Bernardo Fernandes, fundador e CEO da Bling, uma startup portuguesa especializada em energia solar, apresenta um modelo inovador de subcrição onde os clientes pagam uma mensalidade sem nenhum investimento inicial. A empresa instala painéis fotovoltaicos e baterias em casas e condomínios, armazenando energia produzida durante o dia para uso noturno, garantindo poupança nas faturas elétricas. Com foco no longo prazo, a Bling oferece manutenção, troca de equipamentos e suporte técnico, posicionando-se como alternativa aos grandes players tradicionais da energia. O modelo atrai investidores de fundos de pensões e infraestrutura por seu retorno estável e sustentável. Bernardo destaca o papel da liderança com motivação interna, da equipe autônoma e da capacidade de superar desafios, como a resistência de grandes empresas ao novo paradigma energético. A empresa começou com testes locais e construiu um histórico de sucesso antes de escalar. Apesar dos desafios regulatórios e administrativos no mercado português, a cultura de inovação em startups está em crescimento, impulsionada por aceleradores, hubs e um espírito de empreendedorismo cada vez mais forte. O futuro da Bling está ligado à transformação do consumo energético, com foco em autoria, sustentabilidade e equilíbrio nas redes elétricas, contribuindo para uma transição mais eficiente e democrática na energia.
[Música]
E a mil vão embora não, direto.
Més e menos a trabalhar nisso, como a pessoa psicológica ainda é maior.
E aí, tipo, tipo, tipo, tipo, tipo, tipo, tipo, prosperar bem funs.
E de muro, seria dessa, dessa nova negra.
É o que lidar da radio observadora sou recardo com sessão e comicus tão especialistas
em liderança mil tansozas e jores em metade.
O nosso convidado é Bernardo Fernandesse, fundador e CEO de Blink, uma start-up portuguesa,
que propõe um pagamento de uma mensalidade a quem instalar paines solares e sem o investimento
inicial.
Uma start-up que, ao milhão inicial, conseguiu, entre tanto, engarear mais dezenove milhões
de euros.
Ela é essenciada uma instanpla 9 SP, conformação também na ASC, como é que valeu.
Não, acho que sim.
ASC.
Ah, não sei.
Ah, não sei.
Ah, não sei.
Ah, não sei.
Ah, tá bom.
Estamos em casa.
Ela é essenciada uma instanpla 9 SP, conformação também na ASC, de Paris.
Esteve dez anos a viver fora e a trabalhar, Timor, Paris, Londres, onde ganhou-te uma experiência
no setor da energia, corre, gosta de jogar tennis, ainda tem tempo para literatura, geopolítica,
também gosta de ler sobre negócios, gosta de viajar por África, tenho fascínio pelo
continente africano, é casado, tem dois filhos, bem vindo, Bernardo Fernandesse.
Obrigado.
Bom, Londres, para fundar uma startup em Portugal, onde é que estava com a cabeça?
Ótimo perguntar.
Isso foi uma pergunta mais de 12 meses, fiz com fiesto todo dia.
Mas estava nos plantos originais, ou seja, sempre vi o meu caminho como ir para fora, ganhar
as experiências em diferentes setores e em diferentes países, para poder trazer essa
riqueza mais tarde para o Portugal, no fim do dia, é a minha origem.
Como é que se decido mergulhar de cabeça num desconhecido, ou seja, numa criar uma startup
neste caso, a Bling, isto é muito arriscado, é um risco muito calculado, como é que
foi o processo?
Eu acho que o risco é sempre grande em qualquer startup e o que se querá contextualizando,
onde eu estava em Londres, a trabalhar no mundo de energia e investimento, e estava
a trabalhar na Europa, nos Estados Unidos, a ver muitos projetos diferentes, em muitos
setores.
E como se eu perceber, algumas mega trends que já estavam sentirem aos cítios, mas
Portugal estava um carinho atrás, e foi um crime com isso em mente, e já com as ferramentas
que fui aprendendo ao longo do precurso que fiz, que se decitava que estava anora.
Estava anora de desligar, de tirar o fato, gravar, e voltava para o Portugal a regressar
as mangas e lançar a Bling no mercado.
E isso?
Exávamos, por favor, melhor que faz a Bling, mas Portugal, pelas condições de gráficas e atmosféricas,
é um bom cítio para esta empresa.
E iria mais longe, não só pelas condições de graficas, mas também pela redes de la ciência
de que existem.
