Go back

Atos 25.1-27 - Esqueceram de mim? - Rev. Emilio Garofalo Neto

48m 33s

Atos 25.1-27 - Esqueceram de mim? - Rev. Emilio Garofalo Neto

O episódio aborda a vulnerabilidade digital, começando com um ataque ao sistema de alertas de defesa civil brasileiro, onde credenciais antigas vazadas permitiram que um hacker disparasse alertas falsos durante a comemoração da vitória do Brasil na Copa. Isso ilustra como senhas fracas e vazamentos de dados facilitam ataques. A IA acelera ciberataques: o tempo para explorar falhas caiu de 700 para 44 dias, e ferramentas como GPT-5.5 são comparadas a hackers de elite. Empresas de IA, como Anthropic, usam fontes serifadas e design "humanizado" para gerar confiança, enquanto o ChatGPT mantém fontes sem serifa, revelando uma disputa simbólica na tipografia. A web aberta está em declínio, substituída por assistentes de IA e feeds centralizados, tornando a navegação mais conveniente, mas menos exploratória. Óculos inteligentes, como o novo Snap Spectacles, prometem interfaces imersivas, mas enfrentam críticas por peso, preço e riscos à privacidade. Por fim, a sociedade secreta "Dialogue", liderada por Peter Thiel, foi exposta, revelando encontros de figuras poderosas discutindo temas como guerra nuclear e construção de cultos, levantando questões sobre transparência e poder oculto. A mensagem central é que a segurança digital exige assumir que se será atacado, enquanto a tecnologia avança em direção a interfaces mais humanizadas, porém centralizadas.

