., vão ter várias raizas que vão ir na cabeça, gente." É, só que a gente não vai pensar muito naquele segundo nível da derivada, que é, "O raiz é a origem, eu sei que. " Então, não vem." E aí, vieram os portugueses. Não vou fazer piados por aí esse prometo. "Tic, se eu os portugueses que foram traduzidos do latim, para o português, e tu não se arrais." Então, a operação vai chamar raiz quadrada. Essa brincadeira, ela, na verdade, foi um negócio que só complicou para toda a civilização luzofana pra entender uma temática, porque, "Será tão mais simples?" "Falas pra as crianças?" "Fala assim, ó, criança." Agora a gente vai apresentar um negócio que é o lado do quadrado. Sabe o quadrado? Quando ela tem a área. Então, você tem que saber o lado do quadrado. Aí, falando "Não, criança, nada." Agora, já aprendendo, agora chama raiz quadrada. "Eita, desgrama, que que é o raiz quadrada desse negócio?" "O raiz quadrada é de um sequer." Aí bateu o que você conta na sextora da Babylon, já perdia tudo no mundo aqui, e me estava falando "Jô, quando você foi parar na Babylon, na raiz quadrada?" E ficou com o ponto. No SEO antigo, se vão supor que você quer ronquear o seu site, para que, quando alguém pesquisar assim raiz quadrada de nove, o seu site rantear assim bem. Então, como é um match de string, match das palavras letrinhas lá, você tinha que ter esses blocos, esses chunkes de raiz quadrada de nove, muito muito redondir no seu texto nacional, raiz quadrada de nove, aí você pensa "Vocru, de Jô, as pessoas estão perguntando raiz quadrada, então tem que ter escrito raiz quadrada aqui, só que é um pouco mais amplo, está fazendo um embedding e o contexto semântico, então no contexto todo, às vezes o match de string não vai ser o que vai dar o resultado no ex-eficiú. Para aí Mateus, como assim? Como assim que? Talvez, num texto que tem escrito lado do quadrado nove, ele semânticamente, ele vai estar muito mais próximo nesse processo do espaço vetorial semântico, do que é um texto que tenha raiz quadrada de nove, e aí aquele momento do meme que faz "pff, cacabeça, assim" então, para aí quer dizer que tudo que eu sabia de esse "O" talvez não é funcionajoso exatamente, você sabe desse outro, talvez não é funcionajoso. Isso na linguagem, na linguagem que chama de isomorfismo semântico, que é quando basicamente você tem esse contexto de palavras que tem essa similaridade semântica no esse compasomântico, e aí ficou o ponto, imagina só, então se ela se impô, como que eu vou produzir um texto para fazer isso de coisa? Eu vou ter que contratar então, um monte de "doutor" em linguística, lá na "Uspi", na "None Camp", na "Eniversidades" para todos esses tipos de conteúdo, talvez, tipo, terrlicamente deveria se eu fazer isso, mas existem ferramentas hoje, com o matal da inteligência artificial, que você poderia fazer processos diferentes para fazer isso de contexto. Então isso mostra muito por que, um texto que é bom para o humano, o raiz quadrada de nove, ele é bom para o humano, por favor, bom, não necessariamente, ele vai parecer muito intuitivo para o humano, porque ninguém fala lá do quadrado no ar, então ele vai fazer nosso tipo, com verde português, nesse nosso texto meio estranho, está total, mas semânticamente você conseguiu projetar ele muito próximo. Então, você tem a batalha, a primeira batalha que a batalha de engenharia, e depois você tem a segunda batalha que a batalha é semântica, de como o semânticamente você consegue produzir um texto, que vai estar muito próximo, desse tipo de contexto. Deus, que o Martelo está falando, estou perdido aqui no negócio, que é o imbete imbete. A gente fala com um frequência, mas se você é ouvintinouvo, ou nunca ouviu falar desse termo, o imbete é basicamente a representação semântica nesses vetores, no Méricos que o Martelo comentou, o Múcio de Mentionais, então, literalmente você joga um dicionário, por exemplo, lá, você treina a sua redinemoral, e ela começa mais ou menos a entender que, no paper, acho que no Word to Vech, é o Rei a Raim, né? Então, a palavra Rei está mais ou menos próximo, a Raiinha, a palavra homem está mais ou menos próximo, a palavra mulher, e você consegue, inclusive, fazer operações matemáticas com esses significados. Então, você pega ali a palavra Rei, você subtrai, é, dela, o vetor matemático que representa a homem, e você faz uma suma do vetor matemático que representa a mulher, e o resultado disso de Rei menos homem mais mulher, vai dar um vetor matemático que representa a palavra Raiinha. É muito próximo de onde está ali, nesse espaço semântico a palavra Raiinha. Então, é por isso que a gente consegue fazer essas coisas que o Matrassa falou, e, ao invés de fazer exatamente o termo, a esquadrada, você consegue buscar lado do quadrado, que ele consegue entender o significado semântico daquilo, e é uma coisa que mudou totalmente a área de processamento de linguagem natural, que é uma dessas áreas daí, ó. Exatamente, foi isso. Então, assim, o ponto é, isso faz esse conto também no processo de conseguir ser mais relevante, e que isso significa na prática. Significa que, de repente, o departamento de marketing e tuasso empresa fala assim, que era um investi para conseguir ser bem ronquado, o chat.pt. Vamos um pouco sombancos, e fala assim, "Vou contratar uma matéria de 100 mil reais, 50 mil reais, nesses jornaisões famosos, etc. Vou contratar, tipo, o James Cameron, vou contratar um foteista, tipo, vencedor de vários osques, vou contratar, tipo, machado