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Busarello: a segunda metade da vida profissional

41m 2s

Busarello: a segunda metade da vida profissional

O episódio apresenta uma conversa profunda entre o apresentador e Romeo Buzareto, um dos maiores mestres do marketing do Brasil, que compartilha reflexões sobre a trajetória de carreira, a importância da experiência prática e da conexão humana. O autor destaca que o conhecimento no marketing não se acumula com o tempo, mas evolui por meio de experiências reais, como testes rápidos e interações diretas com clientes. Ele ressalta que a influência de um professor pode persistir por décadas, marcando a vida de seus alunos. A segunda metade da vida exige equilíbrio entre saúde física e mental, relacionamentos significativos, capital financeiro e intelectual, pois a carreira em marketing é curta e exigente. O profissional deve se manter ativo, curioso e aberto ao aprendizado, passando de uma atitude de "formação" para uma de "conexão e observação". A experiência do mercado, o uso de ferramentas como MVPs, testes rápidos e ações práticas são essenciais para convencer decisores, especialmente os financeiros, que valorizam custos e resultados. O episódio enfatiza a importância de se manter em movimento — de olhar para fora, viajar, consumir diferentes culturas — para expandir o repertório e perceber mudanças. Além disso, a conversa inclui reflexões sobre decisões difíceis, o papel dos pais como mentores e o valor da conexão humana. O autor encerra com um chamado para ações diárias: ler, conversar, ouvir, viajar e aprender, e destaca que o verdadeiro aprendizado ocorre fora da academia, na prática e no dia a dia. O podcast é apresentado como um espaço de troca, de desafios e de inspiração, onde o professor e o aluno se encontram em um ciclo contínuo de crescimento.

