Bocadinhas 03 - Doenças Venéreas e Outras Delícias
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A transcrição apresenta uma conversa descontraída entre três participantes sobre doenças sexualmente transmissíveis, misturando humor, experiências pessoais e informações médicas. Eles iniciam destacando a importância do preservativo, mas logo entram em um tom irreverente, discutindo tópicos como HPV, verrugas, sífilis e outras DSTs. O HPV é mencionado como um vírus comum que pode causar verrugas em várias partes do corpo, e há relatos pessoais sobre como lidar com elas, incluindo uma história cômica de uma verruga removida acidentalmente. A sífilis é descrita como uma doença grave que pode afetar o cérebro, mas os participantes reconhecem que o tratamento atual é mais eficaz. Eles também abordam o constrangimento de consultas com urologistas, com anedotas sobre exames e interações desconfortáveis. A conversa inclui reflexões sobre a dificuldade de descrever sintomas e a tendência de algumas pessoas esconderem DSTs para transar sem proteção. O tom geral é de brincadeira, com os próprios participantes admitindo que grande parte do que dizem pode não ser factual, enfatizando que o conteúdo não deve ser levado a sério. Apesar do humor, eles reforçam indiretamente a necessidade de prevenção e cuidados com a saúde sexual.
Começa agora, bocadinhas, bocadinhas, bocadinhas O Ministério da Saúde de Verte, ame, com segurança Se você quer fogueiros e camisinha, onde cê dá cara ou da baratinha Cusando camisinha, você tem proteção, proteense ou cacete Também se eu você tão, usando camisinha, você tem proteção Protege seu cacete e também se eu você tão Camal E nós estamos começando mais um bocadinha E hoje, especialmente e ser pessoalmente Temos três pessoas aqui na nossa bancada da alegria Temos o Marcelo, nossa dupla de apresentadores Dá um ele, Marcelo, e o pessoal aqui que fala Marcelo Mais uma vez aqui, estou me apresentando pra que não me conhece Está me conhecendo agora E espero que a gente vai se conhecendo um pouco mais Conforme a conversa for Um bando sabe, pra as mulheres Um salve pra todas as gatinhas Que estão aí né E a gente tem também aqui conosco a honra de ter companhia de pedrinho, orotinho Piscapisca, vocês não vão ver o piscando hoje Mas ele pode falar, sempre quero ir piscar Piscay Poggers, estou aqui, orotinho da internet Também conhecido como pisca Também faço a do blágin do Draven, do League of Legends Draven está fugindo de doenças venezes Oh, yeah Oh, yeah Então a gente estava refletindo sobre um tema que pudesse ser edificante E transformador de vidas Eu vou usando as palavras que eu acho que não tenho certeza Elas existem e se usa o delas está correto Mas eu acho que sim E hoje a gente vai fazer um top 10 doenças venezes Cara, isso daí pode ir bem hoje Deixe doenças pra ir, acho bom começar da menos pior Você tem bastante experiência com doenças venezes mas não Cara, não tem bastante experiência, mas eu tive algumas experiências Porque venezes né Cara, você não está, cara Pode ter que ganhão Que significa venezes Venezes tem que ver com a funicação Ah, legal, então isso que você quiser, tipo é venerio né Tô trânso muito assim É, minimamente você vai adquirir algo venerio provavelmente vai ser Sempre descalço É, é só no pelo FC Porque assim não existe doenças venerias sem fornicação no pelo Sem existe, sabia eu Venezes tem a função Venezes que dá pra você pegar HPV até tá no protegido Porque é uma doença bem safada Eu acho que se você relar na viruga, você pega É um vírgula O que não pode é relar na viruga Então você pode até botar uma camisinha de viruga na viruga E continuar transformando pelo Você pode desviar das viruga, fazer o caminho estratégico pra não acompanhar O seu piruzinho É, é que eu não ia estar na viruga É, é que eu não ia estar na viruga É, é do duro Ok, espalhado né Ela só olha atórias, elas não seguem um padrão Essas virugas malditas Mas olha pessoal, as da gente começar a falar a baboseira aqui É sempre bom lembrar que é muito importante uso do preservativo Por pau, não pegar microbio Nós vamos aqui, espou a realidade das maiores doenças venerias de todos os tempos Por você em casa, ficar em choque e nunca mais andar que esse pintinho desincapado Porque às vezes pode dar uma doença, às vezes pode dar algo até pior como um filho E é legal tratar tudo que a gente disser também como se fosse fake news Porque também não dá pra gente falar um bagulho Com tanta certeza assim que funciona desse jeito Não, eu quero falar tudo, eu falo 80% das coisas que eu falo Pode ser que seja verdade, obrigado Mas nem eu sei, porque eu não gosto de conferir as coisas, porque eu não gosto muito que Porque às vezes a verdade ela estraga a história muito boa É, mas o que importa é a moral da história O final acho Mano, fatos são verdadeiros robadores de brisa Então, é muito melhor ficar no imaginário das coisas Tipo, você elaboria uma verruga de propósito, você falaria do vídeo que esse cara falou "Vou sair lambendo essas viro e foda-se" É bom deixar uma visão, né? Eu quero ver o Bocaidinha e vai sair daqui fazendo tudo o contrário do que a gente fala Porque acho que ele tá lidando com mentiroso, compulsos e evoluvo Então, mas eu acho que assim, eu ouvi dizer que toda verruga é causada por algum tipo de vírus do HPV Mas eu estou falando com ele que eu. Que você já traou? Eu tirei do cul Mas é, existem mais de centipos do vírgio do papiloma vírus humano, que é o vírus da HPV E falam que toda verruga é causada por algum vírgio da HPV Se não é HPV, não é verruga Então se é verruga, é HPV Carimba, forte carimba Pode ser que tenha HPV nas costas no olho, no pecido É até ó, que eles são me enganas, que elas vê rugas plantes, que ele o olho de peixe que dá na sola do pé, -E essa porra, se não me engane, é HPV também, mano Então eu tive HPV quando era criança no bagulho Já tive que ser caiu com o pé dentro de alguém se ver Eu não vi isso acontecendo, eu não me lembro mano Cara, eu tinha uma verruga no dedo, no dedão E o pé de silco, mano Eu perdi, ela saiu, ta ligada E a gente até conhece, já viu o ponto, a lembra do remédio que com o gelo verruga, ela pula fora Então verruga ela parece realmente algo sólido, com o sustente ligado Eu perdi ela num choque de Beyblade, tá ligado Eu fuso o gelo, eu sou ter Beyblade com muita força E aí o disco dela bateu assim no bem, bem na ponta do dedão E doeu? Nossa, isso é o sangue pra caralho, mas com um rhombulato, tipo Isso me va verruga, então é doideiro, né? Porque se você tenta arrancar a verruga com as suas próprias mãos assim, tipo A gente dá a certeza de que você não vai conseguir Mas tipo ao mesmo tempo ela parece que é um negócio meio a parte do corpo, assim parece que ela não tá ligada ao seu corpo Mas verruga é paia, uma DLC, o quê? Verruga é paia, paia pra caralho Sim, seriamente um bagulho aqui, tipo você, olha, você já sabe que tem algo que é o que é errado, tá ligado? Desde sempre, você já sabe que caralho esse bagulho é paia, que bagulho é paia mano, pendurado no corpo, nada a ver De mover o preconceito, porque quem tem verruga, né? A minha vote tinha uma verrugona nas costas e chamava, chamou ela até hoje, de Biruga, que é a breviatura de Biruga, que é um apelido de verruga Caralho mano, Biruga é um nome bem legal que o verruga inclusive, né? Porque parece mais tá atrelado ao que é uma verruga É uma verruga, né? Biruga, tipo, não parece quando se olha sempre, Biruga, Biruga, parece. A frase que o amadeiro do crush band, que eu te falaria, é que a gente faz várias maneiras, né? De ser de que ele é uma verruga Então, mas aí assim, mensagem inicial é não leve nada do que a gente falar a séria E agora vamos pro nosso top 2, tu wins, os venerias, viiii Olha, qual que é a doença que você tem mais medo de pegar? Cara, de doença veneria, eu lembro da época da escola, numa que é, tipo, pesada, porque. Se ela não te mata, você pode ter sentido pra ela inventar, mano, você já viu cifres Acho que é cifres É pesadíssimo, o bagulho é um vermic, que, tipo, anda no seu corpo, ele vai se desenvolver, ele vai crescendo a ponto de Chegar no seu cérebro e causar danos reversíveis e você pode ficar louco da cabeça e se não morrer Mas, tipo, de chegar no seu cérebro e crescer, igual a que ela doença de carne crô de porco, lá que é, né, nos vermos Nasce um parasita no seu cérebro, ele vai, tipo, magando o seu cérebro, no seu cérebro De uma de morrer cara, ou fica desionado, cerebralmente, de um jeito. Nossa, então, pior que ai, disse, esse bagulho O Jindi, eu acho que isso, ele diz, não faz nada, né? O Jindi, é separado pra eu dizer, né? Então foi, o Jindi, eu vou agruir pegar ainda, mas o tratamento, hoje é bem mais avossado É, então, o Jindi, a pessoa consegue viver com o sério no seu repositivo de um jeito que, sei lá, 30 anos atrás, ainda não conseguimos, né? Tanto que. Exatamente Essas doenças estão aí, ai, tem um jajal, os cara dão cabo no cifres também Será? Então, mas tem o cabo, é besetace, eu conheço gente que tomou besetace o pla Tem o cabo do cifres Tão assim, do cifres Mano, por que que alguém fala "deu cabo" de alguma coisa? É, deu o cabo O origem das expressões, é, era? Deu cabo É, deu o predido, né? Deu cabo, é tipo, deu um jeito, acabou com isso Não, deu um cabo Deu um cabo É, deve ser, deu um cabo, cabo O cabo deve vir de acabou, né? Deve ser alguma vertente da palavra "cabô" Ou não Não, só pode ser isso, mano Ou os cara inventam a palavra, tipo igual meio par (risos) Quando eu to meio par, eu to meio par e você entende de cara, assim Mas, por isso não me pergunta o que quer, par, nesse sentido To meio par Meio par, é tipo, quase que uma, ou numa topea, né? Tipo, par, tipo, par Mas meio par, não cão bagulho bom, né? Não, ou você tá meio aprendcivo, ou você tá meio triste Eu acho que funciona mais como tipo, meio aprendcivo desconfiado, assim, entregando Tipo, to meio par, digindo esse bagulho aí, bagual (risos) To meio par, de nesse bagual Pai mano, acho que qualquer coisa negativa, você pode falar que tá meio pata É só não tá com energia pra descorrer sobre o que você tá pata, ligado Então, se eu falar que tá no ano, você não tá em cima do muro, também, né? Tipo, não é nem bom, nem nem, não é? Você tá meio paro, não sei Tipo, mas eu acho que meio par tá um pouco abaixo do neutrender Eu acho que ele necessariamente tem uma connotação meio negativa, assim, não é? Pode crer em cima.
