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Apoio ao Estudante: Novo Modelo Pedagógico da Universidade Aberta

25m 16s

Apoio ao Estudante: Novo Modelo Pedagógico da Universidade Aberta

O episódio 2 do podcast explora o modelo pedagógico de Ondas de Averda, da Universidade Aberta, que se destaca por ser assíncrono, oferecendo flexibilidade de horários e locais de estudo, ideal para estudantes que trabalham ou têm compromissos familiares. A presença dos centros é mediada por recursos digitais, como vídeos e podcasts, em vez de aulas síncronas. O modelo está em processo de atualização, focando no desenvolvimento de competências (conhecimento, aplicação e atitude) e no alinhamento entre objetivos do curso, atividades e avaliação. A avaliação está sendo diversificada para incluir artefatos como vídeos e trabalhos em grupo, além de textos escritos. A inteligência artificial (IA) é integrada de forma crítica e ética, com um assistente virtual para apoiar os estudantes e um curso sobre uso ético da IA. Novas ferramentas, como whiteboard interativo e caderno aberto, serão introduzidas para melhorar a experiência de aprendizagem. O perfil dos estudantes está mudando, com mais jovens entre 21 e 25 anos, exigindo adaptações tecnológicas. O conselho para novos alunos é ter paciência e buscar interação com colegas para superar o isolamento típico do ensino a distância.

