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AMORECO

27m 55s

AMORECO

O texto começa com um anúncio do Airbnb, destacando feriados prolongados e opções de hospedagem para descanso, com facilidades de pagamento. Em seguida, narra a história de Ellen, que aos 20 anos se apaixona por um rapaz de 28. Após seis meses de namoro, ele a convida para morar com ele e sua mãe, prometendo um futuro juntos. Ellen aceita, apesar das ressalvas dos pais. Com o tempo, ela se sobrecarrega com as tarefas domésticas e financeiras, bancando a maior parte das despesas. O casal decide construir uma casa no quintal da sogra, e Ellen financia integralmente a obra, mobiliando tudo. Após três anos, o parceiro termina o relacionamento abruptamente, alegando não amá-la mais, e a expulsa. Ellen descobre que ele a traía com uma colega de trabalho, que engravidou, e que ele usava medicamentos para desempenho sexual para manter múltiplos casos. A ex-colega, agora mãe, contata Ellen para desabafar, revelando mais enganos. Ellen responde com maturidade, focando no bebê, enquanto lida com o prejuízo financeiro e emocional. A história ilustra os perigos de relacionamentos desiguais e a importância de planejamento financeiro e emocional.

Transcription

4230 Words, 22708 Characters

Portuguese
Picole de limão, o refresco ácido do seu dia. Oi gente, cheguei, cheguei pra mais um picolo de limão e hoje eu não tô só assim, meu público. Quenta aqui comigo hoje é o Airbnb. Esse ano o calendário tá lotado de feriados prolongados. E feriado prolongado quer dizer que você tem mais tempo pra descansar. E dá mais que você conseguir me dar em uns dias, hein? Delícia. Que tal você pegar um feriado e tirar em uns diasinhos na praia? Na serra! Ou mesmo um final de semana comum gente, né? Vamos para uma serra, uma praia, hein? Vamos reservar em um Airbnb? Dá pra você se planejar com antecedência, pra você descansar, um laserzinho gostoso. Seja pra uma praia afinal de semana? Prefere campo? Montanha? No Airbnb? Tem. Prefiro uma cidade histórica, daí. Tem também. Não, eu quero ir pra uma grande capital, quero um vulca, quero agitação. No Airbnb você encontra as acomodações que você quer, com as comodidades que você precisa para todos os tipos de bolsos. Se anteci, pefa a sua reserva em um Airbnb. Você pode pagar no PIX ou parcelar em até seis vezes, sem juros no cartão. Feriado, liberado, é no Airbnb. Faça sua reserva no Airbnb agora. Eu já vou contar pra vocês a história da Ellen. Então vamos lá. Vamos a história. Ellen, conheceu ali por meio de amigos em comum. Um cara muito incrível. Esse cara estava com 28 na época. Ellen tinha 20 anos. De primeira rolou uma mega química. Ellen ficou muito apaixonada. O cara também ficou muito apaixonado. E assim, gente, aquele amor sofrido, sabe? Ah, e a gente se vê todo dia. E ele fazia declarações pra mim todo dia. Ah, e ela tão lindo. Ela é limorando com os pais e ele morando com a mãe. Uma senhora aposentada. A relação deles era tão intensa. Que com seis meses. Com seis meses. Ele falou, olha, eu não aguento mais calor de você, Ellen. Você é o amorzinho da minha vida, Ellen. O que você acha dessa ideia? Você sai da casa dos seus pais e vem morar na minha casa. Comigo e com a minha mãe. E a gente vai ser uma família felizinha. Ellen. Mas meu amorzinho, eu também quero morar com você. Mas será que seria uma boa? A gente morar com sua mãe. Não seria legal de te morar. Sou nosso. A amorzinho de vida respondeu. Então, minha mãe, ela tem uns problemas de saúde. Eu não posso deixar minha mãe sozinho. Entendo o rapaz, entendo o rapaz, gente. Mas até aí, não entendo, Ellen, ter falado poxa, que situação bacana. Eu topo seis meses de namoro. Ellen falou, olha, temporário. Então, até a gente se planejar e ver um jeito da gente ter a nossa casa. Sem abandonar sua mãe, pode ser assim. O cara falou, não, tudo bem. Vamos fazer isso agora e a gente vai se planejando para ter a nossa casa. Sem, mamis junto. Nessa época, Ellen tinha um emprego que