A reflexão apresenta a bem-aventurança dos pobres em espírito como um chamado ao desprendimento espiritual, ao contrário da busca por riquezas materiais. A mensagem central é que a verdadeira felicidade e riqueza não estão nos bens do mundo, mas no amor, na confiança em Deus e na simplicidade de vida. O texto mostra como a riqueza material pode gerar dependência, vício e tristeza, enquanto o desapego traz paz interior e liberdade. A identidade humana, segundo a reflexão, está no que se ama, não nos objetos que possuímos. O exemplo de Diógenes e do mendigo ilustra como um coração aberto ao amor e à simplicidade pode viver uma vida plena. A vida eterna e o reino dos céus estão já presentes na vida espiritual, quando o coração se desperta e se entrega a Deus. A transformação acontece com a morte do sonho material e a ascensão ao mundo espiritual, como no momento de conversão, quando a pessoa se desperta da sonolência do pecado. O Papa Francisco é citado como exemplo do amor à pobreza, e o texto finaliza com a ideia de que o verdadeiro tesouro é a entrega, o amor e a graça, que não são consumidos, mas crescem e renovam a alma. Assim, a pobreza espiritual é a porta para a abundância do reino dos céus, onde o amor e a generosidade são o verdadeiro bem.
Erocinada Santa Cruz, Leverai nos Deus no Senhor dos nossos inimigos, no Do Paio, no fim do Sipirito Santo, amém.
Meu Senhor e meu Deus, eu creio finalmente que estáis aqui, que me veis, que me ouves.
Adoro-te com profundo a reverência, peço perdão dos meus pecados e graça para fazer um fruto este tempo de oração.
Minha mãe é maculada, São José no Paio Senhor, meu honge de aguarda, intercedei por mim.
O personagem famoso da agressa antiga, chama-se Diógenes. Ele teve um encontro com Alexandre e o grande.
Alexandre voltava de uma das suas campanhas, gloriosas, triunfantes e passando ali perto de Atenas, foi atrás de Diógenes para conhecê-lo.
Diógenes moravam num barril, entre as semplicidades diversas que ele tinha essa aroma dela. E ele se foi ali com o seu superesesto,
se aproximando aquele barril, ele estava do lado de fora do barril, pegando o sol. Você sabe quem eu sou? Eu sou Alexandre.
Eu sou Diógenes, respondeu, pensador. Você sabe que eu possu império milhares de homens que se curva um dia antes de mim,
deixando conquistar até a Índia, imagina, saindo lá da Macedônia, na agressa, foi até a Índia, uma colha absurda.
Eu só tenho esse barril, isso me basta. Agradei a sua maneira de ser, não mentimos que diziam que você era um homem extraordinário.
E para provar que se pode dizer contigo, vou querer se fazer qualquer pedido teu, o que você deseja.
Diógenes responde.
Deseja o senhor, que se afacha um pouco, não me tapar mais o sol.
Se afastando a Alexandre fala para os que ele acompanham, se eu não fosse a Alexandre, gostaria de ser diógenes.
Isso é um pouco impressionado, né, com aquele homem.
Hoje voltamos a nossa série sobre as bem-aventuranças, quase da prazer que começamos, porque hoje vamos falar da primeira das bem-aventuranças,
bem-aventurados, os pobres em espírito, porque deles é o reino do céu.
E me parece especialmente oportuna essa bem-aventurança para essa nossa primeira semana do adivente e se começo do adivento,
porque todo o Natal nos fala dessa pobreza do senhor, a cola nasce lá em Belém,
e o mesmo tempo é uma época de presentes, de festas, de viagens, sincete, gastas, tem desmuteceiro, beleza, vamos torrar, vamos fazendo isso aqui, né.
Então a importância de viver, para revésperitualmente a alegria do Natal, do desprendimento e dessa pobreza, de que nos propõe nosso senhor.
E três pontos que dá pra gente pegar desse versículo, primeiro, a primeira palavra bem-aventurado, ou felizes,
que, de primeiro, explicar isso, porque são felizes os pobres em espírito, poderia parecer um contra-a-censo,
infelizes, um cara não tem dinheiro, uma privação, como é que vai ser felizes?
Estou tentando entender por quê? Por quê, ó? Não sei, a vantagem disso, isso que nos propõe Jesus, por quê? Por exemplo, a Alexandre fica impressionado,
bem impressionado com de hoje, nos impressiona também anóis positivamente, penso, né,
essa pobreza e esse desprendimento, para que a gente queira também deseja e viva depois o desprendimento que o senhor nos propõe,
não só com seus palavras, mas depois com a sua vida concreta, desde o seu nascimento.
