O episódio do Petit Jornal aborda temas internacionais, começando pela Colômbia, onde a posse do presidente Abelardo de la Espriella foi marcada por tensão, com ataques explosivos horas depois, atribuídos a dissidências das FARC e ao ELN. O novo governo promete enfrentamento militar, enquanto a guerra civil colombiana, iniciada na década de 1940, permanece sem solução, com o ex-presidente Gustavo Petro ausente e criticado por não reconhecer a derrota. Nos Estados Unidos, destaca-se a radicalização de Trump em indicações de embaixadores, com 90% sendo apadrinhados políticos, como doadores e aliados, sem experiência diplomática, o que preocupa pela instrumentalização da diplomacia. Na Europa, a crise migratória em Ceuta levou a um conflito entre Espanha e Itália, com retaliações nas verificações de fronteira, testando o acordo de Schengen e expondo divisões internas sobre políticas migratórias. Por fim, na Argentina, o ministro Luis Caputo mudou a estratégia de dívida, evitando emitir títulos no exterior, graças à austeridade e ao superávit, mas o país ainda depende de empréstimos internacionais e enfrenta desafios econômicos persistentes. O programa também promove a Insider Store, com descontos para ouvintes.
Petit Jornal, Inteligência e Reverência em Dozes de Árgias Olá gente, bem-vindos bem-vindos ao Petit Jornal, esse é o bate-papo número 1024. Estamos de gravando numa live no YouTube do Petit Jornal, são exatamente 9 horas e 24 minutos da segunda-feira, 10 de agosto de 2026. Caso está a dupla de costumato do plaque você conhece, tem que ir via com a opacitat de animado, contente preparado, revigorado, resiliente, retumbante, descansado, tarifado, mais tarifado, mais tarifado, mais tarifado, perdeu a conta de contas tarifas, estão sendo impostas aos produtos esportados e por isso mergulhou no vício do bricadeiro de mulher. O professor Bagdad precisa de ajuda, então se você encontrar não ofereça brigadeiro de colher a ele, não ofereça porque isso pode desencadear uma série de comportamentos imprevisíveis. Temos também Daniel Sosa, que é isso que eu vos fala ao longo dos próximos minutos, vamos repercutir os principais acontecimentos internacionais dos últimos dias, convá-lo, professor Bagdad de tudo bem, vamos a isso. Tudo bem Daniel Sosa, com esse vamos lá para mais um bate-pap, esse bate-pap, o 1224 prazer, daqui mais uma vez, de novo aqui iniciando mais uma semana, deixe-vos vindo a todo mundo que nos acompanha, todo mundo está junto com a gente, vamos lá Daniel, para mais uma episódio tem bastante coisa para falar hoje e eu queria começar Daniel, nossa episódio hoje falando sobre a América do Sul, especificamente sobre a colombia, tivemos Daniel a posse do novo presidente colombiano, abelardo dela esprielha, ele tomou posse na última sexta-feira e nós tivemos Daniel pra além da serimônio de posse, que já foi repleta de questões, né Daniel, onde é que seria posse, o presidente perto, não é o ex-presidente, agora é ex-presidente perto, não tinha autorizado que a posse acontecer se numa base militar ela acabou acontecendo numa base militar, mas pra além disso a gente teve um cenário que mostra o nível de tensão que a gente vem tendo na colombia, e que deve ser um tema muito importante ao longo dos próximos meses, talvez ao longo do mandato como um todo. Nós tivemos Daniel a posse na sexta e na madrugada de sexta para sábado, ou seja, algumas horas depois da posse, nós tivemos dois ataques explosivos que destruíram um pedagem construção no município de Santander de Kilitall, perto a Cali e Firil, dois guardas, o exército colombiano responsabilizou de sidente das FARC, liderado pelo Ivan Mordisco, que é o guerrilheiro mais procurado do país e que rejeitou a cor de país de 2016. Isso não é uma novidade Daniel a gente teve, ao longo dos últimos anos alguns governos colombianos, não todos, o Ivan Duque, por exemplo, rejeitou completamente essa cor dos, mas governos como, por exemplo, do Gustavo Petro, vem investindo na tentativa de fazer um acordo de paz com as principais guerrillas, os principais grupos guerrilhias do país, as FARC, por exemplo, certamente ou, a mais importante destes grupos aceitou um acordo de paz, mas há uma dici dência das FARC que não aceitou, e você ainda tem um outro, que até hoje teve uma série de negociações, mas nunca fechou o acordo, que foi o exército de libertação nacional, o ELEN. Tanta dici dência das FARC, quanta é ELEN, rejeitam qualquer tipo de acordo com o governo colombiano, e são exatamente o alvo do abelado delas-priele, assim como outros políticos de direita no país que dizem, "olha, com esses caras, não tem negociação, não tem acordo, não é para ter pais com eles, tem que ter enfrentamento". Então nós tivemos nessa madrugada, o NEL 2 ataques exclusivos, ataques terroristas, na colombia, o que, naturalmente, vai levar a uma reação para o PAST do governo do abelado delas-priele, que sempre prometeu que usaria