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Anthropic Part II

44m 38s

Anthropic Part II

A Anthropic experimentou um crescimento explosivo, com receita saltando de US$ 9 bilhões em dezembro para US$ 30 bilhões em março, adicionando US$ 21 bilhões em apenas três meses. Esse crescimento reflete uma mudança fundamental: o modelo Claude Opus 4.6 não compete mais pelo orçamento de TI, mas pelo orçamento de mão de obra, pois milhões de empresas estão adotando agentes de IA que entregam valor real. A chave do sucesso da Anthropic foi sua estratégia de foco: recusou metade do mercado, concentrando-se exclusivamente em soluções empresariais (Enterprise) em vez de produtos de consumo como geração de vídeo ou imagem. Isso permitiu investir em contexto longo, crucial para análises complexas de contratos e documentos jurídicos, atendendo às necessidades de empresas que exigem confiabilidade e segurança. Hoje, 80% da receita vem de empresas, e a Anthropic detém quase 40% do market share corporativo. A empresa também criou o Model Context Protocol (MCP), um padrão para conectar IA a ferramentas externas, adotado por gigantes como Google, Microsoft e AWS. Além disso, o Computer Use permite que a IA interaja com computadores como humanos, e a evolução dos modelos com raciocínio (Sistema 2) e foco em código tornou a IA mais eficaz. A lição principal é que clareza de foco e recusa de boas ideias são diferenciais competitivos, e a Anthropic está na vanguarda da economia de agentes, transformando o trabalho de forma profunda.