Por o facto de existir em contadores inteligentes que permitem acusar ativos de energia,
façam muito mais do que apenas produzir para uma casa ou para uma indústria.
Estou expliquemos lá mais ou menos o que faz a Bling, só para percebermos melhor.
A Bling é uma empresa focada no segmento residencial e oferece energia limpa em subscissão.
Ou seja, uma pessoa em vez de estar a fazer um investimento para poupar na estolar, para
poupar a trilha e as poupar a regla dos carros elétrices em casa, apenas paga uma mensalidade.
E esta mensalidade é a baixo do que vai poupar na fatura ilatilada, portanto é o zero investimento
poupança desde o primeiro dia.
E isso é garantido, ou seja, que vai poupar mais. E este é com base em toda uma análise do consumo e da produção para cada casa específico
e uma provisão de como isso pode evoluir nos próximos meses e anos e com base nisso
é dimensionado o sistema para maximizar a poupança.
E esse capital que for um buscar para alimentar, porque sim, um precal investimento à cabeça
é muito revoltado para antes de conseguir interretorno financeiro.
E isso também são para isso, certo?
Uma parte sim, ou seja, o grande desafio de uma startup é sempre fundraising e arrancar,
assim, com esse investidor, e nós tivemos um desafio que é mais excrecido, porque
o normal é de uma startup e buscar o capital de risco, venta a cá, mas o cuidado de risco
quando olha, por uma resposta de investimento, isso vai para. Vai para investimento em ativos físicos, e se não desmultiplica como é preciso de
novos planos de nosso?
Não, não dá.
E, portanto, é preciso encontrar também uma tipo de investidor que procura esses ativos
fixos muito fim do dia.
Tô investido em panelasulares, em baterias, com as vidades tremendas e um yield, um yield
fixo, que é interessante, e existem investidor, que é o yield, nem toda a gente, nem toda
a gente, nem toda a gente, nem toda a gente.
Da perspectiva da empresa, há um investimento e há uma mensiedade paga que está a girar
a propança, porque está até o when, when, poca, cliente e paga a empresa, mas a mensiedade
paga que está a girar este retorno para os investidores, que ficam satisfeitos com isso.
E há uma estabilidade a se retornar para tidas, conseguir ter uma base de clientes fortes.
E isso, acho que é um fator também atrás de investidores para esse tipo de investidor,
que são fundos de pensões, fundos de infraestura, fundos que tem uma visão muito alarco para
isso, ficado também na tradição energética que não pode ser a peça, porquê é um investimento
feito e tem uma massa crítica para justificar.
Exatamente, tem que ser um portfólio, isso é muito bem silenciado, foi um dos nossos
primeiros desafios que foram para encontrar investidores que procuram este tipo de infraestura,
eles não procuravam investir sem elenos, e portanto isso foi, nos desafios, foi construir
o primário portfólio e depois cudem e começar, e como é isso?
E como é que se faz isso?
Vai bater a porta à porta do fone, se explique-nos lá como é que foi o processo?
Então, voltei de longe, estava aí com um live de sonhos de jovens no Rio de Janeiro,
já isso?
Nada, corre.
Olha, tem dois melhores que nos passar.
O problema é que funcionam sempre a parte da dupla e qualquer coisa.
Exato, exato, exato.
Então, como é que isso começou?
Estamos a encontrar pessoas, a França e a família, o primeiro é a perguntar, para
fazer instalações de pessoas que, onde conseguimos fazer testar o produto, analisar, etcétera,
que se deu, se que havia vantado, investidores não havia, portanto foi financiado das
poupanças equilhidas em Londres, e a pouco e pouco começamos a montar um pequeno
track record.
E aí sim, já conseguimos ter um caso para explicar, é investidor que não era um deste
infraestratório.
A investidor, quando mais, pode fazer uma startup de crescimento, isso é roca.
Isso tem que ir que minha, então eu consigo montar um pequeno portfolio, a capacidade
para muito mais.
E pronto.
E sim, foi se fazendo.
E a quanto tempo é que a empresa foi fundada?
Então, começamos, ativamente, no início de 2023, sem anunciar nada e, portanto,
a fazer nestas primeiras instalações, e no Verão de 23, ao mesmo momento que fechamos
a primeira Honda de precede, lançamos no mercado, oficialmente.
O Bernard, e, imagina, imagino que tenho de ter um contrato também com algum prazo,
não é com os clientes, porque o cliente não pode decidir, não mesmo, agora já não
quer, porque o investimento está lá, ou seja, evidentemente, o reverso de haver um poupança
também para o cliente é que tem de ser compensado no longo prazo, é isso, não?
