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Calendário de Conteúdo para Mídias Sociais

39m 28s

Calendário de Conteúdo para Mídias Sociais

O episódio do Papo Social Media aborda a criação de um calendário de conteúdo, destacando que a empolgação inicial deve ser contida. O primeiro passo é conhecer profundamente a persona, a jornada do cliente e os objetivos do negócio, evitando criar conteúdos sem direção. Em seguida, mapeiam-se datas relevantes, como campanhas e eventos, para planejar o ano de forma macro. O terceiro passo define a frequência de publicações com base em editorias por etapa da jornada: descoberta (30%), consideração (35%), conversão (20%), experiência própria (10%) e experiência compartilhada (5%), priorizando as fases iniciais para atrair mais público. O quarto passo aplica o Princípio de Pareto: 80% do conteúdo deve entregar valor prático (dicas, tendências) e 20% focar em vendas (moeda social), otimizando a frequência de impactos (mínimo 2-3 por semana) para gerar lembrança de marca. Por fim, o quinto passo equilibra o calendário sazonal com o cotidiano, recomendando o uso de mídia paga para segmentar o público e reduzir o volume de posts orgânicos, garantindo que cada conteúdo atinja a pessoa certa no momento certo. A chave é a ciência de equilibrar estratégia, frequência e propósito.