Transcription

8386 Words, 47430 Characters

Portuguese
A tropa que faturou 30 bilhões de dólares em maço. Em fevereiro, o valor é 19 bilhões. Janeiro, 14, dezembro, 9. Foram 21 bilhões de dólares adicionados em receita noisada em três meses. Isso é mais do que a receita noau do nobemco em 2025, que é a maior empresa de tecnologia da América Latina que fez tudo isso em 13 anos. A gente realmente está diante de novo momento. E você deve estar se perguntando por que isso está acontecendo? E a real é que a gente atravessou uma zona de arrebentação e está chegando em um novo lugar do mundo desde o lançamento do último modelo d'antropic, o cloud opus 4.6. E o ponto é que esse modelo não compete mais pelo orçamento de TI. Ele compete agora pelo orçamento de mão de obra. Não existe outra explicação de ver a empresa crescer 21 bilhões de dólares em receita em três meses. O que está acontecendo agora é que milhões de empresas estão dizendo. Vamos ao desses agentes. Vamos pagar por isso porque eles entregam o que vale o preço. E o momento de março continua acelerando. E tudo fica mais maluco quando a gente pensa que esses são os modelos, mais burros que a gente virar até o final da nossa vida. E hoje eu vou contar como o antropic está dominando o mundo. Essa é a parte de dois da série d'antropic e o último episódio sobre a empresa. Eu sou Lucas Abreu, fundador do Aura, e neste canal contamos as histórias de empresas e empreendedores. E antes de avançar para o episódio, deixa eu te pedir um favor, se inscreve no canal, deixe o like e comenta. E a parte um do episódio foi muito sobre os princípios de antropic e sobre dar uma modei, sobre a missão. Vale muito a pena, tal? Acho que você entende mais a evolução da AI também. E a parte de dois é sobre o que antropic construiu e como. E a resposta que eu encontrei não é óbvia, porque antropic no final do dia, ela dominou e cresceu porque ela recusou. Ela recusou o que me mais há, porque ela recusou o mercado mais barolhento. E ela focou no que importava nas suas fortalezas, no que gerava mais impacto. E aqui já fica a primeira lição do episódio, né? Para dominar o mercado, primeiro recuse metade dele. E como este vídeo eu habido, dizia, foco não é, dizer sim, para a prioridade com o principal, mas dizer não para várias boas ideias. E antropic fez exatamente isso em um mercado que todo mundo queria provar que poderia fazer tudo. Ela escolhiu essa excelente, em poucas coisas que realmente importavam. E antes de avançar, eu quero falar sobre os apoios do Aura que fazem esse trabalho ser possível. Antropic cresceu de 1,30 bilhões de dólares em 15 meses, focando em uma coisa em um princípio. Fazer as empresas trabalhar em melhor. E a OnFly faz o mesmo para viajes corporativas. Se a sua empresa engajar e viajantes por email, planilha o grupo de WhatsApp, você está perdendo dinheiro e tempo, os dois ativos mais escassos de qualquer operação, e a OnFly é o software que centraliza tudo. Colaborador pode reservar vôos de hotéis em poucos cliques, dentro das políticas da empresa de embolso, sempre se apassar por ninguém. O gestor acompanha em tempo real, inteira com a RP, tem visibilidade total dos gastos. Então é hora de parar de administrar a burocracia e começar a tomar decisão com dados. Então, conheçam o Fly. Acesse onfly.com.br ou acesse o link na descrição. Esse episódio também é apoiado pela BART. A adquirência aparece simples até você precisar de suporte. E aí você descobre o SLL longo, a plataforma instável, os relatórios são travados. A BART foi construída para a entrega uma experiência excelente para os clientes. Para essa ideia, ela tem um concieste dedicado para cada cliente. Ela tem zero atrasos em repasse, eles estão invitos. E milhares de médias e grandes empresas confiam na BART para processar bilhões. Porque está no DNA da empresa. Entregar um produto com excelência e obrigação, inclusive eles vão investir 100 milhões de reais em AI até 2017. Com essa BART, a sação do link na descrição ou acesse BART.com.br. Bom, sem mais elongas, vamos ao episódio. E o capítulo 1 é aposta em transformar o trabalho. Antropa que nasceu para ser Enterprise. Isso é parte de DNA e parte de estratégia. DNA porque Enterprise busca um segurança, que é uma espécie crucial na missão da empresa como eu descrevio na part 1. Estratéja porque Antropa, que nasceu com o menor play do mercado, além de ser o menos capitalizado em um mercado que você precisa de muitos bilhões para treinar o seu modelo distribuí-lo. E ele não tinha também a capacidade de distribuição da meta do Google, nem o FirstMove adivêntese, do OpenAI, que conseguiu após lançar o chat de APT. Então é óbvio que para prosperar, eles precisavam fazer algo diferente. Dario diz. O que as pessoas não entenderam? É que o Clod não nasceu para competir com o chat de APT no mercado de consumidor, nasceu para ser o modelo que empresas podiam confiar. O foco é Enterprise. Isso muda tudo, viu? As necessidades são diferentes. É preciso mais confebilidade, mais segurança. Somos uma empresa Enterprise. E o nosso sucesso, depende do sucesso dos nossos clientes. E poucas coisas importantes quanto clares, é um diferencial competitivo ocuto. E graças a ela, Antropic teve uma deligência de foco de sim vez já. Enquanto a internet era tomada de ferramentas como geração de vídeo ou imagem do GPT ou Gemini, a empresa nunca lançou um produto assim para o consumidor final. Ela sempre foi focada em construir uma plataforma que embedasse e incrementasse a inteligência dentro das organizações. Isso é muito forte e geroniamente na veia, porque se incroniza tanto discurso de AI com o valor gerado na ponta, na transformação do trabalho. E aqui abre um espaço para um framework, para entender como a Tropic chegou lá. Esse framework é o Right to Play e o Right to In. Então, um Tropic crescendo o mercado corporativo, o Right to Play era transmitir confiança e poder lidar com dados sensíveis. E o Right to In, que é a parte mais importante, é conseguir ser efetivo no trabalho e gerar valor. Porque ela está ganhando, é porque ela é muito efetiva no trabalho. E os números provam. Hoje, oito das dez maiores empresas, dois Estados Unidos, Usam a Tropic, como o seu principal proveedor de inteligência artificial. E sobre o segundo ponto, o Sefe ativo no trabalho, tudo isso decorre de uma aposta, que a empresa fez e era muito arriscada, mas se provou valida. Ela deixou muito do seu investimento e capital, em termos de produto para uma área que aumentava o contexto de cada modelo. Que no fim do dia, sendo bem simplista, permitia que o modelo lidasse com mais informações e isso importa muito mais do mercado corporativo. E deixa o dentez simplificado. Imagina que você tem duas pessoas lendo um contrato. A primeira consegue olhar só uma página por vez e a segunda consegue olhar 200 páginas de uma vez só. Quem tem mais chance de perceber contratoções, cruzar informações distantes, responder com precisão sobre o documento inteiro, a segunda sempre. E o fato do Tropic ter investido em contexto, ajudava justamente isso. E você pode estar esperando, entendi que eles fizeram isso e teve sucesso, mas porque é o API ou o TMI, porque a gente não está um fazendo isso. Eles são burros. E é claro que não, mas a OPAIN é nesse período, ela estava otimizando para outra coisa, escala e produto em massa. O JGPT já tinha 10 milhões de usuários e servir com texto longo para essa audiência tão massiva é muito caro, porque cada requisição consome muita memória e poder computacional. O cálculo econômico era diferente de atender empresas. E a Tropic como disse na seu com o outro clientemente. Então esses clientes exigiam que a AI fosse mais efetiva em análise de contratos, código, documentos jurídicos, do dirigência. E nesses casos de uso enterprise, por definição, exigiam segurar muito mais informações de uma vez. E aqui havia quase condivisão de filosofia, porque