pagava razovemamente bem. E o cara tinha um emprego que ele trabalhava muito e pagava mal. Então, veja, nessas horas a gente também tem que fazer essa conta, gente. Vou para lá. Vai me sobrar dinheiro, vai me faltar dinheiro. Não conti a básica. Mas aí, o cara lançou aquela pô, mas a gente não vai pagar a Miguel. Mas, se Ellen pensar, ela morava com os pais, ela já não pagava a Miguel. Então, assim, vantagem foi, Ellen. Eu acho que não. Mas é isso, gente. Quando a gente está apaixonado, quando a gente só pensa no amor e só nas coisas boas. Então, assim, o raciocínio realmente, quando estamos apaixonados, isso é todo mundo. Fica um pouco prejudicado, sim. De tudo isso, mãe de Ellen, que a gente pode chamar aqui, dona Sandra, falou, "Bom, você quer ir, filha, vai." Ela não quis dizer, mas ela não ia muito com a cara desse, namorado de Ellen. Mas ainda assim, os pais da Ellen apoiaram, "Vai, filha, vai tentar a vida, né? Vai viver, se não dá certo, o caso de mãe está aqui." No geral, foi tudo bem ali. Espeira as semanas, Ellen sentiu muito bem, foi se acostumando com a nova rotina, o cara muito carinhoso, muito atencioso. Ellen amava ver como ele tratava mãe, realmente, o cara tratava mãe muito bem. Ela era super preocupada com a saúde, com bem-estar da mãe. O tempo foi passando e o casal mesmo foi percebendo que não ia dar muito certo aquilo, que eles não tinham nenhuma privacidade. Eles queriam também ter as coisinhas deles. "Né, só deles ali." Que ela casa era da mãe do cara, então assim, tudo tinha que ser feito do jeito dela, né? E a casa dela. "Fora isso, Ellen ficou sobrecarregada." Porque a casa era uma sujeira, era uma bagunça e ninguém limpava. Ninguém me fazia nada. E aí ela fazia. Passava a meia hora, eles sujavam tudo de novo. Sabe quando você não tem a manutenção da limpe, ninguém tem de ajudar pelo menos deixar limpo? Ela tinha que trabalhar, ela estava fazendo faculdade, ela tinha que fazer faxina. Agora ela fazia as compras do mês para casa para os três com o seu valha alimentação. Ellen já estava sobrecarregada. Pensando, "Bom, tô nessa, gône, né?" O cara falou, "Ah, amor, eu entendo que você, né, que é o seu cantinho." "O que você acha? Eu tive uma segunda ideia boa." "A primeira ideia boa, foi você vir morar aqui com um comami." "Olha, tô tendo agora a segunda ideia incrível. A ideia da minha vida." E se a gente construir aqui no quintal de minha mãe? Olha que quintal é enorme, dá para a gente fazer uma casa incrível. E a gente vai ter o nosso cantinho. O cara sempre usando aquela coisa de "a gente vai economizar, não vai pagar a luquia, ou seja, ele não pagava a luquia, ela morava com os pais." Então, sei lá, podia ter financiado alguma coisa, ela continuava com na casa dos pais e ele na casa como é dele. Ellen, muito apaixonada, pensando. "Eu quero dar minha vida." Nesse ponto ele já tinha obtido todas as conversas importantes, inclusive a conversa que ambos não queriam ter filhos. Eles não iam ter filhos. Bom, então vamos construir o nosso cantinho aqui. Que a gente é o combo, né? Vocês estão vendo? Morar com a mãe, construir no terreno da mãe. Ellen, naquele ponto, pensou bem, falou. Bom, é um jeito assim, a gente tem a nossa privacidade. Se a gente construir aqui no quintal, é muito mais fácil. A gente não tem dinheiro agora para comprar um terreno que seja aqui perto da sua mãe e fim. Então assim, é o que tem para hoje, sabe aquilo? E eles foram conversar com a mãe do cara. Ela topou, porque ela achou bem melhor ter o filho ali do lado, né? Já estavam juntos há um ano. E Ellen estava certa assim que aquele cara era o amor da vida dela. Sabe? E que eles iam ficar juntos ali para sempre. Então assim, fazia muito sentido naquele cenário construir no terreno da sólgra. E aí o casal começou a planejar a obra, só que tinha um detalhe. O cara ganhava muito pouco. Esse planejamento foi feito em cima dos ganhos de Ellen. Ellen usou o fundo de emergência dela, pagou, que ela conseguia de todos os gastos, ela