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Campanhas aproveitam Copa para se reposicionarem

53m 33s

Campanhas aproveitam Copa para se reposicionarem

Teksti käsittelee kahta pääteemaa: Shopify-palvelua ja Brasilian poliittista tilannetta. Shopify on alusta, jonka avulla yritykset voivat hallita verkkokauppaansa ilman teknistä osaamista; se kuvataan pyöränä, joka hoitaa liiketoiminnan. Suurin osa tekstistä kuitenkin käsittelee Brasiliaa. Poliittisessa keskustelussa korostuvat Jax Wagnerin asema hallituksen johdossa ja korruptioepäilyt, jotka liittyvät Daniel Vorcaron tapaukseen. Lula yrittää suojella imagoaan ja keskittyä populaareihin hankkeisiin, kuten terveydenhuoltoon ja infrastruktuuriin, ennen vaalirajoituksia. Toisaalta Flávio Bolsonaro hyödyntää turvallisuuspolitiikkaa, kuten huumeiden vastaista taistelua ja kovia rangaistuksia, erottuakseen Lulasta ja saadakseen tukea. Tekstissä käsitellään myös yritysmaailman epävarmuutta ja siirtymistä kohti vuoden 2030 tavoitteita, koska nykyinen poliittinen tilanne nähdään haastavana. Kokonaisuudessaan teksti heijastaa Brasilian monimutkaista poliittista kenttää, jossa korruptio, turvallisuus ja talous ovat keskeisiä teemoja ennen tulevia vaaleja.

