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Amor, Apego ou Dependência? A Verdade Que Está a Sabotar as Suas Relações

61m 5s

Amor, Apego ou Dependência? A Verdade Que Está a Sabotar as Suas Relações

O episódio do podcast Foro de Teresina discute a crise institucional deflagrada entre o Senado e o Supremo Tribunal Federal (STF), centrada no relatório da CPI do Crime Organizado. O relatório, de autoria do senador Alessandro Vieira, pediu o indiciamento dos ministros do STF Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, além do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, por supostas conexões com o esquema do banco Master. Os comentaristas criticam o documento por desviar-se do tema central da CPI, o crime organizado, para atacar o STF de forma seletiva, sem incluir políticos do Congresso envolvidos em escândalos correlatos, como o do fundo de garantia (FGC). Eles avaliam que a manobra possui um claro objetivo eleitoral, buscando capitalizar o descontentamento com o Supremo. O relatório foi rejeitado pela comissão após mudanças em sua composição, e a reação veemente de ministros do STF aprofundou a crise. O programa também tratou de outros temas da semana: a prisão preventiva do ex-presidente do BRB, acusado de receber propina; o impacto de uma possível candidatura presidencial de Ciro Gomes na disputa eleitoral; e a derrota histórica do primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, após 14 anos no poder.

