ARTIFEX 4 - Leon Battista Alberti: 1435 - De Pictura PARTE II
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O episódio do podcast Artifex aprofunda a análise do tratado "De Pictura" (1435) de Leon Battista Alberti. Apresentado como uma figura paradigmática do Renascimento, Alberti conjugou uma sólida formação humanista e jurídica com um interesse prático pelas artes. Seu objetivo programático era reinserir a pintura, ao lado da arquitetura e escultura, no cânone das artes liberais, essenciais para o bom governo. A primeira edição, em latim, destinava-se a círculos eruditos, enquanto a versão em vernáculo (1436) visava diretamente os artistas, simbolizando uma ponte entre o mundo intelectual e o das oficinas.
O tratado surge no contexto do fervilhante ambiente artístico florentino, onde artistas como Masaccio e Donatello já experimentavam empiricamente a perspectiva. Alberti forneceu o enquadramento teórico e metodológico que faltava, criando uma síntese entre as experiências de Brunelleschi, avanços em matemática e cartografia (influenciados por Ptolomeu) e a necessidade de um método prático. O "velo" ou grade albertiana é um exemplo dessa aplicação. Sua obra é vista como fundadora de uma "ciência da pintura". A análise também destaca como o pensamento de Alberti, centrado na "virtù", na ordem natural e no "decoro", permeou sua vasta produção, que incluía desde diálogos morais até tratados de arquitetura, sempre com o foco na aplicação do conhecimento para o benefício da vida humana e da sociedade.
[Música] Olá, bem-vindos ao Artifex, um podcast dedicado à história da arte ao fazer em arte e a arte do fazer. Falaremos de história da arte da ciência, mas também do fazer da história e da história do fazer. Conversaremos igualmente com quem faz da história, da arte e da ciência do seu labor diário. Vem onde ia a oficina do Artifex. [Música] Olá, bem-vindos de novo ao Artifex. Neste programa, continuaremos a analisar a videobra de Leon Batissauberte, em particular o seu célobre tratado de 1435, o depictura. No programa passado, vimos como Alberti constitui o primeiro modelo transitório entre o Artifex Polytechnos e o Dr. Zartifex, patente fundamentalmente na sua capacidade em conjugar uma formação acadêmica e humanista, ou conhecimento direto da praxis artística. Laçamos também o olhar atenta à sua biografia, tendo por base diversas fontes, mas fundamentalmente, as incontornáveis vite a devazar. Tornou-se igualmente claro a ligação existente entre a pessoa na artística de Alberti e o arquétip vitroviano, traduzido sobretudo na inteligência e na agodeza de espírito, com que Alberti estabeleceu o encadiamente curricular entre as atividades mecânicas e as ciências do quadrível, nomeadamente matemática e a geometria. Por último, vimos como diversas circunstâncias biográficas, nomeadamente o banimento que sua família foi condinada entre 1431 e 1428, reforçaram no jovem Alberti um espírito particularmente vivo, alimentado graças à formação humanista com o Gasparino-Barsisa e a posterior formação em jurisprudência na Universidade de Boulonia. No programa de hoje iremos analisar em profundidade o seu tratado de pictura, escrito no ano de 1435 na cidade de Florença. Na dedicatória que faz a Giovanni Francesco Gonzaga, Marquês de Mantua, Alberti manifesta claramente o seu objetivo programático. Este consistia em reintroduzir a pintura, paralelamente a arquitetura e a escultura, no lexique das artes liberais, indispensáveis na sua óptica para o bom governo da cidade e dos homens. Queria apresentar-vos estes livros sobre pintura e ilustre príncipe, porque constatei que tendo um maior prazer nessas artes liberais. A primeira edição de 1435, escrito em latín e destinado aos circos de iludição que Alberti frequentava, encodra s integralmente no campo litrário da filologia e tratido como função, não há actividade pictórica propriamente dita, mas a doutrinação das novas gerações de mecenas e patrones há habidos por tudo que constituia no vida. A edição de "Lapitura" de 1436, escrito em italiano vernacular e dedicada a filipobranalesque, traz uma função completamente distinta. Nesta versão, Alberti irá omitir-he números passagens do teste latín, cuja encodramento, interamente comprometido com uma visão humanista, seria dispensável para os leitores a que se destinava pintores, cultores e arquitetos. A edição de "Lapitura" e a sua versão vernacular dela a "Pitura" constituem a primeira afirmação clara e material de uma aproximação entre dois mundos até esperados, um mundo dos oficiais mecánicos e o escól de iludição humanista formado nos melhores centros de ensino das repúblicas italianas. Porque, quando d'a chegada de Alberti e a florengça no ano de 1434, toda a cidade revelava de atividade artística. E versos artistas entre os quais se destacavam, masatso, dona-telo, luca de la roba e guberti, haviam já afetuado em números enxais coxamada à regula, ou seja, uma aplicação empírica do método perspético desenvolvid por filipobranalesque, através das celbres experiências que realizou a porta da catadural de Santa Maria del Fiore. O sistema que arrecia porém, dio uma metodologia e enquadramento teórico que permitisse a sua rápida difusão na comunidade artística florentina e será precisamente nesse momento que Alberti chega à florengça. Conheça em si hoje alguns elementos adicionais que terão contribuído para o desenvolvimento da teoria perspética Albertiana, parlada a esferas parental da Brunellesque. Na década de 80 do século XX, Samuel Edgarton procurou precisamente estabelecer uma ligação direta entre as traduções florentinas do século XV da Jogarifia da Claudio e Ptolmão e o adevento da perspetiva linear de Brunellesque e Alberti. O sistema de coordenadas de grada de Ptolmão prometia uma descrição precisa através de coordenadas de latitude e longitude, fundadas na colação mútua da Jumptria Astronômica e terrestre, colocando o mapa do mundo no armbito dos debates filosóficos do Quadrat Santo. Embora não há uma ligação coincida entre a descoberta das leis da perspetiva linear e as projeções de Ptolmão parece provável que Brunellesque estivesse familiarizado com elas. Sabe-se que tanto Brunellesque como Alberti eram amigos próximos dos geógrafos matemáticos Paulo Tascaneli, um conhecido entusiasta da Jogarifia de Ptolmão. A dívida de Alberti a Ptolmão é certa. A gralha de meridianos que desenvolve no seu modelo de pavimento da Construtção e Ledgitima manifesta claramente esta chendente. Este sistema de coordenadas em gralha da inspiração Ptolmãica irá inspirar igualmente a criação do famoso Velho ou Vel Albertiano. A tarefa de fazer imagens precisas da Terra exigia tanto uma compreensão da matemática e da ótica como conhecimento as técnicas de topografia e da cartografia. Albertiano era apenas um merdiorico pois estava familiarizado com os instrumentos básicos de levantamento e compreendeu claramente os princípios da trianglação. Por todas estas razões, poder-se aconcidrar-lo da pictura como uma obra de síntica entre a exprimitação que Brunellesque e o Velhocavo, as novidades teóricas tanto da matemática como da cartografia e a necessidade impriosa de desenvolver um método prático e facilmente aplicável pelos artistas para o domínio das leis da perspectiva. Este inigável caráter de transversalidade entre diversos campos de conhecimento surge amplamente analisado por Martin Camp na extraordinária introdução à edição de 2004 da Penguin Classics do Depictura. Professor Emery, do departamento de estar edarte da Universidade Oxford, camp efetuá aqui um hábil exercício de contextualização do homem e da obra, mas realça sobretudo os aspectos duradores na fundação de uma ciência da pintura que ganham em Alberti o seu mais eficaz cultur. Ejamos então o que nos conta por sormarte em Camp. Quando uma deligação de florentinos liderada por Lorenzo de Médite e o Magnífico visitou Roma em 1471 para apostar a homenagem ao receio e leito papa Sisto Quarto, foram conduzidos uma visita ao Foro Romanum pelo gênio residente da cidade antiga Leon Batista Alberti. Para a geração de Lorenzo, particularmente para os estudiosos e filósofos de renome do seu círculo, Alberti, com 67 anos, prefigurava a figura heroica do Renashimento da Literatura e das Artes Visuais. O grande poeta filósofo ángelo polidiano, na dicatoria Lorenzo da primeira edição impreça do tratado arquitetura de Alberti, da rei edificatória da 1486, deu um destemunho brilhante da reputação de Alberti. Era um homem de raro brilhantismo, juiz o agudo e extensa aprendizagem. Certamente não havia nenhum campo de conhecimento por mais remoto que fosse, nenhuma disciplina por mais arcanaco fosse, que escapasse a sua atenção. Alberti foi venrado como líder no Renashimento da Verdadeira Língolatina dos Antigos. Numa variedade modos literários compiuneiro no aperfeiçoamento do vernáculo italiano para que pudesse estar ao lado latinho, a autoridade nas artes e ciências e, acima de tudo, como o exemplo moral em palavras iátos. Foi com este último desfase que Alberti se apresentou como um digno protagonista para Lorenzo, nas discussões que a mal do lenço de Cristo forolandino, outro dos luminars literários do magnífico. No curso de Algo, Alberti argumenta, resolutamente, que esvirtudes contemplativas de uma vida acadêmica dedicada a buscar.
