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Análisis FODA y PESTEL | UCA

from Podcast para ingeniería

50m 1s

Análisis FODA y PESTEL | UCA

Há um crescente movimento para o retorno dos motores V8 na Fórmula 1, impulsionado por pressão do público e apoio de montadoras, como a Audi e a GM. A proposta inclui um motor híbrido, com potência elétrica reduzida (100kW), mais simples e barato que os atuais, mas ainda enfrenta críticas por ser populista e ignorar riscos humanos. A liderança, especialmente o presidente Bensula-M, é acusada de usar estratégias manipuladoras para ganhar apoio, como promover a nostalgia do som dos motores. Paralelamente, a Fórmula 1 enfrenta grave crise ética ao considerar corridas no Oriente Médio, em meio a bombardeios e conflitos humanitários, como o ocorrido na Arábia Saudita. As equipes estão pressionadas a se posicionar, pois a continuidade desse plano gera insegurança para pilotos, fãs e parceiros. Ainda há debate sobre alternativas como combustíveis sintéticos, que podem oferecer um futuro mais equilibrado. A decisão de manter o calendário em áreas de conflito é vista como inapropriada, pois prioriza o dinheiro sobre a segurança e os valores humanos. A Fórmula 1 precisa assumir responsabilidade e adotar uma postura mais ética, com clareza sobre os riscos e o compromisso com a segurança global. A volta dos motores V8 pode acontecer em 2030, mas depende de um equilíbrio entre nostalgia, viabilidade técnica e responsabilidade social.

