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Calma, Gente. É Urgente

74m 55s

Calma, Gente. É Urgente

O programa "O Calma, Gente" aborda as eleições de 2026 com tom de urgência e desespero. Os apresentadores argumentam que este pleito é mais grave que o de 2022, pois agora a ameaça é existencial: o Brasil se tornou uma "aldeia gaulesa" contra o imperialismo de Trump, com Lula como principal estadista a resistir. As pesquisas indicam Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 33% no primeiro turno, um cenário desconfortável que exige estratégia. Historicamente, pesquisas de segundo turno em agosto não são confiáveis, mas a transferência de votos de candidatos de direita (Zema, Caiado) para Flávio é alta, dificultando a vitória de Lula. A solução está em dois bolsões: eleitores indecisos (mulheres jovens de classe C/D em regiões metropolitanas) e abstêmios, sobretudo idosos acima de 70 anos, que somam milhões de votos potenciais. Para mobilizá-los, defendem contato humano, plano de voto e combate ao etarismo. Criticam a militância por beatificar Lula e rejeitar o voto crítico, essencial para ampliar a base. Também apontam o caso Banco Master como tema subutilizado contra Flávio, que mente e é corrupto. A eleição é definida como "Lula versus Trump", com apelo ao patriotismo e soberania. Por fim, lançam um WhatsApp para engajar ouvintes e influenciadores na mobilização de idosos.