Transcription

3810 Words, 23540 Characters

Portuguese
No episódio 2 do nosso podcast vamos explorar um novo modelo de pedagógico de Ondas de Averda, descada da davos primeiros passos no tipo de conste acadêmico e ainda tens dúvidas sobre como funciona um incínio de distância e este tipo de audio para ti. Vamos explicar o que é um modelo de pedagógico de Ondas de Averda, que confusiona na parádica e de que forma a tax forma a experiência de aprendizagem. Para esta conversa temos um convidado muito especial, o personador de o cada nota, veja direito a pãe de dançar um qualidade de transmissão digital. É bem de personão e comece com uma pergunta básica, mas pense com o mesmo time complexa, o que é exatamente um modelo de pedagógico de Ondas de Averda, tem a que é que de ferro do incínio tradicional para o dia inicial. O incínio de distância tem características muito diferentes do incínio de presencial, embora essas características têm vindo a atinuar ao longo dos últimos 5, 6 anos, depois da pandemia com a 19, em que as próprias universidades presenciais começaram a aproximar mais da educação digital e do incínio de distância. No caso do modelo de pedagógico de Ondas de Averda, ele tem uma característica que distinge dos outros, é um modelo marcadamente a 5-0, o que significa termos práticos, é que se promove uma flexibilidade espaço e tempo. O estudante pode aprender quando e onde pertener e isto significa que tem práticos, que ele pode organizar o seu tempo de estudo, o seu tempo de aprendizagem e muitas vezes inclusive o seu tempo de avaliação, em momentos que lhe dá o mais jeito, se tiver atrapalhadas, se tiver responsabilidades familiares, eu pode ajustar-se e adaptar o seu tempo de estudo a essas atividades e portanto é um modelo fortemente associado a estudantes que já estão a trabalhar e têm esses compromissos pessoais e profissionais. Essa é a primeira grande característica de diferença, a segunda é a crítística que torna diferentes, é presença dos centros, nós como não trabalhamos de forma 5, pelo menos de forma totalmente 5, a presença dos centros concretiza-se através de vídeos, através de mensagens de textuais, através de podcasts e não através de atividade 5, como vídeo à conferências, como uma aula, uma sessão em sala de aula, de azul conceito de aula, é um conceito que não existe, tipicamente, num doplagógico da Universidade aberta, precisamente porque a aula prevê uma sincronosidade, descobriu o palavrão, mas um momento em que nós estamos todos fisicamente no mesmo espaço, a mesma hora, ao mesmo minuto, tanto esse conceito não existe na Universidade aberta. E é, portanto, importante nesse sentido que com esta característica que torna diferente o meu doplagógico da Universidade aberta, obstitanto, também desenvolva um conjunto de competências que são distintas dos outros estudantes das Universidades presenciais, a começar pelo facto de capacidade de pegerir o seu tempo de estudo, de capacidade de para se pensar e planear a avaliação de forma distinta, portanto, tudo isto torna este modelo muito adquado e muito alinhado, às necessidades de quem já está a trabalhar e de quem têm desafios profissionais, que não permitem que eles aprendam, aqui aprendam desde as noves da manhã até às 18 horas mas que há alguma flexibilidade de forma adaptar-se ao percusso profissional de cada estudante. Muito obrigado por essa. A minha segunda pergunta é mais agora sobre um delptagosto de rastete aberta e de que forma que ele reflete essa maturidade à instituição de distanciante ou alterando um delptagosto ritual anterior. Essa é uma pergunta e parte de uma gente que nós não somos totalmente da favore. Para nós, aquilo que temos de trabalharmos em alguns últimos metros, portanto a pergunta do Carlos vem muito no sentido do processo que estamos agora em traduzir de revisão e atualização do delptagógico e nós não gostamos de designar a palavra de novo modelo de tragógico. O que estamos a fazer de facto é fazer uma atualização do modelo de tragógico com base no conjunto de desafios que foram acontecendo ao longo dos últimos décadas e que suchita uma reflexão para a lógica sobre o atual modelo de tragógico em uma perspectiva futura de como é que a pedagógia, o ensino, a aprendizagem e a avaliação se devem, se devem articular nos próximos anos na Universidade Aberta. Portanto, para quem não está ouvido, se sabe o que é um delptagógico que conhece um delptagógico virtual da Universidade Aberta, sabe que eu distendo em três princípios fundamentais, sempre procurar na ideia da aprendizagem centrada no estudante, faz facilidade, interação e inclusão, reconhecemos a importância destes três princípios e tentamos de alguma forma maximizar os combazes