da máxima força para lutar contra esses grupos guerrilheiros. Isso não é uma novidade, Daniel. A gente teve algumas semanas atrás, alguns dias atrás, tem mais ou menos uns 10 dias, um atentado com caminhão bomba, do exército e libertação nacional, contra uma delegacia de polícia incúcuta, ele perde a fronteira entre a colombia e a Venezuela, esse ataque de alguns dias atrás, deixou pelo menos 14 pessoas feridas, incluindo 8 policiais e 3 civis, ainda não estava claro ali a identidade das outras pessoas, e a gente chegou a ter portanto autoridades colombianas colocando uma recompensa de mais de 64 mil dólares por informações que levassem a prisão dos responsáveis. Antes mesmo de estura com antecia, Daniel, durante o governo do Petro, a gente também teve ataques que foram colocados na conta da LN, do exército de libertação nacional, e dessa decidência das FARC. Então, Daniel, quando a gente pensa na colombia, a gente pensa na uma guerra civil, que já dura décadas, é literalmente uma guerra civil, que começou a tomar essa forma na década de 1940, 1940, desde então a colombia, claro, entre altos e baixos, vive um cenário de guerra civil, 10 anos atrás, a gente começou a ter essa ideia, né, eu falei, 2016, de fazer um acordo com os grupos guerrilheiros, de encerrar esse capítulo da guerra, o que levou, portanto, uma diminuição da violência num primeiro momento, mas que nunca foi um consenso à sociedade colombiana, inclusive quando o ove é consulta a popular, queremos um acordo de paz, ou não, por uma margem muito pequena, o não venceu, a não queremos acordo de paz, o acordo de paz avançou mesmo assim, mas dá pra ver que não é um cenário tranquilo, e certamente vai ser um dos grandes desafios do governo do Abelado, e o alasprielo, vamos ter que acompanhada, né, o qual vai ser a reação, mas certamente, haverá uma reação do novo presidente colombiano, diante desses atentados, o anel. Aliás, tangue, vale a pena registrar que o Gustavo Petro, o antecessor do Espirila, ele não compareceu a posse, consequentemente não fez ali a transição do cargo, o que algo absolutamente lamentável até semana passada, o Gustavo Petro continuava falando em fraude eleitoral, o CEP da Oiván CEP da, que foi justamente o candidato derrotado, reconheceu a derrota para o Espirila, o Brasil do presidente Lula reconheceu a vitória do Espirila, portanto, independentemente de qualquer tipo de opinião em relação ao novo presidente, ele foi o vitorioso, pelo menos reconhecidamente, vitorioso, no processo eleitoral colombiano, e que o comportamento do Gustavo Petro, foi absolutamente lamentável diante desse processo de transição. Vamos observar como é que vai ser o governo dele daqui para frente, a posse realmente teve ali notas, um pouco esóticas para o padrão colombiano, o presidente prestando continência, fazendo referências a Israel, coisas absolutamente fora de contexto, fora de uma quadratura normal, mas ele foi o vitorioso, e agora vai tocar aí o seu governo ao longo dos próximos anos. Tem que registrando aqui que saiu um levantamento da associação americana do serviço exterior, que eles destacaram que 90% das 102 indicações de embaixadores de Trump, no segundo mandato, são dinomes políticos, e apenas 10% são diplomatas de carreira. Historicamente, a diplomacia dos Estados Unidos seguia a chamada regra dos 70-30, 70% de diplomatas de carreira e 30% de indicações políticas. Em todos os governos desde Gerhard Ford, mais da metade dos embaixadores, eram profissionais de carreira, o que já mostrava uma certa degradação desse regraamento anterior, e mesmo no primeiro mandato de Trump e no governo Biden, o Pata Mar estava acima de 60%. É importante registrar, inclusive, alguns dos nomes aqui que acabaram sendo escolhidos pelo Donald Trump. Foi escolhido em baixa d'Ortú, Reino Unido, embaixador dos Estados Unidos no Reino Unido, Warren Stephens, banqueiro do Arcanças e do Ador de Campanha, republicana. Foi escolhido como embaixador dos Estados Unidos na França, Charles Cusner, pai do gênero do Donald Trump, Gerhard Cusner. Em Jail, foi escolhido como embaixador dos Estados Unidos, Mike Huckby, ex-covernador do Arcanças, ex-apresentador de TV e aliado Evangelico de Donald Trump. Para o Egito, foi escolhido como embaixador dos Estados Unidos, Nick Oberhinden, advocado de 48 anos, sem experiência diplomática, nascido na Alemanha, que dou 1.3 milhão de dólares a o Comitê Pro Trump. No caso das Filipinas, tivemos a escolha de Lee Lipton, propretário de restaurante em Palm Beach, em membro do club Maralago do Donald Trump. E no caso do Perú, tivemos a escolha de Perne Navarro, Executivo Imobiliário da Flórida, com doações volumosas ao ser publicado. O meu ponto aqui é que não são exatamente indicações políticas, políquicas, são situações personalíssimas de Camposacinho do presidente Donald Trump, em função dos seus múltiplos contatos construídos ao longo de sua vida, acaba sendo um padrão.
