Barraco no STF: ministros batem boca e não decidem destino de Alexandre de Moraes
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A transmissão apresenta uma análise detalhada da sessão do Supremo Tribunal Federal que analisou relatórios da Polícia Federal sobre conversas entre o ministro André Mendonça e o ministro Alexandre de Morais. A sessão foi inédita em 135 anos, pois a corte nunca antes julgou um dos próprios ministros. O ambiente foi extremamente tenso, com divisões claras entre grupos: os aliados de Alexandre de Morais exigiam um julgamento conjunto, enquanto o presidente Edson Faquim defendia a separação dos processos para evitar conflitos. O ministro Cásio Nunes-Marques, indicado por Bolsonaro, se declarou impedido de participar por medo de influenciar as eleições após vazamento de mensagens envolvendo seu filho e o vorncaro. A votação terminou em empate, com quatro ministros votando pela separação e outros três pela junção, e o ministro Dino pediu vista para analisar o caso por até 90 dias. A decisão não definirá se Alexandre de Morais será investigado, mas mostra que o caso está profundamente interligado à política eleitoral, com riscos de ser usado como ferramenta de campanha. O ambiente de crise revela tensões institucionais, com acusações de corrupção e abuso de poder, e evidencia que o STF está sendo visto como um ponto estratégico nas disputas políticas, especialmente entre Flávio Bolsonaro e Lula. A ministra Carmen Lucia, única mulher no tribunal, votou por julgamento separado, destacando seu papel de neutralidade. O caso configura um momento histórico, onde a legitimidade da corte está em jogo e o risco de um julgamento político, não técnico, cresce.
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But then the session was very low, the beat was good, the sound was good, everything.
And there was a break in the middle of the session, no one expected.
And the vote came out on another thing. But let's explain everything.
-Bora. -Bora.
-I'm Carol Pires. -I'm Marina Diaz.
-And this is the old one. -This is the old one.
"All the terças e quintas eu e a Carol a gente se liga pra falar de um tema da política que tá bombando de um jeito rápido, fácil, acessível,
pra que todo mundo consiga participar do debate.
Esse é um podcast rapidinho, é o tempo de você passar um café.
Ou hoje, depois da sessão do sol, quem sabe, um tempo de você tomar um vinho.
Então, sigam a gente no canal da Carol no YouTube, @pirescarol.
-Sigam a gente no Instagram @doazitanto em todas as plataformas de áudio.
-Odoazitanto é uma produção das arabatana e estúdio.
Vamos lá, amiga.
-Qué que foi isso hoje, hein?
-Amiga tinha que ter sido João Kleber, presidindo a sessão no Supremo Tribunal Federal.
-Porque teve como você falou, gritaria, dedo na cara, tudo.
-Mas vamos explicar, da um contexto antes, um esquenta pra essa sessão de terça-feira.
-O resumo da ópera é que eles começaram a sessão pra decidir uma coisa,
passar o dia debatendo outra, e, no fim, não decidiram nada.
-Bora lá que a gente vai explicar o que está em jogo e como as peças se boveram hoje.
-Então, eu quero dar um contexto pra gente ficar todo mundo aqui na mesma página
e entender quem é quem ao longo do dia.
-Então, vamos lá.
-Por sorteio, o caso da fraude bilionária do banco master,
né, que robô dinheiro até de fundo de pensão, cara.
-Robô dinheiro já aposentado.
-A relatoria ficou com o ministro de Astófolio, é sempre por sorteio eletrônico, né, digital.
-Bom, mas aí o Tófolio estava enrolado.
-Muito enrolado pra seguir com um processo, porque descobriram lá que o banco master tinha comprado
por muitos e muitos milhões, um resort de familiares do Tófolio.
-E agora, suspeita que o resort é mesmo do Tófolio, né, e o dinheiro era pro Tófolio.
- Isso ainda está sendo investigado.
-O STF lá atrás, começou do ano, né?
-Abafou esse caso, não investigou o Tófolio, fez ali uma reunião secreta.
-E saiu decidido de que o Tófolio ia sair da relatoria, e aí bola pra frente.
-Tive um novo sorteio, e o caso master caiu com o ministro André Mendonça,
que é o ministro indicado pelo Jair Bolsonaro, né, o terrívelmente evangélico.
-E aí, como é que a gente chega aqui?
-O André Mendonça tava lá com esse caso, conduzindo esse caso.
-I pediu pra polícia federal pra dar uma olhada com mais carinho pro telefone do Daniel Vorkaro
pra entender o que que tava conversando com o ministro Alexandre de Morais.
-Faz um relatório especial aí, Vorkaro Alexandre de Morais.
-Lembrando que só quem pode pedir investigação contra o ministro do STF
-É a procuradoria geral da República, porque se não virava Árzia, né?
-É pra garantir que os ministros não começem ali a investigar uns aos outros
-não é possível disputa política.