Transcription

10365 Words, 58314 Characters

Portuguese
-Ré de Piauí. [Música] - Olá, sejam muito bem-vindos ao Foros Teresina, o podcast de política da revista Piauí. -Uma comissão parlamentar, instaurada após uma sacra de 120 pessoas, nos complexos de alemão e da penha do ano passado, não tenha promovido sequer a quebra de sigilos de milicianos, -Eu Fernando de Barros e Silva da minha casa em São Paulo, tenho a alegria de conversar com os meus amigos. Ana Clara Costa e Célso Rocha de Barros, no estúdio rastro no Rio de Janeiro, olá a Ana bem-vinda. -Oi Fernando, oi pessoal. -Eu estou estimulando o painel seu bordo a se colocar um bom alternativa para o Brasil. -Digá-la a Célso Cássica de Bala. -Fala, Fernando, estamos aí, mais uma sexta-feira. -A maior émbro é que maior e grande monta-que Europeira. E grande monta-que a Sábado, maior orçágra. -Mais uma sexta-feira e antes de anunciarmos os assuntos da semana, caisto eu para falar do Foro na Estrada e dizer que além de recife que é no próximo dia 25, a gente também vai estar na feira do livro que acontece entre 30 de maio e 7 de junho na Praça Charles Milha e Em São Paulo. Ao longo das próximas semanas, a gente traz mais detalhes sobre a nossa participação ao vivo na feira. No ano passado foi muito legal e este ano, ano eleitoral, tão importante, vamos repetir a parceria. Agora sim, aos assuntos da semana. E a gente abre o programa com a crise deflagrada entre o Senado e o Supremo Tribunal Federal, crise que teve como detonador, o relatório da CPI do crime organizado de autoria do Senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento de três ministros do STF, Alexandre Morais, Diaz Tófoli e Gilmarmendes, além do procurador geral da República Paulo Gonei. No seu texto, o Senador Vieira, que já foi delegado à Polícia Civil do Sergipe por muitos anos, diz que Gilmarmendes anulou a quebra de sigilo de uma empresa ligada a Tófoli e determinou a inutilização de dados da investigação sobre o Master, mesmo sem ser o relator do caso. Em relação a Diaz Tófoli, Vieira afirma que o ministro atuou no processo contra o banco de vorncar o mesmo tendo relação pessoal e financeira com os investigados. E cita a transação entre a Maridz, empresa da Qualtófoli, é sócio e o fundo Arlen, ou Arlin, ligado a Fabianos Etou, o Cunhadão Barrapezada do Esbaneiro. Sobre Morais, o relatório apontava indícios de proximidade entre o ministro e vorncaro, incluindo supostos encontros e viagens em aviões ligados ao Banqueiro, além claro do contrato de 129 mil milhões entre o Master e o escritor de Vivian e Barzi de Morais. O relatório, como se sabe, foi rejeitado por seis votos a quatro após uma mudança na composição dos membros da comissão que a gente vai comentar. Jumar Menes liderou a reação do Supremo, pedindo a PGR que investigue Vieira por abuso de autoridade. E disse, quando viu meu nome em sérido netaulista de indiciados por parte do senador deste caso, eu disse, é curioso, ele se esqueceu dos seus colegas milicianos e decidiu envolver o Supremo por ter concedido um hábias corpos. Só esse fato narrado mostra exatamente que nós descemos muito na escala das degradações, fecha aspas. A crise está instalada e tem evidente impacto sobre o processo eleitoral. Também vamos falar da prisão preventiva do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, acusado pela PF de receber propina de 140 milhões do esquema de vorncaro. Nos quando bloco a gente vai tratar da eleição presidencial e olha para possível, aprovaram entrada de cirugomes na disputa nacional agora pelo PSDB dirigido por AESC Unabs. Seja disputou a presidência por 4 vezes, em 1998 ele teve quase 11% dos votos em 2002, quase 12% em 2018, passou 12% e na última eleição ele tratou Bolsonaro e Lula como desastreis equivalentes para o país e foi acusado com muita razão de fazer o jogo da extrema direita golpista. Acabou com 3% dos votos. Se ciro de fato trocar a candidatura ao governo do Ceará pela disputa presidencial isso tende a ser um complicador para a Lula, uma leição que já se configura muito difícil e apertada. A gente vai comentar tudo isso. Por fim no terceiro bloco a gente vai tratada derrota de Vitor Orbán, com a agressão de 16 anos no poder. O primeiro é uma das lideranças da extrema direita mundial, viu seu partido perder a maioria para o teaser, liderado por Peter Magiar, que conseguiu unificar o posição e capitalizar o desgacha acumulado pelo governo. A gente vai analisar o legado de Orbán e o significado histórico dessa derrota. É isso. Vem com a gente. Muito bem. Se é o sucaso que a de Bala é vou começar com você porque não um passado remoto 3 ou 4 semanas atrás, nessa república e que as coisas acontecem as avalanches, a gente vai ser atropelado pelos suats. Se você cantava bola lá atrás, "Flau, essa CPI do crime organizado, não está mexerando bem, porque vai acontecer que eles vão pegar o suprime e vão liberar todo mundo do crime organizado, do centrão, etc., etc. CQD conforme queríamos demonstrar, é ou não é? É, Fernando, eu achava isso da possibilidade de ter um CPI do Master. Eu acho que se véssemos uma CPI do Master, um gato risco dos caras pegaram os casos de supremo e ali via pra todo mundo ali, da deleita do Congresso, que estão muito mais envolvidos. E foi isso mesmo que aconteceu. Saber esse caso tem um agravante de que o Alessandro Vierro resolveu pegar a CPI do crime organizado? Que gente, é um assunto sério, certo? Isso é o CPI, todas as pesquisas aí, segurança é um dos principais assuntos, nas preocupações dos eleitores, etc. Seria legal assim, isso com o Congresso de SMA CPI sobre o crime organizado bacana, né? E você vem inclusive no relatório inteiro, você vê que eles chamaram gente de alto nível pra falar lá, entendeu? Eles poderão ter pega aquelas pessoas e discutindo, "Vamos fazer umas propostas mais legais, assim, entendeu? Vou fazer umas coisas mais concretas pra melhorar o combate ao crime organizado." O relatório até tem algumas coisas que eu achei meio jogadas, mas assim, se estivessem focado nisso, eu gostaria sendo muito mais legal. Mas o Alessandro Vierro resolveu pegar a CPI do crime organizado pra ir atrás dos carros do supremo, que estão enrolados com o master. E aí, claramente, o aspecto crime organizado foi piscaco. E aí, o relatório é um negócio quesito, porque são 60 páginas de um resuminho da situação do crime organizado. No Brasil, e assim, uma coisa assim, você pega as matérias aqui do Alande Abril, na Piauí, e pega umas brunpas mansas, esses acessiros livérios, pessoal que sempre discutiu isso, é um resuminho daquilo. Aí, para pra falar do master, pede um dissamento do escarro do supremo e depois volta a falar de crime organizado com umas propostas completamente isoladas do que estava ali. Algumas são bem esquisitas, por exemplo, que é botar o código diética do STF na Constituição, que é uma ideia bem ruim, porque imagina se você cusece mudar alguma coisa do código diética do STF, teria que fazer uma reforma constitucional, teria que aprovar a peque. Enfim, dá a impressão mesmo que pode até ter começado o sério a CPI, mas acabou virando meio palhaçado mesmo. O relatório, obviamente, ficou famoso, por pedir um dissamento no tóforo, do chandão, do Gilmar e do Gone, a CPI provavelmente não tinha autoridade para fazer nenhuma dessas coisas, porque a CPI foi criada com o fato de determinado muito diferente disso, mas eu vou dizer, o histórico de CPI já teve um monte de CPI que virou outra coisa completamente diferente. Quem for mais velho vai lembrar que boa parte da ação ali naquela CPI sobre o meu salário era uma CPI de bingo. Vocês lembram disso? É verdade, depois teve a dos correiros. É, entendeu. Era um três, né? Te acipei do fim do mundo, a dos correiros do bingo, e enfim. É, se você negou de CPI sair viajando por aí, não aí, né, desnon? Não, total. É. Agora, sobretudo, no caso do Gilmar e do Gone, eu não conheci ninguém que tem achado isso adequado, porque o Gilmar, obviamente, tem mil problemas, você pode criticar ele para um monte de coisa, mas o motivo dele entrar aqui é porque ele deu uma decisão contra a quebra de sigilo da empresa do tóforo. Você pode perfeitamente discordar dessa decisão, eu discordo, você pode achar que isso é uma sacanagem, eu também acho, mas claramente não é ilegal. E no caso do Gone, então, é pior ainda. Gone, basicamente, entrou por não impedir esses caras de fazer isso tudo. E enfim, tem outros espaços para você questionar isso. Inovamente, você não pode proibir o Gone, e decidir a coisa. A lei dá margem para os juízes exercer em seu julgamento. Tem espaço para o cara fomular a sua opinião que pode ser boa, pode ser ruim. E a minha gente você prove que algum desses caras, por exemplo, fosse subornado, ou você la sofrer opressão política de alguém para fazer isso, e tal, você não prova isso, coisa que ele não é crime. Eu, por exemplo, acho o voto do Luis Fuxo no julgamento do golpe, uma berração completa. Mas enquanto eu não tive a prova de que, sei lá, o Trump mandou ele fazer aquilo ou de que ele fosse subornado para fazer aquilo. Não é crime, é só uma berração completa. Mas isso para mim não é o pior problema, é só indiciar os caras do STF, então, se você pegar no relatório, por exemplo, a partir da parte de 60, o Alexandre Vera começa a falar da suação do Masha. Quando ele vai falar da infiltração do Masha no poder público, ele se está nominalmente os funcionários do banco central, que são suspeitos de receber suborno para proteger o vocar. Quando ele vai falar da infiltração do poder judiciário, ele se está nominalmente atofeli. Mas quando ele vai falar do legislativo, onde ele trabalha, ele menciona o projeto de aumentar a cobertura do FGC, sem se estar nominalmente, nem