Mas é um bagulho que não é assim. Não, ruim também, tá ligado? Tipo assim, você não fica com câncer e fala que tá meio pata, tá ligado? É, não, não. Você fica meio par, mano, se você tiver câncer. Não, você fica sem por ser tão forte. Tipo, pode não acontecer nada. Mas é um paci, nem lembra da expressão pata, tá ligado? Porque você tá par de mais. Inclusive o câncer, que não é uma DST, mas ele pode ser decorrente de uma destena, inclusive o HPV. Ele pode acabar virar no câncer de cola de outro na mulher, né? É, não, óbvio. Que o único câncer da Dom que tinha outra era o Pelé e ele nos deixou. [risos] Inclusive o Pelé, que Deus o tem aí. Nossa, saudade do Pelé. E o bagulho da FIFA tá querendo botar o pé dele no museu, é verdade isso? Mano, esse bagulho é da atruma do fute, né? Que é complicado, né? Se ele for botar o pé do Pelé no museu, porque ele voltei. Terrar o sol lá, então, né? [risos] Não, eu já tinha ouvido, já. [risos] Eu cair, eu cair, eu já tinha ouvido também. Eu todo mundo que tinha ouvido esqueceu. Já ouvi. Cara, mas ele contou esse bagulho de pôr, né? A gente ontem. Não, ele contou esse insubiço. No momento que o Marcelo não devia estar com as receptores sensoriais de memória. O cifre dele tava acordado na cabeça dele, só ocupando mais espalho. Então, você tivesse um cifre, desculpe o que foi o nome dele. Mano, seria o biroguinho, mano? Se eu fosse um cifre, esse que pintinho ia atacar hoje. Onde eu me esconderia, se eu fosse um cifre? Se fosse um cifre, os meus nome é seletíssimos. Precê-lo. Fabrício. Jérsico. Rosanjiano. Tatiano. Rosanjiano. Então, a que você tem mais medo de pegar as cifres? Cifres é mortal, né, mano? E eu tenho mais medo de não morrer e ficar luto. Mas será que são morrer, mano? Será que a maioria das doenças venerias são mortais, se a gente não fizer nada a respeito? Acho que é comum quase todas as doenças, né, mano? Não, porra. Não assim, né? Qualquer coisa, mais tipo, se a gente pegar algo vener e ir só na gala. Acho que bagulho de bakteria é mais foda por rio, tipo, os antibióticos foram uma invenção muito cabulosa do ser humano, assim, que elevou nossa expectativa de vida lá por caralha, porque qualquer infecção generalizada de bakteria se morre, né? Tem as vacinas também, né, que você. Tem vacinas contra a doença vener, não tem? Tem, tem, tem contra a praver. Tem contra. Os caras, tudo isso, tem contra. Eu já pergunto a teipatite. Eipatite é foda, mano. É transmissível, não é? Eipatite é. Se é que somente transmissível. Mano, se acho que existe um número relevante de pessoas que esconde que tem uma doença vener, é só pra transar no pelo. Com certeza. Mas assim, um número, porque assim, já dá pra você se preocupar e criar uma nova neurose, e assim, tipo, caralha. Cara, o. Vá pra. Ah, aí des, né? Foi isso. É, então. É porque você pensa assim. Mas é porque tem como você não saber que tem haídas também, bem tranquilamente, né? Ah, é igualmente, mano. Eu acho que é assim, feliz que o Marcelo falou que deixa fode-o. É um percepção. É porque ela é excelência e ozo. Planou igual a gonoré, que sou gosa verde. É, mano. A lamina aqui não se vê, é mais mortiva. Mas esse daí é um casinho engraçado, mano. Porque, tipo. Acho que infecção urinária é uma parada aqui, não é? Também não é só adquirido, né? Você consegue ficar com infecção urinária. Esse é lá um cara que você só bebe com a cola na vida. Você não pode ver. E a gente. A gente é esturina. É que são urinárias pra bem comum. Bem mais comum entre mulheres, inclusive, né? Porque. Mano, se homem tivesse buceta, a gente ia morrer com 20 anos, mano. Porque. O bagôre você tem que ter muito Gn, mano. Porque ele é muito humo, e tem muito muco, e tem. É muito fácil de juntar. Gosa mim moscas. Ficar com cheiro de cerveja antiga. E surpreidentemente, você vai achar um pau e tá mais sujo que uma buceta, tá ligada? Um pau, que é uma vara, é, tipo. É muito fácil, limpo. É só lá na agola. Ela vai igual a culher, mano. Só passar água virar de um lado pro outro e tá limpo. A gente queria ficar. Da manhã tem que passar esse couvo de dente na cheiréca. Mano, né? Cante dias, esse. Dá pra você pegar, tipo. Meno, tipo assim, fazer um buraco numa abóbora e ficar botando o pau. Você pegar a candidha, né? Tem mulher que pega de usar muita calça dins, calça muito. Apertada, sem despreender. Alimentação, mano. Bota. Esse pessoal que tem fetiche de botar. Leite condensado na cheiréca, um comida no janeo, cera no palo, Aquela menina do sandoguista de buceta com certeza pegou a candidha. É da noite de nossa, mano. Aquela menina ia fazer aquilo lá, a rota de telegada. Eu tava numa tranquilidade fazendo bagulho com o cima já, se muito, tá ligado. Mano, tenta fazer, tipo assim, um sandoguista de manéza usando seu culto, ligado. Você não vai ter tanta facilidade igual a a galamina teve. Verdade, dá pra ver que ela. Era a moringera de outras viagens, ali. Ela inventou a candidha, mano. É verdade. Sexto, hoje, tá cada vez mais difícil. Deus quando ele criou as doenças, ele não foi muito criativo no sintomas, tá ligado? Tipo, tanto que tem um milhares de doenças que você tem os mesmos sintomas. Que é tosseca, dor de garganta, febre, e tipo pode ser várias coisas. Tipo, "Ah, tô com febre, mal starca". Tem, tipo, deve ter uns 8 os sintomas na história do ser humano. É que os médicos têm a preguiça de procurar mais, mano. Os médicos que eu tinha já saiu a joga parte da noite. É, então ou o ser humano não sabe se explicar o que tá sentindo nas noances e todas as detalhes. Tem que falar tudo isso para o tipo de fãs e falar a verdade. O médio que ele não põe o seu almarque e nem fala "não, você tem que ir". Ah, mas a gente tá falando a verdade, mas você é burro demais para descrever seus sintomas. Porque eu tô com vergonha, tá ligado. De falar que eu não sei camisinha, então eu não vou lá. Mano, isso aí, isso é a fãs, com o que foi a visita de vocês, a urologista. É, tá, não é? Tipo, a hora que eu. O momento da minha vida que eu tive a urologista no WhatsApp, a gente trocava a ideia e ele perguntava, "É como você fosse um. Um tivesse um veterinário para o cachorro, assim, e ele ficava mandando. E aí, como é que tá o menino? Como é que tá esse cacete, esse caralho? Tá com cacete em dia, parceiro. Como é que tá o. O Rosang, eu vou pulizá-belo. É complicado, né, mano. Lembre da primeira vez. Ai, pô, tu não dá ver. Mas a primeira vez, eu tive que falar que eu ia no urologista, assim. É. é. é. Pô, eu não sei se algum dia isso vai deixar de ser constrangedor, né. Apesar de você saber que o cara tá acostumado e quer ir vida com isso de inteiro, é complicado, né. E aí, você chega lá com a cara de perdedor, né, mano. Porque você sabe que você fez alguma coisa errado. E o cara também sabe que você, patalita, ele já tá com a cara que foi caralho. E ele te danteu do seu irmão, cara. Ele já cê é fraco, que você se rendeu aos seus instintos, tá ligado? Não conseguiu resistir a bucetinha quente. O último que eu fui, cara, ele não olhou ainda mais cara. Ele já falou abaixa calça. Cara, o que eu fui, ele nem quis saber de nada. Você deu sintomas, ele falou "Ei, esse não é mesmo, é embora". Mano, eu acho que eu preferia que fosse assim do que, tipo, ter uma conversa mal longa com o cara com ele fingindo que aquilo tudo não ia chegar no nível dele, tipo, "Tá com meu palmole na mão, enfim, eu não negoço dentro". -Mas ele não é possível mesmo. -Mas infiaram o negócio dentro do teu palmo. Mano, ele inventou de coletar um bagulho dentro do palmo. E aí, ele é uma conversa, hein? O que que é uma conversa, mano? -É só queria, tipo. -Faz isso mesmo. -E só queria mexer mais no palmo. -É, eu tinha gosminho, de dentro. Mano, eu lembro que tipo assim, ele não tinha comentado sobre. Nem que eu ia ter que tirar as calças, cara, aí quando chegou na hora, ele só falou, "Ele as filhos de costa vai botar a lua assim e falou, "Ah, já pode tirando a roupa, então". -Então. -E aí, mano. -É aí, mano. -Se eu era. -Ero. Não sei se te falar ou quando eu não ia se acretar a marco, o exame, mas, tipo assim. Eu sou espada, tá ligado? Eu não. Não faço esses bagulhos, não, senhor. -Eu não vou tirar minha roupa, não, né, amê. -Eu não vou