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Centrão teme retaliação e se afasta de Flávio

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Centrão teme retaliação e se afasta de Flávio

Teksti käsittelee Brasilian vuoden 2026 presidentinvaalien poliittista kenttää ja erityisesti opposition haasteita. Flávio Bolsonaron kampanja on kohdannut vaikeuksia, kuten sisäisiä erimielisyyksiä ja puolueiden, kuten PP:n ja União Brasilin, haluttomuutta liittoutua hänen kanssaan. Nämä puolueet harkitsevat neutraalisuutta, koska ne haluavat säilyttää joustavuuden ja mahdollisuuden tukea voittajaa myöhemmin, oli se sitten Lula tai joku muu. Lula johtaa mielipidemittauksissa, mutta hänen korkea epäsuosionsa ja hallituksen taloudelliset haasteet, kuten suuret menot ja korruptioepäilyt, tekevät vaaleista epävarmat. Lisäksi kolmannet vaihtoehdot, kuten Renan ja Ronaldo Cairado, voivat hyötyä äänestäjien tyytymättömyydestä kahteen pääehdokkaaseen. Sosiaalisen median analyysi osoittaa, että vasemmisto on oppinut organisoitumaan verkossa tehokkaammin, kun taas oikeisto on pirstoutunut, mikä heikentää sen viestintää. Keskustelu korostaa myös kongressivaalien merkitystä, sillä puolueet pyrkivät varmistamaan paikkansa hallituksessa riippumatta siitä, kuka voittaa presidentinvaalit. Lopuksi todetaan, että vaalit ovat erittäin tiukat ja että puolueiden strategiset valinnat, kuten liittoutumiset ja ehdokkaiden asemoituminen, ratkaisevat lopullisen tuloksen.

Transcription

6900 Words, 40597 Characters

Finnish
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No caso do PP do União Brasil, o que me dizem as lideranças é que essa leição com esses dois partidos, nessa federação, optando pela neutralidade, é uma grande oportunidade para que essas duas legendas que se aproximaram muito de Bolsonaro durante o governo retome a característica de centrão raí, ou seja, para deixar muito aberto e se alinhar de acordo com as suas conveniências à direita, ou a esquerda, o que eles falam, olha, passada, se a gente não se alinha com ninguém, a federação está livre para pular no colo do presidente Lula caso ele seja releito, então tem cá o clú inclusive pela reeleição do presidente Lula. E por que essa dificuldade também caiu de flave fechar essas alianças? É por que, pela falta de perspectiva de poder, embora seja um cenário muito polarizado, quando a gente vai conversar com as lideranças, eles já fazem os cálculos e vem que a situação de flave é menos favorável para ele ganhar essa eleição. Então isso entra no cálculo que esses partidos têm feito. Claro que o republicano ainda tem um caminho a tomar, afinal de contas, eles fazem a convenção na terça-feira, o republicano, vêm a palavra final aí, mas o Marcos Pereira, que é o presidente da legenda, já vêm ouvindo muitos nãos por partidos dirigentes estaduais. O peso do governador de São Paulo, o Tarsiz de Freitas para tentar ainda uma composição, é importante, obviamente, mais vem a pressão do Nordeste que não quer saber dessa aliança com Flávio Bolsonaro neste momento. Então ainda tem tempo até quarta-feira, até o último minuto, o Senador Rogério Marim, que é o coordenador da campanha do Flávio, tem se empenhado nisso, mas principalmente pelo lado do PP do União, me parece que o caminho aqui, até que é ou não, definitivo, fico suspense ali pelo republicano, que caminha também por uma neutralidade, e o podemos, mas Flávio Bolsonaro tem que compensar pensar numa solução caseira para a sua vice. Cristian, agora tem um fator aqui para a gente colocar a mesa que é a atuação do governo. Eu digo governo, a atuação legítima política, do governo, do presidente do PT, do edinho Silvard e pelo menos neutralizar, e o governo fez isso, concentrão. Ele conseguiu na operação juntar nesse caio de fator estudo e segurar que, partidos que tem ministérios no governo Lula III, não fechasse, o governo, você vê uma operação do governo, ali forte também, para pelo menos impedir que fechasse essa coalizão? Olha, o caio eles trabalharam, mas foi um desses, é muito mais dois partidos do que, propriamente, a interferência é por parte do governo. Foi um cálculo político feito, e como já foi falado aqui, como se eventualmente não tivesse acontecido nada com Flávio, a gente vissa aquela trajetória que a gente estava vendo das pesquisas, do Flávio ultrapassando o presidente Lula crescendo e tudo mais, talvez o quadro fosse outro, com a perspectiva de poder, mas isso não aconteceu. E o que está sendo mostrando aqui, o presidente Lula está liderando tanto o cenário de primeiro, quanto de segundo turno, aqui uma outra pesquisa mostra a situação de imparte técnico, mas esses partidos também sabem que eles não precisam necessariamente atender o presidente Lula agora, porque o presidente Lula, ou qualquer outro que ganhar eventualmente, vai precisar desses partidos, vai ter que convidar esses partidos a fazer parte do governo. E esses partidos, por mais que tem o membro de oposição, que tem uma corrente oposicionista, a gente sabe, o Congresso tem uma vocação governista, o Congresso odeia a seu posição. Então, tanto vai ser bom para o governo, chamar esse pessoal porque criam um espécie de seguro, de garante uma governabilidade mínima, e esses partidos também é bom, porque fazem parte do governo, tem acesso a cargos, a