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Bem-estar corporativo e estratégia de crescimento com Bruno Rodrigues, da GoGood

from Like a Boss

55m 21s

Bem-estar corporativo e estratégia de crescimento com Bruno Rodrigues, da GoGood

A Golgude surgiu com a missão de transformar o bem-estar corporativo no Brasil, inspirado por experiências de atleta e líderes que perceberam a ligação entre saúde física e mental e desempenho no trabalho. O modelo começou com academias credenciadas, focando em empresas médias que têm dificuldade de gerenciar múltiplos benefícios. Ao construir uma rede densa e local, a empresa criou confiança e valor, tornando-se um parceiro de confiança para os RHs. Com o tempo, expandiu a oferta para incluir psicólogos, nutricionistas e telemedicina, mostrando que o bem-estar é uma jornada integrada. A tecnologia, especialmente a IA, é usada para prever comportamentos de uso e aumentar o engajamento. O modelo é escalável e sustentável, com receita recorrente superior a 15 milhões de reais e crescimento de 80% anual, mantendo uma margem de lucro de mais de 80% nos serviços SaaS. A empresa não apenas oferece benefícios, mas constrói uma cultura de autocuidado, demonstrando que o bem-estar não é uma permissão, mas um diferencial de performance. Hoje, a Golgude atua como um eixo de transformação para empresas que ainda não investem em bem-estar, usando parcerias locais, canais de distribuição e tecnologia para educar e engajar colaboradores. O crescimento é baseado na expansão regional e na capacidade de integrar soluções, com foco em um mercado cada vez mais exigente por saúde mental, alimentação e rotinas saudáveis. A marca se posiciona como um guia de autocuidado, aparecendo de forma tangível no dia a dia do colaborador, tornando-se essencial para a jornada de bem-estar e desempenho.

