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Campanha de Flávio Bolsonaro não consegue sair de agenda negativa

55m 18s

Campanha de Flávio Bolsonaro não consegue sair de agenda negativa

Teksti on moniosainen, alkaen yrittäjän kertomuksesta pyöräilyvaateyrityksen perustamisesta ja Shopifyn hyödyistä. Suurin osa tekstistä käsittelee kuitenkin Brasilian talous- ja energiapolitiikkaa liittyen Lähi-idän konfliktiin. Puhujat analysoivat öljyn hinnanvaihteluita, hallituksen toimenpiteitä ja niiden poliittisia motiiveja. Öljyn vientiveron jatkaminen on saanut osakseen kritiikkiä, koska se heikentää investointien ennustettavuutta. Polttoaineiden hintasääntelyä on jatkettu vaalien alla, vaikka öljyn maailmanmarkkinahinta on laskenut. Asiantuntijat korostavat, että toimenpiteet ovat lisänneet epävarmuutta yrityksille ja taloudelle, ja ne ovat enemmän poliittisia kuin taloudellisia. Tekstissä viitataan myös Brasilian rooliin öljyntuottajana ja verotuksen vaikutuksiin. Lopuksi todetaan, että hallituksen toimet ovat johtaneet epäjohdonmukaiseen politiikkaan, joka vaikeuttaa liiketoimintaa ja talouden vakautta.