pagou e tenta por cento da construção. E o cara uns 20, se pagou uns 20, porque duvido muito em Ellen. Se você botar isso no papel, você vai ver que você pagou tudo. Que você pagou é tudo. Ela é muito feliz ali, investindo no futuro dela, né? Casa pronta, zero móveis. Ellen movilhou tudo sozinha para ser lotudo e o cara não ajudou em nada. Com nada dos móveis, nem uma faca que ele comprou. Porque ele estava pagando ainda uns materiais de construção que ele tinha botado na obra. A exepença, bom, agora a vida melhorou a justiçar a nossa casinha. Era assim que Ellen pensava tanto que ela estava tão feliz que ela continuava ajudando a sólgra mesmo, agora tendo a casa dela. Fazer uma limpeza geral na casa da sólgra e fazer a compra do mês para as duas casas com cartão alimentação dela. Que era um cartão alimentação sim de um bom valor. Agora ela estava bancando as duas casas, limpando as duas casas. Mas estava feliz. A convivência dos dois era muito boa. O carena maravilhoso com ela, carinhoso, sexo ótimo. O cara levava café na cama. "Levava ela em pra jantar, numa cidade pequena, então todo mundo via aquele relacionamento, nossa, é o príncipe apreenceza, realmente o cara era um amoreco, a amoreco da vida." Era um tão assim casal perfeito que os outros casais pediam com celhos de relacionamento para eles. Era nesse nível. Fizera uma cerimônia ali no quintal mesmo, para oficializar a união e início o tempo foi passando e eles já estavam em junos aos três anos. Até que um dia ela em colocando ali as roupas para lavar caiu algo do bolso do amoreco. O que caiu? O que que era aquilo? Era uma cartela de comprimidos e a cartela estava quase vazia. Ela em pegou o nome daquele medicamento e foi pesquisar e viu que era ali o genérico daquela pilulazinha azul. Sabe? Pra ó, subi. Pra cobra subir. Ela em fecô, fica abreira. Oé, mas que tá usando pilulazinha azul? Porque a nossa vida sexora ótima, nunca sobe, né? Que preciso disso. Ela já ficou bolada porque se ele fazia muito sexo e um sexo muito bom com ela, será que era por causa da pilulaz? Ele tava tomando pilulaz pra poder rende mais, né? Ela foi perguntar pra ele. Desculpa que isso é gay. Porque é um relacionamento incrível com diálogo, né? Fulou não querido então. Ficou pálido. Quando você pega um fudido, a gente sempre põe o cara pra cima. Nessa época, ele já tava na faculdade, já tava com a vida melhor. Do que ele tinha antes de conhecer ela, ele já tava botando ele pra cima. Ele falou que vendia na faculdade pra os amigos que tinham vergonha de comprar na farmácia. Mas gente, assim, não faz sentido porque são pilulaz que não precisa de receita. Não há mais história estranha, gente. Ele também achou estranha. Fulou não colou muito não. Tive uma briga e ele chorou. Pela amor de Deus acredite em mim. Vou tomar em dele no meio. Tem que acreditar nele porque ele é muito honesto. E ele falou. Tudo bem, então vou deixar passar. Não é que acredito, deixa eu passar. Temo passando, mas um pouco o pai desse cara morava em outra cidade e no final de ano tava combinado que Ellen e o Amoreco ia um passar as festas com o pai. E ela estava animada porque assim, a porféria, né, ia mudar um pouco de ares, saí ali. Da dona Moga, dois. Pocos dias antes do Natal, esse cara acordou. Não falou bom dia pra Ellen. Foi tomar banho. Ele era o cara, aquele cara lá, fazer café da manhã pra Ellen. O Amoreco, ele era o Amoreco. O cara tava frio. Totalmente diferente com Ellen. Ele tava estraníssimo assim. E ele foi trabalhar. Mal falou com Ellen e ficou pensando, né. O que será que aconteceu? O ano quando chegou. Vamos, vamos começar com ele. Ele tava frio, estranho. Ela nunca tinha visto ele a dia assim. Ele era realmente o Amoreco, né? É alguma coisa faculdade, alguma coisa de trabalho. E ela quis puxar um assunto ali atório, que era o final do ano ali, né, aquele zeão pra casa do pai dele. E aí, ele falou. E aí, nosso Natal, hein? Que seu pai vai ser muito legal, tal, né? E aí, ele falou. Você quer dizer o meu