Estela, cofundadora da Visual Thinking, partilha a sua experiência como empreendedora na área tecnológica. A empresa foi criada em 2018, fruto da sua curiosidade e vontade de contribuir para a sociedade com soluções de análise visual de dados. Ela descreve os obstáculos iniciais, comuns a muitas startups, como a dificuldade de financiamento. Como mulher num setor dominado por homens, sente a necessidade de se preparar mais para se afirmar, mas também reconhece que a sua perspectiva feminina traz vantagens, como uma abordagem mais empática e cuidada na gestão de equipas.
A conversa aborda profundamente o desafio de conciliar a maternidade com uma carreira exigente. Estela enfatiza que o equilíbrio emocional é fundamental e que o apoio familiar é crucial. Ela observa uma evolução na sua própria confiança como líder à medida que a empresa cresceu.
Dirigindo-se às jovens mulheres, encoraja-as a perseguir as suas ambições sem dúvidas, a desenvolver a empatia como competência chave e a não se deixarem limitar por estereótipos. Expressa preocupação com o impacto das redes sociais e da exposição digital excessiva desde tenra idade, que pode levar à frustração e a problemas de saúde mental. Defende a importância de mostrar exemplos reais, imperfeitos, e de promover discussões abertas.
Por fim, mostra-se esperançosa em relação à nova geração, reconhecendo o seu potencial para lutar por causas importantes, como a igualdade de género e a justiça social, mas sublinha que a comunidade deve orientá-la para ações reflexivas e coletivas, em vez de reações impulsivas.
[Música] - Olá, Estela. Antes de mais, obrigada por ter se deixei-te este nosso convite, para tentar falar no podcast tema tema das jovens de Gai. Estamos aqui na Nova Gai, que é a sede da voz em presa. - Sim, obrigada, reta, obrigada pelo convite. É um gosto de enorme poder partilhar aqui a minha experiência e o meu ponto de vista, sim, estamos em Nova Gai, uma incubadora de startups, e foi quem nos recebeu na origem da visual thinking. - E como é que surgiu este procurso? Portanto, até se eu e confundadora, davisam o thinking. - Mangueu, comecei há muitos anos a trabalhar por conta do outro. Sempre ligado a um bocadinho à tecnologia, na indústria da robótica, da automação distrial, e estive cerca de duas décadas a trabalhar como profissional por conta do outro. Mas sempre com o chinho criar um projeto meu, sempre se tivesse chinho. E então ainda é em 2018, a Juntai Mamel, soci, Miguel Calas, e criamos a visual thinking, como propósites de trazer aqui um cadinho deste análise visual dos dados, as organizações de uma forma geral. E quando é que deu esse clique, e como é que deu esse clique? Se esse chinho já existia, então qual foi o clique que deu-se de. Não, é agora. - Eu sempre fui muito curiosa. Sempre, sempre, desde que conheço, sempre gostava aprender coisas novas de querer se saber mais, cada tema que me era colocado, cada desafio. Eu ia até ao infinito promenor estudar o tema, e sempre achei que poderia contribuir também para a sociedade com algo que fosse. e com algo que produzia esse resultado e que gerasse valor nos outros. E então, o facto de ser mãe também não encaranda a matronidade como um projeto, mas é um grande projeto e um grande desafio. Também me deu algumas outras características que eu ingetei neste bondado. Principalmente, foi ali entre um segundo e o terceiro filho que sentia mesmo a vontade não, é agora. Ou então, depois, será muito mais de um entetar, de profazer. Acho que foi esse o momento do clique. E depois também com o desafio do Miguel, do meu sócio, de querer, ele próprio também criar uma empresa. E aí, todos se juntaram, as peças juntaram, se nós criamos a visual. E o teu agradável, mas é tanta bondado e depois oportunidade. E é que eu vou se surgir esta startup. Quais somos maiores obstáculos enquanto mulher com fundadora e enquanto criação de uma dimensão. Eu acho que nós, em Portugal, se faremos alguns obstáculos e alguns constrangimentos, na perspectiva de criar uma startup. Eu penso que a startup e as novas ideias que querem se engrarem no nosso país, precisavam ter aqui um apoio um bocadinho maior, porque o arranque sempre é difícil. Qualquer projeto que estás a iniciar sem vendas, sem de negocio, sem colaboradores, necessitar de investimento para arrancar, é uma dificuldade sempre muito grande. E nós sentimos essa dificuldade