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Como fazer o CV e se preparar para entrevistas internacionais - Episódio - 478

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Como fazer o CV e se preparar para entrevistas internacionais - Episódio - 478

O episódio do podcast "Partiu Morar Fora" aborda estratégias para conseguir emprego em empresas internacionais, especialmente na área de tecnologia. A anfitriã Amanda e o anfitrião Claudinho recebem Larissa Oliveira, mentora de carreira da Triple 10, que compartilha insights sobre currículos e entrevistas globais. Larissa destaca que, após a pandemia, trabalhar remotamente para empresas estrangeiras tornou-se uma realidade palpável, com o Brasil sendo um dos maiores polos de desenvolvedores do mundo. No entanto, ela alerta que o inglês agora é um requisito básico, não mais um diferencial, e que candidatos devem evitar o erro de enviar currículos em massa sem personalização. Para se destacar, é crucial adaptar o currículo a cada vaga, usando palavras-chave da descrição e incluindo uma carta de apresentação personalizada. Além disso, o LinkedIn e o portfólio devem estar em inglês e refletir o currículo. A Triple 10 oferece um programa intensivo de 180 dias, com acompanhamento individual, simulações de entrevistas e garantia de reembolso se o aluno não conseguir emprego em seis meses. A conversa reforça que a busca por trabalho internacional exige dedicação e estratégia, mas é acessível para profissionais em transição de carreira.