a OPAIN AI ela buscava o modelo mais inteligente e a MG que esse modelo fosse mais inteligente, ele de certa forma conseguiria driblar toda essa questão do contexto. E a Tropic ficou muito em criar um modelo mais útil e mais capaz de trabalhar em um ambiente que falhar custava muito caro. E valeu a pena a poxa da Tropic, porque hoje quase 80% da receita da empresa vende enterprises, e ela detém quase 40% do market share do segmento de acordo com a pesquisa da Menu Ventures, em dezembro de 25. E aqui já tem duas lições importantes, eu quero que você preste atenção. A primeira é que, em um ambiente tão competitivo como da inteligência artificial, essas vantagens, como o que o Tropic tinha investido mais em contextos, era o erodidas em muito pouco tempo. E eu vou explicar o porquê. Praticamente, um ano após a aposta do cloud ter dado certo em investir em contextos longos, o Google lançou um modelo de 1 milhão de tokens de contexto, o que é muito e era, tipo, quase 10 vezes, o valor do modelo inicial da cloud. Então, as vantagens competitivas desse mercado elas mudam todo momento. Acho que é por isso que Elon Musk fala que o Veradero Mode é velocidade e inovação continua. É tipo, fórmula 1 aí para os fans do Drive to Survive. Você tem um vantage competitivo que provavelmente vai prevalecer por um dois anos e logo depois, provavelmente a próxima montadora vai fazer o catch-up. E a segunda lição é que a Tropic sempre teve muito claro qual era o princípio da empresa que é fazer um modelo funcionar na prática e no trabalho. E como o Vino de Cozla diz, tem um episódio sobre ele, os grandes empreredores são obestinados na missão e flexíveis em estratégia. A estratégia sempre foi mudando dentro da Tropic, mas o princípio base de fortalecer e focar no trabalho sempre foi muito claro. E o retorno veio, mas eles sabiam que a grande inflexão estava frente e se chamava a economia dos agentes. Nesse momento, era previsto uma transição. A iaia evoluiria de respondedores para agentes que, de fato, executavam no mundo e resolviam problemas. E quando isso acontecesse, que é o que está acontecendo agora, parte do trabalho realmente seria passível de ser subjetuível e, diante disso, um mostramento muito maior das empresas também estaria disponível. Afinal, o mercado de serviços é muito maior do que o mercado de software. Só para dar um exemplo, no caso do mercado de rg, porque eu fiz um episódio sobre a compra, que é o empresa que trabalha nisso. O mercado de serviços para rg é 600 bilhões de reais no Brasil, só vingando. E o mercado de software é 20 bilhões de reais. Então dá para ter uma dimensão da diferença de tamanho quando se fala de transformar o trabalho de fato e não só vender uma tecnologia que vai empoderar alguém a fazer melhor. Mas bom, para economia dos agentes acontecer, avião passulantes que era construir a infraestrutura. Vamos para o capítulo 2, a construção da infraestrutura agêntica. Bom, como eu disse, toda a ideia era transformar AI de respondedores em agentes que haja em o mundo. E para entender o que a Android construiu e como dominar o mundo, você precisa entender o problema que existia antes. Porque o modelo, o Cloud, o chat, e o TFT, ele vivia inicialmente numa caixa de texto. Então basicamente ele recebia uma pergunta, ele consultava tudo que tinha aprendido até a data de coste do treinamento e devolviam a resposta. Era uma fotografia estática do mundo, sabe? Ela era muito inteligente, mas desconectada da realidade e se você perguntasse sei lá. O preço do bitcoin, aquele momento, ele inventava o admitir que não sabia. Se você pudisse para criar uma tarefa no seu noachon, ele te explicava como fazer. É execução sempre da fim de dia de você. Tipo um encote. E o próprio da edisia não importa o quanto inteligente você seja, se você não sabe nada e não tem acesso ao mundo, existe um limite para o que você consegue fazer. AI era um consultor brilhante, que só sabia da conselhos verbais. E o primeiro passo para mudar isso foi uma ferramenta chamada Function Calling, criada pela OpenAI em junho de 2023. Ele fornecia a capacidade de um modelo requisitar ações para que sistemas externos executassem. Já foi uma evolução e o início da autonomia do modelo, já que por vezes ele executava algumas tarefas sem interferência humana. Mas havia um problema. Ela não escalava devido a natureza das conexões que acontecia por meio de APIs. Tem três ações para a tauta. Por design, a API sempre exigia conexões personalizadas. Dois APIs chega uma limite de forma rápida e três precisam de atualização constante. Mas tudo mudou em julho de 2024 com o engenheiro alemão chamado Beav de Par. Esse API é passado na década em Fraesturan Facebook e estava sempre alternando entre duas janelas do seu laptop. Um era o Cloud e o outro era o editor de código. E o processo que ele fazia parece hoje como os Incas faziam, porque ele ficava copiando e colando código entre as duas janelas manualmente. Isso machucava quase que de um nível espiritual. Ele escreveu depois. Ela tem um sistema de AI incrível, esse cérebro, mas ele está no majá e não consegue alcançar o mundo. Para pessoas muito boas, problemas para serem soluções e uma das formas de encontrar formas de solucionar estudando história. Esse aprendizado sempre me deixa em choque, porque eu lembro muito bem do episódio que eu fiz sobre a Edmond Safra. Basicamente a forma pela qual ele adquiria clientes lá nos anos 60 para o seu banco nos Estados Unidos foi a mesma que a Rob Hood usou para crescer quase 60 anos depois. Então a história ou pelo menos os princípios se repetem e deve de par identificou a mesma coisa, porque anos antes a Microsoft tinha resolvido um problema quase indêntico para editores de código com um protocolo chamado Language Server Protocol, que basicamente colapsou integrações múltiplas em uma única camada. E era exatamente esse problema que existia na AI, faltava um padrô nilização. Então por durante seis semanas ele desenhou o que seria o MCP, o famoso Model Context Protocol, que transformou para sempre a conexão da AI com um desterno graças a padrô nilização. É uma evolução do Fertian Colling, que a OpenAI fez lá atrás. E é o momento o cabo USB da Intel Engine Artificial e cabo USB é muito importante, porque você padroniza. E no dia 25 de novembro de 2024, 12 dias depois do meu aniversário esse produto foi a público. Como o Dario disse? É, a gente sentia que havia um elu faltando entre os modelos em si e as coisas comuns que eles precisam fazer. Os modelos precisam, de alguma forma, se integrar a ferramentas. Precisam usar essas ferramentas. Precisa um acessar dados. O protocolo é essa cola, que conecta o modelo, as coisas que ele precisa acessar e usar. E ter outra analogia que funciona bem para você entender a importância da infraestrutura que é o PIX. MCP foi para a AI, o que o protocolo de pagamento de tantânio foi para o mercado bancário brasileiro. O protocolo era, nisso, da mente melhor, estou no abase de toda a indústria assim como o PIX foi no Brasil. O PIX é o doutor, Google adotou também. Em dezembro de 2025, Antropic do O, o MCP para Linux Foundation. O PIX, Google, Microsoft e AWS assinaram juntos. Então, resumindo Antropic criou o padrão que governa como todos os agentes se conectam o mundo. E o caso o MCP mostra quase que o pé no chão com a realidade da Antropic, porque ela não perguntou o que os outros laboratorios estão lançando em relação a isso. De alguma forma, a reflexão era interna. Era algo como. Qual agargar o real para agentes serem úteis no mundo. E ao resolver isso acabou definindo o padrão da indústria. Isso é parte fundamental do avanço da inteligência artificial, mas é claro que a limitações. MCP é muito feito para o mundo moderno, um mundo do software, mas tem muitas ferramentas do mundo real que não existem MCP, né? E para isso, em outubro de 2024, na paralela, Antropic lançou outra