Transcription

8306 Words, 47464 Characters

Portuguese
Porra! Resumido. Olá, eu sou o Bruno Natal hoje é dia 23 de junho e no resumido número 369, a Web está morrendo. E há os afontes serifadas para parecer humana. Mid-Journey faz raio x de cor pinteiro. Americanos não confiam na IA e a conta da IA começa a chegar. Cresce os serco as redes para menores e muito mais. Vamos nessa resumidor! [Música] Olá, resumista! Esse é o resumidor. Um podcast sobre cultura digital e o impacto da tecnologia em todas as pectas das nossas vidas. [Música] E aí, na madrugada de sábado, seu celular apitou também. Eu tomi um susto que eu tava aqui, quietinho, no YouTube, vendo as rezinhas, pós jogo do Brasil. E tinha um três celulares em volta de mim. O meu, da minha mulher e o meu filho, que ficam carregando na sala. E tocou tudo ao mesmo tempo, fiquei completamente desnorteado. E ninguém entendeu nada, né? A única coisa escrita da mensagem era Miss Antropia, que é a versão, a humanidade. Mas o Lina empresteia atenção, eu me deitamente olhei pela janela. Pra ver se eu tava vendo alguma tempestade que normalmente é quando esses alertas da defesa civil costumam acontecer. Esse tipo de alerta é feito usando a ggtrefonia celular. Não pode ser barrado nem pelo não pertube, nem pelo modo silencioso. E é usado pra alertas muito importantes. Claramente, alguma coisa saiu de ordem, parecia um rec. E o suposto autor desse ataque que se identifica nos "x" apenas como Miss Antropia, com o "z", onde deveriam ter "s" na 2-ex. Numa entrevista pro Tec Mundo, que conseguiu falar com eles, disse que ele acessou essa interface de divulgação de alertas públicos, o "idap", usando credenciais antigas que tinham vazado de servidores públicos. Ele usou a credencial de dois bombeiros que tinham acesso a esse sistema, e que tinham como sem o seu próprio CPF. Isso serve pra ele o extra ao tamanho da gravidade, que são os vazamentos de dados que a gente vem acompanhando nos últimos tempos. Principalmente, porque muita gente tem senhas muito simples e muito óbvias de serem rakeadas. E o que chamou a atenção também é a quantidade de instituições e pessoas que tinham acesso a esse sistema, pra enviar uma mensagem dessas, são 180 instituições com mais de 600 usuários cadastrados, e bastava o login a senha e um capte normal numa conta de matemática bem simples, de acordo com o suposto Hector, pra você conseguir disparar a mensagem. E aquilo que você viu mesmo, sai por SMS, telegram WhatsApp, alerta público do Google, TV para a assinatura, telefonia celular tem vários formas de se alerta ser disparado, em vários estados, vários municípios, e o REC disse que encontrou as credenciais e insaites vazamentos de dados. Ele falou que uma pessoa com tempo suficiente poderia encontrar esse login, de maneira bem fácil e fazer algo até pior. E a motivação dele não foi nada de muito revelador, disse que fomos misturas de tédio com antipatia e ícomo com a comemoração da vitória do Brasil sobre a itia. Nas palavras do REC, as pessoas bebadas, soltando fogos, gritando, as brigas, a maldade humana que sempre o entristeceu. O baciro Raker acabou de perder a maior oportunidade do ano de 2016. Ele podia ter feito o colapso no Brasil. E no Instagram, um usuário levantou a possibilidade, o questionou por que o REC não fez algo pior. E ele sugeriu, por exemplo, que o REC podia ter soltado uma mensagem que pudesse causar o caos total, me cês a caminho do Brasil, me invasão a esta terrestre, e é tudo muito engraçado até você pensar que é verdade, né? Poderia realmente ter sido enviado uma mensagem que causasse o caos e isso poderia ter consequências, e de imaginar, às vezes. Ou então ele podia ter usado essa alerta e mandado para todo mundo ouça o resumido. Será que é o mental de audiência? Aliás, falando de audiência, agradecer a nova assinante do resumido a Débora. Muito obrigado pela assinatura, se você ainda não fez a sua, é só você visitar resumido.c/assinatura e fazer a sua, você passa até acesso a todos os links da corradoria de cada episódio, pode fazer parte do grupo de ouvintes do resumido no WhatsApp e também recebe uma edição extra da newsletter e mais coisas que eu vou planejar no futuro quando o número de assinantes gerar também um valor que eu consiga criar mais coisas por resumido. Por enquanto a ideia em patas contas e a gente ainda não atingiu essa meta. Então, se você ainda não fez a sua assinatura, faça, você vai ajudar o resumido a seguir. Vamos de cultura digital e como nosso comportamento online ajuda a mudar a sociedade. Agora vamos para o meu trabalho, porque eu não posso ir aqui e olhar por uma faceta para os 20 minutos. Tudo bem? O que é isso? O que é esse trabalho? O que é isso? Eu encontro o configuração e filed o rucu com o poder de IP addresses. Esse foi o Elliot, uma excelente série Miss a Robot, que já acabou se você nunca assistiu essa série sobre o HECK. Assista. E seguindo nesse tema sobre hackers, a Dietlantic publicou um artigo contido no bem direto. Considera que você será arraqueado, porque além das várias formas muito fáceis de rakear alguém, como a gente viu aí no caso do sistema de alertas de defesa civil, que bastou um e-mail e uma senha, que era o CPF da pessoa. Essa reportagem da Dietlantic fala que a segurança na internet agora está numa nova fase. Depois que as ferramentas de A conseguiram aumentar a velocidade, a sofisticação desses ataques. E agora passaram a artigia hospital, rede de energia, governos, bancos. E aí, cita o caso da Palo Alto Networks que identificou entre seus milhares de clientes o momento de quatro vezes nos ataques diários de 2004 para 2025. Então, se antes o tempo médio que um criminoso elevava para explorar uma vulnerabilidade pública era de 700 dias ou mais, isso mais em 2020, agora caiu para 44 dias. E isso aí é muito mais rápido do que as próprias equipes de segurança conseguem em corrigir as falhas. E muito disso é ver com a forma com que os software foram construídos ao longo das décadas, porque como demorava muito para ser atacado, eles eram construídos de uma maneira, vamos dizer, até relaxada, porque depois que era identificado, ainda demorava para alguém encontrar aquela fala, então tinha tempo de consertar, só que isso mudou. Vários modelos avançados de cyber segurança, o Mitas Preview da Untrope, que o GPT-5.5 do OpenAI, estão sendo descritos como algo muito próximo do nível de hackers humanos de Elite. E esse é um motivo deles não terá sido liberados publicamente. Semana, passada falei sobre a decisão do governo dos Estados Unidos de bloquear o acesso ao Cloth, Feibel 5, exatamente pela capacidade de rakyar que esse sistema poderia dar aos usuários. Há muita gente argumenta que a IA também consegue mapar esses erros de mais rápido do que humanos, assim consegue gerar um conserto para aquela falha, mas a verdade é que o acesso a essas ferramentas, o vibe cold, que você conseguir programar sem sabenada de código, também está permitindo que criminosos mesmo sem muita experiência consigam fazer uma campanha ter sofisticada, fazer fiche em personalizado, explorar coisas de maneira automática, justamente conseguindo usar essas ferramentas. Então o que a reportagem da Dietlantic fala é para a gente sair da cultura de evitar ser rakyado, para essa em que você assume que você vai ser rakyado. Porque a nossa vida digital hoje em dia está completamente interligada, então mesmo quem se protege também depende de banco, de hospital, de escola, de app, de governo, de empresas, também esteja se protegendo e você não consegue controlar isso e talvez essas empresas nem consigam se proteger. Então você tem que tomar cuidado com seus dados, tomar cuidado com que você publica por aí, onde você guarda os seus ativos digitais, o acesso, seus perfis. É sempre bom você usar um administrador de senhas, usar sem as longas, complicadas, não a mesma sem vários lugares, esses tipos de medida, para