Transcription

14430 Words, 77742 Characters

Portuguese
[Música] Olá, bom dia, boa tarde, boa noite, para você que está nos ouvindo. E para você que está assistindo agora no YouTube, boa noite ao vivo, hoje segunda-feira. Sim, estamos presenciais. -Obá! -Obá! É alegria, muito bom, adoro, adoro. -A gente fica menos produtinho. -Fica. -Bem menos produtinho. -Fica. -Tamo uma hora e me há atrasado por causa. -Verdade. -Verdade, é verdade. -Verdade. -Mas ela não é todo. -Eu acho, a gente se interrompe mais o que é bom, né? -Verdade. -Eu acho. Inclusive, nos comentários falam que a gente se interrompe muito pouco. -Esse é um comentário prevalente. -Critica muito nossas interrupções. Mas aqui, eu acho que fica mais orgânico com o real vivo e a gente está. A gente está muito bom ter os três aqui, ter os três. Olha, eu falando a terceira pessoa. Até os dois e os três que têm Luis Amigaze, nossa jornalista está aqui também fora de quadros. Estamos no estúdio Saúi, no Rio do Janeiro. Então, a gente vai falar de eleições, é claro, o que mais. Sendo uma passada, a gente teve algumas viralizações. Vamos necessariamente positivas. Sobso, de um vídeo da gente criticando uma parte da campanha. Não campanha, não é uma parte específica. Viralizou um pouco negativamente com uma militância. Dizando que a gente. Isso é hora de criticar, mas a gente falou, isso são horas. E, em geral, o curioso que eu nunca é hora, né? Eu nunca falo. Parabéns pelo timing. -Da crítica. -Da crítica. -É bem na hora certa. -Eu na semana correta. Eu acho que sim, é hora assim. Essa crítica não vou aceitar, não é hora, óbvio que é hora. Agora, que eu entendo, e eu simpatizo aqui, as pessoas falaram assim, meu Deus, que preguiça de vejante criticando a campanha do Lula. Isso entendo, e eu sinto isso, então eu estou com você. Um preguiça de me ver. Talvez assim, cara, que cara chato. -Então também. -Então também. Não, você não pode achar de mim, chato. Porra, Bruno, eu posso me registrar, mas não. Porque, cara, a verdade é que. Esse programa talvez vale a fazer uma carta de intenções. Inclusive, pra quê? Isso não é estratégico, mas vocês não entendem. Isso não é uma análise. E eu queria dizer que esse programa não é estratégico mesmo. Hoje não é um programa de campanha. Não é um programa de estratégico, não é tático, não é nada. Isso é um programa de disabafo. Já está no nome e calma, gente. Já fala sobre isso, ele fala sobre. Você falar de pular uma de assuntos urgentes e vice-versa, trazer coisas que a gente acha que precisa trazer urgência para. Mas não é um programa nem de informação, nem de debate, nem de análise. É de quê? Disabafo. De verdade. A gente fazia o Greg News, que era um programa. Esse, sim, muito pensado, estratégico. Tinha uma equipe a gente pensava, não fazia um programa que eu não pudesse defender com a gente tudo que eu falei ali. Porque tudo foi pensado. E não era um programa de debate, senão era um programa que a gente estava formando uma opinião juntos. Era um programa que a gente primeiro formava a opinião e depois escrevia o programa. Exatamente. O calmo, gente, ele é um pouco esse papo pré-Greg News. É um estroce. É a nossa reunião de pau. Exatamente. E aí algumas pessoas vão falar assim, o é mais isso, daí é um pouco perigoso, porque às vezes uma coisa vocês vão falar, vai gerar um corte para o estrema direita e vai eleger o Flávio Bolsonaro. Bom, obrigado pela importância que vocês estão dando esse programa. Inclusive, a minha contradiutória é com a desimportância que vocês voltem a atribuir. Porque a mesma pessoa, às vezes, critica coisas opostas nesse programa. Esse programa, daí, é visto por muito pouca gente, não vai mudar nada e num corte desses que vocês elegem Bolsonaro. Ou Flávio, ou seja, quem for. E a minha contradiutória, porque eu, aí, relevante, ou vai eleger a estrema direita. O fato é que isso não acontece. Um da gente está falando. Ah, ele vai gerar um corte para a direita. - Para a direita. - Nunca rolo, gente. - Nunca rolo. - A direita não está interessada na gente. Infelizmente, bem que a gente pode eu estar assistindo, mas. Exatamente. Esse programa, ele tem uma função que eu acho que é meio terapêutica mesmo. Para gente, e para muita gente, que agradece e fala assim, "Olha, pô, eu me sinto desesperados junto com vocês, me sinto menos desesperado quando vejo vocês desesperados e vice-versa." Então, feito esse breve, não tão breve, adendo essa introdução, esse nariz de cera, eu vou chegar logo no assunto, que são essas eleições, e que a gente vai falar um pouco de desespero, porque eu tô desesperado. E a crítica a gente fez semana passada, uma coisa que algumas pessoas não entenderam, assim, "Pô, vocês estão tão confortáveis assim, e é com as eleições para estar criticando, e não o João está criticando pra gente estar confortável, só que a gente não precisa desesperar, eu tô desesperado." - A gente vai se confortar, ela tá falando de outra coisa? - Exatamente. Eu adoraria estar falando de outra coisa. Eu adoraria, eu tô falando disso, vocês estão falando disso, que a gente tá desesperado, eu tô desesperado mesmo, eu tô desesperado. Porque essas eleições, gente, aí eu acho que é um bom assunto pra começar. Eu acho que ela é mais grave da nossa história. É mais grave do que isso. - Como você conhece as mais graves? - Exatamente. Porque se 22, o Brasil estava, a nossa democracia estava em risco, eu acho que 26, seus democracias, do mundo todo, que estão em risco. O Brasil, ele virou a uma aldeia gaulesa de asterix, o obelix, contra o império romano. O mapa mudou completamente. - Em volta da gente, né? - Em volta da gente. Mudou radicalmente, foi uma guinada, uma guinada completa que a gente teve, para um outro planeta político, foi isso que aconteceu. - Dito isso. - Por causa do Trump, basicamente. Tem que lembrar disso, 22 tinha uma ameaça muito grande, que não dependia nem da eleição do próprio Lula, como ele ganhou e teve muita tentativa de golpe de qualquer jeito. Mal sucedido, mas teve. Agora, há uma coisa que a gente esquece e, em 22, o presidente dos Estados Unidos era o Biden. Isso foi muito central para que o golpe não tivesse dado certo. E, aliás, se você falando disso, só para provar um pouco a ideia de que a gente virou uma aldeia gaulesa, esses últimos dias, o primeiro ministro do Canadá, o carne, ele acabou dando errado a negociação entre eles, os Estados Unidos, vai ter uma guerra tarifára, ele vai retalhar, como o Lula está falando que vai retalhar, e anunciou isso em um pronunciamento o que ele fez a nação, falando, a gente não quer perder o nosso país, basicamente, né? A gente não vai aceitar isso. E foi muito interessante, porque nos comentários dele, de um monte de canadense falando assim, finalmente estamos fazendo como Lula no Brasil. - Perfeito. - Os canadenses estavam entendendo que o único país que estava se posicionando de maneira soberana era nosso país. - Teve uma matéria. Já tem alguns meses no New York Times falando do Lula, e dizendo exatamente isso. Tem uma pessoa que está conseguindo fazer frente ao trampo e de maneira efetiva, né? Que não está nem baixando a cabeça, e nem também partindo por um conflito completamente desatado a ponto de, também, gerar uma reação desmedida, que é a Lula. Então, esse é o papel que o Brasil está ocupando hoje, no mundo. - E esse é o nosso desespero? - É. Essa é a nossa urgência mesmo, que eu acho que é um otimismo exagerado, ou um jagenho, ou algo que estava muitos nos nossos comentários, dito de "é muitas formas", que é "deixa que o Lula ganha". - Deixa que ele está fazendo. - Deixa ele jogar. Só precisamos do Lula, basicamente, na nossa opinião, e isso eu defendo que a gente falou no programa passado mesmo, é insuficiente, e não foi como a gente ganhou em 22. E 22 para quem estava lá, a gente até, no próprio Greg News, a gente fez um programa quando a gente ganhou a eleição, falando que foi uma eleição que todo mundo ganhou junto. Porque o Lula era o camisa 10, era o crack. Mas todo mundo jogou, teve campanhas, feitas, totalmente independentes, e por fora do que o PT estava propondo naquelas eleições, que houve muitos acertos e erros da própria campanha. Mas a gente é mobilizada, muitas organizações com campanhas próprias, e um cenário político muito distinto. Tinha até betipo, como, por exemplo, foi uma pessoa importante no segundo turno, tinha uma frente ampla de urgência, que tinha a ver com quatro anos de Bolsonaro, com medo de perder a nossa democracia, e que eu não sinto nessa eleição. Estranhamente nessa eleição, a galera está aparecendo muito mais uma eleição que é contra o Serra, ou contra o Aécio, do que contra um vassalo dos Estados Unidos em um momento em que o mundo está sendo invadido como se colocou. Está sendo crise europeia em relação a isso. E aí, pra encerrar, acho que é uma coisa que deveria ser dita mesmo assim. Irónicamente, ele é eleição do Flávio que faz o Brasil correr o risco de virar a Venezuela. A Venezuela de hoje, não a Venezuela mitológica. O Brasil vai virar a Venezuela, não é? Que é um estado vassalo com os recursos naturais totalmente sequestrados pelas empresas privadas dos Estados Unidos, que é a promessa que o Flávio fez declaradamente no salão oval. Ele é do ar do Bolsonaro, e é turma da flórida que são as pessoas que estão fazendo não o desenho da campanha do Flávio, mas o desenho gel político de uma presidência Flávio Bolsonaro. Isso. Antes da nossa democracia está vem jogo. Agora a nossa democracia está em jogo, e a nossa soberania. Mas o país tem uma existência com o país. A gente tem uma ameaça existencial ao Brasil, que é o governo Trump. Em 2022, quando a nossa democracia está vem jogo, a gente teve, então, essa grande frente ampla, o Ludo realmente não jogou sozinho, inclusive ele fez alianças com um arco muito amplo de lideranças e de movimentos, inclusive com gente que não gosta dele. Então era uma aliança, era uma coalizão que não só admitia crítica, mas a encorajava, quer dizer, foi falar, eu quero os meus críticos comigo, e eu entendo que os meus críticos também estão do meu lado, que é o oposto de uma certa postura que a gente tem visto na militância hoje, que pode ser muito contra-producente quando a gente quer criar um arco de aliança exampo. E mesmo com esse arco de aliança exampo, a gente ganhou por menos de dois milhões de votos. Foi uma eleição muito apertada, e tudo indica que essa eleição esse ano também será. Então, acho que vale a pena a gente falar um pouco dos números desse ano. - Um falar de número. - É bem. - Ful o seguinte, a gente tem que falar, mas tem que se. Sempre comparar com 22, que nessa época, a gente estava muito mais confortável, numéricamente também, em agosto de 22, a gente não estava tão apertado quanto a gente estava em agosto de 26. Vim, vocês. Está bem mais apapado. Bem, é muito, muito, muito. Eu acho que tem duas coisas que eu acho que já tenha antecipado aqui primeiro, Bolsonaro do presidente e ele tinha a máquina a seu favor, teoricamente unir um bente. Desesperadamente. Obviamente, todos os meus legais e ilegais, a gente tem a máquina teoricamente, porque a nossa máquina não envolve prefeituras, por exemplo, não envolve congresso, não envolve a máquina muito mais fraca do que o Bolsonaro tinha. A máquina mudou também. E também tem mais ética, porque o lanão está disposto com o razão a usar a máquina da maneira que o Bolsonaro usou e não está usando. Mas tem um outro fator que é, por um lado, o incumbente cresce, tem de crescer. Por outro lado, a estrema direita tem de crescer. Nora gana a frente da urna. É isso que a gente viu nos últimos plaitos assim. Se a gente for olhar aonde que as pesquisas estavam no mês de agosto das últimas três eleições, então 14, 18 e 22, eu fui atrás, porque fiquei tentando justamente entender como que a gente tem se comportado historicamente, né? A primeira coisa. A primeira coisa? É a primeira coisa que, acho que é importante que o público saiba, é que especificamente as pesquisas de segundo, turno no Brasil, historicamente, não é preditiva nesse momento da campanha. Se a gente for olhar, como que as pesquisas estavam desenhando o segundo turno em agosto dos anos eleitorais nas últimas três, quatro plaitos, nunca foi nem próxima do que foi a realidade do segundo turno. Então a gente não deveria confiar que os dados de segundo turno agora são confiáveis. Os dados de primeiro turno um pouco mais, porque, de fato, o plate de estar desenhado em turno do primeiro turno nesse momento, né? Mas se a gente for olhar, gostas de 2014, data folha dos dias 28 e 29 de agosto de 2014, estava dando segundo turno com Marina Silva com 50% de uma quarenta, dez pontos de vantagem para Marina na segunda turno. E no primeiro turno, Marina fez 21% e acabou ficando terceiro lugar, nem foi para o segundo turno. Muito diferente. Muito diferente. Dezoito, a gente já tem uma situação um pouco diferente. O Bolsonaro era, naquele momento um deputado do baixo claro, ele