imendas, mas não precisa entregar tudo aquilo, que de fato tem todos os votos que têm no Congresso Nacional. A cima de tudo seja, a gente não está vendo essa configuração toda, nos mostrando, mostrando para o país, que a Eleição do Congresso, ela vale tanto, ou mais até do que a Eleição para a Presidência da República, e que a gente quer analista, repórter, que trabalha com isso, precisa, em algum momento, virar essa chave, de olhar muito mais a composição da Câmara e do Senado Partidária, que é quem tem o controle da agenda, o controle dos recursos federais, muito mais do que a Eleição para a Presidente da República. Não tem o menor dúvida disso, cara. Certamente, a Eleição é mais importante para o Congresso, até porque esses partidos vão garantir a governabilidade, como Cristiano Tendito, são partidos que estão muito combados, porque ganhando quem ganhar, eles podem se acoplar ao governo, com o venha acontecendo durante muito tempo, nós vivemos uma era de muita polarização, está mais atenuada, então qual seria vantagem de um partido hoje, como os partidos que formaram a Federação, de apoiar especificamente um candidato na esquerda ou da direita, sempre que eles têm uma abrangência nacional e do Nordeste, por exemplo, está muito mais esquerda, nos sulta muito mais a direita, eu acho que o cálculo, é que eles têm muita perder a abração numa candidatura, e me parece também que os próprios diretores estaduais são muito fragmentados, claro, obviamente, tendências dentro de cada um dos diretores, algumas lideranças nacionais, como a Teresa Cristina, estão mais aptas a direita, mas isso não é um fator que acontece no País Todo, obviamente eles queriam religiar uma número de bancados, uma número de deputados, e isso aí pesa contra. Além disso, o que eu vejo, como disse a Jussara, há uma expectativa de poder que antes estava muito forte a direita, e agora ela está muito mais próxima a esquerda, ou pelo menos está mais apta dentro do que a gente viu falando as pesquisas, há uma possível vitória do hula, não está garantida, obviamente essa vitória também não está garantida a vitória do Flávio, como também há uma possibilidade de sugemendo, de uma terceira via, que eventualmente começa a ter algum corpo, que pode crescer durante as eleições, porque a regição é muito grande dos dois principais polos, e os partidos que querem religião bancada não montar, colocando aí uma camisa específica de um candidato específico, eles vão abarcar quem eles acham mais interessante a curto para a região que estão aqueles candidatos. Jussara, para finalizar esse bloco, teve a troca do McHetero, que acabou sendo sobreposta pelo anúncio, e depois pelo desanúncio da Teresa Cristina, como é a campanha do Flávio? A gente está falando da campanha do Flávio, que é a principal candidatura de oposição, ela projeta da quendiante, segunda a fere indiante, com o novo McHetero, que é o do da Lima, que é o mesmo McHetero do pai do Jair Bolsonaro em 2022, na prática, eu te perguntaria, o que vai mudar? Olha, Caio, a intenção da campanha do Flávio é encontrar um rumo, o que a gente viu desde a pré-campanha, mas especificamente desde que foi revelado o áudio de Flávio Bolsonaro, a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, pedindo o fenociamento para o filme "Dark Ross", sobre a vida do ex-presidente de Bolsonaro, a campanha entrou em colapso, virou uma batação de cabeça, muito fragmentada, muita divisão interna, muitos gis encontros, e a avaliação deles é que precisa colocar alguém que saiba lidar com o PL, e aí eu falando do PL do Grupo de Val de Marcos Saneto, que é o presidente do partido, e também com Bolsonaroismo. E aí eles vão atrás de duda Lima, que é o nome de confiança de Val de Marcos Saneto, mas também ator na campanha do ex-presidente de Bolsonaro. Portanto, a avaliação é alguém que sabe lidar com os milindres desta relação. Então, no mínimo, o que sequer encontraram este para a campanha do Flávio. A gente viu um Flávio muito perdido, ele começou a pré-campanha dizendo que era moderado, dizendo que era um Bolsonaro vacinado, e agora a gente vê um Flávio Bolsonaro, e o Lando é figura do pai, subindo o Tom, falando palavras, um palavrão em alguns vídeos, também voltou a fazer uma, assim como o pai, fazendo uma live semana, ou toda quinta-feira, enfim, ele tem o Flávio também perdido, a in quantidade dele ainda não foi encontrada. Quem é esse Flávio que vai ser apresentado? Então, a chegada do Duda Mendon, do Duda Lima, é muito no sentido de tentar encontrar um rumo para a Flávio Bolsonaro. E claro, tentar explicar que esse isolamento, que a gente está vendo, por inquitasse formando aqui, não é, exatamente, fraqueza. É difícil, vai precisar reorganizar a casa. Agora, são um ponto aqui, isso, para a gente comparar, né? Eu acompanho uma família Bolsonaro, desde 2018, a primeira candidatura de Flávio Bolsonaro. Naquela época, a convenção de Flávio Bolsonaro, teve gritos contra o central no palanque, inclusive, falado pelo general Augusteleno. Agora, a gente vê o filho, oito anos depois, vê o filho tentando ali se esforçando para ter o centro ao seu lado. Gente, a gente vai fazer um rápido intervalo e na sequência, a gente continua falando de política brasileira e eleições, vamos falar sobre as convenções partidárias que vão confirmar