A apresentação oferece uma análise histórica da evolução da energia na agricultura e na sociedade, dividindo o tempo em cinco épocas: pré-história, idade antiga, média, moderna e contemporânea. Inicia-se com a importância do fogo na pré-história para o desenvolvimento da alimentação e da proteção. Na idade média, a energia passa a ser usada por força do vento e da água, com o surgimento de moinhos e navegação. A primeira e segunda revoluções industriais marcam a transição para o vapor e o petróleo, que se tornam fontes centrais de energia, mas geram dependência e vulnerabilidade geopolítica. O choque do petróleo em 1973 é destacado como virada crítica, revelando a fragilidade de um sistema baseado em combustíveis não renováveis. A terceira revolução industrial introduz o computador e a automação, mas ainda depende de sistemas fechados e humanos para intervenção. A quarta revolução industrial, atual e em curso, incorpora inteligência artificial, conectividade e sistemas autônomos que imitam o funcionamento do cérebro humano, promovendo soluções integradas como cidades inteligentes e veículos autônomos. O texto enfatiza que a compreensão histórica da energia é essencial para o desenvolvimento sustentável da agricultura e da sociedade moderna, com foco na diversificação de fontes e na inovação tecnológica.
[Música]
Olá, tudo bem com você?
Espero que sim, o meu nome é Criseido.
Hoje eu vim contar para você um pouco de história.
Na tentativa de fornecer apoio para a turma de energia na agricultura da UFRP.
Ou para quem ficou nesse podcast só por curiosidade.
O que temos para hoje é aula 2, energia na agricultura, seja bem-vindo ou bem-vinda.
História é a ciência que em estuda a vida de ser humano através do tempo.
Ela investigue ao que foi feito, o que pensaram, o que se tiram enquanto seres sociais.
Nesse sentido, o conhecimento histórico ajuda na compreensão do ser humano
enquanto o principal sujeito do seu tempo.
A história está presente no cotidiano, no estado de alerta com a edição humana.
Dia a gente, transformador do mundo.
E falar do passado para entender o presente e melhorar o futuro,
não poderia ser diferente na nossa disciplina de energia na agricultura.
Para você falar de energia, você tem que falar da história da energia.
Se pensar em novo, tem que entender quais são as tecnologias que foram usadas.
Como é que ela surgira, quando e em quais circunstâncias.
E as tecnologias que fracassaram também é importante saber o porquê
é isso. Para facilitar o nosso papo, vamos dividir o nosso passado em cinco partes.
Para a história, idade antiga, idade média, idade moderna e idade contemporânea.
Também gostaria de avisar que vai ter uma subdivisão à idade,
que são as revoluções industriais, são quatro.
Ela vai ter início a primeira revolução ali no finalzinho da idade moderna.
E vai finalizar a quarta revolução industrial que nós estamos vivendo hoje
na idade contemporânea.
Então, na toada de "eira uma vez" ou na toada de idade entrando numa caverna,
chegamos a 12 mil anos atrás na pré-história.
Lá na pré-história, encontramos a sociedade bem primitiva.
Essas sociedades viviam da caça e da coleta.
O desenho animado cruz relata muito bem isso.
Está e que fica dica.
Nesse período, em centros naturais despertaram a curiosidade interesse de homens e mulheres
da caverna.
A partir do momento que eles começaram a dominar o fogo, o desenvolvimento acelerou.
Lembra?
Foi mais ou menos como você escutou no podcast anterior, energia traz desenvolvimento.
Homens e mulheres das cavernas caçavam, coletavam seus alimentos e de poço do fogo.
Eles passaram a cozinhar os alimentos e isso facilitou a digestão.
Há estudos que relatam que esse cozimento favoreceu a digestão que, por sua vez, favoreceu
o desenvolvimento cerebrão dos nossos ancestrais.
Dominar o fogo também trouxe maior proteção contra predadores e também puderam se aquecer.
E seguimos no passado.
Entrando na idade média, cinco mil anos atrás, para ajudar a sua memória, eu vou falar
algumas palavras.