ferramenta que foi muito importante, chamada o Computer Use. E a ideia aqui era uma poxa diferente. Em vez de construir ferramentas específicas para tarefas específicas, Antropic ensinou a cloud a usar qualquer ferramenta da mesma forma que um humano aprende e usa computadores, olhando para a tela. Então o modelo passou a perceber e ter fácil de computador interagir com elas. Olhe a para tela, moveu o cussô, olhe a para ela, moveu o mouse, clicar em botões, digital texto. Sempre precisar de API, sempre precisar que o sistema coopere, sempre precisar que alguém construa a integração. Em esses dias eu vou estrear minha mãe, eu chamei só para mostrar ela como era AI e o cloud usando o meu computador. É um momento sempre hilário. Então, juntos o MCP e o Compirre Use descobriram o espectro inteiro, né? Um mundo conectado e estruturado e também o legado, ou que não estava nessa infraestrutura moderna. Assim, a infraestrutura agêntica passou a ficar mais pronta. Mas isso não era suficiente, porque um agêntic que consegue agir, ainda precisa saber o que fazer e não se perder no meio do caminho e aqui que entra a evolução dos próprios modelos na equação. Então vamos para o capítulo 3, a evolução dos modelos. Tudo que eu descrevia até aqui, infraestrutura, MCP, Compirre Use, e é acontecendo em paralelo algo mais fundamental, que era a evolução dos modelos. Não adiantava nada ter toda a infraestrutura setada se eles não tivessem o modelo que tivessem na fronteira. E algo aconteceu porque os modelos estavam ficando cada vez melhores, de forma exponencial, graças à lei da escala, que eu expliquei no entrópico que partiu. E para tudo isso acontecer, dois grandes elementos evoluíram. O primeiro era o contexto de cada modelo aumentava, não só no entrópico que mais em toda a indústria, como o Diciante está quanto maior a gente ainda de contexto, maior a capacidade do modelo de reter na cabeça, mais informações, mais dados, mais documentos. E quando a gente fala de AI, isso é essencial porque o trabalho, muitas vezes, é composto de vários passos e etapas. E essa é a diferença entre uma gente que consegue, de fato, terminar um trabalho e substituí-lo, de uma gente que não conseguiria fazer isso porque provavelmente ele esqueceria o objetivo na metade, ele já não teria todo o contexto. E o segundo elemento muito importante para muitos foi, talvez, outra grande inflexão da inteligência artificial foi a capacidade de rastro e assinar os modelos. Os modelos de rastrocingos começaram de forma pública com o chat de PT ou o An em setembro de 24. E todo seu poder em impacto vendo passo de que eles pensam de forma deliberada por mais tempo antes de agir. A sua lógica é de uma cadeia de pensamentos, no qual ele segue uma série de passos antes de responder qualquer pergunta. O modelo realmente pensa e com isso ele traz resultados melhores e mais acurados, especialmente em tarefas mais complexas. Então eles planejam, geram rastrocinhos internos, testam em portas, descartam caminhos 1s. De certa forma, ele segue um framework que foi muito popularizado por Dan Kenman, que é sobre as duas formas de pensar. Então, basicamente, nosso cérebro humano tem o sistema 1 e o sistema 2. E o sistema 1, que é uma parte do nosso cérebro, ele funciona de forma mais rápida, intuitiva, automática. E o sistema 2 é mais analítico, mais profundo, mais iliberado. Então, a capacidade de rastrocinho adicionado aos modelos está justamente no sistema 2. Então, foi uma inflexão enorme para AI ficar mais útil e mais inteligente de fato. E bom, sobre o avanço dos modelos, especialmente em código, tudo isso era resultado de uma decisão muito importante, tomada lá atrás, que começava a se pagar muito o foco no código. Benman, um dos fundadores de Anthropic, escrevi um documento em 2021, poucos meses depois de fundarem a Anthropic. E o título era direto. Por que deveríamos focar exclusivamente em AI Code? Simples a trás está, quando ninguém ainda sabia do tamanho da revolução que estava por vi. E mais uma vez, eu vou trazer a frase que eu falei no começo do episódio. "Claresa" é um diferencial competitivo. E bom, havia duas ações para a empresa focar em Code. E a primeira é explicado por Dario Amodei. É. isso sempre foi muito claro para nós. Ter os melhores modelos, a celera pesquisa. Então, se você lideir em Codei, você acelera pesquisa. E se você acelera pesquisa, você constrói modelos ainda melhores. Então, veja, o código gera um vantagem competitivo, que se alimenta a todo momento. Os próprios modelos passam a construir os modelos do futuro. Eles passam a se reproduzir de alguma forma, né? E a segunda vantagem é com o mercado de codem, tem muito mais ossamento e disponibilidade para pagar. Os desenvolvedores são usuários muito exigentes e muito vocais. Existe uma comunidade muito forte. Então, se você convence onde o desenvolvedor provavelmente a empresa vai pagar, porque ele é parte crucial do que importa no dia de hoje, que é justamente uma experiência digital. E agora temos modelos poderosos, infraestrutura pronta. E o. O próximo ponto mais importante para o Antropic dominar o mundo é a conexão com o produto. Mas antes, um recado, este episódio é oferecido pelo Boost Lab, a estratégia de 20 recapitulo do BTG Pactual. Nessa série sobre o Antropic você viu que a empresa não cresceu sozinha. Ela utilizou o parcerias, eu falo muito disso na partil. Então o Antropic teve parcerias muito fortes com a AWS, com Google, com azure, com a Salesforce, com Accenture. E ela utilizou essas parcerias estratégicas para distribuir o clod nas maiores empresas do mundo. Mesmo de ter o reconhecimento que tem hoje, hoje o produto do Antropic se vem sozinho, lá atrás não. Então a lógica é, parceria certa, na hora certa, em curta anos de caminho. E o Boost Lab parte dessa mesma lógica, tá? Porque ela é plataforma do BTG para estar tábamos que querem acessar muito mais do clicapital, conexões estratégicas, desenvolvimento operacional, mentoria e proximidade com o ecosistema de um dos maiores bancos da América Latina. E para quem quer construir algo relevante, eu tenho certeza que quem está ouvindo a hora de som e a grande tem muita ambição, se você quiser lembrar, uma grande parceria não é só dinheiro, é distribuição, é credibilidade, é acesso a portas que normalmente levam anos para abrir. Então se você quer colocar sua empresa nesse tipo de ambiente, o momento é agora, e corre, porque as inscrições se encerram em breve no dia 10, fala que Lucas abreu do Aura te mandou, o link da aplicação tá na descrição. E vamos embora, capítulo 4, a conexão. Bom, brilhantes no técnico, sem conexão com usuário, não vira produto, vira paper, e já que a Apple fez 50 anos em sentimentos no dia 1 de abril, eu vou citar mais uma vez esse video ofs, ele dizia que mesmo uma empresa cheia de grandes engenheiros, precisa existir uma força gravitacional que junte as peças em algo que faça sentido para o usuário. Sem isso você tem tecnologias brilhantes que só estão flutuando pelo universo, né? E esse é o problema clássico dos laboratórios GAI, você pode ter o melhor modelo do mundo e não saber como transformar isso em algo de fato as pessoas usam a quem diga que foi o que aconteceu com Google, afinal eles escreveram o paper mais importante dos LOMs, o Atention Resolvionid e não construir um produto à laixa de PT na época. Em um time fundado por cientistas, carregava esse e-seio. Somos vítimas dos nossos traumas, e talvez o lugar onde eles encontraram a conexão do laboratório com o produto para o usuário foi na OpenAI e lá eles passaram a ter uma cultura de produto e eles quiserem trazer isso para o Tropic. Isso sou eu, Lucas, especulando, mas é bem men que foi o mesmo cara que falou sobre a estratégia de code, ele criou o Antropic Labs e a missão era simples. Fazia a transferência de pesquisa para produtos que chegassem ao usuário final. E nessa área que foi criado o MCP e