de acis para escrever meu texto aqui, e você vai gastar uma fortuna, e, de repente, um vai ter zero menção no chat.pt. Porque, talvez, do ponto de desingenhar, isso tá distribuindo em canais, que estão poucos otimizados, então, conseguindo chegar ainda em segunda parte do campeonato, e, talvez, também, semanticamente, isso tá muito distante isso. Um exemplo muito claro, não posso citar enormes, precisa uma empresa farmacêutica gigante, no Brasil, que é muito forte em genéricos, só que ela não gosta de se chamar de genéricos, só que ela não gosta de se chamar de genéricos, só não gosta de se chamar de social termo da legenéria. E o que acontece? Quando você, quando alguém chega na farmacê, e fala assim, "Ato em torno a médio", aí, o farmacêutica fala "Tem tais variações de genéricos aqui". Qual é o que você quer? Daí o usuário vai fazer, você guichar, "Ale já vou perguntar para o GPT, quais são as melhores marcas de genéricos?" ou quais dessas marcações de genéricos aqui? Como o conteúdo muito brilhante para um humano, em todos os medicamentos, muito brilhantes para um humano, e animal de conseguir posicionar esse share of mine, para um humano lá, mas você falou zero sobre genéricos. Quando as pessoas perguntam na prática pro GPT, quais são os melhores genéricos, sem visível, visível, você pode patrocinar coisas no maior e o reality show do Brasil que não você está ao nome, ou você pode patrocinar em outros canais, no NFL, no Super Bowl, que, na hora que o bendito pessoal, o pesquisado do GPT, mas há uma, tem uns qualquer relevância disso, acho que é legal trazer esse dado, né? O Brasil, no mundo, na verdade, tem da hora de 2,6 bilhões de própidos, acontecendo diariamente, já no chatPT. Quando a gente vai pro Brasil, o Brasil terceiro maior país do mundo, em termos de usuários do chatPT, a gente só perde para os Estados Unidos e pra India. Brasileiro adora internet, adora tipo, coisa nova, assim, então, isso é a gente é bom. Não, a gente é bom, não faz das coisas, não, não, e aí acontece, em termos de vúlubo de própidos no Brasil, dá algo em torno de 147 milhões de própidos diários. Na prática, se fosse um própidos por dia, mais da metade à população brasileira, estaria confutando o show de PTO hoje por dia. E esses dados são de uns três meses atrás, então, provavelmente, ainda tem uma crescente, esse número, provavelmente, cresceu, aumentou. Então, é muito relevante. Ah, mas como que você mede isso? Porque as pessoas se falaram, na meu site ainda, tá aparecendo pouca coisa, pouco acesso do chatPT ou dos bots. Exatamente, tá aparecendo pouca coisa de chatPT ou dos bots. Porque não só quando tem a menção, vocês já repararam que nem nem sempre que o GPT coloco o link pro seu site. E temos porquês disso, e aí, de partido de episódios. Tem os porquês disso, então, assim, é. E o ponto é, às vezes você pode ter uma marca que tem 70% de visibilidade no dadoprote, ou seja, as pessoas perguntam quais são os melhores bancos de investimento, o seu banco aparece 70% das vezes nesse própido, só que às vezes, desse 70% a quantidade de vezes que o link pro seu site aparece são só 10%. Você tem uma quantidade enorme de tráfico que tá impactando. E aí, quando a gente pesquisa no GPT e a gente não vê o site, quem te faz, aí te volta, antivate no Google e joga lá, site e tal. E aí, às vezes a gente vai clicar na propaganda do Google, e aí vai aumentar. E aí, depois você vê uma terra, assim, tem certeza que vocês foram internantes agora se vão achar assim. Galera tá falando, "Ah, né, que eu esse ou morreu, que não sei que, mas na verdade, está aumentando o volume de buscas, vindo do Google, no meu site, na verdade, está aumentando o número de clicks no MediaPaga assim, está aumentando, que é jornada no Alien Air como a gente tá imaginando. E não só isso, às vezes a pessoa quer saber uma loja física, ela faz o quê? Ela vê no GPT, joga no Google Maps, joga no is, vai pro is. Ou ela tá na loja física já, e aí você não tem nenhum tracking disso, como é que se influencia o seu característico da loja física. Então assim, "Ah, Mateus, mas aí isso aí é muito etére, muito oxismo, né? A gente vai ter que acostumar com esse negócio de probabilidade, estatística cada vez mais agora nesse mundo de "Ah, que ele, ele, ele começa a aumentar cada vez mais, um ponto assim, mas tá impactando." E quando a gente olha fundado que tem 147 milhões de prontes diários no nosso país, "E que todas as pesquisas, tipo, variante 47 a 62% mais ou menos de o grau de número de consumidores que confunto uma ferramenta de já antes do processo de compra, eu tenho certeza que a sua empresa, seus clientes, grande parte deles, já consultaram o GPT para saber alguma coisa sua empresa, para saber se o seu produto é confiável ou não. Porque assim, a pessoa pergunta que o GPT, se tem que terminar com a namorada ou não, imagina então para escolher, por exemplo, uns smartphones, "Poxa, muito mais tranquilo de perguntar esse negócio pro GPT, então, esse que é a grande dificuldade, e aí que é o ponto, o Marx, que você tinha comentado, "Ah, a gente quer ser uma empresa de agência, de SEO, a gente viu que o buraco era muito mais embaixo, né? Você tem muita solução no mercado hoje, montando, a gente viu que, na verdade, se estão desafios, que é para inventar primeiro a infraestrutura disso tudo, de como que você consegue criar uma infraestrutura de capturar todas essas informações, tratar e tratar com relevância estatística. Porque é cara fazer