Transcription

10027 Words, 57020 Characters

Portuguese
[Música] Informação com diversão. Dicas para morar fora. Experiência com descontração. [Risos] Partiu a Itulana! [Música] Oi! Estamos ao ar? Será que estamos do ar? Estamos ao vivo? Será que estamos ao vivo? É sempre assim, né? Às vezes a gente tem convidados e a gente nunca saiba. Não sei, será que é venha? Eu acho que esperar porque tem um delesio. Vou descobrir. Já estamos no ar? Onde? Onde? Com mais uma edição do nosso podcast. Para te morar fora, eu sou o Claudinho. E eu sou a Amanda. Nosso mundo, www.com.br. Olha se o fôssew acessava todos os dias porque, sim, todos os dias nós publicamos notícias que podem mudar a sua vida. Às vezes a vinheta não entra. Contece. Mas geralmente isso. Quando acontece? Porque a vinheta já está no celerado. Já. E morreu. Já saiu. Já largou. Para ela só falta pra vinheta, só falta um restinho de ano. Já largou. Já não quer mais saber. É verdade. Nós estamos ao vivo. Aliás, já aproveitar a demandia para deixar um recado para você que tem o hábito costume de só nos ouvir na sua plataforma de streaming preferida. O que acontece hoje nós estamos no YouTube. Então estamos ao vivo também em vídeo. Então, se você quiser ver os nossos rostinhos, eu agora sem barba. É, erramos na máquina. E é verdade que nos últimos episódios tudo foi em vídeo, né, Claudinho? É verdade. É só uma dor, pessoal. É só gosto, pessoal. É só preferir em vídeo. Então, obrigado pela audiência. Obrigado pelo carinho. Seja sempre bem vindo ao nosso podcast, para te morar fora, que vai ao ar. Não oferecimento da TFA Immigration. Sim, se você está pensando em mudar de país, você tem que entrar em contato com a TFA Immigration. Está aqui na tela site da TFA está aqui embaixo. A TFA Immigration.pt. O ponto pt, porque aqui de Portugal, a TFA tem uma longa história lá no Canadá e também tem escritória aqui na Europa. E a gente sabe, né, a mandinha que as coisas estão mudando, mudando rapidamente, especialmente nessa questão de emigração muitas regras novas, muitas alterações. Então, a gente recomenda que você entra em contato com a TFA Immigration. Porque o atendimento é humanizado. E eles vão conversar contigo, te dando um direcionamento para você que está pensando em mudar de país. A gente sabe que a janela de oportunidades está se fechando muitas regras, mudando aqui em Portugal, na Espanha, na Itália. Enfim, tem muita coisa acontecendo e a TFA está ligada em tudo. Então, queria convidar você para entrar em contato com a TFA Immigration. E dizer que viu, ouviu aqui no nosso podcast. Partiu morar fora, segue a TFA também no Instagram. É o que está aí na tela TFA. TFA, Tio Rob, obrigado. TFA, pela parceria. E também temos o patrocínio de Triple 10, exatamente, se você já pensou em migrar para a área de tecnologia, mas bateu aquele medo que dá, né? Dá um medo, né? Mudade, área da medo. De investir tempo e, muitas vezes, claro, investe de héroe, acabar não conseguindo uma vaga. Eu sei que isso é um entormento para muita gente. Mas a Triple 10, ele entende exatamente a sem segurança e decidiu mudar as regras do jogo. Eles oferecem informações intensivas em programação, teste de software e dados mais o diferencial. Não é apenas o que você aprende. É como eles garantem que você vai trabalhar com isso. A Triple 10 tem uma taxa de impregabilidade e abra bem os seus ouvidos de 93%. Isso acontece. Porque você tem um time de carreiras dedicado que te acompanhe toda a jornada desde a preparação do seu currículo e busca de vaga até simulações reais de entrevista e você pode fazer em português ou em inglês se o seu foco for um mercado internacional. E a confiança na metodologia que a Triple 10 não oferece uma garantia de 100% de reimbouço. Exatamente, se você se formar e não conseguir um emprego na área em até seis meses, a Triple 10 devolve todo o seu dinheiro. Confio ou não confio no taco? Muito. Então você quer começar sua transição de carreira com segurança? O primeiro passo é muito simples. Aqui na descrição do nosso episódio, tem um link que você clica no link e já agenda uma consultoria de carreira totalmente gratuita com a equipe da Triple 10 para entender qual é a área que combina melhor com o seu perfil. Se você decide começar a estudar, usa o nosso coupon que está aí na tela, mandinha D, VPM 10 para garantir 10% de desconto em qualquer programa, vai la conferir que eu tenho certeza que você vai gostar. Aliás, a gente vai falar de carreira internacional, de mudança e a gente tem uma convidada, né, mandinha. É verdade. Hoje nós vamos falar sobre currículo internacional e como a gente pode se preparar para as entrevistas, olha com empresas internacionais, empresas globais, entrevistas de emprego em inglês. Se você deseja ganhar e moeda forte, trabalhar em uma multinacional, a gente precisa se preparar. Com o que a gente pode fazer isso? Hoje a gente vai receber uma mentora de carreira, a Larissa Oliveira, da Triple 10, que ela vai nos contar tudo, a legenda era de software, com mais de 10 anos de experiência e ela vai nos contar quais são os macetes e como que o secretador seleciona. Isso é. Olá pessoal, tudo bom? Tudo bem? Boa tarde, tô super contentista aqui com você, apresentando a Triple 10 e ajudar todo mundo que busca saber informações para a impregabilidade na área internacional. Ah, que legal, obrigado pelo a todos sonibilidade, queria agradecer pelo teu tempo também para a gente conversar um pouquinho sobre currículo como se preparar para entrevistas internacionais, porque a gente sabe nela dessa que se tem uma coisa que está acontecendo de alguns últimos anos no mundo e especialmente depois da quele evento de 2020 de saúde mundial foi que o Home Office, o Tele trabalho, como dizemos aqui por Portugal, se tornou realidade na vida de muitos profissionais. E eu queria começar a nossa conversa, Larissa, te perguntando assim, muita gente acha que trabalhar para empresas internacionais é uma coisa muito distante, é um sonho muito longe. Na tua visão, isso é um mito ou já é realidade hoje. É, como você falou no cenário atual que a gente vive pós-pandêmico e toda essa mudança de cenário de tecnologia que teve ele de 2020 para frente, se tornou uma realidade muito palpável. Óbvio, tem alguns pontos que ainda são inegociáveis para você conseguir trabalhar em Home Office, principalmente em empresas internacionais, mas hoje é uma realidade muito mais próxima e real de sete indível. Ah, que legal. Isso é importante, né? Porque quando a gente conversa sobre essa proximidade, a gente sabe que quando a gente fala de Brasil, hoje está falando de um continente, né? O Brasil é muito grande e vive diferentes realidades e tem também uma coisa interessante, Larissa, que os dados hoje mostram né que as contratações de brasileiros por empresas estrangeiras, olha só que interessante esse dado. Esses contratações cresceram quase 500% nos últimos anos e aí agora que ela pergunta, hein? Olha, Larissa, vamos lá, vamos perguntar. Na tua visão, de mentora, com a tua experiência de mercado, o que o talento brasileiro está tão em alta hoje no mapa mundial? É o brasileiro hoje na área de desenvolvimento, por incrível que parece, isso é até um dado do último evento que teve do Guiti Rubi, o universo. É, o Brasil só está ali em terceiro, quase quarto ali, lugar, mas está surgindo pódios de maiores comunidades desenvolvedores do mundo, só ficando atrás ali de Europa, Estados Unidos e India ali dividindo. Então a gente ocupa uma grande parcela no estudo desenvolvimento de software e de aplicabilidades em outras áreas de tecnologia, a gente tem um perfil também um pouco mais caloroso, multitasking, o que faz o mercado internacional, fica de olho na gente também. Ah, aqui legal, é verdade, os brasileiros são muito versáticos, né, e falar inglês vai ser toda a diferença, né, Larissa? Exato, e aí entra num ponto super crucial, que eu sempre falo pros alunos e para todo mundo que é entrar na área de tecnologia, principalmente trabalhar em empresas internacionais, hoje o inglês, ele não é mais o diferencial, como era há uns setes, cinco anos atrás, que ter inglês, que fazia ser diferente no mercado. Hoje ter inglês para a área de tecnologia e para empresas internacionais é o basal, é o mínimo para você conseguir a escalabilidade para iniciar. Então hoje eu já trabalhei em algumas empresas internacionais, como ser Hit Soleil, Microsoft, e tudo mais, e só ter o inglês não é mais suficiente, eu tinha que falar 2 ou 3 mais idiomas. Então assim, você ter o inglês já te coloca num ponto de partida para você já conseguir vagas internacionais. Que legal. E legal, o Laricei tem mais mulheres entrando na área de tecnologia também, você engenheira de software, e isso é incrível. Como que foi para você na faculdade? Era o mais homens ou mais mulheres, você percebe que tem mais mulheres entrando nessa área de tecnologia também? Então eu sou da época de no assaúrica, eu entrei na área de tecnologia, eu não tinha nem celular, eu levava o meu projeto, a apresentação do meu projeto final foi feita em desquete. Então assim, hoje a na minha época, quando eu entrei em engenheria da computação, eram 102 alunos, que era todas as engenherias juntas no ciclo básico e depois que dividiu para engenherir a da computação ficou em torno de 16 alunos e só eu de mulher. Então, era sempre for esse cenário e só se formaram oito e só eu de mulher também. É, sempre foi esse cenário de juptivo da mulher ainda continua, a gente ainda continua não sendo a