Tipo, zogorratem, vamos lá.
Mesopotúdame agito, pérsia, ebreus, gressia, esparta, atenas, democracia, Roma, início
do império romano, apogeu do império romano, queda do império romano, finalizando a idade
antiga.
Eu vou falar da idade antiga e não citar essas sims crises, dói-me o coração.
Quem é fã de um bom game fica dica, gráfico ótimo, dinâmica de jogo delicioso, tudo
de bom.
Mas estamos aqui para falar de energia, ok, ok, ok.
Nesse momento, na idade antiga, o fogo era muito bem dominado, junto com a lenha, combustível
em abudância, assim a combustão gerando calor foi amplamente usado para cozinhar, forjar
ferramentas, utensílios e armas.
Não podemos esquecer da outra energia que começou a ser usada na idade antiga, a força
dos ventos.
Isso mesmo.
O vento como força motriz das embarcações, então no Egito, pérsia, gressia, Roma, começaram
a explorar a navegação e a força dos ventos.
Preciso novamente falar que energia traz envolvimento e bora a bora que esse podcast, a vela,
sem o de calor não pode parar, chegou a hora de falar da idade média, suspeito que você
tenha gostado do jogo rápido.
Então, para a idade média, temos feudalismo cruzadas em perro bizantino, expansão islâmica,
o renascimento com o surgimento de comédio e centros urbanos, formação das cidades,
e aí teve a crise do feio da lismo.
Peste forme guerra, acabou idade média.
Interessante notar que nesse período, a tração animal era muito usada.
A força dos ventos para as navegações intensificaram.
A força dos ventos também começou a ser usado nos muínios para moedrão.
Outra fronte, outra fronte de energia que sejam nessa época foi a idrica hidráulica.
Usavam a força da água, a energia potencial, aliada a força da gravidade em moinhos
ou rodas d'água.
Assim também há relatos de equipamentos, máquinicas mecânicas, que facilitavam o trabalho
da transformação do material da matéria de desculpa, da matéria prima em produtos
manufacturados.
Chegando ao fim do feudalismo, veio a idade moderna.
Aí você já tá esperando o jogo rápido, hein?
Então lá vai expansão marítima pela Inglaterra, Espanha e Portugal.
Colonização das Américas, Revolução e Inglisa, Independência dos Estados Unidos.
Chega batendo a primeira revolução industrial no finalzinho da idade moderna.
Com a primeira revolução industrial, você já está no final da idade moderna.
E depois vai chegar a idade contemporânea.
O importante ressaltar, que as revoluções industriais são quatro.
A primeira aconteceu aí no finalzinho da idade moderna, quando a sociedade começou
a utilizar o vapor como principal forma de energia.
Na primeira revolução industrial, você vai encontrar tudo a vapor, trator a vapor,
barco a vapor, máquina a vapor, em fábricas para fazer decido, moegrão, tudo a vapor.
Enfim, todas as transformações de matéria prima em produtos industrializados por meio
de máquinas a vapor.
De contemporânea começa em 1850, basicamente, junto com a segunda revolução industrial.
Zogo rápido, topa, hum, congresso de Vienna, santa aliança, primeira guerra mundial,
revolução russa, crise de 1929, nazismo, segunda guerra mundial e guerra fria.
Então, foi de boas não, hein, primeira guerra, segunda guerra e ainda guerra fria, wow,
mas voltando à revolução industrial, teve a primeira lembra envolvendo o vapor, confere
já a segunda revolução industrial, que vai de 1850 a 1950, foi um século e durante
esses 100 anos, as duas fontes de energia mais utilizadas foram petróleo e eletricidade.
Injustamente, o motor é a combustão e a eletricidade marcaram a segunda revolução industrial.
Então, as máquinas a vapor da primeira revolução industrial são deixadas de lado e quem
o cupulugar, pois demonstrava melhor desempenho fornecia melhor velocidade na linha de produção,
melhor eficiência foram os motores a combustão e os motores elétricos.
Então, na segunda revolução industrial, você vai encontrar os calianbex, bombos elétricos
circulando pela cidade do mundo inteiro.