Transcription

7082 Words, 39511 Characters

Portuguese
[Música] Começou mais um episódio do Papo Social Media em Labs e eu estou aqui com a Barbara do Arte e hoje vamos falar do que é Barbara. Ah, foi de uma coisa que a galera sente no coração. Entendeu? Principalmente que está iniciando ali na profissão de Social Media, que é calendário de conteúdo. Sente ódio ou felicidade. Tem os dois pontos ali, talvez felicidade, porque a pessoa fala "Preciso de um calendário de conteúdo", você fala "Poxa, tenho um job aqui, né, ou se não, poxa, por onde eu começo". A verdade é a cidade vem quando eu haver preenchido o calendário. Exatamente. Estou com o meu calendário prônio. Inclusive, sim, eu acho que a imagem dá em me lábios que mais traz paz no coração. Não só pra mim, mas pra outras pessoas que eu sei porque eu vejo que vocês compartilham lá no Instagram. Cara, é a foto do calendário completo. Com todas as datas, todos os poches agendados, bonitinhos que está agendado, que está publicado. Mas até você chegar lá, tem alguns passos antes. Vamos lá, qual que é o passum? Não abro o calendário. A primeira coisa é. Passum é. Vai fazer um calendário, mas não abro o calendário. Tá bom. Porque é a coisa. E a primeira coisa que as pessoas vão fazer, né? Vou abrir uma planilha Excel, o calendário que nos mostraria, vou começar a colocar temas e datas. E a um ano que tem um. Do dia um, até o dia 31 e pão na máquina. Mas não é assim. Antes disso, tem um ponto muito, muito importante que você precisa ter, assim, consciência. E precisa estar na ponta da língua ou na aba do lado para você consultar na hora de, realmente, hora que chegar a hora de montar o calendário. Que são? Conheça a persona da marca. Então, se você não conhece a persona da marca que você estava trabalhando, nem adianta pensar em termos de post, porque dificilmente você vai conseguir fazer um conteúdo que conecte a líquia audiencia. Entender a jornada do cliente, então, outra coisa super importante para você entender que cada tipo de conteúdo tem seu objetivo dentro da jornada do cliente no Instagram. E outra coisa, é essencial para você conseguir definir as editorias. Então, o que eu vou trabalhar? E se estemos que eu estou falando, logo no começo desse episódio, causam alguma confusão mental para quem está ouvindo, eu recomendo olhar na descrição do episódio. Nós temos episódios específicos sobre como criar a persona, como entender a persona da marca, como definir as editorias, como entender a jornada do cliente dentro do Instagram. Eu vou definir a persona, não é? Exatamente. Temos também. E um outro ponto que é muito importante para fechar esse pacotão de coisas que a gente precisa saber nesse antes de começar, de fato, é quais são os objetivos do negócio. Porque criar conteúdo não é publicar o que você gosta. Então, por mais que você entenda a pessoa, você vai falar "ah, acho que essa pessoa não vai adorar", esse tipo de meme. Mas, às vezes, esse meme não tem um menor fite com, de repente, o objetivo da marca ou com a editoria que você planejou ali. Então, tudo precisa estar muito bem amarradinho antes de você realmente começar a se preocupar com o que o público. Então, esses passos não, esses topos são super importantes. Por isso que coloquei aqui como o primeiro passo. Um primeiro passo, resumidamente, é sobre conhecer o seu público, a sua persona. A gente já falou até a diferença entre o público ou a pessoa em outros episódios, porque se você não conhece a fundo dessa pessoa, você não sabe nem o que criar para ter a sonância com essa pessoa. Você vai tirar da sua cabeça e ideias, "N", só para um brainstorm de ideias, e na verdade, você não tem uma correspondência de fato com aquilo que a pessoa vai se interessar, de fato com que ela quer ver. Então, esse é o primeiro passo. E o segundo passo? O segundo passo é um passo bem simples. Você não vai abrir o calendário ainda, tá? A gente segura o coração. Você vai identificar as datas que são relevantes para a marca que você está trabalhando. Então, quais são as campanhas ali que vão ter ao longo do ano? Seja uma campanha para de repente um lançamento ou uma campanha promucional. Enfim, cada tipo de início pode ter tipos de campanhas diferentes, mas é importante você ter ciência das datas, essas campanhas, às vezes não adaptas, mas em que mês que vai acontecer para poder compor esse seu planejamento e seu calendário? Eventos também é uma coisa muito importante. Quais tipos de eventos a empresa vai estar? Que eu posso usar como oportunidade ao longo do meu ano. E aqui, eu estou colocando uma visão bem macro, porque a gente está nesse primeiro trimestre, no dia 25, nesse começo de ano, as pessoas, às vezes, querem olhar num mês para frente, mas aproveito e já olha as datas dos meses para frente. Então, a gente tem mil ebs no passado. Tudo que a gente até nesse ano, para quando a gente for criar o nosso calendário de fato, a gente já tem mapiado quais são os principais eventos e campanhas que a gente vai ter dentro daqueles meses. E, além disso, coisas que são importantes pro público. Então, a gente tem o dia 30 de julho. "Junho". Tem 30 de julho. Que é o dia do Sochomídia. Sochomídia dei, na verdade, a gente se apossou da data e usa para celebrar o profissional de mídia sociais. Então, é uma data, mas na nossa estratégia faz sentido pautar o mês de julho inteiro nessa data no mês do Sochomídia. Então, no ano passado, por exemplo, a gente teve uma campanha de fato, ali, girando em torno desse assunto, que vem a partir de uma data que a gente identificou lá atrás. Que vale observar aqui na agenda você definiu uma data importante, só para falar. Feliz de data. Tá, né? Você deve olhar para uma data que é importante criar minimamente um conteúdo de valor para uma campanha em cima daquilo. Então, resumindo a passo 2. Apesar de você falar para não abrir o calendário, tem que abrir o calendário, você tem que olhar as datas importantes, né? Então, você vai abrir o calendário do ano. Isso. Então, não é o calendário ainda para você definir a ideia de cada post de cada dia, mas sim, para entender quais são as analidades, quais são as campanhas, quais são as datas importantes pro cliente e as datas importantes pro seu negócio, para que você tenha ali de fato um planejamento estratégico montado ao longo do tempo. Então, você vai saber correlacionar os esforços em cada momento. O que vai levar a gente a entender daqui a pouquinho, de que não há apenas um tipo de calendário, porque você vai ter um calendário sazonal e um calendário, talvez a oizon, que seria o calendário do dia a dia, onde você está entre safras, entre campanhas, né? E aí, você tem calendários distintos que vão ter volumes distintos de conteúdo, a