Transcription

6858 Words, 40085 Characters

Finnish
Perustin pyöräilyvaatteita valmistavan ornotin vuonna 2013. Mielestäni parasta Shopify saan se, että voimme harjoittaa liiketoimintaa ilman teknistä osaamista. Voimme hallinoida yrityksen taustajaristeelle mien ja front-endia sekä myydä verkossa, vaivatta. Jos Shopify olisi pyöräilyvaruste, sollisimielestäni itse polkupyörä. Sillä asiat hoidetaan ja meidän liiketoiminta me hoituu Shopify'sssä. Aloita ilmainen kokeilu, Shopify piste komsi vustolla. [Musiikkia] Hello, boa noiti, estää asenin enn Brasil, ja estää OWW. Fas 2 m.s, kärkampaan ja flavu Bolsonaro enttio on ottaa lieru, että se on tästä edelleen, että se on ennen 1 sen. Kooperaan poliista federaal, kontro allea, syro nogi. on hyvä ja pitkúc tullisuus asioita attendlelleen. Mä hän koko voisi koko ja eivät jääbosonnääri, - että on tullut eivät jäädä olemme, - että he koko on jäädä olemme, että he koko on jäädä olemme, että he koko on jäädä olemme, - että he koko on jäädä olemme, että he koko on jäädä olemme, että he koko on jäädä olemme, - Eurovia käyttävää. Dr étaient vaadeet nousa Wolf'siväksi, j 라ithti, kun不en estamosankuade Perhaps. Us Were onot parit eikät olimme tästä. aroidavallundias on sellainen hauskaa, convenientie. 1958 tuajinta viisiitsää shadedokasia pare. Heäraiseellinen suonta on camkea filoson bunny ja Yra hetkääinkspa privi��ishmen WHAT Ciao die ver makeshическихitys, jossa diegeläkojen haluaminen jo preparing расскkinai про hetkellä on koko ajan jälkeen ja näin 5 feiraa, kun on koko ajan koko ajan jälkeen, kun on 3 naviivista, jossa on koko ajan jälkeen jain 4 feiraa, kun on koko ajan jälkeen jain 4 feiraa, kun on koko ajan jälkeen jain 4 feiraa, colocaram em poros termos dele. Então o Trump estava ali muito com muita ansiedade de abrir o estreito de hormus, de apresentar um acordo para baixar o preço petróleo, para aliviar o choque de energia, para aplacar a fúria do eleitorado americano e mais uma vez entrou no mar Madilha. Então, você, quanto Dane, tratam ali, explicitamente do estreito de hormus como o fatur central e essencial é óbvio isso, né, nessa retomada descalada em toda essa guerra, mas vamos visualizar um pouco o estreito de hormus, né, a gente tem uma reportagem aqui da CNN e a americana, né, mostrando como caças americanos estão realizando missões em todo o estreito de hormus, decolando do porta-aviões e o S. Abram Lincoln, né, no Maeda Arabia, enquanto os Estados Unidos avaliam seus próximos passos em relação a Irã, a gente vai mostrar essa reportagem da CNN e pôme-la Brown que está ao bordo do porta-aviões e conta todos os detalhes. E a gente tem um novo, eu me lembro de que o Obersee é o tipo de "sip" e também de "descores" se tem um "retolar" e ele disse que, você sabe, estamos sempre olhando para as pretenções e ele não necessariamente dizer que tem um "retolar" "retolar" mas eu acho que é notable que você tem o "detolar" aqui, com a "detolar" para o "desip" em um momento de "intincidade" né, você tem o "se" "fair" e as coisas estão lá, tem um "funeral" de Irã, onde tem um "pos" e negotias. E esses últimos dias tem realmente uma calculação. E então, John, vamos ver se tem uma coisa que vai ser mais "streics". Nós sabemos que os dois "aircraft carriers" são capable de isso, e, como essas "destroyers" que nós não têm de ser uma "news" antes do "war" com esses "tomahawk missiles" "targeting" de "land" "targets" e "iron" mas também, então, a "destroyer" é ali, em outras partes, ele tem interceptes "filistic missiles" e "drones" que são direcamente "targeting" da "aberham Lincoln". O "tomahawk" agora é considerado uma "high-value" target, e é que "destroyer" é ali. O "destroyer" é ali, tem interceptes de muitas "tomahawk" de "iron" com o "iron" tentando ter chefe. O Dani, é interessante a gente visualizar assim o conflito no terreno. Eu queria te ouvir muito sobre o papel de Israel. Isso aí eu tenho sido apontado ali para vocês especialistas como tendo tido um papel proponderante nessa retomada da escalada, o acordo do César Fogo, acabou sendo um acordo criticado, contestado, e feio. De maneira lateral até isso aí eu não participo no "tomahawk" qualquer impacto dessa retomada até na política doméstica de Israel e o papel do "tomahawk" nessa retomada do conflito. Eu vejo que Israel está muito calteeloso no momento, né? Deixou claro nas declarações, seja ali do primeiro ministro, do primeiro ministro e do ministro das Relações Terriores, que Israel não teve nenhum envolvimento nos ataques contra o "irã". Isso revela o seguinte, eles possuem ali, a disposição de voltar a atacar o "irã", mas ao mesmo tempo, isso possui custos. E eu vejo que a relação entre o Trump e o Netanyahu, que foi de certa forma balada, na maneira como os israelenses tentaram manter a guerra e os americanos tentando terminar a guerra, hoje eles são mais calteelosos. Então, é claro que, por Netanyahu, a manutenção de um estado espartano, ela é essencial para que possa continuar incentivando o seu eleitorado, convencendo o eleitorado esreleste que a segurança só pode ser alcançada com ele, com o Netanyahu. Mas ao mesmo tempo, o Israel só pode garantir sua primazia enquanto grande potência regional se tiver apoio total dos Estados Unidos. Então, eu vejo que eles compreendem, inclusive o próprio políticos próximos ao primeiro ministro de Terriá, ou já disseram, que essa escalada provavelmente não vai levar ao retorno da guerra, que isso, basicamente, um teste de engajamento, mas que eles não acreditam que a guerra vai voltar, porque há o interesse, claro, do Estados Unidos, de manutenção dessa paz atenta, até o momento de criar condições mais adequadas para que as eleições de mede mandato possam refletir algum tipo de sucesso do resultado, as negociações do presente Trump. Então, eu vejo que eles têm disposição para a guerra, a guerra é um elemento importante, Israel, principalmente por licoos e por os partidos da extrema direita de falar em nós vamos garantir a segurança, mas ao mesmo tempo, as relações com o presidente americano é essencial para que eles possam continuar tendo essa política externa regional, que é muito dura, que é muito forte com relação olíbano, com relação a macíria e com relação a Iran. O Lidvoa do lado do Trump, qual que você acha que é o cálculo político que ele está fazendo nesse momento? É um cálculo político de uma retomada, de uma escalada, de uma guerra, que pode prejudicar-lo ali, que tem prejudicado ali internamente, o ele precisa escalar para tentar empurma derrota total regime-raniano. Ele não pode escalar até o ponto necessário para retirar o controle do straight-or-mus por parte do Iran, porque requeriria o desembarque de tropas