da sabedoria são superiores ao envolvimento ativo na agitação da ação política. Teria surpreendida Alberti, o cheio, jojo muitos campiões da renaxência, encontrar o seu pequeno tratado sobre pintura promovida em épocas posteriores como o mais significativo de todos os seus critos. Originalidade genuina, poucos livros podem ter sido tão inéditos como de pictura, mas este foi menos valorizado enquanto realização literária à época de Alberti do que no nosso século. Ser considerado como um grande imitador dos antigos era na renaxença um critério de excelência tão importante como ser um promotor de verdadeiros novidades. Da perspectiva da sua própria época, a sua considerável série de diálogos moralizantes, mas divertidos, sobretêmos devir tudo estoica na vida individual, familiar e cívica, pode ser vista como ocupando lugar central na sua carreira literária. Conseguem transportos com a de exéticos dos autores romanos sobretudo cícero para o contexto da Itália do século XV. As composições imaginativas de Alberti em Poesia e Prosa foram premiadas como ria vivamente exemplares de genos antigos, embora hoje em dia seja um pouco litro. E o seu de reedificatória foi simultaneamente uma homenagem e um desafio ao tratado antígico arquiteto romano vitrovio. Ao contrário, o depictura não tem precedentes. A sua originalidade contudo, como o primeiro livro conhecido de cada lógica intelectual da pintura, não significa com tudo que seja típico entre os escritos de Alberti no que diz respeito a linguagem, forma ou mensagem subjacente. Provavelmente não há nenhum autor que espir mais consistentemente a moldar a sua própria videobra e o nosso conceito de videobra em geral num todo coerente. O objetivo central era o cultivo de Virtu, o poder do talento individual, sustentado pelo valor moral e pela força de vontade, como baloar-te contra a fortuna, os caprichos do destino e os caprichos dos assuntos mundanos. O verdadeir guia para este fim foi o estudo da ordem natural das coisas na criação de Deus. Mas dentro deste contexto de Virtu do Man e a ordem natural, que o depictura deve ser compreendido. No de custos e estudos, Alberti lançou também os bases dos seus conhecimentos sensisatas em particular da matemática e da óptica que lhe havia um de dar uma amplitud de espírito tão excepcional. Os 20 anos de idade já tinha dominado a erança clássica de tal forma que conseguiu compor uma comédia latina, filodóqueceos, que supostamente prevenha da caneta de um antigo dramaturgo romano Lépidos. A morte seu pai é 1421 e as subsequent desputas familiar sobre seu direito à uma erança deixaram Alberti em certeza de cerca de seu futuro e coloriram os seus opiniões sobre as inconsistências da vida cotidiana. A sua reação foi descontrada nas virtudes duradoras da aprendizagem e em 1428 compôs um tratado decomodias literar um "atco" em comodias sobre as ventagens e desvantagens das letras que refleta a sua desilusão com as vici-situdes políticas e sociais dos assuntos humanos. Este tratado inicio que viria a ser um dial continuo entre a sua devoção à aprendizagem e subsequent recompenses imortais e o seu sentido instintivo de que a sabedoria deveria ser aplicada na comunidade para bem da vida humana. No cerne das suas crenças está a convicção de que a nossa dever cultivar uma virtu individual naquelas perseguições lováveis e melhoradas que se distinguem da fortuna. A fortuna não nos pode dar várias coisas, caráter, virtude e edição ou qualquer habilidade, tudo isto depende da nossa dirigência do nosso interesse. Ela traça um rumo intermédio entre a imersão total em ambientes do aqui agora como os marres tempos tuosos do comercio ou alvorou-se da política e uma completa retirada monástica para uma vida de contemplação abstrata. Albertia não estava predisposto a abstrações filosóficas para o seu próprio bem e estava continuamente preocupada em relacionar o seu sentido subjecente da ordem de Deus, com o comportamento real do indivíduo na sociedade. Um dos seus portavosos defende que algumas das artes proporcionam uma arena na qual o lucro e a virtude podem viver juntos. Existem atividades em que os poderes do corpo e da mente funcionam em conjunto para trazer lucro. Aixam aos ocupações de pintores, cultores, músicos e outros como eles. Todas estas formas de ganhar a vida, uma vez que dependem principalmente os nossos poderes pessoais, são aquilo que se chama artes e não se afundam em ao frágios, mas nada em os seus poderes. A traduzir com os estências da sua ilégia de idade e falta de acesso garantida aos fundos dos Alberti, Batista foi o próprio forçado em enfrentar o dilema de conciliar uma vida dedicada a aprendizagem desinteressada, com a necessidade de fazer uma oude de vida. Os outros humanistas da renaxência estava dentro do sistema de clientelismo e serviço clérical. Como uns excelentes jovens letras, bem versado no direito canónico, foi levada a servir os religiosos mais velhos viajando com o cardelo aubergato e porferança e pelos países vizinhos. Foi na Comitiva de Eugenio IV que regressou em 1434 a Florenta, a mais bela da cidade deste longo exilio em que nós Albertis em velheceu. A provisão dos Albertis avisei levantada em 1428 e liam Batista e iria viver na cidade por períodos substanciais durante a década seguinte. O impacto revelador das realizações em arquiteturas, cultura e pintura da Felipe Obronlesque, Lorentz Oguiberti, Donatello, Luca della Rovia e Mazatio, fez muito para precipitar a decisão de Alberti de escrever o Depictura 1435 e traduzil para italiano ano-más tarde como dedicatória a Bronlesque. A sua prolífica produção literária abarco os diálogos sobre filosofia social tratados sobre diversos temas murais e práticos. Coléções de contes e fábulas edificantes nos modos delucianos e exopros. Uma satra latina sobre a ordem resultante do domínio caprichoso, Momos Opríncipe, pois iria morre a primeira gramática da língua italiana. Chessionalmente para um ministra, ele era também ativo nos campos científicos, embora, tal como na sua filosofia, a sua principal preocupação fosse com a ciência aplicada e relevante para os fortes humanos em particular. Um grupo de trabalhos pode ser caracterizado como empregante sistemas matemáticos para realizar tarefas específicas. Os ludi matematici, onde Alberti aplica a matemática básica vários problemas como ambidição de distâncias, dimensões e pesos, os elementa pictorei que descreva algumas figuras geometricas básicas e a sua transposição para planos perspectivados. A descríptil a Urbis Roma, na qual conta como utilizou um instrumento similar a um astrolávio para fazer o levantamento cartográfico da cidade antiga, o destatua que trata