um pouco diferente, realmente os Estados Unidos nunca tiveram um volume tão grande de embaixadores sem ser de carreira. E isso denota aí uma certa instrumentalização, certa aparialhamento, que o governo dos Estados Unidos tem experimentado ao longo dos últimos tempos. Você pode gostar ou não do Trump e você pode realmente ter uma visão outra, mas o fato é que me parece que não é um bom caminho quando o presidente tem tanto poder. O presidente tem tanto poder para indicar tanta gente. Quando realmente a estrutura profissional da diplomacia acaba sendo substituída por uma estrutura personalíssima. Pessoas que não têm experiência nas relações estereores, não têm experiência na diplomacia e que acabam criando muito ruído em função do grande volume de sua presença em cargos tão importantes, inclusive, diante de aliados próximos dos Estados Unidos. Como é o caso do que nós observamos aqui? São países importantes, reunidos francesas, são historicamente aliados próximos dos Estados Unidos, Israel, Egito, Egito que tem ali, inclusive um papel super importante no Oriente de Médio, Filipinas, uma relação histórica e bastante próxima com os Estados Unidos. E o Peru, que acaba sendo aqui um país da América do Sul e que é um país que, apesar de toda a instabilidade política, tenha apresentado um certo desenvolvimento econômico, crescimento, reflação relativamente baixa e mantém o seu grau de investimento. Acho importante registrar realmente essa mudança de comportamento até quando a gente compara Trump 2 com Trump 1. O segundo mandato, com o primeiro mandato, radicalizou muito nessas escolhas personalíssimas para embaixadores dos Estados Unidos ao redor do mundo. E aliás o indicado de Donald Trump, para o Brasil, que foi o pivoto exatamente daquela extinção do visto da embaixadora brasileira nos Estados Unidos também é uma educação política, também não é um diplomata de carreira. Enfim, faz parte desse cenário que a gente vem verificando ao longo dos últimos tempos. Daniel queria deixar uma indicação nessa segunda-feira de membros nossos ouvintes, que é a família Tech da Insider Store. Quando a gente fala sobre a Tech T-shirt, que é a minha favorita, é importante deixar claro que tem vários e vários modelos que servem para momentos diferentes da sua rotina. Então, a gente está falando sobre a Tech T-shirt, a gente está falando sobre vários modelos, Daniel, que se ajusta mais ao corpo, que são mais largas, que você tem a oversize, que eu também gosto bastante. E é interessante, Daniel, porque quando você olha para a Tech T-shirt, ela acaba se tornando, ela pode se tornar a base do seu guarda roupa, você pode ter qualquer ocasião ao longo do seu dia, seja para trabalho, seja para você sair no fim de semana, seja para ir para a academia, você sempre tem a opção de uma Tech T-shirt lá no seu guarda roupa. E de hoje, de a 10, a gente está gravando esse episódio aqui. Na segunda-feira, 10 agosto até o dia 30 de agosto, você tem frete grátis para compras a partir de R$ 399 e mais brindos como lativos. 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Daniel, na semana passada, a gente teve como um dos temas principais, a questão de siltra, a gente comentou aqui que mais de 60 mil pessoas saíram do Marrocos e entraram em siltra que fica no norte da África, mas é um território espanhol e isso levou uma preocupação por parte de outros países europeus acerca da possibilidade de você ter uma entrada macissa de migrantes em território europeu. E parece que tem uma certa um certos agiro que ele é a gente gravou um episódio com o tema principal era exatamente siltra, porque essas pessoas, nessas mais 60 mil pessoas que entraram em siltra não estavam em território europeu, estavam numa posição espanhola no continente africano, no norte da África. Ainda assim, Daniel, a questão, ela ganhou tanta visibilidade na Europa que a Itália resolveu, ela é a gente não apenas a Itália, outro país também, mas resolveu recolocar o monitoramento de fronteiras envolvendo pessoas que saíssem da Espanha. Claro que espanha e Itália não tem fronteira, mas pessoas que saíssem da Espanha em direção a Itália deveriam ser monitoradas de perto. Está falando, Daniel, sobre a cor do Shengen. A cor do Shengen acorda da acreditabilidade de 1980 que garante que entre os países que fazem parte, e que boa parte de os países da União Europeia faz parte desse