O episódio 104 do Petit Invest inicia com saudações e um agradecimento aos ouvintes, seguido de uma propaganda das roupas versáteis da Insider Store, que facilitam viagens. A discussão principal centra-se na economia argentina no início de 2016, com foco retrospectivo até 2025. São destacados os avanços do governo Milei, como a significativa redução da dívida pública (de 155,7% para 78,2% do PIB), o primeiro superávit primário em 14 anos e uma queda drástica da inflação mensal (de 25% em dez/2023 para 2,8% em dez/2025). No entanto, os apresentadores apontam problemas estruturais: o ajuste fiscal envolveu cortes em áreas sociais, a economia ainda depende fortemente de financiamento externo (como empréstimos do FMI) e o câmbio permanece administrado, com reservas internacionais frágeis. Outro tópico é a percepção de que a Argentina ficou mais cara para brasileiros, devido à valorização do peso (via câmbio controlado) e à desvalorização do real. O episódio conclui com a perspectiva de continuidade das reformas e um aviso sobre possíveis notícias geopolíticas no fim de semana.
Petit Jornal, Inteligência e Reverência em Dozes de Árgias Olá, gente! Bem vindos ao Petit Jornal. Esse é o Petit Invest, número 104. Estamos gravando uma live no YouTube do Petit Jornal. São exatamente 9 horas e 23 minutos da manhã de sexta-feira, 20 de fevereiro de 2016. Castado por de costume, a dupla que você conhece, com a tangir vírgula ou baguidade animado, contente, preparado, reivigurado, resilente, atumbente, descansado e tarifado, além de muito preocupado, quadnâmbio internacional de muita oscilação, de muita imparevisibilidade. Como vai professor Paketad de tudo bem? Vamos a isso! Tervei da Nelçosa, vamos lá para mais esses episódios do Petit Invest, que queria pedir aqui o reconhecimento ao comprometimento do pessoal da Nelçosa, que ele muito gentemente falou que são 9,23 da manhã no horário de Brasília. Da Nelçosa está doutula do planeta Terra e, portanto, já está beirando ali o sábado, são 23 horas e 23 minutos do sábado. Mecas, era sexta-feira, já quase entrando no sábado na Austrara, está confusa que a questão do calendário é uma da mensagem para professor Daniel III da tarde, não responde, não estou entendendo mais nada o que está acontecendo. A mesma coisa acontece comigo, eu mando mensagem para professor Paketad de Artur da Manhã e me responde 7 horas depois, 6 horas depois, só não é dismissível. Não, se você manda a mensagem 2 da manhã, eu vou responder para o próximo a dar 2 da tarde, aí eu mente o número não vou ver. E Danielçosa, dessa maneira, a gente começa aqui a nossa petinha Invest, número 104, lembrando que o professor Danielçosa está fazendo uma viagem, como eu disse, para o outro lado do mundo, e uma coisa que ele já me confidencio foi, a mala dele ficou mais fácil de ser feita, a partir do momento em que eu colocou lá dentro as roupas da insária, parte boa da insária da Nel, que são roupas tecnológicas, então elas ocupam muito menos espaço e elas servem para tudo enquanto é o casinhão. Então você vai passear com a família, você vai fazer esporte, você vai tomar um café da manhã, vai sair para jantar, as roupas da insária, elas são extremamente versátades. Então, em entro lá no site da insária, você tem um cupom de desconto, o cupom de desconto dá 10% de desconto para qualquer compra, se for sua primeira compra, 20% de desconto, em uma forma de você viajar mais leve com a escolha das roupas, uma forma de você conseguir estar sempre elegante e bem, calcado em qualquer situação do seu viagem. Vale demais gente, o tanguí de esse apoco e é verdade, eu vim aqui para a australha com uma mala recheada de roupas da insáida e elas são muito leves, realmente isso facilitou demais a dinâmica do transporte, aqui dos meus itens pessoais, recomendo demais os produtos da insáida store, link no descretivo desse episódio com intições especialíssimas para os amigos e amigas do Petrional. Perfeito, na minha ouçosa, no episódio hoje, eu acho que é importante falar um pouquinho sobre economia da Argentina, quando me lê e foi eleito, naturalmente havia muita controversa, cerca das propostas dele, o que que ele ia fazer, como é que ele ia agir, ele tinha inclusive um estropós bastante incendiário, como por exemplo, acabar com o banco central e algumas outras coisas que naturalmente não saíram do papel, porque parecia muito mais, parecia não, eram, apenas discurso, mas eu queria te ouvir