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CICLO DE CARBOIDRATOS - DA TEORIA À PRÁTICA - DUDU HALUCH e TANISE MICHELOTTI

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CICLO DE CARBOIDRATOS - DA TEORIA À PRÁTICA - DUDU HALUCH e TANISE MICHELOTTI

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10135 Words, 63182 Characters

Portuguese
Ciclo de carboidratos da teoria prática Dudu aluche tanize michelti introdução na nutrição encontramos diversas estratégias dietéticas disponíveis visando potencializar os resultados estéticos. A maioria dessas estratégias são voltadas para o emagrecimento. Nesse sentido, uma revisão sistemática e meta análise mostrou que 42% dos adultos relataram tentar perder peso em algum momento, sendo prevalente. Mulheres com sobrepeso e obesidade em. Foram relatadas 37 estratégias pessoais diferentes para controle do peso, incluindo estratégias dietéticas e 12 motivos, sendo melhor a estética. Um motivo prevalente dessa forma, é nítido que uma grande parcela da população Visa resultados estéticos voltados para a perda de gordura corporal. O emagrecimento pode abranger pessoas com diferentes perfis. Há pessoas com sobrepeso e com obesidade que desejam e ou necessitam perder peso e gordura por questões relacionadas à saúde. E há pessoas que já apresentam físico magro e desejam emagrecer para se sentirem melhor esteticamente, baixando. O percentual de gordura e salientando a musculatura esquelética. Mas, independente do público, é fato que a perda de peso se torna mais difícil com o passar do tempo em qualquer dieta voltada para o emagrecimento, a perda de peso e de gordura corporal vai se tornando mais difícil após alguns meses. Certamente você já notou que a perda de peso é mais rápida no início e lentifica com o passar do tempo. Além disso, quanto menor o percentual de gordura, maior a dificuldade em perder gordura e maior a facilidade em perder massa muscular. Esse fato ocorre porque a gordura apresenta um efeito protetivo sobre a massa muscular. Ou seja. Quanto maior o percentual de gordura, maior poderá ser o déficit calórico, porque menor será o catabolismo muscular. Sim, o teu corpo prefere utilizar gordura ao invés de proteína para gerar energia. É por esse motivo que muitas vezes, indivíduos com obesidade realizam dietas com grandes restrições energéticas. Há uma grande quantidade de gordura estocada no tecido adiposo. Logo, há uma grande reserva energética para ser utilizada em períodos de privação. Existem várias formas de se alcançar um emagrecimento mais rápido, incluindo exercícios aeróbicos, drogas que inibem o apetite. Termogênicos potentes. Entretanto, essas estratégias drogas que inibem o apetite, termogênicos potentes, podem ocasionar grande efeito rebote. Após sua interrupção. O efeito rebote é o rápido reganho de peso que costuma ocorrer em alguns indivíduos. Após dietas muito restritivas e uso de estratégias extremistas no emagrecimento. Isso não significa que perder peso rápido seja necessariamente um problema, mas os meios utilizados para promover emagrecimento rápido podem trazer problemas para a saúde do indivíduo. Nesse sentido, é fato que atingir um percentual de gordura muito baixo não é uma tarefa fácil para a maioria das pessoas e sem a utilização de esteroides anabolizantes, a perda de massa muscular pode se tornar expressiva quando o indivíduo busca atingir um percentual de gordura na faixa de 5 a 8%. Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, o nosso corpo não irá priorizar as proteínas musculares para a geração de energia, pois é uma via mais custosa. Imagine que você pode seguir 3 caminhos para chegar até o local de trabalho, caminha ABECO caminho AEB, você irá andar 10 km e o caminho c 15 km. Certamente você irá preferir o caminho a ou b, porque gasta menos combustível. É a mesma ideia da proteína. Imagine que o caminho AEB é o carboidrato e o lipídio. E o caminho CA proteína, entretanto. Quando o percentual de gordura está muito baixo, as proteínas podem contribuir de forma mais significativa para geração de energia e, principalmente, para a síntese de glicose glorgenese devido ao maior restrição calórica e de carboidratos aplicada neste período. Esse fato ocorre porque nesse período há menor disponibilidade de reserva energética na forma de gordura e menor disponibilidade de glicogênio para a síntese de glicose. Conforme já mencionado, a perda de peso não é linear, ou seja, a maior perda irá ocorrer nas primeiras semanas de dieta e vai atenuando à medida que o peso reduz. Nesse sentido, algumas adaptações metabólicas tornam a perda de peso cada vez mais árdua, como termogênese adaptativa, aumento da eficiência mitocondrial e aumento do apetite. Entretanto, o efeito dessas adaptações no metabolismo irá depender da magnitude da perda de peso para cada 1 kg de peso perdido, o gasto energético sofre uma redução de 20 a 30 quilocalorias. O apetite aumenta cerca de 100 quilocalorias. Existem algumas estratégias dietéticas para otimizar a perda de gordura corporal e evitar os extremismos de seguir uma dieta monotona baseada em restrição agressiva de calorias, de carboidratos ou de grupos de alimentos específicos, laticínios, grãos integrais, leguminosas e frutas. As estratégias mais conhecidas são, jejum intermitente, dietas cetogênica, dietas. Possível dieta metabólica e estratégias dietéticas que ciclo carboidratos modificar a estratégia de dieta pode ser um diferencial para atenuar os efeitos das adaptações metabólicas, mas obviamente uma determinada estratégia pode não funcionar muito bem para alguns indivíduos. A resposta de um indivíduo a diferentes modelos de dieta pode depender de aspectos genéticos ou comportamentais. Pela minha experiência, conhecimento e observação. O maior diferencial para otimizar a composição corporal no longo prazo. Meses de dieta é saber como manipular os macronutrientes, principalmente os carboidratos, em combinação com treinamento resistido. Embora a redução das calorias e carboidratos no início da dieta possa ser muito eficiente para a perda de peso depois de algumas semanas ou meses de dieta, a resposta do indivíduo à dieta fica muito limitada, como em qualquer outra dieta que promova déficit energético. Nesse sentido, o modelo de dieta que os cílios carboidratos parece ser mais vantajoso do que simplesmente mantêlo, sempre em quantidades baixas para perder gordura. As dietas que ciclo, carboidratos, embora careçam de um bom embasamento científico, são. Que podem ser muito utilizadas na prática clínica, principalmente em pessoas que objetivam melhora da composição corporal. Este material irá focar principalmente nas estratégias que ciclo carboidratos? 2 periodização nutricional antes de iniciarmos de fato as explicações acerca do ciclo de carboidratos, é preciso compreender o conceito de periodização nutricional. A ideia da periodização nutricional dentro da nutrição esportiva é você trabalhar com estratégias de dieta em paralelo com o exercício, visando aumento de performance, por exemplo, imagine que você é nutricionista e atendeu uma paciente que é atleta de natação. Essa paciente relata uma rotina maior de exercícios em determinados dias da semana e menor em outros é possível. Elaborar uma estratégia dietética voltada aos dias de maior gasto calórico, visando aumento da performance. E outra estratégia dietética voltada aos dias de menor gasto calórico, portanto, existe uma sinergia entre dieta e treinamento, onde alterações na dieta podem potencializar as adaptações do treinamento, melhorando performance e potencializando a queima de gordura. Sabe-se que o exercício físico pode gerar uma série de adaptações metabólicas benéficas para o organismo, como melhora da sensibilidade à insulina, melhora da flexibilidade metabólica, aumento de biogênese e mitocondrial e aumento da síntese proteica muscular, principalmente. Na musculação e essas adaptações podem ser potencializadas quando combinadas com estratégia. Vamos entender brevemente como esses benefícios funcionam. 