Exatamente, ao mais estabilhado, o contrato é uma subcrição, mas ao contrário de
construção do Nestrix, uma pessoa cancela, porque não há a TVX, não houve um investimento
na casa, é que há um investimento, há uma upgrade da casa, é que melhora as poupanças,
melhora o valor do próprio domingo liário.
E, portanto, o contrato é, normalmente, 20 anos, ou que permite minimizar o volomensal,
porque se fosse mais curto, vocês não podem ser não tão imediatos.
E o cliente, no fim do dia, procura muito a ser poupança de iniciais.
E, no final, o equipamento fica para o cliente?
Tem uma questão que está a lotar com os gigantes estabelecidos que têm ofertas, por menos
prometem algo parecido, né?
Como é que abrindo compete com as "players", passando aqui no Ingludio, mais uma vez,
mas. Os jogadores.
Os jogadores sou tão bem, não é?
Os jogadores internadores.
Os jogadores que já estão num mercado.
E, se é das minhas prontas preferidas, e passa a explicar, os jogadores que estão
interessarados em um mercado, temos a falar de um antigo mundo público, e, portanto,
temos a falar de mega empresas de energia e audio-tailer em isolar legais.
É. São plays tradicionais.
São plays que são lentes, moram a adaptar a oferta, que o foco no cliente não é tão
grande como poria ser.
E, a nós, abrindo uma oportunidade, uma starta apolta contra um glia, é. é bíblico.
E, abrindo de repente, uma oportunidade e isso com um produto diferenciado.
Ou seja, o que nós demos, uma substituição verdamente a longo prazo, tudo incluídos.
Manteção, troca de equipamento, tenta gratifora, o que for está tudo incluídos.
Isto tem muito trabalho de técnico de engenharia por trás, mas, também de estruturação
financeira, ninguém faz que a pessoa nascesmente.
E estas mega-utilidades, que são concorrentes, estão até uma cair interisherade, não tão
bem focados nisso.
Isto está lá, Tim.
Para ela, se está lá, Tim, deixa lá os meus descomissar a fazer isto, se isto começar
a ganhar alguma escala, compramos que pode ser a vossa estratégia de seguida, né?
Pode ser uma perspectiva de multi-nacionais, veremos.
Mas. Mas sim.
E não tem. Não tem que concorrência, porque realmente, quando isso acontece, né, quando estas grandes
vêm os pequenos a ter sucesso que compranos, ou podem criar um negócio para ela ao lado.
E acho que o negócio para ela já o tem, ou seja, a gente, nós começamos já, já é
diferente, se ela vai para a nesta larga computadora.
Exato.
Mas não fazia com este business model e não faz com esta perspectiva de proximidade
e tudo.
O que nós trazemos?
Só o fotovol. Desculpa, diz.
Não, não, não, diz.
Só o fotovol taico.
Temos de falar.
Panéis de fotovoltaicos, baterias, com hoje em dito, em razo, importantíssimo, e é chave
nas frases, na transição.
Pato no ar.
Exato pra conseguir.
Permite.
Permite o armo a noite.
A noite.
Permite o armo a cabezça, né?
Sim.
Os investimentos estão nas baterias mais que nos painéis da tema.
Sim.
Mas tal como os painéis têm entendido para esse. Sim.
Com muito, muita força.
E é o que faz com que isto faça sentido.
Porque o regime não é assim, né?
Para que nos ouve.
Portanto, energia solar funciona durante o dia, de se for direta, né?
Se dá para pôr a máquina, ela va ropa, essas coisas todas, mas a noite não funciona.
Ou seja, as baterias compensam essa parte.
É preciso valer o mazenário, energia recolhido durante o dia, depois a noite disponibilizar.
Sim.
Sim.
É por isso que funciona.
Isto, e ainda sobre. sobre. esta parte do negócio.
Você só funciona com vivendas, ou também dá para predes habitação.
Já agora?
Primeiritariamente vivendas.
Predes habitação, um bocadinho mais difícil.
Ou seja, quem vive num condomínio pode obter autorização do condomínio, para fazer uma estalação.
E nós fazemos.
Diretamente, para os condômen, sim.
Sim.
É outra tipo de energia.
Exato.
Esses são as comunidades de energia, etc.
Que têm bastante barreiras a dia de hoje.
É uma questão ainda voltando às referências bíblicas.
