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Comece a dançar e você verá como a música te alcança

60m 0s

Comece a dançar e você verá como a música te alcança

A transcrição discute a frustração de não honrar compromissos consigo mesmo, comparando-a a uma amiga que sempre falta à academia, o que corrói a autoconfiança. A solução proposta é tomar uma decisão consciente: ou se desiste claramente de um projeto ou se começa a agir, pois a procrastinação diária esgota a energia vital. A mensagem central é que a parte mais difícil de qualquer empreendimento é o início, como dar o primeiro passo, escrever a primeira palavra ou iniciar uma conversa difícil. Superar essa resistência inicial é crucial, pois o cérebro prefere a zona de conforto, mas o crescimento pessoal exige desafiar esse estado. A autora também explica a origem do nome do podcast, "Bota pra Fora", que tem um duplo sentido: literalmente calçar as botas para sair da zona de conforto e metaforicamente expressar sentimentos de forma crua e curativa. Por fim, ela enfatiza a importância de se ter uma intenção clara e genuína ao iniciar qualquer projeto, pois motivos externos (como agradar outros) levam à inconsistência e ao esgotamento. O objetivo do podcast é criar um espaço íntimo para reflexões autênticas que inspirem os ouvintes.

Transcription

10521 Words, 56641 Characters

Portuguese
Chega, a caboça palhaçada. Sabe o que a gente faz quando a gente não aguenta mais, conviver com a nossa versão que não faz alguma coisa? Que a gente deseja muito, a gente faz. Ou se a gente não for fazer, pelo menos a gente decide que não vai fazer, ou decide que vai deixar de estande-bai. Mas é muito frustrante dormir, acordar todo o santo dia, com uma manuela que se compromete e que soem em fazer uma coisa, e que no dia seguinte não faz, e que no dia seguinte não faz de novo, e que no outro dia continua sem fazer. Chego uma hora que a minha autoconfiança vai pro lixo. Imagina que todo dia você combina com uma amiga que vocês vão pra academia de manhã cedo. Você, a ontônia, combinou com a Julia, que vocês vão acordar e vão treinar. No primeiro dia, a Julia não vai. No segundo dia, a Julia não vai. No terceiro dia, a Julia não vai de novo. Cara, vai chegar um momento que você vai desistir de chamar a Julia, que você não confia mais no compromisso que ela teve com vocês duas. A mesma coisa acontece com a gente individualmente. Eu gosto muito de fazer esse exercício de quase que me deslocar, assim, me descolar de mim mesma, como se eu tivesse me vendo, como uma segunda pessoa. Entender que, cara, tudo que eu faço volta pra mim. Então, se todo dia me comprometo a fazer alguma coisa e não faço, "Cara, o que eu estou fazendo no final das contas é acabando com a minha autoconfiança, acabando com a minha confiança em mim mesma. Eu estou me deixando na mão." Eu acho que não tem problema. Em algum momento, a gente pode falar da diferença de fracassar e desistir, que eu acho que são duas coisas muito distantes. Mas não tem problema nenhum, simplesmente decidir que, cara, eu sonhei e delizei, projetei aqui alguma coisa, mas não quero mais fazer, não faz sentir, não vou parir esse projeto, sabe? Tá tudo bem decidir não fazer por alguma coisa. Mas, inclusive, é melhor decidir que não vai fazer do que fica nessa de todo dia se enganar, a falar do que vai fazer vai fazer e nunca faz. Porque pelo menos você tira da tua frente que eu ali, sabe? Pensa que tudo que a gente fala que vai fazer e não faz, a gente tem uma energia vital, nossa, que está sendo direcionada, que está sendo acumulada para aquela coisa, nesse caso, para não fazer, né? Quando você simplesmente fala, "Cara, beleza, não vou mais fazer, não faz mais sentido para esse momento, a manuela que delizou esse projeto lá atrás não é mais manuela de agora, não vou mais fazer." Ponto, fim, acabou. Você deixou de alocar uma energia de desperdição, uma energia, numa coisa que você não tava tão direcionada, tão inclinada para fazer. Fé, fim da conversa. Ou então você pode decidir que "Cara, você ainda quer fazer essa coisa, mas não é para um momento, sabe?" Tem uma coisa que está muito presente na minha vida agora, quer de me perguntar o que o momento pede. E às vezes você quer muito fazer alguma coisa, só que não é para aquele momento. E se você fica de novo alocando a energia todo o santo dia de falar que você vai fazer e você não faz, você está podando totalmente o seu autoconfiança e você está de desperdição da energia. Então você pode falar "Não vou fazer agora, vou deixar aqui no meu backlog, na minha caixinha de desejos, e no momento certo eu vou voltar para isso." Mas de novo você para de desperdiçar a energia, pensando numa coisa que você não vai fazer agora. Ou então, o que nesse caso agora é o melhor dos mundos, você simplesmente senta a bunda e começa a fazer. Chega uma hora que você não aguenta mais, acordar com a sua versão que não realiza, que não faz aquela coisa. E é quase como se você tivesse sentado um tipo "na raiva", na raiva não é bom sentido. De tipo "Cara, chega, chega". Eu sei que isso é importante, isso parte de um desejo muito genuino. Eu quero realizar isso. Então, o que está faltando? O que que eu preciso? Que resistência toda é essa, sabe? Eu estou a mais de um ano falando que eu vou criar esse podcast fazendo tudo de importante para criar o podcast, que é "Cara contratar uma pessoa para fazer a identidade visual". É ficar década a expansão em qual seria o melhor nome. Escrever vários roteiros, vários episódios de noção. Tudo que vocês possam imaginar, num processo de construção de um podcast ou fich. O que eu não fich? Sentei, abri o gravador e comecei a gravar. Aí é aquela coisa, né? Qual é a parte mais difícil de escrever um livro? Senta aí, começar a escrever. Qual é a parte mais difícil de começar a treinar? A Maraltenes e a Pra Academia. O que é a parte mais difícil de começar a um podcast. Senta aí, começar a falar. É quase como se você tivesse dirigindo um carro, sabe? Depois que você tira ele do ponto morto, em gata a primeira marcha, cara, todo o resto, fui. Vai indo. Às vezes com um pouco de resistência, às vezes com alguns obstacos, isso sempre vai acontecer. Acho que é parte do desafio. E que bom que é assim, né? Significa que a gente está aprendendo algo novo, que está se desafiando, que está a seção do parte de novas dos nossos cérebro e, enfim, desenvolver uma habilidade. Mas a parte mais difícil sempre é sentar e começar. Sempre é falar a primeira palavra. Sempre é a cara, sabe como você está? Querendo muito ter uma conversa importante com uma pessoa. Uma conversa que você sabe que vai ser difícil. E aí você fica post-tergando aquela conversa, post-tergando aquela conversa, diando aquela conversa, e a conversa nunca sai. Cara, qual é a parte mais difícil? É você mandar uma primeira mensagem ou você olhar no olho dessa pessoa e falar, "Preciso conversar". No momento que o diálogo inicia ou que você vomita as primeiras coisas que estão guardadas no teu peito, no teu coração, todo o resto, flui. Quando você vê, você já está no desenrolar daquela conversa, ou você já está trocando, ou você já está dialogando, você já está a se expressão, ou tentando entender o émarenado de emoções dentro de você e escutando o outro. Mas esse primeiro impulsion. Se colocar para fora, chamar para conversa iniciar é sempre mais difícil. Isso é para tudo na vida. Sabe que não tem jeito, amiga? A gente precisa vencer essa resistência inicial. Se não a gente não vai fazer, "Oh, comecei a me emocionar já". Se não a gente não realiza nada no mundo, nada. A gente fica. é muito mais fácil. Apelar para o conformismo de continuar no mesmo lugar é muito mais simples. E assim, é cientificamente provável. O nosso cérebro não quer desafio, ele quer manter a gente vivo. Tudo que ele pode fazer para a nossa sobrevivência, é o que ele vai fazer, qualquer coisa que seja mais que isso. Ele não quer se cansar, sabe? Mas ninguém está aqui para a cara. Respira com a meio do urmina. A gente veio para o mundo para evoluir, para aprender, para construir coisas. Então, a gente precisa desafiar o estado natural do nosso cérebro que é só manter a gente vivo. Entre algumas aes, para explicar para a lado. Mas aí, que a vida acontece, aí que a vida