2 ponto melhora da sensibilidade à insulina, a sensibilidade à insulina se refere à eficiência do organismo em responder a esse hormônio, a insulina tem a função principal de aumentar a captação de glicose pelos tecidos, principalmente músculo e tecido adiposo. O transporte de glicose para dentro das células desses tecidos ocorre quando a insulina se liga no seu receptor, na superfície da célula. Ao se ligar ao receptor, uma cascata de sinalização intracelular é ativada e a resposta é um aumento do deslocamento dos transportadores de glicose, glúte 4 do interior da célula para sua superfície. Uma vez na superfície, o glúte 4 transporta glicose do sangue para o interior da célula. Figura um figura, um mecanismo de translocação de glúteo, 4 para membrana plasmática das células. A insulina se liga ao seu receptor aiareceres e sinaliza uma cascata de sinalizações intracelulares, ocasionando a translocação do glúte 4 para a membrana plasmática. Uma vez na membrana plasmática, o glúteo 4 pode captar a glicose da circulação e a direcionar para dentro da célula, diminuindo a glicemia. Fonte, torette al 2013 após entrar nas células, a glicose sofre ação da enzima exockinase. A exxonase é responsável por adicionar um grupo fosfato à molécula de glicose, formando glicose 6 fosfato. Esse processo é indispensável para que a molécula de glicose permaneça dentro da célula, uma vez que a maioria das células não apresentam transportadores para açúcares fosforilados na membrana plasmática. Portanto, após ser captada pelas células e fosfoilada pela exockinase, a glicose 6 fosfato pode ser utilizada como fonte de energia, pode ser armazenada na forma de glicogênio, principalmente no fígado e no músculo esquelético, ou pode ser utilizada para a síntese de gordura. O destino irá depender das necessidades do organismo naquele momento. Nesse sentido, a insulina estimula a captação da glicose, da circulação e a direciona tecidos sensíveis a ela. Músculo e tecido adiposo logo em indivíduos sensíveis à insulina, a utilização de carboidratos, glicose como fonte energia se torna mais eficiente em conjunto com o aumento na síntese de glicogênio muscular. Sabe-se que o carboidrato é o principal macronutriente a ser utilizado como fonte de energia em exercícios de alta intensidade e a depressão dos estoques de glicogênio muscular pode ser uma das causas de fadiga periférica durante o exercício. Portanto, uma boa sensibilidade à insulina apresenta diversos benefícios metabólicos, estéticos e performáticos. Além disso, a insulina inibe a lipólise, embora muitas pessoas considerem esse fato indesejável, eles se tornam problema apenas em pessoas resistentes à insulina e não em pessoas sensíveis à insulina. Quando o indivíduo é sensível à insulina, há uma melhor flexibilidade metabólica, ou seja, os níveis elevados de insulina após uma refeição fazem com que o corpo queime carboidratos com eficiência devido a maior captação de glicose pelas células. E quando os níveis de insulina estão reduzidos? Jejum há uma maior eficiência do corpo em queimar as gorduras estocadas no tecido adiposo, portanto, a sensibilidade à insulina faz com que o corpo mude o substrato energético de carboidrato no estado alimentado para gordura no estado de jejum com eficiência na resistência à insulina. Essa mudança de substrato energético não é realizada de forma eficiente. Logo, o corpo apresenta dificuldade para queimar a gordura corporal no jejum e para utilizar o carboidrato ingerido como fonte de energia, uma forma prática de detectar sinais para saber se você é sensível ou resistente à insulina é observar sua resposta a uma elevada ingestão de carboidratos. Um indivíduo. Sensível, sensível à insulina, se sente com músculos cheios e bombeados após uma refeição. Rica em carboidratos, com níveis de energia estáveis. Além disso, indivíduos sensíveis a insulina apresentam percentual de gordura estável ou baixa, a depender da quantidade calórica. Seguindo dietas altas em carboidratos, o indivíduo mais resistente à insulina se sente inchado, retido, pode ficar sonolento e com fome após uma refeição rica em carboidratos e seu percentual de gordura tende a se elevar facilmente. Quando aumenta a ingestão de carboidratos na dieta. 2.2, flexibilidade metabólica, conforme mencionado acima, uma boa sensibilidade à insulina está associada a uma boa flexibilidade metabólica. Quando o indivíduo é sensível à insulina, captação de glicose pelas células ocorre de forma rápida e eficiente após a glicose ser captada pelas células, seus níveis plasmáticos reduzem em conjunto com uma diminuição dos níveis de insulina. Para que liberar mais insulina se a glicose já foi captada? Considerando que a insulina inibe a queima de gordura, uma diminuição nos seus valores permite com que o corpo utilize as gorduras estocadas no tecido adiposo como fonte de energia no período de jejum. Portanto, um indivíduo com boa flexibilidade metabólica consegue oxidar rapidamente o carboidrato ingerido e, pouco tempo depois, oxidar a gordura estocada no tecido adiposo. Com resistência à insulina apresentam menor flexibilidade metabólica, pois a insulina não consegue sinalizar eficientemente a captação de glicose pelas células. Essa menor sinalização resulta em aumento nos níveis plasmáticos de glicose e de insulina. A insulina continua sendo liberada, pois o corpo pensa secretei, insulina e a glicemia continua elevada. Vou secretar mais, portanto, o indivíduo com inflexibilidade metabólica apresenta dificuldade em oxidar o carboidrato ingerido e a gordura estocado no tecido adiposo adiposo, pois a insulina elevada inibe a utilização de gordura como fonte de energia. A figura 2 ilustres as adaptações que ocorrem em alguém que apresenta uma boa flexibilidade metabólica. A flexibilidade metabólica pode ser melhorada com exercício e com restrição calórica. Entretanto, existe um componente genético que mostra grande variabilidade na sensibilidade à insulina e na flexibilidade metabólica entre diferentes indivíduos. Indivíduos com maior flexibilidade metabólica oxidam gordura com mais facilidade e são mais resistentes ao ganho de gordura quando estão em superávit. Calórico figura 2 flexibilidade metabólica durante o sono. Músculo esquelético aumenta a oxidação de gorduras e diminui a oxidação de glicose e sob condiçoes pós absortivas. Aumenta a oxidação de carboidratos em conjunto com o aumento dos estoques de glicogênio e diminui a oxidação de gorduras. O tecido adiposo durante o sono aumenta a lipólise e diminui os estoques de gordura e, após uma refeição, diminui a lipólise e aumenta os estoques de gordura durante o exercício, músculo aumenta a oxidação de carboidratos e de gordura como fonte de energia e o tecido adiposo aumenta a taxa de lipólise. Fonte, gol de Pasteur sparks, 2017. 