toda, né? Eu, Miguel, tivemos que entrar com o capital nosso para criar a empresa, para começar a contratar equipa ainda sem qualquer negocio à vista. Isso é uma dificuldade. O facto de ser mulher e ao longo deste dos últimos 8 anos, eu tenho sentido que, às vezes, sou considerada uma novidade do facto de ser uma ciúnaire tecnológica, normalmente é uma área muito dedicada aos homens, mas por outro lado, também sinto que sou a vida. Ou seja, é um pão das vírus, acredito que, em determinados contextos, tenho que me afirmar e tenho que se calhar estudar muito mais do que um homem faz, mas também me dava a gagem para nessa afirmação saber do que falo, saber do que tenho a dizer e poder ser também considerada muitas vezes uma referência. Mas é um desafio constante. Naquilo que respeita, por exemplo, a questão de equipa. Eu acho que é uma vantagem, o facto de ser mulher, porque, até porque sou uma entrevista, tem que ser instinto muito maternal, e que estamos a ir à equipa, sou homens, a das todas, muito cuidadora, muito protetora, muito atentar para se saber se, efetivamente, a motivação existe e tentar conciliar a vida pessoal dos de nossa equipa com a vida profissional, sempre atenta, esses por nós. E é isso também que tem ditado um bocadinho o sucesso da retenção da nossa equipa que pensou eu, se não seja revolver ou não. Eu acho que pensou que este factor também pode ajudar a que a equipa se mantém a também mais perperta. Porque eu acho que é muito, ouvencita um desafio grande, a prepara também das empresas, e na pror mais com esta nova geração, sendo que adacem cada vez mais, as mulheres são mais, cada vez mais tarde. A lista conciliação de vida profissional e familiar é um ponto cada vez mais importante na mesa. É difícil, é difícil e felizmente nós vemos aqui o papel do homem, neste equilíbrio, de ter um filho, de cuidar do filho, de cuidar das tarefas domésticas, nós vemos aqui um chife, não posso dizer que estou nesses chifs, não é? Porque eu acho que eu assumi-me, eu próprio assumi-me como a mãe, a cuidadora, a mulher. Mas depois isto é difícil, pois também queremos ser a empreendedora, mas queremos ter sucesso na vida profissional e depois queremos ser a melhor mãe do mundo e a melhor mulher. É um malabarismo que, para mim, faz a diferença para isto que corra bem, é o nosso equilíbrio emocional. E vou já introduzir aqui este tema que eu acho que é fundamental para a mulher e para o homem hoje em dia, para poder haver esta conciliação perfeita em ter a vida familiar, a vida pessoal e a vida profissional, nós temos que estar bem. Primeiro, precisamos estar se calhar no sitio certo, quando acordamos de manhã, ter aquela vontade, eu vou produzir algo naquele cítrio e eu sorriso a parece. E depois, podemos estar bem para aquilo que é mais importante, a nossa família, nossos filhos, dar aquela amor todo, se nós tivermos bem em equilíbrio, tudo se torna fácil. Os desafios acontecem, é difícil criar, meu mais velho, já tenho 20 anos, o mais prínio tem 10 anos, ali como a plubei com 18, é difícil jorir tudo, ser mãe, é difícil agraver a vida, é difícil estar em todo lado e querer acompanhar a vida profissional ao mesmo ritmo. Podemos ter consciência que não é possível e as organizações também têm que ter essa consciência de que não é possível e há que respeitar o papel da mulher na nossa sociedade para garantir a humanidade, e dar-lhe esse espaço de poder ser mãe, sem ter que estar presionada com aquilo que é o excesso na profissão. Mas sim, é um desafio, felizmente tenho um companheiro que também me ajuda muito e tive também apoio da família, que é muito importante, sem isso nada, mas lá está até para se conseguir isso, nós temos que estar em equilíbrio emocional com nós, e com aquilo que nos leia, nós conseguimos morar a frente, esta estaré festo, sem ganho assim, multa. Sim, sem dúvida, e não para mais porque há muitas vezes esta questão de mulheres enquanto profissional, há sempre aquela dúvida, não é? Portanto aquela pressão de seu for de licença, será que tem o trabalho de volta? Vou escolher, portanto quando há uma candidata e uma candidata, há sempre aquele receio de que a pessoa mulher não vou ser escolhida para o cargo desfim, portanto estamos multimissionais, não é? Toda a esta fraqueza que é vista por muita gente, mas que não é, é um super poder que nós temos. Ficilivamente, já começamos a ver aqui um chute, mas é um