Felizes os pobres em espírito, também é típico dessa época, os desejos, suponso, os felicitações,
quem testem assim, felicição, feliz, Natal, feliz, ano novo, a gente deseja sobretudo isso, né,
que as pessoas têm um tempo feliz, uma festa feliz, depois um ano feliz,
e talvez a música que é mais típica no Brasil, de mudança de ano, seja aquela deus, a deus, ano velho,
feliz ano novo, tudo se realiza, muito dinheiro no bolso, saúde para dar ele em mim,
tinha pra pagando aqui, ficava com o que eu descobri, riscado, muito dinheiro no bolso, muito dinheiro no bolso,
olha que o importante, ter dinheiro e o que é bem, ir aí, saúde também, segundo lugar, o resto depois de tirar ver,
até saúde de ao ano era venho com o dinheiro e o que é importante, ter dinheiro no bolso.
Será que é mesmo, né, porque não sei, até é interessante, talvez você já tem um sido parado,
várias pesquisas que, por exemplo, mostram que até satisicamente as pessoas, as pessoas mais ricas,
já não são as mais felizes, muito dinheiro no bolso, geral não leva a um ano feliz, a uma vida é feliz,
não é o que a gente vê na prática, mas pelo contrário, né, e é o que nós se nos propunha aqui,
claro que a riqueza não é algo ruim, não é agado demônio, dinheiro demônio,
sei lá, nesse livro desse negócio não, os bens materiais foram criados por Deus, são coisas boas,
e é bom que se vê presentes, comprar coisas, não dá uma satisfação, uma alegria, não há dúvida, né?
Mas também é verdade que isso é pouco, é uma parceira da vida, mas uma parceira pequena,
para a gente deixar o nosso coração grudar nisso, santo tomar, dizia,
acho que eu citava numa amistação que não foi muito, né, que eu dei sobre o despendimento,
os bens materiais, os bens dessa terra nos cançam, quando os possuímos, e assim,
tanto uma criança que ganhou lá o bonequinho do remenso dela na época,
era o bonequinho que a gente ganhava, né, uma boneca de não sei o que,
e aí depois brinca ali, sei lá, não beijo, sei lá, no jogo,
deixarei num canto, um camás aquilo, li chama atenção,
e quem fala um bonequinho do remenso, sei lá, né, falo carro, falo celular novo,
falo computador, a princípio é legal, depois sei lá, cansa por muito,
assim, o chamatil, diz um brante que possa ser no primeiro aumento, você não demora,
tipicamente, a terrê um pouco esse encantamento com os bens materiais,
e assim, sentimento, lia sobre isso, né, esse vício, que até algumas pessoas
têm desenvolvido de das encomendas, eu tenho organizado um matau ali dos padros,
estão, tem que comprar vários presentes, então o Potemê chega ali,
um pacote com o meu nome, e dá uma satisfaçãozinho, né, é um legal, um pacote,
que é legal, finalmente, para mim, né, eu vou abrir o pacote na verdade,
né, mas dá uma coisa para o legal, chegou uma coisa para mim, né, uma coisa assim,
lia de uma mulher que estava tão viciada, nisso que ela comprava e devolvia em seguida,
só pelo prazerzinho, não tinha de receber, e aí comprava lá uma caneta,
aí depois devolvia, carregou, depois devolvia, só porque tinha uma dopamina ali,
sei lá, uma coisa assim, pessoas viciadas, né, uma coisa que não faz sentido isso,
como as drogas, a pessoa começa a dar cada vez dois maiores e já entra no processo
absurdo de auto-distruição, que não leva a lugar nenhum, né,
também citá-la nessa outra meditação, são João Klima com Almar,
não falto nunca as ondas, nem ao avar o Aira e a Tristeza,
junto com a avareza vem a Tristeza, porque a pessoa colocou o coração nela
em algo que não é capaz realmente de satisfazer, e além do mais,
são coisas a Tristeza e a Aira, a pessoa fica nervosa,
porque essas coisas podem ser tiradas, um ladrão roube e atrasa com roi,
já nos alerta nosso senhor, tu tem isso aqui, posso perder amanhã,
não é um investimento seguro garantido, os anos teve um grande presário no Brasil
que uns canlos veio a falência, conheci mais uma pessoa que tinha posto,
toda a aposentadoria, tinha posto investido ali nas empresas desse cara,
e hoje o negócio ficou, se desfazer no ar necomo,
é um pouco assim, eu coloco ali tudo e ta caminhando, sei se amanhã,
aquilo eu voltei aquele dinheiro, as ações que eu paguei lá,
200 reais amanhã, vale 2 centavos, acontece tipo de coisa, e aquilo foi embora.