2.3, biogenese mitocondrial. A biogenese mitocondrial refere-se ao aumento do número e do volume das mitocôndrias, a oxidação de gordura, utilização de gordura como fonte de energia é realizada dentro das mitocôndrias. Dessa forma, pelo fato de o exercício promover aumento de biogênese mitocondrial, ele promove maior capacidade de utilizar a gordura estocada no tecido adiposo como fonte de energia. Além disso, os carboidratos também podem ser oxidados dentro da mitocôndria. Logo, uma maior biogênese mitocondrial irá potencializar não apenas o aumento na oxidação de gorduras, mas também a de carboidratos. A biogênese mitocondrial está associada à melhora da sensibilidade à insulina e melhora da flexibilidade metabólica, conforme explicado nos tópicos acima. Figura 3 biogênese e mitocondrial 2.4 aumentam na síntese proteica muscular o exercício, principalmente musculação por meio de estímulos mecânicos. Sobrecarga possui a capacidade de gerar adaptações moleculares, que se traduzem em aumento na síntese de proteínas musculares. Figura 4. Este aumento em conjunto com o consumo Proteco adequado pode criar um ambiente favorável para o crescimento muscular no longo prazo. Considerando que tanto a dieta quanto o treino estejam sendo seguidos corretamente, embora a hipertrofia ocorra principalmente em exercícios de musculação, ela não anula em exercícios aeróbicos, caminhada, corrida, bicicleta, escada, elíptico, et cetera. Exercícios aeróbicos, a depender do movimento, podem estimular a hipertrofia muscular do membro solicitado. Entretanto, esse estímulo é muito menor quando comparado a musculação, por exemplo, bicicleta irá gerar menos síntese proteica quando comparado a um legging. Com carga, figura 4 exercício e síntese proteica muscular. A viaac MTOR é estimulada pelo exercício, principalmente musculação, sendo responsável por estimular a síntese proteica. Fonte, little at all 2009. Estudamos acima algumas adaptações que o exercício pode proporcionar. E quando a combinação de exercício aeróbico com musculação, os resultados e as adaptações descritas acima são potencializados. O exercício aeróbico promove principalmente adaptações mitocondriais, biogênese e mitocondrial, melhorando a capacidade de oxidar carboidratos e gorduras de forma eficiente. A musculação apresenta o potencial de aumentar a massa muscular devido a maior sinalização para a síntese proteica. Portanto, a sinergia entre musculação, exercício aeróbico e dieta seja direcionando a dieta para o ganho de massa muscular ou para perda de gordura. Em um contexto de superávit calórico, essa combinação pode ser ainda mais interessante em uma dieta com superávit calórico. Dieta para ganho de massa muscular a maior risco para ganho de gordura e o exercício aeróbico atenua esse ganho e melhora a sensibilidade à insulina. Dessa forma, quando o indivíduo segue uma dieta com superávit calórico, é interessante treinar tanto musculação quanto aeróbico, uma vez que esse cenário irá favorecer o ganho de massa muscular e minimizar o ganho de gordura corporal. Por outro lado. Em um contexto de déficit calórico, a musculação tende a ter de atenuar a perda de massa muscular ou favorecer a depender da composição da dieta e o exercício aeróbico tende a potencializar ainda mais a sensibilidade à insulina. As explicações acima ocorrem porque, no superávit calórico, a sensibilidade e a insulina pode reduzir devido ao ganho de gordura corporal e no déficit calórico. Há sensibilidade à insulina, tende a aumentar pela perda de gordura logo em um contexto de déficit calórico, aumento na capacidade de oxidar carboidratos e gorduras. E é por esse motivo que as estratégias que ciclo, calorias e carboidratos podem ser mais efetivas em um contexto de déficit calórico. 3 princípios da luz os princípios da luz foram criados para facilitar a compreensão acerca das estratégias que ciclo carboidratos, em qual contexto elas podem ser aplicadas a fim de proporcionar melhores resultados nesse sentido, há 5 pontos considerados os mais importantes, com foco nos 2 primeiros um, o indivíduo deve estar em uma dieta hipocalórica e, de preferência, ter perdido bastante peso, conforme já mencionado, a medida que se reduz o peso e a gordura corporal, aumenta-se a sensibilidade à insulina. Pessoas sensíveis à insulina conseguem ter um aproveitamento melhor dos carboidratos ingeridos nos períodos raikarb a quem realize ciclagem de carboidratos em dieta e percalórica. Porém, não irá apresentar grandes benefícios porque nesse contexto, a sensibilidade à insulina costuma reduzir. Logo, não é possível observar um impacto tão interessante em termos de melhora da composição corporal pela ciclagem de carboidratos. 2 treinar musculação embora a estratégia de ciclagem de carboidratos possa ser aplicada em pessoas que não treinam musculação, não haverá um benefício significativo. Uma vez que a ideia da ciclagem de carboidratos é otimizar a composição corporal de forma a maximizar a queima de gordura e minimizar a perda de massa muscular ou até mesmo ganhar massa muscular. Portanto, na ausência de musculação não há benefícios expressivos relacionados ao aumento da síntese proteica muscular. 3 a resposta à ciclagem de carboidratos é melhor quanto menor for o percentual de gordura, devido a maior flexibilidade metabólica e maior sensibilidade à insulina, conforme já mencionado neste book, o indivíduo com boa flexibilidade metabólica e boa sensibilidade. A insulina consegue aproveitar de maneira mais eficiente o carboidrato ingerido. Essas são características metabólicas de indivíduos com baixo percentual de gordura e físico-atético, considerando que o ciclo de carboidratos apresenta períodos com maior e com menor ingestão de carboidratos, é possível potencializar o aproveitamento de carboidratos nos períodos de maior ingestão. Ricardo, já que o aumento da sensibilidade à insulina e da flexibilidade metabólica potencializam a oxidação de carboidrato e gorduras 4. O período inicial deve ser low carb, com 10 a 40% das calorias advindas de carboidratos. Quando o paciente já vem seguindo uma dieta com baixo teor de carboidratos e, obviamente, em déficit calórico, ele certamente irá apresentar uma resposta esteticamente mais satisfatória. A reintrodução ou ao aumento de carboidratos pela dieta, portanto, é recomendável iniciar o ciclo de carboidratos após o indivíduo já estar seguindo dieta hipocalórica e loucada a um tempo. Por exemplo, imagine que você está em uma dieta hipocalórica com 30% de carboidratos há 3 meses e a perda de peso começou a lentificar após o segundo mês. No terceiro mês, pode ser interessante iniciar uma estratégia para ciclar carboidratos, uma vez que a dieta hipocalórica já estava sendo aplicada. 5 exercícios aeróbico e termogênicos farmacológicos potencializam os resultados. Embora a ciclagem de carboidratos possa ser realizada apenas com a prática de musculação, os resultados. São potencializados quando associados com exercícios aeróbico. Esse fato ocorre porque a musculação apresenta um impacto maior no estilo de síntese proteica muscular, enquanto o exercício aeróbico é mais potente para estimular a biogênese mitocondrial, muitas pessoas acreditam que o exercício aeróbico pode atrapalhar os resultados do treino. Musculação? Entretanto, dificilmente isso ocorrerá. O aeróbico atrapalharia apenas se fosse realizado em excesso, o que normalmente não acontece. O ideal é realizar o exercício aeróbico após a musculação ou em um horário distante, para não interferir no rendimento. Por exemplo, você treina musculação, 18 a 19 horas e realiza aeróbico 11 a 12 horas. Por último, a utilização de termogênicos potentes clembuterol hormônios tireoidianos pode causar um grande efeito rebote do peso e da gordura após a interrupção do uso, não sendo recomendado a sua utilização. De qualquer forma no fisiculturismo, eles costumam ser utilizados nas últimas semanas de preparação e também potencializam os resultados com a ciclogem de carboidratos. Portanto, as dietas que ciclo carboidratos são mais eficientes para a melhora da composição corporal, desde que respeitem os princípios a luz descritos acima. Na sequência, iremos estudar algumas estratégias dietéticas de ciclagem de carboidratos. Figura 5 ciclo de carboidratos. A estratégia de ciclar carboidratos deve ser iniciada, de preferência, em indivíduos com baixo percentual de gordura que já estejam seguindo uma dieta hipocalórica e que realizam treinos de musculação em conjunto com exercícios aeróbicos. O ciclo de carboidratos favorece uma melhor flexibilidade metabólica maior biogênese e mitocondrial, maior sensibilidade à insulina e menor degradação proteica muscular. Da mesma forma, indivíduos com maior sensibilidade à insulina e melhor flexibilidade metabólica se beneficiam. 4 dieta metabólica a dieta metabólica foi criada pelo doutor Mauro de pasquale, médico e levantador de peso profissional. Nessa estratégia, os carboidratos são restringidos durante 5 dias, sendo semelhante a uma dieta cetogênica máximo. 