acordo de Shengen, você não tem controle de fronteira, a pessoa pode passar como se ela tivesse dentro do próprio país. A Itália, portanto, resolveu recolocar o controle de fronteira para pessoas ouriuundas da Espanha com um certo medo de que marroquinhos pudessem sair da Espanha e entrar na Itália. A Espanha, Daniel, falou assim, "Oi, isso é completamente disparatado, não tem uma invasão de absolutamente nada que esteja acontecendo em território europeu da Espanha, e portanto nós tivemos no dia de ontem a oanúncio, por parte do Ministério do Interior da Espanha, de que submeterá a verificação de fronteira pessoas que saiam da Itália". Então, uma forma de retalhação. Então, 199 passageiros procedentes da Itália em 12 voos que desembarcavam ao longo do final de semana. Esse foi dorodissávido para domínio, acabou sendo anunciado no domingo, nos principais aeroportos e espanhões tiveram seus passaportes verificados. Então, você meio que suspende os efeitos daquela lique circulação completa. Então, pessoas chegaram, ouriuundas da Itália, que chegaram por Madrid, Barcelona, Sevilha, Gilbao, Alicante e Valência tiveram que passar por essa uma espécie perturbação. Então, você normalmente teria uma facilidade. Você gera um constrangimento para que as pessoas possam passar. É o momento, no qual a integração europeia começa a ser testada. A ideia de uma integração europeia é exatamente que você tenha confiança muito. Então, a Itália, confiar que a Espanha vai fazer uma triagem bem feita. Deus pessoas que chegam no seu teitor, no seu teitor, que vai passar do seu território para outros países, só que para a Itália, que é governado pela Diode Melônica, que tem uma questão com a migração, a migração tem que ser controlada e tal, tomar alguma medida de antes da Espanha, que tem um governo de esquerdo, do Partido Socialista, é importante e portanto a Espanha retaliia, tem uma medida assim, e a parte agora, italianos que chegam na Espanha, também vão passar por algum tipo de medida de monitoramento, Daniel. Esse é um ponto absolutamente central, quer dizer, a Diode Melônica não perderia a oportunidade de reforçar internamente a imagem de alguém que tem uma postura truculenta, dura, protetiva em relação aos migrantes. A Itália é um país que tem ali uma proximidade geográfica em relação ao continente africano, mas já tivermos inúmeras cenas ao longo dos últimos anos de drama humano ali por conta dos migrantes que acabam percorrendo por via marítima, o Mar Mediterrâneo, chegando ali na ilha de Lampedusa, ele é de uma pedusa muito mais próxima ali do continente africano, do que efetivamente da Península italiana. E diante realmente desse contexto a Itália não poderia perder essa oportunidade, mesmo que sugerem um diggaixo em relação aos espanhões. Ele é um mínimo curioso porque a Itália não tem uma fronteira terrestre consequentemente, você teria uma certa dificuldade prática de implementar essa medida ou de sentido para implementar essa medida, mas coisa você tem uma fronteira terrestre, realmente as pessoas podem passar a pé ali. Mas quando você tem pessoas circulando de aeronaves, parece que há um controle um pouco maior, e realmente uma comportamento um pouco diferente, até porque boa parte dessas pessoas, pessoas que micro em direção à Europa em situação de desespera não tem capacidade de pegar um avião. Pegar um avião lá, vou pegar um avião da Espanha para a Itália. Eu entrei de forma irregular, de forma completamente desesperada, vim pelo mar, mas agora que eu cheguei na Espanha, vou pegar um avião para ir em direção a Itália ou vice-versa, eu faz muito sentido isso, não é o perfil realmente desses migrantes que vêm principalmente do norte do continente africano. E a Espanha e a Itália acaba afirmando ali a sua posição, o governo espanha realmente, pelo menos durante o período do Pedro Sánchez, se notabilizou como um defensor ali de políticas migratórias um pouco mais flexíveis. As pães inclusive se tornou muito mais atraente para migrantes, até no que te respeita a concessão da nacionalidade, lês um pouco mais menos duras, mais liberais. E isso também se tornou um ponto de tensão dentro da União Europeia, a União Europeia está a sua depressão. De antes desses eventos em Seuta, a Espanha foi pressionada por múltiplos lados, não foi pelo lado só. Até a Ursula von der Lain acabou fazendo um discurso meio duro.