você evitar ser atacado. E a medida que a nossa vida digital vai se robotizando, os laboratórios de "ah, estão tentando se humanizar". Seja no discurso, seja no visual, a wire comentou sobre a ascensão das fontes serifadas. Serifas são aqueles risquinhos que você vê na fonte, quando ela não é lisa, tipo a letra f, a letra í, quando só estão retinhas, sem nenhum acabamento, tipo anarial e não com uma time-news-roman, por exemplo. Isso porque as fontes serifadas são identificadas como mais humanos, são mais confiáveis, mais sofisticadas, e isso é uma resposta ou uma forma de preparo do terreno, exatamente essa rejeição do mistética, cada vez mais ostensiva de "ah". A designer Kia Vadgama escreveu na newsletter dela Type of Culture, que é focado em tipografia, sobre essa rena sensa das serifas como uma forma de branding das empresas de "ah". A crítica online já arrumou um apelido para a sistética, que se chama Taste Slop, ou Slop de Gostos, que é uma tentativa de dar essa aparência refinada literária de bongosto, há produtos que são gerados ou mediados por ferramentas de "ah". E ela citou empresas como Antropic, Runway, Apperplex, T-A-Menos, como exemplos de empresas que estão. adotando as fontes serifadas na sua marca, na interface, na experiência do usuário, em busca dessa identificação humana, porque outras fontes sem seríficas, com o "Maria, o que eu citei, o Acá, o Libria e o Vética", têm esse visual mais limpo, mais tecnológico das telas. Então eles estão tentando fugir disso, inclusive ela fala que a Anthropic usa esse fundo marrom na comunicação, no logo, no design da plataforma, com a intenção de parecer um livro, remeter um livro para dar essa humanizada mesmo que seja subjetiva pro usuário, sentir que está usando uma coisa mais humanizada. E aí é engraçado essa contradição, esse design humanizado, uma estética mais calorosa para criar essa ilusão de competência, com a febidade, na verdade, escondendo o fato que esses sistemas estão cheios de erro, a alucinação, a automação escala, falta de referência, falta de fontes, das poucas empresas que estão indo na contra mão disso, a vádgama citou o chat ept, que não usa fontes serifadas, e isso faz parecer que eles são mais conscientes da própria identidade, eles sabem que eles são, o que eles estão fazendo, e a leitura é que até a tipografia virou um campo de disputa simbólica da IA, então não adianta sua tecnologia funcioná-la, precisa aparecer menos ameaçadora, menos máquina e mais feita por gente, que é o que todos esses laboratores estão tentando. E quando a gente fala de estética da experiência na internet, muitas vezes a gente esquece o quanto isso informa a experiência, todo mundo tem uma memória de como era a internet nos anos 90, nos anos 2000, e o Diego La Fuente na Minid de Ponto Net falou sobre como a web aberta, como a gente conhece hoje em dia, onde a gente vai lá, busca, clica, leia, navega, a gente publica o que a gente quer, vai descobrindo conteúdo, não vai sumir de uma vez, mas já está sendo substituído por uma outra coisa, mais conveniente talvez, mas também mais centralizado, mais difícil de escapar, assunto o recorrente aqui no resumido, a gente perdeu o hábito de navegar na internet, a gente consome o que o feed traz para a gente, e isso já foi moldando bastante a nossa navegação, mas a gente vai ver mais mudanças. E esse texto fala sobre evolução das interfaces. Primeiro a gente trocava informação com um discete, depois foi BBS, depois Véu Web, depois veio Flash, depois de a gente teve essa volta as patrões abertos, os apps de celular, e agora essa migração pros buscadores com interfaces de A. E aí para ele, cada geração acha que a sua interface favorita vai durar para sempre, e nunca dura, o que acaba durando não é interface, mas o comportamento. As pessoas continuam querendo se conectar, publicar, trocar, descobrir e comprar, aprender, reclamar, isso no muda não importa a interface. Entre os exemplos que ele citou e flode como a BBS, pareciu o futuro, né? BBS era uma pré-internete que você visitava repositorios de conteúdo, que acabaram ficando obsolita com o DA Web, tornou tudo mais acessível, todo mundo podia ir de um site para o outro. Depois veio Flash, que lembra daquelas animações que tinham lá no início dos anos 2000, tomou conta da internet, mas era horrível para você conseguir indexar aquilo tudo, e era ruim para a sensibilidade, muita gente não conseguia até acessar o conteúdo daquela forma, até que o iPhone veio, matou Flash, porque recusou usar os plugins, da autorização dos plugins de Flash, e aí começou a ver outros formatos sugiri, e agora deixe gostar de PPT chegando em 2022. Um modelo da Web já está se transformando, já não é mais uma mudança só, tecnológica, é de interface mesmo, em vez de abrir 10 abas, comparar muitos de link, elefante, a gente entra num lugar só e faz uma pergunta, vê lá a resposta, e algumas pessoas analisam do download daquela resposta veio e outras não, já aceitam aquilo como combinado de referências e aceito com uma resposta. Assim como são os AI Overviews, aqueles resultados do Google que já vem lá com uma resposta pronta em vez dos links para você clicar e pesquisar. E aí na análise dele, essa web aberta que a gente na verga pode virar uma coisa meio de nerds, já já, tipo o ir que FTP, BBS, num morre, mas fica muito menor, ficam só alguns entusiastas, arquivistas, desenvolvedores, pesquisadores, gente que ainda quer ter esse cantinho próprio na internet como eu que tenho sites até hoje, mas que é isso, ninguém vai precisar rejeitar a web aberta, a internet aberta, que a tendência é todo mundo começar a escolher o assistente, o chatbot, porque é muito mais rápido. E aí como ele acaba resumindo o resultado, então que pode acabar matando a web é exatamente essa conveniência. E outra mudança na forma de interagir com conteúdo, além do áudio desses fones inteligentes, são os óculos inteligentes. Muita gente aposta que os teclados vão sumir, que a gente vai ter uma tela colada no olho, seja via óculos inteligentes, seja via lente de contato, o que quer que vem inventar. E mais um concorrente entra nessa seara, agora é Snape dos Snapchat, né, a rede social, que lançou mais uma versão do seu espectacle, eles lançaram primeiro lá em 2013, bem antes de todo mundo, e agora eles anunciaram a nova versão que vai sair em 2016, no segundo semestre, no Estados Unidos, no Reino Unido e na França, e que vai custar a bagatela de $2.195. É muito caro, né? Pelo que se sabe até agora, o óculos parece que é muito potente, não tem nada externo, nenhum cabo, não tem uma bateria extra, como é no caso do Apple Vision Pro, mas eles parecem bem pesados, são 136 gramas na versão maior, tem dois tamanhos, e ele é muito esquisito, é muito feio, já virou um motivo de piada, o fundador das Snape, o Ivan Spiegel falou que é de propósito, que a ideia não é aparecer um óculos normal, sim, um outro equipamento, mas a verdade é que quem botou a mão no produto disse que é muito pesado e que dificilmente isso vai funcionar da maneira que está ali. Então pode ser mais um óculos, que as pessoas vão comprar para depois guardar, porque acho ainda está muito longe do modelo que vai de fato funcionar, mas parece que isso vem, parece uma insistência da indústria nesse formato. Um dos riscos desses óculos é a hipervigilância, as pessoas vão andar por aí filmando umas as outras, vão poder identificar as pessoas, com um clique saber muitos dados sobre quem está andando ali na frente sem que a pessoa saiba, questão de privacidade, de intimidade, enfim, vários riscos que esses óculos trazem, e aí me lembrou de uma outra matéria que olhe essa semana na Wild, falando sobre a sociedade secreta do Peter Till, Peter Till, o confundador do PayPal, uma das pessoas mais influentes do Vale do Silício, investidor em quase todas as empresas relevantes que a gente conhece hoje em dia, e uma figura muito