Nesse momento, sabe que tem uma treta entre Tesla e Edson, a Nacional Geographic fez um
documentário bem legal, #SicaDica.
Gostaria também de dar um toque, foi aí nessa época, primeira guerra, segunda guerra,
os homens todos indo pro fronte, e aí as mulheres, as minas, foram tudo fuchando a fábrica.
Elas viraram operárias por fotos de mão de obra, e elas começaram a ser acalariadas com
condições péssimas de trabalho, péssimas, porque naquela época, mulher não tinha direito
a voto, não tinha direito a propriedade, mas era explorada e oprimida dentro das fábricas,
e elas se organizaram e fizeram pelo mundo todo.
Nova Iorque, Rússia, França, se organizaram mesmo de verdade, e essa mobilização foi
muito importante para a história do papel da mulher na sociedade atual.
Tem muita conquista que essas meninas conquistaram nessa época da segunda revolução industrial
que nós hoje somos muito agradecidas, #FicaDica, #valorização da mulher do trabalho feminino.
Voltamos agora para a nossa evolução na linha do tempo quanto a energia, então a segunda
revolução industrial nós temos o uso intensivo do petróleo, muito intensivo mesmo, nunca
se usou tanto petróleo durante esse 100 anos.
nos, na segunda revolução industrial. Já a terceira revolução industrial, ela vem
pautada no mesmo sistema usando combustível fóssio, como autores à composição, a expansão
da letricidade e a difusão de tudo isso pelo mundo inteiro globalizado, acrescentando a tecnologia
dos computadores. Então a diferença da segunda revolução para a terceira é justamente
o computador. É a arquitetura binária entrando no sistema. Começamos ter linha de montagem
como o boço, braços mecânicos, na agricultura os tratores, tratores, colhedeiras, plantadeiras,
também os peck-in-house, é um grande exemplo da terceira revolução industrial.
A segunda foi usada muito petróleo, muito sempre terem, era como se fosse o ouro preto,
o ouro um que dava muito dinheiro e em toda a civilização trabalhou sua tecnologia
como autores à composição, construir novações, carros, tudo, tudo, motor à composição, sem se
preocupar com a missão de carbono e nem que esse combustível era não renovável, e nem
que esse combustível, esse óleo, essa matéria prima, essa forte de energia, poderia estar
localizada em determinada região, que em uma determinada parcela da sociedade, só teria
acesso, somente eles porque estariam na região desde. Então enquanto a terceira revolução
industrial chegava com o acresço da computação, com as máquinas computadoras, também veio
uma característica bem interessante, um fato que ocorreu em 1973, em 1973 ocorreu
o primeiro choque do petróleo, como é sabendo, e já dito, combustível foço não renovável,
e está localizado em determinada região, quem tinha o país que tinha essa jazida de
óleo detinha a produção, de petróleo, do óleo, e quem tinha isso era o Oriente Médio,
porque lá no Oriente Médio estão concentradas, a maior porcentagem das reservas de óleo
de petróleo do mundo, então em 1973, os países do Oriente Médio se organizaram na Opape
e declararam para o mundo inteiro que iriam alterar o preço da vida do barril do petróleo.
Quando eu to em sala de aula, eu sempre conto uma história de dática, sempre ressalto,
é de dática gente, é super de dático, mas vamos lá para o podcast também, de dáticamente
com tal como é que foi que aconteceu isso, imagina todos os shakes lá de boa, fazendo
uma festa, contratelizando, e tal, aí um olha para cara do outro e fala assim "Oito
do mundo consome petróleo", verdade, todo mundo consome petróleo, foi lá a segunda revolução
industrial, todo mundo consome do petróleo, a terceira revolução industrial, todo mundo
consome do petróleo, foi zé, todo mundo consome do petróleo, mas quem é que tem petróleo?