tirar minha roupa nem fudendo, você está louco, porra. E, mano, ele era um cara novo, tá ligado, o que deixou eu mais aprendido, porque eu fiquei. Pô, talvez não é tanto palmo assim que ele viu, pode ser tipo assim. -E não deve estar. -E não está aprendendo. -E não tem, assim, ainda de pau que ele está vento, ligando. -E o mano já é muito. O cara não é muito manja a rola, e aí, tipo. Para quebrar o gelo, mano, ele pegou um topo. E aí, irmão, você é corintiano também. E eu não tinha dado nenhuma pálida de corintiano. Não tinha nem falado de futebol, tá ligado? E como eu não entendo de futebol, esses assuntos não cheguem no lugar nenhum, eu só falo. Ah, sim, por causa da família e tal. E aí, acabou. E aí, ficou silêncio, e ele é com meu pão mais do que mole na mão, porque esse. -E esse, eu acho que foi o dia que eu tinha que ocupar o mais mole na vida. -É, é a vida. Eu também, mas é um negócio quase induzido, assim, que eu vou. -E se ele ter o tectoro, o tectoro. -Mantalizar, eu vou meditando. -E o tectoro ele fica olhando para tocar enquanto ele. -Não, eu fico deitado numa maca, assim. -Não, tá. -Mano, ele ficou olhando, tipo assim. Fíxo no meu pau, porque ele tava tipo. -Persando atenção, não tava fazia, não. -É, ele tava não fíxamente, tipo. -Mas, como eu tava no mais mole que ele podia, ele não conseguia deixar o bagulho de perce, -Pas tipo, ver, daí ficava pão, pão, pão, pão, rinipulado por volta, assim. Mano, ele pediu pelo mim já um pouquinho pro bagulho de deslizar mais. -E aí, eu saiu um peitinho, assim. -Apé nessa hora ele tava de quarto, falando, "Nos mim, eu um pouquinho na minha boca." -E eu não sabia que o urulotinho. -E eu também tirava roupa de retina com suho. -A primeira vez que eu fui no urulotinho, só lembra até hoje, mano, que eu sem ter ir lá, e eu comecei a explicar o bagulho pra ele, assim, o que que eu tava sentindo. Aí ele falou, mano, "E aí, você vai ter que parar de se masturbar." -Dou, falei, "Mama, por que?" Aí ele falou, "Porque eu tô te atendendo, né?" -Oi, mano, o botei fecar a graça assim. A gente, o cara tinha sido diagnosticado com um punho inteiro na vida real. Você tem um. -Lambimia, amigo. -Ameigo, você tem ligma. -Lambimia. -Mano, o lambimia até escorrega melhor na língua do que ligma. -É, então, vai mais lisinho, né? -É, lambimia. -Tive lambimia, Marcelo. -Lambimia. -Lambimia. -Cacoar, eu não lembro. -Não cateve, lambimia? -Não. -Nunca teve lambimia, mano. -Seria que eu tive, eu não sei, mano. -Não sei, tive lambimia. -Todo, mano. -Todo, homem que você presa, eu não lembro. -É tipo catapora, tá ligado. -Então, eu tive. -Visto, não deu o meu rola, irmão. -Mas, isso não é um bimia. -Eu tinha lambimia. Eu tinha lambimia. Lambimia. -Tô tentando entender, mano. -Lambimia pica. Lambiminha. -Ah, mano. -É tipo. -Cade de minha época. -É, tipo. -Cade de pica, mano. -É tipo, "Cade de baco, meu." É tipo um pé de limeto. -Cade de baco, mano. -E você no "urologista", mano. -Cara. -Ama a a a. -E deixa eu só friar um par antes de você falar. A maercela, ele foi o cara que. É porque, assim, doença é um bagulho que eu migui muito pelo nome, tô ligado. Eu acho que o câncer não seria um doença tão ruim, seria chamar-se "loffi-loffi". Porque o câncer não é o nome horrível, assim. O nome mais feio que existe. E, tipo, "gonorreia", pra mim, o nome imbatível, diz, assim. -Não use a bundo, né? -Gonorreia é tipo um mano. -É o "scarnio", tá ligado, dá doido. -Gonorreia. -Gonorreia. -Cara tem "gonorreia". -Cara é doido. -Gonorreia. -Gonorreia. -Gonorreia. Ogonorreia é sempre que tem cheiro, só pelo nome, tá ligado. E o maercela me ensinou que não é tudo isso, brincando, gente. É. É piada, coisa séria, tá. Mas é. Eu lembro que uma vez uma cena falou. O maercela é o cara que teve uns doenças que não acreditava, já. Cara, porque eu tive uma época muito agitada na minha vida, né? E eu realmente tive a ter me cuidado mais. -Para prontado mais. -Se você pudesse voltar no tempo, se tinha entransado de camisinha, então. -Não, não deu nada, né? -Tá falando. -Tá de boa, eu ainda as contas tá vivo, né? Então todas. Oh, eu não tô aqui. Mas você. Cara, então eu não sabe que você teve tuberculose? É, não, tuberculose. -Duência de 200 anos atrás. -Duência milenar. Eu vou, só eu teve leps pra duência de chagas tuberculose, eu não rei. -Ah, o bel amor de Deus, né? -É tipo bônica. Mas. -Pere, qual que eu falo? -Presivo bônica. -Não peixe o bônica. -Não, da Gonoreia. -Não, não. -Mas outras é brincadeira, mas eu não teve tuberculose, de verdade. É verdade, depois eu posso contar um pouco sobre tuberculose. -É que se interessar sobre o assunto. -É, né? -Graca, eu só tinha escutado os suites na escola, mas. -É também. -É também que eu não rei tuberculose. É o março, eu não me mostro que existia, não me der. -E melhor. -E melhor foram as perguntas do médico, depois que ele me diga no escuro, perguntou se eu fui preso, se eu tava na cadeia, se eu morava na rua. Se eu tinha. Ai, disse, ele perguntou várias coisas, e eu falei, "Não, não, não, é de problema." Realmente, quem pegava tuberculose é meu complicado. -Ah, mas eu nem sei exatamente o que é tuberculose, tá ligado. -É uma bactéria. É uma bactéria cabulosa no pulmão, mano. -Se eu não tomar remédio, isso é meu homem. -Fai pro corpo todas, aparadinho. -Tudinho. -E é um bagulho que é quase erradicado, assim, então é raro, pra ter. -É, é. -Acidê o de ser ganhado, eu tô querido, então. -Ele na verdade, a gente foi espalhado, todo mundo tem uma certa quantidade de tuberculose dentro do corpo, sabe? O problema é quando ele faz uma festa, e o bagulho faz se multiplicando a nível de dominar, e começar. -Malha, deixa eu te adotar o sino sangue. -É. -Tocando o sino sangue, mano. Eu já mando o carto pra todo mundo. -Eu achei que é, porque por. -Eu já fui os braços e espero o deitar. -Tinha as, mano, é bronquite, o fume. Fume um pra caramba, e aí eu falei, "Poxa, que essa noite aí. Tocei um monte, né, e aí eu acordei, "Tocei no sangue, eu falei, "Pô, -Mã, tu sei que foi esse filme, mano." -É, no outro dia de novo, eu falei, "Cara, eu acho que vou nos medir." E aí, foi rápido, um cara. -Falou, não. Pode ser isso mesmo, não dá pra um kiche, não sei o que é lá, mas faz esse examem aqui. -E aí foi barato. -Quanto os meses eu ficou tomando um tepeótico? -10 meses. -Fóssos. -Cara, então, um bagulho cabuloso, mano. -É cabuloso, mano. -O parou de beber por 10 meses? -É, eu correto, né. -E o burro. -O sim, mano. -Pô, você não é assim, mesmo. -E foi um marcial de verdade. -Confesso que teve alguma vez, eu vou teitar, mas. -Eu me untava no fogo. -Cara, eu foi com o fio. -Cara, eu falei depois que eu me curei da tuberculose, cara. -Mensalmente eu fui ganhando um quilo, tá, gano? -Não queilo. -Não, por quê? -Porque eu acho que eu sou saudável, né? -Pô, comecei a comer melhor. -E parei de beber, toda hora parei de fumar tanto. -Tudo essas coisas eram bem pra mim, né? -Juntos com a gente de bióxica eu fui lá e gorei e tal. -Mas, enfim, né, eu tava falando do minha. -Dá o goro, né. -Tic aqui de falar da minha tuberculose. -É, uma fala da minha goro, né. -Faz um outro tema específico de tuberculose. -Só doenças erradicadas que mais são. -Due dezoz. -Cara. -Mas, é, eu nunca. A minha. Como é que é a orologia, tá? -A Orou. -A minha ou o meu, tá? -Se feira. Se feira um orologia, tá mulher, né? -Não, né. -Não, eu nunca ia me mandar. Essa daí não quis fazer nada. Essa daí que só me receito a parada e não quis ver nada. -E não. -Cara. -Quanto sei isso? -Quando sei o orologia? -É que o orologia está liçando, né? -Tão, tipo, não tem o orologia. -Não tem o orologia. -Doutor Daniel. -Norologia está o lugar que tinha que aproveitar pra mostrar o palmenho. Porque é onde você pode fazer isso, tá ligado? -Se já tem que se entrar na sala de tirar os causa. -Cara vai reclamar e falar "Ah, o cara mostrou o pal pra mim, o cara é orologia, tá nesta. -Nem troca, gulho já. -Wau, já foi na mesa, já. -E não vai aclamar, mano. -Ti me andando o reto e não para até chegar na mesa e a póra é palmole. Nossa, maravilha ser mil vezes mais constrangedor que o morologia está mulher, mano. -É. -Nossa, acho que alguém me conta essa experiência. Nossa, teve