sem citar a Espanha diretamente, mas claramente um discurso que tinha como referência a Espanha, que seria um ponto de fragilidade dentro desse escudo que muitos países da União Europeia têm tentado construir do ponto de vista migratório. Tem que avançar do próximo apalto, eu queria registrar uma mudança importante na estratégia do governo argentino do que te respeito ao financiamento da dívida pública. A cerca de uma década, o Luiz Caputo, que era o ministro da Fazenda da Argentina, tinha emitido 40 bilhões de dólares em títulos no exterior. A gente está falando do governo Mac, e a ideia seria justamente financiar o governo argentino e trazer dólares para a Argentina. Agora, como o ministro da economia do Millei, o próprio Luiz Caputo, não vendeu um único título argentino no exterior em quase três anos. Isso tem chamado muito atenção. Existem diferenças importantes, claro. No governo Mac, os déficit estavam acima de 6% do PIPE, e consequentemente o governo argentino precisava emitir títulos para levantar recursos constantemente. E agora no governo Caputo, a austeridade eliminou esses déficit escorômicos, quer dizer, no passado, o governo argentino tinha que aos Estados Unidos, principalmente, vendetítulos, levantar recursos e trazer esses recursos de volta para a Argentina. Agora, no governo Millei, a venda de títulos em dólar, então, atrelados ao moi da americana, ela se limita, basicamente, ao mercado local, aproveitando poupança dos argentinos. Além disso, nós tivemos em préstimos que foram concedidos pelo Banco Mundial, pelo BID, pelo Fundo Monetário Internacional, e você tem, tido, também, um fluxo maior de dólares das exportações do agro-negócio e da produção de xisto em vaca muerta. Mas alguns problemas na Argentina persistem, quer dizer, você continuou, tendo reservas internacionais líquidas muito pequenas de cerca de 10 bilhões de dólares, o que é algo absolutamente insuficiente para o equilíbrio das contas externas de um país tão grande, quanto a Argentina, tão importante, como a Argentina. Mas é uma consequência direta dessas estratégias do Millei. Millei adotou uma estratégia de austeridade fiscal muito dura, e essa austeridade fiscal muito dura acabou reduzindo brutalmente a necessidade do governo argentino de vender títulos, ou seja, de levantar recursos para financiar o seu déficit. Antes, no governo macro, que a comparação é com o governo macro, você precisava vender bilhões de dólares em títulos lá nos Estados Unidos, porque só lá nos Estados Unidos você conseguiria levantar a quantidade de dinheiro que o governo argentino precisava. E agora não, agora você pode realmente se limitar a vendas do mercado local, e ao fazer isso, você tenta manter ali um pouco mais sobre controle a dívida pública argentina. Esse é um dos aspectos que também ajuda a explicar porque é que a inflação na Argentina é caltando durante o governo Millei, o que não impede de reconhecer também ter feito os colaterais, principalmente em determinadas situações políticas social, que esse tipo de estratégia acaba trazendo. A gente observa o governo Millei que é bem diferente do governo macro, e no que de respeito a estratégia econômica, isso tem tido repercussões no desenvolvimento do setor público argentino. - Venozosa, política internacional, guerra, conflito de diplomáticos, ituro, seitura, o emesforço, eu tenho tudo, mas você sabe que a minha especialidade não é essa, não é, Daniel? A minha especialidade é avaliar intercorrenças, vamos dizer assim, pancadarias e parlamentos, mundo a fora. A minha especialidade tem muitos cursos no Brasil e no exterior. - Mas é pancadaria apenas ou também baixaria de uma forma mais ampla. - Esse é um ponto importante, sendo ponto de vista conceitual, que eu vou avaliar hoje aqui, Daniel, muitos especializes, a literatura, muitas vezes, não considera que é exatamente uma pancadaria. Mas, Daniel, acho que eu estou capacitado para poder fazer uma avaliação, pelo fato de que isso aconteceu no côsovo, ao longo dos últimos dias, a deputada Timekadrijas, jogou ovos, jogou ovos, digalinha, no primeiro ministro interino Albin Kurt, pela demora informaram o governo. Então ele jogou daí, o eleição, ele está naquele negócio, vou formar um governo, mas não consegue maioria. - Ela jogou ovos porque ele não está conseguindo formar o governo, mas ele tem todo