um pouquinho da né, porque a quanta exanta a economia argentina nesse início de 2016, né, já o momento que a gente pode olhar pro ano de 2025, o que funcionou, o que não funcionou, coxforos avanços, e quanta da né, ó? Pois é, a tangüina, nessa semana nós tivemos a Argentina aprovando agora também na Câmara dos Deputados, a sua reforma trabalhista e o River Millet, está levando a diante a sua agenda. Ele tem pouco mais de dois anos, como presidente, ele tomou poço em dezembro de 2023, prometendo passar motocerra na casta, como ele chamava, o aqueles que viveriam ali do setor público argentino, além disso ele prometia dolarizar a economia, que obviamente não foi levada a diante, prometia acabar com o banco central, o que obviamente não foi levado a diante, mas muita coisa foi levada a diante. Por exemplo, a diva da pública argentina tangui, ela caiu bastante durante o governo do milhê. No final de 2023, ela estava em 155.7% do PIB, e no final do terceiro trimestre de 2025, ela estava em 78.2% do PIB. É uma queda muito expressiva. Em 2024, a Argentina teve o primeiro superávete em 14 anos. Aliás, em 2025, a Argentina teve um superávete primário de 10.4 trilhões de pesos, um resultado que superou, a meta junto ao fundo monetário internacional e mais de um trilhão de pesos, o que é algo que chamou bastante a atenção. O governo anunciou que o gasto primário, ou seja, não incluindo as despesas com juros em 2025, foi 27% menor em termos reais, descontando a inflação do quim de 2023, quando o milhê assumiu o governo como presidente. A gente está falando também de uma inflação que caiu de maneira muito expressiva, a inflação mensal em dezembro de 2023 era de 25%, ela chegou a alcançar um pico anual em abril de 24 de 289.4%. E agora, no final de dezembro, ela estava em 2.8% no mês de dezembro, anualizada, ela estava em 31.5%. É um desabamento muito impressionante em termos de inflação. É bem verdade que o governo argentino ao reduziu o déficit público, o emissão de moeda e reduziu um componente inflacionário super importante. Agora, quando a gente fala em crescendo do PIB, é assim como estimativa, esse nome não está absolutamente fechado ainda, mas fala se não crescimento em 2025 de 4,3%. O que é um bom resultado? 4,3% sobre as vezes, o crescer 4,3%. Por exemplo, vai ser considerado um excelente resultado. Mas dá da situação argentina, 4,3%, levando consideração, tudo que a economia argentina passou a longo dos últimos 20 anos, é bom o suficiente ou o dados expectativos está até razoável. Como é que você avali esse resultado, Daniel? Olha, também, o resultado de 2025, ele em parte é reflexo do resultado de 2024, ou seja, 2004 a gente na teve uma receção importante. Então, existe uma certa distorção estatística. Você desce vários degraus, depois você sobe vários degraus, mas em parte você está apenas recuperando o que você perdeu no ano anterior. Então, não me parece nada espetacular. Quando a gente coloca aqui alguns questionamentos em relação a argentina, ou primeiro deles, é a questão do ajuste em si, como é que esse ajuste foi feito? É bem verdade que o governo argentino argumenta que ele está aumentando gastos com os mais pobres, aqueles que efetivamente necessitam, o auxílio universal, por exemplo, segundo o governo argentino aumentou em 43%, em termos reais, nesses dois anos de governo milê. Agora, você teve congelamento de aposentadorias, redução de transferências de recursos para províncias, cortes em ciência e educação, além de saúde, e você teve, claro, uma redução importante dos investimentos do Estado argentino. Esse é o primeiro ponto que chama a atenção e que pode ser levantado como questionamento. Outro problema é a questão das ervas interacionais argentinas, o grande calcantagem da economia argentina não está equacionado. Em abril de 2025, o banco mundial anunciou 12 bilhões de dólares. Em setembro teve um novo respaldo de 4 bilhões. O fundo monetário internacional liberou mais 20 bilhões de dólares, que dizemos que estamos falando de uma argentina, que está dependendo muito de financiamento externo. O Tesouro americano fez um suave cambial para reforçar as ervas interacionais argentinas. Esse elemento, que é um elemento central da fragilidade macroeconômica argentina, não está equacionado. A aposta do governo milê é que a recuperação da credibilidade, em função da redução da inflação, e também da redução da diva pública, vai trazer investimentos estrangeiros em