os últimos candidatos à presidência. Renaçando-se a manhã e o presidente tirou, Lula no domingo até já. WW de volta e uma missão de renaçantos realiza neste sábado, o primeiro congresso do partido. O portanto PT promove no domingo a Convenção Nacional da Regenda, onde será confirmada a candidatura à reeleição do presidente Lula. Partidos estão na reta final, desse período de convenções partidárias que acaba na quarta-feira. Vamos a reportar. Qual é a pese do Partido de Minção? O missão promove neste sábado um congresso para apresentar o livro Amarelo, um conjunto de inscritos e propostas que serve de base para o plano de governo de renaçantos. Tomá-se o poder de quem me enganha a gente geralmente. Se roumeu Zé, maior nao do cairado, buscam se diferenciar de Flávio Bolsonaro, ao se apresentarem como a direita raiz ou a direita viável para derrotar o PT, rena, tratam candidata do PL como mais um do Centrão e se coloca como um nome independente. Nascido do MBL, o missão vai para a sua primeira reeleição sem alianças partidárias, nem mesmo nas disputas estaduais. Com a estratégia, rena busca se tornar aos 42 anos, o presidente mais jovem desde Fernando Color de Mello. "De todos nós sofrimos o lume do todo estenta." Já no domingo será vez de o PT confirmar a candidatura de Lula um quarto mandato. O ato servirá para marcar a frente de esquerda que vai apoiar o presidente na campanha. Formada por PC do BIPV, partidos que integram uma federação com PT, além de PSB, PDT e da Federação Pessoal Rede. A estratégia mudar o eixo da frente pela democracia utilizada contra a Jair Bolsonaro em 2022 pela defesa da soberania, com críticas a Donald Trump e a outras influências externas. Ao 80 anos, Lula diz que, ganhando ou não, esta será a sua última candidatura. "No campo econômico, Renato em como norte uma peca do deputado Kim Katagiri, um dos fundadores do missão, que propõe um ajuste fiscal tridionário até 2031." " Depois de passar por ele, nós já passamos." O plano prevê desincular benefícios do salário mínimo e cortariza emções fiscais, ao mesmo tempo em que propõe a criação de polos industriais semelhantes às ONF, na região nordeste. Já a campanha de Lula ainda linha a comunicação sobre os rumos da economia. "Mala do PT, ligada ao ex-ministro Fernando Adad, defende um aperto fiscal maior para reduzir a relação de Vida Pibi e criar condições para uma economia mais sustentável." Enquanto o outro é representado pelo coordenador do plano de governo, Sergio Gabriel, defende que cede mais atenção para questões como peso das imendas sobre o orçamento. "Tenho, se a gente comparar, não começar pelo Lula, com todas as adversárias que o Lula teve, principalmente nesse século, talvez seja a oposição, esteja dando o candidato mais fácil de ser abatido da história política do Lula." "Eu acredito, Caio, pode ser até uma derrota, vamos dizer assim, anunciada, algumas pessoas estão falando, mas eu acredito que essa eleição, por mais que o presidente Lula esteja liderando as pesquisas, acho que vai ser uma das eleições mais difíceis que o PT vai enfrentar." "Eu digo isso, Caio, pelo seguinte, o governo também, ele enfrenta problemas, veja que o presidente, o governo, lançou um conjunto de medidas superando aí 200 bilhões de reais. E quando a gente olha em simulações de segundo turno, que eu acho mais interessantes para a gente ver, porque mostra o que o candidato agrega, mostra no limite o que. Então o presidente Lula está com um empate técnico em todos os candidatos, com a exceção do renançanto, que é menos conhecido, mas com o Zema, com o Caio, com o Flávio, e talá. Então alguns erros eventualmente acidente de percurso, talvez alterem um pouco esse quadro. A gente viu nessa semana dois inquéritos contra o filho do presidente, não envolve diretamente o presidente, mas eu acho que pode criar um abalo. E outro ponto interessante que a gente precisa ser observado é que o índice de rejeição do presidente Lula é muito alto. E o governo está terminando sem o marco, então pode até ser uma eleição onde o presidente talvez sinta mais confortável, mas eu acho que não é bem isso. A gente tem uma eleição bem apertada onde o presidente Lula tem uma índice de rejeição muito alto, e por mais que ele tenha gastado muito em programas, e também propaganda, vale dizer que foi esse ano uma orgasto da história de propaganda do governo, e mesmo assim ele está encontrando alguma dificuldade. Então eu não comprei de uma eleição tão fácil, eu acho que vai ser uma eleição bem difícil. Eu me refiro ao candidato, talvez até mais do que a campanha, porque é um candidato, se a gente comparar com o Lula já concorrer, José Serra, Gerardo Alcmi, que o petismo, né, também a ESF, o próprio Bolsonaro enquanto presidente da República, com a máquina toda na mão, e você pega um senador que tem muitas fragilidades, muitas fragilidades de processos, até fragilidades pessoais, que a gente observa o Flávio, essa semana conversando com essas lideranças todos do Centrão, a primeira vez que o Flávio fez um gesto, para uma senadora talvez a senadora mais importante, do Congresso, o Amolê, mas importante, das políticas mais importantes do Brasil, a primeira vez que isso até que ele fez, é uma meacupa nessa reunião, ele não se mobiliza, ele não é o pai, porque o pai tem ali toda a