começa a se movimentar. Quando a gente vence, essas resistências iniciais, e depois tudo fui. Eu tenho no meu plano de fundo do celular, é uma imagem que diz a seguinte, "Comoce a dançar e você virar com uma música te alcança". E é isso, as vezes a gente esquece que o importante é colocar o corpo em movimento. É o que eu sempre falo. Movimento gera movimento. Então, começa a dançar. E você vai ver como a música vai te buscar, como a música te alcança. E olha que ironia, né? Eu fiquei muito tempo tentando decidir qual seria o nome, desse podcast. E um dia eu estava tomando banho na casa da minha mãe. Eu fiquei tipo, "Caralho, pucos, não consigo, chegado". Nada me satisfazia sem por cento. E eu estava, cara, procrastinando. Isso é um ano atrás, tá gente. Então, vocês veem que na época a resistência que eu colocava era não tenho um nome ainda. E faz, pelo menos, um ano que eu decidi esse nome ainda, assim, eu não fiz. Então, vocês veem que, na final das contas, a gente fica o tempo todo tentando colocar obstáculos pra legitimar o porque a gente não faz alguma coisa, né? A gente vai entrar um pouco nisso, acho que é o tema principal do episódio de hoje. Mas a gente queria falar sobre isso, sobre a cironia. Eu deixo colhido o nome e bota pra fora. E eu mesmo não tá botando pra fora, né? Vocês tão escutam, ver a chuva. Eu tô numa ilha, gente, nas filipinas. E não para de chuveia, mais chuva assim. É até um poral, 20-4 horas por dia. Uma chuva tropical é bem húmedo, bem quente, mas não para de chuveu, dia todo. É até em pestaia, de real. Mas tá uma delícia. Tá aqui, desespero que vocês consigam escutar esse chuva. Bom, mas por que o nome bota pra fora, né? Que isso aqui dá um pouco de contexto. É por dois motivos. Na verdade é um jogo de palavras que eu encontrei. Nesse dia que eu tava tomando banho na casa da minha mãe, eu falei, "É isso! Bota pra fora!" E por que? Eu viagem o mundo sozinho. O seu nome, de já, tem quase 2 anos, não é fazer 2 anos, mas que vem, eu saio em março de 2023. E eu gosto muito de fazer trilha. E eu sempre faço trilha com uma botinha, que é bem parecida com essa botinha que tá aí na imagem. Então, o primeiro significado do bota pra fora é a bota, o calçado, pra fora, no meu caso, do país, né, pro mundo, mas que, de uma forma sembólica, é pra fora de qualquer lugar que te acorrente, sabe? Pra fora da sua zona de conforto. Pra fora dessa zona que não provoca mudança. A gente subestima muito o ambiente que a gente vive. E a gente pode não perceber, mas no lugar que a gente tá, existem muitas projeções sobre quem a gente é, sabe? Então, por exemplo, se na sua família você é uma pessoa mal-morada, ou você é vista como uma pessoa mal-morada, quase que, inconscientemente, você se vê o tempo todo, querendo garantir a manutenção dessa característica que naquele ambiente você é conhecida por. Se você no trabalho é uma pessoa super organizada e é conhecida por ser uma pessoa super organizada, existem projeções das pessoas vasem parte daquele teu ciclo de que você é a pessoa organizada e o tempo todo você está gerando manutenção a continuar sendo a pessoa organizada. Isso é muito perigoso porque deixa muito pouco espaço para a gente descobrir novas versões e novos traços de quem a gente é. Então esse movimento diz de ir para fora, de colocar o pé para fora, de se movimentar, ele é muito importante porque é ele que vai permitir que você viva para além dessas projeções e que que você se reconheça num lugar que até você não sabia. Então às vezes você vai sair desse ambiente, vai descobrir que você é uma pessoa super bem-mourada ou que você é uma pessoa super extrovertida ou que você está super extrovertida, só que naquele ambiente você não poderia colocar, ou não tem dia que existe espaço para colocar isso para fora. Então essa primeira característica do nome bota para fora é muito isso, assim, botar o pé para fora dos lugares que de alguma forma nos oprimem, sabe? E o segundo que na verdade é talvez mais importante, que foi o primeiro que me veio na cabeça, só depois que eu fui fazer a analogia e entender que tinha um duplo sentido, essa expressão que a gente usa desde sempre, eu acredito que seja uma expressão usada em cara, basicamente o Brasil inteiro, em todos os ciclos, que essa coisa de você botar para fora o que está sentindo, quase que num processo de vomitar, sabe? Eu acho que a gente fica muito pressionado à querer ter os nossos sentimentos e as nossas emoções, sobretudo no corpo de uma mulher, muito bem elaborados antes de falar sobre eles. O processo terapêutico acaba sendo sobre isso, mas ali é um ambiente profissional, você está num lugar de paciente, de cliente, eu acho que quando a gente consegue colocar para fora o que a gente está sentindo, é um ambiente que a gente se sente confortável para simplesmente ser, simplesmente vomitar, simplesmente falar sem essa obrigatoriedade de ter tudo muito bem esclarecido esse é o primeiro passo para cura, é o primeiro passo para compreensão e para mudança. Então eu quero muito que seja um espaço íntimo informal mesmo, sabe? De colocar para fora e é parte do momento que a gente se escuta, que a gente fala, a gente vai dando contorno, a gente vai dando forma para essas emoções. Esse dia, eu escutei uma frase que era assim, eu me curo em voz alta para que os outros possam se curar em silêncio. E eu acho que embora a gente troque muito, adoro conversar com vocês, acho que é uma das coisas que mais me dá a tesão, esse podcast vai ser meio que um monólogo, né? Eu aqui vou me tão do e falando, mas o principal objetivo é que vocês consigam de alguma forma se reconhecer no meu processo, porque quando a gente se reconhece, a gente não se senti sozinha e a gente vai aprendendo com os processos umas das outras, sabe? Então às vezes eu vou trazer uma coisa aqui de uma vivência muito particular, mas que você vai conseguir relacionar com alguma coisa que você esteja passando na sua vida. Então o principal ponto do podcast eu consegui de alguma forma assim, deu uma luzinha, sabe? Dentro de você, para que o seu processo seja um pouco mais leve, que a gente consiga ser mais gentil com a gente mesma. O que o mundo e o papel mercado faz com as mulheres é muito triste, é muito feio, acho que a gente é muito incentivada estar nessa caixa da perfeição o tempo todo, e quando a gente quer sustentar um lugar de perfeição, acaba sobrando muito um pouco espaço para a gente se descobrir, sabe? Para a gente se compreender, para a gente se entender, para a gente se questionar. E eu admiro muito essa característica minha, sabe? De não ter. Eu não tenho pretensão nenhuma de estar numa caixa de perfeita, eu vou me contradizer em algumas vezes, eu posso suar hipócritas em outras, mas eu entendo que eu estou no meu processo de construção e de amadurecimento. E eu não estou falando isso para a legitimar besteiras que eu posso eventualmente fazer. Mas para me colocar numa posição de ser humano, é isso, todo mundo tem as feias sombras, todo mundo tem seus lados feios, e reconhecer esses lados feios é o primeiro passo para a gente melhorar, para a gente evoluir, para a gente se curar. Então, quando eu falo do bota para fora, é exatamente isso, um movimento de "cara, fala, coloca para fora, e realmente vou me tocar aí e vamos entender". Então é isso, eu queria dar um pouco de "insumo", de "don de vem" esse nome para que vocês se sentam um pouco mais próximas também, e dizer que é um espaço realmente muito íntimo, muito pessoal, estava sentindo muita falta de conseguir me expressar para além de um minuto e meio lá no Instagram, ou, cara, cinco minutos no TikTok, acho que em muitos momentos eu acabo podendo muito a minha autentidade, a minha forma de me expressar para caber num formato que muitas vezes não me atende, então acho que eu pode que a gente vai ser um lugar onde vai existir mais essa liberdade, a gente vai se sentir mais próxima também, acho que vocês vão conseguir entender um pouco mais como a minha cabeça funciona, porque eu espero que se seja aqui um lugar onde eu vá, cara, tá garela, tá garela, tá garela, quase como se você estivesse indão, trou da minha mente. Inclusive, para quem tá chegando pelo podcast, "Oi, eu sou Manu, eu já crio conteúdo para internet, vai fazer quase 2 anos, quando eu saí para