Transcription

9504 Words, 54187 Characters

Portuguese
[música] Eu sou o Paulo Silveira e esse é o like a boss. [música] -Brown one, face! -Bruno Rodrigues, confundador e CEO da Golgude. Paulo, obrigado por me receber uma felicidade imensa até aqui. Bruno, quero entender como que nasce o Golgude, qualquer ator que você tinha, alguém tinha e o que ela faz. A Golgude nasce por uma paixão muito grande minha e por um problema de negócio que eu vivi. Eu fui atleta profissional durante 16 anos, comecei com 5 anos a competir carater, defendia a seleção brasileira e cresci dentro do esporte. E depois eu fui caindo uma carreira corporativa, fui líder, executivo e como líder e como executivo eu tentei aplicar algumas das analogias do que eu aprendi no esporte. De prática de atividade física, como parte fundamental para a gente está bem, obviamente o atleta tem o seu corpo, mas também com a sua saúde mental. E eu via que o trabalhador intelectual não tinha isso tão bem conectado. Então, a Golgude nasce para, de fato, ajudar líderes e pessoas a terem mais bem-estar no trabalho, aplicando um pouco desses aprendizados do esporte. O mercado é bem diferente, é bem verdade, a gente está falando de 2015 essas primeiras ideias surgindo. O mercado de bem-estar corporativo era muito distante do que era nos Estados Unidos, aqui no Brasil, por exemplo. Já tinha uma penetração super grande nos Estados Unidos, que todo RH olhava para o programa de bem-estar. A gente apostou muito que esse mercado ia acontecer no Brasil como de fato, hoje todo RHH está discutindo o sal de física, o sal de mental, sua estáquio de benefícios para atrair e reter seus principais talentos. E a Golgude nasce para resolver essa dor que eu tive como líder, que era, como é que eu crio o melhor, o time com a mais alta performance que eu posso. A partir do que eu vivi com o atleta. E o que acontece que a Golgude oferece para essas empresas, para as academias, para essas outras profissionais liberais de bem-estar, como que funciona, qual que é o funcionamento modelo de negócios da Golgude? Legal, Paulo, a gente aprendeu durante essa jornada que o RH ele gosta de oferecer o melhor benefício financeiro para as pessoas. Então, não atua que tem o plano de saúde, que é super disseminado, porque hoje você contratar não depender da empresa para contratar um plano de saúde é muito caro. Então, a empresa vem a baratear, isso é percebido como o dinheiro no final do dia, porque no final do mês aqui, porque é mais barato para ele contratar através da empresa ou até gratuito. E porque ele tem aquele interesse, e o interesse das pessoas, agora, se transformou as pessoas querem fazer mais atividade física, elas querem cuidar da sua saúde mental, da sua alimentação. Hoje, eu falo que a gente vive a era de ouro do elnes, porque taxa de obesidade era super alta, o sedentarismo super elevado, doenças como ansiedade, depressão, de fato, estão afligindo cada vez mais a nossa sociedade, e isso recaiu na empresa. As pessoas buscam mais bem estar, inclusive no trabalho para performar é melhor, e eu o RH passou a buscar soluções que, de fato, pudesse entregar isso para os seus colaboradores. Então, a gente inicia a nossa jornada aqui com a parte de atividade física, a gente credenciar as primeiras academias da nossa plataforma, entende que a gente consegue entregar um valor super legal de transformar. As informações de vidas das pessoas, largando o sedentarismo, fazendo mais atividade física, e logo fica muito evidente para nós, que a atividade física, na verdade, ela é uma ponta super importante, mas ela se conecta com outras coisas, como saúde mental. A pessoa que começa a fazer atividade física, ela começa a se preocupar mais com a sua saúde mental, fazer uma terapia. Depois ela fala "Poxa, minha alimentação não está tão boa assim, ela tem que cuidar melhor da alimentação ou tenho que descansar melhor", e ela vai sumando hábitos no seu dia a dia. E agogo de meio que acompanha um pouco dessa jornada dos colaboradores, trazendo primeiro academias depois psicólogos, depois psiquiatras, telemeticina, nutricionista, e a gente vai acompanhando essa jornada de bem estar de cada colaborador, e fazendo com que o RH consiga também acompanhar, oferecendo um benefício que, de fato, transforma essas vidas. Porque para lembrar 15 anos atrás esses benefícios, ou era só o plano de saúde, o vale e refeição, ou as empresas tinham mecanismos muito específicos. Ah, essa empresa aqui tem um vale x, aí o x é para o psicólogo, ou é para a fisioterapia, ou é por causa da academia do bairro, uma empresa pequenininha tinha o yoga do bairro, porque o ciogo gostava de yoga, essas coisas eram muito fragmentadas e específicas. Acontece, em algum momento, a palavra consolidação não de empresas, mas desses benefícios, de baixo de alguns grupos de guarda chuva, tanto que acontece com aqueles cartões, de vale e refeição, o cartão que é meio dinheiro, o meio que não, aconteceu esse, e recentemente não tão recentemente, já que a Google tem quase uma década, vem a acontecer nessa parte do wellness mais amplo, que eu coloco com exercício, mas não é só isso, tem um mental, o apoio mental, o saúde mental, um envolvida e dentro, isso começa a se juntar. Total, 10 anos atrás, era normal você ver um RH que tinha, talvez, três benefícios, um plano de saúde, um plano doutológico, o seguro de vida, e um vale alimentação ou vale refeição. E era meio que isso que eles tinham que administrar no dia a dia, que eram os principais, era o basicão bem feito. Hoje é natural você ver uma empresa que tem 15, 20, 25 benefícios diferentes, dos mais variados, possíveis para de fato atrair os talentos, mostrar que tem uma cultura diferente, e o problema é que o Red Count não cresceu na mesma proporção da complexidade da operação de benefícios. Então a empresa que tinha cinco pessoas não RH para administrar os três benefícios, tem talvez 6 para fazer 15, e a administração desses benefícios já é complexa por si só, e fazer as pessoas usarem e perceberem valor ainda mais complexo. Então, costumo dizer que só existe o mercado de benefício, por causa do interesse do indivíduo, e se o interesse mudou, e é verdade que mudou, porque nunca se viu tantas pessoas correndo na rua com seu par de tênis, fazendo corrida de rua, se alimentando melhor, buscando uma saúde, uma alimentação orgânica, buscando cuidar do seu sono, a gente vê aqui as novas gerações menos orientadas para bebida alcoólica e parabalada, e muito mais para cuidado corpo e da mente, o mercado de trabalho mudou, e o mercado de benefícios teve que acompanhar um pouco isso, e gerou uma complexidade, uma oportunidade aqui que é goguda e busca ajudar os RHs nesse sentido. Ótimo, e aí como fica então esse funcionamento de quem contrata quem, como que vocês adquirem, porque acaba sendo um marketing place, e você tem essas empresas que fornece, porque vocês não dão aula de caratê nem de yoga. Então essas empresas se credem sim, vocês buscam elas, para depois você usar RHs de quem empresa, médio empresa, pequena empresa, de uma região do Brasil, vão se buscar algo húdio para oferecer o cartão, a app, como que funciona esse é um marketing place tradicional? O nosso ecosistema, vamos dizer assim, de produtos e serviços, ele se iniciou por academias, então a gente entendeu que se a gente tivesse uma densidade muito grande de academias, em cada região que a gente atuasse, a gente teria um efeito de rede muito forte, e uma prestação de serviço qualificada para RH. Quer dizer, não preciso olhar para Brasil primeiro, academias são negócios originalmente do bairro, e quem tiver nos ouvindo aqui vai pensar, às vezes você nem usa a melhor academia da sua cidade, e às vezes nem a melhor do seu bairro, é mais conveniente para você. Então a densidade de opções de qualidade, e também de preço, é super importante, cada regiãozinha a gente tem uma penetração muito grande, então a gente tem o time de vendas, que credemcia academias, hoje nós temos perto de 3.500 academias, que esse time vai se relacionando, e vai trazendo oportunidades para popular mais essas academias, trazer mais oportunidades de negócios como um canal de distribuição para dentro dos RHs, e a gente traz os RHs para, de fato, pagar, né? Pela contratação de um benefício, inicialmente de atividade física, que foi o nosso primeiro produto aqui, que a gente começa a cidade à cidade, depois região a região, e fazemos um estado justamente buscando sempre ter um market share muito grande nessa parte de academias de credenciamento, para entregar, no primeiro momento, para médias empresas, porque a gente vê que a grande empresa, ela tem uma estrutura de RH, a idade do market, muito forte, então ela contrata um benefício, e ela tem capacidade para divulgar o benefício, para engajar seus colaboradores, e assim por diante. A média empresa, ela não tem essa estrutura tão boa, para fazer essa divulgação, a administração de pessoal, a entrada do novo funcionário, a retirada do funcionário que saiu, tem toda uma tarefa