Transcription

6521 Words, 38140 Characters

Finnish
Pierustin pyöräilyvää teitä valmistavan ornotin vuonna 2013. Mielestäni parasta Shopify saan se, että voimme harjoittaa liiketoimintaa ilman teknistä osaamista. Voimme hallinoida yrityksen taustajaristeelle mien ja front-endia sekä myydä verkossa, vaivattaa. Jos Shopify olisi pyöräilyvaruste, sollisimielestäni itse polkupyörä. Sillä asiat hoidetaan ja meidän liiketoiminta me hoituu Shopify'sssä. Aloita ilmainen kokeilu, Shopify piste komsi vustolla. Malmi on kーーki. Samas kohonisure, meidän ainus. En maail为什么 neljä seek this stage? Ma ilehtanya su 문제 la мед Pues inwhere he näitten ja on vuodat. Killa mukava paikalla. Se asiassaosellaorsi pari lähelle, t Bubble premieri tämän eriylНАЯht beni p foundon. Taking what? wornäkin kun tai) pynyän täysin täysin juuriä näistä omata, - tai m有一aan m trazä) omas chiarirtovasti, - tai lämohanskeinen purkailla, voida不會 semmoihin on läh sehen, jolloin j wprowadicated pääoffisellisesti tietää, emmepower melaivalit peal schedules on�a Helsingin. 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E nisso vale também a gente só complementar que essa pressão em cima do Jax não é de agora, ela só se intensificou, o Jax já vinha sendo muito questionado e muito pressionado a sair da liderança do governo por parte do PT desde a derrota do Jorge Messias, a indicação dele, né, o supremo no plenário do Senado Federal. Então essas críticas agora só se alvolumaram, mas não são de agora, mas é isso, acho que é todo esse conjunto que a ajuda do Lula não é dispensar já o Jax de uma vez. Isso, né, a impressão que o Lula, pelo Lula ele ficaria, mas pelo cedônio não, e como o cedônio que está mais que ter do acampanha do governo, estratégicamente, para tentar facilitar o Lula do caso Master, talvez seja melhor mesmo, saí, acho que é isso, né, tá isso? É, eles estão numa Senuca de Bico, mas eles têm experiência. O próprio Leo acabou de lembrar que a quantidade de casos internos que o PT teve que lidar, mesmo em 2006, por exemplo, para a reeleição de Lula, tá certo que era o outro mundo, né, a gente não vivia essa polarização e não tinha um adversário como o Flávio Bolsonaro, como os bolsonaristas, mas o que eu acho é que as campanhas vão precisar se reposicionar como um todo, independentemente, se Jax Wagner fica ou não fica, acho que é o ponto que você traz o Pesquisas do Brasil, de como é que o ponto, a segunda maior preocupação do brasileiro, primeira segurança, a segunda é corrupção, você pega a evolução das pesquisas nesse ano, do começo do ano para cá, o tópico da corrupção, sai lá de quarto lugar, quarto quinto lugar, e dispara, dos últimos dois meses, então a ascendência é reta. Então, como é que as campanhas vão escapar, porque o Lula pode se livrar do Jax Wagner, mas como é que as campanhas vão se livrar de lidar com o tema da corrupção? Sim, olé, pegando esse assunto um pouco mais, olhando a floresta toda, hoje saiu uma informação de que o Ministério da Justiça requisitou delegados, que estão cedidos a outro órgãos, isso poderá não ter ali um impacto, inclusive no gabinete do Ministro André Mendoza, inclusive em outros ministros e órgãos que têm delegados da Polícia Federal cedidos. Você sente, aí, o Brasil, uma operação abafa, a gente tem usado essa expressão, que não não é a bludava, a operação abafa, você sente isso, isso tá nítido para você, qual que é a força dela, ou ela não existe, ou tem que ter o dia da conspiração, como que tá, qual que é, como essas peças estão se mexendo? Olha, Caio, acho que uma coisa que a gente precisa esclarecer, e aí talvez você possa entrar nessa conversa também, é que o André Mendoza teve que blindar a equipe dele da Polícia Federal que o auxilia da direção da Polícia Federal. O que corre aí talvez você possa confirmar ou não, é de que o André Mendoza orientou os delegados, enfim, a equipe da Polícia que tá relacionada a seu gabinete, a não ser reportar o chefe da Polícia Federal que se reportar o presidente Lula. Eu acho isso uma situação muito delicada. Nessa mesma semana, a gente teve um debate aberto, se a gente pode chamar de debate, entre o Jumar Mendes e o André Mendoza sobre a natureza da prisão dos vórcaros, e em vários momentos o André Mendoza claramente estava dando recado enquanto o ministro de Jumar Mendes estava passando o recivo, chamando a operação que todo já lava já, um pouco que já para trabalhar um viejo ou uma dúvida em relação ao que está acontecendo. Então, o que você traz, assim, pode até estar vendo uma parte dos atores, pode estar trabalhando para uma operação abafa, mas isso acontece dentro de um contexto de disputa, que está ficando cada vez menos velada e se tornando cada vez mais aberta. E eu fico curioso e, de iria também, tem meroso, para quando isso sprayar e para o debate político e perder um pouco do controle sobre esse processo, que é o passo, assim, para criar aquele ambiente de opinião pública conflagrada que existiu na lava jato. Mas eu acho que tem gente trabalhando para segurar, mas isso está acontecendo debaixo de um cenário de muito conflito, de muita disputa entre grupos políticos. Eu vejo principalmente senado e uma aula do Supremo liderando a operação e não atuçam as duas casas instituições que têm maior número de potenciais delatados ou envolvidos do Daniel Vercar, acho que a força da motora está por aí senado federal e a aula do Supremo Tribunal Federal que a gente sabe, quais são. Você sente cheio de acordão aí no ar, Luciana? A gente tem que esperar para ver, mas existe um sentimento de auto-preservação política. Essa semana mesmo no próprio plenário do cenado, e isso ficou um pouco mais evidente, de acordo com os próprios discursos dos senadores, o próprio Jacks Wagner, no início da semana, tinha saído em defesa de David Olcoulum, presidente do cenado, que, por sua vez, depois, agora da operação da Polícia Federal também saiu em defesa de Jacks Wagner. E não só eles, mas também outros senadores foram atribuna defender o cenado e tratar, inclusive, supostas acusações, como um ataque institucional ao próprio cenado federal. Agora vale a gente observar que, agora, as investigações, elas