viajar o mundo, e eu falo sobre viagem, principalmente, mas eu digo que a viagem é quase como o plano de fundo das minhas do meu conteúdo de verdade, sabe? É como se cara a viagem ela fosse um palco onde todas as minhas reflexões e que acham namentos acontecem. Então embora eu falho sobre viagem, eu nunca quis que viajar fosse o ponto focal do meu conteúdo, que eu acho que a viagem é o que sustenta o meu florecer. Então eu comecei falando principalmente sobre viajar a sozinha como uma mulher que é um negócio que mudou completamente a minha vida e me ajudou em muitas frantes diferentes, mas eu entendo que viajar sozinhas vezes não é a praia de todo mundo. E eu espero que as coisas que a gente discute aqui, esses processos de reflexão que eu coloco muito no Instagram e no TikTok também, eles sejam um pouco mais universais. Mais de forma geral, o meu conteúdo, ele fala muito sobre viagem sozinha, eu tento tirar um pouco dos estereotes porque existem relação a medo, a países que são muito injustamente julgados e mostrar que viajar não é tão difícil, tão complicado como as pessoas acham. Mas eu tenho feito muito essa combinação, a viagem de novo, como um pano de fundo, mas as reflexões como uma coisa que possa abraçar mais gente. E esse espaço aqui do podcast ele acaba sendo mais iniciativa nessa direção. Obvio que a viagem vai estar muito presente aqui, o nome bota pra fora também sugere e pretende abraçar essa frente que faz muita parte da minha vida. Eu não tenho casa, eu não sei onde eu vou dormir amanhã. Eu, cara, todo tempo todo pipocando, de um lugar pro outro, então viajar faz muita parte de quem eu sou. Então, óbvio que vai estar presente, muitas as coisas que eu vou trazer aqui, elas surgem de um ponto específico da viagem, talvez grande parte delas, mas não é 100% foco, sabe? O que o foco é mais o suco que a viagem proporciona. Bom, depois dessa falação toda, eu comentei aí que, cara, eu tô há mais de um ano projetando isso em ando com esse momento aqui, que eu tô gravando esse primeiro episódio e de lançar o meu podcast. E ao longo dessa jornada de muita resistência, eu aprendi muita coisa. E é isso que eu queria trazer hoje aqui. Eu espero que você consiga sair desse episódio um pouco mais consciente de quais são os pontos importantes de olhar quando você se vê muito empacada ou paralizada na efetivação ou nessa. nesse processo de parí, mesmo, alguma coisa e inspirada, inspirada, provocar a mudança na sua vida. Então, baralhá, eu separei aqui algumas coisas que eu identificei como obstáculos e desafios e a primeira delas é sobre a intenção. Eu acho que, antes de tudo e mais nada, quando você está pensando em fazer alguma coisa, é muito importante ter claro o porquê que você quer fazer aquilo. E porquê que sou importante? Porque é justamente o porquê que vai te manter consistente. E quando eu falo consistente, tem uma coisa que eu defendo muito, que é. Não necessariamente uma decisão que você tomou hoje, precisam uma decisão pro resto da sua vida. Precisam ser uma decisão de longo prazo. Longe de mim, defende essa ideia. Inclusive, eu acho que é uma ideia muito ultrapassada. Mas, se você não tiver uma intenção muito clara do porquê você está começando alguma coisa, muito dificilmente essa coisa vai ter algum grau de originalidade, de propósito, de sentido. E, mais dificilmente ainda, você vai, cara, passado o primeiro mês com felicidade, com animação, sabe? Pode até ser que você sustente isso pro resto da vida. Mas se o porquê não tiver muito clara, você vai sustentar de uma forma adoecida. Então, a primeira coisa, antes de começar os passos mais operacionais, burocráticos ou práticos mesmos de alguma coisa, é você se perguntar porquê que eu quero fazer isso. E aqui é muito importante a resposta ser muito honesta. E porquê eu digo isso? Porque é muito fácil que o seu motivo para querer fazer alguma coisa não parta de um desejo seu, de um desejo genuino de realizar algo por você. E sim, por alguém ou por alguma coisa. Então, quando você se faz essa pergunta, "Cara, por que que eu quero entrar na faculdade de medicina?" É porque o meu sonho é semédica? Porque a minha missão de vida é semédica? Porque eu sou apaixonada pela profissão? Ou é porque eu acho que meu pai vai achar incrível? Ou porque o meu pai é médico? E é ficar super orgulhoso? Ou porque é uma profissão que paga muito dinheiro? Ou porque aos olhos da sociedade semédico carregam os tatos específicos? Porque se a resposta for qualquer coisa diferente de porque eu quero ou porque eu entendo que é importante, a gente tem um problema. Só você deita a cabeça no travesseiro à noite e dorme a corda consigo mesma. Eu acho que é um tiro no pé e eu já fiz isso muito, tá? O meu nome da minha vida toda, eu fiz muito isso. Fazer alguma coisa por alguém ou por alguns tatos ou por uma posição ou por alguma coisa. E só eu sei a dor que eu carregava todo dia quando eu deitava a cabeça no travesseiro e eu sabia que eu não dava fazendo por mim. E eu acho que sim, alguns momentos da nossa vida a gente vai se ver querendo fazer coisas por outras pessoas ou por outros propósitos além da gente. E que são legítimos, tá? Não me leve a mal. Mas o ponto que eu quero trazer aqui é que isso precisa estar muito claro. Pode ser que o seu sonho de entrar na faculdade de medicina não seja porque você quer ser médica, mas porque você quer dar o orgulho para o seu pai. E isso é legítimo, de novo, não está em problema. Você vai deitar. Eu acho que é um negócio que vai te trazer muita frustração. É um negócio que no longo prazo, cara, vai te adocer. Mas se você entende que a intenção da orgulho para o seu pai é a intenção mais legítima que você poderia ter para realizar alguma coisa, tudo bem. O problema não é esse. O problema é você se enganar achando que você quer fazer alguma coisa por um motivo, só que na verdade quando você se perguntar o porquê é mesmo. E você for o ameixe, tá consigo mesmo, ou você vai ver que o motivo é outro. Então, banca a sua decisão, sabe? No sentido de "cara, beleza, quero fazer medicina por relçone do meu pai". E eu tô consciente que eu tô escolhendo realizar o sonho do meu pai. Quando a gente traz clareza do porquê que a gente quer fazer o que a gente faz e qual a intenção por trás dos nossos atos, fica muito mais simples a gente sustentar essa decisão. E a gente reconhecer o porquê dela. Quando eu estava no mundo corporativo, uma pessoa me falou uma coisa muito importante que eu levo pro resto da minha vida junto comigo, que é. Manu, existe a intenção, a ação e a percepção. Você nunca vai conseguir controlar a percepção do outro. Você nunca vai conseguir controlar a forma que o outro recebe o que você faz. A única coisa que você tem um pouquinho de domínio é a forma que você opera, que é a sua ação, e a tua intenção, que é o porquê que você fez determinada coisa. Como o outro vai receber é problema dele. A gente esquece que cada indivíduo é um universo, é uma galáxia. E a gente nunca não importa. Você pode ter a melhor intenção do planeta, você pode agir da forma mais espetacular que um ser humano, seria capaz de imaginar. Ainda assim, a forma que o outro recebe não está nas suas mãos. Se você viver querendo controlar a percepção do outro, fudeu. Fudeu, você vai viver uma vida frustrada, eu é vida que não é sua. Então, foca no porquê que você faz o que você faz e dá o seu melhor para você executar isso de uma forma. Como é que você pode com os verbamentos que você tem acesso agora? Mas esquece a percepção do outro. Não coloca a percepção do outro na equação de definir o que você vai fazer. Porque se não cara fudeu, você já começa errado, sabe? Você já começa a definir o que você vai fazer de um lugar externo. Olha que merda. Quando isso parte de cara algo seu, o que pulso, ter ocuração, algo que cara faz sentido para você, para te ter certeza que vai ter gente que vai se beneficiar disso. E não está na sua mão controlar como o outro vai receber, nunca vai estar. E aí, essa última coisa que eu queria falar aqui no bloco de intenção, talvez, contradiga um pouco. O que eu falei ali em cima sobre se você quiser fazer pelo seu pai, por exemplo, faça, mas faça de uma forma consciente. Que é. Cara, continua acreditando isso. Você pode fazer pro seu pai, se você acha que essa