Até que punta que ser o David Controglias dá a esta motivação para entrar nesse projeto.
É uma motivação forte.
Não só para mim, mas para a gente, para toda a equipe, para mudar um bocadinho do status quo.
É emocionante.
Mas solarem para as nossas casas.
Minera como nós consumimos energia.
E, quem está a dar fornecer essa energia, é igual a 20 anos.
Ou mais.
Não mudou.
E os presos são altos e as pessoas não fazem nada contra isso.
É uma ofilidade para trazer uma ofilidade fresco.
E vocês cobram taxa de televisão.
Também não.
É esta vez no futuro que temos obrigada a tal, mas para já não.
Quanto as pessoas são?
Agora na infância.
São 36.
36.
Eu queria perceber-me que é o melhor, porque há sempre fascinante a esta parte.
Este é o programa sobre liberança.
Como é que o Bernardo é preciso muita curagem para fazer uma coisa destas?
Como é que te finiste?
Eu acho que é psídeo da zona de conforto.
Eu acho que uma pessoa, ao longo da sua carreira, vai ser em da zona de conforto.
E receita novos afilhos, a gente também é uma empresa, seja uma data setora, etc.
E o importante é que uma pessoa seja desafiada.
E com esta aprendizagem consegue fazer replicar uma coisa no mundo de estar atrapensidas.
E fora da zona de conforto, é te lidar com muitos temas.
Quer dizer, não tinha que lidar ou não saber lidar, e que tenho que descobrir como lidar.
Mas vale a pena.
O Bernardo há pouco o Ricardo perguntou-lhe, onde é que ele veio a esta ideia.
E o Bernardo respondeu "bom, essa foi uma pergunta que eu me fiz a minha própria durante 12 meses.
Fazendo uma sequência essa pergunta.
Imagina que tenha muitos desafios e muitas dificuldades no dia a dia por inerência.
Não é como é que a supera e como é que no exercício da sua liderança,
como está estruturado o seu dia a dia, sua equipa para garantir que a esta resiliência.
Acho os primeiros passos, e que continuamos a fazer, foi juntar a equipa certa.
E equipa certa são a muita coisa, mas acho que são dois pontos importantes.
É uma vontade de escutar, de levar as coisas para a frente.
É uma motivação intrínseca de regressar as magas.
Isso é alimentar e estratégico no startup.
O segundo é trazer o "no-how" ou conseguir construir o "no-how" desde diferentes áreas.
Por exemplo, nós começamos muito bem em considerar de perspectiva técnica de engenharia de energia.
Ou seja, como fazer instalações, tipo de panestlar, connetores, juntores, etc.
Fomos buscar este "no-how" em "advisor".
Uma pessoa que já me tinha cruzado a minha vida anterior e entrou no projeto para nos aconselhar.
E replicamos esta approach definitivamente.
E conseguir ir buscar "no-how" a quem conhece e depois ter a capacidade de escutar.
E agora que tem esse "no-how", eu imagino que isto também vai sendo atualizado
e vão pensando em formas de acreditar a sua proposta de valor,
mas do ponto de vista de pessoas, mesmo com esta motivação intrínseca,
como é que garante que há esta transferência de conhecimento e esta transferência de motivação?
Porque são 36 pessoas, como é que é que é esperante que com toda a insasteza no futuro,
do ponto de vista de liderança, mobilizamos as pessoas?
Acho que começa por uma motivação que temos a falar.
E depois, o perfil das pessoas que entram e que vão entrando na empresa,
são perfis com muito autonomia. E isso é essencial.
Ou seja, velha máxima, ótima responsabilidade ligada a isto é chave.
Muitas pessoas lá trabalham, são self-driven.
E depois venha a sua liderança, venha as suas fias diretas e indiretas.
E liderança, por exemplo, de que está a querer levar a coisa mais longe.
Quer perceber um produto melhor, que está a levar um novo software para um pom mercado.
E isso ajuda, para que as diferentes linhas vão subindo
e vão percebendo como é que se consegue mais longe do que nós estamos a fazer hoje.
Porque essa é a única sede da que temos.
O que estamos a fazer hoje?
Vai ficar melhor.
Vai ficar obsoleto, não?
Exatamente. E portanto, e acho que está inerente na cultura desde o início.
E começa no rostamento e depois no dia a dia das pessoas.
Por precisar dos dois coisas, as pessoas que têm a determinação para continuar a fazer caminho.
Mas ao mesmo tempo, as pessoas que apesar da determinação reconheçam o que já não é por aqui.