das proporções humanas e de um dispositivo para replicar dimensões na escultura de figuras e o de componentes cifres que explica a invenção de uma roda de cifras altamente eficaz. As importantes instruções sobre design perspectivado nos livros um e dois de depictura podem ser reconhecidas como parte deste forço para adotar as competências práticas de uma base matemática. A suvisão de ordem matemática, expressa através de atividades tangíveis, encontrou a superfeita realização no trabalho do arquiteto. Considero o arquiteto que, por razão e método de seguro e maravilhoso, sabe como concebera através da sua propriedmente energia e realizar através da construção o que quer que seja que mais belamente se adapte aos novos feitos dos homens. O seu tratado de 10 partes sobre arquitetura, de rei edificatória, cujo jujo bolso foi apresentado em em coloquinte em 1452 ou antes, inspira-se na forma no conteúdo dos dez livros de arquitetura de vitrúvio, o único tratado sobre artes visuais que havia sobrevive de danitigüidade, mas o livro substancial de Alberti está longe de ser uma obra de imitação. Material de vitrúvio está criticamente sujeito a uma reordinação radical, tanto na apresentação como na lógica subjacente e novas considerações solvadas em conta à luz das circunstâncias renaxentistas. Foi neste tratado, como veremos, que chegou à sua definição amadura de beleza. Arquitetura desempenhou um papel crescente na parte final da sua vida, a medida que ele foram apresentadas oportunidades porém parática à chús de horeias. Comissões de governantes e indivíduos ricos fora de Roma permitiram lhe exercer os chostalentes sobre uma série de edifícios que subivem até hoje. Sobre o papo humanista Nicolau Quinto, a sua voz foi significativa por detrás dos ambiciosos planos de remodelação de Roma, com uma dignidade e coerência dignas de um passado pagão, mas presente cristão. Nesses e notores empreendimentos arquitetónicos, ele colocou o seu sentido de proporção [MÚSICA DE FUNDO]
nada e conhecimento taliada da gramática dos edifícios romanos antigos, ao serviço das exigências contemporâneas. Se pudéssemos descrever a Brunellesque como o arquiteto em jineiro que aprofeiço ao estilo nativo de Tuscano, de acordo com as lições dos antigos, poderia-me escaratizar Alberti como o arquiteto estudioso que mostrou como a antigra matica estética poderia tornar se relevante no seu próprio tempo. No caso de processo, Alberti realizou a mais difícil das quadraturas do círculo. Agindo com o impecável reverência ao passado, exerceu a mais um tempo uma inefectível originalidade de forma a satisfazer as necessidades do presente. Alberti adotou o que pode ser te descritentem-me jareis como um ponto de vista estoico cristianizado na sua defesa da lógica inerente e divinamento ordenada na natureza como a fonte última dos nossos padrões na arte como na vida. Por consiguinte, é propriado que o primeiro livro do depictura, que é interamente matemático, mostra como esta nobre e bela arte surgiu a partir das reízes da própria natureza. Na altura em que escreveu seu tratado arquitetura 20 anos mais tarde, Alberti foi capaz de expressar a sua convicção sob a forma de uma definição precisa de beleza. A beleza é uma forma de simpatia e consonância das partes dentro de um corpo, de acordo com o número definido, contorno e posição, de acordo com a continitas, a regra absoluta e fundamental da natureza. Continitas, o conjugalme da razão, surge quando as três propriedades visuais, número, contorno ao forma e posição ou localização, manifesta uma harmonia indissoluvel ou correspondência proporcional nas partes inutou-te, de modo que nada possa ser acrescentado, retirado ou alterado. Alberti afirma outros cotidas características da forma. O contorno é uma certa correspondência entre as linhas que definem os dimensões, sendo uma dimensão de comprimento, outra, a largura e a terceira à altura. Método de definição do contorno, é retirado dos objetos que a natureza ofereça a nossa inspeção e admiração. Afirme novamente com protagonuras é absolutamente certo que a natureza e totalmente coerente, esse emquis com a exceção. Cada uma das criações da natureza está perfeitamente ajustada à sua estação na vida e exibem uma propriedade completa de forma e função. O conceito de adequação na natureza forneça base lógica para a sua doutrina artística do decoro, no sentido de que tudo deve ser internemente consistente, apropriado e bem ordenado no todo, e nas partes de cada obra de arte e difícil. Esta regra, como todas as outras, refletia a intenção de Deus em toda a natureza, mas estáis regros só podiam manifestar-se no mundo material, por uma edesistência do observador ou do juiz humano. Os estoques ensinavam que o homem era por natureza constituído o observador e administrador das coisas. Que lhes ipe pensava que tudo na terra nasceu apenas para servir ao homem enquanto o homem foi feito para preservar amizade e a sociedade. Protágoras, outro filósofantigo, parece a alguns interpretes ter dit essencialmente a mesma coisa quando declarou que o homem é o meio e a medida de todas as coisas. Uma ponte perfeita entra a natureza e os nossos poder humanos de observação e julgamento, contra a esforçada por aquelas artes que, nascem de uma casa e de observação, fomentadas pelo uso e experiência e amadorcidas pelo conhecimento e pela razão. As suas várias speculações sobre as origens das artes figurativas dependem da perceção à tenta das imagens feitas por a casa na natureza, que os princípios intelectuais são cada vez mais aplicados à medida que os artistas se se forçam por uma absoluta imitação racional. O seu relato da descoberta da escultura no destato é típico. Acredito que as artes de quem tenta criar imagens e similhanças a partir de corpos produzidos pela natureza se originaram da seguinte maneira. Elas provavelmente observaram que, azunalmente em um tronco de árvore ou torra de terra e outros objetos inanimados similientes, certos contornos nos quais, com pequenas alterações, algo de muito semelhante as faças reais da natureza era representado. Então, corrigindo e refinando a linha e superfícies como objetos específicos e exigia, elas alcançaram a sua intenção e ao mesmo tempo sentir um prazer em fazer. Não surpreendentemente, os estudos do homem, a criação de similhanças, acabaram por chegar a fase em que, mesmo quando não encontraram ajuda de imagens meio formadas no material manipular, conseguiram ainda assim criar as chimilhanças que desejavam. Se procurassem isto objetivamente através de métodos corretos e conhecidos, crec que mutaria o menos erros e obtriam uma aprovação completa para chus obras. A beleza era