Transcription

7723 Words, 42379 Characters

Portuguese
Professor nunca sado onde cessa sua influência. Todo mundo acha que é um pouquinho maior que ter, né? Passer em dinheiro ou cinco anos de engenharia para ser arquiteto, quatro anos de arquitetura, para ser contador, quatro anos de contabilidade, para ser advogado cinco anos. Para trabalhar com marketing, você não precisa nem de formação. Normalmente, eu tenho um roteiro para a gente conversando aqui. Eu vou jogar fora um roteiro porra. Na nossa área, o conhecimento não é acumulativo. Cada ano que passa, eu não fico melhor. Cada ano que passa, eu fico pior. Hoje você tem uma coisa chamada MZP. É melhor ver primeiro. Desmarqueteze-se! Esse podcast é sobre o marketing que não parece marketing. E se você quer aprender mais sobre isso, vem passar um dia comigo no Desmarquete Indeio. É imperdível, assim como é esse episódio que começa agora. Olá, camaradas! Hoje temos um episódio especial do Desmarqueteze-se. Hoje vai ser algo assim, difere as com os eis, quem sabe. Nós vamos conversar aqui de uma maneira diferente, porque eu trouxe um convidado. Muito, muito especial. Alguém que, assim como eu, já foi o marketing, foi, inclusive, por mais tempo do que eu. Tem muito mais experiência do que eu e foi meu professor. Já imaginou, gente, que legal você poder bater um papo com a pessoa que foi o seu melhor professor de marketing. Essa é a pessoa que eu convidar para estar aqui comigo hoje. Estou aqui com a grande figuração, que eu admiro muito, Romeo Buzareto. Eu quero falar pra você que não é uma honra estar com você. É um orgulho estar com você. Puxa, você não tem ideia como eu estou orgulhoso. Está aqui com o ex-aluno meu. Se foi em meu aluno de 2004, você era treinida, proctor. É, começou na tua carreira lá. Um aluno sempre que se destacava por boas intervenções, boas falas. Depois, acompanha a tua carreira. Nós estamos amigos. Nós tornamos amigos ao longo da jornada. Para mim, é um motivo de muito orgulho. Você foi um professor no MBA, lá na SPM. E, assim, eu lembro até hoje, Romeo, das histórias. E eu sei que não sou só eu, porque eu com muito de gente que eu encontro no mercado, falo das suas aulas. E eu sei que, toda vez que eu posto alguma coisa com você, chove gente lá. Também foi um professor. Também foi isso aí, mexe muito comigo. Porque hoje eu me sinto um pouquinho, um professor. Não tenho a bagagem que você tem, mas eu me sinto causando um pouquinho do impacto que você causa. Não consigo ter a sua capacidade de comunicação onde achem lá. Que é isso, não. O professor nunca sabe onde cessa sua influência. E eu venho pra lendo ao longo da vida. Porque eu encontro muitos alunos. Boa parna. Mas os 20% dos teus entrevistados aqui foram meus, né? E os encontros, os corredores da vida. E eles sempre mencionam de fatos, de histórias e de conceitos que eu falava nas minhas áreas de Marte. E falava, "Bulzarelo isso marcou a minha vida". Então, você nunca sabe onde cessa sua influência. Mas vai se ver depois de muitos anos, você vai encontrar essas pessoas como enquanto você. E a gente fica muito feliz. Eu sempre alertava os alunos de Marte. Tomem cuidado com a segunda metade da vida. É muito importante. Um profissional de Marte precisa cuidar da segunda metade da vida. Porque é uma carreira mais curta. Não é uma carreira tão longevo como outras profissões. Eu sempre falo de alguns cuidados que um profissional de Marte tem que ter costa ao carreiro. Primeiro, João, na nossa área, o conhecimento não é como um latido. Cada ano que passa, não fica melhor. O gué é pessoalmente. Um engenheiro, cada obra que ele entrega, ele fica melhor. Não é divulgado o cada causa que ele ganha o pé, ele fica melhor. Um médico, cada cirujo que ele faz, ele fica melhor. Um financeiro da empresa, cada projeto, cada emenei que ele faz, ele fica melhor. Nós não, cada ano passa, ele fica melhor. É uma área que não tem barreiras, não é? Qualquer um batal da comerça. Tudo mundo acha que é um pouquinho diferente. Para ser engenheiro, cinco anos de engenharia, para ser arquiteto, quatro anos de arquitetura, para ser contador, quatro anos de incontabilidade, para ser divulgado cinco anos. Para trabalhar com Marte, você não precisa nem de formação. Eu costumo dizer assim, que eu tenho meu custo de marketing também. Eu acredito em formação, mas é como se você tem um restaurante. E aí você precisa melhorar o restaurante, você não está feliz com o restaurante. E aí, se eu olha e fala, "Pô, será que eu vou fazer uma faculdade de gastrononia?" "Será que eu vou viajar e fazer lá uma formação internacional?" "Será que eu vou fazer o quê?" E a internet e o dinâmico atual permitiu que você possa fazer as coisas que você quiser. E elas têm o seu papel, mas você também pode ir lá e passar um fim de semana com a legs atala. E não vai resolver todos os seus problemas. Não vai substituir uma formação, uma graduação, não vai ter a complexidade, mas você vai ficar do lado de uma pessoa que faz muito o que você tem dificuldade em fazer. E eu vou falar, "Chotidá, aqui eu há três pratos para você colocar no seu cardápio." Então, eu vou falar, esse problema que você está com a sua equipe, eu resolveria assim. Então, eu vou falar, "Essa magia aqui, você já olhou esse custo desse ingrediente?" Porque você fala, "Caramba, é um cara que vive exatamente o que eu vivo. Tem mais experiência e me deu uma ajuda prática." Então, esse mundo se abriu e eu vejo hoje um maior de gente que precisa de ajuda prática. Prática, prática, claro, prática. A melhor escola para você lhe sonar é aquela que não tem setificado. Porque você não vem lá para ter nota, você não vem lá para defende tese e apresentar a TCC. Você vem para aprender e eu vou lá para ensinar. Como eu? Normalmente, eu tenho um roteiro para a gente conversar daqui. Eu vou jogar fora uma roteiro. Boa. Você não só tem uma conversa aqui. Goverço de amigos, conversos de amigos. Não é uma entrevista, tá? Isso aqui é só uma conversa. Vamos falar um pouco mais sobre isso. Vamos lá. Passei, fui diretor de marketing mais de vinte anos, fui professor de marketing mais de vinte e cinco anos. Estou na segunda metade da vida. A verdade é que a maioria dos executivos e empreendedores passam assim todos esses anos, ralando ao extremo e esquecem de se preparar um pouco para essa fase, né? Maravilhoso, olha, eu converso com muitos SEMOs, muita gente me procura. E eu faço isso de coração, porque network é generosidade, é entrega, é devulsão. E eu tenho que devolver, né? Eu fui de SEMO por 30 anos. Eu assumi a minha primeira, meu primeiro cargo de diretor com 31 anos, 32 anos, uma multinacional, depois eu passei por mais dos a três empresas. E nos últimos vinte anos também na tequiniza, minha empresa brasileira classe, a, a, a, a, a, a, a, a. E eu vejo muita gente me procura hoje. Jão. No Victor com 54, 55 anos, ele não fez a reserva financeira que ele precisava fazer. Então ele não pode tomar uma decisão em popular, que como falava a minha "nonna" na sua filha, o "fineto de italianos", quem não tem custo, tem medo. Então, o indivíduo tem custo, não fez a reserva financeira dele. E ele não pode tomar decisão e tem que continuar pedalando, né? Então ele trabalha por obrigação, trabalha por opção. 