polêmica, porque defende coisas complicadas. Eu falei sobre o Peter Till recentemente no episódio do Meudo e Deliro em Brasília, que eles me convidaram para fazer uma parcepação. E ele é confundador do PayPal, foi o primeiro investidor externo do Facebook e confundou a palantir que é uma empresa de análises de dados que é voltada para governos e segurança que é muito controversa por conta dos desses dados. Ele se considera um técnico capitalista e ele já falou coisas bem absurdas como não acreditar que liberdade e democracia sejam compatíveis. E aí por coisas assim, ele já foi chamado de libertar uma luko, super vilão de James Bond, de um provocador de direita e ele está sempre criticando a esquerda e aí a a, ele fala que a revolução da a de generativa está sendo subdimensionada, então isso acaba gerando mais polêmica do que consenso. Ele está morando na Argentina inclusive, se mudou para lá recentemente e as pessoas estão tentando entender qual o objetivo dele com isso, obviamente se aproximou do milê, que apoia essa visão muito mais à direita e alguma coisa, eles devem estar planejando juntos. Essa figura aí o Peter Till tem um projeto chamado Dialogue que é uma sociedade privada, ultra-secreta, que foi confundada por ele, que acabou ficando exposta online por conta de alguns vazamentos. E esses vazamentos acabaram revelando nomes, dados pessoais de vários participantes dessa sociedade secreta da Dialogue que acreditavam que isso aí ia ficar privada. Eles fazem vários encontrando a arte que não são públicos reunindo vários figuras de altos calão da política, finança, tecnologia, governos extranjero, válido do silício. É tipo uma versão tech da Bilderberg e a lista de inscrição para esse retiro em 2016 que está marcado para 12/16 de agosto perto de Dublin, na Irlanda, tinha 222 pessoas, algumas com os tatos de membro ativo, outros de convidado e mais 87 pessoas que eu sei participantes pela primeira vez. A programação dessa conferência tinha uns assuntos bem estranhos, por exemplo, navegando a terceira guerra mundial, tecnologias do campo de batalha, traga de volta nuclear, construa um culto e como vai a sua vida sexual. Entre os nomes que foram citados em esse vazamento tinham várias autoridades, várias figuras ligadas a setores que elas mesmo regulam ou fiscalizam, por exemplo, oficiais de governo, de governadores, executivos de dados, gentes de vigilância, publicidade e, além de membros da PayPal Mafia, que é como é chamado grupo de fundadores do PayPal, que além do Petritio, inclui Elon Musk e mais algumas outras figuras. Um dos nomes que chamou a atenção está nessa lista de participantes de eventos da dialogue foi o Joseph Gordon-Lívid, o ator, que costuma falar bastante sobre os os tecnologias nas artes, ele é bastante crítico a ir. Ele foi questionado por que ele estaria nesse evento, já teve que se manifestar publicamente, dizendo que gostas de conversar com um voce de sonante, mas ninguém entendeu muito bem a participação dele não. Mas mais do que a programação e os nomes que vazaram chamou a atenção à forma que as pessoas eram cadastradas, ninguém usava seus e-mails de governo, todo mundo usando conta pessoal ou corporativa, e o formulário da dialogue coletava algumas informações sensíveis como inclinação política, histórico de participação, todo. que exprivados de acesso até quente interesse e conhecer alguém durante o evento do ponto de vista amoroso. Enquanto a gente está aqui debatendo várias questões pensando como avançar, como melhorar, a gente descobre que tem encontros aí de sociedade secretas onde de fato as coisas devem ser decididas. E recebi também uma edição da newsletter manual do usuário do Rodrigo Gedin em que ele contou que ele quase foi atropelado no início do mês, enquanto ele caminhava no interior do Paraná, saindo de uma farmácia para comprar um remédio para uma crise de chaqueca. E a outra dessa rua ele tomou uma decisão errada, se confundiu onde ele tava, choquei uma viadima única e não era. Tudo isso porque ele estava usando um fone de cancelamento ativo de ruído com música tocando e ele perdeu a referência auditiva e nessa ele falou que o carro parou a um metro dele. Eu achei bom esse alerta dele, ele disse que se ele tivesse ouvido os carros para o semer, e não tivesse suprimido a audição, ele talvez não tivesse visto nessa situação de sequaça atropelada. Então a recomendação dele é ninguém andar na rua com esse fone de cancelamento, o que eu assino embaixo. Muita gente esquece disso, parece uma viagem, imagina o erão. Cuidado e andando de fone na rua, principalmente de estes cancelamentos de ruído, e mais ainda estiver música tocando por cima, é o que você vai ficar. O zonzinho na rua não vai ver nada, hein? Da mesma que não é contestionada demais aí com o colégio. A maior parte das empresas que começam o projeto de inteligência artificial não consegue colocar de pé. Tem uma pesquisa da Plura Ocite de 2025, que é a ponta que dois em cada três projetos de A são abandonados e atravam a costuma ser a maturidade técnica para colocar em produção. Existintos e ásmo que falta a gente capaz de transformar isso em algo que funciona de verdade. O Innova Bra, montou um programa para atacar esse ponto. O chama Priya, Programa de Residência e Inteligência Artificial, feito junto com o SEIA da Universidade Federal de Goyais, que é um dos centros de pesquisa de A mais sérios do país. São seis meses em que até 30 startups em estágio inicial vão participar de missões presenciais mensais, receber créditos em nuvens e conexão com parceiros tecnológicos. A primeira emersão vai se chamar filtro de realidade e a proposta é ajudar a estar tábisa separar o que, de fato, muda o mercado, do que vira moda e somem alguns meses. Mas o menos o trabalho que eu faço aqui no resumido toda semana só que dentro de uma residência técnica. Para acompanhar o que tá sendo construído nesse éco sistema, escreva-se para receber nos letters do Innova Bra, do Hype ou Roy. É só clicar no link na descrição do episódio. Agora é o momento de explorar as transformações causadas pelas inteligências artificiais. O filme famous para ter textos para as imagens de AI, é apenas construído isso. A máquina desculpa o seu entire body em 60 segundos e pode detectar os detalhes mais únicos. Acho que para mim é a coisa mais perigosa disso tudo. E como exemplo ele fala que os textos que ele tem lido online estão cada vez mais parecidos. Não é só texto ocorrido, os pouços, os comentários, tudo. Até desde o opinião e quanto começa a suar como ia. Porque escrever é uma habilidade que a gente constrói com o esforço, com o professor, com o reescrita, com o crítica. E quando você começa a usar ia para esse processo, você pode até economizar o trabalho, mas você acaba impedindo, ou se impedindo, desenvolver uma capacidade humana muito importante. Que é justamente essa habilidade de escrever. E que o problema, claro, não é propriamente uso de axe. Você pode usar para revisar o seu texto, para fazer alguns testes. O problema é você usar ia com um padrão automático. Você não tem nenhuma intenção, você não reflete. Você não sabe nem o que você está pedindo e muito menos o que você está perdendo com o resultado. Ele comparou dois estudos, um que foi feito no escola na Turquia, em que a Lunes com o chat CPT foram melhor no dever de casa. A chave, um que estava aprendendo mais, mas acabaram indo pior na prova sem uso na ia. Porque a afiramento acabava entregando as respostas e reduzindo o esforço mental. E num outro estudo em Taipei, a Lunes de Cústria de Python, a linguagem de programação, em 10 escolas, tiveram uma sequência personalizada de problemas por um tutor de A. E foram muito melhor no exames final sem ajudas a ferramenta. Então a diferença não é usar ia ou não, mas se você usar ia para evitar pensar, como os alunos de Turquia estavam fazendo, ou usar para pensar melhor, como estavam fazendo esse aluno