gente chega lá daqui a pouquinho. E o passo 3. O passo 3 tem a ver um pouco esse volume de conteúdo, porque é onde a gente vai pensar na frequência de publicações. Então, calma, não chegou momento ainda que você vai colocar as suas ideias, mas você vai precisar estudar. Quais que são as boas práticas do mercado, inclusive recomendações, se você tiver recomenda ções, para compartilhar com a gente quantos post por semana, por dia, por exemplo, as plataformas recomendo, existe uma recomendação única. Na prática, as plataformas em si, elas fazem as recomendações mínimas que são boas para elas, necessariamente as recomendações estratégicas para o negócio. Então, o que eles recomenda, que você post no mínimo, pode perceber que eles falam sempre assim, no mínimo, duas a três vezes por semana, no mínimo, um store, isso é cada dia. Então assim, mas esqueça o que as plataformas te recomenda, porque na verdade você já está fazendo o mínimo, provavelmente, se você já está aqui num podcast, porque você trabalha com meia sociais, não necessariamente você é um social mídia, mas trabalha nos meia sociais como marketing, e você provavelmente já faz pelo menos três por semana, já faz store, então, esqueça, e espente, não vai gastar tempo com isso. Vamos então, no passo três, definir as editorias, porque assim, vamos conectar com o primeiro passo, que é a história de definição de editorias também, né? Existem editorias, na prática de tutorial, agrupamento de assuntos, mas existem editorias lógicas, por etapa da jornada. Então lembrando que a etapa da jornada descoberta, consideração, conversão, experiência própria, experiência compartilhada, quem não sabe o que essa jornada está na descrição também um episódio sobre a jornada do cliente, para você entender. E para cada etapa da jornada tem editorias mais lógicas, então na primeira etapa são editorias de descoberta mesmo, onde você vai entrar numa conversa existente, trending, identificação, os mais buscados. Na etapa de consideração, você tem as editorias, onde você vai falar aquilo que você sabe. Você vai criar uma conversa, ao contrário da descoberta que você entra numa conversa. Então, na consideração, você vai ter a dita de editoria de dicas, de novidades, de reviews, se você for uma marca, uma multimarca, o produto, né? Na etapa de conversão, você tem editoria de produtos. Então, o produto só vem lá na terceira etapa, por tanto, não faça pamfletage de tal desde o começo. Só vai falar do seu produto depois, porque no começo não é sobre você, né? Ficar falando de si é sobre as pessoas. Então, a editoria de produtos, a terceira etapa, assim como editorias, como caso, de sucesso de apoiamento, que vão ajudar você a quebrar as objeções e convencer as pessoas a converterem. E a gente tem a quarta etapa que é experiência própria, onde você vai ter bastidores, cultura, valores do negócio. Sempre que você tem bastidores, as pessoas não sabem nem quando, quando e como posicionar este tipo de editoria. Ah, vou fazer no Stories. Então, ele só pensa. no posicionamento e de formato, só que não necessariamente você vai se conectar com as pessoas, porque quem não conhece a marca, nunca nem comprou, não vai se ligar na cultura nos valores do negócio. Agora quem já comprou vai ter uma razão para continuar comprando, sendo cliente, porque vai se envolver mais emocionalmente com o propósito da armar. E a gente tem a última etapa onde você tem o tal do UJC como editoria ou dicas de clientes, onde você traz o próprio cliente para criar conteúdo para dentro da sua estratégia. Então isso se aplica como editorias. Então, sabendo que essas editorias existem e para cada etapa de jornada, obviamente a gente tem também frequências ideais para cada etapa de jornada, para a gente fechar o ponto 3, que o passo 3. Olhando pro conceito da jornada, a gente tem que investir mais no começo da jornada e menos no final dessa jornada. Porque é mais, porque as três primeiras etapas dessa jornada, eles equivale ao tal do funil, topo meio fundo. Como topo, a gente tem um público maior para atingir. Então, se a gente tem um público maior para atingir, a gente também deve investir mais tempo dinheiro, porque a gente tem que criar mais conteúdo e investir mais em media paga para alcançar esse topo. A medida que a gente vai fundilando e chegando na etapa de conversão, a gente vai ter menos conteúdo, menos investimento, porque a gente vai ser mais milha laser. A gente só vai se comunicar com quem tem muito interessado em comprar. Então, eu não preciso ficar fazendo um volume grande para topo. Eu vou falar com quem já se interessa por aquilo. E por que diminuí tanto nas duas últimas etapas? Porque eu só estou falando com quem é cliente. A ideia é falar com quem é cliente, acionar quem é cliente. E o tal do GSE serve como conteúdo que estimula a descoberta. Então, ele vai servir como. Fazer roda girar. Vai fazer roda girar e vai como consequência se tornar também um conteúdo de descoberta para novos consumidores, só que com a prova social. Então, colocando em proporção, 35% desculpa 30% na etapa de descoberta, 35% na etapa de consideração, que deu 65%, 20% na etapa de conversão, que deu 85%, 10% na etapa de experiência próprio, que deu 95% e 5% na etapa de experiência compartilhada que deu 100% do seu conteúdo. Então, não pense em número absoluto. A 3poche, 2poche, entenda o volume. Ah, seu faço 3po semana, quanto que dá isso no mês? Você tem esse volume, distribu, esse volume de acordo com essas proporções, para que você tenha de fato algo intencional para levar as pessoas antes próximas etapas e converter e se tornar promotor da marca. Perfeito, rafa. E o passo 4. O passo 4 você já deu um pequeno spoiler, mas é basicamente a gente lembrar de algo que é a lei de pareto. Que é que você comentou justamente sobre o cara. Tendo por santo tempo você tem que falar sobre o que você sabe e 20% sobre aquilo que você vende. Então, de novo, não pensar em volume absoluto, mas em proporção das coisas. E ainda conectando com o passo anterior, além das recomendações de cada plataforma, legal entender também seus concorrentes, qual é o volume de poches ali por mês ou por semana que eles fazem? Comportamento do seu público, seu seu café teria que abra todos os dias. Talvez se faça sentido ter poches todos os dias, mas é em labs, por exemplo, que é atrair um público mais estar linda durante a semana, mesmo trabalhando no final de semana, a gente sabe que o nosso público quer ficar off. Ou, se ele está ali dentro da mídia social, não é para consumir um conteúdo do tipo que a gente traz hoje, por exemplo. A gente poderia pensar em outras abordagens considerando, ao final de semana, mas são todos pensamentos, que são