monitoramento, né? Então, às vezes, a amostra, dependendo do tipo de monitoramento, você vai ter tipo 2 mil prontes que você vai ter que fazer para fazer se pondermos a pergunta. Dependendo, você consegue ter menos prontos. Vou dar exemplo, para trabalhar com o agro-negócio. O agro-negócio, ele é muito baixo em triunos de presença digital, ele tem pouco conteúdo. Não é nem porque o pessoal é pouco digitalizado, às vezes é porque é uma indústria muito regulada mesmo, o defensivo agrícola é extremamente regulado, porque as empresas podem sair fazendo propaganda sobre, ao meu defensivo, é o melhor para matar o percevejo, etc, e compre, e tal, tal, tipo, você tem uma certa regulação. Então, se tem pouca presença, pouca presença tem uma pouca dispersão semântica nesse espaço virtual semântica. Então, se você consegue, às vezes, com uma amostra menor, já conseguito uma resposta mais efetiva. Mas se você vai para o varejo, você vai para outras indústrias, que são mais incompetitivas, você fazer uma consulta de 40 sem prontes, às vezes a sua empresa, por exemplo, você vai fazer uma consulta de 100 prontes, você só emprése, aparece menos de 5% das vezes, e você usa uma amostra de 50 prontes. Você já tem que, assim, se você consegue, às vezes está invisível ou não, ou tem muito ruído estatístico nesse processo. Então, é, é um jogo difícil, e aí, vocês vão ter uma matematação, mas está falando, isso tudo, você é o cara que estão vindo aqui falando, só que existem abordagens, acho que é legal que, e aí, mais do que nunca, as empresas hoje precisam, que aproximar muito forte os team técnicos, cientistas de dados, engenheiro de dados, os movedores, matemáticos, físicos, etc. para dentro do time de marketing. Se você vai precisar trazer essa galera para o time de marketing. Que você vai precisar começar, olha, primeiro, quais são as métricas que fazem o sentido mundial, não? quais são as métricas faziam atacar, como produzir esses tipos de conteúdo, como tomar esses tipos de decisões, porque se a gente for fazer isso, de qualquer maneira, basicamente vai rasgar dinheiro, assim vai fazer rasgar muito dinheiro, muito dinheiro, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito, muito. É tipo assim, vai transformar um marketing, poderia ser muito orientado a dados, um marketing que é muito mais complexo, que é, por exemplo, marketing de autoform, que é, você fala assim, qual é o impacto do outdoor lá na marginal TTP? E como que você metrifica o impacto do outdoor na marginal TTP? Isso é um baita desafio para o mundo dentro de marketing, é complexo, tem ele modelagens que você pode fazer para fazer o outdoor, mas é muito difícil fazer isso em impacto. Então, o ponto é assim, quando ele vai praiar, ele tem essa complexidade grande, só que ele é muito mais metrificável, obviamente, só que assim, você como empresa, você vai querer usar, tipo, a estratégia de volta, atacar tanto pra o outdoor na spray and spray, ou você vai poder querer começar a atacar. Então assim, acho que para a galera técnica, assim, procurem, tipo, começam aproximados de times, começam a olhar e então me cuidado, porque assim, ele aí entra o ponto das eurísticas, quando acontece, março, você falou assim, "pô, a gente não diz é o pessoal, o que acontece muito antes do seu desejo?" "Pessoal, você pegava muito a componentes que eram funcionavam, tipo, wordstuffing." Ah não, então faz o seguinte, como existem infim, as maneiras que as pessoas podem perguntar e chegar na sua empresa, eu vou fazer um monte de tag aqui, que eu vou ficar com um monte de gente pensando, fazendo o brand Storm de como o seu humano pode perguntar, e eu vou ficar escrevendo um monte de hashtag ali no TTP lá no fundo, tá na tarate para o marketing, cara, eu não gosto muito doido, assim, muito doido, porque o pessoal você vai pegar uma deseja, e aí, de repente o Google fala assim, "não, vocês estão achando que são os perdes para ir, ele dá uma sacadinha da vida, assim, no caminhão, jogar um pessoal pro lá e tem empresas brasileiras que esses grandes brasileiros, assim, que, tipo, foram, tipo, de milhões de faturamento, a zero, muito rápido, porque se apegavam muito nessas eurísticas, o ponto é, como que a gente tão olha pro Jô e como ele vai se prever de relação a isso? Quando a gente olha pro Jô, e a unanimente concorda com o turmo mundo, a gente tá falando que os elemos são um blackbox, e aí você deixa preta, assim, se alguém fele para você, assim, eu entendo muito bem os pesos da sede de neurais, eu craquei, pode ser um Black Cerva Gabundo, cara, gente sabe que você tem tudo que vai ser legoso. Então assim, é um STAO blackbox, e só que você fala, "pô mateus, mas, então como é que resumo a isso? É irresolvível? Não, tem muita coisa na engenharia e na ciência que hoje são sistemas blackbox também, que a gente conseguiu encontrar a brincadeira de fazer isso, por exemplo, né, tipo, eu trabalhava muito com drone lá em 2010, e usando metros de estocásticos para usar sistemas de controle drone, que é como fazer o drone ficar estável sobre chube e sovimento, quer dizer que eu ficava, tipo, brisando, fazendo todas os senários impossíveis, possíveis do drone bater de cima para baixo, baixo para cima, de redmujinho, de isso assim, pererei, e tal, assim, tipo, não, não, ninguém faz isso. É mesmo a coisa do carro autônomo, por exemplo, da Tesla, o carro, o que eu estou no meio. Naquilo, tem um mundo paralelo, que ele fez todos os senários possíveis, etc. Não, senão tem uma