o Cloud Code. E a ideia é que a inovação acontece quando você coloca pesquisadores próximos de problemas reais e para isso, o verifúso, brasileiro até, tá? Mike Krieger, que foi cofundador do Instagram. E a escalópula da forma para mais de um bilhão de usuários eram dos executivos do mundo que entendi muito de produto e escala técnica. Como o próprio da área disse no anúncio que aconteceu no dia 15 de maio de 2024. Nós estamos do sentido tão sortudos de ter o Mike na liderança. A experiência dele em desenvolver produtos intuitivos e experiências incríveis para os usuários terão muito valor. A gente espera que ele nos ajude a revolucionar as formas pelas quais pessoas interagem com o Cloud no ambiente de trabalho. Assim que assumiu, Mike trouxe logo a fazer o foco. Ele disse, em vez de correr, atrás de um sucesso viral no mercado consumidor, a gente está apostando forte no que realmente faz bem. Ferramentas para desenvolvedores, pesquisa, insegurança e rassuccínio de longo contexto. Ele complementa em uma frase que eu adorei. Abraça quem você é e quem você pode se tornar, em vez de tentar ser quem os outros são. Mais uma vez, se tem uma lição dessa história do Antropic, é o foco. O que essa contratação trouxe e foi uma conexão ainda maior entre o laboratório e a necessidade dos clientes finais para responder a pergunta? Como certificar que o impacto acontece na vida das pessoas? Essa pergunta ainda é mais importante por causa das características do AI. A cada evolução do modelo, mais casos de uso, aparecem de maneira quase que randômica. Me lembra até aquela frase de Rick and Robyn, né? Criação encontra o seu criador e a tecnologia de certa forma se prolifera através de produtos. E falando em conexão, você sabe qual é a maior que existe, é quando você sente a dor, conselha o próprio cliente. E isso é um princípio que Antropic priorizou para a construção de produtos. Ele sempre focaram e construir internamente ferramentas para que eles usassem. E se fossem excelentes, ela ia ao público. Inclusive, eles faziam racatons internos. Eu não contei essa história, mas o MCP passou por um raco-wik interno antes de ser lançado. A Figma, outra empresa que eu cobria aqui no Aura também utiliza de racatons para construir soluções internas. E a que fica a lição, né? Seu seu próprio cliente é um diferencial competitivo. E isso explica porque o primeiro grande produto da história da Antropic foi o Cloud Code. Então, finalmente, chegamos a essa parte que eu tenho certeza que cita avancioso. Cápito do 5, o Cloud Code, finalmente chegamos. E toda a história começa com um filho de migrantes, o Cranianos, Boris Cherny. Na primeira semana, ele escreveu uma parte do código na mão, ou seja, no computador, né, na mão diretamente. E o seu manager, prontamente crítico. O que você está fazendo? Está escrevendo código na mão, aquele constrangimento plantou uma semente. Ele passou a brincar com um protótipo interno de código da Antropic, chamado Clid. E a real é que essa ferramenta ainda não estava lata. Era lenta, pesada, cheia de bugs, mas funcionava, ajudava. E a virada aconteceu quando Boris se resolveu dar ao modelo, que era o Sony S3.7, acesso a ferramentas como aos arquivos e ao terminal. O que aconteceu foi o que o pessoal chama do Product Overhang, que acontece quando o modelo já consegue fazer algo extraordinário, mas nenhum produto foi construído para capturar essa capacidade. Então, Boris deu acesso ao Cloud ao terminal e o modelo simplesmente começou a explorar, de forma autônoma, passou a ler arquivos, checar importes, construir com texto, e a ferramenta ficou muito melhor. Então, em novembro de 2024, dois meses depois do primeiro protótipo, Boris liberou uma versão interna. No dia 1, 20% dos engenheiros da Antropic usaram. No dia 5, metade da empresa. Dario, inclusive, perguntou para Boris e se ele estava forçando as pessoas a usarem. Ele não estava, ele não tinha nem moral para isso. Dario, comenta. A gente percebeu algo curioso. Pessoas que não sabiam programar estavam brigando o terminal só para usar o Cloud Code, não para escrever código para organizar projetos, processar informações, planejar o dia, a interface era terrível, terrível, e as pessoas usavam mesmo assim. Eu olhei para aquilo e pensei, demanda reprimida. O caminho estava claro. E aqui só dois comentários, o primeiro é que a gente estava falando de novembro de 24. Eu falei, "Demissé Peque foi lançado no dia 25 de novembro de 24". Eu falei do Compere News que foi lançado em YouTube de 24. Eu estou falando do Cloud Code foi lançado em novembro de 24 também. Então, olha a quantidade de novas soms que estava acontecendo dentro do Antropic, de forma paralela. Isso é simplesmente surreal. E o segundo comentário que eu queria falar é que, mesmo com os desafios de UX, de UI, do Cloud Code, a experiência era bolso eficiente para as pessoas usarem. Isso explicava demando natural pela ferramenta. Isso, sem ainda não entender o Cloud Code, basicamente, era um agente de código que programa diretamente a partir do seu terminal. E ele é a evolução natural da UI, que sai de uma inteligência de formado de consulta, copilot, para a gente, como eu falei lá em cima. É, de fato, o acontecimento que se esperava. É, de fato, a realização da visão. E graças ao lançamento do produto, a empresa começou a crescer no ritmo cavalar. Como eu falei, ela saiu de 1 bilhão de dólares, 15 meses atrás, para 30 bilhões, agora em março de 2016. O Cloud Code é um salto tão grande quanto o GTPT foi em 2022. Estima-se que em fevereiro, 4% de todos os comitos públicos do GitHub foram feitos por Cloud Code. Dia de dessa curva é muito provável alcançar 20% ao final do ano. Ou mais. E tudo isso me recorda a Lady Parkings, que é um das mais importantes do mundo venture capital que diz o seguinte. Pera aí, já atenção, tá? O risco do produto é inversamente proporcional ao risco de mercado. Ou seja, se o produto for muito difícil de ser construído, ou seja, ter um risco imenso nele, dificilmente se vai ter um risco de mercado, porque você vai ser um único nessa categoria. Já se o produto for fácil de ser construído, provavelmente se vai correr um risco de mercado, porque você vai ter mais competidores. E a Cloud Code corre a um risco baixíssimo de remercado, porque ele correr um risco muito grande de produto. E a gente tem passado a ver gráficos como esse que está no tela, no nível de crescimento e de esponensialização imenso. E o elemento que entrega esse crescimento esponensial foi, de fato, a capacidade de ter um produto superior. A parte mais surreal e fascinante é que agora toda aquela profecia de investir em code em de fato está acontecendo, porque o Cloud Code está escrevendo assim mesmo. 90% do código do Cloud Code é escrito pelo próprio Cloud Code, pensando que isso significa. É quase com a auto reprodução assim, é um loop que se alimenta e que está acelerando. E Cloud Code já é a fermenta primária de muita gente, né? Ele tem passado por alguns problemas de instabilidade, eu tenho um amigo meu que é empreendedor e nem a empresa dele só tem gente assim, muito, muito boa. E ele brinha aqui nas duas horas que o Cloud se é o doce, uma da passada. Ninguém sabia o que fazer. É tipo como se desligar WhatsApp de muitos empreendedores por aí. Porque é um drop que está mudando o trabalho. E é claro que os concorrentes vão evoluir, né? O Codex 5.4 é uma prova clara disso. E é muito difícil prever o qual será o caminho daqui pra frente, especialmente em tecnologias com o caráter exponencial. E isso nos leva ao próximo produto que eu vou falar, que é o Callwork, capital 6 Cloud Codework. Bom, com o foco de impactar o máximo do trabalho, o Android desenvolveu o Cloud Codework. Ela percebeu que os Teams não técnicos internos como um tipo marketing ou de vendas, eles começaram a usar o Cloud Code, um lugar do Chat, atraídos pela capacidade de lidar com o trabalho complexo