Só gente que tem petróleo, é gente, e eles têm que comprar de quem, da gente, eles
compram da gente, então por que a gente não faz um bambolário, vamos fazer um acordezinho
aqui, a gente pega e todo mundo sobe, só abre o valor, do petróleo do banho do petróleo,
tem topa, tem topa, é, eu tope, topa, topa, topa, topa, topa, popa, depois da festa dessa
coisa, arra, arra, bater o martelula, e agora voltando na realidade ao pepe comunica ao mercado
mundial, que só iria vender petróleo, com o aumento de 300, 300, 300 por cento no valor
do barril do petróleo, e isso gerou um choque, global, global, recessão, e alertou a todos
os países do mundo que um petróleo combustível fosse, que não era renovável, era algo muito
facil, facilmente cartelizado, cartel é a formação de um grupo que vai monopolizar e fazer
o preço que quiser, tirando esse produto do livre comeceo da concorrência de tudo mais,
cartelização do petróleo em 1973, elevando o valor do barril do petróleo a 300 por cento,
então a revolução a terceira que a gente está falando, ela teve justamente esse fato em 1973,
aonde fez que o consumo do combustível fosse repensado, e toda a matriz energética fosse
repensada mais uma vez, agrega a essa discussão, a emissão de gas poluentes do combustível
fóssil, então a partir de 1973 começou uma preocupação em diversificar e procurar outras
fontes, para não ficar preso a um combustível, que pode acabar e um combustível que é muito vulnerável
a essa opressão territorial, e essa opressão de preço, essa cartelização de preço, por alguns,
não tem a concorrência para brincar com o preço dentro do capitalismo, e isso enfraquece total,
por volta de 1990, finalzinho do século passado, algumas ideias começaram a surgir quanto a
possibilidade da terceira revolução industrial deixei golfin, e o surgimento da quarta revolução
industrial começou a ganhar força, você já deve ter ouvido falar indústria 4.0,
agricultura 4.0, e o que seria isso? seria a quarta revolução industrial, aonde nós temos
o digital, os computadores, onde temos o físico, que são as coisas e o ser humano, são esses
três fontes conectados, vem a cybercultura, reuniões de padrões, produtos, comportamentos,
valores, compartilhados na internet, condição social, influenciada pelo uso de computadores
e redes sociais e de comunicação, diversão ou negócios, o setor da energia está totalmente
atrelado a isso, pensa aí, reflexo da terceira revolução industrial, reflexo de 1973 com
o choque do petróleo, reflexo das mudanças climáticas que nós temos, sentindo a quarta revolução
industrial, hoje, seguindo em curso, faltado na conectividade, na diversificação das fontes
energéticas, como ser humano integrado as coisas, começa a ser uma ideia plausível e começa
a idealizar tudo integrado, da inicio, a concepções, projetos como cidades inteligentes, veículos
autônomos e muito mais, mas grins, na terceira revolução industrial também tinha computador,
tinha robô, e por que você está chamando de quarta, porque você só está me mostrando
que tem computador aí, na parada, olha, o computador lá da terceira revolução industrial
tinha uma arquitetura binária, é uma coisa fechada, ele é rápido, bom, pra ordenar
quinte milhões de nomes em ordem ofabética, mas de repente, tivesse um símbolo diferente,
uma letra que ele não reconhecia, o programa já dava um bug e já travava, e teria que
chamar um ser humano pra concentrar essa linha de programação, esses cryptos, a gente tem
muita coisa ainda dessa forma no nosso dia a dia, mas no futuro e alguns pontos, em alguns
pontos, a gente já tem uma arquitetura, um pouco diferente, uma arquitetura computacional
além da binária, é onde o computador ele é programado pra errar, percebeu o erro
e quando esse erro ocorre, ele é capaz de corrigir-lo e seguir em frente, o processamento
é faltado em rede, muito parecida com a nossa, nosso sistema nervoso, então aí vem redes
neurais, vem os algoritmos, a partir do momento que aquele programa, aquela máquina, começa
a aprender com um erro, ele começa a ficar mais parecido com o orgânico, conosco, com
você.
comigo, com ser humano. Então sempre que tem. Então esse podcast passou um pincel assim,
naquela da história. Foi isso. Não se preocupe com as datas, com os fatos, você tem que decorar
ou se não. E portanto, saber que tivemos quatro devolções industriais, a primeira foi
faltada no vapor, a segunda no combustível fósso e na necessidade, motora-combustão, a terceira,
a gente coloca o computador na jogada e a quarta revolução industrial vem entregando o
exercudado e o ser humano numa conexão. Espero que você tenha gostado, que não tenha dormido,
que não tenha fego no sono, com essas informações. Muito obrigado por ter chegado até aqui.