estão ganhando uma vida institucional próprio. Eu digo isso porque o relator André Mendon, salar no Supremo, ele essa semana demonstrou um esforço muito claro de construir uma imagem de independência institucional de que ele não está interessado em delação para se basear nos julgamentos, as investigações, e também de evitar o rótulo de perseguição política. Inclusive, a chegada das investigações, há mais nomes de vários espectros políticos envolvendo, então, gente, direita, do centrão, da esquerda, tudo isso acaba querendo ou não, reforçando essa narrativa também de independência, até o momento dessas investigações e querendo ou não, pode fazer com que todo esse caso ganha uma musculatura institucional dentro do STF. Então, a gente tem que acompanhar, como é que realmente fica o andamento a partir de agora, especialmente também do que a gente viu dentro de Supremo, na segunda turma de Supremo, a partir do invate, entre Gilmar Mendons e André Mendon, isso é caiu. Acho que tem uma nova estratégia agora em curso de quem defende as investigações, que é focar nas deligências e talvez voltar com alguma proposta de delação ali na frente, daqui a uma semana, mas a estratégia agora acho que aí para as deligências, inclusive, essa deligência, quanto Jacques Wagner está aí. Só para finalizar, é diretamente correlato a esse assunto, mas estão falando do Camilo Santana, o CUPAL, o lugar do Jacques Wagner. Camilo Santana foi ministro, é da educação do Lula, foi governador de CERAT, e uma nova geração aí do peticismo nessas substituições, que Jacques Wagner é a primeira geração. Camilo já é a segunda, na economia, principalmente, a gente tá com Dario D'Origan, Bruno Morett, que são os tomadores de decisão hoje, todos vamos dizer, são da midá, mais ou menos, a vida da minha geração. Tá tendo uma renovação, sim? Eu acho que a gente vai ter que esperar para ver, especialmente da equipe econômica, porque a maturma é muito jovem, né? 40 e poucos anos, tanto o Durigan quanto o Morett, e eles estão numa missão, que não é uma missão de ministro da fazenda, é uma missão de ministro da fazenda de um governo, eles estão na missão de ministro da fazenda e do planejamento de um candidato à reeleição. Eles não estão fazendo a desministração de política econômica, que eles estão fazendo a administração de programa de campanha eleitoral, então é diferente. O Camilo Santana, que é um pouco mais velho, é um pouco mais velho. é de uma fica ali entre a Zúpla e o Jax Wagner. Ele é muito respeitado, ele fez um bom trabalho no Ceará, especialmente no Neiducação, tanto assim que acabou virando meninos da educação. Mas eu não sei se foi, ele que se apagou, o PT que o apagou. O PT tem umas figuras que surgem, que são aquelas figuras mais moderadas, inclusive o Adágio. O Adágio, quanto tempo o Adágio ficou apagado no PT? No governo Dilma, por exemplo, até porque eles não cidadam bem, ele ficou completamente apagado, ele volta com uma solução em 2018 e aí agora vem concorrer com uma chance de perder muito grande. Então existe uma fidelidade dos Petistas mais tradicionais que é de topar, se apagar ou ser apagado pelo partido em momentos importantes como esse. O Camila Santana-Pajá até, sei um bom, eu achei um bom candidato pro lugar do Jacques Wagner, ele é um cara bastante moderado, é um cara do diálogo e tal, e vai cumprir bem o papel de ser o líder do governo, de um governo que está em campanha, e não um líder de governo que está fazendo a administração de congresso. Bom gente, alguém pediu falar avreir não, né? Bom, a gente vai chamar o intervalo, a gente continua falando de Brasil e falar sobre o governo correndo para anunciar entregas enquanto Flávio Bolsonaro tenta recuperar a base fiel, até já. Dao de volta, presidente Lula postando em medidas populares e agendas públicas nos últimos dias, antes do início das restrições da justiça eleitoral sobre campanhas do governo e o Senador Flávio Bolsonaro, principal oponente, busca resgatar, aproveitando, como eu disse, esse momento de Copa do Mundo, para tentar resgatar a confiança do eleitor com projetos especificamente para a área de segurança pública. Vamos entender um pouco essas estratégias. Lula se prepara para uma agenda cheia até três de julho, antes do início das restrições da justiça eleitoral sobre propagandas e inauguração de obras. Nesta sexta-feira, o presidente anunciou investimentos na área da saúde em minas gerais. A ideia do palácio do planal to explorar ao máximo a presença do presidente em eventos e lançamentos de medidas de apelo popular. Também a expectativa de que o presidente passa repulsar um Paulo Rio de Janeiro, Mato Grosso e Bahia para entregue de estradas, Institutos Federales e Unidades de Saúde. Outra ação preparada para até o final do mês é uma nova fase do desenrola para quem tem as contas em dia, mas mesmo assim, está pressionada por parcelas e boletos. A perspectiva é que o pacote de medidas estruturatas pelo governo Lula parecia-neleitoral ingete mais de 200 bilhões de reais na economia, o que pode pressionar a inflação. Na outra ponta da polarização, Flávio Bolsonaro se volta a temática da segurança pública. A campanha de Flávio avalia que a Pauta ajuda a marcar diferenças entre o senador e o governo Lula e afastar a bala os relacionados ao pedido de dinheiro a Daniel Vorcaro e a ameaça de um novo tarefaço pelos Estados Unidos. Na última quinta-feira, o senador anunciou propostas para a área e um pacote chamado Brasil sem medo. As medidas incluem o destacamento de tropas de elite das forças armadas para combater o tráfico de drogas e diarmas nas fronteiras e a construção de 5 mega prisões inspiradas no modelo de al Salvador de Naíbuqueli. Porque prisão infelizmente não é lugar de resocializar ninguém. Pizão é lugar para que esse tipo de marginal perigoso fique preso. O Léo, ficou muito claro esse anúncio do Flávio, foi quinta-feira de manhã aqui em São Paulo, um plano meio alabuquel, segurança pública. Você, acho que eles estão encontrando esse caminho, vai ser saturado, porque a agenda de corrupção fragiliza um pouco com o envolvimento dele com o Vorcaro. Esse é um bom caminho para ele tentar