aula e tudo mais, e o Flávio ali tem essas, ele é um filho, ele é um hedeiro, né, político, tem o sobrenome. Agora, o Cégio, ainda antes da gente entrar no Renan, eu queria te ouvir uma das questões que tem me chamada atenção neste ano, especificamente, a forma como a esquerda se reorganizou na sede, que é uma área que você atua profissionalmente, muito bem nos ajuda inclusive com os dados da pesada, aqui no W, da abre, para a senênio, o que que aconteceu, né, há 10 anos, vamos dizer assim, 15 anos, lá caros Bolsonaro, pessoal todo se estruturou muito bem na sede social, a direita dominava o Bolsonaroismo dominou a esquerda não conseguia respirar na sede, de lá para cá, o que aconteceu, né, hoje parece ver a direita, não consegue, o número empata em termos de narrativa, diversões e dimensões positivas negativas na sede, qual que é o cenário, o que a esquerda fez para conseguir conquistar isso? Então, o Cégio, a esquerda, primeiro aprendeu, ou seja, 2018 foi uma surpresa para a esquerda, 2002, já se estabeleceu melhor, tinha um candidato forte a direito, e neste momento a direita está muito fragmentada, isso facilita, ou seja, se você tem uma fragmentação num campo político, com brigas internas dentro desse campo, e você tem um outro lado que fala para a basicamente sozinho, abarcando aí uma união dentro desse espectro, no qual o candidato se posiciona, é muito mais fácil se ter essa dominância, é do que se falam nas redes, inclusive se unir, né, unir os militantes contra eventuais, questões que são colocadas, e o que eu vejo do Flávio é que apesar dele abarcar o voto antibulsionalismo, voto antilunista, ainda está em dúvida em relação a ele, há muita realmente, muita recense, se o Flávio seria realmente capaz de vencer o lula no segundo, uma coisa que me chamou atenção, o cara, e aqui no último time que teve a convenção do PSD que lançou o Ronaldo Cairado, nós analisamos as redes para entender como é que estava aqui, e o Cairado, ele criou tipo o lula, e o Bolsonaro, ou seja, provocou a militância, a militância retrucou, e quando nós olhamos os dados, 35% das pessoas que comentaram essa questão, estavam favoráveis ao Cairado, então mostra que há um centro aí, que está muito grande, que está muito em dúvida em relação ao Flave, estou te lançando aqui em Cair, quase, há muitas dúvidas em relação ao Flave, e realmente esse público que vai decidir em eleição poderar dar uma vitória a um candidato que talvez não esteja ainda no radar como a gente está vendo, e é um pedido que isso possa acontecer por conta da rejeição grande dos dois principais fatidados, e por conta desse contexto de um centro que quer alguém diferenciar, pode ser que aconteça, a questão vem justamente da possibilidade de organização, é isso, é preciso que os dados que sejam fora desses pontos se organizam um pouco melhor, eu acho que o Renaj já tem uma organização bastante interessante, fez uma pré-canopelante muita visibilidade, chegue como uma liderança consolidada na sua convenção, e tem feito a diferença com algumas propostas que têm colocado e pautar a população, então acho que há um caminho para se colocar temas nas redes, e as coisas podem ser equilibradas aqui para frente, mas realmente essa fragmentação da direita acaba sendo muito prejudicial para esse campo político. Jussara, o propós-sejo Cristiano Sitar, essa questão do governo do Lulinho, acho que o Cristiano, o governo estava assinado, estava preparado, tiveram duas, foram dois pedidos de abertura de inquérito, pela Polícia Federal, por tráfico de influência do Lulinho, aceitos pelo André Mendon, se além disso teve o levantamento do sigilo de todas as informações do Jax Vagne, o Daniel Vercaro, governo TEM, esse debate que ele sempre também foi muito alvejado e nunca, que eu consegui fazer frente aos opositores nesse tema corrupção? No governo e no PT, a uma divisão sobre o impacto desses dois inquéritos abertos contra o Lulinha, né, o filho do presidente Lula. A grande avaliação deles neste momento, que é o seguinte, se eu não aparecer um vídeo, um áudio, uma prova contundente, o dano pode ser bem pequeno. A questão é que essa investigação trouxeram um fato novo que não está no radar deles neste momento. Por outro lado, Caio, o PT e o Partido Governo também vê neste caso uma oportunidade de buscar uma comparação com o Jair Bolsonaro, que eles têm de ir. A abriram esses dois inquéritos, a pedido da polícia federal, inclusive alguns até falam assim, é o pedido da polícia federal, e não foi uma decisão só do ministro André Mendon, o Supremo Tribunal Federal. Então eles diz o seguinte, a nossa oportunidade de falar também, da independência das instituições, de que o governo Lula devolveu a autonomia dos órgãos de Estado, e, portanto, por isso, a investigações abertas contra o filho do presidente Lula. Eles querem usar este argumento para dizer o seguinte, no governo Bolsonaro, havia um paraliamento do Estado, da polícia federal, inclusive para pulpar, o governo Lula devolve Bolsonaro, hoje candidato, que na época era a aula da investigação do caso da rachadinha, lá na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Então, a também, eles já se preparam também para tentar implacar esse discurso, para poder ir para os debates, dizendo o seguinte, há uma autonomia independência das