uma vez. -Ah, Jesus, mano. -Nossa, sim, mano. -Pai, mais, você que tá com a bola. -Mano, eu sei que apareceu com essas paradas aí, senão eu imagino, né? Na verdade, eu tive esse sintoma de ficção urinária e eu já tinha tido isso antes. Então eu não dei bola, falei "Pô, acho que eu tô que fez ficção urinária". Eu fui fazer o meu tratamento casero de beber água. Eu vou beber água para ver esse passo. Até que não passou, mano. E. Foi evoluí-lo para o estágio. -Mas. -Aquê ele patei aquela manhã de superperada. -Espa, mano. -Gusbanz, já assistiu, Gusbanz, mano. Que é aquela série de terror antigo. Tchau, no gosma verde. Que andava na casa e engolia todo mundo. Mas aí, tipo. Parecia isso, tá ligado. Eu fazia uma vontade de mejar e o mijo não saia e quando saiu, mano. Parecia pateta, tá ligado. Parecia. -Eduí essa porra aí? -Cara, não duí-a. -É, mano, aquela sensação agonizante. -Tá ligado. -Que tão bagulho horroroso no seu bão. -Ve vontade de mejar. -Ah, o bão não saiu. -É, aquela vontade de mejar e você fala "Cara, vontade de mejar". -Você faz força pra mejar e não saia e se fica lá. -E isso aí dura quanto tempo. -Mano. Eu fiquei assim. Quando eu tive esse primeiro, então eu já corri pro médico, né? Eu falei "Cara, eu tava no trampo ainda. -Tamo vendo o banheiro do trampo". E aí me deu essa vontade de estrange, mejar e fui lá e me deparei com a senão horrível. Eu falei "Cara, eu vou sair do trampo, vou direto por mim". -Ah, senão horrível era o seu pau. -É, senão horrível. -E tava tipo verde. -Ele não tava verde, mas ele saiu um. -Um. -Nagosma do lugar do mesmo. -No lugar do mesmo. -Ah, ai. -Como a pessoa saia assim, pisava pra um rolo de pizza pra ficar empucando assim, tipo, porque. -Não sai como um tanco de pizza. -O rolo de pizza. -O um. -O uma madeira de amácia. -Ele fica pra se abordenar o pau pra sair toda a gósmos. -É, porra. -Ele se não é um pouco de dia, é legal pra ver na hora da omó, só talvez. -Ah, mas o cara sabe que é doce vener. -Ele tá. -Ele tá. -Ele é um manionese. -É, o título vai ser doenças vener as alguma coisa. -Então, se já tá preparado, que ele não vai falar. -Ele já sabe de ele estar se metendo. -Tá vendo? -Tá vendo? -Tando a marrinha até o boom. -Pro quanto tempo você percebe? -Ele fica ali, que foi preparado. -Não, não fiquei sem me atarigado. -Sai essa coisa. -Ah, isso já tinha mesmo no meio. -É, então, continuava persistente, mano. -E foi rápido, cara, depois que eu comecei a tomar remédio, mas tem vez que dói assim. -Dói, eu nunca me teve pedra no rin, nas paradas. -Não, tive, mas aí não é desse ter. -É, mas falando do dor, dor, dor de pinto, né? -É ruim, é ruim. -Sexo, hoje, tá cada vez mais difícil. -Eu tive uma parada, uma vez, que até hoje eu não tenho muito certeza do que foi. -Mas eu. -Fim, mano. -Mas eu posso falar isso. Mas uma vez eu tava, enfim, descabela no palhaço, né? -Pode, que nem. -E elas poucas coisas que é de graça. -Então. -E aí, eu já colei, tipo, não é tipo "con sangue". -Não, era o "puro sangue", tipo. -Nó, sangue, "corde sangue", mesmo. -O "butero". -E eu olhei pra isso assim e falei, bom, "cregou tu sangue". -Tenho mais 7 minutos de vida, separ. -Aproximada mente. -Cara, tem até de novo você saiu e sangue de novo? -Eu iria no médico, fez de novo. -Eu penso, "tá, será que já saiu tudo? Posso ir dormir, viver normalmente". -E aí não parou assim, tipo, nas próximas vezes continuou e não parava. -Não, nossa. -E aí eu falei, bom, acho que uns 3 dias devem passar, né? -E não passou. -E isso aqui, porque você demorou tanto foi nosso. Então, para não ter que falar, essas palavras é muito ruim de falar. É um tal de um. Não sei se não fica em choque, de bagulho de querer resolver o mais rápido possível, como é que você dorme e saber no que tá gostando. E o que faz? Não fala de pinta, culpá-me com a mãe, é complicado, né? Você não faz isso quando você é criança. É porque eu não. Não era bem criança, né? [risos] Mas eu não tava. Sei lá, como não era um negócio constante, era só no momento específico. Aí parecia que tava tudo bem quando não tava rolando nada. É só não fazia de. Eu não sentia nada, não sentia dor nada, sem não tinha nenhum outro, sem tomar sem seu visual. E aí eu fui no médico, enfim. E mano, ele me pediu. Talvez dos piores exames ali, por homem, frágil, junto com a colônoscopia, né? Que é o espermô grama, mano. Eles te deram potendo. Mano, tipo, veio uma tiazinha assim, ela me deu um potinho e falou, "Ah, você recolhe, depois você entrega pra mim." É como assim, que. Aí eu fiquei tipo, "Tá recolhe, como é assim?" Eu fiquei tipo, "Tá, ela tá querendo dizer isso mesmo, né?" Não tenho outro. Não tenho outra maneira de eu recolher. Então vai eu me amar em assim. Nossa, senhora, mano. E aí eu fui recolher um negócio. Não, uma salinha ali. Há dois metros de distância, pra todo o resto, tá vendo? Mas ficou esperando do lado de fora. [risos] "Ah, meu filho, também tá no momento, hein?" Você fica pensando se você vai muito rápido, se você demorar muito, tá ligado. Você era que minha mãe vai achar que os gosos eram muito. [risos] Ela vai se decepcionar comigo. [risos] [risos] [risos] Mas, mano, tipo, você é tipo pornô nessa salinha ou você a fechou o olho embaixo. [risos] Mas não é chão cara, brófio, não consegue tirar o exame de esperma. É, deve acontecer. Pô, tem gente mais velha assim, não deve conseguir tão fácil nessa salinha. - Ah, eu era aqui que dizé. - Mano, nem tipo. O porn padre fazia um espermograma. [risos] - Porque, eu acho que ele tem que pedir "ou até estado de vindo, mano." [risos] - Não, é só dessa vez. - É um ser fefato. - Mais raro, o goso de padre, mano. - É então. Cara, deve fazer umas. - Gostão, eu gostou. [risos] Mano, imagina o goso de papa, mano. [risos] Mas, você fazia a poção da imortalidade. Eu vi no mais 25. Com bem. [risos] [risos] - Poupa, poupa. - Ai, poupa, eu tô com a camada de ouro, em cima. - Você dragada ele a roubar o meu de brilha, tá ligado? - E tipo, poupa, mano, assim, o poupa não deve bater punheta, tá ligado. Tipo, se o cara. O poupa não é a teu, provavelmente. - Que pura, mano. [risos] - Não, mano. - Então, é poupa, poupa. - Então ele não bate punheta, né, mano? - Porque ele tá seguindo o livro pela. - Mas, peraí, você tem a informação de que é pecado bater punheta. - Ah, mano. Eu. - Eu agora se me pegou, eu acredito que é. - Eu vou. [risos] - Com o pisciculo, que safa. - E aí, Siri, é pecado bater punheta? [risos] - Alexa, uma esturbação é pecado? - Não sei. - Me deixou. - Opa, tá igual nós. - Não sei, pô, de si. [risos] - Cara, tu não é a porra de um computador, cara. - Não esqueça. - Como assim, não sei, mano? Como assim? - Isso aí não é, rapaz. - Mano, se ela. - Se ela é, que você não sabe, tipo. - Que não vai saber o chat de LGBT, terem, cara. - Vai ter que, tipo, se formar na igreja, tá ligado pra saber. - Ó, o primeiro resultado é da biblia.com.br. Somos ensinados pela palavra de Deus que o sexo, em vez de ser usofurido egoísticamente, deve ser compartilhado exclusivamente dentro do relacionamento matrimorneal. - Ou seja, dentro do casamento, certo? - Senta. - Você tem que ter esposa pra poder recorrer. - A biblia não fala explicitamente sobre uma surbação, mas apresenta vários princípios que nos ajudam na compreensão do assunto. Somos ensinados pela palavra de Deus que o sexo, em vez de ser. tá, em uma coisa. O plano divino não é que o homem esteja só, mas que se realiza sexualmente no casamento. A despeito de serem cara adapositivamente por muitos médicos e sexólogos contemporâneos, a masturbação é uma negação direta do princípio bíblico de que a mulher não tem poder sobre o seu próprio corpo e sim o marido. E também semelhantemente o marido não pode não ter poder sobre o seu próprio corpo. Sim, a mulher, caralho, eu te uso e você me usa, então tira minha blusa. - Caralho, então você não pode se usar. - Ela tem que fazer em você. - Ela não tem que transar ela e ela transa você. Então aí, aí não diz explicitamente que não pode, mas fala assim, ó. - Meio pai, calma aí. - Uma surbação pode ou não pode? - Meio pai, meio pai. - É meio pai, não é completamente pai, meio pai, então consertão. Mas, cara, ainda entra naquele caso