grande parte da área de tecnologia, mas ouve sim, está vendo uma crescente de mulheres entrando na área de tecnologia. Eu sou a maior incentivadora, inclusive, eu já dei aula e sempre ministro palestras voltadas para a área de inclusão digital, o letramento digital, em principalmente a formação de novas mulheres na área de tecnologia, porque é fundamental que haja esse equilíbrio de gêneros na área de tecnologia até para trazer novas visões, mulheres terem mais oportunidades de estudar, de exata, de estém, então eu acho fundamental mesmo o crescimento da mulher. Que legal, e já é uma realidade, né, já, claro que é. Já temos seguidores nossas, mas eu não consigo fazer no curso de tecnologia e mudando de área completamente, isso que eu acho mais incrível, porque hoje em dia nós estamos em 2006, o mundo muda muito rápido, então a possibilidade de mudar de carreira depois dos 30, depois dos 40 é uma realidade para muitas pessoas. Até porque a gente fala aqui, por exemplo, das formações da Triple 10. Antigamente, eu sou do interior de Santa Catá, sou gaúcho, mas morava do interior de Santa Catarina e a Larissa, ali, já quase é a interaguidade, falando que na época dela não tinha celular, então a gente é muito porra, né, a gente é ali. - Mas o apelho está boa, o apelho está boa, tá trabalhando. - É, é, é, é. Mas eu lembro que, por exemplo, quando a gente tinha que fazer destibular, né, e eu tinha muitos cursos que não tinham no interior, né, e aí eu queria falar disso dessa questão da tecnologia, isso é interessante que hoje, como você falou até da possibilidade de mudar de carreira, porque a gente consegue mudar de carreira, estando da nossa casa, né. E eu acho que essa também é uma visão interessante que atribuou tendrais quando fala das formações, né, por exemplo, que não eu falei de confiar no taco. Imagina, devolve o dinheiro, esse o cara não conseguiu emprego, por quê? Porque a Larista aqui de prova, né, ela tá no dia a dia, da empresa, tá no dia a dia, da formação, e aí eu queria te perguntar, a gente tá falando aqui de currículo internacional, se preparar para entrevistas, na sua opinião, assim, qualquer um erro, e tu vê que é um erro bastante comum, que as pessoas cometem quando tão iniciando essa busca por uma vaga internacional. Tu consegue identificar um que é mais comum? - Claro, não tem um direcionamento certo, que é o diferencial do time de carreiras natural boté, porque quando você começa ali uma buscativa por vagas, a maioria das pessoas, elas acham que quantidade é resultado. Então elas começam a pamfletar, aí sem um direcionamento, a fazer uma aplicação massiva de vagas, e aí elas se sentem frustradas, porque elas não obtem um resultado positivo perante ao esforço que elas tiveram. E já aqui na parte de carreiras da Triple 10, a gente acompanha esse aluno de forma individual e personalizada durante 180 dias de uma forma completa, e mais 8 semanas ali de forma exclusiva mesmo, para entender, mapear e parametrizar os objetivos deles de forma prática, para que ele não só encontre as vagas, mas encontre as vagas que tenha mais de 75% de aderença, e que ele seja realmente chamado para esse processo aletivo, e que ele passe com qualidade nesse processo aletivo, porque a gente faz entrevista em simuladas reais, baseada na vaga que ele está aplicando, para ser o mais próximo e possível de real do cenário que ele vai enfrentar ali no processo aletivo, para realmente lhe obter o êxito, que nós tivem aí uma métrica muito boa de imbregabilidade. Olha, esse sessional de ouvir, até porque, esse calarista fala traz para a gente é interessante pensar que tem também essa questão da construção da confiança, porque antes a gente na nossa conversa com a gente começou, a gente está falando de alguém que está mudando de carreira. Então, ali existe uma insegurança que é normal, eu já estou. E é a maioria dos alunos, inclusive, hoje, se eu for fazer, assim, um mapa de calor, assim, de quais cenários esses alunos estão inseridos, hoje, e aí, falando um número da minha cabeça, muito baseada ali nos alunos que eu trabalho, é quase que 80% dos alunos são em transição de carreira, pessoa mais trinta que está querendo ali inserir na área de tecnologia, já teve algum contato próximo dentro da área dela, que não é a área de tecnologia, e aí, ela viu como uma grande ponte, o bootcampo da tripotendo, por ele, se é 100% prático, de realmente fazer esse caminho numa jornada mais efetiva e objetiva. -Tim, bom legal. -O Larisa, e o curriculum pro exterior, é muito diferente do curriculum brasileiro na tua visão, principalmente o preso em presos de tecnologia dos Estados Unidos, aqui da Europa, é muito diferente o que é mais importante para a pessoa se cara tem que ter em hora de preparar o curriculum, quem você falou, não é volume, você tem que saber exatamente para a empresa que você está se candidatando. Não adianta você fazer assim, "Ah, vou aqui cinco minutos do meu dia, vou enviar um curriculum." Não, tem que pensar, tem que olhar se você está se candidatando na pravaga certa, o imenho, como você está preparando, se você mais personalizado, quais são as principais diferenças do Curriculo brasileiro pro exterior? -Tão, as principais diferenças hoje que a gente sempre mostra pros alunos que estão aplicando pravagens internacionais, é ter um currículo personalizado para cada vaga, porque. Porque essa construção curricular que a gente faz, é muito baseada no objetivo, nas queit wards, que são as palavras chaves daquela vaga, pra as habilidades técnicas que ele vai desempenhar durante aquele processo aletivo, e quando ele foi efetivado, e não só isso, mostrar que todo o alunamento curricular dele seja tanto das soft skills e das rádios skills, estão alinhadas para que o impregador está buscando, e não só isso, né? A gente sabe que hoje com a entrada da ATS, que é inteligência artificial, que faz a leitura ali do currículo, em até 7, 8 segundos, o currículo, ela já tem ali uma parametrização de quais palavras chaves certas ela quer achar para aquele currículo. Então, se você não se debruçar em cima desse trabalho, porque eu sempre falo pros alunos, procurar trabalho é um trabalho. Então, se você não tiver essa organização ali diária, pra você, é sempre pensar, se eu parar esse tempo e organizar isso de forma efetiva, é muito maior a chance de estudar met, do que você fazer as coisas de um modo automático, só para fazer por fazer. Então, eu sempre aconselho, "Ah, pegar o job description da vaga, e buscar as palavras chaves, inserilas do seu currículo, baseado, óbvio, nas suas soft skills, rádios skills, e principalmente, na sua parte técnica, e não só isso, uma coisa que é muito diferente do mercado brasileiro, pro mercado internacional, é a Covillager, que todas as vaga as internacionais solicitam que você tenha uma carta de apresentação específica e personalizada para aquela vaga. Olha, que legal. Eu queria comentar duas coisas que falou, e isso que é interessante, que é uma é procurar trabalho, dar trabalho, e isso é tão realidade que existe até visto para isso. Na Alemanha, você pode pedir um visto para procurar trabalho, para suver com o trabalho que dá. Então, é um. Na Suíça também, quem já tem o Passaporte Europeu, eu pode ir para Suíça procurar o emprego, e aí ser contratado. Exato. E você falou a segunda coisa que eu queria comentar e complementar? Hoje, inclusive, a gente publicou uma notmama terra no nosso site sobre isso, que a Amazon começou a implementar a utilização de um sistema de inteligência artificial para facilitar as contratações. A ideia deles é que a. que essa nova tecnologia, se irva como. como souse uma agência de emprego online, que já vai fazer esse filtro. Isso é importante, porque o que a Larissa está dizendo dessa diferença, a gente, no Brasil, por exemplo, eu. assim, tirando as vagas em universidade, geralmente, covela-me uma carta de apresentação, não é muito comum, assim, no mercado de trabalho. Mas aqui no exterior, a gente sabe que é comum. E aí eu queria te perguntar, Larissa, o que tu acredita que é importante, além do Curico? Tu falou já da carta de apresentação. E aí eu queria te perguntar, assim, te jogar numa fogueira, aí, para te perguntar do link edim. E para quem é da área de T.I, assim como a gente quer dar a área de comunicação, é uma coisa que faz muita diferença que é o portfólio. Procede isso ou não? Exatamente. Se o aluno, ele tem o foco, ou se a pessoa tem o foco, realmente. Aí eu quero aplicar apenas para vagas internacionais, porque eu tenho um bom inglês, eu tenho as escuras necessárias, eu já sei quais países empresas eu quero atuar, então eu quero apenas fazer a buscativa de vagas para vagas internacionais. Então essa pessoa já sabe que, obrigatoriamente, o currículo, a carta de apresentação, o link edim dela, vai ter que estar em inglês, no mínimo, né? Se for o país que ela está buscando ali que seja inglês, que a maioria das vagas internacionais independentes de outros países, eu já trabalhei para Québec, no Canadá, já trabalhei para Londres, já trabalhei para Rússia, e todo o meu portfólio, ele é 100% em inglês, por mais que eu fale também outros quatro idiomas, mas ele é 100% em inglês, porque os decrutadores sempre vão fazer a buscativa em inglês. E o seu currículo, ele precisa sempre falar que o seu currículo, o link edim, ele tem que ser um espelho, só que o currículo, as suas informações têm que estar muito mais fortes, formais e objetivos, porque não dá para ser um livro, tem que ser apenas um