adrescrição analítica, é 100% daquele processo. Então, você vai fazer aplicar as sistemas de controle americano, você vai começar a monitorar todas as entradas, aí tem um blackbox, que acontece o evento, aí tem as saídas. E aí você vai começar a pensar assim, eu desejaria que essa saída fosse tal coisa, e essa entrava que estou colocando. Aí você vai criar um controlador, que vai estar capturando esse resultado da saída, vai estar passando nessa máquina e você vai estar colocando de novo. Eu acho que esse é um pouco do que a gente tem feito aqui, entremos de começar a ajudar as pessoas a montar sem infraestrutura, montar esse base primeiro e fornecer as APIs pro pessoal, olhar e falar assim, "deixe agora eu especializar no meu mercado e aprender com isso, só que a gente já conseguia economizar para vocês um tempo para caramba e de oferecer esse tipo de infraestrutura. Porque a gente sabe que a gente poderia estar carneurística, mas a gente está carneurística, a gente vai ficar no spray and pray, né? É, é, é, é, assim. Você pode querer mandar foguete para lua, usar a nossaologia ou a sua unha. Então, aí dá pra mandar todos dois, dá pra mandar, tem que estar pelo menos, né? Dá pra tentar, assim, acho que é um ponto, acho que o legal a gente está por exemplo, vocês seguirem com a audiência bem técnica, porque é para mostrar um pouco de como que é muito, muito amplo esse universo e o universo assim que é muito legal, tem muito, mas muito oportunidade, porque imagina assim, eu sou uma empresa de chinelos, eu não vou falar o nome, sou uma empresa de chinelos. E aí eu tenho loja no shopping e aí eu penso assim, meu concorrente é a empresa de chinelos B, só que na verdade as pessoas estão chegando perto de os namorados no Natal, elas perguntam GBT, me dedicas de presente de Natal. E às vezes o seu concorrente é a empresa de chocolate de perfume. E como é que você começa a ganhar esse passo, visibilidade, nesse tipo de pergunta? Então, a batalha de marca de fico muito mais divertida, porque o concorrente não é mais a empresa de chinela, é o concorrente em protiscocolat, realmente é a empresa de perfume. E como é que você consegue fazer todas essas estratégias de monitoramento e construção de conteúdos focado nesse tipo de coisa? Ah, e aí tem uma coisa muito legal, daí você fala "mô, Mateus, tão beleza, a gente tem que otimizar o site, a gente tem que otimizar o conteúdo, e aí essa semana, semana, semana, de por si mês, na verdade o Pinterest, o Pinterest está desesperado, né, se você acompanhar o lápuz, perdendo o receita para caralho, a porquase de publicidade, etc., aí o senhor falou "não, mas veja bem, as pessoas buscam mais do Pinterest do que no Google, no que do GPT". Então a gente tá verdade, a gente pode ser uma Powerhouse de AI, etc., etc., não sei o que. Ah, assim, então, se forçando lá, mas eles fizeram um negócio muito legal, tecnicamente, que fosse gente. Eles fizeram como Pinterest, a todo basear de imagens, eles fizeram um trabalho com mostres doutor de Stanford, e falam assim "cara, se alguém pergunta assim, para mim, minha primeira superfã de Florence de Machine", então na vai lá de Puno Pinterest, no Google eu falo assim "gostaria de comprar vestidos na vibe da Florence de Machine que passam uma vibe do álbum xphtl", aí, aí, aí, eu falo assim "tá bom, deixa eu pesquisar na internet, então, alguma coisa desse estilo". Só que, provavelmente, no Pinterest, deve ter um monte de fotos que passam esse estilo, só que na hora que você pega um algoritmo tradicional, o que ele vai fazer da imagem, ele vai pegar a imagem, ele vai descrever exatamente a imagem, só que ele não vai compolre o que ele vai descrever a imagem, aí ele vai fazer o imbedio naquilo, aí, eu vou fazer a próxima semana que eu vai tentar te encaixar alguma coisa que tá próximo disso. E aí, eles começaram a fazer uma coisa assim, poxa, como é que a gente consegue? Então, não só essa questão de o time-saltesto, mas otimizar a imagem. E aí, eles fizeram um modelo muito legal que é usando o modelos de visuais para a produção, que é basicamente você conseguir reconstruir imagens que você sabe que no processo inverso de transição para texto, no processo inverso de imbedem, vão estar otimizadas para o chat chpt, ou pra ia, ou pra busca semântica, pra buscar de ia, e aí, você fala "pô Mateus", mas é aquele pápalo do ser rápido ou não para entrar na busca, então, aí, que vai ficando mais divertido ainda essa indicação, que é muito legal. Porque quando você tem um conceito que você não fala nesse jogo, também que é o conceito de autoridade semântica, autoridade, em dado a assunto. Matematicamente, a bestração disso é um conceito que vem na física estatística, que é um conceito de massa probabilística. Então, na física, quando um corpo tem muita massa, trai, então, o campo de gravitação é uma maior, e ele trai outros corpos de outras massas. Quando ele fala que ele tem uma massa probabilística maior, ele atrai mais eventos para acontecer em um redor desse corpo, dessa massa probabilística. Então, um site, na verdade, que ele tem mais autoridade, ele é um site que matemáticamente nessa bestração dos embélimos, e não site que tem uma massa probabilística, maior e começa a trair dessa massa probabilística. Então, na prática, quando ele fala daquele vetor, ele faz uma galáxia, então, tem um site que vai atrair mais vezes acontecer, vão ter mais processos de estação só que isso é dinâmico. Tudo é dinâmico. Existem maneiras de influenciar