10% das calorias totais advindas de carboidratos em conjunto com o aumento no teor de proteínas e gorduras. Após passar os 5 dias, há 2 dias consecutivos de recarga de carboidratos raikarb em conjunto com uma redução no teor de proteínas e gorduras. Portanto, essa dieta é basicamente uma dieta cetogênica, que ciclo a carboidratos regularmente. Entretanto, é pouco provável que os indivíduos entrem em insetose pela quantidade elevada de proteína que é utilizada. Pasquale também recomenda que nos primeiros dias da dieta, o indivíduo mantenha uma fase low carb por 12 dias e só depois, entre no ciclo de 5 dias. Low carb, 2 dias haikab a ideia original da dieta é otimizar a perda de gordura com a restrição de carboidrato e assegurar a manutenção ou ganho de massa muscular com as recargas de carboidrato. Aproveitado o aumento da sensibilidade à insulina dos dias low carb, cetogênica segundo de pasquale, no geral, acho que existe um efeito anabólico agudo sobre os músculos quando uma dieta de curta duração com menos carboidratos é alternada com uma carga de carboidratos, a hidratação celular é maximizada intracelularmente pela água e pela carga de carboidratos e a sensibilidade à insulina é aumentada, levando a um estímulo anabólico intenso flutuações. Constantes contribuem para um efeito anabólico. Tal efeito lhe dá tônus muscular e molda seu corpo, enquanto a gordura desaparece. De pasquale 2005, embora o trecho acima escrito por pasquale tenha um certo exagero no estilo fisiologia de boteco, a ideia da dieta metabólica é você aproveitar o aumento da sensibilidade à insulina nos dias hai carb, conforme mostrado na figura 6, a estrutura básica da dieta foi retirada do livro do doutor pasquale e está ilustrada na tabela um. Percebam que durante 5 dias, os carboidratos representam no máximo 10% das calorias totais da dieta proteína 3040 por cento e gorduras 4060 por cento. Nos 2 dias seguintes, raikar o carboidrato sobe para 35 a 60%. Proteínas baixam para 15 a 30% e gorduras baixam para 20 a 40%. A margem de carboidratos está bem alta, 35 a 60%. Porque há pessoas que respondem melhor e há pessoas que respondem piora a uma alta ingestão de carboidratos. Caso você coloque uma alta ingestão de carboidratos para um indivíduo que não responde muito bem ao carboidrato menor. Sensibilidade à insulina. Ele pode apresentar retenção hídrica temporária, portanto, a sugestão é iniciar a recarga com uma ingestão de 40 a 45% e monitorar a resposta do indivíduo. Caso a resposta for boa, é possível aumentar a ingestão na próxima recarga. Tabela um esquema básico da dieta metabólica do doutor Mauro de pasquale 5 dias, 5 a 10% carboidratos, 3040 por cento, proteína 4060 por cento gordura 2 dia, 35 a 60% carboidratos, 15 a 30%, proteína, 20 a 40% gordura. A estrutura básica da dieta, ilustrada na tabela um, pode ser adaptada e não precisa necessariamente ser seguida à risca. Por exemplo, a dieta dos 5 dias pode apresentar um teor um pouco maior de carboidratos e um pouco menor de gorduras, e a quantidade de carboidratos na recarga irá depender de cada indivíduo. O estudo, publicado em 2020 Campbell 2020, mostrou uma modelo de dieta parecido com a da dieta metabólica, mencionando que. Em resumo, está a primeira investigação, até onde sabemos, a demonstrar uma preservação da massa livre de gordura e da taxa metabólica de repouso. Em resposta a uma realimentação de carboidratos de 2 dias durante uma dieta. Tem energia em homens e mulheres magros que treinam resistência. A atenuação dessas respostas adversas à restrição calórica pode ter sido dependente da restauração do verdadeiro Balanço energético ou da interrupção da restrição energética contínua. No grupo de realimentação de carboidratos, nossos achados sugerem que indivíduos magros a inclusão de treinamento resistido, alta ingestão de proteínas, uma taxa lenta de perda de peso e realimentação periódica de carboidratos podem prevenir algumas das respostas adversas à restrição energética prolongada. Portanto, o estudo mostrou que os participantes que fizeram restrição calórica e restrição de carboidratos por 5 dias, seguidos por 2 dias de dieta normal calórica, com recarga de carboidratos, perderam menos massa muscular e reduziram menos a taxa metabólica de repouso quando comparado ao grupo que realizou restrição calórica e de carboidratos de forma contínua. Figura 7 modelo de dieta os participantes do grupo restrição calórica contínua ingeriram uma dieta com 25% de déficit todos os dias. Durante 7 semanas. Os participantes do grupo de realimentação ingeriram uma dieta com 35% de déficit por 5 dias. Segunda a sexta, seguidos por 2 dias de dieta normal calórica, alta em carboidratos, figura 8 resultados o grupo de realimentação perdeu menos massa livre de gordura e provavelmente menos massa muscular do que o grupo de restrição contida. Certa metabólica, a meu ver, é uma estratégia muito mais interessante para a fisiculturistas e pessoas que desejam otimizar a composição corporal do que a dieta cetogênica. Sabemos que os carboidratos têm grande importância no ganho e na manutenção da massa muscular devido ao seu efeito poupador de proteínas. Apesar dos defensores de dietas low, cabe cetogênica alegarem que os corpos cetonicos e as proteínas seduzem o catabolismo muscular. Para alguém que tem um grande volume muscular, isso pode não ser suficiente. Outra consideração importante que faço sobre a dieta metabólica e outras dietas que ciclo carboidratos, é que essa recarga pode otimizar a queima de gordura corporal. O doutor de pasquale não menciona isso no seu livro, já que atribui o efeito de perda de gordura apenas à fase low carb. Entretanto, pelo que vem observando há muitos anos, depois de seguir uma dieta hipocalórica low carb por algumas semanas, uma recarga de carboidratos parece otimizar a queima de gordura através de um aumento do gasto energético efeito à luz. 5 gasto energético, o gasto energético total diário Gate é o número total de calorias que o nosso corpo gasta diariamente. O Gate pode variar amplamente de acordo com cada indivíduo, porque é calculado em função de vários aspectos, incluindo peso, altura, idade, sexo, composição corporal e nível de atividade física. Certamente você já leu e ou presenciou a famosa dieta contra os ser mais control v por exemplo, o nutricionista calcula uma dieta de forma individualizada para Mário e o seu colega de trabalho, Marcelo segue a mesma dieta, objetivando ter os mesmos resultados de Mário na grande maioria das vezes, os resultados serão limitados ou indesejáveis, porque são 2 indivíduos diferentes, com gastos energéticos diferentes. Posições corporais diferentes, com metabolismos diferentes. Márcio, por exemplo, pode ser um indivíduo sensível à insulina e com baixo percentual de gordura, enquanto Marcelo pode ser um indivíduo com resistência à insulina e alto percentual de gordura. Dessa forma, o Gate e a composição da dieta serão específicos para cada indivíduo. O Gate pode ser dividido em 3 componentes, get igual GR, mais ETA, mais GAFOGR é o gasto energético de repouso. ETA é o efeito térmico dos alimentos igaf é o gasto energético da atividade física. Na sequência, iremos estudar cada um desses componentes 5.1, gasto energético de repouso GR conforme mencionado acima, o Gate tem basicamente 3 componentes, a taxa metabólica basal, também energia mínima para o nosso organismo manter suas funções normais, o efeito térmico dos alimentos, ETA gasto de energia do organismo para digerir, absorverem metabolizar os macronutrientes e o gasto energético da atividade física, gaf energia consumida para manter nossas atividades diárias, voluntárias e. Voluntárias há também só pode ser medida em condições de laboratório muito restritas e o mais usual é medirmos o gasto energético de repouso GR um pouco superior a também cerca de 3 a 5%. OGR se refere ao gasto energético para manter a temperatura do organismo e suas funções vitais normais, batimento cardíaco, respiração, atividade cerebral, função renal etc. Cerca de 50 a 70% do gasto energético diário corresponde ao GROGR. Pode ser medido com o uso da calorimetria indireta, ou pode ser estimado por equações. Considerando que a maioria das pessoas não têm acesso a uma calorimetria indireta, devido ao seu custo muito elevado, uma alternativa é utilizar equações que foram desenvolvidas para estimar OGR as tabelas 2.1, 2.2, 2.3 e 2.4 mostram diferentes equações utilizadas para calcular OGR tabela 2.1 equação de Harris e Benedito. Para cálculo do GRT ao peso à altura em centímetros e a idade em anos. Feminino? Com +9,6 XP, +1,9 XA 4,7 x masculino 66 + 13,8 XP, +5,0 XA 6,8 XE tabela 2.3 equação de miffing Street geor para cálculo do GRP é o peso a altura em centímetros e a idade em anos é a mais indicada para o cálculo do GR de indivíduos obesos, indivíduos com metabolismo lento, já que os valores costumam ser menores que as equações de Harris Benedito e ifal OMS. Feminino? 