documento que apresente a sua experiência técnica. E, Jaldin, é o espaço onde você tem para profundar ainda mais a sua parte profissional, mais sendo o espelho do que está escrito no seu corrigo. -Mai, hein. -Olarisa. E as entrevistas de empregos são muito difíceis com essas empresas internacionais, uma pessoa que está resse informada na era de tecnologia. É melhor focar empresas menores, brasileiras ou empresas internacionais. Você já pode, se que a gente está para empresas internacionais. Na tua visão, o que combina mais com profissional de tecnologia resse informada o brasileiro? A verdadeira resposta do Sênio, depende. Tudo vai depender. Tudo vai depender. Depende muito de alguns fatores. Vamos lá. Qual é o seu nível de inglês? Isso é um fator muito decisivo. Para saber onde você vai começar essa aplicabilidade de vagas. Se você tiver entre um "I won" e "I don't know" vamos aplicar. Pode aplicar para empresas, principalmente de médio, pequeno portes, tartapes internacionais. Foi assim que fui também criando a minha rodagem de empresas internacionais, melhorando o meu inglês, inclusive, por trabalhar em tímis muito multicultural, trabalhei fora também durante bastante tempo. Então, assim, começa principalmente. Quero melhorar meu nível de inglês porque eu quero melhorar minha busca de vagas. Então, uma coisa vai acabar escalando a outra. Então, ao mesmo tempo que você diminui o seu ranking de vagas em inglês, você aumenta o seu nível técnico de inglês para ele ir aumentando a sua busca de vagas. Mas, é interessante para a pessoa que já tem um beat-oo um "I won" etc. que são níveis. Mas, ali, intermediários avançados de inglês se entem vários programas e empresas internacionais grandes, inclusive, eu entrei num programa de Job Rotation quando fui trabalhar fora. Que era porque o meu nível de inglês era muito bom e a minha experiência técnica era ainda iniciante. Mas foi o meu nível de inglês e, por falar outros idiomas, equilibrou isso. Boa. E aí eu queria te perguntar uma coisa porque tu falou do teu nível de inglês, ser muito bom, isso, claro, abre portas, assim como um outro idioma, dependendo do país onde você for. Mas eu acho que o tronco comum é o inglês para o mundo inteiro, principalmente na área empresarial de recrutamento. Mas eu queria te perguntar, Larissa, assim, na tua experiência de mercado de vida e hoje trabalhando também com a Tripoteno auxilhando os alunos a encontrar esse caminho internacional. O que os recrutadores internacionais eles buscam? Além da técnica. Porque aquela história, saber muito importante, obviamente que sim. Mas eu queria te perguntar, as soft skills, elas realmente fazem a diferença. O que esses recrutadores buscam além da técnica num profissional? Essa pergunta ela é muito boa. Porque hoje muitas pessoas aproveitando esse paralelo da pergunta que tem muita ver com essa polêmica hoje que tem crescido no mercado de tecnologia, que é "Ah, o Devil, o que é, ou os cientistas, etc., vai ser substituído pela IA" e tal. Só que não. O incrível que pareça, é o que diferencia um profissional muito técnico, do outro também muito técnico, porque hoje a gente vive num mundo, que todo mundo tem acesso às informações de qualidade. A gente tem a Tripoteno, é o melhor e maior curso de tecnologia com nível altíssimo. Tanto de conteúdo quanto de profissionais incríveis que eu trabalho ali lá do lado de pessoas que a gente está ali em um alto nível de complexidade, de trabalho, a gente passa isso para os alunos. Então, assim, as pessoas hoje, se a gente for avaliar o profissional, o técnico pelo técnico vai estar arranqueado. As pessoas vão ter ali uma diferença ou outra que eu não vou conseguir distinguir. E o que vai diferencia, realmente, de como o recrutador, ou como líder técnica, assim que eu faço parte de processos elitivos também, para a parte de técnica, é só que os que vão complementar essa pessoa para entrar no meu time, é só que os que os comunicações, escritas técnicas, eu sempre bato isso na tecla. Existe inteligência artificial para fazer uma documentação, um PR, um abriu um repositório para você, existe. Mas o seu pensamento crítico, a sua análise, e a forma como você escreve isso, só o humano ainda consegue entregar esse nível técnico alto. Então é você entregar esses diferenciais de soft skills, como saber se comunicar, saber ter uma boa escrita técnica, ter um alto gerenciamento excelente. Então são essas coisas que vai diferenciar um profissional técnico do outro que também bosta o mesmo nível técnico dele. Exato, e é até interessante você dizer isso porque a gente comentou antes sobre hoje o Romofse, depois de 2020, aí, desse evento, hoje podemos trabalhar em casa, mas uma diferença também é saber se organizar trabalhando de maneira autônoma. Porque uma das coisas que eu percebo, até por conta da minha formação acadêmica, por exemplo, durante um mestrado, um doutorado, o que mais pega para quem está fazendo o curso estudando é a autonomia, né? Porque é assim, filho, você quer fazer um doutorado, segura na mão de Deus, vai em oração, e vai, não tem ninguém te perguntando, "Tô fez Larissa, o que eu te pedi, não existe isso, né?" Todo mundo aduto, todo mundo de barba, já. Então, tem. E no trabalho, isso que você está dizendo também importante, saber gerencial teu tempo, saber lidar também sob estés, sob pressão, e muitas vezes trabalhando sozinho, né? Exato, as empresas, eu tomei um choque muito grande, inclusive, quando eu fui começar a trabalhar na minha primeira empresa internacional, que, assim, ninguém te cobra. Ninguém fica atrás de você. E aí, eu achava isso muito estranho, eu ficava caramba, mas, assim, ninguém também perromptou do seu "Tô Fazendo". E se realmente eu não fizer, será que alguém sabia? E é um choque. É verdade. Já meu correu. É um auto-gerencimento, que isso, sendo 100% sincero, muitas empresas hoje já, empresas Big Techs aqui no Brasil já alcançaram isso. Mas ainda é uma cultura internacional muito forte. Deci auto-gerencimento tanto de orar, inclusive, eu achava engraçado que a gente é muito acostumado de tipo, "Ah, meu orário de trabalho é de 9 a 6". Ok, vai você chegar lá no trabalho, 9 horas e tal. E aí, eu chegava para trabalhar, não tinha ninguém. Eu ficava gente, mas cadê esse pessoal? E tudo mais. E depois eu fui vendo que não é a quantidade de hora ou horar o certo que você chega para trabalhar e tudo mais. Mas sim, a qualidade e o quanto você é empenhado naquilo que você está fazendo. Ó, tem orários, tem reuniões que você precisa cumprir, você precisa estar ali online disponível e tudo mais. Mas é muito mais uma questão de você ter um auto-gerencimento e uma auto-responsabilidade para ter uma entrega de qualidade para o time e para você mesmo também. Olha que legal. O lari. E como que são as entrevistas de emprego atualmente? Os recrutadores internacionais. Eles fazem as perguntas básicas ainda ou se aprofundo muito mais sobre quem é o candidato, o que eles esperam no futuro. E tem uma resposta certa nessas perguntas ou não. O recrutador percebe por trás de tudo isso. Então, recentemente, esse muito recentemente, eu fiz o processo completo, inclusive, recebi a offer da Amazon para trabalhar na área de software engineer, acabei declinando porque era 100% presencial. E hoje, dentro do meu escopo de trabalho, só trabalho remoto. E, vindo também de outras experiências de Big Tech e empresas internacionais de tecnologia, o processo internacional é um pouco diferente do processo brasileiro porque eles querem olhar você em caixinhas diferentes. São processos um pouco mais longos, mais aprofundados, mais estenços. O da Microsoft foram 7 etapas até o ser contratado. O da Amazon foram 6. E um dia, eu tive 5 horas de entrevista seguidas que eles fecharam da minha agenda. E aí, eu tive um looping. É até muito famoso. Isso tem vários vídeos no YouTube. Em Sinona, você passar no looping de entrevistas para engenheiros de software na Amazon, são 5, 6 horas. O meu foi 6 horas, na verdade. Por um 5 horas. Foram 5 horas de um dia e uma hora, no dia seguinte. E são entrevistas, assim, óbvio. E aí, eu estou falando no meu nível, que não é adiantrada, mas são entrevistas muito técnicas externoantes. Eu tive também um live in code de 4 horas seguido. Isso teve um intervalo de uma hora, que foram 2 horas com uma engenheira e tinha uma hora de intervalo depois 2 horas com outro engenheiro fazendo um código do zero ao vivo com eles comentando e me perguntando. Mas, para quem entra na área, tem várias vagas para entrar, que são as vagas de intern, estagiário, job rotation, Sorma Program, que são programas de verão, etc. Que sim, você vai passar por um processo seletivo, que ele vai olhar para o seu técnico, mas essas empresas delas contratam muito mais daquilo que ela é isso, tem de diferencial e que ela vai agregar para um time, que já é um time extremamente. está lentooso. É porque eu acho que entra nisso, né? O que nem a Larissa comentou antes, o saber fazita está muito parelho, né? Inclusive a gente recebeu uma convidada aqui no nosso podcast essa semana passada que foi a Janine e ela é da área da medicina, né? E aí ela faz processos de validação de diploma para médico e ela está falando, a gente está falando sobre medicina na Suíça e ela falou assim, todo mundo que fala, francês, italiano, alemão, tá, pode trabalhar na Suíça. Então assim, para um brasileiro que quer trabalhar na Suíça, seja entra competindo com Belga, competindo com. Olha que legal, eu não sabia disso, já