-Bom, o Alexandre de Morais disse que isso ter feito um relatório, né,
-especial sobre ele, era abuso de autoridade por parte do Mendonça,
-que ele tava sendo parcial, afinal, as eleições estão ali na esquina, né?
-E aí, ele Morais tirou do bolso um outro relatório, esse interno dos delegados da PF,
-não foi pedido por ninguém.
-É o relatório que os delegados da PF ficou anotando ali, né?
-Fiz isso, o ministro pediu tal coisa.
-É mais um controle interno.
-Mas, Alexandre de Morais teve acesso a esse relatório interno
-i acusou o ministro André Mendonça de realmente só fazendo uma investigação
-i legal contra ele, né?
-I pediu pra que o ministro Mendonça fosse investigado
-por abuso de autoridade,
-só que como é que o Alexandre de Morais pediu essa investigação?
-Eli pediu dentro do inquérito das fake news,
-que é o inquérito que, no final das contas,
-preendeu o condenou Bolsonaro e sua turma portentativa de golpe.
-Então, por que, caramba, esse inquérito ainda tá aberto, meu senhor?
-Não era pra tá aberto e sendo usado pra qualquer coisa.
-Bom, o Mendonça trucou, mandou a fastal direto da polícia federal,
-dizer o que, se o Alexandre de Morais teve acesso a esse relatório interno,
-é porque a polícia federal tava contaminada.
-Isso ajustificativa do Mendonça, né?
-Eu acho que a gente ainda precisa entender o que que aconteceu nesse um dia pouco,
-que o André direto da pf ficou afastado do cargo,
-que tipo de investigação ficou atrasada,
-a gente ainda não sabe, mas tem que entender o que mais aconteceu aí.
-Como diria Marina, pois muito que bem,
-o presidente do STF, que é o ministro Edson Faquin,
-que é conhecido por não querer confusão com ninguém,
-ele é um cara ali pacato, não gosta de muita firula.
-Eu quero evitar a fatiga.
-Ele foi lá, falou para tudo.
-Mendonça abre o sigil da porra toda pra gente saber o que mais tem aí,
-não pode divulgar a brecidilo só da parte do Alexandre de Morais.
-Vocês deixa o direto da polícia federal, Queto.
-E Alexandre passa aqui esse inquérito das fake news pra mim
-e tudo indica que o faquin vai encaminhar pra encerrar esse inquérito.
-Ele tentou parar o caos, parou o caos.
-Não parou. -Não parou o caos.
-O Alexandre de Morais diz que o André Mendonça
-não está levantando o sigilo de tudo.
-Só levantou o sigilo do que interessa a o André Mendonça, né?
-Tanto que Flávio Bolsonaro, amiga,
-ele está sendo investigado no rolo master.
-Ele pediu, né, 130 milhões pro borcado, recebeu mais de 60 milhões.
-Ele também está sendo investigado nesse mesmo inquérito
-que está com André Mendonça,
-por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
-E cadê esse processo?
-Ele andou, porque que esse não tirou o sigilo da parte do Flávio?
-Neste contexto chegamos na sessão de hoje
-com um STF totalmente dividido,
-tenso, emoções ali as acerbadas,
-antes de passar a mi,
-eu quero explicar os grupos dentro do STF
-que agora a gente vai entender melhor
-como eles se movimentaram hoje, né?
-São, uns ministros,
-tenham uma vaga aberta,
-porque eles rejeitaram messias, né, já falamos disso,
-nunque escolheram outro,
-então 10 ministros.
-O ministro de Astóful,
-que já tinha se enrolado nesse caso lá no começo,
-falo, eu tô impedido de julgar isso,
-tofora, sobraram novi, né?
-Dulado do Alexandre de Morais,
-os aliados deles são ministros Flávio Dino,
-o Gilmar Mendes,
-e o Cristiano Zanim,
-tão tem quatro ali nesse gru.
-Edo outro lado, tá, o André Mendonça,
-e quem apoia ele é,
-o Luis Fux,
-e o Cácio Nunes-Marques,
-que também foi indicado pelo Bolsonaro.
-O presidente Edson Faquim,
-tem tomado desses zões,
-que parecem favorecer o André Mendonça.
-Então é possível contar como,
-dulado do André Mendonça, né?
-Então, quatro a quatro.
-E a Carmen Lucia sempre foi uma incógnita.
-O Faquim, a Carmen Lucia,
-lá atrás quando Tóful,
-tava no centro da confusão,
-ele estavam alinhados
-e defendiam juntos ali esse código de ética pro STF,
-que os outros ministros não ficaram muito felizes
-començo de ter um código de ética,
-focou parecendo aquele quadro
-lá da escola proibido,
-murder o coleguinha proibido,
-va achando que era recreio e tal.
-Mas me disseram que o Faquim
-quem entregar a cabeça do Alexandre de Desmoraes
-para tentar aspas moralizar o STF.