de Python em Taipei. Já tem até um termo para isso, chama rendição cognitiva, que é quando as pessoas param de pensar e deixam ia fazer o trabalho, mesmo que ia ter gerrada. Então o desafio é esse, você decide qual tarefa cognitiva você pode entregar para ia e qual que deve continuar humana. Então não tem problema você terceirizar o seu telefone, o cálculo, a sua agenda, o risco é você entregar a sua escrita também junto com isso o julgamento, a sua capacidade de aprender, a sua autoria e nem perceber que está fazendo isso. Porque é nessa que a gente não percebe essa mudança cultural. Já tem escola dizendo que tem letramento em ia, já tem empregador, premiando quem usa ia bem, mas é assim que a gente vai criando uma dependência que depois que é muito difícil voltar. Então presta atenção quando você estiver usando ia como muleta e você estiver não usando aquilo para te ajudar, mas para substituir uma parte do trabalho que é importante para você mesmo e que você sabe que é, né? Porque dá uma sensaçãozinha quando a gente está usando mal, que dá para saber que isso não vai estar usando para aquilo. E aí, eu li um outro texto complementar a esse, que falava que você ser bom ia, é estúpidamente fácil. E isso não tem nada a ver com você conseguir criar prontos como se fosse um engenheiro e tem muito mais a ver com você ter alguns hábitos de uso que são até bem básicos. E então a primeira dica que essa pessoa dá é você usar sempre um modelo mais forte no cloder, ou por 4.8, por exemplo, como aquele "thinking", né? Pensamento ligado, nível de raciocínio em "high", ou seja, a qualidade da resposta também depende de você escolher a ferramenta certa, né? Só de você escrever melhor. E outro truque que ele dá é você pedir para a arte fazer pergunta antes de responder. Então você vai pedir para ele fazer "x", você pede para fazer uma pergunta antes. Porque aí você vai verando meio um power user, porque você vai começar a induzir ou ensinar para ir a alguém que você quer que ela faça. Então, vejo você ficar tentando fórmula tudo direitinho de primeira para ir a você usar ir para ela puxar o contexto necessário, 3, 5 perguntas e assim, ela entendeu o que você quer, para poder te dar uma resposta mais próxima do que você quer, porque o segredo é isso, é o que você pergunta. A outra dica é você falar, em vez de digitar, isso eu faço muito no chat IPT principalmente, que o audio funciona muito bem, e aí eu explico exatamente estar no minha cabeça, bota tudo para fora, se expressar mesmo, né? Você botar a pergunta, o pensamento que você quer, o que está na sua cabeça, como você quer que aquilo seja organizado, e em vez de ficar tentando mandar um comando de texto, limpinho, que se você acaba se confundindo. Depois a terceira dica é usar o "clod-cowork", que não só te responde no chat, mas já criando arquivos reais no seu computador, PDF, planila, documento, tudo numa pasta local, e aí isso aí eu não recomendo, porque eu não pluguei nada de "ah, na minha máquina, eu não quero correr esse risco, nem eu tenho outra máquina para fazer esses testes, se eu tivesse um outro, MacMini, talvez eu botar a sua clod-cowork rodando para fazer esse objecteste, mas no computador que eu tenho eu não vou fazer isso, não. E aí a quarta dica dele também é você conectar o gmeio, o calendário, tante queção de reunião, para ir a começar a criar um contexto pessoal, o operacional para você, porque a preço autora, a chave do bom uso de "ah é contexto", aí há que te conhecer. Eu também não recomendo esse tipo de uso, você conectar essas ferramentas, porque é isso de segurança, a questão de privacidade, mas você deve trazer isso para cada experiência que você tem, né? Você abre um chat específico, traz o máximo de formação que você puder, para aquela tarefa que você vai executar, inclusive, onde você está vindo, o que você quer, o que você fez antes, por isso ajuda você ter uma resposta mais baseada nos dados que você trouxe. Em vez de aí, lá buscar, sei lá, onde é informação. Um texto da Dietlentek, intitulado, "por que que ia" é incorrigivamente didática, falou-o um ponto sobre essa evolução da "ah" que eu achei legal. Ele faz uma comparação entre "ah" e a fotografia no século 19, então ele acredita que da mesma forma que a câmera tirou da pintura essa função de representar o real, e acabou libertando a pintura para buscar novas formas que nos trouxe o impressionismo, o cubismo, pinturas abstratas, e a provocação que ele faz é que "ah" pode fazer uma coisa parecida com a literatura, que quando encheu o mundo de prosa até competente, mas vazia, vai aumentar o valor dos escritores que conseguem expressar a experiência humana por dentro, porque aquilo que a gente já sabe, "ah, no experimento mundo, ela não tem uma história, ela não tem uma experiência própria, não tem um "eu" fixo, não tem um estilo, só vai combinando o padrão de linguagem. Então, quando todo o texto for feito dessa forma, quem conseguís escrever diferente, ou se uma manifesta diferente em outros e em outras vertentes, da estabilidade humana, isso vai acabar se destacando, incluindo a curadoria, consegui filtrar a quantidade de conteúdo que vai estar sufocando todo mundo em todas as partes. Então, a ideia não é você ficar competindo com a máquina, com a capacidade, com eficiência, e você voltar a fazer o que a máquina não faz, quer desafiar, estranhar, quer você conseguir mostrar uma realidade que você viveu, não é? Não só uma média linguística do que já foi publicado por aí. Mas o fato é que essas reais estão começando aí bem além desse chatbócio, desse uso de texto, e o Mid-Journey que ficou muito conhecido como um gerador de imagens, acabou de apresentar o seu primeiro produto de hardware. E não tem nada a ver com criar imagens. Quer dizer, tem um pouco. É um escâner corporal de ultração para a mapear o corpo inteiro. É um aparelho com um anel de sensores que vai capturando imagens, infatias, verticais do seu corpo para poder analisar músculos, gordura, ossos, órgãos. Tudo isso, segundo Mid-Journey, com uma qualidade comparável uma ressonância magnética em vários aspectos. O que eles querem fazer é permitir examenual, até diário das pessoas, porque, em vez de você ficar 40 minutos numa máquina de ressonância magnética, e, que ainda possui um exames super caro, você entra numa máquina em cerca de 60 segundos, você tem o seu corpo todo escaneado, com essa combinação de centores com dois petaflopes de processamento para gerar essas imagens de três dícitos super detalhadas. Até agora, só 12 pessoas foram escaneadas, e o processo todo que está sendo proposto pela Mid-Journey é mais de um espafo turista do que de um hospital. O seu entro numa piscina rasa, 10 na água, por alguns trílhos, passa por esse anel, com milhares de transdutores que vão emitindo essas ondas ultrasonicas e vão usando a ecologização para poder gerar a imagem. Para essa nova empresa poder ter aplicação e indiagnóstico, vai ter que esperar uma liberação da FDA, que é o Food and Drug Administration dos Estados Unidos, que faz esse tipo de liberação, mas eles falam que, por enquanto, eles estão fazendo uma apiação de composição corporal, porque não precisam tanta aprovação regulatória. Esse vai vendo, além de todos os seus textos e suas ideias, que você vai botando na yaia, eles também vão ter o seu corpo interim escaneado lá dentro. Isso me lembra uma história bem antiga de quando eu falei sobre esses exames de DNA que muitas pessoas fizeram lá no passado, e eu comentava como isso era muito arriscado, porque você não sabe que usa se informações vão ter, poderiam ser comercializadas, por exemplo, com empresas de seguro de saúde. E nessa, talvez, você vê o valor do seu plano ser alterado, por conta de alguma coisa que foi identificada no seu DNA, que talvez possa acontecer, ninguém sabe se vai acontecer. Resultado é que a TN3ME fale e vendeu os dados, sabe-se lá para quem? E todo mundo que cede esses dados de DNA para eles, agora está em risco de qualquer coisa, porque os dados foram vendidos. Então, às vezes, parece uma piram, mas, um demora muito para acontecer. Em todo caso, eu acho até que vai ter mais resistência para esse tipo de entrega de dados para ir. Uma pesquisa do peer research citado pelo TechCrunch diz que só 16% dos americanos acreditam que a IAVA e ter um impacto positivo na sociedade nos próximos 20 anos. 40% dizem que a IAVA e ter um impacto negativo, ou seja, o pessimismo é maior do que o otimismo, mesmo com essa tecnologia, tono cada vez mais presente no nosso dia a dia, e a desconferência também atinge governos empresas. 