o ciruno ouguera nem o Felipe Barros, os dois parlamentários que apresentaram projetos para fazer isso. Porque assim, inclusive, é o seguinte, a situação suspeita do STF, é motivo para o indeciamento, isso aqui também é, porque não dá para aprender o cara, só para ter apregentado o projeto. É claramente sacanagem, você olha, você vê que é sacanagem, mas você precisa provar que ele fez isso com a intenção de fraudar o seu financiero. Eu não tenho prova disso, então, não posso acusar os caras disso. Mas pelo critério que o Alice alviera usou contra o caro do STF, eu poderia. Então se é para ir indicar os caras do STF, tem essa história de tia que tem de caldo também, o cironogueiro, o Felipe Barro. Eu não achei-se que é uma citação a fraude do Master com fundo de previdência. Se alguém achar alguma, pode me avisar. Que é uma espécie bastante relevante, bastante. De escândalo? E é uma dos principais caminhos pelos quais o escândalo cruza com a política, porque aí você tem ali, está lá, dos prefeitos e governadores, que botaram o dinheiro depositado no Master. Então, se ele fosse para esse lado, ele teria que puxar o União Brasil, por exemplo, que é um dos grandes partidos do Congresso. Teria que puxar o PP, que é um dos grandes partidos do Congresso. E ele não fez isso. Então, ele claramente ali viou. Aí, os esquemas tá claro, você dá dinheiro para o vôr-caro, para receber dinheiro do vôr-caro de volta em campo editorial, como a turina, como que seja. Exato. Então, assim, primeiro problema é os indiciamentos, são aparentemente regular, eu nem achei o superior à problema, não. Porque isso aí pode caí na justiça, ela. Achei muito pior as pessoas que ele não indiciu, porque ele podia não falar do Master, porque ele falou só sobre o crime organizado, falar do Beirama, do. Mas, já que ele queria falar do Master, ele não podia pegar só os carros do SDF. Isso aí reforça narrativa de que isso aí é só um escudo do vôr-caro com o juiz. Então, eu sei aqueles políticos todos por trás. E, finalmente, mesmo esse critério dele pro indice a medo dos carros do SDF, não foi aplicado com coerência, porque, por exemplo, o Gilmar deu decisão contra quebrar o sigiro da empresa do Tófrio. O André Mendonça, segundo reclamação aqui, logo do começo do relatório, deu decisões permitindo que, com vocais para o CPI, não fossem lá na CPI falar. Entre esses carros do vôr-caro, o campos Neto e Banez Rocha, o Fabianos é teu. Então, assim, se era para falar assim, ó, você se mete aqui com decisões de diciar na CPI a crime, então André Mendonça tinha que ter sido indiciada. Um outro caso é o caso do Caso Núdesmarque, o Jufilho, fazia uma consultoria lá, uma empresa ligada pro Master, e ganhava uma grana. E, se é para enfiar o Alexandre Morais, por causa da mulher, tem que enfiar o Caso Núdesmarque, por causa do filho dele. E o Alexandre Vieira fingiu que não viu. A gente acaba vendo que ele usou esse relatório para contar uma historinha em que o STF e o principal, e praticamente o único, criminoso e o Alexandre Vieira é o principal, se não é o único, justicer. Mas está feita a plataforma de campanha dele. Está feita a plataforma dele, exatamente. E aí, o relatório foi rejeitado pela comissão. Por seis a quatro. Exato. E o governo atuou, para que fosse rejeitado, substituindo deputados da comissão, botando deputados que votariam pela rejeição. Botou contra o relatório, botou o PT, o PSD, o PT e o PSD têm gente enrolada no histórico do Master. O PT tem uns caras da Bahia, e o PSD tem uns prefeitos do interior de São Paulo que botaram grana de prevenência no Master. Mas um dos dois está exatamente no centro. Um dos dois assinou, por exemplo, o requerimento 3,5 mil com os dois em 25, que dava urgência por um projeto que permitiria o Congresso a fastal o diretor do Banco Central, que era contra a compra pelo BRB. E nenhum dos dois enviou o projeto para mudar o limite do FGC. Pessoal, entrando aqui, para acrescentar um partido que também votou contra o relatório da CPI do crime organizado. É o PSB, que não tem muita gente no centro do escándalo, mas assinou, sim, o requerimento 3,5 mil com os dois mil e 25. [Música] Agora pega aqui e votou a favor, fazendo o discurso sobre a ética, e sobe mano, sei que ela. Espírito de homia do PP, um dos partidos mais enrolados nessa história. Partido que está no centro do escándalo do mástico. Partido que assinou, que era o M3,5 mil e é o Partido do Ciro Nogueiro, que é um dos caras que apresentou o projeto para mudar o limite do FGC. Você tem o Magno Malta, do PL, do Bolsonaro. O PL também está no centro do escándalo, é o Partido do Claudio Cássico, que foi que votou o maior aporte no mástico. O PL também apoiu o requerimento 3,5 mil e 25 mil e o PL é o Partido do Felipe Barros, que também tentou aumentar o limite do FGC. O Eduardo Girão, que está no partido novo, que ninguém chama para fazer nada, porque, enfim, não tem importância nenhum. E um carro do MDB, o MDB assinou o requerimento 3,5 mil. Tem mais partidos que participaram da blindagem do mástico, entre os partidos que aprovaram o relatório, do que entre os partidos que recusaram o relatório. E eu não acho que isso é por acaso, porque se você for um desses caras do Congresso que está em rolados, o relatório é um presente para você. E Cainter Noth é um presente também, pro Alexandre Morais é por Tófale, porque quando você enfia ali o Gilmari, o Goneque, não deviantar ali, você já cria a impressão de que a coisa toda é realmente uma cacha de brústima, bagunça por fins eleitoria. E aí o Chandão e o Tófale vão sair por cima. Vamos dizer, "Ois, se a elatória não é uma palhaçada". Eu até fiquei positivamente surpreso com o fato de que boa parte da cobertura da imprensa denunceou isso com o eleitoria. Agora, alimentar somente é a relação completamente imbecil do Gilmari do Tófale, a divulgação do relatório, que saiu dizendo que o Tófale falou que isso podia tornar o Alexandre Vieres inelegível, obviamente não pode. Você vai dizer, "A CPI é um negócio político, é mesmo o filho que bom, como sem inteligente". [risos] O político fez um negócio aqui para ganhar a volta. "Não, não é possível político?" [risos] É imédio, né? Exato. Então, se não é isso, é do jogo, ninguém pode ficar inelegível por causa disso. E o Gilmari, se é o chingando tudo também, se é uma relação completamente fora de proporção, que vai reforçar o discurso do Alexandre Vieres na leição que o suprém-me tá descontrolado, então foi basicamente um desastre sobre qualquer aspecto que vocês aminem essa questão. Muito bom. É na clara. Vamos afundar nos aspectos políticos desse caso. Bom, se o senador Alexandre Vieres quisesse realmente instrumentalizar a CPI para aproveitar, essa repercussão do caso master, etc. Ele poderia fazer isso e ainda assim tratado o crime organizado, porque você tem uma intersecção entre os dois, que é a operação carbono culto, operação quasaro, operação tanque, né, que são as operações que foram deflagradas pra desmantelar aquela máfia dos combustíveis em São Paulo, que tem como principais atores o Betuloco e o Mohamed Rousseim, também chamado de Primo, e que tinham um envolvimento com a reage, usavam os fundos da reage pra Lava Dinheiro, segunda polícia, e inclusive fundos do Banco Master. Enfim, tinha toda uma gama de ramificações ali dessa turma da carbono culto, e que estava segundo, novamente, a investigação da polícia envolvida com o PCC, né, que tanto Betuloco quanto o Primo eram pessoas ligadas ao PCC. Então assim, eu acho que ele poderia ter investido talvez nesse segmento, aproveitando o foco da opinião pública no Master, mas tratando da conexão do crime organizado com a economia, que é o que a gente está vendo acontecer nos últimos anos, o crime organizado entrando na economia real, e é o que eles fazem no setor de combustíveis. Me pergunto, porque ele nos colheu essa vertente até, porque o serador Humberto Costa do PT chegou em determinado momento a protocolar um requerimento nessa CPI pedindo os dados bancários do Betuloco, do Primo, e que eu até falei aqui em programas passadas a turma da Precisa, a medicamentos, que era da covaxinha, - A amigo do Flávio. - Que eram amigos do Flávio, etc. Nunca nada apareceu. Aí assim, o que eu me pergunto é porque, né? E eu acho que o relatório do senador da pistas do que seria a resposta. Você tem nomes do Centrão Muitos envolvidos nesse caso da carbono culto, né? O António Rueda, presidente do Nhombrasil, o ciruno-guerra, você tem ali pessoas que são poderosas no Congresso e que estão envolvidas nesse caso. E se a intenção do Alexandre Viera era usar a CPI como plataforma de campanha contra o Supremo, essa área da investigação não interessa, porque ele não teria como não falar do ciro e de toda essa turma do Centrão que está envolvida nisso. Então, ele escolheu a área de repercussão, de todo esse caso, Master, que não é a área ligada ao crime organizado. Não que a turma do vôrcaro não seja uma organização criminosa, porque inclusive a investigação está mostrando que eles possivelmente são, né? Mas não é o PCC que está envolvido ali naquela venda do Master pro BRB, entendeu? São outros criminosos. Ele fez uma escolha. Enfim, ele vai aguentar as consequências da escolha, agora, mas assim, na lógica política local dele em Sergipe faz algum sentido. -Para ser, certo. -Exato, porque o campo da esquerda em Sergipe, no caso do Senado, já está ocupado pelo Rogério Carvalho do PT e que está numa coalizão com o Nhombrasil, o André Moura do Nhombrasil, porque em Sergipe o Nhombrasil apoi o PT. Temos essas coisas acontecendo. Então, você tem essa coalizão ali que quer emplacar no Senado o Rogério Carvalho e o André Moura. Então, o espaço que o Alexandre Viera tem, e ele não é