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Como ENCONTRAR o seu PROPÓSITO DE VIDA? - com Mario Sergio Cortella #112

74m 6s

Como ENCONTRAR o seu PROPÓSITO DE VIDA? - com Mario Sergio Cortella #112

A discussão, conduzida por Mario Sérgio Cortela, explora a busca pelo propósito como uma construção ativa e não um destino pré-determinado. Ele enfatiza que o propósito está intrinsicamente ligado ao "porquê" de nossas ações, que deve anteceder o "como", prevenindo uma existência automática e sem sentido. Cortela argumenta que encontrar propósito exige reflexão interna, disposição para sair da zona de conforto e evitar a "servidão voluntária" de seguir scripts alheios. O sucesso genuíno é apresentado como consequência de uma vida autêntica e meritória, medido pelo impacto positivo nos outros, não apenas por conquistas materiais. A consciência da mortalidade é vista como um motivador essencial para viver com intencionalidade. Por fim, a felicidade é entendida como um estado que depende do contraste e da alternância, não da posse contínua, realçando a importância do desejo e da ausência na experiência humana.

Transcription

11637 Words, 64362 Characters

Portuguese
Como encontrar o nosso propósito? A ideia do propósito é sempre marcante. A própria palavra em si propósito significa aquilo que eu coloco adiante para buscar. Exatamente que me faz fazer aquilo que faça. E quando você diz assim como essa pergunta chave para que as coisas aconteçam. Mas para que elas não aconteçam de modo distraído, ali é nada, como eu lembrava. Robótico, o como ele precisa ser antecedido do que? Propósito não é um dom reservado a poucos. É uma construção cotidiana. Ele dedicou a vida a traduzir filosofia, educação e ética para o dia a dia das pessoas. Ajudando milhões a pensar melhor sobre quem são e para onde vão. Nesta conversa, ele revela como encontrar propósito em meio as pressões do mundo moderno sem fórmulas prontas. Mas com lucidez e profundidade. O convidado de hoje é Mario Cérgio Cortela. "Foguê diz assim eu tô perdido no seu que eu faço, etc. Digo, seguinte. Tornat necessária a alguém. Se você é eu, estamos perdidos ou perdidos, é preciso que a gente se encontre sendo necessário ou necessário para outra pessoa. Para quem não sabe onde vai, qualquer caminho serve. Ora, se eu entendo que eu preciso me tornar necessário ou necessário de outras pessoas, aí eu começo a encontrar meu caminho." Turma, você quer ter a possibilidade de acompanhar um episódio do como você fez isso aqui nos nossos estudios? Vocês perceberam que já faz alguns episódios que a gente recebe uma plateia aqui nos nossos estudios. E é muito legal a experiência, a gente fez recebendo muitas mensagens de vocês, creendo participar como é que eu faço para estar aí, então funciona o seguinte. Se você preencher esse formulário constantemente, o time está selecionando algumas pessoas porque são milhares de pessoas. Não tem como a gente receber todo mundo, a gente ia maria fazer isso, mas não tem como, porque a comunidade do como você fez isso é gigantesque, a gente fica muito feliz por isso, mas você pode ter uma chance. Então, se você quer ter essa chance, clica aqui no formulário preencha com todas as informações, pro time de conhecer mais selecionar as escolas, o episódio tem mais a sua cara, caso você seja selecionado, e obviamente cruz os dedos e otors, porque um dia você esteja aqui, mas o torço mesmo porque a gente fica sempre conectado por aqui. Então recado o dado, clique no link abaixo, preencha o formulário, e agora vamos voltar ao nosso episódio. Fala, pessoal, seja muito bem-vindos a mais um especial podcast como você fez isso. Esse episódio eu estou muito feliz porque recebo alguém que admiro muito, mas é a tempo que eu não encontrá-lo pessoalmente, uma primeira vez que eu tive a puneira de entrevistá-lo, foi maravilhoso, e eu como vocês iram na nossa abertura, eu recebo ele, Mario, Sérgio Cortela, palmas para o nosso professor, Mario Sérgio Cortela. Então isso eu estou muito feliz, que bom, fique feliz. Uma das coisas boas é que as pessoas fiquem felizes quando comente estão. Uma das coisas boas é ficar feliz com as pessoas, com as quais a gente está. Mas se a gente junta dos dois lados, aí só pode ser feliz. E pode parecer um pouco redundante, mas eu sempre trago aqui, como você fez isso, ele começa a partir de um como. A gente fez uma pesquisa palavra mais buscada hoje no YouTube, a palavra como, as pessoas estão atrás de um gnorral, de uma direção. E trazendo você aqui, professor, não tem como não trazer o como encontrar o nosso propósito, principalmente essa geração que vem, ela vem questionando muitas coisas, vem buscando muito, mas eu acho que é da humanidade a gente se perguntar, o que eu quero para quem eu vim, para onde eu vou, o que me faz feliz, o que é felicidade. Eu acho que estou importante a gente volte-me a trazer esses pontos, porque não é muito automático, a gente parava a pensar nessas coisas. Eu tenho o livro chamado por que fazemos o que fazemos, e esse livro trata exatamente disso, isso é de algumas aflições que a gente tem que ter no dia a dia. E a palavra é aflição mesmo, é aquele que faz com que você se mexa, se incomode, uma pessoa que não tem noção do que é o propósito daquilo que faz, e por que eu faço, ela tem uma vida robótica automática, ali é nada, portanto corre o risco de ter uma vida descartável, né? Nesse sentido, a ideia do como, ela tem que ser acertida do por quê? Afinal de bontas, a ideia do como está ligado a mundo da técnica, da prática. A ciência lida com os comos, a filosofia que a minha área lida com os porquês. A filosofia não é uma área prática. Ao terminar, por exemplo, uma conversa contigo, como nós faremos, se eu não vai conseguir movermos uns índios elétricas, fazer um negócio mais estruturado, colocar em ação um produto, porque isso não é o campo. A filosofia é uma área mistrata, ruja direção central, é pensar os porquês. E uma das coisas boas é que quando você fala do como e você usou a inspiração em inglês no ral, a gente adensa também na filosofia, além de no ral, que é exatamente a ideia do como fazer, é uma outra noção que é infracês, que é a mesma palavra só de outra modo dito, no idioma, que é Savó Afea, né? Savó Afea de vocês é saber fazer, no ral e inglês eu saber como as duas têm o mesmo sentido, mas Savó Afea tem uma flexibilidade maior de que no ral, que é uma coisa mais festejar de uma pessoa que tem intenção de agir, de fazer, de construir, de edificar, de empreender, ela tem que agregar. A noção de no ral, isto é a técnica, como aquilo que é eficiente, que é realiza, mas também eu Savó Afea é entendido ali, como sendo um certo molégio de flexibilidade, por isso volta ao ponto. A ideia do propósito, ela é sempre marcante, a própria palavra em si, propósito significa aquilo que eu coloco adiante para buscar. Aqui o que eu coloco adiante. Adiante, poró, no nosso idioma tem um antepositivo, uma proposição que significa coloco diante, por isso, por oposição, no caso de propósito, aquilo que eu coloco adiante. Nesse sentido, exatamente o que me faz fazer aquilo que façam. E eu gosto demais de lembrar de um dos autores, e eu venho citando até coloquei-se num livro mais recente. Um dos autores que eu mais li na minha vida foi Mark Twain, um grande escritor norte-americano, século 19, uma referência na literatura mundial nos Estados Unidos, eu li com 12 ansiedades, para mim uma das obras mais decisivas, para minha cabeça chamada "Aventuras de Tom Sawyer" e "Recliberi Fin", as duas foram coisas marcantes. Pois bem, embora, o Mark Twain tem a nascida em 30 de novembro, de 1835, portanto já batendo quase nos 200 anos, 109 anos, tem que pegar o ano de 2025, e ele tinha uma preocupação também com essa questão. E ele tem uma expressão, e eu uso com frequência, e vou trazer-la aqui, ele dizia, dois são os dias mais importantes da tua vida, o dia que você nasceu e o dia que você descobriu por quê. Bom, o dia que você nasceu não depende de você, o dia que você descobriu por quê depende de você. Claro que ele usa um termo, até não aprecio tanto, mas entendo na versão do inglês português como é, quer descobrir, quer descobrir tem a suposição de que estava lá existente, já você foi lá e tirou a sua cobertura. Você acha que nasceu? Não, você é criança, é inventa, você trabalha, ou não nasce, pronto, nesse sentido, existe todo um caminho, e quando você diz assim como, essa é a pergunta chave, para que as coisas aconteçam. Mas para que elas não aconteçam, de modo distraído, ali é nada, como eu lembrava, robótico, o como ele precisa ser antecedido do por quê? E aí a gente pensa, muito gente tem muito desafio com isso, né? Por que você acha que o propósito, para muitos pessoas, é um desafio encontrá-lo, definilo, porque se acha que esse prototomático, essa falta de questionamento, essa falta de parar e questionar por quê, não só ficar atrás dos comos. Você vê que essa é uma comunidade, caiu uma comodidade maior em apenas seguir um script já pronto, evidentemente que é uma escolha. Há um grande filósofragês da renazença, jovem, bom, eu muito jovem e com 18 anos de idade, eles escreveram o livro com o melhor título que eu conheço, para tipificar alguns dos tempos que nós vivemos, inclusive, acolhendo uma vida algoritmada, em que você acaba sendo conduzido por algo que não tem noção