parte integrante a ordem filosófica, moral, política e social que o homem deveria tentar realizar na terra. Não que esta realização fosse aparente para Alberti na sociedade que observava a sua volta. As muitas propensões indesejáveis do homem e a devastação da fortuna representavam a meiaças continuas a condição desejada. Mómoz, a sua satira em prós-alatina desforçada de favela alegórica, faz precisamente este ponto. Mómoz é o pestilente filho da noite e do sono que fornece pragens de insetos como presente para o mundo. Tendo cidos por se dos cheus, este personagem duvidoso gosa de todo o sucesso na sociedade que ocorre o tado dos homens. Confrontado com o caos que se seguiu, Júpiter exita sobre a melhor forma de estabelecer um novo mundo para substituir o antigo, mas não receba ajuda dos filósofos que se agitam em consequentemente. Um farol de esperança é proporcionado por uma magnífica peça da arquitetura, um enorme teatro típico liseu que assiná-lo caminho para realizar harmonia visual e social do corbos. Actualmente, a ordem estabelecida no mundo original com a ajuda de galastos, um filósofo que assume uma perspectiva visivelmente abertiana. De forma comparável ainda que menos sustentada, arquitetura parece também como tafora do ordem social num dos seus contos ou apólogos. Uma fábola sobre um tempo antigo é utilizada para mostrar como a arrogância e ostentação conduzem-se em sempre a ruina. As pedras inferiores do templo, que há muito desempanhe um papel valioso no apoio ao todo, começam a questionar a sua sorte e invejar os seus colegas mais elevados que suportamente escarga. O resultado da retirada do serviço da alvenarinha inferior é o colapso de todo e difícil. Amoral social é que os homens prudentes não devem desperzar a posição que o destino lisa atribuiu. Para Alberti, a instituição de uma sociedade bem regulamentada não deveria ser realizada através de medidas extremas e certamente não por uma retura revolucionária dos estratos sociais. O conjunto de pictura, particularmente as passagens a louvor da pintura e dos pintores nos parágrafos iniciais dos livros 2 e 3, demonstram que a pintura não deve se der nada arquitetura ou qualquer outra arte nos força do homem para reconstituir a ordem da natureza. Tendo formulada a pergunta retórica, não é verdade que a pintura é a dona de todas as artes e do seu princípio ornamento, Alberti conclui que, dificilmente se podem encontrar com qualquer arte, cheta mais maléfica que não pretensa de alguma forma a pintura. Por isso, atrever-me a sugerir com qualquer beleza que as janas coisas foi derivada da pintura. Alegações totalmente comparáveis para o poder sobrando a pintura foram feitas no final do século Pulu Lunar da 20 e, vindo da sua boca, não parecem surpreendentes. Pelo contrário, as reivindicações de Alberti foram totalmente chestionais para uma nista Pulu Neiro do início da Renancheça. A sua ênfase pessoal em que estão visuais é em parte de uma consequência de seu talento e gosto individual. Ele indica, por exemplo, que se tinha encantado a encrear os seus próprios milagros da pintura, mesmo antes da sua residência e influência na década de 30 do 400 e em parte um reflexo seu sugestudo na ciência óptica de diaval. As teorias da visão geométrica desenvolvidas por escritores como o filósofo islamico Haya Sen, os franciscanos Roger Bacon e John Peckham e Vitel da Plônia, pareciam fornecer uma ilustração perfeita da forma como o designo racional de Deus se ensinou em toda a natureza. E devemos recordar que os plen do ar e material da luz poderia ser prontamente interpretado como a manifestação mais direta da graça divina no mundo material. A estilvada ciência foi representada em pado durante os primeiros anos de Alberti por viádio Pelécane. Embora o depictura não seja o lugar para exposições elaboradas de oftalmolegia e óptica, as suas referências aos filósoos que eram peridos aem tais assuntos do olho e da luz, mostram claramente a sua admiração pela sua ciência. O olho tinha sido reverenciado na tradição aristotélica como o chefe dos órgãos censuriais. Como o próprio Alberti escreveu, o olho é mais poderoso do que tudo, mais rápido do que tudo, mais digno do que tudo. O seu nome auxiliar León, ou leo, ou leone, tinha sido adotado pela chuva de alusões adcuadas de uma vez, a coragem e magnanimidade do leão. E tal vez também.
também em deferencia a lenda de que um olho de lião era de tal poder que não se deteriorou ao comor do seu dono. A luz da forma como aliou o interesse pela visão com os sujes preocupações filosóficas, literárias, artísticas e sociais, pode ser considerado como uma pessoa ideal para escrever o primé tratado sobre os princípios da pintura. Embora o depictura tenha sido escrita relativamente seda na sua carreira, quanto tinha pouco mais de 30 anos de idade, é uma expressão madura das atitudes características mental vertianas que podemos discerrir ao longo dos seus escritos. O depictura constrói-se sistemáticamente a partir dos primeiros princípios visuais. Começa no livro 1, como se tivesse embarcar num tratado sobre jumteria e o clidiana, com definições básicas das propriedades geometricas através das quais as formas dos copos podem ser analisadas, ponto, linha, superficio ou plano, borda, ângulo, planicidade, convexidade e concavidade. No entanto, encontras-se preocupado desde o início em salientar que não está a lidar com as apostações e matriais da matemática pura, mas cinco à descrição visual do mundo material. Ele confia na diferenciação padrão entre tais concessões jumétricas como ponto, linha e superficie que não têm presença física uma vez que eles falta uma ou mais das três dimensões necessárias para a existência tangível e os seus equivalentes no tipo de realidade substancial que podemos perceber através dos nossos sentidos. O ponto de Albert é, portanto, um verdadeiro sinal ou marca numa superficie física. Como ela firma no seu breve ensaio sobre pontos e linha centros pintores, da nossa definição, um ponto é um sinal por que o pintor percebe como se fosse alguém de um ponto matemático e uma quantidade que pode ser classificada pelo número, como talvez os átomos possam ser. Adeptando uma expressão proverbial e algo estranha de cícero, ele enfatiza no depictura que está a falar em termos de minerva, a sabedoria mais grosseira dos nossos sentidos ou lá piograça minerva como descreve no testidaleano. E, acorde com a sua ênfase no conhecimento sensacional, aproveita uma série de metáforas e similitudes matriais para descrever as propriedades geometricas discorpes. O bordo é descrito como uma "hora, borda" ou "fimbrea, franja ou veinha" transmitido o sentido de um contorno