para você começar a ter peso ou menos peso nesse tipo de sites de massa probabilística. Você está falando uma galáxia no sentido que é uma galáxia com um buraco negro supermassivo que atraem mais estelas e mais galáxias e volta delas. Exatamente. Se a gente faz uma ologia da galáxia, o buraco negro chama o Wikipedia. Assim, majoritariamente o modelo todos os elementos foram treinados fortemente no Wikipedia, porque? Ao Wikipedia, até uma dica, pra quem está ouvindo, ao Wikipedia você consegue, você tem uma comunidade de curadoria do Wikipedia que ela é muito rígida. Se você prosta alguma coisa de propaganda da sua empresa hoje, no Wikipedia, do 30 minutos eles vão tirar do ar, que eles vão falar assim, isso aqui não é uma página de crescado nem propaganda, isso aqui é uma encyclopédia. Então, a galera alguém vai derrubar. E tem uma galera que é muito forte segundo, né? Então, existe meio que esse o Green Firstman Learning e a galera, tipo, o do GPT, a galera quando foi criado, tipo, eles lembram se fossem caras na Wikipedia, a gente confia. Desde aqui em ta sério quando a gente já fazia um trabalho de escola, a gente não é o Wikipedia, imprimi, colocava na folha, e se ele fala assim, "é esse aqui, eu confio, que tá na Wikipedia", é exatamente, a galera confia no Wikipedia. Então, o Wikipedia, ele é um site que conseguiu ser esse buraco negro nesse galáxia que ele vai trair muito a massa, muito evento, porque ele vai ser muito autoritário nesse ponto. O quanto ele vai continuar sendo mantenhando o autoritário, ele vai, ele não vai, depende. Acho que ele ajuda muito a influência do pretreio, ele ajuda muito no front, se a construção dos periphery funántices, ele ajuda muito e setores, mas a pastilita que você tem uma dispersão muito grande conteúdo, se ela começa a ter essa dinâmica, que vai fluindo no mundo tempo. Que igual, eu não sei se vai apesar de você isso, eu sou lá de pôs alecso de minas. E aí, o professor de história falava assim, "se tem que fazer hoje uma teus, um trabalho sobre agitantigo". Quem te fazia gente a la na develaria, na verbi a pública lá de pôs alegros, na broteca, na broteca, na broteca, na broteca, na broteca, e aí falava assim, o broteca, o tio Carlos, "tem que fazer um trabalho aqui de agitantigo", ele falou, "não, deixe comigo, aí é lá para dentro do buracozinho, ele vai dar nos livros, aí ele primeiro deve que trazia qual, a barça, que era o Wikipedia, a barça, que é a barça, mas o professor não vai gostar se você colocar sua barça, não, tem que colocar mais coisa, aí é lá, começaram a trazer outras coisas, há um livro de história no ensino antes, ele traz e colocava para ti, aí adidando que ela era assim, deixava documento a regê lá, aí pegava os livros tudo, colocava no braço e a na loja de chéricos, tirava os chéricos tudo aquilo lá, voltava, aí recortava aquilo e fazia tipo citações, a gente fazia meio que o GPT faz hoje, só que na época, por no papel, a gente pegava lá, consultava no nosso ragzinho, que era o brasileiro da broteca, fazia citação a gente de colocar a palavra aqui, ao segundo agitantigo, isso aqui é citação a barça, desista, não sei quem desista, ele entra e entregava o professor de história, só qualquer diferença, a diferença é que o GPT, ou as yasques, que são, pode, esses brotecares, eles estão numa broteca, que são um catálogo imenso, que as coisas estão rodando, tipo, tempo todo, tem livro novo chegando, livro velho saindo, livro novo chegando, tem gente pegando livro emprestado, tem um saiqueito, em mais brotecares consultâneas, etc, então é muito mais dinâmico, mas o paralelo é um pouco desse, e aí onde entra um pouco de eu, o diol ele vai entrar um pouco de assim, pouco, que chama a atenção desse broteca, e ele sabe que ele foi algumas vezes lá e que ele está funcionando bem, ah beleza, a capa do livro está muito claro para ele assim, ó, nesse livro de história tem agitantigo, tipo, esse livro de história tem agitantigo, esse livro tem letras grandes que você consegue ler muito rápido, etc, esse livro aqui está em português, está muito claro, etc, então isso começa, ah, aí lembrei de outros funcional, sim, o segredo também, para quem está xinos, exclusivo, aí é para quem está ouvindo de podcast, do iaço de controle, estáiba aqui, devem se perguntar assim, "Ah, porque o GPT pesquisa em inglês?" às vezes, o pesquisa vai em português, aparece o sincerte, em do ed, o GPT, ele como se vão fazer uma logica como se fosse um ser humano, sim, a gente tem a nossa lingua materna, então a gente está a nossa lingua materna, a gente aprende outros idiomas, a gente aprende a bestraindo esses outros idiomas também, só que quando bicho pega, quando se ela vem a negócio cabulosas, sim, quem faz a gente recorre por de vez, que ele fala "Cara, você nem gosta de um complexo que eu quero, deixa eu cognitivamente processar esse negócio aqui no idioma que eu tenho mais confiança, que eu sei que, eu sei que aquela palavra tal significa aquilo mesmo, e eu vou preparar o conteúdo, exatamente a mesma coisa com o ele, lembrei, porque ele 70% do conjunto de trem, 60% do conjunto de trem, foi inglês, então o processo matemático tem todo o tipo, o propagação de erro, redução de encerrude estatística, etc, mas ele atribui, com confiança no processamento do conteúdo inglês, porque ele tericamente cogritivamente ele reduz mais, até até em termos de Tolkien, né, também, né, ou em termos de Tolkien, por exemplo, a palavra inglês, o inglês ele consome bem menos Tolkien