6,25 x 5,0 XE −161 masculino, DXP +6,25 XA 5,0 XE mais 5. Percebam que as equações acima são calculadas em função do peso, altura, idade, sexo e massa livre de gordura. Os principais determinantes do GR são o peso e altura, principalmente a massa livre de gordura MLG. Entretanto, a atividade física é a principal variável que diferencia o gás. Energético diário entre diferentes indivíduos com peso corporal semelhante, sendo que a atividade física inclui tanto exercícios quanto atividades do dia a dia, caminhar, trabalhar, dançar, transar, et cetera. Na sequência, iremos estudar como estimar o gasto de atividade física GAF. 5.2 gastos de atividade física GAF após calcular o gasto energético de repouso GR, é possível estimar o gasto energético total get uma forma de estimar? O Gate é multiplicar OGR por um fator relacionado ao gasto energético da atividade física. Fator atividade a tabela 2.5 apresenta números aproximados para o fator atividade. De acordo com o nível de atividade física do indivíduo. Dessa forma, o Gate pode ser calculado da seguinte forma. GRX FA tabela 2.5 o fator atividade FA deve ser multiplicado pelo GR para encontrar o cálculo do Gate get igual grxfa a maior parte da população tem um feitor em torno de 1,6. Sedentário, 1,3, 1,4 sedentário, pouco ativo, 1,5 sedentário, mais ativo, 1,6 moderadamente ativo, 1,7 muito ativo 1,8 1,9, atividade intensa 2,0 ou +5.3, efeito térmico dos alimentos ETA a dieta contribui com uma pequena parcela do gasto energético diário, o qual denominamos de efeito térmico dos alimentos ETA ou termogênese induzida pela dieta. EDO efeito térmico dos alimentos se deve a um aumento do metabolismo por processo de digestão, absorção, metabolização, armazenamento e excreção. Quando a ingestão energética é igual ao gasto energético, ETA de aproximadamente 10% do gasto energético total, considerando que a dieta apresenta uma boa distribuição de carboidratos, proteínas e lipídios, o ETA influenciado pelo conteúdo energético e pelos macronutrientes. Nesse sentido, uma refeição contendo mais calorias terá um impacto maior sobre o ETA em comparação a uma refeição com poucas calorias. Além disso, os macronutrientes influenciam o ETA de diferentes maneiras. A contribuição da gordura é de 0 a 3% do gasto energético a dos carboidratos é de 5 a 10%. IA das proteínas de 20 a 30%, embora a proteína sejam macronutriente com maior contribuição, seus efeitos benéficos no emagrecimento irão se dar, principalmente por um aumento na sociedade 5.4. Como escolher a fórmula para calcular o gasto energético total? Conforme mencionado acima, o gasto energético total diário Gate é composto por grgaf ieta. A diversas equações disponíveis para calcular OGREO item 5. Tom ilustra as mais utilizadas, entretanto, é preciso saber aplicála, pois cada uma terá uma especificidade. As equações da fal, OMS, Harris Benedito e miffing Street GOR podem ser utilizadas para calcular OGR de indivíduos jovens eutróficos. Embora a equação de mifins Street geor possa ser utilizada para indivíduos eutróficos é a mais indicada para indivíduos obesos, pois foi a única equação que mostrou boa concordância com OGR de indivíduos obesos, medidos por calorimetria. Indireta. Por último, as equações de cuningan e tensley são utilizados para fisiculturistas indivíduos, indivíduos que apresentam uma grande quantidade de massa muscular. Como exemplo, vamos considerar um homem de 100 kg, um 70 m de altura e 12% de percentual de gordura. Usando as equações do item 5.1, obtemos GR Harris igual a 66 + 13,8 x 100 + 5,0 x 170 6,8 x 25 igual a 2126 cal GROMS igual 15,057 x 100 + 692,2 é igual a 2198 cal GR miffin Street Street igual 10 x 100 + 6 25 x 170 5,0 x 25. Mais 5 é igual a 1943 Ku GR coninga igual 22 x 88 + 500 é igual a 2436 cal GR tisley igual 24,8 x 100 + 10 é igual a 2490 cal. Considerando que o exemplo se trata de um indivíduo com físico Atlético, as equações de tens lei, fisiculturistas e cuningan são as melhores escolhas. Se você não souber o percentual de gordura, é possível utilizar a equação de tiansley, que só utiliza o peso corporal. Por fim, ao escolher a fórmula do GR, basta multiplicála pelo fator atividade física. Tabela 2.5 para estimar o Gate. 6 cabecycle ciclo de carboidratos de curto prazo, o cabeciclen ciclo carboidratos durante os dias da semana. Nesse modelo, o indivíduo alterna dias de baixo carboidrato low carb com dias de alto carboidrato, higicarb, o déficit calórico continua sendo mais importante para a perda de gordura corporal e, por isso, é necessário fazer um controle de calorias diário. Embora essa dieta possa ser utilizada em superávit calórico. Na fase de off ciso, ganho de massa muscular, os benefícios são mais limitados. Há várias. Formas de realizar o cabicle mas um exemplo básico seria utilizar um padrão de 3 dias low carb, 2 dias com carboidrato moderado e 2 dias hiikab. Os dias de low carb. Carboidrato moderado e raycarb devem ser preferencialmente consecutivos, por exemplo, de sábado a segunda. O indivíduo segue uma dieta low carb. Terça e quarta, uma dieta moderada em carboidratos e quinta e sexta, uma dieta haikab. Na prática, utilizar dias consecutivos parece ter uma resposta melhor na otimização da composição corporal, conforme mencionado acima, há várias formas de realizar o cabicle a quem realize 3 dias, hiikab 2 dias, carboidrato moderado e 2 dias low carb a quem realize 2 dias, hiikab 3 dias, carboidrato moderado e 2 dias low carb ou vice-versa. O mais utilizado é 3 dias low carb, 2 dias, carboidrato moderado e 2 dias hi-carb. Tratando-se de calorias da quem ciclcalrias e carboidratos em conjunto e a quem sique apenas os macronutrientes, carboidratos, proteínas e gorduras, por exemplo, imagine que você ingira uma dieta higicarb de 2000 quilocalorias por dia com 60% de carboidratos, 300 g, 20% de proteína, 100 g e 20% de gordura, 44 g na ciclagem apenas de carboidratos, você irá manter as 2000 quilocalorias e modificar apenas a proporção dos Macron. Nutrientes, deixando 20% carboidrato. 100 g, 40%, proteínas, 200 g e 40% lipídios 88 g. Nesse exemplo, foi modificado apenas os macronutrientes, reduzindo o teor de carboidratos e subindo o teor de proteínas e gorduras. Low carb na ciclagem de calorias e de carboidratos em conjunto. Você irá mudar tanto a proporção dos macronutrientes quanto a quantidade calórica, por exemplo, imagine que você reduziu a ingestão de 2000 quilocalorias para 1500 quilocalorias, deixando 30% de carboidrato. 