Então, se a gente põe o nosso coração nessa coisa dessa terra,
sempre vai ter algo dessa flição, que comprei um super carro,
e pode arriscar, alguém pode roubar, alguém me acaso, tem um problema,
assim, na verdade, a paz, a tranquilidade vem quando a gente tem nosso coração em Deus,
os pobres em espírito, bonitas e conceitos do nootigo testamento,
os anawin, os pobres de javeiros, os anawin, e eram os modelos,
pessoas que realmente, um pouco essa ideia do diógnis,
lembram um pouco isso daí nesse ir, lá, não estou muito aí,
araixando super preocupado ali com os seus cidades e exércitos e ataques,
diógnis tinha nenhuma dessas coisas, tá, tinha seu barriuzinho ali,
beleza, ninguém quer roubar o seu barriu, nem a perder,
então, facilmente assim, e sobretudo, né, na essa agradecritura,
é isso, o meu apoio é Deus, então, estou tranquilo,
tem uma liberdade completamente diferente de uma paz,
muito mais profunda, porque não confio no meu braço poderoso,
nos meus exércitos fortes, confideus, e eu sei,
não sei quem acreditei, é um apoio sólido, é alguma apoio seguro,
então, muitas vezes, Deus fala pros patrearcas do antigo testamento,
Eu estarei contigo, e eu vou estar contigo. Fala para a Moisés, fala para a Abraã, etc.
Fala para todo mundo, várias parafertas, não tem as merda, eu vou estar contigo.
Não, não tinha aquele promete de dar uma grana, uma cartão de crédito, não, eu sou a tua segurança.
E pegue para a Abraã, pois seja a Número, então vai lá, e confie em Deus.
E as coisas não são certas, né? Porque confia no Senhor.
Recentemente, achou interessante essa história da Madri Angelica, fundadora da PWTN,
uma cadeia católica do mundo, uma cadeia de televisão americana,
e que a conferência psicopal tinha tentado várias vezes fazer um canal, este televisão católica,
com bastante dinheiro, tinha fracassado, né?
E veio essa aquela freirinha lá, sem nenhum dinheiro, sem nenhum recurso,
do nada, sentiu que Deus me pedia, se lançou, não tinha, e foi a coisa que vai acontecer,
não era completamente milagrosa, assim, é interessante a história,
como as coisas vão acontecendo, fala lá, vai pedir, o dinheiro, dá lá devolgada,
mas o senhor tem que vir, não, mas eu vou ficar aqui rezando,
e as coisas acontecem meio na louca, e dá certo.
É um interessante, né? A Anauim, a eficácia de quem só põe o seu apoio em Deus,
não tem mais apoios humanos do que o Senhor.
Para as vezes ouvir de pais e mães, às vezes tiveram vários filhos,
e diziam, quando mais filhos eu tinha que sustentar, é quando mais eu ganhei.
E quando ganhava, exatamente como precisava.
Depois, isso começar, assim, depois saiu, cair o meu rendimento, sei lá, né, a pessoa.
Quando mais precisava, Deus mais dava, aquela coisa, cada filho traz um pedaço de pão de baixo do braço,
não é um cobertor, sempre vem uma criança nova,
o Deus vai dar um jeito de cobrir aqui o rhombo, que aparentemente poderia surgir.
Deus provê, se a gente se apoia nele, se a gente confie nele.
Então, a segurança, a liberdade de quem põe o seu, a sua confiança, um apoio seguro.
Feliz os pobres em Espírito.
O segundo ponto, em que essa bem-metrença comenta aqui,
não é os pobres em geral, que fala de Jesus.
É os "ptokai top neumatin", "pneumal" os Espíritos, pobres em Espírito.
Os pobres no Espírito.
Então, nos faz pensar que há uma batalha não tanto exterior quanto interior.
Não é o tanto se eu uso ou não usa as coisas, mas o como eu uso elas.
Naqueles que usam deixe mundo de São Paulo,
vivam como se dele não usassem, porque a figura deixe mundo passa.