67% dos americanos não acreditam que o governo vai regular a IAVA significativa, e 59% não acreditam que as empresas vão desenvolver a consigurança. E os jovens são ainda mais séticos. Entre as pessoas com menos de 30 anos e só 14% acreditam que a IAVA terá impacto positivo na sociedade. Pode ser que o impacto seja muito positivo, mas é muito bom você ver certo o setisismo que promenza as pessoas vão questionar o que está sendo feito. Confesso que isso é imedade a um certo conforto. Saber que tem tanta gente olhando para a tecnologia dessa forma e assim gerando questionamentos que você é muito necessário para boa evolução da tecnologia. E eu assisti um vídeo do Yuval Harari chamado "O colápsio da verdade" em que ele trouxe uns pontos bons também. Ele fala sobre esses grandes feitos humanos, como a IA, por exemplo, ao mesmo tempo que parece estar sempre caminhando para a auto-destruição, e que isso tem menos a ver com seres humanos ser imals ou irracionais e muito mais com atomadas de decisão. Por que que pessoas que são boas, que são decisões ruins quando estão operando com informação ruim? Porque mesmo na sociedade moderna, com esse conhecimento todo, que a gente tem disponível, todo mundo continua vulnerável a um delírio coletivo. Então, para horrorar as sociedades, não são organizadas só pelos fatos e muito mais pelas histórias compartilhadas. Mas aí, entre religião e deologia de enheiro, empresa, na ação, todos esses conceitos e sintendimentos que a gente tem que são narrativas que permitem uma cooperação em larga escala. E aí, para ele, no caso da IA, a primeira vez que os humanos deixam de seus únicos produtores de histórias, ou músicas ou estratégias, ou qualquer outra coisa, e por isso que eles chamam a IA de uma inteligência alienígena, porque ela consegue produzir soluções que os humanos não conseguem prever, nem conseguem compreender totalmente. E aí, fala de alguns exemplos, que a informação acaba reenorganizando o poder, que é escrita, permite os impostos, registros de propriedade, burocracia, império, que rádio e TV, as telecomunicações permitiram tantas democracias de massa contra os regimes totalitários, e que a diferença para ele com a ação dessas redes de informação inorganicas, gerados por IA, que operam sendo um míssim, descansar, sem ter um limite biológico que a atenção humana exige, um sistema consegue monitorar e criar coisa 24 horas por dia, que o risco para ele então não é essa super inteligência do dominar tudo, mas milhões de burocrata de IA, tomando decisão em banco, em governo, em exército, empresas, em plataformas. E a conta da IA já chegou. A gismodo falou que Antropic está sendo o álvo do mação coletiva, que está alcusando a empresa de enganar os usuários, dos planos Clodo Max 5X e Max 20X, de 100 e 200 dólares por mês, e a acusação é que os limites de uso, no hora de vamos ver, são muito menores do que o marketing da empresa está sugerindo, e que também é muito difícil você entender como estou que a gente está sendo consumindo, do que eu comprovo, realmente eu me confundo inteiro com esses temas do Clodo. Até porque quando as pessoas começam a usar esses agentes, eles vão consumindo muito mais tokens, até por um pedido muito simples. Se você for a gente escrever um email que custa muito pouco, é uma coisa, mas você montar uma lenda em pede com várias etapas, suba a gente, processamento, pode acabar quem manda uma janela de token muito mais rápido. Outra coisa que está acontecendo, que a TeX Pot falou, é do buraco que essas empresas, esses laboratórios de Atom, cavando através das assinaturas. Eles dizem que um plano do chat chptproc custa 200 dólares para o usuário, pode equivaleir até 14 mil dólares em custo de API, se ele for usado até o limite, históricamente. No caso do Clodo Max 20, por exemplo, também custa 200 dólares, o teto de gasto para a empresa pode chegar a cerca de 8 mil dólares. Isso aí dá uma exata noção do quanto disso está sendo subsideado, e não pode esquecer, né? Então, deixando a gente usar de graça tanto para criar o hábito, quanto para consumir mais dados. Toda vez que a gente está usando, a gente está fortalecendo esses sistemas. E esse uso é caro também para as empresas que contratam mesmo subsideado, e não por acaso, váriosciosos já estão sendo forçados a reverter. O gasto com IAPO, porque acaba ficando até mais caro do que um funcionário. É uma reportagem da Futurismo se tô alguns exemplos. Por exemplo, um funcionário que gasta mais de 150 mil dólares por mês em Tolkien, ou um executivo dmvd, que diz que gasta mais com IAPO, a equipe de pesquisa do que com os próprios salários. E também uma empresa que acabou gastando 500 milhões de dólares em um mês usando o Clodo. O Uber até o CTE, acho que no episódio passado, colocou um teto de 1.500 dólares por mês por funcionário depois de questionar o quanto estava economizando com ganho de produtividade pelo uso dessas ferramentas. Nessa, a dator mundo se adaptando, aprendendo aos altos modelos mais baratos, alguns de código aberto, para o mastalefas mais corriqueiras, evitando os altos modelos mais caros, ou então, pelo menos usando só para coisas muito específicas. E isso vai indicando que essa fase do uso desinfriado pode estar com os dias contados. Enquanto está o mundo inteiro pensando em como usar IAPO para produtividade, coisas do dia a dia, o New York Times falou que o DFBs já está com uma outra resposta para esse problema, que é saída essa iaja enérica de chat, e começar a pensar em aplicação industrial de alto valor. Ele está agora com o Startup Nova, chamada Promittius, que está avaliado em 29 bilhões de dólares. Ele botou 12 bilhões de dólares sozinho, e a ideia é criar um engenheiro artificial geral, que é uma IAPO que vai ser voltada para acelerar a invenção, design e de produto físico. O Besos quer aplicar IAP na engenharia de computador, de carro, de nave, de motor, no que o próprio Besos está chamando de loop da invenção, porque se asiaja de consumo tem tido essa dificuldade para fechar as contas vendendo a massa natura tão barata, a IAPO é industrial, consegue justificar esses custos altos, reduzindo ainda os desenvolvidimentos e setores de bilhões de dólares. Então, enquanto o Antrópico é o Openia, estou enfrentando uma crise da IAPO como serviço de massa, justamente por conta do valor da mensalidade, não cobrir exatamente os custos que ele tem, o Besos vem com essa ideia de IAPO, como infraestrutura de invenção, onde qualquer ganho pequeno de eficiência pode valer muito mais de como a Senatura de 20 ou 200 dólares. Tudo isso aí aponta para a energia deste laboratório, e no outro lugar muito além de facilitar você escrever um e-mail. E agora é hora de falar sobre como as Big Tech moldam o nosso comportamento. O Supremo Tribunal Federal julgou recursos das plataformas que questionaram o entendimento da corte sobre a ampliação da responsabilidade do conteúdo publicado por terceiros. Por unanimidade, os ministros declararam o trânsito em julgado das ações. falando sobre como essa nova unidade de adamenta, já virou um caos, vários funcionários executivos bem confuso sobre a estratégia e um episódio em que alguém terrumpeu uma apresentação interna, mandando dizer para o executivo que ele era um piece