80% dos casos é pautado na questão financeira. 20% dos casos, Jão. São pessoas que chegaram lá, estão muito bem financeiramente, superresovidas, mas são monotema, monosugmento, monosetor, monoindustra, monoimpreso, monabilidades. Ele chegou lá, mas ele não sabe o que ele vai fazer da vida. Outro especializado. Outro especializado, ele não desenvolveu novas habilidades, né? Qual é o mau patrimônio que você acumulou longa da tua vida? O meu mau patrimônio hoje é o meu mau patrimônio, né? É a minha rica-rede de relacionamentos. Esse é o mau patrimônio que acumulei a longa da minha vida. Mas muito importante, aqui para todos os simousos, que estejam nos ouvindo. Seja bacana com as pessoas quando você tiver na subida. Porque depois você vai encontrar com elas, quando você tiver na licida. E nossos profissionais de março são muito acediados no tídia. Mas nós estamos sentando a cadeira, você é muito acidiado. É um papari. E eu, por várias vezes, tendi os meus horários até às 20 ou 20 pouco para receber pessoas que querem falar com suas ideias, estátaps, pontos de vista, carreira, e eu sempre recebi. Hoje, eu estou no mercado numa outra posição e as pessoas me recebem, né? A vida tem uma contabilidade misteriosa, tá muito importante ser generoso quando você tiver nos homofotes. Porque um dia você não vai ter mais. Um dia você não vai ter mais. Você não vai ter mais. Esse garacha. Esse garacha. Exatamente. Ninguém mais se procura que ela quer falar com o SEMO da tequinida. Ela. E eu fico muito feliz por isso também, porque eu tenho que devolver, eu tenho que fazer o que a gente chama o GIVAR e às vezes no mercado tem muita gente que é só TAKER, TAKER, TAKER. E é pouco o GIVAR. Então é muito importante essa genoa de nada. São quatro pilares, João, quatro pilares que eles têm que andar junto ao longo da carreira. O primeiro pilar é o pilar intelectual. Não existe mais a expressão exaluno, não existe mais a expressão. Nós seremos eternamente estagiários, então, continuá com o coração estagiário, primeiro capital. O segundo, o capital do relacionamento, só que rede, conexões, ajudar, mora você é ponto, mora você centro, mora você ajuda, mora você está sendo ajudando. O terceiro, muito importante, eu atentei isso depois dos 40 anos, muito por influência da minha esposa, o capital da saúde, tanto a física, como a mental. A mental batina atrave, João, batina atrave, batina atrave, quase que eu, por não. E o último, na minha, na meu ponto de vista, um dos mais importantes. Para mim, o mais importante, mas é uma questão de depondejo, é o capital financeiro. Tu tem que chegar na segunda metade à vida, bem resolvido financeiramente. Para você poder falar, não, para você poder trabalhar por escolha e não por obrigação. Mas também não dá para você chegar com muito dinheiro e sem amigos. Porque ao longo da tua jornada, você ganhou um dinheiro, mas não fez amigos. Muitas decisões populares, muitos estão no round, e acabou não privilegiando o relacionamento. Mas também não dá partidinha ao ter amigos e não tem saúde. Porque tem muita gente que chega estourado na segunda metade à vida, né? Porque não cuida o da saúde. Mas também não dá partidinha ao ter amigos, ter saúde e você tem um zero ela. Porque intelectualmente você não tem nada a oferecer, você é mono tema, mono segmento, mono setor, contribuiu poucos, tudo pouco, né? Tem que fazer um cresces quatro captais, grande juntos. Vou explorar um pouco mais dicas, pode ser? Sim, claro. Quem hoje está lá trabalhando com o marketing, fala assim, quem está acima de mim, o nível de confiança do CEO com os marketing é muito baixo. Talvez a função do marketing seja dentro de todo mundo que está em uma reunião de liderança, a função que tem o menor nível de confiança do CEO hoje é os que as pesquisas dizem aí. E aí o marketing está lá naquela posição, a marketing, falando, "Oh, você precisa trazer mais venda, você precisa trazer mais resultado, acha aí, "Oh, então a gente é difícil estar usando para aqui, "Oh, no seu quê, "Oh, vou trocar por um, uma jovemzinho que sabe o dolo que você sabe, é uma pressão, pressão, pressão, pressão, pressão. E você precisa convencer a empresa a fazer coisas diferentes. Que dica que você dá para quem precisa convencer a empresa a fazer uma coisa diferente, mas é difícil de implacar?" Bom, o estatística acrescenta, o tempo médio de um ciemão no Brasil entre 2,8 e 3 anos. É a maior rotatividade, a maior rotatividade, não se leva, é o do marketing. Cadê era quem? Cadê era quem? E por um motivo, por alguns motivos, primeiro, um desenhaleamento do CEO com o ciemão. 2. Conversa de beba do condeligado. O ciemão, às vezes, é contratada para o ex-dior, uma pessoa extremamente talentosa, preparadíssima, chega no dia a dia da empresa, o CEO não tem essa agenda. Invariavamento, quando você tem uma empresa com andada para o financeiro, com um viés financeiro, a vida de um profissional de mate, ela fica muito mais complexa, muito mais complexa. Aqui, principalmente, ninguém financeiro vai nos ouvir. Assim, o vi também, eu espero que eles entendam, mas no dia a dia não é fácil. Qual a diferença de um financeiro ou de terrorista? O terrorista tem simpatizantes. O financeiro, invariavamente, é aquele cara que sabe o custo de tudo e o valor de nada, e tem coisas no marketing que você não consegue amétrica. O resultado vem de médio e longo prazo, concorda? Porque marketing não é tudo, mas no longo prazo é tudo. Concorda, marketing não é tudo, mas no longo prazo é tudo. Então, tem ações que você vai fazer, que o resultado não vem. Mas se você tem um financeiro, ele sabe o custo de tudo e o valor de nada. O financeiro é aquele cara que você coloca o elefante na mesa, ele não reconhece porque ele não tem nota fiscal. Então, mas o elefante está aqui na nota fiscal, primeiro eu vou tirar o elefante da mesa e depois não é nota fiscal. E essa comunicação de a dia, ela fica bastante atritoosa. Então, o profissional de mate muitas vezes tem dificuldades e eu vejo muito profissional de mate. Bom, você conhece também? Que vem e tem uma passagem rápida, porque descasamento de competências, desalinhamento e uma expectativa do CEO, desalinhada com aducemo. Porque se você perguntar a João, se você perguntar pra você, o que que eu faz em 2012 no McDonald's? Não lembra mais? Eu também não lembro mais. Eu fui acostumado com uma lá direita, 21 por 28, papel coxer, 4 por 4, uma dobra de marca, numço de 37 de aglobo, um spot na CBN, a odor na faria Lima, a esquina com arrebolsas, um aldor na cidade, Brotside, eu não consigo lembrar o que eu faz em 6, 7 anos atrás. Também fui a transformação. O que é o Marte em hoje? Marte tem nada mais é do que a triboição de caque versus ali de V. É simples, o Marte em hoje não é mais, tanto é que eu sempre conheço essa expressão muitos anos. Eu deixei de ser um profissional de mate. É para ser um profissional de