112 g, 40% de proteína, 150 g e 30% gorduras, 50 g 6.1 cálculo do gasto energético total. Vamos realizar um exemplo para que essas explicações fiquem ainda mais claras, imaginem que o indivíduo em questão é um fisiculturista de 33 anos, 82 kg e 1,60 m. A fórmula utilizada para calcular o gasto energético de repouso GR foi a de tinsley GRT. Sley igual 24, 8 XP +10. GR tisley igual 24,8 x 82 + 10 GR tisley igual a 2044 cal OGR do indivíduo foi de 2044 quilocalorias. Agora é preciso acrescentar o fator atividade para obter o valor do gasto energético total Gate o fator atividade escolhido foi moderadamente ativo, 1,6 logo, get igual a 2044 x 1,6 é igual a 3270 cal. Utilizando um déficit calórico de 770 quilocalorias DF, encontramos o valor energético total da dieta vet vet vet igualguete Def vet, igual a 3270 770. Vete igual a 2500 cal. Lembrando que esse déficit de 770 quilocalorias foi escolhido para um indivíduo que utiliza hormônios caso esse déficit fosse aplicado em um indivíduo natural sem utilização de hormônios, o catabolismo muscular poderia ser maior, pois os hormônios esteroides anabolizantes apresentam um poderoso efeito anticatabólico. 6.2 cálculo de dieta agora que estudamos como calcular o valor energético total da dieta, vamos estudar como que ela pode ser estruturada, começando com a proteína em 2,5 g por quilograma. Temos item proteína proteína igual a 2,5 x 82 kg, proteína igual a 205 g para achar o total de calorias, basta multiplicar o valor em gramagem por 4 e para achar o valor em porcentagem, basta realizar uma regra de 3 200 e. 5G x 4 é igual a 820 cal 2500 quilocalorias, 100%. 820 quilocalorias x por cento x igual a 33%. Lembrem que estamos montando um exemplo de dieta que cicloa carboidratos, logo os indivíduos são praticantes de musculação e apresentam um baixo percentual de gordura. Princípios a luz. Portanto, essa quantidade de proteína não pode ser aplicada para qualquer indivíduo. Por exemplo, obesos irão necessitar de uma quantidade muito menor porque a gordura apresenta um efeito protetivo sobre a massa muscular. Dessa forma, restam 67% das calorias para dividir entre carboidratos e gorduras, escolhendo. 40% de calorias para carboidratos, gorduras serão 27% das calorias, temos então item carboidratos 2500 quilocalorias, 100% x 40% x igual a milcal. Para saber o total em gramagem, basta dividir por 4004 igual a 250 GE tem gorduras 2500 quilocalorias, 100% x 27% x igual a 675 k para saber o total em gramagem, basta dividir por 96759 igual a 75 g. É importante vocês lembrarem que o exemplo de dieta acima foi proposto para um indivíduo que estava seguindo a tempo uma dieta hipocalórica, conforme mencionado nos princípios, a luz, a ciclagem de carboidratos deve ser realizada em um indivíduo que já esteja em uma dieta hipocalórica e que, de preferência, já tenha perdido bastante peso e gordura. 6.3 como elaborar o cabocycle agora que já estudamos como calcular o gasto energético total e a quantidade dos macronutrientes, vamos estudar como aplicar a estratégia carb cycle. Primeiramente, precisamos multiplicar todos os valores por 7, pois o carb cycle ciclo carboidratos. Na semana cal 2500, × 7 igual 17500 cal. Déficit 770 × 7 igual 5390 cal. Proteínas, 205, × 7. Ao 1435 g carboidratos, 250 × 7 igual, 1750 g gorduras 75 × 7 igual 525 g. Portanto, a quantidade calculada acima é referente a uma semana, 7 dias e caso o indivíduo fosse seguir uma dieta convencional, sem ciclar carboidratos, os valores calculados no item 6.2 calorias, proteínas, carboidratos e lipídios seriam sempre os mesmos, independentemente do dia. Entretanto, quando falamos de cabecycle, esses valores irão variar de acordo com os dias da semana, por exemplo, o déficit calórico diário é 770 quilocalorias e o déficit calórico semanal é 5390 quilocalorias. Na dieta convencional, o déficit de 770 quilocalorias é aplicado todos os dias. Segunda a segunda no cabeçalycle. Esse déficit pode variar de acordo com os dias da semana, podendo ser maior em determinado dia e menor em outro, contando que atinja o déficit calórico semanal de 5390 quilocalorias. Portanto, o que importa é o déficit calórico semanal, conforme ilustrado na tabela 3, tabela 3, déficit calórico semanal, segunda 770. Terça, 770, quarta, 680, quinta, 680, sexta, 680, sábado, 905, domingo 905 total −5390 quilocalorias. Dessa forma, a multiplicação por 7 é para determinar o quanto de cada macronutriente pode ser utilizado na semana para não comprometer o déficit calórico escolhido. Abaixo, iremos ilustrar um exemplo de como os macronutrientes e as calorias calculadas acima podem ser encaixadas no cabide. Reparem na tabela 4 que o dia de carboidrato moderado apresenta as mesmas quantidades de macronutrientes calculados no item 5.2 200 e. 50 g de carboidrato. 205 g de proteínas e 75 g de gorduras no dia de carboidrato baixo, low carb foi escolhido 120 g essa escolha na quantidade de carboidratos irá depender do total de carboidratos semanal que a dieta apresenta. Quanto mais baixo é o carboidrato nos dias low carb, mais alto ficará o carboidrato nos dias. Ricardo após escolher a quantidade de carboidratos dos dias low carb, é preciso distribuir o restante entre proteínas e gorduras. Foi escolhida uma quantidade de 250 g de proteínas e 90 g de gorduras. E tem low carb, 120 ×, 4 igual, 480 cal carboidratos, 250 ×, 4 igual milcal proteínas, 90 × 9 igual 810 calduras total igual a 2290 cal. Reparem que a quantidade calórica ficou um pouco menor em relação a quantidade calórica calculada no item 5.2 2500 quilocalorias. Novamente, não há problema se a quantidade calórica ou déficit calórico não for igual em todos os dias. O importante é manter o déficit calórico semanal nos dias de carboidrato alto. Ricardo foi escolhido 445 g de carboidratos, 138 g de proteínas e 53 g de gorduras. Item rai-carb 445 × 4 igual 1780 cal carboidratos, 138 ×, 4 igual, 552 cal, proteínas, 50 e. 3 × 9 igual, 477 cal, gorduras total igual a 2809 cal. Portanto, o indivíduo seguirá 3 dias de low carb, 2 dias de carboidrato moderado e 2 dias de haicab, por exemplo. Sexta, sábado e domingo. Dieta low cabe segunda e terça dieta com carboidrato moderado quarta e quinta dieta haicar para calcular o saldo calórico semanal dessa dieta, basta multiplicarmos os dias da semana, pela quantidade calórica calculada, 3 x 2290 quilocalorias igual a 6870 cal, 3 dias de dieta low carb 2 x 2500 quilocalorias igual a 5000 cal 2 dias de dieta com carboidrato moderado. 2 x 2809 kg. Frias, igual a 5618 cal, 2 dias de dieta hai carb total igual a 17488 cal. Percebam que a quantidade calórica semanal é aproximadamente a mesma da quantidade calórica calculada no início da sessão 6.3 17500 quilocalorias. Logo, o déficit calórico foi mantido. Esse é um exemplo prático para vocês? Entenderam que a quantidade calórica pode variar de acordo com os dias, considerando que não atrapalha o déficit calórico semanal? 6.4, porque aumentar a proteína nos dias low carb? Outro ponto importante de compreendermos em relação ao aumento no teor de proteínas nos dias low carb e na diminuição nos dias hai carb, quando seguimos uma dieta que apresenta redução de calorias, déficit calórico e de carboidratos low carb, a diminuição nos níveis de insulina e aumento de lipólise a insulina é liberada, principalmente após a ingestão de carboidratos, embora também possa ser liberada pelo consumo de proteínas e gorduras. E uma de suas funções é inibir a lipólise, quebra do trícilo-glicerol, gordura estocado no tecido adiposo em ácidos graxos e glicerol. Portanto, a diminuição nos níveis de insulina promove aumento de lipólise e utilização dos ácidos graxos como fonte de energia e do glicerol. Como precursor da gliconogenese síntese de glicose, a partir de compostos que não são carboidratos, os ácidos graxos são a principal fonte de energia durante a restrição calórica e por esse motivo que perdemos gordura corporal. Além disso, esse cenário também favorece a diminuição. Estoques de glicogênio principalmente quando associado com exercícios musculação e aeróbico. Dessa forma, a restrição calórica, restrição de carboidratos e exercícios aumentam a degradação de proteínas musculares, uma vez que os aminoácidos provenientes das proteínas do músculo são utilizados para o processo de gliconogênese, que tem como finalidade manter os níveis de glicose estáveis quando os estoques de glicogênio do fígado estão reduzidos. Portanto, a finalidade de aumentar o consumo de proteínas nos dias low carb é minimizar a degradação proteica muscular. As proteínas são reduzidas nos dias high-carb porque o aumento dos carboidratos na dieta minimiza a degradação de proteínas, reduzindo o catabolismo de aminoácidos e favorecendo seu uso para a síntese proteica. Esse é o efeito poupador de proteínas dos carboidratos. 