peguei. É, então essa competindo está competindo com francês, está competindo, porque é o que a Larissa comentou, né? Hoje o mundo está muito entre aspas, muito parecido na dinâmica de todo mundo saber fazer, né? E aí eu queria te perguntar, "Olarei estúlco à tua experiência agora também recente aí de passar nesse processo todos?" O que que faz um candidato realmente se destacar num processo internacional? Não só, é bem que. O que a gente já falou assim, óbvio, ele tem que entregar um alto nível técnico, se for uma empresa assim muito grande, eles vão aprofundar, né? Eles vão entrar ali, "Ah, mas eu sou um profissional de entrada, sou um profissional junho", e eu sempre dou a dica. O profissional junho, ele precisa saber os conceitos básicos muito bem. Se você sou belos, conceitos básicos de forma sólida, você já realmente já está ali chancelado como um profissional que está pronto para o mercado de trabalho. Então, além disso, você precisa entregar dinâmicas comportamentais que sejam diferencial, seja de ter uma comunicação fluida, seja de ser um profissional que tem ali essa questão de autogestão, um profissional que vai agregar no time, seja na parte técnica, ou que ele vai entregar ali um alto gerensamento para o time ser mais unido, ou ele vai ficar responsável dentro do plano individual, de carreira dele, de evoluir na parte técnica também. Então, assim, sempre você pegar, você identificar, e aí na tripoltenha, a gente faz esse trabalho também, de identificar junto com a luna, qual é a principal software-schio dele ali, para ele continuar ele é vando isso, e trazendo como diferencial no processo alitivo. Que legal. Enquanto mentora, como é que você faz com os profissionais, né, recent formados, que são muito tímidos, muito fechados, e às vezes são ótimos profissionais, técnicos, conseguem fazer uma programação, ou são de outras áreas de TI, análise de dados, outras áreas dentro de tecnologia, mas na hora da entrevista, às vezes não conseguem se comunicar. Tem como se preparar para a entrevista de uma forma mais prática, e saber o que as pessoas vão te perguntar para você ir bem na entrevista e destravar? Claro, a gente tem as entrevistas simuladas, reais de vaga, tanto a entrevista de cultura, que digamos aquela primeira entrevista, que a pessoa chega, é para ela como tal story telling dela, etc., você vai se apresentar, e tudo mais, e a gente tem tanto a entrevista simulada real de técnico. Então, a gente usa esse cenário ali real, aonde o aluno ele pode errar, acertar, e receber o feedback em tempo real. Algo contrário, é uma entrevista que você fala, entra, você apresenta, faz, e depois de desliga você nem tem ideia. Se você foi realmente bom, se o que você falou agregou, se você estava no tom de voz certo, se você estava na velocidade de fala correto, já na nossa entrevista simulada real é o contrário, você tem a oportunidade de ainda ser treinado durante cinco semanas anterior para se preparar para a entrevista, e ainda receber um feedback de formolística completo, tanto de como foi a estruturação das suas soft skills, do seu story telling, e também da apresentação do seu parte técnico, e do seu projeto de portfólio. Olha que legal, e é isso, ajudar as pessoas também a ganhar em confiança, porque é natural, né, Larissa? A gente imagina como a gente comentou antes, né, alguém que está mudando diária, tem todos, né, bom, não sei direito. Às vezes a entrevista de emprego em inglês, né, claro, e é por isso que tem uma defensa, tem um time junto assim, ponta a firme, junto com o cara, faz toda a diferença, né? Ola, agora queria entrar numa pergunta aí, é a gente polêmica, balança, polêmica, não, a gente sabe que a maior parte das vagas internacionais que são remotas, então na área de tecnologia, né? E aí eu queria te perguntar assim, pra quem quer o emprego internacional, está focado nisso, com a tua experiência de hoje olhando pro mercado no teu dia a dia, quais são as áreas mais quentes hoje na área tech? A área de data science tem crescido assim bizarramento, muito, a área de que aí, aí eu já sou suspeita de falar, né, se eu falas primeiro lugar eu ia estar em dia, já não muito, mas a área de engenharia de software, principalmente em engenheiro de IA, né? Porque por mais que ia, esteja cada vez mais crescendo, sempre vai precisar de um engenheiro orquestrondo, todos esses prontes e códigos e esse machine learning ali acontecem, então são áreas quentíssimas hoje na área de tecnologia, principalmente pra vagas internacionais. Olha aí, ó, então a gente às vezes acha que o mercado está esfriando, que o pessoal está mais de boa, tá nada, a gente tá pegando, né? Você soube fazer e fizer uma boa preparação pra essa entrevista de emprego, e soube fazer o negócio aí? Olá, e uma pergunta, é possível fazer um, um approach, né? Comedizar com um recrutador pelo link edim, essa prática é comum ou é uma vista, como que vocês percebem essa, essa dinâmica? E também, eu acho que um erro comum que muitas pessoas cometem aplicar pra várias vagas dentro da mesma empresa, sendo que ao mesmo recrutador que vai receber o currículo, né? Tem que focar num cargo só, apesar de às vezes a profissional de ter várias experiências, como que você vê, esse é abordagem ao recrutador? É, a gente tem várias formas de ensinar o aluno, a pesquisar, fazer essa buscativa de vagas do link edim, até porque é uma ferramenta multifuncional, você pode achar vagas no feed, você pode achar vagas na parte de vagas, você pode achar vagas na pesquisa boleana ali filtrando por palavras, então tem vários tipos de, você pode achar vagas procurando por pessoas e indo por palavras chaves, então assim, a gente ensina várias formas de busco de vagas, mas a principal forma que a gente ensina é gerando um neto orquinhativo, que é exatamente chamando ali a pessoa, observando qual cargo loucupa, quais as últimas postagens dela, o qual a parte que ela trabalha ali dentro da empresa e que faz similaridade com o que você está buscando, a forma que você se apresenta, qual líder técnico daquela área, o ensino encontrar exatamente a pessoa que aplicou aquela vaga no link edim, então a gente vai direcionar num aluno para ele estar numa busca quentina ou numa busca fria de vagas que ele vai cair ele num grande funil de até esse, nunca se sabe se ele vai receber uma resposta positiva negativa. Exato até porque uma gente falou antes, essa construção de confiança também, quer dizer que faz essa aplicação e potei um retorno e vai "ah, eu, tá dando certo, eu acho que isso também que não é uma coisa". E demora muito essas respostas lá, os empresas interacionais são mais rápidas, assim, para dar a primeira resposta, você passou no primeiro processo seletivo, na primeira entrevista, esse processo demora muito? Depende. O que é isso? Então, a gente vai deixar a gente usar 5 vezes, depende dos tempos, e ainda tá a tranquilha. Então, a gente tem, recebe um volume insano de vagas, mas elas têm uma rega de comunicação ali, uma até esse, um filtro muito bom também, que faz com que o processo seletivo possa ser grande, longos, tenso, mas você tá sempre recebendo a comunicação ali do que tá acontecendo. O presas menores ou de médio porte pode ser que às vezes tem um time chuto ali de contratação muito demais que isso demora um pouco, só que hoje em dia existem muitas ferramentas de inteligência artificial, que aceleram esse processo pre- inicial, digamos, hoje o iFood usa aquela diga-i, que já, assim que você aplica, você já recebe um comentário no WhatsApp, para você responder três perguntas para inteligência artificial, para ver se realmente você tem um médico, aquela vaga, já tem. O Amazon, a resposta deles é extremamente rápida, porque eles já criaram um filtro para ver se vocês pode chegar ali naquela base de funil, se você serve para aquela vaga, a Microsoft também tem um bom tempo de resposta para a vaga, então hoje em dia essas coisas estão um pouco mais evoluídas por conta da inteligência artificial. -Morre, interessante. -Legal. E no currículo, pode ter foto, pode ter cores, pode ter links que é ricode ou não pode mais por conta dos sistemas que vão filtrar esse burrico. -Fotindo e gereiro segurando uma lata de cerveja? -É isso não pode, com a gente. Pode ter foto se você estiver aplicando para a agência de modelo. -Poto. -Poto, mais braco. A área de tecnologia não precisa. Não precisa. Você precisa ter um currículo que a gente fala de forma chapada, que só tem as informações ali divididas por sessões, que esteja muito bem escrito de acordo com as palavras chaves daquela vaga, não pode ter link porque até esse vídeo. se entende que aquilo ali é um botão, então precisa estar tudo em texto, muito bem tipografado, muito bem escrito, dividido por seções de objetivo profissional, experiência, técnica, projetos, línguas, educação, então você precisa dar um currículo muito bem escrito e estruturado também. E qual o limite de páginas de um currículo, Larissa? Então, depende, porque se você tiver hoje entrando na área de tecnologia, tive uma, duas páginas, é o ideal até por conta do tamanho de experiência que você tem, não é de antelvirar para você hoje que está começando na área de tecnologia e falar "você tem um currículo de quatro páginas, sendo que você não tem quase nada na trajetória ainda". Agora, se você é um profissional que está fazendo uma transição de carreira, que você já tem um background de experiência e agora está transicionando, um currículo de duas páginas, é o ideal, que você consegue construir