o interesse de formar o governo, o que ele está tomando avada? - Mas ele está tomando avada por conta da sua incompetência, Daniel. E ele pediu mais um tempo, não. E a precisa de um voto de confiança, vou conseguir montar e tal, ela se irritou, Daniel. O botou ovos na sua bolsa, ele é uma bolsa muito bonita, parecia ali uma bolsa que não era exatamente muito barato, mas ela enxeu a sua bolsa de ovos, Daniel. Saiu do seu acento, né? Seção estava acontecendo, ele de forma normal. O primeiro ministro interino estava lá na primeira filer, ela desceu as escadinhas muito elegantes, que tirou os ovos e começou a jogar no primeiro ministro. Eu queria já dar aqui uma, fazer uma mensão, pela sua criatividade, eu nunca tinha visto isso, Daniel. Eu já vi muita coisa em parlamento, mundo da fora, mas jogou ovos, é, é a primeira vez, até tiro, né? A gente já ouviu falar, mas ovo é a primeira vez. E aí, Daniel, eu queria trazer aqui como sempre, é de forma bastante objetiva, né? E bastante técnica, né? As minhas avaliações, é primeiro critério que eu queria trazer, é a pontaria, Daniel. Boa pontaria, tal, ela acertou várias ovários, e aí peguei várias câmeras, está Daniel, pra poder ter uma noção disso. Vou dar uma nota oito pra pontaria, porque os primeiros em que as pessoas não tinham percebido o que estava acontecendo ainda, ela deve ter acertado umas três ovadas aí no primeiro ministro, e depois ela começou a ser contida, né? Acabou não consignando acertar, mas não oovado. Então nota o oito pra sua pontaria, a contundência, Daniel, se vai concordar comigo, a gente tem que contextualizar o curso, né? Então, assim, naquela região do mundo, a gente espera uma contundência muito grande, ali, ali, ali, ali, a meca, né? Da pancadaria e parlamento. Então, vou dar uma nota seis, né? Oovado não é exatamente a coisa mais agressiva da fase da Terra, mas eu vou dar uma nota 10 para a humilhação. Você imagina, Daniel, você é primeiro ministro que eu interinto do país e você sai todo cagado de ovo. Então nota 10 para a humilhação, então seis mais oito mais de 10, da 24m, é oito. Boa nota para alguém, Daniel, que poderia nem ser considerada aqui, mas o petijonal é inclusive, e a gente considera que oovada também é baixar em parlamento, e será avaliado aqui. O tangüa é assim, um país como o curso, que está lutando pela sua super-evivença, que está lutando pelo seu reconhecimento da nacional, você acha de pontão troca de ouvadas num momento como esse? Eu estava achando que o seu comentário é por outro caminho, Daniel. Eu estava esperando que você fazia o troca-dílio do cozouvo, que você gosta de chamar de cozouvo em vez de coçovo, né? E está lá no nome do país, né? Você sabe que essa entre duas vogais tem som de "Z", é o que a língua portuguesa regisse. E você é um apaixonado pela língua portuguesa. É lógico. Tem de. Mas eu fiquei aqui encabulado, porque você estava diante de uma pauta tão profunda, de tanta complexidade, eu falei, eu não vou te desviar o tom sobre, de desenvolvido e científico, desenvolvido pelo professor Pagudadia, para trazer esse tipo de formação pouco relevante. Mas quando você para mim, cozouvo tendo vadas no parlamento, é algo pertinente de gente desse momento periclitante, que a jovem na ação enfrenta. Daniel, eu acho que é uma forma de resistência pacífica, sabe de. É, é uma forma de você lidar com a cor de forma relativa de antipacito, quem sabe que aquela região tem potencial para ir mais além. Daniel, mas essa não é a gelera chiquira, né? Ainda temos uma gelera chiquira verdadeira, né? Então, traz para a gente, Daniel. Na gelera chiquira de hoje, também vamos falar sobre a gente, uma passada registramos aqui, que o Brasil ficou neutro, o Brasil não era nem a favor, nem contra o infantino, na treta da FIFA, né, da FIFA Forward Enterprise, que é justamente aquela empresa privada, que a FIFA queria formar uma subsidiária para comercializar principalmente a Copa do Mundo. Mas nós temos um país que é o contado do Brasil, teve lado. Tive lado. Esse país é a Argentina, a afa, a associação do futebol argentino, enviou o carro da infantino, e ao consenso da FIFA, declarando apoio ao presidente da entidade, principalmente depois da resistência, justamente da FIFA Forward Enterprise. A afa elogiou a decisão de retirar o projeto, reconhecendo que a proposta gerou muito