de que padre não tem matrimônio, né? - E pai tem que amassar. - Então aí tem que fazer o que? - Tem que passar 90 anos com saco cristalizado? - Eu acho que não cristaliza, tá, legal, ela vai ser um goso raro. - E duro. - Não, mas vai ser 90 anos como o Lano Goso. - Que bula angel de. - Não. Quando as infeculas lá, tá de angel, sulco concentrada de laranja. Quando a enfermeira vê um padre entra no neurologista, ela já pega um pota onde sorvê. Porque ela sabe que o cara vai ter um bigelon de. - Ela tá lá, tá de subinil. - Ela pode recolher aqui, isso. Que horror, hoje aqui é basso, é meio grande, né? - O padre não é Deus. - É, o padre é um ser humano normal, né? - Ele é um interlocutor. - É, ele só tava repalável, mas ele é pecador igual a nós. - Exato. - Ele também é. - Ele é mundano. - É. - Errar e um humano éste. - Greco outro ano. - Lati, entanto, faz pra mim. - Se for fio de baiano também. - Sacou? - Pode crer, cara. - Eu já estava quase. - Quando cada vez eu quero mais. - A mim tento fazer. - Mano. Então, onde a gente estava? Ah, é, eu entrei pra recolher meu esperma. Aí eu saí dentro da minha mulher. Tá mulher numa tiazinha, assim, que era bem, tipo, parecia. - É a catamada. - Estava trabalhando na merenda da escola. - Você se freou ele antes de tregar. - Sou pro. - É, é que eu estou funcionado no máximo pra gozar com o pão gelado. - O manit, tipo. deve ter gente que erro, o potinho deixa o potinho meio merecado e dá uma merenda. - Então, essa é a nova? - Ah, devia estar num lembro. - A com certeza, né? - Com certeza. Não, porque isso também ela não tá. - A melagem dela daí nem se for. - É, é isso. - Pua. - É, moleca de total. E eu dei na mão dela assim um potinho, mano. E. foi isso aí, eu também eu te bote que passou. - É, no final, é sem perigo. Você está no final de que eu era de que eu iria passar. - No fim, é tudo isso. - Mas, cara, eu toco todo esse terror. E você estava comprimido e passa. - Isso aqui, mano, mas os cara fizeram boa, né, mano, de criar os remédios, tipo. - É tipo mágica, mano. - Bagole ser cura. - É tipo um problema, tem ligado. - É uma cápsula que você vai jogar um monte de sol da dinha, o cabuloso dando seu corpo, e ele sabe exatamente o que fazer. - É, gente, a jornal é mal, esse bagole. - Você imagina, mano. - Imagina minha, inclusive. - É, é uma coisa. - A gente vai atacar a foie, então, é do profissional da saúde. - É, xíter, né, mano? - É xíter. - Não é. Tá xitando, tá ligado, a vida tem que ser. - Você fica em vida num hard no video game e o video game. - Classo, como é, mano? - Você perde suas vidas já, irmão. - É. - É, f, aqui. - Porra, verdade. - Eu não sei se o boi aí, tá ligado, ah, ah. - Ah, se vacina, vai ver de 50 anos mais, tá ligado, já era o que tá morto faz tempo, - tá fazendo hora extra, faz muito tempo, mano. - É, então. - Então, uma vacina, cara. - Tem que tomar vacina. - É, pessoal, tomei vacina. Não deixa pra testar as doenças pausantebióticos. - É, hoje em dia realmente tem gente que não tomei vacina. - É, então, não tomei remédio, não vou falar sério, que tão sério. - O que é que a gente segue essa filosofia. - É, mas cara que tão vivendo a meme. - O cara vive de meme e, enfim, corre, corre, corre, corre, é tarde demais, né? Essa é uma história minha, não me rogou de samba, mas aí eu também fiquei tudo bem. - E você parou de cosa sangue? - Mas você deu um poitinho meio que de sangue pra mulher, né? - É, ele tava. - Um sangue grosso? - Na primeira vez, ele saiu sangue sangue mesmo, senti, tipo, sangue. - E agora que ele sangue de brinquedo que você compra na loja? - E depois foi diluindo, certo, tipo, meio que no nesse. - Aí, tinha hora que ele saia mais vermelho, mais no "exquique" de morango, assim. - Nossa. - Tem uns queira, tipo, só, meio vermelhado, assim. - É, pai é demais, não é? - Mas o potinho é transparente, ou é? - É. - Que pai é, mano, ele vai fazer um potinho preto, sei lá. - Porra, um baguro muito desagradável, essa situação bem. - Era uma sala de que tava morriu. - Ah, era um banheiro, mano. - É, era um banheiro. - Cara, ele vai no banheiro e bate uma banheiro. - É, né? - Nossa, que estação de. - Ela tava falando isso pra mim com os olhos, entendeu? - Pra ela não falar nada, ela falou, "Coli". - Vai. - E aí, eu tipo assim. - Olha aí, eu juio que eu fiquei pensando, mano, já pensou tem algum outro jeito de recolher espema, e eu tô tipo. atentando contra o pudo, muito foda, assim. - Porque isso, men, está louco. - Era só apertar aqui embaixo do ovo e saiu, "vá, grega". Ela bota a mão num ponto da minha costura que saiu do semelho. - Estão realmente. - Tem a tipo. São foda, nem que eles botam. - Mano, bagulha, gêmei, orologista, mesmo. - É, eu. - Quando eu for fazer a mesão de toque, eu prefiro que eu preteno dar uma rebolada, só pra ver a brisa, também, mano. - Mano, eu acho que você, tipo assim. - Quando você. - É com um condicionador. - Parênteses nos quarenta anos. - Mas não seja vai estar, tipo, muito mais foda, assim, do que hoje, você com certeza vai gêmei pra zoar, tá, entendeu? - Tipo. - Tipo, você vai, eu tenho certeza que. - Mano, tipo assim, eu só vou ter essa chance, né? - Mas muita gente teve gêmei sem querer, assim, tipo. - Pois é isso. - Ai. O cara não vai saber se a resuera ou não, tá ligado? Ele vai ficar na dúvida do cara, ali. - Ele não vai querer. - Vai ser uma boa ideia de pegar a dinha, né? Mano, e é uma pegadinha do bem, mano. Esse é o humor do bem, porque o cara vai contarmos os amigos dele, - rachando o bico, tá ligado? - É, vai ser a sua cara que vai estar em jogo. - Você é o ridículo, tá ligado? - É. - E você vai contar pros seus amigos, e ele vai contar pros dele, todo mundo vai sair ganhando. - E vai fazer umas 15 pra 20 pessoas feliz, né?
- É, o mangolo de GMI, mano. E até menos depressivos no mundo se GMI sem mais no exames de torque. - Se os caras saíssem um pouco mais do personagem, né? - É. - Dá uma gemida de vez em quando é mais elegão. - Sai do personagem, mano, se eu não precisar ser o orologista sério, eu tempo todo. Tipo assim, se eu não tê entender por 10 minutos, 2 segundos diz o. - É, de zoerinha. - De zoerinha. - Dá uma. uma master band no cu do cara, só dizu até ligado. Qualquer coisa você fala que faz parte do examen. - É, você sabe mais que ele com que ele se agrega. - É, não sei que seja um orologista sendo examinado por outro orologista. - É. - Aí acabou a garacinha. - Aí não dá pra. não dá pra. - Não dá pra um trick de trickster, bro. - Sexto hoje, tá cada vez mais difícil. - Ó, eu falei que go-no-have pelo nome de VLC-Pior, mas ela não é. quer dizer, não sei se algum dia já foi, né? - Porque é bactere, bactere, caminhando. - Mas vai começar pelo 10 ou pelo 1? - Mano, a gente falou com 2. Eu acho que começa pelo 1. Qualquer é a mais. eu acho que hoje em dia se paga a hipatite, né, mano? - Mano, é que o cifre diz aí que o Marcelo falou, pareceu bem zoado, mano. Bala ele para te deixar louco. Então, mas ela tem uma cura meio fácil, assim, pelo que eu entendo. - É, uma partida que se não bagunha o que não cura. - Tipo a ebola das DST. - Isso. - Eu descobri que. - Cara, a erpe é bem com. - O vírus, é. - É, erpe é. Eu sei, não me engano, é causada por a GPV também. - Ou não, não sei. - Não, não sei. - Não sei se eu já. - Eu fiquei com um erpe. - Um. - Um beijo, tá ligado, não foi genital. - Aí, da série, é mesmo parado da GPV, com certeza. - Erpe genital você pega com o contato de erpes com a genital, né? - Ah, cara, será que foi isso? - E tem erpes de fora da genital também, né? - Então. - Tem, eu tenho. E a erpe é um negócio crônico, assim, não tem cura, não tem cura. - Não tem cura, né? - Ela vem quando a sua imunidade está abaixo. Tipo, quando eu vou para o lugar muito frio, eu tenho mudanças de temperatura, assim, do um, do proceio, com o meu torrape, e da minha boca fica estorada. - Estorada, de erpes. - É, você é um imundício, não fez isso. - É um imundício mesmo. - Imundício, imundício. - Imundício. - É difícil, né? - E. - E dá para passar a erpe, se pote a pessoa? - Não, não. - Eu acho que a erpe é um dos mais. - Mas aí fica crônico quando a pessoa tem, ou não? - Eu acho que sim, tipo sem cura. - Quem eu