7 modelo a luz, ciclando calorias e carboidratos em semanas, diferente do modelo que cicla carboidratos durante a semana. Neste modelo, a alternância entre períodos low carb e raicarb segue intervalos maiores de tempo, com semanas de low carb alternando com semanas haikab antes de estudarmos o modelo à luz. Vamos falar de um estudo que realizou uma abordagem semelhante, 7.1 estudo matador, ciclando calorias. Curiosamente, um estudo publicado em 2018 chamado de estudo matador, utilizou um método de ciclagem de calorias. Restrição calórica intermitente que mostrou resultados promissores na perda de peso quando comparado a um modelo tradicional de emagrecimento utilizando restrição calórica contínua. A sigla do estudo já diz bastante coisa. Minimizem adapt de termogenesis vendectivatin obesite rebom, minimizando a termogênese adaptativa e desativando a recuperação da obesidade. Nesse estudo, os indivíduos que realizaram a dieta intermitente alternavam 2 semanas de dieta hipocalórica com 2 semanas de dieta normalórica, enquanto o grupo restrição contínua seguiu uma dieta hipocalórica o tempo todo. Uma desvantagem do grupo que seguiu a dieta intermitente foi que eles levaram mais tempo para atingir o mesmo déficit que o grupo. Dieta contínua, por exemplo. Vamos supor que você realiza restrição calórica continua. Ou seja, o seu déficit calórico diário é de 700 quilocalorias ao longo de 2 semanas, você terá um déficit calórico de 9800 quilocalorias, 700 x 14 dias. Por outro lado, o seu amigo realiza uma restrição calórica intermitente, ou seja, realiza uma. Semana com déficit diário de 700 quilocalorias e uma semana subsequente sem deficit. Seguindo uma dieta normocalórica consome a mesma quantidade que o seu corpo gasta diariamente ao longo de 2 semanas, o seu amigo terá um déficit de 4900 quilocalorias, metade do que o déficit calórico que você levou seguindo a dieta de restrição calórica continua. Portanto, os participantes do grupo dieta intermitente seguiram mais tempo, 42 semanas do que o grupo dieta contínua, 28 semanas e os resultados foram muito interessantes. Houve uma perda média significativamente maior de gordura no grupo intermitente em comparação ao grupo contínuo, enquanto as mudanças na massa livre de gordura foram pequenas e não diferiram entre os grupos. Além disso, além da maior perda de peso, houve uma redução significativamente menor no gasto energético de repouso. GR no grupo de ETA intermitente em comparação ao grupo de ETA contínua consistente com a atenuação da termogênese adaptativa. Os autores concluíram que a restrição energética reintermitente resultou em maior perda de peso, perda de gordura sem maior perda de massa livre de gordura MLG, atenuação da redução no gasto energético de repouso, GRE menor recanho de peso após 6 meses comparado ao grupo restrição calórica contínua. Embora as reduções adaptativas no GR tenham sido atenuadas usando essa abordagem de reintermitente, é possível que a maior perda de peso no grupo intermitente também possa ser devido à redução da compensação em outras funções energéticas. Como o efeito térmico da alimentação e o gasto energético da atividade barney 2018, os autores mencionam isso porque os resultados do estudo foram muito interessantes para serem explicados apenas pela atenuação na redução do metabolismo. Se há 2 grupos com o mesmo déficit calórico, a média de perda de peso deveria ser igual. Lembrem que o que importa é o déficit calórico total. Em teoria, o grupo que realizou a dieta intermitente apresentou menos redução no metabolismo, o que poderia explicar a maior perda de peso. Entretanto, esses resultados também podem ser explicados pelo possível aumento no gasto energético e por menores escapes na dieta. No grupo que seguiu a restrição calórica intermitente, é importante lembrar que esse estudo não foi ciclagem de carboidratos, e sim ciclagem de calorias. Reparem na figura 9 que os participantes que seguiram a dieta intermitente linha contínua perderam mais peso ao longo do período de restrição energética em relação ao grupo de ETA contínua. Linha pontilhada além disso, o regime de peso foi menor no grupo de ETA intermitente. Figura 9 perda de peso ao longo de 48 semanas no grupo que seguiu dieta intermitente no grupo que seguiu dieta contínua. Este estudo foi mostrado porque o modelo de dieta intermitente Aparecido com o modelo à luz de ciclagem de carboidratos, a diferença é que no estudo foi realizada uma ciclagem de calorias e o no modelo à luz é realizada uma ciclagem de carboidratos. Entretanto, nada impede que os 2 sejam combinados. Ciclagem de calorias e de carboidratos 7. 2 modelos à luz, teoria e prática a ideia do modelo à luz é alternar entre períodos low carb e raikarb em intervalos maiores de tempo do que no modelo carb cycle. Esse modelo foi criado com base em experiências práticas, pois foi percebido que manter mais dias consecutivos de low carb Rai carb promove melhores resultados nesse sentido. Após alguns meses de dieta low carb, Hi protein, a perda de gordura tende a se estabilizar e nesse momento. Tem observado que o aumento dos carboidratos acaba otimizando a queima de gordura por meio de um aumento do gasto energético efeito à luz esse efeito termogênico, gerado pelo aumento dos carboidratos parece ocorrer de forma potente apenas nesse contexto, seguindo uma dieta hipocalórica low carb. Além disso, é observado aumento da sensibilidade à insulina e melhora da flexibilidade metabólica, os quais potencializam a oxidação de carboidratos e de gorduras, conforme explicado no item 3.1 e 3.2. Já observei muitos atletas que perdiam mais peso e gordura depois de realizarem um cardápio recarga de carboidratos. Depois de alguns dias seguindo a dieta com mais carboidratos, a perda de gordura tende a estagnar novamente, sendo desejável outra redução dos carboidratos, voltando ao padrão low carb high protein antes de subir os carboidratos, é indicado que o indivíduo já esteja seguindo uma dieta hipocalórica normal por pelo menos, 2 a 3 meses em fisiculturistas. A estagnação da perda de peso durante uma dieta hipocalórica costuma levar, em média 12 a 16 semanas. Dependendo do condicionamento inicial do indivíduo, percentual de gordura da dieta e do seu metabolismo. Indivíduos com sobrepeso e obesidade tendem a demorar mais para atingir um platô. No emagrecimento 6 a 8 meses, assim como os que sofrem menos os efeitos das adaptações metabólicas sensíveis à dieta. A tabela 5 exemplifica as bases do modelo à luz que alterna períodos de semanas em low. Cabe com períodos de semanas em haikab tabela 5 modelo alus para o ciclo de carboidratos. Nesse modelo, os carboidratos são alternados em semanas e não em poucos dias, como no modelo cabi cycle e na dieta metabólica. A primeira fase. Do? Tempo e é basicamente uma dieta tradicional low carb Hi protein. O diferencial do modelo começa a partir da fase 2, onde os carboidratos são aumentados e geralmente se reduz os outros macronutrientes, mantendo um déficit energético. Reparem que a primeira fase apresenta uma duração de 8 a 12 semanas e consiste em uma dieta hipocalórica normal, semelhante à dieta calculada no item 5.2. Nessa fase, o indivíduo terá resultados na perda de gordura, porém após algum tempo essa perda se tornará cada vez mais lenta, sendo? Recomendado entrar na segunda fase. A primeira fase é maior porque o organismo demora mais para se adaptar às mudanças na dieta. Na segunda fase, o carboidrato é aumentado em conjunto com uma diminuição da proteína