na indomínio. Você em qualquer pessoa e eu, nesse sentido, ele se chametendo da Boicie e o título do livro, olha que coisa ótima, discurso sobre a servidão voluntária, a servidão voluntária, porque existe uma servidão que você não tem como dela escapar, porque é submetida, submetida aquilo. Alguém te aprisiona, te comanda, te ordena, te ameaça e você, ou perde a vida, ou você, para seguir vivo e viva, não é preciso ser obediante, mas há uma servidão voluntária. Uma delas que é exatamente o voluntário é quando você, ou escolhemos, seguir algo que não me der responsabilidade, portanto, não me der também, sofrimento, ocupa. Uma das coisas mais gostosas é quando você não tem que decidir, em alguns momentos, eu digo assim "kai, vamos ser hoje depois da gravação?" Então, "tá bom, onde você quer ir?" Eu digo assim, "sec sabe, esse "sec sabe" me dá um alívio imenso, quando eu digo, porque é escolher a tua, e se é escolher a tua, se tiver algum tipo de turbulência, a responsabilidade também é tua. Nesse sentido, uma parte das pessoas tem dificuldade em pensar no propósito, porque imagina, em larga escala, que pensando no propósito, tem que buscar-la. E se tem que buscar-la e não consegue, tem alguma responsabilidade nisso. Nessa hora, em algumas circunstâncias, para várias pessoas, é mais fácil ter a servidão voluntária, inclusive, porque, se não tem sucesso, é capaz de dizer "tá vendo?" Ninguém me ajuda, ninguém faz, ninguém provoca, aquela clássica frase perigosa que é que horror, alguém tem que fazer alguma coisa. Essa é a ideia, ela marca um pouco de comodidade de um lado, e, por outro lado, alguma dificuldade de ficar insilêncio. Você sabe que isso é possível pensar no propósito se você é capaz também de ficar insilêncio, porque a reflexão sobre propósito, ela é interna, não é alguém te oferece. Porque se alguém me oferece, a razão deu algo fazer, não é um propósito, é uma ordem, é um comando. Se você me diz, agora você pega esse copo de água e despeja, ali do lado, isso não é o propósito, o propósito é o que eu tenho ao sentar aqui, em que uma das coisas que eu quereria fazer não eu faria. Mas se eu fosse o meu propósito seria derrubar a água nas coisas. Comando ordem, a instrução é diferente de propósito, propósito é uma coisa de adentro para fora, é você que escolhe. Quando alguém dizem que qual é o teu propósito, uma pessoa que me deu uma ordem não pergunta que é o meu propósito. A verdadeira ter o propósito é, e isso não é o propósito, a ordem é comando a instrução, como eu antes dizia, nesse sentido, algumas pessoas preferem um pouco mais de comodidade, nesse sentido, a voluntariedade de servir. A um propósito que é de outra pessoa, ela é sempre mais tranquila, mais sucegada e o silêncio é que nos leva a buscar, refletir. Não é casual que o símbolo da filosofia na antimidade clássica grega fosse a curúja, que é a curúja é um animal noturno, ela tem uma noção de ser mais celeciosa, sem o piúda curúja, não é um estádio dalhaço, ela tem os olhos arregalados. Sem importante, parece que está mais pensando do que dizendo, nesse sentido, é uma capacidade boa que a gente traz. E quando a gente traz essas duas palavras, propósito e sucesso, a correlação, porque dá para ter sucesso sem seguir o teu propósito, propósito é o caminho para o sucesso, a correlação dessas duas coisas. Nos tempos atuais, eu padei hoje de algo que provavelmente também te vitima, porque eu sou alguém mais conhecido, porque não das redes sociais e das atividades, eu sou muito imitado. A duas imitações que de mim fazem, uma é bem homorada, divertida, eu adora, porque é o meu modo de falar, minha digital vocalica, ela é muito marcante, eu creio uma maneira de pronunciar as palavras, renunciar uma fala, que acaba sendo imitado, até imitador meu, em porque é um de televisão, em uma das coisas dos fósios, que é uma homenagem. Mas existe um tipo de imitação, que não é imitação, é falsificação. E hoje, com uso de inteligência artificial, todos os dias, todos os dias, eu me deparo, com um perfis que simula minha voz, simula minha imagem, e me coloco a falar conteúdos que não são meus. No início, a imagem a minha, depois há uma, antes não havia possibilidade, agora sim, uma sincronização com aquilo que eu estou dizendo, eu estou aqui falando, porque caia muito bom estar aqui nessa conversa, mas a inteligência coloca a minha, dizer outra coisa com conteúdo que não é meu. Ora, qual é a minha recusa, é falsos, segundo é autêntico, terceiro não dá sucesso, para mim mesmo que fizesse, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é, é autêntico. Sim. Vês ou outros encontros pessoas, porque algumas dessas perfis falsos me fazem falar sobre religião, e eu até entendo dessa área, porque eu toei, na 30 anos, na área de senza da religião, mas ela me fala, me faz falar mensagens religiosas. E eu poderia fazê-lo, mas não sou euco fácil, e, vezes eu ou tenho encontro pessoas na rua caminhando, ou no shopping, ou no cinema, ou na calçada, ou seja, olha a minha família todos os dias, reza com você, logo cedo, naquela tua fala de área, que é uma que, a gente vai no perfil tira, parece outro, e assim por diante, o que eu posso dizer? Obrigado? Eu estaria agradecendo ao elogio que não é merecido por mim, que eu não me pertence, e eu digo para a pessoa, bobagem, não sou eu, isso é uma ofensa inútil, e eu não posso mentir, mas também não deu-o de maneira alguma, até essa pessoa não desconforta. E a frase que eu usa já pensou, porque essa é uma frase aberta genérica, e eu não estou dizendo nem sim nem não. Mas a minha irritação é ela vem, do fato de alguém me trazer um mérito que eu não tenho, porque que eu tenho isso como o caminho, porque o sucesso ele só é verdadeiro, se ele for meditório, isso é, se eu tiver mérito e enconseguí-lo, do contrário ele foi apenas um descarte de outras pessoas, ele foi apenas um deixar de helado, quem deveria ir junto, meu lembra de vida, no meu escritório, com meu grupo, é não fazemos qualquer negócio, vale, não fazemos qualquer negócio. Aí eu volto a outro ponto, existe um sucesso que é de carreira, que é material, que é patrimonial, existe um sucesso vital, isso é, o que eu desejo, qual é o meu propósito principal, eu venho dizendo isso com frequência e retoma aqui, porque o que eu faço é o que eu faço, aquilo que faço, faço para que eu tenha sucesso e êgito, e qual é o sucesso para mim, qual é a medida do sucesso, a minha medida do sucesso eu não vou ter chance de encontrar por uma razão, porque a minha medida do sucesso é no dia que eu me for, ninguém dizer já vai tarde. Como eu não vou ouvir isso, porque eu não estarei, mas só da imaginar que eu preciso fazer um esforço, para que no dia que eu partia, ninguém diga já foi tarde, nesse sentido, essa para a minha métrica do êgito. Se eu, nesse caminho, até lá, agregar patrimônio, tiver a estruturação em prenda dura, tiver a capacidade de presença, e tudo isso não impedir que alguém diga que pena, no lugar de já vai tarde, ai sim, eu tive sucesso, nesse sentido, se você me pergunta, né como, eu digo, fazendo aquilo que é meditório, honroso e portanto, né que seja decente, nesse sentido, esse é o propósito principal. Que muita gente que não gosta de falar de morte, né, dação tão pensada, não pensa em morrer. É uma divertencia, como ela é o fato, é uma coisa concreta, como diz uma grande pensadora, terresinhos, que é filósofo também, morrer não é o contrário de viver, morrer é o contrário de nascer, certo viver a vida não tem contrário, diz ela sempre. Muito boa isso, morrer é o contrário de nascer, como evidentemente nós somos marcados pela mortalidade e eu direi, ainda bem, porque se nós mortais não fôssemos, nós deixaremos muito daquilo que temos de fazer, aliás seria quase insuportável, você não era nascida, mas o Bormam fez um filme, é muito tempo, chamado Zardosco, o Chancóner, que é um filme de ficção, é uma distopia, é uma utopia negativa, em que um grupo de humanos consegue usá-lo no cristal, esse filme dos anos 1960, consegue por uns de um cristal construí-lo e mortalidade, e depois de 500 anos aquele grupo não suporta mais a mortalidade. E para isso eles querem que alguém quebra o cristal, mas por conta da organização que eles fizeram, eles não tenham comum deles fazê-lo, porque haviam uma interdição, o cristal não cabarez fosse um deles. E é preciso que mortais, que vêm fora da lei, sejam chamados por fazê-lo, e eu vou dar um spoiler imenso, porque quase ninguém vai ver, hoje já viu. E o Chancóner, ele dê a um grupo de pessoas que são mortais e que são chamados entre aspas de bárbaros, e se consegue que ele venha a quebra o cristal. Quando esse cristal é quebra, toda a comunidade se torna mortal de novo, e uma das cenas mais bonito, que eu usando o segundo movimento da sétima Cifaninha de Beethoven, a cena é maravilhosa. Os bárbaros, entre aspas, os cabaleiros passam, com as suas armas atirando e as pessoas perecendo com alegria, porque afinal de quantas 500 anos, o tempo todo, a mesma convivência, o mesmo passo como um eterno, o dia da Marmota, feitiço do tempo. - Sim, é que ele se deixa numa condição forte, e aí eu volto a um ponto, o dialei, 90 anos, ele diz "eu não tenho medo da morte, eu não souro que era estar lá quando isso acontecer". Mas a marca maior é imaginar que a morte ela não é ameaça, ela é uma divertência, sem caio. - Que cortela, calte