-Só aqui esse roteiro virou de cabeça pra baixo,
-logo no começo da seção,
-cuma baita surpresa,
-que foi o Cácio Nunes-Marques,
-ministro indicado pelo Bolsonaro,
-que hoje é presidente do Tribunal Superior Eleitoral,
-seja está comandando as eleições,
-he se declarou impedido de participar do julgamento,
-d dizendo que esse é um caso que pode influenciar,
-as eleições ele tem que ficar de fora.
-Mas a gente vai contar daqui a pouco,
-que hoje de manhã,
-antes de começar a acessão,
-saíram notícias do Nunes-Marques,
-seno mencionado,
-em conversas do vórcaro,
-envolvendo inclusive prostitutas.
-Então, sem o Cácio,
-umendonça que tava aparecendo,
-que tava com a vantagem,
-começou em deslantagem, então vamos lá, amiga.
-Cácio, o que foi isso?
-Amiga, o Cácio con Cá.
-Foi o grande,
-ele é o Cácio con Cá.
-Foi o grande cavalo de pau,
-porque ele era voto certo a favor do mendonça
-y contro a lechandre de morais.
-Ele costumava ser uma banta do BBB do STF,
-só aqui na manhã dessa terça,
-hora antes do início da acessão,
-como você falou,
-lo vazona em prenses informações sobre possíveis
-relações dele e do filho dele,
-com a turma do vórcaro.
-Então a folha de São Paulo publicou uma reportagem,
-dizendo que o filho do Cácio,
-o queven, também com Cá.
-Ah, desfile.
-O filho do Cácio,
-teria recebido meio milhão de reais de empresas ligadas a vórcaro,
-y a Daniela Lima,
-y a Taiz Bilaen,
-que jornalistas do Wall,
-tiveram acesso a um conteúdo de mensagens
-que mostravem mensões ao próprio Cácio,
-no celular do vórcaro.
-Então foram duas situações,
-na primeira um agente de viagens,
-pergunte ao vórcaro.
-Se é para atender um pedido,
do caso, para organizar uma viagem para cinco pessoas que deveria ser paga.
Por vorncaro, o agente de viagens pergunta assim, "Ele que paga, ou jogo, procê essa bomba?"
E aí o vorncaro manda ele, agente de viagens, ligar para ele e vorncar, então a gente não
sabe como a conversa continua.
E na segunda troca de mensagens, uma mulher teria cobrado o vorncaro para pagar 10 mil reais
a outra mulher amiga dela, que teria ficado com o cásseo no Nismarques em uma festinha organizada
por vorncaro.
Mas até isso o vorncaro pagava, amiga, é muita corrupção de pirangueiro.
Devia ser horrível ser o vorncaro, né, que é o tempo todo gente pedindo coisa para
ele de todos os níveis valores e níveis de corrupção, uma loucura.
Ele centralizava tudo, né, porque isso é a amiga da garota que ficou teoricamente
com o ministro, que pede o PIX para o próprio vorncaro, o vorncaro pede o PIX, ela passa
a chave do PIX e ele faz 10, né, 10 mil reais.
Enfim, tudo isso vazou pela manhã, amiga.
Então o voto do cásseo, que estava certo e seguro, a favor de Mendonça, até ontem a noite,
mudou, porque aí na anteçala do plenário, por volta das 10 da manhã, antes dos ministros
entraram para votar, segundo a Daniela Lima, o cásseo avisou, pessoal, pra mim, ó, vai
dar não.
E aí no plenário, o que disse cásseo Nunes Marques?
Ele falou que nunca julgou nenhum processo do banco master, que nunca trocou mensagem
com o vorncaro, que o filho dele nunca prestou serviço, nem foi remunerado pelo master,
mas que esse julgamento poderia impactar o resultado das eleições, ele admitiu isso como
o presidente do TSE, né, então ele não se sentia confortável pra julgar.
E aí, amiga, ele mandou um valeu, falou, levantou e saiu do plenário.
Falou, valeu, ele cascou fora, ele me esperou, né, ele levantou e, ó, desapareceu.
Porque o ministro de Astófole, como você falou, também se declarou impidido, né, nesse
caso a gente já sabia que ia acontecer, porque ele já tinha se afastado da relatoria do
caso, tudo.
Mas ele falou, olha, votar eu não vou, mas daqui não saio daqui, ninguém mentira, eu vou
ficar bem sentadinho aqui na minha pautrona, olhando que vocês vão falar.
O cásseo, ó, linha na pipa.
Amiga, quem que você faria?
Se ia ficar pela fofoca, se você fosse um ministro envolvido com o vorncaro, você
ficaria pra fofoca ou você ia vasar pra tirar o seu da reta.
Eu ficaria pela fofoca com certeza, absoluta, eu já falei que eu não ia votar, faço
a bruna marquezinha na ontem a russa, se falaram de mim, e de resto, fico lá.