na inovação de tragógica e a inovação tecnológica. Hoje em dia tivemos uma pouco disso uma pandemia que fez com que houve cada vez mais um reconhecimento e uma experiência maior da utilização da tecnologia no processo de tragógico. Preparam-nos os nossos propostos estudantes que nos chegam à Universidade Aberta, a inclusive as expectativas diferentes de estudantes, começamos a ter estudantes mais novos, a medidados baixou e eu estava olhar para uma estatística aos dias atrás, em que dizia que há quatro anos atrás, tivemos cerca de 60 alunos entre o 21 e o 25 anos e hoje em dia, neste ano de 26, tivemos cerca de 650 alunos, portanto temos 10 vezes mais alunos nesta sacamada etária entre o 21 e o 25 anos. Isso também coloco um conjunto de desafios à Universidade porque expectativas em relação à utilização da tecnologia nesta camada etária são muito diferentes daquelas que eram para outras camadas etárias da população e a forma como também caram a tecnologia é também diferente e portanto nós também temos que gostar de ter capacidade de resposta para olhar para estas tecnologias e tentar entrar em geral a um deu para a gósa. Mas portanto nós o procuramos fazer nesta revisão e a utilização do mundo do para gósa foi reforçado alguns aspectos que já estavam previstos no mundo do para gósa e virtual na primeira versão do mundo do para gósa e a tonicidade de aberta. Por exemplo, um desenho de competências, competências significa uma combinação de altuputos da aprendizagem e custodante tem que desenvolver ao longo do suprocesso da aprendizagem numa decisatura num estado num doutoramento e competências podem ser competências práticas de aplicação de condicimento, podem ser atitudes mas pode também ser condicimento. Portanto faz parte das competências à dimensão do condicimento e nós consideramos que é importante não só a dimensão do condicimento mas a dimensão da aplicação do condicimento e a dimensão da atitude para o conhecimento. Essa é uma alteração que dá alguma forma a terá impacto nas unidades curriculais dos alunos, que é a forma como os alunos vêm um demotragógico, porque quando se desenhe por competências percebe-se que o que está desenvolvido ao longo do curso e há uma articulação mais polícita sobre aquilo que o estudante está desenvolvido, enquanto se for uma organização por contigo, que é a antide de desenhe por competências, o estudante só olha para a unidade curricular através de uma organização de contigo, que é quase como se fosse uma biblioteca de temas. E, pera aonde nós quisermos introduzir, foi o modernimento claro entre quais são as competências do curso costante que às vezes envolver, quais são os resultados da aprendizagem das unidades curriculais que contribuem para a acessão dessas competências e depois quais são as atividades que permitem ao estudante através de participação nessas atividades desenvolver esses resultados da aprendizagem. E para tentar fazer um audiinhamento aquilo que se designa pro audiinhamento consultivista em um que é ali aqui muito aturas educacionais, mas aquilo que se pretende fazer um audiinhamento claro entre competências de curso, resultados da aprendizagem do edado curricular, atividades que permitem aos estudantes desenvolver esses resultados da aprendizagem e a avaliação. E a avaliação, como forma de ser também ela a própria matividade, e aliás, este é uma deje grandes alterações que nós estamos a tentar introduzir com esta revisição de a utilização do meu dopagógico. É que as atividades da avaliação deixem de ser aquilo que nós nos indivináveis por e folhos muito sustentadas na ideia do trabalho escrito e pacientes se desenvolvimentem do outro tipo de atividades da avaliação ou do tipo de alimentos da avaliação que permitem ao estudante. Só avaliar a que se são dos condicimentos, mas também avaliar a aplicação desses condicimentos. Portanto coisas como artefacts, como vídeos, como apresentações, como trabalhos do grupo, como um ensaio, como reflexões sobre aquilo que está a aprender, tudo isto, o estudante vai poder desenvolver na universidade aberta, com a introdução e a revisão deste modelo de apoio. Portanto, diria que estes aspectos, para mim, são aqueles que permitem distinguir a primeira versão do meu dopagógico, que já introduzia este elemento e esta tentativa que nós temos de fazer. se quiser um modelo de plagógico do ex-ponsor, portanto uma nova versão do modelo de plagógico mais atualizada, mais concentrada em um conjunto de atualizações, tecnológicas e subtas de plagógicas que façam com o processo da aprendizagem seja mais motivante, que entro já as mais nossos estudantes e que os agarrem mais as milidades curriculais. Muito obrigado, e relativamente que, por exemplo, corriu