para limpar toda aquela costa escapada, aquelas faléssas onde se escondem em números dronos e mísses e combatentes da guarda revolucionária. Averia muitas mortes de soldados americanos, e isso causaria ainda mais dano político e eleitoral para ele, para os republicanos. O que ele precisa fazer é pressionar o Iran de só adir o Iran, de manter essa posição maximalista, e de adotar negociar um protocolo menos inaceitável, porque não há um protocolo aceitável aí, de acordo com o que o Iran está empondo, porque de qualquer maneira não vai ser mais uma via marítima livre. Vai sempre estar sob essa ameaça contínua do Iran de voltar a retomar o controle. Então, o cálculo político, e essa é a grande questão, realmente, ter uma saída menos desonrosa, menos inaceitável para a comunidade internacional, menos reveladora do quanto essa guerra foi um erro de cálculo, e sem que isso comprometa tropas no terreno, uma continuidade dessa guerra, dessa shock de energia, dessa crise econômica e consequentemente política. Eu vim com a impressão, Raelor, que isso é o que a Casa Branca tentou. Essa é a equação difícil. Deve começar. E desde antes da guerra, mas vamos ouvir o Dani. Vamos lá, o Orival Coloca, a equação cálculo político do Trump, uma saída menos desonrosa, mais aceitável para a comunidade internacional, menos reveladora do grande erro, e que não tenha um custo humano, e bélico, e econômico. Existe essa saída, Dani, para finalizar? Não existe, é muito difícil criar uma condição em que você avaliia como estava antes e agora. O presidente Trump disse que a grande vitória foi reabriu o estrediormus, mas ele já estava aberto antes da guerra, na verdade. Ou o Irã nunca mais terá, eles prometeiram, está lá no protocolo, que nunca vão ter arma nuclear, mas eles estão falando isso há décadas. Tem uma fátua do próprio Raminake fala que eles não vão ter armas nucleares. Então, é realmente muito difícil. Vejo que a história vai falar desse caso no futuro como um primeiro elemento evidente da dificuldade dos Estados Unidos. De continuar sendo essa grande potência gemônica que buscava estabilizar o sistema internacional. Porque ficou muito evidente em capacidade dele controlar um país muito mais fraco, muito menor. E que a política internacional agora não passa mais só na mão dos Estados Unidos. Então, foi muito importante a participação do Paquistão, mas o Paquistão como um. ponto de contato entre China, Rusia e Estados Unidos. Então, sozinho, né, os Estados Unidos não conseguiu lidar com isso, sem contar, catar, sem contar, aradessa audita. Então, eu vejo que ele poderia, na verdade, buscar, né, finalizar logo essa guerra, bola pra frente porque atrasa em gente, porque o strago foi feito, muito difícil de reparar isso. Bom, Danes Arredini, professor de relações internacionais da Pokémon, muito obrigado, meu cara. Brasília, foi tudo meu abraço pra você, por Orival. Orival, obrigado, viu? Até amanhã. Bom, daqui a pouco, a gente traz um pouco dessa crise internacional para o Brasil, os impactos econômicos do conflito, no Oriente Médio. E também, vamos falar sobre o fogo amigo na campanha, na pré-campanha de Flavio Bolsonaro. Até já. [Música] WDV, vamos falar agora dos efeitos da guerra, da retomada da guerra, sobre a economia governo brasileiro, pro rogou, nessa quenda-feira, a vigência da líquita de 12% para a exportação de petróleo bruto. Vamos reportar, acho que a entender essa medida. E também, o futuro do subsídio sobre os condustíveis. O imposto de 12% sobre a exportação de petróleo bruto foi prorrogada por mais 60 dias, até o início de setembro. Ali, quanta havia sido instituída no início de maço por meio de uma medida provisória cuja vigência terminaria exatamente nessa quinta-feira. Um Instituto Brasileiro de Petróleo, que representa petroleiras esportadoras, criticou a medida. Segundo o IBP, a manutenção do imposto afeta negativamente projetos de produção, planos de investimento e decisões empresariais. O governo defende que Ali, quanta ainda tem carata e regulatório. Por desincentivar as exportações e manter o mercado interno abastecido, em meio a alta dos preços no mercado global. Porém, os preços do barril estão hoje mais próximos dos níveis pré-guerra no Oriente Médio, do que dos picos registrados no áudio do conflito, e parte dos subsídios do governo federal sobre os combustíveis já foi retirada. O preço do barril de Pobrante fechou a cerca de R$ 76 nesta quinta-feira, 5% acima do nível pré-guerra, mas quase 35% abaixo do que havia sido registrado em 31 de maço. Em relação a medidas para segurar os preços nas bombas, sub-eventções de R$1,20 e R$1,20, e também de 35 centávulos sobre o diesel foram retiradas entre maio e junho. Mas ainda restam sub-eventções de R$ 44 centávulos para a gasolina e de R$1,20 para o olhe diesel. O governo havia sinalizado que pretendia começar a retirar a sub-eventção sobre a gasolina nesta semana, mas adió a decisão em meio a novas rodadas de ataques no Oriente Médio. A expectativa é que o governo volte a discutir o tema na próxima semana. O ministro da Fazenda, Dario Durigán, disse que o governo não pretende criar novas sub-eventções ou ampliar as existentes. O objetivo do ministério da Fazenda, com a guerra diminuindo de proporção, é retirar o sub-sídio. Nós não estamos discutindo. Nós estamos discutindo retirada de sub-sídio e o tempo da retirada e reitera. O meu objetivo é retirada do sub-sídio. Bom, temos a participação nesta roda da Viseo Berstein, esse diretor da INP, agência nacional de petróleo, gas natural e bio-comboestíveis bem-vindo da Viseo. Muito obrigado, bom noite, cario, bom noite todos que estão aí. Bom noite, Daniel, Daniel. Daniel, o Rio de Janeiro, o Rio de Janeiro, o diretor de Brasil, o bom noite, Daniel. E a ATAIS Herédia, saudade de vocês, estão voltando de férias. Bem-vindo. Vamos lá trabalhar, né? Eu dava, antes de entrar especificamente nas medidas do governo, como governo está tratando, eu queria te ouvir sobre se você já conseguiu captar, se é que há algum impacto dessa retomada, tanto na expectativa, quanto nos preços, essa retomada da escalada já dá para medir e para atração algum cenário em termos econômicos globais e brasileiro? Olha, cario, não é o exatamente uma retomada, a gente pegar o preço barro hoje e a matéria que nos antecedeu agora, mostra um momento de 5% em relação ao preço pré-guerra. Espoderia ter acontecido em outras circunstâncias também, o mercado petróleo, ele é muito sensível, alguns acontecimentos que ocorrem naturalmente, com você tem, muitas vezes, com algum problema geopolítico, um ataque, alguma instalação, ou, por exemplo, você tem também reuniou-os do OPEP que mexe e tem um outro dado também, de