Natal? Não, nosso Natal, né? Porque também eu vou estar junto. -Pelo favor? -Não, eu vou ver o meu pai. Você eu não sei o seu fazer no seu Natal. Gente, de Amoreco da vida, hein? De Amoreco da vida pra isso. E aí, Ellen falou. Não é, mas você nunca quer que eu vá, é isso que você tá dizendo? O que que tá acontecendo? O que que eu fiz que você tá me tratando assim, não fiz nada? Gente, foi de um dia, café na cama, a Amoreco da vida pra esse dia aí, tá? Gente, mas que eu fiz, que aconteceu? Não. Não fez nada, não. Eu só tô refletindo mesmo pensando se eu ainda te amo. Não sei se eu te amo, Ellen, desculpa. Ellen, ficou tão chocada, ela começou a gaguejar, não conseguia falar, ficou zonza. E aí, ela tentando falar, tentando entender o cara interrompe, eu falou. Chega, eu vou sair, vou esperecer, tá bom? Tem nada para ouvir de você não. Gente, desse jeito. Ellen, ficou sentada no sofá paralisada, sem entender o que tava acontecendo. Cara, ficou um tempo na rua, e quando ele voltou, ele disse pra Ellen que era aquilo mesmo. Ele falou. Olha, é isso mesmo. Eu não. Tinha um no mais. Eu preciso de um tempo, eu vou visitar meu pai, vo sozinho. E aí, ó, você aproveita esse tempo, Ellen, pra você decidir o que você vai fazer da sua vida daqui pra frente. Ellen, não conseguia nem se recuperar, gente. Foi de um dia a moreco da vida, a café na cama, te amo, até a morte. Pra isso, tipo, te vira. Foi tipo um. Quando eu voltar, eu não quero mais você aqui na minha casa, porque detalhe. A casa que Ellen construiu, inteira, imobiliou inteira, sozinha, só que tava onde? No terreno da mãe dele. Ellen queria conversar, queria entender ele, falou. Olha, não quero conversar não, foi dormir, chega. Ellen passou a noite do lado dele, deitada, chorando baixinho, e Ellen dormiu romcando feliz, sem nenhum remorço. E aquela noite toda de tristeza, deu lugar a uma raiva. E aí, ela fez uma mala e foi pra casa dos pais, pra pensar um pouco. Eh. look ela ia fazer, né? Ellen tava tão abalada, que ela precisou se medicar. Ela ficou quatro dias na casa dos pais. Ele não entrou em contato. Nesses quatro dias, não mandou nem mesmo uma mensagem. Ellen tentou conversar com ele, mas ele falou. Não pedaia, não. Não gosto de não tira uma mais, não. E aí, ela percebeu que realmente não é ter jeito que o casamento dela tinha terminado. Tudo que ela investiu, o dinheiro que ela investiu, tudo tinha ido pelo ralo. A mãe da Ellen falou. Bom, você tá vendo? Não tem mais jeito mesmo. Então vamos lá, vamos pegar todas as suas coisas. E nisso, eles tinham comprado um carro dos pais ali, da Ellen. Pegando por mês antes de transferir o documento, tal documento, tava no nome do pai da Ellen. Vamos pegar o carro, vamos pegar todas as suas coisas que tudo que tem lá dentro é seu. Até o último garfo, até o. sabe? E ele vai ficar com a casa, né? Que você pagou mais um tem jeito, porque tá no que tal da mãe dele. Eu, assim, gente. Podia dar polícia, podia dar o que foria, e a demolia, aquela casa ia pegar a amarreta. E aí, foi outro báquia. Ela entendendo ali pelas palavras da mãe, que ela tinha perdido, todo o dinheiro que ela tinha investido ali. Elas foram lá, começar a buscar as coisas. No começo, ele até ficou quieto, só olhando, mas depois, ele percebeu que ele elevava absolutamente tudo, e ele começou a gritar. Que, ah, ela morou lá sem pagar a loguel. Põe na ponta do lápis, filhão. E ele queria que queria ficar com a TV. Que ela comprou TV grande. Não, pelo menos a TV, você tem que me deixar TV. Gente. E aí, ela em começou a gritar de volta também, que ela não ia deixar nada mesmo. Que ela ia ficar no prejuízo, que ela tinha investido na casa. E aí, o cara foi pra cima da ela, hein? O amoré, a colembra da amoreca da vida, foi pra cima dela. Mãe da ela, em tempo que se meter ali, por que ia chamar polícia. E aí, eles foram tirando as coisas e a mãe da ela impediu pra deixar TV pro cara. Eu não deixava, gente. Ela ficou com o carro também. Porque eles pagavam a parcela, mas assim, né? O