administrativa, a de operação de benefício, que a média empresa ela tem muita dificuldade de fazer isso de uma forma organizada, então você oferecer isso é um diferencial para a média, não para grande. A gente inicia na média, porque a gente entendeu que o Brasil é feito principalmente por empresas regionalizadas, e assim a gente fala, a gente vê muito aqui, poxa, nossos amigos da Faria Lima, olha muito as oportunidades das grandes empresas do Brasil, que são grandes nomes e grandes marcas, mas o Brasil é feito, na verdade por marcas, às vezes muito desconhecidas. Só dando um exemplo numérico aqui, tem mil empresas com mais de mil funcionários, mas entre 100 e mil funcionários tem 80 mil empresas no Brasil. Exatamente. A gente tem 80 mil empresas entre 100 e mil colaboradores, quer dizer, tem 80 mil. 80 vezes mais CNPJ de médias, vamos chamar assim, do que de grandes. E esse mercado aqui, ele tem uma dificuldade de administrar diversos benefícios, de lançar novos benefícios, porque ele tem uma estrutura de arregaz, vezes muito operacional ou muito pequena. Então, a gente iniciou, por ali, vendei do benefício, que ele tinha um parceiro para administrar os seus benefícios, para lançar com um atendimento próximo, e só a gente começa com a atividade física. E logo fica claro que, a partir de saúde mental, com psicólogos, com nutricionistas, com educadores físicos, seria as próximas camadas de novos benefícios que eles gostariam de ir levar para seus colaboradores, mas isso terá uma complexidade exponencial para esse RHA, que já não tem nem braço para fazer alguns poucos benefícios. Então, a gente começa com essas médias empresas, e criando uma densidade de academias e cada região que a gente trabalha com uma proximidade muito grande, com o efeito de rede dessas academias e empresas locais, que a gente começa a escalar e as grandes começam a vir. Isso foi uma surpresa positiva nos nossos primeiros anos. Hoje, nós temos empresas, principalmente, entre 100 e 1000, mas temos empresas de 3.000, 5.000, 7.000, 10.000 funcionários, porque já tem densidade de entrega para todos seus colaboradores poderiam usar nossas academias também. Eu coloquei aqui a analogia de Marketplace, e quando a gente fala Marketplace, pode que é de empreendedorismo, de liderança, a gente pensa no puro digital, e no puro digital você tem esse balanço que todo mundo me fala que é muito complexo da oferta e da demanda, porque se você tiver muito de um e pouco do outro, os sellers, as pessoas que estão fornecendo aquele trabalho vão ficar frustradas porque não vem de nada, traz pouco, ou é irrelevante, e se para os clientes tiver faltando a oferta, fique esquisito e as pessoas não falam "Poxa, para que que eu volasse, não tenho o que eu vou acessar". Então esse balanço é o tempo todo complexo, são duas dimensões simultâneas de trabalho e perconectadas, mas no seu caso, a entrega do serviço é presencial, ou na maioria, vamos pensar que a terapia psicólogo pode não ser, mas enfim, mas tem a questão de tempo, de agenda, que também é outra dimensão, você contou isso de atacar a primeira uma cidade, um estado, o que já é interessante, porque também imagino que naquela época start-upera, quando você começou, muita gente tentou criar a marketplace atacando todos as cidades, estados, países do mundo simultâneo, e é óbvio que a demanda e a oferta fica completamente desbalanceada, não sei o que você seja, tem acertado muito, então como que é essas próximas captações de empresas, academia, estúdio de pilates, etc., porque tem que ser concometante, se você vai expandir para um próximo estado, e eu lembro que quando eu conversei as últimas vezes você estava ainda para na, então como que é essa entrada no mercado, porque você também não pode chegar para uma empresa bater na porta, então estou chegando aqui, e já eu voltei a academia, agora se também chegar em uma academia e falar, olha, já já eu voltei a empresa, tudo fica esquisito, como que é essa conversa, e esse jogo para acontecer meio que é o mesmo tempo, e qual é a necessidade, se eu estou exagirando? Sabe Paulo, que não foi trivial para a gente pensar num produto de tecnologia que depende de um serviço local, porque nosso primeiro produto na verdade, depois a gente veio apivotar, ele foi um sáspuro, e o sás tem a beleza de ser escalável, de você distribuir em qualquer lugar, muda língua, o produto está entregue em qualquer lugar, e isso foram raras, as empresas conseguiram seguir esse playbook dessa forma, mas eu conceito lindo, o conceito do escalável, note, tudo mais, acho que de alguma forma, o mercado no passado valorizava bastante isso, a gente bebia um pouco dessa fonte, e na verdade eu entendi que a rede local, ela tem uma fortaleza muito grande pro indivíduo, porque as pessoas já percebem o valor na academia, eu não preciso criar a valor da academia, se pessoas já vão para a academia, já vão no CrossFit, falam para todo mundo que vai no CrossFit, já fazem calestemia, já falam sobre isso, já jogam bititênis, então uma religião, então na verdade eu tenho que facilitar esse ecossistema, que já tem uma percepção de valor, e numa ancoragem de valor até relevante, isso para nós foi um aprendizado que, poxa, uma vez que eu desenvolvo essa rede local, eu consigo criar uma percepção de valor até maior do que o software puro, e uma barreira de entrada de outros empreendedores, talvez que não queiram lidar com uma rede local, que também é verdadeiro, porque tem a complexidade de você atuar com múltiplos interesses, a academia, o RH, o indivíduo, e assim a gente foi criando um diferencial competitivo também, criando barreiras de entrada de uma altíssima densidade geográfica, então numa cidade hoje que a gente tem 20, 30, 40% de mais qualidade ou volume de rede do que outras empresas, é quase óbvio para um RH que ele precisa da gente, é quase óbvio que aquele RH satisfeito indica para outras empresas também, baseado nessa densidade de academias que estão atendendo bem, que já tem um relacionamento local com a gente, e assim a gente foi escalando um pouco mais a nossa operação, então se começa por elas. Eu começo pelas academias, a gente começa pelas academias, porque a academia já está educada sobre o modelo de negócio, então se ela não está com, a gente ela pode estar com algum outro agregador, como um RH ou tal pest, por exemplo, ou se ela não está, ela já ouviu falar, e ela já entende o modelo, já tem uma objeção muito clara de como que a gente transborda isso e melhora essa relação para ele, e a gente tem uma proposta de valor que ela a linha melhor dos incentivos com a academia, então se já aprendeu com o pessoal que abriu, que já bateu na porta antes, você consegue inclusive chegar como oferta melhora adaptada para aquela pessoa, para aquela academia. É porque enquanto o modelo de negócio a gente tem uma visão diferente do mercado, a gente começou com a academia, mas com muito claro que a academia é uma ponta que ela vai demandar outras pontas também de benefícios, deu exemplo de psicólogo, de nutricionista, já tem seguro de bet, tem os mais diversos que os RH estão contratando também, e isso também é uma oportunidade de negócio, se eu atendo bem o meu cliente, eu tenho oportunidade de vender mais produtos para dentro dessa plataforma para acompanhar essa jornada de outros benefícios de bem estar, isso muda tudo porque eu não preciso ganhar dinheiro em detrimento da academia, ganhar dinheiro na não-utilização da academia, eu quero que haja a utilização na academia, aquele dinheiro que vem do usuário, ele tem praticamente margem zero para a gente, e aonde a gente faz o dinheiro é o RH contratando mais benefícios com a gente, porque aí eu tenho uma margem bruta de SaaS Plus, acima de 80%, ou seja, todo o dinheiro que o RH contrata novos benefícios com a gente, a gente tem uma margem de SaaS super positiva, isso faz com que a gente não tenha que necessariamente fazer com que as pessoas usem menos a academia, ou que o disputa um bolo de dinheiro com a academia, eu quero que as vezes cada mês ganhem mais dinheiro, porque vão prestar um melhor serviço, porque vão competir melhor no seu mercado, que eles vão atender melhor os nossos usuários, e assim a gente consegue crescer junto, então essa engenharia toda de modelagem de negócio, para que a gente não tenha só 10 ou 20 reais per capita, que é o preço de um produto de academia que o RH apaga, a gente pode ter 100 reais per capita, se eu consigo trabalhar outros benefícios, outros produtos com ele ao longo do tempo, isso demanda que a gente tem um atendimento melhor, isso demanda que a gente tem uma proximidade maior dos RHS, mas a gente sabe que eles vão precisar de novos benefícios e eles pressionam o Tracer Advisor, eles precisam de um parceiro de confiança para administrar e ajudar a eles engajarem os colaboradores em novos benefícios também, aí que a nossa estratégia ela se alinha melhor com os incentivos desse mercado todo. Bem nesse mecanismo BTOB que você chega numa empresa num RH para ter essa conversa, é óbvio que