como realmente era utilizado pelos desenhadores. Um círculo é como uma coroa e a natureza das superficies concavas e compostas são respectivamente explicadas por referência a superficies internas das cascas dos ovos e as superficies externas das colunas. Pais corpos matriais só podem ser totalmente percepidos através da luz como os primeiros estudantes de ótica tinham soblinhado e Alberti explica o processo de visão em termos de uma versão altamente simplificada da ciência ótica medieval. A base da nossa perceção dos tamanhos relativos dos objetos é a pirâmide visual ou cong, compreendendo rares de luz, convergindo para ou divergindo de um vertice nocional dentro do ano. O raio centrico, que passa ao longo do nosso exvisual, desempenho um papel fundamental na certificação da visão enquanto que os raizes trínsicos e medianos transmitem informações sobre o contorno e a superficie respectivamente. Ao contrário de predecesores medievais com pecame, cuja perspectiva comune se tinha tornado o livro "Teixe de Padrão", Alberti não trata das complexidades do que acontece aos raiz luzes dentro do olho, nesse preocupa em debater a vague e controversa questão, de saber se os raios apenas entraram no olho ou se foram emitidos como feixe de visão. Também recusa com prometer-se sobre a origem das cores, embora esteja claramente conscientes tibriso concorrentes dentro da tradição aristotélica de que as cores básicas ou primárias ou surgen como resultado de misturas de leveza escuridão em diferentes proporções, ou são geradas pela respectiva propriedade dos quatro elementos. A sua única preocupação no depictura é estabelecer os rudimentos das geometria ópticas ter na olho e as suas consequências para o pintor. O quadre é concebido como equivalente à intersecção da pirâmide por um plano que é perpendicular ao exvisão ou raio centrico. A distância da intersecção do nosso olho afetará o também real da imagem, mas não as proporções relativas dos objetos na matriz visual, tal como registadas no plan da imagem. Etra vez destas proporções relativas, que as dimensões e distâncias dos objetos se tornam aparentes por referência ou uma medida interna-oscala de dimensões conhecidas. De acordo com protagonuras e usóticos de avai, Albert considera a figura do homem como o padrão de referência mais apropriado. É este meio-om-dido humana que lusa quando começa a fornecer direções para a construção dos passos perspectivais, embora ele emparta alguma explique porque as propriedades da pirâmide resultam na geometria recíproca da sua construção pictórica. Implica apenas que poderia empreender a prova, sital e fosse exigido. O estumava demonstrar estas coisas a maior profundidade aos meus amigos com algumas explicações geometricas. A sua construção básica é lineada passo a passo e resulta numa agrelha ou pavimento em mosaic. O seu ponto de fuga é o seu ponto central, situando-se no horizonte altura da cabeça do seu homem modular. Albert e aparentemente não fornecer ilustrações e diagramas modernos dos seus procedimentos, e as edições subsocentes tendaram a colocar o ponto central no meio do horizonte e a meia da imagem. Estuda a impressão de inflexibilidade visual, mas ela enfatiza que não faz mais do que introduzir o aspirante a pintor nos rudimentos da arte, ou seja, nos princípios sobre os quais o artista pode construir a sua prática e exercer a sua inventividade como a propria-ado para a tarefa particular em maus. Albert não nos informa de como devemos elaborar os paz em cada quadro. A vantagem de colocar o pavimento ladrillado com o primeiro passo é que fornece uma série de medidas modulares no interior e através dos paz do quadro, as quais quais que é elementos verticales e horizontais de dimensões conhecidas podem ser relacionados. No Livro Doi sobre a égide da circunscrição, Albert e descreve como as paredes podem ser construídas de acordo com a sua devida escala na planta da agrelha perspectivada e como um círculo pode ser transposto para o pavimento na pintura, anotando-se pontos equivalentes em que o contorno de um círculo não perspectivado intercêteria uma agrelha, não perspectivado. O Livro Doi exabro com uma extensa digressão dirigida aos jovens sobre a virtude da pintura utilizando o conjunto de citações de autores antigos para enfatizar o seu poder divino, o seu valor moral e o ilvado de tattoo de social dos seus praticantes. O seu principal objetivo é ensinar ao pintor como pode apresentar com a mão o que entende ou na sua mente. A arte de representação está dividida em três partes, circunscrição, composição e recessão da luz, numa sequência que se assemelha ao desenvolvimento histórico da arte desde das suas origens primordiais. Para ser circunscrição trata do desenho de base através do qual os corpos são representados em termos de contórmers utilizando a agrelha comedida para todas as relações espaciais. O conceito de composição é especialmente importante e representa uma das contribuições mais originais de Alberti para a teoria da arte. A composição, é forma pela qual, sobrefície, membros e corpos, podem ser reunidos sistematicamente no marmonia de curativa. Por nestes mesmos pelos quais, a variedade e ordem podem ser reconcilhadas, tal como as regras de construção de frases em latim, permitiram os autor romanos que admirava, sobretudo cícero e quintiliano, exprimir o seu significado como poder medido. Cada sobrefície membro e corpo deve ser organizado de moda estar de acordo com o todo e o todo deve ser edificante ao mais alto nível. Então surpreendentemente, um mar de travestido ou uma rustic ilena atrairia o ridículo, mas os requisitos de composição de curosa vão mais longe do que tais prescrições gerais. Cada pequena parte afigur humana deve ser expressiva da sua natureza física, estatutual e estadimental. Assim, uma figura morta deveria declarar a sua morte até a ponta dos chos dedos, como numa história em Roma, um releva e marmere no antique sarcófago, em que o miliagro morto é transportado. Já a história, um termo que resista a tradução precisa, foi a realização suprema para o pintor, encarnando todo o valor moral que podia ser realizado através do seu comando da beleza, a expressão e significado. O seu único exemplo moderno de uma história é um mosaic perdido da diota, no velho São Pedro, representando Christi São Pedro que é meia de sobra água, no qual cada de chí polis e sinais tão claros de agitação no seu rosticorpo, que as emoções individuais são discerníveis em cada uma delas. As expressões gestes e movimentos das figuras devem ser potentes e de climatórios, como os de um orador, mas não devem ser violentos ou extremos. Um tomultim de coroso ou cacôntico.