conheço, fala que não tem cura, mas, tipo, se você tem imunidade boa, você é vivido normal, assim. - Igual eu. - É só quando você está zoado, só. - Quando você tem a meipa, acho que é a clamidia que é a mais comum, né? - E isso é? - É uma infecção que pode afetar o penis, a vagina, o colo do útero, o ano, os auretra, a garganta, os olhos. - O ano. - Porra, todos os órgãos que dá para fazer alguma sajada de todos os órgãos que estão fazendo essa canagem, essa porra feita. - Tem a orelha também, deve dar pra vocês, é, é, a orelha. - Onde é, pa, os caras que seiro de. - Mistale. - O ardor, a orenar, os ocorimento provenientes do penis, - em chá, os nossos testículos ou anos. - Imagina o que é com o cuinho chá, né? - Nossa mano, que todo o mundo já tem, mas o bagulho é pai, mano. - Nossa, isso aí é pai demais. - Como você falou que você é o mais suave? - É o mais comum, eu falei. - Ah, tá. - Imagina cagado o ano porque você é o que tem chá, do ano, me jado o ano, tudo o ano mano. - Dora foda, mano. - Dora é uma bisa ruim. - Dora é assim, se. - Todos as. - Mas eu acho que no topo do ranking deve estar umas que dóem, tá ligado? - Que dói, né? - Que dói, né? - Aí, eles não doem, né? - Porque hoje em dia é de boa ver com mais disso. - É, não. - Porra, mas. - Imagina, o bagulho era tipo. - O diabo, teligado, anos 80, era tipo. - Eu vi o Drasvarela falando que era conhecido como a Peste Game, mano. - Qual é a Peste Game? - Peste Game, mano. - Peste Game, mano. - Uma onda, né? - De. de. de. de. de. de, assim. - Tipo, o pessoal, sem saber. - É. é porque. - Era muita desinformação, os caras tinham pouco informações. - É, sem querer, eles transavam no pelo. - Não é, é. - Essa época aí, esse cara nem estava ligado, né? - Então, eu vi dizer que eles inventaram a camisinha num ponto. - E aí, quando eles inventaram onde concepcional. - Eles pararam de usar a camisinha, porque eu falava na foda, se não precisa. - Ah. - E depois eles voltaram a usar a camisinha por as idades. - Caralho, caraca. - Agora, isso é aquela coisa que talvez seja verdade. [risos] - Quando concordam muito é hora que separar. - Se que a vez de imitar, mano. - Não, isso é verdade, mano. - Mas é muito louco pensar aqui. - Gente, eu bagulhei muito mais, né? - Óbvio que. - Sim, mano. - Se ainda tem. - Gente, falam ainda de grandes caras aí que foram vítimas. - Eles nem estavam ligados do que que era doença de vento. - Só depois que tem, sabe? - Mano. - Morrer de idade é da hora, mano. - Oi! [risos] - Tem o laborato da transinação. - Tipo, mano. - Você não vai ter uma morte enorme e taligado, que todo mundo tem. - "Ah, vou morrer naturalmente, taligado." - Você vai ter uma morte da hora, tipo. - Ai, des. - É muito sélegado. - Tipo, assim, mas você. - Por exemplo, igual você morrer com o tiro na cabeça, taligado. - É legal, isso. - Está ele, pô, antes, mano, de morte. - Cara, é que. - Já que eu para morrer mesmo, taligado. - É legal. - É, acho que é tão debilitado que. - Sei lá, você começa a ter várias problemas, tipo. - Você pode. - Posta errado, agora. - Talvez. - Você já não é verdade. - É, tipo, mas sei lá. - De crir uma diabetes mais facilmente, e aí isso. - De ferra. - Ferradamente, se morrem por causa de diabetes. - E a diabetes também é outra doença que te deixa com os sistemas comprometidos, né, tipo. - Sim, mano. - Você não se catrisa, mesmo. - Sim, mano. - Se você tiver sucessível, coisas. - É. - Externas. - Nossa, diabetes e a diabetes. - Tudo seu demora para regenerar, taligado. - É, é. - Se você faz uma tabuada. - É, tipo, um roberinho inverso, assim. - Você não cura de nada. - Se você tem diabetes e dá o cura, você tem que esperar mais tempo, - porque seu cura é generado, senão, senão. - É, exatamente. - É porque acho que todo. - É meio aos plaqueiros, toda a dada de cura, chucu, né, não tem cura. - Lógico. - É mais. - É que, micro-escopicamente assim. - Sai. - Acho que você faz mini machucardinhas, não tem como dar o cura sem machucar, né? - É, mano, acho que cura nunca costuma 100%, taligado. - Por isso que, mano. - Eu acho que ele não costuma nada. - Não sei, se a sensação é. - Formação é um indico. - Por isso, eu não tira. - Ele deve estar uma brana. - Não, mas é muito mais transmissível, por exemplo, - viros e doenças pedocudos que pedacen. - Então, é por isso que eles fazem essa relação com o homossexual, né, - porque, vamos dizer que só faz o mais sério que só não do que homem como女er, né? - E é por isso, né, porque você cria esses mini machucados, - que aí você bota o seu sangue em contato com o outro mais facilmente, né? - Então, você não mais fácil de pegar. - É, mas cara, acho que tudo isso que a gente fala aqui é verdade, mano. - Talvez seja. - Mano, né, acho que está dando pra manter a verdade, tipo. - Assim, uma de tudo, mano. - Graças a Deus. - Tá tudo parecendo bem coerente, por mim. - É, assim, mesmo que seja mentira, - é uma mentira fácil de acreditar, então dá pra espalhar tranquilo, tá ligado? - Sexto, hoje, tá cada vez mais difícil. - E você, Pedro, fala uma doença legal, você vê. - Ah, é. - Uma doença legal que eu tive, mano, eu não sei nem se eu já tive doença, tá ligado. - Imagino que eu já tive. - É. - Qual que é aquela que você pega sujando o pau? - Sugerente. - Candidias, né? - Candidias, eu acho que eu já peguei candidias de alguma exição. - Nem tenho certeza que quando eu fiz testes, eu sempre fiquei suave. - Em fecção urinar é um bagulho foro, da porque ela pode virar uma infecção renal, né? - E aí, o bagulho fica meio cabuloso, assim. - Vai, por isso. - Não, tem que ser internada, provavelmente, automatic de anticorraveita. - Ah, e, mano, o bagulho não tem doença, mas aí, você é pôr, tipo. - Você foi botar o sexo na balança. - Vale a pena transar, mano? - Cara. - Se expor ao risco? - É, tipo assim. - Você pensaram racionalmente, assim. - De palmo, ali pensando de palmo, ali não vira. - Não vira. - Tá ligado, né? - Só não loucura mesmo. - É, então. - Tipo. - Ahahahah. - Ah não sei que você sabe exatamente com quem cê tá ali bonitinho, tem tudo india e tudo, né? - Que aí, eu acho que. - Caramba. - Porque não, o risco de alguma coisa você sempre vai ter. Até mesmo com um preservativo. - É. - E eu sou assim, eu faço nada para a metade, eu me jogo de cabeça. - Eu sou o cara. - Ahahahah. - O cara não usa para quedas. - Eu vou pelado. - No pelo. - No pelo. - Tenho técnicas. - Eu tive que ver o peral a vez, né? - Caralho, tá? - Porque causa de verulhinhas e tal. - Ah, tá, é. - Pode querer. - É fino chat. - E é meio desagradável, porque. - É, que emoças verulhinhas? - Não, ele cortou mesmo. - Ah, é. - Cortou com uma navália, assim. - Ah, ah. - E aí, eu tive que tomar três injeções. - Imagina o animal de limonzinha, né? - Porque. - Toma três injeções de anestesia na pi-domba. - Porque não tá rabatendo a anestesia? - Não, eu não sei. Eu acho que é porque cada local é uma anestesia muito local, assim. Então cada lugar queria mexer. - É o carro diferente. - E aí, mano, você ficar com o pau operado é triste, mano. Porque você vê que você acorda de pau-duro, sim. - Vamos sem perceber. - Porque. - Tá dois torando, né? - Muito. - Ah, ai, pai é demais. - Carana, sussão. - Eu não imagine isso pra ninguém. - É, eu H.P.V., é uma doença também que fala que. - Uma boa percentage da população tem, ficou mais da metade, assim. - Porque algum. - E alguns não se manifestam, né? - E tem vários tipos do vírus e tal. - E é muito comum, muito comum. - É, cara, se cuidar e tipo. - Se cuidar não só na hora do ato, mas que nessa parada que você tinha a fala da candidise. - São coisas recorrentes, né? - Tipo. - É, na mulher é bastante. E nem sempre tem a ver com relação, né? - Tipo, pode ser do nada, assim. - Man, e aquele queijo de cabeça de pau, você já tiveram? - É de surgir? - Esmega, mano. - Ah, mano. - Eu acho que aquilo ali é o quimia de muita coisa que tá acontecendo ali. - O quimia? - Cara, é. - Man, eu nunca tive esse bagulho, eu tentei e tem, mano. Eu fiquei uns dias sem lavar o pau, mano. - E não conseguiu? - Não, mano. E tipo assim, eu desisti, porque eu tipo. No terceiro dia, eu ia mijar e eu senti o cheiro do meu pau, tá ligado? Tipo aquele cheiro de pica?