É tão impossível não usar nenhum material, dormir em um lugar,
não usar em uma roupa, não comer nada, a gente precisa das coisas.
Não se trata disso, eu não vou fazer muito nada.
Mas o como, se eu põe o meu coração ou não,
se eu mantenho esse despreendimento e destacamento interior das coisas.
Essa pobreza em Espírito.
Que é uma coisa boa, as vezes pessoas entendem meio mal, já vi.
Ah, meu, meu, meu cunhado, é um cara que não tem Espírito religião.
Tem uma pobreza de Espírito, eu já vi esse espírito.
Não é nesse sentido que fala Jesus, né?
Negativa, uma campobre de Espírito, não tem valor espiritual.
Ele fala no sentido positivo de estar despreendido.
Posso ter materialmente várias coisas, meu despoor.
Mas, no tempo não está nela o meu coração.
São José Marido, o Strava, essa verdade.
Contendo a história do Mendigo, que é uma vez ele via lá,
vir e pegar quando distribuiu comida, e era um homem bem esfarrapado,
bem miserável.
E que vinha lá e a Espírito tava ali um prato de sopa,
alguma coisa assim.
E uma colher pra tomar sopa.
E aquele Mendigo ele recusava que a colher, que os organizadores ofereciam,
porque ele tinha a própria colher.
Minha era uma colher bacana, era uma colher de estranho.
E São José Marido relata a cena como ele tirava ali do meio dos seus. das seus coisas ali, os seus. O macacolher que ele olhava assim. E eu comei num lugar separado para que os outros não cobiçassem,
o seu tesouro e aí comia que ela olhava ali.
Aí dava umas vidas para limpar, aí guardava bem protegido,
porque ninguém vai roubar, o meu tesourinho aqui,
meu tesouro precioso, um pouco golo.
E ele diz, "Eu não tinha nada de comitá-las a José Marido,
mas ele tava pecado aquela colher, que tava toda a pinta."
Que aquele negócio disse, "Eu roubassem e não conseguia dormir talvez,
porque alguém vai roubar a minha colher, né?"
E ele aí falou, eu conheci, eu não falei, eu concreto, uma mulher,
que era lá na Nobreza, espanhora, que tinha uma capa,
grande mansão.
E então, eu não gastava com o sigo, nada assim, super generoso,
com a igreja, com as pessoas que trabalharam com ela,
todo mundo só volta.
E ele dava um exemplo de uma pessoa que tinha materialmente,
que eu sou de expor muitos bens,
e o mesmo tempo conservava,
e ela pediu, "Propos, você com um cálice,
pegava as suas joias lá e me dava para o pono cálice,
mas tudo de muito generoso, muito de magnumidade,
de entregar aquilo com a agiridade."
E disse, "Trata, essa batalha interior."
E interessante, que os falam os pobres em espírito,
o espírito tinha visto com nossa identidade,
eu queria trazer uma reflexão sobre isso,
o que está em jogo no fundo da nossa alma aqui,
nossa alma.
Jesus nos promete, nos fala bastante da vida eterna,
sobretudo na evangéria de São João,
e fala que ele com a meterá a vida eterna,
e não como algo que necessariamente eu voltei,
o que é esse conceito de vida eterna,
que morre e passa a pressa, "Não, não necessariamente
eu voltei a vida eterna,
e eu tenho que conquistar o recebíla de Deus,
para que eu atenha."
Inclusive, o apocalipse fala dessa segunda morte,
dos condenados, eles não têm a vida eterna,
eles experimentam a segunda morte,
eles morrem, espiritualmente também.
Eles parecem compartilhar esse destino do mundo,
que fala São Paulo, que ele que usa,
que vive desse mundo, use como se não,
ele não usasse,
porque a figura desse mundo passa.
A alma que gruda nas coisas,
ela também passa em certo sentido,
ela perde a vida.
E esse mundo que, com o qual, eu acabo identificando,
se ele vai embora, eu vou embora com ele também,
a segunda morte.
Beleza estava correndo com um padre e amigo meu,
e ele estava voltando na estrada,
tinha que correr ir na minha frente e ela atrás,
e aí fui reparando,
concreto o meu lendo, pro xolendo no tênis dele,
até corre maratona,
às vezes quando um grande corredor,
e aí comecei a pensar bem,
a marca do tênis,
e como algumas pessoas
constrói uma identidade a partir
da marca, das roupas,
das coisas que usam.
Bem, a minha roupa, em concreto,
fala algo sobre a minha identidade.