intenção é legitima, não tem problema nenhum. Mas existe muito mais beleza, leveza e tesão de fazer alguma coisa. Quando essa coisa está ligada com o seu excitement, sabe? Essa palavra é um pouco difícil de traduzir pro português. É um termo inglês que fala sobre. Cara, é uma excitação, é uma animação, é um tesão, uma vontade, um brilho, uma cor, um pulso de fazer alguma coisa, um excitement. Quando você faz alguma coisa ligada ao seu excitement, primeiro que vai ser muito mais simples de você sustentar essa coisa no longo prazo, e segundo que você vai fazer aquilo com muito mais leveza, e vai ser muito mais simples de você superar a diversidade, sabe? Porque sempre no primeiro obstáculo que aparecer, você vai conseguir. Continuar caminhando, porque aquilo está ligado ao que pulso o teu peito, o teu coração. Eu tenho um lado espiritual, assim, também muito forte. E o excitement, pra mim, de acordo com algumas filosofias que eu estudo, é um canal de vinos. Se tem alguma coisa pulsando no seu coração, um, existe forma de isso acontecer na prática, disso ser traduzido nesse mundo físico que a gente vive, e se não, se você é capaz de sonhar, ou diz nem fala disso, se você é capaz de sonhar, você é capaz de realizar. Então, se existe alguma coisa aí dentro de você que te desperta excitement, é porque é possível concretizar essa coisa, e é porque isso é uma mensagem divina ou do universo, ou de qualquer coisa que você acredite de que esses seus caminhos. E o problema é que muitas pessoas não conseguem, não têm a coragem de bancar, esse excitement. Mas já vai falar um pouco disso, um pouco mais para frente, o porquê que isso acontece. Mas se voltar para essas suas paixões, é muito importante, para que você consiga se conectar com a intenção. Eu acho que um dos jeitos mais fáceis de você entender, porque tem gente que fala, "Cara, mas eu não sei qual é a minha paixão, não tem nada, que me brilhos olhos, tipo, "Cara, não sei da onde começar". E aí tem duas coisas que eu acho que podem ajudar nesse sentido. A primeira é você voltar para você criança, "Cara, qual era uma coisa que você fazia ou um assunto que você estudava, ou alguma coisa que você observava?" E que, cara, você nem viu tempo passar, sabe? É um negócio que realmente te brilhava muitos olhos e quando você via, você estava ali fazendo aquilo e nem percebeu o tempo. Acho que voltar nas suas paixões da criança é muito importante, para se conectar com que, de fato, nos motivas. E a segunda coisa, que é um pouco mais tangível para agora, na nossa vida adulta, e que é muito parecido com isso que eu falei, tem um conceito, um termo que se chama estado de flow. Que que é o estado de flow? É um estado que o seu cérebro atinge, onde você entra numa fluidez de fazer uma coisa. E a quase como se você entrar a ser um estado meditativo, eu tenho uma irmã, por exemplo, que é uma faziavela ou coisas artesanais. E ela, quando começa a fazer isso, cara, ela vai embora, assim, a papo deu chamar a duda em casa e ela não escutava, porque ela tá quase que entrânsi. Que é uma coisa que você faz e que quando você vê, você não pensou em nada ou não racionalizou nada durante dois segundos, que seja, sabe? Trouxa-se prazer. Que é essa coisa? Acho que isso são pistas que conseguem nos levar para o nosso ex-site. E aí, gente, vou até fazer um parentes aqui, aproveitar o que a gente tá na primeira episódio. Eu uso muito inglês no meu dia a dia, porque eu viagem, né? Eu vivo no mundo, então a língua que eu uso é o inglês. E eu estudo muitas coisas com ferramentas em inglês, né? Com livras em inglês, potecais-se em inglês, documentares em inglês. Então, às vezes eu sei que tem gente que acha muito chato e isso é de ficar trazendo palavras em inglês, mas é porque, realmente, tem algumas coisas que são um pouco traduzíveis, sabe? Então, de vez em quando eu vou jogar umas palavras aqui, mas eu prometo que você sempre traduzir e tentar deixar o mais claro possível que elas significam o que elas representam. Fecha parentes. Então, acho que no bloco de intenção é isso, assim, pensar o porque que você faz determinada coisa, lembrando que tá tudo bem, qualquer resposta que seja, ela só precisa ser muito honesta e muito clara. Lembrar desse triângulo aí de intenção, ação e percepção, tendo a absoluta consciência que você nunca vai conseguir controlar a percepção do outro e, se possível, voltar para o seu ex-seidement. Sabendo que isso é um canal com um cara com divino, é um canal com o universo, com uma força que vai além desse plano físico que a gente vive, e que ela certamente tá ligada ao seu propósito e que é realizável. Se não, você não estaria pensando nela. Ou desejando ela. Segundo ponto, vencer as resistências. E esse talvez seja mais difícil. Cara, eu estou há um ano pensando nesse podcast. Tudo o que vocês possam imaginar, de desculpa para não fazer o que eu estou fazendo agora, eu consegui, eu inventei desculpas que eu não seria catais de imaginar. De tanto que eu procrei estinei e, enfim, eu tentei encontrar maneiras de explicar o porque que eu não estava fazendo a única coisa que eu deveria dar fazendo, que é sentar e falar. Então de resistência, minhas amigas, eu entendi. A gente pode fazer um episódio só sobre isso, mas eu vou tentar ser um pouco pragmática aqui. Bora lá. A gente não fazer alguma coisa, normalmente, vem de uma crença negativa. Então, existe alguma coisa que você acredite ser verdade, que você acredita que é verdade, e que essa coisa te impede de dar um próximo passo. Então, desafio aqui é identificar que coisa é essa que está nos mantendo paradas, estágnadas. Tem um conceito que eu gosto muito, que vem de um cara que eu estudo espiritualidade, que chama "baixar", que é o mecanismo da motivação. O que ele quer dizer com isso? Você sempre, sempre, sempre, 100% das vezes está aonde você acredita que você tira mais benefício. Não existe exceção. Você pode estar num lugar de merda que você odeia, mas você acredita que esse lugar que você está, é o lugar que você está tirando mais vantagem. Se não, você não estaria. Eu sei que é um pouco difícil de entender, para quem está tendo contato com isso pela primeira vez, mas vou tentar explicar de uma forma d'atica. Às vezes, você está num lugar de merda e você fala "caralho", eu não queria. Eu falo muito para a verão, tá desculpa, mas tudo bem. Abre o paré que se espécie, paré que se fala "caralho". Eu não queria estar aqui nesse lugar de bosta, mas você está. Você está escolhendo e estar aí. E você pensa "cara, não, eu não queria estar aqui". Então, por que você não dá o próximo passo? Por que você não muda? Isso não tem a ver com o próximo passo. Normalmente, isso tem a ver com o que pode acontecer se você der o próximo passo. Por exemplo, você quer muito ter uma vida mais saudável, você quer muito começar a amalhar, você quer muito sentir melhor com o seu corpo, você quer muito cuidar da sua saúde. Mas, por algum motivo, você não vai para a academia, você não começa a fazer dieta. E não é pelo fato de ir para a academia, não é pelo fato de começar a fazer dieta, que seria o próximo passo, que é o lugar que você almeja, que você quer estar. É pelo que poderia acontecer na tua cabeça se você desce esse passo. Cara, se eu for para a academia, vão me julgar. Se eu for para a academia, vão criticar o meu corpo. Se eu for para a academia, eu vou ficar aqui todo dia e tenho a preguiça. Enfim, você não deixa de fazer alguma coisa pelo próximo passo. E sim, pode acontecer se você der esse passo. Eu estava começando com a minha irmã hoje de manga e ela estava com um cachorro do lado. Eu estava explicando para elas avelmente sobre isso. E foi o primeiro exemplo que veio na minha cabeça. Eu vou tentar traduzir aqui para vocês entenderem. O meu sonho da minha vida, o que eu mais queria agora, era ter um cachorro. Mas cara, por que eu não simplesmente saio e adota um cachorro? E compro um cachorro? O que falta para eu ter um cachorro? Cara, se eu tiver um cachorro, pode ser que o cachorro fique doente. Pode ser que o cachorro morra. Pode ser que o cachorro exige muito cuidado da minha parte. Muito tempo, tire a minha liberdade. Pode ser que o cachorro exige muita despesa, muita grana, muita investimento. Isso tudo é o que pode acontecer se você comprar o