of shit, ou um pedaço de coco. E a questão aqui não é só fofoca corporativa, é que a empresa que está prometendo um futuro digital organizado está aparentemente bem desorganizada internamente. Então, enquanto o Mark Zuckerberg tenta reposicionar a meta no centro da corrida de A, a empresa ainda carrega esse histórico de redes sociais, de vícios, de moderação falha, de questão de privacidade, de explorar a atenção, e isso ainda mudando a recepção pública. Qualquer produto novo de A pode ser óculos, um bote, um fide, já nasce sobre suspeita. E as pessoas estão menos preocupadas agora, em qual a inovação que a meta está trazendo e quer saber qual é o comportamento que isso vai tentar capturar agora. No Reino Unido, eles anunciaram que vão proibir redes sociais para menores de 16 anos, como uma medida para devolver a infância as crianças. A proposta inclui Snapchat, TikTok, Instagram, YouTube, Facebook, e o X, mas não inclui o Neon WhatsApp e o Signal. E não é só isso não, o New York Times falou também que a medida britânica, que é mirar também jogos, transmissões ao vivo, escontado com estranhos, uso noturno, rolagem finita. E aí, o problema é de se só o conteúdo perigoso e passa ser o próprio design das plataformas, que são todas feitas para manter crianças e adultos conectados um maior tempo possível. A consulta pública recebeu 116 mil respostes, a maior parte dos pais, apoiando a cidade mínima de 16 anos, mas alguns especialistas estão criticando que não é evidência, a clara que esses banimentos funcionem de fato. Mesmo assim os emmerados, a área besthando pelo mesmo caminho da verificação, eles proibiram, as redes sociais, para menores de 15 anos, ao primeiro país árabe, a dotar esse tipo de restrição. E os jovens ainda vão poder usar, mas vão ter algumas salva guardas. O conteúdo vai ter que ser adequado a idade, vai ter restrição de interação desconhecidos, gestão de tempo de tela, supervisão parental. Tudo isso, porque, por exemplo, para os emmerados essa alta declaração de idade, do usuário, não tem muita validade. Então, eles vão precisar usar uma verificação mais robusta mesmo, uma identidade digital, usar a a a a a a a para tentar impedir que as crianças bulam esse sistema, que é o que tem acontecido nos lugares que tem adotado esses medidas, por exemplo, na Austrália. Aqui no Brasil, o encontro dos G7 também falou sobre uma proteção infantil, então numa declaração conjunta, que teve a participação do Brasil, Coreia do Sul, Egito, India, Kenya, foi feito um pedido para que as empresas de tecnologia crie experiências seguras e protegidas e adequadas a idade. E assim, essa pressão deixa de ser local, e começa a virar a parte da linguagem diplomática global. E aí, a entra nesse mesmo pacote. Vários exigios de ATA vão presente lá no G7, o Dario Amodei, por exemplo, da Antrópica que estava lá. E isso aí já mosa que a discussão não é, mas só sobre o Instagram, de que toque, rede social, e já está sendo falado, chatbot, deepfakes, nudes, falsas, agentes, recomendação algoritmic, é um monte de coisa que a gente vê já acontecendo, já começando a fazer parte do horizonte em regulatório. E lá no G7, o Lula também defender a soberania digital, falou sobre o governância da A, para evitar riscos sociais, com a centração de poder, e o argumento dele é que países em desenvolvimento não podem continuar sendo só fornecedor de dado, consumidor de tecnologia e exportador de insumes estratégicos. A gente precisa ter voz nessa discussão toda. Um dos exemplos que o Lula citou, foi o PIX, que é uma infraestrutura digital pública, gratuita, e esse ponto é importante, porque oferece uma outra imagem de tecnologia de escala, não é uma plataforma privada, baseada em retenção, de atenção, de publicidade, mas é uma infraestrutura pública que organiza a vida digital com outro objetivo. Essa estrutura inclusive bem combatida, por alguns países, justamente por conta das facilidades que criou, e como isso está impactando ganho de algumas outras empresas. E aqui no Brasil, SF, recusou os recursos, e ajustou a decisão sobre a responsabilização das plataformas, e determinou um prazo de 60 dias para as plataformas implementares sobre gações. Entre elas estão o dever de cuidar, as empresas vão ter que adotar medidas para reduzir riscos a direitos fundamentais, combater ilícito, criar canal de atendimento, e a lógica de tutu da que a plataforma não pode mais ser só um palco neutro, ou supostamente neutro, quando na verdade organiza, recomenda, impulsiona tudo que a gente está consumindo, e principalmente lucra com isso tudo. E esse oponto central da decisão do SF, que agora tem uma presunção de culpa em casos de conteúdos ilícitos que estão ligados a anúncios pagoes, ou seja, o que a pessoa paga para impulsionar e a plataforma recebe lucra para levar para mais gente. E é um ponto que eu concordo, porque fica muito difícil quando a plataforma ganha dinheiro, ou cria-se escá-la artificial de um conteúdo, e dizer que não tem nada a ver com o dano que é causado. Que aí tem, né? Agora vamos para a fase de implementação e ver como isso tudo se encaixa. O SF5 é legiultablete como vilão. A Bony, lá dos brinquedos para si-pino-tizacos, joguíze e com redes sociais, igual a acontecer na casa de todo mundo, e como bem-pontou Rodrigo Salen, na sua newsletter de cinema, vale lembrar que a Pixar nasceu de dinheiro do vale do silício. Foi bancada pelo estivo de olhos mousseufu, e hoje o pertence à Disney, que vem de um monte de bújongas digital, então, em certa forma, é meio estranho ver um estúdio demonizando a tecnologia que inventou o próprio estúdio, né? Mas o filme está sendo muito elogiado, e eu adorei que o tema é esse. "Ex-tion" é o Freddy Gibbs de brincadeira, que costuma ser quando ele voa mais alto. Ele é um dos rapes mais respeitados do ponto de vista técnico, e é que ele pega flex, tão clássico do Benz Road, do Medcobra, e deixa esse tempo de regga e carregar a faixa aparecendo quase quando um vocal principal, enquanto o Freddy Gibbs vai deslizando ali entre os funcos, os rapes e cortados do Medcobra. Essa música é parte da versão de Lux de Ironle da Iwonce, que é que diz que surpresa do Halloween de 2024, que acabou vendo os melhores discos de época daquele ano, e, assim, sempre bom, houve uma feira dessa em mimando em cima de uma base de amarecana, como se sabe, o meu gulho é de fraco. Nesse episódio, você vai saber no que é o hélio, como a gente conhece estados aparecendo, cair a post em fonte serifadas para parecer humana, que o Midgurney quer oferecer um escândico op inteiro, e só 16% dos americanos acreditam no impacto positivo da Ia, que a assinatura de 200 dólares do Chat de CPT pode custar 14 mil dólares pro almenaia, que vários países avançam contra o uso de redes sociais por menores, que o STF fixou regras para as Big Techs no Brasil e muito mais. Se você gosta de resumir, você já sabe que eu vou pedir agora, né? Para você recomendar para mais gente. Quando e meio, não dá uma mensagem dizendo "O WhatsApp, faz um post no Instagram, o reposto do que vocês postam, isso é muito importante, para o resumir de chegar mais longe, outra coisa muito importante é você curtir, assinar, seguir, dar cinco estuilinhas, já para a plataforma que você tivesse escutando agora, e também você deixar um comentário. Aliás, é uma forma de você indicar que eu vi episódio inteiro, deixá-la um comentário com a palavra secreta da semana que é "serifa". O resumido é produzido e apresentado por mim Bruno Natal, o roteiro escrito por mim pelo Genorneto, o Calê Marks coedita nos letros futuros explicados e agitos sociais, que contam com animações de operiça, a mão mãe e designer do fliperaújo. É edição e micissagem de São Feitas pelo Hugo, rocha da Ozenações, a foto da capa dos Jorge Bispo e o tema original foi composto pelo Gustavo Silvira. Eu sou o Bruno Natal, obrigado pelo audiência, semana que vem, tem mais resumido.