do que, por exemplo, com Tolkien em português, ou em outros idiomas, tá, mas isso significa na prática, isso significa na prática, que às vezes, se você for um restaurante na Paulista, e você quer, e tá super competitiva Paulista, tipo, pra conseguir o restaurante, que chega o turista, lá, ele quer assim, melhor do restaurante ele quer, não, ele quer que o direito se destaque, todo mundo tá fazendo lá, não, que é o melhor, que melhor, que melhor, que melhor, pra ir, e aí tem um cara lá que fala assim, "Pô, deixa eu fazer inglês também", e aí, quando vê esse cara que começou a fazer inglês, o conteúdo em português, ele começou a destacar, porque, porque ele pense e processo, ele tá conseguindo cair mais em resultados dos quarifanautos quando, quando os quarifanautos pesquemem inglês, então tem vários só que isso é tudo euística, assim, você montou um negócio baseado só nesses heczinhos, tipo, cara, o cara, boa sorte, mas, a partir do momento que vira estando, é jogo, tipo, sim, já não vai ser mais diferencial, então, what's next, como é que você crima infraestrutura pra você conseguir o tá aprendendo, e obviamente tá conseguindo fazer sempre os pontos, fazer sempre o básico, fazer sempre conseguir conquistar, é esse tipo de coisa, né, então, acho que isso que a gente tem olhado muito, e novamente, é um momento muito legal pra quem é técnico, conseguir se aproximar de negócio, e conseguir, eu pelo menos desde o moleque, eu sonhava um dico, poderia se ganhar dinheiro, fazer uma temática estatística, os pontos apigmas, Deus meu views se dia chegou depois de 30 anos de vida, e agora, e é muito legal, assim, é um negócio muito divertido, muito legal, porque o tempo todo tá muito, não tem muita coisa aprendendo, tem muita coisa nova, e a fronteira vai ser um pouco nisso, né, pra quem tá ouvindo aí, o marcos e o fabrício, ela funciona, a matriz veio até fantasiado hoje, que ele veio com o Oculus, eu to com o Rayban Meta Display, que é aquele Oculus da meta que tem até linha, né, e aí, ele tem uma funcionalidade que é o mapa, e aí, você pergunta, "Hey Meta, where's the best restaurant for Get Lunch" e o daí, aí ele vai fazer o seguinte, ele vai, o vamos pesquisar, ele vai mostrar, só que a telinha é tão de descramada de pequena, que ele só mostra um card por vez, o ponto é o seguinte, a meta vai colocar propaganda ali nesse negócio, fazendo quem pagava para ser primeiro, pode ser, sim, pode ser que não, mas, se um outro cara faz um óculos que não é propaganda, esse proponha é seu melhor, garante que a galera vai começar a usar outros óculos, então o ponto vai ter que ser, o espaço é muito curto, e o ponto é como é que você ganha esse espaço, como é que você compete nesse espaço, porque filosóficamente pensando, igual a não se nas voltando lá, marcos que eu falei sim, o que o diol, ele já nasceu, mas já nasceu fazendo, vai morrer, já, tipo assim, ele, quando, quando a EDI chegar, você sabe que ele já gosta, que você não vai ter que eu te utilizar, porque vai ser tão experto, que ele vai entender, que esta que a gente vai em inglês, português, ele vai ser multilígui, ele cresceu uma escolinha que tem 200 idiomas, já de uma vez, entrava a você tão experto que, que não vai, o site demora pra cargar no tempo, o que eu penso lá, eu olho e tal, e aí o ponto assim, mas imagina pra negócio, que se imagina nesse contexto, absorbe o que, vou perguntar assim, eu quero comprar um relógio, ou comprar um smartphone, e ele vai falar sim "mateus", olha, o melhor lugar que vai te entregar na sua casa em duas horas, com o melhor preço, com a melhor qualidade de entrega, etc, é tipo, se não, é o mercado livre, então, aí, o mercado livre investiu um infinito in logística, um infinito in logística para ser uma mega empresa de filmes, etc, ele vai conseguir entregar isso. Só que então quer dizer que você quebrar todo o varejo, porque vai ser super comoditizado, sobre coisas, aí vem um pouco do Gil, porque veja bem, porque ele vai ter opções, tem um mercado livre, que vai ter um melhor preço, melhor entrega, que vai ter um outro canal tal, que vai ter um outro canal, que vai ter um outro canal, que vai ter um outro tal, mas Mateus, vamos ver. vamos ver o que eu fosse vegano, Mateus, eu sei que você vegano, e a seguinte, existe uma loja de celulares que fica no sul da Bahia, num convento que as freras fazem celulares muito bem, com muito capricho, etc, etc, só que o celular só vai chegar exatamente o mesmo celular, mas no iPhone, só que ela coloca os adesivos na capa do iPhone, só que o celular vai chegar na sua casa, só daqui o mês, que você vai pagar tipo o dobro do preço, aí tem as opções, aí é muito duro, né? é muito dor porque você tem pra então amigo meu que ele é viciado em chocolate, especiais não vou falar quem é não, mas tem um amigo que é viciado em chocolate, entanto com o fio, conheça doença, conhece o que é esse tipo de consumidor ele vai estar disposto a pagar, tipo para esse mercado, então assim você vai ter uma fronteira, a última milha da fronteira ela vai ser quase que esse contextual esse semande e eu acho o eixo animal, animal, porque imagina que é legal, você vai poder, por exemplo, estar na garagem, no acre e estar fazendo um produto que é muito legal e não vai ter mais essa barreira de esboça, não consigo chegar num cliente que está lá em São Paulo, porque não saber que você existe, porque aí a vaitei uma piada do todo universo e vai saber cara, na verdade o melhor pão de queijo não está em pouza