muito interessantes a pessoa ter ali antes de definir a quantidade, mesmo, vou fazer 10 poches no mês ou fazer 30 poches no mês. Antes disso, pensem em tudo isso, inclusive, na sua capacidade produtiva. Não adianta você falar que vai publicar todos os dias e fazer poches no mês todos os dias. Então, parte da premissa que todos os poches precisam ter o conteúdo relevante, eles precisam de fato entregar algo ali para quem vai estar consumindo. O ponto do princípio de pareta é porque nas duas primeiras etapas a gente precisa entregar valor prático. Então, os dois primeiras etapas têm aquelas editorias que eu citei e, portanto, não é sobre você sobre o seu público alvo. E sobre as dores, as cidades desejos que eles têm, então, quando você cria um conteúdo pensando nessas pessoas, há uma maior chance de você ter atenção, retenção, interação, maior chance das pessoas de considerarem como autoridade naquele assunto, porque você está falando sobre aquilo que você sabe e não sobre aquilo que você vende. E aí, nas três últimas etapas, você vai falar sobre moeda social, o que equivale, basicamente, e falar sobre aquilo que você vende. Só que essa moeda social, você precisa descobrir o que é moeda social para o seu cliente. Então, você se torna o começo nosso papo, que as pessoas adoram que irão a printe e postar no histórico o calendário da MLAB espreenchido. Porque isso elevo o capital social delas na rede delas. Quando elas postam que o calendário delas estão todos preenchido, o que ela está querendo demonstrar isso? Qual é a mensagem que ela está querendo passar? Surgensado e planejado. Sou planejada. Olha como sou profissional. Olha como sou talvez melhor do que outros. Olha como não vou trabalhar mais restante do mês porque eu já jendei tudo. Mas o que isso significa que ela quer parecer melhor, perante a sociedade, ou perante os casconexões dela. Isso é o capital social dela. O capital social dela foi elevado quando ela postou isso. Olha, só olha como sou joganizado. Ela elevou o capital social dela. E aí, MLABs então, incentiva que as pessoas fassem se post. Eu encontro um negócio. Eu tenho que até melhorar o aspecto visual do calendário, saber no que as pessoas gostam de postar o calendário. Que mais que eu posso fazer ali para as pessoas tenham orgulho de postar ali, porque não é sobre MLABs. Não é não se lembram de ir sobre elas mesmas no capital social. Então se você identificar o que elevo o capital social do seu cliente, você aumenta a chance do seu cliente fazer o GSE, promover a sua marca e se expressar através do seu produto ou da sua marca. E por isso que é moeda social dos ultimas etapas. Então na etapa de conversão, você vai falar mais daquele que você vende de fato. Porque o princípio do pareto, geralmente o princípio do pareto é assim, 20% que te dão o maior resultado. Então você só vai falar 20% de vendas, mas ele vai te trazer o maior resultado, sim. Mas desde que você faça as etapas anteriores, que equivale os 80%. Então você só vai falar 20% do tempo de produto? É? Você só vai falar 20% daquele que você vende. E ele vai te gerar o resultado que você precisa, porque você esquentou a base, o público era frio-virocente, e agora eles estão recebendo a informação de vendas e, portanto, faz sentido. E para finalizar o passo 4 sobre esse lance do princípio, frequência, etc. A gente tem que entender e otimizar o calendário para estabelecer frequência de impactos. E não é a frequência de postes. Portanto, gente, por mais que você tem um escopo fechado com seu cliente de "x" postes por semana, você tem que dar resultado com seu cliente. Vamos para que você fechou 2 postes por semana com seu cliente. Só quando você vai medir a frequência de impactos que você está tendo no seu canal do Instagram, se essa frequência for menor do que 2, o que você vai fazer? Não vai fazer nada? Você vai deixar o cliente empagar para fazer um conteúdo que não vai gerar resultado, que às vezes o conteúdo é bom, mas a frequência não está adequada. E aí não gera lembras de marca, que não gera intenção de compra. Então você precisa otimizar o calendário de acordo com a frequência de impactos semanais. Então, para quem tem esse entendimento, já sabe que o jogo não é fixado o número de postes por semana. É falar "puxa, a frequência está abaixo de 2". Pesa aumentar o número de stores. A gente precisa aumentar o número de carro céu ou de imagem. Puxa, está muito alto. A gente precisa aumentar rios ou diminuir um pouco stores e pegar o mesmo tempo que a gente usa para a história para fazer mais rios. Então você pode inclusive pegar o mesmo tempo que você usa no mês para um conteúdo ou para um cliente e redistribuir esse mesmo tempo para fazer o dos formatos. Ah, o gasto 10 horas fazendo stores. Então o gasto está 5 e pega essas outras 5 para fazer mais rios do que você faz hoje. Para você equilibrando e calculando essa frequência de impactos, lembrando que a frequência de impactos, se você entrar na parte do painel profissional, clique em visualizações para quem já atualizou aplicativo, para quem não atualizou, você vai ver contas alcançadas. Em torno, visualizações você divide o número de visualizações por contas alcançadas, para quem não atualizou, vai aparecer no número de impressões. Divide impressões por contas alcançadas nos últimos 7 dias. E assim você vai entender a frequência que você está fazendo. Segunda meta, a gente tem que ter uma frequência mínima de 2 a 3 por semana e não é 2, 3 poxos, frequência de impactos. Se tiver abaixo e você só vive no modo orgânico, você ter que elevar o número de poxos que você faz por semana, para aumentar também a chance e a probabilidade de você aparecer mais vezes para as mesas pessoas. E pensando nas editorias por etapa de jornada. Por isso que não tem como só viver de orgânico. Se você só viver de orgânico, você não tem condições de ter certeza em que etapa cada pessoa está. Então você tem que fazer orgânico de acordo com as etapas, de acordo com as editorias, e impulsionar com o mídia paga para saber exatamente quem você está atingindo e como é que você está levando ela para frente. Isso te daria, inclusive, a possibilidade de fazer menos poxos, você fizer a mídia paga. Porque com o mídia paga você pode fazer menos poxos e fazer esses poxos aparecer na frequência certa para quem precisa ver. É, é tudo uma questão de equilíbrio. Ciência, meus amigos. Ciência. E por falar em "ciência equilíbrio", agora a gente diz. - Passa 5. - Passa 5. Vamos equilibrar uma coisa que a gente viu nos passos ali de trás que foi. O passo 2, lá no comecei, que foi olhar para essas datas importantes para o mercado, para o negócio, enfim. Já tem ela listada. O que dessas datas você consegue usar