ela, você não tem todo o tempo do mundo para não ser idiota, imbecil, arrogante, perturante, sempre se construir de uma outra maneira. Nesse sentido, a mortalidade, ela é para nós uma orientação, nesse campo também, claro, nenhum de nós tem a intenção de perecer na agonia. - Sim, por isso o nosso grande sonho é boa morte, aí o tanázeo usando o termo grego, mas a vida em si, ela não tivesse um movimento de sensação, a gente aproveitaria e influiria menos. Você falava no imponto de partida que estava feliz de estar aqui, eu disse que também estava por estar aqui, ambas as coisas são verdadeiras, mas só existe felicidade, se ela não for contínua. Você e eu só ficamos feliz de nos encontrar, que nós não estamos juntos o tempo todo. - Na verdade. - Porque a felicidade se dá pela ausência também. Eu tenho um prazer imenso em tomar essa água, que agora vou tomar, porque eu estou com sede, a sede favorece o prazer. Tivesse eu a obrigação de tomar seis copos deles, fazer um exame médico, eu não apreciaria, a gente só consegue dizer estou feliz porque ela se ausenta, se ela tivesse uma presença sem fim, não haveria a fluição. O melhor coisa do mundo é você comer com apetite, não com fome, não se confunda fome com apetite, fome a ausência de alimenta e idade desespera, apetite é expectativa de alimento e desejo. Por isso, quando você quer muito comer algo, você poderia comer outra coisa, não te falta alimentos, aquilo aumenta imensamente o gosto, quando você degusta. A deavista, quem gosta de cerveja, vejo até o tomo, o primeiro gole, isto não é cerveja, nem precisaria de deveria ser-lo, mas o primeiro gole é mais distral, o segundo é delicioso. No terceiro, no quarto, você se transforma apenas no intermediário, entra a garrafa e o vaso sanitário, portanto é só uma passagem em que você não tem ali, não dá vontade. A pessoa, por exemplo, que é alcolista, ela não tem prazer, ela tem independência, por isso é uma diferença entre prazer, felicidade, liberância e a condição de não conseguir se libertar. Aí eu volto a esse ponto, nós com a vida, precisamos ter de aledar um valor que nós perdemos. Você trouxe um gancho que até é muito ver a sua visão, que é recentemente ver esse estudo, que em época de rede social ser humano nunca sentiu tão sozinho. Pode parecer uma coisa louca, em época de ferramentas para interação, o ser humano nunca sentiu tão sozinho. E eu acredito que felicidade, pois o que eu gancho, ele está muito atrelado a qualidade das relações que a gente tem. E as pessoas nunca sentiram tão sozinho, então você está pra firmar que a gente nunca ouve o momento de tanto em felicidade. Como você olha isso? A primeira é que sozinho não é solitário, uma pessoa que se sinta sozinho, se coloca sozinho, não necessariamente ela está solitária. Uma pessoa solitária é aquela que não conta com ninguém, que se sente largada, abandonada. Uma pessoa sozinha é aquela que se está aí, eu vou fazer o sozinho, em casa, quando o cloud já saiu, ela viaja, ou tem uma atividade, eu fico sozinho, nem sempre ruim ficar sozinho. É verdade. Por isso, solidar um ruim, a capacidade de ficar sozinho ou sozinho em vários momentos, ela nos faz bem. Quando você cuida de si, o famoso M&M, o meu momento, o meu momento, é aquela que eu vou fazer agora. Eu nunca me esqueço que durante o processo pandêmico, no momento inicial de um isolamento necessário mais longo, o cloud já ficamos juntos, a gente contava os dias. Senta ideias, senta e vinte, senta e trinta e todos os dias, na 24 horas juntos. Por isso nós estabelecemos entre nós, que durante o dia de 24 horas havia duas delas que a gente ficava sozinho. Cada um no canto, isolado, não era por meio do falar, mas não era necessário fazê-lo. Para você também tem um pouco de densidade, de presença, de individualidade. Por que eu estou dizendo isso? Eu entendi o que você disse. Nós estamos num momento em que se vive em voz alta. As conexões são continuas. A necessidade de disponibilidade é contina. E nessa hora, claro, nunca como lembrou, nunca ouve tanto modo de aproximação que nos deixou mais distanciados do ponto de vista atômico e mais próximos do ponto de vista molecular da tecnologia. Como cor por a idade, nós estamos distanciados, como proximidade dos bites, nós estamos aí encostados. Sim, porque uma parcela dessa tecnologia ela substituiu a necessidade de proximidade. Você começa com algo que eu brinco anos. Uma das invenções diabólicas, mais magníficas da humanidade, foi o microondas. Porque ele facilitou a imensamente a nossa vida e nos colocou a tomar a refeição. Que era um momento de aproximação, cada um não canto numa família. Por exemplo, até 30, 40 anos no Brasil, quando o microondas ainda não tinha a presença tão expressiva, se nós fossemos almoçar hoje na casa de alguém, teria que se cantar comigo toda uma vez. E portanto, a refeição tinha que ser partilhada. Hoje não mais. Nós também tivemos uma avance tecnológica que permitiu que aquilo que acontecia a 40 anos, que era se eu quisesse ouvir música em casa. Todo mundo ouviria comigo? Porque eu só tinha uma parede de som. Sim, ele tinha que ser colocado num volume que fosse audible. Hoje, cada um de nós, o ouvido deseja. Você tem um vagão metrô rotado em São Paulo, cada um ouvindo uma música. Você não sabe que outro que só está ouvindo, nem o que ela está vendo. Cada um de nós, quando assistiam um programa de TV, tinha que assistir-lo, partilhar, decidir traduzir ali um consenso em relação a o que ia ser visto, que eram uma parede de TV. Exato. O custo menor da tecnologia fez com que cada um de nós pudesse. Primeiro, ver programas onde quisesse na sua plataforma no bolso ou no quarto. Segundo, não era mais necessário fazer o junto. Toda essa tecnologia facilitadora, ela retirou de nós a necessidade de aproximação. O trabalho remoto, o Ramófice, ele colocou facilidades numa situação circunstancial, mas quando ele dá a sequência, ele preu matar a saudade dos meus netos e netas, hoje basta que eu faço uma chamada de vídeo. Mas isso não tira o cheiro, a brincadeiro, o toque. Então, assim como, por exemplo, em casa, quando meus filhos e filhas eram crianças, eram adolescentes, a gente fazia. De cada quatro semanas, no mês uma, da semana 100 microondas. E que cada um e cada um de nós tinha que se esforçar para de onde estivesse e comer junto uma das refeções do dinheiro obrigatória. Em conjunto, ou ao almoço ao jantar. Quero essa hora que você conversa da risada briga, encrenca, sabe do outro, outra coisa que a gente fazia, que facilitava. Isso não é recusa, tecnologia. É o uso de maneira que ela não nos possua. Afinal, o nome que nós demos aos computadores nos anos 1940 era servidor. É verdade. E por isso, se ele é servidor, servidor de sêja. Não sou eu que sou servidor. Outra coisa que se fazia, todos sabos da tarde, a gente se juntava, eles tinham 10, 12, 8 anos, das 16, 18, a gente ouvia música juntos. Sentava-nos na sala, no chão, e um apresentava por outro, na idade que tinha. Duas músicas que gostasse. Todos nós ouvíamos, apresentava porque isso criava uma interatividade. No ponto de oripartida, a tecnologia facilitou a imensamente. Eu não deixo de usar o micro andas, mas eu não russou a micro andas. Eu não deixo de ouvir música, mas eu não gosto de ouvir só sozinho. A experiência maravilhosa, eu nunca esqueço, em 2025, que eu estava com um cláudio de detalhes, e fomos assim, alguns apresentações de uma delas, que eu nunca tinha visto ao vio, e vete sangueá-lo 60 mil pessoas cantando, dançando, todo mundo que se juntava, não fazia mal a ninguém. Era um pessoa juntas para comemorar, para cantar, para festejar, ofestar. Olha, aquele substitui. Posso eu ouvir, vete sangueá-lo, se eu desejar, no meu mobile, tiro eu e começa. Claro, posso usar o streaming, posso usar, posso, mas nem sempre. Tanto que não é que a tecnologia, ela tem que ficar fora, ela tem que ter uso, em que eu não tenha com ela, uma servidão voluntária. E aí, meu lema, cotidiano, não vão me algoritmar. É, eu escolho, claro que facilita, é gostoso quando eu entro num site para buscar algum produto, e a partir da lida, antes de 10 anos, toda hora vai clicar, na minha tela. Para aquele, mas eu não quero, eu tenho que ter mecaniz de onde eu diga, não. E aí, você chamou de isso, mas poxa, nunca estivemos tão conectados e tão distanciados, porque uma parte dessas relações, ela é muito superficial. Eu simplesmente, se eu não estou afim, de ter mais contato contigo, eu te desconecto. Eu te anulo, eu te cancê-lo, e aí fica fácil, eu não tenho trabalho de conversar, zecai quem que aconteceu, veja lá, poxa. Até não preciso me lembrar do teu aniversário, eu tenho um sistema que me alerta, e eu não preciso pensar num presente para você, né, que eu vá lá, escolher a mente. Não, posso tirar um vale virtual, e aí você não me escolhe, eu vou me desconectando uma hora, quando você olha, não se está sozinho no deserto. E nesse sentido, estar sozinho, estar solitário, né, são coisas diferentes. E nós temos, sim, caminhos de solidão, que são mais fortes. Por isso que você e eu gostamos de estar com pessoas. Tem, com as exames de palco, exames de aula, gostamos de presença, existe uma coisa, chamada audiência ativa. Por exemplo, nesta nossa conversa, haverá, e há, há uma audiência virtual, que não está aqui, mas está, está com a conexão virtual. E tem um grupo de pessoas que