cachorro. Se você adotar o cachorro. E a possibilidade de ter um cachorro doente, de ter um cachorro que morra, de ter um cachorro que vai tirar sua liberdade, é pior do que simplesmente não ter um cachorro. Então entende, a gente não deixa de fazer uma coisa pela coisa que a gente quer, que é ter um cachorro nesse exemplo. A gente deixa de fazer uma coisa porque a gente tem medo do que vai acontecer se a gente fizer essa coisa. A gente sempre mira no pior, né? A gente sempre mira na tragédia. Então entre ter um cachorro doente ou não ter, eu prefiro não ter. Esse é o mecarrismo motivacional. Você entende que o lugar que você está agora, ele te traz mais benefício do que o lugar ruim que você poderia estar se você agisse em direção ao lugar que você quer estar. E é por isso que você não se mexe. E eu acho que uma pergunta muito legal para você tentar entender que essa coisa é pensar se o melhor acontecer, que é, eu ter um cachorro. Qual o pior que pode acontecer? Puts, o pior que pode acontecer se eu tiver um cachorro é o cachorro morrer. Pô, beleza, eu entendi aqui que um problema, eu não comprar o cachorro é o medo de eu ter um cachorro que vai morrer. Que que você quer dizer sobre você? Que que isso diz sobre suas crianças? Que que pistas isso te dá sobre os porqueis que você não compra o cachorro? Que você não faz o que você quer fazer? Isso diz muito sobre os nossos enseguranços, sobre os nossos medos. E é exatamente essas coisas que a gente precisa investigar para entender o porquê a gente não se movimenta, para entender o que está mostravando. Eu espero que tenha ficado claro. Enfim, a gente sempre está no lugar que a gente tira mais benefício e que a gente tem mais vantagem. Se você entende que você não está no lugar que você gostaria de estar, se faz a pergunta do que o pior que pode acontecer se o melhor acontecer, que é o lugar que você quer se movimentar, isso vai te dar muita pista de quais são as crianças que estão te mantendo no lugar que você está. Porque você está escolhendo está aí. Você está escolhendo não fazer. No meu caso, por exemplo, eu entendi que ter um podcast e aí era a criança que eu tinha, que eu tive que desfazer. Cara, eu entendo que ter um podcast vai me dar muita responsabilidade de ter que toda semana lançar um episódio e essa responsabilidade vai tirar minha liberdade de simplesmente poder escolher que, cara, eu não quero fazer nada essa semana, não quero trabalhar. Olha que melho. E o fato de eu pensar assim, meter as milhões de possibilidades incríveis de criar um podcast que é, cara, pode ser que eu home para caralho fazer isso aqui, eu quero toda semana fazer e lançar e falar. Por cara, responsabilidade também é uma coisa muito importante, disciplina também é uma coisa muito importante. É por causa da responsabilidade da disciplina que a gente pode ter a liberdade e que você pode escolher viver com liberdade geográfica, que você pode escolher fazer seus horários. Olha como é poderoso a gente mirar no positivo, né? Então, quando eu entendi que boa parte dessa minha resistência de não sentar e gravar um primeiro episódio, vinha de uma criança negativa que me dizia que isso ia me trazer muita responsabilidade e responsabilidade é igual à falta de liberdade, eu desfisa essa criança. Que eu falei, cara, não. Responsabilidade pode ser, sim, liberdade, pode ser exatamente o contrário. Responsabilidade pode fazer com que eu consiga tives de várias pessoas que vão ter a vida melhorada pelo que eu tenho a dizer ou que eu vou conseguir abrir, despertar luzinhas e abrir caixinhas e fazer com que as pessoas se sintam acolhidas ou vidas, melhoradas, compreendidas. Que que é uma semana eventualmente fazendo alguma coisa e que talvez eu não esteja 100% com vontade, perto de tudo que isso pode entregar para o mundo, sabe? E mesmo se tiver uma semana que eu não toco vontade, cara, quem disse que eu preciso lançar a episódio toda semana? Quem disse que eu não vou gostar de fazer isso? Então, tá vendo como a gente vai criando um monte de história na nossa cabeça só para permanecer no mesmo lugar, só para não fazer alguma coisa? Quais são essas crianças que mantém a gente travado, bloqueado, congelado, não não fazer? Que essas crianças têm a dizer sobre nós, sobre os nossos medos, as nossas inseguranças, as nossas manias? Olha que poderoso que é tentar identificar isso. É libertador, porque aí passa a ser, deixa a de ser um problema e passa a ser uma escolha, né? Pô, beleza. É o que eu tava falando lá em cima, lá no início, sobre a decisão de fazer pelo pai ou fazer por qualquer outra pessoa. A partir do momento que alguma coisa que você traz, alguma coisa para o campo consciente, cara, deixa de ser. Não adianta querer bancar a vítima, passa a ser uma escolha, cara, você tá consciente que você tá escolhendo não fazer, por isso isso. E que de novo, tá tudo bem, mas fica mais claro que você é aquela coisa, né? Você vai ter que bancar e viver, saber viver com as consequências das suas escolhas. Toda escolha tem que uma consequência. Qual é a consequência? Deu não fazer um podcast? Deu não ser um tá para começar a falar. Deu não lançar um sonho para mim. Cara, é. Eu viver como a versão minha que não realizadora. É eu, eventualmente. Cara, morchar minha autoconfiança. É eu, cara, menar a oportunidade de ajudar a pessoa, ajudar mulheres de subir no meu cachote, como diz a amônica Marteli, e, cara, botar minha voz no mundo, sabe? De, cara, cumprir a função da minha alma, de, cara, de viver em relação ao meu propósito, de me desenvolver, de melhorar, de esperenciar, de aprender. Cara, no final das contas, tudo é aprendizado. Independente do que aconteça, eu tô aqui, eu tô me desafiando, eu tô aprendendo. Então, acho que tudo isso foi motor para eu conseguir estar aqui, sabe? Foi combustível, na verdade, para eu conseguir estar aqui, finalmente, vencendo essas minhas resistências. Então, esse processo de identificar resistências, ele é muito poderoso, porque ele te dá o poder da escolha. E a escolha, por si só, é tudo que a gente precisa, para, cara, viver nesse mundo aqui, na sua realidade, então, louca. Terceiro ponto. Sai do eu, do meu ego, da minha verdade, e pensar num propósito mais coletivo. Sabe quando a gente vê várias pessoas que venceram na vida e que saíram de situações, mudaram a realidade da família? Essas coisas, e que as pessoas, o discurso, é muito ligado a "cario fix" pela minha família. Foi pelo meu filho, foi, cara, por Deus, para algumas pessoas, né? Foi pelo meu marido. Enfim, isso tudo, É um negócio. Eu acho que realmente motiva. Então, quando eu fico muito focada no eu, na minha verdade, no meu ego, no meu perfeccionismo, onde tudo é sobre mim, é muito fácil. Eu não fazer alguma coisa. Porque eu sou a minha maior crítica. Eu sou a minha maior avaliadora. Eu sou a pessoa que, cara, convive 100% do tempo comigo mesmas, cedo as minhas falta, cedo as minhas sombras, cedo os meus defeitos. É muito fácil eu me sabotar. Eu me subestimar. Quando eu entendo que o que eu estou fazendo não tem a ver comigo, manuela, e tem a ver com o outro, como a comunidade de mulheres que eu posso ajudar, eu deixo de ser tão mesquinha, de ser tão perfeccionista, de ser egoísta. Porque, cara, se eu entendo que eu tenho conhecimento, que eu tenho bagagem, que eu tenho vivência, que eu tenho coragem de falar coisas que são importantes, cara, se eu entendo que eu ia durar, ter uma conversa com a manuela de 15 anos, e mostrar um caminho para ela, que talvez torne a vida um pouco mais simples ou os conhecimentos aprendizados um pouco mais rápidos. Cara, eu tenho oportunidades de fazer isso com outras manuelas de 15, 18, 20, 25, 30 anos, que, cara, como eu, passando para essa vida pela primeira vez e aprendendo e que é brando a cara, e se eu consigo ajudar com a minha bagagem, olha que especial que é isso. Olha que importante é sair do eu, do individual, entender que isso daqui tem uma função muito além da manuela, sabe? E a quase como se eu fosse simplesmente um canal, para que alguma mensagem chegasse, em quem precisa chegar, em quem vai ser ajudado com isso. Então, esse movimento de tentar sair um pouco do porquê que você quer fazer alguma coisa e trazer as respostas sempre para você, cara, porque eu quero dinheiro, porque eu