Amiga, só pra gente ter muito claro qual era o objetivo inicial da sessão dessa terça.
Era avaliar o relatório da Polícia Federal que mostrou as mensagens enviadas pelo vorncaro
ao ministro Alexandre de Morais.
Esse relatório foi pedido e divulgado pelo ministro André Mendonça, portanto os ministros
do Supremo Tribunal Federal se reuniram hoje pra analisar se esse relatório da Polícia
Federal era avali do ou não e decidiriam se esse relatório seria suficiente pra abrir
uma investigação contra o ministro Alexandre de Morais.
Por isso foi uma sessão inédita em 135 anos de Supremo, porque a corte nunca antes tinha
julgado um dos seus próprios ministros, mas eles nem chegaram a analisar isso, porque
a votação virou sobre.
É necessário ou não unir o julgamento do ministro Alexandre de Morais e o relacionamento
dele com o vorncaro, com o julgamento da condução do André Mendonça sobre essa investigação.
Se ele é parcial ou não, os aliados do ministro Alexandre de Morais queriam julgar as duas
coisas juntas e o Faquim, ministro Edson Faquim, presidente do Supremo, propôs que isso
fosse analisado em duas sessões diferentes.
A sessão de hoje terça-feira, quem é de setembro, analisaria Alexandre de Morais e na
semana que vem, 23 de setembro, analisaria Mendonça.
Eles passaram o dia inteiro brigando entre si e a gente vai contar os melhores momentos
e tentando decidir se esses julgamentos iam ser juntos ou não.
Ninguém decidiu ainda se o Morais vai ou não ser investigado.
E, no fim das contas, o Dino pediu vista e a dió tudo isso.
Era para julgar o mérito de uma questão, aí o Jumar Mendes pediu uma questão de ordem,
ou seja, vamos parar o jogo para ler aqui o manual, né?
Vamos discutir o manual.
Aí passar o dia inteiro discutindo o manual e ainda para terminar com a coisinha aberto.
Mas já está falando que é um julgamento histórico, né, que uma sessão ineste tem
135 anos de supremo.
E aí, é logo um inéditismo a duas semanas de eleição, assim.
É muito histórico também que o STF seja protagonista do meia eleição nacional, né?
Eles vêm ganhando mais protagonismo político desde ali do impeachment da Presidente Dilma,
teve um peso do supremo, principalmente ali do ministro de um Marmêndice lembra
que proibiu Lula de assumir o cargo de ministro da Casa Civil da Dilma, depois, quando
eles confirmaram inclusive, né, que a decisão em segunda instância já podia dar início
a comprimento de sentença e aí por isso Lula foi preso que depois o supremo reverteu esse
entendimento, né?
E aí a gente teve o governo Bolsonaro, que é assim, o STF entrou ali de baliza democrática,
né?
Agiu no momento do golpe, mas nada como hoje que tem candidatos ao Senado prometendo passar
o impeachment de ministros do supremo como bandeira eleitoral, né?
E justamente nesse momento, que já não estava legal, acontece essa sessão que foi
lavação de roupa suja, né?
Totalmente envolvendo o ministro Alexandre de Morais, que foi peça chave no julgamento
da tentativa de golpe, e por isso mesmo as acusações contra ele tão influenciando tanto as eleições.
O ministro Alexandre de Morais, isso é muito importante, apresentou a defesa dele por escrito
antes dessa sessão começar e essa foi a primeira vez que ele se pronunciou sobre esses
episódios.
E o que ele disse?
Que nunca ouve conversa entre ele e vorncar-o, porque não há mensagens dele pra vorncar-o,
só há mensagens do vorncar-o pra ele, então ele diz que são diálogos fantasiosos.
E que a investigação conduzida contra ele, por André Mendonça, é uma farça ilegal,
aspas dele a Alexandre de Morais, porque segundo Alexandre de Morais, André Mendonça
age pra favorecer um grupo político que tentou dar um golpe de estado.
Esse foi o momento mais forte, mais tenso, foi a hora que teve o bate boca ali entre
o Alexandre de Morais e o ministro André Mendonça.
Então isso foi a defesa dele escrita, mas quando ele pediu a palavra no plenário também
pela primeira vez, o ministro Alexandre de Morais pediu que o julgamento do caso dele
do Mendonça fosse feito juntos e shallow na ala, na semana que vem, e aí ele escalou
pro debate com André Mendonça, né?
Ele falou assim, amiga, eu tenho testemunhas que, em reunião, o ministro André Mendonça
disse, inclua o ministro Alexandre em relação a uma delação premiada do vorncar-o.
E aí o André Mendonça, né, só agritou, é mentira, e aí o André Mendonça por um nove
e mentira.