está aqui, está numa audiência ativa, quando eu estou vendo uma partir de futebol, não estou jogando, mas eu estou participando. É, exatamente. Eu tenho emoção, eu tenho um movimento, eu tenho tanta cida, ou mesmo vale, nessa presença, o que isso não pode, é imaginar que então não precisamos mais, né, dos contatos. Paulo Feire, dizia que era preciso a sujeidade do mundo, no modo dele pernambucando de falar, a sujeidade do mundo. Isso é, gente incomoda, gente tenteiro, gente de maneiras gerais, espeturva, gente afaga, gente acolhe. Essa forma de gentificação, não de gentra e ficação, vamos fazer o meu urbanismo, gentificação, ela é necessária, afinal. Quando Michelangelo, um dia quis representar a presença humana, ele pintou no teto da capela assistina. Deus e Adão quase encostando o dedo. Se eu olha, eu não tenho certeza de Adão que está criando Deus para não ficar sozinho, ou se é Deus que está criando Adão para não ficar sozinho, então faz. Depois expiu que reproduzia essa cena no ET, e quando eles encostam o dedo do acende, o cinema inteiro, quando eu assisti, no lançamento, no dia 25 de dezembro de 1982. Eu fui astino, um cinema que não existe mais, na cidade de São Paulo, cine como odora, era um cinema, filas e mensas para ver, a estreia de ET. E muita gente viu na TV, outros no stream, outros no CD, outros e tanto faz. Mas a cena, quando o menino, o Elliot, no filme, e o ET encostou o dedo, e aquilo acende, o cinema inteiro faz assim. Esse é o som que recuda a solidão. Quando eu encontro alguém, eu estou desesperado, desesperado, preciso de um socorrimento, que alguém põe a mão no meu hombro, que alguém olha para mim, de ser precisa de algo, esse "A" não é uma "A" de distância, é uma "A" de acolhida, por isso, a única saída de enfrentar aquilo que é a solidão, é a gente continuar com os dedinhos, isso é o digital que vale, é o do dedo, que encosta. - E a luz acende. - Gente, Palmas, porque essa aqui foi muito boa, aqui o Palmas da Cixieté também, aquela cena do dedinho, um mexe. - Tem duas cenas que eu sempre lembro, que era genial. Essa é do Spirberg, que homenageia, ou Michelangelo, está da capela de Sistina, na cena da criação, e a outra é o Voldas Pricletas. - Sim. - Porque eu ali no sino como odora, cinema de 1.200 lugares, São Paulo tinha cinemas de mil lugares, 1.200. - Ela era grigia desse jeito? - É, ali na esquina da Paulista com a Augusta, onde tem o conjunto nacional, tinha um cinema, cineasta, que depois tornou a livaria, etc., era o cinema de 1.200 lugares. É muito diferente assistir um filme com 1.200 pessoas e a silla com 80, porque o cinema era matéla, era imensa, os outros cinemas também. Claro, a gente foi ficando mais isolado, mas você vê um filme de aventura, com 1.200 pessoas sentadas, saltando nas cadeiras, era muito diferente. Isso que eu digo não é nostalgia, é saudade, nostalgia é uma saudade que dói, saudade sozinha, aquela que se sorrisse, só de lembrar, se houve vivido aquilo. Pois bem, a cena em que o cinema fez, ó, é a do dedinho, mas tem a cena em que todo mundo bate palma, levanta, 1.200 pessoas, ali na vespa de natal, bem no natal, mas não é inverta. É coando eles fugindo, com a bicicleta, fugindo da ciência, da polícia, da retenção, da apisonamento. Quando você imagina que não vai mais ser saída, porque eles chegam na vez de dar um precipício e vão ser capturados, as bicicletas levantam um voco, aquela lua delícia, um alfundo, o cinema bate palma. Porque ser humano é a chagre bicicleta voa. Quando você começa a chagre bicicleta não voa, você parece estaciona, recua, desiste. Não é assim imaginar uma louca nas ciliminas gerais, numa cidade que hoje tem o nome dele, que é santo do bom, que ele acreditou, que era possível que uma coisa mais pesada que o ar voasse. Não é uma coisa mais leve, porque a coisa mais leve e voa, mas você não tem controle sobre ela, que é uma coisa mais pesada que o ar, como é o caso do avião. Poder assim voar, ele dedicou parte da vida dele, como o propósito, colocar aquilo que é mais pesado para voar, tinha que ser maluco no sentido positivo. É uma louco beleza do Raúseis, aquela pessoa que acha que bicicleta voa, que é possível fazer, que é possível criar uma vacina, que é possível empreender numa atividade, que é possível afeto, partilha, fraternidade, que é possível assim, que no dia que eu me for. Não, ninguém diga assim, já foi tarde. Essa palavra para propósito, buscar como encontrato, entre esse ímpito. Como o segredo que a gente consegue refinar o nosso ímpito? Uma vez, a que Junqueira estava aqui, ela falou uma frase que eu leve para onde eu vou, que achei muito legal. Eu consigo ensinar as pessoas muita coisa, menos a Tafin. Tafin é uma coisa de dentro. Como é que alguém que está ouvindo a gente consegue refinar esse ímpito? É uma outra conversa nossa, o que eu vou retomar, porque está no nível meu chamado qual é a tua obra, em que eu digo que motivação é uma porta que há pelo lado de dentro. A motivação é uma porta que há de dentro para fora. Vês ou outra falam para mim, como devem falar para você? Você faz palestra motivacional? Eu digo não, faz palestra estimulaçãoional. Para eu fazer palestra motivacional, tinha que fazer uma coisa impossível, motivar alguém. Não há como motivar, não há pessoa, você consegue estimulá-la, você consegue incentivá-la, você consegue provocá-la, convocá-la, mas motivá-la não? Porque o motor, isto é aquilo que move a atuação, está de dentro para fora. Eu não tenho como colocar em você o que eu consigo criar condições para que você aclare aquilo que te motiva. Eu consigo colocar condições para que você refine aquilo que te motiva. Eu consigo te tuturar movimentos que fazem com que você tenha mais ferramentas para que aquilo que te motiva seja mais do que um mero desejo e intenção. De uma prática. Mas eu não tenho como te motivar. Nesse sentido alguém construir aquilo que é o propósito, eu posso ser alguém olhando de fora na minha atividade docente, que estimula essa condição. Que leva você a refletir, que leva a minha refletir, mas fazer com que você faça, sem que você tenha a perspectiva interna, não há como. Eu posso ordenar, isso eu falava antes, eu posso mandar. Eu posso também, eu cortela como você em vários momentos da vida, fazer coisas que não estavam no meu propósito. Pessoas que me dizem, você já ouviu para você também, eu adoro meu trabalho, mas detesto meu emprego. Eu adoro meu emprego e detesto meu trabalho. Há vários momentos na vida em que qualquer pessoa tem de fazer coisas que não estão no propósito dela, que não sendo indecentes, ela compra a tarefa. Isso é, ela leva adiante e tende como transitória. Eu sempre lembro do exemplo, pessoas que têm que para poder sobreviver, pagar as contas, para ganhar a vida do ponto de vista de sustento, elas têm que fazer coisas que não é o objetivo dela na vida. Então ela sabe que aquilo é um movimento transitório. Enquanto ela está ali, ela tem noção de que aquele movimento é episodico, ela é passageira, que ela está ali construindo as condições para aquilo que virar depois. Isso significa que enquanto ela estiver nessa imovimento não pode perder a perspectiva daquele que será o propósito mais forte, mas também não pode descartar e nem rebaixar aquele instante porque ela é colaborativa. Várias coisas que na vida fiz não estavam dentro do meu propósito final, mas me auxiliaram a chegar até ele, e nesse sentido são dois os passos, que a gente pode auxiliar as pessoas, enquanto vive isso, aprenda ao máximo, mesmo que não seja esse lugar que você quer ficar para sempre. Mas enquanto aqui estiver, não perca a circunstância do aprendizado. Segundo, não perca de vista aquilo que é o próximo passo. Os chineses dizem, eu gosto de uma indecidade de chineses, que ninguém sabe que tinha chineses, não inventam vontade, mas esse é chineses. Os chineses dizem, depois daquela montanha tem mais montanha. Depois daquela montanha tem mais montanha, significa que precisa ter a perspectiva naquilo que vai além. Agustinho de Ipona, um estupendo teólogo e filósofo medieval, que muito chamam de Santa Agustinha. Ele, alguém que era do século quinto, de voleu, em 430 portanto, está longe de nós do ponto de vista de tempo, mas está próximo. Ele indicava algo que eu gosto de retomar. Ele dizia dentro de um aprisionamento, dentro de uma célula, de uma prisão. Você tem dois presos às vezes numa célula, um passo o tempo todo que a bizbaixo olhando para o chão. E o outro fica olhando na janela, onde dá. Mesmo que ela tem a grade, ele fica olhando. É uma questão de motivação. O que é que me move para ficar procurando pelo lado de fora e pensar no dia que eu saís diferente do que me move a ficar terrado, olhando para o chão dizendo não tem jeito. Os céus, a vida, a odor. O que que leva alguém a ter uma perspectiva de rendição e submissão, ou outra pessoa que tem uma perspectiva de superação, de conseguir ir além, é o que é a motiva. Será que eu consigo motivar? E aí eu concluo de vez? Não, mas eu consegui estimular. Eu consigo provocar. Eu consigo fazer que ela pense nisso. Aliás, uma das coisas que eu sempre tenho nas minhas atividades é, ao terminar dizer assim, pense nisso. Não é pense nisso. Pense nisso é a determinação. Pense nisso é domínio. Pense nisso é a reflita. Isso é, leve em conta coisas que estou dizendo, não porque sou eu que estou dizendo, mas que pode ser que elas têm alguma relevância para que você faça melhor. Mas, de novo, motivação é coisa que abre de dentro para fora. Pause rápido no episódio. Olha isso daqui. 