tinha, em agosto de 18, 18% de intenção de voto no primeiro turno. E aí ele foi crescendo, foi crescendo. É. No data folha de 18, eles tinham testado, ele, em todos os cenários de segundo turno, ele perdi a para Marina por 11 pontos, ele perdi a para o álcool em 5 pontos e ele perdi a para o círculo por 3 pontos. E para adade? E um mês depois, ou seja, depois da facada no final de setembro, o data folha estava dando adade de 45% e Bolsonaro 39. O adade ganhava de 6 pontos. Em agosto de 18? Não, não, não. Final de setembro de 18. Wow. O adade estava levando em todas as pesquisas. E no dia 28 de outubro, ou seja, um mês depois dessa pesquisa que dava adade na frente por 6 pontos percentuais, o Bolsonaro fez 55% e o Bolsonaro 44%. E ele quase ganha no primeiro turno? Não, isso foi já no final do segundo turno. Esse é o resultado do segundo turno. Então teve uma virada de 17 pontos em 30 dias em 18. A favor do Bolsonaro, ou seja, não foi a favor do incumbentos. Não foi o incumbentos por causa da máquina ganhando ponto. Foi a estrema direita ganhando ponto. Exatamente que você estava trazendo, né, Greg? E aí em 22 é o que o Bruno já falou, né? A gente, em junho de 22, o Lula tinha 57% por cento Bolsonaro tinha 34, então a gente tinha 25 pontos percentuais de vantagem. Essa vantagem foi diminuindo e diminuindo, mas na vez para do primeiro turno, as pesquisas estavam dando assim as vais, vais para as vais, ainda estavam dando Lula mais ou menos em 54 contra 38 do Bolsonaro. Então não atoa o primeiro turno de 22 para o primeiro turno, em que muita gente da militância esquerda acreditava numa vetora no primeiro turno e teve um super bairro de água fria. Você lembra o desse dia? Não, só por Lula, mas a gente tava junto nesse dia, né, Greg? Eu tava na sua casa. Eu tava na minha casa. Mas não de água fria, assim, sensacional. Eu também. Eu cometi o erro de fazer uma festa da apuração na minha casa também, e eu fui ficando totalmente deprimido. Pessoas continuaram na festa, e assim vão embora, eu quero que eu quieto aqui, mas que não foi só desse pensão que o Lula não ganhou o primeiro turno, que eu não era tão otomista, mas cara, o que aconteceu com Cáudio Carso que feche, com congresso, com carciso, com Senado, em São Paulo, o Marcelo França quer uma barbada assim, tipo, não levou o Senado. A gente viu o desenho do congresso inimigo do povo que temos hoje foi no primeiro turno de 22. Então o que a gente sabe para resumir é que, historicamente, as pesquisas de segundo turno não valem muita coisa, e que, se a gente for olhar para o primeiro turno, especificamente, a gente está numa situação bem menos confortável hoje do que a gente estava na última leção. Qual é a situação que a gente tem hoje, segundo da tafora da sexta-feira, que são as pesquisas mais recentes que a gente tem na mão? A gente tem o Lula no primeiro turno, com 39% das intenções de votos, Flávio Bolsonaro com 33. Se a gente for olhar para votos válidos, isso sobe um pouquinho. Então, se a gente tirar os brancos inulos, isso diminui o número total de votos, que são os votos válidos. E a gente fica com 42 e meio para Lula e 37 para o Flávio. E a gente tem na intenção de voto, cairado com 5, renação dos com 4, zema com 3, marçá e cura e com 2, cada 1. Essa é uma situação desconfortável para passar para um segundo turno. E ela é desconfortável, por quê? É mais que de sexta-feira, né? É quase desesperadora para usar o termo do grevório. Se a gente entra no segundo turno com 42% dos votos válidos, a gente vai precisar tirar 8, 9 para ganhar de algum lugar. E como todos os outros candidatos, literalmente, todos os outros candidatos que pontuam, né? Mas que aparece nas pesquisas pontuando de alguma forma, mínimamente significativa. São de direita? Bem de direita. Bem de direita. É bem difícil do Lula robar votos dessas pessoas. Então, a gente hoje, né, no segundo turno, eu fazer uma, o que a gente chama de transferência de votos. O datapolha mediu transferência de votos. E hoje, no geral, a gente tem mais ou menos 60% desses votos, que, bom, para todos os outros candidatos, que migrariam, já, naturalmente, proflávio. E muita gente que tá indecisa, os outros 40% ficam mais ou menos metade metade, metade fala que é nula ou não sabe, e metade vai para o Lula. É pouco. É uma transferência muito pequena. Na invinte e dois, a gente tinha, como outros candidatos, a semana e têbete que apoiou explístamente o Lula no segundo turno. Quero centro direita. O ciro, que, claro, não fez essa apoio, e a gente, o criticou muito por isso, mas que tem um lugar ideológico em que, naturalmente, tem mais aleitores do ciro que migram naturalmente pro Lula. Muito mais fácil, migrado, do ciro que o Lula do que é do Zema ou do Cairado. Incompalávelmente, mas. Então, a missão no segundo turno de converter votos desses outros candidatos para o Lula, para que ele saia de 42 e chegue em 50% mais um, ela vai ser muito, muito, muito difícil. E tem um cenário que se parece mais com 18 do que com 22, não só porque tem isso, mas em 18, uma grande aposta errada que o PT fez no Etverno Turno era achar que os candidatos do primeiro turno ia apoiar, naturalmente, o Adádio, porque ninguém teria coragem de apoiar o Bolsonaro e ninguém apoiou o Adádio no segundo turno. O ciro foi paparista, como se sabe, o Alquim não falou nada, as pessoas abandonaram o barco, o cara não é comigo, foda-se, e a frente ampla se formou em volta do Bolsonaro, com Doria, com novas atores na política, com uma galera que olá a voz, mas o apoio ele criticamente, o apoio ele abertamente, e a sensação de movimento de onda, de frente ampla, foi com o Bolsonaro, em 22, repito, foi com o Lula, quando a venha Simone Tabet, que vamos lembrar, a gente ganhou, as pesquisas falam que a gente ia ganhar por 6 e 7 pontos, a gente ganhou por 2 pontos, menos de 2%, então assim, o argumento que a gente fez lá no Greg News, todo mundo foi importante para esse 1.8 acontecer, a Tabet foi super importante porque deu uma autorização novamente, indo pro nosso ponto, o original do nosso começo, uma autorização crítica para votar no Lula, uma pessoa que era contra o Lula, apoiava Lava Jato, já chamou de ladrão, não sei o que, abraçou o cara, falou que a democracia, que é frente ampla, isso aqui não é sobre direitos esquerdes, sobre o Brasil, e foi live-rominista, e republicanamente agora, porque, e perdi, o capítulo político, isso, porque agora vai se senadora por São Paulo, dá pra mais ou menos 60% de transferência de volta da Tabet pro Lula, que é o que o Flávio, hoje, tem com algum desses candidatos de direito, então a gente tá vendo uma situação em vez, e isso é muito preocupante, é muito preocupante porque existe uma chance, muito concreta, eu diria que hoje, provavelmente, é o resultado mais possível, independentemente do que diga umas pesquisas de segundo turno, do Flávio levar no segundo turno, por causa dessa matemática, né, de pra onde que a gente vai tirar voto, e aí a gente tem que ser estratégico e pensar bom, se a transferência de votos do Zema, e do Cairado vai ser difícil, dá onde que dá pra tirar voto, porque tem outros bolsões de votos por aí, a gente tem o Renan, que, de todos esses candidatos de direita, é o que menos transfere pro Flávio, porque é. É, é o que mais bate no Flávio. Eu vejo, inclusive, o Renan, como um herdeiro, um pouco a gente tá falando disso, mas do Ciro, de vez dois. É um pouco isso. Ciro é 22, não é um ciro de 18, né, de 12. Ah, falar que os dois são ruins. É, mas o tipo de voto do Ciro. Jovem homem e tal, todo o macho. O voto machos férrico. Quero falar de um voto, tem cera vista, né? O voto de dois são ruins, os dois são bandidos. Eu não acho que o Renan em placa até ser a via, eu acho que ele é uma outra, tudo bem, mas ele tem muito menos voto que o Ciro teve. Pelo menos nessa época, o Ciro estava com uma votação maior. O Ciro tem umas bagagens, tem umas reputação do que o Renan tem. Ah, não, claro, o Ciro tem mais voto. Não, o Ciro é muito melhor do que o Renan, o Ciro é muito menor, mas eu acho que o eleitor é um pouco parecido. - É assim, sabe? - Ele tá andando parte desse eletorado. - Talvez. - Talvez. - É uma parte, eu acho que sim. - A parte machosférica. - Mas o eletor do Renan é um eletor que hoje, na Nuda ta folha, é menos na metade de isso que vai transferir automaticamente pro Flávio. Não quer dizer que a outra metade vai pro Lula. Muita gente vai anular, muita gente fala que não sabe. Então, tem um potencial de desmobilização desse eletor no segundo turno. Isso é um caminho possível. Que o próprio Renan, acho que tem interesse nisso, porque não é interessante para o Renan que o Flávio ganha essa eleição. Isso é consolida como o nome e gemônico da direita. Então, isso tem um caminho. E tem outros dois caminhos que a gente pode comentar aqui e falar bastante sobre eles que são. A gente pode olhar para os indecisos esses 8% que não sabem. Quem são eles como se alimentam onde vivem? E como que a gente faz com que mais uma parte maior desse voto vá pro Lula? E a gente pode olhar para quem não vota. Sobretudo, quem não é obrigado a votar. Então, e aí a gente tem duas demografias que historicamente porque não são obrigadas a votar, mas podem votar, votam menos, que são jovens de 16, 18 anos, que, infelizmente, as pesquisas nisso não estão mostrando. Um sandar é muito favorável para o Lula nessa demografia e tem os mais velhos, o eletor de mais de 70 anos, que não é obrigado a votar. E que ao contrário do que muita gente intuitivamente pensa, ele é majoritariamente de esquerda. Ele não é majoritaramente direita. Tem muita intuição errada nessas eleições. Muita intuição errada. Tem muita gente sobre demografia, sobre bairro, sobre faixa de renda, mas a gente pode falar disso. Mas enfim, acho que esses são os dois bolsões, e são as três estratégias possíveis. Desmobilização do voto Renan, que é mais importante no segundo turno, mobilizar esse voto indeciso, e fazer com que ele se decide a nossa favor. E é falar com o eletor que poderia votar no Lula, mas que nesse momento não está fazendo plano de votar. E que historicamente tem uma bestensão muito alta. A gente tem uma bestensão histórica do voto 70 mais, 60 mais, que é o que a gente mede, muito alta. De quantos percentes? 58. 58%? Já bestensão. Então a gente tem um contingente gigante, porque a gente tem que ver exatamente, mas a gente tem, acho que, 15 milhões de eletores nessa faixa tária e metade, mais metade, quase 60% historicamente não vota. Então a gente está falando de 8 milhões de votos. Que dá um pra jogo. Que é um voto que o Renan faz, que se consegue converter. Tem mais desses 8 milhões de votos pra ele. A gente tem minjeção de novos votos válidos no pleito, a favor dele. Mas se o Lula consegue fazer isso, o efeito contrário acontece. Claro. E a gente tem mais voto nessa faixa tária que iria por Lula, se essas pessoas tivessem que votar. É. Só que esse, o perfil do eletor 70 mais, que votaria naturalmente no Lula, também é o perfil do eletor 70 mais, que tem mais dificuldade de votar, que tem mais dificuldade de mobilidade, física, porque tem de ser um eletor de mais médio, de baixa renda, que está mais acostumado a pensar que seu voto não importa, que qualquer coisa que. Pra que que eu vou votar a minha participação política? Não importa. Tem vários impassírios que podem detalhar mais. E eu acho que isso daí, então, assim, tem muito voto pra. Tem voto pra conquistar. Pra conquistar. Isso é muito importante, cedito. O que a impressão que dá é que está congelado. O que o Lula tem, ou a impressão que dá é que o Lula tem um piso muito alto, mas um teto muito baixo. É. Só que o teto não está nos outros candidatos. O teto está nesses eletores indecidos ou que não vão votar. Entendi. Aí que o nosso teto vai aumentar. Então fica achando que o problema é. A questão é que não é convencer necessariamente o eleitor que vai votar no Flávio ou que vai votar no Zema. A questão é. E atrás dos indecidos e dos abstemios. Os abstemios. Os abstemios. E sobretudo, eu acho que tem algo que o Lula conseguiu em 22, que ele precisa conseguir de 96, que é as pessoas entenderem que essa eleição vai mudar tudo. Sabe? Eu conheço muito a gente que não se impatiza com Lula que votou nele em vídeo 2. Por quê? Porque uma coisa não se impatizar com Lula e outra coisa é ter repulsando ódio nojo ao Bolsonaro e o projeto dele. E eu acho que esse eleitor, que é o não se impatizante do Lula, mas que é o apavorado com o razão do projeto Bolsonaroista miliciano e tal, que ele precisa que vota no primeiro turno. Então é um motivo pra isso. Não é só que Flávio tem mais chances de ganhar no segundo. É no segundo turno que a interferência de transgeira vai vir forte. Sim. Então a gente tem uma eleição hoje que não é a eleição normal, já a maior potência militar do mundo já disse que tá interessado nesse resultado. Tá interessado nesse resultado, que tá monitorando, que quer nossas terras raras, de que