[Música] [Música] Somos feitos de tanta coisa ao mesmo tempo. Refeções longas, pratos de dial balcão. Das receitas aconsegentes da avó aos restaurantes da moda. Somos como o homem que comia tudo. De tradição e osadia, de sabores intensos e texturas ligadas, fãs da tradição e os ados na reenvenção. Porque há uma português a não se explica. Sente-se, sagos, somos nós. Por vez cozinhamos coisas pelo prazer do sabor, outras vezes pelo prazer do processo, outras só para ver se conseguimos. Há dias, tentai fazer Bifu-Ellentan. A motivação principal para o Bifu-Ellentan era ver se conseguia. Ou seja, a história da supração e tal. Eu seria capaz, eu faria um Bifu-Ellentan como o Raimom Blanc. O Bifu-Ellentan morou três horas a estar pronta e foram três horas chatas. Corar a carne para arcar feces, fazer a do que o céu do cogumel, esperar carfecesse, depois sobre a plíquula adrenta, encamadas, sobre por a massa folhada e o prosunto e a decocele. E por fim, a vazia. O char no roule, com o carno frigorífico, esperar, afornar, esperar. São mais interruptões, sendo que acontece com a cozinha, ao mesmo que acontece com outros prazer. Sabe melhor quando há fluidez. De resto, no final, o Bifu-Ellentan estava só, ok? Talvez também porque falhei o ponto da carne, demasiado encruada. Não consegui. Outra preparação receta. Pasta de milho. As pastas de milho são fermentações à base de coge, fungo milagroso que transforma pedras da calçada em um mami. O coge comprei aos chefes João Alves, do projeto King Firmance, e depois em casa, juntar de resta de um proassado, que desfiz no liquidificador, joltando com os bacios do coge em erros. Também experimentar e fermentar o coge com a bobra e com ralapães. Isto começou em setembro de 2025. Os frasquinhos viveram umas temporadas no frigorífico e, desde então, que adora brilhos e perceber a evolução, cada vez mais doce, mais intensa, mais cheia. Esta semana concluiu o processo. Voltei a passar tudo no liquidificador e a aventura acabou com três frasquinhos de pastas de miso na despensa para ir usando em molhos, assados, saladas, legumes guardelhados, etc. Porra, no entanto, repetirei, tem dúvidas. O processo da pasta de miso é longo e acabamos com uma quantidade reduzida, não saísse o investimento com pensa. Coisa diferente suce teu covinha agra. Fazer o vinagre de vinho, preencheu-me, começou por ser um desafio, acabou no mutilidade das boas. As primeiras experiências não correram bem porque a fermentação de moro honor rancou, mas aprendi com o G. Ora a nota recita para aquilo que os franceses chamam de "vã éca". A primeira coisa que lhe é fazer é comprar um desses depósitos usados para a água contra o naena. O meu compre no wikia, mas há notas lojas de equipamentos de cozinha. Depois, tem intervinho do bom e do menos bom. O bom, em fia pela goela, é o menos bom, em fia pela tampa do depósito da vina grega. Precisa também de bacterias de ácido acetic. Elas estão por todo lado, na sua cozinha, na sua casa, nas mosquinhas da fruta, mas para garantir eficácia, surgir que lhe junto um vinagre não pasteurizado, que vai em já com a mãe do vinagre. A mãe do vinagre é com uma massa mãe do pão ou scobi da kombucha. É ela que arranca a fermentação. O vinagre da marca braga, adquirido no selero, funcionou bem, tal como o biológico do El Corte Englês não filtrado de cidra. Trata a mãe de juntar água para baixar o volume de álcool do vin, que é normalmente entre os 12 e 15%. O ideal é que fique nos 8%. Usa mais ou menos as medidas que tira do livro Flavorama da autoria da Ariel Johnson, cientista do sabor que trabalhou no laboratório do restaurante Numa. A saber 750 ml de vinte einte, 475 ml de água e 300 ml de vinagre. No final, me chie bem para oxiznar, que as acetobacterias precisam de oxigênio e fechei com pão de cozinha. Mas, à frente, pode colocar a tampa do depósito malfechada, preferência. Em duas semanas tinha vinagre, mas ele continuou a evoluir. Ontem me deu pegar com o aparelho que mostou 20€ e estava nos 2.7, o que é o átimo. Tinha a sido suficiente para impedir micro-organismos mals, mas não era só a acida sético, cientizado de vinhes ultragentes, como no caso da maioria dos vinagros comerciales. Era o vinagre mais saboroso que provei, talvez também por ser o meu. Arriscai o bordo. Este podcast tem a só no pastígio de aericorriginal dos João Liza Morinha, capa de teaco paraera sante, com fotografia de Matilda Fiesky. A coronação é de João Liza e a direção é de João Vieira Paraera. Eu sou Ricardo Félner e este foi mais um episódio do homem que me atudo. Se inscreve este podcast na sua app, preferida ou no chat dos preços, psiqunotícias e psiquestros. Se tiver sugestões ou ideias que arapartidhar com a equipa de podcast, enviou um email para
[email protected]. E já sabem, a mais comida para além de beef com matatas fritas, mas beef com matatas fritas é muito bom. [Música] Somos feitos de tanta coisa ao mesmo tempo. Refeções longas, pratos da dialbalcão, das receitas aconsegentes da avô aos restaurantes da moda. Somos como o homem que comia tudo, de tradição e osadia, de sabores intensos e texturas delicadas, fãs da tradição e os ados na reenvenção. Porque há uma portuguesa não se explica. Sente-se, sagres, somos nós.