Então vamos chamar sextemunhas, vamos chamar, vamos chamar, vamos chamar, pode chamar
que não vou mentir, vamos chamar, hoje sem jogar terça-feira, inclua o ministro Alexandre
mentira, mentira, mentira, mentira, mentira, mentira, mentira, mentira, que que está
um golpe nesse país, é isso, presidente, isso não corresponde.
Mentira, mentira.
E aí o Alexandre trucou e falou, então vamos chamar as testemunhas e aí o André Mendonça
falou assim, pode chamar porque eles vão mentir, e aí o Alexandre escalou e falou, não,
não, não, não, porque ele está a serviço de um grupo político que quis dar um golpe
nesse país.
E aí o André Mendonça disse apenas, não vou responder, tchau.
Na hora que o Alexandre de Moraes falou que pode chamar as testemunhas, eu achei que
ia entrar.
Tipo, programas de televisão que entra teste de DNA, é ou não o país, assim, aí
se eu fiquei, eu nem sabia que ia poder ter testemunha num julgamento desses, acho
que não poderia, né?
Se abrir julgamento, né, não seria hoje, mas é, mas na hora que ele vou chamar as testemunhas
parecia que a galera tava atrás do palco assim, né?
E aí amiga, outra coisa, depois disso, o decano da corte, né?
Parmêntes, que é o ministro com mais tempo no STF, falou que havia evidente condução
político eleitoral e escolha do dia as vésperas do 7 de setembro pro vazamento do Mendonça
das mensagens do Vorcaro para o Alexandre de Moraes.
E aí amiga, foi outro barraco, porque o Júmar falou assim, isso não se faz, pessoas
decentes não fazem isso, até a mafia tem ética, e aí o Mendonça gritou.
E o Juliano não aponte o dedo pra mim, respite esse tribunal e o Júmar gritou de volta,
que em não se dá o respeito, não merece respeito, é fogo no parquinho.
Escolha de data, sete de setembro, envolvendo a esta corte em campanha eleitoral.
É uma relação de Mafia, isso não se faz, não é ambiente de pessoas dignas, desculpe
essa inseridade do presidente no caso da Edson Fakei, né?
Mas as coisas. coisas precisam ser chamadas pelo nome, não se pode submeter mesmo que o colega esteja,
eventualmente envolvido, que teve um filho, não pode estar submetido esse tipo de vechame,
é uma atitude covarde, até a mafia tem ética.
Puxadíssimo, puxado.
E eles foram um pouco para cima do faquim também, né?
Que o faquim, como presidente da Corte, ele abriu a acessão,
cheio de recados, né, falando que era um momento difícil,
reconhecendo ali que ele mesmo não tinha escolhido o caminho mais fácil,
pediu respeito, decor, serenidade, o que não adiantou, né?
Porque foi bafo atrás de bafo, começando com quem já pegou a palavra que foi o Flasudino,
que já implicou com o faquim de saída, né?
Que ele queria fazer uma parte na fala do ministro, que é comentar,
né, fazer um comentário no meio do discurso de outro ministro,
mas o faquim disse que a presidência que tinha que autorizar o dia não falou que não,
que o regimento interno, mas foi uma, é uma bobagem de conteúdo,
mas foi ríspido, né?
E que eu acho desnecessário, só desse cortezinho que era uma bobagem
enquanto eu estava acompanhando também nas redes sociais,
pessoas celebrando, dinolar, crô, gente, ministro da Estef não é pra lacrar,
eu acho que nisso eu vou ser conservadora,
tem que realmente ter calma, seguir rito, manter alguma cerimônia,
o que é isso ao longo prazo é o que mantém as coisas nos trilhos.
Aí é isso que você falou, né, o Jumar Mendes, quando entrou,
foi quando pegou fogo mesmo, né, que o Jumar é macaco veio, decano,
e é isso, ele também foi pra cima do, do faquim,
dizendo que o faquim não tinha nada até se metido,
que não tinha que ter pedido pra, né, levantar a sigilo,
pegar o inquérito das vequinhos pra ele,
que não tinha que ter cancelado nada,
que ele não tinha que ter se metido nisso.
E o faquim deu a tremida na base, né?
Deu pra ver que ele tava meio perdido ali.
É, teve uma hora que mostra ele olhando o livrinho,
não sei se era a Constituição, o regimento interno,
e quando a galera tava "ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah", aí mostra ele assim.
E alguém girando assim a Constituição pra casa,
eu esqueci alguma coisa ali, eu esqueci com certeza
o que tava todo mundo nervoso.
Mas aí eu queria sofrizar um momento que o ministro Fuchs
começa a gritar também, né?
Ele vai um pouco ali pra cima do Dino e do Jumar,
e o que que me disseram?
Que ali o Fuchs entendeu que se ele deixasse o Dino e Jumar
falando grosso, sem resposta,
podia ser que a Carmen Lucia, né, que tava ali em disputa
por esses dois grupos, podia ficar acuada
e não querer comprar a briga.