quer acabar com nosso pix, isso não é a teoria de conspiração, isso é confesso, é literal. Então a gente tem um projeto real confesso da maior potência militar mundial de tomar conta desse país. O projeto não tem no turno, ele é declaradamente, ele tem nome, chama Escudo das Américas. Aliás, tem vídeo do departamento de Estado, que aliás viralizou pouco, vale a pena ver o departamento do estado dos Estados Unidos, nos caras explicando a história do continente, o que é a do Trinamolo, de que maneira que o Estados Unidos impediu que outros países tivessem influência no quintal dele, que é como ele chama, e agora o Trump tá com esse projeto. Fica o que é a do Trinamolo, para que ele usava? A do Trinamolo foi uma do Trinagéu política, do presidente mono dos Estados Unidos, que ele falava que é a América para os americanos, o continente. Então a América do continente, americano, começou com um discurso, digamos de regionalismo, de um orgulho regional, mas o que na prática representava é o continente para os norte-americanos. Assim, todo o continente vai ser uma área de influência dos Estados Unidos, que declaradamente disse que já eram a maior potência, que deveriam seus líderes, deveriam espalhar a sua visão política pro continente todo, como o tempo, isso foi se radicalizando com golpes de Estado, aí não era uma do Trinamolo, mas uma visão do estado dos Estados Unidos mesmo, a gente sabe disso muito bem, é praticamente todos os golpes de Estado que aconteceram no nosso continente, não foram poucos, foram diretamente feitos pelos Estados Unidos nas suas embaixadas, dos respectivos países, o do Brasil, foi assim também. E o dono de Trump, hoje leva a isso a uma potência desavergonhada, o que ele já fez na Venezuela, o que ele está fazendo em Cuba, e o tipo de influência de peso que ele já colocou na Ecolômbia, o tipo de pressão que estão fazendo no Canadá, e o tipo de pressão que só não vê quem não quer, que já está fazendo no Brasil. E o que eles estão falando de escudo das "é-americas", que é uma atualização radical do que a do Trinamolo é significa, é falar assim, já que o mundo vai ter áreas de influências novas, e já que eles estão entendendo que a China, por exemplo, não vai dar a pressa contida militarmente lá na Ásia, no mar do Sul, e tudo mais, o continente aqui vai ter um muro contra a influência da China, e uma série de outras coisas, então assim, a ideia de derrubar o Lula, ele é a rainha do tabuleiro, assim, ele é a peça já o política mais importante, muito mais importante do que o Petro, muito mais importante do que o regime cubano, muito mais importante do que o Maduro era para a reconfiguração, a reconfiguração é muito grande. Porque nós somos um país grande, não parece mais somos um país rico exatamente, nós somos um país importante, já opolíticamente, em termos de população de recursos naturais, recursos agrícolas, de água, de tudo que vai ser, já é muito importante, mas tem um outro detalhe, e aí vem a nossa parte não crítica, e a parte que a gente defende é assim, o fanista, o Lula, é um dos maiores estadistas em atividade no mundo, possivelmente ou maior do campo democrático, em atividade, eleito, como parte de um país grande, todo mundo gosta de falar da ex-presidenta, da nova exilândia, num cara legal na escandinava, mas assim, a gente está falando de ilhas, né? Aqui a gente está falando de uma potência, já é política e natural. A gente está falando de terras raras, a gente está falando de amazônia, a gente está falando, a gente está falando de pixia, de sobrenia digital, a gente está falando de quem vai ter o domínio dos nossos dados, a gente está falando sobre equipamento militar de defesa, a gente está falando sobre direito e de exploração de tudo incrível que tem nosso país, e que é uma coisa que eu acho que o agronegócio brasileiro é consegue crescendo completamente burro, que é perda de mercado esportador, que não, a gente não vai poder fazer a negócio com qualquer país do mundo, sem pedir a licença para o patrão da família Bolsonaro, para o patrão da família Bolsonaro, e vamos dizer, vai ser no mesmo, na mesma época, e o Brasil vai ser um pouco antes, se diga se o que bota tudo na situação um pouco mais adelicada, da eleição nos Estados Unidos, que o Trump tende a tentar melar e não reconhecer também o resultado, então, outubro e novembro vão ser meses, assim, não só de superauninha, mas de super crise e apulítica, já o política no mundo todo, e aí de novo, não reconheceu uma vitória do Lula no primeiro turno, é muito mais difícil, porque você vai ter que anular a eleição de senadores, de deputados, que a direita vai levar, vai ser majoritária, não tem dúvida disso, agora, não reconheceu a eleição de segundo turno, com o Congresso brasileiro, é eleito, é muito mais simples, e tem mais, você está muito menos resistência interna, alguém acha que um segundo turno vai ser bom país. De verdade, que segundo turno entre loli Bolsonaro vai ter debate muito produtivos, e finalmente vai ver uma síntese regalhana. -Vamos ver as propósitas. Não há. Então você, por exemplo, acho que vai tem que falar com essa pessoa, que não se empatiza com Lula, mas que odeia Flávio Bolsonaro, de que esse segundo turno não vai ser bom pra você que não gosta dos dois. -Você quer mais um mês de eles, são mesmo. -Exatamente, é mais um mês. Inclusive é um bom, há um maior momento pra trazer aquele leitor que não vai votar. -E isso? -Se comportar de abstenção para o primeiro turno. -Você não tem que votar no segundo turno. -Ex obviamente, acaba logo com isso. E que é um voto que pode também muito facilmente, também com essa migração espontana, que aconteceu em 18 muito forte. Vamos lembrar aqui o que aconteceu com o álchemy. O álchemy acabou a eleição com 2% em 18%. O geral do álchemy. O nome do PSDB, o governador de Ação Paulo, 4 vezes. Viu isso do Lula hoje, mas assim, ele acabou quando por quê? Porque teve essa migração, essa puxada que o Bolsonaro fez, que ele cresceu 18 pontos e menos 1 mês. Que foi o susto que todo mundo tinha em 18. Que cada pesquisa o Bolsonaro tava 3, 4 pontos acima. Então. Não é impossível que só aconteça nos próximos cinco semanas que é o que a gente tem de campanha. Porque justamente todos os outros que a gente dá, o voto é muito menos firme. Essa pessoa tá falando da votar no Zema. Não é apaixonada pelo Zema, porque quem é apaixonado pelo Zema? Não, não, não. -Faretemente imina gerais, né, que nelegeu ele, mas enfim, ninguém ama o Zema. Não é, é um voto na direita. E esse voto na direita também tende a ficar mais nervoso a medida que o primeiro termo se aproxima. E começar a duvidar de se vale a pena levar essa a eleição para o segundo termo. Isso não é melhor já apoiar o Flávio desde agora, vê o que acontece? Acho que isso não vai acontecer muito com o leitor do Renan, porque ele tende a ser mais ideológico, mas Zema caiado. Não confio que esse voto, que tá sólido, que não tem chance de migrar. Elas não confiam e os dados mostram que ele, de fato, é menos sólido. Acho que a pessoa tem menos certeza. Se elas estão incertas em relação ao voto no cairado, não é que elas são incertas entre votar no cair, de votar no lula. Então elas são incertas entre votar no cair, de votar no Flávio. -E aí a gente vai precisar refazer o argumento do programa passado agora com mais dados, mais calma, talvez. -Menos urgentes. -E que é um recado para a militância, para o comentariado, o opetista, -E o comentariado. -Que é o óbvio, é assim, o voto que o lula precisa não é o voto entusiasmado. O voto que o lula precisa não é o voto que vai topar, beatificar o lula e achar que a gente só precisa dele. Não é o voto que vai falar assim, não realmente. Nunca tinha pensado nisso, mas o lula é o maior líder popular da história do Brasil. E a gente precisa aceitar, de barato, o que ele está dizendo para a gente. -Pete vermelho, assim, ele está pedivendo para o meu voto. -Entendeu, assim, ele é o grande cara. A gente precisa entender, esteja você em qualquer espectro de admitação do lula de. -Ebe admitação ao reconhecimento da sua trajetória incrível. A gente precisa abrir espaço para o voto crítico do lula, para o voto que vai tapar o nariz e votar no lula. E o único jeito desse leitor se sente confortável em fazer isso, é se houver um espaço crítico sendo ventilado na sociedade. É se esse voto estiver sendo articulado por pessoas que votam no lula e estão implorando para você votar junto. Não é nem o nosso caso, porque o nosso caso não é de voto extremamente crítico. Eu não estou tampando o nariz para votar no lula. Eu não estou assim, puta, como eu queria estar voltando em outra pessoa, mas é o que tem. Entendeu? Eu estou assim, vamos nessa. É o que eu falei, o estadista do mundo que mais está afresando na frente é o grande problema na sala. -Mas a gente precisa de 8% de pessoas, 8% de pessoas que é só tudo campeonato, não se de onde. -Está meio decisa. -Tolando para assim, o que será que eu voto? Então, para falar dessas indecisas, porque acho que esse comentário dessa altura do campeonato é muito central, né? Tanto o lula quanto o flávio Bolsonaro são. Bom, não o flávio especificamente, mas a sobrenome Bolsonaro. E o lula não dá para dizer que são desconhecidos. Não tem nada de data desconhecido, né? São nomes mais conhecidos do Brasil. Então, a pessoa que está indecisa essa altura é isso, ela não vai verá uma convertida absoluta. E eu estou falando no feminino porque a maioria é mulheres. Vale a pena talvez falar um pouco de quem são os indecidos. Depois a gente pode falar dos abstênios. Mas as indecisas são, em geral, o perfil que mais aparece, tá? É mulher jovem, jovem, assim, que é de chamos de idade reproduitiva, que eu acho péssimo. Mas basicamente, entre 20 e poucos até uns 50 anos. Então é mulher jovem, classe 6D, moradora, sobretudo da região metropolitana do Sudeste. Então a gente sabe que a gente tem muita ouvinte de disproportionately infelizmente no Sudeste, né? É horrível, São Paulo, então acho que a gente, quem, se você está nos ouvindo em casa, tem grande chance de você conhecer alguém com esse perfil. E essa mulher tem um histórico de trocar de voto. Parte de votar em Bolsonaro indizou, e tu aí migrou pro Limp 22, e agora tá indecisa. E a leção é entre 3 e 5% do eletorado. Ah, esse é perfil. Então a gente tem um perfil traçado. Essa mulher que vive em região metropolitana, ela gasta 2 ou 3 horas por dia, se deslocando. Para um trabalho onde a menjaral ganha mal, onde ninguém sabe o nome dela direito, ela queria estar mais perto de casa, ela queria ter mais tempo com a família, ela complementa a renda, com venda, com bico, com o programa de afiliado. E tudo isso é recebido por PIX, que aliás torna a questão da soberaní do PIX muito central para essa eletora. Mas por isso também que aquela taxa das blusinhas doeu tanto no bolso dessa eletora. Foi um super tilo no pé com esse eletorado. Mas essa é a mulher. Falar para essa mulher, que se ela tá a crítica do lulim, decisa em relação ao lua, não tem certeza, acha que ele tem muitas coisas ruins. Na verdade, o que ela tá fazendo é insultando um líder que tirou milhões e milhões de pessoas da miseria. É profundamente antipático, porque ela é essa pessoa que foi tirada da miseria, ou a mãe dela era, ou a subrinha era, ou a voera. Então tem uma distância que se cria quando a gente quer dar lição de moral na eletora que tá indecisa. Essa eletora não precisa de lição de moral. Sobretudo, não precisa de uma lição de moral que parte de uma presunção de que existe um recorde de classe, de que o indeciso é aquela pessoa que não é sensível ao papel essencial que o lula teve, que os governos luna tiveram em tirar pessoas da miseria. É óbvio que essa pessoa é sensível a isso. Não é daí que vem a indecisão bela. A indecisão bela vem de outras coisas, inclusive, do fato de que tem indecção eletor menos pulitizado ou ideologizado. Tem mais a versão política que acha todo esse papo um saco, que não tem muita paciência para isso. E também, por causa disso, a posição de idealização ou de beatificação também é ruim, porque ela rapidamente cheira a conflito, a periga no jantar de família. Essa é, claro que não é o único eletorado indeciso se você tem indecido na sua vida vai conversar com seus indecisos. Mas essa é o grande eletorado em disputar hoje no Brasil, a mulher jovem de classe 6D, trabalhadora, morando em região metropolitana do Sudéum. Se você falou isso sobre essa demografia central, todo mundo sabe disso, tá o taciso puxando o saco, todo mundo. -Poto feminino, tal faco. -É, de novo, a gente não está falando nenhuma novidade. A gente tem que trabalhar com um campanha, isso é muito importante também, desculpa, Bruno, mas para reafirmar. Nada do que a gente está falando aqui nesse programa, é assim uma informação que só nós treestemos, que isso é uma crítica negregu. Vocês estão entregando as estratégias para a direita. -Cê te vê alguém de direita ouvindo isso, tá aprendendo