a infonia não deve ser admirado e cita com a aprovação auditado, segundo o qual, no mais de nove convidados devem ser convidados para jantar, para evitar a desordem. Albertita maquinhaças virtudes da subavaliação, citando como exemplo a forma como timentes tinha ocultada a cabeça do aflito pai de Figênio, deixando mais prospectador imaginar sobre o seu sofrimento, do que aquilo que pudesse ver com os olhos. A necessidade de decorre temperado é tão grande no processo através do qual a história realizada como o próprio produto final. De facto, o último é baseado no primeiro. Um talent artístico extravagante que começa a pintar um furioso transporte de entusiasme e um criativo, dará origem obras de pervidas de dignidade e com o acabamento deficiente. O tertamento de Albertia, a recessão da luz, não é menos original do que a sua discussão sobre a composição. Ele identifica claramente o protagonismo do preto e do branco e por implicação da chombra de cinzento, com mudificadores de despigamentos coloridos, de forma a conferir o efeito de mudelagem da luz e da sombra e diferenciar as propriedades visuais das cores individuais, diferenciando assim entre aquilo que chamamos tom e matis. As tonalidades individuais são os gêneros de cores, enquanto que o preto e o branco geram as espécies. Embora estes alonges de ser insensível ao encanto das cores individualmente e em combinações estutas, dá maior valor à utilização do preto e branco para alcançar ilusão de formas sólidas. Mesmo aqui, porém, a muderação é palavra de ordem. O uso de cive de branco e do preto é duro e desagredável, deixando o pintor ser nada em reserva para os poucos destakes realmente brilhantes, como os da aljava de ouro de dedido. Albertia insiste que faz parte o mérito a pintura que o or possa ser invocado através da alidade do artista e manipular a tonalidade do tom e, no outra vez, da aplicação de orreal na superficie da pintura. O brilhido dorado e em maranhado corzvivas apenas apeleram aos olhos dos ignorantes. Tendo estabelecido uma agenda exigente para a realização da arte nos seus dois permes livros, passando das reízes de na natureza aos princípios e métodos reais de representação, Alberti por cedo no livro III a rever algumas das exigências pessoais do pintor que deseja estar à altura dos ideais da sua revocação. As estiplações são tanto morais com artísticas. Tria este pintor antes de mais de ser um bom homem e bem versado nas artes visuais. O conhecimento de um tríaco e o conhecimento de assuntos literários e dos homens literários andam de mãos dadas, fornecendo forma e contido as invenções do pintor. A capacidade de conceber uma invenção digna, ou seja, a concessão de um tema convencente, é muito apreciada por si mesma, como por exemplo na concessão de apelos da sua famosa história da calúnia, conhecida pela descrição de Luciano. No entanto, o pintor não deve acreditar por este motivo que deve recorrer apenas à sua própria imaginação, é acreditante que ela é autosufficente. Pelo contrário, ela deve recorrer continuamente à natureza como seu guia supremo. A natureza é também responsável pela forma como diferentes pintores melhorisibos e os osdões em diferentes rames da pintura. Um dos chitantes em figuras masculinas e outros em figuras femininas, outros enavíos, outros em animais, etc. Mas qualquer pintor que espiral cançara verdade a restalência não deve limitar as suas ambições ao campo em que se sente mais naturalmente em casa. Em um pintor deve encontrar o caminho para a excelência barrado, desde que se equipe devidamente, leia correctamente as chinoilizações no mundo natural e empreende a sua árdua viagem com suficiente resolução. Os dons da natureza devem ser cultivados e aumentados pela indústria, estudos e prática e nada que pretensa a glória deve ser ignorado e negligenciado por nós. O depecultura como um todo foi concebido para enclicar no pintor, particularmente naqueles que é ainda jovem, a consciência dos meis sistemáticos e dos fins elevados da pintura. O prêmio para o cultivo da verdadeira virtude na arte é o ilogio daqueles que são conhecedores e uma fama duradora que resista aos caprichos da futura. Assim equipado, Albert está confiante de que o pintor pode desempenhar um papel significativo na realização do potência de alumano, naquelas perseguições que possuem valor tangíveis e duradores. A mensagem é uma declaração arquitípica do otimismo renaxenteista. Albert e tal como outras figuras de destaque nas artes da renaxença foi simultaneamente um reviver de ideias antigas e uma voz criativa no estabelecimento de uma naveira. A produção do seu tratado sobre pintura em duas versões, uma enlatinha e outra em italiano é sintomática desta dupla ambição. Uma inscrição na sua cópria do Brutus de Císoiro, destumõe que sexta-feira às 8 horas e 45 de 26 de agosto 1435 concluia obra da pintura em florentza. No manuscrito da versão italiana da Bíblia e Teca Nacional da Florentza está inscrito, louvor a cabado seja a de hoje no dia 7 do mês de julho de 1436. A vantagem de tornar o seu tratado disponível em duas línguas não se destinou exclusivamente a tornar lacivel a diferentes tipos de leitores, grupos de estudios humanistas e praticantes as artes visuais, mas satisfiço sobretudo o seu desejo de estabelecer os méritos de um vernáculo refinado a Párdo Latín. A parte substancial da sua produção literária foi em latín e muitas das obras de Alberti imularam diretamente os seus autores româneos favoritos. O seu renachimento dos genos antigos não era sequi sem humor. Ela era particularmente atraído por condos espirituales satiricos, compondo a sua própria incisive intercernalas, aquila que chamaria-me de histórias depois do jantar, à maneira Luciano e dedicando uma coleção delas a Paul Toscaneli, um médico que foi um dos principais estudioses matemáticas, astronomia e óptica. O seu amigo, Manista em Ferrará, Guarino da Verona, dedicou a sua tradução do "Musca", a "Musca" de Luciano Alberti, que por sua conta compôs uma obra ironica sobre mesmo tema que enviou a Landino. Uma linha semelhante, Alberti escreveu um ilogio ao seu fiel de Cão de Companhia. O seu encomion, da virtude canina, não é apenas uma demonstração virtuosa de conhecimentos dos antigos, mas também ridiculariza as formas e pomposidades, podem muito facilmente dominar a escrita humanista. Desde o seu Cão, que este foi na chide dos mais nobres antepassados e entre os seus antigos antepassados, havia um número infinito de pessoas famosas, incluindo pessoas antigas e eruditas do Egito. Esta parangona em torno da raça do seu Cão, e sebia uma virtude digna dos antigos. Em cada momento a sua vida, eles teve envolvido em atos lováveis. Para alguns dos principais humanistas dos canos, as colidades da sua própria língua vernácula podriam, se sujetas à regra da lei gramatical, alcançaram-se-te igual ao do latim como veículo literar. Em dela família, Albert escreve, "Admir planamente que a tiga língula tina fosse rica e bela, mas não veis razão para que o nosso Tuscán atual seja tão despresível que qualquer coisa escritunela, por shellente que seja, não deixa de se faça". Quanto a grande autoridade entre todas as nações que os meus críticos atribuem à língua antiga, a autoridade existe simplesmente porque muitos homens iriditos nela escreveram. A nossa língua não traam menos poder, assim que os homens instruídos decidirem perfeiçoá a laipulila através da trabalho de zealous e ados. Albert e desempenhou o seu próprio papel nesses trabalhos zealous, no apenas compondo obras exemplares no vernáculo com dela família e organizando o concurso público em florengcia por polois e italiana em 1441, mas também pela concessão do primeiro livro Sistmático de Gramática para a Tuscana, o seu regulé língua é florentine, também conhecido como Gramática e Tavaticana. Cristófro Landino, o próprio um grande estudante de vernáculo enquanto comenta d'Or de Dante, reconheceu calorosamente a contribuição de Alberti. Repar com que indústria conseguiu transferir para a nossa língua, toda a ilucoência com posição inubresa que se encontra no latim. No Depictura, seja na sua versão latino italiana, Alberti encarna perfectamente às aspirações gêmeas da emulação retrospectiva e da inovação progressiva. A forma de depictura, a sua organização entre os livros e a progressão Sistmática através de rodimentos práticas e fíjes é profundamente influenciada por tratados romanos sob retórica muito especialmente a instituiura atória da Quintiliano. E como qualquer composição do bom ministro, Alberti faz regularmente referência a precedentes clássicos, seja percitação direta