como macro-tempo? ou seja, o quanto você consegue reproveitar essa mesma pauta e quebrar em micro-temas. Então vamos falar de, por exemplo, alimentação saudável. E aí eu colre vou usar um exemplo da Emelabris que eu acho que vai ficar mais fácil para mim, tá na cabeça. O próprio caso do mês do Sochamídea. Então como que eu vou trazer dentro daquele mês, eu sei que tem uma data importante, vale a pena para a gente pautar o mês todo ali nas necessidades do Sochamídeo, no sentido de cara. Junho é o mês dedicado que todos os pouches mais legais que a gente puder fazer para esse cara a gente vai fazer. Ah, a elícia de ferramenta que eles querem, a elícia de ferramenta que a gente vai fazer. Novas esquíos e habilidades, habilidades do futuro, é isso que a gente vai trazer. Ou seja, a gente pega uma data, pega um tema que aí no nosso caso a gente escolhe as dores e desejos do profissional de mídias sociais, que inclusive a gente já tem mapado isso. E a partir disso a gente consegue quebrar e imaginar diversos pouches a partir desse macro-tema, certo? Facilita muito, né? Que mais do que uma macro-tema, uma mensagem central, né, dentro daquele mês. Muito, você ter um assunto e você distribuir esse assunto ao longo de vários pouches, né? Então o que você tá dizendo é a gente pode ter um assunto como Black Friday. E todos os pouches daquela semana vão falar de Black Friday, obviamente cada pouche na sua etapa. Ou de vendas, por exemplo, vão supor. Mas vou pegar até no meu caso, né? Tipo, Black Friday. Então todos os pouches daquela semana serão de Black Friday. Só que cada pouche vai estar dentro de uma etapa da jornada e dentro de uma editoria. Então não são todos os pouches falando da mesma coisa. A gente vai falar "ah, mas vou falar da mesma coisa durante uma semana, vai cansar o meu público." Primeiro que eu sou público, não vê todos os pouches, mas o ponto é, sabendo da jornada, cada pouche vai ser um pedaço da história, né? Então você não entrega toda a história de novo, todos os dias. É como se a pessoa tivesse vendo o mesmo filme. Não, ela tá vendo um pedaço, tipo uma série, não é um filme. Você tá vendo o primeiro capítulo, pois o segundo capítulo vai ser vendo os capítulos até terminar a mensagem completa. Então na primeira etapa de Black Friday, eu vou colocar no radar das pessoas a importância que tem os canais principais que as pessoas olham no hora de decidir o que comprar no Black Friday. Aí depois na consideração, eu vou falar para elas algo que eu sei que as pessoas não sabem mais importante para elas. Então quais são os principais atributos dentro de um anúncio que vai fazer você vender mais na Black Friday? Entramos de tamanho de vídeo, um anúncio, etc. Ninguém tá procurando isso. Mas na hora que eu mostro, eu falo "ah, ainda bem que eu sigo o peso, que vai fazer diferença na minha estratégia." Pouque isso o manja disso. Ele é uma autoridade nisso. Então você me considerou mais, então é uma segunda etapa. Aí vem a de conversão. Eu vou falar da minha Black Friday. Então eu vou dar um exemplo, eu vou trazer um conteúdo que sempre mantém entregar valor e destrair valor, eu trago um exemplo e falo da minha própria Black Friday. Falou, inclusive, tá na Black Friday aqui o meu curso X or Y, não? Ou seja, terça-te a etapa. Só que eu estou impulsando cada um desses pouches, para cada um dos públicos que tá nas etapas correspondentes. Tem experiência próprios, pênes compartilhadas. Então a experiência própria é você, por exemplo, o pessoal da mentoria que faz parte dos meus cois-friends. Eu vou falar para ele sobre o Black Friday. De forma exclusiva, entregando um conteúdo que vai levar a univit experiência deles. E tem o GSE de quem comprou na Black Friday, me marcou, falando, "Gracias a Deus, consegui entrar na mentoria do quise." Ou no curso X. Tipo de Black Friday que é adulto gosto. É o pessoal publicar umas coisas assim, né? Perceber, então, que é o mesmo tema distribuído ao longo da semana de acordo com cada etapa de jornada. Então quando eu vou pensar no calendário, eu penso no tema central que vai ter uma mensagem e vou distribuir os conteúdos de acordo com o tema principal. Facilita demais você desenvolve um calendário desse do que cada dia você tem que pensar numa história diferente. E lembrando, né? A gente mapeu as datas lá nos passos anteriores. Mas se você tem um mês ali que você não tem nada importante, que você acha que vou pegar e usar isso daqui para pautar o meu mês, aí você, aí sim você trabalha com sua criatividade, aí você pode pensar em macrotemas que vão ser úteis ali para o público, mas para aqueles outros meses ali que já têm datas, coisas importantes que vão acontecer, aproveite, aproveite essa oportunidade que a vida está tidando de ter já algo, digamos assim, "sso eu vou dizer pronto, mas uma ideia sem me pronto que você vai precisar o lapidá-lhe ao longo da sua construção de conteúdo, certo?" Sempre que tem massasionalidade o tema vai ser de acordo com massasionalidade, sempre que você tiver um lançamento de produtos ou serviços, o tema vai ser sozinho, exemplo prático, a gente lançou anários de concorrentes nem labs, então naquele período a gente falou de concorrentes, não necessariamente só do produto que o produto é só uma das integração com threads, qual. É, que não tem portanto do threads, é uma coisa exatamente. Então também de lançamento também e na entre safra ou na entre campanhas ou alguma coisa em sentido, que falar "Não tem uma campanha, não tem massasionalidade, você define um tema que seja de acordo com os interesses do seu público que está lá no passo 1, ainda assim você vai trabalhar com o tema que é mais produtivo do que você tentar um tema por dia. Nossa, se não você fica maluquinho, e aí nós vamos para o passo 6, depois disso, que é abrir o calendário, chegamos, chegou a hora, porque agora sim, com todas as datas, com todo o conhecimento ali sobre persona, sobre como você vai conseguir quebrar esses temas, distribuir tudo ali, aí sim você parte pro "Vou criar uma ideia, vou criar um post, vou colocar ali que no dia primeiro, de janeiro, vou ter um post com dicas, para. " Sei lá, a decoração de novo, alguma coisa assim, a novo dia vai ter passado, mas a decoração de carnaval. Então, aí nesse momento você escolha as editorias que você já se to aqui no episódio, sobre o que você vai trabalhar especificamente, e não precisa trabalhar todas as editorias que você identificou no planejamento, acho que é importante falar isso, inclusive é legal você ter mais de uma editoria por etapa da jornada para você conseguir, variando e realmente compondo o teu calendário de uma forma estratégica e que não fique só aquele mesmo tipo de conteúdo dentro do seu