Matemarten. Então, quando passa ser um profissional de Matemarten, a minha triboição passa a ser caque versus ela TV. Para quem está assistindo aí, caque custa que eles são os clientes, ela TV, live time velho, o valor do cliente, toda sua vida, o barque hoje está se resumindo quase que é isso. Existem algumas empresas que ainda dão muito valor pra marca, mas no dia a dia esse discurso está ficando um discurso um pouco fofo, você tem que ser mais pragmático. O que que nortei um profissional de marca, cliente, satisfação do cliente, é boa experiência, né? E está difícil pra ter boas experiências hoje, vamos dizer isso, né? Também em nosso padrão ele vai aumentando. Ele vai aumentando. Uma minha boa experiência. A gente vai ficando cada vez, mas eu me lembro numa aula sua lá, trai quatro. Você falando assim, vou pedir um iacute online, online, em 2004, eles entregavam na minha casa em menos de 24 horas. E você paga com nota de 100 reais e pega o troquinho ali, bom exemplo. E vem, falou, olha, agora eu tô acostumado a isso, eu quero pedir um iacute que alguém vem entregar pra mim. Boa. Se lá atrás você vai falar, "Vai mudar, vai mudar, vai mudar. Boa." Deliver, hoje em dia, se demorar 50 minutos, a pessoa está espumando, se você reserva um hotel, você chega lá, não tinha exatamente o quanto você pediu, a pessoa está nervosa, volta, volta, está acostumado, costumado, que foram melhorando muito, né? A última experiência que você teve com qualquer produto de serviço, é o que vai prevalecer na tua próxima experiência. É. Então a gente fala muito de experiência, mas eu só sou essa experiência, essa falava há muitos anos. Mas hoje você já tem alguns casos que não são mais experiências, um espetáculo, né? Que é a próxima, o próximo step. Então você vai em São Paulo, no Cidade Matarazo. É. Aqui não é a experiência. Aqui não é espetáculo. Ronswoods. Ronswoods. É o espetáculo. Cidade Matarazo é um espetáculo, não é a experiência. Tu vai numa loja da Dengue, que São Paulo que é loja conceito, não as lojas de shopping, mas a loja conceito da Dengue aqui no Félio, aqui não é espetáculo. Tu vai na Universidade do Einstein, não sei se eu já tive oportunidade de conhecer o Universidade do Einstein. Aqui não é espetáculo, não é um dos campos universitários mais espetácolos do mundo, não base do mundo. Aqui não é uma experiência, aqui não é espetáculo. Eu faço missões de negócios e levo os meus alunos muitas vezes pra conhecerem a Universidade do Einstein. Aqui não é Brasil. Eu quero estudar a medicina, eu quero para a turma e vou fazer a medicina, porque eu quero estudar, vou passar, quero dormir aqui na Universidade, aqui não é espetáculo. Pega uma loja do buticáculo LEP, não todas do buticáculo, mas o buticáculo tem dois ou três lojas que chamam de buticáculo, aqui não é espetáculo também. Então, experiência já que é o básico para você estar no jogo, né, condição para você estar no jogo. Agora nós estamos falando em espetáculo, e quem que é obrigado a criar esses espetáculos não é o financeiro, porque o financeiro vou olhar custo, quem tem a obrigação de trazer esses espetáculos. Eu já entendia que você não tem mais fazer de sociais por causa dos reitos, mas os reitos eram os financeiros. O financeiro é isso. E como então o marketing convence um financeiro se ou a fazer uma experiência mais top? Hoje você tem uma coisa chamada NDP, é melhor ver primeiro. Não é o mínimo que não deu nada. Eu sempre sinto vários exemplos, tu pega, tu sabia que com a saí hoje é um mau vendedor de pneus do Brasil em canal, não especializado? O ataque areja saí é 7% das vendas de pneus no Brasil, e hoje são feitos pelo a saí. E eu vi hoje, tá na capa de torjornais, eles fizeram um anúncio falando sobre os resultados dele de 2016, 40 milhões de clientes, que passam pelas longas deles, 82 bilhões de faturamento, o núcleo de 427 milhões, que é baixo, né bem baixo, para quem afastou 82 bilhões, né, falar no que vão abrir novas farmácias a partir de 2016, então como é que tu convence? Hoje, com todas essas novas ferramentas, com o empreendorismo trouxe com os negócios, que tu pode utilizar um carro, tu pode usar um MVP, tu pode usar um martefeito, um teste de pose. Eu nunca vou esquecer, vou dar um exemplo pessoal meu, mesmo que eu tinha um financeiro trabalhando em uma construtora, então eu vou imaginar força que o financeiro tinha no dia a dia. Então, como é que eu convencer? Primeiro, como falava Carlos do Monde Azale, entra a razio fruto ao tempo, a felicidade você não ganha num dia, você ganha no dia a dia, então um processão de mata também tem que ter um bom conhecimento de finanças, claro, né. E tem muita gente que fala eu sou de gerentre mata, mas tu é a velha gente de brindes, né. Com pra bonitas. Com 4 anos em finanças. Eu sou contador, eu fiz técnico em contabilidade, depois que nós abrimos capital e o participei do IPO. E eu, para obrigação, tinha que entender muito de finanças corporativas, eu hoje entendo muito de finanças corporativas, porque eu tinha a responsabilidade fíduciária na empresa, né. Então eu tenho que entender ele balance, tem que entender números, porque se acontecer dessa alguma coisa, todos os meus bens estavam à disposição do mercado, então eu aprendi muito, muito sobre suas finanças. Eu tinha uma questão, eu tinha entendido uma mudança de comportamento em 2014, a internet né, porque não estava nos smartphones, estava nos desktop, e as pessoas navegavam na madugada para pesquisar compra de móveis, porque no dia a dia era difícil, eu não queria ser igual ao amigo do lado vici que ele estava vendendo o imóvel, então chega em casa oito a noite, ao lado da parceira, e estavam fazendo pesquisa de móveis. E eu propuso que na época a gente atendesse até as 24 horas, mas assim foi um "não", porque quem trabalha com inovação e marketing, o "não" é muito rápido, e o "sim" é muito lento. Então não, foi derrancado, não. Você vai custar muito, você vai ter trabalho, eu vou ter que ter até 24 horas, um decorno, cafézinho, segurança, então eu falo assim, deixa eu fazer um teste 15 dias com dois corretores, nenhum corretor vai querer falar, deixa comigo que eu convenço dois corretores trabalarem da 6 a.m. noito, durante 15 dias, só me dá essa possibilidade, o custo vai ser baixo do outro, que bem o fim assim, é um teste, é um teste. de outra. 