instituições, e, por isso, que há esses dois inquéritos contra o linha de modo geral, obviamente eles vão organizar o seguinte, olha, se ele está acima da lei, mas também não pode estar abaixo da lei por ser filho do presidente. Então, eles vão reclamar muito disso, mas o discurso do presidente, inclusive, antecipou isso, ontem, num podcast, numa entrevista que ele deu, dizendo o seguinte, olha, se ele tiver algo para pagar, ele que pague, mas é ou que faça sua defesa e prova isso em inocência. Então, é basicamente assim que o governo PT tem se preparado para reagir a essa situação em Sky. Este ano, olha, num pouco, Renan Santos me parece ser, pelo menos até agora, grande novidade, a forma de fazer campanha, não estou nem entrando no médico, se bo ruim, mas de diferente, pelo menos para a gente, essa campanha, acho que ele tem chance, alguma chance de incomodar ou de causar algo. Cai, o que está surpreender no Renan, ou o fato de, a gente ver, imagino, o governador de Minas Gerais, o segundo maior colégio leitoral do país, e ele está ali atrás até do Renan, o cairado também que concorre, já concorre a presidência da República, lá em 89, senador, governador, e tudo mais, e está empatado, técnicamente ali com o Renan. Então, o que surpreende é isso, né? Agora, Caio, no começo aqui, você falou da questão das imendas parlamentares, e isso é um fator que pesa muito ainda, para a estrutura, então eu acredito que o Renan pode, eventualmente, surpreender em termos de votos, pode ajudar a um missão, a partir do A, elegei uma quantidade mínima ali de deputados, para fazer algum barulho no Congresso, é exemplo do que aconteceu com o novo, mas eu comparo um pouco essa trajetória do Renan, ou essa história do Renan, justamente com o novo, né? Você vê um partido pequeno e tal que já está concorrendo alguma coisa, mas não implaca. Hoje, a divisão, ela é muito clara, que todos os problemas que o Flavio teve, enfrentou e tudo mais, e está lá, muito consolidado, e ele tem um piso muito alto. É difícil que uma candidatura dessa, da seja do Renan, ou qualquer outro nesse campo, que supere esses candidatos. Não ser que algo de muito grave apareça envolvendo o Flavio, que aí pode fazer com que ele desidrate de uma forma muito abrupta. O que não é o caso, com que ele não parece que não vai ter essa situação. Então, eu não acredito que a gente vá ter uma novidade, uma grande surpresa. E mesmo o Renan indo bem nas mídias sociais, mas o Flavio também ainda já erda uma estrutura de mídias socials, muito forte, que também o projeto, e também mantém ele no oposição de destaque em relação aos outros candidatos. O CES, como o Renan performa nascer em relação ao Bolsonaroismo? O Renan performa muito bem. Ele tem uma presença bastante forte nas erdes desde o início da pré-campanha, ele abarca cerca de 10% das mensões aos presidenciáveis, eventualmente cresce mais quando o critico flava principalmente. Tem uma campanha bastante engajada, representa o ódio sistema, o ódio sistema, que é um pulcaíndio apresente. Não tão presente quanto foi em eleições atériores, mas que tem características importantes que o Renan acaba cura assumir, traz esse leitor, tem propostas que são propostas um pouco mais duras, mais firmes, que acabam também trazendo uma ideia de mudança, principalmente por pouco com jovem, que é um pouco excego, bastante o Renan, e tem também uma estrutura de rede, que já estava estruturada a partir do MBL. Ele aproveitou muito bem, como eu falei, essa pré-campanha se tornou já conhecido, perante um público, e, portanto, que dá ele uma pontuação relevante já nessa pré-campanha, pode crescer se tornando um pouco mais conhecido, mas eu acho que acaba sendo um quadidato mais de nicho, porque, justamente, se foca numa tendência de sistema que nós já vivem semos do Brasil, que eu acho que não é o momento agora. Eu acho que a gente está voltando para um momento mais de pragmatismo, de diplomacia política, que as pessoas querem resultados, não querem mais o embate, que nós tivemos no passado, está muito claro, pela postura até do Flávio do Lula, que são, neste momento, que estão liderando as pesquisas, mostram aí uma tentativa de consiação, de acordo, então, acho que o sentimento dos políticos é que essa vontade, o Renan não está dentro desse espectro, mas vai fazer uma eleição certamente, bastante visível, como tem feito, e vai atrair um público que está ainda interessado nessa luta em outro sistema. Bom, começando por você, Sergio Dénico, jornalista, cientista de dados CEO da Apesar, está muito obrigado, meu cara, excelente final de semana, para você. Muito obrigado, Caio, boa noite a todos, e agradeço mais uma vez a participação. Brasil foi tudo nosso, também eu Cristiano Noron, cientista político, vice-presidente da Constituição, acadivais-se, nosso parceiro de conteúdo do WW, obrigado, meu cara, bom final de semana. Não, nada, Caio. E a minha amiga, Jussar Suárez, lá de Brasília, bom final de semana, aos três, e daqui a pouco a gente muda de assunto, muda de time aqui também, vamos falar sobre o ramás, condicionando o desarmamento anunciado por Trump, a saída de saída de Gaza, até já. WW de volta, participa agora, Michel Guermann, historiador, coordenador do programa de sociologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e