chute tendo, nós queremos assumir, nos como, "não, as mulheres estão a. não estão nada, nós vemos que a diferença e a este gap entre, por exemplo, a diferença sumidas pelos homens e funções liderantes, as sumidas pelas mulheres, há um crescendo, mas ainda há um longo caminho a percorrer. E é importante que se transmistifique isto, porque quem tem mulheres na liderança, pesa e mora elas possam ter que se ausentar para a sua função primordial, elas são sempre mais fortes, até porque a questão emocional é aquilo que muitas vezes faz o sucesso de uma organização, que era o nível das estratégias, nós mulheres temos uma capacidade de pensar em várias coisas dos homens muito tempo e conseguir ver lá afrento o que pode estar a acontecer, não quer dizer que os homens não têm, mas nós temos essa capacidade e quanto mais organizações perceberem isto, melhor, mas acredito que ainda temos um caminho a percorrer, sem dúvida. E é transversal a setora, embora já asam grandes exemplos do contrário. Sim, sim, é verdade, eu acho que a nível da sociedade enquanto não se começar a ver mais mulheres, lembrem-me agora da política, porque não tem cargos de este fim,
e acho que acaba também por ser um exemplo para pequenas jovens e pequenas crianças, portanto a capacidade de poder ser tudo. Por que não distele, os obstáculos relativamente ao início desta imagem de confundadora e se alterou, ou seja, algum chorte. Portanto, o texto foi criado em 2018 até agora, portanto a visão. E acho que no início, eu próprio até enquanto os pensáveis e a imagem, não é de si ou de uma pequena empresa, mas eu próprio também também, também, estava ali ainda uma imagem mais pequena, de mim mesma. E há medida que vamos crescendo e que nos vamos afirmando no nosso setor. E agora até nesta questão dos envolvimentos de soluções de inclusão artificial, como essa assumir aqui também alguma relevância nesta área, nesta discussão. E o próprio também já sinto que é mais fácil assumir-me como se eu de uma empresa. Enquanto se quedaram no início, eu estava preocupada em trabalhar, em fazer acontecer, em gerar negócio, em. e não pensava sequer quando estava a falar enquanto representante uma empresa. Estava em brinhava nos no trabalho e no que tinha que executar nos objetivos da que me tinha proposto. E não tinha essa perceção hoje em dia, não, e mesmo quando as vezes me convidam para participar num evento ou um outro, eu já tenho essa perceção de que eu vou falar enquanto se eu de uma start-up, uma pequena empresa, como somos, mas tenho esta responsabilidade. E isso que é lá também uma atoridade, que foi também da idade, também esta experiência de vida, que me permite fazer isto até como que eu tenho mais de segurança do que há 15 ou 20 anos atrás. Se ainda que também existe aquela questão das menestras, que mostraram sempre mais do que os homens, não é? Se não, nunca falando nesta questão, mas isto é que uma lutaína muito grande, queremos ter mais. E isso é o índice sinto. E quando vou para reunir com parceiros, ou seja, do que áreas forças da tecnologia, ou do complar, ou seja, do que for, eu tenho a necessidade de estudar sempre muito, muito muito para ir muito bem preparada. E acredito que se calhar os colegas, opens que me acompanham nessas reuniões, se calhar, nem isso fizeram e se calhar também não precisam ou não sentem essa necessidade. E isso que ela também não precisava, até porque o conhecimento já castava, sinto essa necessidade de querer saber até o promenor, o que que vamos falar para não ficar mal. E isso que é aquilo que está por trás é a criança de que nós mulheres têm sempre a fazer mais do que os homens. E acredito que vocês vão ficar em inglês também. E que, ou seja, já temos a falar aqui do desafio da maternidade, mas que os desafios mais é que jovens mulheres têm a atualmente na opinião da estela. Eu acho que as jovens mulheres hoje em dia têm uma oportunidade incrível de ser de fazer tudo aquilo que elas imaginarem. Eu persono dizer a minha filha, ela entrou este ano na facular, que ela tem um folhinho branco. Também nigos meus filhos homens, mas aí ela principalmente ela tem uma folhinha branco, ela pode ser o que ela quiser. E é importante que as mulheres jovens não duviden das suas capacidades, que elas podem estudar seja que tem uma fora, desde la mecânica, a informática, a passar de passar tudo que for, ou te lari, ou que for. E não se conter em