a sua neta-espeta, que eu desesperte suas postas do novo modelo de plagógico que seria de solintar, nomeadamente essa preocupação com os novos tempos, em volgência artificial, está em cima da mesa, e também os processos mais éticos de verificação, de estabilização, como é que contempla um modelo de plagógico, esses mundos mais ligado a essa competente da entenda de agitação. Nós temos uma perceção no Universidade da Bertha, que a revaliação deve garantir a que se são destas competências que há pouco falar, que nós temos que ter a certeza que quando o estudante da Universidade da Bertha se inscreve no Universidade da Bertha, que frequenta as unidades curriculares, participa nas atividades, e depois é avaliado, nós queremos ter a certeza que o estudante desenvolveu essas competências. E portanto, temos que criar mecanismos de segurança que permitam a Universidade ter a certeza que o estudante se desenvolveu em estas competências do curso, depois que eles permitiram ter um diploma e poder entrar num mercado de trabalho dizendo que são estudantes da Universidade da Bertha e eu desenvolvi estas competências no meu curso, e eu sou capaz de demonstrar ativamente no mercado de trabalho que desenvolvia estas competências. Portanto, a avaliação é um mecanismo de certificador, mas é também uma estratégia de aprendizagem. E, portanto, nós queremos que ela tenha esta dupla dimensão, e portanto, criaremos sempre mecanismos de mobilização e de certificação do processo de plagógico e de aprendizagem de estudantes. É um ponto de vista, e, portanto, nós temos que ter uma oportunidade de estudar, e, portanto, nós temos que ter uma oportunidade de estudar, e, portanto, nós temos que ter uma oportunidade de estudar, portanto, nós temos que ter uma oportunidade de estudar, portanto, de estudar, portanto, nós temos que ter uma oportunidade de estudar, portanto, de estudar, portanto, nós temos que ter uma oportunidade de estudar, portanto, de estudar, portanto, nós temos que ter uma oportunidade de estudar, portanto, nós temos que ter uma oportunidade de estudar, portanto, portanto, nós temos que ter uma oportunidade de estudar, portanto, nós temos que ter uma oportunidade de estudar, portanto, nós temos que ter uma oportunidade de estudar, portanto, portanto, na prática no trabalho profissional deste dos estudantes, um vai se negrinha informática, que o outro vai ser um tratoutor. Aquilo que nós pretendemos é que vocês vão, o máximo em eficazes possível no desenvolvimento dessas atividades. E, hoje em dia, a programação ou a tradução são duas profissões que já utilizam a inclusão artificial na sua área profissional. Um estudante iniciado da Bertha, concluo a licenciatura de informática, que chega uma empresa de software e que diga, eu sou o estudante da Uniciada, que frequentei na Uniciada Bertha, tenho um diploma e vou começar a trabalhar neste empresa. E o gerente de empresa diz o estudante. Então desenvolva-me este código, por favor, pode utilizar as ferramentas de defilejência artificial que nós temos à disposição na empresa, desenvolva-me o código e, por favor, faça a misto num dia, porque é aquela expectativa que agora temos, com este desenvolve código, utiliza sem inteligência artificial para ajudar no desenvolvimento código. E, depois, o estudante tem que validar este código. E o estudante vira-se para o gerente de defilejência, mas eu não sei utilizar inteligência artificial para desenvolver código. Eu só sei fazer a mão, tenho um pouco indicimento para desenvolver este conhecimento na Uniciada Bertha, mas não consigo utilizar inteligência artificial. Portanto, para aquilo que, com o inteligência artificial, o sector considera que o estudante, uma pessoa que pode desenvolver este código num dia, este estudante que não introduziu inteligência artificial no desenco curricular, na Unificidade Bertha, demoraria três semanas a desenvolver este código. Ora, isso não faz sentido. Não faz sentido, porque quando o estudante concluiu a licenciatura, o empregador está a esperar que o estudante tenha desenvolvid estas competências também não enci de superior. Isto não está a acontecer só na Unificidade Bertha. Isso está a acontecer, por exemplo, no Instituto Superior Técnico, está a acontecer na Unificidade Avelho, está a acontecer na Unificidade do Porto. Nós temos que desenvolver o processo para gógico, o ensinhe a aprendizagem integrando ferramentas de inteligência artificial para o estudante ter acesso a este tipo de ferramentas e para desenvolver a sua aprendizagem, utilizando estas ferramentas para se preparar para aquilo que é o sufto. Isto não quer dizer que depois no processo de avaliação nós não tenhamos que ento que incluir e integrar ferramentas