tem a limitação dos mecanismos de vendas, SDR, aqueles playbooks de startup que 10 anos atrás ficaram muito conhecidos, hoje todo mundo já vê algum esgotamento dessa força de vendas e já procura mecanismos de oparceria ou canais de distribuição, a gente citou aqui, por exemplo, os cartões de vale refeição que hoje em dia se modernizaram apareceram competidores com mecanismos similares, mas com alguma inovação, esse seria, por exemplo, um canal para você montar uma parceria que outros, como que hoje você chega em novas empresas daquele estado que você ainda não conhece sem ser batendo na porta ou indo lá no link de indireto falando eu sou o Bruno da Google, não, eu está dentro de uma cartela de um outro grupo que já está lá dentro, que já tem um share of wallets e ele quer aumentar esse share, como que fica esses novos mecanismos, porque lembrando, né, aqui tem muita gente que está escutando a gente, que passa por esse problema, que fala poxa, eu tenho um produto interessante, acho que tem todo um desenvolvimento hoje em dia de experiência, de marca, que tem ficado cada vez mais crucial para você não cair na comodidização mesmo de serviço, mas tem esse distribuição que os canais e parcerias começam a ficar mais importantes, que também passa por um esgotamento, né, tem aí, como as operadoras de celular são bombardeadas para parceria, para canal de distribuição, porque elas estão infiltradas em todo o bitiocino, é, seria um exemplo, como funciona para você nesse bitiobi, onde o interlocutor é rg, legal, eu vejo que a tendência toda do rg, ele concentra um pouco mais do relacionamento. em menos marcas. Eu acho que o RH nos nesses dez anos, praticamente de Golgú, mudou do patinho feio, onde todo mundo está buscando de alguma forma concentrar o orçamento e vender pro RH. Hoje tem vários produtinhos pro RH. Tem um produtinho de saúde mental e vários deles agora, com a mudança do regulamento da NR1, por exemplo, que a empresa tem que mapear seus riscos psicosociais, tem um monte de gente batendo nessa porta, se fala de benefício de alimentação diversos outros também. E, de uma hora pra outra, o RH aí, ele saiu de pouquíssimos fornecedores pra muitos fornecedores. Ele não consegue administrar isso direito. E as grandes empresas já começaram a perceber isso, né? Então hoje tem muito mais o efeito do bundle de soluções de como me posiciono, né? Se eu sou uma etiqueteira de benefício, por exemplo. Como é que eu não resolvo só a questão da alimentação, mas eu te trago também outras conveniências que dentro do meu relacionamento consigo te trazer um melhor preço ou uma melhor entrega e assim, e assim, eu acho que isso vai assentuar cada vez mais, Paulo, porque de fato os RH eles vão ter mais orçamento e eles têm mais necessidades também. E eu uma coisa que eu acho que o empreendedor médio ele falha é esquecer que no fim do dia a gente trabalha com confiança. Confiança, como fornecedores, as empresas entenderem que a gente resolve a dor deles e é muito difícil você confiar em muitas e muitas pessoas. Assim, é a gente mesmo, né? E os amigos, quantos que a gente confia? Talvez caiba em poucas mãos ou uma mão aqui, né? E fornecedor da mesma forma, é muito mais fácil você confiar em alguém que traz um conjunto de soluções e você depositar uma jornada de diversos produtos com essa empresa do que propriamente você fazia contratação direta. Eu dessa volta pra dizer que a gente entendeu isso também, né? E acho que um pouco pela escassez. Como a gente não traba, não, inicialmente a gente não estava em todo o Brasil, a gente precisava fazer com que cada lide em cada cidade não fosse despertizado. E a gente passou a ver que o nosso competidor não era necessariamente uma empresa que trabalha no mesmo segmento, né? Como o Alhub e o Totapés que eu citei. Mais de 80% dos lides que a gente perdia era pra fazer nada, era pra não contratar o benefício. Então a pergunta era, "Poxa, como é que eu faço pra eu ser o primeiro solução de bem-estar desse mercado que está dando sols os primeiros passos?" E aí a gente entendeu que, por exemplo, tiqueteiras de benefício estavam carentes por soluções pra vender-me junto com seus cartões. E a gente começa a fazer parceria com eles. A gente entende que cada comunidade de R&A é carente de soluções educacionais sobre bem-estar. Como é que eu dou roi nisso aqui, né? Como é que eu dou o retorno sobre investimento de um benefício de bem-estar? E a gente pode ser uma voz relevante dentro dessas micro comunidades, cidadia, cidadia, região, a região. Isso é escalável. Se a gente olhar a poxas grandes empresas de sofrer no Brasil, muitas delas têm um ponto de venda local que ela importa confiança pra vender lá numa cidadezinha que o Red Quarter da Grande empresa não faz a menor ideia. Que existe, mas tem um lá um ponto de venda local que tem essa confiança esse relacionamento. Então é possível também escalar essa confiança. É possível também você criar em cima de uma plataforma esse relacionamento, o região, a região, a partir de canais que tem essa penetração e que também você tenha ganho de escala nessa negociação conjunta. Então, por exemplo, hoje é muito possível que você consiga através de um parceiro seu ter um produto de bem-estar mais acessível por conta dessa relação. Então você comece a ter oportunidade financeira e o CFOs começa a brilhar o olho. Porque eu já estava investindo. Então será que eu consigo dar mais eficiência para esse investimento como um todo? E a gente queria um Playbook que a gente chama de um flywheel aqui de fato, trabalhar com parceiros locais, com um produto de alta densidade de academias, com um win-win-win com o canal, então ele consegue ganhar negócios, reter negócios com a nossa parceria e que tem sucesso no final do dia para o RH a partir dessa relação. A gente faz isso primeiro de novo, uma cidade depois de uma região, depois de um estado e agora a gente olha para. A gente começa por Santa Catarina, que foi onde a gente, de fato, começou o nosso negócio. Agora olha para Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e a coisa começa a sentar, entende que existe uma demanda latente e que grande parte das empresas não está próximo suficiente para entender essas relações e entregar uma melhor solução nesse contexto. A gente faz isso. Bruno, qual é o tamanho da Google de hoje? O que você consegue colocar para a gente de. Eu não sei qual é o termo que usa, é planos, vidas, né, que nem segura pessoas ativas, cada mês credenciadas, empresas clientes, qual é a dimensão que tem hoje a empresa? Legal, a gente está próximo de 200 mil vidas, com um pouquinho menos de 200 empresas dentro do nosso portfolio. A gente consegue ter um ritmo de crescimento nos últimos anos, bastante interessante. Nossa última rodada de capitalização foi em janeiro de 2023. A gente breakiva a nossa operação. Hoje nosso receita anual, recorrente, superior a 15 milhões de reais, numa taxa de crescimento, de 80%. A gente está fazendo uma expansão rápida e eficiente. Isso tudo com 30 pessoas. Acho que as novas tecnologias nos ajudam também, a cuidado interesse do cliente, ter um diferencial competitivo, e também não demandar aumento de despesa fixa no montante muito grande, e a gente está super otimista por toda essa mudança de mercado. Hoje, todas as empresas estão discutindo bem estar. Isso não era realidade anos atrás. Então, a gente quer ser, de fato, um parceiro de confiança para essas empresas. E principalmente as empresas que ainda não investiram, que ainda não começaram essa jornada. E tem muitas e muitas. Talvez a grande oportunidade hoje não seja necessariamente competir e ficar disputando um real a um real com outras empresas de bem estar. Mas principalmente atuar no convencimento de toda a camada de diretoria de empresas que ainda não investiram. Que já sabem disso, mas não sabem por que que aquilo faz sentido dentro do contexto daquela empresa. E a Google se propõe a ser esse parceiro. Inclusive, essa roda de investimentos estiveram de uma empresa relacionada a saúde, tem isso também. Isso mesmo. A gente teve que emliderou nosso sede foi a Canary, um fundo de investimento que acho que é bastante conhecido aqui pelo público. E depois a gente fez um pre-serie, como a gente chama, com a Daza, que é uma empresa de saúde, tradicionalmente, olhando para ospitais, para exames laboratoriais, entenda que o Wellness está super conectado com saúde. Saúde, no sentido de quase doença, quando a gente demanda um hospital, mas que toda parte de prevenção, talvez seja a próxima fronteira de saúde também. Entendendo que cada vez mais as patologias que nós temos, como doenças crônicas, não transmissíveis, de diabetes e pertenção, até o câncer, tem uma relação absolutamente direta com a prevenção na inatividade física, atividade física, alimentação, o sono. Isso tudo indica muito bem como é que vai ser a nossa saúde daqui a 1, 2 ou 20 anos. Então eu vejo uma tendência também muito grande, Paulo, de no futuro, a ver uma consolidação não só dentro do próprio RH, mas também empresas