Ficar esperando ali pra onde ia a maioria.
Então, na hora que o Fuchs começa aí pra cima do Jumar,
era um pouco assim, Carmen não fique acuada.
E aí, falar também, a Carmen Lucia pediu desculpas
agora, já no finalzinho da sessão.
Por ter sido, vamos dizer, omissa,
e não ter ajudado a apagar esse, né?
Fogarei o antes de virar essa crise pública,
e ela tem razão, ela foi omissa.
Unica mulher, ministra do Supremo, né?
A gente sabe que ela apoiou muito as decisões ali
pra contê a tentativa de golpe de estado.
Mas é uma ministra que sempre espera pra ver
pra onde vai a mare antes de decidir.
Mas no final das contas disse que vota
pra julgar separadamente, né?
Eu acho que a gente precisa explicar isso,
reforçar isso que a gente já falou, né?
julgar separadamente é pra que uma coisa é uma coisa,
outra coisa, outra coisa.
Mendoça contra o Alexandre de Jumoraz,
é por causa desse relatório que ele pediu pra polícia federal.
E no caso do Morais contra o André Mendoza,
é usando como provo esse relatório interno da PF
que não tem valor pro batório, né?
Então, pra não misturar as duas coisas,
os ministros que querem investigar o Alexandre de Morais
pediram pra votar separado.
Por que que a turma do Alexandre de Morais quer que vote junto?
Que da isso é mistura tudo
e tem mais chance de, ah, melhor deixar isso pra lá, né?
É mais fácil de derrubar tudo pra salvar todo mundo,
do que passar só pra investigar ele.
Então, o que tá por trás dessa decisão técnica?
Era isso, né?
Dessa questão de ordem que o Jumar apresentou e fez com que o julgamento
em vez de ser mérito, se o Alexandre de Morais tinha que ser investigado,
não virou sobre votar junto ou separado.
Quem sabe o regimento, amiga?
Quem sabe a Constituição passa na frente.
Passa na frente.
E aí, pra isso, eles fizeram uma pausa pro homócio de duas horas
decididos que quando eles voltassem
era pra decidir exatamente isso.
Eles voltaram às três e meia da tarde.
Aí, o faquim votou pra manter os julgamentos separados
como ele tinha escolhido a Alexandre de Morais num dia,
Mendoza no outro dia.
Dino discordou, disse que os dois casos precisavam ser julgados juntos
porque tem conexões.
E o Jumar mentos, como você falou, tinha sido o primeiro.
Apropor que os casos fossem julgados juntos.
E aí, o Zanim votou também pra juntar os processos.
Então, tava aí três ministros até então
votando contra o faquim pra juntar os processos.
O Alexandre votou, a gente tinha dúvida.
Até um dia antes se ele e o Mendoza iriam votar ou não.
Os dois resolveram votar.
O Alexandre, claro, votou pra juntar os processos.
Quero que ele defendia desde sempre.
E aí, o Mendoza votou, obviamente, pra julgar separado.
O Mendoza começou a falar cinco e quinze da tarde,
amiga, numa seção que começou dez e meia da manhã
e parou duas horas pro almoço.
Eu achei que ele ia falar horas porque ali ele foi atacado
de várias maneiras por vários ministros.
Alô, nada.
Não falou nada, só falou o que há em relação a mim
é um suposto relatório de inteligência,
que é ilegal, com monitoramento e coleta seletiva de dados
de uma polícia federal paralela.
Não são coisas comparáveis, então pode julgar separado.
E fim, aí o Fuxus votou pra julgar separado também.
Estávamos em quatro a três e aí o dino virou a confusão,
e o dino chamou a condução do faquim de desastrosa
e pediu vista do processo.
O que é isso?
Pedir mais tempo para analisar o processo
e pode ser até 90 dias.
Só faltava quem votar.
A ministra Carmen Lucia.
E aí, ela começou dizendo que estava em extrema consternação,
tristeza, pediu, desculpa ao povo brasileiro, né?
Falou que não sofreu pressão nenhuma pra votar nem do lado,
nem do outro, mas votou, então, pra manter o julgamento separado.
Só que aí como o dino pediu vista,
não vai seguir para debater finalmente o mérito, o que é?
Esses relatórios da polícia federal valem ou não
pra investigar o ministro Alexandre de Morais.
Isso não foi debatido hoje e não vai ser debatido nos próximos 90 dias.
Se o dino quiser usar os 90 dias, né?
Só que mesmo assim, por enquanto,
a não ainda tem isso,
porque independente de coce o dino mantive,
porque o dino tinha votado, primeiro, pra fazer tudo junto.
Depois ele pediu vista meio que do processo completo,
mas, de qualquer forma, ficou quatro a quatro.
Como é que a gente decide isso?
Então, tem duas opções.
Ou o presidente da curte é o voto de mineva,
que seria o próprio faquim.