78% de vocês que estão assistindo esse episódio, vocês não estão escrito no canal e vocês vão perder muita coisa. Às vezes aquele episódio que você não viu, tinham que você precisava. Então, para agora, só se inscreva no canal para você não perder nada. Eu tenho certeza que você vai ser o maior beneficiário disso. Tá bom? Então, clique agora. Se inscreva e você vai garantir que tudo chega até você. Beleza? Então, volta no episódio. Se inscreva e continue assistindo. Quem você chamaria para tomar um café? Não importa se você é pessoa já morriu, não se se tivesse. A chance de chegar e tomar um café, chamaria quem para falar do quê? Porque, geralmente, o café acompanha um papo, né? Eu teria muitas pessoas para chamadas que já se foram, mas eu queria chamar para um café uma pessoa que está vivo e vivíssima. Eu vou fazer 82 anos de idade, que é "Kiss Richard". Aquele que, junto com Mick Jagger, ele fundou a 60, em 2025, fez 63 anos do Rodgers Times. Eu queria que ele me explicasse duas coisas. Primeiro. Como que ele continuou vivo? Ele é a negação da ciência. Tudo que a ciência afirma, só vão servir, ele nega, continuando vivo. A segunda coisa, como é que em 1966? Eu tinha, olha só, 12 anos de idade. Eu vi pela primeira vez, na Rade Mandraina, uma música distante, vindo do mundo britânico, chamada "I can get no satisfaction", mas com o solo de guitarra, com o riff, que ele criou. Eu queria entender o que ele fez para que ele fizesse aquilo. "Quê tá, na, na, na, na, na, na, na. " Como é que um cara faz uma coisa dessa? Ao tomar com ele um café, ele provavelmente, hoje ele tá limpo, seria café mesmo que ele ia tomar. Ele, tomando comigo um café, é que ele me contasse isso. Tenho muitos pessoas vivas ou mortas, mas dos vivos, para não deixar de fora na lista, seria exatamente, não é que isso é waited. E você? Eu? Eu. Eu acho professora, para eu não ter pra você, irmão. Agora eu tô devolvendo. Como é que é abro disso? É um cop técnico. Eu. Não pode chorar, tá? Tá. E não pode ser gente que vai chorar. Eu falei aqui uma vez. E. Mas não vou repetir, que eu tinha falo do Jesus. Posicamente, né? Porque a gente pode conversar com ele em todos os momentos. Mas. Eu chamaria pra tomar um café. Paulo, que eu acabei de ver o filme dele. Paulo aposto? Aposto. As cartas deles são uma coisa estupenda as cartas de Paulo, assim. E pelo que eu lhe, ele não era um cara muito bom em comunicação, mas ótima escrita. Ela tinha a informação, né? Sim, porque ele fazia parte da elite judaica. Exato. Portanto, ele tinha estudado o grego, que era o idioma de quem era escolarizada naquele momento da casal, pela qual você sabe disso. O que se anismo é a religião sem teologia na origem. O que é a teologia? É a teoria em relação a uma religião. Você tem uma religião como prática, que foi aquilo que Jesus fazia. Ele chamou de cípulos, mas nenhum dos cípios de Jesus era escolarizado. Porque eram pescadores, era agricultores. Não deles. Se hoje já seria difícil da escola, você imagina aquele tempo. O que se anismo nasce como uma prática religiosa. Quem vai dar um conceito teológico ao que se anista, era Paulo. Que não conheceu Jesus. É verdade. Aliás, as cartas de Paulo, elas foram escritas antes dos evangelhos. Na tradição cristã, quando você pega uma Bíblia cristã, as cartas vêm depois. Vem depois dos evangelhos. Mas no tempo histórico, as cartas de Paulo, as antecedem em 40, 50 anos os evangelhos. Os evangelhos são uma escrita posterior. Dos 27 livros da Bíblia cristã no novo testamento, as cartas de Paulo são aquelas que trazem uma unível de reflexões de conceitos. E todas as cartas de Paulo, que ele produziu, porque há muitos que são atribuídos a ele, mas não eram dele que hoje, mundo cristão sabe, reconhecer. Todas elas, elas tratam de comportamento, de conduta, de convidência, de ética. Aliás, só por curiosidade, acho que você sabe, a cidade de São Paulo, se chama São Paulo, porque ela foi fundada no dia 25 de janeiro. E na tradição cristã, 25 de janeiro, é o dia em que Paulo deixou de ser um perseguidor adicciandismo, deixou de atrás de quem seguia Jesus, e passou a aderir. E eu gostei da tua ideia de Paulo, acho genial. E eu chamaria também de Jesus para conversar, mas para um outro passo, para que ele transformasse em vinho. E aí a gente podia mezclar esses dois movimentos. O café com vinho. O professor, eu quero fazer uma pergunta, é porque a gente falou, você falou de tecnologia, do lance do micro-ondas, e eu estava para fazer essa pergunta. Você acredita com a diventa da inteligente artificial, as pessoas têm que tomar cuidado, porque, se você está uma pergunta de qualquer coisa, você pega uma iá, você faz uma pergunta, só que para você não perder a capacidade de pensamento, porque aí é uma transferência de pensamento, né? Ela está pensando por você, e eu acredito que nossa mente é um músculo exercitar, por exemplo, como que você está usando inteligente artificial? Ela é uma pessoa que sempre tem vários motos, mas a gente está com a generativa, que é aquela que está agora mais entretamente, porque também a inteligente artificial faz alta correção no celular, ela que faz com que eu consiga dar pausa, não filme, quando eu estou no stream, etc. Ela está na nossa cotidiano, a mais tempo, mas agora existe uma, que ela pode ser agente, portanto fazer por mim orientar as coisas, ela pode também ser de esclarecedora de coisas, existe uma questão em relação a iá, que eu utilizo com muita frequência, que é o auxílio de tarefas, que são repetitivas, o auxílio para coisas que poderiam demorar demais, por exemplo, da décadas que eu uso o computador pessoal para escrever, existe no computador pessoal, não que eu uso no aplicativo, um sistema de alta correção, e eu sempre usei, em que ele é lá identificava, palavras que estavam enlata, zerada, isso já era a inteligência artificial, isso é 20 anos, 30 anos, o que eu não quero da inteligência artificial é aquela tira de minha autonomia, o que é o desejo da inteligência artificial, que ela tem o automatismo, isso é, que ela faça aquilo que eu teria que fazer, faça melhor, mas rapidamente me pulpe de ter de fazer, eu não quero aquela faça sem que eu decida, eu quero que ela seja automática, e não autônoma, isso é, que a escolha minha, ela obedece, ela é servidora, não sou eu servidor, nesse sentido, eu acho que quando nós temos no dia a dia, a possibilidade de um instrumental, é necessário que a gente sempre tome cuidado em relação a ele, eu senti um outro momento, o santo do mal, alguns dizem que acho difícil, santo do mal tirou a própria vida, na cidade de Petrópolis onde ele estava, alguns diz que foi porque ele se amargurou imensamente, daquilo que ele inventou, junto com os irmãos americanos e irmãos Raíd, cada um no lugar, que foi o avião, que o fato dele ter sido utilizado, como bombardeiro, o amargurou a tal ponto que ele entrou em depressão, tanto faz essa história verdadeira ou não, o que vale é que qualquer coisa criada pelo ser humano pode ter uma decinação múltipla, evidentemente que, se eu me cercar, o uso do avião terá sempre que ser benéfico, ele pode ser maléfico, claro, eu posso utilizar uma faca, para repartir com você um pedaço de pão, e nós dois nos alimentamos, eu posso usar ela para tomar o pão que está na tomão, obviamente que não é a faca que decide, pois bem, eu não quero que a inteligência artificial seja uma faca que decide por si mesma, ela não pode escolher, sou eu que escolha, e eu preciso bem escolher, nesse sentido, uma coisa que é forte é que a gente seja capaz de tomar cautela com aquilo que nos encanta, há um primeiro momento em que a inteligência artificial de dois anos para cá, ela produziu em nós um gosto imenso de ficar me simulando coisas, fazendo caio e cortela surfando, fazendo uma série, tal como os filtros, em relação a fotos, pois cansa, porque tem uma hora que você não tem, aquilo não é teu, quando você era criança, neto dos sistemas de computação, você tinha, em alguns aplicativos, para desenhar automaticamente, você fazia uma bola, ele puiu colorida, primeiro aquilo não gerou, não gerou grandes deseyistas no planeta, segundo que nem pediu, que apareceu sem grande cientista, assim como eu vi outro dia, uma argumentação maravilhosa, quando alguém falava, você não acha que os games que falam de violência, eles fazem um mal muito grande para as crianças, eu falei sim, uma parte, a pessoa dizia, uma parte faz, mas você tem que lembrar que eles não têm esse poder de formar as cabeças por completo, que é sinal, nós teríamos o mal número de encanadores, o planeta é porque o jogo de computador mais usado, o Mario Bros, tratam exatamente de um encanador, e nós não temos levas e levas de encanadores pelo planeta, portanto, o argumento é leplausível, por outro lado, eu uso, para quem que eu não uso, para escrever por mim, por que? Porque eu tenho prazer em escrever, assim como eu gosto de fazer comida, eu e Claudio cozinhamos para nós mesmos, nós gostamos de fazê-la, quando eu termina de fazer um prato, me dá gosto, não só comê-la, mas pelo feito é minha hora, quando eu termino de fazer um texto, eu uso aí para corrigir, para pesquisar, para ir buscar algumas coisas, mas não para