da secção de sobre artistas antigos da história natural de Plínio, mas também pelo tipo de alusão que o seu público erudido estaria pronta a apreciar. A versão polida do texto enlatinho foi dedicada por volta de 1440 a de Jean-Françèsco a Gonzaga, Marquês de Mântua. E embora possamos devidar do entogiasmo do próprio Marquês pela leitura de Stratá de Zéletín, Alberti colocava astutamento o seu trabalho no ambiente onde este seria apreciado. Em Mântua, Jean-Françèsco patrocinou a influente escola humanista lá de Jocosa dirigida por Vitorino da Feltre que tinha anteriormente sucedido ao professor de Albert e Barziza na cadera de retórica empadra. Nesta escola, futuros patronos com Federico da Monte Feltre de Urbino e Ludovico Gonzaga receberia o seu fundamento nas arts e filosofios do mundo antigo e moderno. Na dedicatória do Depictura, Alberti é claro e logenda a virtu de Marquês nas armas e nas letras, expressando a esperança de que o conteúdo da sua obra possa revelar-se digno pela sua arte dos ouvidos dos homens cultos, podendo também agradar aos estudiosos pela novidade do seu tema. E acreditaré que o meu trabalho não vos desagradou, se decidirem escrever-me como um membro dedicado entre os vozes serfos. Ao julgar o público pretendido e a função do Depictura, este contexto original de patrocinio humanista tende ser tomado em consideração. Há numerosas indicações no texto e na Organização General do Tratado, daqui este é dirigido ao Jovem Pintor, mas não é um livre instrucionado do tipo destinado ao brandes médios de estudia. Ao invés, Alberti explora o veículo de um tratado pedagógico à maneira da oiratória da Quintiliano para expure os princípios da disciplina de modo impressionar os colegas estudantes de artes liberais, particularmente os jovens irresponsáveis pela sua educação. O seu sucesso pode ser julgado pela sobrevivência de cerca de 20 manuscritos do texto latino. Apenas 3 manuscritos da versão italiana são coincidos. Embora tenhamos de admitir a possibilidade de atacha de sobrevivência do texto italiano dos mes artísticos, decidem friourar a dos manuscritos latinos nas bibliotecas as proporções relativas para sem refletir o objetivo original do tratado. O texto italiano não é uma tradução direta. Há várias passagens latínque foram admitidas no italiano. Estas partes são admitidas inclui algumas das passagens mais científicas que eleude em a ótica tradicional. Muito ocasionalmente, o italiano ajuda a clarificar o significado latín, mas são habituais os casos em que o texto original transmit o sentido de Albert e com a ex-precisão. De facto, o espaço da construção da perspetiva não pode ser compreendidos de forma indequífica apenas a partir do texto italiano. O espeto mais valioso da tradução vernacular para o leitor moderno é a carta que dedica a Filipe a Bernolesky e que contém uma declaração clássica do renaximento das artes e destemunha vivamento o impacto dos grandes pionéis florentinos dos tils renaxentistas nas artes visuais. Na sua dedicatória dela pintura, Albert e não se dirigia a um artista típico. Bernolesky, como filho de um notário, havia provavelmente recebido uma boa educação, podendo ter espreçado a sua admiração pelo depictura na sua forma original latina. Os outros artistas contemporâneis ilogia dos por Albert e no prefácio, o nosso grande amigo o escutor do Anatelo, Lorenzo Aguíverte, Luca de la Rovia e Mazatio, poderia ao não ter sido todos instruídos no mesmo grau, mas pretensiam a elite que estava a reformar a artuscana à luz dos ideais romanos. O próprio Ghiberti escreveria mais tarde em geniosos comentários a cerca das artes figurativas. A realização de Bernolesky, que é apontada como louvor, é a construção da enorme cúpula da catadural de florensa e não a invenção da perspectiva. O facto de Albert e não mencionar a Bernolesky em relação à perspectiva, onde é de ser considerado como significando que ele estava a tentar reenvídecar toda a glória para si próprio, ou mesmo que o primé biógrafo de Bernolesky estava errada ao acreditar o seu irói com sua invenção. Pelo contrário, muito provavelmente refleto o facto de que a realização de Bernolesky não constituiu um precedente preciso para o sistema de Albert. Bernolesky tinha realizado, provavelmente antes de 1413, a projeção perspectivada de dois dos edificios mais predominentes de florensa, o batisterio e o Palados Adaisseñori agora o Palados Ovequio em dois painéis de demonstração que já não existem. Os seus procedimentos, independentemente da sua natureza real, funcionavam a partir de estruturas coincidas, em vez de presta-vos ser um espaço abstrato no qual as formas podiam ser colocadas. Durante miados da década de 20, dona-telo na escultura em relevo e masátia na pintura adaptaram a invenção da Bernolesky para a integração a priori de cenários imaginários em perspectiva matemática. A famosa Trindade Masátcio em Santa Maria Novela fornece o exemplo mais desenvolvido. Inovação de Alberti foi estreir da prática pictórica mais avançada os rudimentos de construção, as regras, subjacentes ou caso geral para que os seus princípios podessem ser prontamente comunicados. Alberti era o movimento um observador perspicado da prática artística. As suas regras sobre narrativa e caracterização sugerem um estudo atento de dona-telo Gberti Masátcio e já anotamos os seus ilugios à história de diótona em Roma. Foi também pelo seu próprio destumunho, um artista dilutante por direito próprio, embora nenhuma pintura sobrevivente ele possa ser atribuída de forma convincente. Na pintura, não está de tudo preocupado com os espetos materiais da arta pintura, ao contrário do ilíbro dela arte de Sennie de Sennie que tinha sido escrito por volta da viragem do século e continha instruções cuidadosas sobre a preparação de superficies, manipulação de pigmentos, etc. No entanto, há numerosos chinais de que Alberti falava como alguém que se tinha esforçado por conta própria para fazer pinturas. Ele recomendou uma invenção sua como ajuda prática para o desenhador que desajimitar a natureza, nomeadamente o veo ou intesseção, que consiste num pan trânsilúcio dividida em quadrados. O objeto a copiar é observado através do veo a partir de um ponto fixo, nos seus contornos transportos para uma subfici de design que foi dividida em quadrados correspondentes. Também forneço outras dicas práticas, observando como pintor móvel seu ponto de vista para trase para frente para encontrar a posição ideal para representar uma determinada forma. Como olhar para os objetos através de olhos semi-serrados, ajudará a consolidar as maças de luz e sombra e, como estudo, uma pintura no espelho, amostrará de uma nova forma para revelar as chujos falhas. Os chujos observações ocasionais sobre