Transcription

6732 Words, 37604 Characters

Portuguese
*Musique d'outro* Peugeot. *Musique d'outro* *Musique d'outro* *Musique d'outro* *Musique d'outro* e foi além disso, de ser apoio de todas as partes envolvidas nessa decisão. A FOM, a Formula One Management, a FIA, a FIA incorporada pelo próprio presidente, mas a Formula One na figura, inclusive, do CEO, Stefano Domenical, presidente, ao evento, também de curso ali, junto ao Morrame Bensula-M e ao Poca Glam, que é o presidente de Moanda, e além de FOM e Formula One, das montadoras no grite, todas elas teoricamente apoiando Morrame Bensula-M, de acordo com o que ele nos trouxe. Bom, eu vou começar por você nessa vez, ou vista, porque eu quero, assim, me parece que esse retorno já está tomando forma algum tempo, porque é uma questão de tempo até que aconteça. A gente já vai ver em que moldes, vamos entender melhor sobre como a Formula One pretém, o que a Formula One pretém de fazer com a questão híbrida, porque a gente não pode excluir o fato de que a Formula One adotou a partir de 2014 e pode dizer, seis anos depois, jogar tudo no lixo, e simplesmente não aproveitar nada. Essa é uma possibilidade defendida por parte das pessoas que defenem o plano de retorno dos Motores V8. Eu estou nem dizendo que é o caso do Morrame Bensula-M, mas são motores desenvolvidos de forma completamente diferentes. Mundo mais leves é o Morrame Bensula-M, que calculou em torno de uma perda de 80 quilos nos carros, só por conta da troca dessa mudança de motores, e principalmente uma coisa que eu acho que é pouco falada quando se aborda os motores e que ficar arranhando muita superfície, que é o gasto. O gasto é envolvido em desenvolvimento de uma idade de potência híbrida da forma onde uma idade de potência, como ela é feita atualmente, a parte é como gostar uma parte elétrica, a complexidade de envolvidos motores atuais da Formula 1, ele leva de mais custo de desenvolvimento de R&D, que como a gente chama, a pesquisa de desenvolvimento feita dentro da Formula 1, e o motor V8 vista. Ele traz custos mais baixos relativos e isso também, e um funcionamento mais bem mais compreendido por todo mundo, do que esses novos motores que ainda estão sendo de bravados na prática. Então, o que dizer sobre a declaração de Mohamed penso lá em, é mais especificamente sobre o próprio retorno desses motores mesmo, a Formula 1, depois de toda essa polêmica envolvendo o regulamento atual. Ajota a pera, de fato, os lá em sempre aproveitando todas as oportunidades possíveis, para falar sobre o retorno dos motores V8 com você bem destacou, parece algo já concreto, é 2030, como é de mesmo crabo, no máximo, 2021, é uma decisão que o Gordo já falamos aqui em outro programa, eu acho, eu defendo os dos motores V8, e é engraçado ao mesmo tempo, porque a própria Formula 1 formentou um pouco isso, claro que deixe que os motores Zibre dos foram daventais em todos os ísos na categoria, sempre é a recalnação de barulho, e aqui é colar, enfim, mas o movimento cresceu mesmo nesse ano de 2026, muito por causa desse novo regulamento da Formula 1, que foi usado demais, discutimos muitas vezes sobre isso também, para, ao meu ver, essa forma, tivesse sido um pouco mais conservador nesse aumento da parte elétrica, nós teremos um motor que, obviamente, desagradaria alguns, mas mesmo assim, ninguém reclamaria tanto, assim, pois entenderia que faz parte do processo do mercado lógico, enfim. Essa é a questão 50-50, os problemas com a bateria, com a perca de potência, foi que formentou um pouco esse, essa discussão sobre o retorno dos motores V8, então a culpa da própria Formula 1, foi um algo que veio do público, de repente, essa grande força, não, a Formula 1 formentou e fez o pulso, jogou a maneira, ganhar gosto por esse gosto de ter o V8 novamente. Então, o mensual aí, como já discutimos muitas vezes, também é sempre muito populista, sempre joga um pouco para a galera, para discutir a questão dos EUA, teve essa ideia inicialmente ainda no ano passado, e aí ganhou força com isso esse ano, vindo dele mesmo, o senhor da Formula, o senhor do Mênica, já tinha reforçado isso, as montadoras também, eu não lembro de alguém se colocando contra rigorosamente o retorno dos EUA, sempre tem aquelas montadoras com uma ronda, por exemplo, que retornou com o carro da parte elétrica, falando para ter um pouco de cautela, a áudio da mesma forma que entrou esse ano, com seu próprio motor, já tendo um pouco de cautela, então, mas ninguém nunca negou. Então, está muito claro que existiria uma certa negociação, é de que o de fato do EUA voltaria em determinado momento. Como você vai destacou, ainda está para ser definido como será esse motor V8, não será aspirado, provavelmente será atubo ainda com um tubo compressor menor, será híbrido, não será uma proporção tão grande da parte elétrica, mas esse quer de manter esse quer de 100 quilovate de potência elétrica, que é muito menor do que os dos 350 que existem hoje. Então, algumas coisas serem discutidas ainda, porque as montadoras também não querem abrir mão dessa parte híbrida, porque no mercado autobotivo é muito importante a tendência que continuar, publicando carros elétricos, de aquelas tecnologias, e, qualviamente, sai da forma que essas montadoras usam na forma como laboratório, como sempre foi, e levam para as pistas. Então, acho que essa discussão dos montadores V8, de fato, vindo do bem e suarim o presidente da FIA, claro que ele fala muita boa o brêmo, muitas vezes, não poderia levar a consideração a tudo que ele fala, parece a questão dos motores, que já é algo, assim, muito certo, que teremos em breve, é bom que isso seja oficializado logo também, porque essa equipe, por exemplo, a Cádio Lack, é a pretenta dos seus próprios motores partir de 2021, que está usando a Ferrari, por enquanto, então pretende introduzir seu próprio motor em 28, 29, e aí tem que ver se vale a pena entre os motores para usar apenas por uma temporada, obviamente, que não. Então, obviamente, que as equipes precisam também saber, do tempo oficial de conduzir isso vai acontecer, para também se programar. E aí, ainda há muitas questões que você bentura o seu idade à questão financeira, é um motor que é muito mais barato, que é os atuais, é muito menos complexo, complexo