esse storytelling para identificar que realmente você estava num ponto X, mas você está aí num ponto X e você está construindo essa jornada profissional. Que legal. Até tudo está falando dessa questão de ter resposta, das coisas que a gente percebeu muito, a gente amora fora do Brasil desde 2014, e antes demorava muito, tipo os processos seletivos aqui, em geral, aqui na Europa de São, mais morosos, são mais lentos, mas também não tinha muito, era meio no escuro, a turma não respondia direito, sabe lá como é que fazia. E é interessante te ouvir trazendo essa atualização principalmente dessas grandes empresas, porque ao mesmo tempo que são grandes empresas, então recebendo um milhão de currículo por dia, elas ainda assim têm que eu acho, acima de tudo, que é um respeito com quem está aplicando para a vaga, porque do outro lado de quem mandou um currículo, existe uma expectativa, existe somios, existem pensamentos, então você responde a olhar, que obrigado, mas não vai dar, é uma questão acima de tudo de respeito também com os profissionais que estão interessados. Mas isso é muito mais um cústima center, porque, por exemplo, eu estou aplicando para a vaga de engenhar de software na Amazon, mas eu também sou o cliente da Amazon. Então, para não criar essa de juppção, deu uma péssima experiência, digamos, no processo soletivo da Amazon e deixar de ser cliente da Amazon, entendeu? Ah, que legal, ou seja, a gente entra na nossa área aqui de comunicação, não deixa também de ser um processo de comunicação de respeito da marca, né? Exatamente, as marcas pregas são muito isso, inclusive nesse processo soletivo. Eu recebi diversos, respondo a nossa pesquisa, eu tive que fazer até uma um debriefing do processo soletivo explicando, "O por que eu não aceitei?" e tal, para eles entenderam toda a experiência e tudo mais. Que massa. O lari, e é importante hoje em dia, né? 2026, as coisas estão mudando muito rápido, o que era em 2025, em abril de 2026 já mudou muita coisa, né? É ainda importante ter uma faculdade, uma formação superior na área de tecnologia ou um curso de tecnologia mais recente e mais voltado com o mercado de trabalho é mais importante. O que que o recurtador presa? Então, vamos lá. Existe em diversos cenários de resposta nessa pergunta. O primeiro cenário é, estou no Brasil e quero trabalhar para empresas internacionais remotamente. Aí, muito tranquilo, o bootcamp de The Tripotent, já tem de super para você estar dentro desse cenário. Ah, quero curser uma faculdade, é um blanço. Quanto mais você agrega nível técnico, na sua parte técnica, melhor você fica, melhor você abre portas, melhor você ocupa espaços, etc. Porque conhecimento nunca é demais, ele não ocupa espaço. Então, ok. Mas se você é hoje um profissional que está no Brasil, hoje, vez você está em Portugal, está na Europa, mas quer trabalhar para empresas internacionais remotamente, tudo mais, ok. Faça um bootcamp, ali, estúdio, aprofunde. Seja auto de data, procure mais informações, participe de eventos de tecnologia, consuma como teudos de tecnologia. Assista, podcast, está o qual como esse para você ver visões também do mercado. E tem um outro cenário que é, por exemplo, tal qual aconteceu comigo. Estou no Brasil, quero trabalhar para empresas internacionais, mas eu quero trabalhar em loco. Eu quero trabalhar na Europa, eu quero trabalhar nos Estados Unidos, eu quero trabalhar em algum lugar fora do Brasil. Aí, por uma questão, até de políticas de migração, vocês sabem muito mais que me lembram. Você precisa ter o nível superior, na sinal grande, maioria das vezes, quando você vai preencher alguns pré-requisitos ali, porque aí tem alguns sistemas de pontuação. Exato. Tem umas empresas que só aceitam que o sponsor visa, se você tiver um mestrado ou um nível superior ou você tiver 10 anos de atuação, etc. Eu já passei por esse processo, é um processo bem chato, bem demorado e tudo mais. Então, nesse cenário, sim, você tem o bootcamp, que vai fazer um total diferencial. Porque a faculdade, aí falando num sentido real mesmo. Hoje em dia, a faculdade, ela é muito mais no sentido de você ter um diploma reconhecido por alguma instituição governamental, para isso te dar um maior leque de universos da onde você vai, do que o conhecimento é em si. Não falando que o conhecimento da faculdade seja ruim, ele não é tão prático. Ele é um conhecimento muito mais consumível, que você vai consumindo, consumindo, adquirindo, fazer uma prova, ver se você está com aquele conhecimento e segue. Já o bootcamp, ele é um conhecimento totalmente prático. Não tem como você, digamos, finalizar se você não colocar tudo em prática. E aí é o que eu falo. Você tem uma derência maior. Isso é até neurologicamente falando, você aprende muito mais, fazer um mundo que é só consumindo aquilo de uma forma passiva. Até porque também tem essa questão da Universidade de Alon University durante alguns anos e tem a questão de atualizar o currículo. É uma coisa demorada, é moroso. Então para conseguir incluir alguma coisa num currículo, é uma palestra, não é fácil. Já no questão, por exemplo, da Triple Tent, consegue perceber muito mais rapidamente e adequar o teu conteúdo. Isso é a primeira coisa. E para te ajudar também na sua resposta, sobre essa questão do Ensino Superior, aqui na Europa tem o cartão azul da União Europeia, que, por exemplo, claro, obviamente ter um nível superior vai te ajudar, inclusive, porque aí agora a gente faz aquilo aí. É só necessário ensino superior, não precisa ser investigado. Ah, não é, mas só para dizer que assim, é até para uma questão jurídica das empresas, porque às vezes ela quer contratar alguém de fora e aí o pessoal vai dizer "tá, porque você não contrata aqui?". Não, não, parece que esse cara aqui eu consigo ir pelo blocar, porque ele tem a formação que eu preciso. Inclusive, na Suíça, muitas pessoas querem que não tablar na Suíça e tem uma lista de vagas, do limite de vagas igual no Canadáneo. Na Austrália também? A Austrália tem um limite de vagas para cada profissão. Nós percebemos muito seguidores nossos que às vezes são de outras áreas e quando vão morar a Austrália em outros países assim que tem uma lista de profissões que eles precisam em Rlanda também e acabam mudando de área para aquela área que é mais necessária que tem maior demanda. Em dinheiro de software, por exemplo, é uma dessas áreas sem. Exatamente. Muito importantes, desejadas pelos países, a área de tecnologia de modo geral é sempre muito importante, além das outras áreas como cuidador de todos, fisioterapiatas, profissionais e saúde também são muito desejados. É verdade. Olarei, se eu queria te pedir. Prato falar um pouquinho mais do teu trabalho, Natal e Portanto, como o Mentor é de carreira, porque, assim, eu imagino que nesse teu trabalho, tu já deve ter tido o queis e de sucesso de alunos, mentorados, que alcançaram vagas internacionais. Então, queria te perguntar assim para quem está ouvindo a gente, às vezes sente nessa estagnação, não me perdi, não acho que não está indo para lá, nem para cá, e precisa de ajuda profissional para traçar um plano de carreira. Então, qual que é o primeiro passo prático que tu sugere e também já me mandando nessa pergunta do teu trabalho, como o Mentor é de carreira e do teu queis e de sucesso. Claro. Eu tenho aí falando como é uma humildade no coração, mas eu tenho alto índice de impregabilidades de meus alunos, meu time, assim, nosso time é incrível, da área de impregabilidade. A gente consegue, na raiz ali, por a gente ter profissionais de multidisciplinares dentro do time de carreiras, que é uma pessoa simples, centro-technica. Tem outra pessoa que é da área de psicologia, tem outra pessoa que é da área de rg, tem outra pessoa que é da área de formação educacional. Então, a gente consegue olhar esse aluno de indiversos parâmetros e construir isso tudo juntos. Então, isso é muito bom. A gente tem queis e sucesso recentes. A três semanas atrás, eu impreguei um aluno, era uma grande empresa de Portugal. Tem a nossa, que foi minha aluna também, a Rafa, ela é brasileira, mora que no Rio de Janeiro, e entrou como cientistas de dados numa empresa alemã, e a empresa alemã vai pagar o esponso chip dela para morar um dos Estados Unidos ou na Alemanha, que são as duas sede da empresa. Isso tudo porque eles foram alunos aplicados. Claro, não tirando o mérito deles foram alunos que entregaram paralêndo que se espera. Isso aí é o que as empresas esperam no seu processo. dessa letra, você entregar além do óbvio, além daquilo que eles já escreveram ali no job description, mas também não só isso, eles foram alunos que confiaram no nosso trabalho, que se degbrussaram ali no processo, que o time de carreiras faz esse acompanhamento, que cumpriram as tarefas, que ouviram as nossas dicas, que aplicaram, que reservaram momentos de seu dia pra pegar todos esses ensinamentos e colocar em prática, e eles foram e obteram o esto porque eu sempre falo. Esse caminho não é um caminho impossível, é uma coisa que eu já construí ao longo da minha vida, e eu estou te dando só uma padamina, você só tem que ter ali a organização e a priorização de seguir isso, e aí o time da Tripoteno já com todo esse conhecimento, já faz esse acompanhamento de uma forma assim, não vou falar 100% de êxito, porque isso depende de duas partes, é uma vez de mão dupla, mas o nosso sucesso de qualidade como você falou é de 93%. - Nossa, sensacional, e tudo é ver, dormiu pouco satisfeita, né, quando acontece isso, né, lá, eu