que é importante, que que que que que nos ouve, entenda. Quando a gente vê o preço do petróleo, o preço futuro, normalmente está falando em boa parte, ele não é um petróleo que vai se entregue fisicamente, ele é muitas vezes, é um papel, é um derivativo, alguma coisa, um instrumento financeiro associado para o petróleo que influencia esse preço futuro que a gente vê, e não necessariamente isso materializa com o petróleo. Então eu diria que não deixei de ser uma surpresa, mas é uma também uma situação diferente do estreito de oirmos, digamos, normalmente fechado, o que é o caso inédito na história do petróleo, sempre se falou da importância estratégia do seu ílil, mas eu nunca tinha sido fechado, já fui fechado, já fui arrebado, e o petróleo está aí, eu diria que a gente tem hoje, bom, tem vasos comunicantes, uma circulação periférica que está começando a se acomodar, e o mercado está reagindo, eu diria bastante bem. Vamos entrar em Brasil, tá isso? Governo hoje o ministro da Fazenda anunciou ali a manutenção do subcídio da gasolina, uma medida mais de olho no estreito de oirmos, ou mais de olho na eleição de outubro? Na urna eletrônica completamente caiu as duas medidas, na verdade, não tem nada a ver mais com o que está acontecendo no oriente vegetal. É guerra eleitoral, é o estreito da urna, não tem nada a ver mais com estreito de oirmos, é uma medida fiscal por um lado, o governo, seisando aumentar a recadação, as despesas sobre na toa de São Chubino mais aceleradamente do que o esperado, o governo vai lançar numa medida atrás da outra, então manteram o imposto de 12% depois dos meses que ele já foi vigente com o petróleo do jeito que está cobrado a 12% de exportação com o petróleo a 100 dólares do barril, como aconteceu, é uma coisa cobrar um imposto de 12% com o preço do barril a 70 dólares, é outra completamente diferente, e eu acho que lá no ministro da Fazenda tem uma turma que faz conta e sabe qual é essa diferença, mas olharam para o tamanho do buraco, escolheram o buraco das contas fiscais e não a medida especialmente, e a mesma coisa vale para a subvenção, para a subzida da gasolina, também não faz mais nenhum sentido manter esse subzido, e essa é mais ainda, porque ela bate diretamente no bolso do brasileiro, especialmente da classe média, e ela ajuda a segurar a inflação, porque o preço da gasolina tem mais reflexo sobre o IPCA, que é o índice oficial do que o preço do diesel, por exemplo, que chega depois e mais espalhado. O Daniel, a gente pode resumir a conversa aqui, o governo tem uma justificativa boa para medidas ruins, caiu bem-vindo de volta, sentimos sua falta, acho que um ponto aqui que é muito importante para a gente analisar, e eu vou entrar um pouquinho na seara da Viz Ubestá, e por favor, me corrige a vontade, professor, é a erança que toda essa, toda essa acabou de medidas do governo para a subzida, o staixa petróleo, nos deixa, deixa uma situação de profunda, em previsibilidade para os negócios e processadores da economia, e para a própria, para a cabouço fiscal, porque não, vamos lá. Em posto de exportação de 12%, as petroleiras reclamam muito que, em boa parte do mundo, a cada três barris extraídos, você deixa um com o governo em postos, roio, etc. Aqui, com esse nível de taxação, você está deixando dois. Foi criado esse imposto de exportação por medida provisória, caduca medida provisória, aí se justifica que não, o lava de medida provisória, o imposto de regulatório não é recadatório, e aí você continua cobrando sem o respaldo de uma lei ou de uma medida provisória. Bom, aí você entra num projeto de lei, p.p.14, que foi enviado para permitir que renúncias fiscais sejam cubertas pelo excesso de arrecadação do petróleo. Isso é um ferimento e uma novidade que debilita, além de responsabilidade fiscal, porque permite que outros setores choraminga em também se beneficiem, os ruralistas estão fazendo isso, permite que despesas permanentes acabem sendo bancadas pela receita adicional do petróleo, e enfim, é um risco fiscal. E por último, o governo inventou na terça-feira, a próxima já ia deixar para a terça-feira reunião do CNP, para aumentar a mistura do etanol na gasolina, vai para 32%, sabe de 30, vai para 32, apoco tem para 27. e existe uma queixa de que, olha, é uma previsibilidade se os motorizaguentam. A dúvida até sobre isso, então, resumo da ópera para mim, é que a erança do tratamento da guerra e seus impactos no Brasil é de uma imprevisibilidade maior para os negócios, para o acaboso fiscal, até para a gestão do que vai para a bomba de gasolina. Você, David, só leitura. Olha, o Daniel Tritonazão, olha, primeiro, é, pela circunstância espaçada, o governo fazia sentido como muitos governos pelo mundo, de você criar um colchão, um amor tecimento, não, você trazer o preço aos valores históricos, mas principalmente um amor tecimento dos preços. Isso funcionou, o diesel subiu mais de 50%, quase 60% é que no Brasil foi em torno de 20, quer dizer, teve um impacto importante, diga esse passar muito, também, muito pela ação do ser privado, que foi o único que fez a importação, tomou risco de importação de diesel, quer dizer, essa questão do imposto sobre, do imposto de dessubisportação, é uma, eu, na meu opinião, eu considero uma imensa abenração, porque quando, quando um concessionário ganha uma área e ele começa a explorar a petróleo, tem um contrato de concessão, obviamente ele tem cumprires brasileiros, inclusive as questões fiscais, mas ele tem uma provisibilidade, tem uma imagina que é o longo de um contrato que dura quase 30 anos, se o governo importou 12, como poderia botar 15, poderia botar 20, quer dizer, então isso como o Daniel, como o Daniel adiantor, é uma situação bastante complicada, em um país onde a gente tem ainda investimentos para serem feitos, principalmente a tração, é de que o Brasil hoje tem um papel que ele tem no mundo do petróleo, é um dos grandes, cada vez mais, vai chegar até o quarto, o exportador que é todo mundo graças, há uma trajetória de desde 98, quando teve ali do petróleo, 99, a primeira ali das citações, de preservação da Jérgria, e uma coisa importante quando Daniel falou, ele falou que cada um fica com um imposto aqui no Brasil é mais, é cada dois, com tanto toda a cadeia de impostos, roteos, participações especiais, impostos estaduais, e a cada três barris, praticamente dois ficam em termos fiscais, quer dizer, é um dos grandes, é cada dois, uma participação monumental, sem contar redistribuição, que tem um valor em nome, mais 7% do PIB, então eu diria, eu reforço muito isso aí, poderia no primeiro momento, teve um susto grande, e vamos fazer agora, acho que o pessoal está gostando, ele não é uma