Ou então, eles têm que fazer o que tá escrito no regimento,
que eu vou ler aqui, amiga.
Artigo 146, "Avendo por ausência ou falta de um ministro".
Nos termos do artigo 13, "parágrafo 9",
empate na votação de matéria,
cuja solução dependa de maioria absoluta,
considerar se há julgada a questão
proclamando se a solução contrária a pretendida ou a proposta.
Ou seja, seja o faquim,
ou seja, aplicando o regimento,
o resultado vai ser contra o que pediu jumarmendes.
Ou seja, vai votar separado.
Só que o dino pode ficar com isso sentado nisso a 90 dias.
E tá marcado para o dia 23, semana que vem,
o julgamento do mendonça.
Então, será que eles vão fazer outro circo desse?
E aí, não votar o Alexandre e passar o André Mendonça na frente?
Ou alguém aliado a André Mendonça
pode fazer o que fez o dino e pedivista.
E aí, os dois processos vão pra vista
e nada deixada contato.
E a gente vai fazer isso sem nada resolvido.
E aí, acho que fica uma dúvida
que a gente mesmo estava conversando ao longo do julgamento,
o que é?
O Flávio foi beneficiado aleitoralmente
pelo que o André Mendonça fez,
né, jogar o Alexandre de Moraes ao mar.
Porque o Flávio Bolsonaro
mantém o discurso dele que tem sido, né, do pai,
há anos de que tem uma perseguição contra eles
e que o Alexandre de Moraes é corrupto
e etc.
Então, se continua essa decisão de o que
que vai dar do Alexandre de Moraes,
será que o Flávio consegue capitalizar isso?
Tipo, olha aí, tentando um acordão pra salvar o Alexandre, né?
Mas o que que aconteceria ser ele sim abrir
sem um julgamento contra o Alexandre de Moraes?
Quem se beneficiaria pra isso?
Minha sensação é de que o Lula, que já andou falando
o que quem errou tem que pagar,
poderia se afastar ainda mais do Alexandre de Moraes, né?
Falar, vai ser investigado, isso não é comigo.
Como parece que, enfim, o ministro não vai ser investigado
tão cedo, aí você já tem que fazer um cálculo
sendo governo bom.
Posso chegar numa situação jurídica
em que eu preciso de uma decisão do supremo
ou o voto do Alexandre de Moraes pode ser importante,
então, não vou chutar aqui antes da hora, né?
Você avalia como, amigo.
Eu vou falar o que as campanhas estão achando, né?
Pessoas com quem eu falei.
Então, a avaliação na campanha do Flávio Bolsonaro
é de ganha a ganha.
Se o Alexandre de Moraes fosse investigado,
o Flávio ganha, porque o Alexandre de Moraes
é o inimigo número um do Bolsonaroismo.
E se o Supremo ficar sangrando,
os ministros ficarem se de gladiando,
não tomar em medida nenhuma, fica feio para o Supremo,
mas também pode ser bom para o Flávio,
porque o Supremo é visto como parte do sistema,
do establishment, né, do poder central do Brasil.
E o Flávio já tem feito essa associação,
é o inclusivo na propaganda eleitoral de Rádio TV,
de que o Lula Sistema, o STF Sistema,
então, STF é Lula.
O discurso anti-systema vem se nesse caso.
caso em qualquer situação, né? Então realmente favorece o discurso do Flávio Bolsonaro.
Do lado do presidente Lula, eu conversei com o comando da campanha dele no fim de semana,
e a avaliação é que a notícia de que o Flávio Bolsonaro é investigado por corrupção e lavagem de dinheiro,
não inquérito autorizado pelo próprio ministro André Mendonça é um fato relevante para ser usado como munição pelo Lula.
Mas eles acham que é preciso mudar de assunto, porque fica a xafordando nessa coisa de corrupção para lá.
Corrupção para cá, supremo está todo mundo ferrado.
Coloca meio todo mundo no mesmo balaio, e aí só aumenta o mal humor da população em relação aos políticos em geral.
E a gente já falou aqui várias vezes que o mal humor com a política, com o supremo, com tudo que está aí,
sempre respinga no incumbente, ou seja, no presidente de fato.
E também adianta você ter um tema para atacar e não saber usar, porque a gente sabe, desde sempre,
continua vendo nessa eleição que a direita sabe colocar na ativa dele, seja por seminação de fake news,
ou por robô nas redes sociais, ou por estratégia, eles acabam conseguindo pautar o que eles querem mais facilmente.
Então, tu é que a gente tem do bolsonarismo, o bolsonar com a acusação, de rachadinha, de lavagem de dinheiro, com loja de chocolate,
relação com milicianos, compra de casa, com dinheiro vivo, agora pedindo o dinheiro para o vorncaro,
printe ladas, conversas e tal, e ele passou numericamente o Lula nas pesquisas.
Então, se isso não é um trabalho bem feito de comunicação, o que será, né?