resgatar a confiança. É um caminho, sim, Caio. O Flávio está numa posição de desvantagem agora, porque, como a gente viu na reportagem, o governo Lula, o presidente Lula, conta com toda a estrutura do Estado para poder inaugurar coisas, colocar propaganda na televisão, no rádio, enfim, existe uma avalante de comunicação institucional além do anúncio de programas na véspera da data limite para o anúncio desse tipo de coisa. Então, o Flávio, ele certamente era Luta para não desaparecer, nesse oceano, enquanto ainda não existe a tal da. O pessoal do direito gosta muito disso, né, da paridade de armas. Essa paridade de armas, ela só vai acontecer quando começar a campanha mesmo em agosto e aí a gente ter a possibilidade dos partidos usarem seus recursos para poder colocar propaganda na rua. Agora, o Flávio Bolsonaro, talvez ele ter julhado para a episódio aqui da América do Sul, da América Central e da América do Sul, onde a segurança pública permitiu a entrada de um outsider. Foi o caso claramente do Naí Bukéli, em Al Salvador, e está sendo caso de uma eleição muito interessante que está terminando agora, lá na Colômbia do Abelardo Deláis Priége, que é um advogado que mora de influência e que ele fez toda a campanha dele em cima da questão da segurança pública. E, no caso da Colômbia, que o governo Petro está tentando elege ali se o sucessor ou o senador Iván Cépeda, a gente tem um cenário bem semelhante aqui, do Brasil, com, inclusive, as divisões sociais que a gente já se acostumou a ver aqui no Brasil e o Deláis Priége, encontrou na segurança pública o caminho para chegar naquele eleitor, mas popular, naquele eleitor que é tradicionalmente lá na Colômbia, um eleitor da turma do Gustavo Petro. Eu acredito que é um caminho promissor especialmente porque é o primeiro item na pauta de preocupação dos brasileiros, e é uma maneira pela qual a oposição ela pode chegar naquele eleitor hoje dos locais mais vulneráveis, e que hoje é um eleitor que está com lula, que está competir, além de ser um tema muito difícil para a esquerda trabalhar historicamente sempre foi. Então eu acredito que ele está aí tentando se manter visível, no momento que é naturalmente favorável para a oposição, e esse é assim um caminho promissor que ele deve explorar bastante até o tudo. O senhora? É uma das apostas, não é a única aposta, mas é um dos caminhos ali que vão sendo traçados pela pré-campanha, pela equipe do Flávio Bolsonaro. A avaliação é de que é um tema em que o Flávio, claro, tem muita força, ele tem o domínio ali do discurso em relação à segurança pública, o assunto é realmente uma das principais preocupações do próprio eleitorado, e é um terreno estável, é um terreno seguro, pro Flávio ainda mais para tentar combater. Esse desgaste é a imagem dele diante das revelações, da conversa dele com um vocaro. Então, o que dá para dizer é que é uma base para reorganizar a pré-campanha e também para mobilizar a base, para mobilizar a base bolsonarista, segurança pública é um assunto, um tema, intrinsicamente ligado ali à base, e é claro, tentar também abocanhar alguns votos do centro, nessas propostas todas de segurança pública, entre elas, só para citar ali alguns exemplos, redução da maioridade penal para alguns casos, castração química, para a condenado de estupro, também em alguns casos, além de uma tropa de elit na fronteira. Agora, também vale destacar aqui que a avaliação, que o Flávio, ele justamente não pode ficar refém do caso master, nem na defesa própria dele, nem também refém dos ataques dele, ao Jacks Wagner, ao PT, diante dessa situação inteira. Então, a campanha tem que retomar pautas com mais a pelo popular, reposicionar, inclusive, o debate eleitoral em terrenos que, a princípio, são mais favoráveis ao Flávio do que a ULULA. Mas, ó, só para gente ter aqui um aceno, também, duas questões. Agora, minhas antes do jogo do Brasil, o Flávio Bolsonaro estava numa live nas redes sociais, é uma ideia da pré-campanha se retomo, não aquelas lives que o pai dele, o ex-presidente de Ayr Bolsonaro, fazia, ele veio introduzindo Daniela Marx, que atuou no governo de Ayr Bolsonaro, ela que é uma das cotadas para ser eventualmente ministra da fazenda, se o Flávio for eleito, o próprio Flávio falou que, tem o que te mostrar mais, você tem que aparecer mais pro público, ou seja, questões econômicas também vem mais pela frente e do outro lado o Lula também está se mexendo. Hoje mesmo o governo anunciou que o governo vai obrigar as instituições financeiras a congelarem recursos de bets e legais. E aí também disse que o dinheiro que foi arrecadado, então com esse impedimento vai ser usado para reforçar o combate às estruturas financeiras do próprio crime organizado. Portanto, então, além do Flávio Bolsonaro, a gente vê também a equipe ali do presidente Lula, o governo também se movimentando nesse mesmo terreno, Caio. -Ei, o PIB está com quem? -O PIB está perdidinho. O PIB está perdidinho, porque não queria Flávio Bolsonaro. Quando o Flávio anuncia sua candidatura, tem um barata voa no meio dos empresários, tanto do setor real quanto do setor financeiro. E eu tenho certeza que você ouviu, todos nós ouvimos, em qualquer escala, era assim, não, isso aí não vai decolar, a gente não vai falar nada, nem vai fazer avaliação, porque isso não vai decolar, não tem menor chance de decolar. Quando o Flávio decola, se bom, se ele decola, então não tem outra chance, então vamos fazer o seguinte, vamos pensar em como é que a gente ajuda ele a fazer o melhor governo. Agora, quando chega a história do vorncaro, aí tem um abandono, um abandono, um abandono não do Flávio especificamente, mas um abandono de achar que os próximos quatro anos vão ser quatro anos relevantes por Brasil. Então, eu tenho estado bastante, com grupos importantes, às vezes mais de elite, às vezes menos de elite do empresariado, e essa é essa, é essa é a mantra que eu tenho repetido, tá na hora de olhar para 2030. Olha, vamos nos preparar para esses próximos quatro anos aí, o que quer que venha, mas vamos acreditar em 2030, e a minha percepção é de que não só tão se preparando para fazer essa travessia, como já estão olhando