coisa boa, realmente não é uma coisa boa. Não fez sentido, mas, hoje Daniel, desculpa, deixa eu só implementar aqui, não fez sentido, nem quando lançou, né, da vi, os 12%, mesmo com um barril lá em cima, quer dizer, outros países, com o susto da guerra, tomaram medidas, e fizeram subvenções e pagaram subsídio, fizeram isso tudo, mas o imposto de exportação não fez sentido nessa primeira saída, Daniel, ou, outa iso, queria complementar justamente na sua linha, alguns países, como o Reino Unido, que é um produtor de petróleo ainda, Nuro Ega, fizeram algum tipo de taxação dos lucros extraordinários das petroleiras, imposto de exportação, até onde eu sei o Brasil, se não foi o único, foi um dos poucos. Qual que é o problema disso assim, é tremendamente antipático, a gente falar com petróleo, a gente é 20 dólares, a gente não pode mexer no contrato das petroleiras, não pode taxar exportação. É óbvio que é um contrascense, e o apelo é de que, bom, tem que compartilhar um pouco desses lucros que estão vindo com exportação a petróleo a 120 dólares, tudo bem. A questão é que quando você assim não contrato com a petroleira dessa, ou da vi, fez isso nos anos de INP, você assim não contrato de 30 anos de duração, e esse contrato tem altos e tem baixos. Na pandemia, o petróleo chegou a ter valor negativo, virtualmente zero. E nesse momento de zero, ninguém falou em baixar a tributação das petroleiras. Portanto, tem que se tomar muito cuidado em aumentar a tributação nos momentos em que o petróleo está em alta. Agora, David, tem um outro ponto aqui dessa medida que eu queria te ouvir, porque a justificativa do governo hoje, e o Daniel Trocio uma, uma explicação de que é um imposto regulatorio, não é, assim como eles fizeram com o IOF, que tiveram que voltar atrás, porque claramente nem tendiam como é que o imposto funcionava, mas ainda assim conseguiram manter. Dessa vez, o argumento deles é que, como o imposto, eles querem estimular o refinamento no Brasil, para não correr risco de abastecimento. Eu fiquei me perguntando, mas não há risco de abastecimento no Brasil, da onde saiu essa justificativa, David? Oontais mais sério, segui, bom, se ele é transitório, a medida que se é hoje é por 30 dias, 60 dias não tem certeza. E se ele é transitório, não vou ser as 20%, que alguém vai fazer uma refinaria do Brasil. Uma refinaria é um imenso custo de capital e demora 5, 6, 7, dependendo do projeto com uma conta de esse aqui no Brasil, pode demorar 10 anos para ser fazer, então não será, você está achando exportação por 60 dias, que alguém vai fazer refino no Brasil, porque esse grau de certeza ele contamina outros investimentos na mesma cadeia de Petrópolis. É a mesma maneira que os portadores, supostamente em financiaria, uma refinaria, como eu falei, nem para levar a sério, é um argumento desses. Como eu falei, no susto, muitas vezes o governo, no susto, você, muitas vezes exagera a erra e ajusta, agora, o que está acontecendo não faz sentido nenhum, ninguém vai, você vai inibir, vai fazer, não vai fazer, realmente não vai fazer, você tem outras medidas e outros motivações para fazer um refinaria, se pôl fazer. Bom, queria agradecer o Davi Zubenstain, e o diretor da N.P., agência nacional de petróleo, gas natural e biocombustíveis Davi, muito obrigado, vão? Obrigado, um abraço a vocês. Bom, vamos agora para a política brasileira, vamos falar sobre os dois principais candidatos, a presidência, enfrentando desafios distintos, presente Lula, concentrando esforços para ampliar alianças, e fortalecer para a lança, está me enumatuada ali uma agenda positiva, enquanto Flávio Bolsonaro tenta conter o ruído, sair dessa agenda negativa que se meteu, aí já tem uns dois meses, principalmente agora dentro do próprio grupo político, a reportagem de Luciana Maral. A viagem de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos para discutir o novo tarifácio americano, expõe um outro problema, as divisões dentro do Bolsonaroismo, enquanto senador usava do cenário internacional para tentar se fortalecer junto ao eleitorado, aliados passaram a fazer críticas públicas à condução da pré-campanha. Nomes ligados a Eduardo Bolsonaro, como Paulo Figueiredo e Quim Pain, além de Fabio Vangarten, lideraram o fogo amigo. As reclamações vão desde a comunicação até a estratégia política, e questionam a senão de Flávio ao Centro, algo que para eles afasta a campanha do verdadeiro DNA Bolsonaroista. Os ataques se somam a série de episódios que têm oposto desafios à candidatura do filho do ex-presidente. Nesta última semana, fora a revelação das conversas com o vórcaro, Flávio precisou administrar políticos próximos na mira da polícia, a repercussão negativa de declarações machistas de um aliado sobre eleitorado feminino, e claro, o conflito com a madrasta Michel Bolsonaro. Ao desembarcar no Brasil, nesta quinta-feira, Flávio minimizou a crise, dizendo que Michel vai entrar na campanha no tempo dela. "Eu estou sempre aberto aqui a conversar, sempre esperando o tempo que ela achar que ela está com a gente na campanha, e vestindo a camisa, porque tem certeza que a Michel pensa igual a mim." Enquanto isso, Flávio também tenta avançar na construção de palanques regionais sobre risco de novos desgaches. Nesta sexta, o senador estará em fortaleza, reduto da crise com Michel, para alançar a precandidatura de alcides Fernandes ao Senado. Isso acaba escantindo, portanto, precila costa, a preferida da ex-primera dama. Se do lado da oposição principal desafio é diminuir as tensões internas entre os governistas a prioridade a outra. A estratégia de Lula tem sido ampliar alianças antes do início da campanha. Dois dos focos são minas gerais e goiais, em que o PT ainda busca nomes competitivos aos governos estaduais. A expectativa é que a definição desses palanques ganhite nos próximos dias. A aposta é que coalizões mais robustas possam compensar a disputa serrada que se desenhem para a corrida presidencial. Ao mesmo tempo, o central não se compromete. A maioria, incluindo o PP e União Brasil, sinaliza tendência neutralidade, flutuando a mercedos interesses regionais. E conosco para esse segmento Sérgio Denícules, que é cientista de dados e CO da apesata, bem-vindo Sérgio. do sério. E, Cri, boa noite. Fala noite, tá isso. Obrigado mais uma vez pelo convite. Nós que agradecemos, meu caro. Para mim, está claramente a campanha do Lula e Messa numa agenda positiva. Já tem uns dois meses. E a do Flávio e Messa em uma agenda negativa que parece difícil dele sair. Você tem essa percepção também? Sem dúvida, Cri, há um problema interno na campanha do Flávio, né? Muito fogo, amigo. Muito. Está confusão, muita briga, interna, né? Então isso tem