os efeitos reais no mundo observado, tais como os chujos comentários sobre diferentes tipos de drapiados e os chujos observações de reflexos verdes, os gostos daqueles que caminham através de esperados, mostram que o tratado possui um olho de pintor. Albert estava plenamente conscientas, colidades frescas e nevadoras do depictura, como um todo e nos chujos detalhes, sendo húvidas que eles parava que fosse influente. Uma espeta à sua influência já foi sugerido quando notámos o público humanista para o texto latino. Um possível mecenas das artes que tives ali do depictura, teria mais probabilidades de agir como um patrón coincido de um artista com um pierdo dela francesca, do que um que ignorá essa base intelectual da pintura. Há sinais claros na prática da artes florentina nos anos 30 e 40, do impacto das ideias de Albert. Nos cursos da sua concessão dos relevos perspectivados de bronze, no seu segundo conjunto portas para o batisterio florentino. Os frescos da franja de elico na capela do Vaticano para Nicolau Quinto, o papo humanista que foi o destinatário da rei edificatória, são uma encarnação quase perfeita dos princípios Albertianos. O pierdo da francesca compreendeu a mensagem de Albertia de tal forma, que conseguiu alargar as chudes as pirações intelectuais, tanto na prática pictórica, como através da sua própria teoria perspética no deprospectivo à pingende. Analis detalhada de Alberti sobre temas clássicos como as 3 graças ou a morta e figênio, e sua recomendação da colunidade de Appels como uma história exemplar, só parece a interdade frutos no final do século na prática de Mantânia e Boticelli, ambos empregados por patrões, que coincidiam bem o significado ao obra de Alberti. Entre as gerações posterios de pintores renacientistas, ninguém prestou mais atenção ao Alberti do que Leonardo da Vinci, cujas insunções sobre a teoria e a prática da pintura, contém ex repetidos das ideias do seu anteçor. Embora a insistência sem remorce de Leonardo naturalismo científico, tenha feitas exigências muito mais extensas ao conhecimento do pintor sobre o direito natural, do que as receitas relativamente simples de Alberti, não há nenhum desvio radical do teor da mensagem destruti. Após as primeiras ilições impressas,
O Teste Latina, em 1540, em Basileia, e a tradução italiana de Ludovico Domenique em Vinesa em 1547, o depictura estava bem posicionado para desempenhar um papel influente nos tablecimentos princípios nas primeiras academias de arte. A década que viu George O Vazar e fundar a academia florentina do Desenho em 1563, testimoniu-o também a edições de tradições italianas em florenecia e vinesa. O grande trabalho de Vasar e sobre as artes visuais da sua vida é dos artistas, não é principalmente teórico na intenção, mas os presejos subjecentes têm frequentemente um sabor alberteano. A receima regenta que admira-lhe em Paris foi o cenário no século seguinte para a primeira edição francesa de Dofresne em 1651, enquanto que a primeira tradução inglesa de Leone no século XVIII, apareceu no maltura em que os artes as ingleses estavam a adquirir tardiamente as pirações acadêmicas. A vague europeia do neoclacicismo na parte final do século XVIII foi acompanhada por uma série de edições em Italia e Espanha, enquanto os artistas se esforçavam por reconquistar a pureza clássica da artantica, tanto diretamente como através das autoridades rena-chentistas. A sua estreita a sosseação com a institucionalização acadêmica da arte funcionou contra a reputação do tratado de alberte quando as academias cairam em discredito processivo durante os séculos de 1920. Mas lido com uma apreciação do seu cenário original, o depictura está longe de ser um trabalho monótome de ortodoxia acadêmica. Antes, uma afirmação vigorosa e criativa de ideias que estavam a reformar a teoria, a prática e as implicações sociais da pintura. No próximo e último programa dedicada a Lyon Batista Alberti, iremos analisar a teoria artística de corrento da pintura e sua influência nas sucivas gerações de artistas e teóricos do 400. A passagem de Alberti, na década de 30 pelo norte-europa, introduzirá uma novidade notória no seu tratado, a consciência óptica da luz e da cor e a sua transposição para a prática da pintura. [Música]
Podcast Summary
Key Points:
O podcast Artifex analisa a obra de Leon Battista Alberti, focando seu tratado "De Pictura" (1435), que buscava elevar a pintura ao status de arte liberal.
Alberti personificou o ideal renascentista ao unir erudição humanista e prática artística, sintetizando conhecimentos de matemática, geometria, óptica e cartografia.
O tratado, escrito primeiro em latim para eruditos e depois em vernáculo para artistas, forneceu a base teórica e metodológica para a perspectiva linear, integrando a experimentação de Brunelleschi com o saber clássico.
A visão de Alberti era fundamentada na "virtù", na ordem natural divina e no "decoro", defendendo que a arte deve emanar da observação da natureza e servir à sociedade.
Summary:
O episódio do podcast Artifex aprofunda a análise do tratado "De Pictura" (1435) de Leon Battista Alberti. Apresentado como uma figura paradigmática do Renascimento, Alberti conjugou uma sólida formação humanista e jurídica com um interesse prático pelas artes. Seu objetivo programático era reinserir a pintura, ao lado da arquitetura e escultura, no cânone das artes liberais, essenciais para o bom governo. A primeira edição, em latim, destinava-se a círculos eruditos, enquanto a versão em vernáculo (1436) visava diretamente os artistas, simbolizando uma ponte entre o mundo intelectual e o das oficinas.
O tratado surge no contexto do fervilhante ambiente artístico florentino, onde artistas como Masaccio e Donatello já experimentavam empiricamente a perspectiva. Alberti forneceu o enquadramento teórico e metodológico que faltava, criando uma síntese entre as experiências de Brunelleschi, avanços em matemática e cartografia (influenciados por Ptolomeu) e a necessidade de um método prático. O "velo" ou grade albertiana é um exemplo dessa aplicação. Sua obra é vista como fundadora de uma "ciência da pintura". A análise também destaca como o pensamento de Alberti, centrado na "virtù", na ordem natural e no "decoro", permeou sua vasta produção, que incluía desde diálogos morais até tratados de arquitetura, sempre com o foco na aplicação do conhecimento para o benefício da vida humana e da sociedade.
FAQs
O Artifex é um podcast dedicado à história da arte, à ciência e ao processo de criação artística. Ele explora a interseção entre teoria e prática nas áreas da arte, história e ciência.
Leon Battista Alberti foi um humanista do Renascimento italiano. Seu tratado 'De Pictura' (1435) foi pioneiro ao estabelecer as bases teóricas da pintura e tentar elevá-la ao status de arte liberal.
Alberti buscava reintroduzir a pintura, junto com arquitetura e escultura, no conjunto das artes liberais. Considerava essas artes essenciais para o bom governo da cidade e dos homens.
Brunelleschi desenvolveu métodos empíricos de perspectiva que artistas florentinos já aplicavam. Alberti chegou a Florença no momento certo para dar um enquadramento teórico e metodológico a essas descobertas.
O sistema de coordenadas de Ptolomeu, com latitude e longitude, provavelmente inspirou Brunelleschi e Alberti. Alberti era amigo do geógrafo Paolo Toscanelli, entusiasta da obra ptolomaica.
Para Alberti, 'virtù' era o cultivo do talento individual sustentado pelo valor moral, como defesa contra a fortuna. Acreditava que algumas artes permitiam conciliar lucro e virtude através do exercício conjunto de corpo e mente.
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