escrever por mim, mas você é porque a minha atividade é escrever, se eu precisar ser dela, para mostrar para mim quais são os vôos que saem agora, né, para o Rio de Janeiro, qual é o valor de cada um, se pode atrás daquele que é mais barato, se pode fazer o pagamento por mim, enquanto isso eu faço outra coisa, como, por exemplo, que é conversando contigo, faça, o que eu não quero é que ele decida para onde eu vou, mas que ele me auxili a chegar lá, que alegria. Maravilhoso, pausa para o corte dela, senhoras e senhores. Provezo a região com o último bloco, aí depois eu tenho a pergunta final, que a gente tem um momento que a Platé vai perguntar. Bom, Platé pergunta, primeira pergunta é quem é em produção, o Bruno, cadê o Bruno? Bruno, pergunta a sua microfone mais roxo desse país, é seu, manda ver. Olá, Proçuro, lá cá, e lá. Nesses momentos que nós estamos vivendo, que os grupos eles têm reivindicado cada vez, mas a verdade absoluta, como que a filosofia pode nos ajudar a melhorar a nossas conversas, sem nos tornarmos inimigos do outro? Boa pergunta, Bruno, ele e um discreveu um contor com o nome especial, chamam-se a terceira margem do Rio, ou seja, quase uma impossibilidade, mas nos remete para pensar que é necessário que a gente não fique supondo, que porque alguém pensa diferentemente de mim, que a pessoa está equivocada, ou o contrário, porque eu penso diferentemente dela que eu estou correto. É necessário aproximar os conhecimentos. Nesse sentido, uma das coisas mais perigosas é nós temos o que se chama de relativismo. Relativismo é assim, vale qualquer coisa. Eu penso isso, é pensa aquilo ótimo, esse é o teu pensamento. E a vida ficaria e ficaria impossível, se cada um de nós suposei que tem uma verdade e essa verdade é válida. Eu vi um dia, na Gabriela Preólica, uma grande professora de direito, uma renda de advogada, escritora, ela fazendo algo que eu achei genial, Bruno, para mostrar para alguém que duvidava disso que eu estou dizendo, isto é. E que a pessoa afirmava, eu penso que eu quiser, vale a minha verdade. E ela, o convenceu do seguinte modo, isso é interessante. Você emagreceu bastante agora, hein? E foi não. Eu engordei, ela falou não. Eu estou dizendo, você engordou, nada, você engordou, você engordou, não sou eu. Eu engordei, eu engordei de cinco quilos. Ela falou, mas eu não acho. Ele falou, mas como você não acha, isso colite com a realidade. Ela foi então, é disso que eu estou falando. Portanto, a ideia de que cada pessoa tenha ali, há uma verdade, ela é muito estranha. Uma pessoa inteligente é aquela que sabe que não sabe tudo e não sabe sozinho aquilo que sabe. Por isso, isso é um tempo de perigo. Por último, como às vezes isso conduz a ódio? Vale uma rádio magante, quando ele lembrava, olhe por olho e uma hora que alvamos todos segos. Então, uma escolha, eu não quero ser algo ritmado, nem para que eu acho que só eu sei e nem para que eu acho que eu nada sei. Eu quero que aquilo que eu sei, sirva para mim para outras pessoas e aquilo que eu não sei, eu vou procurar. Nesse sentido, é perigoso imaginar uma clássica frase que é descuidado com uma pessoa de um único livro. Cuidado com uma pessoa que tem um único livro como referência, porque ela, de maneira geral, se torna fanática, por isso, Bruno, esse é o caminho. Muito bom, muito bom, muito bom. Cuidado com uma pessoa de um único livro. Nossa, muito boa essa. Isso vale muito e religião, porque as pessoas que elas utilizam a sua forma de referência, o que é um direito, como sendo a única coisa que tem a validade, é um risco. Só por curiosidade, a palavra fanática vem de templo, fanos, ela tinha templo. Então, na origem, a palavra fanática, aquela pessoa que tem uma religião, achava que nenhuma outra tinha a validade. É interessante, ou a não são de fraternidade, exclusividade, exclusividade. Então, muito bom. Precisa cautela. Muito bom. Próxima produção. Roberta, cadê Roberta? Vem a Roberta. -Giato a mim, porra. -Directamente do Belém do Pará, hein? -A verdade. -O Maranhão, onde vira seu. -Maranhão. -Nos nossos mares poetas, ferrela, golar, que dizia, não basta estar certo para vencer a batalha. -Não basta estar certo. -E aí, é uma honra primeiro, não? -Não, retorme tremendo inteira. -Bom, professor, eu queria entender o teu ponto de vista em relação a merecimento. A gente sabe que hoje se fala tanto de meritocracia e a gente está no ambiente de trabalho aqui nosso. Então, assim, qual o ponto de vista em relação a isso, partindo do ponto da diferença sem ignorar as diferenças? E o que seria essa questão de autoestima? E realmente a gente está merecendo o que é a autoestima que está falando? Roberto, a duas coisas. A primeira é começar pelo final. Há uma diferença entre autoestima e alto engano. Autoestima é quando é o valorista, aquilo que eu tenho de positiva, mas eu não posso transformar na maria isso que tem de positiva como o único modo de ser positiva, e o mais positivo que existe e, portanto, os outros são secondalizados. A paz ou mães hoje, quem, no lugar de introduzir para as suas crianças, aquilo que a autoestima leva a autoengano. O menino está jogueando o futebol e aí ele saiu para falar "legal, você é o cara, que bom você é o melhor quando não é, e sem enganar alguém." Aliás, vai levar o menino a imaginar que ele não precisa mais treinar, que ele não precisa mais fazer. Eu sou professora 51. Eu sempre tive, porque a minha profissão, dizer "Ah, isso não está bom, corriga, faz de outra moda, e imagina que você me entrega uma reflexão." O que está maravilhoso quando não passa, "Ah, mas você não pode dizer que não está bom, posso sim, o que vale é o modo como é o abordo." "Diora, você é capaz de coisas boas, mas essa que você fez agora, para ficar melhor ainda, você precisa alterar o modo de fazer." Por isso, claro, autoestima, não é autoengano, meritocracia é uma conversa difícil, quando a gente confunde igualdade com equidade. Esquece, igualdade é todos têm direitos de graus, e equidade é todos têm condições para exercer os direitos de graus. Quando existe igualdade, sem equidade não há igualdade, de não exemplo. Quatro pessoas, você e o Caio e o Bruno, vamos agora disputar a prova numa piscina, sem metros rasos. Ok? A raso porque a piscina é baixa para a gente poder não afogar quem tem menos estatura, sem metros de nada o livre. A piscina é igual, a temperatura da água indética, a distância equivalente, o juiz vai avaliar a gente com os critérios específicos, e nós pulamos na água. Você pode dizer que tá vendo meritocracia, né? Todo mundo tá em condição igual, não, que é o que vale antes de pular na piscina. Um de nós já treinou, ootei 72 anos, a outra pessoa ela tem dificuldade em relação à água. Você só pode falar em meio de trocracia, se as pessoas tiver condições iguais antes, ou seja, a escolaridade, a ocasião, a circunstância, último exemplo disso. Eu estudei, quando vim de Londrina, numa escola pública na rua da consolação, na capital Paulista, é uma escola marina cinta, que está lá até hoje, na esquina com a rua Antónia de Querasa. Nós éramos quatro amigos, que convivimos muito jogar, nós saímos para comer alguma coisa juntos, eu e mais três. Eu e o Edu, meu colega, eram os filhos de paz com condição, tínhamos viagem com a família, nós tínhamos lugar para estudar em casa, estuete uma mesinha de trabalho, tínhamos de guardar as coisas, a gente não tinha trabalho externo, nós eram só estudantes. E os outros dois, um deles trabalhava no bar da esquina, e o outro trabalhava como porteiro num prédio, na rua bem andava. Nós fazíamos as mesmas provas, é nos mesmos professores, o critério de avaliação eridêntica, porque que o Edu tirávamos os lados mais altas, porque antes de fazer a prova, por mais que esses dois se dedicar, se ele se dedicava, que ele estudasse, eles tinham limitadores. Quando eu sou avaliado, por uma condição que eu tenho melhor do que outro, não há mérito, o que vale como mérito é quando nós temos condições idênticas, e significa que eu concluo, que não há esforço como valor, claro que há. De nada adianta, eu cortei ela, tem pai e mãe, que é auxiliar, assim, se eu não fosse buscar, se eu não fosse atrás, se eu não fosse buscar ali, aquilo que é o esforço. Se eu sentasse ficar só aguardando, não viria. Mas a mérito acracia, que lida só com a igualdade, sem trabalhar com a nação de equidade, ela não é a mérito acracia. Nessa hora, o que ela é, é exclusão, é colocar fora, afinar e contas, eu sou branco, descendente de europeus, são escolarizados, tem olhos claros, todo o perfil certo para dar certo até numa entrevista. Por que a gente tem tantas pessoas, afo descendentes ou mais impobrecidas, em atividades do sator público, como saúde e educação? Porque ela não tem entrevista, é concurso público sem entrevista. Onde você tem entrevista? Eu não tenho dúvida, que por mais que a pessoa, ela busque não fazer uma extinção discricionária, entre mim, uma pessoa negra, no racismo estrutural, tá com ela. É mais ou menos como eu conversando com você, de que assim, pra qual time satoria você lida, eu sou corintiana, ele lida, estudou, na minha família é boa, parte é corintiana, eu sou cientista. - Isso, palmerência. - Isso, minha mulher é palmerência, tenho rido bastante mais quieto, né? Por que é rio, crédito? Porque o meu time tá vendo? O campeonato é igual, é uma questão de mérito, numa disputa