feed, enfim, dentro do seu perfil. Isso aí, inclusive, se você está diante de um calendário sazonal, aí você vai fazer o brainstorm para preenchê-la, lembre-se que geralmente em sazonalidades a competição é maior, isso significa que você vai ter que aumentar a frequência de impactos. Então a gente já fala da frequência de impactos, então todo mundo já sabe o que a gente está falando. Então supondo que você está ali no Natal, carnaval, dia do consumidor, Black Friday, dia das manias e dos pais, você tem maior concorrência. Então, como eu falei no começo desse episódio, tem calendários diferentes para momentos diferentes com volumes diferentes. Então, quando você está no calendário sazonal com maior competição, o volume de post-exemar, porque você aumenta a frequência, ou o volume de mídia investido deve ser maior para aumentar a frequência, porque você também pode aumentar a frequência só com mídia sem quantidade de post. Só que todas as campanhas, mais bem sucedidas, tem varações de creativos, tem varações de anúncios. Então, se você tiver um volume maior, você vai conseguir testar melhor, também o que há aderença no seu público. Então, no caso de um sazonal, você vai trabalhar com o calendário temático com o maior volume para aumentar a frequência e investir no também um pouco mais. No calendário, o que seria o Huawei Zoom, que é entre safras, entre períodos, provavelmente você tem menos concorrência. Então, você pode diminuir o volume desde que você compra com a frequência mínima, que é de dois a três para semana, frequência de impactos, e de acordo com as etapas da jornada. E nesse brainstorm todo, quando você vai preencher essas ideias, eu recomendo você fazer um workshop de ideação diferente de um brainstorm, porque o brainstorm, você vai lá e faz a tal da chuva de ideias, todo mundo dá uma ideia e você sai preencher no calendário. Só que você não se basou em critério nenhum, se essas ideias são interessantes ou não, no ponto de vista de negócio, se elas vão te trazer mais resultados ou não. Então, o workshop de ideação é quando você faz um brainstorm por etapa da jornada. Então, se faz um brainstorm para descoberta, dentro da criptema, isso pega o tema, o tema vai ser Black Friday. Então, vamos fazer um brainstorm de 15 minutos, só sobre Black Friday para etapa de descoberta, que tipo de conteúdo que a gente vai fazer na etapa de descoberta, sobre este tema. 15 minutos, todo mundo ali, dentro da sua ideia, postite, postite, postite, depois você planilha isso tudo. Coloca numa planilha e faz um filtro, quais dessas ideias pontuam em critérios notiadores, que são suscritérios. Isso aqui vai trazer mais leads, isso aqui vai trazer maior conversão, sim ou não. Por exemplo, você pode ter seus critérios, você pode definir como critério, isso aqui vai ser mais rápido desenvolver sim ou não. Então, é rápido, é devagar, é mais lento, é mais demorado, você pode definir o seu critério aí. E, investimento, é mais caro, é mais barato, executar essa ideia. Isso tudo, gente, não precisa ser basado em evidências. Jesus, se você te aconselha. que tiver evidências é melhor. Flar isso aqui é mais rápido porque eu tenho evidências de você ter mais rápido, isso aqui é mais cara porque eu tenho evidências. Isso aqui vai trazer mais retornos porque eu tenho evidências. Obvio que é melhor. Mas se você não tiver trabalho no consenso, não é no próprio bem-estormido, depois que todo mundo deu a ideia, na hora de planilhar, você tem que gastar mais alguns minutos, chegando num consenso. Todo mundo acha que isso aqui é mais rápido ou é mais complexo para fazer e vai demorar mais. Ah, é mais rápido, então se fala é ponto ou mais rápido. Que acontece? Você consegue fazer um funil. Só vai passar para o seu calendário de fato, só vai preencher no seu calendário aquilo que é mais rápido, mais barato e traz maior retorno. Faz sentido, né? Sim. É bem lógico. Ah, acabou aqui, não preencher o todo o calendário. Então agora você começa a pegar aquilo que não é tão rápido, mas traz muito retorno e de alguma forma é executável. E assim você vai empilhando os seus critérios para preencher o seu calendário, o que significa que você vai fazer um calendário que vai atingir os objetivos de negócio e que vai ser executado com intencionalidade, não foi o modo de ideia colocado lá dentro do calendário. Perfeito. Depois que a gente abriu o calendário, a gente estava quase estes chegando no final desse episódio, porque o resto será história, muita criação de conteúdo, mas eu quero trazer um ponto que eu sei que é uma dificuldade que entrabalha com o calendário de conteúdo que é. Ah, beleza. Sei de tudo isso, gente. Já defini quando expor seu voteco, etapa de ar. Mas aí, como que eu vou ter uma presença e um calendário que atenda todas as mídias sociais ou, pelo menos, a maior parte delas ou minimamente ter uma presença por mais que não seja a presença ideal dentro do link edinho. Mas como que eu vou fazer esse mesmo conteúdo meu do Instagram, se elevado ali para o link edinho, o que eu leve para o link edinho, o que eu não leve, como que eu faço esse mix entre conteúdos e plataformas? Sei que você tem uma resposta boa. É, a gente tem que trabalhar com o idé do TransMedia, que é diferente do crossMedia. CrossMedia é um calendário onde você vai replicar o mesmo conteúdo em várias plataformas. Não vamos julgar se isso é certo errado, porque tem a questão também de ter braço para fazer isso. Ah, não tem o braço, é melhor você estar presente mais plataformas para aproveitar a oportunidade que lá tem. Isso é uma opinião. Tem gente que é contra essa opinião, eu vou falar, eu prefiro apostar todos os meus fichos em Instagram, porque como eu não tenho braço, eu não quero ficar mais ou menos em todos os canais. Mas que capacidade produtiva, né, entermo? Só como eu vou falar, por exemplo, de vídeo curto, porque não. Você já tem um vídeo curto postando o rio, postando tiktok, postando tiktok no short. Não tem por que não. Mesmo que seja o mesmo vídeo. Pelo menos você tem maior distribuição, você tem maior alcance, pode te atingir pessoas. É melhor do que tal e dentro de um mônica sexta. Essa é a minha opinião, que é a sua opinião, tem gente que não acha a mesma coisa. Só que isso é determinar um calendário crossMedia, é o mesmo conteúdo em várias plataformas. Que que significa crossMedia? Cada uma das partes conta uma história e a soma das partes é igual a cada uma das partes. O TransMedia, no caso. O crossMedia mesmo. A soma das partes é igual a cada uma das partes. Então assim, é, postar um rio aqui, o mesmo rio foi pro tiktok, mesmo tiktok foi pro short. Então a soma das partes é igual a cada uma das partes, porque é o mesmo conteúdo, certo? Já no