um cara que se aliou a extrema direita no governo Bolsonaro, ele sempre foi meio que um outsider ali, né? Ele sempre jogou muito sozinho a estratégia dele ao conduzir esse peído da forma que ele conduziu, é tentar faturar num espectro mais amplo. de eleitorado, que é o eleitorado bolsonarista que é contra o Supremo, mas também o eleitorado de centro ou lá, a centro esquerda, que também não concorda com o Supremo fez, etc. E outra coisa, a gente já falou que milhares de vezes que a pauta entre Supremo vai ser uma pauta de campanha em 26. Já está sendo, né, Ana? E vai ser, acho que nunca o Senado vai estar tão diretamente conectado à uma ação específica, é como se você votasse esse ano, seu Senador vai tomar qual posição em relação ao Supremo. É isso. Isso vai estar pautando isso tudo. É, vai ter um monte de eleição senado que vai ser plebiscito sobre a Steffner. Exatamente. E essa manobra do Alexandre Vieira de desmoralização do Steff, é isso que ele tentou fazer em benefício eleitoral regional, mas resulta, favorável, a equação que vem sendo proposta pela extrema direita, pelo Flávio. É o que você falou. Ele está juntando aí o público de centro, vamos chamar assim, para facilitar as coisas com o público bolsonarista. -Exato, e se mantenha ali noana posição de certa forma individual. Agora, o fato de o relatório ter sido regeitado, estrangela ainda mais essa visão, que mostra que ele, de fato, não articulou. Ele não fez esse relatório para aquele que fosse passado, porque, quando o relatório de uma CPI é feito, geralmente você cole opiniões para fazer algo dentro de um consenso. Porque é uma vitória para um parlamentar quando o relatório dele passa nessa CPI. É considerado uma vitória se regeitado, é uma coisa que mostra que o trabalho dos parlamentares ali não deu muita coisa. Então, fica claro que foi um jogo individual para o Alexandre Viera nesse caso. -Mas ficou na conta do governo também. -Mas corruem para o governo mesmo, porque a história que vai colar é que o Alisson Viera era um justi-seiro que queria pegar os bandidos desta F, mas o governo Luana deixou. -Exato. -Mas eu acho que, independente disso, essa já é o caminho que as coisas estão tomando. O que eu estou querendo dizer com isso aqui não é por causa disso que o governo vai ser atacado por compactuar com o supremo, etc. Se já tem uma história que está sendo contada sobre isso, que direita vai reforçar durante a Alisson, a questão da CPI, eu acho que é mais uma vírgula ali dentro de uma história de uma narrativa que já está preparada. Exato, entendeu? Não sei se ela muda a jogo, entendeu? Eu acho que ela só reforça a tese predominante. E assim, enquanto se perde uma oportunidade de investigar e de expor, sobretudo os políticos que estão envolvidos nesse escândalo, que foi o que o Alisson do Viera fez, ele perdeu essa oportunidade claramente, você tenha o caso ganhando corpo dentro da polícia, por caminhos também que a gente não entende muito bem. Por exemplo, foi deflagrada essa semana uma nova fase da operação complia em Cisero, que é a operação da Policifederal que investiga. O caso Master foi preso o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, que foi o banco que tentou comprar o Master e depois a gente descobriu que tinha injetado uma grana violenta no Master a troco de nada. E aí essa investigação de hoje mostra a troco de que mostra que o Paulo Henrique Costa, o presidente do BRB naquela época, recebeu 140 milhões em imóveis. A corretagem dele pelo dinheiro que o BRB despejou no Master foi 140 milhões. Eu fiquei imaginando qual é a corretagem dos políticos envolvidos, entendeu? Porque o Paulo Henrique Costa era o presidente. Agora ele não fez isso só porque ele quis. Existia toda uma órbita política em torno do BRB. O próprio banês também foi o objeto de uma reportagem a poucos dias no globo, falando sobre a necessidade de dar um jeito de fechar essa negociação, ou seja, prender a Paulo Henrique Costa, mas assim, a gente foi perguntando, "E quem mandou, né?" Ele compra o banco. Havia uma expectativa de que o Paulo Henrique Costa estivesse delatando sobre o caso Master e a tentativa de compra do Master pelo BRB. A prisão dele mostra que não é isso que está acontecendo ainda. Pessoa ficar claro que é muito difícil e é muito pouco plausível que essa compra tenha sido uma movimentação solitária do Paulo Henrique Costa para ajudar o Daniel Vorkaro e ganhar um dinheiro em cima disso. Acho que os outros degraus da pirâmide ainda precisam virar a tona. Perfeito. Então a gente vai encerrando o primeiro bloco do programa por aqui. Vamos fazer um rápido intervalo na volta, nós vamos falar da disputa presidencial e da possível candidatura de cirugomes. A presidência já voltamos. Muito bem, estamos de volta. Ana, claro, vamos começar com você. Nós sabemos ainda se cirugomes será de fato candidato a indicadores de que sim, que essa pantomima que foi feita lá em Brasília na sésio do PSDB, PSDB tentando se recolocar ou ressurgir ou sobreviver nacionalmente. Cirugomes pode atrapalhar a vida de Lula, achoeu, mas não sei se você vai começar por aí. Eu tenho dúvidas Fernando sobre isso e aí pegando um pouco da eleição passada de 2022. Primeiro, o cirugome naquela época que tinha o João Santana com o marqueteiro, nas pesquisas que eles fizeram, eles verificaram que. E eu estou falando o que eles pensavam, tá? Não matem o mensageiro aqui, tá? Jamais. Naquela época, o que eles estavam avaliando é que o herdeiro do Bolsonaroismo poderia ser o cirugiro. Ele não era tão associado ideologicamente à esquerda e ele atraía esse voto mais conservador do homem tradicional e tal, uma coisa meio truculenta. E se o Bolsonaro, de fato, ouviésse a sair do jogo político, ele poderia ser esse cara pra atrair esses votos. Então a campanha foi toda construída com essa ideia do cirugulso forte, ali dessa imagem, que eles achavam que o Bolsonaro tinha que o cirugir ia ser. E aí, o que aconteceu? Quando teve o último debate no primeiro turno, no debate da Globo, em que o cirugio desempenhou papel de auxiliar do Bolsonaro nos ataques ali à Lula, o João Santana já tinha negociado com o marqueteiro do Bolsonaro. Essa estratégia que era pra, de fato, bater no Lula, porque o cirugetava se colocando nessa posição de, bom, não sei o que vai acontecer aqui, não sei se o que é que vai ganhar, e, de fato, ele já estava caminhando pra esse lado mais à direita mesmo. E talvez não, mais à direita no campo das convicções políticas, ou até mesmo econômicas, mas no oportunismo de atrair um voto, tido como voto de direita. Bom, ele teve três por cento dos votos, o que mostra que ninguém acreditor no produto que ele estava vendendo, ele ficou num papel ali meio estranho, meio amorfo, assim, de você não saber exatamente o que ele acreditava. E essa ida dele pro PSDB, né? O que é bem curioso porque ele já teve muitas disputas com o taço gereçate, que não tem mais cara político, mas há muitos anos, o principal nome do PSDB, no CERAR. O ciruget fez um passeio já por vários partidos, enfim, ele não tem. Ele inclusive já foi do PSDB, lá atrás. Foi ministro, foi governador de CERAR, e depois ministro na transição, né, do Itamar Pofernand Henrique. Mas voltando ao seu ponto inicial, Fernando, sobre a trapalha alula, o ciruget não é mais necessariamente percebido como um candidato de esquerda. As pessoas que não o conversei sobre o impacto, o ciruget, numa campanha, hoje, falaram mais sobre o impacto dele na garantia de um segundo turno, do que, na impossibilidade de ele roubar votos de um ou de outro. A ideia, pelo menos, uma valhação geral, é de que ele pode pegar votos dos dois. Isso faz todo o sentido para mim. Ele não tá prejudicando mais um ou mais outro. Ele pode pegar votos dos dois. E, se o cairado, que é muito mais associado ao Bolsonaroismo, acaba muito desidratado, porque o eleitor vai falar, porque que eu vou votar no cairado, se ele vai perder, semendo que eu posso votar no Flávio, né? Se o ciruget entrar no jogo, juntando com os votos que o cairado poderia ter, você garante que tenha segundo turno, porque como até agora existe meio que um deserto de candidatos, tem muita gente avaliando que seria possível não haver um segundo turno. A eleição, você decidida no primeiro turno, dada, escassez, de um campo ali, de centros, centros queira, cento direito e tal. Então, o ciruget entrando, você garante que tenha segundo turno, e que não é uma coisa que prejudica mais o lula. E agora, tem um ponto que é o seguinte, nas pesquisas que estão sendo feitas, inclusive a última pesquisa da Atlas Intel, mostra o ciruget com certo favoritismo em relação ao humano de freitas que é o atual governador do cairado PT. Ele tem chance de ganhar o governo do Estado. Tem grande chance de ganhar, sobretudo, se você pensar aqui, que os outros possíveis candidatos são do campo, mas a direita então votariam no ciro, no segundo turno e não no humano. Então, existe a possibilidade de ele ser governador do será, olhando números de hoje. Ele sai dessa possível candidatura ao governo do Estado, deixa o caminho livre pro humano. Então, assim, pro PT até bom o ciro sair da candidatura estadual e ir para uma candidatura presidencial, porque dá uma garantia divitória para o PT no será a coisa que não existe hoje. A questão é que eu acho que são as contas que o ciro deve estar fazendo nesse momento junto com a Éseo e taço, enfim, toda a galera do PSDB ali que sobrou. Com pensa, o que ele vai ganhar em troca, ao sair nessa candidatura presidencial com pensa, ele abre mão de uma disputa possível dentro do será. As coisas estão sendo pesadas, ao mesmo tempo o penso, qual é o estímulo real que ele tem para ser governador do será, depois de ter sido quatro vezes