tradicionalmente de saúde vindo para o Wellness. Essa fronteira de Wellness vai ser muito alavancada nos próximos anos. Seja principalmente pelo interesse do indivíduo, porque hoje as pessoas demandam atividade física, demandam roupas para isso, demandam cada vez mais produtos e serviços, tem uma crescente, mas principalmente as empresas que não entenderem esse movimento vão perder competitividade por talentos, porque as pessoas não tolaram mais abrir mão do seu próprio bem-estar e imprôde um contra-cheque. E acho que esse equilíbrio aqui é uma oportunidade de negócio também. E quais são os próximos passos? Acredito que essa expansão para outros estados é muito importante, e que tem uma capacidade de crescimento relevante, dado que você tem ainda alguns estados chaves para destravar. Além disso, tem algum mecanismo de produtos, de distribuição, do que que ataca, do que mais pode ser pego. Sabe que vou usar uma história que nos ajudamos a entender muito de onde estamos na cabeça do nosso usuário? Nos primeiros anos do nosso produto, quando a gente tinha acabado de começar o produto de saúde mental junto com atividade física, a gente viu um usuário nos agradecer, isso tocou demais a gente, ele falando assim "olha, eu consegui que graças a Golgwood sair de uma depressão". E a gente ficou super feliz com isso, obviamente, mas a gente foi entender o que ele usou dentro do nosso arsenal de ferramentas aqui. E obviamente ele passou por acompanhamento com psicólogo, e ele fazia com uma sido idade muito grande toda semana, falando com a psicóloga dele, mas ele também encontrou atividade física, ele passou a fazer CrossFit com uma alta frequência semanal. E depois a gente foi entender que aquela parte de socialização da atividade física dele também foi essencial para que ele conseguisse sair daquele cenário que ele se encontrava. E por que isso foi importante para a gente entender que se a gente olhar isso só para a saúde mental, a gente falaria de psicólogo, a gente não entenderia que a atividade física estava dentro desse contexto também, e que a saúde é uma só. Então a gente enxerga que dentro dessa jornada de bem-estar existe um oportunidades para a gente integrar cada vez mais essas jornadas de produto. Então, quando a gente vê, por exemplo, quem faz atividade física tem 2,44 vezes mais chances de fazer terapia com alta frequência. E todo o RH que eu converse, eu tenho um desafio muito grande para fazer as pessoas fazerem mais terapia. Eu ofereço aqui, mas as pessoas não usam. Então poche, se você começa a trabalhar com tecnologia, com o produto mais integrado que leva oportunidades de bem-estar para quem já começou essa jornada de cuidado, a chance de engajamento, ela é muito maior. Então, existe uma camada de produto que a gente vem desenvolvendo cada vez mais para ter tecnologia que aumenta o engajamento na solução. Isso a gente faz com o IA, por exemplo, é que a gente tem uma predição de turn baseado na infinidade de dados que a gente tem. Quando fala do turno, você está falando do aluno, não da empresa? Do aluno. A pessoa que está usando a academia com a gente já sabe quais as academias que ele encaixou na rotina dele e faz dois anos que ele usa na mesma frequência. Num dado momento aquele comportamento de consumo dele muda. A gente opta para isso, aqui é diferente, ele parou de ir naquela academia, será que ele se machucou a chance de ele cancelar aquele contrato de academia, passa a ser muito grande. E a gente tem uma alerta baseado nessa IA, que fala, olha, tem 92% de chance de ele cancelar o contrato em menos de 30 dias baseado nesse comportamento de consumo que ele está tendo aqui. Como sabe quando você usa o cartão de crédito e você faz uma transação suspeita. E aí alguém te liga lá do cartão para saber se foi você mesmo. A mesma coisa a gente tem para a parte de academias. Isso é um exemplo, né, porque existe a possibilidade de você usar tecnologia para aumentar engajamento nas diversas soluções de bem-estar. E aqui eu acho que tem uma entrega muito boa para o RH, porque o RH que só tem um benefício para ninguém usar, ele tem, na verdade, um problema. Então um parceiro engajado em resolver o problema de engajamento é um desafio de produtos que a gente vem aprendendo cada vez mais e a gente está super entusiasmado em como usar as novas ferramentas e tecnologias para isso. E na parte de distribuição acho que é aplicar o playbook que a gente fez em um estado para todos os estados. A gente começa fazendo só Santa Catarina, já passa a fazer Paraná, modelo, fica vencedor, interior de minas gerais. Então tem uma oportunidade muito grande para a gente fazer Brasil inteiro, alinhando esse flywheel na Inispiral, trazendo canais, os canais certos, as academias certas, replicando o que a gente fez em uma determinada região agora para mais 26 estados. Então acho que é muito mais, fala muito mais sobre a nossa capacidade de execução, nesse segundo aspecto de distribuição, em cima de algo que já funcionou em uma região específica do Brasil. Você falando aqui, Bruno, fica na cabeça a questão de marca e posicionamento dos dois lados do Marketplace, porque acho que é um desafio e como você colocou agregador, o problema de você cair num canto onde o seu cliente final, que acaba sendo um funcionário de uma dessas empresas, que é seu cliente, mas para quem você entrega o serviço final, não é nem para a academia nem para a empresa, é para quem está lá fazendo a aula do CrossFit. É muito fácil se não tomar cuidado, é agregador som, porque o nome da escola de CrossFit não é Google. O nome da empresa que essa pessoa vai também não é Google, então eu entendo muito bem que você já reforça Google, ajudando as médias empresas que não têm essa comunicação interna, esse branding, emplor branding, essa parte de engajamento de falar, olha aqui, a gente está trabalhando pelo seu bem-estar, imagino que aí a Google de apareça, onde mais ela parece como marca, para que haja essa ligação, porque esse usuário, esse cliente manda uma mensagem para vocês, já é notório não só a importância do produto, mas de que é criado um espaço na mente dessa pessoa, de que Google é um player importante para a minha vida. E a verdade é que é no mundo da economia da atenção de hoje, para dizer outras obverdades, essa disputa para esse real estate da cabeça das pessoas virou o guerra número 1 do mercado, é a verdade. Então, como que Google de aparece e não o nome da empresa de CrossFit e não a contratante da Google de, quer dizer, eles dois obviamente aparecem, mas como que você aparece para esse cliente final? Quanto desforço você põe para aparecer e para ser lembrado? É bastante isso, porque a gente valoriza muitos parceiros, não, eu falei da estratégia ganha, ganha para trazer a academia também para dentro de uma forma positiva, mas é bem verdade que o comportamento das pessoas, ele não é necessariamente atrelado a uma única academia, quando a gente olha o estrato mensal entre 20% e 30% da nossa base, usa mais de uma academia se determinado mês. Se a gente olha numa perspectiva de seis meses, isso aumenta para quase 50%, quer dizer, as pessoas vão experimentar modalidades diferentes em academias distintas e eventualmente vão se mudar ou vão viajar e eles vão precisar manter a sua rotina de atividade física. E isso é a nossa marca que consegue fazer, a academia sozinha não consegue trazer necessariamente essa pessoa. Outro fator, acho que é importante, é que as pessoas percebem uma economia através da Google. Hoje, é bem verdade que 70, 80% das pessoas não tinham plano de academia contratado, quando contratam a Google. Ou seja, a gente está trazendo novos entrantes, novos pessoas para esse mercado de academias. E elas fazem isso porque eles têm um ticket mais baixo do que a contratação direta, eventualmente dessas duas academias, que ficaria muito caro para ela, então a gente consegue ser quase que um meio de pagamento, um facilitador, um democratizador financeiro para esses indivíduos. Então é dessa forma que eles nos enxergam de uma forma direta, quer dizer, eu consigo promover uma rede de diversas modalidades e de psicólogos, de psiquiatras, de telemedicina e tudo mais, e também de uma forma a viabilizar, mas barata para esses indivíduos também. E nada vai substituir uma boa academia, uma boa academia ela fideliza, então essa pessoa começa a utilizar uma vez, duas vezes e ela vai ficar. A frequência é muito alta, hoje nosso turn médio, o número de pessoas que deixam de usar a academia, ela é infinitamente menor do que o mercado, porque a gente tem um suporte próximo, porque a gente está sempre relembrando os usuários ali que pararam a sua rotina de alguma forma, ou seja, a gente agrega a valor para a academia também. Se a gente for visto como um bom meio de campo desse relacionamento todo de autocuidado, eu estou super feliz com isso, se lembrado como uma empresa que ajuda as pessoas a viver em bem, que eu sou lembrado como um apoio de saúde mental, de rotina, de bem-estar, eu acho que a gente está num lugar muito