como aconteceu entre, né, em 2020 é do Palmeiras e Flamengo, em relação à alabertadores, quem tinha mérito, os dois chegaram numa final, quem é que venceu, quem fez o gol? Quem é que se esforçou mais? E eu assisti no jogo, me lembro desse jogo, parecia que foi o Palmeiras, se esforçou menos, do que deveria. Ora, assim, tá errado, não é justo, né? Bom, se você tem alguém que tem que vencer, a ideia de justiça, ela ganha o outro patamar, por isso, de novo, pereira gular, não basta estar certo pra ver se é a batalha. - Palma, cara, pra carregar, pra sempre pra gente. - Foi que foi importante. - Pedro. - Pedro, a última pergunta é o Pedro. - Pedro, uma hora a ver. - Olá. - Inaspecto social, a sociedade molda, o indivíduo, o indivíduo molda a sociedade, ou o amplo se fabricam, se completam mutuamente. - Interessante, Pedro, porque essa é uma questão trazida um dia, por um filósof genembrino nascido em Geréba, hoje, Suíça, chamado Jean-Jacques Lussot. Lussot tem uma obra, um livro, chamada Emilio, que é um livro sobre educação e formação, em que ele busca fazer uma experiência. Lussot tem uma frase que traduzida, de uma hora mais direta era assim, a pessoa nascibou a sociedade ocorrompe, a pessoa nascibou, e ela é corrompida depois pela sociedade. Tudo mundo ao nascido é bom, no desejo, na intenção, mas depois pouco a pouco ela vai sendo desturpada, vai degenerando. Lussot faz uma experiência, de como é que se iduca uma criança, que é ao ser formada fora do grupo social, ela preserva a sua pureza. Mas ele faz a experiência só literalmente, e não na prática, aí esquecendo, e a obra é boa para nos provocar, mas esquecendo algo decisivo. São dois dos movimentos, nasceu, já com uma possibilidade de coisas, mas é pernerada a circunstância que eu encontrei. Por exemplo, eu até 10 anos de idade nunca tinha sido televisão, porque na minha cidade não havia TV até até 10 anos de idade, mas que não tinha na minha casa. O que a gente fazia em casa a noite, dado que não tinha TV? Conversava, ouvia Rádio e Lia, Lia em conjunto. Eu não nascico essa capacidade, mas eu fui formado numa circunstância, mas eu nasci com uma capacidade boa de visão, isso é genético em mim. E eu já vi isso, que eu não estou de óculos agora, nem em uso lente, nem em fície do dia. Ora, para quem lia a noite, numa época em que a iluminação não era assim tão decisiva, ter uma visão boa, geneticamente, me favoreceu. Eu tenho algo que me favorece, não que eu faço, eu tenho uma caixa toláxica boa, e a minha voz é boa para ser professores. É Rádio, para estar em português, para dar bronca infin e ineto. Nesse sentido, de nada diante eu ter nascido com uma voz que seja boa, você não pudesse ir ao casião de formala. De nada diante eu nascer com um talento para usar um termo antigo, para pintura uma visão espacial melhor, se eu não tiver circunstância, não é que vai favorece-lo. Nesse sentido, eu acho que é recípico. Eu vou usar o termo técnico agora. O genótico, isto é aquilo que vem comigo, ele encontra o fenótico, que é aquilo que está fora de mim. As duas coisas têm influência. E um dia, perguntei ao doutor Dra. Jovarela, eu estava entravistando ele numa conversa, se ele com a experiência todo que teve, genial, maravilhosa, uma pessoa do bem. No antigo Carandirú, na peritensiaire de São Paulo, que encontrou tantos pessoas que estavam ali a parte, se ele acreditava que tinha gente que nascia a mar e não tinha correção. E ele disse que ele não achava que alguém nascia mal, mas que ele achava que muitas pessoas que ele tinha encontrado não poderiam ser corrigidas, isto é, não tinha como tirar dela aquela condição. E eu fiquei muito triste nesse dia, não com o doutor Dra. Jov, mas com essa possibilidade, porque começou educador, minha atividade ia ajudar a formar pessoas e me formar. Uma das nossas crianças nós pode estuar, de propósito, em achar que tudo tem alternativa, que ninguém se perderá. Mas há os dois movimentos. Guimarães rosa, trazia isso, o próprio machado de assist, trazia uma reflexão que é o traduzo do seguinte modo. Não é o casião que faz o ladrão, é o casião apenas ou revela. A decisão de ser ladrão não é anterior ao o casião, despo de vista, há dois movimentos. Por isso é preciso mexer naquilo que é a condição de vida de uma pessoa e, por outro lado, levar em conta aquilo que ela é atávico, que veio de personalidade e outras coisas, mas que é uma questão difícil e com a qual a ciência lida bastante. Talvez a tua geração, dado que você é mais jovem, encontram a resposta aqui, a minha, e tudo que vem de nós, ainda não encontrou. Professor, que episódio maravilhoso, hein? - Que bom. - Maravilhoso. Mas é episódio, por isso que ele é bom. Isso é, ele não acontece de modo contínuo. - Ele acaba. - Isso, ele é o episódio. E, como pergunta final, eu queria que você respondesse para toda a turma que tem aquela impressão que, "Pô, toma isso em direção, tô me sentindo perdido." Eu volte meio com o nobra a minha caixinha ali no Instagram. Essa é clássica, a reserva monte de pergunta. O que que você faz, caiu? 40 anos, não sei o que faz. Estou perdido. Me sinto, "Pressas pessoas, que elas estão, qual é assim com modação?" Ao filósofo norte-americano, no Brasil, nós não temos tanta filosofia norte-americana, mas um deles, nasceu e boston. Isso facilita o aviso dele, porque ele se odou em Harvard depois. Chamam-se "O Aldo Hermeson." "O Aldo Hermeson." A gente se chama de Hermeson, tem filosofia. Ele é do início dos séculos anais. E ele tem uma expressão que eu sempre recomendo, com alguém diz assim, "Eu tô perdido." Não sei o que eu faço, etc. De seguinte, "Siga Hermeson." Ele dizia, "Torna-te necessário a alguém." "Torna-te necessária a alguém." Se você e eu estamos perdidos ou perdidos, é preciso que a gente se encontre sendo necessário ou necessária para outra pessoa. E eu não posso ser necessário só para mim, tem que necessário para outros pessoas. Nesse sentido, a pessoa encontrar a maior facilidade nesse caminho se ela se tornar necessária. Se ela for inútil, para outro, ela será inútil para ela mesmo. Portanto, ela é uma pessoa com uma vida sem utilidade. Uma das coisas mais fortes e mais difíceis é exatamente quando você foi. Nós encontramos perdidos. Por isso aqui, o gato de Xixiair diz para a Alice, quando ela dispondo e vai a essa estrada. Ele diz ponte-seguei. Ela falou, "Não sei, eu tô perdida." Ele diz, "Pakei não sabe, ponte e vai, qualquer caminho serve." Se eu entendo que eu preciso me tornar necessário ou necessário ou de pessoas, aí eu começo a encontrar meu caminho nessa hora. Isso será que rende do ponto de vista monetário? Não necessariamente. E eu, como é que eu faço para me sustentar? Bom, se você tiver a condição de procurar o que te torna necessário para outra pessoa, tenho sustento virar. Porque ninguém deixa de recorrer a quem ela precisa, certo? Nesse sentido. Mesmo a filosofia, que é a minha atividade, que é como se as com muita gente, é uma coisa inútil. É algo que, até algum tempo, quando alguém queria dizer para o outro, que ele não fazia nada que precisar, isso é coisa de filósofas. Portanto, os dois coisas gostam de fazer, até a filosofia, a tecnologia criou uma coisa magnífica, desespera, fastio, tédio, pergunta sobre a vida. E aí quem veio, tava lá no quarto trancada, aquela tinha velha, que apresou nada, de dizer, a chamada filosofia, aí chamaram passá-la. Da sala veio para rua, da rua veio para o Poy de Castes. Palmas, tá bom, isso vai ficar de contela, pra vocês. Temos um presente pra você, da Caffeiname, nosso papiço dele, com alegria. Tá, tem o. Isso, era tomado, supercofe, tem o coalho, tem o paranaense, o sublimin, esse wine é maravilhoso, então, primeiro, eu quero agradecer a tua participação, foi estupendo. Um tempo todo, pra quem tá em casa, todas as redes sociais do Professor Mara-Charles de Contela, tem uma quina descrição. Obviamente, eu tenho certeza que ele já foi impactar por igual a mensagem dele, mas caso você não siga nem alguma plataforma, esse é o convite, é maravilhoso. E considera suas sinais, mensagem final, pra toda a galera. Já mais, já mais, aguarde, pra dizer, já foi tarde, pra mim, já mais. Eu quero que, no dia que nós não nos encontramos, se seja capaz de dizer que falta faz, que falta faz, isso vale pra mim, e pra você. Mas tem um conselho que eu estou dando, porque vale pra qualquer pessoa, pra mim também, e ele vale mais ainda no mundo de tecnologia, minha avó rosária. E eu vou dizendo isso em todos os lugares que eu posso, minha avó rosária, voa italiana, desia, tudo que não souber desligar, não ligue. Ou, vou dizer, pode dizer, é um resultado chinês inventado, diga, esse não é inventado. O chinês dizinha, você nunca tente cavalgar um tigre, porque depois que você sobe, você não consegue ficar em cima e não consegue descer. Então, só tenho uma decisão a tomar, cavalgar ou não, isso vale pra tecnologia e inteligência artificial, nunca tente que montar o cavalgar um tigre. Isso não desce e nem fique em cima, só existe uma escolha, se sobe ou não. Claro, se você gostou de falar de senhores, você aí acompanhou nosso episódio, compartilhe, comente, curte, siga os canais, como você fez isso, que é um prazer te encontrar toda semana em papos gostosos, produtivos, inteligentes, com o grande objetivo, contribuir nos seus projetos. Até semana que vem, fica com Deus, e tchau, valeu!