candidato presidencial da República, eleito governador vai ter que ficar lá cuidando PCC, do correndo vermelho, etc. Enfim, não estou falando que seu governador é uma coisa pequena, mas na perspectiva do ciro não é o que ele quer. Mas, enfim, esse peso, essa balança que está colocando existe mesmo, que ele ganha o que ele perde com a decisão. Não é obvessa decisão. Não, o próprio PSDB, que também ta numa posição muito desfavorável, em todas as disputas políticas possíveis nesse momento, dá uma certa, embora pequena, a relevância para o PSDB, nessa disputa presidencial caso se tome essa decisão de sair. Então, eu imagino que o PSDB, sobretudo no caso do AES, o que pensa muito nele, né? E na projeção dele, ali em Brasília, e tal, o AES, ele não pensa muito na política partidária, né? Ele pensa muito mais que poderia ser melhor para ele nas discussões políticas. Você tem um candidato presidencial do que tem um governo do será, entendeu? Mas o fato desse convite desse do feito publicamente já mostra como é que está, assim, que, de fato, o AES tem essa intenção. Ele acha que isso é vantajoso para o partido, e é uma forma de pressão também para ver se o ciro se movimenta, né? É. "Ciro Homes", esse político anfíbio, personalista, que chotez com muitas vezes, é o sol autoritário, como disse a Ana, interessante, né? Intelligente também. Não é uma figura pequena da política brasileira, embora ele tenha tentado diminuir bastante nos últimos anos. Ele caiu muito de divisão, né? Ele já foi um jogador de primeira divisão, foi presenciável, sério, assim, em algumas eleições. Mas nos últimos anos, a administração de carreira dele é um negócio assim para ser estudado, o que você não deve fazer, né? Com a sua carreira. É o que o ciro Gónde fez nos últimos, oito anos. Enfim, a tentativa de candidatura, eu acho que é um bom negócio para o AES, é um bom negócio para o PSDB. No PSDB, não tem um candidato natural que nessa leição. O PSDB é um partido que onde tem muita gente que diz cara pela morte de "Eu não é possível que a gente vai ter que apoiar a flaboução na hora de novo". Tem muita gente ainda no PSDB que tem um pouco da calamentalidade de tentar ser um centro mais democrático, né? Que gostaria de, pelo mesmo, um candidato de simônio têbete que você pudesse votar no primeiro turno, que fosse, entendeu? E aí eles tiveram a ser a do ciro, porque já passou o prazo de desincompatibilização, né? Então não dá pra lançar ninguém que tem a cargo, e o ciro não tem. E o ciro é uma aula em uma figura de um certo pressionacional, né? Então seria uma tentativa de ressuscitar dois empresas em recuperação judicial o PSDB e o ciro, uma ingressão de capital das elites, que podem não querer votar no flávio Bolsonaro. E vou dizer, não é o pior plano que eu já vi não, assim, sem testes poderia funcionar em alguma medida, mesmo que não seja pra ganhar, mas enfim. Na chance do ciro ganhar é, inúla praticamente. Não sei, aí não sei lá, o fato é que pro PSDB eu entendo o argumento, ele quer ele lançar. E o ciro, pelo menos, por enquanto, 10 mil livres de botar o mundo, o falso pelo que o ciro vai falar na campanha, mas pelo menos até agora, vos depôimentos que eu vi, ele tem esse monstrado contrário, a Nistia, os golpistas doente de Janeiro, falou que votaria contra o projeto no Congresso, mesmo achando que houve abuser, e essa posição ele pode mudar, que isso é menor remóstero, mas por enquanto a posição dele é essa. Então ele já entraria, ele pegaria um pouco ofos do Eduardo Leite, pegaria um pouco esse eletorado, sem o contrário do cairado, ele poderia pegar algum voto de centros e centros querem, o cairado jamais pegará. É, a minha impressão que o cairado que já tende amingual, ou nunca de ser, ficaria completamente comprimido entre o ciro e o flávio. Ele é a candidato banco de reserva, ele está esperando ver se o flávio se machuca, ele está esperando ver se a candidatura do flávio dá muito errado, se o pessoal começar a olhar para o flávio, a cara, esse cara não vai ganhar, vão para o plano B, bota aí o cara do banco. Nossa, mas está muito longe, isso não vai acontecer. Pois é. E aí o ciro teria bem mais chance do cairado, e as mesmas papioteireira via, né? Ele teria que mudar muito discurso dele nas últimas eleições, mas até aí meu amigo, ele já mudou de discurso tantas vezes, mais uma mudança, menos uma mudança, tanto flávio. Embora, Céucio, ele seja ao longo dos anos, um crítico da concentração bancária do sistema financeiro, ele não é o candidato da faria Lima, né? Ele e uma angabera, eles têm um ponto aí, de fato. É, uma angabera não se rejeu, né? Esse lejo ornal brasileiro, eu não sei. Na uma angabera brincava, ficava lá em Harvard, brincava de salvar o Brasil a cada quatro anos, e voltava pra Harvard, ele fazia esse jogo. Tem obras muito boas, uma angabera, mas já faz tempo, porque ele parou de jogar, sério, né? Mas o ciro em relação ao capital financeiro? Então aí é que tá, porque ele teria que mudar de discurso pra secundir data do PSDB agora, né? Exato. Ele concorreu com um discurso que, dependendo de como você olha, seria até a esquerda do PT nas últimas eleições, que é a coisa nacionalista, né? Ele era contra concessões, pra impreender esse tranjeiro, isso não me engano. Tem todo um discurso de desenvolvimento nacional ali, que ele resgatou no PDT, quando ele tá no PDT, a coisa do brisolismo. Então isso aí ele vai ter que abandonar, mas aí que sejamos olhantes, mais uma bandão de discurso aqui nessa biografia, menos um segue a vida, né? Assim que as alguém vai acho que é chocado dele ter mudado o discurso. E numa dessas até ele traz alguma coisa dessa pro discurso do PSDB que pode funcionar, alguma coisa mais sob a social, sei lá, alguma coisa assim. Agora, a grande dúvida é se o ciro desiste de sequência da governança se arar, né? Porque ele, como disse a ano, ele tá liderando pesquisas e seria o cardada de nêita, né? Terou apoio do PL do Bolsonaro. Essa aproximação da direita já veio de outras eleições, assim, você falaram da postura bundona do ciro nos últimos dois segundos. O último, eu achei mais vergonhoso ainda, era melhor não ter falado nada do que dada aquela da declaração de apoio, que era, "eu vou apoiar o cara que meu partido mandou, não se to o Lula." E ainda disse assim, só para deixar clara a democracia não estar em risco. Então basicamente foi ele apoiou o Bolsonaro, gente. Seja um dos anéis, o cara não fez nada pelo Lula e fez muito pelo Bolsonaro quando ele se ia democracia não estar em risco. E em 18 ele já tinha ido pra Paris, que ficou famosa ainda dele, não, não votou no segundo, eu toei. Ele disse que não foi pra Paris, foi Paris Bovo, porque a paredemente na cabeça dele é importantíssimo, nessa vez você tava ali em Boa e Paris, né? Na época, segundo, segundo, o segundo, em 2002, alguém falou assim, "Cara, a diferença de coragem é a diferença de declaração de voto do Amoeia do Educiro, né, cara? Amoeia não cara muito mais a direita que o ciro." E foi lá e falou, "Não, cara, a democracia está em risco, eu vou votar no Gula mesmo, não concordando com nenhuma ideia dele, né?" E o ciro fez a declaração de "Puts". -Nin, enfim. -Tô começando a falar, vou começar a xingar ele aqui. Então com essa aproximação toda, ele já vinha namorando aí, como dizia o velho Brisola, vinha costiando o alambrado, né, pra fazer. -Tinho. -Costaia. -Vinha costiando o alambrado. E aí, resultado. Tem agora, tem bocha antes de eleger no CERAR como candidato da direita, né, contra o candidato do PT. E se vocês pegarem as análise, por exemplo, que tem Carlos Maza, por exemplo, um colonista do Jornal O povo do CERAR, ele diz que "Car, se ele for o candidato nacional, ele vai frustrar em mensamentos aliados dele no CERAR, porque teve gente que trocou de partido pra participar da aliança do CERAR. Tem os caras meio progressistas que foram parar no União Brasil, porque foram o CERAR, o que eles vão fazer lá agora, no meio da eleição. Basta a gente lá no CERAR vai ficar muito puta da vida com ele, se ele agora resolver fazer esse negócio. Imagina como foi essa construção de um pessoal, cirista, com um pessoal, bolsonarista. Não deve ter sido um negócio feito de um dia pro outro. Deve ter sido muita amarração, muita micro negociação, se ele realmente romper esses acordos, vai dar bastante problema pro lado dele. Agora o CERAR pode que ele fazer isso, como isso Fernando, o sonho dele é ser presidente da República. Ele tem um negócio meio mexiânico, que ele acha que é um cara ultra genial. E aí, a de graça da vida dele foi encontrar o mangabeira-unga, que também tem isso. Es dos dois foram muito ruins um pro outro, porque cada um deixa que tem que encontrar um cara pragmático, entendeu, pra ajudar ele a. A fazer coisas com crescentre. Encontrou dois cara com mania de messismo, se eu quer ficar um empatando a vida do outro eternamente. Então pode ser que ele falhar, a cara perfil terminar a minha carreira como candidata presidente do que. Como candidato do Governador. Uma gabeira, uma vez, é clomô. A folha é clomô que eu ia entrevistá-lo e não queria que eu enfocia o entrevistá-lo, porque ele parava. Fernando sou que é saber dos aspectos esóticos da minha personalidade. Uma gabeira é falar. Ele fala com esse ataque. Ele fala com esse. Uma gabeira fala assim, é. É um pouco. Como é o Isobel. Eu precisaria fazer uma imitação melhor do mangabeira e a Isobel. Era só um. [Risos] Se confundem. Bom, a gente encerra. Assim, o segundo bloco do programa, fazemos um rápido intervalo. Na volta, vamos falar da derrota de Victor Orbán. Não grie, já voltamos. [Música] Muito bem, estamos de volta. Celso, sem mais delongas, vou passar a palavra você que está acompanhando aí a derrota do Urbã. E você que olha