atrapalhado o andamento, né? E me parece que o Flávio, ele tem usado algumas estratégias que são equivocadas. Vem se mantendo alguns temas que são negativos aí, não deles é a façação do estado do Lula. Essa ida dele, eu acho, tornou foi bem vista nas redes. Ele vinha recuperando um pouco a imagem que ele tinha perdido depois do episódio do caso Master e essa caso do Tarifasso novamente trouxe negatividade pro Flávio. E o Lula vai jogando parado, né? A verdade, nas últimas semanas, a gente ouviu o pouco de falar do Lula nas redes, o Flávio dominou basicamente a narrativa mais de uma forma negativa. Então, realmente, ele precisa fazer ajustes na campanha dele para conseguir fluir a uma imagem perante as pessoas que avaliam a campanha do Flávio de que é uma campanha que não está conseguido decolar, né? E isso tem atrapalhado, realmente, as articulações políticas. E começa a prejudicar em relação ao eleitor, é uma passividade, as pessoas estão em compasso de espera e o tempo, neste momento, corre a cor do Lula. O Doninho, você sente a campanha da oposição trabalhando com algum prazo porque já estamos aí o Copa do Mundo acabou praticamente 90 dias de eleição? Eu sinto as pessoas ligadas a campanha do Flávio Bolsonaro e do Péri muito preocupadas com dificuldade, informação de palanque. Acho que isso tem muito a ver, caiu com projetão de poder. A gente percebe, nitidamente, como a campanha do Flávio Bolsonaro vinha traindo apoios e vinha sendo estruturada até dois, três meses atrás e, de destem pra cá, isso se desintegrou a uma dificuldade até na escolha da oudo, companheiro de chapa, na viz-presidência, na corrida palácio do planal, a dificuldade de montar palanques. Quem vai dar suporte? Quem vai entregar um palanque pro Flávio Bolsonaro no seará? Vai ser cirugomes que teria essa capacidade. E aí, certamente o Péri ia sair perdendo no nordeste como em outras eleições, mas tinha uma esperança grande de diminuir a diferença. Quem vai ser o palanque do Flávio Bolsonaro? No Rio de Janeiro, onde muitos candidatos pensados anteriormente estão presos hoje. Isso é uma dificuldade muito grande pra campanha do Flávio. Eu lembro, caiu que no comecinho do ano, naquela época em que o governo Lula errava com desfile na sapucaí, aparecia crise do máster afetando o suprémio. Isso era ligado à Lula também, porque uma conexão dissociável com o suprémo, Lulinha, na CPI, do INSS, parecia que tudo está errado enquanto a campanha do Flávio crescia. E aí, o palácio do Planal, tu dizia, olha, que nem aquele jogo de futebol em que algum momento o adversário também dá um sufoco em quem estava dominando inicialmente. Então eles também vão errar. Acho que o palácio do Planal, tu não imaginava que erraria um tanto. O TAIS e o PIBI já existiu do Flávio? Já aceitou Lula? Não, a aceitá Lula só se for conformismo, não, por escolha. Nunca escolheram Flávio, após poucos empresários, mesmo no mercado financeiro, mesmo entre aqueles mais antelulistas, ninguém nunca imaginou. Eu estou falando ali, né, da turma que toma grandes decisões, ninguém nunca levou a sério a campanha do Flávio. Agora, tem dois pontos que eu queria colocar aqui. Primeiro seguinte, a teoria da conspiração é o e fundamento da existência da família Bolsonaro. A gente viu isso muito acontecer no primeiro mandato do Bolsonaro. Então eles têm um problema de confiança, e é não por outro motivo que o Jair Bolsonaro escolheu seu próprio filho, que era a pior opção política que ele podia tomar. Ele tomou uma opção de confiança, os seus irmãos, caras Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro, e mesmo aqueles mais próximos, aqueles nomes mais próximos, eles sempre acham que tenha alguém agindo contra a campanha contra Bolsonaro. Isso não impediu que o Jair Bolsonaro fosse eleito, ou se mantivesse no governo, ou não tivesse perdido a eleição por muito pouco. E o que a gente está vendo hoje nas pesquisas? Por menos por enquanto, o diagnóstico de que a campanha tá fraca, de que a campanha tá desorganizada, de que a campanha tá sem plano, de que a campanha tá sem comando, e que eu acho que ninguém tem dúvida de que é isso mesmo. Este diagnóstico também não parece fazer parte da lista de requisitos dos eleitores para escolher do Flávio tanto assim que ele perdeu depois do áudio com o vocar, perdeu, mas ele se mantêve competitivo. Não, e entra pra minha data chave da campanha do Flávio é 7 de maio, que é a operação da Polis Federal, o condicido Nogueiro, em razão ali da ligação com o Daniel Vercaro. Partida ali, hoje é novo de julho, então tomou dois meses, eu listei até na abertura do jornal uma série de assim, a agenda negativa, a agenda negativa. Depois de este vídeo tiver os áudios, teve a questão da Michel Bolsonaro, a falo do Paulo Figueiredo, agora isso expõe ali essas a questão dos palanques atrapalha, a falta de apoio dos aliados, porque a reportagem mostrou, você não vai ter, você, o Flávio Bolsonaro não vai ter o Néu Brasil IPP, e isso a minha outra. A neutralidade do PPI, do Néu Brasil, permite aluno o teu morário eleitoral, tempo de propaganda, inserções num rádio, e teve muito maiores, e ele não consegue sair. Agora, Daniel, eu também sempre tive uma rejeição a fazer comparações com futebol, mas também uma copa do mundo, será que talvez, eles não esperam, porque há despeito disso tudo, eu joguei a pedaniel porque a gente já perdi do Séja, já que ele voltou, mas eu vou continuar aqui na pergunta do pedaniel, já vou contigo, Séja, há despeito disso tudo, são cinco pontos, e eu sinto que a campanha do Flávio parece apostar nesse cinco pontos, e nos últimos 10 dias de campanha, entre primeiro e segundo turno, para ali virar, ali vai ser a hora da virada, mas sem estar trabalhando para isso, mais ou menos, talvez até como uma seleção nossa, acreditar num. numa lipocha ali na hora de que precisa aí vai. Não tem isso, talvez, uma. achar que o antelulismo, ali na reta final, algo vai acontecer, para permitir essa virada, se os números de fato forem esse? Olha, Caio, o Séja pode nos explicar melhor, se quiser, mas me parece que onde tem lula IPT, é sempre haverá o antelulismo e o antipetismo, mas há um sentimento, há uma desorganização muito grande hoje na campanha de Flávio Bolsonaro, e uma percepção de que tentar sair das cordas nesse ring, é fazer uma escolha muito acertada da vice-presente na chapa. Uma tendência de ser uma mulher, hoje, me parece que a favorita para isso é Daniela Max, que era o braço direito do Paulo Guedes, do Governo de Ayr Bolsonaro, mas é na percepção de muita gente do PL, uma pessoa que embora é muito qualificada, não agrega votos, não agrega palanque, não tem capacidade de mobilização política, eleitoral. A