15 dias depois, o 2 corretor falou "eu quero ficar só, trabalha na 8h6, porque eu pego um cliente mais calmo, eu consigo conversar com ele melhor, ele fica surpreso porque ele não esperava, né, porque uma resposta de mediato me mandava em meio, né, porque nós tivemos um dispositivo chamado. ligamos agora, era um robô, né, porque ligava pelo sul-loco, estava caro, tinha que pagar impulso, tudo ligava para o número, o robô estava em maringa, ele roteava e cair a ligação da mesa do corretor, em 18 segundos, o cliente ficava super, super encantado, isso não era experiência, isso era espetáculo, a espetáculo imagina o corretor, 11 horas da noite, te ligar em 18 segundos, nós aumentamos em 28% as vendas, e aí para tombar, para todo mundo, depois o mercado copionou as ai, todo mundo hoje trabalhou até 24 horas, porque. quando é tal, né, porque tinha que estar no escritório hoje, não precisa mais estar no escritório, né, então aproveita e faça os e-mailvp, melhor ver primeiro, passa um pequeno teste, não queira fazer tudo de uma só vez, porque tudo não vai comer seu financeiro, às vezes é por isso, e alguns testes vão dar errado, vão dar errado, mas a medida em que você vai fazendo mais testes, mais testes, o que vai conquistando a confiança para fazer esse negócio e fluindo, né, e tu vai adquirir no repertório, sobretudo numérico e contetativo, para ter conversas mais elaboráticos financeiros, né, só os financeiros e todos os maíros ali, né, muito a gente, ou meu, sabe o que eu sinto hoje, hoje eu também, enfim, ajudo lá como conselheiro, uma porção de negócios, e eu sinto que muito a gente olha o marketing como uma coisa cosmética, a marketing faz funer, o login fica bonitos, é assim, não, gente, tem que ter uma discussão de marca aqui, não, tanta discussão de negócios, vamos para o marketing de vergonho, assim, qual o dingo que canta, não, não, não, não, não, então o marketing precisa falar essa língua, é o seu teste, exatamente, outra diga o cara para te perguntar que cedaria para quem é um marketing, como é que ser? Contrata a gente boa, porque se falar tem um problema de gente e tal, eu sei que você contratou muita gente, de estagiário, abraço direito, gerente, supervisura, o que é que seja para trabalhar com você, tem nossas processas de seleção da empresa, ou do seu negócio, a entrevista, como é o seu jeito, Romeo, de falar assim, ó, ali, vonessa, sabe que o contratem muitos exalinos meus, sabe que o meu sonho era contratar você para trabalhar com você, não, mas estava na PG, né, estava bem posicionado na PG e tal, né, e boa parte das pessoas que trabalham comigo ao longo da minha jornada personal foram exalunos meus, e eu sempre falava para eles do síntese, todos eles que não trabalham com o professor, né, uma coisa é um professor, tá na palco falando, e quando eu abordava os alunos, eles toparam para trabalhar comigo, a primeira coisa que eu falava para eles é o síntese, a convivência destraiu mito, uma coisa é um professor aqui na saldo, né, agora tu vai conviver comigo, tu vai ver as minhas inseguranças, as minhas fraquezas, conhecer a sua pior versão, a minha pior versão, tu vai ver o saindo um milhado das vernos, confundos, divestimentos, como para a ectis, tu vai ver muitas vezes sem norte, tu vai ver o sendo um milhado muitas vezes, perdendo as batalhas com o financiero, então a convivência destraiu mito, se você topar ótimo, porque, lembra, Brian Brown, que é uma altura que todos nós achamos, né, ela falou assim, a perfeição atrai, o imperfecto, o imperfecto conecta, né, então no passado, quando sei de uma reunião, e voltava para o meu time, eu chegava na meia, na sala, e falar, pessoal, liga para esse, liga para aquilo, faz isso, faz aquilo, aponta, conecta marca reunião, porque eu sabia muito, né, hoje quando eu sai de uma reunião, chamo o pessoal e fala, turma, ferrou, no que eu falo, ferrou, eu me conectei, e todo mundo se junta para, resolveu o problema de forma coletiva, porque, não existe mais gêneros, a inteligência do grupo é mais inteligente que o mais inteligente do grupo, não existe mais silêncio que o gêneros pensando, e eu fui numa época de gêneros, eu trabalhei com o gêneros, eu também tive uma época que eu dubinava muito, mas de 2012 para cá, eu entendi que eu tinha que sair do meu ego e entrar cada vez mais do pro ego, um dos critérios meus de contatação, eu sempre dei muito valor para quem tem rede, porque um profissional de mar de hoje que não tem rede, ele não avança na jornada, tu tem que ter muita conexão, tá contatando agora um diretor, uma operação numa empresa na qual sou conselheiro, e essa pergunta eu fiz para ele, primeiro lhe olhei no LinkedIn, depois de pedir para ele me falar um pouco sobre a rede dele, que eu acho que é uma competência técnica muito importante, porque um profissional de mar hoje precisa muita conexão, concorda, no passado você precisava saber de 10, 12, eu tinha na meu cartão de vênero, porta cartão de visitos, conheci umas 10, 15 pessoas, estava tudo certo, hoje você não tiver rede, você não avança, é, dois, as pessoas são contratadas pelo LinkedIn, depois elas são limitadas pelo Facebook, então para a entrevista você chama de um LinkedIn, concorda, você vai olhar o LinkedIn pelo entrevista, às vezes você não conhece a pessoa, então o link e tudo o chão é pessoa, depois você pode eventualmente ter que limitilar pelo Facebook, e vou lhe ser sincero, não é uma das tarefas mais fáceis, você descobrir esse lado Facebook das pessoas que muitas vezes não estão no entrevista, não aparece, eu já hei muito, tá entrevista, hoje menos, hoje muito menos, porque depois de muitos anos dando aula, depois de muitos anos admitindo, admitindo você, mais ou menos, pela sua intição, você tem bons elementos, mas também hoje você tem boas ferramentas que te ajudam a mitigar risco de contatação, que na minha época não tinha, hoje você tem várias ferramentas de piponaldídexas que te ajudam aí a mitigar eles, e mesmo assim às vezes você é, e aí é a experiência, os anos nos ensinam coisa João, que o dia a dia desconhece, a maturidade não vem com os anos, a maturidade vem com os danos, eu achei que ia chegar com 60 anos e as empresas me cria os gurus, e eu estou com 60, elas não querem os gurus, elas querem os gurus, só que, boa para os gurus, não estão entrando, ai sessões, tem gurus que entrem, e as empresas chamam os gurus como nós, para sentar, porque quando você fala, eu vejo muito gerente de barrate, de retorno e mar, tu vai ver o que é o gerente de brindes, né, compra bonésca, amizietro, chaveirinhos, e faz promoção de venda, conversando e pra não, porque assim, para você é um cara estratégico, o janto tem que ler, tu tem que estudar, tu tem que ir intelectualmente inquieto, e uma das principais coisas que um profissional de mar tem que fazer hoje, é levar os olhos para passear, que concorda, um profissional de mar tem que levar os olhos para passear pelo amor de Deus, se você não tiver essa, essa habilidade, essa, esse atributo de levar os olhos para passear, como é que tu vai fazer conexões, traçar sinais, anávagos, fazer sinapses, observar mudanças, né, coisas muito, você sempre dá um exemplo, eu já tive várias vezes, falando de ser exemplo, eu acho um exemplo assim, espetacular, que é o prato que retorna para cozinha, e aí você vai identificar o comportamento que está acontecendo, porque que no vídeo está devolvendo mais, devolvendo menos, o que que ele está comendo, o que ele está devolvendo, isso o que que é, levar os olhos para passear, observar, e não é só no mercado que você trabalha, levar os olhos para passear, no shop, no surmercado, eu amo ir para surmercado, né, porque tu vai ver isso que eu vou para surmercado, eu levar os olhos para passear, e tu vendo coisas novas, tu falando com relações, nós agora é um momento