a fazer. A gente não tem a presunção de estar ensinando a direita, fazer campanha. Isso é uma coisa que quem trabalha com um campanha eleitoral já sabe já identificou. A gente só tá comentando para quem talvez nos usa e não trabalha com um campanha eleitoral, que é a maioria das pessoas. Você falou dessa demografia, você falou de outra que são os eidosos e tem. -Vamos chegar nele já já, quer ouvir. -E tem uma específica, também, que eu acho importante colocar, que não é uma demografia restrita em termos de idade, gênero e classe, mas a regional, que é a aposta declarada também, não é um segredo que eu estou falando aqui, isso está sendo dito publicamente em outros veículos, inclusive veículos de esquerda, que a estratégia do Lula Principal aumenta significativamente a sua votação na capital de São Paulo. São Paulo o capital e eu afirmo isso de novo, fazendo a defesa do voto crítico. Fazendo não a defesa do voto crítico, mas a defesa de que a gente precisa criar um ambiente confortável para que não está confortável em votar no Lula, São Paulo é muito esse território. São Paulo é uma territória que, para votar no Lula, tem que ter muito mais um clima de frente ampla do que o candidato da esquerda que quer abrir o tapete vermelho para o filho da dona lindo. A gente precisa criar esse espaço de um conforto e que não é um conforto de puxar o saco, mas é de um espaço cultural e de identidade para essa pessoa falar, ok, eu vou votar no Lula, que é mais ou menos um espaço, que eu acho que é um voto que precisa ser pensado taticamente mesmo, que é o tacísio Lula, que para ganhar São Paulo, vai ter que ganhar um 5% de voto do tacísio no Lula, que não vai votar no idade, que não gosta do PT, mas fala, quer saber, o Flávio não. O cara tá louco para votar no tacísio em 30, que não vai dar pra votar, diga, esse passagem, se o Flávio ganhar. Importante dizer isso, pra faria límia, pra quem tá sonhando como voto, tá sonhando com o tacísio presidente, que pra mim é o pesadedo, mas é isso, né? E esse espaço novamente, a gente tá num ambiente, gente, que de novo. apostar tudo no lula, deixe que o lula ganha, não só tem esse erro histórico na minha opinião, mas tem um erro muito contemporâneo, que é achar que a campanha do PT vai fazer o trabalho todo, sozinho com o slogan e com dingo, não reconhece que o ambiente imediático está muito diferente até do ambiente de 22. Ele está extremamente fragmentado, a gente está numa cultura agora de vídeo, curto, de mais expressão, de mais fragmentação, de menos capacidade de criar uma monocultura. A grande parte do desânimo dessa campanha que parece que não começou de novo, faltam cinco semanas para terminar, é pelo fato de que quase ninguém hoje em dia mais está gastando horas do seu dia, vem do globo. Agora está gastando horas do seu dia, no seu celular. Então, a percepção de candidatos, ela não vem mais desloga e de promessas de campanha, de projeto, específico, isso que ela vem de vibes, ela vem de uma coisa que vai sendo permeada, que vai penetrando como a água no cimento, no pão, assim, entendeu, que é uma percepção pública de fuz, e o que a gente vai ficar é martelando, não como campanha, mas como militância, o lula no pedestal, vai ser esse espaço cultural que vai sendo criado, que é a caricatura do que a direita diz que a esquerda é que dolatra. Eu queria falar desse personagem, queria que você falasse um pouco desse personagem, Grego, você impede de condições de perguntar, não, tem tanto que é, a gente também, por outro lado, e a contraditória, a gente já falou sobre isso aí, Grego, nós três aliás, a gente também sente falta da empolgação, a empolgação ela também é necessária, então quando a gente diz que não dá para ir do lado atrás, não quer dizer que a gente não deva tentar empolgar, e eu queria, falo um pouquinho dessas informações. Pois é, eu tenho pressão de que a empolgação é muito importante, isso acho que a gente já está fazendo um pouco, estou sentindo ela bastante, lulista, bastante empolgado com a figura do lula, mas eu não acho que seja esse empolgação também que vai trazer, para junto, um indeciso, ou como você diz, o abstrâmio que ele não vai votar, tem algo que eu acho que é muito importante, foi um presente que renançante deu para a lula, quando o renançante vem com a frau da geriátrica, ou fica chamando ele de velho, é tudo que o lula precisa para tirar o idoso de casa para votar nele, porque é uma campanha em que o etarismo está comendo solto, mas não é um etarismo difuso, tipo um chamor assim, "Ah, você é o mais experiente, está chamando de velho, eu não era assim frado, não, seu chamor de velho, tá, de velho, sendo que ele não está, ele tá para a casa de idade, mas para a casa ele tá muito bem, não é assim, eu acredito que ele não dá para fazer ele, é assim, eu acredito que ele tá desgrotado, o que ele não consegue andar. Não mesmo, ele não é o trâmpio, não é o trâmpio, não é o trâmpio, não é o trâmpio, a gente fez a crítica ao Biden na época, todo mundo fez, e ali não era etarismo, ali era uma realidade que era empunha, ele não estava em condições, dizer candidato. O próprio Jair tava muito mais decrepto em 22 do que o Lula hoje. Muito mais. O Lula hoje, ao que tudo indica, está muito informa, e então uma pessoa idosa que vê, ele, essa pessoa, informa sendo chamada de velho de caquético, dando uma recebe na fraula geréátrica, eu acho que isso é o tipo de coisa que tira a pessoa de casa para votar com raiva no trem. E o cara, tipo, é presidente, eu consigo sair de votar, né? Exatamente. Então eu acho que isso é o tipo de presente, sabe, que tem que ser muito usado, se não para a campanha oficial, por nós, na tentativa de virar a voto e mais que virar a voto, fazer a pessoa sair de casa, porque a pessoa tem que sair de casa, como você falou, é uma campanha para tirar a pessoa de casa para votar. Nesse sentido, parece um pouco uma campanha americana, que os norte-americanos focam muito mais nisso, né? Porque como é faculdade de voto, a fucampanha norte-americana é tirar as explosivas de casa. A gente tem a extensão mais da metade, exatamente. A gente tem a extensão de metade, mas tem a extensão altinha, né, do que? Aumentando. E nesse grupo, bem mais. Bem mais, de 50%. Você tem uma chance mesmo de ganhar muito voto em cima dessa abstensão, e tem um tipo de coisa que tira as explosivas de casa, uma delas é o ódio, é raio. É uma coisa que tira as explosivas de casa. Então tem poucação? Tem poucação? Tem poucação colula. Então tem poucação com o lula? Tem isso, isso tira as explosivas de casa, que tira, mas tem também a força do ódio dos outros candidatos. E do Flávio nem se fala. Falando nisso, tem outra coisa que acho que foi abandonado nessa amanhã, acho uma pena, que é o assunto corrupção. O banco mais ter tirou muito voto, pelo menos ali, de intenção de voto do Flávio. Porque não foi, se não é só que ele tá envolvido diretamente no escândalo, mas é a resposta dele ao escândalo, no qual ele mentiu. De cara, ele falou que não conhecia o arcado, pra um dia depois já dizer que não, não é bem assim, que apareceram o ódio dele chamando o cara de irmão. Isso não tá sendo usado. Eu acho que tem um motivo pra não estar sendo usado. Tem gente no PT, que não quer que falha a palavra banco mais ter. Tem gente que não quer, mas você, em casa, você pode ir lá. Tem gente que tá no palanque. Tem gente que tá no palanque e fala assim, pelo amor de Deus, não fala. Não lembra de voar com partes? Exatamente. Mas você que tá em casa pode. Mas o que lembra ao banco mais? Eu não lembra exatamente isso do que você trouxe, Greg. Lembra que o Flávio falou que não conhecia o cara, e depois não só conhecia como chamava de irmão e falava que tava com ele sempre. E essa falta de confiabilidade do Flávio é uma coisa que pega muito justamente com essa eletor indecisa. Claro. Que ele não é confiável, não dá pra acreditar no que ele diz. Que é diferente de assim, ele é ladrão. Porque ladrão, na cabeça dessa eletor indecisa que tem uma certa repelência política, todo político é ladrão. Ladrão é o piso. Ninguém é ladrão. Mas existe uma diferença entre o cara que não só tá metido em esquema como ele mente no básico, sabe? Você não consegue acreditar? Não consegue acreditar numa palavra que sai da boca dele. E esse é o Flávio. Isso. E eu acho que pautar o banco mais ter. É muito bom o Flávio fica na lona, ele não tem o que dizer. Elas são a banco mais ter, elas são a dar que rorce o filme do país, isso tem que ser trazido a tona. Até porque se não for, não existe vá com uma política. O assunto vai ser o Lulinha. Já é. Já é. Isso é verdade. O assunto já virou. Passou o vorncar para o Lulinha. Então, se você não fala de vorncar, vamos falar de Lulinha. Tem que falar de vorncar, porque o Lulinha é ridículo enquanto escandando. De antes do que é o vorncar. É assim, pelo amor de Deus. Lulinha tá lá, a matéria dizendo que empresário de caseiro teria dito que fulano que na lava já to afirmou que são assim as matérias até agora. No sobretudo, Lulinha tá acertando na resposta pública, o escando Lulinha, né? Sim, ele tá falando, olha, é meu filho, mas pode me investigar. Sim. Mas enquanto ele tiver tendo que responder ao caso Lulinha, é ruim. Não, é isso. Não, é isso. Não, é isso. Sim, não é isso. A gente tá pensando nisso, é bolefante na sala, não pode ser o Lulinha. O assunto mudou de vorncar. Isso é muito ruim. E dependente de que qual é a razão que Lulinha tem que Lulinha tem, é um assunto muito pior com Lulinha. E você viu como que o Flávio tem respondido sobre o vorncar hoje? É uma resposta mais cínica do mundo, mas acho que ela estranhamente funciona pra a base deles. Ele fala assim, o caso vorncar é uma página virada, uma página virada. E o pior aqui é mesmo. Então, o pior aqui é mesmo, porque eu acho que a gente também tem que lembrar e aí é uma coisa que eu, enfim, às vezes eu não ficar bem falar isso, mas eu acho mesmo o eleitor do Flávio Bolsonaro, ele tem um nível muito mais baixo de exigência ética e de aquerencia, porque afinal de contas, né? Então, eu acho que tem esse espaço mesmo de que se passa um certo tempo, o crime do Bolsonaro é prescreve. É mais ou menos como eu vi esses dias a galera fazendo um pouco de uma foto do Flávio abraçado com o queiroce, que uma gente se diz, checa, a gente disse, é falso que essa foto foi tirada na saída da convenção do Flávio. Mas essa foto tem essa foto de quatro anos, entendeu? Mas acho que pro eleitor do Flávio Bolsonaro fala, não, isso aí já foi. Eu acho que tem um ambiente cultural, político, pra direita, especialmente, que o caso é avrocário já foi metabolizado e vamos pra próxima, vamos pra quê? É uma coisa clássica também, que a acusação de a corrupção sempre cola muito mais na esquerda, que se, que historicamente se espera mais amoralidade do que a direita, que de algum jeito já sai corrupta de saída. Mas é isso, eu acho que não só muita gente do PT não quer falar do caso Master, mas acho que tem uma outra coisa que é pra mim um enorme também, que é grande parte do PT não quer falar de corrupção, não porque é corrupto, mas porque entende que volta a pecha injusta, que seja, mas eu acho que toda vez que muita gente do PT tem essa tese, que quando corrupção vem atona, é ruim pro PT. É ruim pro PT como um todo, porque as pessoas têm essa ideia de que o PT acronicamente é corrupção. Eu vou mudar de assunto, vamos falar de renda. O PT tem essa impressão. Tem essa impressão em achar que conflável, essa impressão tem que ser abandonada de um objecto, porque o flávio é o pau de galinheiro número um da polícia brasileira. Claro, claro. Claro. Em que ano você quer um escândolo com ele? Em que mês você quer um escândolo com ele? É que a gente do PT que acha que a preocupação anticoorrupção é de direita. É de direita. Não acho que seja. Inclusive essa era preocupação do PT, até 2002, o PT era um partido que só falava não, muito de corrupção. Ele era o bastião da ética no Brasil, era o PT mesmo. E era um partido, inclusive, tinha procuradores, tinha pessoas que tinha muita gente, que era, enfim, que tava justamente prendendo políticos, defendendo o que você prender esse mais político, cheio no Rio de Janeiro, biscaia, que são figuras mesmo que eram figuras da lei, assim, que defendiam a meldura da lei. E o PT de repente virou um assunto proibido ao corrupção, e eu acho uma merda isso, politicamente, sobretudo para esse eleitor. Esse eleitor, que é um pouco mais, não direi conservador, mas ele é um cara mais. Dispolitizado. Dispolitizado contra classe política. E a verdade é que se você não fala desse assunto. Vamos falar por você. E aí pensando nesse eleitor que não vota, que é o eleitor mais promissor, certamente, da lei, o que a gente pode. Daí, que a gente pode crescer para cima desse eleitorado, o escândalo do INSS especificamente, ele é muito ruim, né, para mobilizar. esse eletor. Se ele for o assunto, esse eletor é muito facilmente ganhável pro lado do Flávio, e é