e os multiplicos. E o Callwork é um resultado disso. Ele tem, basicamente, a mesma capacidade, mais de uma experiência simplificada e desenhada para o trabalho de conhecimento fora do contexto do código. É uma forma de melhorar a experiência das pessoas não técnicas. E no primeiro dia do lançamento, a maior parte das métricas, segundo o relatório interno, estavam quatro vezes acima de qualquer coisa que a Antropa quer via lançar do antes. Isso confirma o princípio que a Antropa quer aprender com Cloud Code. Quando o produto é bom suficiente, as pessoas também ignoram um pouco da fricção. Elas vão em direção a ele mesmo que dê um pouco de trabalho para aprender. E o qual o que é basicamente a prova de que os agentes não são só para desenvolvedores, eu sou para Code. Qualquer trabalhador do conhecimento pode parar de executar tarefas operacionais e começar direcionais agentes. Isso muda o mercado de forma dramática. Eu vou trazer um exemplo meu aqui Lucas. Basicamente eu estou acompanhando as métricas do meu podcast. Eu tinha um API que puxava do Spotify e eu também tinha um API que puxava do YouTube. Na API de Spotify, eu não tinha acesso ao número de horas consumidas em cada episódio que para a minha metria mais importante, porque eu estou maximizando a época a pessoa está passando comigo. E para mim é a maior metria de qualidade de horas consumidas. Então, antigamente eu precisava ir em cada episódio para ver as horas escutadas. E aí surgiu o Cloud Code Work. Basicamente ele passa até acesso ao meu computador. E ele faz esse trabalho que o Esneil é fazer de clicar em cada episódio e ver as horas de forma semana. Então, de fato, é uma grande transformação na forma como as pessoas trabalham. Porque ele passa a integrar com os ferramentas que a gente já está utilizando hoje. E como eu disse, isso muda também no mercado de forma dramática. No dia 30 de janeiro, Antropo que lançou 11 plugins para o Cloud Code Work. Para legal, para finanças, para vendas. Isso até provocou depois uma queda relevante das ações das empresas de SaaS. Porque de alguma forma, os investidores entenderam que essa plataforma do Cloud Code Work iria evoluir ao ponto de substituir alguma parte das ferramentas SaaS. E assim, hoje a fórmula atual é o modelo Pede Permissão, mas é projetado para a G. É um agente com alguns limites que são importantes para o corporate. E sobre o Cloud Code Work, a última versão foi construída em uma semana e-mail. E feita quase que interamente por Cloud Opus, que é o novo modelo da Antropo. E você vê várias dessas tâmbas, o Cloud Code Work é construído uma semana e-mail. Mas a real também é que foi mais de um ano de prototipação até chegar a esse ponto. Só foi lançado realmente pontas pessoas que não eram técnicas, tinha a capacidade de fazer trabalho relevante através dela. E assim, o fórmulo continua sendo assim como a radade de do de zero, impactar o trabalho. Tem até uma pesquisa que Antropo que fez com os usuários que perguntava para as pessoas. Como você quer que a AI te ajude e a divine em coar a resposta número um com mais de 19%. Essa é a lência profissional. Então ela mirou desde sempre no problema certo. E alguns números que comprovam. Hoje, mais de 500 clientes gastam mais de 1 milhão de dólares por ano. 8 das 10 maiores empresas, 12 Estados Unidos, são clientes. Então Antropo, de fato, está na fronteira desse novo paradigme. Mas é claro que isso também vem com alguns impostos. Vamos ao capítulo 6, "Os desafios". Resentemente você deve ter visto Cloud Code, teve o seu código vazado. E isso é nitidamente resultado de uma cultura que tem implementado muita velocidade às vezes de forma sem controle. O ritmo está tão grande, é tão exponencial que provavelmente Antropo e todas as empresas do segmento verão cada vez mais riscos de segurança. Então, cyber-seguirança será um grande tema para Antropo que já está vendo hoje. É muito difícil você construir em tal velocidade sem pagar o imposto de não ter uma retagada tão forte. Outro também é um que dar uma odedora a falar sobre a difusão. Defusão basicamente é a capacidade das empresas e das pessoas adotarem reais. E tem uma frase que eu gosto muito, que diz assim. Imagina que os modelos pararam de avançar. Daqui a 10 anos, ainda assim, o mundo seria completamente diferente. Porque as pessoas vão entender como estrair mais desses modelos. Foi o que o Bores fez com Cloud Code em relação ao sonet 3.7. Então sim, haverá um desafio da difusão e do entendimento sobre como as pessoas vão aplicar na sua vida de forma eficiente. É mais fácil falar sobre os AI do que de fácil aplicar em escala. Então, haverá um tempo de difusão e adaptação. Isso pode ter alguns desafios e problemas para empresas como Aetropa e como Open AI. Daria o fala. Qualquer feature é o produto como o Cloud Code ou o Cloud Work vai ser primeiro adotado por desenvolvedores individuais, por exemplo, do Twitter ou de empresas seriares. Muito antes do que será adotado por uma empresa grande. Isso é fato, assim. Eu tenho começado com as pessoas de tec de empresas grandes e o Cloud Code, por vezes, não é utilizado. Dado os riscos. Imagina só. Você construir 10 anos de código. E aí, você tem um desenvolvedor usando o Cloud Code ali em cima do que você está fazendo. É claro que você vai perder um pouco do controle e ter alguns sitios que não têm adotado. Acho que o grande risco vai ficar obsoleto. Então, assim, existe um desafio de difusão. Outro desafio muito relevante é o que aconteceu com a discussão da Tropic, com o Pentágono. O departamento da Guerra dos Estados Unidos usou a Tropic, com uma das ferramentas G.I. para utilizar uma arma de guerra automática. E por isso está tendo toda essa confusão com Trump. Eu sinto que esse é só o começo desses problemas que a empresa terá sobre segurança, porque como eu falei no episódio, às vezes a forma como as pessoas, as empresas, os governos aplicam AI é quase que de forma randomica. Então, será preciso cada vez mais o cuidado e um entendimento e a discussão, o que é o que eu trouxe muito na parte 1 sobre qual é a missão, qual o propósito, qual é a visão, quais são os limites que a tropa se dá enquanto a empresa, justamente para ir ai, não ser utilizado por agentes negativos. Outro ponto que eu não entrei muito no episódio é a questão do modelo financeiro. Pessoal, não tem a dúvida. Tudo o que a gente está usando hoje está sendo subcidado pelo capital de 20 Recapitou. Muito obrigado, VICI. Muito obrigado, Amazon, Google e todos, e soft bank, que está investindo na OpenAI e as outras empresas que investem no Tropic. Tudo isso está sendo subcidado porque custa muito, muito caro. E eu não tenho dúvida com as grandes discussões dos próximos anos, será. Eu entendo que a gente tem esse gênio da lâmpada que hoje executa tarefas, a gente consegue fazer com que essa inteligência aconteça de forma mais barata. Para de fato, conseguem impactar mais pessoas e mais empresas, essa será a grande discussão dos próximos anos também. E agora, pessoal, se você acompanha o Aura, você sabe que a gente vai entrar na parte de lições. Mas antes, deixe o Paul Zápoh no segundo. Antropic patrocinou recentemente a exposição Monet Vinesa no Young Museum em São Francisco. Mas ele não colocou um banela. Ele colocou máquina de escrever. Os visitantes pudiam sentar de dar uma pergunta sobre os quadros e o Claude, uma folha de papel cartão, respondia sobre o Monet. Numa sala ao lado das obras originais. Então, quem for para São Francisco fica a dica. E cada ponto de contato como esse, comunica quem Antropic é antes de qualquer palavra sobre modelo, bem-tem-marque ou sucesso. E as empresas que querem favorecer sua marca fazem esse tipo de iniciativa. E uma das formas é através de um kit de boas vindas bem feito. Um presente que chega com sua marca no momento certo. Pequenos objetos que comunicam quem você é antes de qualquer reunião. E é exatamente