para esse assunto há muitos anos, né? Você, nosso amigo Thiago Amparo também estudou lá, não grie, mas você, a Modessa se empede de falar, mas eu vou falar, ele fez testes de doutorado dele em Oxford sobre o Leste Europeu. Então, ele estudou a um gria. É, mas não foi sobre outra época, mas estava um gria. Outra época, mas tudo bem. A pré-história do Urbã. Vamos lá. É, o Thiago Amparo inclusive escreveu um artigo bem legal na folha no dia 12 com a Renata Uits, que é uma professora-onga sobre a derrota do Urbã que eu recomendo para todo mundo. Recomendo também a participação de pesquisa dura marina, se lesarei com o. Pode ter café da manhã da última terça-feira, aquela fala também sobre a derrota do Urbã. Tem gente no Brasil que prestou atenção, no papel da angria, essa ascensão desse movimento de extrema de Aetema Mundial. E o Thiago Amparo fez o doutorado dele, não só na angria, mas na universidade que o Urbã perseguiu e ourbrou os caras a simudar, então, isso é ok. Que é a universidade criada pelo George Soros. Falando em universidade, não foi o Urbã que fez uma pós-graduação em Oxford. Paga pelo George Soros. Exato, é sua universidade. Não, George, estamos falando de universidade. O Urbã foi o seguinte, ele foi lá, achou muito bonito Soros da Bolsa, pro Justo Antizum, o Guadaluça do Dário Nucidente, quando foi ele. Aí ele ganhou a Bolsa, foi lá em Oxford, fez a pesquisa dele lá. Quando ele voltou, ele falou, "Cabou isso aí, é bom negou de George Soros, é bom negou de União Europeia, cosmopolitismo, talta, agora é na sonalismo radical, e ficou sabotando lá, a universidade da Europa central, né, que se chamava, até os caras tendo que simudar. Foi uma coisa bastante triste. O Rafael Carielo escreveu na Piauí sobre isso." Sim. A Piauí já fez várias matérias também, sobre o autoritarismo da Hungria. E a Hungria virou uma espécie de modelo para esse tipo de autoritarismo, o autentenitarismo rastejante, né, é um negócio que vai erodindo a democracia por dentro, né. Fazendo uma série de medidas que ensinam são ilegais, mas que se você olha o conjunto do pacote, vai levando a uma corrosão da democracia. Você teve que fazer isso porque a Hungria é membro da comunidade europeia, a comunidade europeia não permite um titadura, então ele teve que ser sutil no autoritarismo dele para não tirar a Hungria da comunidade europeia, porque a população da Hungria queria muito entrar na União Europeia quando acabou o regime comunista. E aí ele desencadeou um programa que passou primeiro, pro ataque a super macuaste Hungra. Isso é uma coisa que eu acho que, sinceramente, acho que a imprensa falhou no Brasil, e foi um informar o público, que o conflito do Bolsonaro com STF não é só por uma coisa ou outra que aconteceu aqui no Brasil, era a parte de uma estratégia global de transições autoritários que começam com a taxa a supermercorte, porque a supermercorte decide o que é constitucional. Se você aparelear a supermercorte, a constituição é o que você disser que é, daí, em diante, você faz o que você quiser, entendeu. Então ele fez um monte de medidas para aposentar mais cedo, os juízes da supermercorte, aumentou o número de lugares, botou um monte de caras dele, que não era só assim gente do partido dele, o que é meio normal. Era um cara sinceramente submissos mesmo, porque realmente fazia qualquer coisa que ele quisesse, ele criou uma outra cor de paralelas, de prima cor de que também era enteramente submissar. E daí, em diante, foi para o abraço, assim. Ele foi mudando as leisatorais, foi mudando a regra sobre o que as ongs podiam fazer na sociedade civil. Aí, ele foi se acomodando. E aí, uma das coisas, que é um dos muitos vínculos da Bolsonaroismo, com a experiência hongra, o Eduardo Bolsonaro, assim que o pai dele foi eleito, o Orman veio após do Bolsonaro, o Eduardo logo depois distribuiu a visita viajando para a angoria, quando ele voltou, ele falou que tinha aprendido como lidar com a mídia. E eu não preciso usar minhas palavras, não posso usar as palavras do Eduardo Bolsonaro, só porque isso quer dizer. No discurso dele da Sepáquem, juiz 2022, ele disse que uma das coisas da cartilha do Orban que todo mundo tinha que imitar, é que você precisa ter sua própria mídia, sua própria imprensa. Abriáxos. Aqui a parte que é o mais gosto disso do Deputado do Ordo Bolsonaro. Orban apanhava muito da imprensa esquerdista. E como foi mudada, milionários compraram esses mesos de comunicação ou abriam os seus próprios mesos de comunicação. Então o que era crítico passou a dar voz a sua visão de mundo. Então foi exatamente o que aconteceu. Bom, primeiro, a imprensa, um garão era, especialmente, esquerdista, a angrião, o país que tem passado comunista muito traumático. A comunista foi implementada na unguria por invasão da União Soviética. Então tem todo um negócio anti-comunista nacionalista na unguria, né? Porque o comunista foi imposto a eles por uma super potência. Então o risco da imprensa é um garante do Orban ser o comunista é zero. A imprensa livre na unguria acabou, porque o Orban, que é consensualmente governante, mais corrupto da Nenhoropeia, entregava contratos públicos e benefícios, puxos, pixas dele, pros olhagarcas húngaros, muitos semelhanças olhagarcas rusos. E esses caras compravam os veículos de comunicação e botavam para falar bem do Orban. Inclusive, posteriormente, ele chegou a fazer isso com uma rede de meio de comunicação locais, de imprensa de municipal, o profissiano, e tal, o que tinha formado, que era o único espaço que ainda falava mal dele. Ele conseguiu botar a gente dele para bafar aquilo também. Então os húngaros para saber o que está acontecendo com o seu país, tinha que falar inglês. Tinha que saber acompanhar a mídia internacional. Então assim, a unguria, basicamente, virou uma ditadura. Era uma ditadura sobre o Orman. Só que é uma ditadura desse novo tipo, né, que você vai cozinhando sapo, sabia, sem até que o sapo não perceba que é tarde mais, por isso sai da ali. E isso virou um manual que foi copiado o mundo afora, né. As relações com Bolsonaro, como eu disse, são gigantes. Abiaquizes, por exemplo, num post de 17 março 2019 no Facebook, postam uma reunião dela e de outros parlamentares de direita no grupo de Amizade Brasil, um gria em que eles se reuniam com políticos do Partido do Orban. Desendo que olha só, a unguria é um país aliado da nossa luta, uma regime cristão, a unguria vivia sobre o jogo da esquerda, que é um certo liberdade histórica, né, porque a unguria vivia sobre o meditador comunista, acabou de o meditador comunista e 20 anos depois, o Orban transforma numa ditadura de direita, né. Então eu sei ele, não fez uma ditadura de direita contra a ditadura comunista, fez uma ditadura de direita contra o regime democrático que tinha se estabelecido depois do comunismo. Mas abiaquizes não quer nem saber. Então a abiaquia ser extremamente próxima desse pessoal da unguria e eu eduardo, não precisa nem dizer, né, assim, várias vezes, se tô o Orban como um modelo. O Bolsonaro ia fazer uma viagem pra um grie pra polônia, que na época também estava sob o governo de um partido de estrema direita, quando chegou a pandemia. E é bom dizer, pouco mais da pandemia, ele começou a convocar a Athe Sante Democrático, começou a convocar aqueles atos esquisitos. Então o plano era convocar aqueles atos esquisitos e depois fazer essa atura pra um grie polônia e daí acelerando o fensivante democrática dele. Então assim, a derrota do Orban não é pra serviça como eu foria, tem muita coisa que pode dar errado. Por exemplo, o cara que ganhou, agora tem os poderes de taturiais do Orban. Exato. Então a gente tem que torcer pra que ele use isso pra desmontar o regime montado pelo Orban. Mas aí não sabe se ele vai fazer isso. Tem muita coisa que pode dar errado, não grinha ainda. Agora, é fato que ele anunciou uma aproximação maior com a Europa. É fato que ele fez pelo menos algumas aberturas para as minorias, então o Orban, por exemplo, tinha proibido a parada LGBT, do orgulho LGBT não gria. Isso talvez seja legalizar de nova perseguição aos LGBTs, talvez seja a suspensa, o que é um progresso grande. Há uma perspectiva razoável de progresso, com a vitória do Madiárculo, de sobrenome aliás significa um grimo. Então assim, é uma coisa ser celebrada mesmo, ainda que a gente adimita que, enfim, as coisas ainda podem dar errado. E do ponto de vista da direita internacional é uma derrota significativa, porque isso era uma das principais navis mães da estrama direita internacional. Talvez a nave mãe. Talvez a nave mãe, exatamente. Laboratório mesmo, né? É um laboratório deles, exatamente. Ana, quero te ouvir sobre isso, sobre o impacto dessa derrota no Maga, no Brasil, prô onde começamos. Ainda nessa ideia nesse conceito de nave mãe, a um griera tão venerada pela turma Maga, pelo Steve Bannon, que um dos principais acessores do Trump na parte de política externa e contra terrorismo é um garo. Ele mandou importar o cara, que é o Sebastian Gorka. Ele trabalhou no primeiro governo Trump. Mas no segundo governo, ele é um acessor do presidente e diretor senior de contra terrorismo na Casa Branca. E o Sebastian Gorka é muito próximo do Eduardo Bolsonaro, tanto que, quando a gente teve todo aquele episódio daquele círculo que o Eduardo Armo, em Washington, né, para conseguir o tarifá, sua magnética, o Sebastian Gorka era um dos principais contatos do Eduardo na Casa Branca. Então importante é a um gria para a ideologia Maga que o Trump mandou gente para um gria no pré-eleição para apoiar a urban. E não mandou qualquer um, ele mandou o Marco Rubio, que chegou a falar numa entrevista para TV lá na um gria que o Trump estava muito comprometido com o sucesso do governo urban. E