Podcast Summary

Key Points:

  1. Propósito não é um dom, mas uma construção cotidiana que requer reflexão interna e ação.
  2. O "como" fazer algo deve ser antecedido pelo "porquê", evitando uma vida robótica e sem sentido.
  3. Propósito e sucesso verdadeiro estão ligados à autenticidade, mérito e contribuição para os outros.
  4. A mortalidade e a finitude da vida são incentivos para viver com intencionalidade e buscar significado.
  5. Felicidade é experimentada na alternância, não na permanência, e depende de ausências e desejos.

Summary:

A discussão, conduzida por Mario Sérgio Cortela, explora a busca pelo propósito como uma construção ativa e não um destino pré-determinado. Ele enfatiza que o propósito está intrinsicamente ligado ao "porquê" de nossas ações, que deve anteceder o "como", prevenindo uma existência automática e sem sentido. Cortela argumenta que encontrar propósito exige reflexão interna, disposição para sair da zona de conforto e evitar a "servidão voluntária" de seguir scripts alheios.

O sucesso genuíno é apresentado como consequência de uma vida autêntica e meritória, medido pelo impacto positivo nos outros, não apenas por conquistas materiais. A consciência da mortalidade é vista como um motivador essencial para viver com intencionalidade. Por fim, a felicidade é entendida como um estado que depende do contraste e da alternância, não da posse contínua, realçando a importância do desejo e da ausência na experiência humana.

FAQs

Propósito é aquilo que se coloca adiante para buscar, o que motiva e dá sentido às ações, sendo uma construção cotidiana e não um dom reservado a poucos.

É necessário tornar-se útil ou necessário para outras pessoas, refletindo internamente e questionando o 'porquê' das ações, em vez de apenas seguir scripts prontos.

O propósito é o caminho para um sucesso verdadeiro e meritório, enquanto o sucesso sem propósito pode ser vazio, baseado apenas em aprovação externa ou material.

Muitas preferem a 'servidão voluntária' de seguir ordens ou rotinas alheias para evitar a responsabilidade e o desconforto de buscar e refletir sobre seus próprios objetivos.

Reconhecer a mortalidade orienta a viver com mais intencionalidade, buscando uma vida honrosa e decente, para que ao partir ninguém diga 'já vai tarde'.

A felicidade depende da alternância entre presença e ausência, como o prazer de matar a sede, enquanto a continuidade anula a sensação, tornando-a mecânica.

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