legal do mercado. Perfeito, mas para isso é quando a pessoa vai de uma cidade para outra e tem que mudar de academia, ela tem que mostrar esse cartão e essa comunicação aparece a Google, onde que a Google aparece, qual que é o touchpoint com o Google, é uma app, é no email, ela na academia credenciada, ele fala, eu sou da Google, para que isso fique no maneira tangível. Uma forma super simples, dentro do aplicativo, é um aplicativo corporativo que os funcionários da empresa têm acesso por conta do benefício contratado pela própria empresa, ele tem ali como encontrar todas as modalidades, todas as academias credenciadas, isso é uma funcionalidade muito, muito utilizada, então a pessoa fica viajando ali, olha, que será que eu posso fazer, será que eu posso fazer yoga? Aqui perto do meu trabalho, o que tem aqui? Deixa eu dar uma olhada assim, não tem um lugar de pilates que eu estou volhando. Poxa, eu tenho que fazer um recovery, aqui que eu me machuquei, será que não tem alguma coisa legal aqui? Então é um lugar que ele pode caçar a oportunidade de bem estar e simplesmente na academia ou ter a integração com a RP que a academia usa, e aí ele não precisa fazer nada demais, ele só passa como se fosse um aluno comum dentro dessa academia, ou ele valida através do chequeiro do nosso aplicativo com o aplicativo da própria academia, então ele usa como se fosse um aluno tradicional daquela própria academia, então a experiência de uso é muito similar, então eu vejo a gente como um guia também, sabe Paulo? Poxa, eu estou, não estou me sentindo legal hoje, será que não tem uma um terapêuta que consiga me ajudar aqui nos próximos minutos? Isso é verdade, na maioria das vezes, poxa, meu filho está com dor de garganta, será que dentro do conjunto de soluções da Golgude não tem um médico 24/7 que vai dizer que eu tem que correr para um protocorro ou no conforto da minha casa já consigo fazer esse atendimento? Então eu acho que a gente tem que tapar, justamente nessa camada, de lembrança nos momentos de bem-estar dos indivíduos, sabe? Bruno, nesse segundo round quero saber um pouco de você, de quem você é, o que você fazia antes da Golgude, entender um pouco como você trabalha, então o que você estuda, o que você estava fazendo antes de chegar na Golgude? Legal, eu acho que eu tenho um hobby muito grande de aprender sobre negócios, minha formação tradicional não é, em business, eu acho que isso me ajudou demais, eu sou advogado de formação, então estudei direito, sou a terceira geração da família de advogados, achei que ia trabalhar com a Menei, justamente por esse lado de business junto com direito e na verdade mudei completamente a minha carreira logo depois da formação e fui trabalhar com marketing com vendas, eu costumo dizer que eu adoro lidar com a minha própria ignorância, então eu adoro não saber sobre algo, eu adoro pesquisar sobre essa nova coisa e buscar referências internacionais e nacionais e tentar de alguma forma quebrar um pouco esse problema e colocar em prática de uma forma diferente, isso se torna uma forma de olhar para mercados, olhar para oportunidades, olhar para o nosso próprio negócio e que poxa como é que eu quero o óleo de uma forma diferente esse negócio, então assim acho que é chovendo molhado dizer da literatura de negócio, desde de encolhens, racharã, essa galera talvez mais conectada com empresas maiores, por ali que eu comecei estudando um pouco mais porter e tudo mais que continuam sendo literaturas úteis, estou releindo porter, estou releindo de encolhens e tudo mais, até, poxa, primeiro que isso dá ser os force, vendo os primeiros playbooks deles, de como que eles quebraram a questão de prospección. Isso lá em 2019. 16 vendo como é que se prospectava para uma empresa de tecnologia. Eu lembro do nosso início, que eu não conhecia ninguém a rg. Não sou um cara de rg, eu bitornei essa pessoa mais orientada para a rg por causa da Golgude. Era um cara de marketing, de vendas, de estratégia e obviamente meu network era muito ilimitado. E eu tinha que chegar em empresas de rg. Eu falei, "Poxa, não é. Lembro que não chegava em meio, não tocavo o telefone, né? Bem, aquela dinâmica do início da empresa, mas pra ir, eu não sou o primeiro a ter esse problema. Então, o que mais pode ter tido esse problema? Ou empresas de tecnologia, cheguei no livro lá do fundador da Salesforce, falando desse playbook. Aí eu tinha o Pradek Paul Revenue, né, que hoje já está mais do que batido, mas que naquela época também trazia uma forma diferente de pensar e tudo mais. E eu lembro que a partir dali, em dois meses, a agenda de prospectão estava cheia. Então, eu acho que isso é uma grande paixão que eu tenho, assim, achar problemas no dia a dia. Buscar literatura, buscar queises, falar com outros empresários, outros empreendedores. Me apaxando pela forma que eles resolveram alguns problemas, me inspiro e trago pra minha realidade e tentam implementar alguma coisa. E isso eu faço de uma forma muito orgânica no dia a dia. Eu estou sempre ouvindo um áudio livro, eu corro, eu adoro correr. E nas minhas corridas, num ritmo mais baixo, eu estou sempre com um áudio livro, um podcast, como esse aqui, que eu sou foi inclusive, né, que me ajudou em diversos momentos também. Então, minha forma de operar é meio essa. Eu estou sempre mandando referência pra alguém, eu sempre vi alguém que resolveu de uma outra forma. Estou falando com meus líderes, puxando eles também pra aprender uma coisa diferente, baseado nesses estudos. Então, acho que um pouco do meu dia a dia já aprendizado também. E. Como que é esse seu papel hoje? Você falou que tem 30 pessoas de líder, né, de CEO e fundador? Você ainda se envolve em 100%, você está desde a venda até a implementação técnica da app, até a credenciamento das academias? Então, eu acho que tem um ponto de vista de alguma forma sólido que eu tenho sobre a minha própria atuação. Claro que eu tenho um papel muito importante sobre cultura, sobre inspirar as pessoas, sobrevender o sonho pra dentro e pra fora. Mas eu também acho que tenho um papel muito importante, meu, de atuar nas grandes decisões da empresa. Então, se tem um cliente grande, por exemplo, enfrentando um desafio, eu não tenho porque deixar meu time sozinho que resolveu esse problema. Eu deveria estar junto com eles ajudando de alguma forma, ou usando o meu cargo eventualmente, seja meu conhecimento sobre alguma forma, poder resolver aquele determinado problema. Então, quando eu tenho, por exemplo, a prioridade da empresa é uma estratégia de growth. Obviamente, eu tenho as pessoas certas, eu tenho um orgulho de ter formado um time muito legal, mas eu vou estar junto com eles, talvez provocando uma pergunta diferente, acelerando alguma coisa dentro da organização, tirando alguma trava também. Então, eu gosto de pensar o meu papel como um grande facilitador das grandes decisões dentro da companhia, muitas vezes eu vou fazer isso junto com as pessoas, mas eu vou provocar diferente. E assim, acho que tem uma questão da porta pra fora, que precisa ser um papel meu também de abrir novos relacionamentos, a gente tem canais de distribuição, a cada região que a gente expande. Claro que eu tenho as pessoas pra fazer isso, mas eu também posso ajudá-las trazendo uma pessoa pra perto, usando meu conhecimento, meu natuwork, em tudo mais, além de capacitas de lideranças. A gente formou muita gente dentro de casa, tenho pessoas que têm quatro, cinco, sete anos de Google, que chegaram como estagiário, e hoje são sóças e líderes. E eu só consigo fazer com que elas sejam bons líderes ou boas líderes, capacitando, dando ferramentas. Então, a minha agenda tem bastante um mononone, tem o skip level mononone, que é você pular algum nível também pra uma pessoa que tem potencial dentro da organização. Então, eu diria que é um misto entre questões de inspiração e cultura, o que está pegando na empresa, o que é importante agora, e como que eu posso ser útil, de alguma maneira, ajudá-los, mesmo que a decisão final seja deles. E, acho que outro desses mantras de start-up, de empresa, é aquele de resolverador que foi como a gente começou aqui o podcast, e você colocou de você estar sempre no esporte, e que na empresa, você queria entender esse mecanismo de como ajudar pra ter essa melhoria, porque está muito associado mesmo, né? E por assim dizer, a felicidade de o bem-estar, está associado de uma forma corre relacionada à performance no trabalho. E você sempre envolvido no cara T, e hoje, sei que você fez maratona, se preparou, e está envolvido no esporte, te faz melhor de entender o seu trabalho, porque de alguma forma, você está consumindo algo que está muito próximo do seu produto. Antes de me tornar melhor, acho que torna possível, no meu caso, não fazer atividade física, eu não sei como seria como empreendedor. Já tem um nível de dependência tão grande pra mim, que o trabalho e atividade física e o autocuidado estão intimamente ligados. E eu acredito tanto nisso, que eu acho que é um dos mantras que eu teito levar pra