para a tacísio e tal, e olhando para os de bom, 2030, 2030 estamos juntos. É igual na Copa, a gente desigora a ver se é para o salário próximo. Se precisa colocar, precisa colocar sua fichinha em algum lugar, porque o que o Lula está fazendo? O Lula vai escapar, vai tentar de alguma forma superar, até porque os ciclos da notícia são tão tão alucinantemente curtos, que ele vai superar esse ciclo da notícia, virar outro, e ele ainda tem coisas para anunciar, ainda tem medidas para anunciar, tem uma medida completamente desdruxula que é o desenrola para a ademplente, para quem paga as contas em dia. Desenrola para quem não está enrolado. Desenrola para quem não está enrolado, com a lógica, de que isso vai estimular a pessoa apagar. Eu não sei se alguém de equipe econômica já leu Daniel Cánema, ou já leu algum outro tipo de psicologia econômica, porque eles estão querendo inverter a lógica da economia e da psicologia. Bom, aos três, muito obrigado, sei do sacrifício, e agradeço muito, começando pelo cientista político, Leonardo Barreto, sócio da Constituição de Finkpolis, muito obrigado a escoração meu caro. E o que é agradeço, e eu, ó, tá aí, está 3 a 0, eu acho que eu vou ganhar um presente. Milíneos. Já vou encomendar. Muito obrigado, Velo Sianna, excelente final de semana, tá a exerede também, daqui a pouco a gente vai falar de gel política, de guerra, o acordo entre Estados Unidos e Irã, no lente médio sendo questionado, até já. WWD volta participam deste bloco, coronel da reserva, Paulo Filho, mestre em ciências militares, e a análise de gel político e política internacional. Bem-vindo, Paulo. Bono, eu te cai, bono, eu te lorrival, bono, bono, e a todos. Vitelli Brustolim, professor de relações internacionais da Universidade Federal Fluminense, pesquisador de Harvard. Seja bem-vindo, Vitelli. Obrigado, Banuite A todas. Ilorival Santana aqui comigo, na avenida Paulista, bem-vindo, Lone. Especial agradecimento aos três, principalmente aos dois convidados ao Paulo e ao Vitelli, então deixando de ver o jogo para estar aqui com a gente e discutindo guerra. Olha só. Muito obrigado, Velo, a vocês dois. É muito obrigado. Aos três, na verdade. E a você que tá nos assistindo acompanhando. Esteve Whitkov, o enviado especial do presidente americano Donald Trump, está camindo a sua sua issa para a primeira rodada de negociações de 60 dias com ira. Essas conversas deveriam já ter começado nessa sexta-feira, mas o ira havia suspendido sua participação e meio a persistência dos combates no livro. No nosso analista senior de internacional, American Martins, nos dá um panorama da situação norente médio. O acordo de paz que foi assinado esta semana entre americanos e iranianos é provisório. Ele vale por 60 dias e estabelece três coisas importantes. Em primeiro lugar, a suspensão da guerra, portanto, vai salvar vidas. Em segundo lugar, a liberação do estreito de ormoso, o que vai ajudar muito a economia. E o terceiro ponto, o iran se compromete promete abandonar a ideia de criar uma bomba nuclear. Aqui é muito importante a gente ressaltar que a ditadura iraniana já fez esse tipo de promessas antes e nunca as cumpriu. Foi isso, inclusive, um dos fatores que levou ao início da guerra no dia 28 de fevereiro. Agora, um ponto muito importante é que os dois lados se deram um prazo, um prazo de dois meses, 60 dias para que as negociações acontecessem de forma definitiva e acontecesse um acordo de paz que encerra-se de uma vez por todas a noção de que o Oriente Médio pode voltar a guerra. Mas existe um ponto que é um grande entrave em tudo isso, que é a questão da paz no líbano. Neste momento, a gente tem uma guerra entre o resbolar e as forças de defesa de Israel. Mas esse memorando de entendimento, esse acordo provisório fala na paz, não apenas no iranino-golfo Pérsico, mas também no líbano. O problema é que, para essa paz ser atingida, o iran ter que controlar o resbolar, que é um grupo militante radical muito associado ao governo da República Islâmica do Irã e os Estados Unidos precisam fazer força pra contê Israel. E o que que aconteceu mais ataques? O resbolar atacou soldados exaileenses que estão ocupando o sul do líbano, martando quatro militares das forças de defesa de Israel, que responderam com bombardeios pesados. Só vai ser possível atingir a paz se houver um mínimo de confiança entre todos os lados e se o resbolar, um grupo radical classificado como terrorista, por muitos países ocidentais foram contido pela força do iran e se os Estados Unidos conseguirem também manter as forças de defesa de Israel sobre pressão para contê os ataques no líbano. Sem a paz ou um indício de paz no líbano vai ser difícil as negociações continuarem como o adiamento da viagem do J.D. Vance nos mostrou. O Neopalofilha, até quando o Trump consegue forçar essa treva? Essa é uma excelente pergunta. É muito difícil imaginar que o resbolar Israel farão um papel que se espera deles, sendo que eles não são partícipes do acordo, do memorandia entendimento assinado, vai caber os Estados Unidos tentar influenciar Israel, mas o primeiro ministro Netanyarra, fortemente pressionado pelas questões políticas internas, e tendo que reagir obrigatoriamente, tendo que reagir a qualquer ataque do resbolar ao norte de Israel. Por outro lado também é muito duvidoso que o Irã vai conseguir, ou mesmo o Sio Irã deseja realmente que o resbolar interrompa os seus ataques a Israel. Então não sendo partes que assinaram esse memorandia entendimento, mas estando diretamente envolvidos com a solução afinal de contas e está no memorandia entendimento que a paz deve ser, ou seja, sa fogo deve ser em todas as frontes, inclusive no líbano, nós temos um fator complicador muito grande. É incrível esse memorandia entendimento chegou a uma situação que é exatamente o que aconteceu no dia 28 de fevereiro, fica muito difícil justificar a propunião pública internacional ou mesmo a propunião pública norte-americana, que essa guerra foi exitoso, que essa guerra alcançou algum objetivo político para os Estados Unidos. É uma situação que eu acho que ainda vai ser bastante complexa nesses próximos 60 dias. O Viteira, vou te