sua ambição e na sua motivação, porque a capacidade das jovens em preendedoras é igual ao superior a sua imediatria, às duas jovens em preendedoras. E então que tipo de competências aquelas têm que ter para conseguirem liderar ois e o amanhã? O que ter, se a resumente indispensável, é empatia. Mas que todos nós e os jovens de uma forma especial, que estão muito embreneados no mundo digital e muito relacionados com os outros através de um dispositivo, a empatia, a capacidade de se colocar nos sapatos dos outros é muito importante de desenvolver. E que me parece, daquilo que tenho absorvido, que pode estar para ter um bocadinho. É muito importante falar nisso nas escolas, desde carinos até ou em cima do superior. É muito, muito importante, esta competência, esta soft skill, de gerar empatia com o outro, porque isso vai dar o sucesso. Eu para poder ter sucesso, seja no que for, seja no trabalho, seja no exame, seja numa aula, seja mais à frente do meu procurso profissional. Se eu tiver esta capacidade de se dar empatia com o outro, seja, eu quem for o meu interlocutor, a comunicação vai fluir. Eu vou entender o que eu não estava a dizer e vamos fazer entender e se constrói a partir daí. Acho que a capacidade de gerar empatia com o outro é fundamental. E depois, o querer fazer, acho que o querer fazer é, é, base de tudo, se a jovem, ou a jovem, mas dirigindo mais às jovens, mulheres, tiverem avontado de construir, a partir daí, não há nada a saia de baixa, a partir daí, não há nada que impessa. Sim, essa questão da motivação não é, ou seja, nada em peda, seja claro que vai vendo aqui a obstáculos, que houve, como é óbvio, também na construção da visual de quem, mas é. foco, muita gente também que pode ser a temusia, não é? Sim, é extremamente saudável e ajudamos a chegar lá. É uma coisa que a gente pode fazer, porque é uma coisa que a gente pode fazer. que não quase nunca falhas, como é que se consegue preparar a esta geração de próximas lidas, para se registrar em seu autoestima, não é conseguir, também, conseguir atingir, porque a verala é uma. Não há nada tabulado de sucesso de idades. E, antes de mais, escalar a fostar estas jovens, quando elas são muito novinhas, desses exemplos fictícios, totalmente fictícios, que tudo é perfecto, que isso não existe. Não há perfeição. Aliás, o mundo não girava se tudo fosse perfecto, tem que haver o perfecto e o imperfecto para que a roda continue sempre a girar. Por isso, desde logo a fostar estas jovens, em idades muito tendrinhas das redes sociais que mostram os influências maravilhosos, que banam uma fulinha, uma árvore e dinheiro, que começa a cair isso, não existe. Existe trabalho e existe a capacidade de gerar o valor. Tudo o resto é muito momentâneo e muito artificial. Isso acho que uma boa medida e aqui a nível mais político, seria a fostar as jovens em idades muito tendras que ainda não construíram de todo, uma forma completa à sua personalidade, desde os exemplos artificiais. E conversar muito sobre isto, a discussão nas escolas, estes temas, com exemplos riais, de emprensores que emprensen a sércia e que o mundo digital é importante, até porque nos aproxima principalmente quem está longe, mas não pode ser substituído pelo mundo humano. Acho que isto tem que ser discutido, seja trazer ao de cima de que "ok, eu posso se estare a conversar com os meus colegas, transom eles onde forem a partir do dispositivo, mas se eu estou ao lado deles num grupo em formato presencial, porque lá é que está cada um no seu dispositivo fazer o que quer que seja, não vamos falar sobre isto. O que falta aqui, que pensa a isto que falta? Acho que é muito importante e a sistema com vontade de ser endoblida fundamental. É que são nem patia que estamos a falar ao bocadinho, porque estamos a perder aquela humanidade que eu acho que ganhamos, por exemplo, no covido, acabamos por perder esta humanidade, esta empatia, tanto andamos mais desligados. Sim, desligados. E é crescido no sentido de algo sempre aleita, sempre. E se nós conseguimos trazer esta reflexão, quanto mais cheio, melhor, trazermos até momentos de introspeção e depois partilha em colunjunto, mas ganhamos em quando sociedade como um todo, porque se nós estivermos a fomentar uma sociedade em que os meus estão cada um pra si e a seguir aqueles exemplos alguns completamente absurdos, de motopia completa, de prefeição que não existe, que é bom.