Isso calhará alguns momentos de volta e volta a estar casando.
É. Isso é sempre um desafio.
E já agora nós temos muito a falar, que falamos aqui daqui que são da arrogância.
E da vantagem que pode haver em haver uma certa chance de confiança ou uma fase inicial.
Ao meu verso sentiu um pouco assim, teve que puxar um bocadinho assim e centralizar
e transmitir uma confiança e uma certa arrogância que se calhar tem o seu risco.
Eu percebamente a pergunta, eu acho que o exemplo que se falou anteriormente de Fundraising.
Comversei a investidor. É um caminho difícil.
Um pessoa vai falar com um investidor que já virou milhares de negócios,
eles terão milhares de tipo de dias diferentes.
E vão apresentar uma ideia, um produto.
A confiança, como falamos, é eu mentar ou seja, a confiança nunca uma pessoa estava a fazer
e saber exatamente como explicar, com isso era outra parte e conseguir levar o bom porto a conversa e a chave.
Falta a confiança é muito difícil.
Agora, importantíssimo dar espaço a dúvidas.
Dar espaço a quem conhece o setor e a quem conhece o 3 tipos de investimento,
de te pones prontos em cima da mesa e uma pessoa não ter logo a respostas.
Não, isto é assim, eu saio porque eu saio.
Mas abrir, abrir mão de ok, isto pode haver aqui coisa.
Muitas vezes também não há e é preciso ter confiança a dizer não.
Isso com base do que eu saio, acho que não, mas isto, ok, vamos pensar sobre isto.
Porque acho que o investidor é provavelmente valer.
Eu quero sentir se a pessoa tem confiança e de terminação e está para disposto a avançar
e ele está contra todas as visites que vão surgir.
Mas ao mesmo tempo, se aprende e se me houve, isso é porque o investidor quer ter voz, né?
E se eu sinto que a pessoa nem sequer dá espaço para aprender e provire a minha opinião?
Sim, acho que isso é a short lift.
Uma pessoa que a gente assim não vai aprender com um factor externo e não se vai conseguir adaptar.
Portanto, corre o banho agora, mas não corre o banho amanhã.
Mas imagino que tenha lidado com muitos nãos, né?
E números.
Como é que o Bernardo Lida lhe dou com isso?
E como é que preparou a sua obra para a sua equipa ainda hoje para esses nãos?
E o primeiro é perceber os nãos.
É perceber o dona que vai em quais as razões e as razões contestam.
A razões diretas e que faz sentido e que realmente isso não se adicua por a razão A, B, C.
E aí é conseguir perceber isso e perceber se temos que adaptar o nosso caminho,
se não temos, temos que rever.
E por que há outras razões que caramba a pessoa tem que descartar e continuar o seu caminho com confiança?
Bernardo, esta é uma estrada de dois sentidos. Portanto, os investidores escolhem-vos a voz e vocês também escolhem os investidores.
Evidentemente, quando o negócio precisa urgentemente ser financiado, o poder está a mais de quem financia.
Mas é uma pergunta do ponto de vista político sensível.
Vamos neuralizá-la.
Sentiu alguma vez que mesmo o precisante dinheiro e mesmo que um dos investidores,
que acabaram por não investir na link, ainda bem que não investiram porque eu não gostaria de trabalhar com esta pessoa.
Sim. Ok. Acho que a escolha é, como dizia, é muito.
E esta escolha tem que ser bem ponderada para as coisas correm bem no futuro.
E o equilíbrio de escolher está muito bem incliorado.
Por isso, os investidores procuram boas oportunidades para ocorrem pessoas com vontade de discutar, etc.
E, portanto, se saber disso e saber encontrar os perfis de investimento que não só vão trazer o capital, mas chinta-mãe o no rau.
A vontade de ajudar, a vontade de desafiar, de nos pôr em causa, de se não estratégicas.
Para revermos, para melhorarmos, etc. Isso é chave.
E quando a pessoa procura financiamento, procura o investidor, tem que ter isso muito.
E é muito difícil montar um negócio em Portugal?
Não dá trabalho. Não vou mentir.
Então, eu, deus e quando, por mim, considerassem, não devia ter começado em outros.
E. tem uma espécie de danca, né? Eu acredito que. Prezes, temas administrativos, etc.
Cá as coisas funcionam, mas ainda um bocadinho em outro disco, não vou mentir.
E portanto, esse acelerador inicial funciona cá, mas podia ser bastante melhor.