lexo de minas, ele está lá em Goianha, lá no bar no bairro tal da dona Miranda e não sei o que, e eu faço, e eu como bom apreciador de pão de queijo, eu estou disposto a experimentar, eu viajar pra Goianha pra saber, só que o legal agora que é necessitário de estópico e singular de A, eu vou poder saber falar, vou lá pra você, então vou lá, quero saber, você é lá em Goianha que tem o melhor pão de queijo, que eu duvido como bom maneiro do goianha que tem o melhor pão de queijo, mas vamos lá, então eu quero ir lá provar, e vou lá provar, e você vai conseguir levar audiência pra gente por isso, só que até chegar lá, obviamente estou falando desse desse, desse cenário que tudo quer ter renda baldinho, que a gente vê aqui já vai ser da tacenta, de que a gente vai ter que processamento abundante e tal, tal, tal, na prática é muito bonito, mas na realidade, a gente está vendo lá o Sunao como com o japonês soft bem, que com o dono Trump lá, tratando e não conseguindo colocar o Stargate, e aí não faz um ano que fala que ia fazer, até agora não sou do papel, então assim, da teoria vai ser muito bonito, só na prática, talvez vai demorar mais um pouco, então na prática que manda mais um pouco, cara, o geol vai ser muito relevante, a otimização vai ser muito relevante, então otimizar, por exemplo, o Meta Display quando estou aqui e perguntar, e você, seu primeiro que vai aparecer aqui, isso vai ser muito relevante, só que o mais legal é concurso de aquisição de cliente, que não vai ser igual a apresentar as mídias pagas, que você tem no Metas, que você tem no Google em outros lugares, ou o IT, ou Media, que quem paga mais leva, não, quem for mais experto vai levar, quem consegue fazer o feijão com arroz simples, talvez um site de Wikipedia, mais atividade simaticamente, e que talvez tenha dois acessos por dia, tipo, talvez o jukinha vai ser o cara, por exemplo, que vai influenciar o resultado das eleições, esse ano, que o jukinha é um cara que fez uma página no Wikipedia muito boa e comparou todos os candidatos otimizados de uma maneira, que quando as pessoas perguntarem no chat de PT, quem é o melhor candidato para tal coisa, o jukinha vai ser um site mais indexado, e não vai ser a fundação de estúdio vagas, não vai ser a usp, não vai ser outros n partidos, não vai ser tipo outros n influenciadores, e olha outra coisa também, a influenciadores que tiveram vindo, talvez em influenciadores, vocês são muito flentes para um anos, mas como que está som conteúdo, está em vídeo, porque se achar que o jpt está baixando seu vídeo, transcrevendo seu vídeo para não sei o que, para ver se estou que eu estava falando é bom, você pergunta o que são, o outro não vai falar, não, assim, estamos, agora são os multimodais, são os muito focados nisso, etc, mas voltando do Pinterest, antes que eu falei, eu falei, eu falei, eu falei, eu falei, eu não vou ver, aí que eu quero colocar do princípio, otimizar imagem, só que você fala, "pô Mateus, o texto foi de um carroido e a vice-abonço, só que quando a gente faz esse processo da massa probabilística, quando você consegue levar a imagem também, o imbede da imagem dentro de fono semântica, se ganha mais massa para o probabilístico também, se você tem mais peso nesse fredor e influenciar mais, só que aí o ponto é o ponto de ótimo, o ponto de ótimo, seguinte, quanto você consegue ser rápido e suficiente, para que eu vou colocar o texto e vou colocar a imagem, só que do ponto que não demora para carregar, eu consigo passar na nota de quartz antes do portão de nem fechar, tipo assim, está tudo muito correndo lá para fechar o portão de nem, e aí você fala assim, "não, mas eu estou levando uma mochila com um livro nas costas, se eu conseguir passar essa corrida e chegar, é isso que fecha os portões de nem, para estar lá dentro, costa mojando as costas, eu vou fazer a prova de nem, como o chanas costas, então você está muito mais restante, é meio que isso, só que o portão de seguintes, até que não june as costas, pois se você se banca, que você vai conseguir estar otimizado, pode me vigiaria, para correr tão rápido com os outros que é só texto, e passar, "chou de bola, você vai estar lá do clavo?" Mas senão, tu vai cair, capotar, vai estar muito bonito, pera otimizado, mas normalmente, você vai estar aqui nem os outros caras lá, que tão melhor quanto o mundo, mas ainda não conseguem mostrar para ir aqui, você é o melhor mundo, eu falei demais, né, né? Então Mateus, eu vou te fazer uma segunda pergunta, na sua próxima participação aqui do podcast, tem várias ainda que eu gostaria de te fazer, esse é uma coisa que eu estou fazendo aqui, me fascina, obrigado por essa aula que você deu para mim, para o fabricso, para todo mundo que escuta aqui, e essa é só a parte 1 do papo que a gente vai se continuar, porque tem muita coisa que quando a gente pergunta ainda, para a gente poder aprender junto aqui, mas nesse meio tempo, para quem quiser seguir esse papo direto com você, para onde que vai? Quem quiser pode me seguir no Instagram, é MateusBorgis.winsta, Mateus, Senha Gane, MateusBorgis.winsta, a arranca, nossa empresa, vocês vão ver que tem pouco conteúdo para nós humanos. A gente está começando a se posicionando como a empresa de pesquisa, a gente está começando a produzir contos muito técnicos nesse sentido, então justamente quem quer conversar, que produzia essa infraestrutura, né? Então vai ter muita coisa de geou, mas tem um canal no meio de um meu, também Mateus, os seus abordos, é