de avaliação, que nos momentos tenham que utilizar inteligência artificial para que faz parte do desenvolvimento de estas competências, nos momentos não se utilizem inteligência artificial e nós, Universidade Avelho, temos que garantir que não é utilizada essa inteligência artificial. Isto entra a abrir aqui a possibilidade de todos os desafios, nomeado a imediatos da ética e a identidade do processo de avaliação. E aqui nós queremos desenvolver estas competências, aliás, queremos avançar ainda este ano com um curso de utilização de litacia, de utilização de inteligência artificial para uma utilização ética de inteligência artificial, queremos desenvolver isto curso para todos os estudantes ou noificidade, porque eles percebam quando é que deve utilizar inteligência artificial, como é que deve utilizar inteligência artificial e para que devem utilizar inteligência artificial. Importante, quando o nosso estudante utiliza inteligência artificial, tenham uma postura crítica em relação à inteligência artificial e conseguem perceber em que contexto é que deve utilizar qual a inteligência, qual o software é ferramenta que deve utilizar inteligência artificial, para que contexto e de que forma é que deve referenciar essa utilização. E isso para nós é crítico, ou seja, nós concordamos que devem ser incluídas em inteligência artificial, mas, de uma forma crítica e de uma forma adequada e não de uma forma totalmente avoso. No entanto, porque consideramos que também à oportunidade vamos utilizar, vamos te integrar e vamos dar possibilidades aos nossos dos centros de utilizar nas suas unidades curriculares para apoios estudantes, um assistente virtual, aquilo que nós estamos adiginando por lir, o linha inteligente de aprendizagem, até, probablemente, isto nome ainda possa vir a sufrer alterações. E para todas as unidades adrendes, o estudante vai ter acesso a esta linha inteligente de aprendizagem, pode questionar a ferramenta de inteligência artificial sobre os recursos da unidade curricular, os conteúdos, as atividades, a valiação, para ter mais percepcimento, por exemplo, do que é experte, que tipo de critéis é que com certeza é que utilizar para valiar os trabalhos, que tipo de recursos é que são mais adequados por um determinado tipo de atividade, isto vai ser possível nas ruidades curriculares adrendes, então dá-se a possibilidade aos dos centros de poder escolher que tipo de unidades, tipo de inteligência oficial, que querem introduzir na sua unidade curricular. Mas vamos ter também outros tipos de recursos, não quer maçar neste podcast, nem hoje nós sou vintes, mas vamos ter um caderno aberto, portanto um repositorio e um mecanismo em que o estudante pode gravar ou depositar todo o seu processo de aprendizagem, desde a avaliação ao fio de bem-recebido, a reflexões do próprio estudante sobre a avaliação e clínio que eu avaliação, todo tipo de dimensões e vamos ter também outros mecanismos, nomeadamente, os recursos interativos, vamos introduzir novas ferramentas como por exemplo o ferramentas de whiteboard, para trabalhar em clube-lação, ferramentas da notação social, vários tipos de ferramentas, portanto o amiguiente que o estudante da iniciada aberta vão ter, vai ser completamente diferente, até porque um dos aspectos que vai tornar isto do outro negócio de distintos outros é que nos vamos concentrar muito na ideia de a design institucional, portanto em algo que o ponto de introduzir a desabriidade e a desessibilidade web, será muito mais inquitivo, muito mais aplativo e será muito mais fácil para o estudante conseguir este terá informação e conseguir perceber aquilo que tem que fazer a lunda estunidade curricular. Eu acho que estes são alguns dos aspectos novos mas ao amendida que vai ser dentro dos ídios, este projeto de revisão e atualização do meu físico, os estudantes vão começar a perceber também algumas das altasções que nós vamos propor. Muito obrigado, pessoal, para a resposta completa e assim para ter o menino, a que conselho e deixaria a quem está agora começado, se o próprio sacadermo não é diversitado a esta? Naturalmente, naturalmente, qualquer estudante quando o entende sem de superior sente uma dificuldade da adaptação, eu tenho uma filha que está no ensin superior, entro este ano, o ensin superior, passou para aquela fase de amientação, passou para a fase de avaliação, passou para uma ansiedade da adaptação, arrito nos diferentes, avaliação diferente, conhecer pessoas diferentes, conforme as diferentes de ensinar. E é um processo perfeitamente natural que acontece em qualquer contexto que é distito que tive. Acontece nos recordarmos quando estávamos na escola primária, no primeiro ciclo, no ensin preparatório, aquela