o que o Flávio vai tentar, pautar. Ele vai tentar pautar a NSE-E-Luninha, e ele vai ficar de olho no eletor 70 mais, porque de novo, nada do que a gente está falando, que a novidade para quem trabalhar com campanha. Então, da mesma maneira que a gente sabe que a gente tem aí 17 milhões de eletores hábitos a votar, é 11% do total de eletores hábitos no Brasil, que tem mais de 70 anos. Então hábitos a votar, tem título, porque eles é diferente do jovem de 16, a pessoa que está com 70 já tirou o tido. É só não precisa mais votar, é um grupo que cresceu ali às 15% desde 2022, porque a população está ficando mais velha. Então, se eles sabem que tem esses 17 milhões e que mais ou menos 10 milhões desses 17, cronicamente não votam, eles também vão para cima desses 10 milhões. E eles vão para cima desses 10 milhões falando de aposentadoria, falando de GNSS, sendo que nos canou do Master, era um dos aspectos mais terríveis, dos canou do Master, era o tanto de governadores, que botou dinheiro da previdência, foi o caso do Claudio Castro no Rio de Janeiro, instituto o poder do Master. Isso não é acoberto, da mesma maneira que o investimento de -250 mil reais de pessoa física é acoberto pelo FGC. Então, a gente tem ali um rumbo, que em última instância pode absolutamente acabar sendo palco com o dinheiro público, que é afeta diretamente aposentadoria do Valinho. Tá ali o rumbo. A própria chora de GNSS já tem um monte de ligações possíveis, de coisas que estão surgindo, né, relacionando escandando com a lagoonha, com o Zétel. Tem muita coisa ali que é usarravel, mas é óbvio que o Flávio também vai querer pautar isso pelo lado que encosta no PT. E ele vai atrás desse eletor. E hoje a gente não tá com um plano claro de como tirar a fatia desse eletorado dessas 10 milhões de pessoas de mais de 70 anos, que, cronicamente, não votam. E que gostariam de votar no Lula, que se fossem votar no Lula, a gente não tá com um plano para tirar elas de casa. A gente precisa de um plano para tirar o eletor lulista ou que pende ao lulismo ou ao petismo com mais de 70 anos de casa. E isso é muito efetivo. Você falou que é, como as as eleições americanas costumam se organizar, né? É muito sobre tirar as pessoas que já gostam de você de casa. E a gente sabe, inclusive por causa das eleições americanas de ter tanta ênfase nisso, a gente sabe mais ou menos o que funciona. Eles fazem muita pesquisa sobre como tirar um eletor que se empatiza com o seu lado, mas também sem saco de votar de casa. Eles fazem muita pesquisa. Então, a gente sabe, primeiro a gente sabe que funciona bem mais do que tentar converter voto, mas muito mais. E até do que tentar convencer os indecisos, tirar alguém que meio que você não precisa convencer a decidir por um candidato, a única coisa que você está tentando fazer é convencer o a sair de casa no dia da votação. Isso é mais fácil, a conversão é maior. Então, é um ótimo foco para os nossos esforços, assim. E a gente sabe muita coisa sobre o que desmobiliza o voto de 70 mais no Brasil especificamente. A gente sabe que tem uma parte do eletor de mais de 70 anos, que não sai para votar porque tem uma baixa autoestima eleitoral, acha que o seu voto não faz diferença. Ninguém faz campanha para ele ou para ela, então falar, não precisa votar. Isso é importante. Muito importante. É muito importante falar de autoestima eleitoral. Aí, o dado em si ele ajuda nesse convencimento, que é falar para esse eleitorolha, para sua voo, para sua tia, para sua irmã, para sua amiga, que tem mais de 70 anos falar. Olha, as últimas eleições foram decididas por menos de dois milhões de votos. Os idosos que não votam no Brasil foram oito milhões da última eleição, podem chegar a dez nessa eleição. É muita gente. Essa eleição poderia ser decidida pelos idosos. Então não só o voto deles importa, como pode acabar sendo o que mais importa. É muito importante que ele saiba de casa, mas autoestima eleitoral é um problema. E aí tem um segundo problema que é. Não, tem barreira física. E esse é um problema especialmente difícil para um tipo de eleitor de mais de 60, mais de 70, que nos interessa muito, que tem realmente mais tendência a votar no lula, que é o eleitor de média, baixa renda, de mais de 70, que tem, já tem mais barreira física, tem menos, não tem tanto dinheiro para pegar um tax, para pegar um Uber, para sair, tem menos rede, e a mulher. E aí tem um lugar que é muito triste, assim. As mulheres com mais de 70 anos, elas comparecem os dez pontos percentuais menos do que os homens da mesma idade na eleição. O que diz muita coisa sobre essa atuação da mulher de mais de 70 anos, que é em muitos casos uma situação de solidão. É um dado sobre o solidão da mulher idosa. O homem idoso tem cuidado. Tem gente olhando, tem um filho, tem uma filho, tem uma mulher mais nova ou da mesma idade, mas você está em melhor estado de saúde, tem muita gente em volta desse homem idoso. A mulher idosa vive crônicamente no estado de idoso. Não, e eu culpado, o homem idoso é muito mais desocupado. Desocupado, exatamente. Então essa mulher, ela sai menos, é muito doido, porque as mulheres nas outras faixa de idade, elas votam mais do que os homens. E aí entre as mulheres idosas, elas votam menos. Essa mulher idosa, que não vai sair de casa para votar, porque tem baixa autoestimeleitoral, ou porque tem uma barreira física, e que votaria no lula, se ela fosse votar, a gente precisa tirar essa mulher de casa. E para tirar essa mulher de casa, a melhor coisa, a mais do que campanha, na televisão, mais do que o testes, o testes atenta a tirar os idosos de casa. Então o problema para a democracia, vai tantar de novo nesse ano e tem que tantar mesmo. Mas pensando no nosso campo, a coisa que mais funciona em todas as pesquisas, sobre tirar os idosos de casa para votar, é o contato humano, um a um. É você identificar os idosos da sua vida que não vão sair para votar e ligar e oferecer ajuda a falar sobre autoestimeleitoral. E a coisa que mais funciona na conversão a um é o que os americanos chamam de plano de voto. Não só convincê a pessoa e votar, mas fala assim, tá bom, mas no dia da votação, o que você vai fazer antes de votar? Que horas você está pretendendo votar? Lembra que você não pega a fila porque tem fila preferencial? Como que você vai voltar da sua zona eleitoral? Para onde você vai depois? É fazer a pessoa realmente organizar o dia. Aliás, como ficou a história do passe livre? Vai rolar? E algumas capitais vão rolar, não é lei. Mas é uma frente de pressão justamente por causa desse eleitorado. Isso de novo é uma questão para democracia brasileira. Mas do nosso lado, a gente precisa identificar esse eleitor. É aí que eles não podem ser ganhos, gente. Isso é muito, muito fundamental. E é uma coisa que você tem razão, Greg. A própria campanha do Llan deveria explorar mais? A campanha do Flávio vai explorar. Vai então tá falar com esse eleitorado. Vai, porque eles sabem que dá a virdade. É que a gente tem que lembrar que as pessoas votam por muitos motivos. Eles votam por amor. Esse voto tem muito voto apaixonado nele. Isso não tá em disputa. Tá apaixonado, já tá apaixonado. Ninguém vai saber apaixonar essa autobusão. Mas muita gente também votou no Lula, em 22, por medo. E por ódio. Por ódio, só também. O raiva da pandemia. O medo por ódio, por raiva, encore, assim. O raiva do Bolsonaro tem votado. Justificadas, tá. Coisas de todos muito justificadas. Ah, mas o ódio é ruim. Não, o ódio é uma paixão política que mobiliza muito, imagina. Ele tá na equação ódio. E o Lula precisa desse ódio. E assim, os outros candidatos são de dar ódio. Ódio, ódio. Eu tenho ódio mesmo dentro. Ah, mas, vamos gráudio ódio, não é? Uma paixão muito madura política, a gente tem que pensar. Não, eu acho que é. Não dá pra. O que. Inclusive, acho que a gente fala pouco de lesapátria, sabe? É o que o Flávio tem feito. É o que o Ricardo ou o Ricardo ou esqueci o nome do outro é Eduardo. Tem que botar mais. Tem que trazer mais o Eduardo, acho. Eu acho muito. O Eduardo tá foragido, vamos lembrar disso? Se ele pisar aqui, ele tem que ser preso. Não, não é isso. O pai tá preso. O pai tá preso. Em casa. O outro tá foragido. Um tá escapando do Manicô, meu que eu não sei como. E tem o Flávio, né? Que é o cara mais sujo possível com todos os belos. Vamos lembrar aqui, o Lula. A hora que a popularidade dele subiu pra cima de 50% nesse ano foi na hora que ele falou de lesapátria. Foi na hora que ele faz o Trump de novo, como protagonista. Mas os Bolsonaro, como o Vassalus, foi na hora que o Eduardo Bolsonaro se espouis com aquele chame que ele fez do tarifácio. O Flávio, quando se espouram do tarifácio, são as horas incluídas. Eu acho que ganho os pontos que ele precisa pra ganhar essa hora. Perfeito. Eu acho que política é muito sobre você definir quem é seu inimigo. É, certo. Pra tentar. É totalmente isso. E o inimigo do Lula, o adversário dele não é o Flávio, muito menos o renão, o cairado. É o Trump. Essa leição é Lula versus Trump. É isso aqui, é. Isso precisa ser dito, porque claro que tem os brasileiros trampistas, eles existem, mas eles são quantos? Bom, aí, 50%, 15. Sei lá, quanto brasileiro que eu olha pro Trump fala, esse cara é legal, pô, esse cara. É que eu já era, esse cara não tá disputa. Já era. É que eu já era, esse cara. Mas tem muito brasileiro de direita que eu dei o Trump. Ou pelo menos que não quer ele governando o nosso país. Que não quer que o Brasil vira venezuela? Essa pessoa, ela precisa ser abraçada. E tem muito esse perfil nesse volta mais velho, porque a conversa de soberania, de imperialista, saindo ao meu país, ela foi muito presente no Brasil, sobretudo, durante a ditadura. Inclusive, tem um eletor ali que é popular, mas que não é necessariamente de esquerda, mas que é soberanista. Porque essa ideia de que tem potência internacionais, tentando se apropriar das riquezas brasileiras, que agora tá colocada, é real, ela também foi construída no Brasil durante muito tempo, e sem um viés ideológico para a esquerda necessariamente. Foi, exatamente, e eu acho que ela é muito identificável. Pode ver qualquer pessoa que fale mal dos Estados Unidos na internet, do pedão. Qualquer pessoa que fale mal do Brasil nas internet, a orda que provoca, o Brasil é muito louco, eu tenho visto que a gente é muito patriota, numa maneira estranha. A gente não é patriota, tipo, a nossa bandeira, o nosso orgulho, nossos feitos militares, não é isso que como a gente. Mas a gente tem um amor pelo país de modo geral, muito grande. A gente é fã do Brasil, não é fã do Brasil. Exatamente. É fã do mundo. Isso não é direita a esquerda, assim mesmo, acho que os transcentes de polarizações, mesmo. mais que qualquer país. Aliás, pode ver qualquer vídeo de gringo reagindo a qualquer coisa brasileira viraliza. O gringo já entenderam isso, então. Já, eles fazem isso. Meu Deus, o que tem de ruso reagindo ao Cione, ou de coisa assim, é. O Óscar faz isso. O Óscar. Eles estão pensando qual, eles vão indicar no próximo ano. Não, eles não acham que não, eles não acham que não. Não sei, não. Mas assim, não, de verdade, eu acho que tem que apelar para um sentimento nacionalista. É. Existem. Que é diferente do nacionalismo tradicional. Não, não é. O Lua consegue fazer. O Lua é o melhor do Brasil. De verdade. E não. Agora, não é para ser lulista demais. Mas é verdade. Ele é brasileiro para caralho. Se tem uma coisa clareira, é brasileiro. Para caralhos. A gente tem mais brasileiro que a Lula. Isso ninguém tem. Pode gostar ou não gostar. Mas ele é brasileiro para caralho. Isso não é lindo. A gente está me recuperando a bandeira faz um tempo. E eu acho que é um momento nessa eleição de se apropriar completamente, não só da bandeira, mas todos os símbolos nacionais patrióticos. Eu. Eu estou muito patriota. É um concordo. Muito. Eu acho todo o sentido. Porque não tem nada mais patriotizante do que uma ameaça externa real. Real. Concretar. Real, louco, meu nada. E acabou no Brasil, gente. De verdade. Eu vou avogar. Acabou. Acabou o Brasil, acabou a soberania, acabou. Acabou. Você gosta do Brasil? Acabou. Acabou. Se despede. Beijo. Qual aconteceu na Venezuela? Olha o que aconteceu, gente. Olha o que aconteceu na Argentina. Que vergonha. Que vergonha. Virou um quintausinho. É um pteritil. Está fazendo refúgio apocalíptico na Argentina. Tinha isso. Não nos Estados Unidos. Isso é de banana mesmo, de alfajor. É. Virou uma coisa assim. É muito louco. Enfim. É isso. E quando com isso, porque tem um outro aspecto também que queria falar, que é o Flávio. Ele não tem carisma. Ele é um candidato fraco. Que é uma vantagem. E muitos níveis. Mas também é uma fragilidade para a nossa campanha. Por quê? Por quê? Como você falou, é difícil amar o Flávio. Mas pelo mesmo, mas pelos mesmos motivos, é difícil de alflar. Você não olha o Flávio como um cara perigoso. Apesar das relações e da biografia. Apesar de ser objetivamente alegadamente, uma pessoa muito