quantidade cada vez maior em direção à Argentina, mas isso ainda tem que se provar. O que nós temos até o presente momento é uma economia argentina que ainda tem um câmbio controlado pelo governo, mais controlado do que o milê havia prometido. A dinâmica realmente de flexibilização do câmbio não foi levada diante na velocidade que ele prometeu, ou seja, a Argentina continua tendo o cabeo administrado pelo banco central ou contrário do Brasil que tem um câmbio flutuante, onde a taxa de câmbio flutua com bastante liberdade, e você tem ainda um país com reservas interacionais muito reduzidas. Qual a problema disso? Qualquer balanço, qualquer desequilíbrio entre entradas e saídas de dólares à Argentina não tem fôlego para aguentar. E aí você é obrigado a devolver o câmbio, devolver o câmbio para estimular as importações em inflação sobe, a inflação subindo, aumentos gastos públicos, aí gera mais inflação, desequilíbrio ainda mais as contas públicas, e você pode entrar ali numa tormenta de desequilíbrios, algo que não acontece no Brasil, porque a gente tem reservas em dólares muito robustas. Agora uma coisa que a gente acabou ouvindo muito, né, Daniela, que durante muito tempo ir para a Argentina era muito fácil pro brasileiro, muito fácil não estou falando pelas pelas distâncias, mas porque a mulher brasileira é muito mais valorizado. Você chegava lá e você tinha um poder de compra muito elevado. Algo que nos últimos dois anos também foi invertido, né, brasileiros que vão para a Argentina atualmente, tem impressão de que torna piorópia, né. Os preços realmente eles estão tão muito mais elevados para os brasileiros. Se eu vou sair explicada, né, o que aconteceu nesse cenário que acaba levando esse aumento de preços? Porque, me parece que a questão cambial durante o governo do Melei foi central quando a gente fala sobre o político econômica. É na prática o que acontece é que o peso à Argentina ele está valorizado, particularmente, em relação ao real. Você tem uma administração da taxa de câmbio por parte do banco central, que é possível por conta desses aportes que foram feitos por organismos multilaterais, e o Melei na prática não corrigiu o câmbio que é administrado na mesma velocidade que o ritmo de inflação. Consequentemente, em dólares a economia argentina começa a ficar muito cara. Na prática era uma ideia de caminhar na direção de uma dolarização, de tornar a economia argentina dolarizada. Então, você tem o brasileiro quando ele troca os seus reais por pesos argentinos, ele consegue poucos pesos na prática é isso, ou pesos que não são suficientes para ele ter um padrão de compra e dentes com o do Brasil. O outro aspecto que é importante é que o real se desvalorizou muito, então que é o longo dos últimos tempos. O real teve agora alguma recuperação em relação ao dólar, mas em relação às principais maiores do mundo ele continuou muito desvalorizado. Posso pegar o exemplo, o meu exemplo aqui na Austrália, eu tive na Austrália algum tempo atrás, e é muito impressionante a diferença, como o poder de compra do real desabou nesses dois momentos. Eu tive aqui em 2024, e agora em 2026 o poder de compra do real é muito menor, por conta justamente de valorização que a moeda brasileira acabou experimentando. Então, são esses dois elementos. Um lado a China trabalhou por uma valorização campeão porque isso ajuda a nós fixar muita inflação. E isso foi feito por conta do cambio administrado, o que é possível por conta de aportes em dólar de feitos por organismos multilaterais e do lado de cada fronteiro o real e fraqueceu. Agora teve alguma recuperação em relação ao dólar, não o suficiente para trazer a gente de volta para o patamar que já teve até bem pouco tempo atrás, mas quem está se devaluzando a o dólar não é o real que está ganhando força, o real continua muito e fraquecido em relação ao eiro, em relação ao dólar australiano, em relação a muitas outras moedas do mundo. Isso explica essa sensação que nós temos hoje ao ir a Argentina de achar tudo muito caro, enquanto os argentinos estão invadindo o Brasil, porque no Brasil eles estão achando tudo muito barato, porque o reverso também é verdadeiro. Perfeito. Daí eu sou dessa maneira, acho que a gente tem um bom panorama para analisar, para imaginar como é que fica a economia argentina ao longo dos próximos tempos, como você disse, ele está no meio do mandato, e ele completou dois anos de mandato agora no dia 10 de dezembro