fazer a mesma pergunta de outra forma, né? O Trump vai tolerar e Israel atacando o líbano até quando. Olha Caio, o Trump quer tolerar, porque o que ficou claro nas declarações do Marco Rubio de hoje, está previsto uma rodada de negociações na semana que vem entre dia 23 e 25, nos Estados Unidos o Marco Rubio está dizendo que o risbol há precisa ser desarmado. Agora isso não vai acontecer. O Liban não tem condições de fazer isso. O presidente do Liban, o Joseph, que estará nessa negociação na semana que venciá ou ocorrer, porque essas negociações têm sido adiadas, ele criticou o risbolá e o iram há poucos dias dizendo que o iram financiar um grupo dentro do território Libanês. E agora, esse grupo, o risbolá ter representação política no Liban, não tem inclusive dois ministros nesse governo de coalizão, tem políticos no parlamento do Liban, mas criticou o iram por isso. E o iram responder dizendo que o inimigo deles é Israel e não o risbolá. O Liban não tem condições de desarmar o risbolá, na verdade, o risbolá estimasse que um terço dos integrantes do risbolá, seja também integrante das poças armados do Liban, as poças armadas do Liban, são menores, bèlicamente, do que o risbolá. Então, a sua pergunta, se o Trump vai tolerar a questão que o Trump não vai conseguir desarmar o risbolá, a gente pode responder a isso, olhando pro ramás, por exemplo. Os tópicos de paz do Trump para a faixa de Gaza previam o desarmamento do ramás. Isso não aconteceu e não deve acontecer no horizonte próximo. Portanto, por mais que haja algum entendimento nesse momento, é um entendimento tênu e não deve levar uma paz permanente na região. O risbolá existe desde a ocupação de Israel lá de 1982, até 1.2000, e deve continuar existindo e, com animidades e ataques frequentes contra Israel e vice-versa, Cairo. O Livão, então, o seu Trump não consegue entregar o que o ira exige, não vai ter acordo implementado a isso. Bem, no curto prazo, a situação sofrerá essas turbulências, mas se a gente olhar mais para o médio prazo, existe a seguinte possibilidade. O risbolá ele ataca a Israel com um apoio de uma parte do regime iraniano, representada pelo corpo da Guardia Revolucionária iraniana, cujo comandante atual, armado, varridi, que assumiu depois da decapitação durante a guerra, é um dos criadores da força alucudis, e foi o primeiro comandante da força alucudis em 1988, que é a criadora do risbolá. Então, essa parte do regime iraniano se fortalece com o risbolá, a causa do risbolá de lutar contra Israel e assim por diante, mas essa não é toda a realidade do regime iraniano. A parte do regime iraniano que assinou esse memorando de entendimento, se opõe a essa aula mais radical, mais militarista. Então, o Massuto Pesesquian, ao brandir esse memorando de entendimento, ele que é o presidente do Irã assinou com a natura dele ao lado da natura de Donald Trump, e o enviado do governo Abbas Aracti, o chancelar iraniano e também o presidente do Parlamento iraniano, que hoje é um homem forte no irã na aula mais civil e mais pragmático, ele é um conservador mais pragmático, que é o Mohamed Barra-Libaf. Essas figuras estão lutando internamente contra a aula mais militarista, para estabelecer uma nova realidade regional. E o irã tem essa oportunidade histórica, desde o império Pérsia que o irã não tem uma oportunidade, tão boa de projetar poder sobre o Oriente Médio, com uma articulação com as monarquias árabes do Golf, que está acontecendo, até mesmo nos emirados árabes que são aliados de Israel, estão negociando fimemente com irã, todos eles são uns humanos, entendem que podem tentar se entender, se a imbra de urança é cheita, e seja persa, os outros sejam árabes e sejam sonitas. Eles estão articulando isso e falando, olha, nós estamos vendo aqui, que a proteção de Estados Unidos não resolve, a proteção de Israel não resolve, que também a gente brigar, não resolve, brigar entre nós, brigar com Israel e tal. Então esse pragmatismo que está se instalando pode levar, se essa parte mais pragmática do regime iraniano prevalecer, ela pode impor o silêncio ao resbolar, pode degradar o resbolar, que já está degradado militarmente, degradar politicamente, impedir o resbolar de voltar a atacar Israel. E aí vem o Trump, e as expressões sobre Israel, é claro que o Netanyahu vive da guerra, toda a carreira dele foi baseada em guerra. Na paz o Netanyahu não tem significado político, ele não é um gestor, ele está cheio de problemas na justiça, por corrupção. Tem a eleição em outubro Israel, ele deve perder a seleção. E aí, se é a oposição, conseguir-se, compor com os árabes, porque ela precisa dos árabes para a maioria de 60 e 1 cadeiras, e se a população de relência aceitar essa aliança, e aí existe a possibilidade de nós termos a partir de outubro desse ano, uma realidade bem diferente. Colonel Paulo Firio, essa nova realidade regional com o iran projetando o poder sobre o Oriente Médio já é um dado da realidade. Já dá para dizer, vamos dizer assim que nos livros de história, essa guerra de agora, sem dias, não sei como vai ser o nome dela para a história, o iran ganhou? Eu não diria que iria ganhou, caiu, mas eu acho que, no mínimo, ele não perdeu. Vamos lembrar dos objetivos, e não perder para os Estados Unidos, para a maior potência militar da história, já é uma grande coisa. Os objetivos de guerra do presidente Trump, lá no início, que ele chegou a falar em mudança de regime, isso não aconteceu. Depois, o fim do programa nuclear iraniano, nós vemos no acordo nesse memorando de entendimento, como foi dito na reportagem, o iran se compromete a não fabricar a bombatômica, mas isso é um compromisso de sempre, do iran. Ele sempre expressou esse compromisso, embora tenha enriquecido o urânio, de forma a contradizer esse compromisso. Então, na verdade, discursivamente o iranão muda. O compromisso de diluir o urânio enriquecido ficou para ser combinado, para ser definido ao longo desses 60 dias, que podem inclusive se adiar. Então, isso é um aspecto. O outro aspecto é esse, aquilo o Louribol se referiu. O estátos do iranão no golfo mudou ao fim desse conflito. O iranão conseguiu atacar os demais países