fora, né, que pessoas que cuidam do seu corpo e da sua mente, produzem muito melhor e por mais tempo. Então, eu vejo que hoje, se a gente olhar a camada desse level, por exemplo, a imensa maioria deles é corredor, triatleta, aromen, maratonista, já tem um nível de autocuidado super grande, porque eles sabem que não conseguem lidar com tanta pressão de ser quem eles são sem cuidado do seu corpo e da sua mente. Às vezes eles falham em cascatiar isso pro seus colaboradores, e eu acho que é um pouco do nosso papel como Golgúdia, provocar esse mercado e mostrar que, olha, se você se cuida pra produzir melhor, imagina os seus mil funcionários se cuidando, você teria o diferencial competitivo. Acho que de alguma forma, no passado, as empresas que tinham muito bem estar eram vistas como permissivas em resultado, que não cuidavam tanto do resultado. É um ónguis, aqui tudo bem, a gente abraça árvore, tá tudo bem, se não conseguir crescer e tudo mais, e eu acho que hoje, muito do nosso trabalho é mostrar que bem estar é uma lavanca de resultado. Então, cada vez mais você fomenta ou bem estar e você consegue ter mais resultados no final do dia. E foi por isso até que, em 12 semanas, eu quis me preparar pra uma maratona, que é um prazo ir real, pra maioria das pessoas, mas eu quis mostrar que todo mundo tem um próximo passo de bem estar, e que é possível conciliar esse próximo passo de bem estar com uma empresa que cresce rápido, com uma demanda de agenda super complexa, com uma demanda com meu filho, com a minha esposa, né? É difícil, mas se você coloca isso como uma das prioridades da tua vida, é muito possível você conseguir fazer. Então, acho que muito do meu trabalho até de produção de conteúdo, de alguma forma, tentar inspirar as pessoas, que carreira e trabalho, estão intimamente ligadas com o nível de cuidado com a sua saúde física e sua saúde mental. É possível ter alta performance, tanto no trabalho quanto na sua vida, na sua saúde. Existe uma ligação interessante que essa temporada tem trazido, essas reflexões, tem a acaba tendo frases toscas lá do Elon Musk, não tem divisão da vida, a pessoa trabalha não é isso. Mas existe uma correlação forte das coisas que acontecem e como acontecem, acho que se tudo fica misturado e bagunçado, é difícil você pode até conquistar, mas é algo sofre. Mas existe mesmo essa correlação, eu encontrei esporte só muito mais velho, depois dos 30, e comecei a entender melhor isso de dedicação, de foco até, pois acho que eu gostaria ter mais, não tempo, eu até tenho bastante tempo para isso, mas o trabalho às vezes enfade a hora que você está pensando no esporte, e eu acho que a gente deveria inclusive não ouvir podcast enquanto a gente corre, corre melhor, você volta melhor, sem ouvir podcast, é a verdade é essa. Então, para você que está ouvindo a gente, eu acabo as suas exercícios, entendo esse mecanismo, mas essa nossa geração, essa após modernidade onde todo mundo faz tudo ao mesmo tempo, esse multitask absoluto e generalizado, tem seu preço, não se engane, tem vantagem, claro que tem. É divertido, é desafiador, claro que é, mas tem alguns pontos que acabam deixando, então esse mecanismo da gente cuidado do bem estar, por assim dizer, da saúde, do corpo, mente, precisa ser feito assim, como com seriedade, como quando você está trabalhando com seriedade, você costuma colher frutos melhor, o comprometimento que também apareceu aqui nessa temporada, aparece em diversas vezes, tem que ter um nível, que praticamente não dá para ter sempre um nível máximo, acabou sendo algumas raras pessoas conseguem, mas se não fica tudo muito aguado, se acaba não fazendo nada com excelência, eu acho que o esporte, a atividade física, não necessariamente esporte, a atividade física, te dá essa ensina para quem nunca conheceu, a atividade física com algum nível de seriedade vai entender opa. Então não é só para quem gosta de futebol, não não é só para quem gosta de futebol, começa alguma coisa bate na cabeça. Eu gosto de pensar na analogia da corrida, que carreira é uma maratona, e se você corre os primeiros 100 metros com a intensidade de quem está correndo só 100 metros, obviamente você vai ter um problema depois, então um dos grandes aprendizados para quem sai de uma corrida curta, por uma corrida longa, é você saber correleve, é você saber reduzir o ritmo para você prolongar essa entrega. E eu acho que esse entendimento dessa analogia aplicado à carreira muda muita coisa. Eu não estou encorajando ninguém a trabalhar menos. Eu estou encorajando as pessoas a terem mais alto conhecimento para saber como que você pode manter este ritmo por muito e muito tempo. Acho que aumenta a qualidade da entrega, aumenta a satisfação e principalmente o quanto que você aproveita a jornada. Todo mundo tem a prioridade do trabalho, sim, mas a família está ali, você precisa ser um bom marido, um bom pai, um bom filho, você tem que estar perto e estar bem para essas pessoas. Quando a gente corre uma maratona num ritmo de 100 metros, a gente sobe 10 e a gente machuca a gente e outras pessoas também. Sem contar que pode frustrar, inclusive, é nossa carreira, né? Porque a gente deu uma intensidade muito grande no momento que não era para fazer tanto. Eu acho que tem tantas analogias do esporte com carreira que, para mim, é indispensável você colocar como uma parte fundamental desse processo de crescimento na carreira, um autocuidado na parte de atividade física e de saúde mental. Esses vão ser os melhores profissionais para mim, já são hoje e vão ser cada vez mais. D'aquí 10 anos, eu acho que todos os top performers vão ter uma rotina de autocuidado disso proporcionalmente maior do que tivemos 10 anos atrás. Perfeito. E para a gente fechar quem que é o profissional, porque tem aqui na audiência, tem desde a audiência corporativa que está almejando o cargo da diretoria do VP e desse mecanismo super interessante, tem gente que está buscando empreender e tem gente que é trabalhar em startup, dado esse movimento, dada velocidade, dada agilidade, dada essa vontade de fazer escalar e encontrar e trocar e poder mexer em vários parafusos diferentes. Quem quer a pessoa que você busca para trabalhar com você na Google? Bom, mais da pergunta. E acho que mudou muito ao longo do tempo, eu acho que eu já valorisei coisas que eram mais superficiais, como mais tampa no currículo, com uma história mais bem contada e eu descobri como ver um pouco mais o brilho no olho das pessoas e isso para mim é algo indispensável, a pessoa que tem paixão e é muito, eu não consigo detalhar, mas uma pessoa que tem brilho no olho, ela tem paixão, ela tem algo diferente, ela irradia em dois minutos de conversa, você sente o que é essa pessoa de verdade. Segundo ponto, eu adoro pessoas que criam uma complexidade por elas, ou dá um exemplo, o atleta de auto-rendimento, ele sofre por uma escolha completamente dele, ninguém está obrigando ele na média, se comprometer em acordar cedo quando não precisa, em treinar muito mais horas do que o corpo dele muitas vezes aguenta, ele se coloca numa situação de desconforto em produe um objetivo e não é só o atleta, uma pessoa que toca piano excelente bem aos 14 anos, por exemplo, ela tem um negócio diferente ali, ela tem um negócio de se dedicar, de ter profundidade nas coisas, de ser apaixonado por novos conceitos, de querer antecipar curvas de aprendizado, essa paixão por desenvolvimento muitas vezes ela é materializada, num esporte, numa arte, em alguma outra coisa também, que ela faça com profundidade desde os primeiros anos, até organização de festas de igreja, conhecia isso, é uma história real, com 16 anos ela se envolvia com todas as festas da igreja da região dela e fazia isso com primasia, mas ela fazia acontecer, porque ela amava aquele negócio, ela tem uma capacidade de desenvolver paixão e pela realização que eu acho que é um negócio espetacular, isso são sóftes que são cada vez mais legais nas pessoas, numa sociedade que critica tanto a indiferença, você pegar pessoas que de fato se preocupam e queiram crescer e queiram desenvolver, eu acho que isso tem um valor espetacular e acho que se eu tento ver com uma profundidade que as pessoas dão nas coisas, não parar nos 20%, 30%, acho que eu ver uma coisa da Cristina Junqueira esses últimos dias, que ela falou que ninguém quer ficar rico lentamente, e que isso é verdade, está todo mundo querendo resultar do rápido e não quer pagar o preço por isso, eu acho que as pessoas demonstram antes do trabalho em outras coisas que não tem a ver com o trabalho, o nível de profundidade baixou o que elas têm por tudo, e eu já não seguiu o teu conselho, já corri ouvindo a caboza várias vezes, já fiz isso de diversas aspectas, então pra mim é um prazer imenso aqui, obrigado, os conselhos que eu dou, eu sou bem, eu falo, fica aparecendo que eu sou um ser iluminado, que foca e que faz tudo direitinho, muito pelo contrário, eu estou sofrendo das mazelas que eu cito o tempo todo, a gente aprende enquanto a gente fala, obrigado. [Música] Eu win!