TransMedia, cada uma das partes conta um pedaz da história e a soma das partes é melhor do que cada uma das partes. Então todo conta uma história que cada uma das partes não conta, porque cada coisa tem um objetivo, né? Vamos dar um exemplo de TransMedia então. Então vamos pegar o WhatsApp, link edim e Instagram. Vamos pegar esses três, pode pegar tiktok também. Então eu vou fazer um lançamento de um produto. Eu penso nas etapas da jornada, penso nas editorias. Eu posso determinar que uma determinada etapa da jornada é um canal. Então tem canais específicos que são bons para todos etapos, tem canais específicos que são bons para algumas etapas. Então vamos pegar o WhatsApp. O WhatsApp vai ser muito bom para a etapa de conversão, a etapa de experiência própria. O que acontece? Eu começo a iniciar a descoberta em tiktok, e rios. Depois eu vou para a segunda etapa. Com a de consideração que eu vou trabalhar mais o próprio Instagram. Depois na conversão eu vou usar o YouTube para fazer uma live e convido a live só que a Impação Netapa de Consideração, porque na etapa de consideração fiz stories, chamando a pessoa para uma lendempeida, se inscrever no evento ou na minha lendempeida Black Friday para se inscrever no grupo de oferta. Fácil uma live privada só para quem passou lá, só que lá no YouTube, porque eu consigo fazer essa live privada. E na caso da etapa de conversão, eu começo a sostenão o WhatsApp. Usando a page WhatsApp, eu consigo gerar lembrets da live que vai acontecer para quem está, quem está dostrano a lendempeida, quem está em torno no grupo, eu consigo usar a page WhatsApp via, por exemplo, penichete para distribuir lembrets. Um cabercabeço, basicamente, né? Eu estou usando aqui vários canais, certo? E aí chega na etapa de conversão ainda, eu posso fazer a oferta também por dentro do WhatsApp, que é mais interessante para a taja abertura maior. Aí chega na etapa de experiência própria, fiz as vendas. Eu começo a acionar a link de em para se estar os bastidores daquela campanha, se estar a cultura da empresa, e na OTC todo mundo que se envolveu naquele projeto que pôe participar e tal, porque o link edim eu quero atrair talentos. Eu quero me relacionar com os meus fornecedores, com meus parceiros. Eu não quero atrair lides naquele momento, né? Eu quero usar o ecossistema do link edim para fortalecer o meu negócio enquanto marca empregadora, compropósito, com bastidores, etc. No caso do Stories eu trago bastidores nos Stories ali na link edim. Eu posso pegar o Close Friends, colocar então todo mundo que se torna o cliente, eu passo uma pesquisa nps, pego todo mundo que deu 9 ou 10, como melhores amigos no Instagram, crie o conteúdo exclusivo para eles. E tem a última que é o GSE, que aí depende do próprio cliente, depende de você, onde ele quer apostar. Se eu só ter que criar uma campanha de incentivo ou criar incentivo, então é uma embalagem Instagramável, ou uma ação promostional que se ele postar com correu alguma coisa, aí fica critério do próprio cliente onde ele vai postar, postar no Instagram, postar, tinta, etc. Então aqui eu dei um exemplo de uso de várias plataformas e nenhuma delas repetiu o conteúdo. Na verdade a gente distribuiu conteúdo em todas elas de forma distinta, e no caso do WhatsApp eu posso até distribuir um conteúdo exclusivo, também é a etapa da experiência própria, só para quem se torna o cliente. E sempre usando mais o WhatsApp para mensagens de utilidade, lembre-tes ou um conteúdo muito personalizado de a-- Se não, se é bloqueado na hora. Se não bloqueado na hora. E o TikTok, a gente pode usar tanto só para a topo de funil, entrando usando, na verdade, as trends, como conteúdo nativo, publicidade nativa, não necessariamente qualquer trend, mas aquilo que tem a ver com o meu negócio, que eu consigo entrar e ter ali um-- Não só no lugar de fala, mas ter um geral uma identificação, porque gera um conteúdo diferenciado para dentro do TikTok. Então ele não é o mesmo rio postado em TikTok. Ele pode ser reditado, inclusive, pode até ser mais ou menos o conteúdo, mas reditado de acordo com as características nativas do TikTok. Então eu dei um exemplo aqui. Isso é o Transmídia. Pode ver que cada uma das partes contam pedaço e a soma deles conto todo. A soma deles não é equivalente a canoa nas partes. A soma é muito mais interessante do que cada uma das partes de farm isolada. E isso é o Transmídia. E aí galera, entendeu? Com claro? Quer saber mais? Tem um CDA aqui, tem um CDA aqui. Fa cá, alva nós temos um calendário Transmídia com uma aula sua, que por favor acho que vale a pena todo mundo que eu ouvi o seu episódio, que é entender mais sobre o calendário Transmídia, vamos deixar o link aqui na descrição, que também para vocês. Muito bem, gente, perceberam que não é fácil. Quem achou que era só abrir um calendário, preencher as datas, e tem muita gente que fala que faz planejamento de mídias sociais. E começa a abrir no calendário, hein? O planejamento na prática, você vai ver, é um calendário preenchido. Isso não é um planejamento. Você vai perceber o que antes de abrir o calendário tem vários outros passos, né? E planejamento é o princípio, é você puxar os dados mesmo do diagnóstico, do seu público, do seu mercado, das datas asionais, etc. Antes de colocar a ideia dentro de um calendário lá. Então é mais complexo do que você poderia imaginar para quem já está mais avançado e para quem já é mais profissional, para quem quer dar esse próximo nível, está aí o CTA, que é da esse próximo passo, né? Para avançar o nível, está aí o CTA, para você poder fazer o uso do nosso calendário ali, modelo para você ver. É um modelo que quer? Tem a sua aula e tenho modelo, exatamente todo editável. Então tem essa explicação do rafa, mas ainda com mais detalhes exemplos, você usa um exemplo com um nicho ali, bem legal, vale a pena, gente. Lúzeb, eu vou revesta semana de novo, sempre bom. É isso aí, então, uma sucessa e até o próximo episódio, valeu.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Antes de montar o calendário de conteúdo, é essencial conhecer a persona da marca, a jornada do cliente e os objetivos do negócio.
  2. O segundo passo é identificar datas relevantes, como campanhas, eventos e oportunidades sazonais, para planejar estrategicamente o ano.
  3. No terceiro passo, define-se a frequência de publicações com base nas editorias por etapa da jornada: descoberta (30%), consideração (35%), conversão (20%), experiência própria (10%) e experiência compartilhada (5%).
  4. O quarto passo aplica o Princípio de Pareto
  5. O quinto passo equilibra o calendário sazonal (campanhas) com o cotidiano, usando mídia paga para segmentar e reduzir o volume de posts orgânicos.