bem mais técnico também, eu falo um pouco de matemáticamente, porque tem essa diferença de produzir inglês, versos português, porquê que o conteúdo bom, esse pesqurito nunca vai dizer que vai ser bem arranqueado, como que faz um badm, e tem muita coisa legal que a gente está fazendo, né? Que é assim, essa coisa do sistema de controle, imagino o conceito, para próximos episódios. Venham falar sobre um badm, reverso, os acadêmicos que estão ouvindo agora, assim, nossa, esse cara é muito bustero, será? Vamos ver, vamos conversar, e temos dados para provar, então tem muita coisa legal assim que dá para conversar, mas esse que é lá, MateusBorgis.winsta, aí vou estar produzindo uma passada com essa coisa, e tem um link de arranque, arranque com o K-R-A-N-K-I-A, arranque. É excelente, a gente vai sim deixar aqui na descrição, é claro, obrigado, mas uma vez, parabéns, mais uma vez, e para você que está escutando esse episódio, eu quero convidar você mais uma vez, passar aqui na descrição do episódio, e pegar o link para você dar uma espiadinha no site, e quem sabe já fazer sua pré-inscrição, pré-comigo, com o fabricio, com o Paulo Silvere, com Marcelo Aumeida da PM3, lá pro Vale do Silício, pro Berço, de tudo que a gente está conversando aqui há anos, né? A gente vai conhecer junto essas empresas, vão ser cinco dias de 31 de agosto, ao dia 4 de setembro, mais corre, porque como o fabricio falou na semana passada, já estão acabando as vagas. E precisa de um tempo, porque tem o lance de visto, tem que ver a passagem, etc. Então, quanto antes você fizer, se você quiser ir com a gente, melhor para não ficar de fora, porque vai ser muito legal, muito interessante, muito divertido também, porque não, né? Então, passa aqui na descrição e pega o link, e eu, e o fabricio voltou a reibos na sexta-feira com o nosso resumão das notícias do mundo da inteligência artificial, até lá. E, a edição, rejiga a hurt de podcasts.
Podcast Summary
Key Points:
Apresentação do podcast e do convidado Mateus Borges, cofundador da Rânquia, empresa focada em Generative Engine Optimization (GEO).
Discussão sobre a transição do SEO tradicional para o GEO, otimizando para respostas de IAs generativas como o ChatGPT, e os riscos de publicidade nesses sistemas.
Explicação técnica das diferenças entre buscas determinísticas (Google) e estocásticas (IAs), e a necessidade de novas estratégias de otimização de conteúdo.
A importância da infraestrutura e da apresentação de conteúdo para influenciar respostas orgânicas das IAs, sem recorrer a "gambiarras" ou manipulação.
Summary:
A entrevista apresenta Mateus Borges, cofundador da Rânquia, discutindo a otimização para motores de busca generativos (GEO). Explica-se a transição do SEO tradicional, focado em algoritmos determinísticos como o Google, para um novo paradigma com IAs como o ChatGPT, que utilizam processos estocásticos. Destaca-se que otimizar para essas IAs envolve garantir que conteúdo relevante e bem estruturado seja facilmente processado, já que as respostas são geradas organicamente a partir de dados treinados.
Aborda-se o risco de as plataformas de IA introduzirem publicidade, o que poderia minar a confiança dos usuários, similar a episódios de "Black Mirror". A Rânquia posiciona-se como uma facilitadora, ajudando empresas a adaptarem sua infraestrutura de conteúdo para serem competitivas nesse novo cenário, onde a busca orgânica e a clareza sobre propaganda são cruciais. Conclui-se que o GEO é uma disciplina temporária, necessária até que a infraestrutura de IA atinja abundância e maturidade plenas.
FAQs
G-E-O-D-I-O significa Generative Engine Optimization, uma disciplina focada em otimizar conteúdo para os motores de busca de IAs generativas. Diferente do SEO tradicional, que otimiza para algoritmos determinísticos como o Google, o D-O lida com buscas estocásticas e uma audiência de robôs, exigindo novas estratégias baseadas em infraestrutura de evidências e estatística.
A busca orgânica é fundamental porque os usuários tendem a ignorar anúncios explícitos, buscando o que é genuinamente melhor para eles. Influenciar as respostas orgânicas das IAs sobre marcas, produtos ou profissionais torna-se um novo paradigma de marketing, essencial para visibilidade nesse ecossistema.
Incluir anúncios pode criar um conflito de interesse, levando os usuários a perderem a confiança na plataforma. Se as respostas forem percebidas como compradas, os usuários podem migrar rapidamente para concorrentes que ofereçam resultados mais orgânicos e imparciais.
A busca no Google é algorítmica e determinística, gerando resultados similares para consultas idênticas. Já a busca em IAs generativas é estocástica, com elementos de aleatoriedade previsível, exigindo otimizações baseadas em probabilidade e evidências, não apenas em regras fixas.
Estudos mostram que aplicar heurísticas de SEO tradicional no D-O pode performar pior do que não fazer nada. Isso ocorre porque as IAs generativas operam em um paradigma diferente, onde otimizações para humanos não são necessariamente relevantes para robôs, exigindo uma abordagem baseada em infraestrutura estatística.
A Rânquia atua como uma ponte, ajudando empresas a traduzir e otimizar seu conteúdo para o ecossistema de IAs generativas. Eles fornecem infraestrutura para que informações valiosas, mas mal estruturadas (como PDFs ou vídeos), sejam acessíveis e competitivas nas buscas estocásticas das IAs.
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