mudança radical, passada um professor para seis ó sete e depois quando passamos põe cintos secundários, começamos a ver alunos que tinham quase o dobro da nossa altura e tinham barba e já tinha outro tipo de preu que passaram no meio, nós olhávamos para eles e passamos a "Mu Deus, tão grande que elei" e depois nós próprios fomos gradualmente crescendo e começamos a ver que nós aqui éramos os mais altos e os outros ficavam mais mais baixos e é normal quando se sente numa nova espassa educativa, no novo contexto educativo, é a ver a esta ansiedade da adaptação e portanto a primeira coisa que eu diria era recomendar ao estudante tempo, tempo passar da petar, tempo passar de ambientar, tempo para perceber as dinâmicas de aquilo que é o ensinente distância, o ensinente distância é muito diferente que é um ensinem presencial, é um ensinem que pode ser feito é, permite maior flexibilidade, mas também promove e provoca maior isolamento e portanto é importante que os estudantes vão partilhando com outros colegas, trocando informações, procurando irá procurar de estudantes que estão a jornal mesmo a área geográfico utilizando, por exemplo, os nossos cientes locais da predisagem, para ver quem é que vive na madera, para ver quem é que vive no montijo, para ver quem é que vive ação João da madera para procurar deste tipo de contato mais físico que lhes permita depois interagir com os outros de forma presencial, ou mesmo por conta de digital, mas que permita alguma relação física porque esta é uma dimensão importante, por outro lado, também há alguma paciência como o deu, por agógico que o ensinem distância tal como é necessário uma paciência quando um aluno entra numa universidade tradicional e encaram uma sala d'ála com 250 alunos de uma fete atro e o deu centro não consegue reconhecer o nome dos alunos e o aluno quer colocar uma dúvida e o deu centro não tem tempo para responder a todas as dúvidas porque são tantos alunos e nós não conseguimos responder todos os dos prodigais que estão estes desafios e portanto, na dar tempo a unificiada aberta tem uma particularidade em relação às outras universidades, é que permite ao estudante matricular-se em menos unidades curricular e uma coisa que eu recomendaria é que não tem logo matricular-se em 5 unidades curricular-se no primeiro ano mas tem que ter gradualmente, começem com duas, três unidades curricular-se depois nos segundos semestre e já vão para quatro e depois nos sério do ano, no sério do ano, do sério semestre de matrícula já sem matrícula-se em cinco e vão grado de um aumento aos pocados porque isso está aves maior com o forto, a grande maioria dos estudantes vão ser profissionais, essa atipologia do estudante da unificiada aberta e portanto, há uma recomendação também que faça para grado de um aumento, olharem em paz unidades curriculares e pensarem comunidade curricular e que vale 156 horas da prodigagem 156 horas da prodigagem significa típicamente, se as minhas contas estão corretas, 6 horas, 6 acertoras de trabalho por semana, no munidade curricular vocês conciliando, trabalho, filhos, alguns deles já acompanhem também que também tem que começar a ajudar e apoiar estar a conciliar 36, 35 horas de manhã de estudo, que é aquilo que vale 5 unidades curriculares extraordinariamente pesado, porque com isso tem conciliar entre 35 a 40 horas de trabalho por semana e torna-se muito difícil o jelidia com 35 horas de estudo e 40 horas de trabalho e portanto aquilo que eu sugeria era ir com calma, gradualmente, 1, 2, 3 unidades curriculares no máximo, a primeira matrícula e ir em gradualmente a procura de ver como é que valida a voz de propria precesse para a górdica, voz de processa de aprendizagem e desenvolvem salto a normalmente ao longo do primeiro semestre, dos segundo semestre, essa principal recomendação portanto tempo a flexibilidade do meu delegógico permite, aprendi-se com mais tempo, ajustado ao tempo de cada um e as necessidades de cada um, não tentem fazer tudo no mínimo tempo possível, porque também não vão aproveitar tudo que o teu universidade vos tem a dar Seguimos ao final do nosso episódio, agradecemos em mim, a sua senhora viz de rei de cada nova, para ter acertado o nosso desafio, esperemos que esta comverso-se tenha sido presidio em formação dos outros e reflexive-se entre os centes para todos os centes e membros da comunidade acadêmica agradecemos à atenção de todos e convidemos ao ver os próximos episódios nos quais continuaremos a explorar temas, relevantes para trabalhos, conhecidos, todo mundo para o estado aberta, mais rica e integrada Podcast cofinanciado pelo PRR, Plenda Recuperação e Resiliencia pela União Europeia, www.recuperarprotugal.pt [MÚSICA DE FUNDO]