mais incertezes do que certeza desde a sua concepção. Entretanto, Daniel. A afa também mandou uma nota, em michaul nata fiscal, e mandou lá para o infantino, ou em fechador do bem. Eu estou aqui apoiando você, e eu queria entrou a que, sem jogos da Copa do Mundo de 30 aqui na Argentina. Tá em Buenos Aires, com a boa, sem jogos. É sem que sentissei que só vão ter três jogos, no Paraguai, ou eu não é a Argentina, mas se tivessem os seis jogos em Buenos Aires, né, afinal, nós estamos aqui. Seis jogos e seis pênutos, aí a gente fica a tudo certo, seis pênutos da fua boa da gente. Exatamente, aí tá tudo certo, nosso apoi está absolutamente recompensado a você, infantino. Quem ficou uma fera, também foram os organizadores europeus e africanos, né, na prática os portugueses espuais, e Marroquim, que aliás, clima, gostosinho, hein? Essa Copa organizada ali de forma conjunta, entre Marrocos e Espanha, meu Deus do céu, gente, ainda tem Portugal no meio da confusão, eles ficaram. Portuguespanha, portuguespanha.
Portugal, com espanha, com uma rock no meu teio do céu, isso aí para dar errado no custo. Mas enfim, ainda temos três jogos na América do Sul em homenagem, ele é o centenário da Copa do Mundo, que aconteceu no Uruguai em 1930, não sei exatamente por que o Paraguai a Argentina for incluído, talvez porque o Paraguai seja sede da Comembolta, talvez porque a Argentina seja pela saco da FIFA, mas dito isso, nós temos aqui uma Argentina que se posiciona. É sobre isso, o Brasil não se posiciona a Argentina se posiciona, porque nos grandes momentos é importante ter lideranças que escolham lado, e a Argentina escolheu o seu lado. - Perfeito, Daniel Soz, então aí é uma demonstração de que o murismo não vencerá e renderá talvez alguns pênuques aí para a Lione Améssico, 43 anos, Daniel Soz, sabe, sei lá, se ele tivesse a garantia, e, de repente, ele continua até jogando. Daniel Soz, dessa maneira, a gente chega ao fim do nosso episódio, quer lembrar que a gente tem um novo curso do Petit curso, que vai começar no dia de amanhã, nessa terça-feira, como sempre, às 19 horas, e em quem a gente vai falar sobre as principais rotas globais, a gente vai ter a oportunidade de falar sobre algumas das rotas mais importantes, muda fora aí, desde estreito de magalhantes, vamos falar, pode falar, "magalhantes", Daniel, "oé, magalhantes", como é que você vai apresentar? - Magalhantes, por favor, tem que eu correr. - A aula sua, né, vocês quarenta? - Magalhantes. - Mistrito de magalhantes, a gente vai falar sobre, é marvermelho, vamos falar sobre estreito de malaca, enfim, vamos falar sobre os pontos do globo que fazem o mundo se conectar, e todos os problemas possíveis, aliás, quando a gente olha para o pro estúdio, o rumo se fica bastante claro, porque essa pauta é tão importante, e se você se tornar na sua aluno, você passa até acesso também a todas as aulas que nós já oferecemos ao longo dos últimos anos, está tudo disponível lá para você, para assistir na hora que você quiser do jeito que você quiser na ordem que você quiser, acessa lá, PetitCursos.com.br. - Fica aqui também o nosso agradecimento aos apoiadores e apoiadores do Petornal, Petornal Media Pequena, é um produto digital artesanal, e não tem aí o suporte de um grande concluirado de mídia, ou de uma grande produtor. Por isso, o suporte de nossos apoiadores é fundamental, e fica aqui o nosso agradecimento a cada um de vocês. Fica também o convite, se você gosta do nosso projeto, se ele faz diferença na sua rotina, considera nos apoiar. No Descrativo Descipes Audio, tem várias alternativas, tem a chave Bix, que é uma forma prática e instantânea de apoiar o Petornal, você pode inclusive ativar o Pix Recurrente, chave Pix no Descrativo Descipes Audio, tem um link do apoias, que é muito bom para quem prefere usar o cartão de crédito, e tem o Patreon, que é uma boa maneira de apoiar, principalmente quem vive no exterior. Fica aqui o nosso agradecimento, e convite, tenho certeza que uma dessa alternativa será confortável para você. - É isso, Daniel Sousa, ainda hoje, mais tarde temos um novo episódio, um abraço até a próxima, valeu, tchau tchau. ♪♫♬
Podcast Summary
Key Points:
A Colômbia enfrenta tensões crescentes com ataques explosivos atribuídos a dissidências das FARC e ao ELN, logo após a posse do presidente Abelardo de la Espriella.