Vamos gerar, vamos gerar os jovens frustrantes, que não conseguem atingir os seus objetivos logo vão cair de pessoas. Muitos deles nós temos visto infelizmente, este é um fenômeno global, está-se suicídio em jovens, este é aumentado, este é nosso pacom, vamos a termos isto todos nós, temos aqui um papel fundamental, eu sempre capai-me, o de jovens, gosto de saber, gosto de falar, gosto de Deus fazer refletir e todos nós, na sociedade temos este papel de construir e conversar muito sobre este sistema, estamos dando o exemplo, os também tentando com as nossas ações da área, este exemplo, não pode ser se só olhar para o cadinho, não é de pouco fácil, porque isto dos mil de também estar em muito agarrados ao digital, em álbums deles também é o exemplo que levam de casa, mas também há adultos que também são completamente agarrados ao digital e também vivem uma imagem de utopia e partilham nas suas redes, tudo que é maravilhoso, quando a prática aquilo que responda 1-2% a vida da pessoa, e temos que acabar com isto, vamos falar da vida e a feita de halpe e feita, e é normal, é sim, a vida é sim, agora estamos bem, agora testamos do end, se temos alguém na família da ta do end, agora estamos a rirar agarrilhar, agora estamos a rirar, a vida é sim, é o i-mi-yangas, é sim a vida, sim e acho que é bastante importante esta questão, que basta por pronunciar a da frustração, do querer, do que eu quero, quer ter já o agora no imediado e quando não se tem, deita-se quase a frustração que também não consegue digerir, e então é muito difícil esta questão, e isso é fundamental trabalhar-se, nós não podemos, não queremos, acho que ninguém quer, uma geração futura frustrada e agressiva, e se nós não trabalharmos isto é o que vai acontecer, porque os mil dos fazem quilômetros com o lugar, não é, fazer scroll, e conteúdos sem significado alguns e muito conteúdo, desde muito, muito jovens íngos, eu via, no outro dia algo que deixou completamente estupo facto a plana negativa, que foi um ovo do bebê, meses, tinha um suporte para um dispositivo digital, isto ia ser prohibido por lei, isto ia ser prohibido por lei, nós sabemos que o cérebro até aos 6 anos está em desenvolvimento, que é dizer, mas como é que nós vamos bombardiar, um cérebro que está em desenvolvimento com conteúdos digitais, rápidos que não tramita luzes, mudan imácia, e que depois aquelas cidades que têm que ocorrer para que o cérebro fique bem consto e de bem desenvolvido não acontecem, e já as estudos que indicam que isto vai ter um impacto e acredito que se nós não fizermos nada terá um impacto muito cérebro na próxima geração, isso é uma vida. Porque, na para mais, às vezes é lutar por causas importantes, não é? Portanto, surgiu a esta questão do ambiente, das outras ascolimáticas, estamos neste momento a falar, portanto, pelo mês de março, do dia da mulher, portanto, da igualdade de gênero, esta geração vai continuar a lutar. Eu quero acreditar que sim, eu, eles são atenção, isto jovens, são absolutamente fantásticos, eles têm uma capacidade a ver um sentido distiça, que se calhar na minha geração, até lá até pra ele estar, mas nós não fazíamos nada, ficamos a pensar, e eles se sentirem que há uma instícia, eles são capazes de agir, nós só não podemos pedir que a essa ação seja um imuto apenas, tem que ser uma ação reflexiva, tem que haver uma motivação de maior e tem que se pensar no bem está comum, não seja uma ação para pensar apenas e só no mil mil vírus, e isto é que tem que ser discutido, mas este agredito que este jovens vão lutar, e se nós usou orientarmos que é o nosso papel enquanto comunidade, e este é com a sistema toda a volta, destes jovens, nós usou orientarmos para uma