do que os atuais. Então, hoje tem muitas coisas favoráveis, a favor do motor V8, pensando no ponto de vista financeiro para as equipes mesmo, no ponto de vista comercial, estava via trair o público, não estou falando com o novo público, também se importa tanto isso, acho que não se importa. Mas mesmo assim, atrai o curco de certa forma, agrada o público mais antigo, de certa forma, e mesmo assim, não, vai prejudicar a tecnologia, pensando no mercado automotivo, acho que dá para mescar duas coisas ao mesmo tempo. A forma não sempre foi muito refém do mercado automotivo, as montadoras, porquê o que as desejavam para a categoria. E hoje eu acho que é crescer o tanto a categoria que ela consegue negociar isso melhor. Nós queremos isso, vocês aqui, a gente chega no meio-tempo, que agrade todo mundo. Então, a forma hoje tem esse poder mais do que tinha no passado, na minha visão. Então, acho que é uma decisão que vai acontecer em breve, no oficial dela acontecer, talvez no próximo ano, mas, para mim, já é muito certo que nós teremos, para mim, mostro os motores de 8 de volta. Já está apetando aquela questão dos barulhos, que não vai ser esperado exatamente por causa disso, das corridas, é de rua e tudo mais. Mas mesmo assim, já ficou um assunto muito repetitivo, por bater tanto na mesma pécla e no ter de novo, nenhuma equipe escotando conta diretamente publicamente, queria que nos baixadores estar bem caminhados, para, de fato, isso acontecer em 2031, teoricamente, por qual é planejado entrar no novo regulamento, que, inicialmente, ainda, ali, em 2031, é mais ou menos tentando trazer para 2020, já com essa mudança aí, que vai ser substancial. Hoje, depois desse panorama aí, muito bem trouxido ali, pelo Visa, queria focado uma outra parte dessa celil, envolvendo um morrame de dançulagem nos motores de 8, que é o que o Vicente até comentou, fez um breve parêntese sobre isso no comentário dele, mas, um rame de bençulagem, ele tem uma tática muito flara de usar a imprensa a seu favor, ou, de pelo menos, tentar usar a imprensa a seu favor. E jogar a ideia, que o público, muito de casos, vai abraçar, vai fazer pressão, as perguntas vão surgir, na próxima corrida, já tem uma pergunta sobre isso, sobre aquilo, pelo frano das contas, o assunto que o Bençul aí levantou, já está sendo comentado por todas as partes. É uma tática que já vem sendo utilizada desde que ele convençou a doar como o presidente ta via, mas que sim tem si ficou assim, no último tempo. Querendo ouvir de você, o que você pensa, principalmente desse movimento do morrame de bençulagem, não podem falar exclusivamente em relação aos motores, mas dessa tática, de manipular de certa forma, o discurso para que aquilo, no final das contas, a tática que ele quer, e além disso, a gente tem montadoras que estão a formular um com a audio, por exemplo, que chegaram a formular 1, ou vice-cigua GM também, que vai fabricá-lo, não da Cadillac, chegaram a formular um com a promessa da eletrificação, que é isso, absolutamente importante, da indústria automotiva hoje em dia, vai continuar sendo, nos próximos anos, mesmo que parte do público não compreenda isso da melhor forma. Essa proposta de eletrificação vai ficar contando pelo caminho, dando mais espaço aos pedidos, que mais relacionam a a fórmula 1, com algo que ela era no passado, e foco um pouco mais pelo menos do meu ponto de vista na parte do entretenimento, e que não ser, mas claro, vamos se servir isso, ainda com uma parte elétrica do funcionar nos carros, era com uma porcentagem da unidade de potência elétrica, claro, vai ser evida, porque hoje em dia não dá nem para imaginar alguma coisa diferente disso. Mas olhando por esse lado também, como imaginar o comportamento dessas montadores pensando, nessa mudança de planos desde que elas assinaram o contrato ali para entrar na fórmula? Bem, Jtp, é uma questão muito complexa que, Eu acho que o Morame de Bençolayan não perde uma oportunidade de tentar simplificar. Quando eu digo simplificar, não é numa forma elogiosa, é como uma crítica. Porque assim como Vista falou, eu não sou contrário a volta dos motores V8, mas eu sou muito contra a forma que está cidadando essa discussão. Porque como você é muito bem citor, também, o Morame de Bençolayan, não é de hoje que ele adota essas estáticas populistas. É um cara, digamos assim, da velha guarda, ele não está tanto tempo no automobilismo. Como por exemplo, o Jantórdic foi o antecessor dele, mas é um cara da velha guarda, que não esconde que tem preferências de um tempo mais antigo do automobilismo. E obviamente ele sabe que encontra muito apoio popular nessas ideias dele, e não perde uma oportunidade de utilizá-las a seu favor para angarear a popularidade e consequentemente poder político nos bastidores do automobilismo. E cara, é uma situação que, por conta desse perfil, muito personalista do Morame de Bençolayan, que acaba ignorando questões que são muito centrais nesse debate, que não deveriam ser ignoradas. Eu não acho que a eletrificação seja o único caminho para o futuro. A gente tem visto nos últimos anos o crescimento dos combustíveis sintéticos, a fórmula é o inclusive, a partir de 2026, além da mudança da engenharia do motor, com maior parte elétrica, também passou a adotar combustíveis, 100% sintéticos, é uma área de desenvolvimento que talvez tenha começado até um pouco depois da questão da eletrificação. Então ainda tem muito caminho a percorrer pela frente, pode ser uma rota interessante para o futuro da indústria automotiva nos próximos anos, nas próximas décadas. Então eu realmente não acho que o elétrico, a via elétrica, seja a única resposta para a indústria e consequentemente, para o esporte. Mas o jeito que o Morame de Bençolayan vem tentando impor essa mudança de formato dos motores, a partir de 2030 ou de 2001, eu vejo com uma mudança muito negativa, não só para essa mudança, como para o futuro, porque você citou montadores como a GM e como a Honda que tinha desistido de seguir na fórmula 1 mais voltou atrás com esse regulamento, a Audi, que sempre foi uma das grandes montadores do mundo, nunca se interessou por correr na fórmula 1 e foi atraída pela categoria por conta desse novo regulamento. Então a gente tem claramente um sinal das grandes