E eu ficava na sua pai, a pai que cheiro o pai e ele nunca tem um cheiro diferente, mas ele tem tons do mesmo cheiro, e aí você vai tipo, tá cheiro de paul 1, cheiro de paul 2, cheiro de paul 3, e ao mesmo cheiro e intensidade, - e chega uma hora que fica com a. - Chegou uma hora que ele. - uma margour, chegou uma hora que ele vara a coé que é a calça, tá ligada? É, isso aí começa a cheirar a mim, digo. Mas, Mara, eu fiquei com o cheiro insoportável antes de criar queijo, Mara, a minha produção de queijo não funciona, tá ligado? Você não tá muito lactante, então. Cara, eu vou se daí. E manesse aquele tipo de coisa que você sente falta, porque você não tem, cara, - é igual a tipo assim, quando você. - Mas você. - você queria ter opção de ter. - É, mano, é igual, quando você tá entrando na poverdade, você quer gozar, e você quer ter pelo, tá ligado aí, depois que você não quer mais ter essas coisas, eu queria ter meu cheiro de paul, mano, que eu nunca tive, tá ligado, eu até tinta de fabricar, mano, de propósito. Você tem controle de quando você é ateiro ou não. Só pra você, você sabe o que é, porque se eu escolher, pelo menos. Se eu quiser saber o que é, eu tenho que acessar pelo pau de outra pessoa, que vai ser tipo muito mais no agento, tá ligado? - É, é. - Porque não meu mesmo. É, é. É, é, é. É igual você não conhecer o espirro, e ter que pedir para alguém espirrar para você, tá ligado? - É, você pegar na mão. - Imagina, você nunca peidor, você não só fica cheirando peidos dos outros. Você não quer ter meu oportunidade de cheirar o próprio peido, mano? Pois, você é uma prisão, mas você é uma livre, você não cheira seu próprio peido, não é? É. - É. - É. - A gente é muito ouço. - O pessoal, né? Se o ser humano ele tem algumas atitudes estranhas. Mas ela fala que o peido. O peido de cada pessoa tem a cheira da casa dela. Pode ver, mano, se chegar pertinho do seu fadelo, e sentir o cheiro da roupa de cama. É o cheiro do peido da. Mano, as pessoas têm cheiro de peido diferente, assim, tipo, você consegue decorar. - Sim. - É, eu acho que tem um. - Um pouco cheiro da casa dela. - É, eu como eu falei, eles devem ter tipo um zôito tipo de cheiro de peido, assim, eles se repetem, tá ligando? E aí, eles vem em intensidades diferentes, "Ah, que a tal pessoa peida, assim, tipo. " - Esse é o tipo do cheiro de peido dela. - É, pra perceber. "Pei do aze do, peido salgado, peidor de gilho. " "Pei do aguado, peido aguado. " "Dom peido mal passado. " A gente que peida com cheiro de bosta, mano. - Tem cheiro de gilho, mano, assim. - É. - E o mano. - Pupi. - Pida com cheiro de genta. - É. - É. - É. - Cheirando, tá ficando pronta, é. - Cheiro de genta com. - É, é. - É pra ver se a peida é cheirosa. - Carapê de cheiroso, então. - Não, po, é que, quando você sabe que a recana-lhe céu do cu, de outra pessoa, é igual, tipo, o seu peido não tinha comada. Às vezes, você chega a achar até bom, o bagulho. [risos] Mano, então, mano, tipo. - Você não peida e fica. - Nossa, que fedou de peido, tá? - É, cara, fica. - Você se até. - Um porjeio. - Mas é, tipo, pra vezes. - Seu. - Não é nesse bagulho de vissa. - Quer tirar o peido, seu colo. - [risos] - Que credo. - Que coisa. - Você vai se te dar se esqueceu, né, você precisa lembrar de novo. - Mano, sim. - Eu acho que, tipo. - Como é que era mesmo? - Maral, se alguém. Você tem uma esquil muito fora, se você consegue, tipo, gostar do peido dos outros, perigando. - Ah, tem um esperar aqui, consegue. - É. - Eu conheço gente, consegue. - Vai, mano, aí você, tipo, não fica, assim, incomodado, hein, ou não é que tá peidado, tá, ligado? - É, tipo. É uma contagem do cara, né? - Você fica suave, não, tipo. - Mano, imagina gostar de tudo, tá, ligado? - Tudo te agrada. - Tudo. Tudo te agrada. - Tudo te agrada? Tudo, ele se é um estudo. - Tudo teador? - Door. - Sofrimento. - Peido, bosta. - A brilhada. - A brilhada, bosta. - Mígio. - Tudo te dá cídeo. - Censação boa no sério, o atrocínio, crime. - Aí, se escolher as coisas mais fácil, né, tipo. - Não te dar coisa boa, assim, tipo. - Então, chega e mata seu cachorro na sofrimento e falar que é hora. - Não, acontece. E, tipo, vamos aproveitar aquele tamanho, - e vamos ver como funciona na tomia de um cachorro por dentro. - É legal, você sabe? - É um cara mais otimista do mundo. - Já come também, porque é comida, tá? - É um dos perdiçados, né? - Já dota outro cachorro. - Porque é bom ter cachorro, tá? - É muita coisa, né? - Eu gosto de cachorro. - E eu gosto de não ter cachorro, por favor. - Doora cachorro. - Eu adoro ter cachorro, eu adoro não ter cachorro. - Eu frio, mas se não for muito em temperado, tá ligado bem em temperadinhos, hein? - Mano, não tem como gostar de tudo. - Não tem como, porque gostar de alguma coisa, implicitamente você não gosta do oposto daquela coisa, né? - E. - É. - Talvez, por assim, se gosta de comer, você não gosta de ficar sem comer. - Se gosta de foder, você não gosta de ficar sem foder. - Então, mas depende do momento, né? - Porque você gosta. - Você gosta das duas coisas, só que não, mesmo o tempo. - Tipo, se você tá gostando de foder agora, você não tá gostando do fato de não estar foder agora. Se você gosta de comer agora, você não tá gostando do fato de não poder comer agora. Só que se você tá cheio e você fala, "tá, eu não gosto de comer agora." - Hmm, eu deve gente do momento. - É, mas nem tudo, tá ligado? Acho que você sempre vai gostar de se sentir seguro, por exemplo. - Você nunca ou não, né? - Pode ser que você gosta de adrenalina. - A adrenalina, né? - É gostar de se sentir a beira da morte. - Trasê-me um pouco. - Será que você gosta de tudo? - É algum momento, mano. - Eu gosto de tudo que eu gosto de quase tudo, mano. - Você gosta de dor? - Não. - Ah, ai. - Eu sou cuinho, né? - Eu sou cair de cair de cair de cair. - Mas não gosto de marar. - É uma beira coisa. Não. - É um bagulho que eu acho muito difícil de aprender a gostar. - É difícil. - Porra. - É, mano. A custa um má pelo meio amigo de dor que eu gosto. - É de alguém costando minhas costas. - É, é isso, cara. - É a primeira manifestação de dor no corpo humano. - Cara, é uma dor, né? - É. - E aí, cê gosta. - É uma dor. - É, porque você tá se lidando daquela. - É uma ali chatíssima. - Eu acho que o nível de dor que eu gosto é coser. - É, hein. - No meio do sexo, me costa. - Mano, mas coser. - É, vocês vão uma massagem ali que pegam num nervo e se falai. - É, hein. - É gostoso, tá ligado pra fazer coisa. - E a dor, a dor, eu não vou falar isso. - E, mano. - Eu acho que eu vei o pai, eu farei. - A dor de fazer com coisas, é, né? - É, é o alívio, né? - É, gente, traz um certo prazer. - Mano, é, não vou dar dor de se fazer com coisas, de fazer com o corpo. - Tipo, com o corpo passando no cul. - Não, a dor, quando o dói fica pai, é. - Com o corpo. - Quando ele passa cremoso, assim, tipo, semelhante, a sensação de você tá passando uma colher de sorvete uniformemente no corpo. - Porque ele faz aquele som de la reira, ligado, saindo do cul. - Mano, eu não concordo tanto com a sua. - É, é, é, aquele brasil insturendo, é, tipo. - Você falou que você já foi. - Não que eu já tenha feito isso, mas você fez o experimento. - O papel até fica vermelha, né? - Mas o papel é vim cheio de bosta, né? - É isso, cocô, mano. - Vem brilhando. - Mano, muito pai, mano. - Isso aí me desanilo demais. - Mano, eu já tenho feito isso, mas se você tenta gravar o som da bosta sendo de seu cul, vai ser isso aqui, ó. - Não tem esses estouros de pão. - Não tem as estalas, né, mas tem, tipo. - A deslizada. - Eu deboa, bula de ar, brisa, né? - Você fosse fazer um desenho animado e fosse tipo animal cara cagando, você já tem que pegar o som da malarieira pra descrisar. - Sim, é, porque eu não ia gravar meu cul cagando. - Eu nunca fiz isso. - É, eu sou. - Virei. - Eu sou no plástico, agora. - Eu sou bicho, agora, nessa porra. - Ah, mano, mas. - Você faz todas as barulhas com o cul, tá? - É um som muito sutil. - Um cluculho, faz, tá ligado. - É, bem sutil. - Tanto que você tem que botar um gravador de toda. - É brincadeira, gente. - Fui no máximo. - Ah, deve ter mais cbr na internet de alguém cargando, mano. - Deve ter que ser que a dar uma internet. - Deve ter que pagar no pão caráneo pra isso. - É verdade, gente. - Comprando o parulho de cucor. - E mandar a audi do seu barretico. - Eu não pegar o busão, gente, pô. - Pegar o busão indo pro trampo, ouvindo bosta do seremro. [risos] - A garrada no. no. no. no. no. - No metal, a garrada no post do trem, assim. No camão, pra cima, você ouvindo bosta, caindo. [risos] - No cara de triste ainda. [risos] - É, mano, da bem mais de nada que isso já aconteceu, tá ligado. - Com certeza. - Com certeza. - Não tem como não, entregada, a probabilidade é muito alta pra não ter conseguido. - Mano, o cara começou aí pro trampo, vindo por não. - Não foi saciado. [risos] - Começou a parar de saciar as vantagens dele, ligado. - Ele levou do ir um pouco. - Ele foi valendo os fetichas, mano. - Ah, ele começou ao vítipo mijo, tá ligado? - Não, não, não, não, não, não, não, não. - Ele falou, "não, isso aqui parece muito tão uma cachoeira, pô, né?" - É, senão eu quero ver bosta, né? [risos] - E eu quero ver a bosta caindo na água, o que aconteceu, a certeza, quer coisa. - É, é. - Nossa. [risos] - Aí o celular solta do fone, todo mundo ouve o balão de bosta. - Mas é muito bacio. - É, mas não é tão presente, ninguém vai saber. - É, você vai falar "Caralho, eu tô ouvindo o laireiro aí, mano." - Mano, ele vem uma postagem, eu não sei se é verdade. Você acha que é verdade, eu mentira. O cara postou a no Twitter que ele tava no busão e um surdo. Tava. Tava. Tinha um vídeo no celular, só quero a gemidão do Zap, junto com o drib do Ronaldo em Gaúcho, tá ligado? E ele ficou. - Pra ele ele tava assistindo só os drib do Ronaldo em Gaúcho. - Não. - E ficou tocando a gemidão alta pra caralho, todo mundo tava vindo. - Mas isso é isso, isso aconteceu mesmo. Algum amigo dele, tipo, que sabe que ele é surdo. - Ah, mas ele é, hein, sério. - Ele tá sozinho, tá ligado. - Sozinho? - É, ele tá no da de busão sozinho, mexendo, não amando do pra ele, pô. Porque, eu acho que é um cara que é de fato surdo, tá vendo um vídeo. - G-Midão. - G-Midão. - G-Midão. - G-Midão. - G-Midão. - Tinha muito perfeito pra dar errado, tá ligado. Mas, na as vezes é tipo. - Tá ligado, é esse que clica no vídeo, então o G-Midão. - Ah, pode cria pra ele. - Tá ligado. - E aí, tipo, uns trivlifoda com o G-Midão. - Estouradíssimo. - O mesmo com só no 1, bagulho tá estourado, tá ligado.