perigosa. Mas ele não cola nele. Não é isso que ele passa. Ele é o cara que faz cocô na causa do debate. Ele é esse cara. E nesse sentido, a falta de carisma faz com que um voto inertial se tinta confortável com ele. Cara, esse cara não fede não cheira. E a quem é a governa mesmo vai mediar. Ele é mais wanderado que o pai, porque o pai espertava ódio. Muita gente derrotou o Bolsonaro porque queria derrotar o Bolsonaro. A eleição de 22 foi muito isso. Não era. Vamos derrotar o Bolsonaro. E não tem esse clima. Vamos derrotar o Flávio. Essa eleição. Mas o Trump tem o carisma do ódio da grande devoção que tem. Por ele, algumas pessoas. Mas cada vez mais as pessoas tem uma ojirisa objetiva ao Trump. Tem medo dele. E cara, o Flávio é o cachorrinho do Trump. E aí a fraqueza dele pode ser traduzida dessa forma. Não como falta de carisma ou como cara que não fede e não cheira. Mas como um cara que está farejando o rabo do Donald Trump todo o santo dia. E isso não está sendo muito explorado. Eu acho que eu entendo também. Porque eu acho que o Lula provavelmente está fazendo uma conta gel política muito delicada. Que é o quanto chingar o Trump e acirrar a guerra comercial, a guerra eleitoral. Ele teve um telefonema na semana passada. Que supostamente o Trump disse pra ele que é a gente se gosta mesmo. Eu também gosto de você. Ele falou isso pro Lula. Alegadamente. Eu acho muito ruim pro Nula isso, ele tem falado, inclusive. Mas a esquerda está falando se olha como cara está de instra e tudo. Mas em alguma medida eu dou a razão. Isso foi uma silada, eu acho. Geral eu acho silada, mas assim vai fazer o quê? Eu prefiro o Trump. Mas você não precisa divulgar depois do Trump. Eu prefiro o Lula. Exatamente. Eu prefiro o Lula puto com o Trump e o amigo do Trump. E ele está adorado. E ele também fica desesperado. Mas ele também está puto com o Trump. Acho que é bom ele ter tido. Eu tenho uma visão entre vocês dois, tá? Eu acho positivo ele ter tido a ligação. Eu acho ruim a maneira como ele reportou a ligação. Não me coloca como o cara que está achando que é bom que o Lula fica amigo do Trump. Não acho isso. Eu sou do campo que prefiro treta com o Trump. E o Trump ele é psicotéfico. Mas é suficiente para respeitar mais o cara que está achando ele. E o Lula fez isso. O Lula não veio nada. Foi no G20 que ele fez isso. Que ele não complementou. Ele ficou lá. Isso que é. E o Trump ficou meio de canto e tal. E o Lula tem falado isso. Mas eu entendo imagino que no cargo de presidente, que não é só uma eleição que está em jogo. Mas balança comercial, Atari Faço, com a pressão industrial, com PIB mesmo colocado nessa questão. A conta que o Lula precisava fazer é uma conta diplomática muito delicada que é mais difícil da gente saber. Mas novamente, o nosso campo pode fazer isso sem medo. Entendeu? O nosso foco não deveria ser. Fazer um lula pelas coisas que a gente quer querer fazer. É, ou conta só como Lula para ganhar a eleição. Que é o meu ponto. E novamente, não ficar gastando tempo, é meio que criticando. Quem está tendo uma análise diferente da sua, mas foco total nos pontos e que dá para a gente ganhar a voto. Falando sobre isso, não perder o foco. Não ficar perdendo tempo o criticão do voto crítico. Porque o voto crítico é positivo. Ele é pragmático. É pragmático acolher a crítica. É criticando o Jones Manuel. Piração. O Jones é uma figura excelente por campo de esquerda de maneira geral. No Brasil hoje, ele faz um trabalho ali que tem. Acho que ninguém está fazendo com a mesma competência que ele faz. Que é dialogar com esse leitor jovem, majoritariamente masculino, antissistema, que poderia muito bem migrar para a estrema direita, que é uma leitorada que está sendo conquistada pelos pássaros da vida. Que tem a energia radical. Que tem uma energia radical que está cansado das instituições na maneira como elas operam com razão, porque é uma democracia farçante, de metrogela que não entrega, capturada por esses interesses autocráticos malucos desse congresso que não representa ninguém. É capturado pelos interesses de poucas elites. E ele está vendo isso e falando sobre isso, dialogando com esse leitorado e trazendo esse leitorado para a esquerda. Ah, mas ele está trazendo para a esquerda. Ele não está deixando esse leitorado ser capturado pela estrema direita, machuas péricas misógicas na nojenta. E esse cara, porque ele não escreveu 13 no folheto dele. É, e porque ele. E vai votar no lula, que falou. Obviamente ele vai votar no lula, mas ele tem uma postura que acredita de calula a partir da esquerda. Esse cara vai ver algo de militância pelo Lord of God. Isso sim é pragmático. Isso não entende em que o mundo nós estamos. Alvo de militância e alvo de ministro. É uma loucura. É uma loucura. É uma loucura. Fora a parte tática. Alvo de militância, isso é uma loucura pelo Lord of God, o bolo foi falar. Não, pelo Lord of God. É assim. Gente leite. Foi para apalhar o caminho do Lord of God. É, o juridicador. E sobre seu concordo, com todas as agendas ou descordo. É só que a postura pragmática fala muito de pragmatismo. Como assim? Ah, agora é o pragmatismo. É o pragmatismo. É o pragmatismo. O pragmatismo agora é não só aceitar a crítica. É a aplodila. Eu quero os críticos comigo. Lém é um crítico. Não precisa. Não precisa amar. Não precisa amar. Não precisa amar. Não precisa amar o Lord pra votar no Lord. E tem uma teoria de um psicólogo chamado Jack Brane, que ele formou anos a 1960. E que é muito lida pra quem trabalha com o companhio natural justamente. Que ele chama da teoria da reatância psicológica. Reatância? Reatância. Eu nunca tive essa palavra. Eu encontro a idó como reatância. Mas em todo caso, é uma coisa meio parecida com o que a gente sente, quando a gente fala falando com criança. Que é assim, se você, quando a pessoa sente que a liberdade dela de escolher, a liberdade dela de pensar por si mesma, de tomar uma decisão que ela tomou, tá sendo ameaçada, ela reage, reafirmando essa liberdade, fazendo com um tranário do que você está pedindo pra ela fazer. Então isso se traduz em campanha eleitoral, como é uma coisa que é profundamente antipático em campanha eleitoral, você fala assim, você tem que fazer isso. Você não tem outra escolha. A única escolha é não dar pra defender esse outro lado. É o contrário do que funciona com, obviamente, o eleitor, que não está a pessoa de idó ainda. Esse eleitor, ele precisa falar, não, eu, de fato, tenho escolhas. Eu estou tomando as minhas decisões de maneira liberada. Não tem ninguém do meu lado gritando que você é fascista ser o escolher de uma certa forma, mas eu estou afirmando a minha escolha escolhendo esse caminho aqui, porque ele é o melhor caminho. E o que te básico de argumentação, que é assim, eu entendo o seu ponto? Valido que o cara acabou de falar, eu entendo o seu ponto. Mas eu sei de onde você está vindo. Eu reconheço isso, mas olha, o meu lado é mais ou menos esse. Você, pelo menos, fala assim, você não, você, você valido o sentimento da pessoa, que é uma coisa que a gente já falou aqui. Você pode desvalorizar o argumento de qualquer pessoa. Isso é argumentação. Você fala o seu argumento não para imper. Mas se você invalido o sentimento da pessoa, essa pessoa para de ouvir você na hora e, novamente, eu acho que a vitória do Bolsonaro lá em 18 deve imparte a esse voto, que é quase um voto de pirassa. Eu vou votar para você não ganhar. Eu quero ver você triste, eu quero ver você perder, porque você me enxou o sábado por 8 meses sem parar. Entendeu? Você me chamou de fascista. Então quando a gente fica falando aqui, liga a provelhinho na sua vida. Fala com a natureza. Fazer tudo isso, mas fazer isso com um cuidado. Que é não sercial e verdade. Não ficar na figura do. Da pessoa que tem uma moralidade perfeita e que está tentando impor essa moralidade à uma outra pessoa. É chato ter que pedir isso, mas não ser chato. Infelizmente isso é o que a gente tem que lembrar. Lembra ainda a reatância psicológica. Se você acha o nosso é programa muito chato, é só não ver, mas a gente não tá na sédula. A sédula é o forco mesmo. Exatamente. Então esse foi o Cáumor, gente. Espera aí, antes de você encerrar, temos uma coisa, nosso número de网, a gente criou um número de网. Ah, quer voce ir? Que voce ir? Ah, a gente tá organizado, gente, quando a gente faz pra gente. Se você tem mais de 70 anos, a Leisandra vai te levar pessoalmente pra votar. Ela vai te. Ela vai passar na sua casa a gente tá levando. Você. Vem comigo, passad de van. Não vou te buscar. Não, olha só. Quando a gente fazia o Greg News, o Greg brincava que todo programa que tinha assim, o assunto mais animado, terminava com a gente dizendo por isso, a gente criou um sádio. Como agora a gente tá mais pobre, a gente não criou um sádio, a gente criou um número de sal. E ninguém entra em sádio. Todo mundo tá no sádio. Os sádios acabaram. Os sádios morreram. Mas a gente criou um número de WhatsApp. Esse número de WhatsApp é pra dois dos pessoas que estão nos ouvindo. Uma, se você é uma pessoa que quer receber um pouco mais de informação sobre mensagem, sobre o que dizem a espetquisa, sobre como calibrar a sua mensagem pro leitor indeciso ou pra esse leitor que talvez não apareça pra votar, sobretudo, o leitor mais idoso. A gente tá preparando um guia de mensagem. E se você manda uma mensagem pra gente no WhatsApp, a gente vai te mandar essa guia. Mas tem uma segunda, um segundo tipo de ouvíndice do calma, que eu queria conclamar aqui. Ali está. Você. É mesmo Greg. Eu. Que é os nossos ouvíndices que têm audiências, né, então que são artistas ou influencers, ou tem um público, né, tem muitos seguidores, já falam pra um público. E que querem? Se comunicar socialmente. Se comunicar mais sobre como esse leitor, especificamente esse leitor de mais de 70 anos, que precisa sair pra votar. Então que querem ajudar a gente a conclamar esse leitor mais à esquerda, que talvez não não seja planejando e votar e trazer ele pra urna, porque isso pode ser muito decisivo. E se você é alguém que tem uma audiência ou que conhece, muita gente que tem uma audiência, fala com a gente nesse número de WhatsApp também. A gente sabe, né, anedoticamente, né, Greg. Que tem muita gente da famosa classe artística que nos escuta e a gente quer conversar com você. Então se você mandar uma mensagem pra esse número de WhatsApp, você primeiro vai receber uma mensagem automática, conseguir de mensagem, mas se você der um outro alô ali, vai ter um ser humano que vai te responder e a gente vai conversar sobre como usar esse seu público de uma forma civicamente importante nessa eleição, tá? O número de WhatsApp é prontos, 21, porque Rio de Janeiro é melhor que São Paulo. Não falei, a gente já perdeu metade, você acabou de fazer tudo pra entrar, a gente tá disparando. Vou assim, a estratégia é ganhar o voto do Paulistano, é ganhar o voto de São Paulo e assim que ela é correta com você. Eu quero ser claro que isso é uma brincadeira, mas o número é 21, porque quem cria eu fui é. Eu estou no rio, o que eu quero fazer? 21, 29, 0, 7, 7, 1, 8, 7, 0, vou falar de novo, 29, 9, 0, 7, 7, 1, 8, 7, 0. Tem um QR code que vai aparecer na tela aparentemente, muito sério na produção. É isso? Vai acordar quando você tá via um lugar aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, não sei. Mas esse QR code, se você também apontar pra ele, você vai direto pro nosso número de WhatsApp. Então eu falou por lá que a gente vai enviar nosso guia de mensagem e se você falar só artista, ou tem um público, a gente vai falar com você, talvez dar uma pouco, porque a gente não é muito rica, a gente não tem um equipe muito grande, mas a gente vai fazer o possível pra entrar em contato e conversar, pra te ajudar a criar conteúdo nessas eleições e ajudar a gente a ganhar. Faz isso. A razoa, a razoa, a razoa, a razoa, a razoa. E você vai ficar QR code, não QR code. Ah, tá perdão. QR code, foi forno. QR code. QR code é uma palavra do português, né? E realmente é, desde camões a gente fala code. Code. Gente, foi um prazer enorme falar com vocês. Cô, gente, Nivo, Greg, nada vai pra indicar. Ah, não, a gente, a gente diga que vocês faram de ler e lheguem pros delinos na sua vida. É só. Hoje, de que a gente. Não, não é hora. Pragui matismo, nada de leitura delas para os próximos cinco semanas. É, agora é falar com as pessoas. Um beijo enorme. Até prazer. Até a próxima segunda. [Música] O calmo, gente. É uma produção da peri-produções. No amor, gente, é uma produção da peri-produções. Na produção, temos Carolina Forate de Inigreja e Sabrina Macedo. Na assistência de produção, Leuton e Costa. Na pesquisa e roteiro, Luís Amigueis. Na edição em Xagem, Vitor Bernardes. Na ilustração em design, Ana Brandão. Na sonoplaxia, Felipe Croco. Na edição de cortes, Julia Leite. Na redes sociais, Gabi Biga. Na gestão de comunidade, Marcela Brandes. Na identidade visual, Pedro Noë. E uma constaria de comunicação por Luna Costa. [Música]