prisila costa, por exemplo, que é uma vereadora religiosa, que dialoga muito com a base vongélica, com eleitorado feminino, noceará, poderia cumprir ali uma função que cada vez menos se espera de Michel Bolsonaro, que é de um engajamento na campanha. Agora, existe muita incertesa e digamos, numa figura que hoje tem menos projeção de poder, como eu dizia, a menos sendorinhas ali, para se entregar durante uma campanha para eventuais aliados. - Seja uma diferença de cinco pontos do Flávio para o lula no segundo turno, não diversa algo a ser comemorado e pensado, estratégicamente de como reverter, porque arregou os cinco pontos, são três, vez e meio que a setira da diversar para conseguir vencer. Não tem ali uma deveria ser algo para estar se formulando melhor essa virada? - É acredito que não, Caio, porque a gente está no ambiente muito polarizado, onde os dois principais candidatos tem quase 50% de rejeição. Então, os cinco pontos acabam sendo um volume muito grande. Uma questão que o obterro tem ocorrido agora é que falar mal do Flávio tem impulsionado outros candidatos de centros. Aconteceu recentemente, o Caio, que criticou novamente o Flávio, é ontem, e nesse movimento de crítico, o Caio, do passo de cinco por cento de mensões entre os presidenciários nas redes, para 17 por centros. Então, porque há uma ideia de por Flávio, é um ideia dentro da direita de por flávio, talvez não consiga ter força para vencer a lula no segundo turno. Então, o eleitor começa a olhar pro lado isso pode trazer um movimento de iluição. dessa pluralização, apesar de que é muito difícil que ela se dilua, mas só essa expectativa negativa em torno da campanha do Flávio acaba por atrapalhar, e os candidatos que antigamente estavam falando em união de direita, começam a atirar também no flávio que acaba por prejuíduo de carne. Então é importante para a campanha do Flávio que ele se reorganiza em dentro da própria direita para que consiga então remar todos os mesmo lados, se há críticas internas, que são nem são tão internas pela geração públicas, é um sinal muito negativo com a campanha e um tempo curto de que nós temos até as eleições, como eu falei, o tempo corre a favor do lulo e o Flávio precisa realmente se reorganizar. Oceia, já agora essa invate radicais imoderados do Bolsonaroismo, é um suco de Bolsonaroismo, que o governo do Jair Bolsonaro inteiro foi assim, ele não ele parece repetir um roteiro um pouco de caos e um caos que não causa produtivo que leva a uma vitória, porque o invate entre radicais imoderados, Bolsonaroistas, o governo de Jair Bolsonaro levou a derrota de 22, ser um dos componentes, dentre outros. Isso está sendo transportado para essa campanha para a campanha, ou seja, o invate de radicais imoderados na campanha do Flávio, também romando ali, criando um roteiro semelhante ao do pai em 22? Fala um pouco diferente, porque apesar das brigas internas que havia da campanha do Bolsonaro de 22, a direita remava junta, ela apoiava o Bolsonaro, agora a gente começa a ver críticas ao Flávio Bolsonaro dentro da própria direita. A ruptura com a Michel é um dos pontos muito engraves que a gente vê, isso não aconteceu em 22. Eu acho que isso que tem dado esse alerta para a campanha do Flávio de que há um certo disanme que a precisa se organizar, que em 2022 todos remavam contra o Lula, mas numa ideia de antinulismo. Agora você tem um cenário um pouco diferente com candidatos de certo, também começa a contar quanto o Flávio e dentro da própria direita pessoas que vão deixando a campanha, como é o caso da Michel, com o meu filho, que tem um público evangélico, um público feminino, que apoia. Inclusive durante esse confinto da Michel, o Flávio acabou saindo como vítima, mas a Michel não perdeu o apoio. A gente meia disso nas redes sociais e ela se mantêve muito estável, ou seja, no eleitor que gosta da Michel, permaneceu gostando dela e a eleitor que tem feito falta a campanha do Flávio nessa pré-campanha e vai fazer falta também um segundo turno. Então é importante que houvesse uma aproximação familiar aí para que todos, então, remasse como eu falei com o Flávio mesmo lá. Daniel, pede a palavra? Não, por favor, está aí. Eu vou rápido. Não, é interessante essa coisa do Céjo fazer a diferença com 2001. É pior, é pior, é pior. E tem uma outra questão que é o seguinte, agora, o ciclo da notícia, além dos números da suação e da campanha do Lula, o ciclo da notícia também tem de favorecer Lula, porque a inflação pode baixar um pouco, ou pelo menos os pressform para de subir, a taxa de juros vai cair mais um pouquinho, o desemprego vai continuar, porque tem muito estímulo, então, o dinheiro está rodando, as pessoas estão tomando crédito, então não é só o fato do Lula ter chegado até aqui como ele chegou, mas é como ele vai correr até a eleição e a diferença do que ele vai precisar fazer e a diferença do que o Flávio vai precisar desfazer para se manter como o competitivo. E a propaganda é a favor do Lula também, né, mais tempo de ter vida, né, ó? Queria trazer um ponto para encerrar aqui minha participação, um pouco a gente tem notado o seguinte, em 2018, quando o Lula estava preso, ele tinha a capacidade como líder em contexto da esquerda do PT, tinha a capacidade de receber em Curitiba algumas pessoas chave da campanha do seu grupo político Fernando Adad, terminou o primeiro turno e foi correndo para lá, o que, inclusive teria sido um erro, um ponto de vista eleitoral, mas o Lula tinha toda a capacidade de organizar esse campo político no qual ele exerce uma liderança em contexto para o grupo. Se a gente olha o Bolsonaro de 2026, quando ele estava ali na Papudinha, ele tinha mais margem de manobra para receber pessoas. Quando ele vai para a prisão do domiciliar, embora ela seja em tese mais confortável para ele, ele está tremendo, tremendo a mente limitado a receber os filhos por uma questão legal, essa autorização de Argentina de morais, e seus advogados representados no STF constituídos para a defesa dele por meia hora por dia, cada advogado. Isso faz com que ele não possa encontrar voo do marco-o-staneto, não possa encontrar sítios de freitas, não possa encontrar o Rogério Maninho, e isso criou uma dificuldade para reorganizar o campo da direita. Bom, queria agradecer a todos, começar pelo sério de Nicoli, que é a cientista de dados, e se ou da apesata, sério, muito obrigado, meu cara, por sua participação. Eu queria agradecer, boa noite a todos. E a Daniel Hittin, Eriata Ezerédia, trazeta com vocês. A gente estava morrendo de saudade, né, Daniel? Eu também estava, gosto muito de meu trabalho, ainda mais tendo vocês próximo a mim, é verdade. Vamos lá, WWTM aqui, uma boa noite e até amanhã.