marcas do automobilismo de que, pelo menos por enquanto, esse é o caminho que elas querem seguir. Então você fazer toda uma mudança de regulamento, atrair tantas marcas importantes, fazer com que elas invistam, milhões e milhões e milhões de dólares, euros, enfim, qualquer moeda que você queira usar nessa discussão. Para construir um motor, para competir na fórmula 1, e aí, de repente em 5 anos, esse motor vai ser jogado no lixo, sabe? Qual é o sinal que isso vai dar por os próximos anos da categoria? Se eu sou o diretor de uma grande montadora, se eu estou ali no corpo, que vai tomar decisões de uma grande montadora, na hora que a fórmula 1 chegar para tentar me puxar para as conversas e tudo mais, eu penso duas vezes. Porque eu vou olhar para essa situação de agora, e vou pensar porra, a Audi nunca correu na fórmula 1, a GEM não estava na fórmula 1 há décadas. E aí, por conta de uma promessa, de uma maior eletrificação, eles toparam voltar e decidiram fazer todo o comprometimento de pesquisa, de dinheiro, enfim. Tudo que a gente sabe que é necessário ser feito para você construir um motor de fórmula 1. E aí, no ano que esse motor estreia, o presidente da fia já está falando em jogar tudo fora e começar do zero. Qual é a segurança que eu tenho que esse plano dos motores V8 vai durar muito tempo? Sabe? Então, eu acho que gera uma insegurança na relação entre fórmula 1, fia e as grandes marcas que, querendo ou não, elas são importantes para o esporte, são elas que pagam a conta do esporte, então elas precisam ser ouvidas, concordo que talvez elas não devam importar todas as vontade delas, se inteira ali um contraponto. Eu acho que, como o vissa bem argumentou na participação dele, a fórmula 1, hoje em dia, tem uma força em termos de popularidade e de marca que permite que ela não se deixa aceitar todas as imposições das montadores. Mas eu acho que essa postura do Bensulaende querém enfiago ela baixo, um determinado tipo de motor que vai totalmente contra, o que há poucos anos atrás foi combinado com diversas partes e que obrigou o investimento muito grande de muita gente, de diversas formas diferentes. Eu acho que gera uma insegurança muito grande para o futuro e sinceramente eu acho que muita gente vai se decepcionar, porque a gente já mencionou outras vezes aqui, mesmo com essa volta ao V8. A gente não vai ter aquele som tradicional que todo mundo estava acostumado, que talvez seja o ponto que as pessoas mais martele na fórmula 1, hoje em dia que é a questão dos roncos dos motores, a gente já sabe que a tendência é que eles não voltem, porque não faz mais parte da realidade, é em 2026, quanto mais em 2030, 2031, então sinceramente eu acho que a forma que o Morromet de Bensulaende está conduzindo esse processo é completamente errada e eu acho que tem um grande risco de ele nem satisfazer esse desejo saldozisto, de boa parte do público e ainda gerar uma grande insegurança na relação que a gente sabe que foi e fórmula 1 precisou manter com outras partes interessadas aí do Hama. Eu acho que a gente cobrou bastante do assunto, falamos do motor V8 da reparação de Morromet, penso que aí é meu comportamento, também que ele não está muito ligando para essa questão de insegurança, ele fala o que ele pensa e o que ele quer que aconteça, e o pessoal vai abraçando os questionamentos sobre o ouvido na frava das contas, se a gente for olhar para os últimos anos do Flaiana Presidencia da Via, ele na frava das contas conseguiu basicamente tudo o que queria. Inclusive mudar o formato de votação e transformar basicamente numa formalidade, a reeleição dele, então é um governo, sendo as que certamente ficaram pros próximos capítulos e eu posso garantir vocês com assistindo nosso TGP que não é a última vez que estaremos aqui falando de motores de V8, aí ainda vai ter muito de dobramento aí pela frente, mas tem um tópico bastante sensível, que tomou conta também do noticiário desde amanhã, dessa quarta-feira, um tópico eventual inclusive, que é um bombardeio na Arabia Saudita, mais especificamente na cidade de Daran, o Leste do país, onde fica inclusive a Sede Daran, o patrocinadora principal da arte, na fórmula 1, o que dá nome também, o GP da Arabia Saudita, que aparece, enfim, estampada pela forma diversas corridas ao longo da temporada, o bombardeio, a autoria dos disparos, foi o grupo Rutila do Yemen, que é aliado do Irã, e esse não é o primeiro ataque, já há uma semana, alguns mísseis e drones já têm sido atirados contra alguns considerados importantes, considerados diferenças ali, na Arabia Saudita, como forma de retaliar o apoio do governo da Arabia, a Arabia Saudita, as forças do IM, as forças oficiais, claro, do IM, na guerra civil do país, uma guerra civil claro que já assistende é bastante tempo, que é a sólou o IM devastadora, é absurdamente devastadora, e com muito pouco, muito pouca atenção do público geral, em comparação, a guerra de que envolvem outros centros do mundo, principalmente, europeu, então, dessa vez, eu vou começar a congir o bombardeio na Sede, que está patrocinadora da Formulão, da patrocinadora da principal da estomarte, na Arupo tem relações com as duas, em meio a um fim de temporada, que a gente deveria ter duas corridas, lá no Oriente Médio, finalizando o calendário. Antes de falar especificamente sobre participantes específicas desse acordo, olhando de uma maneira mais geral, o que dizer da omissão da Formulão, que sim, está esperando até o último momento possível, para que ela gaste, com o mínimo possível, com esses cancelamentos, por que isso que está acontecendo? É isso que está acontecendo, a Formulão vai esperar o máximo possível, porque se catar ou agudar, precisarem cancelar a corrida, aí a Formulão não paga, ela recebe. Então, assim, o que dizer desse comportamento é que simplesmente faz com que a gente não saiba quando a temporada vai terminar, e com que conta também, porque a própria conta do tipo que não tornere muda, é com duas corridas a menos, então, assim, a possibilidade de ser campeão em Austin, por exemplo, aumenta, é com menos corridas, obviamente. E dizer, é. dessa demora de sua da forma ou mais uma vez, a gente já sabe quem gostou do dinheiro, a gente já sabe de todos os dispositivos, que as pessoas insistem em ficar só ali