fico feliz. Eu fico muito orgulhosa, porque os alunos me marcam, né, marco time também, tecnologia, do link edin, agradecendo, recentemente eu fui para leestrar num evento presencial, e a Luna tava lá, ela me agradeceu assim, - Ah, é que legal. - Bizarramente, eu falo, cara, eu só sou apenas aponte do conhecimento, mas quem atravessou aponte foi você, então é isso. - Meu filho. - O Lari, e para um aluno brasileiro, né, que tá terminando o curso de tecnologia, e quer buscar uma vaga remota para trabalhar numa empresa internacional e ganhar em moeda forte. - Qual são os melhores salários, estados unidos ou Europa? - É, se fossem, a gente avaliar numa questão de cama, que eu não aprendo a terbagem. - A Europa, a Europa, eu já trabalhei para a Europa, trabalhei numa, numa, em industries de games, né, fazer games, codava games e tal, e o salário era muito atrativo, porque a gente ganha por hora, e tem uns, as empresas internacionais têm alguns outros tipos de compensações também, metas por entrega, metas sem extrais, evolução de planos envolvimento individual, e aí acaba quando você vê dar um. - Um montante ali, anual. Então, assim, mas a minha questão hoje, com os meus alunos, óbvio, é dinheiro, é bom. Claro, todo mundo gosta, né, gente? - Se eu falar aqui para você, que eu consigo uma vaga para vocês, só que você não vai receber salário nenhum, muito das vezes eu acho que você não vai aceitar. - Mas uma questão que eu sempre tento passar para o aluno, não só na questão salarial, que é muito interessante, né, e poxa, quem não gostaria de estar no Brasil, trabalhando na área que tá estudando, na área que quer aplicar, e principalmente ganando dó. em dólar ou em euro. Mas não só isso, é estar uma oportunidade que vai te proporcionar cada vez mais a profundar o seu conhecimento, evoluir, ter um plano de carreira, já pensar qual. como essa empresa vai fazer com que você evolua pelo menos nos próximos dois anos. - É, também a equipe tem que ser. sem interessante, não adianta você, às vezes, trabalhar numa empresa que ganha muito, mas você não tá realizado ali, né, então tem que se encontrar também dentro dessa área, né, essa tecnologia. Eu acho que as empresas de tecnologia são muito versáticos nisso e fazem um bom trabalho de recursos humanos, né, mas é preciso também se encontrar, né, Nelari? - Exatamente, tem muito um método cultural mesmo, e tá tudo bem, tem empresas que eu já fiz, que eu tinha a aderença 100% técnicas, 200 mil por cento técnicos, mas eu não tive fítico cultural, não era ali aquilo que eu consegui entregar no minha software-tisquio. - Que legal. Olari, queria voltar um pouquinho na nossa conversa, porque tu comentou antes dessa. dessa via de mão dupla, né, e de muitas vezes, como a gente está falando de pessoas que querem mudar de carreira, às vezes tem tanta gaveta, tanta porta, por que o cara não sabe direito o que fazer. E aí eu queria te perguntar sobre o processo de consultoria da Tripol10 nesse aspecto, porque existe essa dúvida assim, tá, eu quero mudar de carreira, e aí eu tô bloqueiamente, porque como é que eu vou fazer isso? Qual que é o primeiro passo prático que tu sugere que a pessoa d, pensando, entrasar esse plano de carreira nessa mudança profissional? - Entrar em contato com o nosso time ali de customer-suk, que a gente vai fazer essa primeira entrevista, a gente já te ajuda, antes de você entrar a gente já te ajuda. A gente já te passa ali um feedback completo ouvindo o óbvio, sua história, onde você quer chegar, a gente precisa entender quatro pilares fundamentais que a gente trabalha, inclusive isso internamente, que é onde estou, o que me fez chegar onde estou, onde eu quero chegar e o que eu vou fazer pra chegar onde eu quero chegar. E a gente estuda isso tudo e vai te entregar ali um cenário pra em qual hora você vai ser inserido, como você vai fazer, como nosso bootcamp vai te ajudar. A gente não só tem um time de carreiras absurdo de pessoas extremamente técnicas e profissionais, como um time técnico de alto padrão. Eu fico assim, eu sou técnica, por mais que eu trabalho numa parte não tão técnica, eu sou um profissional com 14 anos de carreira, só voltada pra código. E eu olho o time de tecnologia da tripoté, o time que trabalha ali no front, mesmo da tecnologia com os alunos, e eu fico assim surpresa com o nível técnico altíssimo que a gente entrega de como teode. E eu queria te falar também sobre essa questão do medo, do receio que as pessoas têm de investir tempo e claro não ter retorno. Porque o que nem te falou do 30 mais? Vocês dizem eu tive uma conversa filosófica com o amigo meu? Eles dão falando que até os 40 a gente pode rar e dar tempo de manobrar, e depois dos 40 a gente fica mais nervoso. Se eu errar, eu já não consigo, né, muito. Eu queria te perguntar assim, as pessoas têm esse receio natural de investir tempo e não ter retorno. Eu queria te perguntar o que está dentro da tripoté, como é que funciona essa garantia de reimbouço da tripoté? E como que ela ajuda as pessoas a ter essa segurança nessa transição de carreira? Essa garantia faz com que o aluno fique mais. como eu posso falar? Mas mais profundo, faz com que ele não tenha medo de se dedicar de se aprofundar, porque ele sabe que ele tem essa garantia no final. Mas a gente nem se baseia nisso, você abre bem sinceramente para você. Porque a gente tem um trabalho tão profissional, um trabalho que está tão ali do lado do aluno. Eu tenho aluno que às vezes me chama, assim, nossa plataforma de conversa e fala, "lar, estou com essa dúvida aqui, me ajuda, eu penso numa documentação, a gente tem um trabalho, ele tão parceiro com o aluno. Muito só a gente tem nosso escopo, claro, mas eu penso tanto no aluno durante o dia, às vezes eu fico, "cara, eu vou trazer essa aula, eu dou uma aula também ao vivo, toda quinta-feira pros aluno". Então, assim, a gente tenta ajudar os alunos não só naquele cronogramo oficial, mas uma forma global mesmo para fazer com que essa pessoa esteja bem sredida e feliz na carreira e principalmente que alcance os objetivos pessoais também, porque a gente não é personagem, não existe. A personagem profissional, Larissa, a personagem Larissa dentro de casa, não. É uma balança que a gente sempre tenta manter equilibrado e assim, o olho pros alunos também. Eles têm que ser pessoas felizes e com os objetivos pessoais ali, a correria do dia a dia, mas a gente também tem que olhar para a parte técnica dele. Que legal. Olha que bata conversa, Larie, obrigado de coração, sempre que é tão bom. A gente eu imagino, né, a gente faz aqui o nosso trabalho e a gente. Quando deixa alguma mensagem, que a gente fica torcendo para que chegue lá do outro lado e encontre bons ouvidos, porque às vezes. -Certeza. -A gente olha para o mundo como está e dá aquela desanimada, que é normal, né, esse cara ligar a televisão no jornal mesmo, Jesus. E aí, a gente com nessa conversa que a gente tem, tem muito conteúdo legal na internet e tem muita coisa boa para a gente ouvir. E eu queria agradecer, Larie, pelo teu tempo, pela tua possibilidade. -E uma chino. -Prazer é não. -Prazer é a tua experiência que a gente teve que remarcar, né, a nossa conversa e eu queria te agradecer de verdade, pelo teu tempo, pela tua disponibilidade. E acima de tudo, que eu acho que isso fica transparente aqui na nossa conversa, no carinho com um quito fala não só do teu trabalho, mas do resultado que você consegue alcançar na vida das pessoas, porque no fundo, acho que a conversa que é sobre transformar vidas. -Exatamente. Eu sempre tive isso como pilar fundamental na minha vida, né, eu tenho hoje 34 anos e dos 25 anos da minha vida eu morei numa das maiores favelas aqui no Rio de Janeiro. E foi a tecnologia, na verdade, foi o conhecimento que mudou a minha vida através da tecnologia, que eu trabalhei em empresas internacionais, consegui mudar a qualidade de vida da minha família, conheci países, trabalhei em Big Techs e hoje eu consigo usar como pilar fundamental é, devolver todo o meu conhecimento adquirido para outras pessoas também conseguirem oportunidades, mudanças de vida, transição de carreira, e o time da tripotem de uma forma global. Assim é um time incrível que me dá uma liberdade muito grande de poder trabalhar com os alunos baseado nos pilaris meio de impregabilidade de carreira, de tecnologia da tripotem que é assim um nível absurdo e olha que eu já passei por muitas instituições aí de alto-renome, mas o trabalho que a tripotem entrega tanto no sentido educacional como no sentido de carreira é assim fora de série. É que é legal, eu não me disse na minha opinião chama propósito, e quando a gente trabalha em um propósito, faz tanta diferença e mais uma vez eu queria te agradecer de coração pela sua disponibilidade por tudo. de dedicar-se a uma hora aqui com a gente pra falar e tocar né? O coração das pessoas que vão ouvir esse conteúdo que fica aí pra sempre, praticamente, na internet né? E a gente tá na vida das pessoas e mudar. Lá, aí, obrigado de coração, tá? Pela toda a disponibilidade. -Mas imagine. -Mas eu to carreira. Quando quiser, volte sempre a casa é sua. -Só, me convidar que eu voto. -Não, já tá convidado. Então, e tu ficou ainda com o crédito de três? Na minha conta, tu usou só dois. -Não, eu sei três. -Tem dois, tem dois, tem dois. -Tem dois, tem dois. -Tem dois, tem dois. -A gente marca a parte de dois aí, eu usos os outros dois. -Combinado. -Lá, invigado. -Lá, invigado. -Lá, invigado. -Lá, invigado. -Bat, you are the winner!