Podcast Summary

Key Points:

  1. O programa discute as eleições de 2026, consideradas mais graves que as de 2022, com o Brasil como resistência global ao governo Trump.
  2. Pesquisas mostram Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 33% no primeiro turno; cenário apertado, com dificuldade de transferência de votos.
  3. Estratégias-chave incluem mobilizar eleitores indecisos (mulheres jovens de classe C/D) e abstêmios, especialmente idosos acima de 70 anos.
  4. O caso Banco Master e a corrupção de Flávio são apontados como temas subutilizados pela campanha de Lula.
  5. Crítica à militância por beatificar Lula e rejeitar o voto crítico, essencial para ampliar a base eleitoral.
  6. A eleição é enquadrada como "Lula versus Trump", com apelo ao patriotismo e à soberania nacional.
  7. Criaram um número de WhatsApp para engajar ouvintes e influenciadores na mobilização de eleitores idosos.

Summary:

O programa "O Calma, Gente" aborda as eleições de 2026 com tom de urgência e desespero. Os apresentadores argumentam que este pleito é mais grave que o de 2022, pois agora a ameaça é existencial: o Brasil se tornou uma "aldeia gaulesa" contra o imperialismo de Trump, com Lula como principal estadista a resistir. As pesquisas indicam Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 33% no primeiro turno, um cenário desconfortável que exige estratégia.

Historicamente, pesquisas de segundo turno em agosto não são confiáveis, mas a transferência de votos de candidatos de direita (Zema, Caiado) para Flávio é alta, dificultando a vitória de Lula. A solução está em dois bolsões: eleitores indecisos (mulheres jovens de classe C/D em regiões metropolitanas) e abstêmios, sobretudo idosos acima de 70 anos, que somam milhões de votos potenciais. Para mobilizá-los, defendem contato humano, plano de voto e combate ao etarismo.

Criticam a militância por beatificar Lula e rejeitar o voto crítico, essencial para ampliar a base. Também apontam o caso Banco Master como tema subutilizado contra Flávio, que mente e é corrupto. A eleição é definida como "Lula versus Trump", com apelo ao patriotismo e soberania.

Por fim, lançam um WhatsApp para engajar ouvintes e influenciadores na mobilização de idosos.

FAQs

O programa considera as eleições de 2026 mais graves que as de 2022, pois a democracia e a soberania do Brasil estão em risco, com uma ameaça existencial representada pelo governo Trump e o projeto 'Escudo das Américas'.

Historicamente, as pesquisas de segundo turno em agosto não previram os resultados finais, como em 2014 e 2018, quando houve grandes viradas. Portanto, é melhor focar nos dados de primeiro turno.

Segundo o Datafolha, Lula tem 39% das intenções de voto, contra 33% de Flávio Bolsonaro. Em votos válidos, Lula fica com 42,5% e Flávio com 37%, o que é desconfortável para o segundo turno.

Os principais bolsões são os eleitores indecisos, especialmente mulheres jovens de classe C/D em regiões metropolitanas, e os abstêmios com mais de 70 anos, que historicamente não votam e poderiam apoiar Lula.

A melhor forma é o contato humano um a um, oferecendo ajuda para votar e falando sobre autoestima eleitoral, mostrando que o voto deles pode ser decisivo, já que as últimas eleições foram decididas por menos de dois milhões de votos.

O caso Banco Master envolve Flávio Bolsonaro em um escândalo de corrupção, e sua resposta mentirosa pode ser usada para mostrar sua falta de confiabilidade, especialmente para eleitores indecisos.

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