Então, tá, ele tá investigado, e aí ele já tava com o caso do Dark Horse, rolando, né?
Inclusive, a gente fica falando Dark Horse, reforça a ideia de que ele pediu dinheiro para um filme, né?
Sabe Deus se o filme é uma desculpa, na verdade, não é Dark Horse, ele pediu 130 milhões para o vorncaro,
e parte desse dinheiro foi parar nas contas do advogado do Eduardo Bolsonaro, que tá nos Estados Unidos,
planejando ataques ao Brasil e tarifas contra o Brasil, pagando advogados e lobistas para ajudá-lo a fazer isso.
Então, o dinheiro está indo, né? Vamos seguir para onde o dinheiro está indo, então acho que também parte da dificuldade de comunicar
possível corrupção do Flávio Bolsonaro, é ficar dizendo que é sobre o Dark Horse, né?
Amiga, então vamos lá a semana promete, nosso próximo episódio é na quinta.
Sobre veremos até lá, olha, eu estou terminando o dia de pescoço duro e bunda quadrada, mas até aqui, né?
Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá
Podcast Summary
Key Points:
Mint Mobile oferece planos de $15 por mês, com descontos por prazos mais longos, e destaca-se por não ter problemas de qualidade como o gelo de uma gororoba.
O Supremo Tribunal Federal realizou uma sessão inédita em 135 anos para analisar relatórios da Polícia Federal sobre mensagens entre o ministro André Mendonça e o ministro Alexandre de Morais.
A votação foi intensa e dividida, com ministros alinhados a lados opostos
O ministro Cásio Nunes-Marques se declarou impedido de participar do julgamento por medo de influenciar as eleições, após vazamento de conversas com o filho e com o vorncaro.
O caso envolve acusações de corrupção, abuso de autoridade e envolvimento político, com tensões entre ministros e temores de que a decisão seja usada como ferramenta de campanha eleitoral.
A sessão terminou sem decisão final sobre a investigação de Alexandre de Morais, com votos divididos e pedido de vista por parte do ministro Dino.
A ministra Carmen Lucia, única mulher no STF, votou por julgamento separado, reconhecendo sua posição de neutralidade e preocupação com a crise institucional.
A análise revela que a decisão do STF pode ter implicações políticas profundas, com impacto direto nas campanhas de Flávio Bolsonaro e Lula, e na imagem da instituição como "sistema" contra o "movimento popular".
Summary:
A transmissão apresenta uma análise detalhada da sessão do Supremo Tribunal Federal que analisou relatórios da Polícia Federal sobre conversas entre o ministro André Mendonça e o ministro Alexandre de Morais. A sessão foi inédita em 135 anos, pois a corte nunca antes julgou um dos próprios ministros. O ambiente foi extremamente tenso, com divisões claras entre grupos: os aliados de Alexandre de Morais exigiam um julgamento conjunto, enquanto o presidente Edson Faquim defendia a separação dos processos para evitar conflitos.
O ministro Cásio Nunes-Marques, indicado por Bolsonaro, se declarou impedido de participar por medo de influenciar as eleições após vazamento de mensagens envolvendo seu filho e o vorncaro. A votação terminou em empate, com quatro ministros votando pela separação e outros três pela junção, e o ministro Dino pediu vista para analisar o caso por até 90 dias. A decisão não definirá se Alexandre de Morais será investigado, mas mostra que o caso está profundamente interligado à política eleitoral, com riscos de ser usado como ferramenta de campanha.
O ambiente de crise revela tensões institucionais, com acusações de corrupção e abuso de poder, e evidencia que o STF está sendo visto como um ponto estratégico nas disputas políticas, especialmente entre Flávio Bolsonaro e Lula. A ministra Carmen Lucia, única mulher no tribunal, votou por julgamento separado, destacando seu papel de neutralidade. O caso configura um momento histórico, onde a legitimidade da corte está em jogo e o risco de um julgamento político, não técnico, cresce.
FAQs
A Mint Mobile oferece todos os planos, incluindo sem limite, por $15 por mês. Esse valor inclui taxas e custos adicionais.
É necessário pagar uma entrada de $45 por três meses, $90 por seis meses ou $180 por 12 meses, além de um valor mensal de $15.
Os ministros discutiram se o relatório da Polícia Federal sobre mensagens do ministro André Mendonça para o Alexandre de Morais deveria ser usado para investigar o ministro de Morais.
Ele foi mencionado por suspeitas de ter tido conversas com o ministro André Mendonça e por envolvimento em investigações sobre corrupção e relações com o Flávio Bolsonaro.
Os ministros decidiram separar os julgamentos: o caso de Alexandre de Morais será analisado separadamente do caso de André Mendonça.
Houve tensão política e preocupação com a influência eleitoral, especialmente com a data de 7 de setembro, que gerou dúvidas sobre a neutralidade da decisão.
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