no raso, só ali no, mas é o olhando de uma maneira humana, política e, e, e, esportiva também, né, o que dizer desse comportamento? Eu sinceramente acho lamentável, desde o início do ano, na verdade, quando começaram todos os conflitos, ou pelo menos escalaram os conflitos ali na região, durante médio, eu me posiciono vehementemente contra a realização de qualquer competição esportiva a a a a a a a a a a a a que não tem o menor cabimento, como você falou, acho que nem vale a pena a gente ficar batendo na tecla dos motivos, eu acho que todo mundo sabe que é por questão de dinheiro, então, sempre vai ter gente que vai querer usar essa muleta, vai querer argumentar isso, mas sinceramente existem coisas mais importantes do que dinheiro, existem coisas mais importantes do que uma corrida, que é um campeonato, que são as vidas das pessoas que estão sendo afetadas por conta desses conflitos, no sábado mesmo ouve um bombardeio ao aeroporto internacional de riagem que intimou 13 pessoas, então, né, a volta e mês a gente recebe notícias de de vítimas dessa guerra civil que está acontecendo por lá, enfim, eu confesso que meu estômago até dá uma embrolhada porque me revolta ver alguns malabarismos que algumas pessoas fazem para tentar defender essas posturas que a fórmula 1 e enfim outras entidades estão tendo a fórmula e também não se manifesta sobre a realização do EPDDDA que deveria abrir a temporada 26/27 no inmeados de dezembro, inclusive enviamos uns questionamentos nos últimos dias e se recusar a comentar, além de dizer que pretendem continuar com o planejamento. Ou seja, o que está acontecendo lá no Oriente Médio, não interessa a ninguém, o que importa é correr e faturar dinheiro e isso, sinceramente, é uma questão lamentável. Só que, agora, como você bem levantou, isso pode afetar a fórmula 1 no aspecto esportivo, né, porque a gente está aí no meio de uma disputa pelo título, quanto a NEL tem o primeiro método dele no circuito das Américas e realmente, se a fórmula 1 não for correr no Oriente Médio, essa conta pode mudar. Então, já pensaram o cenário em que a fórmula 1 chega a Austin, disputa todo fim de semana, o Antonelli consegue um resultado que não seria o suficiente para garantir o título já com nos Estados Unidos, considerando as duas provas no Oriente Médio, aí depois disso vem o cancelamento das corridas e aí a matemática muda e o Antonelli é campeão sem correr, porque no momento que ele correu, ainda haveria as corridas no Oriente Médio, sabe? Então, sim, uma situação muito deprimente, muito feia para a fórmula 1 e no fundo, no fundo, sinceramente, que até falando um pouquinho com o coração e com o estômago, eu até torço para que isso aconteça, sabe? Que o Antonelli tenha um resultado em Austin que, no domingo, não ligaram o título, mas que tenha o cancelamento e ele seja com decorado campeão fora das pistas, porque vai ser muito bem feito, vai ser um tapa na cara da fórmula 1 e de todos os dirigentes, porque essa situação já deveria ter sido resolvido há muito tempo, não tem o menor cabimento, a gente tá no dia 14 de outubro e diante de tudo que tá acontecendo no Oriente Médio, a fórmula 1, insistir em manter o planejamento de realizar as corridas no catá em Abu Dhabi. Então, sinceramente, acho que essa situação toda já passou dos limites e a fórmula 1 tá caminhando, passos larros para passar um episódio sem muito, muito, muito vechatante. É assim, olhando para a data, de 14 de outubro, eu também acho, cara, é, assim, é bizarro que a gente não tem uma atualização e volta a fazer uma separação aqui, é bizarro porque os planos humanos, a gente, porque os planos portivas também, eu não tô falando de que a gente não financeira, não. Eu sei, a fórmula 1 tá preocupada em perder o mesmo possível de dinheiro, comprar o máximo possível, é os promotores das corridas também, então, de olho na grana, então, assim, é óbvio que eu não tô falando de dinheiro aqui, mas é bizarro nos anos a dois meses do fim, menos dois meses do fim, a gente não tem uma resolução sobre o que vai acontecer. É, uma informação sobre a parte realmente esportiva do panbellado. A fórmula 1 tem um plano de que se essas duas corridas forem canceladas, a temporada pode terminar em ímula, uma corrida lá, onde a fórmula não recebeu o GPDM da România nos últimos anos e uma prova em que ninguém, ultrapassa ninguém, praticamente, claro, teria que ver como vai ser com o novo regulamento, tem alterado algumas coisas aqui ali, mas é um traçado que embora é muito interessante, porque é igual a jogar num simulador, por exemplo, não é dos melhores para assistir uma corrida de fórmula, não, não era atual. Ouviça, tem uma coisa que eu credo perguntar aqui, de 0 a 10, de 0 a 10, qual é a chance do Antonelli ser campeão, por e meio? Olha, eu tô com o Gil, né? Acho que eu gostaria muito que isso acontecesse, tá? Eu gostaria muito que acontecesse, porque já é patético na fórmula 2, a gente não sabe se o Rafael Cranwell era mais ser campeão ou não, teve etapa nas rebajão hoje, ele seria campeão, a gente não sabe se a fórmula 2 vai correr, não catar e eu vou dar, porque depende da fórmula 1. Então, já seria patético o brasileiro ser campeão, por e meio, imagina na fórmula 1, um piloto ser campeão por e meio. Então, de 0 a 10, sinceramente, ah, ele vai com as erações riscos no local, e a timosia, e aí, pocrizia da fórmula 1, eu vou botar um 7, tá? 7, porque assim, a porção da fórmula não é importa, né? A patética é importa, porque a fórmula 1 sempre que o mensual é enquecionado, o extremo do medicário é enquecionado, né? A gente presta muito pra segurar as dos piloto, conversa de ar, né? Conversa de ar, perigna, ele tá se importando com a segurança dos piloto, vocês vêm trouxando o sério, o que é que são comercial, a gente vai entrar muito nesse detalhe, que todo mundo já sabe, que assim que funciona, então aí é muito hipocrizia, por parte da fórmula 1 nesse momento, botando o mês e meio pra etapa do catá, o mês e meio não é nada, nada pra essa guerra, ela não vai acabar em o mês e meio, e mesmo esse semana que vem, a galera lá resolveu fazer um acordo de paz, meu irmão, essa galera não sustenta a cor de paz por uma semana, então, o acordo de paz não vai, se não tem confiança nenhuma que vai durar muito tempo, você