de que a gente viaja muito, tem um outro que eu tenho de ir para anar, eu estou em Belo Horizonte, depois tu está em Pelotas, eu estou em Pomerôde, estou levando os olhos para passear, tão, tão aprendendo muito de Brasil, muito, muito, muito, uma das coisas que eu mais me arrependo, de quando eu era semol, é de não ter conhecido mais o Brasil, ficar muito em São Paulo, muito, e achar que daqui dá para conhecer o Brasil, me arrependo, hoje eu tenho outra visão do país, do consumo, do mercado, e das oportunidades, nossa, tem cada região, com cada mercado, com cada oportunidade que eu falo assim, caramba, eu devia ter saído mais, uma vez eu fui participar do podcast, quando eu estava lá, bem no começo do McDonald's vira Mek, tal, daquela coisa, e chamaram eu e a Ortencia, sabe, era do Mercedes, sim, sim, e aí eu fui lá e contei, como é que a gente fazia as coisas e tal, não sei o que, e ela pegou o micropônio, e ela me deu uma aula de marketing, e ela, porque ela virou e falou assim, sabe o que eu acho que o marketing tinha que fazer, o método TBC, tirar a bunda da cadeira, eu fiquei, e ela tem toda razão, eu deveria ter, eu acho que, levar os olhos para sear, no sentido de aumentar o seu repertório, eu vou assistir um filme, eu vou ir num bairro que eu nunca fui, eu vou assistir um contato que eu nunca assisti, e só acho que eu fazia bastante, mas, dentro de uma bolha, eu acho que eu furaria mais as bolhas, e isso vale tanto presencialmente de viajar mais, quanto também digitalmente, já falei aqui uma coisa que eu gosto de fazer, eu tenho várias contas em Instagram, eu tenho duas, cada uma é de um jeito, tem uma que eu entro lá e só fico contigo coisa que eu não gosto, eu preciso ver, eu preciso saber o que as pessoas estão falando, o que elas estão gostando, o que está conectado culturalmente, pegam os Spotify ou as 10 músicas mais ouvidas do Brasil, talvez eu tomei um susto, meu Deus, nunca ouviam essas músicas, para mim isso aqui nem é música, mas é isso que as pessoas estão ouvindo isso, leva os ouvidos, olha os ador com nariz, é o sentido, os cinco sentidos para passear, isso é importante, isso é premissa para você ser um bom cemou, e um bom cemou para ser um profissional que se destaque no mundo corporativo, ele tem que gostar de estudar, estudar não é mais ler e fazendo o MBA, existe, hoje a escola seria o último lugar que eu ia buscar conhecimento, eu vi um bom podcast, assisti um bom filme, fazer um curso online, fazer muita hora barque, você já viu um mundo de esse conceito de hora barna, quer conversar, hora de mesa, e eu falo com muita gente, converso com muita gente, faço muito com isso. café das da manhã, que é também uma forma interessante de você aprender. Assistir um bom vídeo no YouTube, o link de hoje tem contudo muito bom, um substeck, que é um poder mais um substeck, hoje eu tenho os lendas. Eu não gosto de ler, mas eu descobri que na verdade, não é que eu não gosto de ler. Eu não gosto de ler livro chato, chato, chato, chato. Sabe o que eu fiz, eu vou chamar de dica pra quem tá assistindo esse, eu sei que você tem dificuldade de ler, porque o brasileiro lepou que isso, tá? Vou te deixar uma dica. Pega um livro pra ler, começa, passou cinco páginas, se eu odio, dá mais uma chance, ler mais duas, odio lá, grega esse livro, vai pra ouça, vai pra outro. Eu descobri que na verdade, eu era muito temboso, eu precisava ler até o fim, aí eu ficava não vou ler aquela altura lá, agora que eu parei de fazer isso, vamos eu? Falei "Não, eu te pego, boa". Falei "Nossa, aqui eu gostei, bom, um livro que eu adorei ler nos últimos meses, o ato criativo, se eu gosto de ler de criatividade, pegue esse livro, você ler, bom, muito legal, aquele livro que você, nossa, eu quero ler o resto, o difícil é achar livro assim. João, eu leio muito, lia muito, muito, porque eu era professora e sempre gostei de estudar, se você me falar, usar a imedade de dez livros que marcar na tua vida, eu tenho dificuldade de falar, pra ler muito livro chato, muito, hoje eu leio menos, tá? E mudei agora que sentimento em meu abdo de leitura, ganhou uma produtividade assim, João, um espetáculo lá, eu passava o livro físico, depois eu migrei pro quindo, então eu leio muita coisa no quino, porque a gente liar muito, e tem mais portabilidade, e você baixa uma moça do livro, você já sabe se o livro é bom, muito. E agora faz uns seis, sete meses que eu tenho baixado muito o livro em PDF, sobretudo, livros mais chatos, livros mais difíceis, eu subo num tipo o que ele é, e um livro que ele moraria às vezes quinze dias para ler, se eu pegar um sabratado das duas, às sete horas, eu consegui ler um livro com um tutor, que eu não tibou que lembro. Diferente de outras inteligentes edificiais, ele só lheu o que você sobe, é você com ele, então tu compra o livro em PDF, tem, tu compra no script, baixa em PDF, sobe, e vai estudando capítulo a capítulo o livro, descorrendo com no tibou que lembro, eu leio um livro hoje bom, chato, que às vezes você precisa de muita concentração, que eu demoraria quinze, vinte dias, eu leio em quatro horas. Agora tem livros que eu não vou colocar no tibou que lembro, porque são livros gostosos e prazerosos que eu quero ler ele no físico, e tem livros que eu quero ler no quinto, é uma série de livros chatos que agora boler, passei a migrar pro no tibou que lembro, eu gosto de um descrito, cada um tem uma identificação, pode que esteem sido para mim, também eu ouvi todos, talvez eu seja o único, vamos fazer fazer desafio, faz um desafio aqui, faz um desafio aqui, faz um desafio aqui, faz um desafio aqui, se alguém, se alguém, manda mensagem, manda mensagem aqui para o João, eu ouvi todos os dias, todos, todos, por que? Olha que interessante, não passado ali a isana, hoje eu quero ouvir o que os profissionais de Marta falam, passado ali o meio mensagem, até leio, acompanho o meio mensagem, mas hoje, se eu quiser estar atualizado com o que pensam os profissionais de Marta, eu tenho que ouvir o teu podcast, concorda, eu tenho que ouvir o seu podcast. Aqui você conseguiu reunir os melhores e mais competentes profissionais de Marta e do Brasil, e eu dei pra você mais, João, o Siemô Brasileiro, o Siemô de Verdade, eu diria que 100% dos que passaram aqui, são os Siemôs de Verdade, é classe mundial, tá? E é um profissional de classe mundial, não é um profissional que se daria bem no Brasil, é um profissional demais, se daria bem em qualquer lugar do mundo, porque é um profissional que trabalha com muitas adversidades, trabalha com um país extremamente regulado, um país cheio de particularidades, o consumidor de Belém é diferente do consumidor de Blumenau, que é diferente do consumidor do Belândia, reestrições econômicas, dificuldades das mais diversas, regulamentos com corria. É um profissional que se daria bem em qualquer lugar do mundo, então se você quer saber Marta, tem que ouvir o teu podcast, concorda, que eu também sou um grande transbordo pra você, quando a pessoa fala "buzada, o que que eu, o primeiro a coisa, o podcast do João, tu vai ver o que