reflexão e para todos estes temas, acredito que eles serão uma geração invencível, provaem, provaem. E para a quantidade de informação que também tem, não é que podem conseguir a nível de discursos de insino, portanto, o tamanho acaba por ser bem informado em estes aspectos, mas que também é mal informado em outros aspectos, portanto, a questão no Espírito, que é é a ética de repetir muito naqueles que se se ouvem e que se vê principalmente no digital. Estela, já falamos aqui muito aqui desta questão da igualdade de gênero, portanto, é dificuldade de ser mulher, mãe, trabalhadora neste mundo, não é, na atualmente, mas qual papel do homem? Do homem lá do outro, mas também jovens jovens homens. Eu acho que os jovens homens, e tem aqui também uma oportunidade única de se tornar a partir dos jovens, enquanto esta criança e estes valores que vem de muito atrás de que a mulher deve servir o homem, de que a mulher faz as tarefas domésticas, de que a mulher, que é o facto de a mulher gerar o bebê e isso isso ninguém esteira. Lê para a banda. Não me dá. Mas eu acho que este jovem homen tem aqui uma oportunidade, se a menestra ordinária para ser um verdadeiro par igual, embora nunca seriam exatamente iguais. E também é bom que assumamos as nossas diferenças, mas com respeito e mais que este jovem pode ser aqui o pilar para que as jovens, mulher possa, efetivamente, manifestar-se-se no seu todo. Pode segurar um apoio para que isso aconteça. Sim, esperamos, agora que esta vontade também e este terrero de hoje, portanto, tenho sido muitos anos, muito abril os olhos e muita luta e haver também um que a que o amanhã nos tragará. Se lá, estamos a acabar a nossa conversa e termino sempre com que conceitos aos jovens, jovens, mulheres, jovens, almas, portanto. Que conceitos? Sejam vocês próprios. Não vão a incantigas das redesciais e dessas influências maravilhosas. Tentem descobrir aquilo que vos motiva, aquilo que vos apaiçona, que de repente pode estar numa óbica que vocês gostam e muito. E tentem estar atentos aquilo que efetivamente vos apaiçona, pode estar numa disciplina, pode estar numa atividade familiar, tentem descobrir isso quanto antes e desenvolvem. E nós estamos a assistir também em uma evolução, ao boco falava-nos em sino. Estamos a assistir também a uma evolução no ensino superior. E este próximo anelativo vão sair imenças de licenciaturas duplas. Então, reflexo de nossa evolução, porque os jovens também não querem saber se há alguma coisa, a quantidade de informação que são bombardeados, depois eles apreteram apenas um tema para eles, já não é suficiente e, flexivamente, o mestre de educação também está olhado para isto. E termos aqui duplas de licenciaturas, em que depois chegam ao final e podem escolher se querem ser engenhar ou se querem ser psicólogo, por exemplo, é interessante para eles. Por isso, descobram aquilo que vos apaiçona. Não vão nas cantigas dos aspectos ciáis e dos influências que esteem tudo muito fácil. Não é, exige os forços. Mas vocês são a nossa próxima geração, por isso sonhem e nunca desistam dos ossos sonhos, vocês conseguem. Vocês vão se querem todos, vocês são os jovens em preno de jovens, mulheres, jovens topazes, todos vocês vão conseguir. Sim, acho que sim. O sonhar e a motivação e o querer fazer, acho que é importante, como também está em jim da falar ao longo desta conversa, esta estela. Muito obrigada por este caíngo. Não estava todo mundo sempre. Eu ia falar, e meu Deus foi verdade. São temas também importantes para tratar a maníza e a gente não há idade, não há gêneros, não há nada. Todos conseguimos tudo. Eu acho que é importante. Ao nosso tempo, ao nosso ritmo, e este amanhã é importante. Obrigada.