isso que a lobby pode construir para você. A lobby é a plataforma número um de brindes cooperativos do Brasil. E ela faz da produção até entrega de forma automatizada e um contexto perfeito para médias e grandes empresas. Por isso, o que o Aifuide e o Butcario são clientes e confiam nele. Você define o que você quer, eles entregam. Conheça mais na lobby.tech ou acesse o link na descrição. Pessoal, vamos fazer um recap. Antropic conseguiu conquistar o mundo, porque ela fez quatro apostas que deram muito certo. A primeira foi a posta em transformar o trabalho e com isso conquistar o mundo em terprais. O segundo foi construir as ferramentas que moldaram toda a infraestrutura do mundo de agentes. Terceiro, obviamente, modelos muito poderosos. Isso é parte essencial e fundamental de toda essa história. E quatro, a conexão com o produto através do Antropic Labs que eu comentei. E vamos para as lições. O que eu aprendi com o Antropic? A primeira gangelição é um que acontece com várias das histórias que deram certo no auro, mas que ela se repete e se repetir nesse caso, o Antropic, que é a questão do foco. Para dominar o mercado, primeiro você precisa recusar boa parte dele. Imagina que, com os modelos poderosos do Antropic, a quantidade de oportunidades de criar novos produtos, novos job subidantes, que eles acabaram recusando internamente para focar no trabalho em terprais, para focar no produto focado em código. Então, isso é algo que diferencia a estratégia deles, vis a vis a da OpenAI ou do Google. Ele sempre focou na sua missão, a empresa sempre focou em fazer poucas coisas de forma excelente. A segunda gangelição é ganhar sendo diferente o Antropic começou depois, tinha muito menos capital, não tinha distribuição dos grandes players como Google, Meta, OpenAI. Então, elas vão atacar uma vez que ela é específica e resolver um ador. Então, quando você está concorrendo, eu costumo falar que você só pode ganhar se você fizer diferente e se você tiver certo na sua tesra. Benman, um sonador de Antropic, escreveu em 2021, que a empresa deveria focar em AI Code. E hoje, em 2016, sem dúvida alguma code é o principal e user case da AI dos LOMs. Então, eles tiveram muito certo e eles executaram tão bem essa tesia que, último modelo que eles lançaram no dia 7 de abril, o Cloud Metos, é tão poderoso que não vai ser público, porque quando eles criaram um modelo que era muito bom em código, por acaso eles tornavam muito bom e outras coisas também como ataques à segurança de sistemas. Então, esse modelo é tão poderoso, porque eles caram tão bons em criar modelos focados em código que eles não vão lançar a público de mediato. Então, essa é a derivada, eu falo um pouco dos desafios, que esse era um desafio, porque, de certa forma, ele criou tanto uma solução muito poderosa quanto um veneno também. Bom, mas a lição é visão sem dúvida, é a diferencial competitivo, o culto. E tudo isso, toda essa clareza talvez nasce no que eu falei do. um antrópico que partiu, que é o Republic of Lairers, a cultura do mesmo, ou seja, a cultura de pensar, de forma proativa sobre o futuro. Quatro lição, às vezes você precisa criar a infraestrutura, e isso é estar na fronteira. O MCP foi construído por dois engenheiros, uma sala em Londres, para resolver um problema real, de fragmentação que é atingir a todo o mercado, e no momento que o antrópico criou o protocolo, de certa forma, ela construiu um trilho que tem algum tipo de diferencial em relação aos concorrentes, por mais que o protocolo MCP tem sido doado para a Linux Foundation, mas sendo duvida da um édio, porque ela entende por trás do mecanismo, mas aqui fica a lição, às vezes você precisa construir a infraestrutura. A quinta lição seja o seu próprio cliente, então tem um dos aprendizados da Clarem Parkings, que fala o seguinte, tenha certeza de que seu cachorro quer comer comida de cachorro, e a Cloud Code nasceu da duro do Boris Cherne, um engenheiro que escreveu o código na mão, que foi corrigido pelo manager, depois construiu para si mesmo, usando o Cloud Sonnet 3.7 e acabou virando o Cloud Code. O MCP parte da mesma perspectiva era para resolver um problema interno, então, Antropac usa isso como um grande princípio de produto, os os produtos seja seu principal cliente, isso é um diferencial competitivo enorme, e até tem uma entrevista que dá a meu participa que o entrevistador pergunta assim "Ah, mas por que Code foi a primeira grande inovação?" Eu falo assim "Pô, porque é o mais próximo do que a gente vive, dificilmente o modelo de Antropac vai ser incrível, sei lá, em gerir de materiais, estou chutando aqui, tá?" Porque não é o que o último trabalho é, eles não conhecem essas dores tão afundo quanto o caso de Code. A sexta lição é que vantagens competivas são erudidas muito rápido, então é preciso ser flexível na estratégia, a liderança em contexto longo que eu trouxe lá no começo foi copiado em menos de um ano, e o que permanece é um princípio não atática, mas uma vez como Vino de Cosladis, os grandes empreendedores são obstinados na missão e flexíveis na estratégia, é muito importante pensar sobre isso ainda mais no mundo de hoje, às vezes você lança algo e no outro mês ou com corrente de já copi of ainda mais no mundo o Cloud Code, né, quando software é cada vez mais defensável, é muito importante pensar sobre isso, principalmente no mundo acelerado que a gente vive hoje, se você constrói um produto provavelmente se algum corrente poderá copiar em um mês em uma semana até, a gente vai ter uma vez mais a gente se pergunta cada vez mais o que não é copiável e aí vem aquele conselho do Davivales, né, posiciona e sinais cascês a invés de abundância, a sétima lição é que o brilhantismo técnico sem conexão com o produto é paper, o Google escreveu o Atention do Exói Unido e não construiu o Chat de PT, você precisa conectar justamente com as dores dos clientes, a 8th a lição é que quando o produto é muito superior a flexão som, as pessoas não técnicas elas se abituaram e aprenderam ao usar o terminal com eu só para usar o Cloud Code, porque era um produto muito melhor do que a via disponível no mercado, é o mesmo princípio que acontece sei lá, um podcast com uma que tem 5 horas de duração, como você sabe que é um produto muito diferenciado e muito bom, você está sujeito, você aceita, ou quase que o desafio de escutar um podcast por 5 horas, então a lição é, se seu produto foi muito bom, ele pode até ter fricção, porque as pessoas vão se deslocar para acompanhar, é como conferências lá fora, tipo o BCV, as pessoas aceitam a fricção de se deslocar para California, porque sentem que a experiência é muito boa e muito diferente, por fim toda essa revolução, todo esse crescimento está acontecendo porque a economia dos agentes não está competindo com o assamento de TI, mas com o assamento do Red Count, só o turno de gamento de vendia ferramentas para as pessoas trabalhar em melhor, hoje os agentes fazem o trabalho, o Cloud Cloud, ele não cobra, ou por menos você não pensa na purificação por causa do assento, mais sim pelo output, então quando você vende o trabalho, o teto da monetização é completamente diferente, bom essa foi a saga da Anthropic, eu adorei fazer esses episódios, para mim foi muito uma forma de aprofundar sobre essa tecnologia que eu tenho utilizado e estudado mais a fundo, AI, Cloud Cloud, Replet, então foi super interessante aprofundar, entender quem são as pessoas por trás, se você gostou desse episódio, curte, compartilha, manda para algum amigo, para algum amigo, para um colega de trabalho, no Slack da Fima, meu marketing depende de esse manje de tudo do boca-boco, então é muito importante para mim, e aqui vou deixar uma dica final, vai assistir devorador de estrelas no cinema, filme super, super legal, o meu inglês é Project Hail Mary, então até a próxima e use in Cloud Cloud, mais uma vez obrigado por escutar e até a próxima.