Summary:

O episódio do Papo Social Media aborda a criação de um calendário de conteúdo, destacando que a empolgação inicial deve ser contida. O primeiro passo é conhecer profundamente a persona, a jornada do cliente e os objetivos do negócio, evitando criar conteúdos sem direção. Em seguida, mapeiam-se datas relevantes, como campanhas e eventos, para planejar o ano de forma macro.

O terceiro passo define a frequência de publicações com base em editorias por etapa da jornada: descoberta (30%), consideração (35%), conversão (20%), experiência própria (10%) e experiência compartilhada (5%), priorizando as fases iniciais para atrair mais público. O quarto passo aplica o Princípio de Pareto: 80% do conteúdo deve entregar valor prático (dicas, tendências) e 20% focar em vendas (moeda social), otimizando a frequência de impactos (mínimo 2-3 por semana) para gerar lembrança de marca. Por fim, o quinto passo equilibra o calendário sazonal com o cotidiano, recomendando o uso de mídia paga para segmentar o público e reduzir o volume de posts orgânicos, garantindo que cada conteúdo atinja a pessoa certa no momento certo.

A chave é a ciência de equilibrar estratégia, frequência e propósito.

FAQs

Um calendário de conteúdo é uma ferramenta para organizar e planejar postagens nas redes sociais. Ele é importante porque ajuda a manter uma estratégia consistente e alinhada com os objetivos da marca.

Antes de criar o calendário, você precisa conhecer a persona da marca, entender a jornada do cliente e definir os objetivos do negócio. Isso garante que o conteúdo seja relevante e conecte com o público.

Você deve mapear campanhas, eventos e datas importantes para a marca e seu público. Isso ajuda a planejar conteúdos sazonais e estratégicos ao longo do ano.

Editorias são agrupamentos de assuntos que correspondem a etapas da jornada do cliente, como descoberta, consideração e conversão. Cada etapa tem editorias específicas para guiar o público até a compra.

A frequência ideal varia conforme o público e a capacidade produtiva, mas é recomendado focar na frequência de impactos (2-3 por semana) em vez de número fixo de posts. Use proporções como 30% para descoberta, 35% para consideração, 20% para conversão e 10% para experiência própria.

O princípio de Pareto sugere que 80% do seu conteúdo deve ser sobre o que você sabe (valor prático) e 20% sobre o que você vende (moeda social). Isso ajuda a construir autoridade e gerar resultados com menos esforço de vendas diretas.

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