Mas muitas vezes, né, o cara é o que que a pessoa é.
Ah, não, a roupa que ela usa indica,
o que ela é,
o carro que eu tenho,
o lugar onde eu moro,
o quem que eu sou, eu sou,
já aquilo que eu tenho.
Mas as pessoas constrói entendem,
a sua imedia já é partir daí.
O barragem não faz bem no sentido pensar assim,
mas a gente tem algo lixo.
O que dá a identidade, as minhas ideias,
olha, veja um pouco mais profundo.
O que eu penso, né,
eu concordo com isso, eu sou,
de repente assim,
com a credita dessa religião,
já é mais uma identidade mais profunda.
Mas eu pensava,
a minha conclusão foi,
mais o que eu tenho, o que eu penso,
ou até o que eu faço,
a minha identidade está no que eu amo.
E parece que essa resposta é mais profunda,
o que que constrói a imediatidade
são as coisas que eu amo.
Sante Agustinho fala,
cada um é o que é o seu amor.
São João Diávida.
São as situações que eu faço com frequência,
diz assim, São João Diávida.
A alma do Santo vive mais,
ou na outra vida do que nesta,
porque a alma vive mais onde ama,
do que onde anima.
A alma está mais naquilo que eu no objeto,
do meu amor, do que no próprio corpo que ela anima.
A alma anima o corpo,
mas ela está mais onde ama,
o que onde anima.
Onde está o teu tesouro,
ela está o teu coração,
o nosso coração e vai
para as coisas que a gente ama.
Ele se derrama sobre elas.
Coração espírito,
são dois conceitos próximos,
referem a nossa identidade mais profunda,
só que o coração
talvez diz mais respeito aquilo que a gente ama.
E o espírito diz mais respeito
a nossa identidade aquilo que eu sou.
Portanto, nesta dinâmica,
de onde eu põe o meu coração,
onde eu estabeleço o que é o meu tesouro,
o que é precioso para mim,
no fundo está em jogo,
vai junto com ele a minha alma,
o meu espírito, a minha identidade, a minha vida.
O que eu sou?
Por isso é tão importante,
essa luta para o despreendimento.
Um mecanismo muito usado na propaganda,
é se de associar um estilo de vida a um produto.
Porque ele marca de cigarro,
calboi,
tal marca de tênis,
aquele jogador de futebol,
de basquete, né?
Então eu entendo que,
comprando aquele produto usando,
aquilo eu construo a minha entidade,
reforça essa ideia,
da entidade a partir das coisas que nós temos.
Isso irão apenas que a gente entrasse nesta,
porque a gente se identificaria
coisas,
aquilo que passa,
aquilo que não sobrevive a morte.
Às vezes,
lembro do Rio de São Paulo,
levei uma fechada no outro carro,
e tinha uma peculiaridade que é um carro,
cai nos pedaços no carro bem,
detonado assim,
bem velhinho,
todo o infelizado,
lembro bem,
mas a impressão,
fiquei com raiva na hora de reagir.
E ainda mais com essa droga desse carro,
um pouco assim,
me veio assim,
do riso duro, né? Mas depois eu pensei, carato, bem, a pessoa não foi
prodente na direção, digamos assim, mas o carro dele não muda nada, isso é
a pessoa, o fato de eu estar dirigindo o carro melhor do que o dele, não faz
com que seja melhor do que ele, que eu estou jogando cara pelo carro que ele
está dirigindo, né, que é sabe, é um pai de família, batalhar é dor muito, mais
santo do que eu, e eu tome achando superior porque troco um carro melhor, que é
uma coisa, a pessoa me fez perceber o absoluto daquilo, né? E não sei, parece bom
que a gente esteja atento esse tipo de pensamento porque às vezes entra, sabe? E a gente
está se deixando, ele vai por esse meio que ele é no ruim, de construir, a identidade
é a partir das coisas, isso é ruim, seja positivamente, e achar que somos
melhoras, porque agora eu tenho tal celular, então eu já tenho um estátos, né? Então
eu já posso me apresentar, eu já pertenço mais esse grupo, porque afinal de
contas, eu estou nessa classe superior pelo carro que eu tenho, pelo lugar onde eu moro,
não faz sentido, nem positivamente, nem negativamente, se por acaso tem algum
complexo, porque ele vai olhar só a pessoa mais pobre, porque eu não tenho isso, porque
eu não tenho aqui, então eu olho para as pessoas meio acanhado, eu tenho vergonha de
chegar, né? Com esse carro, porque vão ver o meu celular sei lá, né? Não faz o menos
sentido, né? Nem achar que eu sou melhor porque tenho coisas mais caras,
nem achar que eu sou pior porque tenho coisas mais baratas, as duas coisas são