diretor do Instituto Memórias e Futuros. Muito bem-vindo, professor. Em Boanuite. O Rivaos Santana aqui comigo também. A másc concordou com o plano de desarmamento proposto pelos Estados Unidos, mas com a condição de que saia desde por completo a faixa de Gaza. Do lado americano, Donald Trump comemora a negociação como uma possível vitória, enquanto o primeiro ministro de Saílença, Benjamin Netaniarro prefere o silêncio. A reportagem é de Mariana Jean-Jacques. O chamado Conselho da Pássio, grupo criado pela Casa Branca, propõe no novo acordo que o ramás entregue todos os armamentos pesados para serem desmantelados, juntos germazens e locais de produção desses equipamentos. Além disso, armas da polícia seriam entregues ao comitê nacional para a administração de Gaza. O grupo é o responsável pela transição de governo no enclave. No entanto, o documento deixe em aberto a definição de um prazo para o comprimento dessas exigências. O texto também cobra que as tropas esraelenses saiam completamente da faixa de Gaza, e que as operações militares na região seriam encerradas. Mesmo depois do Cesar fogo de outubro de 2025, Israel mantive alguns ataques à Gaza. O secretário-geral da ONU, Antônio Guterres, comemorou o plano dizendo que essa foi a melhor notícia dos últimos dias. Mas o cenário é de desconfiança mútua. O ramás aceitou o plano do Conselho da Paz, mas condiciona o avanço do desarmamento a retirada de tropas esraelenses do território. Israel cobra exatamente o oposto, quer que o grupo palestino entregue as armas antes de qualquer mudança em posições militares. O primeiro ministro, Benjamin Netanyarro, preferiu o silêncio por temer prejuízos políticos diante de qualquer concessão ao ramás pouco antes das eleições. Mesmo diante do impasse, a Casa Branca tenta vender a situação como uma vitória, que viria no momento de piora na popularidade do presidente Donald Trump e de impressões negativas sobre o andamento da guerra contra o irã. O republicano pareceu ignorar qualquer imprecilho. A gente está sentindo que o Israel é muito feliz sobre a Israel. É uma muito complexa situação, mas as pessoas são muito complexas e dificultas. Já em casa, o otimismo ainda demora a chegar. Depois de tantas idas e vindas, a desconfiança faz parte do sentimento da população. "Mem de arrelegirta a razia! Arna-me xaifin, aí, tivaco, velhame. Olha, aí, me libo gulho! O que não? O que é, mano? É o silêncio do Netanyahu, a confirmação para você de que esse acordo não vai sair?" É, eu não sei. Alternativa ao silêncio, qual seria? Vamos tentar entender a situação de Netanyahu. Netanyahu é o responsável, efetivamente, pela tragédia de sete outros. Em algum sentido, ele está evitando que uma comissão parlamentar de inquérito, a vali, os responsáveis pelo sete o tupo, ele prometeu, depois do ataque terrorista. A destruição completa do Hamás, e efetivamente, ele começa a aflerar com grupos de extrema direita que falam, inclusive, na recolonização de Gaza. Então, nesses últimos três anos, o que a gente tem escutado por parte de Netanyahu, de seus aliados da direita, a sionista, tem sido basicamente três coisas. Primeiro, a vitória absoluta sobre o Hamás, ele fala sobre isso o tempo todo. O segundo, a impossibilidade que o Hamás seja efetivamente relevante em Gaza, ele promete a destruição do Hamás completa, e terceiro, ele flerta efetivamente com grupos que falam recolonizar Gaza, e aí você tem ministros efetivamente que trabalham com essa possibilidade de maneira concreta. O que você tem nesse plano que a gente vê, se é aprovado tanto pelo Hamás quanto por Trump? Você tem o diálogo diretamente, um Hamás, um compromisso do Hamás, em largar as armas, e a possibilidade de transição pacífica do Hamás para um grupo de administração palestino que vai ocupar o espaço público que o Hamás tinha, e o Hamás, ele vai ser desarmado, segundo o plano, mas não vai deixar de existir. Nesse sentido, ao invés da vitória absoluta que o bineminataneal prometeu, o que você tem é uma vitória do Hamás, ao invés da recolonização o que você tem efetivamente são condições concretas para a formação de um estado palestino em Gaza, em última instância isso no final do horizonte que ele sabe constituindo. E você tem o bineminataneal, e a direita, se o ministro está sentado atropelado internacionalmente, sendo colocado em seu lugar, uma articulação de uma força internacional que vai ocupar esse espaço que está sendo deixado pela retirada do exército de Israel, ou nas últimas etapas desse processo. Então ao invés do silêncio, o que que bineminataneal poderia falar são as piores coisas possíveis. Ele está derrotado, ele foi destruído, ele foi destituído, da possibilidade de cumprir as promessas que ele tinha feito. É claro que ele vai fazer de tudo para impludir esse acordo, mas eu não sei se ele tem força política para isso, porque se a popularidade de Trump não é alta, a dinataneal também não é. As condições concretas para que ele impessa que isso aconteça são cada vez menóveis. O que ele vai tentar fazer é enviabilizar que isso ocorra, mas enviabilizar que isso ocorra significa mais um ponto de rupturo com a administração dos Estados Unidos, no caso, no seu suporto aliado Donald Trump. Então assim, a gente está vendo na tania, ou não dé, dentro, numa situação em que falar