Espero que tenha curtido, porque foi feito com carinho. Beijo, tchau!
Podcast Summary
Key Points:
A história da energia na agricultura se baseia na evolução tecnológica ao longo das civilizações, desde a pré-história até a era contemporânea.
O domínio do fogo na pré-história acelerou o desenvolvimento humano, facilitando a digestão e a proteção contra predadores.
Na idade média, foram usadas forças naturais como o vento e a água, além da tração animal, para movimentar embarcações e moinhos.
A primeira revolução industrial (final da idade moderna) introduziu o vapor como principal fonte de energia, impulsionando a industrialização.
A segunda revolução industrial (1850–1950) priorizou petróleo e eletricidade, mas gerou preocupações com dependência energética e preços controlados.
O choque do petróleo em 1973 revelou a vulnerabilidade do sistema energético baseado em combustíveis fósseis, impulsionando a busca por alternativas.
A terceira revolução industrial introduziu computadores e automação, mas mantinha arquitetura binária, limitada por falhas e necessidade humana.
A quarta revolução industrial conecta humanos, máquinas e tecnologia, com sistemas autônomos e inteligentes que imitam o funcionamento biológico.
Summary:
A apresentação oferece uma análise histórica da evolução da energia na agricultura e na sociedade, dividindo o tempo em cinco épocas: pré-história, idade antiga, média, moderna e contemporânea. Inicia-se com a importância do fogo na pré-história para o desenvolvimento da alimentação e da proteção. Na idade média, a energia passa a ser usada por força do vento e da água, com o surgimento de moinhos e navegação.
A primeira e segunda revoluções industriais marcam a transição para o vapor e o petróleo, que se tornam fontes centrais de energia, mas geram dependência e vulnerabilidade geopolítica. O choque do petróleo em 1973 é destacado como virada crítica, revelando a fragilidade de um sistema baseado em combustíveis não renováveis. A terceira revolução industrial introduz o computador e a automação, mas ainda depende de sistemas fechados e humanos para intervenção.
A quarta revolução industrial, atual e em curso, incorpora inteligência artificial, conectividade e sistemas autônomos que imitam o funcionamento do cérebro humano, promovendo soluções integradas como cidades inteligentes e veículos autônomos. O texto enfatiza que a compreensão histórica da energia é essencial para o desenvolvimento sustentável da agricultura e da sociedade moderna, com foco na diversificação de fontes e na inovação tecnológica.
FAQs
A história da energia na agricultura mostra como as tecnologias de energia evoluíram ao longo do tempo, influenciando o desenvolvimento das práticas agrícolas desde a pré-história até a atualidade.
Há quatro revoluções industriais: a primeira com o vapor, a segunda com o petróleo e a eletricidade, a terceira com a computação e a quarta com a conectividade e a inteligência artificial, transformando a forma como a energia é usada e gerida.
O domínio do fogo permitiu a cocção de alimentos, facilitando a digestão e o desenvolvimento cerebral, além de oferecer proteção contra predadores e aquecimento.
A força dos ventos foi utilizada para navegação em regiões como Egito, Pérsia e Roma, e também para alimentar moinhos e rodas d'água, contribuindo para o uso de energia hidráulica.
A segunda revolução industrial, entre 1850 e 1950, viu o uso intensivo do petróleo e da eletricidade, com máquinas a combustão e elétricas substituindo as a vapor, aumentando a eficiência das fábricas.
O choque do petróleo de 1973 mostrou que o combustível fóssil é não renovável, vulnerável a cartéis e geograficamente concentrado, levando à necessidade de diversificar fontes de energia.
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