a mesma, duas coisas a mesma moeda, mas uma moeda falsa, na identidade não é isso,
não é o que nós temos, é bonito um colega de adolescência do colégio, hora de
fazer isso para toda aquela coisa da adolescência, tinha várias marcas de de roupa, jovem,
lá no Rio de Janeiro e que deusava, e foi cara, só vou usar camiseta branca lisa, porque
eu não quero me deixar manipular, né? Me tenho que olhar meu rípes assim, foi morar no interior do rio,
não é o cara que eu disse, eu perdi muito, pela força das ideias dele, e nesse
muito certo, né? Não é isso aí, eu vou ficar deixar na época que tenho que usar
a roupa, porque o cara feira pra pagando lá legal, e agora o cul é usar a roupa
não sei o que é maneiro, o porquê cara, não sou melhor porque usar uma roupa assim
o assado, né? E ele tinha essa rejeição, que interessante que a gente tinha algo assim
também, me parece, né? Então o povo em espírito se prendido, não construiu, mas não
me deixar levar por uma coisa assim, por esses mecanismos comerciais, e pra terminar,
a consequência da bem-aventurância, finiz os pobres e espíritos, porque deles é o reino dos
céus, um primeiro, duas aspectos da causa, do gatilho de gambas assim, e agora então
a consequência que Jesus promete, a promessa que vem daí, deles é o reino dos céus,
essa é vida é terra, né? Que a gente falava que Jesus nos nos, e várias passagens do
experimento nos indicam, de uma maneira ela começa já agora, e Jesus não fala no futuro,
bem-aventurado os pobres e espíritos, porque deles será o reino dos céus, não?
deles é, a vida é terra, essa vida espiritual começa já agora, nós podemos estar vivendo
ela agora ou não, concretos estamos estado de graça, na medida que nos santificamos,
essa é uma vida que cresce em nós, cada vez mais, e a gente tem que então que abri-se
pra ela, santo ao chinho, ele compara sua conversão a esse acordar do sono, do torpor,
da vida que elevava a imersa no pecado, que era uma, essa sonolência, esse sono, e quando
ele se convete, ele é corrada pra uma realidade mais sólida, em séssito, no sentido profundo,
é algo inclusive, que é a da vida espiritual, muito bonito da conversão dele, que discuta
lá umas crianças brincando, aí interpreta, entra em casa, abre a casa a píblia, e ele é
a passagem que a gente leu na missa do meio passado, Romanos 13, já é hora de despertarmos
do sono, deixar os geogias de bebê, e revetivos de Cristo, da luz, interessante de desperta,
e agora o carregou para acordar, ele já sabia que ele ia se convertir, mas estava enrolando,
porque estava pegado ao seu pecado, mas naquela hora ele fala "deu acabou, despertado
o sonho chega a desficar nessa vidinha ridícula, quero viver de pra valer agora", e aí
começa a ver de fato, abri-se a acordar pra vida espiritual, abri-se pra já possuir o reino
dos bem espirituais, e já possuir o reino dos céus, feliz os pobres em espírito, que
deles é o reino dos céus, papa comenta, papa é todo um exemplo de manifestar essa busca
do despreendimento da pobreza, até o próprio nome que ele escolheu, referência são francesco,
grande ícone, no elenco de todos os santos, do amor à pobreza, o amor radical à pobreza,
da fiquem de idade da pobreza, e papa por isso escolhe o nome de francesco, e comenta
essa bem-vitorança, quando o coração se sente rico, fica tão satisfeito de si mesmo
que não tem espaço para a palavra de Deus, para amar os irmãos, nem para usar das coisas
mais importantes da vida, deste modo prima-se dos bem-es maiores, então se fecha os bem-es realmente
valiosos para os bem-es espirituais, porque ela está tão ali já, cega, saí lá na típica,
churrasque a pessoa, o meu olhe um montão de linguista, depois da hora que vem a picanha,
já não sobra muito espaço, não tem mais que fazer ele, de bom investimento, de bom investimento
sabe, você fica ali nas coisas, não, calho, lembra essas coisas, tem coisa muito melhores,
vale muito feliz, porque deles é um reino do céu, que eles têm todo um reino maravilhoso
ao seu despo, que já despertense, voltando naquela estação de santo a mais, que eu queria
agora ler mais um detalhe, enquanto os bem-sensíveis nos cançam, quando possuímos, aos bem-es
espirituais, ao contrário, usam mais quanto mais os possuímos, porque eles não se gastam
nem se esgotam, e são capazes de produzir em nós uma alegria sempre nova, é como se Deus