qualquer coisa é pior do que ficar calado. Então ele espera ficar calado para tentar buscar uma tentativa de impludir, mais uma vez, uma cor do que poderia enviabilizar um processo em última instância que leva a pacificação do território de Gaza. Agora será que a implosão do acudo que o professor Colô, Claude Val, justamente a estratégia do Antaníaro para conseguir vencer as eleições deste ano? Bom, a quinta iniciativa estratégica é o ramás. No dia 6 de julho, eles ofereceram, renunciaram o governo civil da faixa de Gaza, entrou a cada entrada do Comitê Nacional de Administração de Gaza, que foi criado pelo Conselho da Paz, presidido pelo Donald Trump, e cujos integrantes, que são palestinos, tecnocratas, não políticos, foram impedidos por Israel de entrar na faixa de Gaza. Então essa é uma nobra política que o ramás está fazendo para explicitar o fato de que Israel que estaria impedindo o progresso da estratégia do Donald Trump. Então a ideia do ramás é tensionar ainda mais as relações entre Netanyahu e Trump e elevar a pressão sobre Israel. E como continuidade dessa estratégia, ele confirmou aquilo que o Donald Trump havia anunciado ontem que ele concorda entregar as armas. Mas como tudo o plano de Donald Trump, esse também é um plano opaco que não foi divulgado publicamente e que conhecemos alguns fragmentos que vazaram para a imprensa. O que eles indicam é que a veria tapas, em que a medida que o ramás fosse entregando suas armas, Israel fosse se retirando da faixa de Gaza e, no final, aceitasse um estado palestino. Ora, todos nós sabemos que o governo Israel não vai fazer essas coisas. Primeiro porque alguns os seus integrantes mais importantes como o ministro das Finanças, Betts, Aleles, Motres e o ministro da Segurança Nacional e Tamá, bem-viver, são a favor da recolonização da faixa de Gaza, da qual Israel se retirou ali por volta de 2005, no governo de Areal, Charon. Então, não vai acontecer isso, seguramente não vai acontecer até a eleição de 27 de outubro. E, provavelmente, depois também não vai acontecer, porque as sociedades reelem, principalmente depois do ataque do ramás de outubro de 2023, não aceitam nenhum tipo de compromisso com os palestinos. Então, o que o ramás fez foi assegurar para si mesmo a sua presença armada na faixa de Gaza sem pagar o custo político. Por isso, o que sabe que o Donald Trump está irritadíssimo com o Netanyahu e não vai relutar em responsabilizar o Netanyahu pelo fracasso desse processo. O professor, de certa maneira, a implosão do acordo não pode ser a principal bandeira da campanha do Netanyahu para vencer as eleições neste ano e nesse sentido, como sempre, a ideia do endorecimento da colonização da palestina e da faixa de Gaza ser ali estruturado como um trumfelitoral para vencer. É mais do mesmo, mas assim, eu concordo muito com o olivó, a quem é o saludo, em relação à posição tática do ramás ser mais confortável do que a Netanyahu. Mas eu diria mais, o ramás tem uma perspectiva estratégica, de vitória efetivamente, em relação ao governo de raio, por três motivos básicos. O que é que ele vai continuar existindo como força política, o segundo é que há condições concretas para que ele não se disarme e em nesse sentido, um retorno à guerra aberta, não é possível nesse momento. Então, a massa continuá sendo uma força política e o terceiro elemento é que o ramás consegue, em última instância, produzir alguma coisa que até agora parecia enviável, que é uma certa articulação concreta com autoridade nacional para a estina, em nome do projeto nacional do Estado para a estina. Isso vai acontecer, mas, distra-texicamente, o ramás está numa situação extremamente confortável. Sobre a agenda política de Netanyahu, para viabilizar sua vitória nas eleições, eu apontaria para dois elementos fundamentais. O nosso insistentemente, na Netanyahu, tem marcado uma queda nas pesquisas eleitorais, ou seja, não há nenhuma pesquisa eleitoral, pelo menos de um ano para cá, que coloca a possibilidade na Netanyahu formar uma coalizão governamental. O segundo ponto que eu acho fundamental é que, em última instância, estratégicamente, na Netanyahu não tem nenhuma alternativa. Alternativa é impludir mais um acordo, isso significa que, na prática, significa que ele vai impluchir um acordo com o Trump e a viabilização da distrurição do ramás que ficou para trás. Ou seja, é uma derrota atrás de derrota. Eu acho muito pouco provável que a população em Relência não leia o que está acontecendo hoje em relação ao afastamento de Trump, em relação à Netanyahu. E, em relação à situação atual de Netanyahu, frente o ramás com a vitória. E eu acho que as pesquisas têm demonstrado isso. Ou seja, há possibilidade concreta de que, a partir do final de outubro, a gente tem uma coalizão que seja uma coalizão de oposição a Netanyahu no poder. E aí, talvez, um ponto que eu queria conversar um pouco mais com o Norival sobre isso, essa coalizão que provavelmente vai se formar, é uma coalizão que tem um general chamado a A. em zéquota, que é um general que tem posições com relação ao estado palestino, não muito clares, ele se posiciona pra lá e pra cá, tem uns e gizag em relação a isso, mas não é um opositor ferrenho à criação de um estado palestino, ou pelo menos de uma autonomia palestino, ou pelo menos de alguma