gravar uma corrida no catá, em Abu Dhabi, nessa situação aí, você tem que esperar, vão dizer assim, o acordo de paz, esperar alguns meses ainda, pra realmente ver se a situação vai ficar estabilizada naquela paz, que é se propuser uma fase, né? Então é um extremamente arriscado, por parte da fórmula 1, o disco totalmente desnecessário, entre o vestitário que não queria correr lá, outro implouço também de aciposicionar, o olho sempre não diz que gostaria de querer se tiver uma situação de paz, que ele gosta das pisas, mas sinceramente com todo respeito da o tempo, gostar o nome das pisis nesse momento é que menos importa, que imagem for ontem passando, uma imagem de novo, de poprizia, uma imagem de uma categoria, que é a categoria que é notomobilismo, é o dobro do automobilismo ali, e você fica postegando esse tipo de coisa, porque esse é um comercial, você pensar na segurança, vai que tem corrida, ali acontece alguma coisa no evento desse, grandes eventos, são álvios desse tipo de ataque, por exemplo, que é uma força que é mostrar outras, tem simpô em relação ao outro, e o uso desse tipo de evento, né, joga uma bomba perto do evento, mas na tragédia que pode acontecer, e se acontecer, o que a forma vai fazer? Então sim, são riscos que não ser reparáveis, se você tem bidomã em jogo, não tem como você ressacirse de maneira alguma, então é um concerto totalmente hipófico, de hipófico da formão, deveria dancelar essas duas corridas, ganha dinheiro a rodo, que é a ver se contra a paz, o que tem que pagar essas degosias, é pacto em pagar, enfim, bota corrida em ímula com grata pb entrou-se, que não é a pista maravilhosa para finalizar uma temporada mais de novo, de ter que pensar em se a temporada já acabou, se ele é um sincero aqui, é som de tempo, ontem vai ganhar um monte de arte pilote, que é som de tempo, vai ver se você ganha um monte de onde eu acho que o concertor isso é uma pena, a gente não gosta de campeonato, acabando com o tanto antecedência, mas já aconteceu, né, então enfim, você tem duas corridas, para completar a tabela ainda, isso copiou, isso copiou, essa importância é claro, ou segundo lugar, não vi esse campeonato em um concerto 2, tem dinheiro a mais coisa, tem taxa menos, enfim, tem peso competitivo, mas o que está em risco é muito maior do que isso, então obviamente não faz menos sentido a favor não bancar por tanto tempo esse tipo de postura, vou te aler aqui, eu já tenho peso sem permitir, porque a favor não obviamente está por onde tudo está acontecendo, é uma simpe pesquisa, a gente consegue perceber isso, é o chefe de estado catar, o nome dele, eu tenho que ler, é o cheque também bem amar de Altenis, ele se polluciu numa televisão está lá do catar, e disso o seguinte, nós devemos estar preparados para as piores possibilidades, então foi isso que o chefe de estado do catar, diz, quiser despreparar para as piores possibilidades, e aí a fórmula não olha para isso e falar, tá tranquilo, tudo vai se resolver em breve, a gente vai viajar para ela, então sinceramente não tem como defender a fórmula, né, se eu gostaria ter de saber também, porque as equifes não se possuíam de maneira mais contundente, tá de um piloto falando ali, outro piloto falando, mas as equifes também poderiam de bom pouco mais reunir e falar assim ó, é algo muito arriscado, não vale a pena, vamos fazer um acordo aqui, obviamente tem questão comercial também das equipes, a agressão de contrato também, das equipes, a categoria de ter de participar das corridas, com aqui tudo isso existe, só que acho que com o cenário que as equifes poderiam sim pouco mais, como o Gil Tross. no comentário anterior, da sunta anterior, as montadoras que bancam como esporte. É a sua importância para o esporte. Então, elas também nesse momento deveriam se posicionar a favor do esporte, a favor de quem acompanha o esporte, que nesse caso é você, de fato, cancelar essas corridas em quem correr risco, faz o fim da temporada na Europa e for com o 2020-27. Para 2017, no calendário do ano que vem, aí tem um tempo maior para analisar realmente você pode viajar ou não, para novembro, fim de novembro aqui, daqui a pouco, não faz bem o nosso sentido. E JAP, só, entrando aqui, só para complementar o que o Vista falou, a gente já teve uma situação semelhante, tá, não sei se a galera lembra, mas em 2022, durante os treinos livres do GP da Arabia Saudita, houve um bom bardeio também às instalações da Cranco, e naquela ocasião, a fórmula 1 decidiu ignorar completamente o que aconteceu e seguiu com a programação no fim de semana. Então, assim, não é dizer "Ah, isso é alarmismo, ah, isso não vai acontecer, é papo furado". Gente, já aconteceu, na própria fórmula 1, então para isso acontecer de novo, não custa. E só complementando o, também, esse último ponto do Vista, sobre a pressão da exig, que concordo muito com ele, acho que precisa haver sim um posicionamento oficial das equipes. Acho que também a gente tá deixando passar muito batido às equipes, a gente tá concentrando as críticas, a fia e a fórmula 1, e Mercedes, Ferrari, Red Bull, todas as 11 equipes precisam sim posicionar. E aqui eu aproveito para bater palma, para Toyota e para Hyundai, porque foram duas montadoras que se posicionaram contra a realização do Rally da Arabia Saudita, que seria a última etapa da temporada de 2022, do MWRC, e por conta dessa pressão, a fia se viu obrigada a cancelar a etapa, que era o óbvio que tinha se fazer. Então, eu acho sim que as equipes precisam se posicionar, porque nesse momento é importante que elas usem o peso delas para ter um mínimo do mínimo do mínimo de bom senso, porque não tem nenhum cabimento a fórmula a um currido, no Oriente Médio 2016. É isso, eu concordo, 100% acho que as equipes são pouquíssimo faladas, péssima declaração do Rally atontar, péssima declaração do Rally, que todo mundo precisa pensar igual, ele pode pensar diferente, mas tem um pensamento mais profundo sobre o que sobre o assunto, é tomar a equilíbrio para correr, porque as equipes são legais, sim. Ninguém cobraria o posicionamento mais confundente de outros lados ali do gríde, acho que quando falamos de um cara, ele sempre optou posicionar em questões do tipo, não só com palavras, mas com currinho capacete, então