penetrar-se cada vez mais profundamente na nossa vontade, sempre mais, cresce, não era
cancei, não, a gente não cansa, de amor de Deus, de destas sagrais escrituras, da devoção
carixia, do deslumbramento, a gente te nossa senhora, de suas virtudes, você vê só
o próximo, não cansa isso daí, pelo contrário, quando a gente vai descobrir os bem-esmar das
virtudes, é um negócio que mostra isso, quer o mais, quer o mais, quer da vez melhor, isso
que vale a pena, bem-venturados, porque desde alguém nos céus, são lucas, tem uma versão
própria das bem-venturanças, que é mais curtinha, e tem uma coisa que não tem em salmateus,
que é o que a gente está seguindo, o sema não montanha em salmateus, que além das bem-venturanças
tem um paralelo dos I's, bem-venturados, sonhosos do Stau, os pobres, mas I dos ricos,
então tem sempre um contraponto negativo, e fala assim sobre o desprendimento, I dos ricos,
I de voz ricos, porque já tens a nossa consolação, é interessante essa palavra que esse conceito
consolação para acleses, onde o meu coração encontra descanso, Jesus promete o Espírito
Santo, vou se engerer em outro consolador ou outro paráclito, o Espírito Santo é o pai
dos pobres, que não tem, talvez bem os materiais, mas tem os bem-venturados, os bem-venturados
Santo, o consolo divino, então não faz pensar que, no fundo, é uma escolha que tem que
fazer, I de voz, porque você já tem uma consolação de vocês, você já buscaram a sua
fonte de dopamina, sei lá, de serotonina, em tal coisa, o ilugano é comprando coisa,
o meu prazer é tal, e já gastou, já especialisei o meu cérebro aquilo ali, aquilo que vai
ser minha fonte de prazer, de satisfação, de voz, você escolheu mal, não foi o que
está dizendo aqui, né, já tens a nossa consolação, melhor saber muito, melhor buscar o consolo
de Deus, o consolo do Espírito, bem-venturado os farois, porque eles serão esse consolo,
realmente vale a pena, comentava, acho que não é uma estação sobre esse filme, a felicidade
não se compra, que na real filme é muito bonito, com o clássico assim, e o drama daquele
homem, George Bane, acho que é uma madeira, que não tem dinheiro, que por isso no final
está no drama, ele tem como pagar, sempre que ele tinha, ele ajudava os outros, então se
ele sente meio frustrado, e aí o anjo lá ele mostra, foi na grande riqueza que ele teve,
que ele não escolheu, de fato, comprar coisas pra assim, investir, mas sempre ele escolheu
ajudar, e então ele abre os olhos, que ele não estava enxergando, a grande riqueza que
aquilo é, como carinho que ele tinha naquelas pessoas, que tinha uma gratidão imensa por
ele, então ele quando ele chega aquilo, ensinhe, viu, uma tal feliz, de eventurado, porque
bem, pobre pode ser mais rico, de amor, rico do afeto de Deus, do das pessoas, o que
a gente segura por egoísmo, a podresse na nossa mão, o certo sentido, o que a gente entrega,
a gente vai encontrar no céu, no jardim, do céu florecido, dando fruta abundante, que
é a professora Pedra Piedosa, todo o mendigo, que passou Jesus, e aí pediu ali, Jesus
se tem de amor, um grande rei se tem de amor pedindo no fundo dele, Cristo, mas ele parece
ele como rei, e o mendigo tira só um grãozinho de arroz e entrega, né, e aquela noite
e de encontro nos seus armazes.
carros ali, um grãozinho de ouro, inicilamenta que não tem entregue tudo, tem entregue só
de senão da educação um grãozinho, e aquilo que ele entregou virou ouro, recebrei-se
em por um, e porque ele tem entregue, me entregue a mim mesmo, a minha vida toda, isso
é que vale a pena, não ver, acumulando, guardando, protegendo, mas castando-nos, doando-nos,
e assim, que vale a pena, assim, tá, aí está a verdadeira requeza, que Deus não se
deseja, aqui Deus, a vida tem preparada para nós. Ele encheu de bens, os indigentes,
e de espelhio de mãos vazias, os ricos, nossa senhora, no seu inno, de ação de graças,
o magnífica, fala assim, como Deus fez coisas grandes, aqueles que não tinham nada,
ele encheu de bens, e os ricos foram embora de mãos vazias, ela é especialmente na cena
do Natal, é esse exemplo maravilhoso de quem escolheu, por a sua confiança no Senhor,
não nos coisas dessa terra, e não foi defraudada por isso, pensamos, era que nos ajude a aprender
também a lição.