O que tu contente muito cá é esta nova cultura de startup, que começa a estica vez mais.
Com os hub, com os aceleradores que cá existem.
A cada vez mais pessoas, e cedo a faculdade da nova, etc.
Eu não vou trabalhar para bem, que não vou trabalhar com um consultor.
Eu vou montar uma startup, ou eu vou trabalhar para uma startup, porque eu vou de começar.
Este espírito que começa a contagiar as pessoas no mercado, que a gente fala,
ajuda a mudar o que nem o paradigma e levar a deste tipo de prédio para frente.
Quanto a solidão não é.
Portanto, sendo que isso é mesmo, verdade, não é só conversa de sinto de Portugal.
A mesma coisa, o sistema surgiria as pessoas cada vez mais.
Tem um papel também, em portanto, isso é uma nova e outra nova, mesmo.
Concordo para a mente.
E olhe para mim, eu sei da nova malicious iteration em 2002.
2002, eu sou opcional de dizer, "Oi, trabalhar para Paris ou Palões?"
E tinha que encontrar uma coisa, eu me sei se o que é 3 anos de hora fácil.
Ou trabalhar para cá, talvez em banca ou em uma consultora.
Mas nunca tinha considerado ir trabalhar para uma startup.
Talvez, numa dequeles hyper-scalers de uma Google na Irlanda, talvez.
E não é bem de start-up, é mais para alcomuncial, etc.
Faz uma startup para cá, porque ela nunca me tinha ocorrido.
E agora, olhe para as pessoas saindo da nova e com muitos falos e vários contratámos.
E não, e vêm com esse mindset, tanto mindset mudou.
E depois o acoso tem a volta a começar.
E tem estrangeiros que vêm estudar para a nova, passando aqui a publicidade.
E que quer um propô está a ficarar cá e criar negócios.
Acho que é uma proposta de valor muito interessante de trazer-te além de para cá que quer criar cá em pedaço também.
É um ótimo sinal.
Vamos às nossas perguntas fixas, que temos para todos os convidados.
E queria começar, pelo pior momento, a carreira, qual foi o dia mais negro?
Trebanendo em Londres, no Fundo Praverécu, e os projetos eram muito intensos.
É um projeto de compra de uma empresa, analisar das e uma indústria.
Uma pessoa que não conhecia nada é trabalhar com centenas.
É uma pessoa que não conhecia nada.
É. que são gerir pessoas e personalidades e expectativas, especialmente quando há montantes
evoltados e investidos, o cupelho há algum tempo, mas desde que a razão pela qual
essas pessoas entraram, fazia sentido desde o início, e que foram bem escolhidas mais
além do capital, pelas pessoas que eram e pela capacidade que tinham de ver o futuro,
e as coisas já estão em que a menina nato.
Eu sou uma espécie de alto-sai da Nistro, não percebi nada disso, só para ter uma ideia
sobre os fredes, as conversas com os financiadores, são muito parecidos, aquilo que vemos no
lago dos tubarões, lá que dos tubarões uma subtilha, se eu tintinha, acho que pode ver
um bocadinho disso, acho que é um bocadinho, né, de fazer uma inflaçinada para ser um
bocadinho, para ter um real do seu quase, se não ser há prontos de ures, mas normalmente
com um bom investidor, há um trabalho caso que já fui feito, há um entendimento que
ia fazer e, portanto, são conversas de duas partes, e substanciadas, e profissionais, mas
também é a reconhecimento do outro lado, mas pode ser falso, não é, é uma persona
para ter um teste, que líder ou líder ou inspiram?
Isso é um ótimo pergunta, eu vejo e leimundo sobre muitos diferentes líder, vejo o que
está a acontecer agora, hoje em dia, com os histórias de sério do tema, vejo exemplos
de boa liderança, mas não fixa um líder a dizer que este é estrelapelar, este é o
seguro, gosto muito de desempenos de líder que tem ontem de uma visão, que tem conseguido
levar isso a cabo, mas que consigam trazer também um mildades para o processo que o fazem,
e isso não é preciso estar no mundo de negócios, pode estar no mundo da política em muitas
outras coisas, e isso é de meio, mas não pensa numa determinada situação, como é que
o pessoal absorver, resolveria isto?