Podcast Summary

Key Points:

  1. O modelo pedagógico de Ondas de Averda é marcadamente assíncrono (5-0), promovendo flexibilidade de espaço e tempo, permitindo que o estudante organize seu estudo e avaliação conforme sua conveniência.
  2. A presença dos centros se dá por meio de vídeos, mensagens textuais e podcasts, e não por aulas síncronas, diferenciando-se do ensino presencial.
  3. O modelo está sendo atualizado, com foco em competências (conhecimento, aplicação e atitude), em vez de apenas conteúdos, e com alinhamento entre competências do curso, resultados de aprendizagem, atividades e avaliação.
  4. A avaliação está sendo diversificada, incluindo artefatos como vídeos, apresentações, trabalhos em grupo e reflexões, indo além do tradicional trabalho escrito.
  5. A inteligência artificial (IA) está sendo integrada de forma crítica e ética, com um assistente virtual (linha inteligente de aprendizagem) e um curso sobre uso ético da IA para todos os estudantes.
  6. Novas ferramentas, como whiteboard interativo e caderno aberto para registro do processo de aprendizagem, serão introduzidas, com foco em design institucional, acessibilidade e usabilidade.
  7. O perfil dos estudantes está mudando, com aumento de jovens entre 21 e 25 anos, exigindo adaptação tecnológica e pedagógica para atender novas expectativas.

Summary:

O episódio 2 do podcast explora o modelo pedagógico de Ondas de Averda, da Universidade Aberta, que se destaca por ser assíncrono, oferecendo flexibilidade de horários e locais de estudo, ideal para estudantes que trabalham ou têm compromissos familiares. A presença dos centros é mediada por recursos digitais, como vídeos e podcasts, em vez de aulas síncronas. O modelo está em processo de atualização, focando no desenvolvimento de competências (conhecimento, aplicação e atitude) e no alinhamento entre objetivos do curso, atividades e avaliação.

A avaliação está sendo diversificada para incluir artefatos como vídeos e trabalhos em grupo, além de textos escritos. A inteligência artificial (IA) é integrada de forma crítica e ética, com um assistente virtual para apoiar os estudantes e um curso sobre uso ético da IA. Novas ferramentas, como whiteboard interativo e caderno aberto, serão introduzidas para melhorar a experiência de aprendizagem.

O perfil dos estudantes está mudando, com mais jovens entre 21 e 25 anos, exigindo adaptações tecnológicas. O conselho para novos alunos é ter paciência e buscar interação com colegas para superar o isolamento típico do ensino a distância.

FAQs

É um modelo de ensino a distância focado na flexibilidade de espaço e tempo, permitindo que os estudantes organizem seu estudo e avaliação conforme suas necessidades pessoais e profissionais.

Diferencia-se pela ausência de aulas síncronas e pela flexibilidade total, usando vídeos, mensagens textuais e podcasts em vez de atividades presenciais, sendo ideal para quem trabalha.

Os princípios são aprendizagem centrada no estudante, flexibilidade, interação e inclusão, maximizados por inovação pedagógica e tecnológica.

A IA é usada para desenvolver competências práticas, com um assistente virtual (linha inteligente de aprendizagem) para apoiar os estudantes, e cursos sobre uso ético da IA.

É uma abordagem que organiza o curso em competências (conhecimento, aplicação e atitude), alinhando atividades, resultados de aprendizagem e avaliação de forma clara.

A avaliação é dupla: certifica competências e serve como estratégia de aprendizagem, incluindo artefatos como vídeos, apresentações e trabalhos em grupo, além de mecanismos éticos para garantir a autenticidade.

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