Não te graças, meu Deus, pelos bons propósitos, afetos e inspirações que me comunicaste
nessa meditação. Pessoa te ajuda para os pôr em prática. Minha mãe maculada,
que são José, meu pai, Senhor, meu hoje da guarda, não ter cedei por mim.
Podcast Summary
Key Points:
Os pobres em espírito são felizes porque têm uma pobreza interior de desprendimento, não material, que os coloca em contato com a verdadeira riqueza espiritual.
A riqueza material, embora benéfica, não traz felicidade duradoura e pode gerar dependência, vício e tristeza, enquanto o desprendimento traz paz e liberdade.
A vida eterna e o reino dos céus começam agora, na vida espiritual, quando o coração se abre ao amor de Deus e se liberta das coisas do mundo.
A identidade humana não está nas roupas, carros ou bens, mas no que amamos e no amor que o espírito sente, como ensina Santo Agostinho e São João.
Os ricos, segundo o Evangelho, são os que têm a consolação do Espírito Santo, pois o coração que se preocupa com as coisas do mundo perde o descanso espiritual.
O exemplo de Diógenes mostra como a simplicidade e o desapego diante do mundo podem impactar profundamente a alma e a vida.
A beleza do reino dos céus está na entrega e no desprendimento, como o mendigo que oferece um grão de arroz e recebe ouro, simbolizando o valor do amor e da generosidade.
A fé em Deus é a única segurança real, pois o que é verdadeiramente precioso é o amor, a graça e a vida espiritual, não os bens materiais.
Summary:
A reflexão apresenta a bem-aventurança dos pobres em espírito como um chamado ao desprendimento espiritual, ao contrário da busca por riquezas materiais. A mensagem central é que a verdadeira felicidade e riqueza não estão nos bens do mundo, mas no amor, na confiança em Deus e na simplicidade de vida. O texto mostra como a riqueza material pode gerar dependência, vício e tristeza, enquanto o desapego traz paz interior e liberdade.
A identidade humana, segundo a reflexão, está no que se ama, não nos objetos que possuímos. O exemplo de Diógenes e do mendigo ilustra como um coração aberto ao amor e à simplicidade pode viver uma vida plena. A vida eterna e o reino dos céus estão já presentes na vida espiritual, quando o coração se desperta e se entrega a Deus.
A transformação acontece com a morte do sonho material e a ascensão ao mundo espiritual, como no momento de conversão, quando a pessoa se desperta da sonolência do pecado. O Papa Francisco é citado como exemplo do amor à pobreza, e o texto finaliza com a ideia de que o verdadeiro tesouro é a entrega, o amor e a graça, que não são consumidos, mas crescem e renovam a alma. Assim, a pobreza espiritual é a porta para a abundância do reino dos céus, onde o amor e a generosidade são o verdadeiro bem.
FAQs
Significa que quem vive com desprendimento e não se fixa nas coisas materiais encontra riqueza espiritual e paz, pois é nisso que o reino dos céus se manifesta.
Muitas vezes, a riqueza leva ao vício e à preocupação, pois as coisas podem ser perdidas ou tiradas, enquanto o amor a Deus e a vida espiritual traz uma tranquilidade duradoura.
Diógenes viveu com simplicidade, morando em um barril e rejeitando o luxo, mostrando que a verdadeira riqueza é o desprendimento e a presença de Deus, não o possuir.
A identidade espiritual está ligada ao amor, não às coisas. O amor nos conecta com o que é verdadeiro, enquanto o materialismo apenas alimenta um desejo vazio.
Quem coloca o coração em Deus, em vez de em bens materiais, encontra liberdade, tranquilidade e segurança, pois não depende de algo que pode ser perdido.
O mendigo, ao doar apenas um grão de arroz, recebeu o que era mais valioso: a graça de Deus. Isso mostra que o verdadeiro valor está na entrega e no amor, não na posse.
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