pensam, o que pensam os melhores profissionais de Marta do Brasil e de classe mundial". Boxa, então. Mas depois dessa eu fiquei sem falar. Olha os 50 profissionais que você entrevistou, eu vou te deixar um presente. Oh, que bom, João. Eu já te dei o meu primeiro livro, esse aqui ainda não tinha entidade. E você já autografou ele aqui? Não, é um livro chato, espero que você não acha, mas tem leia 7 páginas pra você ver, é um livro que até eu leria e que eu vou ficar muito feliz depois de você me contar o que você achou, meu. E eu quero profissional demais um pianista de palavras, espero que você gosta dessa música, saiba que a minha música hoje tem muito do que você me ensinou um dia tocar, e eu queria fechar esta nossa conversa deixando pra você o meu muito obrigada. Obrigado você, João, vamos falar em um orgulho, um apresente que um professor pode receber ao longo da sua jornada, ver os alunos brilhando na carreira, fazendo muito sucesso, hoje eu vou ser, é um sucesso, é uma celebridade dentro do mundo do Marte, uma pessoa que também impacta, eu já assisti em tu apareça várias vezes, né, e eu vejo o quanto você faz a diferença na vida das pessoas, como te falei entre raiz e o fruto, ao tempo, tu vai ver ao longo da jornada o quanto você impactou na vida das pessoas, só que o tempo vai te mostrar isso, então parabéns aí pelo, muito obrigado por ter no trabalho, e que a gente se encontra sempre nos corredores da vida, nos aeroportos, nos palcos, né, nas prindes das horas malas, tá bom? Deixa eu falar com você que tá assistindo aí, ó, quando eu tava no Mac e tava tudo muito bem, fiquei quase 10 anos lá em algum momento, fui pensar em começar uma nova etapa da minha vida, da minha carreira, fazendo o que eu faço hoje, mas antes de fazer isso, eu fiz uma lista de pessoas com quem eu precisava conversar, eu não podia contar os meus planos, mas eu podia pegar conselhos e opiniões de pessoas que eu acho que podem agregar, pessoas que talvez até pensam diferente de mim algumas coisas, ou pessoas que eu admiro, pessoas que eu respeito, e certamente lá no topo da minha lista, tava o romeu, a gente teve conversas muito legais, ele me deu várias dicas, muito interessantes, sobre uma futura etapa da carreira o dia que ela chegar, se ele não saber que ela já tava ali, prece da acontecer, e eu quero te deixar aí uma dica pra você, tem a pessoas que sejam seus mestres assim, tem um bom conselheiros, pessoas que você pode ligar, pegar uma opinião, tomar um café, abrir o coração, tem um amigos, né, pessoas que te inspiram, pessoas que te mostram, como é que você pode fazer as coisas? Você foi uma dessas pessoas pra mim, ó, meu gajo, João, as suas aulas ficaram marcadas, muito obrigado. Eu nunca imaginei que um dia eu fosse virar um palestrante, o professor, um escritor, e acho que tem um pouquinho de uma influência sua, talvez em algum momento eu tenha olhado ali, falado, pux, é que legal isso que ele fez, um impacto que ele causou, um dia quero causar um impacto assim também, óbvio que também tem muita influência de um dia ter visto o meu pai fazer coisas assim, pessoas que me inspiraram ao longo da vida, mas tem um pouquinho de você também. Obrigado. Muito, muito obrigado. Decesões fáceis, templos difíceis, decisões difíceis, templos fáceis, eu queria muito que o meu filho fizesse intercâmbula fora, e ele não queria ir, e eu queria que ele fosse, ele não queria ir, enfim, tava tendo uma dificuldade enorme pra que ele fosse fazer intercâmbula fora. E aos 45 do segundo tempo ele foi, né, pouco contra muito contra vontade, mas ele foi, e a minha esposa me combrou um pouco em relação a isso, porque ela achou que a pessoa não queria de mais ele, mas ele foi, vai ser importante pra você, tá? E o central em caso, decisões difíceis, templos fáceis, decisões fáceis, templos difíceis. E ele foi, passou perrengue, ficou numa família difícil, pegou-os no estorma, que aquelas tempestadas de neve, passou frio, sozinho, outro pai, enfim, calz, calz, calz, né? E ele voltou, né? Ele tá indo agora para o terceiro ano da faculdade dele, né? E ele entrou agora na busca de estágios, né? E ele entrou numa empresa muito bacana, até você tá em preta, ele pode três empresas queriam ele, três empresas queriam ele. E ele optou por trabalhar, começar a vida profissional dele numa empresa maravilhosa, que eu estou muito surpreso positivamente, uma empresa que tá me surpreendendo o trabalho que eles fazem com os estágios, que é a Red Bull bite em preta, né? E no dia que ele deu o OK para Red Bull, ele mandou um WhatsApp pra mim e falou, pai, tem decisões fáceis, tempos difíceis, decisões difíceis, tempos fáceis, ele quis dizer o seguinte, qual a empresa que não quer um menino que estudou um bom escolégio, tá numa boa faculdade, que foi fazer intercâmbula fora, que, bem de uma família estruturada, tal, tal, tal, né? E aquilo, pra mim, foi um pai que não presente o choreiro do dia, porque ele deu, né? E isso é tempo, ou seja, né? Do cafilhos, não é? Esse é o modo desafio que nós temos. É. Não é o modo desafio que nós temos hoje, e quem tem filhos aqui que tá no vindo, eu tenho dois, um de 22, e o Fernando de 19 de 2002, dois filhos maravilhosos, o modo desafio, João, e você tem dois, eu sei qual é, como gerar fome para quem tem tudo? Pai da desafio, João, se prepara, eu sei que você tem filhos pequenos, não é fácil, tá? Como gerar fome para quem tem tudo, então, tá aí um desafio, se alguém tivesse essa fórmula aí, por favor manda uma mensagem pra nós aqui, que eu tô vendendo, eu, eu sei, um dealer dessa forma, como é que tu gera fome, sobretudo pra quem tem tudo, claro, somos pessoas privilegiadas, mas você, eu sei a tua história, tu não era uma pessoa privilegiada quando tu começou a sua vida, eu também não, hoje eu sou uma pessoa privilegiada, você também é, mas fruto de um trabalho consistente, duro, ao longo de toda a massas vidas. Muito bom, com essas provocações, que a gente deixa aí pra você, nós vamos terminando por aqui, essa conversa, eu tenho vontade de ficar horas e horas conversando com o rumeu, mas eu sei que você tem um período de trânsito aí, que eu preciso fazer esse podcast e caber em uma sentada nesse seu carro, então espero que você tenha gostado desse episódio, que você se inscreva. aqui nesse canal mande mensage para todos os seus amigos para ouvir esse episódio e eu ia dar a roupa do Romero nas redes sociais e ele falou "O que, Timão, é o pessoal com o Anel?" Eu respondo todas as mensagens, todos as mensagens, eu navego, eu só não posto por uma questão de uma pessoa minha, meu, meu, meu, você me chama de Rumeu o tempo todo, mas tudo me conhece com luzes da aléia, né, né, né, então, é B-U-S-A-R-L-L-L, é a roupa, vos arelos tanto pro link de Instagram, Facebook e eu respondo a todas as mensagens que, me são inviados, eu só não sou um, um postador por uma questão de decisão pessoal minha, mando a mensagem lá para uma roupa, buzarelo dizendo que você tinha esse episódio aqui, tá bom? gente, valeu, muito muito obrigado, até a próxima, valeu, buzarelo! [MÚSICA DE FUNDO]