depois o Trump mandou de divense para um gria para meio que media a temperatura das chances do urban. Eu acho que essa atitude do Trump em relação ao urban, tudo bem que o urban era o presidente. Então você tem um canal diplomático ali que talvez permitisse ainda destas figuras para lá, né, para fazer essa defesa. E eu acho que no Brasil, transferindo um pouco essa relação do Trump com essa eleição do para a nossa eleição esse ano, eu acho que seria de. difícil Trump fazer algo parecido porque o governo vigente não é o Bolsonaro, então não teria um canal diplomático para que ele mandasse alguém para cá e não que o Brasil importe tanto para os Estados Unidos como a um grí em porta e eu não estou falando em peso econômico e sim na questão ideológica, né, para o Maga, eles são fundamentais. Então assim, essa participação do Trump nessa eleição, ela é um indicativo de que ele pode querer participar da nossa também em defesa de um candidato Bolsonaroista, no caso Flávio, ainda mais com esse contexto todo dessa proximidade do Eduardo com essa turma, mas não dá a entender que seria uma uma atitude tão contundente quanto aquele teve na unguria. Agora acho que a gente precisa dizer que o candidato que vem ser o que será o primeiro ministro, o Peter Maguire também não é um progressista, é o cairado deles, entendeu? Ele, na verdade, trabalhou no governo urban, a ex-mulher dele foi ministra da justiça do urban, ele brigou com aquela turma em dado momento e saiu do governo e tal, ele era uma figura meio lateral há dois anos, por exemplo, você perguntasse para qualquer pessoa na unguria, pouca gente essa bequem ele era, mas o que que aconteceu? Talvez por conhecer o sistema por dentro, ele fez uma campanha inteligente, não atacando necessariamente esses valores conservadores que o Urban Defende, por exemplo, anti-aborto, defesa da família tradicional, toda essa cartilha que a gente conhece, ele defendia e inclusive tinha colocado na Constituição muitas essas coisas, mas esse cara pegou e foi para pautas, digamos, mais amplas e mais difíceis de você encontrar a oposição, corrupção, por exemplo, a corrupção dos agentes da elite, da burocracia, hongra, em contratos do governo, ele atacou muito isso, o urban quando ele comece, partido dele começa forte na classe média de centros urbanos e depois se expande pro interior do país, né, e a hongria é um país muito rural, então o que esse majar fez? Ele foi para o campo, ele não saía do campo, tirava 500 milhões de selfies com o pessoal do campo, das vilarejos, das zinhas, etc. Como você já tinha nos centros urbanos, uma insatisfação muito grande com o Urban, em razão da economia que estava piorando, em razão dessas convicções ultraconservadoras, a hongria rural apoiava muito o Urban, ele focou a campanha dele lá, não criticou esses valores conservadores de cara, e aí ele conseguiu ganhar, porque nas cidades preferiam qualquer coisa à urban, e no campo, que era a base dele, ele conseguiu entrar, mas a gente não pode entender essa vitória desse candidato como uma saturação desses países europeus que toparam governos autoritários, uma saturação deles em relação às ideias conservadoras, porque não foi isso que aconteceu. Inclusive, o prefeito de Budapest, que sim esse é um progressista, e é do partido verde, liberal, e tudo mais, critica o madiar por características autoritárias que o Urban tem. Então ele diz que ele é tão autoritário quanto o Urban, que não dá para esperar que ele seja uma coisa muito diferente daquilo. Agora, um ponto ali que pode ter um impacto, principalmente na Europa, é que o Urban era um antagonista aos elenços que era muito mais amigo do Putin, do que dos Elenski, que é um cara de direita, né? E aí o madiar já é pro-o-crania, pro-o-elenski, enfim, o Urban conseguiu vetar vários auxílios ao-crania. É, o gelenso que é um dos ganadores, mas processos. Exato, e o madiar é um cara que tá junto com os elenski, inclusive na campanha do Urban ele associou muito o madiar aos elencios que como se fosse uma crítica, eu acho que é um ponto que muda um pouco a configuração da Europa nesse aspecto. Mas de novo, não é para gente achar que significa que a extrema direita perdeu força na Europa, em razão dessa eleição. Foi uma situação muito particular que aconteceu na Hungry, mas que mostra que o regime também se desgasta, né? Não tem como você garantir a permanência ali para sempre, né? Mesmo um regime montado inteligente como foi o caso dele. Bom, a gente vai acompanhar os próximos capítulos dessa história, e cerramos então o terceiro bloco do programa por aqui, vamos para um rápido intervalo e na volta, que de novo. Muito bem estamos de volta, Marifaria pode soltar aí, milhaqueumilação. Eu acredito que a gente vai ser feliz e principalmente pelo direito, né? Eu sou do direito, eu fui para a academia de direito, não faz muito sentido a gente não estar disponível por conta do que foi condenado ali na primeira instância. Eu Pablo Marçal, certei. Tireu a cartão, né? Acredito. É, falou um homem sério do direito, tá vendo Marifi? Suprendi, né, assim? Eu tenho, cara, essa que eu me perdi. É, pra direito. Eu fiquei em desses suitados, meio grito, goiano. O momento épico é a minha vitória semestral. Eu aceito para bem, direitora. Eu fiz um joinha aqui. Bom, Pablo Marçal, influenciador, esse candidato à Prefeitura de São Paulo, entrevista ao portal Metrópolis. Tá até me atravali, é que tu tá emocionado. Criada de agradecer, meu esporte, agradecer, adiúm, agradecer. Exato, exato. Ah, é, é. Vamos para o melhor momento do programa, o momento das cartinhas de vocês. Amarem me passou dois recados relacionados ao quinderouvo da semana passada. O Alexandre Cupertino escreveu, como jovem que sou minha primeira vitória no quinderouvo veio no mamãe falei. Devo me preocupar, reflexo de um ensino médio durante o golpe de 16 com alguns amigos tentando me convencer de uns jovens revolucionários entre aspas que seria a solução para a nação. No fim, felizmente, não cai nessa conversa, mas ao menos hoje pude celebrar meu primeiro acerto nesse grato quinderouvo, risadas, abraços de vida longa ao foro e uma roba que se identificou apenas como Piau RP, apostou é a segunda semana seguida que é acerto quinderouvo nas primeiras palavras do interlocutor. Com isso despeço medidos de mais ouvintes, a fim de buscar ajuda e tratamento adequado. Estamos juntos, é isso aí. Fá muito bem. A Marina que só se identificou como Marina levando uma questão, porque o Fernando fica na show pana isolado dos coleginhas sem acesse ao pão de queijo do estúdio. Só ele trabalha de homófice, a Piauí não faz delivery do pão de queijo para ele, muitas questões. Marina, eu também tenho essa questão. Quero problema atizar isso aqui. Marina, questões substantivas que você levanta nessa sua carta. Questões substantivas da vida da república. Exato. Eu acho muito sério, estudo. Tenho o questionamento aqui também que a gente não sabe muito bem. O Dani Dífalo que vai abrir uma loja de pão de queijo aqui em São Paulo, mas dá até agora nada. Vale dizer que um dia o Dani Dímandou entregou pão de queijo na casa do Fernando. Isso aconteceu. Dani de Grédi, Dani de. O Arroba Mipi Auer também não é dessa, eu tô produzendo seu nome direto, cara, foi mal. Posto. Abre aspas. Obviamente não é crime, o cara aí numa suruba. Fecha aspas. E aí ele continua. Metagem do tempo eu fico torcendo pra algum absurdo acontecendo a república, promedo e delirem, Brasil, e poder usar as vírgulas do céu. Valeu, Mipi Auer. Pô, a pessoa do meu delir é muito boa, né, cara? Abraça aí pro Cristiano Pipeiro. Não abraço pra todo mundo do meu delírio, gente, amamos. Abração tive com eles no sábado foi maravilhoso. Eles são adoráveis. Nós gostamos muito. E protagonizaram os melhores momentos da época lá do golpe quando o escaradabim paralela foram gravazando. Eu descobri um dos caras que faz o medo delir em Brasília. E porque é só ouvir o programa que eles contam o nome dos dois, né? Nos primeiros 30 segundos. O Tomar Gabi, o senhor, é melhor do que essa parada. Beijo pra eles, beijo pra Gabriela Biló. Gente, eu só queria fazer uma pequena errata sobre uma informação que eu dei na semana passada no momento que a Beção. Eu falei que o autor francês, Emmanuel Carrer, viria pra Flipp. Mas na verdade ele vem pro festival em comemoração os 40 anos da companhia das letras. É um festival que vai acontecer no final de setembro. Então uma pequena confusão de eventos aqui. Ele não vem pra Flipp, vem pro festival da companhia das letras e aliás para bem estracompanha das letras pelos 40 anos de existência completados esse ano. É isso. Assim a gente vai serrando então o programa de hoje por aqui. Se você gostou, não deixe de seguir o Darf Fipe estar pra gente nos Spotify. Segue no Apple Podcast, na Amazon Music favorita na dísela e se inscreva no YouTube. Eu sei encontra a transcrição da do episódio no site da Pauí. Forja de Terezina é uma produção do estúdio novelo para a revista Pauí. A coordenação geral é da Bárbara Rubira, a direção é da Marifaria, Com produção de distribuição da Maria Julia Vieira. A Checagem é da Etterwood Nitzki. A edição é da Bárbara Rubira e da Mariana Leão. A identidade visual é da Amanda Lops. A finalização e exagem são do João Jabáce do Luiz Rodrigues da Pipoca Sound. Jabáce Rodrigues que também são os interpris do nosso Brasil. O nosso digital é da Bia Ribeiro, da Emile Almeida e do Fabio Brisola. O programa de hoje foi gravado aqui na minha chupana em São Paulo e no estúdio rosto do Danidino Rio de Janeiro. Eu me despeço dos meus amigos. Tchau Ana. Tchau Fernando, tchau pessoal. Tchau Céu, Tchau Fernanda. Até semana que vem. É isso gente. Uma ótima semana a todos e até semana que vem. [Música]