quero sucesso, porque eu quero propósito, porque eu quero visibilidade. Cara, tenta sair disso um pouquinho, saído, porque eu, eu, eu, eu, eu, eu, e pensem como você pode ajudar o outro. Porque esse é o propósito que vai ser sustentado, sabe? E quando você entende que o que você está fazendo, diz muito menos sobre você e muito mais sobre a mensagem e ajuda que você consegue colocar no mundo, isso traz muita vontade de fazer acontecer. Cara, eu hoje, literalmente, eu tô sentada aqui no chão do meu quarto gravando esse episódio por causa dessa terceira dica que eu tô trazendo. Foi exatamente isso que me fez abrir o computador e começar a falar. Eu tive uma conversa com a minha irmã hoje de manhã e eu senti que de alguma forma, com a forma que eu vejo o mundo e que eu ajo, de acordo com os meus problemas e as mil desafios, eu senti que eu conseguia ajudar ela de alguma forma e pensei, "Cara, você eu consigo ajudar a ontônia?" Eu consigo ajudar outras pessoas que estão passando pela mesma coisa que ela, sabe? Eu consigo. Ai, ó, eu já veio de novo. Eu consigo de alguma forma despertar uma luzinha em outras mulheres que podem nem saber, mas que de alguma forma podem precisar na minha ajuda. E eu não falo isso com um pingo de prepotência, sabe mesmo. Eu acho que todo mundo tem alguma coisa para ajudar. Eu acho que todo mundo é aluno e professora em alguma medida. E esse podcast é uma forma. É o canal que eu estou encontrando para conseguir ajudar e abraçar mais pessoas. Então, isso de sair das férias individual, saber que você está fazendo, cara. Pelo sua família, pelo seu eu do futuro, que seja, por uma comunidade de pessoas, é ajuda muito a sair do ponto morto. A quarta coisa é que é um pouco mais simples, mas teve um momento no ano passado que eu fiz um evento, um projeto. E no dia, assim, faltou um dia para o projeto, só tinha uma pessoa inscrito. E era um evento presencial de yoga, autoconhecimento que eu fiz com uma amiga. E aí eu lancei no Instagram, fiz uma ficha de inscrição, foi o primeiro projeto que eu fiz cobrando. Então, era a primeira vez que eu estava monetizando meu trabalho. Isso por si só já me gerava um pouco de insegurança. A gente pode também fazer um episódio só sobre essa questão de dinheiro e mulheres, que eu acho que tem aí muito suco para gente mexer. Mas, quando faltava um dia para o evento, só tinha uma pessoa inscrito. Uma pessoa que topou, se inscrevei e pagar o valor que a gente estava cobrando. E aí, a gente se viu muito perdido do tipo "cara, a gente faz ou não faz o evento?" Isso mexe um pouco com a nossa autoestima, com o nosso sensor de valor. A gente começa a se questionar onde a gente errou, o que aconteceu, o que deu errado. Enfim, acho que é normal, faz parte. E uma amiga chegou para mim e falou "manu, honra a energia que você colocou nesse projeto." Você passou aí duas semanas, pensando, idealizando, divulgando, sonhando com esse dia. Mesmo que não tenha ninguém, mesmo que seja você e sua amiga, faça, esteja lá. E aí nesse caso, quando ela falou isso, eu falei "cara, tem razão, faz sentido. Eu vou honrar a energia e eu depositei aqui na construção disso." E aí a solução que eu encontrei foi ligar para a participante que tinha sido inscrito. O nome dela está a Miris, a gente acabou virando super amiga e viajando. Ela viajou sozinho para o Peru, na mesma época que eu decidi, a gente se encontrou lá. Foi incrível, enfim. E eu liguei para a Tamíria e falei "cara, só tenho você." Se você quiser, acho que é importante você saber que se é um do evento, de vulnerabilidade, de troca, de intimidade, eu acho que era minha responsabilidade, de te ligar e te dizer que só tenho você de participante para te dar o poder de escolher. Se você quer ver ou não, se você não quiser, beleza, gente. Cancella, eu faço só com a Olivia, que era a outra pessoa, outra amiga que estava tocando comigo, te devolvemos o dinheiro e fé. Não tem problema nenhum, quero te deixar essa impulsão da vontade. E ela falou "Não, quero, vambora, obrigada por me falar." E o evento aconteceu, foi lindo, foi lindo, acabou sendo eu e a livre que a minha amiga Amíria Mítsa, que era essa outra amiga, que pensamos no evento, a minha irmã, a minha mãe, a mãe da minha amiga, e essa uma participante. E gente foi vendo, foi lindo, foi lindo. A gente sentiu muito a colhida, a gente sentiu muito conforto de ser vulnerável, foi uma troca ali, basicamente em família onde todo mundo se entendeu. Enfim, o fato de a gente ter honrado a energia que a gente colocou no desenho daquele projeto, e da duvida a ele foi muito importante. Inclusive, foi isso que deu confiança para a gente fazer as edições seguintes. Então, quando você se vê em pacada, em cara começar uma coisa, não terminar, ou desenhar o metapa de um projeto e se vê, cara, não consigo desenhar a segunda-terceira, não consigo, de fato, operação analisar, colocar em prática. Enfim, pensa que honrar a energia que você trouxe, que você depositou até que é fazer esse projeto nascer, é fazer esse projeto ganhar vida. Ou simplesmente, desse dia que você não vai fazer nada, que aquilo que eu não estava falando lá no início do episódio. Que eu acho que também é honrar a energia. Você fala, "Cara, beleza, eu depositei essa energia até aqui." E a minha forma de honrar essa energia agora é falar que não vou mais depositar, entre algumas as pessoas. De esperdíssima energia numa coisa que não faz mais sentido para esse momento. Mas eu acho que, trazendo aqui para o projeto DuPodCaste, honrar a energia dele é fazer o que eu estou fazendo agora, que é sentar aí começar a falar. É honrar a energia que eu coloquei no último um ano e meio de "Cara, dormia, acordar, juro para vocês. Todos são estudos com essa ideia de ter uma pasta, com milhares de reflexões e textos e inspirações. Qualquer conversa que eu tenho, qualquer coisa que eu leio, qualquer coisa que eu consumi, eu sempre penso. Eu vou botar isso no podcast, vou falar disso no podcast, vou trazer isso para o podcast, eu sento que pode ajudar pessoas, eu sento que pode abrir cabeças, eu sento que pode ser transformador para algumas pessoas e eu simplesmente não fazia." Então honrar toda essa energia que eu coloquei ao longo do último ano e meio é estar aqui, fazendo o que estou fazendo agora. E o que você pode fazer com que você tem em mãos hoje para honrar a energia do projeto que você vem de realizando. E por fim, acho que aqui a última coisa que eu aprendi ao longo desse processo, dessa jornada, é me desapegado como as coisas vão acontecer ou como que tudo vai se desenrolar. Eu me vim alguns momentos, por exemplo, numa onda de pensar "Cara, será que eu vou ter o que falar, o que dizer, durante todas as semanas do ano? Será que eu vou ter conteúdo, será que eu vou ter cara em sumo, será que eu vou ter em site, será que você capai de falar sozinha durante 20, 30, 40 minutos? Será que eu vou ajudar as pessoas? Como que vai acontecer? Quando eu me desapeguei do "como" entendi que caminho se conhece um dando e que todas as coisas vão sendo reveladas na experiência. No fazer, vou voltar lá para o frase do início, comece a dançar e a música vai te alcançar. A música vai te buscar. É isso. Eu não preciso ter todas as respostas ou todos os formatos para começar a fazer alguma coisa. Até porque senão que graça tem, eu sei que eu vou melhorar muito, eu sei que eu vou me desenvolver, eu sei que eu vou descobrir muitas coisas ao longo desse processo. Pode ser que, cara, daqui um ano eu escute esse primeiro episódio e eu falho "nossa, como eu evoluir, como eu amadureci e a graça é justamente essa, né? Por que a gente começa a fazer alguma coisa senão nos desafia? Se não dá um pouquinho de frio na barriga ou um pouquinho de medo mesmo?" Se eu quero já ter todas as respostas para começar alguma coisa, cara, para que eu estou começando? Se a graça tá no descobrir, se a graça tá no processo, eu não preciso achar que eu você é extremamente feliz, realizada, bem sucedida, que eu vou mandar muita brasa, descobrir um talento natural que eu tenho de falar sozinho durante 40 minutos para começar a fazer um podcast. Eu posso descobrir isso tudo no processo, sabe? E tudo é aprendizado, tudo já faz, tudo já é dar certo. Outro tema que a gente pode falar no episódio inteiro, esse conceito