É, sim, e não sei se é pelos mildades, mas os líderes americanos já aumentam o seu
exemplo, é que estou a falar mais no perspectivo do negócio, e sim penso em um cadinho
como é que, como é que os vídeos perguntas cita, mas inspiracional e muito emocional,
penso, é um crime que estamos a falar com háidos, ou seja, tudo isto começou, ou
esta conversa hoje em manhã, eu falo de prêmios nobes, e tinha um exemplo muito claro
que o marco de certa forma, que foi, não sei, ramos a orta, atual presidente Timor,
prêmio nova da paz, não me há dos anos 90, ouve uma razão em turística, por trás
disso, para realmente tentar reclibrar a balança da ocupação indonesa e de Timor,
de modo que Timor consiga ter mais passe nos mildades e consiga ir para a sua independência,
e vejo, sinto ramos a orta, um vontade de levar a cabo uma missão para o seu país,
que foi trazer a independência, que foi emocionante, em mesmo durante a primeira parte, onde
foi o presidente e teve que lidar com muitas situações adversas no país, que acabou com
dois tiros, literalmente, e uma evocução paustral, e conseguiu voltar e fomentar a paz, somente
devido a ele que olhe e digo com olha com a admiração, pois não quer dizer, sem precisar
assim.
O Ronaldo está uma pergunta de curiosidade, pelo seu precurso, porque mencionou a pouco
que o Steve Timor, foi quando foi a Timor, já tinha esta curiosidade e a esta admiração,
ou quando ou passou a ter maior consciência depois de ter lá, depois de ter lá estátis.
Hoje foi muito muito, diretamente a licenciatura aqui da nova, e também há dois anos, foi
um momento interessantíssimo, e foi um choco cultural e uma aprendizagem muito rica.
E já é agora das mesões porra, um bocadinho isso, para perceber também, da super expectiva,
como é que foi passar de Timor, que deve ser uma realidade muito diferente da nossa tropical,
para Londres, quer dizer, são dois mundos, foi um choco térmico, muito diferente, não é?
Sim, eu passei ao ser ativo 2 anos em Timor, trabalhar e fui a seguir fazer o mais trato para
perder isso.
Portanto, acho que foi uma atrizição mais suave, não foi direto para o mundo do corpo,
eu tenho em Londres, mas eu vou um choque, mas eu vou tomar muita riqueza que aprendi em
Timor, mais a nível humano, é que trouxe, e que teve um impacto de menos, tanto na parte
mais acadêmica, como depois no trabalho que fiz em nove anos, ou um dos anos?
Porque é, em portanto, também, nunca para dermos o lado mais da vida, né?
Vamos a última pergunta, tem sonho, há sonhos por concretizar, além dos 10 e dos 100 megawatts.
São em que os menos quantitativos, olha nas feras profissional, eu acho que é a mudança
do paradigma da energia, temos a começar, temos nos primeiros dois passos de 10,
que são necessários para mudar a maneira como energia é consumida, e como chega a casa
das pessoas, e mudar no bom sentido, trazer muito mais outra na minha, trazer muito mais
propância, e trazer uma ownership de uma pessoa não tarde, dependendo de quanto vai ser
o fato de eu dar de cidadas deste mês, e acho que é verdadeiramente as ferramentas
para mudar isso, e para revolucionar o mundo da energia.
Mas isso também, por exemplo, temos falado muito disso, da instalação de grandes unidades
fotovoltaicas, ou seja, há sempre um lado entre o negócio e a vontade de invarir avançar
e depois o resistência de grandes com argumentos ambientais, enfim, como é que podemos
encontrar um ponto equilíbrio, porque toda a gente quer ir energia verde, mas depois
não é que era a porta de casa, não é?
Sim, nós oramos muitos, ao que se chamou de centralizado, o de centralizado é utilizar
infraesturas já existentes, para conseguir produzir, o exemplo mais rápido é numa casa
por os lados nutlados, é numa fábrica, e por aí antes, portanto não estar a ocupar
de reinarável, ao floreste, ao que for, com megas de celestras, mais chintras, elas
para o ponto com o som, e isto tem outro beneficio que é a reeds elétrica, de retirar peso,
de retirar peso na reeds elétrica.
É mais resuelente também?
É que a gente é com uma vacilidade também, não vou mentir, mas traz a residencia.
E por favor se me dou um negócio também, porque acabam por vender-los para garantir venda
em uma parte de volta à redner, imagino que também é muito interessante com as baterias,
porque as baterias permitem decidir que a hora que se vai entregar em uma energia de渊,
que vai contra a ciclo.
E isto tem dois pontos, um tem um ponto económico, e consegue capturar um preço mais alto,
e o cliente ganha com isso, mas o outro ponto é que consegue trazer e equilibrar a red,
ou seja, tudo que temos estado a falar, dos apagões, dos eclíbros, vão ser constantes
e continuos.