Podcast Summary

Key Points:

  1. - Puhuja perusti pyöräilyvaatteita valmistavan yrityksen vuonna 2013 ja kehuu Shopifyn helppokäyttöisyyttä ilman teknistä osaamista. - Tekstissä käsitellään poliittisia ja taloudellisia aiheita, kuten Brasilian presidentinvaaleja, öljyn hintaa ja verotusta. - Öljyn vientiveron (12%) jatkaminen 60 päivällä on herättänyt kritiikkiä öljy-yhtiöiltä, sillä se vaikuttaa investointeihin. - Hallitus on säilyttänyt polttoaineiden hinnanalennuksia vaalien ja inflaation hallinnan vuoksi, vaikka öljyn hinta on laskenut. - Asiantuntijat pitävät toimenpiteitä epävarmuutta lisäävinä ja kritisoivat niiden vaikutusta talouteen ja yrityksiin.

Summary:

Teksti on moniosainen, alkaen yrittäjän kertomuksesta pyöräilyvaateyrityksen perustamisesta ja Shopifyn hyödyistä. Suurin osa tekstistä käsittelee kuitenkin Brasilian talous- ja energiapolitiikkaa liittyen Lähi-idän konfliktiin. Puhujat analysoivat öljyn hinnanvaihteluita, hallituksen toimenpiteitä ja niiden poliittisia motiiveja.

Öljyn vientiveron jatkaminen on saanut osakseen kritiikkiä, koska se heikentää investointien ennustettavuutta. Polttoaineiden hintasääntelyä on jatkettu vaalien alla, vaikka öljyn maailmanmarkkinahinta on laskenut. Asiantuntijat korostavat, että toimenpiteet ovat lisänneet epävarmuutta yrityksille ja taloudelle, ja ne ovat enemmän poliittisia kuin taloudellisia.

Tekstissä viitataan myös Brasilian rooliin öljyntuottajana ja verotuksen vaikutuksiin. Lopuksi todetaan, että hallituksen toimet ovat johtaneet epäjohdonmukaiseen politiikkaan, joka vaikeuttaa liiketoimintaa ja talouden vakautta.

FAQs

Ornotin perustettiin vuonna 2013.

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Raakaöljyn vientivero 12 % jatkettiin 60 päivällä syyskuun alkuun.

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