cara pagava daquele jeito. Ela em voltou pra casa dos pais aquele limbo, gente. Porque foi de um dia pra outro, né? Que ele virou outra pessoa, né? Ela voltou pra casa dos pais, ficou lá um mês mais ou menos, alugou um apartamento. Ela tinha todos os móveis, tinha as coisas, né? Nisso ela tava vividando, entra na sede social, a sedeira muito pequena. Todo mundo já tava sabendo que eles estavam separados. Tava difícil, gente, pra ela em superar, porque assim, o cara falava que você era o amor da vida dele, ser três, quase quatro anos com o cara. E assim, desse amor intenso. E, de repente, do dia a pra noite, o cara fala, "Não te amo mais, sai da minha casa?" Que a casa que ela construiu não é fácil. Até que um dia, uma amiga da ela, hein, ligou pra ela e falou. Olha, a gente tem que conversar. Eu sei porque que ele terminou com você de maneira repentina. Eu seu amoréco engravidou a Fulana. Ele tinha caso, a mesa esconfulana e ela ficou grave, né? Quem é a Fulana? Vocês estão sentados? Fulana era uma colega de trabalho, diëlin. Cidade muito pequena, todo mundo se conhecia. E essa colega de trabalho tinha fãma de só sair com caras casados. Ela em nunca se meteu na vida da menina, a menina nunca se meteu na vida dela. Só que ela em não sabia que era ela, a mante de seu marido. Porque ele tinha. é terminado com ela. Ela tinha colocado ele na parede, falou, "a ela em trabalho é comigo, se você não contar para ela que eu estou gravado de você, ela vai chegar aqui na firme, eu vou contar para ela." O cara em vez de contar para a resposta, ela, o que tinha acontecido, ele resolveu terminar com ela e sem contar, sem dar o braço a torcer, sem falar, "olha, eu fui um canal, é um maldito." E tido segundo o bach, que é o cara tido, o discurso também que não queria filhos, e agora a gente tinha engravidado a colegra de trabalho da Ellen. A moça também tinha uma vida estabilizada, tinha casa própria, e aí eles assumiram o relacionamento nas redes sociais e a moça ficou apostando. "Ah, era o meu sonho, mas porque a gravidez é porque o amor éco." Porque ele agora era o amor éco dela, né? Imagina na cidade pequeno quanto a Ellen não sofreu. Porque assim ela estava exposta, né, gente? Sem contar tudo o que aconteceu com ela, e agora o cara, a moça da vida, da colegra de trabalho dela, que todo mundo sabia, né? Que elas trabalhavam juntas, "Gravida, feliz, com o marido dela." Ela em parou, saí na rua, tipo, "ou só saí pra ir pro trabalho e voltava, não ia mais em nenhum lugar." Porque o pessoal realmente comentava, né? Cuxi chava. O tempo passou e o bebêzinho lá na seu. Quando a criança estava com quase um mês, gente, não tinha completado um mês, a nota aí. Ela recebeu uma mensagem de um número desconhecido. Porque nesse ponto ela já tinha bloqueado meio mundo, né? Quem que era? Que estava mandando mensagem? Quem? Cês já deviam? Quem que estava mandando mensagem? Era a colegra de trabalho de Ellen. Limpava de licença maternidade. Ela estava desagofando. Olha, quem poderia imaginar? O cara tirou dinheiro dela, ela pagou um curso pra ele. Ele aprontou todas. Com essa colegra de trabalho da Ellen. Pegou o cartão dela, gastou. Fala que agora é filho, era uma preocupação e aí um dia essa que só saia com casados, tá? E agora tinha um filho, né? Do Amoreco viu no Facebook ele com uma outra menina. [risos] Uma festa de família, da família da menina, tipo. Assumindo uma outra menina. O bebê estava comendo os de um mês, tá? O bebê do Amoreco. Essa colegra de trabalho foi ver ali na fatura do cartão, ele pagava até motel com as outras. [campainha] E ela estava escrevendo pra Ellen, porque ela queria desabafar e conversar de mulher pra mulher. [risos] As duas sabiam que ele era e ela queria conversar. E assim, gente, aqui pra mim era a hora da Ellen. Mas a cara, mais Ellen, é muito superior a mim. Primeiro que ela deixou a televisão. Então, Ellen já é muito superior a mim, porque ela deixou a televisão pro cara. Mas eu tinha, pelo menos, colocado um "k-k-k-k" se ferrou. Ellen ficou encarando aquele texto ali pra um tempo e resolveu responder a moça. Só colegra de trabalho. E assim, a moça, que engravidou sabia, que ele era casado, trabalhava com Ellen. Então, a senhora foi enganada em nada. E ainda assim, Ellen falou, "Poxa, tinha um bebêzinho ali naquela equação." Então, ela resolveu conversar e contar algumas mentiras do cara. Fala ali, mas não entrou nesse quesito de que você ou a. Contou algumas coisas que ela sabia do cara, a moça também contou algumas. Olha, só estou conversando com você e respeita ao seu bebêzinho, enfim, passando essas informações, mas só vida não é problema meu. Você tem com ele, não é problema meu. Com o tempo, ela descobriu. Porque conhecidos, né, e ali, falatório da cidade. Porque aí, depois que termina, todo mundo sabe de tudo e ninguém tinha te contado nada. Que ele havia traído, a Ellen, com várias mulheres. E era por isso que ele tomava, pilasinhas, para dar conta de todas as mulheres que ele transava enquanto ele estava com a Ellen. Ele ficou com várias depois que teve o bebêzinho, não ficou com essa colega de trabalho da Ellen. Casou com outra, teve outro filho. Eu acho que assim, gente, cidad pequena, mesmo que você não quer saber se sabe. Hoje a Ellen já está, faz ter a pi, está num outro relacionamento sério, enfim, tocou a vida, mas você fica sabendo de tudo que você está no cidad pequena, né? Essa que teve o segundo filho dele, paga a pensão para aquela lá do primeiro filho. Ela que paga a pensão do bebê do amoréco, do primeiro bebê do amoréco. Como se não bastasse esse pilã, tem que entrar em contato com a Ellen. Várias vezes até por e meio, porque ele está bloqueado em tudo, né? E ela ainda bem, nunca respondeu, nunca vai responder esse amoréco-fajuto, ainda bem que a Ellen agora to com a vida, está bem, está num outro relacionamento, mas olha isso cara, gente. Que vocês acham? Eu não quero ninguém blis, eu não nome é prígida, eu falo de campo grande, N.S. Eu fico ouvindo essa história da Ellen, ficou pensando, gente, quando que nós mulheres vamos parar, de achar que para gente ser uma pessoa, para gente ser alguém, a gente precisa estar com o homem do lado, porque você vê esse cara, nitidamente, ele é um mulher engo, safado, que vive as pústas dessas mulheres. E ele arruma uma, duas, três, quatro e casa, três vezes ele casou com a Ellen, com a outra, do bebêzinho, e com a terceira, tem que enfaz o golpe e tem que encarir. Vamos prestar atenção, gente, né? Para mim é não. Começou a sentir qualquer coisa diferente, gente, sai fora. Pelo amor de Deus, eu fico chocado com essas histórias, tá bom? Ellen, ainda bem que você seguiu a vida, vem de se quem vem. "Nove ablízers", meu nome é Pedro, falo de Recife. Essa história da Ellen me deu um gatido enorme, sim, eu já tive um relacionamento muito parecido, que o cara era extremamente atencioso, extremamente cuidadoso, era também um amorébago. E depois descobri posteriormente, né, após o relacionamento, enfim, várias situações, descobri também que me traia com várias pessoas, que é engraçado, né, ver que muita gente demonstra ser a melhor pessoa do mundo, a pessoa mais cuidadosa, a pessoa mais atenciosa, mas que por trás é a pior pessoa do mundo. Espero que a Ellen continue aí seguindo bem, fazendo a terapia e que relacionamento atual dela descer. Beijo para todos e um abraço e acolhador para a Ellen também. Os feriados prolongados já estão se aproximando, é só você reservar e chamar sua galera. Você escolha isso ao lugar preferido, pode ser um apartamento na praia, casa no campo, uma comodação e uma cidade histórica, hein? Lá, você encontra a melhor acomodação para o seu gosto, com todas as comodidades que você precisa, e ó, preço para todos os tipos de bolsos. Feriado liberado é no Airbnb. Valeu, Airbnb, pela parceria. Um beijo, gente. Eu volto em breve. Quero sua história contada aqui? Escreva para não ir de [email protected] E colégio de limão é mais um quadro do canal. Não enviabilize.