Podcast Summary

Key Points:

  1. A CPI do Crime Organizado, liderada pelo senador Alessandro Vieira, gerou uma crise entre o Senado e o STF ao pedir o indiciamento de três ministros e do Procurador-Geral da República, vinculando-os ao caso Master.
  2. O relatório da CPI foi criticado por desviar o foco do crime organizado para atacar o STF, sendo visto como uma manobra eleitoral e apresentando inconsistências, como não indiciar políticos do Congresso também envolvidos em escândalos.
  3. A rejeição do relatório pela comissão parlamentar, após mudanças em sua composição, e a reação do STF intensificaram a crise, com impacto no processo eleitoral e na narrativa sobre o Judiciário.
  4. O programa também abordou a possível candidatura presidencial de Ciro Gomes, a prisão do ex-presidente do BRB e a derrota eleitoral de Viktor Orbán na Hungria.

Summary:

O episódio do podcast Foro de Teresina discute a crise institucional deflagrada entre o Senado e o Supremo Tribunal Federal (STF), centrada no relatório da CPI do Crime Organizado. O relatório, de autoria do senador Alessandro Vieira, pediu o indiciamento dos ministros do STF Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, além do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, por supostas conexões com o esquema do banco Master. Os comentaristas criticam o documento por desviar-se do tema central da CPI, o crime organizado, para atacar o STF de forma seletiva, sem incluir políticos do Congresso envolvidos em escândalos correlatos, como o do fundo de garantia (FGC).

Eles avaliam que a manobra possui um claro objetivo eleitoral, buscando capitalizar o descontentamento com o Supremo. O relatório foi rejeitado pela comissão após mudanças em sua composição, e a reação veemente de ministros do STF aprofundou a crise. O programa também tratou de outros temas da semana: a prisão preventiva do ex-presidente do BRB, acusado de receber propina; o impacto de uma possível candidatura presidencial de Ciro Gomes na disputa eleitoral; e a derrota histórica do primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, após 14 anos no poder.

FAQs

A crise foi deflagrada pelo relatório da CPI do Crime Organizado, de autoria do senador Alessandro Vieira, que pedia o indiciamento de três ministros do STF e do procurador-geral da República, acusando-os de envolvimento no caso Master.

O relatório acusou Gilmar Mendes de anular a quebra de sigilo de uma empresa ligada a Dias Toffoli, Dias Toffoli de atuar em processo com conflito de interesses, e Alexandre de Moraes de proximidade com o banqueiro do caso Master, incluindo supostos encontros e viagens.

Foi criticado por desviar o foco do combate ao crime organizado para atacar ministros do STF, com indiciamentos considerados frágeis e seletivos, além de ignorar políticos do Congresso envolvidos em esquemas semelhantes.

O relatório foi rejeitado por seis votos a quatro, após mudanças na composição da comissão, com partidos como PT e PSD votando contra, muitos deles com parlamentares envolvidos no caso Master.

A crise alimenta a narrativa de conflito entre poderes e deve ser uma pauta central nas eleições de 2026, com o senador Alessandro Vieira usando o caso como plataforma de campanha contra o STF.

Poderia ter investigado a conexão entre crime organizado e economia, como a Operação Carbono Custo, que liga máfias de combustíveis, PCC e fundos do Banco Master, mas evitou nomes fortes do Centrão.

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