Podcast Summary
Key Points:
A fundadora da Visual Thinking partilha a sua jornada empreendedora, iniciada em 2018, motivada pela curiosidade constante e pelo desejo de criar valor.
Destaca os desafios de ser mulher na tecnologia, incluindo a necessidade de maior preparação e afirmação, mas também vê vantagens na liderança feminina, como a empatia e o cuidado com a equipa.
Aborda a dificuldade de conciliar maternidade e carreira, enfatizando a importância do equilíbrio emocional e do apoio familiar e social.
Reflete sobre a evolução da sua autoimagem como líder, ganhando confiança com o crescimento da empresa e a experiência.
Oferece conselhos às jovens mulheres, incentivando-as a acreditar nas suas capacidades, a desenvolver empatia e a não limitarem as suas ambições.
Alerta para os perigos das redes sociais e da exposição digital precoce, defendendo a promoção de exemplos reais e discussões sobre saúde mental para evitar frustrações nas novas gerações.
Expressa esperança na geração mais jovem, reconhecendo a sua capacidade de ação perante injustiças, mas sublinha a necessidade de orientação para uma reflexão profunda e ações coletivas.
Summary:
Estela, cofundadora da Visual Thinking, partilha a sua experiência como empreendedora na área tecnológica. A empresa foi criada em 2018, fruto da sua curiosidade e vontade de contribuir para a sociedade com soluções de análise visual de dados. Ela descreve os obstáculos iniciais, comuns a muitas startups, como a dificuldade de financiamento. Como mulher num setor dominado por homens, sente a necessidade de se preparar mais para se afirmar, mas também reconhece que a sua perspectiva feminina traz vantagens, como uma abordagem mais empática e cuidada na gestão de equipas.
A conversa aborda profundamente o desafio de conciliar a maternidade com uma carreira exigente. Estela enfatiza que o equilíbrio emocional é fundamental e que o apoio familiar é crucial. Ela observa uma evolução na sua própria confiança como líder à medida que a empresa cresceu.
Dirigindo-se às jovens mulheres, encoraja-as a perseguir as suas ambições sem dúvidas, a desenvolver a empatia como competência chave e a não se deixarem limitar por estereótipos. Expressa preocupação com o impacto das redes sociais e da exposição digital excessiva desde tenra idade, que pode levar à frustração e a problemas de saúde mental. Defende a importância de mostrar exemplos reais, imperfeitos, e de promover discussões abertas.
Por fim, mostra-se esperançosa em relação à nova geração, reconhecendo o seu potencial para lutar por causas importantes, como a igualdade de género e a justiça social, mas sublinha que a comunidade deve orientá-la para ações reflexivas e coletivas, em vez de reações impulsivas.
FAQs
A Visual Thinking foi fundada em 2018 por Estela e o sócio Miguel Calas, com o propósito de trazer análise visual de dados para as organizações. O projeto nasceu da vontade de criar algo próprio e contribuir para a sociedade com algo que gerasse valor.
Os obstáculos incluem a dificuldade de arranque sem vendas ou investimento, exigindo capital próprio. Como mulher numa área tecnológica, por vezes sente-se como uma novidade, exigindo maior estudo e afirmação para ser reconhecida como referência.
É um desafio constante que requer equilíbrio emocional, apoio familiar e de parceiros, e a consciência de que não é possível estar em todo o lado. Organizações precisam respeitar o papel da mulher e dar espaço para a maternidade sem pressão excessiva.
A empatia é fundamental, pois permite colocar-se no lugar do outro e facilitar a comunicação. Além disso, a vontade de fazer e a motivação são a base para superar obstáculos e alcançar objetivos.
É importante desmistificar a perfeição mostrada nas redes sociais, promover discussões nas escolas com exemplos reais, e incentivar a introspeção e partilha. Evitar bombardear cérebros em desenvolvimento com conteúdos digitais rápidos e sem significado.
Mulheres na liderança trazem força emocional e capacidade de pensar em múltiplas frentes, mas ainda há um longo caminho para igualdade salarial e de oportunidades. É crucial desmistificar a ideia de que a maternidade é um obstáculo, pois pode ser uma vantagem.
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