do golfo, mostrar que tinha essa capacidade que os Estados Unidos não conseguiriam defender seus aliados no golfo, de forma plena, e o iran passou a contar com uma dissuação bastante importante, que faz com que ele volte a exercer uma posição de liderança, que seja pela coercão, mas uma posição de, como disse o Louribol também, pragmaticamente, tentar reunir novamente esse mundo árabe contra o rival Israel. Por outro lado, o iran conseguiu colocar uma cunha nesse relacionamento, esse conflito coloca uma cunha no relacionamento entre os Estados Unidos e Israel, entre o presidente Trump e o primeiro ministro Netaniarro. Então, dá assim para se afirmar que o iran sai desse conflito, numa situação vantajosa, dizer que ganhou a guerra, talvez seja um pouco cedo para a gente fazer essa afirmação, mas que sai com vantagens claríssimas, isso sai. E o presidente Trump acusou o golpe, porque ele respondeu as críticas, todas se foram feitas ao acordo, tanto críticas internacionais, quanto críticas internas e críticas, inclusive do próprio partido republicano, na sua rede social, dizendo que quem o criticava não estava entendendo a situação, mas vai ser difícil para os Estados Unidos criarem uma narrativa convencente de que venceram essa guerra. Não é possível, com o resultado, do memorando de entendimento, chegar a essa conclusão. Biterio, eu queria pegar uma outra parte aqui da resposta do Lourival, que a eleição, isso aí é, de fato, podendo se o Netaniarro sai, muda ali uma configuração, dá uma nova cara ali prorintemente. Tem uma pesquisa do canal 12 de saio dessa semana, acho que vocês devem ter lido, mostrando que para os Israelenses, 11% dos Israelenses, acho que Israel ganhou essa eleição, 43% que perdeu. Sim, esse conflito. - Esse conflito, né? - É. 43% acho que perdeu, 41% não tem definição. Eu fiquei com uma reflexão, se essa maioria é Israelense, achando que saiu o perdeu, desenboca em uma derrota para o Netaniarro, ou, se, talvez, a construção política da narrativa interna, não pode ser que a culpa foi do Trump, não foi do Netaniarro. - É, essa é uma pergunta interessante, porque o Trump já vinha procurando alguém para culpar pelo desfecho dessa guerra, e ele vinha jogando a culpa no Netaniarro. A partir do momento, ele começou a fazer declarações entrevistas de que havia chamado Netaniarro. de louco, que o Netanyar Russon não estava preso por causa dele do Trump. Então, ali nós já vimos a intenção do Trump de achar um culpado caso essa negociação para o fim dessa guerra falha, afinal de contas, esse memória de entendimento é apenas uma primeira fase de negociação de 60 dias, cuja própria memória do prevei que pode ser prorrogada, ou seja, essa negociação deve ser rasta ainda, inclusive, porque as cláusulas são espionosas, dentre elas o acordo no Criário Programa de Mises, que não foi mencionado, mas que o Trump reiteram que ainda vai resolver, porque as foimas das causas que tiraram os Estados Unidos no primeiro mandato dele, do acordo firmado pelo Obama. Veja só, o Caiu, as pesquisas sobre as eleições em Israel, lembrando que são 120 cadeiras do Parlamento, que é um parlamento único, a moral, ou seja, não tem um senado e que indica o primeiro ministro pela coalizão, as pesquisas dão conta de que a coalizão do Netanyar Russon faria de 48 a 51 cadeiras, sendo que ele precisa de 61 para governar. Então, de 48 a 51. A oposição faria de 62 a 67, e os partidos árames independentes fariam de 4 a 6. São as pesquisas deste momento. Então, neste momento, o quadro é desfavorável para o Netanyar. Lembrando que o Netanyar Russon faria 4, a causação de corrupção dentro de Israel, deve responder pelo atentado de sete outubro de 2023, que ter o corrido, como já aconteceu na história de Israel, com a Gouda Meir, lá na Guerra do Ion que purra, ela respondeu, por não ter prevenido os atentados, e o Netanyar ainda tem um andar de prisão tribunal internacional, então ele não pode ser derrotado, e essa é uma outra motivação para que ele não abandone a luta armada, inclusive invocando o artigo 51 da carta da ONU de auto-defeza. Então, se ele continuar sendo atacado pelo risbolar, ele vai responder como respondeu hoje ordenando ataques. Viva para rematar um minuto? Eu tenho uma leitura diferente do quadro eleitoral, acho que as pesquisas indicam até 52 cadeiras para o Netanyar, 58 cadeiras para uma oposição firme, porque aí, porque existe uma zona cinzenta em relação aos ortodoxos, mas eu acho que o Netanyar consegue atrair o chás de ação dos partidos ortodoxos, e os outros podem continuar gravitando ali com a oposição. E aí, eu vejo 10 cadeiras para os árabes, e por isso que eu digo que a oposição depende dos árabes, porque 58 não são os centros, precisa de 601, né? E os árabes são uma questão complicada, porque depois de sete de outubro de 23, por isso que eu disse que se a opinião pública exerla essa seitagem eles no governo, porque eles não estão aceitando que os árabes entrem no governo, né? Então, esse é a grande incógnita, realmente, mas assim, tudo indica que a oposição realmente irá para o governo e aí teremos uma nova realidade. O nome provável? O nome só é bem que vir? Então, tem o IAE-LAPIT e tem, sobretudo, o IAE-LAPIT, e tem, sobretudo, o IAE-LAPIT é um nome difícil, mas tem um outro mais forte até do que o IAE-LAPIT. Sem um oris muito obrigado, começando pelo coronel da reserva Paulo Filho, o Massme e Ciências Militares, analista de geopolítico-politico internacional, agradece muito ao Vitele Brustolim, e a profissão de relações internacionais da Universidade Federal Fluminense, pesquisador de Harvard, também a Lourival Santana. Muito obrigado de coração aos três por dividir esse jogo, falando aqui de jogo geopolítico, na verdade. Dar o W.T.M. na Aquí uma boa noite e esse late final de semana para vocês. Até já. Olhem Shannon Maldonado, gás intehtia artesãa nituoteita, myvén jaui, lajacaoban perustaja. Validzion Shopify, koska alusto e testa testa, ni totesim sen ehdottomasti, ehdexi helpocayttõe-se em mista alustoista. Minulo ali tärkeia a pochtia kehittymistame tulevaisuudessa. 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Podcast Summary