-Puata legal, se eu era humano é muito fascinante, não é? -Facilão, tá viada na facilão. -Então, mas é um problema. É tipo, é tão perfeito que não deve ser verdade, a regada é muito perfeito para ser verdade, mas ao mesmo tempo tem muita coisa que acontece assim na vida, que é muito perfeito para ser verdade, então. -É às vezes é tão perfeito para ser verdade que é mentira, mas aí a gente mantém como suas verdades, porque a verdade não existe maiores tragadoras de verdade que a mentira aqui, na história de que o Google adono do grau. -É verdade. -Essa é uma das estouras mais belas que existem, né? Porque o Google, claro, o Google, né, o Augusto Liberato acabou falecendo, mas o Google vive eternamente, né? E ele adono do grupo Rodoviario. [risos] Ah, é, grupo Rodoviario alimentiz ao Augusto Liberato. [risos] -O Rodoviario é diventista. [risos] -Pois, vocês estarem muito boa para contar para os outros, hein, tchau. -O Google que morreu de aides, né? -O Google morreu de aides, era de aides, foi arrumado o órgador de sona, o do caio. [risos] -E assim, ele ia saber a vida de ser não fosse aides. Então tem umas coisas que eu gosto de contar assim, tipo, eu gosto de falar que o Roberto Carlos, esse papo dele não tem uma perna mentira, tipo. -Apa, não é mentira. -Não, não é. -É verdade, mano. -Mas eu nunca vi. -Então, é por isso que eu quero falar isso. -Nagado, porque o cara nunca mostrou a perna mecânica dele. [risos] -E nem mostrou a não mecânica, tá? -É, então, ele não mostrou nada. -É o cara. -Manear a perna mecânica de churringer, não. -Cara virou, vivou a vida inteira de cálça, mano. [risos] -Não, é esse é o balo do gato de chorodinger? -O não. -É, mais ou menos, né? -Tinho perna ou não tem perna, não dá para saber ver? -E que essa brisa aí, é. -Tô ligado. -Tinho uma cálça com em cima. -Eu. -E lembro que meu pai me falava que o Roberto Carlos não tinha uma perna porque ele perdeu o no trilho do trein, né? -Mas como que eu. -Não, imagina na sua cabeça como uma pessoa faz pra perder uma perna no trilho do trein? -Não, não, porque eu trei muito lento, trein, gato. -Ei, se. -Tro você cai no trilho do trein e eu me fala "Ah, não, o treino tá vindo". -O tipo, ele foi zoar, foi falar assim, quer ver que eu consigo atravessar bem na hora que ele vou passar 1 mil e de segundos antes de chegar. -Ah, mas. -Cabe a perna no trilho do trein e o trein pós em cima. -Telix é um trein bala, né? -Mas nós existia trein bala na época do Romano. -É, o vilano, nem era nascido, nós existia o trein bala. -É, ele inventou o trein bala, né? -Mas, então, um trein que é muito rápido no Japão. -Tarei pra perder a perna muito fácil. -É, mas não foi no Japão, quer dizer, perdão. -É, nem a Japão em 100 anos. -Se foi a Japão, eles ia ser Roberto Carlos. -Obero do Carlos. -Obero do. -Obero do. -Obero do Carlos. -Carolos. -Carolos. -Eu. -Ele fala que o vestivio moderno não foi o sério, ele só usava outros, porque ele achava legal. -Manino. -Elas caras caras caras. -Berdade, né? -Pode crer. -Pode crer, né? -Vicam a provação, o que eu quero dizer. -É, mano, o cara deve ter perna mecânica mesmo, porque não faz sentido. -Porque ele não queria usar a short, tem legal, não? -É, cara, viu? A vida inteira no país tropical, sei usar o short. -É, de causa? -Ada, ve, mano. -Não dá pra confiar em quem usar causa todo dia, toda hora. -Não dá. -Não dá. -Ele trabalha, eu pergunto a própria, tipo, limpa, o mar, condicionado. -Só, se você for de parado, né? -Não era Google, por que você vai mexer nesse ar condicionado, cara? -Mas, ninguém arruma o próprio ar condicionado, mas. -É, mas você sabe isso. -É, é. -É, eu não sou muito de conspiração, mas essa história. -Não dá pra ver isso. -Pau, mal contado. -Pau, tá muito. -Parece história de quem faz seguro de vida. -Mora, eu nunca vi alguém limpa ou consertando o próprio ar condicionado, tá ligado. -Mas, não cara rico que nem o Google redone no garal, tá ligado. -Então, não consigo imaginar. -Ele falando, vou consertar o ar condicionado. -Ele tinha a raide, tá ligado a todo debilitado, sabe? -Como você se sabe que o que era o "drink preferido" do Google, assim. -Mora, o pior que eu sei, infelizmente. -Então, não vamos contar isso, cara. -Então, você pra mim é batida de Google. -Ah, não, mano. -Ah, só aí. -Não, não pode. -Não, vamos encerrar aqui o episódio, então. -Oh, queria agradecer o Pedro que participou aqui com a gente hoje. -Opa, eu quero agradeço. -Brigado Marcelinho também, mas. -É não, esse cara. -Muito bom debater doenças veneras e outros assuntos com vocês. -Tope. -Principamente, outros assuntos, tipo "ovibosta" e tudo mais. -Pra você que gosta de "ovibosta" não perca toda a quarta-feira, episódio novo do "Bocardinhas", aqui. -Estás gostando desse link? -Olha, toda a quarta-feira, mano. -Exé, pesadão. -Eu duvido muito. -Que isso vai acontecer. -Meu amigo, duvido sai seira. -Comesso de comer. [risos] -Espeço, muito obrigado por terem assistido. Assim nem é o "Bocardinhas", em todas as plataformas digitais. -Sou da quarta-feira. -Permínio se divertir e gritar. -E bem, gente. -Você ouviu "Bocardinhas", "Bocardinhas" de volta. -Na próxima semana. [risos] -Fui num botão microfone no corpo e da outra. -Não, o vira ele pro seu corpo. -É, o cara, não tem que um fabricar a peda, assim quando que isso seria um poder oferrofeiro. -Au, esperar até você perder, mano. -Mas, põe a ponta dele no corpo. -Põe a ponta dele, mano. [risos] -Põe a ponta dele, o cara gachi ele o bongo. -Fui. [risos] -Vamos no chamber, cara. [risos] -Ai, seira, eu não me cronfou.
Podcast Summary
Key Points:
A conversa aborda doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) de forma humorística e informal, com foco em HPV, sífilis e outras.
Os participantes destacam a importância do uso de preservativo para prevenção, mas misturam informações sérias com brincadeiras.
Há discussões sobre sintomas, tratamento e constrangimentos ao procurar um urologista, incluindo experiências pessoais.
O tom é leve e irônico, com alegações de que parte do conteúdo pode ser imprecisa ou exagerada intencionalmente.
Summary:
A transcrição apresenta uma conversa descontraída entre três participantes sobre doenças sexualmente transmissíveis, misturando humor, experiências pessoais e informações médicas. Eles iniciam destacando a importância do preservativo, mas logo entram em um tom irreverente, discutindo tópicos como HPV, verrugas, sífilis e outras DSTs. O HPV é mencionado como um vírus comum que pode causar verrugas em várias partes do corpo, e há relatos pessoais sobre como lidar com elas, incluindo uma história cômica de uma verruga removida acidentalmente.
A sífilis é descrita como uma doença grave que pode afetar o cérebro, mas os participantes reconhecem que o tratamento atual é mais eficaz. Eles também abordam o constrangimento de consultas com urologistas, com anedotas sobre exames e interações desconfortáveis. A conversa inclui reflexões sobre a dificuldade de descrever sintomas e a tendência de algumas pessoas esconderem DSTs para transar sem proteção.
O tom geral é de brincadeira, com os próprios participantes admitindo que grande parte do que dizem pode não ser factual, enfatizando que o conteúdo não deve ser levado a sério. Apesar do humor, eles reforçam indiretamente a necessidade de prevenção e cuidados com a saúde sexual.
FAQs
Doenças venéreas são infecções transmitidas principalmente por contato sexual sem proteção, como sexo sem camisinha.
Os sintomas incluem febre, tosse, dor de garganta e mal-estar, mas muitas doenças têm sintomas parecidos, dificultando o diagnóstico.
Sim, o HPV é uma doença venérea que causa verrugas e pode levar a câncer, como o de colo do útero, e é transmitido até com contato na verruga.
Usar preservativo é essencial para prevenir a maioria das doenças venéreas, embora algumas, como o HPV, possam ser transmitidas mesmo com proteção.
Sífilis é uma doença venérea grave causada por uma bactéria que pode danificar o cérebro e causar loucura ou morte se não tratada.
Nem todas são mortais; muitas, como gonorreia, são tratáveis com antibióticos, mas sem tratamento podem levar a complicações sérias.
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