e da gordura, a gordura muitas vezes pode ficar abaixo dos 15%. A ideia da fase 2 é manter o indivíduo no contexto de déficit calórico em conjunto com o aumento na ingestão de carboidratos, a fase 2 pode ser realizada de várias formas. Você pode manter o déficit calórico ou pode aderir a uma dieta normalórica da mesma forma que o estudo matador. Descrito no item 7.1, portanto, várias formas podem ser testadas, considerando que o contexto de déficit calórico seja mantido no decorrer desse tempo. Após determinado tempo, seguindo a dieta haikab segunda fase, é recomendável retornar a dieta low carb tradicional, recomeçando o ciclo. Dessa forma, após o período inicial, foi estabelecido uma média de 2 a 4 semanas de duração para as fases seguintes, segunda, terceira e quarta. Entretanto, para indivíduos que não são atletas, elas podem durar mais, 4 a 8 semanas. Esse tipo de estratégia tem um aproveitamento melhor quando a dieta para a perda de peso primeira fase tem duração maior que 12 semanas. Sendo o ideal de 16 semanas com o tempo maior de dieta, é possível aproveitar mais os efeitos dos ciclos de carboidratos. É importante mencionar que o tempo de cada fase pode variar de acordo com cada indivíduo. Da mesma forma, o número de fases irá depender da resposta individual. É recomendável avaliar o físico semanalmente por meio de fotos ou medidas para ter conhecimento de quais mudanças serão realizadas na dieta. Por exemplo, quando o indivíduo responde bem à ciclagem, podem se alternar as fases low carw carb, Hayek, bem 12 semanas. Quando a resposta do indivíduo é mais lenta, quando não apresenta uma boa sensibilidade à insulina, as fases podem ter tempos maiores, podendo. Ultrapassar 4 semanas, portanto, o tempo a ser seguido em cada fase, bem como o número de fases, irá depender da resposta do organismo de cada indivíduo. É observada uma mudança muito rápida no físico de pessoas sensíveis à insulina, principalmente na segunda fase, com diminuição do percentual de gordura e aumento do volume muscular. Essa mudança é mais perceptível quando o indivíduo apresenta um baixo percentual de gordura. 7.2 ponto um exemplo, um para entendermos melhor essa estratégia, vamos utilizar como exemplo um homem fisiculturista de 24 anos, 94 kg e 1,75 m de altura. A primeira fase, low carb da dieta deste indivíduo, apresentava 350 g de proteínas 1400 quilocalorias, 50%, 150 g de carboidratos, 600 quilocalorias, 22% e 85 g de gorduras 700. E 65 quilocalorias, 28 por. Totalizando 2765 quilocalorias. É importante considerar que a proteína dessa dieta está elevada pelo fato de ser um fisiculturista em précontes de précompetição. Para indivíduos normais, não há necessidade de uma quantidade tão elevada assim. Reparem que a quantidade de carboidratos dobrou na segunda fase, em conjunto com uma diminuição nas proteínas e nas gorduras. Tabela 6 embora a proteína deva baixar na dieta hai carb, a quantidade não pode ficar muito baixa devido ao seu efeito satógeno. Essa dieta foi elaborada anos atrás para o nutricionista e atleta Carlos damatto, embora a tabela 5 exemplifique as 4 fases, ele só seguiu até a segunda fase. Apresentando uma resposta muito boa no físico. Portanto, o número de fases e o número de semanas de cada fase irão depender da resposta de cada indivíduo 7.2 ponto 2 exemplo 2. Na sequência será ilustrado um segundo exemplo para fixar melhor o conteúdo. Imaginem um fisiculturista, homem de 33 anos, 88 kg, 1,70 m de altura e percentual de gordura, 14% treinando musculação 1 hora por dia, fá igual a 1,6 podemos usar as equações de tinsley e cuningan para calcular seu GREO get. Item disley GR igual 24,8 XT +10 igual 24,8 x 88 + 10 é igual a 2192 cal item cuninga GR igual 22 XMLG +500 a massa livre de gordura MLG é obtida depois que se conhece a gordura corporal GCGC igual a 88 x 0,14 é igual a 12,3 kg MLG é igual PGC igual a 88 12,3 é igual a 75,7 kg. Com AMLGOGR pode ser calculado pela equação de coninga GR igual 22 x 75,7 + 500 é igual a 1665,4 + 500 é igual a 2165 cal. Para calcular o get, temos que escolher um dos valores do GR calculado acima. Normalmente, é aconselhável escolher o menor valor, a menos que ananés, indique o indivíduo com metabolismo acelerado. Nesse exemplo, vou escolher o menor valor, koningga get igual GRX fica igual a 2165 x 1,6 é igual a 3464 cal. Utilizando um déficit calórico de 700 quilocalorias Def, encontramos o valor energético total da dieta vet vet igual geti Def igual a 3464 700 é igual a 2764 cal. Para fisiculturistas, é interessante iniciar com a proteína em 2,5 g por quilograma. Minas 2,5 g por quilograma x 88 kg igual a 220 g igual a 880 cal, 32%. Restam 68% das calorias para dividir entre carboidratos e gorduras, escolhendo 38% de calorias para carboidratos. As gorduras serão 30% das calorias, temos então item carboidratos 2764, × 0,38 igual 1050 k igual a 262 g. E tem gorduras 2764 × 0,30 igual 829 Cau igual a 92 GA tabela 4 mostra a divisão dos macronutrientes segundo o modelo, a luz para 4 fases, conforme mencionado, o método não tem limite de fases, pois pode ser feito pelo tempo que desejar, podendo inclusive ter apenas 2 fases. Os cálculos realizados acima foram feitos para a fase um, na qual o atleta segue uma dieta padrão low carb. Para as fases posteriores, a ideia é manter um déficit calórico semelhante, variando os macronutrientes. A tabela 7 apresenta a divisão dos macronutrientes para 4 fases, seguindo o modelo proposto na tabela 4. O cálculo para cada fase não precisa ser feito de forma antecipada, como nesse exemplo e é melhor ser ajustado de acordo com a evolução do paciente atleta. Para finalizar, considero que essa estratégia de ciclar carboidratos pode ser mais bem aproveitada quando periodizada em conjunto com a estratégia de treinamento. A ideia, justamente aproveitar os períodos Ricardo para aumentar a intensidade ou volume de treinamento, os quais podem potencializar ainda mais o uso das reservas de gordura corporal como fonte de energia, além de permitir ao atleta um treino com mais intensidade e volume devido ao aumento do consumo de carboidratos e ao aumento dos estoques de glicogênio hepático e muscular 7.2 ponto 3. Limitações é observações. Como em qualquer outro modelo de dieta, o modelo à luz em conjunto com outras estratégias que sigam carboidratos, terá adaptações. Dessa forma, a perda de peso lentifica com o passar do tempo por vários motivos, incluindo diminuição do metabolismo e diminuição na adesão à dieta, pelo aumento da fome. Além disso, outro ponto que pode ocorrer é o aumento da fome, com aumento na ingestão de carboidratos, que pode estar relacionado com o aumento na termogênese. Essa questão será mais expressiva em determinados indivíduos e menos em outros uma. Que pode ser utilizada é aumentar ingestão de fibras e proteínas e diminuir a densidade calórica. Conforme já mencionado, o déficit calórico continua sendo fundamental para a perda de peso e de gordura, uma vez que irá forçar o teu corpo a utilizar as reservas de gordura. Triste, o glicerol estocadas no tecido adiposo como fonte de energia. Por último, a resposta varia de acordo com o indivíduo, sendo preciso considerar a resposta individual. Indivíduos sensíveis à insulina apresentam uma mudança mais expressiva no corpo. Resumindo, o ciclo de carboidratos é muito utilizado e, na maioria das vezes, apresenta resultados muito satisfatórios na composição corporal. Entretanto, é preciso saber aplicálo e saber em quem aplicálo indivíduos com obesidade podem não ser beneficiar, uma vez que o objetivo é perder peso e aumentar a adesão à dieta. Logo, o foco é na mudança do estilo de vida e não na melhora da composição corporal. Portanto, os resultados serão mais interessantes em indivíduos com físico-atético, principalmente em quem já apresenta um baixo percentual de gordura e uma boa sensibilidade à insulina. Dos princípios da luz?

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