sim, assim, assim, assim, péssimo, tem um completamente fora daquilo que a gente costuma ver do Hamilton ao longo de todo este tempo, e eu acho que eu concordo muito com o que o Jiu falou, acho que a gente precisa olhar um pouquinho mais para essas equipes também, porque tá todo mundo pensando no próprio bolso, tá todo mundo pensando na própria situação, é, não tem jeito, claro, para a Mercedes, seria melhor o que para acabar mais cedo, né, não faria diferença de agarante logo o título, segue o baile, para as outras, faz mais sentido você ter mais corrida e buscar mais oportunidades, enfim, então tá todo mundo aí nesse mesmo, nesse mesmo baláio, de olho nas próprias intenções nas próprias montagens, ninguém sai de lugar nenhum, no final das contas a gente vai provavelmente ter o cancelamento dessas corridas, porque correr lá nesse momento parece completamente enviável, eu não estou cravando isso, porque eu não duvido que a forma long porra no meio de uma guerra, se tiver piloto, para correr esse, ver carro, para ser rotado, se ver equipe, para operar esses carros, a forma long corre e a gente vai dando, claro, a forma long corre, então não estou cravando isso, mas vai chegar uma hora em que eu acho que o aspecto humano vai se sobrepure, tanto por parte dos pilotos temendo pela própria segurança, as equipe, a gente precisa lembrar que existem contratos, trabalhistas aí envolvidos desse tipo de situação, então as equipe e a forma long respondentam bem pelo que acontece com os pilotos, e com os fãs, como se fosse um universo, pela forma long é responsável dentro das suas etapas, então acho que o fã dos contos não tem como fugir disso, e só para finalizar, eu não sei exatamente o que a forma long está esperando, só para finalizar, é porque no final das contas a dúvida ela se manifesta porque não se sabe o que vai acontecer, da Norente Med, a Norente Med, essa é a gente explicativa da forma long, e o que ele tira é o que está sendo esperado, é um aperto de mãos, é como isso, o Vicente é, as duas partes olharem, o Irã e o IEM, a guerra do IEM já está durando muito tempo, ela já acontece antes, nenhum momento a forma um ou, ou sei o que grande verde comunicação deram qualquer tipo de atenção a isso, agora a feta é uma corrida dela também, há o conflito forte na região do Oriente Med, que não tem uma resolução, envolve políticas externas, envolve Estados Unidos, é coisas que estão muito além do controle da fórmula, então o que está sendo esperado pela fórmula, é um acordo de paz de um dia para o outro, um aperto de mãos, e as pessoas passarem a se gostar, e a se respeitar, e ninguém mais atacar ninguém, um cessar fogo que pode acabar em cinco horas, em vinte horas, em dois dias, a Medúvia também fica por conta de sino for, se não claro, claro que a gente sabe que é pela grana, a fórmula é o quer que catar e a budabe puxem a resposta, como a gente diz aqui no Rio de Janeiro, puxem a responsabilidade e consere a corrida, e digo não dá para fazer a corrida aqui por causa da situação, tal, tal, tal, e a forma um vai fingir que não sabe de nada, para levar, e não ter que virar a pressa para esses promotores e falar não vamos correr aí e pagar uma potencial multa que existe contra, todos nós sabemos que não tiveres, se não for, se não é, se a fórmula oficialmente se posiciona de maneira diferente disso, então tá esperando o quê, alguém poderia trazer essa informação também, é porque o que eu cessar fogo, enfim, determinante, uma coisa que não vá se alterada por nenhum dos dois lados, alguém pode garantir isso em algum momento, enfim, estou questionamento aí, vai até para uma longade mais o encerramento do nosso programa, mas com questionamento que ficam, é porque as contas a fórmula tá fazendo tudo no idiote, tá, não tem minhas palavras, não tem muita, muito como ficar, a forma um tá fazendo todo mundo de otário, essa aqui é a realidade, e adiando uma decisão, que ela já sabe que vai ter que tomar, mas que ela quer, que seja tomada como é no ar prejuízo possível, então é um ponto isso, os fãs, pessoal que é comprar ingresso, é mídia que vai cobrir, é todo mundo fio esperando, é para ver o que a fórmula vai decidir, a própria fórmula 2 inclusive, tal, essa, e, enfim, espero que, de fato, a repusa dira a emula, é porque é uma situação completamente bizarra, vou falar rapidamente que a gente tem neste próximo, neste fim de semana, é que já se aproxima, é um fim de semana diferente, não tem fórmula ou não, mas tem o "Eck", tem o "Eck", é o "Eck" na tela, do grande prêmio, na tela da GPTV, a tapa do "Eck" lá em Barcelona, se já conhecem, muito bem o cenário, e não só o "Eck", o Gil falou muito bem na abertura do programa, mas eu vou destacar aqui no final, onde está que deve ser dado, GTWC Europa, 3 horas em portimão, etapa que define um monte de coisa no campeonato, e com Max Verstap, aí na pista, com a abertura, na integra, com a imagem sal vivo, na raciore português, tudo no grande prêmio, tudo no canal do grande prêmio, em grande prêmio.com/br você também vai acompanhar toda a cobertura da corrida, as aspas dos envolvidos, desde segunda-feira estamos programando um grande especial de Verstap e de portimão, então pode abrir lá na nossa página de endurance, mas você encontra aí espalhado com todo o nosso site, todas as informações, sobre o que cerca Max Verstap em seu trio, seu equipe, a maratona, portimão, GTWC Europa, tudo o que você precisa saber para essa corrida, do final de semana, e muito mais com o segundo de qualidade que o grande prêmio, e só o grande prêmio, pode trazer a você. Além disso, tem forma a 4 Brasil mundial do Superbike, tocar e a nástica que corre em todos os funcionários da história da humanidade. Vou agradecer aqui ao Gil e ao Vista por mais uma participação, mais um TTGP concluído com sucesso, e Carol, que estão aqui na produção com a gente também, um abraço a vocês, e a toda a pessoa que acompanhou mais esse TTGP, não esqueça do nosso engajamento, por favor, pra gente trazer cada vez que o teu de melhores categorias melhores para você, deixa o like, se inscreva no nosso canal e deixe o seu comentário, beleza? Quarta-feira que vem, a gente está de volta, com mais uma edição no nosso TTGP, antes de mais uma tripleta na fórmula, pra ver o abraço. [Música] [BLANK_AUDIO]