de o que é dar certo, né? Em muitos momentos eu me vi bloqueada em começar achando que eu já precisava ter todas as respostas ou já me senti absolutamente confortável em fazer o que eu tô fazendo agora, sabe? E quando eu mudei essa minha criança, entendi que "cara, eu vou aprender no processo e que a graça também é essa". Eu me senti mais leve para simplesmente começar, "cara, eu não preciso necessariamente, se eu não quiser fazer episódio toda semana, ou eu não preciso necessariamente estar galer lá por uma hora 50 minutos, ou eu não preciso ter ideias brilhantes, pode ser que o que eu já tenho agora na minha cabeça seja o suficiente para começar e para ajudar alguém. Eu vou me desenvolver no processo, é assim com qualquer coisa que a gente traz ao mundo, que ganha a vida, pensa em qualquer empresa que exista hoje, cara, a Apple não começou com com a iPhone 15, sei lá, que ela tem hoje. A Natalia Souza, com para dar uma das coisas que eu vou te dar, pode que eu amo, que tem aqui. Não começou o primeiro episódio dela com o tamanho fluidez. Isso é outra coisa que me ajuda também, tipo, tentava voltar nos inícios das pessoas que eu admiro, sabe? Leu um primeiro livro de um autor que eu gosto, ver o primeiro produto de uma empresa que eu admiro, escutar o primeiro música de um cantor que eu acho fantástico, ver a primeira escultura ou a primeira obra de um artista que eu acho incrível. Por que eu me coloco essa pressão de ser tão perfeita no meu primeiro episódio ou todos os episódios que vão suceder esse, se não é assim com ninguém, se a gente se faz caminhando, se a gente se faz fazendo, se a gente se descobre, a gente se aperfei soa, se a gente se desenvolve, a gente amadurasse no processo. Tem uma história que eu adoro, inclusive do Thomas Edison, que foi o cara que inventou a lampada, né? Cara, ele teve milhares e milhares e milhares de tentativas, entre aspas, mal sucedidas, de inventar a lampada até que finalmente ele encontrou a fórmula da Louise, literalmente. E aí uma vez ele foi perguntado, cara, como que você se sente tendo falhado tantas vezes? E ele responde, eu não falei, eu só descobri 10 mil maneiras como não fazer uma lampada. E olha que fantástica que essa perspectiva. Porque isso, né, o fracasso entre aspas, ele faz parte do processo de construção, ele faz parte do processo de originalidade, de inovação, sempre que você quer fazer uma coisa diferente, uma coisa nova, uma coisa que não tem uma receita de bolo ou manual de instrução, você vai necessariamente passar por entre aspas falhas, mas cada uma delas já aproxima do resultado final. Que é o que você idealizou? Então como que eu vou saber se um podcast é um formato que eu gosto de fazer e que eu entendo que ajuda outras pessoas, se eu não tentar? E se eu descobrir, cara, daqui a um ano, que você não gosta de fazer podcast, tá tudo bem, tá tudo ótimo, eu aprendi, eu me desenvolvi no projeto, me desenvolvi no processo, isso por si só já é ser bem sucedida. Eu acho que mudar um pouco o que é sucesso, sabe? Esse fascínio que a gente tem do que é ser bem sucedido, entender que ser bem sucedido vem de aprender, evoluir, experiência, cara, tão bem torna, não só o processo, muito mais leve, mas eu acho que traz muito mais coragem pra gente arriscar, sabe? Quando eu entendo que, cara, ter sucesso no meu podcast não é necessariamente o atingio número um dos mais ouvidos do mundo em um mês e sim eu recebeu uma mensagem falando "manu, aquilo que você me disse me ajudou muito e eu consegui efetivamente mudar alguma coisa na minha vida por isso". Cara isso pra mim já é o sucesso. E quando eu entendo que o sucesso é ajudar uma pessoa que seja ou aprender, cara tá aqui desenvolver uma nova desabilidade, amadurecendo pontos meus ou cara honrando a manuela que idealizou durante muito tempo estar aqui honrando a manuela que acorda todo o santo dia falando que vai fazer alguma coisa e não faz, né? Honrando não, né? É, passando a criar confiança com a manuela que fala todo dia que fazer alguma coisa e não fazer e finalmente fazer, se eu entendo que isso por si só já é o sucesso pra mim, eu me desapego, sabe? Desse peso desse sucesso grandão que colocaram na nossa cabeça. Então acho que essa história dele traduís muito bem assim, o que é o processo de construção e de aprendizado é entender que a gente não falha quando a gente falha aos olhos do mundo, quando a gente faz alguma coisa que não necessariamente teve sucesso aos olhos do mundo. Cada uma dessas falhas entriais, mas nos aproxima do como fazer a coisa que a gente quer fazer. Então de novo ele não falhou 10 mil vezes, ele encontrou 10 mil formas de como não fazer uma lâmpada. Eu queria terminar esse episódio com o poem, que é o meu poem preferido da vida, só de pensar nele eu sempre me emociono, é um poem assim que eu queria tatuar o corpo, mas acho que é um pouco grande. E que pra mim representa muito o que eu quero que você pode caíste seja. É uma, é da Rupi, que é uma poetiza escritura que eu amo e ele se chama legado, diz assim, estou de pé sobre o sacrifício de milhões de mulheres antes de mim. Pensando no que eu posso fazer pra deixar essa montanha ainda mais alta, pra que as mulheres que vieram depois de mim possam ver mais de longe. E eu acho esse poem muito lindo porque ele honra todas as mulheres que vieram antes de mim, porque eu sei que eu só tenho a possibilidade de estar hoje viajando sozinha nas Filipinas e cara falando para um gravador e postando um episódio numa rede que qualquer pessoa que quiser tem acesso. Eu sei que eu só sou capaz de fazer isso pela luta de milhões de mulheres que vieram antes de mim e me abriram esse espaço. Ai, eu sei que eu só estou aqui também pra que vocês ou pra que as próximas gerações possam ver uma vista da montanha ainda mais alto, ou seja, uma vista ainda mais bonita do que a vista que eu estou vendo. E esse é o maior legado que eu poderia deixar no mundo, que é um mundo de mulheres mais livres, mais confiantes, mais seguras de si e mais conscientes do poder gigantesco que existem cada uma de nós. Espero que vocês tenham gostado, eu estou muito feliz de estar aqui. A gente estou emotiva. É muito bom assim conseguir, vocês não têm ideia assim de quantas vezes eu me imaginei nesse momento agora. E seis, são seis e dois da tarde do dia 20 de fevereiro. Vou deixar registrado aqui pra quando subi vocês saberem quando tempo eu demorei pra criar uma imagem de divulgar o episódio. Eu espero que não seja muito tempo. Já vencia e boa parte das minhas resistências. Mas sabe quando se sente pra ouvir o que você falou, eu não quero entrar num espiral de autocrítica. Quero realmente de novo honrar a manuela que não só vislumbrou esse episódio durante o ano e meio, mas a manuela que ficou aqui há só uma hora de ter um decoragem de se expressar. Então realmente sim, eu soinei por muito tempo, muito tempo, muitos vezes com esse momento de estar finalizando esse episódio. Espero do fundo do coração que tenha ajudado despertado alguma luzinha dentro de vocês pra que vocês consigam também colocar os sonhos e os projetos de vocês no mundo, sabendo que se existe dentro do coração de vocês é porque é possível e se é possível, existe também pessoas que vão se beneficiar muito desse teu ex-cycman, desse seu tesão. E a sua melhor amiga que é você mesmo, eu gosto muito de fazer esse exercício de milha, como eu disse, ela vai sentir muito orgulho e a autoconfiança, confiança que vocês sentem umas nas outras. Você com você mesmo também vai ser fortalecida. Isso aqui é só um primeiro passinho que a gente consegue fazer hoje para dar cara mais ferramenta, mais insumo e mais combustível para continuar fortalecendo a nossa autoconfiança, o nosso propósito e dão do Luís aí e voz para os nossos sonhos. Um beijo enorme no coração de vocês. Até a próxima semana, já vou colocar aqui um compromisso de até a próxima semana. A gente se vê, a gente se fala, a gente se diverti, a gente aprofunda nessas questões que eu acho que embora cada um sinta com um próprio coração, muitas das coisas que a gente vive, a relação muito universais. É esse o poder do diálogo e da comunicação, fazer com que a gente entenda que a gente não tá sozinha. Mesmo, não, não, não, não, mesmo. Um beijo, fiquem com Deus e até a próxima. Ciao!