Podcast Summary

Key Points:

  1. O anúncio do Airbnb promove feriados prolongados e acomodações variadas (praia, serra, cidade histórica, capital), com pagamento via PIX ou parcelamento em até seis vezes sem juros.
  2. Ellen, aos 20 anos, inicia um relacionamento intenso com um rapaz de 28, que mora com a mãe. Após seis meses, mudam-se para a casa da sogra.
  3. Ellen financia integralmente a construção de uma casa no quintal da sogra, usando seu fundo de emergência, e mobília tudo sozinha, enquanto o parceiro contribui minimamente.
  4. Após três anos, o parceiro termina o relacionamento abruptamente, alegando não amar mais Ellen, e a expulsa da casa que ela construiu, no terreno da mãe dele.
  5. Ellen descobre que ele a traía com uma colega de trabalho, que engravidou, e que ele usava medicamentos para desempenho sexual para manter múltiplos casos.
  6. A ex-colega de trabalho, agora com o bebê, contata Ellen para desabafar, revelando que o parceiro também a enganou e continuou com outras mulheres.
  7. Ellen, apesar do prejuízo financeiro e emocional, responde à colega com maturidade, focando no bem-estar do bebê.

Summary:

O texto começa com um anúncio do Airbnb, destacando feriados prolongados e opções de hospedagem para descanso, com facilidades de pagamento. Em seguida, narra a história de Ellen, que aos 20 anos se apaixona por um rapaz de 28. Após seis meses de namoro, ele a convida para morar com ele e sua mãe, prometendo um futuro juntos.

Ellen aceita, apesar das ressalvas dos pais. Com o tempo, ela se sobrecarrega com as tarefas domésticas e financeiras, bancando a maior parte das despesas. O casal decide construir uma casa no quintal da sogra, e Ellen financia integralmente a obra, mobiliando tudo.

Após três anos, o parceiro termina o relacionamento abruptamente, alegando não amá-la mais, e a expulsa. Ellen descobre que ele a traía com uma colega de trabalho, que engravidou, e que ele usava medicamentos para desempenho sexual para manter múltiplos casos. A ex-colega, agora mãe, contata Ellen para desabafar, revelando mais enganos.

Ellen responde com maturidade, focando no bebê, enquanto lida com o prejuízo financeiro e emocional. A história ilustra os perigos de relacionamentos desiguais e a importância de planejamento financeiro e emocional.

FAQs

O Airbnb é uma plataforma de acomodações para vários tipos de viagem, como praia, serra, campo, montanha ou cidades históricas. Você pode reservar com antecedência, pagar no PIX ou parcelar em até seis vezes sem juros no cartão.

Ellen conheceu o namorado por meio de amigos em comum. Ele tinha 28 anos e ela 20, e houve uma química intensa, com declarações diárias e um amor sofrido.

Após seis meses de namoro, o namorado propôs que Ellen morasse com ele e a mãe dele, alegando problemas de saúde da mãe. Ellen aceitou como temporário, mas o plano era se planejar para ter a própria casa.

Ellen pagou a maior parte da construção usando seu fundo de emergência, enquanto o namorado contribuiu com apenas 20%. Ela também mobiliou a casa sozinha e bancava as compras das duas casas com seu vale-alimentação.

O namorado engravidou uma colega de trabalho de Ellen e, em vez de contar, terminou abruptamente, dizendo que não a amava mais. Ele pediu que Ellen saísse da casa que ela construiu, deixando-a sem o dinheiro investido.

Sim, Ellen e sua mãe foram buscar todas as coisas, incluindo móveis e o carro, que estava no nome do pai de Ellen. O namorado tentou ficar com a TV, mas a mãe de Ellen interveio e eles saíram com tudo.

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