de 2025, que ele tem dois anos para conduzir a economia, está fazendo a reforma trabalhista, a gente falou sobre isso no último bate-papo, para onde está caminhando a reforma trabalhista que ele quer implementar, como você disse, você pode falar qualquer coisa, o milenio menos de estelionato elitoral, ele disse exatamente o que ele é fazer, o que ele está fazendo, não está fazendo tudo que ele prometeu, até porque algumas coisas que ele prometeu não eram factíveis, dolares da economia, acabar com o banco central, não tem como fazer, mas a tura aquilo que parecia mais ou menos ao câncer, está fazendo, e a gente vai ter canalizado, portanto, com ação juzutados, mais prático gido. Ficar lembrar que tem um link que está na descrição do episódio, um link da insider, é a maneira que você vem de comprar excelente material, excelente roupa, com uma coleção cada vez maior, com cada vez mais diversidade, para homens, para mulheres, de muitos tamanhos diferentes, tem certeza que muita coisa lá vai te interessar, e não é possível você estar indo para Argentina ou para a Austrália, você consegue a roupa ideal, lá no site da insider store. Daniel, a gente volta com o nosso próximo bate-papo, a princípio, na segunda-feira, 9 da manhã. Esse final de semana, a gente comentou sobre isso no finalzinho do último episódio, do último bate-papo, sabe se o gestado do Unido vão arrumar uma coisa lá no Irã? Tem aí uma expectativa de que talvez o gestado do Unido faça algum tipo de ataque, o Irã para pressionar o Irã negociar, então a gente vai estar de olho, se for necessário, a gente pode fazer algum episódio durante o final de semana. A princípio, no entanto, a gente se vê na segunda-feira, um abraço, até a próxima, valeu! Tchau, tchau! [Música]
Podcast Summary
Key Points:
Análise da economia argentina sob o governo de Javier Milei, destacando redução do déficit público, queda da inflação e primeiro superávit em anos.
Discussão sobre desafios persistentes, como dependência de financiamento externo, câmbio administrado e reservas internacionais baixas.
Explicação sobre a valorização do peso argentino e desvalorização do real, afetando o poder de compra de brasileiros na Argentina.
Menção a produtos da Insider Store, com destaque para roupas versáteis e promoções para ouvintes.
Summary:
O episódio 104 do Petit Invest inicia com saudações e um agradecimento aos ouvintes, seguido de uma propaganda das roupas versáteis da Insider Store, que facilitam viagens. A discussão principal centra-se na economia argentina no início de 2016, com foco retrospectivo até 2025. São destacados os avanços do governo Milei, como a significativa redução da dívida pública (de 155,7% para 78,2% do PIB), o primeiro superávit primário em 14 anos e uma queda drástica da inflação mensal (de 25% em dez/2023 para 2,8% em dez/2025).
No entanto, os apresentadores apontam problemas estruturais: o ajuste fiscal envolveu cortes em áreas sociais, a economia ainda depende fortemente de financiamento externo (como empréstimos do FMI) e o câmbio permanece administrado, com reservas internacionais frágeis. Outro tópico é a percepção de que a Argentina ficou mais cara para brasileiros, devido à valorização do peso (via câmbio controlado) e à desvalorização do real. O episódio conclui com a perspectiva de continuidade das reformas e um aviso sobre possíveis notícias geopolíticas no fim de semana.
FAQs
A dívida pública caiu de 155,7% para 78,2% do PIB, houve superávit primário após 14 anos, e a inflação mensal reduziu drasticamente de 25% em dezembro de 2023 para 2,8% em dezembro de 2025.
Ele não conseguiu dolarizar a economia nem acabar com o Banco Central, mas avançou em reformas como a trabalhista e no controle do déficit público.
O peso argentino está valorizado devido a um câmbio administrado com apoio de organismos multilaterais, enquanto o real se desvalorizou frente a outras moedas, reduzindo o poder de compra no país.
A dependência de financiamento externo, reservas internacionais baixas e um câmbio ainda controlado, o que limita a capacidade de resposta a desequilíbrios nas contas externas.
Ela faz parte dos esforços para flexibilizar a economia e atrair investimentos, complementando outras medidas de ajuste fiscal e controle inflacionário.
É uma marca de roupas tecnológicas, versáteis e leves, que oferece descontos através de cupons, facilitando viagens com menos bagagem.
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