Agora há uma necessidade de investimento de tremenda na red, porque mudaram os paradigmas
de eletificação em Portugal, e é uma parte de as cidades acilentais, e consegui trazer
estas soluções de armazenamento, para casas de pessoas, pode ajudar esse equilíbrio
e diminuir em parte, não é um número, é sua gran parte, mas é uma boa parte, em
cidades de instrumento da red.
Muito obrigado por ter acertado nosso convite, obrigado, obrigado.
Queridilíder, Georges Mielton.
Um razo mané.
Um razo mané.
Um razo mané.
A mais queridilíder.
Podcast Summary
Key Points:
Bernardo Fernandes fundou a Bling em 2023, uma startup portuguesa que oferece energia solar em modelo de subscrição, com zero investimento inicial para o cliente.
A empresa se diferencia por integrar painéis fotovoltaicos e baterias, permitindo produção durante o dia e armazenamento para uso noturno, maximizando a poupança energética.
O modelo de negócio atrai investidores de fundos de pensões e infraestrutura devido à estabilidade, ao retorno fixo e à capacidade de gerar valor sustentável em longo prazo.
A Bling começa por testar o produto em pequenas instalações, construindo um track record antes de buscar investimento e expandir para o mercado nacional.
A empresa enfrenta concorrência de gigantes tradicionais da energia, mas se posiciona com um diferencial de proximidade, manutenção inclusa e foco no cliente.
Bernardo ressalta a importância de sair da zona de conforto, de liderar com motivação intrínseca e de construir uma equipe autônoma e orientada para a inovação.
A escolha dos investidores é estratégica, exigindo não só capital, mas também vontade de desafiar, aprender e colaborar para o crescimento contínuo.
A cultura de startups em Portugal está em ascensão, com aceleradores e hubs que estimulam a inovação, mesmo em um ambiente administrativo ainda em desenvolvimento.
Summary:
Bernardo Fernandes, fundador e CEO da Bling, uma startup portuguesa especializada em energia solar, apresenta um modelo inovador de subcrição onde os clientes pagam uma mensalidade sem nenhum investimento inicial. A empresa instala painéis fotovoltaicos e baterias em casas e condomínios, armazenando energia produzida durante o dia para uso noturno, garantindo poupança nas faturas elétricas. Com foco no longo prazo, a Bling oferece manutenção, troca de equipamentos e suporte técnico, posicionando-se como alternativa aos grandes players tradicionais da energia.
O modelo atrai investidores de fundos de pensões e infraestrutura por seu retorno estável e sustentável. Bernardo destaca o papel da liderança com motivação interna, da equipe autônoma e da capacidade de superar desafios, como a resistência de grandes empresas ao novo paradigma energético. A empresa começou com testes locais e construiu um histórico de sucesso antes de escalar.
Apesar dos desafios regulatórios e administrativos no mercado português, a cultura de inovação em startups está em crescimento, impulsionada por aceleradores, hubs e um espírito de empreendedorismo cada vez mais forte. O futuro da Bling está ligado à transformação do consumo energético, com foco em autoria, sustentabilidade e equilíbrio nas redes elétricas, contribuindo para uma transição mais eficiente e democrática na energia.
FAQs
A Blink oferece energia limpa em subscrição para residências, com painéis solares e baterias. O cliente paga uma mensalidade, sem necessidade de investimento inicial, e obtém economias com base na análise do consumo e produção energética.
O cliente poupa diretamente na fatura de energia desde o primeiro dia, sem investimento inicial. A mensalidade é menor que o valor que seria economizado, e o sistema é personalizado com base nas características específicas de cada casa.
Sim, a Blink pode instalar painéis solares em condomínios, desde que haja autorização do condomínio. A empresa realiza essas instalações diretamente com os condôminos.
O contrato dura normalmente 20 anos, o que permite uma estabilidade financeira para o cliente e uma previsibilidade de economias ao longo do tempo.
A Blink oferece um modelo de negócio com total inclusão de manutenção, troca de equipamentos e suporte técnico, tudo incluído. Além disso, atua com foco em longo prazo e proximidade com o cliente, diferentemente das empresas tradicionais.
Por oferecer um investimento em ativos físicos com retorno fixo e estável, como baterias e painéis solares, alinhado com a visão de longo prazo e segurança dos fundos de pensão e infraestrutura.
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