Podcast Summary

Key Points:

  1. Um ataque ao sistema de alertas de defesa civil brasileiro usando credenciais vazadas causou caos, destacando a fragilidade da segurança digital.
  2. A inteligência artificial está acelerando ataques cibernéticos, reduzindo o tempo de exploração de vulnerabilidades, e empresas de IA como Anthropic adotam fontes serifadas para parecer mais humanas.
  3. A web aberta está sendo substituída por interfaces de IA e assistentes, enquanto óculos inteligentes, como os do Snap, avançam, gerando preocupações com privacidade.
  4. A sociedade secreta "Dialogue", fundada por Peter Thiel, foi exposta, revelando encontros de elites globais discutindo temas como guerra nuclear e cultos.

Summary:

O episódio aborda a vulnerabilidade digital, começando com um ataque ao sistema de alertas de defesa civil brasileiro, onde credenciais antigas vazadas permitiram que um hacker disparasse alertas falsos durante a comemoração da vitória do Brasil na Copa. Isso ilustra como senhas fracas e vazamentos de dados facilitam ataques. 5 são comparadas a hackers de elite.

Empresas de IA, como Anthropic, usam fontes serifadas e design "humanizado" para gerar confiança, enquanto o ChatGPT mantém fontes sem serifa, revelando uma disputa simbólica na tipografia. A web aberta está em declínio, substituída por assistentes de IA e feeds centralizados, tornando a navegação mais conveniente, mas menos exploratória. Óculos inteligentes, como o novo Snap Spectacles, prometem interfaces imersivas, mas enfrentam críticas por peso, preço e riscos à privacidade.

Por fim, a sociedade secreta "Dialogue", liderada por Peter Thiel, foi exposta, revelando encontros de figuras poderosas discutindo temas como guerra nuclear e construção de cultos, levantando questões sobre transparência e poder oculto. A mensagem central é que a segurança digital exige assumir que se será atacado, enquanto a tecnologia avança em direção a interfaces mais humanizadas, porém centralizadas.

FAQs

Um hacker chamado Miss Antropia (com 'z') usou credenciais vazadas de bombeiros para acessar o sistema de alertas públicos (IDAP) e enviou uma mensagem misteriosa para celulares em todo o Brasil, causando confusão.

Ele usou credenciais antigas vazadas de servidores públicos, incluindo o CPF de dois bombeiros como senha, e o sistema permitia acesso com apenas login, senha e um captcha simples.

Ferramentas de IA aumentaram a velocidade e sofisticação dos ataques, reduzindo o tempo médio para explorar vulnerabilidades de 700 dias para 44 dias, superando a capacidade das equipes de segurança de corrigir falhas.

Fontes serifadas passam uma sensação mais humana, confiável e sofisticada, ajudando laboratórios de IA a parecerem menos ameaçadores e mais acolhedores, como uma estratégia de branding para disfarçar a natureza tecnológica.

Sim, a web aberta está sendo substituída por interfaces de IA e assistentes que oferecem respostas prontas, em vez de links para navegação. Isso pode tornar a web tradicional um espaço de nicho para entusiastas, enquanto a maioria opta pela conveniência dos chatbots.

São óculos inteligentes que filmam e identificam pessoas com um clique, levantando preocupações de privacidade e hipervigilância. A nova versão custa US$ 2.195, é pesada e considerada feia, mas a indústria insiste nesse formato.

Chat with AI

Loading...

Pro features

Go deeper with this episode

Unlock creator-grade tools that turn any transcript into show notes and subtitle files.