Key Points:

  1. - Shopify mahdollistaa liiketoiminnan harjoittamisen ilman teknistä osaamista. - Poliittinen keskustelu keskittyy Brasiliaan, erityisesti Jax Wagnerin asemaan ja korruptioon. - Lula pyrkii erottamaan itsensä korruptiokytköksistä ja keskittymään suosittuihin toimiin. - Flávio Bolsonaro korostaa turvallisuuspolitiikkaa, kuten huumekauppaa ja rangaistuksia, saadakseen kannatusta. - Yritysmaailmassa on epävarmuutta tulevista vaaleista ja talouspolitiikasta.

Summary:

Teksti käsittelee kahta pääteemaa: Shopify-palvelua ja Brasilian poliittista tilannetta. Shopify on alusta, jonka avulla yritykset voivat hallita verkkokauppaansa ilman teknistä osaamista; se kuvataan pyöränä, joka hoitaa liiketoiminnan. Suurin osa tekstistä kuitenkin käsittelee Brasiliaa.

Poliittisessa keskustelussa korostuvat Jax Wagnerin asema hallituksen johdossa ja korruptioepäilyt, jotka liittyvät Daniel Vorcaron tapaukseen. Lula yrittää suojella imagoaan ja keskittyä populaareihin hankkeisiin, kuten terveydenhuoltoon ja infrastruktuuriin, ennen vaalirajoituksia. Toisaalta Flávio Bolsonaro hyödyntää turvallisuuspolitiikkaa, kuten huumeiden vastaista taistelua ja kovia rangaistuksia, erottuakseen Lulasta ja saadakseen tukea.

Tekstissä käsitellään myös yritysmaailman epävarmuutta ja siirtymistä kohti vuoden 2030 tavoitteita, koska nykyinen poliittinen tilanne nähdään haastavana. Kokonaisuudessaan teksti heijastaa Brasilian monimutkaista poliittista kenttää, jossa korruptio, turvallisuus ja talous ovat keskeisiä teemoja ennen tulevia vaaleja.

FAQs

Perustin yritykseni vuonna 2013.

Parasta on, että voimme harjoittaa liiketoimintaa ilman teknistä osaamista ja hallinnoida yrityksen taustajärjestelmiä ja myyntiä vaivattomasti.

Se olisi itse polkupyörä, koska asiat hoidetaan ja liiketoiminta hoituu Shopify'ssä.

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Hänen ehdotuksensa, kuten mega-vankilat ja rajojen valvonta, ovat suosittuja, mutta niiden tehokkuus on kyseenalaista.

Lula keskittyy julkisiin tilaisuuksiin ja hankkeisiin, kuten terveydenhuoltoon ja infrastruktuuriin, ennen vaalirajoituksia.

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