Podcast Summary

Key Points:

  1. A frustração de não cumprir compromissos consigo mesmo prejudica a autoconfiança.
  2. É crucial decidir conscientemente entre desistir de um projeto ou começar a agir, evitando a procrastinação diária.
  3. O movimento inicial (começar) é a parte mais difícil em qualquer empreitada, mas superar essa resistência é essencial para o progresso.
  4. O nome do podcast "Bota pra Fora" simboliza sair da zona de conforto e expressar sentimentos autenticamente.
  5. Ter clareza sobre a intenção genuína por trás de um projeto é fundamental para mantê-lo com propósito e consistência.

Summary:

A transcrição discute a frustração de não honrar compromissos consigo mesmo, comparando-a a uma amiga que sempre falta à academia, o que corrói a autoconfiança. A solução proposta é tomar uma decisão consciente: ou se desiste claramente de um projeto ou se começa a agir, pois a procrastinação diária esgota a energia vital. A mensagem central é que a parte mais difícil de qualquer empreendimento é o início, como dar o primeiro passo, escrever a primeira palavra ou iniciar uma conversa difícil.

Superar essa resistência inicial é crucial, pois o cérebro prefere a zona de conforto, mas o crescimento pessoal exige desafiar esse estado. A autora também explica a origem do nome do podcast, "Bota pra Fora", que tem um duplo sentido: literalmente calçar as botas para sair da zona de conforto e metaforicamente expressar sentimentos de forma crua e curativa. Por fim, ela enfatiza a importância de se ter uma intenção clara e genuína ao iniciar qualquer projeto, pois motivos externos (como agradar outros) levam à inconsistência e ao esgotamento.

O objetivo do podcast é criar um espaço íntimo para reflexões autênticas que inspirem os ouvintes.

FAQs

Reconheça que quebrar promessas repetidamente prejudica sua autoconfiança. É importante decidir conscientemente se vai realizar a ação ou abandoná-la, em vez de ficar num ciclo de adiamento.

Desistir é uma decisão consciente de não prosseguir com algo, enquanto fracassar é tentar e não obter o resultado desejado. Decidir não fazer é melhor do que se enganar diariamente com falsas promessas.

A parte mais difícil é sempre o primeiro passo - sentar e começar. Depois que você inicia o movimento, o processo tende a fluir mais naturalmente, mesmo com obstáculos.

Ter um 'porquê' claro mantém sua consistência e dá propósito à ação. Se a motivação não for genuína e pessoal, será difícil sustentar o projeto a longo prazo.

Tem duplo significado: colocar o pé para fora da zona de conforto e expressar sentimentos sem filtros. Ambos representam movimentos de libertação e autodescoberta.

Ambientes criam projeções sobre quem somos, limitando nossa expressão autêntica. Sair desses espaços permite descobrir novas versões de nós mesmos.

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