Podcast Summary

Key Points:

  1. O podcast "Partiu Morar Fora" apresenta dicas para morar no exterior, com patrocínios da TFA Immigration e da Triple 1
  2. A convidada Larissa Oliveira, mentora de carreira da Triple 10, discute como se preparar para vagas internacionais em tecnologia.
  3. O inglês é um requisito básico, não mais um diferencial, para oportunidades globais.
  4. Erro comum
  5. Currículo internacional deve usar palavras-chave da descrição da vaga, alinhando habilidades técnicas e comportamentais, e incluir carta de apresentação.
  6. LinkedIn e portfólio em inglês são essenciais, servindo como extensão do currículo.
  7. A Triple 10 oferece suporte personalizado por 180 dias, com simulações de entrevistas e garantia de reembolso se não houver emprego em 6 meses.

Summary:

O episódio do podcast "Partiu Morar Fora" aborda estratégias para conseguir emprego em empresas internacionais, especialmente na área de tecnologia. A anfitriã Amanda e o anfitrião Claudinho recebem Larissa Oliveira, mentora de carreira da Triple 10, que compartilha insights sobre currículos e entrevistas globais. Larissa destaca que, após a pandemia, trabalhar remotamente para empresas estrangeiras tornou-se uma realidade palpável, com o Brasil sendo um dos maiores polos de desenvolvedores do mundo.

No entanto, ela alerta que o inglês agora é um requisito básico, não mais um diferencial, e que candidatos devem evitar o erro de enviar currículos em massa sem personalização. Para se destacar, é crucial adaptar o currículo a cada vaga, usando palavras-chave da descrição e incluindo uma carta de apresentação personalizada. Além disso, o LinkedIn e o portfólio devem estar em inglês e refletir o currículo.

A Triple 10 oferece um programa intensivo de 180 dias, com acompanhamento individual, simulações de entrevistas e garantia de reembolso se o aluno não conseguir emprego em seis meses. A conversa reforça que a busca por trabalho internacional exige dedicação e estratégia, mas é acessível para profissionais em transição de carreira.

FAQs

É um podcast apresentado por Claudinho e Amanda que oferece dicas e informações sobre morar fora do Brasil, com foco em carreira internacional e imigração.

Os patrocinadores são a TFA Immigration, que auxilia em processos de imigração, e a Triple 10, que oferece cursos intensivos em tecnologia com garantia de emprego.

O Brasil tem uma grande comunidade de desenvolvedores, ocupando o terceiro lugar mundial, e os brasileiros são versáteis e multitarefa, o que atrai empresas internacionais.

O erro mais comum é focar na quantidade de candidaturas em vez de qualidade, sem personalizar currículos e cartas de apresentação para cada vaga.

O currículo internacional deve ser personalizado para cada vaga, usar palavras-chave do job description, e incluir uma carta de apresentação, além de estar em inglês.

Sim, o LinkedIn deve ser um espelho do currículo, mas com informações mais detalhadas e formais, sempre em inglês para atrair recrutadores.

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