Podcast Summary

Key Points:

  1. A Golgude surgiu com a paixão de um ex-atleta por melhorar o bem-estar dos líderes corporativos, aplicando princípios do esporte para a saúde física e mental do trabalhador intelectual.
  2. O mercado de bem-estar corporativo evoluiu drasticamente no Brasil, passando de benefícios isolados (como plano de saúde) para um ecossistema amplo e integrado que inclui academia, psicologia, nutrição e telemedicina.
  3. A empresa começou com foco em academias, criando uma densidade local forte para gerar confiança e valor entre empresas médias, que têm dificuldade de gerir múltiplos benefícios.
  4. O modelo de negócios é baseado em um marketplace com parcerias locais, onde a Golgude atua como parceiro de confiança, oferecendo soluções integradas e escaláveis, com margens de lucro altas acima de 80% nos serviços SaaS.
  5. A jornada de bem-estar é interligada
  6. A empresa prioriza a integração entre produtos, como academia e terapia, para demonstrar que bem-estar e performance estão diretamente ligados.
  7. O crescimento é sustentado pela expansão regional, com foco em estados com alta demanda, e pela criação de canais de distribuição que fortalecem a relação com RHs e colaboradores.
  8. O posicionamento da marca é feito de forma estratégica, aparecendo no dia a dia do colaborador — por meio da app, do cartão ou da academia — para se tornar um parceiro de confiança no autocuidado.

Summary:

A Golgude surgiu com a missão de transformar o bem-estar corporativo no Brasil, inspirado por experiências de atleta e líderes que perceberam a ligação entre saúde física e mental e desempenho no trabalho. O modelo começou com academias credenciadas, focando em empresas médias que têm dificuldade de gerenciar múltiplos benefícios. Ao construir uma rede densa e local, a empresa criou confiança e valor, tornando-se um parceiro de confiança para os RHs.

Com o tempo, expandiu a oferta para incluir psicólogos, nutricionistas e telemedicina, mostrando que o bem-estar é uma jornada integrada. A tecnologia, especialmente a IA, é usada para prever comportamentos de uso e aumentar o engajamento. O modelo é escalável e sustentável, com receita recorrente superior a 15 milhões de reais e crescimento de 80% anual, mantendo uma margem de lucro de mais de 80% nos serviços SaaS.

A empresa não apenas oferece benefícios, mas constrói uma cultura de autocuidado, demonstrando que o bem-estar não é uma permissão, mas um diferencial de performance. Hoje, a Golgude atua como um eixo de transformação para empresas que ainda não investem em bem-estar, usando parcerias locais, canais de distribuição e tecnologia para educar e engajar colaboradores. O crescimento é baseado na expansão regional e na capacidade de integrar soluções, com foco em um mercado cada vez mais exigente por saúde mental, alimentação e rotinas saudáveis.

A marca se posiciona como um guia de autocuidado, aparecendo de forma tangível no dia a dia do colaborador, tornando-se essencial para a jornada de bem-estar e desempenho.

FAQs

A Golgude surgiu por uma paixão do fundador, ex-atleta profissional, que percebeu a falta de bem-estar no ambiente corporativo. Ele aplicou aprendizados do esporte para ajudar líderes e pessoas a terem mais saúde física e mental no trabalho.

A Golgude oferece um ecosistema de benefícios integrados, incluindo academias, psicólogos, nutricionistas e terapia, que acompanham a jornada de bem-estar dos colaboradores, ajudando o RH a oferecer soluções mais completas e personalizadas.

As médias empresas têm menor estrutura para administrar benefícios complexos e precisam de suporte para engajar seus colaboradores. A Golgude oferece um modelo mais acessível e prático, com atendimento próximo, criando um diferencial para esse segmento.

A Golgude atua como marketplace, credenciando academias e parceiros de saúde, com foco na densidade local. O valor se amplia com o uso de múltiplos benefícios, gerando margens de lucro maiores por fornecimento de soluções integradas ao bem-estar.

A saúde mental está intimamente ligada à atividade física. A Golgude percebe que a prática regular de esportes melhora a autoconsciência e a frequência de terapia, demonstrando que bem-estar físico e mental são interdependentes.

A Golgude constrói confiança com uma presença local forte, uma grande densidade de academias e um acompanhamento personalizado. O foco é na experiência do colaborador, não apenas no nome da empresa, fortalecendo a conexão com a jornada de autocuidado.

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