configuração político aqui, de autoridade palestina mais poder, e você tem um terceiro ou quarto partido que vai ser o mais votado, que é um partido chamado hoje-democratas, do general e a irgolar, que fala abertamente sobre estado palestino. Então, eu acho que a gente tem aí uma situação que é impossível agora saber se efetivamente essa agenda política, que é a agenda de impusão da criação de um estado palestino, consistentemente, nos últimos cinco a seis anos vai continuar sendo a mesma, eu acho que a gente pode ter surpresa essa partir de outubro, e nesse sentido eu acho que a impossibilidade e na tania, o que tenta construir, de que esse acordo de certo ela pode acontecer, o acordo pode não dar certo, mas eu acho muito pouco provável que isso te voto pra na tania, por causa da situação política, absolutamente desconfortável que ele se encontra nos últimos meses. O Trump já aposta nessa substituição do Netanyal? Eu não sei se o Trump tem uma compreensão tão granular da situação política em Israel, provavelmente como ele tem uma alta, digamos assim, alta preço sobre si mesmo, ele deve saber que, de fato, como diz o Michel, o distanciamento entre o Netanyar e o Trump prejudica o Netanyar eleitoralmente, que os alêncios identificam nos Estados Unidos, na sua grande, seu grande guarda chuva, sua grande proteção. O Netanyar está até meio desesperado para retomar uma relação melhor com o Trump por causa disso, só que ele foi muito ábio, muito inteligente, mas ele forçou um pouco amizade, saída dele pra Washington, quando ele deu uma declaração antes de ser unido com o Trump dizendo que demonstrar e comentar com o Trump que é preciso bombardear a montanha da picareta, porque ali há uma instalação no cléaceno construída. E o Trump já não gostou disso, o Trump já está irritado, está sensível em relação ao Netanyar, não está tolerante com o Netanyar, porque sente que o Netanyar o arrastou para algo que representa uma desgraça política para o Trump, que é essa guerra no Oriente Médio lá no straight ormoso. Então o Trump já deu uma declaração logo para Fox News, o que ele está dizendo? Já vem aqui falar que vai me manter nessa guerra e tal, é tudo que ele não quer em relação ao eleitorado republicano. Então você vê que como o Diz Michel, sua som do Netanyar é ruim, isso pesa eleitoralmente. As estimativas que eu vejo são de 52 cadeiras pro grupo do Netanyar, de um total de 120 na quinesce do parlamento, e 62 cadeiras para a oposição, não, 58 cadeiras para a oposição. Então faltaria ainda 3 cadeiras para a oposição que teriam de ser preenchidos aparentemente, segundo os estimativos pelo por 10, 3 das 10 cadeiras que os partidos árabes têm. Isso é muito difícil, depois de outubro de 23, o eleitor de relência não está aceitando que um governo forme e gabineite qual a participação dos árabes. Bom senhores, queria continuar, mas temos a grádias como diz o ira. Professor, muito obrigado. O senhor é brilhante, Michel Guema, historiador, coordenador do programa de sociologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e Diretor do Instituto Memórias e Futuros. Michel, é excelente final de semana para você, aí no Rio. Olá, bravo, quando eu comeco. O rival, bom fim de semana, meu caro. Bom fim de semana a todos também, dá para dar o termina aqui, uma boa noite, excelente final de semana. [Música]

Podcast Summary

Key Points:

  1. Tekstissä käsitellään Brasilian poliittista tilannetta ja tulevia presidentinvaaleja, erityisesti Flávio Bolsonaron kampanjan haasteita.
  2. Keskustellaan puolueiden, kuten PP
  3. Lula johtaa mielipidemittauksissa, mutta hänen korkea epäsuosionsa ja hallituksen ongelmat tekevät vaaleista tiukat.
  4. Renan (Partido Renovação) ja Ronaldo Cairado nähdään mahdollisina kolmansina vaihtoehtoina, jotka voivat hyötyä äänestäjien tyytymättömyydestä.
  5. Sosiaalisen median rooli ja vasemmiston organisoituminen verkossa ovat muuttaneet poliittista viestintää, kun taas oikeisto on pirstoutunut.

Summary:

Teksti käsittelee Brasilian vuoden 2026 presidentinvaalien poliittista kenttää ja erityisesti opposition haasteita. Flávio Bolsonaron kampanja on kohdannut vaikeuksia, kuten sisäisiä erimielisyyksiä ja puolueiden, kuten PP:n ja União Brasilin, haluttomuutta liittoutua hänen kanssaan. Nämä puolueet harkitsevat neutraalisuutta, koska ne haluavat säilyttää joustavuuden ja mahdollisuuden tukea voittajaa myöhemmin, oli se sitten Lula tai joku muu.

Lula johtaa mielipidemittauksissa, mutta hänen korkea epäsuosionsa ja hallituksen taloudelliset haasteet, kuten suuret menot ja korruptioepäilyt, tekevät vaaleista epävarmat. Lisäksi kolmannet vaihtoehdot, kuten Renan ja Ronaldo Cairado, voivat hyötyä äänestäjien tyytymättömyydestä kahteen pääehdokkaaseen. Sosiaalisen median analyysi osoittaa, että vasemmisto on oppinut organisoitumaan verkossa tehokkaammin, kun taas oikeisto on pirstoutunut, mikä heikentää sen viestintää.

Keskustelu korostaa myös kongressivaalien merkitystä, sillä puolueet pyrkivät varmistamaan paikkansa hallituksessa riippumatta siitä, kuka voittaa presidentinvaalit. Lopuksi todetaan, että vaalit ovat erittäin tiukat ja että puolueiden strategiset valinnat, kuten liittoutumiset ja ehdokkaiden asemoituminen, ratkaisevat lopullisen tuloksen.

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