Podcast Summary

Key Points:

  1. Há forte movimento para o retorno dos motores V8 na Fórmula 1, com ações da FOM, FIA, montadoras e liderança como o presidente Bensula-M.
  2. O retorno dos motores V8 é visto como uma resposta ao público e a uma busca por nostalgia, mas enfrenta desafios de custo, complexidade e viabilidade técnica.
  3. A proposta de V8 é híbrida, com potência elétrica reduzida (100kW), menor complexidade e menor custo de desenvolvimento do que os motores atuais.
  4. A estratégia de Bensula-M é criticada por ser populista e desconsiderar riscos humanos e políticos, especialmente em regiões de conflito.
  5. A Fórmula 1 está enfrentando pressão ética e de segurança ao continuar com corridas no Oriente Médio em meio a bombardeios e conflitos humanitários.
  6. As equipes devem se posicionar oficialmente, com apoio ético e humano, para que a categoria não ignore os riscos de segurança.
  7. A decisão de manter corridas em áreas de conflito gera insegurança entre equipes, montadoras e fãs, e pode prejudicar a legitimidade do esporte.
  8. A volta dos motores V8 e o aprofundamento da eletrificação são temas complexos, com alternativas como combustíveis sintéticos que ainda precisam ser exploradas.

Summary:

Há um crescente movimento para o retorno dos motores V8 na Fórmula 1, impulsionado por pressão do público e apoio de montadoras, como a Audi e a GM. A proposta inclui um motor híbrido, com potência elétrica reduzida (100kW), mais simples e barato que os atuais, mas ainda enfrenta críticas por ser populista e ignorar riscos humanos. A liderança, especialmente o presidente Bensula-M, é acusada de usar estratégias manipuladoras para ganhar apoio, como promover a nostalgia do som dos motores.

Paralelamente, a Fórmula 1 enfrenta grave crise ética ao considerar corridas no Oriente Médio, em meio a bombardeios e conflitos humanitários, como o ocorrido na Arábia Saudita. As equipes estão pressionadas a se posicionar, pois a continuidade desse plano gera insegurança para pilotos, fãs e parceiros. Ainda há debate sobre alternativas como combustíveis sintéticos, que podem oferecer um futuro mais equilibrado.

A decisão de manter o calendário em áreas de conflito é vista como inapropriada, pois prioriza o dinheiro sobre a segurança e os valores humanos. A Fórmula 1 precisa assumir responsabilidade e adotar uma postura mais ética, com clareza sobre os riscos e o compromisso com a segurança global. A volta dos motores V8 pode acontecer em 2030, mas depende de um equilíbrio entre nostalgia, viabilidade técnica e responsabilidade social.

FAQs

Sim, há forte indício de que os motores V8 voltarão em 2030, com um design híbrido e potência reduzida, ainda que a decisão ainda não seja oficialmente confirmada.

A discussão surgiu por causa do som tradicional dos motores V8, que muitos fãs valorizam, e por pressão pública, especialmente após ações de líderes como o presidente Bensula-M.

Sim, os motores V8 serão híbridos, com menor participação elétrica (cerca de 100 quilovates), e não serão aspirados, mas com um compressor reduzido.

As montadoras têm apoio geral, mas mantêm cautela, pois a eletrificação é uma tendência crucial no mercado automotivo, e não desejam abandonar esse caminho.

Sim, algumas montadoras, como a Audi e a GM, estão hesitantes, pois investiram pesadamente em tecnologias elétricas e temem que a mudança destrua o investimento feito até agora.

Sim, devido a conflitos armados e bombardeios, como o ocorrido na Arábia Saudita, há preocupações reais com a segurança dos participantes e do público.

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