Podcast Summary

Key Points:

  1. O conhecimento no marketing não é acumulativo, e com o tempo, a prática e a experiência são mais valiosas do que a formação acadêmica.
  2. A influência de um professor ou mentor é duradoura e se manifesta anos depois, quando os alunos se destacam e referem-se ao que foi ensinado.
  3. A segunda metade da vida exige cuidados com saúde, relações, capital financeiro e intelectual, pois é uma fase de transição onde a carreira pode se tornar mais curta e complexa.

Summary:

O episódio apresenta uma conversa profunda entre o apresentador e Romeo Buzareto, um dos maiores mestres do marketing do Brasil, que compartilha reflexões sobre a trajetória de carreira, a importância da experiência prática e da conexão humana. O autor destaca que o conhecimento no marketing não se acumula com o tempo, mas evolui por meio de experiências reais, como testes rápidos e interações diretas com clientes. Ele ressalta que a influência de um professor pode persistir por décadas, marcando a vida de seus alunos.

A segunda metade da vida exige equilíbrio entre saúde física e mental, relacionamentos significativos, capital financeiro e intelectual, pois a carreira em marketing é curta e exigente. O profissional deve se manter ativo, curioso e aberto ao aprendizado, passando de uma atitude de "formação" para uma de "conexão e observação". A experiência do mercado, o uso de ferramentas como MVPs, testes rápidos e ações práticas são essenciais para convencer decisores, especialmente os financeiros, que valorizam custos e resultados.

O episódio enfatiza a importância de se manter em movimento — de olhar para fora, viajar, consumir diferentes culturas — para expandir o repertório e perceber mudanças. Além disso, a conversa inclui reflexões sobre decisões difíceis, o papel dos pais como mentores e o valor da conexão humana. O autor encerra com um chamado para ações diárias: ler, conversar, ouvir, viajar e aprender, e destaca que o verdadeiro aprendizado ocorre fora da academia, na prática e no dia a dia.

O podcast é apresentado como um espaço de troca, de desafios e de inspiração, onde o professor e o aluno se encontram em um ciclo contínuo de crescimento.

FAQs

Sim, conforme o professor, a influência de uma pessoa pode persistir por décadas, pois muitos alunos e colegas lembram de suas aulas e trechos que marcam suas vidas.

Diferentemente de áreas como engenharia ou medicina, o conhecimento em marketing não se acumula ao longo dos anos; ao contrário, o profissional precisa constantemente se atualizar e aprender de forma prática.

O marketing de hoje é mais pragmático e focado em experiências reais, do que em marcas e ações cosméticas. A experiência do cliente é o que mais influencia as decisões futuras.

Ao fazer testes pequenos (como MVPs), mostrar resultados práticos e demonstrar que o marketing gera retorno com base em dados reais, o profissional pode ganhar a confiança do financeiro.

Os quatro pilares são: capital intelectual, capital de relacionamento, capital de saúde (física e mental) e capital financeiro, todos essenciais para uma vida equilibrada na segunda metade da vida.

As conexões são fundamentais para o crescimento profissional, pois o profissional de marketing que não tem rede não avança. A rede ajuda a encontrar oportunidades e compartilhar insights.

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