A posse ocorreu em uma base militar, com o ex-presidente Gustavo Petro ausente e alegando fraude eleitoral, o que gerou críticas à transição.
O novo governo promete usar força máxima contra grupos guerrilheiros, enquanto a guerra civil colombiana, que dura décadas, continua sendo um desafio central.
Nos EUA, 90% das indicações de embaixadores de Trump no segundo mandato são políticas, não diplomatas de carreira, quebrando a regra histórica de 70-3
Nomes como Warren Stephens (Reino Unido), Charles Kushner (França) e Mike Huckabee (Israel) refletem escolhas personalistas, com doadores e aliados sem experiência diplomática.
Espanha e Itália trocaram retaliações migratórias
Na Argentina, o ministro da Economia, Luis Caputo, não vendeu títulos no exterior em quase três anos, mudando a estratégia de financiamento da dívida sob o governo Milei.
A austeridade eliminou déficits, mas problemas persistem, como dependência de empréstimos internacionais e fluxos de dólares de exportações.
Summary:
O episódio do Petit Jornal aborda temas internacionais, começando pela Colômbia, onde a posse do presidente Abelardo de la Espriella foi marcada por tensão, com ataques explosivos horas depois, atribuídos a dissidências das FARC e ao ELN. O novo governo promete enfrentamento militar, enquanto a guerra civil colombiana, iniciada na década de 1940, permanece sem solução, com o ex-presidente Gustavo Petro ausente e criticado por não reconhecer a derrota. Nos Estados Unidos, destaca-se a radicalização de Trump em indicações de embaixadores, com 90% sendo apadrinhados políticos, como doadores e aliados, sem experiência diplomática, o que preocupa pela instrumentalização da diplomacia.
Na Europa, a crise migratória em Ceuta levou a um conflito entre Espanha e Itália, com retaliações nas verificações de fronteira, testando o acordo de Schengen e expondo divisões internas sobre políticas migratórias. Por fim, na Argentina, o ministro Luis Caputo mudou a estratégia de dívida, evitando emitir títulos no exterior, graças à austeridade e ao superávit, mas o país ainda depende de empréstimos internacionais e enfrenta desafios econômicos persistentes. O programa também promove a Insider Store, com descontos para ouvintes.
FAQs
O principal tema foi a posse do novo presidente colombiano, Abelardo Dela Espriella, e os ataques explosivos atribuídos a dissidências das FARC e ao ELN logo após a cerimônia, destacando a tensão e os desafios do novo governo.
Gustavo Petro não compareceu à posse e não fez a transição de cargo, pois continuava alegando fraude eleitoral, apesar do reconhecimento da derrota pelo candidato derrotado e por outros países, como o Brasil.
No segundo mandato, 90% das indicações de embaixadores foram políticas, e apenas 10% eram diplomatas de carreira, rompendo com a regra histórica de 70-30 e mostrando uma instrumentalização da diplomacia.
Exemplos incluem Warren Stephens para o Reino Unido, Charles Kushner para a França, Mike Huckabee para Israel, Nick Oberhinden para o Egito, Lee Lipton para as Filipinas e Perne Navarro para o Peru, todos com laços políticos ou pessoais.
A Itália, sob o governo de Giorgia Meloni, reintroduziu controles de fronteira para pessoas vindas da Espanha, temendo uma entrada massiva de migrantes após a crise em Ceuta, mesmo sem fronteira terrestre entre os países.
A Espanha anunciou a verificação de fronteira para passageiros vindos da Itália, afetando voos em aeroportos como Madri, Barcelona e Sevilha, como forma de retaliação à medida italiana.
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