Podcast Summary

Key Points:

  1. A receita da Anthropic cresceu de US$ 9 bilhões em dezembro para US$ 30 bilhões em março, adicionando US$ 21 bilhões em três meses, superando a receita anual da maior empresa de tecnologia da América Latina.
  2. O modelo Claude Opus 4.6 não compete mais pelo orçamento de TI, mas pelo orçamento de mão de obra, indicando uma mudança para a economia de agentes.
  3. A Anthropic dominou o mercado ao recusar metade dele, focando em soluções empresariais (Enterprise) em vez de produtos de consumo, priorizando confiabilidade e segurança.
  4. O investimento em contexto longo (capacidade de processar grandes volumes de informações) foi crucial para o sucesso no mercado corporativo, com 80% da receita vindo de empresas.
  5. A criação do Model Context Protocol (MCP) padronizou a conexão de IA com ferramentas externas, similar ao PIX no Brasil, e foi adotado por Google, Microsoft e AWS.
  6. O Computer Use permite que o modelo interaja com computadores como humanos (olhando a tela), enquanto a evolução dos modelos com raciocínio (Sistema 2) e foco em código tornou a IA mais eficaz.

Summary:

A Anthropic experimentou um crescimento explosivo, com receita saltando de US$ 9 bilhões em dezembro para US$ 30 bilhões em março, adicionando US$ 21 bilhões em apenas três meses. 6 não compete mais pelo orçamento de TI, mas pelo orçamento de mão de obra, pois milhões de empresas estão adotando agentes de IA que entregam valor real. A chave do sucesso da Anthropic foi sua estratégia de foco: recusou metade do mercado, concentrando-se exclusivamente em soluções empresariais (Enterprise) em vez de produtos de consumo como geração de vídeo ou imagem.

Isso permitiu investir em contexto longo, crucial para análises complexas de contratos e documentos jurídicos, atendendo às necessidades de empresas que exigem confiabilidade e segurança. Hoje, 80% da receita vem de empresas, e a Anthropic detém quase 40% do market share corporativo. A empresa também criou o Model Context Protocol (MCP), um padrão para conectar IA a ferramentas externas, adotado por gigantes como Google, Microsoft e AWS.

Além disso, o Computer Use permite que a IA interaja com computadores como humanos, e a evolução dos modelos com raciocínio (Sistema 2) e foco em código tornou a IA mais eficaz. A lição principal é que clareza de foco e recusa de boas ideias são diferenciais competitivos, e a Anthropic está na vanguarda da economia de agentes, transformando o trabalho de forma profunda.

FAQs

A Anthropic adicionou 21 bilhões de dólares em receita em três meses, mais do que a receita anual do Nubank em 2025, indicando que a empresa está competindo pelo orçamento de mão de obra, não apenas de TI.

A Anthropic recusou metade do mercado, focando exclusivamente em soluções enterprise, priorizando segurança e confiabilidade, e investindo em aumentar o contexto dos modelos para lidar com grandes volumes de informações.

O MCP é um protocolo padronizado que conecta modelos de IA a ferramentas e dados externos, similar ao USB ou PIX, permitindo que agentes de IA se integrem facilmente a sistemas. Foi criado pela Anthropic e adotado por gigantes como Google, Microsoft e AWS.

A Anthropic desenvolveu o Computer Use, que permite ao modelo Claude interagir com computadores como um humano, olhando para a tela e usando mouse e teclado, sem precisar de APIs personalizadas.

A Anthropic focou exclusivamente em IA para código desde 2021, uma decisão estratégica que se pagou com modelos mais eficazes em tarefas complexas, contribuindo para seu domínio no mercado enterprise.

Modelos de raciocínio pensam de forma deliberada antes de agir, seguindo uma cadeia de pensamentos (sistema 2), o que resulta em respostas mais acuradas e melhores para tarefas complexas.

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